Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Jan 21

ʺRecolher obrigatório às 13:00

e proibição de circulação entre concelhos

no próximo fim de semana.ʺ

(24.sapo.pt)

 

How-the-Internet-of-Bodies-IoB-Will-Literally-Conn

 

E à medida que a falsa Descentralização ─ da Democracia ─ fixando os seus representantes locais, os vai afastando progressivamente do ponto central e foco principal ─ do Poder ─ onde se localiza e se decide tudo, reforçando prioritariamente (por necessidade de evolução e de adaptação) a Centralização em vigor ─ secundarizando o social (o Sujeito) e dando primazia ao económico (o Objeto) ─

 

Tudo devidamente justificado pelo agravamento ─ com a chegada da Pandemia ─ da crise social-económico-financeira pré-existente,  impondo inevitavelmente para sobrevivência do Poder a opção única por um Reset Unilateral (por não social) Económico-Financeiro

 

Assiste-se neste aparente interlúdio desta Pandemia ─ com o novo normal a banalizar a evolução crescente dos números, ignorando o seu peso e significado, e equiparando as consequências da 1ª vaga aos da 2ª vaga ─ sem medo e sem grande urgência de resolução desta grave Crise Humanitária Global, a uma lenta continuação da readaptação dos diferentes Blocos (e seus interesses), agora que os EUA assumem uma nova (será?) liderança e enquanto a China e a Rússia prosseguem desde há muito a construção e consolidação do seu caminho.

 

Em Portugal e apesar da atual Presidência da EU, com os nossos representantes políticos (por formação e como sempre) aguardando pacientemente pelas notícias oriundas lá de fora ─ “á boleia na autoestrada” ─ sendo duros se os outros o forem e moles sendo tal necessário. E ainda no Algarve com o rápido acelerar da crise socioeconómica e sendo obrigatório esconder de tudo um pouco (ou muito) ─ ou ela “explode-nos nas mãos” ─ com o crescimento dos números (Covid-19) a obrigarem-nos de novo a um novo confinamento.

 

Passado o Natal, a Passagem de Ano e revelados os números (Covid-19), sendo mais um dos locais (de Albufeira) afetado pelas migrações desta quadra (festiva), certamente por razões mais altas (invocando e utilizando mais uma vez as famílias) temporariamente consentidas: e até com o meu rolo de carne, especial e encomendado (para um repasto familiar), a ter de ser suspenso com o recolher obrigatório.

 

(imagem: humansarefree.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:08

23
Fev 14

“No meu país a elite vende as nossas memórias e valores – o sujeito e o objecto – e subverte a sua própria ética particular – prostituindo-se de novo: mata-nos por abandono e morre da doença”.

 

O único país conhecido sobre a face da Terra que foi capaz de manter o equilíbrio fundamental – para a sua manutenção no lugar de topo da hierarquia mundial – entre a força da espingarda (da arma) e o poder do canudo (do diploma). Agora transformando-se progressiva e inexoravelmente num autêntico estado pré-ditatorial, inicialmente controlado por um aglomerado indeterminado de grandes corporações internacionais, que inevitavelmente se terão que associar em grandes conglomerados, que se irão por sua vez e através da aplicação da lei do mais forte e do mais poderoso, aniquilar-se mutuamente até ficar só um: o Estado Privado Perfeito à imagem do Paraíso de Deus.

 

USA/CSA

 

Impondo durante estes últimos anos da história da civilização mundial todo o seu poderio económico e militar, este país soube tirar partido da sua estratégia de mercado ultra expansionista – não reconhecendo fronteiras por supremacia militar – para extrair do lado de fora das suas fronteiras os seus cérebros mais brilhantes e promissores, prometendo-lhes o sonho nacionalista do país e os futuros brilhantes que aí vinham. Ao mesmo tempo que assentava toda a sua estrutura de dominação sobre uma base de sustentação dirigida prioritariamente ao desenvolvimento da sua indústria militar, tornado sector de topo e prioritário para todo o desenvolvimento económico e comercial, através do controlo da venda e da circulação de armas em todos os mercados espalhados um pouco por todo o mundo: no fundo uma globalização para uma mais eficaz centralização.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:07

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