Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Jul 15

A Realidade Incontornável:
O NÃO na GRÉCIA vence com mais de 60%!

 

2014-05-25-Nuno-Melo.jpg

Pelos vistos se Nuno Melo fosse grego votava SIM.
(Sorte dos gregos)

 

Com quase 50% da sua população mais envelhecida e para lá dos 60% entre os jovens, a GRÉCIA disse mais uma vez e de uma forma inequívoca NÃO à ALEMANHA: a força das multidões face a mais uma tentativa de humilhação alemã teve a mesma resposta dada a HITLER (durante a II Guerra Mundial), com a recusa de invasão do seu território e subsequente venda da sua soberania. O que levou ao genocídio de populações e até à Guerra Civil (entre apoiantes e opositores do regime NAZI).

 

A EUROPA tem que compreender que sendo um continente congregando grupos de diálogo e interesses interligados por comuns, deverá assumir o seu poder e capacidade de liderança, tomar em mãos as suas finanças e economias e auto-determinar-se como parceiro, da defesa exclusiva dos interesses dos EUA – apenas mais um, dos seus parceiros da NATO. E não será no quadro representativo e de funcionamento actual que a Europa vencerá (mesmo que a Grécia acabe por perder): quando a Alemanha se verga aos 10% do FMI algo de errado se passa.

 

varoufakis_dijsselbloem1.jpg

Retrato da EU: A Bela e o Monstro
(No entanto...após o NÃO grego, um continuando presidente, o outro demitido)

 

Resposta imediata de um dos ilustres iluminados da nossa coligação governamental:

 

“Ou a GRÉCIA se arruína ou o SYRIZA tem de cair”
(Nuno Melo – Eurodeputado do CDS)

 

Devidamente sustentada pela afirmação de um importante líder Europeu:

 

“I take note of the outcome of the GREEK referendum. This result is very REGRETTABLE for the future of Greece.”
(Jeroen Dijsselbloem – Presidente do EUROGRUPO)

 

E já agora (só para chatear mais um bocadinho pois tempo é dinheiro) escutemos a opinião de um não leigo e distante norte-americano (sobre este momento marcante da recente História da Europa) publicada em 5 de Julho no N. Y. TIMES:

 

image.jpg

Paul Krugman
(O Último Transformer norte-americano – evoluindo de Bela para Monstro)

 

“The campaign of bullying — the attempt to terrify Greeks by cutting off bank financing and threatening general chaos, all with the almost open goal of pushing the current leftist government out of office — was a shameful moment in a Europe that claims to believe in democratic principles. It would have set a terrible precedent if that campaign had succeeded, even if the creditors were making sense.”
(Paul Krugman: Norte-Americano/Economista/Prémio Nobel Economia 2008/Colunista do NYT)

 

(Não sendo pois por acaso a afirmação da revista brasileira VEJA, publicada num artigo de 19/03/2014: “Há anos que Krugman não é mais levado a sério pelos economistas sérios. Virou um militante partidário da esquerda americana”. Talvez tenham razão. E antes KRUGMAN tinha razão? Na altura era um apologista da teoria da BOLHA e deram-lhe um prémio Nobel!)

 

(imagens – WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:33

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