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EUA ─ A Guerra Como Única Solução

Terça-feira, 21.09.21

“E tal como com JUDD TRUMP com o seu sucessor JOE BIDEN ou então as entidades representando, o denominado Estado Profundo ─ em vez da diplomacia e do diálogo, a dar primazia ao conflito e ao poder (definitivo por mortal) das armas.”

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EUA

Tentando replicar na vida real uma realidade alternativa,

baseada em Hollywood, casinos e efeitos especiais.

 

Um retrato da tentativa de dominação e de obtenção da Supremacia Global por parte da República Popular da China (liderada por Xi Jinping) sobre o Resto do Mundo encabeçado pelos Estados Unidos da América (do presidente Joe Biden), sinalizando-se muitas das bases militares dos EUA instalados em toda esta região do Índico-Pacífico, curiosamente cercando todo o sul do continente asiático (com mísseis) e tentando obviamente “selar” económica e financeiramente (estrangulando-a comercialmente) ─ na sua geoestratégia de expansão ─ todo este imenso território (com os seus mais de 1,4 biliões de cidadãos) sede de um novo Império em ascensão. Assistindo-se no presente a uma rápida substituição das entidades mundiais aparentemente (julgando-se) ainda no poder, com o Eixo do Mundo a deslocar-se do Hemisfério Norte Ocidental (de Washington) para o Hemisfério Norte Oriental (para Pequim). E com o autodenominado (e replicado) representante do Eixo do Bem, num ato de desespero (e de cada vez maior solidão) e de nítida decadência (até mental) ─ julgando serem ainda as armas, uma ferramenta necessária (e obrigatória) para combater o Eixo do Mal ─ ao comportar-se deste modo, a assinar definitivamente a sua condenação à morte (Fim de um Império) dada esta não ser uma “Guerra Fria” (como a original, com a URSS) e dada a mesma estar (há tanto tempo em andamento, agora até com a China a tornar-se na maior potência Espacial) já “bem quente”. E no meio disto tudo (viradas a costas à Rússia e agora que Merkel se vai) o que será da Europa?

(imagem: Base Nation)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

Cruzada EUA ─ O Alvo (Agora) sendo a China

Sexta-feira, 17.09.21

US, UK, Australia Announce New Military Pact to Counter China

Australia will get nuclear-powered submarines out of the deal

(Dave DeCamp/antiwar.com/15.09.2021)

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Conferência virtual sobre o pacto AUKUS

Contando com o protagonista Joe Biden

e ainda com os líderes da Austrália e do Reino Unido

 

Para quem ainda tinha dúvidas para que lado se virariam os interesses geoestratégicos dos Estados Unidos da América agora que se perspetiva a sua decadência como Império Supremo e Dominante, sendo progressivamente desmembrado e parcialmente substituído em áreas concorrentes como diferenciadas por outras potências e outros territórios do Resto do Mundo ─ aparentemente com o Eixo do Bem sediado em Washington (e com aliados na Europa) a deslocar-se longitudinalmente para oriente em direção a Pequim sede do Eixo do Mal (num Bloco integrando a Rússia) ─ eis que apontando inequivocamente para a região do Índico/Pacifico, mas interagindo indiretamente com todo o continente Asiático, com o continente Africano e até com o continente Americano (do outro lado do Atlântico ficando ainda a Europa, como possível escape, de reserva), os EUA conjuntamente com o Reino Unido e com a Austrália (representante do continente em falta, a Oceânia) estabelecem um novo pacto militar de defesa e de segurança (AUKUS) tendo em vista (segundo o trio) a tentativa de supremacia e de dominação da China nesta região do Globo Terrestre (financeiramente, economicamente e a curto-prazo militarmente), se necessário equipando os australianos de submarinos nucleares,

 

Taiwan FM Says the Island Is a ‘Sea Fortress’ Blocking Chinese Expansion

Taiwan is holding military drills simulating a Chinese attack on airfields

(Dave DeCamp/antiwar.com/15.09.2021)

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EUA tentando de todas as formas desestabilizar a China

Além de a cercar c/ mísseis por todos os lados

enviando p/ as fronteiras marítimas da China navios de guerra

 

Colocando a China em sentido e controlando assim as suas ambições hegemónicas, desafiando o Império (do Hemisfério Norte Ocidental) ainda no Poder. Chamando ao seu manto protetor TAIWAN e levando o ministro dos Negócios Estrangeiros desta ilha chinesa (de que a China nunca abdicou) a afirmar, “o seu território ser uma fortaleza marítima bloqueando a expansão chinesa” nesta região do Mar da China. Colocando-se do lado dos EUA e alcançando um nível mais alto desta nova “Guerra Fria”, mas agora tendo como inimiga a China e como que assumindo uma “derradeira cruzada” contra (todo, o problema sendo a Rússia) o Hemisfério Norte Oriental. A Europa ficando para trás (assim como a América e a África, maioritariamente do Hemisfério Sul, pobre e menos desenvolvido) e mesmo que perdendo os EUA no controlo e supremacia de todos os sectores globais, ficando certamente e para ele sempre uma parte importante senão mesmo fulcral (desse grande e futuro bolo), ou não fosse ele o rei e senhor da “Sociedade do Espetáculo”: “Criando-se a oriente, perdendo-se a ocidente e no final ─ mantendo-se um equilíbrio dinâmico─ transformando-se tudo”.

(imagens: Brendan Smialowski/AFP/Getty Images/foreignpolicy.com ─ www.c7f.navy.mil)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:48

Mega Nave Espacial Chinesa (com mais de 1Km)

Quinta-feira, 02.09.21

"It's kind of like us talking about building the Starship Enterprise. It's fantastical, not feasible, and fun to think about, but not very realistic for our level of technology. Given the cost.” (Michael Lembeck/professor de engenharia aeroespacial/2021/EUA)

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A Lei da Vida e da Evolução

Se não forem os norte-americanos, que sejam os chineses. Sendo tecnicamente possível no futuro apesar de não o ser ainda no presente e com esta ideia a ser já do passado e o seu projeto, a continuidade garantida da nossa viagem.

 

Observando-se claramente todos os dias e cada vez mais intensamente (num processo irreversível) os fenómenos económicos e financeiros apontando para a queda a curto-prazo do Império Norte-Americano (sediado em Washington) ─ de que TRUMP/BIDEN e o AFEGANISTÃO são apenas pormenores (a ponta visível de um enorme icebergue) ─ e simultaneamente tendo-se uma noção cada vez mais nítida da deslocação progressiva, acelerada e direcionada, do Eixo do Poder Global de ocidente para oriente (ou seja, deslocando-se longitudinalmente de Washington para Pequim), abrindo-se definitivamente as portas à chegada do novo vencedor o Império Asiático liderado pela China, apoiado na sua retaguarda por uma das outras grandes potências Mundiais igualmente em ascensão e sua aliada a Rússia.

E se no nosso planeta o ataque final do Bloco China/Rússia e face à autodestruição e suicídio norte-americano, bastando manter-se passivo ─ continuando apenas e o mais pacificamente possível com os seus negócios, deixando para os outros os custos brutais das guerras e das mortes ─ para definitivamente se sobrepor (com o dólar, um mero papel impresso cada vez com menor correspondência, a ser substituído por uma verdadeira moeda de troca como o é o ouro), olhando para Espaço exterior rodeando a Terra verificando-se igualmente como a China já assume a liderança aeroespacial global, secundada pela Rússia ─ com os EUA paralisados, dadas as opções prioritárias dos privados (desinvestindo-se na NASA e subsidiando-se os delírios dos multimilionários).

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Atingindo a velocidade da luz

Depois de ultrapassada a barreira do som e certamente a caminho de ultrapassar a velocidade da luz, abrindo-se novas portas para a Conquita do Espaço e para uma mais ampla visão e conhecimento deste Universo que partilhamos.

 

Quanto à futura maior potência terrestre e líder Global, com a China depois da Lua e de Marte (com as suas Sondas e Rovers) e do lançamento da sua nova (e própria) Estação Espacial ─ com a ISS cada vez mais próxima da sua descontinuidade, colocando-se brevemente OUT OF ORDER ─ a lançar desde já o seu próximo e grande desafio (e objetivo), o da construção de uma “grande nave espacial”, enorme como nunca visto e com cerca de 1,6Km (mais de 1000 metros):

China wants to build a mega spaceship that’s nearly a mile long.”

(Edd Gent/livescience.com)

Depois do exemplo da Estação Espacial Internacional (ISS) com os seus módulos sucessivamente acoplados ao longo de mais de 20 anos (lançada em 1998) atingindo dimensões de mais de 70 metros e mais de 100 metros (largura/comprimento) ─ e depois do início da construção e montagem da sua nova Estação Espacial ─ com a China a abordar a hipótese da possível construção e montagem de uma outra estação ou mesmo nave com uma dimensão 10X maior (que a ISS, o maior satélite artificial terrestre), possibilitando-lhe outras alternativas mais prometedoras e eficazes na exploração e conquista do Espaço, como a da construção de uma nave interplanetária autossuficiente capaz de transportar o Homem em longas viagens através do Espaço, do nosso Sistema (Solar) e até introduzindo-nos (ultrapassada a fronteira virtual do “Domínio do Sol”) nas viagens Interestelares.

(imagens: Shutterstock/livescience.com/Adrian Mann)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:37

A Demência Não é a de Biden, A demência está no Mundo

Domingo, 08.08.21

E uma das maiores provas dessa demência sendo oriunda dos Média (tristemente sendo agora apenas mais um instrumento de manipulação), tentando convencer (todos aqueles que presenciaram algo) de que a verdade não está no que todos viram repetidamente todos os dias (como se tivéssemos um erro de paralaxe mental), mas no que eles (não presencialmente) nos dizem, depois da sua tradução explicativa (autorizada/certificada), elucidando-nos do que na realidade (destes, não da nossa) se passou. Até hoje continuando a servir para controlar a maioria do “gado universal”, o problema vindo agora da outra parte do Hemisfério Norte (o único que conta) ─ obviamente e como sempre na História do Ocidente, do Oriente. Num Mundo cada vez com menos Esperança, regressando-se de novo à guerra irresolúvel por falsa, entre o Eixo do Bem e o Eixo do Mal: na Era da Internet (e estando-se de novo em crise, uma crise de territórios/mercados) regressando-se mais uma vez às Cruzadas.

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Numa evolução natural e contínua olhando para o Hemisfério Norte

ao Império do Ocidente sucedendo-lhe o Império do Oriente

 

Depois da chegada deste Evento Biológico e Pandémico ─ provocado pelo aparecimento do vírus SARS CoV-2, dando origem à doença COVID-19 ─ ao contrário de Eventos anteriores (guerras, terramotos, etc.) conseguindo paralisar “parcialmente” um PLANETA, para além desta enorme crise sanitária, social e económica tendo colocado o Mundo Civilizado (todo o Hemisfério Norte) de pernas-para-o-ar, tendo-se de ressalvar igualmente duas virtudes reveladas por este duro e mortal percurso, iniciado no ano de 2020 (há cerca de ano e meio): como se estivéssemos habituados a trabalhar em fotografia revelada a cores e subitamente mudássemos para revelação a Preto-e-Branco, não se recorrendo ás CORES (a todas as variações que a luz nos permite ter acesso, tal como as cores disponibilizadas por um simples prisma) tapando muitos dos defeitos (técnicos e não só), ao optar-se pelo P/B não existindo “melhoramento por introdução de múltiplas cores/tons” colocando-os (os defeitos) inevitavelmente todos a nu.

Desse modo e como consequência dessa opção ─ substituindo a COR (variação de cores/tons) pelo P/B (variação de tons, entre presença de luz/ausência de luz)  ─ surgindo essas tais duas virtudes agora associadas ao que se passa no Mundo e a quem o diz Liderar: com este Evento Pandémico levando muitas sociedades ao seu extremo (sejam dominadoras/dominadas) ─ a excessos aparentemente protecionistas, mas na realidade situacionistas ─ e através da sua reação ao mesmo (Evento, ainda por cima paralisante/mortal) demonstrando para cada uma delas (sociedades) o seu estado avançado ou não de doença, com a crise a fazer aparecer todos os defeitos, descoordenações, falta de autoridade e de real poder, até aí escondidos. Neste Mundo Covid-19 ainda com os EUA a apregoar ser a grande, única e destacada potência Global (militarmente e em armamento convencional ou não, sendo-o efetivamente ultrapassando-os ─ como o Pentágono o demonstra, caso contrário e sendo mais avançados, só sendo ET’S nos seus UAP’S) ─ ou não fosse capaz de destruir o planeta TERRA, muitas mais vezes que todos os outros países juntos ─ já não o sendo em tudo o resto,  baseando ainda a sua força para além de nas suas Armas/Armamento, na força daquela que ainda é a moeda de troca/referência Global o Dólar: necessitando apenas de uma “impressora” para ir funcionando, mas cada dia que passa esse papel de troca se aproximando cada vez mais do valor de referência “zero”. Ou seja, virtude um, esta Pandemia revelar não só uma nova hierarquização de poderes (com o Bloco China/Rússia a desmontar progressivamente as ligações preferenciais antes norte-americanas, substituindo-as e oferecendo em troca não papel mas ouro), como por outro lado, seja ele qual for (o caso), quando por qualquer motivo parte desse poder lhe é retirado (à Hierarquia, à autoridade) e logo de imediato a Natureza, a Sociedade, o Mundo melhora ─ que o digam os animais e as plantas irracionais, regressando aos estuários e regressando às cidades, na sua ausência substituindo o Homem e recuperando territórios antes seus.

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Numa das suas viagens psíquicas e sucedendo a um impasse momentâneo

c/ o presidente olhando em volta procurando/perguntando pela falecida mãe

 

Quanto à virtude número dois, apesar de não valorizada e da subtil tentativa de limpeza recorrendo à nossa possível lobotomia (por indução e introdução subliminar, ou mais à bruta) e como consequência necessária e obrigatória, no sentido da obediência por esquecimento, querendo-se estar de acordo com a maioria oficial/integrado ─ bastando olhar de novo para a ainda atual referência do Mundo os poderosos EUA ─ com o seu líder e presidente dos EUA o democrata JOE BIDEN (acompanhado pela sua Vice-Presidente Kamala Harris) a gerir interna e externamente a politica e estratégia deste “potentado” terrestre ─ para estranhamente se assistir e de uma forma repetida (como se ninguém visse nada) à presença de um personagem tido como o protagonista, apresentando através da sua expressão física como psíquica, sinais cada vez mais evidentes de algo que se poderia considerar (talvez, sendo eu um leigo) como demência. E se a VP Kamala Harris poderá ter alguns problemas no exercício do seu cargo, por vezes podendo ter algum tipo de explicação (para o que faz/para o que diz) menos compreensível ou até mesmo inaceitável (por não credível), na maior parte dos casos com essa mesma explicação a demonstrar na prática e por parte do seu aplicador algum tipo de “ignorância básica” (para a função que desempenha) ─ tal como reflete na sua visita ao Vietname, depois do conhecido genocídio norte-americano ainda na nossa memória, informando desde já os vietnamitas e como se fosse esse o seu grande desejo que, “os EUA estão de volta” (isto para já não falar da sua visita ao Muro, pretensamente na defesa dos emigrantes, mas até hoje nada fazendo apenas continuando a política de Donald Trump) ─ já no caso de Joe Biden já não sendo sequer os erros que no desempenho do seu cargo possa cometer (como todos os presidentes) ─ não tendo este sequer grandes casos “em carteira”, dado prosseguir “no que interessa e de facto se concretiza” a política do seu antecessor o republicano Donald Trump (antes alguém a jamais imitar) ─ mas o seu comportamento e atitudes em público, suscitando a quem o vê imensas “dúvidas”: numa das suas últimas intervenções (no “Jardim Cor-de-Rosa”, durante a reunião relativa ao 31º Aniversário dos Americanos apresentando deficiência) e contando com a presença da comunicação social, no período dedicado à colocação de questões sobre o tema ao Presidente, subitamente com Joe Biden a ficar confuso aparentemente com o nome de um congressista, esquecendo-o, para de seguida e ainda mais surpreendentemente e como se se tivesse perdido no cumprimento do seu “guião”, “derivando mentalmente” do seu trajeto (prédefinido) colocando-o num cenário desenquadrado por só seu e estranho a todos os outros (não estando presentes na “cabeça do Presidente”). Subitamente com o Presidente “perguntando pela mãe e questionando-a, enquanto ia olhando em volta, para saber onde ela estava” (tendo esta falecido há mais de 11 anos, em janeiro de 2010): By hhe way, where’s Mom? Is she were? Mom?” E neste contexto, não nos limitando a olhar para uma das peças ─ por mais importante que seja ─ mas para toda a engrenagem, só assim formando e fechando o conjunto (definindo-o), não se colocando consequentemente e como prioritária a questão da presença de um individuo como Joe Biden na presidência da maior potência do Mundo, dizendo-se lateralmente e em silêncio “ensurdecedor” estar “demente”, mas a constatação de que antes de Biden (e talvez contaminando-o, pelo ambiente envolvente), quem caiu como pioneiro num estado esse sim talvez irreversível (mais perigoso, por coletivo), foi este “Mundo Demente”, em que quem ainda não o é, “não é gente”.

(imagens: yelp.com/floridianpress.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:33

A Conquista do Espaço: EUA, RÚSSIA ou CHINA?

Quarta-feira, 21.07.21

“Se o desinvestimento na NASA (deixando-a com o estudo da Terra e com algumas sondas automáticas) ─ por outro lado favorecendo face à componente científica, a parte comercial e para tal desviando verbas e chamando para as aplicar, os Privados ─ pode ser um indicativo do fim do Programa Espacial dos EUA, tal como sempre o conhecemos ─ sendo o seu único objetivo o Homem e o seu Futuro no Espaço ─ talvez estejamos a assistir a uma total reviravolta de expetativas espaciais de todo um planeta (com um século), com os norte-americanos a ficarem-se pela sua “Sociedade do Espetáculo” (com viagens turísticas e outros derivados mais ou menos radicais, como “prometerem-nos Marte” sem quererem passar pela Lua) e com os russos e chineses a tomarem definitivamente a dianteira: os chineses (com o seu ROVER) já fazendo companhia em Marte aos ROVERS dos EUA e (sabendo do final próximo de atividade na ISS) tendo já a sua própria estação espacial em atividade (lançado o módulo central, já estando ocupada por três astronautas chineses).”

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NASA

Buzz Aldrin na Lua fotografado por Neil Armstrong

(1969, missão Apollo 11)

 

Vivendo a nossa vida, confinados a um único planeta e sabendo no nosso percurso, irmos divisar o que para além dele existe unicamente “à vista desarmada” (salvo as, sempre presentes e necessárias exceções) ─ tudo isto, graças à janela aberta diante de nós, proporcionada pelo Céu que nos envolve, encaixado numa moldura entre o palpável e o ali colocado, este último como que representando, o nosso futuro trilho de Vida a ser “percorrido e descoberto”

Sendo sempre com interesse e dado não se poder estar do lado de lá (do lado do Espaço exterior ao nosso planeta, para além dos limites exteriores da nossa última película de separação e proteção, a atmosfera), receber-se novas notícias vindas desse “Outro Mundo” começando logo ali ao lado ─ o ESPAÇO ─ lugar onde “por acaso” o Homem já anda há mais de 60 anos, desde que YURI GAGARIN (ainda no tempo da U.R.S.S) completou uma órbita em torno da Terra em 12 de abril de 1961.

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SPACEX

Oferecendo os seus serviços à NASA

(propondo a sua nave espacial, para atingir a Lua)

 

Oito anos depois (1969) com o voo espacial tripulado APOLLO 11 ─ com os astronautas norte-americanos NEIL ARMSTRONG, MICHAEL COLLINS e BUZZ ALDRIN ─ a atingirem a Lua e a poisarem nela com o seu módulo lunar (com Neil e Buzz a bordo, ficando Michael no módulo orbital), alcançando aí o Homem e pela 1ª vez um “Mundo Alienígena”, tocando-o (NEIL com as suas botas): de uma viagem podendo-se dizer local (de alguns quilómetros, na altura um ato pioneiro), passando-se a uma viagem (num encadeado, esperando-se contínuo e sendo outro ato pioneiro) podendo ser considerada agora (evoluindo, subindo degraus a caminho do CÉU) o protótipo das “Viagens Interplanetárias”. Uma viagem ligando a Terra ao objeto localizado no Espaço e estando mais perto de nós (com os planetas mais próximos Vénus e Marte, distando de muitos milhões de Km), num percurso de ida-e-volta de vários dias e de no mínimo uns 770 mil Km (distância Terra/Lua de 384,4 mil Km).

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BLUE ORIGIN

Hoje fazendo o seu 1º voo com 4 tripulantes a bordo

(a 19 de julho 2021, um deles sendo Bezos)

 

Desse modo e depois de anos e anos de Exploração Espacial “governamental” com investimento único sendo “público” (do próprio Estado) ─ com as grandes potências espaciais de momento a serem (como as 3 grandes potências Globais) os EUA, a RUSSIA e a CHINAoferecendo todo o saber e conhecimento acumulado através da realização de estudos e de experiências levadas a cabo por milhares de Homens, ano após ano (sacrificando-se por um projeto em nome coletivo do seu país) trabalhando para o cumprimento desse objetivo pessoal/coletivo (nobre), surgindo como não poderia deixar de ser até porque o Mundo não é uma redoma (limitada, com o Homem no centro), a iniciativa Privada: para já apenas nos EUA, mas integrando um panorama global (comercial, de penetração e expansão) algo semelhante seja ele a Ocidente (EUA)  ou a Oriente (Rússia/China), com a fonte de financiamento principal e fulcral (o alicerce) a ser sempre a mesma, o Estado (e os financiamentos provenientes do mesmo, depois de protegidos/pelos primeiros e em minoria, surgindo os Privados) ─ seja no capitalismo Norte-Americano (empresa ditas “privadas”, mas financiadas pelo Estado) ou no capitalismo de estado Russo ou Chinês (empresas ditas “estatais” e financiadas pelo Estado).

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VIRGIN GALACTIC

Momento da sua largada com Richard Branson a bordo

(11 julho 2021)

 

Empresas Públicas, Empresas Privadas e Empresas Mistas, nunca podendo sobreviver sem o apoio do seu próprio Estado/País. E se podendo existir algo de semelhante do “outro lado” no Oriente (em qualquer local existindo sempre elites), não se tendo conhecimento de tal talvez por falta de interesse nosso (ou condicionamento), indiferença ou alguma invisibilidade (até pela distância física e nem sequer falando da parte psíquica/espiritual/mental (que como seres humanos que são, mesmo andando do outro lado de “pernas-para-o-ar”, também têm), existindo certamente do nosso lado Ocidental ─ ainda-por-cima sabendo-se fazer parte dele e logo na liderança (de tudo) os EUA ─ empresas há já há algum tempo em ação (trabalhando nos EUA): como a SPACEX (do milionário norte-americano Elon Musk/Tesla), a BLUE ORIGIN (do milionário norte-americano Jeff Bezos/Amazon) e a VIRGIN GALACTIC (do menos milionário por inglês Richard Branson/Virgin).

Nos EUA autoproclamando-se a maior potência Global (sendo-o na realidade, podendo destruir o nosso planeta Terra muitas mais vezes do que todos os outros juntos, não se indicando no entanto se sobrevivendo, quem colocariam a fazer o que eles não querem nem sabem fazer) ─ Militar, mas talvez já não o sendo a nível Económico e Financeiro (o Hemisfério Norte dividindo-se em duas partes, a Ocidental/em decadência e a Oriental/em expansão) ─ entregando-se todo o trabalho e sacrifícios (anteriores, por parte da NASA) de bandeja à iniciativa privada, presenteando-nos (esta última e agora, talvez como sempre) como justificação da sua entrada neste ramo (no ramo Espacial, mesmo que sendo um pretexto para a inovação cientifico-tecnológica, mas militar), mais “com conduto” do que com alguma essência inovadora, revolucionária, transformadora (como se estivéssemos a aguardar por “Eles”, podendo-nos indicar o caminho ─ utilizando eles sempre o mesmo, o mais seguro para eles):

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CHINA

Estação Espacial Chinesa Tianhe

(astronautas no interior do módulo central, 17.06.2021)

 

Com a SPACEX transportando já material e astronautas para a ISS, com a BLUE ORIGIN ultrapassando hoje a “Linha de Karman” (fronteira virtual separando a Terra do Espaço) em cerca de 100Km ─ com sucesso e levando consigo o jovem holandês Oliver Daemen/18 anos e a ex-astronauta Wally Funk/82 anos ─ e finalmente  com a VIRGIN GALACTIC como que demonstrando ao que vem (comercialização de viagens turísticas no Espaço) e recuperando a visão dos Vaivéns (nada de novo), levando não um foguetão mas um avião para os limites superiores da atmosfera ─ nunca atingindo o Espaço exterior (não superando a “Linha de Karman” e ficando-se por pouco mais de 80Km de altitude).

Abandonando os EUA o Espaço (como prioridade de Estado), a Rússia e a China (sobretudo esta última) substituindo-os: “agradecendo” e passando a liderar nessa mesma prioridade.

(imagens: yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:53

Pentágono ─ Atrás de um UFO podendo estar um Chinês

Quarta-feira, 23.06.21

“Anos e anos a fio a dizer NÃO, tendo obvia dificuldade em dizer SIM e sendo a Vida um Jogo, optando pela utilização de uma aposta múltipla desportiva, o sempre certo 1X2.”

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US Navy detonate a massive explosion in the Atlantic Ocean

to test their warsh.

(The Telegraph)

 

Cada vez mais próximos da data-limite (sexta-feira, 25 de junho) divulgada pelo Pentágono para a apresentação no Congresso dos EUA do relatório sobre “Fenómenos Aéreos Não Identificados” (ou UAP’s) ─ não se falando aqui de UFO/OVNI ou de ALIEN/ET, tornando o assunto e a conclusão mais redutora (sugerindo no fundo não serem verdadeiramente os ET’s o foco da conferência, mas certos T’s)

Cresce cada vez mais a expetativa (um pouco por todo o Mundo, até pela estranha inversão de estratégia das diversas agências de segurança) sobre as conclusões e argumentos que aí serão apresentados ─ tendo os temas UFO e ALIENS, acompanhado pelo menos desde o incidente de Roswell (ocorrido em 1947), o imaginário norte-americano

Muitos esperando (ou melhor, desejando) ter chegado o momento (decisivo, “agora ou nunca”) de finalmente se poder afirmar que os UAP existem e com eles (compreendendo-se as consequências da existência desses veículos), outras espécies inteligentes que não e como pensávamos até agora, a nossa própria raça de Terrestres (T), sendo do exterior denominados como Extraterrestres.

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Highly anticipated Pentagon UFO report

lands this week.

(cnet.com)

 

Mas sendo sempre de desconfiar das atitudes públicas das autoridades norte-americanas, habituadas desde há muito tempo e sem contraposição (desde o colapso da URSS) a dizer tudo o que lhes apetece (e que lhes passa pela cabeça, mesmo sendo Fake News), da nossa parte tendo invariavelmente como reação sinais de consentimento e de submissão ─ de “deixa andar” (forçados a vê-los como poderosos-salvadores)

Nada colocando em questão, apesar de às vezes o cerne da mesma (questão) possa estar em nós mesmos os Terrestres e não em algo/alguém exterior (ao nosso Ecossistema) denominado Extraterrestre:

Infelizmente sendo proveniente dos EUA podendo ser simplesmente (e aproveitando a ocasião) mais uma “fraude estratégica” (ou seja, e apesar do que se pensa, levada a cabo para o bem do Mundo),

─ Tendo a China (não os ALIENS) na mira ─

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China July 2010

UFO sighting over Hangzhou International Airport.

(ufoinsight.com)

 

Desviando os nossos olhos (e atenção) para uma ameaça exterior, quando o que se passa é mais um passo em frente para a manutenção da supremacia global, inventando inimigos-extra podendo-se aumentar ainda mais o já “Galáctico”, orçamento militar norte-americano.

Prognosticando que no próximo dia 25 (ou dias seguintes) o Pentágono irá afirmar que “dados os testemunhos e as evidências não poder recusar a hipótese de os UAP serem de origem extraterrestre, nem mesmo o seu contrário”, deixando tudo na mesma e arranjando mais armas para apontar aos “usurpadores” chineses:

E em vez de se rirem de nós (da piada, dos que acreditam nos UFO/UAP), passando agora a olhar-nos com um sorriso algo amarelo (aceitando em seu benefício, a crença desses idiotas).

(imagens: Telegraph/Ufo Insight)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:39

A Cara de Zhurong

Sexta-feira, 18.06.21

Dividindo virtualmente o Globo Terrestre em 2 Hemisférios e subdividindo-os de seguida, obtendo-se no final 4 partes iguais de uma mesma esfera (simbolizando a TERRA): o Hemisfério Norte Ocidental (HNOC), o Hemisfério Norte Oriental (HNOR), o Hemisfério Sul Ocidental (HSOC) e o Hemisfério Sul Oriental (HSOR).

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ROVER ZHURONG

(e as suas extraordinárias parecenças de cara, com o robot WALL-E)

 

Os dois primeiros hemisférios ─ localizados a NORTE, o HNOC e o HNOR ─ representando o “Clube-dos-Ricos” (CDR), ou seja, dos países mais desenvolvidos científico-tecnologicamente do nosso planeta, enquanto os outros dois hemisférios ─ localizados a SUL, o HSOC e o HSOR ─ representando por comparação e contraste (económico/financeiro e científico/tecnológica) o “Clube-dos-Pobres” (CDP).

Na Hierarquia Mundial do Poder e descartado desde já o Hemisfério Sul integrando o CDP, restando-nos quanto à discussão da liderança e supremacia planetária o Hemisfério Norte (e rico), uma parte situada a Ocidente e outra situada a Oriente: a ocidente e liderando (com pretensões em manter essa liderança) o seu hemisfério (HNOC) estando o “Bloco de Washington” e a oriente liderando-o (com pretensões de assumir o protagonismo, substituindo o líder anterior) estando o “Bloco de Pequim” ─ em conluio com outro bloco pré-existente o Bloco de Moscovo.

Os EUA liderando o “Eixo do Bem” conjuntamente com os seus Aliados da Europa Ocidental (países satélites) e ainda o Canadá, o Japão e a Austrália (representados no agora ─ afastada a Rússia do clube principal, tal como o fora antes Plutão, sem necessidade nem critério ─ “Clube-Oficial-de-Satélites” dos EUA, o G7) e mantendo o cenário montado (por uma das partes, desde sempre controlando e calibrando o processo) integrando uma balança com dois pratos necessitando no mínimo de equilíbrio (se não se conseguir manter o terreno inclinado para o mesmo lado) ─ e até para, como novos cruzados, “protegermos a nossa intervenção/interpretação moral” ─ estando a China liderando o “Eixo do Mal” coadjuvada pela Rússia (a sua poderosa guarda-militar).

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PLANÍCIE UTOPIA

(onde há biliões de anos, poderá ter existido água)

 

Potências Globais só existindo de facto três, os EUA (atual líder Mundial), a Rússia (herdeira da URSS) e a China (a grande potência emergente), tudo o resto sendo “paisagem” pejada de falsos decisores, quando muito sendo interlocutores fazendo papel de intermediários (aparecendo nas folhas de transações): como será o caso do Reino Unido, da Alemanha e da França (só para citar a Europa), mesmo que apresentando economias superiores tendo no contexto global e atualmente o mesmo peso de países como a Índia, o Paquistão, a Coreia do Norte e até Israel, integrando a lista de países (nove países) com armamento nuclear.

 

Todos os nove países tendo já feito o seu teste nuclear, tendo foguetões capazes de transportar ogivas nucleares e ainda com alguns deles a terem já o seu próprio arsenal não vá este vir a ser necessário: com os EUA e a RÚSSIA a deterem a esmagadora maioria das ogivas nucleares (em conjunto e em partes iguais, no mínimo uns 90%), seguindo-se a grande distância o Reino Unido e a França (talvez aí já se incluindo a China) e ainda os “rebeldes e perigosos” (podendo desestabilizar desde já, toda uma região/continente) a Índia/Paquistão/Coreia do Norte.

Sendo, pois, com muita tristeza que depois da reunião do fantasmagórico G7 ─ nada de novo comunicando ao Mundo senão as pretensões dos EUA e a habitual submissão dos seus Aliados ─ seguido do (por expetativa) pobre encontro Biden/Putin ─ nada tendo que se saiba os norte-americanos apresentado que fizesse sobressaltado minimamente o Mundo ─ nos viremos para fora deste Mundo cada vez mais Estranho para todos Nós (os Humanos), ainda-por-cima sendo-o repetitivo (utilizando simplesmente as mesmas estratégias) intoxicante e doentio: e olhando para fora de casa espreitando visões do nosso futuro ─ estendendo-se para além do horizonte físico, não só dos nossas perceções, como de todos os nossos sentidos ─ chegando-se ao Espaço Exterior penetrando-o na nossa imaginação e sem contar com tal coisa (antes produto da nossa imaginação ou pretensamente sendo ficção) deparando-nos com algo de familiar já a uma bem apreciável distância (MARTE): WALL.E o robô da PIXAR.

E sabendo-se inconscientemente e por vocação (político-ideológica)  termos sempre a tendência de procurarmos em tudo o que vemos (e que nos é apresentado) um retrato normalizado da nossa realidade (algo que já conheçamos) ─ até para nossa segurança (e da estrutura que nos suporta), dispondo de “um espelho” logo ali à mão ─ imediatamente e mesmo com um argumento ”fantasioso/falacioso” invocando “o registo da patente” (de tal produção) sendo norte-americana ─ e não chinesa ─ replicando e não pagando os direitos de autor”.

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WALL-E

(a pretensa musa inspiradora de Zhurong)

 

Olhando para a superfície do planeta MARTE ─ região onde está inserida a planície UTOPIA ─ e para o ROVER ZHURONG aí tendo chegado no passado dia 14 de maio, com o testemunho a ser desde logo transmitido à chegada (segundo a nossa visão ”Ocidental”) deste veículo terrestre a um outro mundo e planeta do nosso Sistema Solar, que não o nosso a Terra (ou o seu satélite natural próximo a LUA) ─ ou seja a um Mundo Alienígena e sendo poucos os exemplos (terrestres ou extraterrestres, que se saiba) a conseguirem-no ─ a ser interpretado/traduzido/divulgado como uma réplica do robot da PIXAR/WALT DISNEY (MADE in USA) WALL-E.

Não sendo familiar direto de WALL-E sendo uma réplica chinesa (adaptada) do mesmo. E não se estando propriamente a olhar para uma missão espacial chinesa, mas para mais um seu evento publicitário e de marketing global, com “selo” inspirador norte-americano (como se fosse uma espécie de garantia, uma bênção dos outros). Pouco importando a China depois de ultrapassada a Rússia, tendo já iniciado o processo de ultrapassagem talvez mesmo a curto-prazo dos EUA, concorrendo com os EUA na Exploração e Conquista do Espaço, no envio de sondas automáticas a outro mundos, na construção de uma Estação Espacial (própria), no envio de astronautas para o Espaço (os primeiros tendo sido já enviados para o módulo central da sua estação) e apontando para um objetivo ambicioso tal como nos EUA, apontando de novo para a LUA (como um retomar da missão da Humanidade) e de seguida para MARTE.

Hoje vendo-se a China a aplicar o sonho (com ZHURONG), reivindicado, mas não executado por outros (com WALL-E) ─ tornando-se notórios e relevantes, nem que seja inspirando-se num herói dos bonecos (ou dentro de nós não subsistisse algo de importante, sendo oriundo da nossa infância): ao olharmos para WALL-E/ZHURONG confirmando, que muito do que imaginamos (não passando de sonhos, de ficção) integrava a realidade (em antecipação). Logo e para nossa total felicidade talvez excedendo as expetativas, desenrolando-se num “Outro Mundo”: um sonho a concretizar-se num ouro sonho, constituindo a realidade dos próximos ano e gerações.

(imagens: cnsa.gov.cn/Wall-E Animation/youtube.com)

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Guerra Fria.2 ─ Há 3/4 de século envolvendo Terrestres e Alienígenas

Segunda-feira, 07.06.21

Perante o que acontece no nosso planeta por intervenção direta da sua espécie dominante, ainda nos questionamos se estes “Jogos de Guerra” tem intervenção Terrestre ou Extraterrestre, como se estes últimos estivessem particularmente interessados em nós e igualmente obcecados, em estabelecer contactos bilaterais (como nós o desejamos, no mínimo sendo-o entre iguais). Estando o Homem num nível de evolução primitivo (subvalorizando a sua parte mental, espiritual) e selvagem (sobrevalorizando a sua componente física, material), não compreendendo o mecanismo de utilização plena do eletromagnetismo/onde reside a Alma do Universo e do funcionamento “sem cortes” do nosso cérebro/onde reside a Alma do Homem.

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Recuando aos inícios dos tempos da Guerra Fria, coincidindo com o fim da 2ª Guerra Mundial e com a necessidade de, aproveitando o momento de serem um dos grandes Vencedores ─ conjuntamente com a URSS, esta tendo direta e ativamente participado no conflito ─ os EUA poderem arrancar para um período histórico de supremacia global ─ tomando como referência o fim da URSS (1991) mais de 40 anos, mas persistindo ainda hoje com o ressuscitar da Rússia (de Putin) mais de 70 anos ─ em 2021 precisamente 76 anos passados sobre o principal argumento para o início e eternização da Guerra Fria (o fim da WW2) e mantendo assim a guerra e a sua respetiva máquina e estrutura militar em atividade, em evolução e em movimento (como qualquer organismo vivo, querendo persistir), os EUA parecem querer voltar de novo à carga introduzindo uma nova geração de Guerra Fria mas agora readaptada ao presente século (antes o séc. XX, agora o séc. XXI), juntando no mesmo saco os seus agora dois grandes adversários e inimigos (sendo todos capitalistas e abandonada a ideologia, em busca única/exclusiva do controlo e do lucro), a Rússia como sucessora da URSS e aquela que poderá ser a grande potência global futura substituindo na liderança do Mundo os EUA (e apoiada estrategicamente na retaguarda/vanguarda pela Rússia) a CHINA, impondo aí ao ocidente (Bloco EUA/Europa) o Império do Oriente (Bloco China/Rússia), desde os tempos dos Cruzados representando o Oriente (reafirmado por muitos dos nossos mestres e professores) o Lado do Mal.

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E para se reacender a mentalidade da Guerra Fria e desse modo se obter uma “Guerra Fria Ponto 2”, nem sendo necessário recorrer a uma nova/ou novas inovações, mas dado o trabalho já realizado e à experiência entretanto adquirida ─ e melhorada/aprofundada ─ tendo-se apenas de recorrer aos arquivos, estudá-los e reaplicá-los (tendo em consideração a distância e a enorme evolução/revolução tecnológica ─ passando pela Lua e pelo Vale do Silício ─ entretanto ocorrida), replicando o processo: reutilizando para tal e até para uma melhor perceção e compreensão/aceitação pública ─ do fenómeno/acontecimento ─ conhecimento adquirido anteriormente e mesmo que através de vestígios (julgados perdidos) mas de alguma forma ou de outra tendo sido assimilados, bastando desejando-se, despertá-los (como se faz com as células-terroristas-adormecidas, aqui e ainda para o “Eixo-do-Bem”). Introduzindo de novo o tema, até pela sua renovada presença como protagonista de um guião semelhante (como se tivesse sido fotocopiado), os “Objetos Voadores Não Identificados” e tendo que ter tripulantes (presenciais ou à distância) Alienígenas (não da Terra como os do outro lado da fronteira, os Mexicanos) do Espaço.

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No século passado em 1947 surgindo o “Incidente de Roswell” (sendo proposto, desmentido, mas aplicado) e agora no presente às portas da “Guerra Fria.2” e no ano de 2021 (74 anos depois), aguardando-se com expetativa o sempre adiado, mas perto de ser divulgado (ainda este mês) “Relatório sobre os OVNI” (sendo apresentado, confirmado, reaplicado) ─ um documento da responsabilidade do (oficial/governamental) Pentágono ─ ressuscitando inimigos necessários de existirem (tal como na anterior Guerra Fria) apregoando-se/comunicando-se o perigo de um novo conflito e a necessária “proteção e segurança” dos seus cidadãos (e território), contra possíveis inimigos oriundos do exterior e obrigatoriamente (para nossa defesa/sobrevivência) tendo-se por “extrema necessidade” de recorrer à corrida aos Armamentos: um argumento algo pobre mas que tendo percorrido 3/4 de século e perdurado, podendo ainda ser (mais uma vez e sabe-se lá mais quantas vezes) aplicado com eficácia (talvez e dados os antecedentes ainda persistentes, com 100% de sucesso).

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Em 1947 tal como em 2021, num dos casos pretendendo alcançar a supremacia Global no seguinte mantê-la (1945/2021, já septuagenária, nos 76 anos de idade), com os dirigentes políticos e militares dos EUA (a sua Elite) aproveitando o cenário já montado e conscientemente preparado (tendo um objetivo obvio e passando por patriótico (a defesa dos EUA), para a partir de um tema (no fundo um subtema estratégico) aproveitar a opinião publica previamente manipulada e orientada (sendo sempre acompanhada) e lançando-a para outro, esse sim o tema-protagonista (o verdadeiro tema, o objetivo, o inimigo real): necessitando de apresentar um poderoso e convincente inimigo mas não contando para tal e como presença ativa com o mesmo (seja Chinês ou ET), para tal improvisando introduzindo inimigos externos mas não terrestres (não lhes podendo dar primazia de tal), dadas as informações e técnica disponíveis nunca podendo ser de cá ─ concordando-se com tal, confirmando-se então e aí a supremacia tecnológica russa/chinesa sobre a norte-americana ─ e desse modo só podendo ser oriundas do lado de lá.

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Propondo-se a noção da necessidade de nos protegermos e defendermos de um inimigo ainda mais forte do que nós podendo estar a pilotar esses Objetos Voadores Revolucionários certamente vindos de Outros Mundos, bem distantes e podendo (como em tudo) ser agressivos (por natureza ou por outras circunstâncias, temporárias ou não, dependendo do nível de intervenção), arranjando-se justificação (válida/credível/aceitável, apesar das conhecidas consequências) para um rearmamento se não for para ser utilizado contra “Invasores do Espaço” que seja contra “Invasores da Terra” entenda-se alienígenas da raça (para além dos Nórdicos e dos Cinzentos, sendo estrangeiros) Chinesa e Russa (os nacionais do planeta). Apontando-se a um alienígena na verdade não o sendo, tendo na realidade por trás de si (ou por dentro, como no caso das matrioskas) um russo ou um chinês, tal como para os norte-americanos um mexicano transfronteiriço (localizando-se para além do Muro) igualmente o é.

(imagens: WorldPost/washingtonpost.com ─ HIGH-G Productions/Getty Images/rt.com

─ FOX News/caitlinjohnstone.com ─ John Pilger/caitlinjohnstone.com

─ Matador Records/Gregory Crewdson/buzzfeed.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:47

Eles Já Chegaram!

Segunda-feira, 17.05.21

Não nos estando a referir à chegada dos súbditos de sua majestade ─ a rainha de Inglaterra Isabel II ─ à região turística do Algarve (hoje, 17 de maio),

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There is certainly life on Mars!

We are the life of the party!

(declaração CNSA)

 

Mas à chegada do 1º veículo motorizado oriundo da China à superfície do planeta Marte (na passada sexta-feira, 14 de maio): e se relativamente aos ingleses (viagens terrestres/aéreas) sendo estes os primeiros a chegar a Portugal com os seus investimentos (vinhos/turismo), só muito mais tarde surgindo os chineses (Lojas dos 100/300, seguindo-se entrepostos/empresas), já no que diz respeito aos chineses (viagens espaciais) e deixando os ingleses bem lá para trás (nem sequer tendo ainda chegado ao ponto de partida), com a maior potência asiática atual candidata a amanhã se tornar a maior potência Global ─ a China ─ a juntar-se aos EUA e a tornar-se o segundo país em todo o Mundo a colocar com sucesso um veículo motorizado em Marte. Com três países tendo como objetivo final  da sua missão colocar veículos motorizados ou ROVERS sobre a superfície do Planeta Vermelho concretizando tal facto (tocando o solo do planeta), tendo o primeiro falhado nas suas tentativas (na aterragem/despenhando-se ou após ela nas comunicações/ausentes)  a Rússia (ex-URSS, em 1971) e os dois restantes atingindo-o (com sucesso total, aterrando e com o seu ROVER ativo): desde 1997 com os EUA (no presente com dois ROVERS ainda em funcionamento, o ROVER CURIOSITY e o ROVER PERSEVERANCE) e agora em 2021 com a China (e o seu ROVER ZHURONG).

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Centro de Controlo Aeroespacial de Pequim

Aterragem com sucesso da sonda Tianwen-1 em Marte

(CNSA)

 

ROVER ZHURONG lançado o ano passado (23 de julho) a bordo da sonda automáticaTIANWEN-1 ejetada (propulsionada) para o Espaço exterior por um foguetão Longa Marcha ─ projetando-a na direção do primeiro planeta exterior (à Terra) MARTE ─ e tornando-se a 14 de maio no 3º veículo motorizado (terrestre, para os “marcianos” alienígena) ─ 2 norte-americanos e 1 chinês ─ a circular nesse planeta (e com os Europeus através da ESA a pretenderem a curto-prazo alcançar o mesmo). Com os chineses depois da Lua (tendo lá e já, o seu ROVER) e da sua Estação Espacial (tendo colocado já em órbita o seu 1º módulo espacial de 3, iniciais), atirando-se tal como os norte-americanos ainda mais além, sendo agora o seu objetivo Marte (e já lá estando) ─ replicando (mas desejando-os ultrapassar, com o seu conhecimento e experiência suplementar) os passos dos EUA ─ pela sua ambição, eficácia e estando de acordo com os desejos da governação chinesa, sendo de imediato um facto relevado pelo seu presidente Xi Jinping (sendo mais uma demonstração de todo o poderio atual da China, no presente o único contrapeso juntamente com a Rússia à supremacia Global dos EUA):

An important step in our country’s interplanetary exploration journey, realizing the leap from Earth-moon to the planetary system and leaving the mark of the Chinese on Mars for the first time. ... The motherland and people will always remember your outstanding feats! (Presidente da China, Xi Jinping)

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Marte ─ Utopia Planitia

Sonda automática Viking 2

(18 maio 1979)

 

Explorada intensamente a Terra (a caminho dos 8 biliões de habitantes) tendo-se forçosamente de procurar outros mercados (só o dinheiro nos fazendo mover) e com isso (e entenda-se, como consequência) outras “Terras” (A, B, C, etc.): isto porque “o segredo é a alma do negócio”, não sendo o sujeito (para quem manda) a prioridade, mas sim o objeto produtor de mais-valia (e que amanhã será uma máquina, o nosso sucessor).

[Nas últimas notícias referindo-se ao ROVER ZHURONG de momento estacionado na região denominada UTOPIA PLANITIA e tendo para si projetada uma missão de cerca de três meses ─ procurando (entre outras observações) a presença de água-gelada e ainda o estudo da atmosfera e do magnetismo (de Marte) ─ tudo parecendo normal com o funcionamento do ROVER aparentemente pronto a entrar em ação. Juntando-se dentro de pouco tempo no seu trabalho diário (ou SOL) a dois outros ROVERS e tendo muito perto de si (mesma região) o seu colega norte-americano PERSEVERANCE.]

(imagens: CNSA/@CNSA en/twitter.com/usatoday.com ─ wikipedia.org)

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O Novo Império ─ Depois da Terra o Espaço

Sexta-feira, 14.05.21

A caminho de se tornar a maior potência Global Terrestre (substituindo os EUA) e investindo desde já (tal como os EUA o fizeram no passado) e fortemente (nem o público/privado norte-americano os acompanhando) na Conquista do Espaço: o novo mercado ─ para já (inicialmente) para exploração de matéria-prima (minerais), posteriormente como entreposto (de lançamento) de viagens interplanetárias e Interestelares.

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A Terra como vista da Lua

(missão chinesa Chang’e)

 

Uma imagem da TERRA (1) tal como registada a partir do módulo lunar integrando a missão espacial chinesa à LUA ─ missão “CHANG’E” (integrando o seu ROVER) ─ no ano de 2016. Agora que a Agência Espacial da China (CNSA) com a sua missão a MARTE ─ missão TIANWEN-1 ─ se prepara para aterrar na superfície deste planeta (entre hoje/14 e terça-feira/18), colocando lá o seu respetivo veículo motorizado terrestre o ROVER ZHURONG.

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Rover Zhurong

(ilustração da missão espacial Chang’e)

 

Depois de várias sondas direcionadas à LUA (agora já aterrando e com ROVER) ─ posteriormente a MARTE ─ e ainda recentemente depois de instalar em órbita da TERRA o 1º módulo da sua futura ESTAÇÃO EPACIAL (entrando já em atividade até ao final do ano e sendo completada com dois outros módulos para o ano) ─ sabendo-se do fim próximo da atividade na ISS, sendo dentro de poucos anos descontinuada (e com os russos tendo já iniciado a construção da sua estação) ─ chegando literalmente a MARTE e aí (na sua superfície) aterrando, na região de UTOPIA PLANITIA.

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A Terra e a Península Ibérica

(missão chinesa Chang’e)

 

Vivendo-se agora um momento de expetativa até à decisão do momento de aterragem, com a missão da nave espacial Tianwen-1, desde há várias semanas a “circular” Marte numa órbita elíptica (passando por vezes mais perto do planeta e observando-o mais detalhadamente), procurando as melhores coordenadas e o melhor momento de aterragem para o seu módulo e respetivo ROVER ZHURONG: tal como todos os outros seus colegas tendo executado a mesma manobra (sair de órbita e aterrar), uns conseguindo-o outros não, passados os “Sete Minutos de Terror” e aterrando o módulo chinês no PLANETA VERMELHO com sucesso, com a China a começar a fazer companhia ao Clube dos ROVERS norte-americanos (uns ainda ativos como o CURIOSITY e o PERSEVERANCE, outros não como o OPPORTUNITY).

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Vislumbrando a presença de astronautas da China em Marte

(antecipando-se a russos e norte-americanos, seja público ou privado)

 

Dentro de horas ou de dias se saberá se os chineses acompanham ou não os norte-americanos (tal como na Terra, até superando-os), na especial por espacial, “Corrida em Marte”.

(imagens: cnsa.gov.cn e nexusmods.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:56