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A Cara de Zhurong

Sexta-feira, 18.06.21

Dividindo virtualmente o Globo Terrestre em 2 Hemisférios e subdividindo-os de seguida, obtendo-se no final 4 partes iguais de uma mesma esfera (simbolizando a TERRA): o Hemisfério Norte Ocidental (HNOC), o Hemisfério Norte Oriental (HNOR), o Hemisfério Sul Ocidental (HSOC) e o Hemisfério Sul Oriental (HSOR).

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ROVER ZHURONG

(e as suas extraordinárias parecenças de cara, com o robot WALL-E)

 

Os dois primeiros hemisférios ─ localizados a NORTE, o HNOC e o HNOR ─ representando o “Clube-dos-Ricos” (CDR), ou seja, dos países mais desenvolvidos científico-tecnologicamente do nosso planeta, enquanto os outros dois hemisférios ─ localizados a SUL, o HSOC e o HSOR ─ representando por comparação e contraste (económico/financeiro e científico/tecnológica) o “Clube-dos-Pobres” (CDP).

Na Hierarquia Mundial do Poder e descartado desde já o Hemisfério Sul integrando o CDP, restando-nos quanto à discussão da liderança e supremacia planetária o Hemisfério Norte (e rico), uma parte situada a Ocidente e outra situada a Oriente: a ocidente e liderando (com pretensões em manter essa liderança) o seu hemisfério (HNOC) estando o “Bloco de Washington” e a oriente liderando-o (com pretensões de assumir o protagonismo, substituindo o líder anterior) estando o “Bloco de Pequim” ─ em conluio com outro bloco pré-existente o Bloco de Moscovo.

Os EUA liderando o “Eixo do Bem” conjuntamente com os seus Aliados da Europa Ocidental (países satélites) e ainda o Canadá, o Japão e a Austrália (representados no agora ─ afastada a Rússia do clube principal, tal como o fora antes Plutão, sem necessidade nem critério ─ “Clube-Oficial-de-Satélites” dos EUA, o G7) e mantendo o cenário montado (por uma das partes, desde sempre controlando e calibrando o processo) integrando uma balança com dois pratos necessitando no mínimo de equilíbrio (se não se conseguir manter o terreno inclinado para o mesmo lado) ─ e até para, como novos cruzados, “protegermos a nossa intervenção/interpretação moral” ─ estando a China liderando o “Eixo do Mal” coadjuvada pela Rússia (a sua poderosa guarda-militar).

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PLANÍCIE UTOPIA

(onde há biliões de anos, poderá ter existido água)

 

Potências Globais só existindo de facto três, os EUA (atual líder Mundial), a Rússia (herdeira da URSS) e a China (a grande potência emergente), tudo o resto sendo “paisagem” pejada de falsos decisores, quando muito sendo interlocutores fazendo papel de intermediários (aparecendo nas folhas de transações): como será o caso do Reino Unido, da Alemanha e da França (só para citar a Europa), mesmo que apresentando economias superiores tendo no contexto global e atualmente o mesmo peso de países como a Índia, o Paquistão, a Coreia do Norte e até Israel, integrando a lista de países (nove países) com armamento nuclear.

 

Todos os nove países tendo já feito o seu teste nuclear, tendo foguetões capazes de transportar ogivas nucleares e ainda com alguns deles a terem já o seu próprio arsenal não vá este vir a ser necessário: com os EUA e a RÚSSIA a deterem a esmagadora maioria das ogivas nucleares (em conjunto e em partes iguais, no mínimo uns 90%), seguindo-se a grande distância o Reino Unido e a França (talvez aí já se incluindo a China) e ainda os “rebeldes e perigosos” (podendo desestabilizar desde já, toda uma região/continente) a Índia/Paquistão/Coreia do Norte.

Sendo, pois, com muita tristeza que depois da reunião do fantasmagórico G7 ─ nada de novo comunicando ao Mundo senão as pretensões dos EUA e a habitual submissão dos seus Aliados ─ seguido do (por expetativa) pobre encontro Biden/Putin ─ nada tendo que se saiba os norte-americanos apresentado que fizesse sobressaltado minimamente o Mundo ─ nos viremos para fora deste Mundo cada vez mais Estranho para todos Nós (os Humanos), ainda-por-cima sendo-o repetitivo (utilizando simplesmente as mesmas estratégias) intoxicante e doentio: e olhando para fora de casa espreitando visões do nosso futuro ─ estendendo-se para além do horizonte físico, não só dos nossas perceções, como de todos os nossos sentidos ─ chegando-se ao Espaço Exterior penetrando-o na nossa imaginação e sem contar com tal coisa (antes produto da nossa imaginação ou pretensamente sendo ficção) deparando-nos com algo de familiar já a uma bem apreciável distância (MARTE): WALL.E o robô da PIXAR.

E sabendo-se inconscientemente e por vocação (político-ideológica)  termos sempre a tendência de procurarmos em tudo o que vemos (e que nos é apresentado) um retrato normalizado da nossa realidade (algo que já conheçamos) ─ até para nossa segurança (e da estrutura que nos suporta), dispondo de “um espelho” logo ali à mão ─ imediatamente e mesmo com um argumento ”fantasioso/falacioso” invocando “o registo da patente” (de tal produção) sendo norte-americana ─ e não chinesa ─ replicando e não pagando os direitos de autor”.

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WALL-E

(a pretensa musa inspiradora de Zhurong)

 

Olhando para a superfície do planeta MARTE ─ região onde está inserida a planície UTOPIA ─ e para o ROVER ZHURONG aí tendo chegado no passado dia 14 de maio, com o testemunho a ser desde logo transmitido à chegada (segundo a nossa visão ”Ocidental”) deste veículo terrestre a um outro mundo e planeta do nosso Sistema Solar, que não o nosso a Terra (ou o seu satélite natural próximo a LUA) ─ ou seja a um Mundo Alienígena e sendo poucos os exemplos (terrestres ou extraterrestres, que se saiba) a conseguirem-no ─ a ser interpretado/traduzido/divulgado como uma réplica do robot da PIXAR/WALT DISNEY (MADE in USA) WALL-E.

Não sendo familiar direto de WALL-E sendo uma réplica chinesa (adaptada) do mesmo. E não se estando propriamente a olhar para uma missão espacial chinesa, mas para mais um seu evento publicitário e de marketing global, com “selo” inspirador norte-americano (como se fosse uma espécie de garantia, uma bênção dos outros). Pouco importando a China depois de ultrapassada a Rússia, tendo já iniciado o processo de ultrapassagem talvez mesmo a curto-prazo dos EUA, concorrendo com os EUA na Exploração e Conquista do Espaço, no envio de sondas automáticas a outro mundos, na construção de uma Estação Espacial (própria), no envio de astronautas para o Espaço (os primeiros tendo sido já enviados para o módulo central da sua estação) e apontando para um objetivo ambicioso tal como nos EUA, apontando de novo para a LUA (como um retomar da missão da Humanidade) e de seguida para MARTE.

Hoje vendo-se a China a aplicar o sonho (com ZHURONG), reivindicado, mas não executado por outros (com WALL-E) ─ tornando-se notórios e relevantes, nem que seja inspirando-se num herói dos bonecos (ou dentro de nós não subsistisse algo de importante, sendo oriundo da nossa infância): ao olharmos para WALL-E/ZHURONG confirmando, que muito do que imaginamos (não passando de sonhos, de ficção) integrava a realidade (em antecipação). Logo e para nossa total felicidade talvez excedendo as expetativas, desenrolando-se num “Outro Mundo”: um sonho a concretizar-se num ouro sonho, constituindo a realidade dos próximos ano e gerações.

(imagens: cnsa.gov.cn/Wall-E Animation/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:18

Guerra Fria.2 ─ Há 3/4 de século envolvendo Terrestres e Alienígenas

Segunda-feira, 07.06.21

Perante o que acontece no nosso planeta por intervenção direta da sua espécie dominante, ainda nos questionamos se estes “Jogos de Guerra” tem intervenção Terrestre ou Extraterrestre, como se estes últimos estivessem particularmente interessados em nós e igualmente obcecados, em estabelecer contactos bilaterais (como nós o desejamos, no mínimo sendo-o entre iguais). Estando o Homem num nível de evolução primitivo (subvalorizando a sua parte mental, espiritual) e selvagem (sobrevalorizando a sua componente física, material), não compreendendo o mecanismo de utilização plena do eletromagnetismo/onde reside a Alma do Universo e do funcionamento “sem cortes” do nosso cérebro/onde reside a Alma do Homem.

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Recuando aos inícios dos tempos da Guerra Fria, coincidindo com o fim da 2ª Guerra Mundial e com a necessidade de, aproveitando o momento de serem um dos grandes Vencedores ─ conjuntamente com a URSS, esta tendo direta e ativamente participado no conflito ─ os EUA poderem arrancar para um período histórico de supremacia global ─ tomando como referência o fim da URSS (1991) mais de 40 anos, mas persistindo ainda hoje com o ressuscitar da Rússia (de Putin) mais de 70 anos ─ em 2021 precisamente 76 anos passados sobre o principal argumento para o início e eternização da Guerra Fria (o fim da WW2) e mantendo assim a guerra e a sua respetiva máquina e estrutura militar em atividade, em evolução e em movimento (como qualquer organismo vivo, querendo persistir), os EUA parecem querer voltar de novo à carga introduzindo uma nova geração de Guerra Fria mas agora readaptada ao presente século (antes o séc. XX, agora o séc. XXI), juntando no mesmo saco os seus agora dois grandes adversários e inimigos (sendo todos capitalistas e abandonada a ideologia, em busca única/exclusiva do controlo e do lucro), a Rússia como sucessora da URSS e aquela que poderá ser a grande potência global futura substituindo na liderança do Mundo os EUA (e apoiada estrategicamente na retaguarda/vanguarda pela Rússia) a CHINA, impondo aí ao ocidente (Bloco EUA/Europa) o Império do Oriente (Bloco China/Rússia), desde os tempos dos Cruzados representando o Oriente (reafirmado por muitos dos nossos mestres e professores) o Lado do Mal.

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E para se reacender a mentalidade da Guerra Fria e desse modo se obter uma “Guerra Fria Ponto 2”, nem sendo necessário recorrer a uma nova/ou novas inovações, mas dado o trabalho já realizado e à experiência entretanto adquirida ─ e melhorada/aprofundada ─ tendo-se apenas de recorrer aos arquivos, estudá-los e reaplicá-los (tendo em consideração a distância e a enorme evolução/revolução tecnológica ─ passando pela Lua e pelo Vale do Silício ─ entretanto ocorrida), replicando o processo: reutilizando para tal e até para uma melhor perceção e compreensão/aceitação pública ─ do fenómeno/acontecimento ─ conhecimento adquirido anteriormente e mesmo que através de vestígios (julgados perdidos) mas de alguma forma ou de outra tendo sido assimilados, bastando desejando-se, despertá-los (como se faz com as células-terroristas-adormecidas, aqui e ainda para o “Eixo-do-Bem”). Introduzindo de novo o tema, até pela sua renovada presença como protagonista de um guião semelhante (como se tivesse sido fotocopiado), os “Objetos Voadores Não Identificados” e tendo que ter tripulantes (presenciais ou à distância) Alienígenas (não da Terra como os do outro lado da fronteira, os Mexicanos) do Espaço.

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No século passado em 1947 surgindo o “Incidente de Roswell” (sendo proposto, desmentido, mas aplicado) e agora no presente às portas da “Guerra Fria.2” e no ano de 2021 (74 anos depois), aguardando-se com expetativa o sempre adiado, mas perto de ser divulgado (ainda este mês) “Relatório sobre os OVNI” (sendo apresentado, confirmado, reaplicado) ─ um documento da responsabilidade do (oficial/governamental) Pentágono ─ ressuscitando inimigos necessários de existirem (tal como na anterior Guerra Fria) apregoando-se/comunicando-se o perigo de um novo conflito e a necessária “proteção e segurança” dos seus cidadãos (e território), contra possíveis inimigos oriundos do exterior e obrigatoriamente (para nossa defesa/sobrevivência) tendo-se por “extrema necessidade” de recorrer à corrida aos Armamentos: um argumento algo pobre mas que tendo percorrido 3/4 de século e perdurado, podendo ainda ser (mais uma vez e sabe-se lá mais quantas vezes) aplicado com eficácia (talvez e dados os antecedentes ainda persistentes, com 100% de sucesso).

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Em 1947 tal como em 2021, num dos casos pretendendo alcançar a supremacia Global no seguinte mantê-la (1945/2021, já septuagenária, nos 76 anos de idade), com os dirigentes políticos e militares dos EUA (a sua Elite) aproveitando o cenário já montado e conscientemente preparado (tendo um objetivo obvio e passando por patriótico (a defesa dos EUA), para a partir de um tema (no fundo um subtema estratégico) aproveitar a opinião publica previamente manipulada e orientada (sendo sempre acompanhada) e lançando-a para outro, esse sim o tema-protagonista (o verdadeiro tema, o objetivo, o inimigo real): necessitando de apresentar um poderoso e convincente inimigo mas não contando para tal e como presença ativa com o mesmo (seja Chinês ou ET), para tal improvisando introduzindo inimigos externos mas não terrestres (não lhes podendo dar primazia de tal), dadas as informações e técnica disponíveis nunca podendo ser de cá ─ concordando-se com tal, confirmando-se então e aí a supremacia tecnológica russa/chinesa sobre a norte-americana ─ e desse modo só podendo ser oriundas do lado de lá.

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Propondo-se a noção da necessidade de nos protegermos e defendermos de um inimigo ainda mais forte do que nós podendo estar a pilotar esses Objetos Voadores Revolucionários certamente vindos de Outros Mundos, bem distantes e podendo (como em tudo) ser agressivos (por natureza ou por outras circunstâncias, temporárias ou não, dependendo do nível de intervenção), arranjando-se justificação (válida/credível/aceitável, apesar das conhecidas consequências) para um rearmamento se não for para ser utilizado contra “Invasores do Espaço” que seja contra “Invasores da Terra” entenda-se alienígenas da raça (para além dos Nórdicos e dos Cinzentos, sendo estrangeiros) Chinesa e Russa (os nacionais do planeta). Apontando-se a um alienígena na verdade não o sendo, tendo na realidade por trás de si (ou por dentro, como no caso das matrioskas) um russo ou um chinês, tal como para os norte-americanos um mexicano transfronteiriço (localizando-se para além do Muro) igualmente o é.

(imagens: WorldPost/washingtonpost.com ─ HIGH-G Productions/Getty Images/rt.com

─ FOX News/caitlinjohnstone.com ─ John Pilger/caitlinjohnstone.com

─ Matador Records/Gregory Crewdson/buzzfeed.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:47

Eles Já Chegaram!

Segunda-feira, 17.05.21

Não nos estando a referir à chegada dos súbditos de sua majestade ─ a rainha de Inglaterra Isabel II ─ à região turística do Algarve (hoje, 17 de maio),

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There is certainly life on Mars!

We are the life of the party!

(declaração CNSA)

 

Mas à chegada do 1º veículo motorizado oriundo da China à superfície do planeta Marte (na passada sexta-feira, 14 de maio): e se relativamente aos ingleses (viagens terrestres/aéreas) sendo estes os primeiros a chegar a Portugal com os seus investimentos (vinhos/turismo), só muito mais tarde surgindo os chineses (Lojas dos 100/300, seguindo-se entrepostos/empresas), já no que diz respeito aos chineses (viagens espaciais) e deixando os ingleses bem lá para trás (nem sequer tendo ainda chegado ao ponto de partida), com a maior potência asiática atual candidata a amanhã se tornar a maior potência Global ─ a China ─ a juntar-se aos EUA e a tornar-se o segundo país em todo o Mundo a colocar com sucesso um veículo motorizado em Marte. Com três países tendo como objetivo final  da sua missão colocar veículos motorizados ou ROVERS sobre a superfície do Planeta Vermelho concretizando tal facto (tocando o solo do planeta), tendo o primeiro falhado nas suas tentativas (na aterragem/despenhando-se ou após ela nas comunicações/ausentes)  a Rússia (ex-URSS, em 1971) e os dois restantes atingindo-o (com sucesso total, aterrando e com o seu ROVER ativo): desde 1997 com os EUA (no presente com dois ROVERS ainda em funcionamento, o ROVER CURIOSITY e o ROVER PERSEVERANCE) e agora em 2021 com a China (e o seu ROVER ZHURONG).

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Centro de Controlo Aeroespacial de Pequim

Aterragem com sucesso da sonda Tianwen-1 em Marte

(CNSA)

 

ROVER ZHURONG lançado o ano passado (23 de julho) a bordo da sonda automáticaTIANWEN-1 ejetada (propulsionada) para o Espaço exterior por um foguetão Longa Marcha ─ projetando-a na direção do primeiro planeta exterior (à Terra) MARTE ─ e tornando-se a 14 de maio no 3º veículo motorizado (terrestre, para os “marcianos” alienígena) ─ 2 norte-americanos e 1 chinês ─ a circular nesse planeta (e com os Europeus através da ESA a pretenderem a curto-prazo alcançar o mesmo). Com os chineses depois da Lua (tendo lá e já, o seu ROVER) e da sua Estação Espacial (tendo colocado já em órbita o seu 1º módulo espacial de 3, iniciais), atirando-se tal como os norte-americanos ainda mais além, sendo agora o seu objetivo Marte (e já lá estando) ─ replicando (mas desejando-os ultrapassar, com o seu conhecimento e experiência suplementar) os passos dos EUA ─ pela sua ambição, eficácia e estando de acordo com os desejos da governação chinesa, sendo de imediato um facto relevado pelo seu presidente Xi Jinping (sendo mais uma demonstração de todo o poderio atual da China, no presente o único contrapeso juntamente com a Rússia à supremacia Global dos EUA):

An important step in our country’s interplanetary exploration journey, realizing the leap from Earth-moon to the planetary system and leaving the mark of the Chinese on Mars for the first time. ... The motherland and people will always remember your outstanding feats! (Presidente da China, Xi Jinping)

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Marte ─ Utopia Planitia

Sonda automática Viking 2

(18 maio 1979)

 

Explorada intensamente a Terra (a caminho dos 8 biliões de habitantes) tendo-se forçosamente de procurar outros mercados (só o dinheiro nos fazendo mover) e com isso (e entenda-se, como consequência) outras “Terras” (A, B, C, etc.): isto porque “o segredo é a alma do negócio”, não sendo o sujeito (para quem manda) a prioridade, mas sim o objeto produtor de mais-valia (e que amanhã será uma máquina, o nosso sucessor).

[Nas últimas notícias referindo-se ao ROVER ZHURONG de momento estacionado na região denominada UTOPIA PLANITIA e tendo para si projetada uma missão de cerca de três meses ─ procurando (entre outras observações) a presença de água-gelada e ainda o estudo da atmosfera e do magnetismo (de Marte) ─ tudo parecendo normal com o funcionamento do ROVER aparentemente pronto a entrar em ação. Juntando-se dentro de pouco tempo no seu trabalho diário (ou SOL) a dois outros ROVERS e tendo muito perto de si (mesma região) o seu colega norte-americano PERSEVERANCE.]

(imagens: CNSA/@CNSA en/twitter.com/usatoday.com ─ wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:31

O Novo Império ─ Depois da Terra o Espaço

Sexta-feira, 14.05.21

A caminho de se tornar a maior potência Global Terrestre (substituindo os EUA) e investindo desde já (tal como os EUA o fizeram no passado) e fortemente (nem o público/privado norte-americano os acompanhando) na Conquista do Espaço: o novo mercado ─ para já (inicialmente) para exploração de matéria-prima (minerais), posteriormente como entreposto (de lançamento) de viagens interplanetárias e Interestelares.

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A Terra como vista da Lua

(missão chinesa Chang’e)

 

Uma imagem da TERRA (1) tal como registada a partir do módulo lunar integrando a missão espacial chinesa à LUA ─ missão “CHANG’E” (integrando o seu ROVER) ─ no ano de 2016. Agora que a Agência Espacial da China (CNSA) com a sua missão a MARTE ─ missão TIANWEN-1 ─ se prepara para aterrar na superfície deste planeta (entre hoje/14 e terça-feira/18), colocando lá o seu respetivo veículo motorizado terrestre o ROVER ZHURONG.

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Rover Zhurong

(ilustração da missão espacial Chang’e)

 

Depois de várias sondas direcionadas à LUA (agora já aterrando e com ROVER) ─ posteriormente a MARTE ─ e ainda recentemente depois de instalar em órbita da TERRA o 1º módulo da sua futura ESTAÇÃO EPACIAL (entrando já em atividade até ao final do ano e sendo completada com dois outros módulos para o ano) ─ sabendo-se do fim próximo da atividade na ISS, sendo dentro de poucos anos descontinuada (e com os russos tendo já iniciado a construção da sua estação) ─ chegando literalmente a MARTE e aí (na sua superfície) aterrando, na região de UTOPIA PLANITIA.

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A Terra e a Península Ibérica

(missão chinesa Chang’e)

 

Vivendo-se agora um momento de expetativa até à decisão do momento de aterragem, com a missão da nave espacial Tianwen-1, desde há várias semanas a “circular” Marte numa órbita elíptica (passando por vezes mais perto do planeta e observando-o mais detalhadamente), procurando as melhores coordenadas e o melhor momento de aterragem para o seu módulo e respetivo ROVER ZHURONG: tal como todos os outros seus colegas tendo executado a mesma manobra (sair de órbita e aterrar), uns conseguindo-o outros não, passados os “Sete Minutos de Terror” e aterrando o módulo chinês no PLANETA VERMELHO com sucesso, com a China a começar a fazer companhia ao Clube dos ROVERS norte-americanos (uns ainda ativos como o CURIOSITY e o PERSEVERANCE, outros não como o OPPORTUNITY).

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Vislumbrando a presença de astronautas da China em Marte

(antecipando-se a russos e norte-americanos, seja público ou privado)

 

Dentro de horas ou de dias se saberá se os chineses acompanham ou não os norte-americanos (tal como na Terra, até superando-os), na especial por espacial, “Corrida em Marte”.

(imagens: cnsa.gov.cn e nexusmods.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:56

Os Chineses e a sua Estação Espacial TIANHE

Terça-feira, 11.05.21

Tal como já assistimos por diversas vezes à constante presença de multidões em Cabo Canaveral (estado da Flórida/EUA) aquando do lançamento de foguetões do Centro Espacial Kennedy tendo como destino o Espaço ─ um desses lançamentos sendo o da extraordinária missão Apollo 11 de finais de 1969, levando pela 1ª vez astronautas a pisarem a Lua (e que tanta gente viu em direto na TV a cores ou, como em Portugal, a preto-e-branco)

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Multidão de chineses assistindo ao lançamento do Longa Marcha

(foguetão chinês lançado a 28 abril 2021)

 

Eis que na China e passados mais de 50 anos a mesma situação se replica, noutro espaço/noutro tempo mas revelando a mesma tendência como tendo sido originado no mesmo molde: no atual ponto de confrontação com a potência até ao momento sendo considerada como a mais poderosa, mantendo através do seu poder económico, financeiro e militar a sua supremacia e controlo Global ─ os EUA (e o seu bloco de satélites aliados) ─ a ser colocada em causa por um novo poder emergente e igualmente extremamente intrusivo e expansionista na busca inevitável de novos mercados ─ a China (formando um bloco de interesse incluindo a Rússia) ─ todos os meios servindo para esta Nova Grande Potência Emergente podendo vir em breve a ocupar o lugar antes pertencendo aos norte-americanos (transferindo o Eixo do Mundo de Washington para Pequim), para imitando o tantas vezes observado (e interiorizado), repetindo a experiência (com os nossos constantes erros, extremamente pedagógicos/instrutivos), apreendendo/reaprendendo e de novo replicando, se atingir não só o Mundo, mas o nosso interior coletivo, aqui induzindo-nos até para uma mobilização mais eficiente, intenções nacionalistas e patrióticas (o que se entende, sendo um mal praticado e atravessando todo o nosso planeta).

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Foguetão Longa Marcha 5B-Y2

(colocando o 1º módulo da Estação Espacial chinesa em órbita)

 

E tal como nos EUA respondendo ao chamamento para a  nossa presença num Evento tão poderoso e inolvidável como este ─ vendo aquele monstro de metal e combustível com mais de 20 toneladas, sob um estrondoso som de motores atingindo o seu máximo de potência (de modo a ultrapassar a força contrária exercida por um planeta de quase 6×10↑24kg  de massa) libertando-nos da influência limitadora da Terra e lançando-nos no Espaço exterior e infinito ─ com os chineses a comparecerem em massa presenciando e festejando o “seu” inegável e valoroso (enchendo-lhes aparentemente a Alma) acontecimento: assistindo a 28 de abril ao lançamento do seu foguetão LONGA MARCHA, tendo como objetivo da sua missão (concretizada com sucesso) colocar em órbita do nosso planeta o 1º módulo da sua futura Estação Espacial (tendo a ISS os dias de atividade contados e aproximando-se cada vez mais da sua “reforma”, dobrada esta década). Ainda este ano enviando os seus primeiros astronautas até ao interior do módulo central, para no próximo ano (em 2022) lançar os seus dois outros módulos (projetados) e ultrapassar norte-americanos e russos com o seu novo “veículo-casa-espacial” TIANHE.

(imagens: STR/AFP/Getty Images/space.com ─ Reuters/China Daily/yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:02

O 1º Módulo da Estação Espacial Chinesa

Sábado, 08.05.21

[E o descontrolo e queda do foguetão Longa Marcha. Portugal estando incluído na “zona de risco”.]

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Lançamento do foguetão chinês

Longa Marcha-5B Y2

 

No passado dia 29 de abril de 2021 (há pouco mais de uma semana) com a China a lançar para o Espaço a partir do seu Centro Espacial de Lançamento de Wenchang (localizado na província de Hainan) e a bordo do seu poderoso foguetão Longa Marcha-5B Y2, o 1º módulo de três da sua futura Estação Espacial colocando-o de seguida em órbita (da Terra).

Até aqui tudo decorrendo sem problemas e com uma grande multidão de interessados e de curiosos a assistirem de longe ─ estrategicamente colocados e protegidos no areal de uma praia próxima ─ ao fantástico e monstruoso Evento da explosão por combustão de material ocorrida no interior dos motores do foguetão Longa Marcha, vencendo com toda a sua potência cinética a força da gravidade e ejetando para fora da Terra, o núcleo central da Estação Espacial Chinesa TIANHE: já se o vendo circular pelo céu noturno ─ por vezes sendo iluminado e visível, conforme a sua posição e ângulo com o Sol e a Terra ─ movimentando-se em órbita da Terra e nesse caminho sendo acompanhado pelo agora “excedente” Longa Marcha.

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Multidão observando o lançamento do 1º módulo

da Estação Espacial Chinesa Tianhe

 

Como tudo tendo um destino e daí surgindo o problema (antes aparentemente não existindo ou então, podendo ocorrer não preocupando): com o foguetão Longa Marcha agora descontrolado ─ mais cedo ou mais tarde e decaindo progressivamente de órbita acabando por entrar na nossa atmosfera (terrestre) ─ surgindo como sempre a possibilidade de quando da sua reentrada na atmosfera explodindo ou desintegrando-se (por atrito/fricção), algumas partes da sua estrutura possam atingir entre outras regiões habitadas, podendo provocar vítimas.

Uma preocupação de realçar apesar de se saber não serem os chineses os únicos (nestes atos e consequências negativas, poluentes, podendo provocar vítimas) sendo superados de longe por russos e norte-americanos (criando uma verdadeira lixeira-de-sucata em movimento, em redor do nosso planeta), podendo denotar alguma influência/intervenção política rival, podendo  mesmo (como todo o lixo vindo do céu e da nossa criação que cai diariamente sobre nós) atingir-nos, mas sendo sem dúvida um grande passo da China na Exploração e na Conquista do Espaço (e tal como todos os outros investidores públicos ou privados o desejam), nos seus recursos e nas oportunidades daí surgidas (um filão).

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Módulo central da estação espacial Tianhe

observado já em órbita da Terra

 

A queda do Longa Marcha sendo apenas (um acessório) um truque (positivo ou negativo, conforme a encomenda) publicitário, apenas para se falar, no entanto, dentro de uns quatro anos podendo ser a China (talvez com a Rússia, já com o seu módulo central em construção) a única das grandes potências com bases exteriores (como a Estação Espacial Internacional ou ISS).

Com as últimas novidades sobre o foguetão chinês Longa Marcha-5B Y2 hoje 8 de maio/15:00 horas (tendo-se separado do módulo central da futura estação espacial Tianhe, pouco mais de 8 minutos após o seu lançamento da Terra, a 29 de abril), a confirmarem a sua queda na nossa direção (da Terra) e com o seu impacto a ocorrer ainda hoje (sábado e com as autoridades chinesas a afirmarem que a maior parte do foguetão se desintegrará, consumindo-se a grande maioria dos seus fragmentos/por atrito ao atravessar a nossa atmosfera): com cerca de 30 metros de comprimento e cerca de 20 toneladas de peso, com a única certeza a ser que o mesmo impactará a superfície do nosso planeta entre as latitudes 41,5°S e 41,5°N (ainda uma faixa bem larga de 83° num máximo de 180°), com esmagadora probabilidade de o fazer sobre o oceano (com 70% do nosso planeta estando coberta por água) ─ estando entre outros países Portugal com os seus 39,5°N de latitude (perto do “limite fronteiriço”) incluído nessa “zona de risco”.

Dentro de poucas horas se verá.

(imagens: Reuters/China Daily e Philip Smith

em spaceweatherarchive.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:21

Algo (por exemplo origens) sobre o SARS CoV-2

Sábado, 27.03.21

“Se hoje a criança apesar do transporte aguenta bem o vírus (deixando-se invadir por inexperiência, mas detetado o inimigo reagindo-em-força,  derrotando-o) deixando o fardo algumas vezes mortal para os mais velhos (mais de 80% das mortes para idades iguais ou superiores a 70 anos), com as novas estirpes/variantes a surgirem, não havendo tratamento (eficaz, através das vacinas) e ainda por experiência (anterior, em casos semelhantes, como a gripe sazonal) sabendo-se os bichos-mutantes mais infeciosos e mortais, pensando-se cada vez mais e mais intensamente no que poderá aí vir: com todos podendo-se tornar (em diferentes níveis) num conjunto monótono de zombies.”

 

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Novel coronavirus circulated undetected months before first COVID-19 cases in Wuhan, China. Study dates emergence to as early as October 2019. Simulations suggest in most cases zoonotic viruses die out naturally before causing a pandemic. (18.03.2021/sciencedaily.com)

 

Sobre o “bicho” microscópico que nos últimos tempos nos tem atazanado a vida ─ o vírus SARS CoV-2 ─ o resultado de mais uma investigação de investigadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia (Seattle), concluindo que o coronavírus não se terá mostrado pela 1ª vez nos finais de dezembro de 2019, mas um pouco antes por meados de novembro (17 de novembro, quando foram diagnosticados os primeiros casos) ou mesmo de outubro: iniciando-se (oficialmente) a Pandemia por volta dos finais de dezembro de 2019 na província chinesa de Hubei, desenvolvendo-se rapidamente na China (e em seu redor) e num instante (por terra, mar e ar) chegando à Europa, para de seguida atravessando o Atlântico alcançar o continente Americano (e nele os EUA).

 

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Igualmente não se provando ser o mercado de Wuhan o foco desta Pandemia (que até se poderia ter iniciado dias, semanas, meses antes), tendo-se descoberto os primeiros casos dois meses antes (outubro) ─ dos primeiros, depois confirmados (dezembro) ─ nada tendo a ver com esse lugar (bem afastado na província): sendo um vírus zoonótico tendo saltado de um animal-hospedeiro (ainda não identificado, mas não tendo sido “produzido”) para o Homem, em cerca de 30% dos casos levando a sua avante e nos 70% restantes (cerca de 2 em 3) não conseguindo manter a cadeia de transmissão e sucumbindo.

 

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No entanto concluindo-se que se algo se tivesse feito antes (não sendo detetado a tempo na sua origem), talvez se evitasse o alastrar desta epidemia (mortal) subindo a Pandemia e posteriormente espalhando-se pela Europa (maiores concentrações com população mais idosa) e depois pelo Mundo. Um vírus em comunidades rurais menos densas (menos pessoas, em maior área) extinguindo-se em quase 95%/100% dos casos, enquanto noutros locais como as grandes urbes evoluindo e produzindo outras estirpes/variantes ainda mais transmissíveis e infeciosas: se hoje a criança-jovem é mais um veículo-transmissor e o adulto-idoso o maior candidato-à-doença, amanhã podendo-se evoluir (respetivamente) para o maior candidato-à-doença e para o certamente-morto.

 

[sciencedaily.com/releases/2021/03/210318185328.htm]

 

(imagens: homelandprepnews.com ─ citytoday.news ─ reddit.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:52

Rota da Seda Recarregada

Terça-feira, 09.03.21

[Uma Matrix Reloaded ─ “SILK ROAD RELOADED” ─ não sendo da “Loja dos 300”/EUA com mais de 300 milhões de habitantes, mas da “Loja dos 1.400”/CHINA com mais de 1.400 milhões de habitantes ─ um nível nitidamente superior (quase 5X).]

 

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Utilizando as Rotas do Norte

(trilhos comerciais)

 

E se não for por baixo sendo por cima (centro da Europa/região do Ártico), com o Império Chinês querendo recuperar momentos passados de glória (recuando-se às origens, a 200 AC), na sua expansão já em curso (iniciada em maio de 2017 pelo presidente chinês Xi Jinping com um investimento de 70 biliões de dólares) e podendo-se já antecipar no presente o futuro (entre eles o nosso), a ressuscitar a ROTA DA SEDA: um desejo já partilhado há mais de 500 anos por Portugal desejando ligar comercialmente a China à Europa (ultrapassando-se pela 1ª vez e com o navegador português Bartolomeu Dias o Cabo das Tormentas em 1488 e aí abrindo-se as portas a Vasco da Gama e à descoberta da Índia em 1500) ─ querendo ligar os continentes por via marítima

 

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Unindo dois Continentes

(Ásia e Europa)

 

Anteriormente tendo sido revisitado por Marco Polo (por terra e com todas as dificuldades inerentes) dando origem ao seu extraordinário relato de viagem à Ásia (“As Viagens de Marco Polo”) e às cortes do imperador mongol  Kublai Khan (entre 1271 e 1295), no presente e face à indiferença do Mundo (esperneando com a crise instalada nos EUA, na credibilidade do Dólar e nos seus aliados Ocidentais) ─ unindo-se à Rússia e formando um bloco alternativo (aos EUA) e igualmente poderoso  ─ com o novo “Império em Ascensão” podendo deslocar num futuro próximo o eixo e o centro do Mundo de EUA/Washington para China/Pequim (e face aos constantes ataques a tudo o que é russo ou chinês), a aproveitar apenas o momento (proporcionado por alguém) regressando ao palco global e demonstrando continuar tudo bem e em andamento.

 

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Ligando Terra e Espaço

(da Terra até Marte)

 

Virando progressivamente ─ China e Rússia (apesar do imenso dinheiro investido pelos mesmos, continuando sob ordens norte-americanas, a Europa persistentemente ao ataque) ─ as costas à Europa. E assim como numa história básica e de desfecho previsível, com a China a atirar-se para a “Polar Silk Road” (“Rede da Seda Polar”) ─ não sendo por baixo (com os adiantamentos avultosos distribuídos pelo Ocidente) sendo por cima (entre amigos partilhando fronteiras) ─ colocando mais uma vez em alerta (terrestre & marítima) o Ocidente e extrapolando o conflito (estrategicamente, pois quando se está a perder, é aproveitar tudo) para uma outra dimensão: antes da vez do Espaço (com sondas russas/chinesas, depois da Lua, a caminho de Marte), lidando-se já com o Ciberespaço.

 

[Enquanto o Globo Terrestre estiver económico-militarmente dividido em três partes distintas ─ o Hemisfério Norte Ocidental (os poderosos dominando), o Hemisfério Norte Oriental (os poderosos querendo dominar) e o Hemisfério Sul (os dominados) nunca teremos sossego: nem os pobres morrendo de fome/doenças/guerras, nem os ricos digladiando-se/matando-se/entre si e no caminho inevitavelmente esmagando-nos. Daí o desprezo pelos independentes ─ uma praga atual ─ tentando colocar-se (estrategicamente/em seu benefício) entre ambos (ricos e pobres).]

 

(imagens: Unsplash.com/Vidar Nordli-Mathisen

- Pixabay.com – Pixabay.com/Gerd Altmann → rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:54

Vírus Corona 2020

Quinta-feira, 28.05.20

“Wuhan tested millions of people for COVID-19 in just days.

Could US cities do the same?”

(Nicoletta Lanese/28.05.2020/livescience.com)

 

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TRUMP MELTDOWN ESCALATES:

SKETCHY ORDER TO WEAKEN SOCIAL MEDIA

(título: huffpost.com)

 

A caminho do fim da 4ª semana (concretizada a 1 de junho de 2020) desta 2ª fase da luta contra o vírus SARS-CoV-2 e da doença para muitos sendo mortal que o mesmo provoca ─ a COVID-19  ─ e aparentemente cumprida com relativa eficácia e sucesso a 1ª fase de confinamento (iniciada em meados de março) tendo esta no entanto e até hoje (28 de maio 2020) provocado 1.269 vítimas mortais, enquanto no Resto do Mundo a Pandemia prossegue com quase 6 milhões de infetados e mais de 360.000 mortos ─ com os EUA (a Norte, com mais de 102.000 VM) e o Brasil (a Sul, com mais de 26.000 VM) sendo os maus exemplos de cada Hemisfério ─ no nosso país e enquanto se tenta o regresso à normalidade (fosse o que fosse isso antes, ou o que querem agora definir como sendo-o depois) com a abertura do território e da sociedade aos seus cidadãos, alguns aspetos começam a definir melhor o período pelo qual todos passamos e até algumas perspetivas daquilo que certa e infelizmente (sendo as vítimas, sempre as mesmas do costume) nos espera: e se alguns ajustes de contas são noticiados apenas porque se sucedem ─ com os crimes agressões e assassinatos a repetirem-se ─ outros parecem começar a ressurgir sem intervenção nem controlo, prometendo-nos por indiferença e/ou por simples inação regressarem e imporem-se tal e qual como em crises passadas, mesmo que não tão profundas (a apanhando Passos Coelho sendo unicamente Económico-financeira, a apanhando António Costa sendo de Saúde mas igualmente com graves implicações Económicas) ─ tal como na crise anterior (iniciada em 2008/2010) com tão maus resultados para todos nós (a maioria dos portugueses) com o Governo a receber o dinheiro para ajuda atribuído (como sempre, a muito custo) pela Europa, com os bancos a ficarem com a responsabilidade de o distribuírem, para no final e contra toda a lógica de ajuda, solidariedade e de recuperação, o direcionarem apena para aquele menos necessitados até por ainda terem crédito e serem capaz de dar garantias. E com o péssimo exemplo ainda-por-cima a vir da CGD, comandada pelo mesmo contabilista-dito-individuo que esteve apenas a um passo de ter destruído definitivamente, quem efetivamente nos salvou o Serviço Nacional de Saúde (como que sendo um coveiro, quase que no passado destruindo o SNS e no caminho de no futuro liquidar de vez a CGD).

 

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Nesta quinta-feira 28 de maio de 2020, no 76º dia desta história (em Portugal desde que se registaram os primeiros casos necessitando de UCI) tendo como protagonista um ser vivo microscópico (este coronavírus), no entanto, pondo o Mundo muito perto do abismo, com as notícias dos canais de TV alternando entre o Covid-19 (e as conferências diário-monótonas de imprensa, banalizando a doença), os Crimes de Sangue (confinados, não confinados), o Dinheiro envolvido (os milhões vindos da Europa e não a Economia), Trump e Bolsonaro (aos quais se poderiam juntar Boris pela Grã-Bretanha e Löfven pela Suécia) e até o regresso do Futebol, empurrando-nos no presente para a construção de uma ideia de que o “normal” que conhecíamos ainda poderia ser recuperado, mesmo nem se tendo recuperado da doença, mas subliminarmente e como se nos tivessem já fornecido a chave ─ da referida como nova fechadura ─ não deixando de novo e por excesso de confiança entrar o bicho (neste tempo de crimes com contacto e pessoais, o assassino). Com o Verão aí a chegar, com os milhões prometidos aí a rebentar, com alguns países fortes europeus a quererem voar e voltar e (até no que diz respeito ao Algarve, pelo “bom comportamento” de Portugal face à pandemia) com o turismo a poder começar mesmo que lentamente a arrancar, contribuindo dentro dos limites desta fase inicial de desconfinamento, para a projeção de um cenário um pouco mais animador: mas nunca deixando de prestar a máxima atenção ao mais pequeno pormenor (como ao que se passa hoje, na região de Lisboa e do Vale do Tejo) e indo dando umas espreitadelas ao que se vai passando na China e na Coreia do Sul.

 

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Quanto ao Resto do Mundo, perto dos 6 milhões de infetados e ultrapassados já os 360.000 mortos, mantendo-se os casos mais preocupantes centrados nos EUA  (103.229 VM) e no  Brasil (25.945 VM), mas com o México (8.597 VM), a Grã-Bretanha (37.837 VM) e a Índia (4.711 VM) igualmente a assustarem ─ seguidos da Rússia (4.142 VM) e do Canadá (6.873 VM). E só de se pensar em África com os números a poderem ser bem maiores e com tantos casos noutros países/situações não tendo certamente (pelas mais diversas razões/desculpas) incluídos, podendo-se facilmente apontar hoje um número podendo chegar (ou mesmo ultrapassar) os 12 milhões de infetados e as mais de 720.000 vítimas mortais. No caso de uma única vaga.

 

(imagens: huffpost.com ─ Victoria Jones/PA/theconversation.com

─ Vadim Sadovski/Shutterstock/theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:30

A Bomba ─ Consequências do Confinamento

Segunda-feira, 25.05.20

“The Trump administration reportedly considered

conducting the first nuclear test explosion in 28 years

in response to China and Russia.”

(Sophia Ankel/23.05.2020/businessinsider.com)

 

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O primeiro teste norte-americano de uma Bomba de Hidrogénio

(1 de novembro de 1952)

 

Após quatro anos de um violento e sistemático confinamento político-social (aqui não se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a sua Administração ─ seguido de mais dois meses de um ainda mais violento e catastrófico confinamento sanitário-económico (aqui já se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a população norte-americana ─ uma consequência esperada de tão longo período de isolamento, agora que este tempo parece perto do fim, mas por outro lado nunca mais parece chegar: como se as praias repentinamente se abrissem, não se respeitando minimamente o semáforo vermelho lá colocado.

 

E assim depois de tantos acordos descontinuados e “atirados às urtigas” pela administração atualmente no poder (Republicana de Donald Trump, como num Universo nada alternativo podendo ter sido, Democrata de Hillary Clinton) ─ como o do abandono da luta contra as “Alterações Climáticas”, do acordo “nuclear com o Irão”, do acordo dos “Céu Abertos” e agora do regresso aos “testes nucleares” ─ o regresso à normalidade por tantos julgada completamente impossível, provando apenas como “normalidade e anormalidade” se confundem e na nossa mente (obedecendo aos mesmos mecanismos psíquico-físicos, ainda e sempre prevalecentes) se completam.

 

Passadas quase 24 anos sobre o acordo firmado para o fim dos testes nucleares ─ 24 de setembro de 1996, subscrito na ONU pelos EUA, pela Grã-Bretanha, pela França, pela Rússia e pela China ─ e enquanto se assistia a uma tentativa de não proliferação dos mesmos até pela chegada de outros países ao “Clube Nuclear” (como a Índia, o Paquistão, a Coreia do Norte e Israel), eis que tentando demonstrar a sua presença ainda bem efetiva no mundo e a sua imagem de sistema (e de marca) querendo manter a sua supremacia global, os EUA ainda perseguido pelos seus inúmeros “fantasmas internos” (problemas por resolver) colocados à vista de todos com o surto Pandémico Covid-19 (como a total falência do seu inexistente Serviço Nacional de Saúde e a inexistência de qualquer tipo de apoio socioeconómico em tempos de crise) ensaiam mais uma “entrada ao serviço” agora com armas pensando-se ultrapassadas (piores em efeitos que o vírus SARS-CoV-2, não só como este matando seres vivos, como também destruindo infraestruturas fundamentais à nossa sobrevivência e da nossa civilização). E ainda-por-cima pela diversificação dos efeitos extremamente negativos e muitas das vezes incontroláveis (por inesperados ou desprezados) sentidos e observados ao longo do tempo e do espaço, com a utilização de um instrumento tão primitivo como este.

 

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O regresso dos testes nucleares

Em debate entre a Administração Civil e o Complexo Militar

(maio de 2020)

 

“Com a Administração da Casa Branca sob a tutela de Donald Trump

e com  o apoio do poderoso e liderante Complexo Industrial-Militar,

como muitos dos presos saídos da cadeia e para se mostrar,

começando desde logo a ameaçar.”

 

Desconfinado e querendo (à falta de imaginação) recuperar referências ─ até para arranjar culpados, para os seus erros cometidos ─ servindo-se do nuclear para tentar recolocar a Rússia e a China no seu respetivo lugar: voltando-se assim á normalidade de um mundo sempre dividido entre o Ocidente e o Oriente (referindo-nos ao Hemisfério Norte, mais rico e desenvolvido, ao contrário do Hemisfério Sul, mais pobre e explorado), sendo um deles os representantes do Eixo do Bem (com sede em Washington e aparentemente em queda) e o outro os representantes do Eixo do Mal (com sede em Pequim e aparentemente em ascensão): numa temporada terminando no início de novembro (deste ano de 2020),  data em que face às duas faces da mesma moeda, ela cairá para um ou para o outro lado, no fundo para um mesmo lado, por baseado na mesma moeda ─ o Dólar. Faltando apenas saber o que valerá mais no futuro, se os detentores das impressoras e do respetivo papel empregue (os EUA) ─ neste caso apoiado pela sua Máquina Militar capaz de destruir um maior nº de vezes o Planeta ─ ou se os detentores dos metais preciosos como o ouro (a Rússia e a China) ─ mais limitados e capazes de destruir um menor nº de vezes a Terra.

 

Já que se sendo livre e expondo-se (mas continuando a aceitar-se como única verdade o que se diz), podendo-se com os raios do Sol e com a água do mar, matar “o bicho”. Por mim esperando que por sua própria iniciativa (do vírus) ─ dado o Homem se ter vindo a mostrar totalmente incapaz de se assumir aderindo à teoria da evolução ─ no mínimo “o bicho” adormeça. Regressando e tornando-se crónico (tal como o vírus da gripe) podendo ser (mais) um “sinal”.

 

(sobre notícias/imagens: Business Insider/businessinsider.com

e US Nuclear News/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:38