Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Set 19

Observando-se 33 cães,

concluindo-se que a sua Evolução não se restringiu apenas ao visível

– “body size or head shape” –

mas igualmente ao invisível, neste caso a uma

wide variation in brain structure”.

 

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Puppies

of various dog breeds

 

Estampada num artigo científico publicado pela “Sociedade de Neurociência (Society for Neuroscience) − uma instituição com sede em Washington DC e dedicando-se “ao estudo e investigação do Cérebro e do Sistema Nervoso” – a constatação e a confirmação de mais uma evidência, originada no conhecimento adquirido por leigos (não certificados oficialmente) ao longo de anos e anos de experimentação (prática, aplicada, bem sucedida e como faz todo o Ser Vivo, replicada) e (sobretudo) dedicação: tal como estes Investigadores com a sua pesquisa chegando à conclusão de queStudying the neuroanatomical variation in dogs offers a unique opportunity to study the evolutionary relationship between brain structure and behavior” (sciencedaily.com/releases/2019/09/190902135309.htm),

 

Is Human Life on Earth

Related to Extraterrestrials?

Whether you believe in creationism or evolution, humanity's inception is the ultimate perennial question. If you dig deep enough, you may even wonder if humans are native to earth. Dig even deeper and you may wonder if humans are a product of an alien progenitor race.

(Raenae Wann/Are Humans Actually Aliens on Earth?)

Algo que como vemos o Homem também faz (ou tenta fazer, reproduzir, replicar) com as restantes espécies (de seres-vivos), estando entre esses exemplares os animais referidos como domésticos (e irracionais) e mais próximos de nós, entre eles estando (um “animal de companhia”) o cão (talvez o 1º animal a ser “domesticado” pelo Homem).

 

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Sendo o nosso amigo da esquerda

o mais parecido com o que tenho em casa

 

Com os primeiros (indivíduos/coletivos) a assumirem esta “Nova Condição Canina” até pela sua prática, experimentação e obtenção de resultados (como seus “produtores e investidores iniciais”), a serem os seus Criadores (autodidatas), por qualquer tipo de incentivo (por dinheiro) ou de motivo (humanista, existencial, etc.), adaptando-os a novas condições mais de acordo, com as dos seus donos e com o meio ambiente aos mesmos (como usufruto) proporcionado. E desse modo “selectively breeding for certain behaviors” chegando-se à conclusão (científica não apenas empírica) de que “humans have shaped the brains of their best friends”.

 

Talvez mais interessante do que a constatação (e confirmação da existência, com estas características) destas novas raças de cão, sendo a investigação da razão pela qual o Homem invariavelmente pretende sempre (e por Sistema) refletir no Outro (seja Sujeito ou mesmo Objeto), o que ele na Realidade ele nunca foi e nunca será, mas tentará sempre (infrutiferamente e à procura da Perfeição) alcançar: nem que para tal tenha que sacrificar (à sua Imagem) o companheiro (de Viagem) o Outro.

 

(imagem/legenda em inglês: Rawpixel.com/Adobe Stock/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:31

02
Jun 19

[Falando-se aqui do nosso “Corpo” e da questão do seu “Relógio”.]

 

Circadian clocks:

Body parts respond to day and night independently from brain.

(University of California – Irvine/May 30, 2019/sciencedaily.com)

 

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Body Clocks Concept

 

Se não tiveres cuidado com o teu Corpo (o Povo trabalhador) e secundarizando-o, pedires ao teu Cérebro (o Chefe) para esquecer as suas queixas e lamentos, por pouco tempo que seja, não te poderás admirar que num ponto qualquer desse percurso e face ao abandono das Chefias, o Povo (ou partes dele) se revolte e tome a iniciativa (não respeitando a hierarquia, unilateralmente): independentemente das Ordens de Comando (aqui em falta), chamando às suas mãos (do Povo) o controlo do processo. E desse modo não respondendo o Órgão Central − como um Todo − às exigências de Manutenção Geral do Nosso Corpo, com cada uma das partes dele podendo (sem comunicação com outras) entrar repentinamente em ação, se por um lado até podendo (em certos casos, muito poucos) encobrir o problema (adiando-o),  por outro lado agindo unilateralmente, não respeitando as hierarquias e alterando o Ciclo Normal de Procedimentos, tornando-o (o processo normal de implementação) mais suscetível ao aparecimento de problemas (mais graves) como o serão (sem dúvida) as Doenças (sinónimo de mau funcionamento da nossa Máquina).

 

Researchers have suspected that the body's various circadian clocks can operate independently from the central clock in the hypothalamus of the brain.

(sciencedaily.com)

 

Can your liver sense when you're staring at a television screen or cellphone late at night? Apparently so, and when such activity is detected, the organ can throw your circadian rhythms out of whack, leaving you more susceptible to health problems.

(sciencedaily.com)

 

Até nas Máquinas (não biológicas, não inteligentes, não humanas) substituindo-se uma peça (defeituosa) por outra semelhante (mas não idêntica), mesmo que aparentemente tudo funcionando bem (durante uns tempos), mais tarde ou mais cedo e por incompatibilidade (não sendo as originais e com as mesmas características, das peças) com parte ou todo do Sistema a “poder ceder e até colapsar (de vez). E nesse sentido (e mais uma vez) não entendendo (de uma forma no mínimo intrigante ou então “dilacerante”) a conclusão só agora tirada a partir deste estudo oriundo da Universidade da Califórnia − será este o problema da Especialização debruçando-se sobre um fator e ignorando (como se os Processos/Procedimentos “Individuais” não influenciassem, não condicionassem) todos os outros? – quando constantemente e à nossa volta e no cumprimento (obrigatório=doença ou voluntário=saúde) do nosso quotidiano, nos deparamos com situações (reais) apontando para o mesmo molde (original) − mesma base de fundo − utilizando Réplicas (por Naturais, evoluindo na cadeia, sendo fidedignas).Não sendo justificado um Espanto, olhando-nos apenas num Espelho.”

 

[Fonte: University California-Irvine/sciencedaily.com/releases/2019/05]

 

(legenda e imagem: vectorfusionart/Adobe Stock/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:41

12
Mai 19

“Step towards light-based, brain-like computing chip”

(University of Münster − May 8, 2019/sciencedaily.com)

 

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Scientists have succeeded in developing a piece of hardware which could pave the way for creating computers resembling the human brain.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Desde que o HOMEM apareceu sobre a superfície da TERRA e tomou consciência da totalidade do MUNDO em que estava inserido, certamente que um dos seus principais desejos em diversas situações mais problemáticas (de difícil resolução) pelo mesmo vividas, seria o de facilitar as suas respetivas intervenções (solucionando os problemas surgidos), não só sob a perspetiva da sua Proteção e Segurança (de si e da sua espécie) mas simultaneamente como uma medida Facilitadora (de adaptação, evolução e sobrevivência) neste (oferecido para seu usufruto) Ecossistema Terrestre:

 

Se possível tentando partilhar tarefas se não com os Sujeitos seus semelhantes (tendo o contra de sobrecarregar estes, contrariando o objetivo geral) pelo menos com outros animais (irracionais/domesticados), ou então tentando criar outras alternativas não incluindo nenhum tipo de SER VIVO mas algo de palpável e Objetivo que o possa substituir – por exemplo um artefacto fazendo de Ferramenta e de Máquina, substituindo temporalmente o Homem (o Original) e alguma das suas funções (no Espaço), talvez num curto-prazo e surpreendentemente não só capaz de Andar, mas também e tal como o Molde de Evoluir e Pensar, numa Réplica do Humano.

 

The human brain is way ahead of even the most modern computers because it processes and stores information in the same place -- in the synapses, or connections between neurons, of which there are a million-billion in the brain.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Podendo algo correr mal (durante a substituição de Homem para Máquina) mas eventualmente sendo um Passo (necessário/fundamental), para a descoberta da solução de muitas das maleitas (de funcionamento/saúde) sempre perseguindo o Homem:

 

Implementando um CHIP (no cérebro) talvez recuperando defeitos (em princípio definitivos) bastante problemáticos (em consequência de um AVC, afetando a Memória), substituindo circuitos biológicos por outros biomecânicos (e assim estabelecendo pontes entre margens separadas).

 

Como?

 

The scientists managed to produce a chip containing a network of artificial neurons that works with light and can imitate the behaviour of neurons and their synapses.

(Step towards light-based, brain-like computing chip/University of Münster/sciencedaily.com)

 

Instalando um CHIP revolucionário (agora capaz de não só processar, mas também de arquivar), de origem artificial (uma parte trabalho do Homem, outra parte trabalho da Máquina), aplicado (inicialmente) em Máquinas e imitando os Humanos (como uma Réplica), agora em reviravolta e como cura no Próprio Homem, resolvendo um dos maiores dramas (de Saúde) consequência das doenças modernas, como será certamente o caso da perda de Memória (apagando-nos parte da Vida):

 

Num só local processando/arquivando e assim acelerando as Máquinas (tornando-as mais humanas, sejam boas ou más) para já no caso do Homem e sendo suscetível ao processo (aceitando-o), substituir os NEURÓNIOS (afetados) por CHIPS (produzidos como seus semelhantes) reestabelecendo funções, pontes e comunicações (deixando “tudo” − CULTURA e MEMÓRIA − mais ou menos como dantes, já que esse “tudo” também evoluiu).

 

(imagem: Petrovich 12/Adobe Stock/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:55

26
Mar 19

E afinal de contas o nosso cérebro

Produz novos neurónios

(como células que são)

Até aos 90 anos

 

“El estudio es una nueva y contundente entrega en una polémica científica que se ha intensificado recientemente: ¿nacemos con un número determinado de neuronas y las vamos perdiendo a lo largo de la vida o hay regeneración?”

(Nuño Domínguez/26.03.2019/El País/elpais.com)

 

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Ilustração de um

Neurónio

(como se ainda fosse um Jovem

com o nosso Cérebro a continuar a produzir milhões de neurónios

mesmo aos 90 anos)

 

Confirmando-se que tudo é RELATIVO dependendo do estatuto de cada Elemento e do respetivo Meio Ambiente envolvente (com − entre outras manifestações − contactos, interações, interligações, combinações), um grupo de investigadores espanhóis do Centro de Biologia Molecular de Madrid Severo Ochoa (coordenado pela investigadora Maria Lorenz-Martin) contrariando tudo o que até agora tem vindo a ser repetidamente afirmado sobre o funcionamento do CÉREBRO Humano (que ao contrário do que acontecia em muitas células do nosso organismo, face a um incidente com consequências significativas/e negativas, no cérebro as mesmas/células – caso dos Neurónios, células do Sistema Nervoso − não se regeneravam) vem agora informar-nos depois de cerca de sete anos de praticas experimentais que “o nosso Cérebro produz milhares de novos neurónios mesmo depois dos 80 anos”: com o grupo de investigadores dedicados a esta observação/experimentação tendo o nosso Cérebro como objetivo (num trabalho levado a cabo utilizando partes do cérebro de pessoas falecidas), a assinalarem (inversamente ao que seria espectável por conhecimento prévio) uma alta capacidade de regeneração do nosso HIPOCAMPO (epicentro da Memória e da Aprendizagem) – uma estrutura do nosso cérebro localizada nos lobos temporais (do cérebro), lateralmente e “por cima das nossas orelhas”. Quando desde há dezenas de anos ouvimos (repetidamente e até à exaustão) os eruditos, os cientistas, os especialistas e muitos outros entre tantos (os que se aproveitam de tudo para daí obterem algo), afirmarem que ao contrário do restante Corpo Humano (e células que o estruturam, compõe e lhe dão forma) as Células do nosso Cérebro quando extremamente danificadas, morriam, deixando definitivamente do o ser − ou seja “Já Eram” – e jamais sendo substituídas: e ao contrário do rabo de uma Osga antes tendo sido mutilado (voltando-lhe de novo a crescer), não se conseguindo reproduzir, desaparecendo e deixando de existir.

 

“Gracias al estudio de esos cerebros el grupo de investigación de Llorens en el Centro de Biología Molecular Severo Ochoa ha confirmado que los humanos generamos neuronas nuevas a lo largo de toda la vida. Hasta personas cercanas a los 90 años producen decenas de miles de células nerviosas nuevas que son esenciales para la memoria y el aprendizaje.”

(Nuño Domínguez/26.03.2019/El País/elpais.com)

 

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Ao centro

Maria LLorens

(e o seu grupo de investigação

do Centro de Biologia Molecular de Madrid

Severo Ochoa)

 

Concluindo-se que se por um lado se verifica a diminuição de produção de Neurónios (células) com o avançar da idade do ser humano (naturalmente afetando, algumas das nossas capacidades cerebrais), também poderemos acrescentar que muitos outros fatores (internos/externos ao nosso corpo) poderão contribuir ou não (positiva ou negativamente) para essa diminuição da função cerebral bem notada na memória e na capacidade de aprender − mas com tal não significando não se poder inverter o rumo ao processo (até agora e infelizmente considerado sem retorno e obviamente degenerativo e definitivo) como já se verificou experimentalmente com o Homem e com outras espécies (como os ratos e com resultados):

 

“Hemos demostrado tanto en ratones como en humanos que los antidepresivos aumentan la producción de neuronas nuevas en el hipocampo. Este tipo de neuronas están involucradas en la respuesta emocional al estrés y la memoria, dos capacidades que se ven mermadas con la depresión. A su vez estas neuronas conectan con la amígdala, que controla el miedo y la ansiedad, y a su vez esta conecta con otros puntos encargados de la toma de decisiones, capacidades que también se ven afectadas por la depresión”.

(Maura Boldrini/Psiquiatra/Universidade de Columbia/EUA)

 

E passados todos estes anos e iniciada a reviravolta (Cerebral − tanto sob o aspeto físico como no âmbito mental), ficando-se no presente a saber existir algo de comum (ou próximo) entre o Rabo de uma Osga (sujeito a mutilação, crescendo de novo) e os Neurónios do nosso Cérebro (sujeitos a um incidente, reproduzindo-se podendo-se regenerar). Podendo a todos nós proporcionar um Futuro (ainda) mais saudável e como tal e sendo-o para todos (Animais & Plantas), certamente mais feliz − desde que se continue a proporcionar prioridade (neste caso investindo na Saúde) para o usufruto e Bem-Estar do Homem.

 

(imagens: vaaju.com – elpais.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:25

10
Jul 14

Quando olhei pela primeira vez para a imagem (abaixo) pensei que se poderia referir a um cérebro humano. Mas não: era um modelo computadorizado da explosão de uma estrela super-maciça.

 

Não deixei no entanto de pensar se não haveria uma correlação entre estes dois artefactos presentes no nosso Universo e se ambos não seriam réplicas (adaptadas às circunstâncias) do mesmo modelo original: é que no fundo o nosso Universo poderá ser apenas mais um entre uma infinidade de outros Universos, replicando-se desde o infinitamente pequeno até ao infinitamente grande (seja lá o que isso for, num Universo Infinito) entre reuniões e intersecções de mundos concorrenciais e/ou paralelos.

 

Psychadelic Star

(Ke-Jung Chen/Minnesota Institute for Astrophysics/University of Minnesota/Twin Cities)

 

This mesmerizing image is actually a visualization of the guts of an exploding supermassive star. The computer model represents a slice through the interior of a star that is 55,500 times as massive as the sun.

 

Some astrophysicists have suggested that supermassive black holes form when hefty stars — those that are more than 10,000 times as massive as the sun — collapse into black holes. Understanding this process could help scientists determine how structures, such as supermassive black holes, formed in the early universe.

 

(texto/inglês e imagem – livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:37

20
Mai 11

“Espaço e cor envolvem movimento. O tempo é algo de abstracto.”

 

Galáxia NGC 4214 – situada a cerca de 10 milhões de anos-luz da Terra

 

“A explicação da ocupação dos espaços é simples: a noção de vida – ao contrário da de morte – confirma-se na capacidade de se ser capaz ou não, de se deslocar de um ponto para o outro, em termos relativos e absolutos. ”

 

Falhas na superfície do planeta vermelho – profundas fracturas cortam a superfície de Marte

 

“Toda a nossa visão do mundo é relativa. Não só é limitada pela incapacidade de compreendermos um mundo sem fim e sem necessidade de origens/causas, nem fins/efeitos, como também é coagida pela lobotomia não cirúrgica aplicada a um mundo ainda mal explorado e correctamente traduzido – o nosso cérebro. Só do caos surge o mundo e os seus parâmetros evolutivos, são o acaso e a necessidade.”

 

Região activa no Sol – plasma lançado no espaço sob a acção do seu campo magnético

 

“A Imaginação é inspirada na realidade que nos proporcionam os nossos órgãos dos sentidos, seja ela verdade, seja ela mentira. E em que se baseiam os valores decretados pelos humanos, como os da ética e da moral? A Forma deforma o conteúdo da comunicação!”

 

Ventos de gás atravessam uma galáxia a 1000Km/s – resultam da formação de novas estrelas

 

“Na mais simples das imagens, se vêm muitas imagens. O conteúdo daquilo que se vê depende do objectivo de quem o está a fazer. Deste modo, uns vêm água e os outros vêm terra, tudo no mesmo espaço, mas visto de ângulos diferentes: o complemento desta actividade reside em compreender que ambos fazem parte de um todo, em que também nós estamos integrados. E que esse todo se torna insignificante, se analisarmos mesmo tudo, de esse todo sem fim!”

 

Delta tibetano – sedimentos coloridos flutuam nas águas turcas do Lago Ayakum

 

(Fotos Natinal Geographic)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:28

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