Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

10
Mai 19

Num Céu Cheio de Estrelas!

 

Uma vista (imagem 1) do Céu (profunda) como observado para além da Terra (e da camada atmosférica que nos protege), oferecido por dois telescópios espaciais o HUBBLE e o SPITZER − e referenciada a PIA 23123 (photojournal.jpl.nasa.gov).

 

PIA23123_fig1.jpg

1

Um Palco limitado, mas cheio de Galáxias até ao infinito

 

Com o cenário apresentado a ser dominado pela presença de várias Galáxias, muitas delas localizadas a grandes distâncias e sendo de difícil visualização (com brilho muito fraco). Como se pode confirmar a seguir (na imagem 2/círculos vermelhos).

 

PIA23123.jpg

2

Mais de 3 dezenas de Galáxias distantes com Uma delas à direita

 

Num Espaço dominado pelo brilho de um número incontável de estrelas, compartilhando o mesmo com planetas, asteroides, cometas e outros corpos celestes, no seu conjunto formando galáxias como as cerca de 35 (muito distantes) neste pequeno Espaço detetadas.

 

Um Campo de Galáxias (infinitamente grande)

fazendo-nos lembrar uma vista da Terra (noturna)

Quando iluminada à sua superfície.

(comparativamente, infinitamente pequena)

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:58

08
Ago 18

[Cartão Turístico do Algarve – Verão 2018]

 

iss056e127068.jpg

Com o incêndio de Monchique – a 6 de Agosto – ao centro da imagem

Wildfires near the southern coast of Portugal and the Strait of Gibraltar

(nasa.gov)

 

Como o comprova a imagem da última segunda-feira (6 Agosto) registada a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) incidindo (entre outras regiões) sobre a Península Ibérica (ao centro deste registo da ISS),

 

– E quando a ISS orbitava (a uns 400Km de altitude) ao longo da costa portuguesa –

 

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Pode-se observar claramente as densas nuvens de fumo espalhando-se pela atmosfera e dirigindo-se para o oceano Atlântico (uma oriunda das proximidades do Estreito de Gibraltar, outra tendo o seu foco na região do Algarve),

 

Originadas pelos violentos incêndios ocorridos nestes últimos dias no sul de Espanha assim como no de Portugal (neste último caso com o único foco – para já – a incidir em Monchique, mas atingindo desde já Portimão e sobretudo Silves):

 

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Um incêndio iniciando-se sexta-feira (3 Agosto) e logo sendo declarado controlado, para logo no dia seguinte (4 Agosto) se iniciar o Inferno (que se viu até hoje) atingindo o concelho de Monchique, de Portimão e agora de Silves. Já lá vão seis dias e com o incêndio aparentemente a alastrar.

 

Esta quarta-feira (8 Agosto) com os sinais do incêndio a chegarem aos céus da cidade de Albufeira, como sintoma da continuação do incêndio no concelho de Monchique e agora (como se já não bastasse) com o mesmo a projetar-se para um concelho adjacente (devido à ação dos fortes ventos e projeções) colocando-se a caminho da cidade de Silves.

 

IMG_4107.jpg

 

E ao fim da tarde de hoje dado o rápido avanço do fogo procedendo-se já ao abandono (obrigatório) da localidade de Enxerim (numa das entradas de Silves), num fogo cada vez mais parecendo incontrolável apesar dos 6 dias de luta, quase 1500 operacionais no terreno, cerca de 500 viaturas e uns 15 meios aéreos: pelos vistos insuficientes ou então mal comandados.

 

Para já com pouco mais de três dezenas de feridos, umas 200 pessoas deslocadas, já mais 20.000ha ardidos (o máximo nesta zona já atingido ultrapassando os 40.000ha); mas certamente com um espólio Natural destruído, dezenas de habitações queimadas e certamente (tendo-se iniciado já o prazo), centenas e centenas de pessoas direta ou indiretamente afetadas (algumas vezes para toda a vida) e com a vida interrompida.

 

(imagens: nasa.gov – Albufeira/08.08.2018/Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:10

07
Ago 18

“Olhando para o Céu Noturno que (por qualquer razão ainda por nós desconhecida) se abate sobre nós, poderemos estar a olhar (sem o saber mas sentindo-a) para a verdadeira Máquina do Tempo (de H. G. Wells e ansiada por todos nós) encarnando um Universo Vivo (de Jimmy Guieu e do seu livro L’ Univers Vivant – publicado em Portugal na extraordinária, já lendária e de culto, coleção ARGONAUTA/Livros do Brasil).”

 

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Thin, red veins of energized gas

Mark the location of one of the larger supernova remnants

In the Milky Way galaxy in this image from NASA's Spitzer Space Telescope

(spitzer.caltech.edu)

 

Como a partir de uma simples observação do Céu Noturno (algo que o Homem já faz há milhares de anos inicialmente utilizando o dispositivo ótico básico – um dos seus órgãos dos sentidos, a Visão) – a partir da superfície terrestre – se consegue projetar através de uma associação de cores (olhando a tonalidade, sabendo o que significa/representa) – ou seja traduziro que na realidade se passa e/ou se passou naquela secção do Universo, visto como um Organismo Vivo.

 

Nesta imagem (PIA 22564 – Spitzer Spies Supernova Remnant HBH 3) da responsabilidade do Telescópio Espacial Spitzer (dirigido pelo JPL/NASA e utilizando infravermelhos) e utilizando o instrumento ótico IRAC (a câmara fotográfica), podendo-se ainda ver as cicatrizes deixada por uma SUPERNOVA (uma estrela que explodiu), neste caso (entre outras informações) a sua anterior localização: com finos veios de gaz de cor avermelhada e com intensa capacidade energética, a destacarem-se no registo fotográfico (PIA 22564) indicando o que sobrou da explosão de uma Supernova – como se algo se tivesse passado (integrando nela e para nosso aparente conforto a dupla Espaço/Tempo) num Organismo Vivo (como se fosse o nosso Corpo Humano) deixando no local sinais da sua existência e posterior transformação (Evolução). Ou seja um Testemunho.

 

E com as secções do Espaço definidas a branco indicando três zonas de formação de novas estrelas (a azul com comprimentos de onda de 3,6 micros a vermelho com 4,6). Aqui com o que sobrou da estrela que se desintegrou – a SUPERNOVA HBH3 com 150 anos-luz de diâmetro e provavelmente uma das maiores conhecidas (tendo explodido entre um mínimo de 80.000 anos até um máximo de 1 milhão de anos no passado) – a referir-se a um diâmetro comparável (sendo a de HBH3 de 150 anos-luz) a 1/666 do diâmetro da Via Láctea (e por outro lado a mais de 150X o diâmetro do Sistema Solar incluindo todos os cometas); num registo de Março de 2010 agora sendo editado (pelo JPL/NASA), quando dentro de cerca de três semanas o Telescópio Espacial SPITZER comemora o seu 15º Aniversário (em 25 de Agosto).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:40

30
Mai 18

Ao entardecer do passado dia 17 de Maio uma visão fabulosa (segundo Gianluca Masi) do céu colorido cobrindo a cidade (Eterna) de Roma ‒ num contraste de fatores envolvendo o azul de fundo do céu, o castanho-alaranjado do Sol e ainda nuvens escuras de passagem‒ observando-se debaixo do mesmo (céu) a cúpula da Basílica de São Pedro: e por cima dela (da basílica) sobressaindo dois pontos luminosos no céu, um mais perto de nós ‒ a Lua (por sinal o de mais pequena dimensão pouco mais de 1/4 do nosso planeta) a 384.400Km da Terra ‒ o outro mais afastado ‒ Vénus (por acaso o de maior dimensão ligeiramente mais pequeno que o nosso planeta) a 41.400.000Km da Terra. Deixando-nos aqui na Terra olhando para o Céu e penetrando o Espaço.

 

MoonVenusRome_17may2018.jpg

Pôr-do-Sol

 

Num dia em que Gianluca Masi (o autor do retrato) apanhou uma conjunção envolvendo quatro vértices de um mesmo cenário, incluindo na sua lista de protagonistas (sendo estes provavelmente infinitos) o Sol, a Lua, Vénus e a Basílica de São Pedro (aquelas projeções localizadas mais perto de nós): provavelmente sendo um fenómeno vulgar (dado o número deste tipo de aparições) mas justificando mais do que nunca (dada a sua beleza) uma olhadela ao céu (sobretudo ao entardecer ou então ao amanhecer, devido às fabulosas composições coloridas; nesses períodos de tempo apesar de limitados com sucessivas mudanças de cores). Mostrando-nos o maior e mais importante (a nível mundial) edifício do Catolicismo.

 

(imagem: Gianluca Masi/virtualtelescope.eu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:39
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05
Mar 18

[Ou talvez não ‒ bastando para tal compreendê-los.]

 

Mais um fenómeno de natureza desconhecida (estranho, luminoso, cintilante e em movimento) registado por um astrónomo amador (David S) no passado dia 2 de Março (sexta-feira) ‒ quando o mesmo observava o céu (noturno) através do seu telescópio (um Celestron 130). Num fenómeno provavelmente com uma explicação lógica e talvez mesmo com intervenção Humana (tendo o Homem já ultrapassado com as suas sondas automáticas os limites do Sistema Solar), mas que outros teimam talvez com razão poder ter outra explicação.

 

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Um orbe ou uma bola de plasma …

 

Como se pode ver pelas duas imagens deparando-nos com um objeto circular e aparentemente meio transparente ‒ e como que pulsando à medida que se vai deslocando (e desvanecendo) no Espaço ‒ não se compreendendo bem o que seria, mas levando logo a interpretações: “The short footage shows a strange object that looks like a kind of transparent plasma ball with a being or alien residing inside the ball.” (ufosightingshotspot.blogspot.pt). Podendo no entanto ser outra (a explicação) imediata (de aceitação) e bem credível.

 

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… Ou simplesmente o rasto de um foguetão

 

Deste facto relatado no site (alternativo) e testemunhado por um astrónomo (amador), podendo-se afirmar estar-se perante um fenómeno talvez mais comum (do que se pensa) do que raro, talvez já visto por muitos (com outra forma mais usual e passando despercebido) mas nunca sendo associado (com outros menos comuns logo menos observados e conhecidos) e de imediato (na nossa memória) arquivado: (1) podendo ser um orbe ou uma bola de plasma (neste caso com um ser no seu interior) ou então e simplesmente (2) o movimento de um objeto (por exemplo de foguetões) deixando para trás o seu rasto.

 

(dados: ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒imagens: David S/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:25

28
Jun 17

Para nos mantermos vivos precisamos sempre de um extra

(se não vindo da Terra porque não vindo dos Céus?)

 

Num dos últimos fins-de-semana (sábado/17 de Junho) e observando os raios do Sol atravessando as nuvens aqui e ali dispersas um pouco por todo o Céu, um residente no estado norte-americano do Texas deslocando um pouco mais para um dos lados o seu ângulo de visão, deparou-se com um fenómeno pouco comum (e para a maioria estranho) que filmado e posteriormente editado suscitou as mais diversas origens e/ou interpretações.

 

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Num Céu a intervalos parcialmente encoberto

(e com os raios solares atravessando as diversas camadas de nuvens)

 

Perante os seus olhos e das objetivas da sua câmara sendo bem visível o aparecimento de uma figura bem definida, de forma circular e de tons laranja/avermelhado, podendo a mesma (figura) ser suscetível das mais diversas explicações, umas mais naturais (e aceitáveis) mesmo mais tarde constatando-se erradas, outras artificiais e mais difíceis de engolir (só mesmo por marginais e adeptos da conspiração) mesmo podendo tocar a verdade.

 

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Fenómeno de reflexão/refração num duplo Arco-Íris?

(ou então um elemento-extra como o será Nibiru)

 

Sugerindo-se pelo menos duas possibilidades para assim se contemplar (democraticamente) os dois lados: um fenómeno resultando de casos de reflexão/refração entre as diversas camadas que constituem a atmosfera, em certas condições de tempo e de temperatura (por exemplo com Sol e Chuva) podendo originar entre outros o aparecimento do Arco-Íris; ou então (e mesmo só para aqueles que ainda acreditam no menino Jesus) podendo ser Nibiru.

 

No fundo e como explicação oficial/oficiosa do fenómeno, tratando-se muito simplesmente de “An atmospheric phenomenon that consists of a bright spot to the left and/or right of the Sun. A pair of sun dogs often flank the Sun” (Wikipedia.org). Ou então talvez não.

 

(imagens: UFO MAN/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:46

07
Mai 17

Se integramos todos o mesmo Mecanismo (o Sistema Solar),

Então é porque haverá mesmo algo de comum (entre planetas).

 

A caminho dos 45Km percorridos desde que aterrou em Marte em 25 de Janeiro de 2004, o veículo motorizado transportado a partir da Terra a bordo da sonda OPPORTUNITY, encontra-se de momento a caminho de uma nova região há muito desejada pelos cientistas, para uma mais detalhada e profunda exploração: o Vale da Perseverança.

 

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A partir da superfície de Marte a observação de um fenómeno astronómico

Contando com a participação de vários corpos celestes

 

Viajando desde há longo tempo pelas periferias deste vale de Marte e pelos indícios até aí recolhidos desde as suas primeiras observações, suscitando de imediato grande interesse por parte dos cientistas responsáveis pela missão, não só pelas propriedades geológicas do terreno como pelos indícios que o mesmo poderia transmitir e confirmar.

 

Pelas características do terreno e pelo leito rochoso onde o mesmo assentaria, podendo-se estar perante mais um contributo para a confirmação da teoria de que há biliões de anos atrás o planeta estaria parcialmente coberto por um extenso oceano, com este vale eventualmente a ser mais uma prova, talvez apresentando fraturas ou até evidências de linhas de costa.

 

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Um evento celeste no qual um objeto se interpõe entre outros dois

Neste caso com um objeto em trânsito a interpor-se entre outro e Marte

 

Um Mundo que em muitos aspetos nos faz lembrar quase o nosso (a Terra), hoje e na sua base (estrutura) incentivando-nos para a concretização dessa associação (Terra/Marte) ‒ com a mesma forma, rochoso como o nosso planeta e preenchido por extensos cenários muito semelhantes a alguns dos nossos ‒ mas que na sua cobertura se torna no nosso simétrico, aparentemente desprovido de água, atmosfera e vida.

 

Nesta sequência de oito imagens (1 a 8) registadas a partir da superfície do planeta Marte (pelas câmaras do Rover Curiosity), observando-se um fenómeno de interposição (envolvendo dois corpos) que nós poderíamos afirmar ser em tudo parecido (visualmente) ao ocorrido entre a Terra e a Lua: quando a mesma se interpõe entre a Terra e o Sol (o outro elemento).

 

(imagens: câmaras/Opportunity Rover/SOL 4721/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:52

12
Abr 17

Um registo (por respeito de quem se interessa e observa) deveria ter um mínimo de informação e de apresentação, não só para nos dar conhecimento das coisas (novidades, descobertas), como também para nos esclarecer um pouco mais sobre elas (propondo, sugerindo, projetando) – e como se sabe evitando ilusões desnecessárias e sobretudo teorias conspirativas. Mas pelos vistos alguém ainda nos pretende num estado de esclarecimento controlado certamente com alguma intenção.

 

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SOL 4695

(Câmara panorâmica)

Ao fundo com o negro do Céu bem presente no horizonte de Marte

 

Numa não muito comum apresentação Black & White (escuro para o céu, claro para a superfície) do planeta MARTE, um dos veículos motorizados (da NASA) movimentando-se na sua superfície (Rover OPPORTUNITY), oferece-nos a partir de imagens recolhidas no seu 4695º dia de permanência em Marte (em dias marcianos – um dia ou SOL sendo aproximadamente 24h 40’), um contraste significativo e tão poucas vezes apresentado (na Lua sendo o habitual) entre o solo iluminado e a escuridão profunda do Espaço (sem uma única estrela destacando-se desse negrume total).

 

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SOL 4695

(Câmara panorâmica)

Ao fundo com a claridade do Céu bem visível no horizonte de Marte

 

Não deixando de ser estranho para um qualquer tipo de leigo mas observador atento, curioso e interessado do que se passa para além do nosso planeta (neste caso no planeta mais próximo e mais parecido com o nosso), que no meio dos milhares de registos oferecidos pelas câmaras do Rover Opportunity e colocados nas mãos (sob os olhares por vezes excessivamente intrusivos) do público e da opinião pública em geral, surjam cenários de difícil assimilação face à alteração de pormenores que em princípio e de facto deveriam ser rígidos (dadas as constantes justificações para tal acontecer no caso da Lua e não tantas vezes pelos vistos no caso de Marte): ou não se lembram da explicação dada pela NASA de ser natural a partir de um corpo celeste iluminado (pelo Sol – como a Lua, talvez como Marte), todo o céu se apresentar negro (sem uma única estrela brilhando no céu) e no entanto no solo ser pleno dia?).

 

[Já agora acrescentando que as teorias sobre qual seria a verdadeira cor de Marte, se arrastam provavelmente (e não como muitos pensam desde que a 1ªsonda aterrou em Marte) desde que o Homem pisou a Lua e verificou nas transmissões a preto-e-branco daí emitidas (para a Terra), que a superfície se apresentava clara e iluminada enquanto o céu era de um negrume total – não se vendo uma única estrela como se o cenário aí terminasse (eventualmente no que seria o céu); e quando hoje ouvimos dizer que a cor do céu em Marte deveria ser azul quando o que predomina é a cor vermelha; quando a p/b o céu que nos oferecem é sempre claro mas agora até aparecendo bem negro; e quando alguns até afirmam que a cor escura se deve a fortes tempestades de areia na atmosfera marciana (uma hipótese credível).]

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:30

01
Nov 16

Uma esfera verde e luminosa atravessou os céus do Japão na véspera de Halloween

 

B.jpg

 

Nos céus noturnos do Japão (mais precisamente na sua maior ilha Honshu) mais um objeto voador não identificado foi observado a atravessar camadas superiores da sua atmosfera, sendo o seu trajeto localizado a norte de Tóquio com avistamentos a serem reportados entre as cidades de Niigata (costa noroeste) e de Sendai (costa nordeste).

 

O avistamento ter-se-á concretizado às primeiras horas de segunda-feira dia 31 de Outubro (curiosamente na noite anterior à celebração do Halloween), com um objeto luminoso emitindo uma cor esverdeada (uma bola de fogo) cortando os últimos momentos de escuridão, num acontecimento durando cerca de 15 segundos.

 

Podendo ser um meteorito (uma bola de fogo), lixo espacial (restos de um satélite ou de um dos andares de um foguetão) ou até mesmo um OVNI. Em todo o caso oriundos de regiões do Espaço nunca antes atravessados pela nossa galáxia (sistema e planeta) – característica de um conjunto dinâmico – e que como tal poderão significar a ocorrência de certos fenómenos outrora não significativos ou até mesmo nunca registados.

 

C.jpg

 

Numa região da Terra situada no Anel de Fogo do Pacífico (e com 40.000Km de extensão), caraterizada tanto pela sua intensa atividade vulcânica como sísmica. E ainda complementada pela particularidade de ao estar virada para uma outra parte do céu (que nós não vemos na Europa) ser mais propícia ao aparecimento destes Eventos (luminosos) vindos do Céu.

 

Neste caso com um objeto procedendo aparentemente como o faria um normal meteorito ao entrar na atmosfera terrestre (devido ao fortíssimo atrito provocado pela fricção começando a arder), ao começar a ser incinerado tornando-se luminoso e passados mais alguns segundos acabando por se desintegrar e desaparecer.

 

Mais um entre os milhares de calhaus que de uma forma consecutiva e crescente têm vindo nos últimos tempos a atingir o nosso planeta. Podendo querer significar algo mas sempre uma transformação (nada se cria nada se perde tudo se transforma). Deixando-nos na expectativa de que se os Dinossauros foram reais nós um dia também seremos aqueles seres Imaginários.

 

(imagens: NTV)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:30

20
Ago 16

Se na Época Baixa de Verão não passamos de meros Escravos relativamente bem comportados (nota: os marginais também são necessários para um melhor equilíbrio do Sistema), na Época Alta de Verão enlouquecemos e intoxicamo-nos:

- E finalmente é o regresso ao normal;

(para felicidade da nossa Elite = E-Little)

- E à morte desde sempre anunciada.

(para mais um ano perdido num esquema de pagamento recorrendo a passatempo)

 

UM.jpg

 

Vivendo num corpo celeste esférico e irregular com mais de 7 biliões de habitantes (considerando apenas a espécie humana) e girando há cerca de 4.5 biliões de anos em torno de uma estrela anã-amarela da categoria G2V chamada Sol (neste momento a aproximadamente metade do seu ciclo de vida), a primeira coisa que interiorizamos ao longo da nossa curta e condicionada fase de desenvolvimento, adaptação e integração ao meio ambiente que nos é destinado (para dele todas as espécies usufruírem, mantendo o necessário equilíbrio da Natureza), é que vivemos atualmente num mundo extremamente perigoso e imprevisível (pela intervenção da espécie dominante, o Homem) em que nem sequer a Lei da Selva prevalece nem que seja para a sobrevivência do mais forte.

 

Colocando-se nas mãos daqueles que têm vindo sistematicamente a destruir a Terra tanto a nível de recursos (matéria-prima) como de capital humano (mão-de-obra), o futuro da nossa espécie e a nossa esperança de sobrevivência: privilegiando sempre o lucro (que lhe dá acesso às armas) e ignorando quase 7 biliões (nomeando alguns dos restantes como seus mercenários privados).

 

Pelo que em mais este período festivo das férias grandes de Verão, as únicas notícias que ainda perfuram a monotonia deste quotidiano pretensamente lúdico, de prazer e de relaxamento (em que todo o Portugal que se preze está a banhos), são como sempre os incêndios, os crimes de sangue, os óbitos, os escândalos de praia e a paranoia Olímpica (entre muitos outros), enquanto lá longe e banalizados pelo tempo (é sempre a mesma coisa) e pelo espaço (nas mesmas zonas do planeta) os crimes continuam em grande escala e como sempre impunes (ou não fossem as grandes potências a provoca-los) – e como tal sem indicação de culpados apenas com um número crescente de vítimas (só na minha geração visto numa escala de Milhões de mortes).

 

Concluindo-se que a Terra não interessa (pelo menos no Hemisfério Norte onde me encontro) nesta época festiva do ano: com o calor e com o álcool (e outros delírios mais naturais) levando-nos à liquefação cerebral.

 

“The still nameless planet is believed to be Earth-like and orbits at a distance to Proxima Centauri that could allow it to have liquid water on its surface — an important requirement for the emergence of life. Never before have scientists discovered a second Earth that is so close by.” (Der Spiegel)

 

DOIS.jpg

 

Mas olhando para o exterior (o grande Céu que nos rodeia) deixando-nos uma réstia de esperança: enquanto na Terra a nossa aventura acabou com o planeta ainda vivo mas constantemente procurando a morte, ao olharmos para o Espaço Exterior por mais morto que nos pareça sabemos que lá algo existe, bem vivo e por encontrar mas com brutais indícios presentes – como o Movimento (num Universo Nómada), a Matéria (e a complementar Anti Matéria) e a Energia (sob as suas mais variáveis formas conhecidas – como elétrica e magnética – ou mesmo desconhecidas numa provável 5ªforça).

 

Levando-nos desde a Antiguidade a respeitarmos o Céu e a homenagearmos os Astros (como se estes fossem Deuses no caso da Terra ausentes).

 

Dispondo de um extenso Sistema planetário ainda por descobrir e compreender (Sistema Solar), de uma enorme galáxia à qual pertencemos por desvendar e interiorizar (Via Láctea) e de todo um Universo profundo, ainda mal conhecido e mergulhado numa escuridão misteriosa e sem limites, mas no nosso cérebro já milenar (arquivo de culturas e memórias passadas) convidando-nos à Aventura, ao Descobrimento e à Conquista (para o Homem uma necessidade básica como o de ter pão para a boca – ou de viver em vez de sobreviver).

 

E assim todas as notícias que nos chegam referentes ao Espaço Exterior que rodeia o nosso planeta (sistema, galáxia, universo), pela sua novidade, mistério e possível descoberta do que elas possam esconder atrás de si (para nos dar a conhecer), facilmente ultrapassarão em interesse e curiosidade por parte do Homem todas as outras notícias que tenham origem no seu Interior. Tendo em atenção que a nossa espécie procura desde que se conhece e como se o Universo fosse um Espelho Seu, uma outra imagem sua (idêntica ou semelhante, no mínimo replicada) que confirme no Espaço e no Tempo a nossa existência e presença: num Evento eventualmente a ocorrer dentro de um curto período de anos, com a descoberta final e já há tanto tempo esperada de um planeta em tudo igual ao da Terra e localizado bem pertinho de nós – nas proximidades da estrela anã-vermelha Próxima do Centauro a pouco mais de 4 anos-luz de distância do nosso planeta (ou seja a 40 triliões de Km).

 

TRÊS.jpg

 

Só nos faltando uma nave espacial que nos leve lá em pouco tempo (com uma velocidade obviamente superior à da luz = 300000Km/s) ou então um outro trajeto (verdadeiramente alternativo e revolucionário) que ultrapasse os obstáculos (como o é o das distâncias): no primeiro caso com um artefacto voador capaz de atingir a V = 10 x V Luz (o que encurtaria a viagem Sol/Proxima Centauri de 4 anos para pouco menos de 5 meses) e no segundo caso conseguindo aplicar através da concretização prática e objetiva de muitas das interpretações teóricas de cientistas e especialistas todo o conhecimento sobre buracos-negros (até como canais de comunicação possivelmente instantâneos).

 

 (imagens: eso.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:01

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