Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Mar 18

Para a próxima vez que não consigamos adormecer (deixando temporariamente o Mundo Real) por mais que nos desconcentremos (naturalmente/deixando-nos levar pelo cansaço ou artificialmente/deixando-nos levar pelas drogas), um utilitário a poder ser introduzido (um objeto/sujeito) na resolução deste grave problema (físico e/ou mental) podendo-nos provocar desiquilibrios (refletindo-se posterirmente no nosso quotidiano com atitudes extremas), será sem dúvida esta Coisa (o objeto/sujeito substituindo o subsujeito) chamada Bebé-Vampiro: certamente com a sua postura e o seu olhar persecutório, e absorvendo o nosso medo e refletindo-o ampliado, projetando-nos para um meio de semi-consciência alternada e colocando-nos no limbo (como um tóxico) entre o Real e o Outro Lado ‒ num pantano comatoso e extremamente confuso muito próximo do pesadelo (não o sendo em absoluto por também condicionado) ‒ não no nosso Imaginário (destruida a razão substituida pela justificação) mas na (lógica) do Operador (direto como com Egas Moziz e a sua Lobotomia ou indireto ‒  com vários estrategas utilizando subliminares introdizido-os como preliminares e logo os tornando definitivos). Talvez vendo-o mexer (os olhos) acabando-se por adormecer.

 

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O Bebé-Vampiro

(mexicano)

 

Com este Utilitário de companhia ‒ o Bebé-Vampiro ‒ a ser criado por um artista e escultor (atribuindo-lhe algum movimento para o poder transformar num Sujeito) colocando-o de seguida numa sepultura de um cemitério e a partir daí executando o que poderia ser uma sessão fotográfica (com uma criança qualquer), com o seu homem-da-câmara e o óbvio protagonista: com o seu olhar penetrante algo (senão muito) aterrador.    

 

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E em estilo de confirmação da preferência dos Britânicos para com todo o tipo de temas envolvendo Mistério, Suspense e Terror (no mundo dito imaginário/com o Bebé-Vampiro como no mundo dito real/com o assassinato do ex-espião russo), com os tabloides da Ilha (como é o caso do sensacionalista The Sun) a repercutirem a notícia desta Boneca Diabólica (extremando-a tal como o fazem/e dizem com a Besta Putin), descrevendo-a como já tendo surpreendido e assustado muita gente, num cemitério mexicano.

 

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THIS is the horrifying moment a vampire baby doll started STARING at passers-by after mysteriously appearing on an unmarked tombstone in Mexico.

 

Horrifying footage appears to show the bloodstained puppet following a camera with its eyes.

 

The doll was found with a bottle of blood next to it after appearing in the unknown cemetery overnight.

(thesun.co.uk)

 

Algo que para muitos de entre nós não será minimamente significativo para o bem ou mal-estar geral deste Mundo onde vivemos, convivemos e no fundo e resumidamente sobrevivemos (como assim sendo mais de 7,5 biliões vivendo amontoados uns sobre os outros/os urbanos, sobrevivendo em lugares esquecidos/os rurais ou espalhados um pouco por todo o Mundo em focos de doenças, guerras e mortes/os armados) ‒ ou não se tratasse neste acontecimento de um boneco (um Objeto) representando um humano (sujeito) ‒ mas que por vezes e em determinados contextos poderá ser mais real (importante e marcante) do que alguma vez imaginamos, materializando-se não no Imaginário para ele inicialmente proposto (pelo menos assim a nós divulgado), mas sim numa Realidade se não confirmada pelo menos projetada, integrada e (pelo menos temporariamente e enquanto continuar o tratamento social/educacional) interiormente aceite: nesta plataforma ideológica (hierarquizada e fossilizada como se de um direito adquirido se tratasse) proposta a umas largas centenas e imposta a uns poucos biliões de outros (os restantes excedentários futuramente substituídos por Máquinas), dispondo-se de exemplos diversos (no nosso caso sob propostas Ocidentais) vindos de ambos os lados, sejam eles de Carne & Osso (Putin a Besta de Leste) ou de Outro tipo qualquer (Chucky o Boneco Diabólico).

 

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A Boneca Possuída

(peruana)

 

E para os distraídos (sabendo-o ou não) salientando antes de mais que até a mais pequena partícula de matéria (massa) revela sempre em si mesma a presença de Energia e de Movimento ‒ um dos sinónimos de Vida (para nós no seu expoente máximo sendo Orgânica) e da sua Evolução desde os seus estados primitivos neste Universo onde nos integramos (compartilhando com ele todos os seus constituintes) e apesar do Biológico tendo como sua Espinha Dorsal o Mundo Mineral (da mais pequena partícula ao maior gigante existente). Envolvendo aqui um Boneco (tipo Chucky artista de cinema) deixando-nos a tremer só pelo seu olhar ‒ mas não sendo sempre assim (na Vida Real) podendo mesmo aterrorizar: como se terá passado o ano passado algures no Perú (em Cusco) com as pessoas de algumas localidades próximas a serem pretensamente perseguidas e aterrorizadas por um Boneco Diabólico ‒ certamente que possuído pois mesmo sem bateria (entretanto retirada) continuando a mexer-se e até a falar (comprovado por mais de 60.000 visualizações no Novo Mundo YOUTUBE).

 

(imagens: RM Videos/youtube.com e CEN/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:42

20
Fev 14

Quanto aos nossos políticos só sabem mexer nos tomates para ver se ainda lá estão

(as mulheres tal como BB não passam de adereços)

 

BBBarbie

 

Cada um de nós tem o direito a usufruir da sua liberdade (e felicidade), apesar de em muitos dos casos não sermos nós a escolher o caminho para a atingir. Neste caso a loura Blondie Bennet obcecada desde a sua juventude pela figura da famosa boneca Barbie, resolveu contra o formato idealizado para a sua boneca anteriormente idolatrada, aumentar os seus seios – talvez por nunca ter encontrado o seu Ken. No entanto talvez por se sentir ainda insatisfeita com o resultado e por ainda se sentir profundamente ligada à boneca, BB decidiu como derradeira tentativa de se identificar (com a Barbie) e de se promover (junto de Kens alternativos), frequentar sessões de hipnoterapia de modo a tentar diminuir ainda mais o seu coeficiente de inteligência e transformar-se numa “excitante loura burra” – ou seja sem cérebro como a boneca.

 

A mulher que gostaria de ser de Plástico

 

"I just want to be the ultimate Barbie. I actually want to be brainless"

 

"I don't like being human, if that makes sense... Natural is boring... I would love to be like, completely plastic"

 

"I've had 20 sessions and I'm already starting to feel ditzy and confused all the time"

 

Acho tudo muito natural (por consciente), apesar de tudo o que se possa dizer em contrário: é que ao contrário desta loura que ainda pode escolher a máscara e o invólucro disponibilizado e autorizado – mesmo que sugerida por mensagens subliminares – nós nem nos apercebemos que em cima de nós já trazemos a marca do nada, em que transformaram a nossa vida. Só se nos transformarmos em Zombies.

 

(dados, imagens e texto em itálico – huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:00

24
Set 12

“Falam muito, mas fazem pouco”

“Não praticam muito nem são muito criativos. Mas estão satisfeitos”

(Expresso)

 

 

O Português gosta muito da posição de Missionário

                                                      

As mulheres estão cansadas com a vida que este mundo renovado lhes proporcionou, equiparando-as aos homens nos seus direitos e deveres através de leis ou intenções muito amáveis e bonitas, escritas em papel timbrado ou facilmente detetáveis nos odores perfumados da atmosfera. Substituindo o homem nas suas funções tradicionais de gestão da sociedade a mulher deixa de necessitar dele, acabando por o dispensar de certas atividades de chefia e de orientação anteriormente exclusivas do homem, não só por a mulher preferir tradicionalmente – e como é natural – a presença de um elemento do mesmo sexo – dado apresentar mais traços físicos e mentais comuns – como pelo cansaço inicial provocado pela sobrecarga de tarefas a que ela não estava habituada anteriormente e que agora lhe vai progressivamente eliminando os tempos livres alternativos. E sem força e vontade não há sexo, apenas uma relação cordial e temporária entre dois seres vivendo em proximidade, que até podem ser do mesmo sexo, mas não necessitando no entanto de um contacto sensitivo e profundo entre ambos, quando é apenas necessário comunicar abertamente para poder continuar a vender o produto, responsável pelo seu salário e pelo seu tranquilo quotidiano.

 

A opinião da Boneca sobre o Sexo dos Portugueses

 

Deste modo é fácil de explicar a plena utilização que o homem pode dar à Boneca, da mesma forma que a mulher o ignora face às responsabilidades agora assumidas para com a sociedade, optando pelo trabalho e pela sua profissão previamente escolhida e pondo o homem e a sua família masculina em segundo plano de preferências e qualidade de vida. A Boneca acha que o homem reconhece nela um parceiro dócil e carinhoso, uma fonte substituta e de qualidade fornecedora de calor e de prazer sensitivo e interativo, que solidariamente para com o seu companheiro, nada exige como pagamento ou contribuição e que em qualquer altura ou condição, se encontra disponível e pronta a ser partilhada sem critérios de utilização padronizados, subjetivos ou racionais, por vezes mesmo empresariais. Os encontros são diversificados no espaço e no tempo, as relações físicas não sofrem nem colidem com momentos menos felizes na vida do seu companheiro, a ausência mesmo que prolongada não afeta a relação e mesmo o desgaste provocado na Boneca pela passagem do tempo não é problema, pois existirão sempre mais Bonecas prontas a entrar ao serviço sem que as outras se importem com isso, iniciando estas últimas uma nova etapa nas suas vidas – de recauchutagem ou reciclagem. No ar a voar, em terra e na cama e na água a boiar, a Boneca Insuflável é sem dúvida um artefacto que com o desenvolvimento acelerado das novas tecnologias e da robótica, lançará futuramente o homem na criação do Movimento de Emancipação Masculino. E mesmo para o pobre e comum cidadão-homem, a Boneca tradicional poderá continuar eficazmente a ser utilizada, aqui e ali com alguns remendos e retoques, mas sempre com a capacidade de provocar prazer e ejaculação a qualquer homem-livre que se respeite.

 

Mandamentos do Sexo – Fornicar, Inventar e Nunca Parar

 

De resto a Boneca acha que todos falamos demais porque nada fazermos que se veja e que, sejam homens ou mulheres, infelizmente nenhum deles se respeita nem a si próprio como o fazem os animais e os vegetais vivendo juntos na natureza: deviam fornicar mais, inventar novas situações e posições e nunca ficarem satisfeitos – assim estaria para sempre garantida a difusão do prazer através de uma utilização intensiva do sexo, ao mesmo tempo que se garantiria a continuidade das Bonecas.

 

(imagens – Google.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:53

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