Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Nov 18

E podendo existir uma outra SUPERNOVA bem perto de nós:

“The supernova catalogued as SN 2017ein

Appeared near the center of the nearby spiral galaxy

NGC 3938

Located roughly 65 million light-years away.”

(eurekalert.org/15.11.2018)

 

Segundo os cientistas com a distância mínima de segurança (tendo como centro a TERRA e o HOMEM) para com o aparecimento de uma SUPERNOVA, a estar entre os 50 e os 100 anos-luz de distância. No caso da SUPERNOVA G54.1+0.3 (com uma extensão de cerca de 17 anos-luz) com a mesma distando cerca de 20.000 anos-luz da Terra, logo não havendo problema.

 

PIA22569.jpg

SUPERNOVA G54

(Telescópio SPITZER – PIA 22569)

Editado em 16.11.2018

 

Uma imagem (aqui registada pelo telescópio SPITZER da NASA) do remanescente da SUPERNOVA G54.1+0.3 (um EVENTO ASTRONÓMICO resultando da EXPLOSÃO de uma ESTRELA aquando dos seus últimos momentos de vida) apresentando no seu centro (na mesma região do Espaço) e como resultado dessa explosão uma ESTRELA de NEUTRÕES: por vezes e durante a evolução da mesma (e não conseguindo manter o seu núcleo central estável) com a Estrela (de neutrões) a colapsar dando origem a um BURACO NEGRO.

 

Cor

Interpretação

Vermelho

 

Ondas de rádio

Verde

Raios infravermelhos

(comprimento de onda 70 µm)

Azul

Raios infravermelhos

(comprimento de onda 24 µm)

Amarelo

 

Raios-X

 

Incluindo nessa imagem – da SUPERNOVA G54 – e por ela emitida (e posteriormente interpretados), ondas de rádio, raios infravermelhos e raios-X: no centro da mesma com uma intensa fonte de RAIOS-X (a AMARELO) e com as outras emissões a serem reportadas à presença de POEIRAS (a AZUL e a VERDE) – incluindo SÍLICA (dióxido de silício ou SiO₂). E no caso desta SUPERNOVA (tal como o afirma a NASA): “G54.1+0.3 contains a special type of neutron star called a pulsar, which emits particularly bright radio and X-ray emissions”.

 

PIA12982.jpg

SUPERNOVA G54

(Telescópios SPITZER e CHANDRA – PIA 12982)

Editado em 29.03.2010

 

Uma SUPERNOVA já anteriormente estudada e fotografada pela NASA – através da utilização dos seus telescópios CHANDRA e SPITZER – desde há vários anos debruçando-se sobre o colapso da anterior Estrela (dando origem à SUPERNOVA) e da expansão dos materiais daí resultantes pelo Espaço envolvendo-a, engolindo tudo – mesmo outras estrelas vizinhas – no seu caminho. Como já o afirmava (a dita NASA) em 2010: “Scientists think the stars in the image are part of a stellar cluster in which a supernova exploded. The material ejected in the explosion is now blowing past these stars at high velocities”.

 

E com a maior candidato a explodir mais perto de nós no período mais curto de tempo a ser o Sistema Binário de Estrelas denominado IK PEGASI (um sistema com duas estrelas), distando de 150 anos-luz da Terra – em princípio Fora da Zona de Perigo – e explodindo (segundo as previsões) dentro de 5 milhões de anos: talvez já não contando (por bons ou maus motivos) com a Terra e com o Homem (pelo menos por estas Dimensões, assim como por estes Parâmetros).

 

(fonte e imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:29

31
Jul 16

Utilizando telescópios capazes de observar os pontos mais distantes de toda esta região infinita do COSMOS (em constante transformação) que nos envolve e ao nosso conjunto planetário (instrumentos equipados da tecnologia mais avançada atualmente disponível e servindo-se dos mais variados métodos e processos de deteção e registo), podemos hoje em dia visualizar e conhecer bem melhor muitos dos locais distantes no Espaço e que ao longo do tempo nos têm despertado a atenção e a curiosidade.

 

PIA20865_modest.jpg

Numa área do espaço repleta de buracos negros

Com os mais maciços representados a azul

(observação a raios-X)

PIA 20865

 

Sendo esse o caso dos telescópios CHANDRA e NuSTAR (lançados pela NASA em 1999 e em 2012 respetivamente), aqui aplicando a tecnologia associada à utilização dos raios-X para a deteção de buracos negros emitindo com mais alta ou baixa energia. Na imagem anterior mostrando-nos no interior de um vastíssimo campo pejado de galáxias, buracos negros super maciços emitindo raios-X com elevadíssima energia (uns 32 representados a azul) e outros emitindo raios-X de menor energia (pontos de outra cor).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:44

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