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Um Sinal dos Tempos ─ Evoluindo em Regressão

Quarta-feira, 19.01.22

[O Problema das Teorias da Conspiração (e outros derivados, introduzindo-se sub-repticiamente e em nosso nome) na escolha dos nossos Trilhos de Vida, sendo a seleção oriunda esmagadoramente de quem detém o poder sobretudo absoluto (um coletivo planetário de acesso restrito), controlando os Média (a 2ª Arma dita virtual, equiparada á 1ª a dita real), mas já não tendo ideias nem estratégia, para simplesmente o manter. Necessitando de Inquisidores e de demais traidores.]

“As part of its plans, Russia is laying the groundwork to have the option of fabricating a pretext for invasion. We have information that indicates Russia has already pre-positioned a group of operatives to conduct a false flag operation in eastern Ukraine.” (Jen Psaki/Secretária de Imprensa da Casa Branca/14.01.2022)

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Vindos de tempos onde rumores, boatos e restantes falsidades, sempre foram instrumentos disponíveis e de fácil utilização, tentando-se aceder seja de que forma for, a um nível superior de poder ─ tendo-se diversos casos exemplares mesmo a Ocidente (Católico-Romano, dizendo-se o representante na Terra, do Bem e da Liberdade), como o poderão ser os casos extremos e significativos deste tipo de intervenção radical, para os seus promotores sendo eficaz nos objetivos pretendidos, como serão o caso da Inquisição (Religião) e do Nazismo (Política) ─

As “Teorias da Conspiração”, as “Operações sob uma bandeira-falsa” e as “Notícias Falsas”, apesar de apenas servirem para desviarem as atenções dos verdadeiros impulsionadores de novas situações, em princípio por mais ninguém desejadas, mas sendo fundamentais para a sobrevivência de alguns, sobreviverem mantendo as suas posições (e direitos previamente adquiridos) ─ na hierarquia da Pirâmide Social, estreitando da base até ao topo e no topo mal tendo lugar para um ─

Pelos seus resultados convincentes e imediatos, tão próprias desta nova fase de evolução do Homem, da Sociedade e da Civilização onde nos inserimos ─ num momento em que o Homem (o Sujeito, fonte de despesas) já perde completamente para a Matéria-Prima (o Objeto, fonte de lucro), sendo por outro lado substituído por Máquinas com outro tipo de desgaste (mais de acordo) e sobretudo passivas, apenas acatando ordens e simplesmente obedecendo ─ eis que mesmo com o representante da  “Besta” o “Boneco de Putin” afastado, ou seja, Donald Trump,

Depois dos Republicanos ─ apesar do tudo o dito e redito, aí já tendo sido mais vítimas do que promotores, a batuta estando (ainda as eleições de 2016 não se tinham realizado, tendo aí começado a “Caça-a-Trump”) do “outro lado da moeda” ─ os Democratas agora no poder e nada tendo feito entretanto para se diferenciarem mínima e positivamente dos Republicanos (o mandato de Joe Biden indo já quase  meio e neste ano de 2022 tendo-se as Eleições Intermédias nos EUA), sem perspetivas de ação (sem um plano interno claro e definido, até para o Dólar) e não detendo poder (na posse do seu poderoso e único, Complexo Industrial-Militar), prosseguem e insistem nesta mesma Saga, sem solução à vista (o destino de qualquer conflito, sobretudo por artificial, mas sempre dirigido/direcionado), insistindo e aprofundando-a ainda mais perigosamente (para não dizer irresponsavelmente, para eles e para o Resto do Mundo) este “Tripé Virtual” mas poderoso de sustentação do poder:   

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Abandonada há muito e progressivamente a opção diplomática (iniciada oficialmente em 11 de setembro de 2001), com os EUA  a não terem ainda compreendido ter acabado o tempo de “Uma única Potência Global” existindo neste planeta desde que a U.R.S.S. colapsou (finais de 1991), trinta anos depois e tal como com tufo, tendo o Mundo Evoluído e sido Transformado (metamorfoseando-se, apanhando alguns “estáticos-situacionistas” de surpresa) e não se mantendo a situação (sendo dinâmica, necessitando de movimento para se afirmar, como Viva), insistindo na sua “paranoia de dominação a qualquer preço” (servindo-se do Dólar, cada vez mais uma moeda de troca menos significativa, assentando-se num estado com um déficit inimaginável de vários triliões de dólares, dívida essa sempre a crescer) ignorando que o Mundo já não se faz a Dois (EUA e U.R.S.S./1945 a 1991), muito menos a Um (EUA/desde 1991), mas agora e para já a Três (EUA, RÚSSIA e CHINA, em 2022) ─ algo que o atual Imperio Planetário não quer aceitar, observando o reerguer de um território e o emergir de um outro, potencialmente ainda mais perigoso e colocando desde já em questão o poder do atual Imperador, o “virtual Joe Biden”.

Numa tentativa de recuperação dos tempos da “Guerra Fria” ─ em que de 2 Grandes Potências restou apenas 1, a vencedora (a outra desparecendo) os EUA ─ mas agora em dose dupla ─ do outro lado tendo agora a Rússia e China, unidas como um Bloco (Hemisfério Norte Oriental) ─ e de uma forma que noutro contexto diríamos como suicida (para eles como para os outros, face ao armamento nuclear/e não só conhecido/existente, capaz de destruir a Terra múltiplas vezes), com os EUA nestes tempos de crise económico-financeira Global (Crise Societária, Civilizacional, dado o desequilíbrio) ainda por cima agravada pelo chegar desta Pandemia (parecendo sem fim, revelando alguns dos nossos erros crassos e no final, prosseguindo tranquilamente na mesma direção, sem grandes alterações de fundo e como se nada se tivesse passado), a insistirem nos “maus processos” de resolução de conflitos, para já empurrando os outros para a frente que poderá futuramente ser a mais dura e única zona de combate (direto, presencial, com tropas no terreno) ─ caso flagrante e que mais nos toca, o caso da Europa (conflito Ucrânia/Rússia) ─ enquanto prossegue à distância protegendo-se atrás dos outros, a sua campanha ─ como no caso da China cercando-a pelo ar (com mísseis e aviões) e pelo mar (com a Marinha Norte-Americana), interrompendo-lhes as rotas comerciais tentando asfixia-los economicamente ─ só podendo ser considerada, nem que seja pelo outro lado (o tal Bolco oriental, o Eixo do Mal), intimidatória e provocatória, procurando o conflito e a guerra, tornando-se e à mesma no “protagonista da cena” e tendo armas, podendo no final “numa pirueta, só sendo mesmo possível num superatleta mental, ser e mais uma vez e então, o “pacificador”.

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E aí como se constata entrando em cena e mais uma vez o interventivo, útil e eficaz “Tripé Norte-Americano” (a Psicologia de Massa do Fascismo) ─ em geral aplicado num território preparando-se, para uma intervenção e um cenário a curto-prazo de Apocalipse ─ contando como não poderia deixar de ser com a colaboração preciosa e central (sendo o seu suporte contando a sua versão, a do vencedor) da “maior arma virtual, mas em tudo, equiparada a uma arma real”, os Média (sendo pagas p/ a obtenção de um produto, tendo-o obviamente de produzir e vender) ─ juntando num só “saco-de-gatos” 3 bolas-brancas (Conspirações, Bandeiras-Falsas e Notícias-Falsas) com duas bolas pretas (Rússia e China) e esperando que ao abrir o saco e ao sorteá-las, uma das bolas brancas (tendo sido eficaz) lhes permitisse passar à fase seguinte, depois de acusar os outros das más-intenções destes (como na infame, pelos motivos falsos invocados e pelo genocídio provocada pelas Guerras do Golfo certamente ultrapassando o milhão de vítimas mortais) até tendo armas de destruição maciça (se o Iraque as tinha/não tendo, o que será com a Rússia e  China), passando a via de facto: não nos lançando de imediato numa 3ª Guerra Mundial, dado as condições atuais (Económicas e de Saúde) no planeta (não o permitirem) ─ indiretamente e pelo mesmo temporariamente, adiando a Guerra, estando-se agradecidos ao coronavírus ─ mas definitivamente não havendo recuo de quem provoca, sem argumentos (racionais) apenas com a força (das armas), criando-se o ambiente para tal, carregando Joe Biden (e não Trump) e em Washington, o botão podendo por acabar de ser, talvez por um excesso, talvez por um descuido, o “Nuclear”. O pior de tudo isto nem sendo, os Norte-Americanos/os EUA, os Russos/a Rússia, nem sequer mesmo os chineses/a China ─ cada um deles julgando-se superior ao outro (e até pela necessidade de alternância, como se tem verificado em toda a nossa história política) querendo chegar à liderança, ser o primeiro, ter o privilégio de olhar os outros do “patamar mais alto” ─ aproveitando-se de situações e simultaneamente aproveitando-se dos outros como seria natural (neste mundo onde os valores cada vez valem menos, não sendo Económicos, sendo por exemplo éticos), consentindo-se tal (um pouco por todo o lado), mas os outros que mesmo sabendo estarem a ser utilizado, por dinheiro e na defesa de interesses individuais/não coletivos, se deixam levar em nome de “um outro, que não sendo nós”, dizendo representar agora os seus, pelos vistos delegados para esses outros, agora nossos novos “tutores” (retirado por questões de segurança poder “aos pais”):

“Without getting into too much detail, we do have information that indicates that Russia is already working actively to create a pretext for a potential invasion, for a move on Ukraine. In fact, we have information that they’ve pre-positioned a group of operatives, to conduct what we call a false flag operation, an operation designed to look like an attack on them or their people, or Russian speaking people in Ukraine, as an excuse to go in.” (John Kirby/Porta-Voz do Pentágono/14.01.2022)

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E assim, se por um lado continentes como África, América do Sul e até Oceânia continuam esquecidos, mas apenas por preteridos de momento ─ não sendo hoje, assim tão convidativos como mercados ─ integrando o Hemisfério Terrestre menos desenvolvido, mais pobre e desfavorecido, o Hemisfério Sul, já no que diz respeito ao outro Hemisfério “o de Cima” a questão já sendo bem diferente, o Hemisfério Norte sendo o mais avançado cientifico-tecnologicamente, o mais desenvolvido, o mais rico, mas igualmente o mais dividido (o outro sendo único, sendo pobre, sem interesse imediato), de um lado estando o (nosso) Ocidente ─ e nele a Europa Ocidental ─ do outro lado o (dos outros) Oriente ─ e nele, tentando virtualmente mudar de Hemisfério 8de Sul para Norte, valorizando-se) , a Austrália.

E destacando-se os mais fieis servidores na defesa do atual detentor do Império (os líderes), tendo-se de forçosa e obrigatoriamente e até pelas consequências implícitas que certamente irá sofrer a sua população ─ os cidadãos anónimos e esmagadoramente maioritários de cada estado e território, os por destino, fatalidade e hereditariedade conhecidos como “os deploráveis” ─ de reconhecer o seu sacrifício conduzindo-os até à sua própria morte (caso contrário, nos dias de hoje e não aderindo a esta “cultura de morte”, sendo acusados de imediato de traidores e passando a nossa declaração de óbito antecipada, a realidade no fim a ser concretizada), de mencionar dois dos seus principais “rastejadores-cheiradores”, ainda na Oceânia mas querendo subir de divisão (na secretaria de Washington) a Austrália e no Velho Continente a sua velha aliada (desde que os EUA tomaram conta dela em 1945 e à distância, bastando para reagirmos eles fazerem um CLICK) a Europa antes Ocidental e no presente, expandindo-se cada vez mais para leste (a oeste tendo o oceano) e cada vez mais próxima do Oriente, até se esquecendo dada a sua nova “obsessão existencial e económica” da defesa dos seus próprios cidadãos, aderindo à estratégia não sendo sua de servindo os interesses dos EUA “desestabilizar a Europa” (o seu próprio território, o povo que dizem representar) fazendo de “duplo” da “dupla-investida” ─ o Império Contra-Ataca ─ deste Império oficialmente (ou oficiosamente, como entenderem, indo dar ao mesmo) ainda em vigor.

“Ai” a Europa e tudo o que sonhamos fazer com e a partir dela, parecendo ter-se esfumado, na cada vez mais suja, profunda e escura (intransponível, apesar de aparentemente atravessável) “Espuma dos Dias”.   

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E enquanto na Austrália ─ como assim localizada no “Outro Lado do Mundo”, fazendo um buraco de um lado ao outro uns 12.740Km, dando a volta (uma semicircunferência) uns 20.000Km e para além do mais (relativamente à nossa posição) estando invertidos e de “pernas-para o-ar” ─ os seus dirigentes se oferecem para a “nuclearização” do seu território (sob a sua responsabilidade) colocando-se ao lado dos EUA, oferendo-lhe instalações e aceitando o fornecimento da “dissuasora opção atómica” (sob a forma nuclear) ─ um país com um formação nada exemplar, abandonando a sua população aborígene (local, aí tendo nascido e se reproduzido durante sucessivas gerações) e tendo sido invadido, colonizado, ocupado e explorado por hordas de povos invasores, tornados posteriormente seus “Senhores” (novos proprietários), dando-se ao luxo de depois de reconhecer, sendo-se contra, fazendo desaparecer (os seus cidadãos, retirando-lhe a nacionalidade, transformando-os em apátridas) e devolvendo-o a uma qualquer proveniência (questionando-nos, como tal é legal e eticamente possível) ─

Já no caso da Europa continente onde Portugal está integrado (EU e NATO), para além de tudo o mais e existindo conflito, com este a ser travado no nosso espaço exclusivo, existindo vencedores nunca sendo nós (fixando-nos nos últimos 100 anos, lembrando-nos apenas das consequências das duas últimas Guerras Mundiais), mas aqueles que territorialmente estiverem bem distantes, de fora: e só sobrando alguns, a Europa não sendo certamente (mais uma vez destruída) um deles. Portugal como sempre não agindo, nem reagindo e mais uma vez esperando (por ordens de Espanha ou da Alemanha), quando muito votando e apoiando, prosseguindo cabisbaixo e rastejante ─ numa opção alternativa ao do Antigo Regime, no Novo Regime, tentando não ver, nem ser visto (agora em tempos, de uma “Nova Normalização”).

Mas será que algo se segue, a uma nova normalização, a uma nova “lobotomia”? Mas cortar onde e o quê, não passando a maioria dos quase 8 biliões de seres humanos de “eunucos”, fisicamente (apenas se aproveitando o seu aparelho reprodutor, para se replicarem) como mentalmente (não lhe dando oportunidade, nem um único segundo, para o desperdiçar a pensar): ainda me lembrando das palavras de um professor do Antigo Regime (avisando-nos e não como hoje escondendo-nos) ─ e por sinal até sendo verdade ─ no presente ainda mais repetidas neste dito Novo Regime (estando agora lá os filhos, herdeiros dos seus pais) vendo a suas “virtualidades” (até no sentido de criar, mesmo que sendo na prática ignorantes, nem sabendo qual a sua posição no Mundo, “especialistas”) ─ “não penses muito, não percas tempo, apresenta apenas a resposta referida, como a solução!”

(imagens: NBC NEWS ─ sky.com ─ NBC NEWS ─ quotefancy.com/FRASE

─ alamy.com/GORDO ─ express.co.uk ─ quora.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:35

Sem Comer & Sem Beber (e c/ Covid-19) Ter Arma Não Chega

Domingo, 16.01.22

“With the world's most powerful military, a huge economy, and a leading role in international institutions such as the UN and NATO, the USA is a superpower. The rise in power and importance of China and re-emergence of Russia will continue to challenge the global dominance of the USA.” (The USA's international influence/bitesize/bbc.co.uk)

Tentando desvendar o súbito e já tardio interesse dos EUA ─ o 4º país no Mundo em área com quase 9,4 milhões de Km² e o 3º país em população com cerca de 331 milhões de habitantes ─ na China ─ 0 3º país no Mundo em área com cerca de 9,7 milhões de Km² e o 1º país em população com cerca de 1,44 biliões de pessoas ─ ou seja, de um país da América do Norte (EUA) sensivelmente com a mesma área do seu alvo um país da Ásia (China), mas apenas com pouco mais de 20% da população deste último,

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Porta-aviões USS Bonhomme Richard

Marinha dos EUA

Bastando olhar ─ não sendo o caso dos EUA, apresentando sempre como “cartão de apresentação e visita”, a “referência Mundial de troca” a sua moeda o Dólar e por outro lado, o poderio do seu inigualável e planetário “Complexo Industrial-Militar” ─ para o sector da sua Industria Alimentar (da China), tal como ocorrido na generalidade dos setores da sociedade chinesa especialmente desde o início do século XXI (emergindo e tornando-se cada vez mais visível e notório o seu forte desenvolvimento, expandindo-se económica e financeiramente para lá das suas fronteiras e começando progressivamente  a “abraçar o planeta”),

Conquistando a Terra (daí o aparecimento do Imperador Joe Biden, na defesa dos interesses do Imperio Ocidental) e partindo já para a Conquista do Espaço (aí estando o Império já a perder terreno/para o seguinte, começando a ficar irreversivelmente para trás),

E então erguendo bem alto a bandeira do Novo Imperio Oriental (sob a liderança de um novo Imperador) entronizando o novo Imperador Oriental XI Jinping:

Tendo-se de comer e de beber para sobreviver e sendo o ramo da Industria Alimentar, a base e alicerce (o suporte) de qualquer agregado populacional, sociedade ou civilização ─ para além de obviamente, o setor da Energia ─ com a China e como sempre a precaver-se, dominando de tal forma a produção que sendo-lhe em muitos pontos suficiente e até excedendo o solicitado internamente, exportando crescentemente e com o controlo cada vez maior deste ramo/produtos, alimentando o Resto do Mundo e de uma forma indireta (deliberada ou não/consciente ou não), tornando-o dependente, da China.

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A China na Namíbia, África

O novo Poder Mundial, Imperial e Colonial

Algo que jamais o atual império Planetário Ocidental liderado pelos EUA e atualmente tendo como comandante e líder espiritual Joe Biden ─ impondo a sua vontade e a do Hemisfério Norte Ocidental dominante, o mais rico e científico-tecnologicamente avançado ─ permitirá, sabendo-se por trás da China estar outro adversário igual e potencialmente perigoso a Rússia, juntos e como categorizados como representantes do “Eixo do Mal” podendo exceder-se face às suas ambições “imperiais” (já há muito tendo sido atribuídas), destruindo no seu caminho e impiedosamente (como pagãos que são) todos os valores Ocidentais Católico-Romanos, de Liberdade e de Democracia, norte-americana, na sua/nossa defesa.

Querendo os EUA manter o seu Império (a qualquer custo, dos outos) e com os seus súbditos mais leais colocados perante si ajoelhados e a rezar ─ a Europa (perdida, sem líderes) ─ sendo lançadas com “pedras e fisgas” sobre o poderoso “Urso Russo” ─ tentando paralisar e absorver a atenção da Rússia com a Ucrânia desviando a atenção russa de assuntos mis importantes ─ por outro lado (e sendo esse o objetivo norte-americano) permitindo aos EUA concentrarem todas as suas forças de pressão sobre a China,

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A 1ª base externa da China

(Djibouti, África)

Tendo mais tarde ou mais cedo os EUA (mal a Pandemia der tréguas) de assumir o que para já apenas afirma, unicamente atuando mesmo que com chantagem e com coação como prevenção, definitivamente atacando e surpreendendo a Rússia e a China de todas as formas imaginárias e possíveis (existindo muitos a atribuir o papel forçado de “bodes-expiatórios, o dólar sendo infindável e eterno pagando tudo), com os Média a complementarmente (destruindo-se o físico, destruindo-se logo de seguida a mente, num “serviço completo”) terem uma função preponderante (de condicionamento).

E no caso do Ramo Alimentar e dada a possibilidade de um dia os chineses, “matarem o peixe pela boca” ─ um dos mais graúdos e necessitados (dada a sua grande voragem) a serem os EUA ─ estando a China a nível de produção/controlo (dispondo da maior massa de mão-de-obra do planeta Terra, mais de 20% da população do planeta) cada vez mais avançada e absoluta (controlando esses mercados, sendo de longe o maior produtor, dominando a distribuição e os preços) a nível de três alimentos de base como estes,

─ Em meados deste ano de 2022 com a China a controlar quase 70% das reservas de Milho, 60% das reservas de Arroz e mais de 50% das reservas de Trigo ─

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China com 20% da população Mundial

A Maior Economia Agrícola Global

Os EUA com os seus veículos aéreos, terrestres, aquáticos e marinhos, ocupados e utilizados presencialmente ─ colocando de lado drones e mísseis, entre eles e caso a “festa” aqueça (por determinantes) de âmbito nuclear, só necessitando de carregar no botão ON ─ não consentindo a “Inversão” (de Impérios) mas,

Cheios de Covid-19 e sendo obrigados a regressar a casa e ainda-por-cima com os seus stocks alimentares em baixa ─ tal como já se verifica nos EUA e nos seus supermercados, com certos produtos por escassos mesmo sendo essenciais deixando as prateleiras vazias, como consequência das sanções impostas à China (apenas por ser o que é), levando os EUA por tabela ─

Acreditando os chineses que permanecendo os norte-americanos na região ou então optando pela viagem de retorno, poderem em qualquer dos casos, sofrer de restrições alimentares, sofrer de “fome”, em vez de ripostarem à ação provocatória dos EUA respondendo-lhes da mesma forma recorrendo ao armamento “convencional” utilizado nestas situações,

Bombardeando-os, mostrando não só a sua capacidade imediata de resposta caso usasse “armas com balas reais”, mas simultaneamente mostrando a sua grandiosidade e serenidade, tão necessárias nestes cenários pré-sucessão ─ aqui de Impérios, caindo um e erguendo-se outro, naturalmente, como uma serpente mudando de pele ─ com Milho, Arroz e Trigo.

(imagens: bbc.co.uk ─ nytimes.com ─

AFP/Getty Images/theguardian.com ─ millermagazine.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:35

US ─ BOMBS AWAY ─ OVER CHINA AND RUSSIA

Sábado, 15.01.22

[Libertando o Mundo. O Irão sendo um mero apeadeiro.]

Atirando a Europa contra a Rússia, tentando isolar esta última do continente europeu e tentando por sua vez e com alguma ajuda dos seus amigos regionais, cercar o Dragão asiático asfixiando a China e isolando-a do seu continente (lançando os seus dois inimigos, para o poço do esquecimento), tal como numa história de bonecos e histórias aos quadradinhos só possível de surgir nestes tempos e nos EUA ─ mas aqui vindos de seres pelos vistos piores que as crianças, os adultos ditos responsáveis, parecendo sofrer de alguma psicopatia definida certamente como grave ─ com os EUA e com esta sua geoestratégia, no mínimo considerada “demente”,  a pensarem no fim desta sua campanha, conseguir virar (os seus 2 inimigos) a China contra a Rússia (um contra o outro e não contra o inimigo comum, bastando para tal seguir a única opção, para uns uma tradição, atraiçoar o outro e prosseguir).

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Podendo-se afirmar, estar-se a caminho de uma WW3,

sendo o Mundo Virtual, uma potencial antecipação de um Mundo Real.

Com as reservas Globais de Energia ─ obtidas através da exploração petrolífera ─ a andarem em pouco mais de 1.650.000 milhões de barris de petróleo ─ com um consumo diário médio acima dos 97.000.000 barris ─ fazendo-se as contas e utilizando-se essa média diária (de consumo de barris de petróleo/dia) com essas mesmas reservas a poderem durar ainda quase meio século ─ uns 47 anos para ser mais preciso ─ tornando-se interessante que face a esta Crise Global que atravessamos, oriunda dos tempos pré-Covid-19 (anteriores a janeiro de 2020) e justificada por uma longa e alargada crise socioeconómica e financeira então já existente (assolando o Mundo, a Europa e Portugal, certamente todo nos recordando dos tempos do governo de Passos Coelho) ─ tempos esses em que mais uma vez e como seria obvio e expetável a Energia assume uma posição dominante, tornando-se protagonista ─ nos debrucemos nem seja que por uns breves segundos (repentinamente pudendo surgir “a luz”, vendo-se melhor o contexto), ainda-por-cima agora que se debatem e comparam a utilização de diferentes fontes e formas de Energia utilizadas ─ convencionais ou não, poluentes ou não, renováveis ou não, verdes ou não, existentes ou não, na moda ou não, mas no final e invariavelmente, sempre no interesse dos produtores/fornecedores, não dos consumidores, como o petróleo, o gás, o carvão por um lado e o Sol, o Vento e a força das Águas pelo outro lado, nunca esquecendo a agora aparecendo com a imagem a tentar ser  recuperada, a energia Nuclear ─ no consumo Global de Petróleo, o mineral líquido (natural) extraído do interior da Terra e sobre o qual assenta, maioritariamente senão mesmo esmagadoramente, toda a nossa Sociedade (em todos os Hemisférios, a Norte o desenvolvido/o rico, como a sul o subdesenvolvido/o pobre) e a nossa Civilização no presente:

(1) As outras opções energéticas ou tendo sido abandonadas, suspensas ou estando ainda numa fase muito inicial de implementação (e perspetivas de desenvolvimento, dado o petróleo funcionar como moeda de troca essencial por eficaz) e (2) o petróleo podendo durar mais uns 50 anos, fazendo com que (3) “por muito que se queira”, o mais acessível e o mais barato e respeitando acima-de-tudo a lei do mercado, no final vença, forçando-nos até por uma questão de sobrevivência, a olhar para o Petróleo e como tal, não sendo ainda completamente estúpido (“pobre de espirito”, já o sendo fisicamente) ou entretanto não tendo ainda aderido ao clube dos indiferentes (um tipo de zombie, sempre com o básico/todo o tipo de “comida”, à sua disposição, julgando-se rico), saber quem o produz e sobretudo e para além deste fator (importante) quem o controla (muito mais importante).

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Reeditando a Guerra Fria de uma forma agressiva, em dose dupla e face ao arsenal,

atacando os EUA, terminando igualmente extinto.

E aí chegando à tabela dos maiores produtores de Petróleo do Mundo, nesta época “digital” e apesar de “analógico”, sendo o produto de referência energética maioritariamente procurado e utilizado no planeta (mais de 50% do mercado, já sendo esmagador), tentando identificar os países e as suas orientações, esferas de influência frequentadas e respetiva distribuição pelas diferentes áreas e blocos de interesse, fundamentalmente três, o orientado pelo autoproclamado Líder do Império Ocidental Católico-Romano representando o Bloco do Eixo do Bem sediado em Washington (com filiais entre outras e das mais fieis e submissas, por omissão para com os seus representados, como na Europa) e no presente tendo como Imperador Joe Biden (no qual nos integramos), o orientado pelo “Grande Gigante Asiático” a China a grande potência económico-financeira Global agora em rápida ascensão, depois da Terra querendo Conquistar o Espaço, representando o outro lado do Hemisfério Norte igualmente desenvolvido, o Oriental, por nós sendo visto como adversário e até inimigo, representando o outro Bloco o Eixo do Mal, com sede em Pequim e ainda o orientado pela Rússia velho e experimentado combatente nos tempos da URSS, da 2º Guerra Mundial e da longa Guerra Fria, sendo para além de uma das 3 grandes potências Globais, uma boa retaguarda de apoio e de cooperação com a China, com esta e continuando a pressão suicida dos EUA, podendo mais cedo do que se espera unir-se e então aí criando-se uma situação irreversível ─  de um lado tendo o EUA e do outro China e Rússia ─ descobrindo só no Top de 10 dos Maiores Produtores (de Petrodólares)  para além dos EUA (1ºRM com 14,8 mil milhões de barris/dia) e de dois países com produções aproximadas ─ a Arábia Saudita (2ªRM com 12,4 mil milhões) e a Rússia (3ºRM com 11,3 mil milhões) ─ acompanhando-os mas já de longe surgindo logo 3 (em7) países sob “controlo” norte-americano ─ Iraque (6ºRM), EAU (8ºRM) e Kuwait (10ºRM) ─ 1 outro estando já na sua mira ─ Irão (7ºRM) ─ e mesmo exterior a este Top (vindo logo de imediato) ainda surgindo outros fortes candidatos ─ como por exemplo a Venezuela (12ºRM) e o recentemente falado Cazaquistão (18ºRM).

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Num ambiente pós-apocalíptico, fazendo-nos recordar Marte,

um exemplo de uma consequência real, causado pela escassez de energia.

Todos eles e sabendo-se da importância Global da Energia e de quem a detém, sob o olhar e controlo exclusivo dos EUA, os outros sendo “Alienígenas Terrestres”, tal como os mexicanos. E face às perspetivas de desenvolvimento futuro, algo paralisadas sob o pretexto da pandemia e sendo de momento estrategicamente aproveitado pelo poder, para mais uns “pequenos” mas urgentes ajustamentos (adaptação da população a este novo normal, a um novo nível de escravidão, mas dita em segurança) físicos como mentais, ou seja não se podendo avançar só regredir, enquanto a oportunidade não surge (para mais uma campanha, para mais uma guerra) ─ e disponibilizando graciosamente, o vírus um longo intervalo ─ preparando-se já o terreno para quando a bomba vier (e cair) já nem reajamos à noticia (da sua chegada eminente) tão “normalizados” já nós todos estamos (isto só passados 2 anos).

Ultrapassada esta sequela Covid-19 já na sua 3ª temporada e tendo já decorrido o tempo suficiente e necessário para o mais poderoso consórcio planetário se preparar estando pronto a entrar em ação e executar ─ o Complexo Industrial-Militar Norte-Americano, de longe e em equipamento e armamento o mais poderoso do planeta, capaz de o destruir múltiplas vezes (ao contrário dos outros estados todos juntos, sendo capazes menos vezes) e na realidade, sendo o Poder nos EUA (não o Civil, mas o Militar) ─ estando as condições meteorológica propícias com os EUA a poderem iniciar mais uma Guerra, tendo sempre como objetivo (tal como nas sucessões de Mad Max) o controlo energético.

E durando o petróleo no mínimo mais uns 50 anos ─ nesse período de tempo ainda sendo longo, com a “barriga deles” aumentando (cada vez mais) à medida que muitos mais, mas “invisíveis”, vão morrendo (de fome) ─ nada se fazendo senão “comer”, impelindo a solução cada vez mais lá para a frente, para o “tempo do nunca”: os filhos que se lixem.

(imagens: wasd.pt ─ sivaramaswami.com ─ scifimoviezone.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

Apesar de sem ela poder ser o Caos Global, vendo-se a China como o Centro do Mal

Terça-feira, 28.12.21

“O Verdadeiro Problema Existencial: Quem preferem? Quem trabalha e quem produz, ou quem apenas afirma ter muito dinheiro? Nem valendo a pena responder, por educação e por antecipação, sabendo-se já a resposta.” (Produções Anormais)

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Na África do Sul com a variante OMICRON para além de mais contagiosa ─ contagiando mais gente em menos tempo e parecendo simultaneamente “despistar” os testes e “ignorar” a vacina (vacinados ou não, sendo igual) ─ a fazer disparar o nº de Infetados, mas tal não se refletindo no nº de óbitos, sendo muito menor (do que com a anterior variante Delta). Podendo, no entanto, fazer aumentar os internamentos, instalando o caos nos hospitais ─ e recordando ainda a população africana sendo em média mais jovem (e mais resistente à doença) que a europeia.

Ao olhar para uma notícia de entrada [multinews.sapo.pt] e sendo mais uma vez solicitada a minha atenção, pela introdução ─ daquilo que se poderá considerar um mero acaso ─ da palavra “CHINA”,

“Covid-19: China coloca segunda cidade em quarentena perante o aumento dos casos positivos.” (multinews.sapo.pt/28.12.2021)

Pensando honestamente esta notícia ser mais uma das inseridas, na campanha de demonização da CHINA (seguindo e acompanhando a demonização da RÚSSIA), levada a cabo pelos EUA ─ e pelo BLOCO OCIDENTAL ─ na sua luta contra o BLOCO ORIENTAL,

─ EUA e ALIADOS = Bloco do Bem (Bloco Sagrado, integrando o HEMISFÉRIO NORTE ORIENTAL) e CHINA e Rússia = Eixo do Mal (Bloco Profano, integrando o HEMISFÉRIO NORTE ORIENTAL), o Hemisfério Sul, a outra metade da TERRA não contando ─

Ficando deveras preocupado com a chegada desta nova variante do coronavírus original SARS CoV-2, OMICRON, vendo um dos maiores estados e território do Mundo ─ uma das maiores potências Globais, desafiando já a supremacia norte-americana ─ local onde supostamente esta epidemia se iniciou, transmitiu e finalmente “acalmou”,

Como a [Multinews] aqui refere e destaca, devendo ser um caso extremamente grave, levando os governantes chineses a encerrarem completamente uma cidade (já a segunda) colocando-a de QUARENTENA.

Ficando, no entanto, um pouco confuso, sabendo-se a China ter mais de 1,4 biliões de pessoas e destas quase 11 milhões residirem na área dessas duas cidades chinesas ─ XI’AN e YAN’N ─ dado o número de novas infeções levando a esta notícia e causando algum alvoroço e temor um pouco por todo o Mundo,

Ser de 209 novas infeções numa terça-feira:

“Autoridades enfrentaram o ressurgimento do vírus nas últimas semanas, relatando 209 infeções esta terça-feira – a maior contagem em um único dia desde março do ano passado, quando o vírus estava apenas começando a se espalhar pelo mundo a partir da cidade de Wuhan.” (multinews.sapo.pt/28.12.2021)

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Nas últimas informações recolhidas sobre esta nova variante sucedendo a DELTA (a mais mortífera, como vimos em janeiro) ─ a OMICRON ─ p/ além de tudo o que se foi sabendo sobre esta variante (como enganar testes/ignorar a vacina), a retirada de uma coisa “boa” (p/ a saúde de todos nós), mesmo que a partir de uma coisa “não tão boa assim”: se por um lado este novo descendente adquiriu novas capacidades (capaz de ultrapassar a ação dos anticorpos e de enganar testes) por outro lado e sendo “bem significativo”, as consequência p/ a saúde são (menor eficácia) muito menores.

Num dia em que a nível Global talvez se tenham registado uns 750.000 infetados (números aproximados do dia anterior), sem dúvida que 209 infetados em duas cidades chinesas num total de 1,4 biliões de chineses e 7,9 biliões de terrestres,

“Em Portugal (10 milhões) num dia ─ terça-feira, 28 de dezembro ─ registando-se 17.172 Infetados/dia, na China (1440 milhões) nesse mesmo dia registando-se 209 infetados/dia. Vendo-se bem a diferença ─ brutal ─ mas em benefício não dos portugueses, mas dos chineses.” (Produções Anormais)

Se torna aterrador ─ quando se sabe que enquanto estes números apontam para as centenas, com a China nesse mesmo dia a registar uma média de +200 infetados/dia, no Ocidente fonte destas notícias os EUA registaram quase +300.000 infetados/dia e o Reino Unido quase 100.000 Infetados/dia, ninguém se preocupando (a Espanha aqui ao lado mais de +50.000 infetados/dia.

Não entendendo esta obsessão pelo que se passa no Oriente (com uma população mais nova e resistente), quando a maioria das mortes se regista a Ocidente (com uma população mais idosa e frágil), só podendo esta notícia (de interesse “zero”) integrar a campanha EUA Vs. CHINA/RÚSSIA e não estando interessado (em mais um potencial confronto e guerra).

Deixando para trás o ORIENTE (aquela parte do planeta que sustenta toda a outra parte) e preocupando-nos com o que interessa, com o que se passa a OCIDENTE sobretudo na decadente EUROPA,

Devendo-nos preocupar e questionar como é que um pequeno ser vivo matando como outros matam e muitas das vezes muito menos, conseguiu paralisar um planeta mergulhando-o numa crise agora múltipla (social, económica, financeira, moral, de saúde) e até podendo servir de desculpa, para uma nova Guerra.

Num momento em que agora debaixo de OMICRON os números GLOBAIS apontam para perto de 5,5 milhões de ÓBITOS (liderando aqui os EUA com cerca de 840 mil, seguindo-se Brasil e Índia) e perto de 252 milhões de INFETADOS (liderando aqui os EUA com cerca de 54 milhões, seguindo-se Índia e Brasil).

Para guerra já chega a “GUERRA MUNDIAL contra a COVID-19”, devendo-nos preocupar connosco e deixar os adversários dos EUA (sendo problema destes, querendo continuar a mandar, jamais obedecer) para os próprios EUA.

(imagens: Kim Ludbrook/EPA/theconversation.com ─ iStock/web.musc.edu)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:20

Segundo os EUA ─ China o único Estado Imperial

Segunda-feira, 20.12.21

Tentando iniciar esta semana, podendo ser determinante para a evolução do pequeno organismo que há dois anos apareceu à superfície da Terra, talvez de origem externa e tendo face à espécie nesse ecossistema (sendo dominante no mesmo) a capacidade necessária e suficiente para paralisar todo o planeta,

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Não acreditando em ET’S, mas que eles existem, existem!

Numa apresentação rápida das várias alternativas minimamente credíveis, para um Evento ter real repercussão a nível planetário ─ auto extinguir-nos (por exemplo c/ uma Guerra Nuclear), sermos invadidos (por exemplo por Alienígenas) ou sermos atingidos por um objeto (por exemplo um Asteroide) ─ na verdade apenas uma delas e sendo a menos credível (nunca vimos um, mas tendo fé, acreditando-se), nos poderia dar alguma esperança: a opção do meio, podendo eles (os outros não, sendo objetos) ser como nós.

 

Não encontrando nada de novo em sites alternativos que me prendesse ou despertasse a atenção, senão a notícia de uma reunião secreta realizada no continente da Antártida (localizado no Polo Sul) juntando nada mais nada menos que o fundador e presidente executivo do Fórum Económico Mundial (WEF) o alemão Klaus Schwab e o presidente do Banco Central Europeu a francesa Christine Lagarde (ECB),

Estes dois (pelo WEF/ECB) acompanhados por dois responsáveis de uma companhia de software, especializada em sistemas de pagamento online ─ a Ripple Labs ─ o seu presidente e o seu chefe técnico, aqui certamente (com os quatro) representando os interesses da Terra, do outro lado da mesa e no sentido de entre duas partes se tomar uma decisão importante,

E além do mais, tendo sido o responsável pela convocatória da reunião (mostrando ao que vinham, olhando tudo de um nível superior), estando uma alegada e denominada Aliança Terrestre e claro está os Extraterrestres:

Exigindo aos nossos representantes Schwab/Lagarde, seus gestores e contabilistas a sua imediata rendição (da Terra, face ao poder e domínio da Aliança e dos Extraterrestres) e simultaneamente mandando-os preparar, para uma alteração radical ─ mantendo-se no poder, mas certamente tendo de readaptar-se.

Falando-se de elites para elites e nunca se falando dos outros ─ os esmagadores 8 biliões ─ e nem para estes extraterrestres existindo alternativa senão com norte-americanos, sabendo-se no mínimo russos e chineses terem certamente os seus, talvez até mais astutos e poderosos por oriundos do Outro Lado do Mundo, mais distante e desconhecido (misterioso e temido),

Após um suspiro profundo e um revirar de cabeça (fazendo afluir mais sangue ao cérebro, quando me punha de cabeça para baixo e rabo para o ar) não achando nada disso credível ─ alianças e extraterrestres exigindo a rendição dos seus frangos de aviário ─ virando-me antes para dentro e acidentalmente ou não indo ter ao Twitter e logo ao governo do Iraque (@IraquiGovt).

E aí encontrando perdido entre vários “posts” um (referenciado a 16 de dezembro, passada quinta-feira), nem sequer tendo de envolver qualquer tipo de interferência externa (como por exemplo rendições), mencionando algo que já tendo feito muita gente chorar (no mínimo provocando de um dos lados 1 milhão de mortos), poderá pelas mãos da mesma espécie, mas concretizadas por outras mãos, bem diferentes, levar muitos outros (o mesmo povo) a começarem (pois todo o processo custa) a sorrir.

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Seguindo o pensamento ideológico de muitos, sempre preocupados.

 Com a ascensão da URSS (implodindo e dando origem à Confederação Russa) impedindo-a de alcançar o Atlântico e agora dirigindo toda a sua atenção para a China impedindo-a de alcançar o Índico/Pacífico ─ na prossecução da aplicação da doutrina geoestratégica da autoria do conselheiro de segurança dos EUA (anos 70) Zbigniew Brzezinski (já falecido, mas ainda atuante) ─ o mesmo tratamento que se deu aos soviéticos, devendo ser aplicado aos chineses, estes últimos tal como os primeiros, querendo substituir os EUA.

 

Depois de anos e anos consecutivos de destruição (e ainda com os predadores presentes, bem atentos), mais de um milhão de mortos, colunas infindáveis de deslocados, múltiplas invasões exteriores e um país podendo-se dizer nas suas estruturas básicas (de sobrevivência) completamente arrasado,

─ Responsabilidade norte-americana, em mais um crime de guerra sem justificação (onde estavam as “Armas de destruição Maciça?), perdão ou castigo (sendo os EUA inimputáveis)

Chegando em 2022 e como já planeado e assinado a China, estabelecendo contractos para a reconstrução e tentando apagar progressivamente e dentro do possível (tendo-se de começar por algum lado e de alguma forma eficaz) os sinais ainda profusamente espalhados (não só nos corpos como nas mentes entre elas as crianças) de destruição total num cenário verdadeiramente (lembrando-nos do que era antes o Iraque e Bagdá, do califa das “Mil e uma Noites”) apocalíptico.

Com a China a fazer um contrato com o Iraque comprometendo-se construir 1.000 escolas no país, conforme acordo estabelecido entre ambos no sentido do início da reconstrução, do estreitamento de ligações bilaterais e de posteriores investimentos noutras áreas e infraestruturas fundamentais (os alicerces básicos agora destruídos em qualquer estado): em vez de chegarem como os imperialistas norte-americanos levando e destruindo tudo à sua frente e nunca vendo ninguém (não se sendo norte-americano, não se sendo humano, não tendo nenhumas garantias), com os imperialistas chineses segundo os norte-americanos e seus fieis aliados a “única força imperialista no presente à superfície deste planeta” ─ isto sim, sendo tanta a hipocrisia (700 bases externas norte-americanas, contra 1 base externa chinesa) que até nos fazendo rir ─ em vez de destruírem (até porque antes alguém, antecipando-se em tudo até nas intenções, já o tinha feito) a (mais uma vez opondo-se aos norte-americanos) construírem.

Pelo menos não entrando lá como os EUA ─ obliterando o país ─ e dada a ocidentalização para a qual o país então caminhava (com Saddam Hussein como líder, lá colocado pelos EUA), fazendo-o regressar à Idade Média. No entanto tal não bastando para os EUA não hesitarem em declarar, até como sua função (prioritária) para proteção do Resto do Mundo (do seu), a China ser atualmente o único Estado Imperial ─ sendo certamente essa a razão da necessidade de os norte-americanos terem 700 bases espalhadas pelo Mundo, única forma de combater a única (e poderosíssima, 1 base “Made in China” > 700 bases “Made in USA”) base chinesa instalada algures.

(imagens: Michael Salla/youtube.com/16.12.2021 ─ gisreportsonline.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:41

Guerra-Quente e Linhas-Vermelhas

Segunda-feira, 13.12.21

Russia Ukraine: Biden warns Russia against Ukraine 'red lines' (bbc.com/04.12)

Biden didn’t accept Putin’s ‘red lines’ on Ukraine (cnbc.com/08.12)

Ukraine's red lines: How far are Russia and NATO willing to go? (france24.com/07.12)

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Não dando tanto para rir como para chorar ─ rir sendo a óbvia reação perante tal imbecilidade, não fossem os imbecis os atuais líderes ─ perante a evolução registada nas últimas décadas a nível do poder e da supremacia planetária, com os EUA como todos os Impérios depois de inovarem, dominarem e persistirem nesse domínio (não evoluindo), caindo em decadência e dando lugar a outros ─ sendo no presente o caso da China, ameaçando deslocar o Eixo Económico-Financeiro Mundial, de Washington (do Bloco do Hemisfério Norte Ocidental) para Pequim (para o Bloco do Hemisfério Oriental), transformando-o na reedição de um confronto Ocidente Vs. Oriente ─ perante o avanço da sua crise económico-financeira interna (e crescimento contínuo da inflação) colocando em causa o mandato do atual presidente o democrata Joe Biden (com a mais baixa aceitação popular de sempre e estando-se à porta das eleições intermédias de 2022) ─ aquele que iria salvar a América e o Mundo do republicano Donald Trump ─ não restando mais nada no presente ao atual líder norte-americano, senão continuar ou acelerar ainda mais a política (constantemente contestada e boicotada) do seu inimigo e adversário, o anterior presidente: abandonado o Afeganistão com um objetivo pré-definido e geoestratégico (a retomar e priorizar) ─ daí a rapidez e o caos (com outros negócios e acordos pelo meio) ─ não passando por esta região (deixando tudo praticamente como estava antes, vinte anos atrás e entregando a pasta parcialmente e de novo ao seu “aliado” de ocasião o Paquistão), virando-se (nunca o tendo abandonado do seu olhar) para o seu grande adversário económico-financeiro, não esquecendo a Rússia (e todo o seu poderio tecnológico e militar, sendo a 2ª potência nuclear global), mas dando todo o protagonismo ao gigante do Oriente a China, não tendo hipótese militarmente contra o esmagador poder norte-americano (mas podendo-se aliar à Rússia), no entanto na generalidade das outras áreas (fazendo funcionar as trocas, os mercados, os negócios, o mundo) estando já a par ou tendo já ultrapassado o antigo líder (os EUA) ─ veja-se até o caso da Conquista e Exploração do Espaço, com a China a ir já à frente.

We would provide additional defensive material to the Ukrainians above and beyond that which we are already provided. And we would fortify our NATO allies on the eastern flank with additional capabilities in response to such an escalation.

(Joe Biden/07.12)

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E como quando não se resolvendo algo a bem, existindo sempre a hipótese de em alternativa, se resolver esse algo, se não mais-ou-menos, então a mal, evitando desde logo o meio (não se desejando obviamente o equilíbrio, desejando-se a supremacia) e tentando impor unilateralmente como sendo o “justo” o seu ponto de vista, com a Administração da Casa Branca comandada do seu interior pelo líder da América e do Mundo Livre (pela mesma representada e definida) ─ o septuagenário quase octogenário Joe Biden ─ virando-se para o exterior tentando mais uma vez resolver os seus problemas internos, se necessário com a criação de mais uma Guerra longínqua (reativando o seu Complexo Industrial-Militar), noutro continente (por ex. a Europa ou a Ásia), envolvendo preferencial e presencialmente os locais (nos possíveis combates diretos) e com a menor participação possível de tropas norte-americanas ─ com os norte-americanos a “oferecerem graciosamente” o seu e agora nosso armamento. Apontando para a Rússia (na Europa) ─ não largando o petróleo do Irão ─ e para a China (Ásia) como seus adversários, para já tentando destruí-los com a sua retórica múltiplas vezes repetida (pelos Média de todo o mundo, significando o ainda poder do dólar), mas se necessário não hesitando em ─ não o querendo, nunca o desejando, mas as circunstâncias o exigindo ─ “aproximando-se inadvertidamente do risco, mas na defensiva” (os “outros” não  concordando, dado o risco ser a sua própria linha de fronteira) cometer indiretamente (não tendo culpa, não estando presencialmente no terreno) algum excesso, podendo originar um conflito armado, uma guerra, local: local sendo (no caso da Europa) no leste, fronteira Ucrânia/Rússia podendo colocar todo o continente perante uma nova Guerra Fria mas esta ─ dado os protagonistas desta série EUA, CHINA e RÚSSIA ─ mais explosiva.

Biden warns Putin of ‘devastating’ consequences if Russia invades Ukraine (ft.com/11.12)

Biden welcomes Finland buying US jets amid Russia concerns (rt.com/13.12)

Russia warns of 'dire consequences' for NATO (rt.com/13.12)

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Neste contexto político dos finais de 2021, em que o Hemisfério Sul da Terra não conta (para as decisões finais), estando todo o desenvolvimento, tecnologia e poder sediado no Hemisfério Norte ─ com todas as diretivas a virem de Norte e tendo-se como comandante desta operação global durante toda esta fase (exponenciada aquando da II Guerra Mundial) os EUA ─ no decorrer de todo o processo de evolução socioeconómica mundial (já com quase oito décadas) entremeada por episódios de partilha (EUA/URSS) ou de exclusividade (EUA com a queda da URSS), já num aparente ciclo de decadência provocada por essa mesma exclusividade de poder (Global, mas sem real concorrência, sendo tudo/todos pagos “por baixo da mesa” em dólares) e com um outro imenso território cheio de gente em nítida e acelerada (por organizada/disciplinada) ascensão económica ─ a CHINA o país mais populoso do Mundo com os seus mais de 1.400 milhões de habitantes (num total de quase 7.900 milhões, EUA pouco mais de 330 milhões sendo o 3º), estendendo-se por uma área sendo a 3ª do Mundo (só ultrapassada pela Rússia/1ª e pelo Canadá/2ª, EUA sendo o 4º) ─ com o Gigante Asiático juntando todo o seu poderio económico e financeiro acumulado e o seu grande avanço cientifico-tecnológico registado e constantemente melhorado ao longo destas mais recentes décadas (iniciadas com o seu Grande Timoneiro e líder chinês Mao Tsé-Tung, governando o país de 1949 a 1976), a assumir-se nesta contínua intriga planetária como um novo e poderoso protagonista, como tal adversário (de algo/alguém), capaz de colocar em causa a até agora incontestada supremacia norte-americana e com isso o poder do seu até agora, rodando sobre rodas (das rotativas das impressoras mágicas), o globalizante Projeto-Dólar. Não podendo obviamente os EUA, sendo a terra do Imperador do Império, o Império Ocidental, representando o Eixo do Bem (católico-romano) sediado em Washington (FMI, Banco Mundial, Maior Complexo Industrial-Militar), consentir no assalto ao seu poder sujeitando-se agora aos ditames vindos de Oriente, da Ásia/e logo da China, povos e territórios identificados como protagonistas do trabalho manual (sendo dirigidos, sem necessidades de qualificação), não do intelectual (dirigindo, sendo qualificados): querendo assumir o controlo global (que de alguma forma, atingido este ponto e pagando para tal, já o fazem) e transferir o Eixo do Poder Mundial de Ocidente para Oriente, para Pequim, colocando de lado e de vez a Civilização Ocidental (católico-romana) e substituindo-a pela Civilização Oriental (antigos mouros, escravos, assalariados), por pagãos, seres violentos e sem um único Deus ou religião. Com a Europa face a esta retórica político-religiosa e pensando assim sobreviver juntando-se à América ─ sem nada contribuir/fazer por e para si própria ─ tendo a Rússia logo ali ao lado e partilhando o mesmo continente.

(imagens: Pyotr Bernstein/Sputnik/Global Look Press/rbth.com

─ Sputnik/thedailybeast.com ─ Amir Cohen/Reuters/rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:52

A Lua, a China e a presença ET

Quarta-feira, 08.12.21

Numa notícia tendo obrigatoriamente de ser GLOBAL, incluindo a presença da CHINA (aqui representante dos terrestres) e possivelmente de ET’S, a menção da descoberta de um artefacto misterioso (em forma de cubo) na superfície da LUA (no seu lado escuro) concretizada pelo ROVER de origem chinesa YUTU-2 (há já dois anos na Lua).

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Ao fundo, ao centro, destacando-se um objeto em forma de cubo

 

Na execução da sua missão e circulando sobre a superfície do nosso único satélite natural, deparando-se à distância com um objeto estranho por desconhecido (em princípio não sendo de origem terrestre, lixo) e além disso desenquadrado (do cenário expetável, até pela sua forma), transformando-se de imediato numa prioridade,

E levando o ROVER a apontar o seu novo rumo na direção deste objeto (localizado sobre a superfície lunar, dando-lhe prioridade), aproximando-se o mais possível dele para investigar e tentar compreender do que se trata: com 2 anos de recolha de dados e de imagens com este artefacto a despertar a atenção dos responsáveis (da missão) já denominado como “Casa-Mistério”.

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2001 Odisseia no Espaço

 

Tendo até alguma piada que após anos e anos de consecutivas missões de norte-americanos e de russos no espaço (sobretudo estes dois, as duas grandes potências espaciais) ─ descobertas e encobrimentos ─ fossem os chineses que superado o atraso e tendo talvez já assumido a liderança na Conquista e da Exploração do Espaço, fizessem o 1ª contacto concreto com os ET’S: tornando-se aí pioneiros (não se tendo conhecimento oficial de outros contactos).

Com o veículo motorizado chinês YUTU-2 iniciando a sua viagem em direção ao artefacto (por volta de 3/4 de dezembro), prevendo-se demorar 2/3 dias lunares (2/3 meses na Terra) para o alcançar e mais alguns dias até poderem chegar, possíveis e talvez interessantes novidades: deste objeto distando uns 80 metros (de YUTU-2) e destacando-se em altitude no horizonte lunar.

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À direita, sobre a superfície da Lua, a "Casa-Mistério"

Numa primeira explicação para a presença do objeto sobre a superfície da LUA ─ a mais natural e por mais corrente, a menos imaginativa ─ sugerindo-se este ser um pedregulho resultado de um impacto direto com a mesma, ocorrido na cratera (de cerca de 186Km de extensão) de VON KÁRMÁN.

Sendo mais imaginativo por vezes aproximando-nos mais da realidade (complementando-se), podendo-se igualmente sustentar e sugerir uma solução Extraterrestre, sendo para já (natural ou artificial) de origem desconhecida.

(imagens: sina.com.cn e FilmScout/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:32

Se não forem russos, então serão chineses

Quarta-feira, 17.11.21

“Mas para além da opção terrestre, ainda não se devendo descartar a opção extraterrestre.”

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ISS em Estado de Alerta

Resultado da inexperiência e da imprudência dos russos

(como será outro dia dos chineses) podendo ter obliterado a ISS

 

Não querendo defender nenhum deles utilizando prioritariamente a TERRA e o ESPAÇO unicamente na defesa dos seus interesses (tudo o resto vindo depois) ─ referindo-nos obviamente aqui às únicas potências globais os EUA (Bloco Ocidental e do Bem), a CHINA e a RÚSSIA (Bloco Oriental e do Mal) ─ sendo curioso que sempre que algo de dúbio acontece podendo ser estrategicamente utilizado pela outra parte, sistematicamente e habitando-se o lado Ocidental (EUA, Europa e outros satélites e aliados) a culpa é sempre do lado Oriental:

Umas vezes destacando-se o papel dos russos outras vezes dos chineses outras vezes de ambos e muitas vezes utilizando mesmo os seus territórios satélites e aliados (como a Coreia do Norte e o Irão).

E depois destes factos ficarem mais uma vez comprovados com a realização da Conferência Contra as Alterações Climáticas (COP26) em Glasgow (Escócia), nada de positivo de lá saindo nem sequer a (prometida) manutenção da temperatura média global do planeta ─ mantendo-se a utilização dos combustíveis fósseis (e os mesmos processos de produção na indústria automóvel), reiniciando-se a construção de novas centrais nucleares (pelos vistos já não sendo poluentes) e ignorando a jovem Greta (símbolo da COP25, deixando-a no exterior) e em sua substituição colocando lá (no interior da COP26) a boneca Amal ─ deixando a Terra (a defesa do seu Ecossistema) e virando-nos para o ESPAÇO surgindo-nos agora o problema crescente da poluição invadindo o espaço exterior e adjacente  à TERRA, com cada vez mais sucata-voadora (componentes de foguetões, naves, satélites, etc.) orbitando nas proximidades do nosso planeta e como que começando a envolve-lo:

Um dia ou descaindo na sua órbita, entrando na atmosfera, desintegrando-se e podendo mesmo impactar a Terra, ou então ficando-se lá por cima podendo colidir ou ser atingido (por exemplo por um míssil), provocando (por mais que se o tente evitar) uma miríade de fragmentos (de diferentes dimensões) podendo atingir outros veículos espaciais em órbita, um deles podendo ser a Estação Espacial Internacional (ISS) por sinal com astronautas a bordo (por lá andando igualmente a nova Estação Espacial Chinesa (TIANGONG-3).

Russia's missile test could have easily obliterated the International Space Station.

Blasted a Kosmos spy satellite into more than 1,500 pieces of space debris.

(Brandon Specktor/livescience.com/17.11.2021)

Neste Mundo tripolar onde metade da Terra não existe (uma parte, retratado no Hemisfério Sul, pobre e pouco desenvolvido) e a outra metade se digladia (duas partes, o Hemisfério Norte rico e desenvolvido, colocando em luta o lado Ocidental contra o lado Oriental) ─ vivendo-se de um lado, o outro sendo o lado inimigo (e não se aceitando territórios neutros) ─ a culpa sendo invariavelmente dos outros da responsabilidade dos “suspeitos do costume” (como se fossem doutores na área para além de certificados):

Vivendo-se do lado dos católico-romanos a culpa sendo sem dúvida (entre outros do lado de lá) dos pagãos, dos mouros, dos pretos ou então dos amarelos, para a salvação da Europa necessitando-se dos poderosos norte-americanos tanto na Terra como (como se vê) no Espaço ─ nem que seja dando-lhes uma vantagem (sobre os outros) tornando-os e em exclusividade, inimputáveis;

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A Guerra das Estrelas

Com a Guerra no Espaço a caminho (adversários possíveis, chineses, russos, alienígenas)

e com os EUA não estando preparados (para os combater)

 

E vivendo-se numa Sociedade mergulhada em paralisia (nada se passando, ficando tudo na mesma), sendo para os intolerantes e situacionistas (e suas ambições estáticas) uma vantagem tremenda.

Os outros (8 biliões) que trabalhem, enquanto uns poucos enriquecem (umas centenas) e algo correndo mal, de um lado tendo-se a Rússia e do outro tendo-se a China.

Aqui e neste momento sendo a vez da Rússia (algo mal que o russo fez/com toda a sua negatividade e que o norte-americano até por experiência pessoal, bem conhece/sob uma perspetiva positiva):

Na passada terça-feira (16.11) com os russos a realizarem um teste tendo como objetivo destruir um satélite seu já desativado (em princípio e segundo o ocidente de espionagem), atingindo-o e desintegrando-o em centenas de pequenos fragmentos (dizem que mais de 1.500), posteriormente (e como é óbvio) lançados em todas as direções.

Podendo mesmo que respeitando todas as regras e normas de segurança ─ e isso aplicando-se a todos os prevaricadores dos quais os maiores são o EUA, a Rússia e a China ─ atingir outros veículos espaciais incluindo as Estações Espaciais, aqui a grande preocupação sendo a ISS (no presente com 4 astronautas norte-americanos, 2 russos e 1 alemão).

Lançando fragmentos a mais de 28.000Km/h podendo atingir a Terra e perfurar a ISS e juntando-se à “sucata espacial” acumulando-se à volta da Terra desde há 60 anos (mais de 27.000 fragmentos).

Sabendo-se que a ISS já teve de fazer umas 25 alterações de curso devido ao perigo de colisão com objetos deste tipo (fragmentos) e que o procedimento dos três é comum/semelhante na concretização de missões como o da destruição de satélites (fazendo todos o mesmo, logo não sendo hipócrita, não podendo apontar o outro), sabendo-se que já outros países estão na mesma linha (negativa) e bem ativos, tendo-se desde logo de apontar a nós antes de podermos apontar para os outros, o contrário sendo inconsequente.

Só se em vez da solução, para convencer (autoconvencer) procurarmos inimigos e esses só podendo ser, do “outro lado da Terra”.

Afinal de contas, temos algum “preconceito racial”, somos ou não “racistas”?

“Racismo é a discriminação social baseada na falsa ideia de que a espécie humana é dividida em raças e que uma é superior às outras. Trata-se de uma atitude depreciativa e discriminatória não baseada em critérios científicos. O preconceito racial está relacionado com outros tipos de preconceito, como homofobia e xenofobia, ou comportamentos violentos, como o bullying.” (significados.com.br/racismo)

(imagens:  Matthias Kulka/Getty Images/livescience.com ─ Getty/iStock/politico.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:41

Hoje, circulando a 148 milhões de Km do Sol

Terça-feira, 16.11.21

[E demorando cerca de 8 minutos e 13,4 segundos para cá chegar.]

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Vivendo-se num Mundo em constante movimento e evolução (“nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”), em que tudo o que nele existe se pode alterar em função de duas coordenadas como o Espaço e o Tempo (englobando matéria e eletromagnetismo), não sendo com grande espanto nem estranheza (sendo tal processo natural) que num momento em que se avista o fim de um Império (o Império Norte-Americano) e em que os movimentos geológicos terrestres proporcionam o emergir de novos territórios à custa da imersão de outros (como consequência da deslocação das placas tectónicas, “subindo umas e descendo outras”), aqueles que atualmente controlam o planeta tendo nas suas mãos o futuro da preservação do nosso Ecossistema (terrestre), mesmo sabendo que o seu tempo se esgotou mantenham-se relutantes em abandonar (sem mais) o poder.

Perante a evolução planetária (a nível de todos os territórios) registada nos últimos anos (especialmente desde a II Guerra Mundial) a nível de organização social e de controlo global de mercados (matéria-prima, produção, distribuição, consumo) ─ com os EUA a transformarem-se (por processo de eliminação) na maior e única potência Global (fim da URSS) exercendo sem contraditório (extinta a outra potência e adversária) a sua supremacia total em todas as áreas da intervenção humana (vigiando-nos a todos nós como inimigos e estratégia, desde o 11 de setembro de 2001) ─ mantendo-se a cegueira do Hemisfério Norte Ocidental direcionado unicamente na defesa dos interesses dos EUA (e seus súbditos-leais da Europa Ocidental), não compreendendo já há algum tempo (que não pouco) o centro económico-financeiro do Mundo se ter transferido do Atlântico para o Índico/Pacífico, ou não se situassem lá os mercados de excelência e se fizessem entre eles, todas as trocas comerciais fundamentais. Na América continuando-se a negociar com o Dólar (uma folha de papel timbrada, encontrando-se um pouco por todo o Mundo, bastando para tal ter uma impressora) na Ásia com o Ouro e outros metais preciosos (tudo aquilo com que se possa ganhar dinheiro).

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Assistindo-se de momento a uma luta sem quartel (mencionando os seus líderes) entre o Império Norte-Americano e o Império Chinês (secundado pela outra potência global a Rússia), o primeiro tentando evitar a sua queda (tornando-se inevitável, pois os EUA estando em perda de poder e de iniciativa, incluindo internamente), o segundo aparentemente começando a estar a par e sabendo que acelerando apenas um pouco mais, acabará por o ultrapassar (o que já acontece na Exploração, Conquista e Domínio do Espaço). Com três blocos em luta (EUA, China e Rússia) dois deles (China e Rússia) associados (e com mais uns tantos países, até dispondo de arsenais nucleares), sendo fácil de entender que para se dar bem com todos garantindo a nossa sobrevivência, teremos que dialogar com os três (certamente com mais alguns) e nunca em nosso nome ou de outros, ostracizando ninguém. Partindo daqui e colocando-nos na posição do que ainda é e representa a Europa ─ um antigo território de colonizadores, agora com as suas ex-colónias (agora independentes) exigindo cada vez maiores garantias e vantagens, para a manutenção dos fluxos comerciais ex-colonizadores/ex-colonizados ─ mergulhada como esta está numa crise de falta de fundos e de diminuição vertiginosa de rendimentos e sobretudo, de ideias inovadoras mesmo que de risco deixando de vez os caminhos tradicionais (por excesso, decadentes) com o Velho Continente a ter prioritariamente que reforçar a defesa dos seus interesses e das suas fronteiras, negociando com todos aqueles dos quais poderá beneficiar de vantagens e respeitando as leis e as regras de convivência, tendo estas que ser aceites pouco-a-pouco por todos. Tendo todos os quase 8 biliões de seres humanos certamente um objetivo comum a cumprir (até para sobreviver), sabendo-se que pelo menos para o mesmo funcionar e se continuar a concretizar (o objetivo), teremos todos que partilhar.

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Pelo que neste aparente limbo sucessório ─ colocando o Hemisfério Sul de lado (o hemisfério pobre, menos desenvolvido) ─ opondo o Hemisfério Norte Ocidental (liderado pelos EUA) ao Hemisfério Norte Oriental (liderado pela China e coadjuvado pela Rússia), tendo desde logo os EUA como a atual maior potência e líder global de compreender e interiorizar (pois os números também conta, nunca mentem), que o seu território só representa 9,4 milhões de Km² (num total de 149 milhões de Km²) contra os 17,1 milhões de Km² da Rússia  e os 9,7 milhões de Km² da China (total de 26,8 milhões de Km²) ─ em área [China/Rússia] = 3X [EUA] ─ e que a sua população só representa 331 milhões de indivíduos (num total de mais de 7.900 milhões) contra os 146 milhões da Rússia e os 1.440 milhões da China (total de 1.771 milhões de indivíduos) ─ em população [China/Rússia] = 5,5X [EUA]. Daí o interesse dos EUA na Índia: não pela sua área (3,3 milhões de Km²), mas pela sua população cerca de 1.380 milhões de indivíduos (a 2ª maior do Mundo) e por situar na Ásia.

Apenas como curiosidade e a nível de área de terra ocupada com Portugal a ser o 111º país no ranking mundial com 92 mil Km² (entre 234 países/territórios), sendo a nível do número de habitantes o 89º país no ranking mundial com cerca de 10,2 milhões (entre 235 países/territórios).

(imagens: globaltrademag.com ─ 60 Minutes Australia ─ Historical Facts/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:54

EUA de Joe Biden ─ Tendo como Alvo prioritário o Irão e a China

Quarta-feira, 10.11.21

“Na prática com o projeto já se tendo iniciado,

mas (estrategicamente não sendo ainda visível)

nada de oficial se tendo ainda decidido.”

Tentando aproveitar o estado de paralisia Global (estendendo-se a todos os continentes) consequência de quase dois anos de Pandemia Covid-19 ─ em princípio e segundo os Média (de uma forma maciça), tendo como único beneficiário (e origem da pandemia) a China

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Marines norte-americanos observando os iranianos

(marinha dos EUA no estreito de Ormuz)

 

Eis que perante a crise interna que os EUA atravessam (e de credibilidade externa, desde  fuga descontrolada do Afeganistão), necessitando urgentemente de algum “tubo de escape” para realimentar e aumentar o seu crescimento (interno como externo) económico (e financeiro), duas guerras (ambas perigosas mas com envolvências diferentes) tendo como protagonista os EUA se começam a desenhar no horizonte: uma delas envolvendo o Irão (numa nova Cruzada contra o Oriente e tendo em mira o petróleo), a outra envolvendo a China (tentando dificultar-lhes as rotas comerciais, afastando-os dos mercados mesmo os regionais, isolando-a). Julgando-se sem controlo (sem contraditório válido e podendo agir impunemente) e simultaneamente, aproveitando-se dos restos da doutrina e da ideologia da antiga Marionete de Vladimir Putin (o seu antecessor Donald Trump), com o Democrata Joe Biden e a sua equipa da administração da Casa Branca em estreita colaboração com o reconhecido Complexo Industrial-Militar norte-americano (de longe o mais o poderoso do Mundo), podendo rever-se a curto-prazo numa nova intervenção militar de ameaça e de destruição, mas se possível sem intervenção direta (presencial, sem militares no terreno), mais à distância (instalados por perto, mas no exterior) tipo online (servindo-se de drones, mísseis, mercenários).  Faltando-se apenas saber se face à debandada do Afeganistão e aos recursos necessários (a afetar a estas duas extraordinárias campanhas, não sendo penas militares), os EUA terão capacidade de as levar a cabo simultaneamente e sem a reação de ninguém ─ sabendo-se existirem (para além dos EUA) mais duas grandes potências a China e a Rússia, que certamente não ficarão impávidas e serenas a ver as “manobras” norte-americanas, fora do seu território e colocando em causa a existência de países e de territórios independentes, soberanos e reconhecidos pelas Nações Unidas (UN).

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Confrontos na fronteira entre a Bielorrússia e a Polónia

(passagem de migrantes oriundos do Oriente)

 

Da Europa nem valendo a pena falar, conformada como está com a sua morte e nem sequer tendo ainda nomeado o sucessor, do seu antigo “Agente Funerário” residindo desde sempre na Alemanha. Uma das razões invocadas para a fuga da “Ilha” (do Reino Unido) do continente/da Europa (da Alemanha), cada vez mais próxima do passado e sendo de novo projetado (com outras roupagens, aplicadas aos descendentes) num futuro sem inovação e sem perspetivas, pelo seu quotidiano monótono por miserável e repetitivo (sem esperança, apenas pagamento), tornando-se (pelo menos para os humanos) mentalmente insuportável. No “Vale do Silício” (EUA) planeando-se desde já um estreitamento das suas relações com o Complexo Industrial-Militar (uma área de futuro, envolvendo eletrónica/informática/armamento), projetando-se num futuro próximo um potencial exército de ciborgues (com vários periféricos à sua disposição) e uma possível garantia da manutenção da supremacia dos EUA em toda a superfície (útil, incluindo a atmosfera e o Espaço em redor) do planeta Terra. Esquecendo-se que do outro lado do hemisfério que conta (o mais rico, o Hemisfério Norte) vivem mais pessoas, possuindo um maior território e no mínimo equivalendo-se (aos do lado de cá) ─ Ocidente (liderado pelos EUA) e Oriente (liderado pela China e pela Rússia) ─ com a única via alternativa à existente, sendo obviamente o da mútua extinção (levando todos nós, com eles).

[Talvez com o grande inimigo público dos EUA ─ tendo-o impedido de se lançar em mais uma das suas aventuras regeneradoras e tradicionais por destruidoras ─ seja mesmo esse ser microscópico que um dia paralisou todo um planeta de nome SARS CoV-2: não se sabendo ainda muito bem quando e como fazer desaparecer esse inconveniente, eminentemente impeditivo.]

(imagens: Reuters/rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29