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Aventura dos Cinco na Cidade Invicta

Domingo, 06.06.21

Nesta “Aventura dos Cinco na Cidade Invicta” e segundo as últimas informações,

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Parar o Tempo

 

Com o plano de invasão, de recuo e de suspensão sendo há muito conhecido, tanto pelas entidades colonizadoras como pelas autoridades colonizadas: perante o facto evidente de a data de 21 de junho poder ser impraticável (data marcada para o Desconfinamento total no Reino Unido) devido ao aparente reaparecimento da Pandemia, abrindo-lhes temporariamente as portas de fuga para o exterior para poderem ver a sua Final (evitando agravar a sua imagem/situação interna) e aproveitarem para dar uma volta até à praia. Logo a seguir fechando-se de novo tudo. Passando-se a responsabilidade para os selvagens e com razão (Portugal), tendo estes ajudado por solicitação do Governo britânico a enganar os cidadãos deste país (da Ilha) e simultaneamente pouco se importando com os prejuízos que poderia estar a provocar ao setor (pelos vistos para o Governo nada valendo) do Turismo: podendo este Evento ser um possível indicador de termos liquidado o Verão.

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Apanhado e congelado no Tempo

 

Na mesma página de entrada (livescience.com),

(1) a pergunta,

(2) a resposta e

(3) algumas explicações para a mesma,

Sendo à pergunta (1) “Poderemos Nós parar o Tempo”,

Dada a respetiva resposta através da apresentação dos (2) “Animais pré-históricos apanhados no gelo”

Oferecendo como algumas explicações para tal ─ científicas ou não (religiosas/espirituais) e podendo ser vistas como soluções para muitas das nossas dúvidas (existenciais) ─ (3) a deslocação das placas tectónicas, a magia e até a doença seja ela natural ou de criação artificial.

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Deslocamento das Placas Tectónicas

 

E juntando a componente consciente com a inconsciente (formando a realidade que vivemos) envolvendo simultaneamente emissor e recetor (de uma forma subliminar ninguém compreendendo estar, para além de a participar a colaborar), ficando logo satisfeito só com a leitura das “Parangonas” (as “letras/imagens grandes”) e deixando para tás tudo o resto – chamando-se a isto pura ignorância ou (pretendendo certificação e colocação no mercado oficial de emprego) formação especializada.

De imediato passando para a página seguinte (universetoday.com) até porque amanhã já é segunda-feira, “dia útil no tempo” devido ao espaço obrigatoriamente partilhado e necessário de produção de mais-valia, fator preponderante para podermos garantir minimamente a nossa própria sobrevivência.

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Magia Antiga e amuletos

 

Saltando então para outra página (ainda sendo Domingo, dia inútil), entrando logo num Outro Mundo (algo de estranho, continuando a teclar neste) e não existindo já esperança por aqui (afinal de contas tendo-se que esperar mais uma semana, para se usufruir da inutilidade e aí ser autorizado a pensar), delegando as nossas hipóteses noutros (como sempre fomos ensinados a fazer), noutros mundos, noutras civilizações, noutras entidades que não nós, os Humanos.

E não invertendo a nossa forma de pensar, ocorrendo aí e de novo e como lógica consequência, termo-nos para subsistir de nos sujeitar (completando mais um ciclo monótono por replicado), de aderir. Enquanto procurarmos o centro do nosso mundo (prosseguindo na execução das regras da projeção pela “maioria” imposta) estaremos sucessivamente a abdicar dele, projetando-o simplesmente noutro que não o nosso ─ não o sendo de ninguém ─ sendo-o apenas de a quem esse poder foi delegado (em geral uma estrutura impessoal), podendo o mesmo até ser um objeto (ou seja, assente no poder deste) mesmo que pretensamente dirigido por sujeitos.

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Eclipse do Sol e (acompanhando o movimento da Lua)

aparecimento do respetivo círculo de fogo (solar), para uns programado,

para outros previsto, para o dia 10 de junho (Dia de Portugal)

 

Assim se aceitando sem grandes problemas muitas explicações sem nenhuma base de sustentação senão a da presença de uma Entidade Explicativa Certificada ─ de preferência já nos tendo “penetrado e suscetibilizado emocionalmente”, em geral tentando encobrir a sua passividade/inatividade estratégica por simples e já habitual conluio com o inimigo (sendo um nosso inimigo, mas inimigo dos nossos inimigos, até que podendo ser nosso amigo) ─ como a será o último episódio desta nova temporada da série “A Saga Luso-Britânica, dos colonos aos colonizados”, com os administradores britânicos em Portugal sendo portugueses.

Deixando a Lua de lado (livescience.com) tendo-a o Homem abandonado (parado) ─ inexplicavelmente, talvez por “força-maior” (algum tipo de Alienígena que não mexicano, oriundo de territórios externos, mas situados no Espaço) ─ há quase meio século, fazendo como a avestruz querendo ignorar as consequências (desse abandono) mas projetando-se como um louco (sem experiência, sem Entreposto intermédio de apoio) em direção a Marte.

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Lua Ganimedes (uma das muitas de Saturno) segundo os cientistas possuindo Água

e tal como Proxima Centaury B (se, emitindo luzes artificiais)

podendo ter Vida (ser berço de alguma Civilização)

sendo um dos objetivos prioritários do Homem

 

[As 5 Entidades conscientemente participando nesta Aventura: Britânica (BOJO/Governo/Federação), Portuguesa (Costa/Governo/Federação), Internacional (UEFA/Presidente/Clubes), Hooligan (inglesa/Manchester/Londres) e ainda o Clube disponível (FCP/Estádio/Pinto da Costa)]

(imagens: [livescience.com/06.06.2021] e universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:23

E Terça-Feira Lá Vão Eles de Regresso

Sexta-feira, 04.06.21

A 17 de maio dando-se a invasão, a 8 de junho o primeiro recuo, esperando-se agora pelo 29 de junho para se voltar à carga dando-se nova invasão ─ se possível coincidindo com todo o Verão. Isto se os invasores, entretanto, não se tiverem direcionado para outros territórios, mais atraentes e prometedores.”

A razão bem escondida (por baixinha) localizada lá para o fundo lateral-direito do gráfico (abaixo indicado) e indicando o nº total de Infetados por cada duas semanas (ou 14 dias) desde o início deste ano de 2021 em Portugal (num total de 154 dias), num retrato que os portugueses não quiseram ver (nem tendo dinheiro para comprar uns óculos), mas que pelos vistos os britânicos conseguiram (certamente e tendo maior disponibilidade financeira usando lentes),

“Apontando o seu FOCO-DE-LUZ/LENTE para o canto inferior direito do gráfico,

com BOJO a encontrar o argumento,

para fazer regressar de novo à Ilha os seus cidadãos.”

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Nos últimos 14 dias

(10º Período →11º Período)

c/ o nº de Infetados a subir quase 40%

 

Se nada tendo significado para os nossos leigos/eruditos (portugueses) dominando atualmente a nossa máquina do Estado e naturalmente sendo seguidos pelo seu rebanho, bem ordenado e orientado (obedientemente) pelos seus fiéis cães-pastores (de raça por certificados, não fossem todos “iguais e diferentes”, indiferenciados) ─ não o sendo verdadeiramente (tendo outros objetivos e sendo a “prostituição mental” um fenómeno em crescimento não só real como terrível) e dos seus nada sabendo (só “querendo comer”) por deles procurando-os “nem sombra deles” ─ mesmo podendo não ter utilizado “manhas” como lentes e telescópios (para de uma formiga passar a um elefante, ameaçando aí esmagar-nos) servindo-se (o poder britânico, os nossos aliados) de nós como moeda de troca interna (face ao que se passa na sociedade britânica) e como sempre com o nosso Governo (fazendo-se incompreendido apanhado desprevenido) assobiando para o ar (como se não fossemos nós as vítimas). Assim vamos longe.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:29

Numa Questão de Segundos

Quinta-feira, 03.06.21

De como num segundo e dispondo-se dos últimos dados, se perspetiva uma excelente época turística com o regresso do fluxo turístico sobretudo britânico a Portugal (e à sua capital, Albufeira) ─ sendo o sector turístico a nível da origem e no que diz respeito à Região de Turismo do Algarve, uma “monocultura”

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Com turistas (britânicos)

 

Algarve

"Temos muitas estrelas a dirigirem-se para a região."

O Algarve (e o país) começam a recuperar ao nível turístico e recuperam em grande. A Sul são muitos os turistas que chegam de jato privado. Nunca se faturou tanto na restauração de luxo como agora.

(DSF/ionline.sapo.pt/03.06.2021)

 

Mal se sabendo que no segundo seguinte (uns dizendo que simultaneamente, os mais pessimistas e realistas, afirmando ter sido mesmo antes) todas as previsões sofreriam uma inversão (esperando-se que apesar de tudo podendo ser, parcial por momentânea), apresentando-se agora um cenário no mínimo perturbador.

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Sem turistas (britânicos)

 

Confirmado

Portugal sai da lista “verde” do Reino Unido.

Ingleses obrigados a quarentena no regresso a partir de terça-feira. O Reino Unido decidiu retirar Portugal da lista "verde" de destinos considerados seguros, passando o país a constar da lista "âmbar". A decisão foi conhecida esta quinta-feira e confirmada por Grant Schapps, ministro dos Transportes do Governo de Boris Johnson.

(MADREMEDIA/24.sapo.pt/03.06.2021)

 

Voltando-se de novo a 17 de maio (três semanas no passado, quando aí os UK decidiram dar luz verde por 3 semanas aos seus cidadãos, para poderem ir uns dias até Portugal) e colocando-se tudo em causa ─ entenda-se a vida de cidadãos portugueses e britânicos (seja em férias e/ou em trabalho, sendo ambas um direito) ─ apenas devido às erradas políticas internas dos representantes desses dois países (necessariamente refletindo-se externamente), corresponsáveis (quem poderia ser mais?) por passividade e incompetência.

(imagens: DSF/ionline.sapo.pt ─ MADREMEDIA/24.sapo.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:15

Sexta-feira Covid-19 (21.05)

Sexta-feira, 21.05.21

Com o principal risco para o Algarve e para o Turismo (podendo ser fatal) a ser o de se regressar de novo a uma subida dos parâmetros Covid-19 (mesmo que de modo temporário/circunstancial). Podendo-se sempre questionar (sendo um passo arriscado, caso contrário os outros fariam o mesmo) porque não acompanhámos nos procedimentos de abertura das fronteiras ao Turismo (voos aéreos) a Europa, mas sim (tendo-nos abandonado e à EU) o Reino Unido.

Num balanço dos 140 dias do ano de 2021 passados até ao dia de hoje (20 de maio), a constatação de um decrescimento do nº de Infetados e do nº de Óbitos, nestes 10 primeiros períodos (de 14 dias/cada) deste ano de 365 dias (portanto, mais de 38% do ano de 2021 ultrapassado).

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A partir de 17 de maio já se notando a presença de mais britânicos

─ entrando como residentes ou como turistas ─

na região do Algarve

 

Apesar de tal constatação ser bastante positiva (passada a última vaga, com estes números logicamente a descerem) e procurando-se uma sua rápida estabilização, não nos impedindo tal e no caso desta Pandemia Covid-19 de se ir um pouco mais além (até ao pormenor), relembrando a instabilidade da evolução do nº de Infetados e o crescimento do índice de transmissibilidade (nestes últimos dias): com os Infetados a descerem hoje e com o R(t) = 1,02 maior que 1.

A nível Global e liderando com o maior nº de Infetados/dia e com o maior nº de óbitos/dia, estando um território do Hemisfério Norte (onde dentro em breve se inicia o Verão) a Índia (1º) e outro do Hemisfério Sul (onde dentro em breve se inicia o Inverno) o Brasil (2º): a Índia hoje (20 de maio) com +259.269 Infetados e +4.209 Óbitos e o Brasil com +83.367 Infetados e 2.527 Óbitos. Daí os únicos continentes a destoarem da tendência de decrescimento da atividade Covid-19 a serem a Ásia (devido à Índia) e a América do Sul (devido ao Brasil).

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:29

O Regresso dos Turistas Britânicos (amanhã)

Domingo, 16.05.21

“Este domingo em Portugal e no Algarve/ALG registando-se +334 Infetados (ALG/+22) e +1 Óbito (ALG/0), num total de 17.007 Óbitos (ALG/362) desde o início desta Pandemia.”

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Segundo dados do INSA (de 14.05) com o índice de transmissibilidade R(t) em Portugal a subir na última semana (de 0,91 para 0,99) ─ na região do Algarve atingindo o seu valor mais elevado de R(t)=1,08 ─ com o nº de casos ativos na região a aumentarem (sendo Albufeira o concelho com maior taxa de incidência, superior a 120 casos/100.000 habitantes),

Assim como com alguns surtos de Covid-19 a surgirem um pouco pelo Barlavento e Sotavento Algarvio (Lagoa, Silves, Albufeira, Loulé e Tavira) ─ envolvendo explorações agrícolas (Albufeira/Tavira) e a ligação Família/Escola (Lagoa/Silves/Loulé) ─ arranca amanhã a campanha de férias dos Britânicos em Portugal, maioritariamente no Algarve e chegando via aérea ao aeroporto de Faro:

E se as condições sanitárias nomeada e relativamente ao Covid-19 parecem apesar de tudo estar bem controladas, com a primeira preocupação (talvez a única, sendo a outra a capacidade de resposta com qualidade das unidades hoteleiras, muitas delas com as atividades suspensas há vários meses/há um ano) a centrar-se na chegada desta “1ª fornada” de turistas sabendo-se do que se passa no SEF (em processo de transformação/extinção) e na Groundforce (solicitada a sua falência).

Adivinhando-se o que sucederia amanhã nos aeroportos portugueses ─ no caso que nos importa sendo o mais próximo e estando ele localizado na região, o de Faro (o único) ─ caso algo se passasse envolvendo um ou outro (SEF ou Groundforce):

O caos, com os britânicos a questionarem-se repetidamente (depois de tantos esforços), o que estariam eles na realidade a fazer por aqui.

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Mas dadas as últimas informações (no fundo não se conhecendo nada contra ou a favor, até para nos tranquilizar) amanhã indo tudo correr bem e se o tempo se mantiver assim (até melhorando, proporcionando bons dias de Sol, de praia, de mar, de gastronomia regional, de vida noturna local) podendo-se prever uma boa estadia.

Amanhã (na 1ª leva) com cerca de 17 aviões e 5.500 britânicos a chegarem ao aeroporto de Faro, saindo do frio da sua ilha e chegando logo ao calor (continental/mediterrânico) que se faz sentir na região mais a sul de Portugal ─ este ano e no Verão podendo atingir segundo as previsões temperaturas na ordem dos 40°C ─ em viagens desde já esgotadas segundo algumas unidades hoteleiras do Algarve (já completas) até ao fim de maio.

Sendo Portugal o primeiro país da Europa a abrir completamente (se comparados com os outros, especialmente os seus concorrentes) as suas portas ao turismo (via aérea), para já iniciando-se pela Grã-Bretanha, mas posteriormente podendo abrir as portas a outras nacionalidades (dependendo da sua situação Covid-19) e já por cá andando (via fronteira terrestre) os espanhóis.

Para muitos portugueses trabalhando no ramo da Hotelaria e do Turismo (e todos os outros Serviços associados, uma “multidão) e neles incluindo os residindo e trabalhando no Algarve, perspetivando-se finalmente o fim deste longo e extremamente doloroso (doença, desemprego, isolamento, solidão) período de “Inferno”.

Faltando menos de 24 horas para mostrarmos do que somos capazes.

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:31

Reviver o Passado em Albufeira (c/ Ingrediente Britânico)

Sábado, 15.05.21

E já em cima do arranque dos motores dos aviões (ingleses), com o Governo português a dar finalmente (ter-se-á esquecido?) o seu OK aos britânicos. Aqui sendo bem descrita a situação criada (aos britânicos, esperando pelos portugueses): The Portuguese announcement followed days of uncertainty and confusion over whether thousands of holidays booked by UK travellers from Monday would in fact go ahead. On Thursday, it looked as though many holidaymakers' hopes would be dashed when Portugal extended its Covid emergency measures. But to widespread relief, the Lisbon government has now given its approval to UK tourists. (14.05.2021/BBC News)

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Com a aproximação do dia 17 de maio (segunda-feira) ─ 1º dia em que os Britânicos partem de férias em direção ao Algarve ─ e já com diversas companhias aéreas preparadas para o restabelecimento das ligações aéreas UK/Faro (como a EasyJet e a Tui, esta última já com 28 dos seus 44 voos ─ mais de 63% ─ reservados para o Algarve, até ao final deste mês), sendo conveniente relembrar que se este “canal de comunicação turístico se encontra atualmente aberto”, tal processo obedece ainda a algumas regras  básicas/mínimas (podendo ser efetivamente consideradas como restrições, dado o incómodo e as despesas provocadas) para tal se poder concretizar: e não existindo ainda um passaporte Covid-19 ou um outro tipo de documento qualquer que confirme a nossa vacinação (provando estarmos livres da doença), tendo-se forçosamente e para evitar o período de Quarentena (o que impede a realização da esmagadora maioria das viagens) que apresentar diversos testes PCR negativos ─ para um cidadão britânico podendo envolver vários testes (três) e um gasto de cerca de 400£ (mais de 464 Euros), em muitos casos mais do que o custo do pacote de férias incluindo Viagem + Estadia.

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Mesmo assim (com as despesas a poderem em certos casos duplicar) e face à ânsia e ao desejo (incontido, prontos a pagar o necessário para tal) de muitos dos seus cidadãos em mudarem o seu quotidiano de trabalho, monótono, contínuo, de isolamento forçado e podendo ser de mais de um ano (de duração ─ de março/2020 a maio/2021 ─ uns 16 meses), fazendo de imediato a sua reserva, preparando-se (munindo-se dos seus respetivos testes) e estando prontos a partir, tendo à sua disposição mais de 20 aeroportos (britânicos): e superada alguma confusão face ao dito pelas autoridades britânicas e ao não dito (apenas festejado) pelas autoridades portuguesas (esquecendo-se da sua parte para dar seguimento ao processo, oficializando a abertura das ligações aéreas) ─ emergência, calamidade, qual a diferença de facto (e como tal, permissão de viagem a 17/finda a emergência ou a 31 de maio/final da calamidade?) ─ e com os turistas respirando finalmente de alívio (confirmada a porta aberta dos dois lados, com o sim atrasado/esquecido do nosso Governo), segunda-feira chegando a 1ª grande fornada de turistas britânicos (de muitas outras já confirmadas, até ao fim do mês e por diante) ao ainda único aeroporto da região.

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Tal como o afirmam os britânicos com as viagens de férias dos seus cidadãos para Portugal a refletirem-se fortemente na economia e balança comercial do nosso país, só com estes turistas (oriundos da “Ilha”) a contribuírem com cerca de meio biliões de libras de receita: e prevendo-se nas próximas semanas a continuação de restrições (devido à Covid-19) noutros países concorrentes de Portugal (afetando todo o Mediterrâneo), sendo talvez esta a maior oportunidade que Portugal e o Algarve alguma vez tiveram para promover o país/a região Turística, ainda-por-cima sendo uma oferta, fazendo-o de graça.  Faltando nem dois dias, para se ficar a saber.

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E sabendo-se do atraso de Portugal no seu OK aos voos da Grã-Bretanha (para Portugal/Algarve), não devendo ter deixado os britânicos nada satisfeitos, estando ansiosos até ontem, até à última da hora (pela confirmação ou não da viagem, do seu investimento de férias), esperando-se que algo de muito pior não se passe à chegada dos turistas, seja “por culpa” do SEF, da Groundforce ou de outra entidade pública ou privada qualquer (podendo até ser mista, que importa): no dia 17 de maio podendo dar-se (até pelo estado em que se encontram estas duas instituições, aparentemente sem Ministro do setor) o caos aeroportuário.

(imagens: pinterest.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:10

Pandemia Coronavírus no Reino Unido

Quarta-feira, 08.04.20

[E consequências por cá.]

 

Agora que a Região do Algarve atinge um número certamente nunca visto de desempregados no ramo da Hotelaria/Restauração (assim como entre muitos outros sectores dos serviços − e não só − esmagadoramente associados a esse ramo) – a consequência trágica e extrema (e previsível) de se apostar num único sector – a “Monocultura Turística” –, a visão que poucas semanas antes consideraríamos um cenário imaginário de um filme apresentando-nos a imagem de um Mundo pós-apocalíptico – com ruas desertas de carros, pessoas e qualquer outro sinal de movimento ou de vida, aqui e ali pontuadas por grupos de indivíduos colocados em fila, na busca desesperada de alguém ou de algo porventura inacessível – mas que agora através de um  Evento Extraordinário repentino e inesperado e sem que ninguém estivesse minimamente preparado, nos dá a usufruir ao vivo, em direto, de uma forma PRESENCIAL e certamente com muita dor, uma cidade de Albufeira praticamente abandonada, com uma data de mortos-vivos não na rua mas em casa, logicamente quase encerrada e com a Noite UK desmarcada. E na ausência dos britânicos deixando de existir Albufeira. E daqui a alguns dias encerrada (no interior das fronteiras do concelho) esperando-se esta não entrar em coma, morrendo de “Morte Matada” (definitiva, irrecuperável): virando-se e olhando de frente, certamente que não (a essa morte-matada) podendo-se talvez porque não, viver-se (sentir-se) ainda o Verão.

 

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Britânicos vivendo no presente um dos piores tempos da sua história, lutando contra “um inimigo infiltrado, invisível e mortal”, logo quando deixando a Europa e olhando para a América (O Amigo Norte-Americano), perdendo um amigo e o outro, isolando-se brutalmente e à força (e com uma “grande pancada”) da Europa e do Mundo.  Na passada segunda-feira com mais de 5.000 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior a 10% (podendo-se comparar com a China/4,1% e com a Coreia do Sul/1,9%) e com o epicentro da crise a centrar-se na capital Londres (e nos seus populosos arredores) o coração de Inglaterra. E já no início de quarta-feira com os dados atualizados, estando nas 6.159 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior de 11,1% (num cenário assustador de 1.559 em estado crítico/grave). Com o 1º Ministro Boris Johnson declarado positivo, inicialmente e como prevenção/tratamento retido e isolado em casa, para logo de seguida não havendo evolução, ser hospitalizado certamente como ajuda e precaução. Com os britânicos em casa, com as fonteiras encerradas e como seria natural, por cá nem eles (nem os ver) nem outros (só mesmo uns poucos fugitivos, vindos todos de lá de cima).

 

(imagem: statista.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:04

Snooker Mundial − Grã-Bretanha e China

Sábado, 09.11.19

[Snookers − Jogadores − Origem e Contingente]

 

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Ding Junhui

E a Revolução Chinesa no Snooker

(durante o Open da China de 2008)

 

Aproveitando o intervalo entre a conclusão do Open Mundial (28 de outubro a 3 de novembro) e a realização do Open da Irlanda do Norte (11 a 17 de novembro), a apresentação (relativa a 08.11.2019) do número de jogadores por nacionalidades (21 no global), fazendo parte da lista do Ranking Mundial da World Snooker (num total de 128 jogadores) − não sendo de espantar o resultado, com os nascidos na Ilha” à frente do pelotão:

 

P

N

%

P

N

%

P

N

%

ING

59

46.1

IRA

2

1.5

12º

MAL

1

0.8

CHI

23

17.9

HK

2

1.5

12º

SUI

1

0.8

GAL

12

9.4

IRL

2

1.5

12º

BRA

1

0.8

ESC

7

5.5

POL

2

1.5

12º

ALE

1

0.8

TAI

4

3.1

12º

BEL

1

0.8

12º

MALT

1

0.8

IRLN

3

2.3

12º

NOR

1

0.8

12º

MAR

1

0.8

AUS

2

1.5

12º

CHP

1

0.8

12º

ISR

1

0.8

(P: Posição N: Nacionalidade)

 

Significando que quase 2 em cada 3 jogadores são Britânicos (81/63%), sendo o restante Asiático (32/25%), Europeu (11/9%), da Oceânia (2/mais que 1%), Africano (1/menos que 1%) ou Americano (1/ menos que 1%). Pelo que aqueles que poderiam alguma vez “invadir a Ilha e substituir os nativos locais fans do SnooKer”, seriam certamente os chineses (1 chinês para cada 2 britânicos e ainda mais metade de outro).

 

[Última Hora: na 1ª MF da Champion of Champions (5ª prova por convite, não contando para o RM, época 2019/20) com o australiano Neil Robertson a afastar o atual detentor da prova o inglês Ronnie O’Sullivan, batendo-o (na negra) por 6-5. E assim ficando à espera do seu adversário de domingo (dia 10), que sairá da dupla (enfrentando-se este sábado, 9 na 2ª MF) Mark Allen/IRLN Vs. Judd Trump/ING.]

 

(imagem: Getty Images/bbc.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:07

Verão Bom, Verão Mau

Sábado, 24.08.19

Não se notando (em Albufeira) nenhuma evolução turística relevante relativamente ao ano passado, mas ainda se esperando que até ao final do mês de agosto o “contingente português” componha decisivamente o cenário (“tendo-se já iniciado o assalto”) – E se o tempo ajudar complementando melhor o desenho, prolongando-se as cores, talvez para lá de setembro.

 

Britânicos estão a salvar o ano turístico

(JA/21.08.2019)

 

Só podem estar a brincar

(PA/24.08.2019)

 

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Albufeira − Praia dos Pescadores

(ainda com praia, mas já sem pescadores)

 

Se como primeiro comentário diria “só podem estar a brincar”, ao ler o pequeno escrito publicado e ao verificar a fonte consultada pelo seu autor, as imagens projetadas tornaram-se menos enevoadas, confirmando as minhas anteriores suspeitas: descodificando e compreendendo que, “uma resposta antes do início da época, poderá ser diferente da resposta dada depois do fim da mesma”, tratando-se de uma estratégia como outra qualquer, para estar sempre disponível a receber ajudas e subsídios, “esteja-se bem, esteja-se mal”, desde que convenientemente integrado e certificado (oficializado institucionalmente, de acordo com as leis do Estado).

 

“Como era de esperar, os ingleses dominam o panorama.

O que ninguém esperava é que nem o calendarizado Brexit

lhes metesse travões.”

(JA)

 

No caso da Região do Algarve sendo nítida uma queda global na presença e ocupação turística, com o mercado do Reino Unido aparentemente a estagnar (com um reduzido crescimento podendo mesmo ser nulo) e apesar de algum aumento dos fluxos turísticos como os oriundos (entre outros) da Alemanha, Holanda, França e até Espanha (este último por períodos mais curtos), com o Verão a poder unicamente salvar-se com a presença maciça de portugueses na região sobretudo na última quinzena de Agosto (e estendendo-se ainda um pouco por Setembro, mais ou menos, dependendo do estado do tempo). Talvez com a única verdade a ser a (reconhecida) queda global registada em julho de 3%, confirmada através do parágrafo iniciando-se com a frase A queda acentuada desses dois mercados …”.

 

“Da forma como aquele país (Reino Unido) sair da União Europeia,

“vai depender em grande parte a evolução do Turismo algarvio””.

(Elidérico Viegas/JA)

 

E com a explicação das explicações (para tudo o que se passa e se tem passado nos últimos anos no Algarve, senão mesmo nos derradeiros 30/40 anos) introduzindo agora o BREXIT, a ser no mínimo incompreensível senão mesmo escandalosa (revelando incompetência por exemplo de perspetivar o futuro), seja no caso dos “travões− como se os britânicos fossem deixar de vir, antes da saída da UE ser oficializada (“há que aproveitar, enquanto durar”) − ou no outro caso: neste último e desde há muitos e muitos anos optando pela mesma receita (pelos vistos apetitosa, mas só para alguns) da MONOCULTURA TURÍSTICA − como garantia de ocupação e da manutenção de proveitos no mínimo aceitáveis (os mínimos ainda para os outros) – vindo agora justificar o que aí poderá vir de MAU (a nível do fluxo turístico) não pelo seu antigo ERRO cometido (assumido e persistindo), mas com o problema suscitado pelo BREXIT (“o único Culpado”).

 

[JA: Jornal do Algarve]

 

(imagem: JA/JA.PT/facebook.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:09

Albufeira − Former Britain Colony Beach City

Sábado, 03.08.19

[Albufeira no Mundo da Praia, do Sol e do Álcool − seguindo os critérios da moral e da conduta norte-americana/ocidental − cada vez mais próxima de se integrar na "New Silk Road", segundo a China "numa tentativa de melhorar a conectividade regional e abraçar um futuro mais brilhante" (wikipedia.org): migrando a sede da "Coisa", de Washington para Pequim.]

 

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No respetivo Menu Turístico com a bebida (alcoólica) a estar incluída no pacote de viagem e com o consumo a iniciar-se logo ao embarque, até à chegada aos alojamentos (e aí prosseguindo em ritmo de cruzeiro)

 

Com o magazine alemão ALGARVE FÜR ENTDECKER (o “Algarve para Descobridores”) deste sábado (3 de agosto), a apresentar-nos ALBUFEIRA (a proclamada “Capital e Pérola Turística” da Região do Algarve) como a tipicamente portuguesa “Cidade da Bebedeira” de praia (obviamente com Sol & Mar): e referindo-se aos

 

BRITÂNICOS

(de longe o maior e mais contributivo contingente turístico)

 

“E à imagem pelos mesmos deixada, sem intervenção das autoridades e manchando a região”

 

Falando de menores de idade (menores de 16 anos) caídos de bêbados nas ruas, de garrafas de vidro e vómitos espalhados pelas mesmas (dando-lhes um aspeto sujo e impróprio) e do caos e ineficácia da intervenção das autoridades (para além da falta de preparação da GNR) na resolução destes casos (e problemas mais graves podendo envolver agressões e vítimas neles originados), com impacto Negativo e influência direta na variação do fluxo turístico, desta região turística (dita nacional e internacionalmente de TOP) do Sul de Portugal:

 

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Promovendo-se a venda do álcool de uma forma descontrolado e levada ao extremo (intoxicação por consumo excessivo, podendo mesmo levar ao coma alcoólico e à morte)

Chegando-se a imagens impróprias (como esta) registada em Albufeira

 

Neste ano de 2019 com o fluxo turístico no Algarve (e em Albufeira) a registar uma queda (em números de visitantes e receitas) bem visível, com as caraterísticas dos contingentes turísticos a mudarem na forma (organizando-se em grupos), no conteúdo (objetivo da viagem, “descansar ou explodir”), mas sobretudo na idade (mais novos) e na origem (com os ingleses a serem substituídos por espanhóis e franceses) − todos eles gastando na região menos dinheiro.

 

Tudo motivado pelo (o único responsável até agora detetado) consumo excessivo de ÁLCOOL. Sem controlo do vendedor, sem controlo do comprador e sem controlo (sendo pelos vistos, todos vítimas inocentes) de todos os intermediários, na organização (legal) desta grande Festa de Verão. E nada se fazendo até para não incomodar o Turista (o Cliente) − nem sequer existindo um código mínimo de conduta, por exemplo promovido pela CMA e pelo seu Presidente – tudo se mantendo mas (infelizmente) num ambiente (sucessivo de queixas) nada tranquilo. Nem sendo necessário sequer ser radical e como solução expulsar os Britânicos, até porque pelos vistos serão eles (com o BREXIT) a tomar a iniciativa. E então e aí se verá, o que será o futuro do Algarve − ainda hoje maioritariamente Britânico.

 

(imagens: yutacar − privada)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:24