Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Set 19

Uma visualização da iniciativa da NASA ilustrando um BURACO NEGRO, com a sua gravidade distorcendo a imagem: visível numa simulação onde a luz é a vítima, do poderoso protagonista e da nuvem de gás envolvente (responsável pela criação do carrocel de cores) − ao centro com o buraco e à volta com o disco (distorcido).

 

Video

[nasa.gov/sites/default/files/thumbnails/image/bh_accretiondisk_sim_stationary_websize.gif]

 

bh_visualization.jpg

Buraco Negro

1ª simulação de um objeto deste tipo

(NASA)

 

"Simulations and movies like these really help us visualize what Einstein meant

when he said that gravity warps the fabric of space and time.

Until very recently, these visualizations were limited

to our imagination and computer programs.

I never thought that it would be possible

to see a real black hole."

(Jeremy Schnittman/NASA’s Goddard Space Flight Center/Greenbelt, Maryland)

 

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Buraco Negro localizado na galáxia M87

1ª observação de um objeto deste tipo

(telescópio EVEN HORIZON)

 

Por acaso com a 1ª imagem de um Buraco Negro a já ter sido registada e divulgada (p/ além desta simulação, agora apresentada) no passado dia 10.04 com o telescópio terrestre EVEN HORIZON – usado p/ a observação destes objetos – libertando o 1º retrato de um buraco negro (supermaciço) – na verdade da sua sombra − localizado no coração da galáxia MESSIER 87.

 

(imagens: nasa.gov − eventhorizontelescope.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:22

11
Abr 19

AÇÃO com uma 1ª IMAGEM

REAÇÃO com muitos MEMES

 

"We have taken the first picture of a black hole.

This is an extraordinary scientific feat

accomplished by a team of more than 200 researchers."

(Sheperd Doeleman − Center for Astrophysics −

Harvard & Smithsonian – Event Horizon Telescope)

 

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Buraco Negro Messier 87

Black holes are extraordinary cosmic objects with enormous masses

but extremely compact sizes.

The presence of these objects affects their environment in extreme ways,

warping spacetime and super-heating any surrounding material.

(eventhorizontelescope.org)

 

Utilizando o projeto EVEN HORIZON TELESCOPE (EHT) − baseado na utilização combinada de um conjunto de radiotelescópios e de um interferômetro utilizado em radioastronomia (VLBI)/ e tendo como objetivo a observação de um determinado BURACO NEGRO SUPERMACIÇO – um grupo alargado de cientistas (em colaboração internacional) acaba de publicar (hoje 10 de Abril) no The Astrophysical Journal Letters (iopscience.iop.org) o resultado das suas observações (e pesquisas registadas ao longo de dois anos) e a 1ª IMAGEM de sempre de um BURACO NEGRO:

 

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Buraco Negro

(imagem: PA Graphics/bt.com)

 

Localizado na galáxia MESSIER 87 (ou NGC 4486 uma galáxia maciça) − próxima do cluster VIRGO (um grande aglomerado de estrelas) a cerca de 55 milhões de anos-luz da Terra, apresentando uma massa 6,5 milhões de X a do Sol e sendo o maior Buraco Negro Supermaciço conhecido. Com o Buraco Negro localizado mais perto de nós − CYGNUS − distando menos de 6.400 anos-luz de nós (da Terra) – mas com uma massa incomparavelmente (brutalmente) menor.

 

índice 1.jpg

First-Ever Black Hole Photograph

Opens Up Galaxy of Memes

on Chinese Internet

(Daily Dripp/radiichina.com)

 

E tal como tudo o que aparece (homem sujeito, homem-objeto) pretendendo de qualquer maneira e custo entrar na ribalta global e ser protagonista dos média, terá sempre de esperar a contrainformação como resposta dos que tentando jamais o conseguiram, mesmo assim julgando-se capazes de através da replicação (nem sequer tendo o molde) conseguirem o protagonismo. Assim sendo natural que postos perante tal notícia − neste caso em Parangonas não só na Escrita (menor impacto) como (sobretudo) na Imagem (maior impacto) – logo surjam os comentários (positivos, negativos, neutros, descabidos) e entre eles os MEMES: “um fenômeno de "viralização" de uma informação… (neste caso uma imagem) … que se espalha … (por exemplo utilizando o humor) … entre vários usuários rapidamente, alcançando muita popularidade.” (significados.com.br e infopedia.pt). Como na internet chinesa.

 

(extrato de textos/imagens: os indicados)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:33

17
Mar 18

“Na Natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma” (Lavoisier) ‒ divagando aleatoriamente (Acaso e Necessidade) entre o Caos e a Ordem.

 

Confirmando que a diferença entre o SIMPLES e o COMPLEXO não existe, sendo apenas um ponto de interrogação colocado pelos HOMEM relativamente à sua Evolução ‒ num Universo não Homocêntrico e conjugando simultaneamente ORDEM e CAOS ‒ três experiências visuais de um mesmo tipo de Fenómeno, mas replicadas a partir do mesmo Modelo (molde) e Projetadas (utilizando o mesmo processo) em três cenários diferentes: na Terra (no oceano, na atmosfera) como fora dela (no Espaço).

 

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1

Redemoinho na Terra

(no Oceano)

 

No caso dos Redemoinhos ocorridos na Terra, seja nos oceanos (1) como na atmosfera (2) ‒ no caso dos primeiros mais raros (apenas por menos vistos) e no caso dos segundos mais conhecidos (até pela presença, agora mais habitual entre nós, dos Tornados) ‒ com o processo, mecanismo e forma dos mesmos a ser basicamente o mesmo, sendo interior (1/2) ou exterior (3): com estes redemoinhos (tomando como exemplo o oceânico) a resultarem da sucessiva e ininterrupta descida e subida das marés (mais comum nas zonas tropicais), no seu movimento produzindo correntes circulares (quando as águas quentes e as frias se encontram) e originando uma pressão impulsionando a água para baixo (aí aparecendo o buraco central).

 

furacao.jpg

2

Redemoinho na Terra

(na Atmosfera)

 

Redemoinhos Oceânicos e Atmosféricos inseridos no mesmo meio (o Ecossistema Terrestre) e utilizando os mesmos materiais (matéria-prima terrestre), sendo em tudo ambos idênticos, um passando-se num Estado/Líquido e o outro noutro Estado/Sólido. Já no caso seguinte do Redemoinho Espacial (3) com a única alteração a verificar-se destacando-se das outras (duas) a ser o Meio Ambiente onde o mesmo está inserido: com diferentes coordenadas e passando-se no exterior (no Universo Infinito). Como será o caso das galáxias em forma de Espiral (fazendo lembrar um redemoinho) e ‒ até pelo seu orifício central ‒ dos Buracos Negros.

 

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3

Redemoinho no Espaço

(galáxia em espiral)

 

Buracos Negros que tais como os redemoinhos se formam num determinado ambiente (no Espaço os Buracos, na Terra e no estado líquido/gasoso os Redemoinhos), levando e como que engolindo tudo o que vê à sua frente: num dos casos sugando tudo (matéria e energia) no outro alterando as correntes (como por exemplo a sua composição e o volume de água morna/água salgada) e influenciando a evolução da Terra no que concerne às (evidentes) Alterações Climáticas ‒ ou seja sugando-lhe a Vida com fim provável a curto-prazo.

 

Num fenómeno (olhando para a dimensão Espaço) tão longinquamente visível como o está o planeta Júpiter (localizado a Km de distância da Terra) como igualmente próximo (olhando para a dimensão Tempo) como o esteve Edgar Allan Poe (escritor norte-americano do séc. XIX na sua obra intitulada Uma Descida ao Maelstorm): imaginando um verdadeiro vórtice oceânico, direcionado e estável na sua estrutura (mesmo que temporária) e projetando-se numa área de espuma sob a forma de um turbilhão.

 

(imagens: watchers.news e hypescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:44

27
Mai 17

Não com uma extraordinária explosão (como é mais usual nestes casos) mas aqui com uma implosão deixando no seu lugar um buraco negro (provavelmente o destino de qualquer estrela maciça) ‒ desintegrando-se (devido às intensas forças em presença) e afundando-se sob si própria num determinado ponto do Espaço (reocupando-o ou redefinindo esse espaço e os seus moldes de utilização), antes talvez de existência agora de comunicação (e de equilíbrio como se estivéssemos a falar de vasos comunicantes). E de Mundos Paralelos.

 

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A Galáxia em espiral NGC 6946

(ou galáxia Fogo-de-Artifício dado o nº elevado de Supernovas aí detetadas)

 

Na cronologia histórica da estrela-gigante N6946-BH1, sendo visível na primeira imagem dois momentos marcantes e finais de uma das etapas da sua evolução, inserindo forçosamente o parâmetro Tempo para descrever a transformação registada no respetivo Espaço: com a estrela a desaparecer (num determinado espaço de tempo) dando origem a um buraco negro (num determinado tempo do espaço). E conjugando estes aspetos (dois e como que se anulando por simetria) e adaptando-os à visão do Mundo (exclusivamente nossa e como tal homocêntrica), sendo postos perante um quadro de esquecimento (como unidade independente e diferenciada que fora) e de Morte (concluída essa diferenciação e reintegrando-se no coletivo).

 

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O desaparecimento por implosão de uma estrela-gigante

(no seu lugar aparecendo um buraco-negro por ela criado e no final engolindo-a)

 

No espaço de tempo de apenas oito anos (a nível cósmico um valor desprezável e praticamente igual a zero) com uma estrela-gigante a implodir, desaparecendo visualmente das suas coordenadas (como o comprova o telescópio Hubble) e sendo provavelmente substituída por mais um buraco negro (num espaço anteriormente emitindo luz e agora absorvendo-a toda): apresentando uma massa cerca de 25 X Sol, em 2007 observada como a vemos na primeira imagem à esquerda, repentinamente tornando-se imensamente brilhante (2009) e assim se mantendo durante vários meses (1 milhão de X mais brilhante que o Sol) e finalmente começando a perder todo o seu brilho desvanecendo, acabando por desaparecer completamente (como estrela que fora) ‒ como se comprova na primeira imagem (à direita) referida a 2015.

 

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A fase final de uma estrela-gigante e maciça

(implodindo e desaparecendo no interior do buraco por si criado)

 

Numa explosão que não resultando numa Supernova (como acontece com muitas destas estrelas ao atingirem o seu limite de idade) resultou no total desaparecimento desse monstro estelar (se comparado com o nosso Sol), praticamente nada restando no local como o confirmaram dados posteriormente aí recolhidos: com uma reduzida luz infravermelha a ser aí detetada, talvez resultando de alguns fragmentos da mesma antes de serem engolidos e desaparecerem (integralmente) no interior de um buraco negro (engolindo num redemoinho irresistível tudo o que possa significar luz e energia, como o buraco de escoamento de um simples lavatório). E com o buraco negro responsável (criado pela implosão da estrela-gigante) a estar localizado na galáxia NGC 6946 a 22 anos-luz de distância de nós.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:28

31
Jul 16

Utilizando telescópios capazes de observar os pontos mais distantes de toda esta região infinita do COSMOS (em constante transformação) que nos envolve e ao nosso conjunto planetário (instrumentos equipados da tecnologia mais avançada atualmente disponível e servindo-se dos mais variados métodos e processos de deteção e registo), podemos hoje em dia visualizar e conhecer bem melhor muitos dos locais distantes no Espaço e que ao longo do tempo nos têm despertado a atenção e a curiosidade.

 

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Numa área do espaço repleta de buracos negros

Com os mais maciços representados a azul

(observação a raios-X)

PIA 20865

 

Sendo esse o caso dos telescópios CHANDRA e NuSTAR (lançados pela NASA em 1999 e em 2012 respetivamente), aqui aplicando a tecnologia associada à utilização dos raios-X para a deteção de buracos negros emitindo com mais alta ou baixa energia. Na imagem anterior mostrando-nos no interior de um vastíssimo campo pejado de galáxias, buracos negros super maciços emitindo raios-X com elevadíssima energia (uns 32 representados a azul) e outros emitindo raios-X de menor energia (pontos de outra cor).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:44

23
Jan 15

Com uma dimensão de 30.000 anos-luz (cada ano-luz equivale a 9,5 triliões de quilómetros) e viajando a uma velocidade de 320.000Km/h, esta bolha gasosa está localizada muito perto do centro da nossa galáxia (com cerca de 100.000 anos-luz de diâmetro).

 

No ano de 2010 cientistas da NASA utilizando na altura um telescópio para observação de largas áreas do espaço (LAT) e instalado na sua sonda FERMI (lançada em 2008 numa missão conjunta EUA/Europa), observaram a existência bem perto do centro da Via Láctea (a galáxia a que pertencemos) de grandes bolhas de gás formadas há muitos milhões de anos atrás.

 

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O quasar PDS 456, a bolha gasosa e o Sistema Solar

 

A partir desse momento e aproveitando esta oportunidade única, os cientistas debruçaram-se mais atentamente sobre este fantástico e interessante evento, deveras importante para o estudo e compreensão da formação e transformação do Universo: com a ajuda do telescópio LAT e a preciosa colaboração do telescópio HUBBLE, tentaram descobrir algumas características dessas bolhas gasosas até para melhor compreenderem a sua formação (e evolução futura).

 

Nas suas observações verificaram que essas bolhas gasosas se iam expandindo a partir do seu centro dividindo-se em dois lóbulos, com um deles a deslocar-se na direcção do Sistema Solar e a outra em sentido contrário: deslocar-se-iam a uma velocidade superior a três milhões de quilómetros por hora e ocupariam já uma área brutal de 30.000 anos-luz. Relembre-se que este acontecimento terá ocorrido há milhões de anos atrás e que só estamos agora a assistir, a um mero episódio de uma saga infinita (e com atraso de outros milhões).

 

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Telescópio Hubble

 

Utilizando o telescópio Hubble começaram a analisar essas enormes bolhas de proporções cósmicas visíveis no centro da nossa galáxia, servindo-se para o efeito das radiações emitidas por um distante quasar localizado no espaço para além das mesmas (quasar PDS 456) e determinando com a ajuda do espectrógrafo instalado no LAT, as modificações sofridas pelos raios ultravioletas oriundos de PDS 456 ao atravessarem as bolhas de FERMI: o material das mesmas estava a espalhar-se pela galáxia a uma velocidade vertiginosa (como atrás referido – quase 1.000Km/s), o que levava a concluir que o início do Evento poderia reportar a quase quatro milhões de anos atrás. E nesse material gasoso que constituiria as bolhas detectaram a presença de silício, carbono e alumínio (materiais produzidos no interior de estrelas), que seriam os fósseis sobreviventes do período de formação dessas mesmas e na altura ainda jovens estrelas.

 

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Via Láctea, buraco negro Sgr A e nuvens de gás

 

Entretanto os cientistas já apresentaram duas explicações possíveis para a ocorrência deste fenómeno (e de outros semelhantes). Aproveitando a proximidade relativa destas enormes bolhas gasosas e apoiando-se nos dados recolhidos pelos telescópios Hubble e Fermi chegaram a duas hipóteses:
- Estariam em presença de uma região da nossa galáxia onde em determinada altura teria ocorrido uma rápida formação de múltiplas estrelas, com várias delas podendo ter dado origem ao aparecimento de diversas supernovas, que ao explodirem teriam emitido uma grande quantidade de gás que posteriormente se teria expandido:
- A outra alternativa envolveria a existência de um grande buraco negro no centro da nossa Via Láctea, o qual teria engolido um determinado número de estrelas (uma ou um grupo), provocando como resultado imediato deste violento cenário o aparecimento de nuvens gasosas a altíssimas temperaturas, posteriormente espalhadas a grandes temperaturas e a alta velocidade pelo espaço em seu redor.

 

Ficamos a aguardar por novos episódios envolvendo a nossa galáxia (Via Láctea) e a possível ocorrência de outros fenómenos semelhantes na nossa proximidade (do Sistema Solar): sejam eles provocados por explosões ou por buracos negros. No fundo já poderemos ter o nosso destino traçado desde há milhões de anos e mo entanto ainda não nos apercebemos disso: problema talvez provocado pela nossa pequenez e pelo nosso isolamento no Universo (pelo menos até aos nossos dias e que se saiba sem se descobrir vida inteligente e organizada).

 

(dados e imagens: space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

17
Jan 14

(Contra-Ficheiros Secretos mas com Contornos Alienígenas) – 2/2

 

Esta história envolve velhinhas, porcos e seres não identificados, talvez anjos ou talvez demónios. Retrata a confusão que existe e persiste entre sonho e realidade e entre caos e ordem. Mas como os pares se complementam, estes fazem parte da mesma coisa e mesmo na maior confusão, se pode dar o início a algo ordenado.

 

A Letra Extra do Alfabeto

 

Se pensarmos num Universo percorrido por uma infinidade de correntes correlacionando o espaço e o movimento (nunca integrando aqui e directamente o tempo abstracto) e pensarmos na curvatura do mesmo, poderemos imaginar facilmente duas curvas formadas a partir da fractura do círculo perfeito inicial provocadas pela acção das forças criadas a partir do Big Bang e da esfera perfeita original – onde as forças equilibrando-se no seu estado neutro formavam a esfera perfeita – que abrindo-se ou fechando-se conforme as acções/reacções sofridas, possam a vir a fazer coincidir os seus ramos e criar assim um novo fluxo agora em circuito parcialmente fechado: essa nova junção de correntes poderia levar-nos à possibilidade de se poderem estabelecer no presente, contactos entre o passado e o futuro.

 

A porca Matilde corria como uma louca no interior do cercado, perseguindo sofregamente o gato preto do velho curandeiro – que subindo as árvores e saltando pelos muros a parecia querer desafiar – demonstrando desde logo e duma forma clara e exuberante, que já recuperara a sua boa condição física anterior: ultrapassada a emergência que trouxera a porca prenhe e doente ao curandeiro, restava-lhes despedirem-se e regressar a casa. A Tia Vitória já as aguardava há alguns minutos à entrada do portão – tendo já acondicionado no carrinho a porca e alguns alimentos e sementes que entretanto adquirira na mercearia da terra – quando a mula lá se resolveu começar a mexer, dando as primeiras indicações que estava pronta a arrancar e a começar a viagem de regresso.

 

Mas a história envolvendo o nobre da freguesia com pacto celebrado com o Diabo e registo de violação de menores – além da sua ligação com os bastardos pretensamente gerados pelas três senhoritas – não se podia ficar por esta bizarra explicação, envolvendo seres estranhos e misteriosos acompanhando eventos inexplicáveis, mas que não podiam pela sua incredibilidade e falta de demonstração justificar tudo e ilibar todos.

 

Elas tinham procurado alguma coisa de surpreendente que as fizesse distinguir da normalidade e apatia adoptada tranquilamente pelos seus semelhantes e no entanto fora um mero acaso da vida que lhes proporcionara um novo caminho a percorrer, oferecendo-lhes de mãos abertas o alargamento a novos limites do seu horizonte de vida e proporcionando-lhes o alcançar de percepções e sensações sempre presentes mas consideradas inalcançáveis: a vida baseia-se na crença em si próprio e na partilha das coisas, nunca na opinião que se tem de algo ou de qualquer coisa relacionada.

 

Em casa da Tia Vitória tudo voltara à normalidade: a porca acabara por parir e os bácoros não paravam de grunhir. Por outro lado a gravidez das três jovens ainda era mantida em segredo e até para as próprias chegava mesmo a ser tabu. Como poderiam estar prenhes se ainda eram virgens? E nessa noite ainda a raposa andara a rodear o lugar do galinheiro, pondo as galinhas em alvoroço e despertando a mais nova das senhoritas. Os futuros leitões também não paravam de gritar.

 

Ao fundo viam-se três luzes com tons coloridos e intermitentes deslocando-se de oeste para este a grande velocidade e que ao atingirem os pinhais do Aquilino pararam repentinamente, ficando por segundos a pairarem no ar sem se mexerem um centímetro. Subitamente as luzes apagaram-se e sob o manto escuro da noite, só se via a Lua e algumas estrelas. E estavam as três jovens a espreitar do interior da habitação com os animais ainda alvoroçados e aglomerados atrás delas, quando um raio atravessou e iluminou o céu parado e escuro, indo estourar violentamente bem em frente delas no meio do pátio do quintal: assente a poeira e restabelecido o equilíbrio visual provocado pelo violentíssimo choque (escuro/claro/escuro), as três jovens puderam divisar no meio da penumbra um veículo semelhante ao que tinham visitado tempos antes e com três seres a deslocarem-se para o seu exterior e dirigindo-se imediatamente para elas.

 

O Símbolo Transcendental

 

Enquanto dois dos elementos ali presentes foram desde logo reconhecidos – com o jovem e esbelto homem, a ser o objecto responsável pela identificação imediata – tornara-se por outro lado demasiado evidente com a dissipação da poeira levantada pela chegada dos visitantes e com sua rápida aproximação, que o terceiro elemento que seguia entre o casal não era um ser humano nem algo que se assemelhasse: tinha a forma dum corpo humano, era constituído por componentes semelhantes – similares à cabeça, tronco e membros – e comportava-se em atitudes e movimentos como se fosse mais um deles, imitando-os, seguindo-os e enquadrando-se quase duma forma natural no cenário que os envolvia. Só que o seu conjunto brilhava sob os efeitos da luz artificial e a sua cabeça não era de certeza humana: com os dois hemisférios cranianos completamente simétricos e apresentando uma perfeição de detalhe absoluta, o aspecto global de distribuição facial externa dos seus órgãos dos sentidos, era incompatível com todas as formas e estruturas até hoje atribuídas aos seres humanos. E o mais curioso era que sobre a parte intermédia do seu corpo – onde no homem se situaria o tórax – apresentava um símbolo bem saliente e visível: a letra “π”.

 

Esta letra extra deste alfabeto estrangeiro para elas simplesmente estranha e desconhecida, tinha sido popularizada na Terra no século XVIII pelo matemático suíço Leonhard Euler. Adoptada inicialmente a partir da palavra grega associada ao termo perímetro, esta letra acabou por descobrir a sua exacta correspondência numérica, associando-se a um número também ele único e estranho e representado matematicamente através de uma dízima infinita não periódica – um caso muito particular de número irracional. Belo mesmo numa expressão limitada:

 

3,14159 26535 89793 23846 26433 83279 50288 41971 69399 37510 58209 74944 59230 78164 06286 20899 86280 34825 34211 70679 82148 08651 32823 06647 09384 46095 50582 23172 53594 08128 48111 74502 84102 70193 85211 05559 64462 29489 54930 38196 44288 10975 .......

 

No entanto se este símbolo era aqui transformado numa mera expressão numérica, no nosso caso esse símbolo não se limitava à sua particular irracionalidade, estendendo a sua influência universal a um nível de compreensão superior e a um estado de transcendência espiritual: se era impossível resolver o problema da quadratura do círculo – já que nunca se poderia obter um quadrado com área igual à de um círculo – no caso destes estrangeiros π tinha um significado muito mais extenso, podendo no infinito significar apenas a união do tempo e o aparecimento de mundos paralelos. Bastava pensar um pouco em pares infinitos de linhas curvas regulares (LCR) – criadas pela ruptura dos círculos sob a acção de forças externas gravitacionais, abrindo-se posteriormente no espaço devido à contínua expansão do Universo – e pensar que cada um desses ramos representaria num caso o passado e no outro caso o futuro: se fossemos capazes de unir estas LCR fazendo os seus ramos corresponderem exactamente em pontos perfeitos e curvos de ligação, talvez pudéssemos criar uma corrente entre estes dois ramos, constituindo agora um circuito fechado e assim visitar pontos determinados no tempo passado ou futuro; outras interacções entre outros dois pares de LCR poderiam mesmo transportar-nos para outros mundos paralelos, reais ou virtuais e provavelmente todos simulados – com excepção do mundo existente à contagem Zero.

 

Objecto Voador Não Identificado

 

Subiram as três para o veículo estacionado no interior do terreno da Tia Vitória, acomodando-se confortavelmente nos lugares situados mais próximos duma das janela de observação, a qual lhes permitiria usufruir dum amplo campo de visão e apreciar o que estava do lado de fora do veículo. Elevaram-se rapidamente nos céus e arrancaram em direcção a sudoeste: a proposta era fazerem um pequeno passeio em direcção à costa para lhes mostrarem o oceano que até hoje nunca tinham visto mas apenas ouvido falar, aproveitando a ocasião para lhes falarem dum pequeno mas importante pormenor, findo o qual e se elas ainda estivessem de acordo lhes prometiam uma surpresa que certamente não iriam recusar. Estariam de regresso a casa ainda antes da hora do almoço e certamente se arranjaria alguma desculpa credível e que a Tia delas não teria razões para não aceitar.

 

Foi logo no início desta viagem turística e aproveitando o prazer e a calma com que as três jovens usufruíam desta oportunidade única e impensável – de poderem ver em toda a sua amplitude e beleza a paisagem que lhes era oferecida sob os seus pés – que os três seres se lhes dirigiram delicadamente, solicitando-lhes por momentos um pouco da sua atenção: queriam arrumar logo o caso envolvendo o “pormenor” de que lhes tinham falado antes do início do passeio, mas descansando-as desde já sobre as causas e consequências deste dito pormenor, que segundo o que afirmavam não deixaria nenhum vestígio nelas, tal e qual como se nunca tivesse acontecido. Aliás nem mesmo elas se tinham apercebido disso não fossem eles lhes terem comunicado previamente o acontecido, situação de que se arrependiam solenemente mas que em circunstâncias idênticas para eles era um procedimento normal. A sua impregnação não era irreversível, tendo-se apenas que sujeitar cada uma delas a um tratamento directo e na hora de recolha e neutralização: duas aplicações e tudo voltaria ao normal. Recolhida a amostra e revertido o processo de impregnação, o plano inicial dos visitantes seria integralmente cumprido e quanto às três jovens arranjariam maneira de no fim deste episódio transitório lhes retocarem um pouco as recordações deste episódio – certamente significativo nas suas vidas – de modo a na sua memória se misturarem factos reais com percepções fictícias e desse modo estas não serem capazes de recriar cenários compatíveis de aceitação pela comunidade, seguindo os modelos básicos morais e sociais adoptados pelos humanos. Ainda um pouco confusas as três jovens ainda se riram da situação provavelmente por eles inventada – o que até era bom não ser verdade, não fosse o Diabo e as beatas tecê-la – e acharam que tinham estado sempre a brincar com elas: mais uma brincadeira agora com médicos e doentes até que as divertia ainda mais e tornava aquele passeio maravilhoso.

 

Ao passarem junto da mata do Buçaco o veículo aproximou-se momentaneamente do solo e aí as três jovens ficaram maravilhadas com a presença no meio das árvores e do verde da vegetação local de grandes e bonitas moradias edificadas sobre as elevações do terreno que até pareciam palácios e que no seu conjunto pareciam criar uma terra como a dos duendes ou como aquelas que apareciam nos conto de fadas. E então quando viram o verdadeiro Palácio do Buçaco com os seus esplendorosos jardins e lagos cheios de animais emplumados ficaram extasiadas com o espectáculo, deixando-se levar pelo mesmo, mesmo não acreditando no que viam. Ficaram sobressaltadas quando o veículo deu aquilo que parecia ser um pequeno salto (ou queda) e no exterior tudo o que viam se alterou repentinamente: o aspecto geral da paisagem parecia assemelhar-se pelo menos na sua topografia e geologia ao que tinham estado a observar anteriormente, só que agora aquilo que o compunha e preenchia não era o mesmo. O que viam agora ao longe era uma paisagem já mais despida e polvilhada de casas, com uns carrinhos estranhos e sem animal de carga que os puxasse a circularem – movimentando-se ordenadamente em caminhos de cor escura – e com um conjunto de árvores já bastante envelhecidas espalhadas por certas parcelas de terreno, mas muito mais concentradas perto delas e junto à mata. E então viram o pobre do leitão perdido junto do que provavelmente seria o corpo da sua mãe, que não se mexia parecendo estar morta. Ao longe um grupo de pessoas armadas caminhavam na direcção destes dois porcos, o que deixou as jovens em alvoroço pelo perigo que o leitão estaria agora a correr, gritando que os salvassem pois de certeza seriam caçadores que o iriam matar. Vendo-as em sofrimento pelo animal os três seres só tiveram mesmo que o recolher.

 

A porca já estava morta. Mas o leitão parecia gozar de saúde e estar contente com as suas três novas companheiras: eram novinhas, brincalhonas, quentinhas e só o tratavam bem. No entanto era um porco e urinava e defecava onde lhe desse na cabeça e isso não podia acontecer e continuar. Um pouco contrariadas e após um novo salto que as recolocou no espaço e no tempo certo, largaram então o leitão numa ampla quinta localizada não muito longe do local onde o tinham recolhido, mais especificamente na Bairrada, com a certeza de que seria bem tratado pelos outros porcos e porcas que por ali andavam a comer e a passear: pelo menos as porcas pareciam não o largar, sempre agitadas e com o seu rabo mexendo-se sem parar como se estivesse a rodopiar de puro prazer e com o leitão não se fazendo rogado a meter-se no meio delas, saltando excitado como uma criança do lombo de uma para o lombo de outra. Para ele a Bairrada representava o seu futuro.

 

Buraco Negro

 

Dirigiram-se então numa viagem incrível e fascinante através do espaço e do Sistema Solar, em direcção ao centro da nossa galáxia a Via Láctea. Puderam olhar através da imensidão profunda e sem fim do Universo, percepcionando de perto e directamente todos os planetas exteriores à Terra, com os gigantes gasosos sobretudo o grandioso planeta Júpiter a imporem toda a sua beleza, no seu caso complementada pela maravilha visual que eram os seus numerosos e concêntricos anéis, que pareciam proteger, conter e mesmo esconder todo seu extremo poder; não deixando para trás a visão e a recordação do início desta viagem, com a cintura de asteróides a surgir diante delas como se fosse uma porta de entrada e protecção para o seu planeta. Saíram pouco tempo depois do Sistema Solar dirigindo-se para o Buraco Negro que os esperava no seu centro: a parte significativa da aventura começaria verdadeiramente aí e depois as três jovens só teriam que interiorizar e assimilar a sua experiência, já que as suas memórias mesmo que modificadas – mas mantidas de base – fariam o resto.

 

Ao chegarem à fronteira da região de segurança que envolvia o buraco negro, a movimentação em torno do painel de comandos da nave intensificou-se, com o terceiro elemento humanóide a solicitar a presença dos outros dois seres e iniciando com eles um diálogo que envolvia escolha de coordenadas de entrada e trajecto a seguir já no interior do túnel espácio-temporal: tornava-se fundamental determinar os diversos pontos de intersecção dos planos que tinham acompanhado a formação da curvatura que dera origem na geografia dos espaços àquele buraco negro e a partir da sua localização calcular os focos principais da nova curvatura que definia os limites desse corpo fora do comum – que estabeleceria uma ligação entre outros espaços associados a uma diversidade dos multiversos. Detectado um dos focos principais da curvatura deste corpo celeste, os tripulantes teriam apenas que introduzir as coordenadas exactas de penetração no espaço correspondente e escolher em conformidade com os túneis de comunicação disponíveis, o exacto momento e espaço pretendido. Se tal não fosse possível, teriam que o executar utilizando um sistema redundante de aproximação progressiva. Mas tal acção suplementar não foi necessária, dada a relativa proximidade do objecto de estudo cronológico: afinal de contas a Terra pertencia à mesma galáxia do buraco negro. E poucas ou nenhumas palavras do seu alfabeto indígena, serviram para as três jovens poderem descrever em toda a sua extensão e compreensão, o espectáculo indescritível – senão mesmo incompreensível – que aí presenciaram: inseridas num imenso caudal de dados que iam circulando inicialmente ao sabor da corrente e duma forma pretensamente caótica, elas transformaram-se por espaços em observadores extremamente privilegiados, sendo-lhes possibilitado o acesso ilimitado a determinados (e previamente referenciados) pontos do seu espaço-tempo, anteriormente distribuídos duma forma caótica mas agora geometricamente organizados (e suportados por realidades similares existentes em mundos paralelos de substituição, criados como backup e por simulação). E foi como se planassem virtuosamente a partir do Céu sob a forma dum espírito puro e aberto como o de Nossa Senhora, que as três jovens se sentiram como se tivessem sempre feito parte, daquele monstruoso e fascinante cenário: como se fizessem parte dum sonho real e partilhado, viram desenrolar diante delas uma trajectória aleatória mas provável de vida, onde num território imenso, profundo e em constante transformação, as suas simples mas necessárias vidas (para o conjunto geral) iriam decorrer: a visão do percurso de vida das três senhoritas, a regressão à sua juventude proporcionado por este Evento, os porcos, o leitão, o sardão e até o fenómeno religioso projectado para Fátima com a aparição aos três pastorinhos e com o Milagre do Sol, ficaram para todo o sempre nelas marcadas, senão no seu arquivo de memória pelo menos e muito mais profundamente nas suas almas protegidas e replicadas por toda a eternidade.

 

As três senhoritas tinham partido da recordação da história do irrequieto leitão, para de memória em memória recuperarem antigos episódios da sua irrepetível vida passada e que na sua essência e aplicação, aproximavam por semelhança as histórias umas das outras: é que todos os trajectos se intersectavam em pontos específicos, tendo as personagens envolvidas logicamente algo de comum. Lembrando-se das patifarias inocentes do pobre mas destemido leitão, não puderam as três senhoritas de deixar de sorrir das peripécias sexuais deste ser em pleno auge do seu desenvolvimento corporal, das suas experiências individuais, colectivas e até mesmo irresponsáveis, mas também e sobretudo sorrindo interiormente por poderem por mais uma vez reflectir em conjunto e sem pressão, sobre todas as desventuras que este processo que deveria ter sido tão comum e normal acabara por acarretar. A vida delas era tão semelhante e o leitão tão parecido...

 

Levantaram-se lentamente dos degraus da escada onde tinham estado sentadas, deram mais uma olhadela em redor perscrutando algum sinal que se pudesse destacar na paisagem e sem mais demoras, subiram até ao terraço, sacudiram as suas saias e entraram no interior da habitação: uma pequena aragem vinda de este começava já a incomodar. Já depois da conclusão do jantar e com todos os seus tarecos arrumados nos seus respectivos lugares, confortavelmente instaladas nos seus sofás enquanto bebiam um grogue de aguardente bem quentinho e açucarado, as três senhoritas pegaram no Livro, viraram-se para a lareira e mergulharam no outro lado: o Livro fora uma oferta dos seres do outro mundo.

 

Ascendentes/Descendentes

 

Todos nós de uma forma ou de outra temos ascendentes e/ou descendentes. Este caso integrava-se numa história que não se podendo afirmar não ser real, implicaria desde logo a confirmação da frase anterior. O mesmo de facto aconteceu com as três senhoritas que subjugadas pelo constante e brutal fluxo de informação neutral com que foram bombardeadas pelos seres alienígenas, acreditaram linearmente e assumindo totalmente a sua fé (mesmo que transitória) em tudo o que viram e ouviram, não se apercebendo que as contradições podem por vezes fazer parte da mesma realidade: impregnadas, não grávidas, mas efectivamente reproduzidas.

 

A escolha da localização da base subterrânea tinha recaído numa zona muito próxima da Torre, bem lá no cimo da Serra da Estrela: construída já no decorrer do século passado, continuava a desempenhar a sua função inicial de observação e de registo, pertencendo aos arquivos VL-T/eu.pi particularmente direccionados para esta península europeia e englobando a Espanha e Portugal. O grupo que a ocupava era constituído apenas por dois elementos do sexo feminino trabalhando em conjunto e com ligações directas entre si e com a vida indígena do próprio planeta. Além da elaboração do arquivo local e da sua partilha com outros postos do mesmo sector e nível – trabalho para o qual despendiam a grande totalidade do seu tempo de trabalho disponível – a outra função atribuída aos dois elementos era destinada à elaboração e simulação de situações reais, face à evolução dos cenários e às perspectivas futuras de desenvolvimento integrado dos parâmetros espaço (real) / tempo (virtual). Experiências de simulações em situações reais mesmo que delimitadas no espaço eram no entanto expressamente não autorizadas. Talvez só utilizando hologramas, o que poderia vir a confundir ainda mais as personagens, neste cenário cada vez mais precário e decadente.

 

Nos Estados Unidos da América estreava-se entretanto um novo filme de acção e de aventuras – a grande metragem “Implosão” já um caso de sucesso e com bilheteiras previamente esgotadas – distribuído pela poderosa rede de telecomunicações e de media SkyNet, assente numa sucessão de hologramas baseados em histórias verídicas transportadas e adaptadas a partir de factos passados na vida real, numa miscelânea caótica mas curiosamente ordenada de episódios dispersos mas interligados e no entanto representados por seres cibernéticos integralmente digitalizados.

 

(imagens – retiradas da Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:28

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Dez 11

A Supernova do Fim-do-Mundo

 

2012 – O ano do fim do mundo?

 

Nenhuma estrela explodirá nas proximidades da nossa galáxia – originando uma catastrófica supernova – nem a nossa espécie será extinta, como consequência deste improvável acontecimento, diz a NASA.

 

A Nuvem e o Buraco-Negro

 

Buraco negro

 

Uma nuvem de gás, com uma massa muitas vezes superior à massa da Terra, encaminha-se aceleradamente em direcção ao maciço buraco negro, existente no centro da nossa galáxia. Em 2013 atingirá a sua maior aproximação à Via Láctea – dizem os astrónomos.

 

Um Destino-Possível

 

Água em Europa

 

A NASA estuda a possibilidade da realização de uma missão à lua de Júpiter Europa, através do lançamento de duas sondas espaciais para uma viagem de aproximadamente seis meses, finda a qual se iniciariam pesquisas que durariam cerca de sete dias, em torno da possibilidade da existência de organismos complexos de vida, no oceano líquido situado debaixo da sua superfície gelada. Pela natureza do seu investimento e comparativamente, seria uma missão de baixo custo. Esperamos nós.

 

(informações e imagens – discovery e earthsky)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:48

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