Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Lua, Andromeda e Valor Lógico

Domingo, 18.04.21

“Sendo apenas mais um pretexto, para a partir deste buraco e sentindo-me claustrofóbico, comunicar mais um pouco (no mínimo pensar fazê-lo, como se me visse num espelho).”

 

andromeda_moon.jpg

A Lua e a galáxia de Andromeda

(ainda meio escondidos Mercúrio/um ponto pouco visível abaixo da galáxia

e Vénus/o pontinho brilhante situado mais à direita)

Valor Lógico: 0 ou 1?

 

Numa altura em que o povo saiu à rua (numa réplica pequenina de um qualquer 25 de abril), aproveitando uma nova fase do Desconfinamento (induzindo-nos que o “bicho” está praticamente arrumado), um fim-de-semana com bom tempo (propício para uma ida até à praia) e a corrida às vacinas (concentrada em dois dias, por sinal considerados “não úteis ou seja, inúteis), aproveitando (obviamente e como não poderia deixar de ser, depois de sair à rua mas para uma ida ao mercado e aproveitando para ir um poucochinho até ao café) até para me entreter um pouco estando fechado em casa (cumprindo o meu dever de recolhimento), para transformar algo de momento disponível aos meus órgãos dos sentidos (exercitando-os), na criação de um passatempo tentando distinguir face ao que me poderia ir aparecendo (e rodeando), o seu “valor lógico”: Verdadeiro (1) ou Falso (0). E fechado na escuridão do meu quarto ─ pelo meio-dia, com a sirene dos bombeiros a tocar (algo de “típico” por cá/nada tendo contra, habituado desde a minha infância no norte aos relógios das igrejas) na cidade de Albufeira e com o Sol no céu a brilhar (como aliás confirmei espreitando pelos intervalos da persiana da janela) ─ associando esse cenário escuro com a visão do céu noturno, observando uma imagem de algum modo relacionada envolvendo a Lua (o nosso único satélite natural situado a quase de 400.000Km da Terra) e a galáxia de Andromeda (a galáxia vizinha e em rota de colisão com a nossa): duas referências impossíveis de ignorar (e afastar) da nossa realidade e imaginário (complementando-se, formando um todo) diário, ainda sendo acompanhadas por dois outros figurantes (agregados, mas não menos importantes, integrando o conjunto) pertencendo à mesma família planetária ─ Mercúrio e Vénus dois dos oito planetas (mais próximos da sua estrela de referência, o Sol) integrando o Sistema Solar.

 

noao-andromn.jpg

A Lua e a galáxia de Andromeda

(tal como aparecem no céu e obviamente observando-as,

integrando o mesmo Espaço e na mesma escala)

Valor Lógico: 0 ou 1?

 

Propondo um “passa-o-tempo” em nada inferior ao percurso normal de um entre tantos-e-tantos fins-de-semana (sempre iguais e monótonos, como se estivéssemos suspensos, aguardando a chegada do “tempo-útil”), apresentando uma imagem daquilo que para além da Terra nos rodeia (o Infinito, onde não se distingue muito bem, a diferença entre a vida e a morte ─ só se vendo uma estrutura organizada, apesar da junção, não entre a morte/vida mas entre o caos/ordem ) e que com uma mais atenta observação (e reflexão), para além da resolução da questão aqui colocada ( o tal passa-o-tempo) nos poderá permitir (a nós, ao Homem) situar-nos melhor (deixando a nossa obsessão centrista) neste Mundo, onde a Terra é apenas (como diria Carl Sagan) um belo exemplar apesar de minúsculo “Ponto-Azul”, viajando nessa aparente escuridão e vazio do Universo, onde apesar de tudo “tudo acontece”, até a Terra e o facto extraordinário de nela existir (para além da Alma do Universo, o Eletromagnetismo) Vida provável e igualmente com a sua própria Alma (a parte que se transforma, talvez se dilua, não deixando de o ser/existir). E agora partindo-se finalmente para a tão prometida e esticada (para adicionar mais algum tempo, a este “passa-o tempo) questão ─ ou, já agora, questões (duas só respondendo Verdadeiro/V/1 ou Falso/F/0)): orientando-nos para a observação Astronómica (podendo ser feita a olho nu) e utilizando corpos celestes em princípio esmagadoramente (só se nunca olhaste para cima, especialmente à noitinha) nossos conhecidos. Sendo o “passa-o-tempo” através de rápida visualização de resposta simples e imediata (com a solução à disposição, bastando procurar e aprender) e bastando para tal dizer (sobre cada uma das 2 imagens apresentadas), sendo de valor lógico 0 ou de valor lógico 1.

 

(imagens: Stephen Rahn ─ REU program, N.A.Sharp/NOIRLab/NSF/AURA)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42

Influência Marciana

Segunda-feira, 29.03.21

“Com o Planeta Vermelho a colaborar

(com poeiras marcianas)

na composição colorida do Cenário

(que é o nosso Céu Noturno).”

 

Quando por vezes ao sair de casa olhamos para o céu noturno e limpo sem a presença refletora da Lua, reparamos numa determinada localização do mesmo (céu) que nos é aí apresentado, na presença de um brilho de origem desconhecida (o Zodiacal) dando-lhe outro colorido ─ ao céu, já por si cheio de estrelas (vistas como pontos brancos e coloridos, cintilantes): constituído por pequeníssimas partículas, refletindo o Sol e brilhando para nós.

 

zodiacallight_rba.jpg

No Céu da Terra, Sinais de Marte

 

Um tipo de fenómeno celeste sujeito a várias averiguações, evoluindo a sua explicação ao longo, não só de factos como do tempo e de todas as exposições publicadas, podendo desde já apresentar duas (por conhecidas): sendo obviamente partículas de poeiras orbitando como a Terra o Sol, originadas nos asteroides/1ª opção (vindos do respetivo Cinturão, situado entre Marte e Júpiter) ou então nos cometas/2ª opção (vindo de locais mais afastados como a Nuvem de Oort). No entanto e agora não sendo bem assim e às duas opções adicionando-se ainda outra (a 3ª opção): a de que as poeiras brilhando no céu noturno ─ do Zodiacal ─ teriam origem em Marte (usando como prova dados recolhidos pela sonda automática Juno fazendo o seu cálculo de poeiras ao longo da sua viagem ─ da Terra passando por Marte até chegar a Júpiter ─ pela densidade/concentração detetada sugerindo a fonte ser o Planeta Vermelho).

 

[E se viajando poeiras de Marte, porque não naves espaciais, marcianos ou outros seres estranhos: agora, depois ou antes e até podendo ser nossos ascendentes (já agora fugidos de Marte, há milhões e milhões de anos ─ tendo Marte mais de 4 biliões deles ─ e antes que as poeiras os engolissem).]

 

(imagem: Rogelio Bernal Andreo/syfy.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:39

Um CÉU não Cheio de ESTRELA’S, mas de comboios de STARLINK’S

Sexta-feira, 24.04.20

“Depois de destruirmos a TERRA, que tal darmos cabo do CÉU

e transformarmos isto tudo num INFERNO?”

(uma frase do profeta Elon Musk?)

 

Zdenek-Bardon-Starlink_Atlas_190420_bardon20_15874

Tal como na Terra, com o Céu a ser vítima de contaminação

(hoje como amanhã)

 

Pelos vistos o desejo de um multimilionário de base norte-americana, utilizando a sua empresa aeroespacial SPACE X para colocar em órbita (do nosso planeta) uma plataforma de SATÉLITES, de modo a instalar um novo sistema de comunicações e assim revolucionar a INTERNET.

 

mysterious-flaming objects-skies.jpg

Objeto desconhecido e em chamas, caindo do Céu

(amanhã como hoje)

 

Aos 48 anos de idade já tendo o seu 1º esquadrão de 360 STARLINK (novinhos em folha, mas já com mais de 200Kg cada), mais tarde indo-os reforçar progressiva e fortemente e tendo como objetivo a curto-prazo, lançar a sua Cavalaria de 12.000 STARLINK e assim derrotar a tecnologia rival (dos EUA) a INTERNET CHINESA (G5). E sendo bem financiado por isso (que o diga a NASA).

 

In June 2019, the International Astronomical Union expressed concern about the negative impact that the planned mega-constellations of communication satellites may have on astronomical observations and on the pristine appearance of the night sky when observed from a dark region.” (iau.org)

 

No passado dia 19 de abril deste ano com um cidadão anónimo apesar de ter nome, a ser surpreendido ao observar o céu noturno justamente colocado entre si e o ESPAÇO, não por um COMBOIO de SATÉLITES STARLINK, mas por dois cruzando-se quase que perpendicularmente. Dando-lhe cabo da cabeça assim como das imagens: quando apenas queria ver o cometa ATLAS (1ª imagem/canto inferior esquerdo).

 

(imagens: Zdenek Bardon/spaceweather.com ─ ufosightingshotspot.blogspot.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:49

Inimigos na Terra, Amigos no Espaço (o Céu)

Sábado, 07.12.19

[Na Venezuela e no Espaço]

 

Entre as diversas imagens obtidas do Espaço a partir da ISS (Estação Espacial Internacional) − provando tal como a SPACE (space.com) afirma que “SPACE CAN BE A WONDROUS PLACE− um registo fotográfico de 2 de dezembro (segunda-feira) mostrando-nos o passeio espacial do astronauta italiano LUCA PARMITANO (integrando a Expedição 61 à ISS) a pouco mais de 400Km da Terra.

 

G2Xqp3KMDRpNVWoWyoPn5j-650-80.jpg

Lá em cima − Fora de Casa − a ISS

(num exemplo de convivência entre seres humanos)

Cá em baixo − na Casa onde nascemos, o nosso “Berço− a Venezuela (incompreensivelmente, num exemplo contrário)

 

Simultaneamente mostrando-nos numa mesma e “única imagem” englobando a Terra e o Espaço exterior (rodeando-a) – enquanto constatávamos através do aparecimento de nuvens de uma das camadas protetoras da Terra e do seu Ecossistema (integrado nela o HOMEM) a ATMOSFERA – como mesmo não sendo possível em TERRA a amizade e a solidariedade, nunca tal será impossível pelo menos no ESPAÇO (como se tem comprovado a bordo da ISS): lá em cima com a tripulação internacional da ISS (incluindo maioritariamente norte-americanos e russos, além de outras e variadas nacionalidades) a colaborar – em “conjunto, partilhando” − num projeto internacional, enquanto cá por baixo (literalmente e dadas as coordenadas geográficas) com a VENEZUELA (localizada a norte da América do Sul, confrontando o oceano Atlântico) atravessando um período de grave crise económico e social (e logicamente até pela imposição de sanções financeira), desorganizando completamente a sua máquina de estado (a sua estrutura básica), face à sua instrumentalização política das grandes potências mundiais − e envolvendo os mesmos “interessados” como (por ex.) os EUA e a Rússia.

 

[O Céu não pode esperar]

 

ET-Moses-and-UFOs7.jpg

Homens, Deuses & Astronautas

Tendo de existir uma ligação (n/ só religiosa)

Umbilical e como réplicas dum mesmo molde

Entre Terrestres e Extraterrestres

 

[Talvez se confirmando estar lá por cima o “Céu− por nós desejado por equiparado às nossas Origens, ao Paraíso – um dos lugares mais comuns de origem das Aparições (para qualquer religioso) e um dos espaços mais propícios para a passagem dos Deuses-Astronautas (não só para os leigos e teóricos da Conspiração, como para um número crescente de eruditos e cientistas oficiais) − nas suas viagens exploratórias pelo Universo – ficando cá por baixo o “Inferno”, uma gaiola arredondada e fechada ocupada por um número incontável de espécies uma delas sendo o Homem − com os seus 7,5 biliões (de indivíduos) − tal como com a (gaiola) de Faraday sugerindo-nos (para nosso bem) ficarmos por cá protegidos e na nossa zona habitual de conforto, sabendo-se que lá por fora a proteção contra os raios, deixaria simplesmente de existir: e com medo de ao ultrapassarmos a fronteira podermos ser vítimas mortais dela (encerrando-se assim, definitivamente e antes do previsto, a nossa estadia na Terra) equiparando-a a um Inferno e nada querendo fazer para sair dela (ultrapassando-a) − não entendendo ser o Purgatório, apenas uma fase de transição necessária, entre o Inferno e o Céu – nem sequer pensando poder ser essas Entidades apenas, mais uma das muitas imagens do Homem noutros Espaços & Tempos. Lá se encontrando mesmo o Céu (o Futuro do Homem), assim como à nossa imagem, os “Deuses & Astronautas”.]

 

(imagens: NASA − religionnerd.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

O Céu de Marte

Domingo, 10.11.19

Tal como visto na passada terça-feira dia 5 de novembro por volta das 10:00 da noite, no 334º dia marciano (ou SOL 334) [SOL = 24h 37' 22.663''] de estadia do módulo de aterragem InSight na superfície do planeta Marte. Após a morte do Rover Opportunity às mãos de uma grande “Tempestade de Areia (engolindo quase todo o planeta) tendo apenas como única companhia (com rodas) o ROVER CURIOSITY.

 

C000M0334_626213312EDR_F0000_0678M_.JPG

NASA's InSight Mars lander acquired this image

of the area in front of the lander

 

No cenário aparecendo-nos (tal como na Terra numa noite sem nuvens, mas ao contrário de Marte, não possuindo atmosfera) um “Céu Noturno cheio de Estrelas”, salpicando-o de pontinhos coloridos e cintilantes (aparentemente estáticos) e atravessados por outros (eventualmente) mais dinâmicos (formando no registo retas, infinitas) − em Marte como se fosse na Terra (mas sem Vida), ou não fosse o mesmo Sistema (Solar).

 

(imagem e legenda: InSight Mission − SOL 334 − NASA)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:00

A 18 de Setembro

Sábado, 05.10.19

Podendo ser da cá, de baixo ou de cima,

naturais ou artificiais, terrestres ou extraterrestres.

Maravilha.”

 

No dia do meu aniversário, no estado da Carolina do Norte e fazendo uma travessia de ferry – no oceano Atlântico, bem em frente às Bermudas e no litoral leste norte-americano (entre Ocracocke e Swan Quater) – o avistamento por William Guy (uma testemunha fazendo a tal travessia) de um fenómeno visual desconhecido pelo mesmo intitulado (no seu canal youtube.com) “REAL UFO SIGHTINGS”. Publicado a 28 (de setembro) e logo com comentários (maioritariamente não desfavoráveis, seja isso o que for).

 

snapshot3.jpg  snapshot1.jpg

Á esquerda

Cenário à esquerda das Luzes

 

snapshot2.jpg  snapshot4.jpg

Á direita

Cenário à direita das Luzes

 

Iniciando a gravação do fenómeno depois de se aperceber dele (segundo afirmações do mesmo com outras 25 testemunhas − vendo e gravando), observando-se um grupo de luzes (brilhantes) deslocando-se em conjunto no céu, em algo nunca visto por qualquer um dos presentes. Podendo ser tudo ou nada ou então um simples fenómeno de cariz meteorológico: com o lado esquerdo (da imagem com o grupo de OVNI’S) esbatido e o lado direito (da mesma imagem) bem brilhante.

 

(imagens: William Guy/youtube.com/ufosightingshotspot.blogspot.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:32

O Céu Noturno de Marte

Sexta-feira, 04.10.19

A 26 de Novembro de 2018 com a sonda automática INSIGHT a aterrar com sucesso no planeta Marte (um planeta sem atmosfera e excetuando o período das tempestades de areia, com boa visibilidade do céu envolvente), perto do seu equador na planície Elysium (de coordenadas 4,5N e 135,9E).”

 

Para aqueles que ainda têm tempo (ou têm noção da passagem do mesmo, conforme a utilidade que lhe é dada) para antes do início de mais um dia da nossa curta vida (monótona e de miséria por estrategicamente separada em momentos de irresponsabilidade ou no seu contrário) se poderem dar ao usufruto – e ao PRAZER (utilizando sem limites os nossos órgãos dos sentidos) – de perderem uns minutos olhando para o CÉU NOTURNO (quando transparente carregado de um número incontável de estrelas, sinalizando numa tela multicolorida e de contrastes, a sua presença num determinado Espaço/Tempo para nós já ultrapassado), para além do projetado lá por cima (numa tela grandiosa pelo colorido e espetacular pelo seu brilho cintilante) poderem conhecer a sua e (a partir dela e da sua Evolução) a nossa própria História (no presente/na Terra olhando para o passado/no Espaço e podendo perspetivar o nosso futuro/da Terra no Espaço),

 

_mars.nasa.gov_insight-raw-images_surface_sol_0297

Marte − Missão InSight

Céu Noturno − SOL 297

(28 setembro 2019 20:28:42 PM)

 

A disponibilidade de no presente se poder observar esse CÉU NOTURNO (muitas vezes estrelado, se não encoberto pela nossa camada atmosférica), que não exclusivamente da Terra ou das suas proximidades (dos polos ao equador/como visão interior, não nos esquecendo do Espaço exterior/e da sua visão − envolvendo o nosso planeta − onde por exemplo se movimenta a ISS), mas igualmente a partir de outros Objetos Celestes: nomeadamente do Céu Noturno envolvendo Mundos como a Lua (como o poderia ser de um asteroide, de um cometa, ou de uma outra lua) e como (o destino obsessivo de Elon Musk) MARTE. Aqui, sentado numa cadeira qualquer, de uma qualquer habitação de Albufeira (para um Aliena de coordenadas geográficas aproximadas, latitude/37,08 N e longitude/8,25 W), podendo disfrutar da visão de um outro Céu Noturno como visto a partir de um Mundo Alienígena, neste caso com esse mundo sendo MARTE e com o céu a ser observado (registado, enviado para Terra e reenviado para Albufeira) pelas câmaras da sonda automática (terrestre e norte-americana) INSIGHT: colocada no Planeta Vermelho com o objetivo de estudar o seu interior.

 

“Mas “no diz que diz” afirmando-se (até por muitos viajantes portugueses, chegando no período noturno ao Brasil) ser o melhor e de longe (muito mais estrelado e colorido) o “Céu Noturno no Hemisfério Sul− um excelente pretexto para uma viagem.”

 

(imagem: NASA/JPL/CALTECH)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:51

Um Campo de Galáxias

Sexta-feira, 10.05.19

Num Céu Cheio de Estrelas!

 

Uma vista (imagem 1) do Céu (profunda) como observado para além da Terra (e da camada atmosférica que nos protege), oferecido por dois telescópios espaciais o HUBBLE e o SPITZER − e referenciada a PIA 23123 (photojournal.jpl.nasa.gov).

 

PIA23123_fig1.jpg

1

Um Palco limitado, mas cheio de Galáxias até ao infinito

 

Com o cenário apresentado a ser dominado pela presença de várias Galáxias, muitas delas localizadas a grandes distâncias e sendo de difícil visualização (com brilho muito fraco). Como se pode confirmar a seguir (na imagem 2/círculos vermelhos).

 

PIA23123.jpg

2

Mais de 3 dezenas de Galáxias distantes com Uma delas à direita

 

Num Espaço dominado pelo brilho de um número incontável de estrelas, compartilhando o mesmo com planetas, asteroides, cometas e outros corpos celestes, no seu conjunto formando galáxias como as cerca de 35 (muito distantes) neste pequeno Espaço detetadas.

 

Um Campo de Galáxias (infinitamente grande)

fazendo-nos lembrar uma vista da Terra (noturna)

Quando iluminada à sua superfície.

(comparativamente, infinitamente pequena)

 

(imagem: nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:58

O Algarve a Arder

Quarta-feira, 08.08.18

[Cartão Turístico do Algarve – Verão 2018]

 

iss056e127068.jpg

Com o incêndio de Monchique – a 6 de Agosto – ao centro da imagem

Wildfires near the southern coast of Portugal and the Strait of Gibraltar

(nasa.gov)

 

Como o comprova a imagem da última segunda-feira (6 Agosto) registada a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) incidindo (entre outras regiões) sobre a Península Ibérica (ao centro deste registo da ISS),

 

– E quando a ISS orbitava (a uns 400Km de altitude) ao longo da costa portuguesa –

 

IMG_4098.jpg

 

Pode-se observar claramente as densas nuvens de fumo espalhando-se pela atmosfera e dirigindo-se para o oceano Atlântico (uma oriunda das proximidades do Estreito de Gibraltar, outra tendo o seu foco na região do Algarve),

 

Originadas pelos violentos incêndios ocorridos nestes últimos dias no sul de Espanha assim como no de Portugal (neste último caso com o único foco – para já – a incidir em Monchique, mas atingindo desde já Portimão e sobretudo Silves):

 

IMG_4102.jpg

 

Um incêndio iniciando-se sexta-feira (3 Agosto) e logo sendo declarado controlado, para logo no dia seguinte (4 Agosto) se iniciar o Inferno (que se viu até hoje) atingindo o concelho de Monchique, de Portimão e agora de Silves. Já lá vão seis dias e com o incêndio aparentemente a alastrar.

 

Esta quarta-feira (8 Agosto) com os sinais do incêndio a chegarem aos céus da cidade de Albufeira, como sintoma da continuação do incêndio no concelho de Monchique e agora (como se já não bastasse) com o mesmo a projetar-se para um concelho adjacente (devido à ação dos fortes ventos e projeções) colocando-se a caminho da cidade de Silves.

 

IMG_4107.jpg

 

E ao fim da tarde de hoje dado o rápido avanço do fogo procedendo-se já ao abandono (obrigatório) da localidade de Enxerim (numa das entradas de Silves), num fogo cada vez mais parecendo incontrolável apesar dos 6 dias de luta, quase 1500 operacionais no terreno, cerca de 500 viaturas e uns 15 meios aéreos: pelos vistos insuficientes ou então mal comandados.

 

Para já com pouco mais de três dezenas de feridos, umas 200 pessoas deslocadas, já mais 20.000ha ardidos (o máximo nesta zona já atingido ultrapassando os 40.000ha); mas certamente com um espólio Natural destruído, dezenas de habitações queimadas e certamente (tendo-se iniciado já o prazo), centenas e centenas de pessoas direta ou indiretamente afetadas (algumas vezes para toda a vida) e com a vida interrompida.

 

(imagens: nasa.gov – Albufeira/08.08.2018/Produções Anormais)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:10

No Céu – Vendo o Passado, o Presente e o Futuro

Terça-feira, 07.08.18

“Olhando para o Céu Noturno que (por qualquer razão ainda por nós desconhecida) se abate sobre nós, poderemos estar a olhar (sem o saber mas sentindo-a) para a verdadeira Máquina do Tempo (de H. G. Wells e ansiada por todos nós) encarnando um Universo Vivo (de Jimmy Guieu e do seu livro L’ Univers Vivant – publicado em Portugal na extraordinária, já lendária e de culto, coleção ARGONAUTA/Livros do Brasil).”

 

PIA22564.jpg

Thin, red veins of energized gas

Mark the location of one of the larger supernova remnants

In the Milky Way galaxy in this image from NASA's Spitzer Space Telescope

(spitzer.caltech.edu)

 

Como a partir de uma simples observação do Céu Noturno (algo que o Homem já faz há milhares de anos inicialmente utilizando o dispositivo ótico básico – um dos seus órgãos dos sentidos, a Visão) – a partir da superfície terrestre – se consegue projetar através de uma associação de cores (olhando a tonalidade, sabendo o que significa/representa) – ou seja traduziro que na realidade se passa e/ou se passou naquela secção do Universo, visto como um Organismo Vivo.

 

Nesta imagem (PIA 22564 – Spitzer Spies Supernova Remnant HBH 3) da responsabilidade do Telescópio Espacial Spitzer (dirigido pelo JPL/NASA e utilizando infravermelhos) e utilizando o instrumento ótico IRAC (a câmara fotográfica), podendo-se ainda ver as cicatrizes deixada por uma SUPERNOVA (uma estrela que explodiu), neste caso (entre outras informações) a sua anterior localização: com finos veios de gaz de cor avermelhada e com intensa capacidade energética, a destacarem-se no registo fotográfico (PIA 22564) indicando o que sobrou da explosão de uma Supernova – como se algo se tivesse passado (integrando nela e para nosso aparente conforto a dupla Espaço/Tempo) num Organismo Vivo (como se fosse o nosso Corpo Humano) deixando no local sinais da sua existência e posterior transformação (Evolução). Ou seja um Testemunho.

 

E com as secções do Espaço definidas a branco indicando três zonas de formação de novas estrelas (a azul com comprimentos de onda de 3,6 micros a vermelho com 4,6). Aqui com o que sobrou da estrela que se desintegrou – a SUPERNOVA HBH3 com 150 anos-luz de diâmetro e provavelmente uma das maiores conhecidas (tendo explodido entre um mínimo de 80.000 anos até um máximo de 1 milhão de anos no passado) – a referir-se a um diâmetro comparável (sendo a de HBH3 de 150 anos-luz) a 1/666 do diâmetro da Via Láctea (e por outro lado a mais de 150X o diâmetro do Sistema Solar incluindo todos os cometas); num registo de Março de 2010 agora sendo editado (pelo JPL/NASA), quando dentro de cerca de três semanas o Telescópio Espacial SPITZER comemora o seu 15º Aniversário (em 25 de Agosto).

 

(imagem: nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:40