Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Jun 19

[Entre outros para a Pele a para os Pulmões.]

 

“Neste Verão de 2019 no Hemisfério Norte e à entrada das Férias Grandes

(com muito Sol e muita Luz)

− Integrando o Menu Climático

com as Radiações a serem altas tal como o teor de CO₂.”

 

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Os Espíritos Vermelhos

 

Com a Radiação a nível da Atmosfera (mais rigorosamente da Estratosfera, onde andam os balões meteorológicos) a aumentar, o mesmo acontecendo aos níveis de Dióxido de Carbono (CO₂) nela presentes – “atingindo um novo record no passado mês de Maio– estarão provavelmente reunidas todas as condições “ideais e experimentais” para nos lançarmos num voo turístico/científico (os aviões circulam logo abaixo dos balões, na Troposfera) até um qualquer paraíso terrestre, para aí usufruirmos finalmente de uma atmosfera (marítima e/ou continental) não stressada nem poluída (por exemplo pela poluição automóvel) ou seja de “Boa Qualidade”.

 

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Radiação Estratosférica

 

Mas pelos vistos com essas condições ambientais (proporcionadas ao viajante) a serem mais científicas do que turísticas, garantindo a partida e a chegada (e ainda a estadia) de mais uma das nossas Aventuras (e Descobertas), mas em contrapartida podendo transportar consigo (contaminando-nos no processo) o “vírus” da nossa futura destruição, como consequência de exposição a radiações excessivas e a atmosferas cada vez mais rarefeitas e irrespiráveis (“por defeito em oxigénio”): entre Março de 2015 e Julho de 2018 com a radiação a nível da Estratosfera (entre os 20Km e os 50Km) a subir 18% e nos últimos 60 anos com a presença de CO₂ a atingir um novo Recorde.

 

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Níveis de CO₂ na atmosfera

 

Esperando-se que chegados ao Verão as plantas na sua fase de crescimento cumpram a sua função (mais uma vez e cada vez mais por nós), libertando-nos dos nossos excessos de produção descontrolada de gases de estufa (CO₂). Já quanto aos efeitos da radiação e do conhecimento de como evitá-las sendo o problema de mais difícil solução, já que se por um lado a intensidade dos Raios Solares (em princípio menos perigosos, mais conhecidos) diminuíram dado o Sol estar a atravessar uma fase fraca do seu ciclo solar (de cerca de 11 anos e de momento num dos seus mínimos de atividade) por outro lado e aproveitando a ocasião (com as nossas diversas camadas de proteção por diversos motivos enfraquecidas) e as “brechas” entretanto reabertas, com os Raios Cósmicos a ocuparem o lugar dos raios antes emitidos (pelo Sol), sendo estes últimos mais penetrantes, radioativos e perigosos.

 

E com as temperaturas médias sempre a subirem, mês após mês, ano após ano, com o “Caldo” a compor-se e com um “traço irreversível (pelo menos para nós fazendo parte do ensopado).

 

(imagens: Red Sprites/Frankie Lucena/May 10, 2019/@ International Space Station − spaceweather.com – noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:15

30
Out 18

Com o Exércitos Solar a recuar (para a sua necessária manutenção) desde as fronteiras do Sistema (Solar) deixando territórios seus desprotegidos (mesmo nas proximidades do seu Quartel-General), outros exércitos se aproveitam – como o Exércitos Cósmico – para se introduzirem no Sistema intrometendo-se no Esquema (do nosso Sistema Planetário com um calhau tendo Vida): e oriundos do exterior (como tal desconhecidos) podendo ser perigosos.

 

Cosmic rays crashing into our planet's atmosphere produce a spray of secondary particles and photons.

 

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Radiação Estratosférica

(Céus da Califórnia/EUA)

Constatando o crescimento dos Raios Cósmicos

Desde o ano de 2015 até ao presente

 

Agora que o SOL atravessa um período de baixa atividade provavelmente por se encontrar a caminho de um dos seus mínimos – com o 24º Ciclo Solar (com os ciclos do Sol a terem uma duração média de 11 anos) iniciado em Dezembro de 2018 (e com o seu período de máxima atividade a ser reportado a Abril de 2014) a aproximar-se do seu fim dando início ao 25º Ciclo (num registo e estudo dos Ciclos Solares iniciado em 1755) – a ação dos Raios Solares atingindo o nosso Planeta (a TERRA), Atmosfera e Superfície e inevitavelmente afetando todas as formas de Vida (como o HOMEM) – evoluindo neste seu Ecossistema (Terrestre) – têm vindo progressivamente a diminuir, como o demonstra a menor intensidade registada nas CME emitidas (ejetadas a partir da coroa solar e podendo ou não atingir o nosso planeta) e o nº crescente de dias sem Manchas Solares (visíveis). E com o 24º Ciclo Solar a caminho do seu 10º Aniversário (Dezembro de 2018) prevendo-se para 2019/20 (final/início) a mudança para o ciclo seguinte (o 25º): e eventualmente e como consequência com os RAIOS SOLARES a atingirem-nos mas com baixa intensidade. Deixando a porta aberta para os outros (em princípio mais perigosos): os RAIOS CÓSMICOS.

 

As 2018 comes to an end, Solar Minimum appears to be just getting started. Cosmic rays could continue to increase for years to come.

 

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O Sol

(a 25 de Outubro de 2018)

Sem manchas solares visíveis

Este ano com um máximo s/ manchas (o 3º desde 2006) de 173 dias

 

E a partir de um estudo publicado na spaceweather.com – utilizando balões circulando a alta-altitudepodendo-se constatar de imediato a ocorrência de tal fenómeno (decrescimento nos raios solares e crescimento nos raios cósmicos) no que diz respeito aos céus dos EUA, com a ação dos Raios Cósmicos a intensificarem-se de uma forma gradual assim como preocupante desde o ano de 2015. Numa monitorização da presença de RAIOS-X, de RAIOS GAMA e de NEUTRÕES na atmosfera (sobretudo sobre o estado da Califórnia/EUA) registando em certos pontos aumentos na ordem dos 20/30%! Sendo assim fácil de entender que enquanto atravessando um Mínimo (de atividade do Sol, sem manchas e sem CME relevantes) a ação dos RAIOS SOLARES decrescerá (visivelmente) sendo esse mesmo espaço (e tempo) substituídos pelos RAIOS CÓSMICOS: “Cosmic rays are the subatomic debris of exploding stars and other violent events. They come at us from all directions, 24/7. Normally, the sun's magnetic field and solar wind hold cosmic rays at bay--but during Solar Minimum these defenses weaken. Deep-space radiation surges into the solar system.” (spaceweather.com)

 

Cosmic radiation at aviation altitudes is typically 50 times that of natural sources at sea level. Pilots are classified as occupational radiation workers and, flight attendants face an elevated risk of cancer compared to members of the general population.

 

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24º Ciclo Solar

(e ponto do ciclo onde nos encontramos)

A caminho de um mínimo e de uma mudança de ciclo

Lá para o final de 2019/início de 2020 e aí iniciando-se o 25º ciclo

 

Face a esta exposição informativa (anterior) referindo-se aos Raios Solares e aos Raios Cósmicos à sua origem, penetração e influência na futura evolução do nosso Sistema Solar – e conhecendo-se antecipadamente a rota de colisão de galáxias em que se encontram a Via Láctea (a nossa) e Andrómeda (nossa vizinha) – sendo necessário diferenciar as consequências da ação de ambos: e (já agora e dado os efeitos no Ecossistema terrestre) nunca podendo haver comparação possível que se faça (solar/cósmico), dado um deles ser apenas LUZ (comum) – os Raios Solares – e o outro Pura Radiação, emitida por partículas fortemente energéticas (sobretudo protões, com produção de raios cósmicos secundários os muões) – os Raios Cósmicos. E sendo a LUZ (Raios Solares) uma radiação de natureza (e suas ondas) eletromagnética (originada no Sol) – com as outras radiações (Raios Cósmicos) apresentando-se (na sua forma) como partículas subatómicas (como eletrões e protões) extremamente energéticos e penetrantes (originadas em Supernovas e Buracos-Negro) e aparentemente muito mais perigosos para a Terra (e para a Vida) – sendo fácil de compreender a preocupação de todos nós ainda mais com a Terra de momento (mais) desprotegida: com o seu Campo Magnético (terrestre) enfraquecido (barreira de proteção) sendo muito mais vulnerável a tudo vindo do exterior (com a terra a enfraquecer as barreiras dada a baixa atividade Solar).

 

(dados e imagens: spaceweather.com)

 

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:03

15
Mai 17

“Spaceweather.com and the students of Earth to Sky Calculus have been monitoring radiation levels in the stratosphere with frequent high-altitude balloon flights over California. Here are the latest results, current as of May 6, 2017”. (spaceweather.com)

 

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De 2015 a 2017 um crescimento de 13% na intensidade dos raios cósmicos

(podendo ser problemático andar muito de avião)

 

Agora que nos aproximamos do Verão (que se inicia a 21 de Junho) e como consequência nos inclinamos cada vez mais para a frequência da praia e do mar (em Albufeira), convém recordar a todos aqueles que por diversos caminhos se aproximam destes lugares à procura de um lugar de lazer e de prazer (no litoral como poderia ser no interior), que todos os cuidados são poucos mesmo quando (aparentemente) não vamos para a Guerra ‒ quando como todos nós sabemos (na praia) se procura a frescura e a Paz.

 

Num momento em que com a aproximação da estação do Verão a ação dos raios solares (no Hemisfério Norte) se acentuará sobre nós ‒ não só pela sua maior intensidade, como pela nossa maior exposição ao utilizar vestuário reduzido ‒ obrigando-nos a maiores cuidados na proteção do nosso corpo (como é o caso da parte mais exposta a pele) e a comportamentos de proteção de modo a evitar possíveis efeitos (nocivos): por exemplo se fosse hoje (15 de Maio) e dado os índices ultravioletas extremamente elevados registados do Tejo para baixo (Alentejo e Algarve) 9/Muito Elevado, aconselhando-se a ir para a praia mas se possível vestido (de chapéu e óculos-de-sol).

 

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Previsão IUV para esta segunda-feira, 15 de Maio

(com o Sul de Portugal em destaque)

 

E se por um lado alguns poderão alegar na ânsia de irem para a praia e como justificação para tal procedimento que a estrela que nos aquece se encontra num Ciclo de Baixa Atividade Solar ‒ o Sol encaminha-se para um mínimo (talvez lá para 2019) pelo que a sua atividade tende a diminuir ‒ por outro lado não nos poderemos esquecer que segundo medições sendo entretanto realizadas os raios cósmicos estarão a aumentar: pelo que se os efeitos nocivos de uns se atenuam (raios solares) logo outros os substituem (raios cósmicos), com estes últimos em nada melhores que os efeitos dos primeiros (talvez mesmo pelo contrário).

 

Pelo que enquanto as manchas solares diminuem e a atividade do Sol se mantem relativamente calma (sem grandes explosões e CME) e deixado o espaço livre pela diminuição de raios solares, logo os oriundos de mais longe e potencialmente mais perigosos (raios cósmicos) ocupam o seu lugar e bombardeiam de imediato a Terra: com a atmosfera que nos rodeia e protege a ser o nosso primeiro escudo de defesa (e do nosso planeta) e no entanto com esta enfraquecida por alguma instabilidade geomagnética (no campo magnético terrestres). Tendo assim sempre em atenção como vai o Ciclo Solar (mínimo correspondendo a menos proteção contra os raios cósmicos) e não custando mesmo nada o controlo dos raios solares sobretudo os ultravioletas (bastando consultar o IPMA na seção Ambiente).

 

(imagens: spaceweather.com e ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:25

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