Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

25
Mai 19

“Theresa May resigns

as Prime Minister and leader

of the Conservative Party”

(yahoo.com)

 

[Dos seus três anos de serviço à frente da Monarquia-Republicana Britânica depois do abandono inesperado (como consequência do referendo do BREXIT) do seu anterior Chefe de Governo (o seu antecessor e 1º Ministro David Cameron) pouco deixando para trás (de verdadeiramente inovador/relevante) como testemunho (político) da sua passagem: para além da tentativa fracassada de transformar a opção do SIM e a opção do NÃO numa 3ª Via Única, conjugando as duas (numa alternativa agora tornada impossível por impraticável, levada a cabo no passado, transportada para o Referendo e aí sendo recusada, tornando-se irreversível).]

 

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Theresa May

(2016/2019)

[Ficando ainda na memória e tendo sempre como alvo Vladimir Putin e a Confederação Russa (e a sua aliança preferencial mesmo superando a Europeia com os EUA) o célebre conjunto (em “tudo” extremamente limitado) de palavras definindo muito claramente muitas das suas opções políticas (aqui a nível externo)

 

“‘Highly likely’ Russia” “‘Highly likely’ Russia”

“‘Highly likely’ Russia” “‘Highly likely’ Russia”

 

E depois de tantos e tão árduos trabalhos (Hercúleos) e dos seus últimos e derradeiros esforços (suspiros heroicos) num empreendimento levado a cabo por uma mulher (a partir de um problema e como sempre criado por homens) provavelmente para posterior usufruto (repetindo-se de novo o ciclo) dos homens e vendo o aproximar do seu fim, em tom representativo (da sua dedicação e sacrifício, talvez incompreendido) e de despedida (do cargo, da sua missão) soluçando e vertendo com aparente emoção algumas lágrimas. Mas nunca perdoando Julian Assange (apanhando-o, arrastando-o, prendendo-o, denegrindo-o) o maldito Whistleblower.]

 

Nomeada 1º Ministro do Reino Unido em 13 de Julho de 2016 após renúncia de DAVID CAMERON na sequência do referendo do BREXIT − com os Conservadores historicamente contra a sua integração na EU (e com os Trabalhistas tomando posição contrária), posteriormente convocando um referendo manifestando-se pela sua continuação (na EU) para finalmente tendo optado pelo SIM o Povo lhe responder maioritariamente que NÃO (num trajeto um pouco confuso para de um ponto se alcançar outro) – e assumindo o Leme do Barco (após o incidente imprevisto e dada a fuga do anterior Comandante) já depois do mesmo ter sido atingido pelo Icebergue (tal como o fora antes o TITANIC)

 

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BIB

Ao contrário do tradicional BIB (em português bibe) – não sendo um tipo de bata utilizado pelas crianças (nem uma ave pernalta com um penacho na cabeça) − com o Bicho Irracional Britânico (neste caso sendo o bicho um canídeo) aqui e agora e dadas as circunstâncias (de todo o meio envolvente) acidentalmente tornando-o protagonista, dando a May a utilização que qualquer criança normal daria a um qualquer brinquedo que lhe viesse ter à mão (no caso de cão que lhe viesse cair na boca) – ela sim transformando-se num objeto, num “Boneco”  − divertindo-se com ele até à sua mais pura e completa fruição e inconscientemente levando no final ao seu abandono e/ou destruição (replicando-se em objetos, tornando-se num ícone, e deixando de ser um Sujeito, virando Objeto sob a forma de mais um Santo-de-Madeira); e com o cão com a sua tomada de posição e atitude, assumindo a defesa do seu amigo-doméstico e igualmente de quatro-patas o gato (da Embaixada-do-Equador)

 

− Tornando-se na 2ª mulher depois da DAMA de FERRO (Margaret Thatcher) a ser nomeada 1ª Ministro – mesmo não sendo uma grande adepta da saída da Grã-Bretanha da EU e sabendo antecipadamente o difícil caminho que iria (a partir daí) percorrer (inerente a tal processo de saída ou entrada numa Instituição tão poderosa e de nível global como é a EU) acionou convictamente (em Março de 2017) o Artigo 50 do Tratado (saída voluntária e unilateral da EU) colocando a Ilha definitivamente de fora (da sua órbita no Sistema) e assim totalmente desligada do Continente (talvez mesmo da sua Realidade). Mais de dois anos depois (uma Eternidade) sobre o acionar do Artigo (cumprindo a decisão do BREXIT e saindo o mais rapidamente possível da UE)

 

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Julian Assange

Aguardando a sua extradição do Reino Unido (por ter fugido às autoridades britânicas que o queriam apenas “interrogar”, refugiando-se na embaixada do Equador em Londres) para os EUA (o verdadeiro interessado dadas as revelações WIKILEAKS e de momento já com 18 acusações formalizadas) via Suécia (o intermediário, ressuscitando contra o desejo da antes acusadora um caso de pretensa e sempre negada violação), talvez pensando anterior e ingenuamente e como Jornalista (registado como tal) ter a Via da Liberdade e da Justiça como 3ª Alternativa (não fugindo como Edward Snowden ou deixando-se prender como Chelsea Manning) – oscilando o apoio e a solidariedade prestado a Julian Assange, mas agora postos em causa (e a sua própria Liberdade) com os seus colegas Jornalistas (cada vez mais assustados) a reunirem-se (em seu redor) e a lutarem não só pelo Whistleblower como sobretudo pelo Jornalismo e pela Liberdade; implacavelmente perseguido e preso sob as ordens de um político e mulher – Theresa May − não entendendo que a cópia (oferecida pelo homem) será sempre pior (e ele sabe daí a oferta, na senda de outra “patranha” a paridade) que o original

 

E já depois de ter dado um tiro no pé como poucos meses antes o fizera o seu antecessor (ela e agora convocando Eleições Gerais pretendendo sair com a sua posição ainda mais reforçada e acabando por suceder o contrário ficando em minoria) – e depois de sucessivos fracassos e indecisões, repetidas e votadas até à exaustão − nada acontecendo e como obvia consequência, mesmo que pedindo desculpa e socorro por entre alguns soluços e lágrimas (meias de emoção, meias de crocodilo), não tendo saída (por portas ou janelas) e demitindo-se. Continuando o TITANIC a afundar-se e sem recurso a salva-vidas (nem sequer de coletes, amarelos ou de outra cor qualquer) bastando olhar bem em frente, esperando com fé pelo próximo (icebergue/comandante):

 

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Gato-da-Embaixada-do-Equador

Para muitos um potencial Cat Whistleblower conhecido como companheiro exilado − desde 2016 e agora tendo sido igualmente retirado do edifício (mas ao contrário do seu dono libertado) − do Whistleblower Julian Assange; recolhido da embaixada em Londres para sua proteção, não fosse (tal como o seu dono) extraditado para os EUA, aí desparecendo definitivamente nalguma prisão privada norte-americana (pena mais leve/prisão perpétua) ou então numa qualquer e perdida fábrica de transformação (pena mais pesada/condenação à morte); numa atitude nobre e corajosa expondo-se à janela da embaixada, sabendo ter do outro lado muitos apoios, ditos como racionais ou referidos como irracionais − como BIB, o Bicho Irracional Britânico

 

Não o pobre Icebergue (que já passou, fragmentou, derreteu, se foi) mas o comandante que aí vem, dado que tradicionalmente e à 3ª (segundo a Sabedoria Popular) é mesmo de vez. E se tal como Trump o novo Timoneiro for louro (tendo um BORIS na cabeça) estando-se bem “aviado”. Tudo isto a ser despoletado num momento de esquizofrenia coletiva registada e propagando-se entre as hostes Conservadores, sem qualquer tipo de pretexto e justificação e sabendo-se o Reino Unido quase que politicamente dividido ao meio − entre o Mundo Urbano e o seu SIM à Europa e o Mundo Rural e o seu SIM ao BREXIT – quando o que se deveria ter feito e continuaria a agradar a todos seria o da Grã-Bretanha continuar no seu anterior rumo, com um pé de dentro e outro de fora, como sempre e lucrando de ambos os lados. Pelo que se não foi Incompetência então foi deliberado e pelas consequências isso é Crime.

 

(imagens: spiegel.de/rt.com/pulse.ng/mintpressnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:08

24
Mai 19

“Confirmando-se todas as previsões com o Centro (os anteriormente referidos como, Moderados) não contando (um Campo Político completamente obliterado), com a Esquerda a perder (apesar de algum reforço registado na Extrema-Esquerda) e com a Grande Vitoriosa a ser à DIREITA, reforçada pela EXTREMA-DIREITA. Mas com a Alemanha (tal como Portugal) mantendo o rumo e apontando em sentido contrário, deixando-nos aqui (alertas/preocupados) a pensar. E com os EUA já prontos com o seu “Pronto-a-Despir”!

 

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From left:

Geert Wilders of the Dutch Party for Freedom;

Matteo Salvini of the Lega Nord party;

Jörg Meuthen of Germany’s Alternative For Deutschland party;

and Marine Le Pen of France’s National Rally party

attend a rally of far-right, nationalist leaders in Milan, Italy, on May 18, 2019,

ahead of the May 23-26 European Parliamentary elections

(legenda: Jen Kirby/vox.com)

 

Marcadas para os próximos 4 dias (23/26 Maio) decorre um pouco por toda a EUROPA (dos 5 continentes o 4º maior, só ultrapassando a Oceânia) – constituída por 58 países/territórios e mais de 850 milhões de pessoas, distribuídas por uma área de mais de 10,5 milhões de Km² − as Eleições para o Parlamento Europeu (últimas realizadas em 2014): realizando-se nos 28 países (cerca de 50%) integrando a União Europeia − destes não fazendo parte a RÚSSIA (142 milhões de habitantes/17 milhões de Km² de área) o maior e mais populoso estendendo-se pela Ásia e correndo ainda o risco de perder muito brevemente um deles o REINO UNIDO (85 milhões de habitantes/0,25 milhões de Km² de área) − envolvendo mais de 500 milhões de pessoas (eleitores) e elegendo entre as várias “Famílias Políticas” um total de 751 Representantes (os tais deputados europeus) e podendo ainda ser um número menor (705) caso se confirme (o BREXIT) o abandono do Reino Unido (c/ 46 representantes na EU).

 

Para além da distribuição das diversas forças políticas concorrentes (concorrendo nesses 28 países), pelas suas “Famílias ou Ramos Familiares mais Próximos e se possível sendo-o Ideologicamente”, sendo colateralmente interessante (até pelas consequências que daí poderão advir) conhecer os resultados que poderão surgir destas Eleições Europeias, (1) relativamente ao Reino Unido (um país da Liderança Europeia querendo sair dela), (2) à França (um dos países da Liderança Europeia querendo assumir maior protagonismo, mas com a maioria do seu Povo manifestando-se contra essa mesma liderança) e como seria óbvio (3) à Alemanha até por ser (até ao Presente) a Líder dos Líderes da Europa e como tal o máximo representante da EU (o Vassalo-Maior) face aos Todo-Poderosos e Líderes Globais os EUA sob comando (o tal que num último impulso, ditará o destino do Botão Atómico) de DONALD TRUMP.

 

Desde logo comparando os resultados obtidos em 2014 pelas diferentes famílias políticas Parlamentares Europeias, com as últimas projeções de resultados (sondagens) realizadas sobre estas Eleições Europeias de 2019 (já em curso) − como se vê no quadro seguinte:

 

Família

Política

Sigla

Ideologia

Lugares em 2014

(R)

Lugares em 2019

(S)

Variação 2014/2019

Partido

Popular

Europeu

PPE

Conservadores

215

177

-38

Aliança Progressista Socialistas Democratas

S&D

Social-Democrata

/Socialista

185

152

-33

Europa

Nações

Liberdade

ENF

Extrema-Direita

-

76

+76

Aliança

Liberais Democratas

ALDE

Conservadores

59

71

+12

Reformistas

Conservadores

ECR

Conservadores

45

56

+11

Verdes

Aliança

Livre

GREENS/EFA

Verdes

49

55

+6

Esquerda

Europeia

GUENGL

Socialistas

/Comunistas

45

47

+2

Europa

Liberdade Democracia Direta

EFDD

Direita

38

19

-19

(Não

Inscritos

num Grupo)

(NI)

(variada)

42

-42

Outros

Extrema

Direita

(OFR)

(Extrema

Direita)

-

49

+49

Outros Moderados

(OM)

(Moderados)

-

2

+2

Outros

Extrema Esquerda

(OFL)

(Extrema

Esquerda)

-

47

+47

Novos

Partidos

(NP)

(variada)

73

-

-73

Família

Política

Sigla

Ideologia

751

751

0

Legendas

R: Resultado S: Sondagens

 

E dividindo as diversas “Famílias Políticas” em 5 Blocos – Extrema-Direita (ED), Direita (D), Centro (C), Esquerda (E) e Extrema-Esquerda (EE) − para melhor se verificarem as transferências (de eleitores/votações entre eles) registando-se (conforme o quadro seguinte):

 

Espectro Político

Lugares em 2014

(R)

Lugares em 2019

(S)

Variação 2014/2019

ED

-

76+49=125

+125

D

215+59+45+38=357

177+71+56+19=323

-34

C

-

2=2

+2

E

185=185

152=152

-33

EE

49+45=94

55+47+47=149

+55

Outros

42+73=115

-

-115

Espectro Político

751

751

0

 

Concluindo-se por uma evidente transferência de votos do Centro-Político (seja de centro-direita ou de centro-esquerda) para os Extremos-Políticos (extrema-direita e extrema-esquerda) – “no mínimo uns 70 deputados perdidos” − com os mais favorecidos (por essa mesma deslocação de eleitores) a serem de um dos lados o ENF conjuntamente com outros grupos de extrema-direita (radicais) e do outro lado outros grupos de extrema-esquerda (radicais) – “no mínimo uns 180 deputados ganhos”.

 

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A Eleições Europeias em Portugal

c/ os Cabeça-de-Lista do

PS, BE, PSD, CDS, PCP/PEV e ALIANÇA

 

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Numa variação desinteressada entre uma campanha baseada na contabilidade europeia (economicista) do toma-lá-dá-cá e uma outra campanha paralela e coincidente e “por replicação”, procurando a paridade (segundo o “molde original”)

 

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Em Portugal com este clima moderado e tão perto do Mediterrânico, existindo sempre a possibilidade de não estando (eventualmente) nada em perigo e nada nos sugira outro rumo, surja sempre a alternativa de em vez de uma ida às urnas se faça uma, mas à praia

 

E assim e como se vê com as políticas ditas “moderadas” aplicadas nos últimos tempos na EU a sofrerem uma “Grande Derrota Plebiscitária (confirmando-se estes resultados de momento não passando de sondagens), levando os eleitores em desespero e sem saberem o que fazer (político-partidariamente, já que ideologicamente “tudo se foi e esfumou”) a refugiarem-se nas propostas mais extremas e radicais, proporcionando a subida abruta (no meio de todo este Caos e confusão generalizada, a toda a Europa) e oportunista (no exato Momento) dos chamados Populistas (histórica e esmagadoramente e mesmo que muitos o neguem, Conservadora, Situacionista, Estática e contrariando o Movimento e a Evolução – “nada se cria nada se perde” − de Direita). Com o Centro definitivamente a confirmar “a sua Morte já anteriormente anunciada − e levada em ritmo de Cruzeiro, lançado sobre águas-alteradas e fazendo-o estando senis a grande velocidade (vindo já de eleições anteriores e como um retrato realista e fiel da Europa vista como uma “Velhinha-Querida vivendo dos seus Rendimentos”), levando aos Céus os seus extremos (em proporcionalidade inversa/mais violentos/menos conversa, ou em proporcionalidade direta/menos pacifistas/menos diálogo) e ao poder o Prometido, o seu “Caudilho: “lideranças políticas carismáticas ligadas a sectores tradicionais da sociedade (civil e militar) e que baseiam seu poder no seu carisma. Muitas vezes permanecendo no governo por mais tempo do que o previsto. (wikipedia.org)

 

Em termos de Esquerda e Direita (e obliterado o Centro) com o Parlamento Europeu a manter-se “sensivelmente(para nos manter-nos ainda otimistas, apesar da diferença visível e crescente) dividido ao meio – em 2014 (resultados) com um mínimo de 357 p/Direita e 279 p/Esquerda (115 incertos/podendo ser de Direita ou Esquerda) e em 2019 (sondagens) com um mínimo de 448 p/Direita e 303 p/Esquerda, num crescimento do Bloco de Direita (de um mínimo de 78 de vantagem quase que duplicando e subindo para um mínimo de 145 de vantagem) – mas pelos parciais apresentados e levantada definitivamente a “Cortina” (de fumo, “depois dos sintomas, manifestando-se a doença”) tendo-se mesmo que engolir a pura e dura realidade (aliás o que nos transmitiam os nossos Órgãos dos Sentidos)  olhando apenas para os Números: 448 (60%) contra 301 (40%) em 751 (não desistindo o Reino Unido e pelos seus 46 representantes, passando a 705) e vencendo a DIREITA (contribuindo com 72% nos votos de Direita) contando com o grande reforço da EXTREMA-DIREITA (contribuindo já com 28% nos votos de Direita).

 

Nunca esquecendo (não, não esquecido, apesar de momentaneamente ultrapassado) o atrás referido “Carrossel 1/2/3(Reino Unido/França/Alemanha) e analisando-lhes para ser rápido e por ser desnecessário (todos prevendo o que irá acontecer, a partir dos votos expressos pelos eleitores) apenas as últimas sondagens e a partir daí, os seus mais que previsíveis futuros (políticos) sendo apenas confirmados (um pró-forma e o mais tardar) no fim do próximo dia 26 de Maio (domingo): em (1) com o partido do BREXIT de NIGEL FARAGE a liderar com grande avanço as sondagens (35%), deixando a grande distância Trabalhistas (18%) e Liberais (17%) e pelo caminho esmagando os ainda representantes do Governo (da por horas/dias ainda 1º Ministro Theresa May) os Conservadores – apontando mais uma vez a saída da Grã-Bretanha da EU; em (2) com o partido de Marine Le Pen (Frente Nacional, de Extrema-Direita) a liderar as sondagens (24/25%), seguido a curta-distância da coligação de partidos da Direita-Liberal (Republica em Marcha/Movimento Democrático) de Emmanuel Macron/François Beyru (22/23%) e ainda a maior distância pela coligação Republicanos/Centristas (um fundado por Nicolas Sarkosy o outro de Hervé Morin) ainda de Direita com 12/13%, com “bem lá longe e meios perdidos (finalmente aparecendo a esquerda) aparecerem finalmente a “França Insubmissa” mais à esquerda (9/10%) e os Socialistas (em coligação) com 5/6% mais ao centro – só aqui numa derrota clara (média) e brutal da esquerda de 60%-15% e assim apontando para a vitória da Direita; chegando-se finalmente a (3) o local do “Centro de Comando” e onde reside (por delegação consciente de todos os outros estados) toda a origem do Problema − a ALEMANHA – nas suas sondagens nacionais com incidência direta e imediata em todo o Continente Europeu (não só nos 28 países, como nas restantes duas dezenas) − do Atlântico até à Rússia (incluindo-a parcialmente como Europa), vista como “uma porta-de-entrada para a Ásia (na sua parte oriental) – e ao contrário dos Estados anteriormente mencionados (Reino Unido e França), mantendo-se a coligação (entre elas governamental) centro-direita de ANGELA MERKEL na liderança (CDU/CSU com 28/30%), seguida já de longe pelos Verdes (17/19%) e pelo SPD (não se conseguindo impor como oposição com 15/17%) e ainda mais afastada e no mínimo surpreendentemente (“pelo ambiente geral europeu e pelo seu crescimento anterior”, mas agora parecendo “ter fossilizado”) surgindo a AfD (extrema-direita) com cerca de 12% (e de seguida surgindo a Esquerda com 7% e os Liberais com 6/7%). No caso da Alemanha com esta e de uma forma bem clara (fiando-nos nas sondagens) a virar as costas à Extrema-Direita e traduzindo (como esta o afirma) recusando (como Alerta e Aviso) o Populismo: deixando para a Extrema-Direita talvez uns 15% (contra os restantes opondo-se-lhes uns 85%) e mantendo bem ou mal o rumo previamente traçado (a partir de 26 oficializado − e não pretendendo sansões − tornado obrigatório). Mais para o centro, talvez “um pouco esquerdo”.

 

Partido

Lugares em 2014

(resultados)

Lugares em 2019

(sondagens)

Variação

PS

8

7/9

-1/+1

PSD

-

5/7

-1/+2

CDS

-

1/2

AP

7

-

BE

1

2/3

+1/+2

CDU

3

1/2

-2/-1

MPT (MP)

2

-

-2/-1

PDR (MP)

-

0/1

PAN

-

0/1

0/+1

Aliança

-

0/1

0/+1

LIVRE

0

0

0

(Outros)

0

0

0

Partido

21

21

0

AP: Coligação PSD/CDS

(MP): Movimento/Partido tendo como candidato Marinho Pinto

 

Em Portugal (dada a sua irrelevância como país e dada a irrelevância destas eleições para a generalidade dos portugueses), com as últimas sondagens (a única coisa que será aqui referida) a apontarem (como seria de prever) para uma vitória do PS e com o resto do cenário a manter-se muito semelhante ao anterior (saído de 2014) − entre os grandes e os pequenos (partidos) ganhando-se/perdendo-se 1 ou 2.

 

E com Portugal a votar de Acordo com a Alemanha.

 

(dados: maioritariamente retirados da Wikipédia/wikipedia.org + imagens: Luca Bruno/AP Photo/vox.com e visão.sapo.pt – juventude.pt – expresso.pt − reddit.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:46

18
Mai 19

[Com CFA (Clara Ferreira Alves do Eixo do Mal) escusadamente e pelo meio.]

 

“Se não for pelo FRACKING, com o Reino Unido a ir ao fundo com o BREXIT”

 

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Nigel Farage

Com o seu partido Brexit liderando destacado

As sondagens nos UK para as Eleições Europeias

 

Imaginando-se o cenário envolvente estendendo-se de uma forma extremamente homogénea e semelhante, até aos limites (fronteira entre a luz que nos ilumina e a sua ausência que nos faz existir) do nosso horizonte (percecionado e sentido por todos os nossos órgãos) – como se fossemos um britânico, vivendo numa Ilha e (como consequência) estando rodeado de água por todos os lados (e desse modo ficando ainda mais isolado do resto do Mundo e como efeito julgando-se o Centro do mesmo, apenas e se estritamente necessário, entrando/saindo dele ou seja “Pertencendo e Não Pertencendo à Europa”) – e conhecendo-se já desde o século anterior (1990/1999) o combate “sem fim e sem quartel” aparentemente (dado não se verem resultados, seja para que lado for) travado entre CONSERVADORES e TRABALHISTAS (os primeiros sendo pela manutenção dos UK na EU os segundos pela sua saída da Comunidade de Países), seria muito fácil de concluir mesmo para qualquer tipo de “idiota (burro como inteligente) há muito inserido no Mundo Quadrado desta Política (e contaminado pela mesma), que sendo proposto ao POVO uma decisão definitiva entre o SIM e o NÃO e dado o historial anterior (passado) destas duas grandes forças políticas britânicas − com uma ou outra no Poder, levando atrás de si o SIM mas não o cumprindo, ou levando atrás de si o NÃO fazendo exatamente o mesmo – que levando um dia a cabo um REFERENDO e com o UK assim tão dividido (entre Londres e o Resto dos UK) o resultado final seria imprevisível, certamente muito renhido e rondando os 50%: num final andando perto dos 50%+1 para os Vencedores e dos 50%-1 para os Derrotados e em Conclusão, podendo provocar um “Resultado de Estrondo Para Todos Eles (especialmente para os Suicidas que o convocaram, liderados por David Cameron & Seu Gangue) tanto achando-se Vencedores como Derrotados. Enclausurados na sua Ilha e com comandantes deste calibre, com o TITANIC Britânico II depois de embater no icebergue e ver o seu comandante fugir, a ser alegremente comandado por um substituto disponível (já sem bote ou colete salva-vidas, mas ainda dançando no salão), em vez de querer Salvar (a si e a todos), querendo mas é Prosseguir (no Leme e a Dirigir) e assim esquecendo o Rombo e o final da Viagem. No próximo dia 23 com os Britânicos a decidirem novamente (já não existindo opção) entre, “Saírem por Vontade Própria, ou então serem Expulsos”.

 

Não sendo (só) culpa de Corbin como o diria (pretende) a Clara.

 

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Eleições Europeias

No Reino Unido

(a 23.05.2019)

 

Ao escutar num programa da SIC Notícias – o EIXO do MAL – um dos 4 elementos do seu painel (fixo) de comentadores – incluindo um elemento independente ex-Bloco de Esquerda, um elemento por vezes contestatário (o que faz ser ainda do partido) do PSD, um outro independente dizendo-se (ou então parecendo) Conservador (bem moderado) e finalmente ainda um outro (incluindo o apresentador e de 5, o único sendo do sexo feminino, apenas 20%)  talvez por força e/ou obrigação (aparecendo de uma forma ou de outra, ligada ao partido de Mário Soares) simpatizante do PS mas não assim tanto − qual não foi o meu espanto ao ouvir o elemento mais à Direita no espectro político ali presente (incluindo o apresentador) – a jornalista e escritora Clara Ferreira Alves, definitivamente elevada a figura pública com a sua participação ao lado de Mário Soares no programa da RTP1 “O Caminho Faz-se Caminhando” e finalmente atingindo o “Estrelato” pertencendo ao número restrito de convidados (neste caso portugueses) a participarem numa reunião do CLUBE de BILDERBERG (“um poderoso grupo de Capitalistas tão criticado pela sua falta de transparência e de prestação de contas”) – e como se atingindo um Auge Espiritual (Superior) e/ou estando a atravessar um surto Político-Psicótico (Extremo), descrevendo a atual situação no Reino Unido e o Caos (pretensamente e segundo ela) aí reinante, como uma justificação para a atitude “inopinada, desproporcionada, deslocada, desbocada” (como uma “menina-de-coro” e ainda-por-cima incisiva) por ela aplicada e diretamente (dando-lhe um “precioso” destaque “apontando-o”) atribuindo-lhe (como se lhe colocasse um selo, um estigma) uma demonstração da “Total Incompetência” dele, JEREMY CORBYN: e para tal servindo-se de sondagens e (para ter o efeito desejado) misturando “alhos com bugalhos.

 

Eleições na Grã-Bretanha

Sondagens

(Maio 2019)

 

R

(Eleições

Europeias)

Partido

Dirigente

Posição (maioritária)

sobre o BREXIT

Eleições

Europeias (%)

Eleições

Gerais (%) e (R)

Brexit

Nigel

Farage

S

31,5

18 (3º)

Trabalhistas

Jeremy Corbyn

N

21,5

25 (1º)

Liberais

Vince

Cable

N

14

16 (4º)

Conservadores

Theresa

May

S

12,5

25 (2º)

Verdes

Natalie Bennett

N

8

7 (5º)

Mudança

Heidi

Allen

N

5

2 (7º)

Escocês

Nicola

Sturgeon

N

3,5

5 (6º)

UKIP

Gerard

Batten

S

2,5

2 (8º)

CYMRU

Adam

Price

N

1

< 1 (9º)

Legendas

(R: Ranking S: Sim N: Não)

Valores Aproximados

 

Tirando uma ilação sobre a evolução de um determinado partido (no Reino Unido) concorrendo brevemente (em Junho) às Eleições Europeias (nem se sabendo sequer, se as mesmas serão efetivas) e misturando a problemática do BREXIT dividindo o país (não entre partidos sendo transversal mas) entre o SIM e o NÃO (que se refletirá obviamente nestas no mínimo discutíveis eleições), para (e como tem feito anterior e sucessivamente) desse modo desacreditar o Líder Trabalhista JEREMY CORBYN – um SOCIALISTA − apontando-lhe o resultado das últimas Sondagens Europeias mas não GERAIS (e como se isso fosse prova de algo sorrindo-se sarcasticamente). Como seria de esperar (nestas Eleições Europeias a decorrerem em 23 de Maio de 2019 e mesmo que o Reino Unido saia de seguida da União Europeia) com os apoiantes do SIM ao BREXIT a manterem-se do mesmo lado e os contrários à saída dizendo NÃO (mantendo-se) do outro lado: atravessando” o eleitorado da generalidade dos partidos políticos (sobretudo os Nacionais), originando a deslocação (estratégica, temporária, não ideológica) de alguns dos seus apoiantes para outros partidos (especialmente nos maiores partidos como os conservadores e Trabalhistas) e dada a principal questão verdadeiramente em causa (o BREXIT) – com o arrastar da sua solução tornando-se insuportável para os dois lados − fazendo aparecer outros Movimentos/Partidos (de mera Circunstância) como potenciais vencedores: sendo Eleições Gerais (realizando-se em 2022 mas certamente e dado o clima político podendo ser antecipadas) provavelmente nem tendo representação parlamentar.

 

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Eixo do Mal

Da SIC Notícias

(Pedro, Daniel, Aurélio, Clara, Luís)

 

Um facto introduzido por acaso, num tema já não sei o qual (mas certamente dirigido às Eleições Europeias ou em alternativa à Corrução Institucional), imediatamente aproveitado para dizer mal, de alguém nada expectável (até por proximidade política): um político com passado no Trabalhismo Britânico, apresentando-se com um apoio crescente entre todo o eleitorado (para as próximas Eleições Gerais), podendo ser uma opção válida para o Futuro do Reino Unido (deixem-no pelo menos tentar) e pelo menos podendo-se gabar de não ter sido ele a atirar (com a Convocatória do Referendo) o Reino Unido para o Caos e em direção ao Abismo (com David Cameron ao Leme e impactando o Icebergue, passando-o a Theresa May). Pelos vistos com Clara Ferreira Alves (CFA) a querer o regresso à Ilha da lendária “Dama-de-Ferro”, por sinal uma mulher, marcando (Bem ou Mal) uma época (relevante) da História da Grã-Bretanha. Já agora e por curiosidade e já que falaram nisso – nas Eleições Europeias como nas Eleições Gerais (tal e qual como CFA acha − “tanto faz” − e agarrando-nos tal como ela nas sondagens − mas olhando para a legenda separando-as) − o ponto de situação de cada uma delas (Europeias e Gerais) no que diz respeito à posição de cada um dos partidos (concorrentes): daí se podendo tirar conclusões tentando compreender o pensamento (ideológico, um pouco persecutório) e o método de funcionamento (e estrutura em camadas) da mente de CFA (quadro seguinte).

 

(imagens: yahoo.com − David Holt/Brexit/sputniknews.com – sicnoticias.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:53

16
Jan 19

“Depois da derrota de ontem e da vitória (mais que certa) de hoje (de May), mantendo-se a total indefinição sobre o que virá a seguir. E quanto tempo aguentará a Grã-Bretanha e o Resto da Europa?”

 

Derrota expresiva de May

432 contra 202

 

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Dois dos rostos (terríveis) deste Brexit

(que poderá afundar os UK)

Certamente ficando na História

(negativa e retrograda da Europa)

 

E eis que depois da Mente Iluminada (David Cameron) ter convocado o referendo sobre o BREXIT – saindo-lhe inesperadamente o SIM (ou seja a Fava) – e de seguida a Mente Brilhante (Theresa May) ter convocado ELEIÇÕES GERAIS antecipadas – PERDENDO A MAIORIA que detinha no Parlamento (ou seja dando um tiro no pé) – o REINO UNIDO se encontra hoje num clima de CAOS POLÍTICO instalado (ao qual a continuar se seguirá o caos económico-social), entalado entre o desejo de sair da Europa ou o de pelo contrário continuar a pertencer-lhe: precisamente o que nunca fizera antes, no passado (antes da decisão do Brexit) pertencendo-lhe e não lhe pertencendo ao mesmo tempo. Deixando-nos desde logo a questão por não se compreender a opção (da convocação do Brexit e para piorar da convocação de eleições antecipadas): se antes estavam bem (os Conservadores no Governo) porque provocar tal convulsão?

 

Partido

Lugares

Partido

Lugares

Conservador

317

Sinn Féin

7

Trabalhista

262

Do País de Gales

4

Nacional Escocês

35

Verdes

1

Liberal-Democrata

12

Independente

1

Unionista da Irlanda Norte

10

(Presidente do Parlamento)

1

Eleições Gerais (antecipadas) de 2017

Total de 650 lugares/Maioria a 326

 

Ontem dia 15 de Janeiro de 2019 e a poucas semanas (pouco mais de dez) do Reino Unido deixar a União Europeia (seguindo-se a negociações que já duram há quase dois anos), com o Governo de Theresa May a sofrer uma pesadíssima derrota ao ver o seu plano adotado para o cumprimento da decisão do Brexit, a ser chumbado no Parlamento Britânico por 432 votos contra 202 (uma diferença de 230 votos entre os 634 votantes, num total de 650 representantes): com a maioria dos Parlamentares a optarem pelo chumbo do plano de May e entre eles contando-se com mais de 100 representantes do seu partido (Conservador) assumindo o voto contra ao desejo do seu Líder. Na derrota mais estrondosa já alguma vez sofrida no Parlamento Britânico e levando o líder da oposição o Trabalhista Jeremy Corbin a colocar hoje sobre a mesa uma Moção de Confiança ao Governo de Theresa May (a sr votada esta quarta-feira pelas 19:00): no entanto e apesar da pressão esperando-se que o Governo não caia pelo menos para já (sob o peso do momento, assim como desta moção) com os Conservadores a votarem em peso contra a dita moção (Trabalhista) aí sendo acompanhados pelos seus aliados (os Unionistas) – e assim sendo maioria (na votação de hoje).

 

Num Evento que certamente terá repercussões em Portugal – ou não fosse o Reino Unido um dos nossos tradicionais aliados (até já nos tendo feito no passado um nada gracioso ultimato).

 

(imagem: thetimes.co.uk)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:20

12
Out 17

A EsTrAtÉgIa dos RiCo$

 

Wait for Leave voters to die and then rejoin EU.

(Richard Branson’s Brexit strategy)

 

The+police+coming+straight+from+the+underground+a+

 

“The older generation is dying off. Whether there’s a second referendum before Brexit happens, I’m sure the Tory party will do their best not to allow that to happen, within five years there will be a government in power in Britain that will ask Europe for a chance for Britain to re-enter. And because there are so many young people who will be a little older by then, and so many older [people] who voted for Brexit will have died off, I think Britain will become a part of Europe again.”

 

[Neste caso contando com a presença do MILIONÁRIO inglês RICHARD BRANSON, detentor (entre outros dos seus Produtos mais Relevantes) da VIRGIN RECORDS (a utilizar na TERRA) e da VIRGIN GALATIC (a utilizar no ESPAÇO) ‒ e até possuindo ilhas no Mar das Caraíbas para a prática de um dos seus hobbies, observar FURACÕES em direto mas muito bem protegido/acompanhado.]

 

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Recordando que não há muito no passado (ainda muito recente) ‒ também sem pensar, hesitar ou sequer recuar ‒ aplicaram essa mesma teoria (levando nós com as consequências/as cobaias): Eliminando os Excedentários para a vinda do SUPERHOMEM. Estando a mais pretos, judeus, velhos, pobres, árabes, num conjunto interminável, poluindo o Ambiente e dando mau aspeto/resultados ao nobre Conjunto/Empresa ‒ com as Mentes (Brilhantes/de 1ª ou Iluminadas/de 2ª) sempre atentas e prontas a controlar (conforme Certificação).

 

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Em conclusão e para já com o Milionário RB a convidar-nos à ação imediata (para se anular o BREXIT), praticando o Assassinato Generalizado mas Focado nos Idosos (recordando-nos o nosso Coelho entretanto abatido) ‒ e já agora de mulheres e crianças (também), de modo a diminuir a ocupação desnecessária de terrenos (tão importantes numa Ilha).

 

(texto/inglês: Richard Branson/Radio Televisão da Irlanda/rte.ie ‒ imagens: funnyjunk.com - BrexitBritain/twitter.com - secretentourage.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:08

27
Jun 16

Como os Conspiradores interpretam o EXIT!

 

"The EUROZONE will lose three or four members Greece, PORTUGAL, maybe Ireland and could break up altogether because of the growing friction between France and Germany." (Tim Congdon/International Monetary Research)

 

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EUROZONE

Rest In Peace

 

"Possibly GERMANY will leave. Possibly other central and eastern European countries – plus Denmark – will have joined. Possibly, there will be a multi-tier membership of the EU and a mechanism for entering and leaving the single currency. I think the project will survive, but not in its current form." (Peter Warburton/consultancy Economic Perspectives)

 

Será mesmo verdade ou mais uma manipulação?

 

Entretanto e para confirmar a Hipocrisia Europeia continua a reinar – ameaçando simbolicamente o peixe miudinho (por exemplo Portugal) de modo a assim salvar o peixe bem graúdo (por exemplo a Grã-Bretanha):

 

Bruxelas poderá avançar com sanções "simbólicas" contra Portugal e Espanha

(económico.sapo.pt)

 

No entanto podem estar descansados pois esta nova novela (no fundo uma versão renovada), tem tudo para durar (uns quatro anos) e muito para conversar (combinar para continuar).

 

(dados e imagem: superstation95.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:06

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