Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Mai 20

“Wuhan tested millions of people for COVID-19 in just days.

Could US cities do the same?”

(Nicoletta Lanese/28.05.2020/livescience.com)

 

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TRUMP MELTDOWN ESCALATES:

SKETCHY ORDER TO WEAKEN SOCIAL MEDIA

(título: huffpost.com)

 

A caminho do fim da 4ª semana (concretizada a 1 de junho de 2020) desta 2ª fase da luta contra o vírus SARS-CoV-2 e da doença para muitos sendo mortal que o mesmo provoca ─ a COVID-19  ─ e aparentemente cumprida com relativa eficácia e sucesso a 1ª fase de confinamento (iniciada em meados de março) tendo esta no entanto e até hoje (28 de maio 2020) provocado 1.269 vítimas mortais, enquanto no Resto do Mundo a Pandemia prossegue com quase 6 milhões de infetados e mais de 360.000 mortos ─ com os EUA (a Norte, com mais de 102.000 VM) e o Brasil (a Sul, com mais de 26.000 VM) sendo os maus exemplos de cada Hemisfério ─ no nosso país e enquanto se tenta o regresso à normalidade (fosse o que fosse isso antes, ou o que querem agora definir como sendo-o depois) com a abertura do território e da sociedade aos seus cidadãos, alguns aspetos começam a definir melhor o período pelo qual todos passamos e até algumas perspetivas daquilo que certa e infelizmente (sendo as vítimas, sempre as mesmas do costume) nos espera: e se alguns ajustes de contas são noticiados apenas porque se sucedem ─ com os crimes agressões e assassinatos a repetirem-se ─ outros parecem começar a ressurgir sem intervenção nem controlo, prometendo-nos por indiferença e/ou por simples inação regressarem e imporem-se tal e qual como em crises passadas, mesmo que não tão profundas (a apanhando Passos Coelho sendo unicamente Económico-financeira, a apanhando António Costa sendo de Saúde mas igualmente com graves implicações Económicas) ─ tal como na crise anterior (iniciada em 2008/2010) com tão maus resultados para todos nós (a maioria dos portugueses) com o Governo a receber o dinheiro para ajuda atribuído (como sempre, a muito custo) pela Europa, com os bancos a ficarem com a responsabilidade de o distribuírem, para no final e contra toda a lógica de ajuda, solidariedade e de recuperação, o direcionarem apena para aquele menos necessitados até por ainda terem crédito e serem capaz de dar garantias. E com o péssimo exemplo ainda-por-cima a vir da CGD, comandada pelo mesmo contabilista-dito-individuo que esteve apenas a um passo de ter destruído definitivamente, quem efetivamente nos salvou o Serviço Nacional de Saúde (como que sendo um coveiro, quase que no passado destruindo o SNS e no caminho de no futuro liquidar de vez a CGD).

 

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Nesta quinta-feira 28 de maio de 2020, no 76º dia desta história (em Portugal desde que se registaram os primeiros casos necessitando de UCI) tendo como protagonista um ser vivo microscópico (este coronavírus), no entanto, pondo o Mundo muito perto do abismo, com as notícias dos canais de TV alternando entre o Covid-19 (e as conferências diário-monótonas de imprensa, banalizando a doença), os Crimes de Sangue (confinados, não confinados), o Dinheiro envolvido (os milhões vindos da Europa e não a Economia), Trump e Bolsonaro (aos quais se poderiam juntar Boris pela Grã-Bretanha e Löfven pela Suécia) e até o regresso do Futebol, empurrando-nos no presente para a construção de uma ideia de que o “normal” que conhecíamos ainda poderia ser recuperado, mesmo nem se tendo recuperado da doença, mas subliminarmente e como se nos tivessem já fornecido a chave ─ da referida como nova fechadura ─ não deixando de novo e por excesso de confiança entrar o bicho (neste tempo de crimes com contacto e pessoais, o assassino). Com o Verão aí a chegar, com os milhões prometidos aí a rebentar, com alguns países fortes europeus a quererem voar e voltar e (até no que diz respeito ao Algarve, pelo “bom comportamento” de Portugal face à pandemia) com o turismo a poder começar mesmo que lentamente a arrancar, contribuindo dentro dos limites desta fase inicial de desconfinamento, para a projeção de um cenário um pouco mais animador: mas nunca deixando de prestar a máxima atenção ao mais pequeno pormenor (como ao que se passa hoje, na região de Lisboa e do Vale do Tejo) e indo dando umas espreitadelas ao que se vai passando na China e na Coreia do Sul.

 

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Quanto ao Resto do Mundo, perto dos 6 milhões de infetados e ultrapassados já os 360.000 mortos, mantendo-se os casos mais preocupantes centrados nos EUA  (103.229 VM) e no  Brasil (25.945 VM), mas com o México (8.597 VM), a Grã-Bretanha (37.837 VM) e a Índia (4.711 VM) igualmente a assustarem ─ seguidos da Rússia (4.142 VM) e do Canadá (6.873 VM). E só de se pensar em África com os números a poderem ser bem maiores e com tantos casos noutros países/situações não tendo certamente (pelas mais diversas razões/desculpas) incluídos, podendo-se facilmente apontar hoje um número podendo chegar (ou mesmo ultrapassar) os 12 milhões de infetados e as mais de 720.000 vítimas mortais. No caso de uma única vaga.

 

(imagens: huffpost.com ─ Victoria Jones/PA/theconversation.com

─ Vadim Sadovski/Shutterstock/theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:30

25
Mai 20

“The Trump administration reportedly considered

conducting the first nuclear test explosion in 28 years

in response to China and Russia.”

(Sophia Ankel/23.05.2020/businessinsider.com)

 

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IVY MIKE

O primeiro teste norte-americano de uma Bomba de Hidrogénio

(1 de novembro de 1952)

 

Após quatro anos de um violento e sistemático confinamento político-social (aqui não se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a sua Administração ─ seguido de mais dois meses de um ainda mais violento e catastrófico confinamento sanitário-económico (aqui já se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a população norte-americana ─ uma consequência esperada de tão longo período de isolamento, agora que este tempo parece perto do fim, mas por outro lado nunca mais parece chegar: como se as praias repentinamente se abrissem, não se respeitando minimamente o semáforo vermelho lá colocado.

 

E assim depois de tantos acordos descontinuados e “atirados às urtigas” pela administração atualmente no poder (Republicana de Donald Trump, como num Universo nada alternativo podendo ter sido, Democrata de Hillary Clinton) ─ como o do abandono da luta contra as “Alterações Climáticas”, do acordo “nuclear com o Irão”, do acordo dos “Céu Abertos” e agora do regresso aos “testes nucleares” ─ o regresso à normalidade por tantos julgada completamente impossível, provando apenas como “normalidade e anormalidade” se confundem e na nossa mente (obedecendo aos mesmos mecanismos psíquico-físicos, ainda e sempre prevalecentes) se completam.

 

Passadas quase 24 anos sobre o acordo firmado para o fim dos testes nucleares ─ 24 de setembro de 1996, subscrito na ONU pelos EUA, pela Grã-Bretanha, pela França, pela Rússia e pela China ─ e enquanto se assistia a uma tentativa de não proliferação dos mesmos até pela chegada de outros países ao “Clube Nuclear” (como a Índia, o Paquistão, a Coreia do Norte e Israel), eis que tentando demonstrar a sua presença ainda bem efetiva no mundo e a sua imagem de sistema (e de marca) querendo manter a sua supremacia global, os EUA ainda perseguido pelos seus inúmeros “fantasmas internos” (problemas por resolver) colocados à vista de todos com o surto Pandémico Covid-19 (como a total falência do seu inexistente Serviço Nacional de Saúde e a inexistência de qualquer tipo de apoio socioeconómico em tempos de crise) ensaiam mais uma “entrada ao serviço” agora com armas pensando-se ultrapassadas (piores em efeitos que o vírus SARS-CoV-2, não só como este matando seres vivos, como também destruindo infraestruturas fundamentais à nossa sobrevivência e da nossa civilização). E ainda-por-cima pela diversificação dos efeitos extremamente negativos e muitas das vezes incontroláveis (por inesperados ou desprezados) sentidos e observados ao longo do tempo e do espaço, com a utilização de um instrumento tão primitivo como este.

 

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O regresso dos testes nucleares

Em debate entre a Administração Civil e o Complexo Militar

(maio de 2020)

 

“Com a Administração da Casa Branca sob a tutela de Donald Trump

e com  o apoio do poderoso e liderante Complexo Industrial-Militar,

como muitos dos presos saídos da cadeia e para se mostrar,

começando desde logo a ameaçar.”

 

Desconfinado e querendo (à falta de imaginação) recuperar referências ─ até para arranjar culpados, para os seus erros cometidos ─ servindo-se do nuclear para tentar recolocar a Rússia e a China no seu respetivo lugar: voltando-se assim á normalidade de um mundo sempre dividido entre o Ocidente e o Oriente (referindo-nos ao Hemisfério Norte, mais rico e desenvolvido, ao contrário do Hemisfério Sul, mais pobre e explorado), sendo um deles os representantes do Eixo do Bem (com sede em Washington e aparentemente em queda) e o outro os representantes do Eixo do Mal (com sede em Pequim e aparentemente em ascensão): numa temporada terminando no início de novembro (deste ano de 2020),  data em que face às duas faces da mesma moeda, ela cairá para um ou para o outro lado, no fundo para um mesmo lado, por baseado na mesma moeda ─ o Dólar. Faltando apenas saber o que valerá mais no futuro, se os detentores das impressoras e do respetivo papel empregue (os EUA) ─ neste caso apoiado pela sua Máquina Militar capaz de destruir um maior nº de vezes o Planeta ─ ou se os detentores dos metais preciosos como o ouro (a Rússia e a China) ─ mais limitados e capazes de destruir um menor nº de vezes a Terra.

 

Já que se sendo livre e expondo-se (mas continuando a aceitar-se como única verdade o que se diz), podendo-se com os raios do Sol e com a água do mar, matar “o bicho”. Por mim esperando que por sua própria iniciativa (do vírus) ─ dado o Homem se ter vindo a mostrar totalmente incapaz de se assumir aderindo à teoria da evolução ─ no mínimo “o bicho” adormeça. Regressando e tornando-se crónico (tal como o vírus da gripe) podendo ser (mais) um “sinal”.

 

(sobre notícias/imagens: Business Insider/businessinsider.com

e US Nuclear News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:38

11
Abr 20

“Will they bomb the pandemic to death?”

 

Even with the Covid-19 crisis,

the US war machine

ALWAYS wants more money

(Darius Shahtahmasebi, analista político neozelandês/10.04.2020/rt.com)

 

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USS Theodore Roosevelt aircraft carrier in the South China Sea

(April 8, 2018)

 

E se no passado − no Antigo Regime − ainda ouvíamos a Rádio Moscovo e a Rádio Argel (ainda me lembro de ouvir a voz do nosso poeta Manuel Alegre) não por sermos agentes da URSS ou outra variedade de comunistas − mas porque era a única hipótese de muitos dos portuguese saberem de algo do que se passava nas ex-colónias com os seus filhos e netos sem saberem bem o que faziam por lá e no entanto a morrerem – sendo perseguidos pela PIDE depois designada DGS e simultaneamente sendo avisados de que “as paredes tinham ouvidos” e de que os soviéticos “comiam criancinhas” (quando os pedófilos eram outros, estando mesmo entre nós), no presente – no Novo Regime e tal como dito pouco depois do 25 de abril (por alguns revolucionários), pedindo a chegada das “Putas ao Poder dado os filhos delas (os “Filhos-da-Puta”) já la estarem”− mantendo de novo e tal como o avestruz a cabeça no buraco mesmo depois de nos darem a equivalência automática de “Analfabetos a Doutores”, deixando-nos de novo manipular mesmo com idêntica “conversa”: não compreendendo os novos doutores e desse modo não o comunicando ao povo (falta de cultura e de memória e algum oportunismo), que se quisermos mesmo saber de algo do que se passa no nosso país, muitas vezes e infelizmente a nossa única hipótese (sendo o nosso amigo “da onça ou enão de Peniche”) é sabendo-o através (mesmo que não o quiséssemos) dos nossos ditos (pelas autoridades e oficialmente) inimigos. O que eu faço agora consultando e ouvindo outras fontes a favor ou contra-a-corrente, desde as intragáveis (e norte-americanas) FOX e a CNN (as faces da mesma moeda, o Dólar) passando pela ALJAZEERA (do Catar) e chegando à RT (russa e de Putin): esta última e por sinal com montes de colaboradores ocidentais, entre eles norte-americanos. E daí a notícia inicial divulgada pela RT e envolvendo os Militares, assim como o Pentágono: aqueles que na verdade exercem o poder nos EUA e no Mundo, comprado o Poder Civil e por estes hipotecados os norte-americanos – sem direitos (nem saúde, nem educação, nem infraestruturas, etc.) e agora sem emprego (e sem subsídio). No entanto com meio Mundo desesperando à espera dos EUA e acabando em último caso e por mera questão de sobrevivência, por cair nas mãos de outros do bloco, “China/Rússia”, nada nos garantindo serem melhores (que o Bloco EUA/Europa Ocidental) mas sendo um facto os únicos a ajudarem o Mundo, depois do “manguito” da Alemanha e do Caos em que caíram os EUA: indeciso na escolha em novembro do seu Presidente sem poderes − e se os septuagenários lá chegarem − entre duas anormalidades.

 

[Disclaimer (agora que o logaritmo avança, chegando ao nosso servidor): não sou da Argélia, da Rússia, do Catar, da China ou da Alemanha, apenas um português de Portugal, pretendendo dentro das minhas limitações defender-me, assim como ao meu país.]

 

(legenda: RT − imagem: US Navy/Reuters/RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53

20
Mar 20

E com mais uma sessão pedagógica (e de esclarecimento) sobre o COVID-19  agora que fechados em casa temos muito tempo para aprender, mais um pequeno vídeo da autoria de KURZGESAT (Philipp Dettmer/conteúdo educacional) – IN A NUTSHELL (canal YouTube) − tendo como título “O Coronavírus Explicado & O Que Deve Fazer”. Depois do vídeo “Achate a Curva (aqui inserida a ligação em 19.03.2020) em “Covid-19 – Achata A Curva”, este outro e já agora (para abrir o apetite) com uma ligeira introdução (daí transcrita e aqui exposta):

 

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O Coronavírus Explicado & O Que Deve Fazer

 

“Em dezembro de 2019 as autoridades Chinesas noticiaram ao mundo que um vírus se estava espalhando nas suas comunidades. Nos meses seguintes o vírus espalhou-se para outros países, com os casos a duplicar em poucos dias. Esse vírus é o "Coronavírus da Síndrome Respiratória Aguda Grave 2", que causa a doença chamada COVID-19, que todos chamam simplesmente "Coronavírus". O que é que realmente acontece quando ele infecta um humano e o que devemos fazer?” (Kurzgesat – In a Nutshell/youtube.com)

 

boingboing.net/2020/03/20/heres-kurzgesagt-in-a-nu.html

 

ou

 

youtube.com/watch?time_continue=175&v=BtN-goy9VOY&feature=emb_logo

 

 

Num vídeo de Kurzgesat (na Wikipédia referido como do género “Educação, Animação, Ciências”) durando 8 minutos e  34 segundos (8:34).

 

(imagens: boingboing.net/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:10

“Em Portugal com a curva (a exponencial) continuando a subir, para já com 6 vítimas mortais (e 20 indivíduos em estado grave ou crítico): de momento com a taxa de mortalidade inferior a 0,6% (taxa de mortalidade média global 4%). E com a faixa etária mais atingida indo dos 30 aos 60 (anos de idade) a caminho dos 60% dos casos confirmados (mais “safos” até aos 10 anos de idade).”

 

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Italy announces

biggest one-day increase

for coronavirus death toll

(Marti Johnson/20.03.2020/thehill.com)

 

Às 12:05 TMG do dia 20.03.2020 com os números globais da PANDEMIA de COVID-19 tendo por um lado já ultrapassado 1/4 de UM MILHÃO de PESSOAS INFETADAS (252.850) e VITIMADO MORTALMENTE (VM) mais de 10 MILHARES de PESSOAS (10.405/taxa de mortalidade = 4%), e por outro lado com os doentes RECUPERADOS a caminho de serem 9X VM (89.061/taxa de recuperação = 35%) − dos CASOS ainda ATIVOS mais de 145 milhares (145.926), com mais de 7 milhares em SITUAÇÃO GRAVE ou CRÍTICA (7.458/5%) – com os casos mais preocupantes desta verdadeira INVASÃO PLANETÁRIA INTERNA UTILIZANDO UM AGENTE INFILTRADO E INVISÍVEL para já apenas DENOMINADO (ainda não bem definido, quase como se fosse intratável e com as suas VÍTIMAS sem ferramentas adequadas para o combater, particularmente as mais velhas as mais cansadas e mais suscetíveis, rapidamente perdendo o combate) como COVID-19 a serem, tanto pelo número de vítimas mortais, como pelo nº de casos ativos e ainda em estado crítico ou grave, ou ainda pela razão nº casos/milhão de pessoas a estarem localizados:

 

Pandemia Covid-19

Março, 20

Identificação

VM

CGC

C/M

País

C

% do Total

% do Total

Acima/Abaixo da Média

1

Itália

EUR1

3.405

32,7

2.498

33,5

679

↑↑↑↑↑

2

China

ASI1

3.248

31,2

2.136

28,6

56

3

Irão

ASI2

1.433

13,8

SD

SD

234

↑↑↑

4

Espanha

EUR2

1.002

9,6

939

12,6

427

↑↑↑↑

5

França

EUR3

372

3,6

1.122

15,0

168

↑↑

6

EUA

AME1

217

2,1

64

0,9

43

7

UK

EUR4

144

1,4

20

0,3

48

8

Coreia Sul

ASI3

94

0,9

59

0,8

169

↑↑

9

Holanda

EUR5

76

0,7

45

0,6

144

↑↑

10

Alemanha

EUR6

44

0,4

2

0,0

199

↑↑

-

Portugal

-

4

0,0

20

0,3

77

(163)

Total

-

10.405

100,0

7.458

100,0

32,4

=

Dados: worldometers.info

(VM: Vítimas Mortais CGC: Casos Graves Críticos

C/M: Casos por Milhão C: Continente SD: Sem Dados)

 

Como se vê pela tabela com os casos MAIS GRAVES a localizarem-se na ITÁLIA, IRÃO, ESPANHA e FRANÇA (com a CHINA ultrapassado o pico máximo de atividade do vírus Covid-19, já em decrescimento à procura da estabilização e da retoma económica), mudado o EPICENTRO da CRISE da ÁSIA (China) para a EUROPA (Itália) com toda a EUROPA em POLVOROSA muito próxima de “rebentando pelas costuras” acabar por ver IMPLODIR (mesmo antes do COVID-19 atingir o seu PICO MÁXIMO de atividade) o seu SISTEMA DE SAÚDE, e logicamente encaminhando-nos (de seguida e face aos políticos que temos) para uma nova CRISE ECONÓMICA GLOBAL talvez só comparável à Grande Crise Económica Global de 1929:

 

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Some heart patients may be especially vulnerable to COVID-19 …

with hypertension and cardiovascular disease

risk severe bouts of the disease

(Aimee Cunningham/20.03.2020/sciencenews.org)

 

E se a Alemanha mostra alguns sinais de resistência à ação do AGENTE INTERNO INFILTRADO, já os outros países que deveriam fazer parte do Resto da Muralha de Defesa da EUROPA como entre outros a ITÁLIA, a ESPANHA, a FRANÇA, o UK, a HOLANDA e por aí fora, parecem estar perto de “atirar a toalha ao tapete− sendo neste momento a maior esperança atingir-se o mais rapidamente o pico máximo (sem um grande nº de mortos) e que recuperada a CHINA (e naturalmente toda a ÁSIA) estes venham em nosso auxílio:

 

Portugal Covid-19

Março, 20

Casos

%

L

Suspeitos

7.732

-

De 1017

Confirmados

1.020

100,0

Porto 506, Lisboa 361, Coimbra 106, Faro 29, Estrangeiro 9, Açores 3, Évora 2, Madeira 1

Internados

126

12,3

Recuperados

5

0,5

Óbitos

6

0,6

Lisboa 2, Centro 2, Norte 1 e Algarve 1

Ainda ativos

883

86,6

Dados: anmsp.pt e sapo.pt

(L: Localização)

 

Pois se estivermos à espera da VACINA vinda do outro lado do ATLÂNTICO mais especificamente dos EUA, “vem que poderemos escolher uma cadeira e lá morrer sentado− com  a ITÁLIA recorrendo aos chineses depois (do pedido de SOCORRO não atendido) do “manguito” enviado da Alemanha (cheia de ventiladores, recusando a ceder alguns, não fosse necessitar deles). Com altíssima preocupação e alarme observando-se o que vai acontecendo no Reino Unido e nos EUA, nunca esquecendo o BRASIL (do perigoso-criminoso Bolsonaro, inacreditavelmente Presidente) com todo o Hemisfério Sul a deixar o Verão e a entrar no Outono a caminho do Inverno − quando se diz que o que incomoda mais este bichinho mortal (tal como terá sido associado ao comportamento dos outros coronavírus) é o calor.

 

[Última atualização: Globalmente (17:36 TMG/worldmeter.com) com 265.976 infetados (+13.126), 11.186 mortos (+781) e 90.603 recuperados (+1.002) − a Itália já com mais de 4.000 mortos (+627); e em Portugal (13:03/anmsp.pt) com 1.020 infetados, 6 mortos (+2) e 5 recuperados.]

 

(imagens: Getty Images/thehill.com − STR/AFP/Getty Images/sciencenews.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:14

13
Mar 20

Enquanto por todo o planeta o surto epidémico do novo coronavírus (COVID-19) prossegue o seu caminho − de expansão (conquista de território), intrusão (procura de hospedeiro), infeção (colonização do recetor), reprodução (reforço do contingente) e evolução (adaptação/metamorfose) 

 

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Em Espanha colocando uma máscara médica de proteção numa figura

após o cancelamento de um festival em Valência

causado pela pandemia de covid-19

 

No presente (13.03.2020/13:00/Lisboa) com os números globais a apontarem para mais de 135.000 contaminados, quase 5.000 vítimas mortais (taxa de mortalidade = 3,7%) e a caminho dos 70.000 recuperados (taxa de recuperados = 51,4%), o futuro deste surto (epidémico e mortal) afetando já 120 países (de todos os continentes) e agora finalmente promovido pela WHO (Organização Mundial de Saúde) a PANDEMIA, devido aos diversos fatores envolvidos (internos e externos, de cada país/povo/cultura/região) e às diferentes fases em que o mesmo processo se encontra (tendo-se iniciado aparentemente na China, a partir daí alastrando para todo o Mundo e por desenvolvimento do processo, atingindo a Europa e os EUA) ainda continua bastante incerto:

 

Na China (em principio o epicentro da crise) com o surto a parecer estabilizar podendo estar mesmo a abrandar (com reservas e numa 2ª hipótese, depois da 1ª ter falhado) − como parecem indicar os recentes dados económicos, estando a evoluir favoravelmente e em subida, acompanhando a descida dos casos de infeção/vítimas mortais sendo relatados (atingindo o nº de vítimas mortais um único digito/dia – ontem apenas c/ 8 mortos declarados  já tendo sido, dezenas/centenas/milhares, uma boa notícia para o Resto do Mundo sabendo-se 1/3 dele depender da China) – sendo acompanhada nesse caminho (de aparente regressão da ação do vírus) pela Coreia do Sul (ontem 5 mortes declaradas) com uma mortalidade inferior a 1% (neste grupo podendo incluir-se Macau até como um caso exemplar, com apenas 10 casos confirmados e dez casos recuperados, 100% de eficácia), mas por outro lado e contra todas as expetativas, previsões e negativamente, dado estarmos perante as sociedades mais desenvolvidas, organizadas e ricas do planeta (localizadas no Hemisfério Norte Ocidental), com a EUROPA (ITÁLIA à cabeça) perante a chegada do COVID-19 a paralisar, a deixar-se levar, a literalmente não saber bem o que fazer (perante a chegada da onda invisível e mortal deste vírus), refletindo de imediato a sua inação na explosão imediata e rápida dos números agora sendo inevitável e infelizmente repercutidos e replicados (tendo optado pela mesma estratégia de, “não quere ver, para não alarmar”) do outro lado do oceano (Atlântico), na Terra dos Excecionais (com a esmagadora maioria do seu povo não tendo acesso a testes e nem existindo perspetivas de vacina a curto-prazo), na Terra das Oportunidades (pelos vistos até para os vírus), na Terra do Amigo Americano (ontem virando as costas aos seus fieis Aliados Europeus, exceção feita ao reino Unido), nos EUA.

 

Para já não falar da vergonha sobre o que se passa no IRÃO, sem que ninguém diga nada para além do supérfluo, não passe da intervenção e atitude mais  hipócrita −  transformando a sua ação (só para cumprir serviço) numa mera e deliberada inutilidade  − e até com a UN (como sempre e mesmo com um Secretário-Geral português e contribuindo para o crime) a assobiar para o lado:

 

Irão com mais de 11.000 casos de infeção declarados e mais de 500 mortos registados (taxa de mortalidade < 5%) num cenário não sendo pior dado os seus mais de 3.500 recuperados (mas ainda com mais de 7.000 casos ativos).

 

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Ao pedido desesperado de auxílio – equipamento/pessoal especializado – por parte da Itália na luta contra a pandemia (tendo já provocado mais de mil mortos) c/ a Alemanha (tal como outros países europeus) a recusarem e c/ os chineses a oferecerem-se e já lá estando

 

Mas para nós Europeus (e portugueses) sendo mais relevante o se passa por cá − na EUROPA – assim e como dizendo-nos Ocidentais e sendo os nossos Aliados (preferenciais e de sempre) os EUA:

 

Na Europa saber o que se passa no seu epicentro (Itália) e nos países em seu redor (como na Alemanha, na Itália, na França e na Espanha, a caminho de Portugal) e nos EUA (para além da luta política EUA/CHINA, cada um acusando o outro por ser o criador da epidemia/pandemia – um dizendo ser o outro o seu criador mesmo que inadvertidamente e assim contaminando todo o Mundo, o outro dizendo terem sido as tropas dos EUA estacionados na Ásia a transportá-lo para a partir daí contaminando-se, contaminando outros) o que se passa verdadeiramente com o surto aí já em curso e se por acaso o mesmo já não se terá manifestado antes (em território dos EUA) sendo catalogado e arquivado (“escondido/camuflado”) como sendo a variante Influenza (dada a expressão deste vírus − em vítimas mortais − podendo-se estar a falar de milhares, nunca indo ser contabilizados).

 

Na EUROPA com os países com o maior número de mortes declaradas a serem a ITÁLIA (1.016) − uma brutalidade (taxa de mortalidade = 7%) − a ESPANHA (120), a FRANÇA (61), os UK (10), a ALEMANHA (7), a SUÍÇA (7), a HOLANDA (5) e SAN MARINO (5) e nos EUA com o número de mortes (nesta contagem) a atingir as 41.

 

Com o número de recuperados a nível global a ultrapassar já os 70.000 e com o número de mortos ultrapassando os 5.000, significando que por cada vítima mortal registada salvando-se 14 pessoas (em cada 15 morrendo 1).

 

E com a situação em Portugal a atingir os 112 casos confirmados (34 casos novos), sendo que 111 estando ativos e 1 já tendo recuperado:

 

Do total de 112 casos reportados (1 recuperado) noticiando-se 1 em estado grave, com a região mais afetada (entre os 111 restantes) a ser a do  Porto (53 casos/47,8%), seguida da de Lisboa (46 casos/41,4%), de Coimbra (6 casos/5,4%) e de Faro (6 casos/5,4%). Certamente proporcionando um mau cenário presente e futuro para a Indústria Hoteleira Portuguesa, para já não tanto no Algarve ,mas o mesmo não se podendo afirmar para o Porto e para Lisboa (pelo maior nº de contágios confirmados, com quedas mais acentuadas).

 

E hoje começando-se uma nova etapa da luta contra o COVID-19 em Portugal, esperando-se não ter sido tarde e continuar a janela ainda aberta:

 

E com todos aqueles que tendo responsabilidades e negando a evidência (não a contabilística) querendo retardar tudo criando por cá uma nova Itália − pondo em perigo de vida jovens e idosos − devendo ser obrigatoriamente colocados até para sua consciencialização na fila da frente de combate (por exemplo como máscaras, não “bico-de-pato”, mas “bico-de-homem”).

 

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Tentando aproveitar uma possível abertura ainda existente na “Janela de Oportunidade” e declarado finalmente o “Estado de Alerta”, c/ os nossos governantes entre a opção de Macau (aproveitando a experiência chinesa) e a de Itália (não prevenindo e remediando, atrasando, c/ os resultados que se vêm) felizmente escolhendo a primeira

 

Com a ANMSP na sua última comunicação (hoje 13 de março) a indicar para Portugal 5.674 casos em vigilância, 1.308 casos suspeitos, 112 casos confirmados, 108 doentes internados e nenhum em cuidados intensivos (a worldometers.info indicando 1) como zero mortes registadas.

 

Num momento e num Mundo onde todos deviam ajudar e ser solidários e no entanto, com os EUA colocando-se de lado (como se nada tivessem a ver com o assunto, sendo apenas as únicas vítimas e cortando desde logo as ligações com os infetados) e até com a Alemanha a virar as costas fazendo um manguito aos seus vizinhos (à aflitíssima Itália, prometendo “não esquecer” a atitude) − recusando a dispensa (urgente) de equipamento e de pessoal de saúde em falta (dizendo necessário para si) felizmente tendo chegado graças à ajuda da China (em máscaras, outros equipamentos e até profissionais de saúde).

 

Com todo o Mundo ansiando pelo pico (máximo de atividade do vírus) para a partir daí ser sempre a descer e se planear o que aí virá e o que haverá a fazer (para após esta crise na Saúde evitarmos uma outra, mas agora, Económica).

 

(imagens: Alberto Saiz/AP/npr.org − yicaiglobal.com − jornaldoluxemburgo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:16

03
Mar 20

Com o início do fim da U.R.S.S. tendo efetivamente como momento decisivo (o 1º sinal do que aí vinha, tendo sido a morte de Leonid Brejnev em 1982) o dia 11 de março de 1985

 

– Data da nomeação de Mikhail Gorbatchov (89 anos de idade)

como Secretário-Geral do P.C.U.S.

 

soviet_union_map_3.jpg

O fim da U.R.S.S.

dando origem à Confederação Russa

(fim simbólico/oficial dado a 26 de dezembro de 1991)

 

E com os passos que se lhe seguiram sendo apenas uma consequência natural e lógica de todo um processo socioeconómico (científico, tecnológico, militar e financeiro) levando no final à sua desagregação (c/Gorbatchov inicial e ideologicamente M-L, no início da década de 90 virando social-democrata) − afastado Gorbatchov num Golpe de Estado (1991) pela linha dura do partido e depois de algumas reviravoltas, com outro protagonista a entrar em ação o oposicionista no extinto Soviete Supremo Boris Ieltsin (1931/2007): culminando todo este processo no desaparecimento do mapa de uma das duas Grandes Potências Mundiais surgidas no fim da II Guerra Mundial − uma sendo a U.R.S.S. do TIO JOE a outra os E.U.A. do TIO SAM – numa data de facto sendo assinalada por simbólica a 26 de dezembro de 1991, quando a bandeira soviética foi substituída no Kremlin pela nova bandeira russa (desagregando-se a U.R.S.S. e daí surgindo a Confederação Russa). Já antes tendo ocorrido a Queda do Muro de Berlim (9 de novembro de 1989) para mais tarde e após a renúncia de Ieltsin (último dia de 1999) surgir então Vladimir Putin assumindo legalmente a Presidência (a 7 de maio de 2000).

 

september-11-2001-terror-attacks.jpeg

Ataque de 11 de setembro de 2001

WTC

(originando mais de 85% do total de vítimas mortais, cerca de 3.000)

 

E destruído um dos polos (U.R.S.S.) ficando apenas um deles (E.U.A.), liberto finalmente dos limites assumindo em seu nome (Unilateralmente) o domínio − e obviamente o controlo: total e absoluto e intitulando-se o POLÍCIA do MUNDO. Surgindo então o Evento dos Ataques Terroristas de 11 de setembro de 2001 no interior do território dos E.U.A., entre eles o ataque a Nova Iorque abatendo as Torres Gémeas do WTC (em Manhattan) e provocando perto de 3.000 vítimas mortais: o pretexto final para com total justificação os EUA se assumirem (e se autoproclamarem, secundarizando a UN) como única Potência Global e Defensora do Mundo (“ocidental e católico-romano”, acho eu) e a partir daí … se acharem no direito divino de como excecionais, fazerem o que quiserem. Como matar sem problemas milhões, destruir até as mais básicas infraestruturas (necessárias para a sobrevivência de um povo) e pôr em fuga pela Vida outros tantos milhões, em territórios como o do Afeganistão, do Iraque, da Líbia, da Síria, do Iémen, etc. (e com os resultados desastrosos e criminosos que se sabem), mas simultaneamente cometendo um erro crasso, esquecendo o Crescimento da Rússia do presidente Putin e o Despertar da China (desde 2013) com o presidente Xi Jinping: quando e apesar da histeria em torno do covid-19 (não pelas questões de saúde presentes, mas pelas consequências económicas futuras), o Eixo do Mundo acompanhando a Evolução tenderá sempre a deslocar-se de Ocidente (Washington) para Oriente (Pequim) − e ao período de decadência de um Império (Americano) seguindo-se o erguer de um outro Império (Asiático).

 

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Drones turcos contra instalações do regime sírio

A Síria como um exemplo do confronto entre blocos

(envolvendo EUA/RÚSSIA e c/ os seus intervenientes no terreno Turquia/Irão)

 

No presente com múltiplos conflitos − não só de âmbito militar (envolvendo guerras) como de âmbito económico (envolvendo sansões) – a estenderem-se um pouco por todos os continentes (exceção talvez feita à Oceânia), com guerras intermináveis como as do Afeganistão, do Iémen, da Síria, do Iraque, da Líbia, da Palestina (“um campo de concentração a céu aberto”), da Ucrânia e ainda de vários países africanos (como Nigéria, Camarões, Níger e Chade, entre outros), estes últimos deparando-se com graves crises internos e/ou com a ação de movimentos insurgentes e terroristas (islâmicos) como a do grupo Boko Haram (seguindo as tradições de dois movimentos ligados ao Terrorismo Global, como a Al-Qaeda e o Exército Islâmico): 11 países independentes e soberanos segundo a carta da UN (de 4 continentes e com fronteiras físicas reconhecidas internacionalmente), aqui citados pelos seu conflitos armados sem fim à vista e acompanhados por um nível brutal de destruição e de mortos (“mortos à bala”), infelizmente sendo ainda complementados por outras ações/intervenções noutros países (integrando o plenário da UN), podendo ter consequências em tudo idênticas, como é o caso da Guerra Económica e das respetivas sansões (“mortos à fome”) – como será por exemplo o caso da Venezuela, da Coreia do Norte e do Irão.

 

E tendo todos (Afeganistão, Iémen, Síria, Iraque, Líbia, Palestina, Ucrânia, Nigéria, Camarões, Níger, Chade, Venezuela, Coreia do Norte e Irão, num total de 14) mesmo algo em comum, colocados no meio de um conflito (a eles exterior) entre dois blocos dominadores e com aspirações de Império: de um lado o Bloco Ocidental (EUA/EUROPA) comandante do atual Império (e com sede em Washington) do outro o Bloco Oriental (RÚSSIA/CHINA) aspirante a novo Império (e com sede em Pequim) − mas com o 1º estatisticamente (e até pelo seu tempo de duração, antes de ser descontinuado) a levar imensa vantagem (em destruição e mortes). E levando com as balas aqueles − o “MEXILHÃO” − estando no meio.

 

[E ainda hoje (neste mundo de FAKE NEWS e com os SUSPEITOS a serem sempre os do COSTUME) nos questionando sobre qual o verdadeiro papel de Boris Ieltsin na subida de Vladimir Putin ao poder (deixando cair o social-democrata Gorbatchov, derrotando de seguida os “últimos comunistas” e renunciando posteriormente do cargo − e aí escancarando as portas de entrada a Putin), sobre quais os verdadeiros impulsionadores dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos EUA (falando-se em paralelo aos atentados de origem externa − e podendo haver algum tipo de ligação − de uma tentativa interna não convencional de golpe de estado) e já agora e dado o conflito continuar parecendo repercutir consequências (nada positivas) um pouco por todo o Mundo, a verdadeira razão para o continuar de mais este conflito (sabendo-se promovido pelos EUA, sobre um tradicional, fiel e estratégico aliado russo) inútil e sem saída (armada).]

 

(imagens: timetoast.com − History.com/gospelherald.com − AFP Photo/yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:03

02
Mar 20

Mapa dos casos globais do coronavírus Covid-19, ao fim do dia desta segunda-feira (2 de março). Baseado em dados Johns Hopkins CSSE.

 

Screenshot_2020-03-02 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Com o primeiro contacto confirmado com o Covid-19 em Portugal

a registar já dois casos confirmados de pessoas infetadas

(02.03.2020)

 

P

C

I (Nº)

VM (Nº)

VM (%)

R (Nº)

R (%)

Total

90.306

3.085

3,4

45.581

50,5

China

Ásia

80.026

2.922

3,7

44.789

56,0

Coreia Sul

4.335

28

0,6

30

0,7

Irão

1.501

66

4,4

291

19,4

Japão

274

6

2.2

32

11,7

Singapura

108

0

0,0

78

72,2

EUA

América

101

6

5,9

7

6,9

Itália

Europa

2.036

52

2,6

149

7,3

França

191

3

1,6

12

6,3

Alemanha

159

0

0,0

16

10,1

Espanha

120

0

0,0

2

1,7

Portugal

2

0

0,0

0

0,0

(P: País I: Infetados VM: Vítimas Mortais R: Recuperados)

Coronavirus COVID-19 Global Cases by Johns Hopkins CSSE

02.03.2020 20:43:02

 

Com Portugal a estrear-se no mapa e com dois casos já confirmados (para já s/vítimas mortais e s/ recuperados). Destacando-se pelo nº de vítimas mortais e para além da China (94,7% do total), o Irão (2,1% do total), a Itália (1,7% do total) e a Coreia do Sul (0,8% do total).

 

(imagem: gisanddata.maps.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:58

01
Mar 20

Com a boa notícia sobre a evolução do COVID-19 a ser uma aparente descida na intensidade do contágio/infeção a nível global (certamente aí entrando, o esforço e a contribuição para tal da China), manifestando-se os primeiros sinais de que o vírus já terá atingido o seu pico máximo de atividade. Faltando apenas ver como nós os Ocidentais nos comportaremos, agora que o COVID-19 já anda por cá.

 

Sábado 3 de março com os casos globais do coronavírus COVID-19 a registarem a nível global (por volta das 14:30) 86.992 infetados, 2.979 vítimas mortais (pouco mais de 3%) e 42.618 (cerca de 49%) recuperados.

 

Screenshot_2020-03-01 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Coronavirus COVID-19 Global Cases by Johns Hopkins CSSE

01.03.2020 14.33:17

 

Para além óbvia da CHINA (liderando todos os parâmetros, logo e felizmente incluindo o das recuperações) entre os países com maior nº de infetados destacando-se a COREIA DO SUL (3.526), a ITÁLIA (1.128) e o IRÃO (593), entre os países com o maior nº de vítimas mortais o IRÃO (43), a ITÁLIA (29) e a COREIA DO SUL (17) e entre os países com maior nº de infetados recuperados o IRÃO (123), SINGAPURA (72) e ITÁLIA (46).

 

Com o caso mais preocupante (para Portugal) até pela proximidade e situando-se na Europa, a ser o caso da ITÁLIA − mas nunca se descurando outros casos a surgir como na Alemanha, em França (c/ 2 mortes já confirmadas) e até em Espanha.

 

Com Portugal ainda a zeros (em casos confirmados, logo em vítimas mortais).

 

(imagem: gisanddata.maps.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:32

29
Fev 20

Com o surto epidémico de COVID-19 (uma nova versão de coronavírus) ainda bem ativo – a nível global (segundo Johns Hopkins CSSE, a 28 de fevereiro pelas 16:20, com quase 84.000 casos confirmados, 2.900 vítimas mortais (3,4%) e mais de 36.500 recuperados (43,7%) – aproveitando a ocasião para expor alguns dos mitos associados aos Coronavírus,  alguns deles (senão mesmo a esmagadora maioria) em nada contribuindo para a acalmia das populações:

 

Screenshot_2020-02-29 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Mapa dos casos globais de Covid-19

(Johns Hopkins CSSE)

 

Já alarmadas com os números em crescendo (qualquer dia 100.000 infetados), sem previsão para o dia da inversão (atingido o pico máximo, com os números de infetados/mortos a começarem a descer) e com o número de vítimas mortais já perto dos três milhares.

 

Sobretudo quando estas “não notícias (boatos/rumores) podendo ser equiparadas a FAKE NEWS, são replicados por certas “autoridades e responsáveis” políticas, tentando obter algum proveito da situação:

 

Como foi o caso de um político norte-americano levantando a suspeita de que o vírus seria de fabrico chinês (Made in China), tendo sido produzido em Wuhan (o epicentro da crise), “escapado” das instalações (de produção) e infetado de seguida deliberadamente ou não (até podendo servir a situação, para testar o novo vírus entre humanos) a população local.

 

Seletivamente e como sempre (quando o político é unicamente um mero intermediário − entre o Estado e as Empresas − esquecendo quem o elegeu, afirmando no ato patrioticamente e como Servidor Público, representar) não se recordando da parte mais importante e que colocaria de imediato toda a sua argumentação em causa, como a dos chineses produzirem quase tudo até medicamentos e sob encomenda norte-americana (explorando mão-de-obra barata = ficar mais barato)”:

 

Como mão-de-obra escrava e ainda-por-cima incompetente, mas com os norte-americanos efetivamente deles sendo dependentes.

 

E aproveitando um artigo (de 28.02.2020) do site Live Science (livescience.com) lançando agora e aqui 12 desses “mitos-coronavírus (verdadeiros, falsos, assim-assim):

 

Caso

Mito

Valor Lógico

(simplificado)

V/F

1

Face masks can protect you

from the virus

F

(servindo apenas como medida preventiva)

2

You're waaaay less likely

to get this than the flu

V/F

(não necessariamente pois dependendo de outros fatores, apesar do nº que cada infetado contagia, no SARS era 2,2 e na gripe 1,3)

3

The virus is just

a mutated form of the common cold

F

(a constipação nada tem a ver com as infeções provocadas por coronavírus, transmitindo-se apenas entre humanos, o hospedeiro original; ao contrário das outras viroses em que o hospedeiro original/ex. morcego e o de seguida infetado/ex. camelo, posteriormente infetam o homem)

4

The virus was probably

made in a lab

F

(sendo uma mutação de outros coronavírus tendo provocado outras epidemias, aparentemente com origem nos morcegos, como com o SARS)

5

Getting COVID-19

is a death sentence

F

(neste momento com a taxa de mortalidade do COVID-19 andando acima dos 2% de infetados)

6

Pets can spread

the new coronavirus

F

(nem que os animais domésticos contraiam este vírus, como cães e gatos,  nem que o passem ao homem)

7

Lockdowns or school closures

won't happen in the US

V/F

(dependendo da evolução da epidemia, podendo em certos casos ser uma importante e decisiva medida preventiva; com o Japão a decidir encerrar desde já e temporariamente escolas devido ao Covid-19)

8

Kids

can't catch the coronavirus

F

(dado o vírus sem olhar a idades se transmitir entre humanos, naturalmente sendo mais suscetíveis os mais idosos/mais fragilizados e com a taxa de crianças infetadas, ser pouco maior de 2% − apesar de alguns afirmarem ser um valor subestimado)

9

If you have coronavirus,

"you'll know"

F

(com sintomas e tempo de incubação diferenciados ou podendo nem sequer evidenciar sintomas, podendo refletir-se em diagnósticos iniciais errados e contagiar inadvertidamente outros indivíduos)

10

The coronavirus

is less deadly than the flu

V/F

(com a taxa de mortalidade pela gripe e nos EUA a andar pelos 0,1% e o do Covid-19 pelos 2,3%, parecendo ser verdade, mas indo tudo depender da evolução futura de epidemia, podendo desacelerar/terminar, continuando a trabalhar-se como antes,  de um momento para o outro)

11

It's not safe to receive

a package from China

F

(segundo a Organização Mundial de Saúde ou WHO, com o vírus não sobrevivendo muito tempo num objeto)

12

You can get the coronavirus

if you eat at Chinese restaurants in the US

F

(nem sequer tendo alguma lógica até porque os países já afetados não se resumem à China − logo, à comida chinesa, até pelo nº de vítimas podendo ser italiana)

Consulta:

12 Coronavirus myths busted by science

29.02.2020 LIVE SCIENCE

(livescience.com)

 

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Vivendo em Pequim com o Covid-19

(Kevin Frayer/Getty Images)

 

Com os números atualizados por volta das 12:15 de hoje (sexta-feira) 29 de fevereiro e publicados no site da Johns Hopkins CSSE (gisanddata.maps.arcgis.com) a apontar para 84.124 infetados, 2.867 vítimas mortais (3,3%) e 36.738 recuperados (43,7%).

 

E para além da liderança da China nos três parâmetros aqui referidos – infetados, vítimas mortais e recuperados – fora do território chinês com a Coreia do Sul (2.337) e a Itália (888) a liderarem o número de infetados, com o Irão (34) e a Itália (21) a liderarem o nº de vítimas mortais e com o Irão (73) e Singapura (69) a liderarem os recuperados (Itália, 46).

 

Para já sem Portugal no mapa de indivíduos infetados (pelo menos aqui residindo e com um português infetado hospitalizado no Japão).

 

(dados: 12 Coronavirus myths busted by science/livescience.com

− imagens: arcgis.com − livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:05

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