Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Abr 17

[Promoção e Publicidade (até aqui) – como mais uma mera máquina de transmissão (mesmo que involuntária), mas em consciência e talvez como precaução escrevendo sobre o que eles querem (e dizem)!]

 

Com o filme da 20th Century Fox – BOSS BABY – a estrear em Portugal no próximo dia 13 de Abril de 2017: “Tim Templeton, de sete anos, tem uma vida perfeita com os seus fantásticos pais. Até que, um dia, chega um novo bebé, de fato e pasta de executivo. O estranho recém-chegado de imediato toma conta da casa e da atenção dos muito babados progenitores. Tim não está feliz e decide vigiá-lo de perto. O esforço é recompensado quando descobre que o bebé fala e tem uma missão”. (filmspot.pt)

 

Depois da estreia no início do ano de Donald Trump, é agora a vez de Boss Baby explodir no ecrã – em Abril nas salas de cinema em Portugal (depois de vários anos de espera e de ser ultrapassado no seu lançamento por Kung Fu Panda 3 ainda no tempo de Barack Obama).

 

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Só para quem ainda acredita que num Mundo Artificial tudo acontece por acaso (misturando o que define um Acontecimento e o que define uma Projeção Programada) é que poderá aceitar que foi um produto do mero acaso a vitória de Donald Trump nas presidenciais norte-americanas e o imediato lançamento do novo filme da DreamWorks The Boss Baby – quando o seu lançamento esteve suspenso por vários anos (sem interesse para produtora), quando foi fortemente promovido por Alec Baldwin no The Tonight Show de Jimmy Fallon (aproveitando evidentemente a deixa Donald Trump) e quando o mesmo constatou (pela guerra sem tréguas e pelos vistos sem consequências legais promovida pela anterior elite no poder) o filão que estava diante de si e o que daí poderia espremer e utilizar em benefício próprio: num filme de BD capaz de transformar um zero na comédia num verdadeiro patrão dessa difícil arte cinematográfica. E apenas utilizando a voz – extraordinário!

                                                                                                                                                  

Boss Baby is an 'immature, sometimes greedy businessman' – not Trump

(theguardian.com – 1 Abril 2017)

 

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The director of animated film The Boss Baby has said it is a “total coincidence” that the title character reminds audiences of Donald Trump. The suit-wearing baby says Trump’s trademark phrase – “You’re fired” – and is voiced by Alec Baldwin, who has become the nation’s top Trump impersonator on Saturday Night Live. (Amanda Holpuch)

 

Stop Saying Every Piece of Art Is About Trump. Only Boss Baby Is About Trump.

(vulture.com – 31 Março 2017)

 

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One silver lining of our current political nightmare is that, if you’re a culture writer, you always have an angle: Whatever you’re writing about is an [Insert Noun] for Trump’s America. Logan is a superhero movie for Trump’s America. The Super Bowl was a sporting event for Trump’s America. Beauty and the Beast is a Beauty and the Beast for Trump’s America. Done and done, commence chin-stroking. Even though it’s been barely over two months since Inauguration Day, it’s possible this insta-angle might already be wearing a little thin. And if we needed an occasion to officially retire it, it is Friday’s release of The Boss Baby. All other films hoping to become the official cinematic standard-bearer of #TheResistance, take a seat. This is the most damning political narrative of 2017. (Emily Yoshida))

 

Is The Boss Baby Really a Cartoon About an Infant Donald Trump?

The Alec Baldwin-starring animated movie seems like the timeliest film of the year. Is it?

(vanityfair.com – 1 Abril 2017)

 

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My God, is this Donald Trump: The Cartoon?!”

 

You can be forgiven for thinking that if all you know about The Boss Baby is that the film’s ubiquitous posters feature a scowling, computer-generated baby in a business suit—one voiced in the film by Saturday Night Live Trump impersonator extraordinaire Alec Baldwin. It’s a happy marketing accident: an animated movie like this takes years to prepare, and it was in the works long before Baldwin assumed the burdensome but necessary role of Lampooner-in-Chief. And while it is impossible to keep our 45th president out of your head entirely while watching this family-friendly movie, the truth is that it isn’t quite the collection of Trump gags you might think it is. (Jordan Hoffman)

 

From Trump to Boss Baby, Alec Baldwin is America’s comedy commander-in-chief

(scmp.com – 1 Abril 2017)

 

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Baldwin, 58, has always shown he can zero in on the funny, But with Boss Baby hitting cinemas in the midst of Baldwin’s run as impersonator-in-chief for President Donald Trump on Saturday Night Live (he hosted for a record 17th time in February), the actor is showing he’s the true comedy boss. It’s a run that surprises even Baldwin. “There’s a more typical path you’re on when rounding the corner toward 60 with retirement not far away or at least slowing down,” says Baldwin. “But it’s like the old saying, you make plans and life happens.” (USATODAT)

 

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Com o filme Boss Baby a atingir no passado fim-de-semana (sexta-feira a domingo) nos EUA/Canadá 49 milhões de dólares em bilhetes vendidos, ultrapassando Beauty and the Beast (um dos grandes êxitos de bilheteira nacional e internacionalmente) ficando-se pelos 48 milhões – e deixando a grande distância Ghost in the Shell (19 milhões) e Power Rangers (um pouco mais de 14 milhões). Num curtíssimo parágrafo do diário online inglês dailymail.co.uk que explica e diz tudo (e nos descodifica este sucesso – com um ator que não sendo de comédia interiorizou o momento e soube como aparecer e usufruir): “It's the animated comedy featuring the voice of Alec Baldwin”.

 

(imagens: What is real/youtube.com – DreamWorks – hollywoodreporter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:17

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