Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

10
Nov 19

Tal como visto na passada terça-feira dia 5 de novembro por volta das 10:00 da noite, no 334º dia marciano (ou SOL 334) [SOL = 24h 37' 22.663''] de estadia do módulo de aterragem InSight na superfície do planeta Marte. Após a morte do Rover Opportunity às mãos de uma grande “Tempestade de Areia (engolindo quase todo o planeta) tendo apenas como única companhia (com rodas) o ROVER CURIOSITY.

 

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NASA's InSight Mars lander acquired this image

of the area in front of the lander

 

No cenário aparecendo-nos (tal como na Terra numa noite sem nuvens, mas ao contrário de Marte, não possuindo atmosfera) um “Céu Noturno cheio de Estrelas”, salpicando-o de pontinhos coloridos e cintilantes (aparentemente estáticos) e atravessados por outros (eventualmente) mais dinâmicos (formando no registo retas, infinitas) − em Marte como se fosse na Terra (mas sem Vida), ou não fosse o mesmo Sistema (Solar).

 

(imagem e legenda: InSight Mission − SOL 334 − NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:00

05
Out 19

Podendo ser da cá, de baixo ou de cima,

naturais ou artificiais, terrestres ou extraterrestres.

Maravilha.”

 

No dia do meu aniversário, no estado da Carolina do Norte e fazendo uma travessia de ferry – no oceano Atlântico, bem em frente às Bermudas e no litoral leste norte-americano (entre Ocracocke e Swan Quater) – o avistamento por William Guy (uma testemunha fazendo a tal travessia) de um fenómeno visual desconhecido pelo mesmo intitulado (no seu canal youtube.com) “REAL UFO SIGHTINGS”. Publicado a 28 (de setembro) e logo com comentários (maioritariamente não desfavoráveis, seja isso o que for).

 

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Á esquerda

Cenário à esquerda das Luzes

 

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Á direita

Cenário à direita das Luzes

 

Iniciando a gravação do fenómeno depois de se aperceber dele (segundo afirmações do mesmo com outras 25 testemunhas − vendo e gravando), observando-se um grupo de luzes (brilhantes) deslocando-se em conjunto no céu, em algo nunca visto por qualquer um dos presentes. Podendo ser tudo ou nada ou então um simples fenómeno de cariz meteorológico: com o lado esquerdo (da imagem com o grupo de OVNI’S) esbatido e o lado direito (da mesma imagem) bem brilhante.

 

(imagens: William Guy/youtube.com/ufosightingshotspot.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:32

04
Out 19

A 26 de Novembro de 2018 com a sonda automática INSIGHT a aterrar com sucesso no planeta Marte (um planeta sem atmosfera e excetuando o período das tempestades de areia, com boa visibilidade do céu envolvente), perto do seu equador na planície Elysium (de coordenadas 4,5N e 135,9E).”

 

Para aqueles que ainda têm tempo (ou têm noção da passagem do mesmo, conforme a utilidade que lhe é dada) para antes do início de mais um dia da nossa curta vida (monótona e de miséria por estrategicamente separada em momentos de irresponsabilidade ou no seu contrário) se poderem dar ao usufruto – e ao PRAZER (utilizando sem limites os nossos órgãos dos sentidos) – de perderem uns minutos olhando para o CÉU NOTURNO (quando transparente carregado de um número incontável de estrelas, sinalizando numa tela multicolorida e de contrastes, a sua presença num determinado Espaço/Tempo para nós já ultrapassado), para além do projetado lá por cima (numa tela grandiosa pelo colorido e espetacular pelo seu brilho cintilante) poderem conhecer a sua e (a partir dela e da sua Evolução) a nossa própria História (no presente/na Terra olhando para o passado/no Espaço e podendo perspetivar o nosso futuro/da Terra no Espaço),

 

_mars.nasa.gov_insight-raw-images_surface_sol_0297

Marte − Missão InSight

Céu Noturno − SOL 297

(28 setembro 2019 20:28:42 PM)

 

A disponibilidade de no presente se poder observar esse CÉU NOTURNO (muitas vezes estrelado, se não encoberto pela nossa camada atmosférica), que não exclusivamente da Terra ou das suas proximidades (dos polos ao equador/como visão interior, não nos esquecendo do Espaço exterior/e da sua visão − envolvendo o nosso planeta − onde por exemplo se movimenta a ISS), mas igualmente a partir de outros Objetos Celestes: nomeadamente do Céu Noturno envolvendo Mundos como a Lua (como o poderia ser de um asteroide, de um cometa, ou de uma outra lua) e como (o destino obsessivo de Elon Musk) MARTE. Aqui, sentado numa cadeira qualquer, de uma qualquer habitação de Albufeira (para um Aliena de coordenadas geográficas aproximadas, latitude/37,08 N e longitude/8,25 W), podendo disfrutar da visão de um outro Céu Noturno como visto a partir de um Mundo Alienígena, neste caso com esse mundo sendo MARTE e com o céu a ser observado (registado, enviado para Terra e reenviado para Albufeira) pelas câmaras da sonda automática (terrestre e norte-americana) INSIGHT: colocada no Planeta Vermelho com o objetivo de estudar o seu interior.

 

“Mas “no diz que diz” afirmando-se (até por muitos viajantes portugueses, chegando no período noturno ao Brasil) ser o melhor e de longe (muito mais estrelado e colorido) o “Céu Noturno no Hemisfério Sul− um excelente pretexto para uma viagem.”

 

(imagem: NASA/JPL/CALTECH)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:51

10
Mai 19

Num Céu Cheio de Estrelas!

 

Uma vista (imagem 1) do Céu (profunda) como observado para além da Terra (e da camada atmosférica que nos protege), oferecido por dois telescópios espaciais o HUBBLE e o SPITZER − e referenciada a PIA 23123 (photojournal.jpl.nasa.gov).

 

PIA23123_fig1.jpg

1

Um Palco limitado, mas cheio de Galáxias até ao infinito

 

Com o cenário apresentado a ser dominado pela presença de várias Galáxias, muitas delas localizadas a grandes distâncias e sendo de difícil visualização (com brilho muito fraco). Como se pode confirmar a seguir (na imagem 2/círculos vermelhos).

 

PIA23123.jpg

2

Mais de 3 dezenas de Galáxias distantes com Uma delas à direita

 

Num Espaço dominado pelo brilho de um número incontável de estrelas, compartilhando o mesmo com planetas, asteroides, cometas e outros corpos celestes, no seu conjunto formando galáxias como as cerca de 35 (muito distantes) neste pequeno Espaço detetadas.

 

Um Campo de Galáxias (infinitamente grande)

fazendo-nos lembrar uma vista da Terra (noturna)

Quando iluminada à sua superfície.

(comparativamente, infinitamente pequena)

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:58

08
Ago 18

[Cartão Turístico do Algarve – Verão 2018]

 

iss056e127068.jpg

Com o incêndio de Monchique – a 6 de Agosto – ao centro da imagem

Wildfires near the southern coast of Portugal and the Strait of Gibraltar

(nasa.gov)

 

Como o comprova a imagem da última segunda-feira (6 Agosto) registada a partir da Estação Espacial Internacional (ISS) incidindo (entre outras regiões) sobre a Península Ibérica (ao centro deste registo da ISS),

 

– E quando a ISS orbitava (a uns 400Km de altitude) ao longo da costa portuguesa –

 

IMG_4098.jpg

 

Pode-se observar claramente as densas nuvens de fumo espalhando-se pela atmosfera e dirigindo-se para o oceano Atlântico (uma oriunda das proximidades do Estreito de Gibraltar, outra tendo o seu foco na região do Algarve),

 

Originadas pelos violentos incêndios ocorridos nestes últimos dias no sul de Espanha assim como no de Portugal (neste último caso com o único foco – para já – a incidir em Monchique, mas atingindo desde já Portimão e sobretudo Silves):

 

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Um incêndio iniciando-se sexta-feira (3 Agosto) e logo sendo declarado controlado, para logo no dia seguinte (4 Agosto) se iniciar o Inferno (que se viu até hoje) atingindo o concelho de Monchique, de Portimão e agora de Silves. Já lá vão seis dias e com o incêndio aparentemente a alastrar.

 

Esta quarta-feira (8 Agosto) com os sinais do incêndio a chegarem aos céus da cidade de Albufeira, como sintoma da continuação do incêndio no concelho de Monchique e agora (como se já não bastasse) com o mesmo a projetar-se para um concelho adjacente (devido à ação dos fortes ventos e projeções) colocando-se a caminho da cidade de Silves.

 

IMG_4107.jpg

 

E ao fim da tarde de hoje dado o rápido avanço do fogo procedendo-se já ao abandono (obrigatório) da localidade de Enxerim (numa das entradas de Silves), num fogo cada vez mais parecendo incontrolável apesar dos 6 dias de luta, quase 1500 operacionais no terreno, cerca de 500 viaturas e uns 15 meios aéreos: pelos vistos insuficientes ou então mal comandados.

 

Para já com pouco mais de três dezenas de feridos, umas 200 pessoas deslocadas, já mais 20.000ha ardidos (o máximo nesta zona já atingido ultrapassando os 40.000ha); mas certamente com um espólio Natural destruído, dezenas de habitações queimadas e certamente (tendo-se iniciado já o prazo), centenas e centenas de pessoas direta ou indiretamente afetadas (algumas vezes para toda a vida) e com a vida interrompida.

 

(imagens: nasa.gov – Albufeira/08.08.2018/Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:10

07
Ago 18

“Olhando para o Céu Noturno que (por qualquer razão ainda por nós desconhecida) se abate sobre nós, poderemos estar a olhar (sem o saber mas sentindo-a) para a verdadeira Máquina do Tempo (de H. G. Wells e ansiada por todos nós) encarnando um Universo Vivo (de Jimmy Guieu e do seu livro L’ Univers Vivant – publicado em Portugal na extraordinária, já lendária e de culto, coleção ARGONAUTA/Livros do Brasil).”

 

PIA22564.jpg

Thin, red veins of energized gas

Mark the location of one of the larger supernova remnants

In the Milky Way galaxy in this image from NASA's Spitzer Space Telescope

(spitzer.caltech.edu)

 

Como a partir de uma simples observação do Céu Noturno (algo que o Homem já faz há milhares de anos inicialmente utilizando o dispositivo ótico básico – um dos seus órgãos dos sentidos, a Visão) – a partir da superfície terrestre – se consegue projetar através de uma associação de cores (olhando a tonalidade, sabendo o que significa/representa) – ou seja traduziro que na realidade se passa e/ou se passou naquela secção do Universo, visto como um Organismo Vivo.

 

Nesta imagem (PIA 22564 – Spitzer Spies Supernova Remnant HBH 3) da responsabilidade do Telescópio Espacial Spitzer (dirigido pelo JPL/NASA e utilizando infravermelhos) e utilizando o instrumento ótico IRAC (a câmara fotográfica), podendo-se ainda ver as cicatrizes deixada por uma SUPERNOVA (uma estrela que explodiu), neste caso (entre outras informações) a sua anterior localização: com finos veios de gaz de cor avermelhada e com intensa capacidade energética, a destacarem-se no registo fotográfico (PIA 22564) indicando o que sobrou da explosão de uma Supernova – como se algo se tivesse passado (integrando nela e para nosso aparente conforto a dupla Espaço/Tempo) num Organismo Vivo (como se fosse o nosso Corpo Humano) deixando no local sinais da sua existência e posterior transformação (Evolução). Ou seja um Testemunho.

 

E com as secções do Espaço definidas a branco indicando três zonas de formação de novas estrelas (a azul com comprimentos de onda de 3,6 micros a vermelho com 4,6). Aqui com o que sobrou da estrela que se desintegrou – a SUPERNOVA HBH3 com 150 anos-luz de diâmetro e provavelmente uma das maiores conhecidas (tendo explodido entre um mínimo de 80.000 anos até um máximo de 1 milhão de anos no passado) – a referir-se a um diâmetro comparável (sendo a de HBH3 de 150 anos-luz) a 1/666 do diâmetro da Via Láctea (e por outro lado a mais de 150X o diâmetro do Sistema Solar incluindo todos os cometas); num registo de Março de 2010 agora sendo editado (pelo JPL/NASA), quando dentro de cerca de três semanas o Telescópio Espacial SPITZER comemora o seu 15º Aniversário (em 25 de Agosto).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:40

30
Mai 18

Ao entardecer do passado dia 17 de Maio uma visão fabulosa (segundo Gianluca Masi) do céu colorido cobrindo a cidade (Eterna) de Roma ‒ num contraste de fatores envolvendo o azul de fundo do céu, o castanho-alaranjado do Sol e ainda nuvens escuras de passagem‒ observando-se debaixo do mesmo (céu) a cúpula da Basílica de São Pedro: e por cima dela (da basílica) sobressaindo dois pontos luminosos no céu, um mais perto de nós ‒ a Lua (por sinal o de mais pequena dimensão pouco mais de 1/4 do nosso planeta) a 384.400Km da Terra ‒ o outro mais afastado ‒ Vénus (por acaso o de maior dimensão ligeiramente mais pequeno que o nosso planeta) a 41.400.000Km da Terra. Deixando-nos aqui na Terra olhando para o Céu e penetrando o Espaço.

 

MoonVenusRome_17may2018.jpg

Pôr-do-Sol

 

Num dia em que Gianluca Masi (o autor do retrato) apanhou uma conjunção envolvendo quatro vértices de um mesmo cenário, incluindo na sua lista de protagonistas (sendo estes provavelmente infinitos) o Sol, a Lua, Vénus e a Basílica de São Pedro (aquelas projeções localizadas mais perto de nós): provavelmente sendo um fenómeno vulgar (dado o número deste tipo de aparições) mas justificando mais do que nunca (dada a sua beleza) uma olhadela ao céu (sobretudo ao entardecer ou então ao amanhecer, devido às fabulosas composições coloridas; nesses períodos de tempo apesar de limitados com sucessivas mudanças de cores). Mostrando-nos o maior e mais importante (a nível mundial) edifício do Catolicismo.

 

(imagem: Gianluca Masi/virtualtelescope.eu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:39
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05
Mar 18

[Ou talvez não ‒ bastando para tal compreendê-los.]

 

Mais um fenómeno de natureza desconhecida (estranho, luminoso, cintilante e em movimento) registado por um astrónomo amador (David S) no passado dia 2 de Março (sexta-feira) ‒ quando o mesmo observava o céu (noturno) através do seu telescópio (um Celestron 130). Num fenómeno provavelmente com uma explicação lógica e talvez mesmo com intervenção Humana (tendo o Homem já ultrapassado com as suas sondas automáticas os limites do Sistema Solar), mas que outros teimam talvez com razão poder ter outra explicação.

 

C04.jpg

Um orbe ou uma bola de plasma …

 

Como se pode ver pelas duas imagens deparando-nos com um objeto circular e aparentemente meio transparente ‒ e como que pulsando à medida que se vai deslocando (e desvanecendo) no Espaço ‒ não se compreendendo bem o que seria, mas levando logo a interpretações: “The short footage shows a strange object that looks like a kind of transparent plasma ball with a being or alien residing inside the ball.” (ufosightingshotspot.blogspot.pt). Podendo no entanto ser outra (a explicação) imediata (de aceitação) e bem credível.

 

C05.jpg

… Ou simplesmente o rasto de um foguetão

 

Deste facto relatado no site (alternativo) e testemunhado por um astrónomo (amador), podendo-se afirmar estar-se perante um fenómeno talvez mais comum (do que se pensa) do que raro, talvez já visto por muitos (com outra forma mais usual e passando despercebido) mas nunca sendo associado (com outros menos comuns logo menos observados e conhecidos) e de imediato (na nossa memória) arquivado: (1) podendo ser um orbe ou uma bola de plasma (neste caso com um ser no seu interior) ou então e simplesmente (2) o movimento de um objeto (por exemplo de foguetões) deixando para trás o seu rasto.

 

(dados: ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒imagens: David S/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:25

28
Jun 17

Para nos mantermos vivos precisamos sempre de um extra

(se não vindo da Terra porque não vindo dos Céus?)

 

Num dos últimos fins-de-semana (sábado/17 de Junho) e observando os raios do Sol atravessando as nuvens aqui e ali dispersas um pouco por todo o Céu, um residente no estado norte-americano do Texas deslocando um pouco mais para um dos lados o seu ângulo de visão, deparou-se com um fenómeno pouco comum (e para a maioria estranho) que filmado e posteriormente editado suscitou as mais diversas origens e/ou interpretações.

 

6.jpg

Num Céu a intervalos parcialmente encoberto

(e com os raios solares atravessando as diversas camadas de nuvens)

 

Perante os seus olhos e das objetivas da sua câmara sendo bem visível o aparecimento de uma figura bem definida, de forma circular e de tons laranja/avermelhado, podendo a mesma (figura) ser suscetível das mais diversas explicações, umas mais naturais (e aceitáveis) mesmo mais tarde constatando-se erradas, outras artificiais e mais difíceis de engolir (só mesmo por marginais e adeptos da conspiração) mesmo podendo tocar a verdade.

 

5.jpg7.jpg

Fenómeno de reflexão/refração num duplo Arco-Íris?

(ou então um elemento-extra como o será Nibiru)

 

Sugerindo-se pelo menos duas possibilidades para assim se contemplar (democraticamente) os dois lados: um fenómeno resultando de casos de reflexão/refração entre as diversas camadas que constituem a atmosfera, em certas condições de tempo e de temperatura (por exemplo com Sol e Chuva) podendo originar entre outros o aparecimento do Arco-Íris; ou então (e mesmo só para aqueles que ainda acreditam no menino Jesus) podendo ser Nibiru.

 

No fundo e como explicação oficial/oficiosa do fenómeno, tratando-se muito simplesmente de “An atmospheric phenomenon that consists of a bright spot to the left and/or right of the Sun. A pair of sun dogs often flank the Sun” (Wikipedia.org). Ou então talvez não.

 

(imagens: UFO MAN/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:46

07
Mai 17

Se integramos todos o mesmo Mecanismo (o Sistema Solar),

Então é porque haverá mesmo algo de comum (entre planetas).

 

A caminho dos 45Km percorridos desde que aterrou em Marte em 25 de Janeiro de 2004, o veículo motorizado transportado a partir da Terra a bordo da sonda OPPORTUNITY, encontra-se de momento a caminho de uma nova região há muito desejada pelos cientistas, para uma mais detalhada e profunda exploração: o Vale da Perseverança.

 

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1-2-3-4

A partir da superfície de Marte a observação de um fenómeno astronómico

Contando com a participação de vários corpos celestes

 

Viajando desde há longo tempo pelas periferias deste vale de Marte e pelos indícios até aí recolhidos desde as suas primeiras observações, suscitando de imediato grande interesse por parte dos cientistas responsáveis pela missão, não só pelas propriedades geológicas do terreno como pelos indícios que o mesmo poderia transmitir e confirmar.

 

Pelas características do terreno e pelo leito rochoso onde o mesmo assentaria, podendo-se estar perante mais um contributo para a confirmação da teoria de que há biliões de anos atrás o planeta estaria parcialmente coberto por um extenso oceano, com este vale eventualmente a ser mais uma prova, talvez apresentando fraturas ou até evidências de linhas de costa.

 

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5-6-7-8

Um evento celeste no qual um objeto se interpõe entre outros dois

Neste caso com um objeto em trânsito a interpor-se entre outro e Marte

 

Um Mundo que em muitos aspetos nos faz lembrar quase o nosso (a Terra), hoje e na sua base (estrutura) incentivando-nos para a concretização dessa associação (Terra/Marte) ‒ com a mesma forma, rochoso como o nosso planeta e preenchido por extensos cenários muito semelhantes a alguns dos nossos ‒ mas que na sua cobertura se torna no nosso simétrico, aparentemente desprovido de água, atmosfera e vida.

 

Nesta sequência de oito imagens (1 a 8) registadas a partir da superfície do planeta Marte (pelas câmaras do Rover Curiosity), observando-se um fenómeno de interposição (envolvendo dois corpos) que nós poderíamos afirmar ser em tudo parecido (visualmente) ao ocorrido entre a Terra e a Lua: quando a mesma se interpõe entre a Terra e o Sol (o outro elemento).

 

(imagens: câmaras/Opportunity Rover/SOL 4721/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:52

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