Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Mar 15

Com um Governo deste Calibre, com um anterior de Calibre Idêntico e previsivelmente com um seguinte do Mesmo Calibre (e com um Presidente que há muito caiu da cadeira, sem haver ninguém com a coragem para lhe dizer) as nossas perspectivas de Futuro são mesmo muito Negras senão mesmo Inexistentes. Mas como o POTE nunca dará para todos o segredo será sempre a alma do negócio: concretizado num Bordel ou até num Galinheiro.

 

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HSBC – a porta de entrada para o offshore BORDEL

 

O que deve o Estado fazer quando de uma forma surpreendente e eticamente reprovável (para o cargo que exerce/afinal de contas como se define incompatibilidade?), se depara com um seu alto quadro exercendo o importantíssimo cargo de Inspector das Finanças (Sector Público), que aproveitando-se da sua posição e do acesso privilegiado que tal posto lhe proporciona, consegue de uma forma extremamente eficaz e utilizando métodos e processos não considerados ilegais (e legais?), juntar através de um banco estrangeiro e em contas offshore (Sector Privado) mais de dois milhões de euros? Utilizando como colaborador preferencial nestes negócios aparentemente suspeitos por aparentemente legais, sociedades (Sector Privado) que já terão sido alvo de buscas por parte do Estado (Sector Público) noutros casos de fraude fiscal e branqueamento de capitais?

 

O que deve o Estado fazer quando de uma forma surpreendente e eticamente reprovável (para o cargo que exerce/afinal de contas a quem se dirige a acção da Autoridade Tributária e Aduaneira?), o Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais (por coincidência no auge duma campanha contra o Primeiro-Ministro) entrega uma lista VIP de contribuintes (qual o significado da existência dessa lista em termos legais?) aos seus subordinados e funcionários do Fisco? Ao mesmo tempo que para defesa dos direitos destes contribuintes VIP (sempre pensei que a lei se aplicava a todos de uma forma igualitária e que o contrário seria ilegal constituindo um crime) se aplica um filtro ao programa informático utilizado para esse fim, de modo a assim se poder controlar a fúria contributiva desses funcionários do fisco (exigida pelo Estado para os não VIP) e subsequentemente castigar todos aqueles que por serem tão zelosos no seu trabalho e no cumprimento de ordens superiores, se excederam na análise dessa mesma lista VIP. E que já originou quase centena e meia de processos a funcionários, apenas porque estavam a cumprir a sua obrigação (e ordens superiores) nunca pensando que o filtro lhes fosse destinado. Para um quadro superior do Estado ter razão, bastará negar compulsivamente o que para todos já é evidente e ainda por cima ameaçar subordinados com sucessivos processos?

 

O que deve o Estado fazer quando de uma forma surpreendente e eticamente reprovável (para o cargo que exerce/afinal de contas quando um Ministro demonstra entre os seus pares ser totalmente incompetente e irresponsável, não se demitindo nem sendo demitido, o Estado como prejudicado na sua imagem nunca poderá fazer nada?), um Ministro da Justiça instala o caos total no seu Ministério e em toda a Justiça portuguesa, (nunca o reconhecendo nem sequer assumindo qualquer tipo de responsabilidade) e numa tentativa desesperada de se desligar deste gravíssimo caso e limpar a sua imagem, denuncia criminalmente dois funcionários trabalhando para o mesmo, transformando-os em potenciais criminosos e quase que os equiparando a terroristas? E se a sorte destes funcionários foi a tomada de posição prepotente, imediata, violenta e impensada do Ministro entregando-os à respectiva polícia de investigação que os ilibou (caso logo arquivado por total falta de provas e que já originou processos contra este Ministro), o que pensar no que sofrerão na sua vida pessoal e na sua carreira profissional outros funcionários sujeitos a processos internos (e na sua base confidenciais para todos, excepto para as chefias) dirigidos pelos mesmos que lhes abriram o processo? A única hipótese seria fazer como os funcionários anteriormente referidos (e ligados ao célebre caso da espectacular e revolucionária criação na Justiça da plataforma CITIUS), chamando a polícia e levando-o a tribunal (mas reconhecendo neste caso ser mais difícil de concretizar antes das eleições, por se tratar de um processo interno e como sempre com contornos sempre voláteis).

 

Os casos seriam tantos que se por um lado os quiséssemos estudar e divulgar, rapidamente o sentimento de nojo nos faria vomitar: para mim ao fim de três já me sinto corrompido e não quero fazer disto a minha vida. Pelo menos no meu tempo ainda sabia o que era um bordel ou outro local semelhante de encontros sexuais: hoje em dia globalizado o mundo, globalizada a comunicação e globalizada a nossa própria língua qualquer coisa poderá significar isto como amanhã o seu contrário. Que o confirme Ministro Irrevogável e que ainda não se revogou a ele próprio. Mas porque será?

 

E já agora o que é a prostituição e se esta só se resumirá ao aspecto físico – sendo hoje em dia e como todos nós sabemos, a prostituição mental muitíssimo mais lucrativa?

 

Podemos definir Prostituição (masculina ou feminina) como sendo mais uma Transacção Comercial envolvendo no mínimo duas partes e consistindo na sua essência num serviço prestado (fornecendo um qualquer tipo de satisfação física e/ou psíquica) em troca de uma determinada soma de dinheiro (ou outro tipo qualquer de bem semelhante e com idêntico valor de mercado). A única diferença que nos traz o Prostíbulo Moderno é que se anteriormente só se falava de prostituição física maioritariamente feminina (não era por acaso que o chefe de família era do sexo masculino), nos dias em que hoje vivemos o próprio sector da Prostituição sofreu uma evolução marcante no interior do mercado e da doutrina capitalista que o suporta (entrando mesmo nos cálculos de PIB como é o caso do Reino Unido). O sector acabou dividido em dois níveis, como consequência das diferentes origens, interesses e ambições dos mais variados profissionais ligados ao comércio (agora legal e facilitador) da prostituição: um nível inferior de prostituição exclusivamente física e que nos é destinada e um outro nível especialmente dirigido, superior e aceitável de prostituição psíquica (não sendo obrigatório ser exclusiva, desde que a primeira não se sobreponha à segunda) destinada neste caso aos melhores. E que no entanto continua a ser dirigido pelo homem mas agora com o apoio de algumas mulheres: e se a mulher-objecto foi posteriormente substituída pelo objectivo-mulher, não faltará muito mais tempo para a mesma ter que mudar de sexo, caso contrário arriscar-se-ta a ser substituída por alguma boneca insuflável muito mais eficaz, sem problemas colaterais de funcionamento e até com características melhoradas.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:09

21
Dez 14

Toda a transformação se baseia em contínuas transferências energéticas entre diferentes pontos do espaço, fornecendo a Energia todos os parâmetros evolutivos e necessários para a sua transformação em Matéria, por aceleração das partículas, seu deslocamento e projecção simulada (realística ou imaginária) noutro referencial.

 

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Hologramas sexuais

 

Enquanto nos afastávamos da habitação onde tínhamos passado a noite anterior, íamos observando preocupadamente a evolução da tempestade que se avizinhava e que já cobria com nuvens densas e carregadas quase todo o nosso horizonte visual: pelo seu aspecto e pelo grande arrefecimento que já se registava deveria ser bastante violenta, fazendo-lhe lembrar o recente relato do extremo evento meteorológico ocorrido no ano de 2033 e a ele contado pelos seus dois amigos terrestres, onde os poucos sobreviventes urbanos (com todos os apoios básicos já completamente destruídos) acabariam por não resistir e morrer rapidamente por hipotermia. À frente da coluna de seis elementos ia Afro e o seu Negro, com os dois amigos terrestres logo atrás e com Ella um pouco mais afastada a encerrar a fila acompanhando-me. E de vez e quando sorria-se para mim, coincidindo com os momentos em que Afro se virava para trás e abria provocatoriamente a sua boca de lábios carnudos.

 

Durante a caminhada verificamos que o veículo esférico já não se encontrava no local tendo desaparecido: nem sequer tínhamos ouvido qualquer ruído que indicasse a sua partida mas pelo rodado deixado no terreno ele chegara ali, não se mexera e simplesmente deixara de ali estar. Não havia sinal de rodados a sobreporem-se e até a neve que começava agora a cair e o vento que se fazia sentir, já começavam a apagar os vestígios da sua anterior presença. Mas o que tinham mesmo que fazer era apressarem-se pois as condições meteorológicas começavam a tornar-se visivelmente insuportáveis.

 

O grupo acabou por ser apanhado momentaneamente por um fenómeno local extremamente violento, dividindo-se em dois: enquanto o Negro acompanhado por Tiago e Hipólito se dirigiram de imediato para o ponto de encontro, os restantes elementos refugiaram-se no abrigo que os dois amigos terrestres tinham descoberto na sua investigação matinal. Mal entraram fecharam de imediato a porta da casa, mas como as condições atmosféricas continuavam a agravar-se de uma forma deveras preocupante, acabaram por seguir o seu caminho e descer até à cave – aí procurando refúgio. Segundo Afro teriam que se proteger o melhor que pudessem durante cerca de uma hora (o tempo de passagem da espessa e brutal frente da tempestade, antes de atingirem o olho da mesma e aí poderem abandonar em segurança o local), após o que poderiam sair e ir ter com Negro ao ponto de encontro, que esta afirmada seguro e protegido.

 

O frio fazia-se sentir já intensamente quando verificaram a existência de uma reentrância num dos lados da parede da cave e onde provavelmente teria existido uma porta. Afro pegou então no pequeno periférico que trazia à sua cintura, consultou-o apressadamente e num instante virou-se para nós e com toda a sua certeza pediu para a seguirmos. Percorremos algumas dezenas metros e finalmente fomos ter a um corredor que ia dar a um beco sem saída, terminando numa sólida e estranha parede: perfeitamente vertical e apresentando uma superfície suave e completamente limpa, a parede brilhava com o impacto dos raios de luz, parecendo divisar-se por momentos e para além dele um cenário colorido mas ainda bastante confuso. E no meio do frio extremo que já suportávamos e do barulho da tempestade que nos rodeava, a parede dilui-se, demos três passos em frente e vimo-nos então fechados e protegidos numas instalações que poderiam ser as de um qualquer empreendimento hoteleiro de luxo, apresentando o seu melhor aos seus estimados clientes. Era inacreditável o contraste.

 

Fomos recebidos por uma realidade inesperada. Até para um alienígena como eu passando por ali como um visitante acidental e com poucos ou ocasionais conhecimentos sobre a galáxia onde me encontrava, o objectivo de todos aqueles privilegiados que até agora por ali encontrara, parecia demasiado restritivo e contraproducente por se dirigir apenas a uma única unidade temática: como uma obsessão a sexualidade parecia ser o único motivo de acção destas criaturas, parecendo estas querer demonstrar que a sua exclusividade de intervenção local (nesta parte da galáxia) poderia ser o motivo temporário e fundamental do seu próximo passo na evolução. Ou não fosse o resultado dessa função a causa de existência de vida.

 

Ainda nos estávamos a adaptar às novas circunstâncias e já Afro se deslocava na minha direcção. Enquanto isso Ella e o Negro tinham-se movimentado até ao ponto onde Adão e Eva os esperavam (já em contacto e unidos fisicamente por penetração), aguardando tranquilamente a chegada da serpente. Fora a serpente que ali os colocara, fora a serpente que ali os projectara e seria a serpente que decidiria os novos cenários onde seriam replicados. Não era por acaso que tinham sido para ali convidados e certamente que as suas fobias sexuais muito tinham contribuído para o seu estágio preparativo e condicionante do acesso ao prometido e desejado Bordel. E o mesmo se passava no outro cenário contíguo com a presença da fêmea cornuda (um fauno). E a serpente era o nome de código da Boa Empresária conhecida como Afro (hierarquicamente uma Jibóia Constritora), ali presente de momento e actual directora do famoso Bordel. Mas para mim fisicamente esta mulher não fazia o meu modelo. Com a sua força e destreza ainda me atirou violentamente ao chão, tirou rapidamente a sua curtíssima tanga que se escondia entre suas duras e volumosas nádegas e sacando do meu pénis por introdução da sua forte mão direita no interior das minhas calças, ainda o enfiou na sua vagina mas sem reacção vital correspondente. E já com Ella tendo iniciado a sua interacção bilateral com a bizarra e enigmática fêmea cornuda (com o Negro sentado a observá-las, aguardando instruções da serpente), Afro levantou-se furiosa e com cara de poucos amigos desligou abruptamente a projecção em curso. Viram-se de novo sozinhos na cave: os seres adicionais tinham desaparecido, apesar de o nosso cérebro continuar ainda a processar elementos objectivos, mas já sem presença física complementada pela sua imagem (agora ausente). Aproveitaram a acalmia temporária e completaram o seu percurso exterior até chegarem ao ponto de encontro. Entraram então no cilindro.

 

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O Bordel – localizado nos limites do Sistema Solar

 

À chegada do grupo fomos logo introduzidos no interior da famosa unidade de prazer e orgasmo instalada no planeta anão Éris e conhecida entre os sistemas mais próximos como o Bordel. A esmagadora maioria eram mulheres e o curioso era que elas eram os únicos clientes. Não sendo pois de espantar que passados pouquíssimos segundos estivéssemos rodeados de dezenas de fêmeas esfomeadas, pressionando cada vez com maior intensidade o pequeno grupo acabado de chegar (quatro machos quatro novidades), numa tentativa desesperada de nos tocarem e deixando em muitos maus lençóis os pequenos e inocentes Hipólito e Tiago. Com muita dificuldade ainda conseguiram descortinar aos balcões do estabelecimento umas quantas mulheres de estrutura corporal muito rectilínea e mesmo nada apelativas (e com um rosto expressivamente masculino), sendo coadjuvadas na prestação de serviços (associados aos contratos determinados pelos seus clientes) por outros elementos mas aqui móveis – e que vagueavam de uma forma bem visível e sobressaindo do cenário aqui exposto, pelo número crescente de fêmeas que os iam rodeando. Olhando com curiosidade e soberba para o membro que o cinto guardava. Se ao balcão eram fêmeas (apesar do seu mau aspecto) estes certamente que seriam machos (até pela protuberância apresentada).

 

Mais de 90% dos clientes distribuídos pelas cinco colónias de Éris pertenciam a uma raça alienígena bastante antiga e de origem humanóide imprecisa, que optara violentamente há já muitas gerações por uma organização matriarcal da sociedade onde viviam, a qual infelizmente e à imagem dos piores momentos protagonizados pelos homens (os machos) se radicalizara na sua evolução. Perseguidos ferozmente pelo fanatismo assexuado de certas fêmeas, exibindo provocatoriamente as modernas máquinas biológicas que os iriam substituir nas funções que estas consideravam estritamente necessárias, os machos vislumbraram apenas três cenários realistas que os poderiam proteger da extinção: ou se transformavam em mulheres, ou se tornavam em escravos ou o seu destino seria o desmembramento servido com morte lenta. Nesses mundos distantes em milhares de quilómetros não se via um macho e a vida sensitiva era digitalizada: o prazer só tinha que ser parametrizado e introduzido no ponto do espaço particular, já que a realidade virtual assente no objecto se encarregaria de nos orientar por simples análise e tradução da nossa imagem protegida (subconsciente).

 

Mas as memórias nunca se perdiam, estampadas como estavam na cultura do seu povo. Nem que se restringissem à sua componente física e estritamente sexuais. O momento original nunca fora esquecido e o ponto de contacto entre corpos continuava a ser considerado como o ponto máximo nas interacções virtualmente materializadas: e então as fêmeas sentiram que algo as impedia de atingir um novo nível de percepção e interacção mais intrusiva e penetrante, apenas porque o novo quotidiano (por elas estabelecido) se tornara infinitamente monótono, por extremismo de aplicação das normas e regras legais. E o acto sexual concretizado entre dois corpos anatomicamente diferentes mas naturalmente adaptáveis, poderia ser o escape perfeito e com máximo prazer. Assim se lançaram no espaço chegando até Plutão e aí criando um dos seus mais famosos e importantes entrepostos sexuais, na altura com a Terra ainda em lume brando mas já há muitas décadas famosa pelas suas extravagantes e fantásticas experiências sexuais de múltiplas penetrações e parceiros, numa orgia tremenda de violência e prazer ininterrupto.

 

O único percalço acontecera há oito anos levando à transferência imediata e definitiva do Bordel para o quase que vizinho planeta anão Éris e à fundação de mais quatro dependências de aperfeiçoamento. Um dos motivos invocados fora a despromoção de Plutão do estatuto superior de nono planeta do Sistema Solar, transformando-o em mais um comum calhau orbitando o Sol e pertencente à cintura de Kuiper. Mas o que na realidade teria sucedido (segundo o entendimento do Negro) fora a persistência alarmante de certos rumores que iam chegando a Plutão oriundos de um dos planetas interiores do Sistema Solar, aparentemente lançados por uma outra raça alienígena desconhecida e provavelmente originária do lado oposto deste Universo, que não estando disposta a abandonar o seu protagonismo ancestral naquela região do espaço, nem tendo a vontade de suportar a estrutura organizativa desta sociedade fanática no seu feminismo ideológico (além de ser baseada na replicação vazia por inalterada do indivíduo), avisavam solenemente os recém-chegados para que por respeito abandonassem o antigo planeta e levassem consigo as suas construções e restante tralha dita tecnológica. Sempre ficariam mais longe. Mas de facto a história que se contava não era mesmo bem assim.

 

Num certo dia da nossa ainda curta História e já com o Homem utilizando ferramentas pelo próprio construídas depois de imaginadas e ensaiadas (para a transformação da Natureza e para seu próprio benefício), um grupo constituído por cerca de uma centena de elementos chegara ao outro lado do Sol vindos dos confins do nosso Universo. Intitulavam-se como os Fantasmas do Tempo e afirmavam-se como Profetas enviados por uma Entidade Espiritual de Nível Superior a este Sistema, a qual os teria incumbido da divulgação da sua Palavra e da organização dos diversos estados de convergência e de divergência dos seus futuros e mais que potenciais fieis. Depois de analisarem detalhadamente todo o Sistema tinham optado por se instalarem em Júpiter e aí sediar a sua Igreja. A grandeza imperial deste gigante gasoso rodeado pelos seus múltiplos e magníficos anéis, pelas suas luas activas e misteriosas e proporcionando complementarmente um excelente refúgio para todos os seus membros e assistentes, tinha-os conduzido a uma decisão que se revelaria correcta e de fácil execução e implementação. Tendo como cenário um planeta e a introdução simulada de um factor extraordinariamente abstracto: tendo o período entre o nascimento e a morte como referência, o triângulo Céu/Purgatório/Inferno como destino e a Alma como o objecto da transformação. E enquanto a Matéria se transformava, o Movimento existia e a Energia evoluía. No centro do planeta concentrar-se-iam os Santos, nos anéis os arrependidos, enquanto que os pecadores seriam enviados em direcção ao Sol para sentirem os terríveis horrores do Inferno. E tudo funcionara na mais perfeita conjugação (espiritual), até ao dia em que os materialistas chegaram: o Bordel era um pecado e uma afronta e por consenso e estratégia simbólica acabara por se retirar, mas não para muito longe.

 

Fim da 3:ª parte de 4

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:01

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