Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

26
Set 19

[Com ASTEROIDES alguns deles potencialmente perigosos,

circundando o SOL aparentemente adormecido.]

 

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O Sol a 22 de setembro de 2019

Sem apresentar manchas visíveis e com um mínimo solar em progresso

(ao fim de onze anos, na fronteira da mudança de ciclo)

 

Com o Sol ao fim de aproximadamente 11 anos a atingir de novo um novo mínimo solar − marcando o fim do 24º ciclo e o início do 25º − nestes últimos 3 meses não apresentando manchas solares visíveis em quase 90% dos dias (e sem nenhuma chama solar registada), podendo-se desde já afirmar que na passagem desta fase do mínimo do respetivo ciclo solar (por experiência e conhecimento, adquiridos em Ciclos anteriores), as previsões para o Espaço Exterior (tendo naturalmente reflexos na Terra) apontam (entre outros aspetos e segundo spaceweather.com) para a continuação da ausência das manchas e chamas solares, para o enfraquecimento do campo magnético do Sol e como consequência para o aumento de raios cósmicos entrando no nosso Sistema Planetário (Solar):

 

Estando o mínimo solar em progresso e pelos sinais, esperando-se a mudança (de Ciclo, período de 2008/2019) antes do final deste ano (de 2019).

 

Ultrapassando-se no Hemisfério Norte um Verão sem Manchas Solares (apenas 6 de pequenas dimensões) e com uma das poucas manchas surgidas nesse período (de 21 de Junho a 22 de Setembro) − a mancha AR 2744 – com esta (ainda segundo a Spaceweather) a reverter a sua polaridade magnética (+/- em vez de -/+) numa indicação (confirmação) de que o Mínimo Solar se aproxima do seu fim.

 

[E no 25º Ciclo Solar com o próximo Máximo

a estar marcado para o ano de 2023.]

 

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Podendo-se observar a evolução das manchas solares

no período de 2008 a 2019

(assim como o máximo deste 24º ciclo solar)

 

Aproveitando esta aparente tranquilidade do Sol (a nossa estrela de referência) em que a ação dos seus raios (solares) se reduz drasticamente − enfraquecendo por um lado a ação (de proteção) do campo magnético terrestre e abrindo por outro lado a porta de entrada de mais raios cósmicos (extremamente perigosos e penetrantes) no nosso Sistema (onde o nosso planeta se inclui) – o constatar da passagem (“passada quase desapercebida, por não suficientemente replicada”) no passado fim-de-semana (sábado, 21) e mais ou menos perto do nosso planeta (entre um mínimo de pouco mais de 75.000Km e um máximo de cerca de 7.500.000Km), de nada mais nada menos que 9 asteroides:

 

E com 4 deles passando a cerca de 1DL (Distância Lunar = Distância Terra/Lua = 384.401Km) da Terra ou ainda menos – 2019 SU2 (77.000Km) observado pela 1ª vez a 22, 2019 SD1 (115.000Km) observado pela 1ª vez a 20, 2019 SS2 (270.000Km) observado pela 1ª vez a 24 e 2019 SX (423.000Km) observado pela 1ª vez a 20.

 

Ou seja, com os 4 asteroides passando nas nossas proximidades (neste caso de dimensões reduzidas, entre 3/7 metros), dois deles sendo descobertos antes dessa passagem e dois deles sendo descobertos, mas depois da passagem:

 

[E se por acaso para além de virem sem aviso,

fossem maiores e impactassem

− O que seria da Terra e de Nós?]

 

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1998 HL1 ou 162082 o maior asteroide (440/990m)

a passar perto da Terra (cerca de 6 milhões de Km)

a 25 de outubro de 2019

 

No próximo dia 25 de Outubro de 2019 e com o Sol talvez tendo já iniciado um novo ciclo (o 25º), com um asteroide com quase 600 metros de diâmetro (589m) − o maior a passar mais próximo de nós, nos dois meses que aí vêm − e deslocando-se a uma velocidade de pouco mais de 11Km/s – 1998 HL1 − a passar a “apenas (e aproximadamente) 6.000.000Km da Terra (cerca de 1/25 da distância Sol/Terra).

 

Uma insignificância tomando em consideração os limites exteriores da Nuvem de Oort (podendo ser considerada a última fronteira do nosso Sistema Planetário), localizada a 100.000 UA de distância do Sol (15.000.000.000.000Km).

 

(imagens: spaceweather.com – watchers.news – newstate.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:41

15
Jan 19

 

Com o Sol não só a assistir, como sobretudo (e umbilicalmente) a colaborar.

E em momentos de fraqueza (todos os seres tendo ciclos) com outros a aproveitar

– E em vez dos solares tendo aí os raios cósmicos.

 

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Na previsão das condições do Tempo no Espaço/Spaceweather

Tendo que estar sempre presente a ligação Sol/Terra

(imagem: nasa.gov)

 

Quando já muitos (de nós) e há demasiado tempo (há muitos anos) nos chamavam a atenção (observação e reflexão) para a progressiva e perigosa inclinação (longitudinal) que o Eixo Económico da Terra (aqui mais real do que virtual) nos ia apresentando e (como consequência bem visível) proporcionando – com esse Eixo deslocando-se do Império de Washington (EUA) para o Império de Pequim (China) nunca os mesmos poderiam deixar para trás (ninguém deixa para trás a Terra dos Sonhos) a possível relação que tal Evento (Civilizacional) poderia ter com um outro Evento (Geológico): com este último associado à deslocação do Eixo (Virtual) da Terra, ao geomagnetismo e até à atividade solar.

 

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Earth's magnetic north pole has been rapidly shifting

From Canada to Siberia in recent decades

(imagem: Getty/iStock/independent.co.uk)

 

E se a nível Económico-Financeiro (e olhando para tudo isto como um Europeu) se torna cada vez mais evidente essa movimentação ainda mais para Oriente dos focos principais de decisão e de poder Mundial (não só de dinheiro, como de mercadorias e de seres humanos) com os centros de maior interesse Global a deslocarem-se do continente Europeu para o continente Asiático e com a China a assumir a liderança da Ásia detendo imensas reservas de ouro (contrapondo o seu/ouro valor real, ao valor/papel simbólico do dólar) e criando o seu Banco Mundial (paralelo ao World Bank) – ter-se-á sempre que tratar como fator principal na luta pela nossa sobrevivência (da nossa e restantes espécies) conhecer-se o melhor possível (e antecipadamente) a qualidade do ambiente (ecossistema terrestre) onde estamos instalados (incluindo influências exteriores como as oriundas do Sol).

 

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Com o Sol – diminuído o nº de manchas visíveis – a caminho de mais um mínimo

Mais cedo do que se pensava neste 24º ciclo solar

(gráfico: stce.be)

 

“By about 2030-2040, the Sun will experience a new grand solar minimum. During the previous grand solar minima – i.e. the Spörer Minimum (ca 1440-1460), the Maunder Minimum (ca 1687-1703) and the Dalton Minimum (ca 1809-1821) – the climatic conditions deteriorated into Little Ice Age periods.”

(Nils-Axel Morner em Natural Science/researchgate.net)

 

Tendo-se para tal de falar de Geomagnetismo (tentando compreender a evolução das movimentações no núcleo da Terra – de grandes massas de ferro – influenciando caraterísticas do campo magnético terrestre como intensidade/deslocação) e (por existir intercâmbio) da influência Solar (ou em alternativa Cósmica). Num momento do Ciclo Solar em que a estrela de referência (o Sol) se encontra a atravessar um mínimo de atividade (à sua superfície), com poucas (por vezes nenhumas) manchas (solares) visíveis na sua coroa solar – e em que tendo que se relevar a relação estreita e bidirecional existente entre o Sol e a Terra (Umbilical) – muitos dos eventos que no presente decorrem (e se sucedem) e nos deixam extremamente atentos (por desconhecimento por vezes alarmados) relativamente à sua evolução (pelas repercussões que daí sairão) e influência direta no nosso Lar (a Terra) poderão ter como contribuinte o Sol e como objeto de aplicação a Terra, originando (entre outros fenómenos por todos observado e como tal aceites como o Aquecimento Global e as Alterações Climáticas) o movimento do Campo Magnético da Terra e a deslocação do Eixo da Terra, alterando não só o modelo magnético do nosso planeta como de orientação todos os sistemas (com o Polo Norte magnético a deslocar-se do Canadá em direção à Sibéria), utilizados pelas mais diversas aplicações (como por exemplo e para o cidadão comum nos smartphones).

 

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Trajeto da deslocação do Polo-Norte magnético

Na sua viagem do Canadá para a Sibéria

(imagem: World Data Center for Geomagnetism/Kyoto University/nature.com)

 

Segundo os geólogos (não entendendo ainda muito bem o mecanismo do fenómeno em curso) com o Campo Magnético da Terra a movimentar-se do Canadá em direção à Sibéria (russa), segundo entendimento dos mesmos com tal (fenómeno geológico) a ser motivado por um intenso fluxo de ferro líquido sendo fortemente impulsionado e circulando no interior do núcleo do nosso planeta. Afetando naturalmente as caraterísticas do Campo Magnético da Terra, anteriormente enfraquecido (pela fraca atividade solar a caminho de um mínimo) e agora deslocado (da sua posição anterior por forças interiores terrestres) e assim talvez contribuindo para o seu atual enfraquecimento e para a nossa maior exposição a tudo o que de nocivo e mortal possa vir do Espaço exterior rodeando o nosso planeta – sabendo-se o papel protetor do Campo Magnético, para a preservação da Vida existente à superfície deste Mundo (o do Homem). No terceiro planeta mais distante do Sol – o único conhecido com Vida Inteligente – onde um dos seus polos e há muito tempo, permanece irrequieto. E ainda com a rotação da Terra a diminuir e os sismos e outros fenómenos geológicos (como as erupções e tsunamis) a aumentarem.

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:21

06
Mar 18

Exterior (Sistema Solar) e Interior (Hemisfério Norte) ao nosso Ecossistema

 

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Na Terra

 

Enquanto na Terra e no que diz respeito particularmente à Europa o tempo (generalizando-se a todo o Hemisfério Norte atualmente atravessando a estação de Inverno) se mantem por um lado com precipitação intensa, rajadas de vento e forte agitação marítima (por ação da denominada tempestade EMMA) e por outro lado com condições meteorológicas proporcionando tempo extremamente frio, com queda de neve e formação de gelo (por ação da denominada tempestade Besta de Leste) ‒ colocando uma parte da Europa enregelada (a de leste) outra com precipitação intensa (a de oeste) e ainda outra no meio levando com as duas tempestades (a central) ‒ as consequências da junção destas duas tempestades atmosféricas e simultâneas uma vinda de oeste e a outra vinda de este, são desde já bem evidentes agora que as mesmas parecem estar lentamente a perder força: com as condições meteorológicas mais extremas e provocando mais vítimas mortais (ultrapassando já as 66) a serem da responsabilidade da Besta de Leste e logicamente sentindo-se mais os seus efeitos em países como a Polónia, a Republica Checa, a Lituânia, a Roménia, a Sérvia e a Eslovénia (com umas 40 vítimas mortais ou seja 60% do total) ‒ mas com o Reino Unido (ou não fosse uma ilha) a ser sem dúvida o território onde se registaram mais vítimas mortais (10 ou seja uns 15%) e com a Espanha um pouco atrás (6 ou seja uns 9%) os dois apanhando logo e em simultâneo com as 2 tempestades. No caso de Portugal (e do Algarve) com o nosso território a levar direta e maioritariamente com o impacto da tempestade Emma (oriunda do oceano Atlântico) ‒ provocando chuva/vento/agitação marítima ‒ e ainda mas em menor grau com as franjas intrusivas da Besta de Leste (ou não fosse a mesma oriunda do Ártico/Sibéria) provocando frio intenso e (a partir de certas altitudes) queda de neve. Hoje (dia 4 de Março de 2018) em Albufeira e pelas 14:00 com o céu a apresentar-se encoberto, com períodos de chuva fraca (ou chuviscos) e a temperatura a registar 17⁰C (com a previsão a apontar 10⁰C/17⁰C como a mínima/máxima).

 

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Com a radiação na estratosfera a subir 13% neste período de 26 meses

(período 2015/17)

 

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Coincidindo este 24º Ciclo Solar com a aproximação de mais um mínimo de atividade do Sol

(e com os ciclos solares a diminuírem de intensidade desde 1980)

 

No Espaço

 

Já se por outro lado abandonarmos a Terra e o seu Ecossistema (a nossa celebrada Zona de Conforto) e nos virarmos agora para a análise do tempo mas neste caso o que se verifica (não na Terra) no Espaço, podendo-se tirar desse estudo outros ensinamentos importantíssimos por certamente estarem interligados e correlacionados, com tudo o que aqui se passa pelo menos a nível Meteorológico (como poderia ser a nível Geológico com evidências sismológicas e vulcânicas): nesse sentido sendo fundamental analisar e estudar todas as influências externas condicionando a Evolução (ao longo do tempo) do nosso espaço ocupado pelo (também ainda nosso como sua espécie dominante e inteligente) planeta Terra, ou seja prever tal como na meteorologia o “Tempo que faz no Espaço” (Space Weather). Desde logo e abandonado o interior da nossa preciosa e inimitável redoma de proteção (pelo menos segundo o que sempre nos disseram) a Terra ‒ em que o Homem (posto de lado o Geocentrismo) é visto como o substituto da Terra e como o novo Centro deste Mundo ‒ com essa realidade definitivamente a diluir-se e a ser substituída por uma outra em que o Sol é verdadeiramente o centro (e o foco originário de todo este conjunto, igualmente virtual por inserir/estar inserido noutros, sucessivamente sobrepostos no Espaço/Tempo), aliás como o deveria ter sido sempre ou não fosse ele o Deus protetor da Terra ‒ para o bem e para o mal. Razão pela qual o seu estudo (sua Transformação e Evolução) é tão importante para a Terra como para a nossa (do Homem) sobrevivência: um dia em que a sua influência se deixasse de sentir (do Sol) ‒ sobrepondo-se a ação dos Raios Cósmicos à ação dos Raios Solares ‒ ficando toda a Terra perigosamente exposta ao mais variados e inesperados fenómenos oriundos do exterior e para além da destruição desse sistema de proteção (do ecossistema terrestre com o Sol pela sua ação afastando os muito mais penetrantes e perigosíssimos raios cósmicos) com outras consequências tão ou ainda mais nefastas (coincidindo entre outros com um enfraquecimento do campo magnético terrestre, com a verificação evidente de alterações climáticas e até com manifestações geológicas, como deslocação de placas, sismológicas e vulcânicas) a completarem a formação de um cenário certamente bem negro.

 

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Protecting apricot field almost in bloom from strong frost ‒ Italy, February 2018

Extreme cold results in severe agricultural damage across Europe, food prices rising

(watchers.news)

 

Na Terra e no Espaço

 

Numa altura em que um Cenário deste tipo poderá estar a formar-se (mais ou menos negro) para se manifestar num futuro já próximo (com alguns cientistas a afirmarem estarmos perto de um ponto de viragem ou seja de um pico, segundo eles com um marco a apontar provavelmente para uma espera máxima de uns 300 anos) ‒ ou não estivesse a nossa estrela num período de baixa atividade, cada vez mais sendo evidente o número reduzido de manchas solares aparecendo à sua superfície, num claro sinal de que o Sol (neste seu Ciclo Solar) se aproxima de um pico de atividade mínima (com pouquíssimas manchas visíveis) deixando a Terra entregue a si própria mas com as suas defesas em baixo (não pressionadas pelo Sol adormecendo, deixando entrar elementos indesejados). E em que diminuindo a contribuição indireta do Sol para a nossa proteção e da Terra (o vento solar também afasta elementos/corpos celestes indesejados), não só abrimos as portas aos Raios Cósmicos (extremamente poderosos, radioativos e penetrantes) mas igualmente a muitos mais elementos vagueando pelo Sistema e podendo atingir-nos em qualquer momento e com consequências (previsíveis) bem negativas: como será por exemplo o caso (mais significativo) dos viajantes do Sistema como serão (entre outros) os nossos conhecidos asteroides. E assim sem grande esforço e consultando apenas (nem que seja só hoje) o site Space Weather (spaceweather.com), podendo-se registar vários sinais desta notória evidência (entrando pelos nossos olhos e mesmo assim parecendo não o querermos ver e aceitar) ‒ resultando desse perigoso mas inevitável e periódico desequilíbrio raios solares/cósmicoscomo (1) a Explosão de Auroras, (2) o aparecimento de Nuvens Polares Estratosféricas e (3) o aumento assinalável da Radiação (cósmica) nessa mesma Estratosfera. Para além do já antes afirmado (essencialmente a nível do tempo na Terra e no Espaço circundante) provocando com a passagem dos sucessivos anos terrestres e Ciclos Solares (de cerca de 11 anos) alterações significativas a nível geológico comprovados com o agravamento das condições (na Terra) a nível sismológico e vulcânico: com todas as regiões vizinhas de falhas tectónicas (ou associadas a outras falhas menores) a serem as mais suscetíveis, como o será a região do sul de Portugal (sobretudo o litoral de Lisboa ao Algarve) e no topo dos topos, toda a região do Círculo de Fogo do Pacífico (a região mais ativa em todo o Globo terrestre) ‒ apanhando uma vintena de países (da Ásia, da América, da Oceânia, do Alasca até à Antártida) como (entre outros) o Japão, a Indonésia, a PNG (uma das zonas ultimamente mais ativas a nível sismológico) e toda a costa do Continente Americano (de norte a sul desde o Canadá até ao Chile).

 

(imagens: conferenceseries.com ‒ climatedepot.com ‒ Andrea Goggioli/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34

21
Dez 17

Tendo como protagonista o Sol

 

A partir de uma notícia publicada em THE WATCHERS (watchers.news) incidindo sobre a opinião de alguns cientistas russos (do Laboratório Astronómico Solar/Raios-X) investigando a Atividade Solar, o Sol num momento do seu Ciclo a caminho de um Mínimo (com os ciclos solares a durarem 11 anos) parece ter atingido cedo demais (cerca de um ano e meio) esse ponto de inversão da sua atividade.

 

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O Sol a 21 de Dezembro de 2017

(e à esquerda a mancha solar AR 2692)

 

Estando já a terminar um Ciclo Solar de baixa atividade e sabendo-se hoje que o Máximo (alcançado por 2012) já por si fora um dos mais fracos (em cem anos), sendo possível para esses cientistas russos (do PN Lebedev Physical Institute) que arrastando-se um pouco mais esta situação, podermos ter um Mínimo de Atividade Solar um pouco mais tarde, mas muito menor que o esperado.

 

E para o comprovar com o Sol a não registar (nos últimos 2 meses) grandes tempestades (magnéticas) e perturbações nos seus campos ‒ com a nossa Estrela devendo estar mais ativa e assim contradizendo o momento (que só deveria ocorrer daqui a 18 meses) ‒  diminuindo sucessivamente o número de manchas observadas (na sua coroa solar): 43 em Setembro, 13 em Outubro e finalmente 5 em Novembro (quando a média de 5.7 geralmente nos indica quando o Sol efetivamente atingiu esse mínimo).

 

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400 Anos de Observações de Manchas Solares

(watchers.news)

 

Concluindo assim os cientistas (russos) sobre o atual ponto do Ciclo Solar, não ser de excluir neste ponto um mínimo histórico de 100 anos ou até mesmo de uns 1000. E sabendo-se como nestes períodos de baixa atividade solar (existentes em cada ciclo) se perde sempre um pouco da Ligação entre o Sol e a Terra (e todos os outros corpos integrando o Sistema Solar) ‒ como se o Sol efetivamente nos deixasse de proteger e de nos manter seguros, diminuído a sua atividade e deixando-nos à mercê da infiltração de intrusos (vindos do exterior ao Sistema) ‒ havendo sempre o Perigo da diminuindo da ação dos Raios Solares sobre a Terra (tendo portanto alguns aspetos positivos), sendo então substituídos pela ação dos Raios Cósmicos muito mais perigosos e penetrantes.

 

Diminuindo a atividade solar (e estamos nesse tempo e ponto), enfraquecendo a ação do campo magnético terrestre (logo as defesas da Terra) e abrindo-se assim as portas (nalguns pontos escancarando-as) aos ainda mais perigosos Raios Cósmicos. E para já ficando-se à espera de uma Resposta Solar e ainda com algum tempo (nosso) para ver e esclarecer (olhando por exemplo para a evolução de manchas solares ao longo de 400 anos). E ainda com a curiosidade de verificar se na prossecução deste Ciclo Solar (e do momento em que o mesmo atingirá o seu mínimo) se tal comportamento do Sol terá alguma influência relevante (entre outros) nas condições meteorológicas e na atividade geológica (terrestre).

 

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O Sol a 21 de Dezembro de 2017

(Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra)

 

No caso de Portugal tal como na região do Algarve (e naturalmente de Albufeira) ‒ situadas no Hemisfério Norte ‒  com o dia 21 de Dezembro (esta quinta-feira) a indicar o início da estação do Inverno (21 Dezembro 21017/20 Março 2018), coincidindo a mesma data com a ocorrência de um dos dias mais curtos do ano (o Solstício de Inverno): com o dia a ser mais curto a norte (Bragança/9h 8mn) e um pouco mais longo (quase meia-hora) a sul (Faro/9h 37mn). Refletindo meteorologicamente uma situação de normalidade (para esta estação do ano) no caso português, com a manutenção do tempo sem chuva, o prolongamento da seca extrema/severa e ainda a continuação de tempo frio (e temperaturas mínimas e máximas um pouco baixas). Nada de relevante (pelo menos associado ao Ciclo Solar).

 

(dados: watchers.news ‒ imagens: SDO/HMI, The Watchers e IPMA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:38

23
Mar 17

Com o Sol perto de um mínimo de atividade (deixando todo o espaço envolvendo a Terra mais livre da sua influência, mas abrindo a porta à chegada dos perigosos raios cósmicos) e com o enfraquecimento do campo magnético envolvendo a Terra (diminuindo a sua capacidade de como um escudo nos proteger), devemo-nos preocupar agora com a ação dos perigosos raios cósmicos oriundos do Espaço exterior.

 

A Imagem

 

PIA21569.jpg

O Sol

Sem Manchas Solares

Missão SDO – Instrumento AIA

PIA 21569 – 13 Março 2017

 

Numa Imagem registada (AIA/SDO) no início da passada semana tendo como alvo de observação o SOL (2ªfeira, 13 de Março), a principal referência e justificação para a publicação da mesma, resume-se apenas a um único fator no entanto muito pouco usual de ocorrer, durante períodos de tempo tão prolongado: a inexistência de MANCHAS SOLARES visíveis na superfície do Sol.

 

Manchas solares que segundo dados registados pelo SDO, utilizando o seu instrumento AIA e durante os últimos 11 dias (a data da edição da imagem refere-se a 22 de Março), se têm mantido ausentes da coroa que envolve o Sol num tipo de evento já não observado desde que a nossa estrela atingiu o seu anterior mínimo de atividade (os ciclos solares terão uma duração média de 11 anos).

 

Uns dias antes da Imagem

 

PIA21562.jpg

O Sol

A caminho de um Mínimo mas ainda Ativo

Missão SDO – Instrumento AIA

PIA 21562 – 8/9 Março 2017

 

Num registo fotográfico acompanhado por um outro de vídeo registando 4 desses dias de vida solar (14 a 17 de Março), que ao ser observado sem uma única mancha aparecendo à sua superfície durante tão extenso período de tempo, nos induz numa sensação errada de que o Sol nem sequer se terá mexido, desprovido temporariamente do seu movimento de rotação. Que como se sabe ainda não perdeu.

 

Assim o descrevendo os cientistas da NASA (o vídeo) e da mesma forma confirmando que na realidade a nossa estrela no cumprimento do seu Ciclo Solar estará mesmo a caminho de um novo mínimo (designado como o 24ºciiclo solar e estando previsto ser de todos um dos mais curtos). Apontando o mínimo para 2020 – quando a primeira nave Dragão partirá em direção a Marte.

 

[SDO – É uma sonda da NASA lançada há 7 anos de Cabo Canaveral e colocada numa órbita geocêntrica a cerca de 35000Km da Terra tendo como objetivo a observação e estudo do Sol. AIA – Um sistema de captação e de reprodução capaz de nos proporcionar imagens com grande resolução da coroa solar, utilizando tecnologia revolucionária (em faixas ultravioleta/infravermelho) capaz de nos fornecer informações muito mais detalhadas e rigorosas do que se passa à superfície do Sol.]

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:06

27
Jul 16

O SOL poderá estar a entrar finalmente no já por várias vezes anunciado

Novo Ciclo Solar

(num ciclo agora de baixa atividade com duração aproximada de 11 anos)

 

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O SOL hoje

 

Como se pode verificar pela imagem obtida hoje dia 27 de Julho (quarta-feira), o SOL apresenta-se sem nenhuma mancha solar à vista em toda a extensão visível do seu enorme círculo iluminado (num círculo de diâmetro mais de 100X o diâmetro da Terra).

O que vem mais uma vez confirmar as afirmações dos especialistas nesta área, de que o SOL estará a entrar num ciclo solar de baixa atividade (os ciclos solares duram aproximadamente 11 anos).

 

Não significando no entanto que a nossa estrela esteja completamente livre dessas manchas escuras, já que estamos a visualizar apenas metade da superfície do SOL: ou seja dentro de alguns dias voltaremos de novo a ver algumas manchas solares com o regresso das manchas AR-2565 e AR-2567 (o Sol como a Terra também tem um movimento de rotação de duração média de 27 dias – mais curto na sua zona dos polos comparativamente com a sua zona equatorial).

 

O SOL irá assim entrar num ciclo de baixa atividade – o que para os entendidos não significará que por causa deste novo ciclo nada de importante se passará na superfície do SOL (por reflexo direto afetando a TERRA e o Espaço que a envolve) – apresentando-nos agora novas áreas e desafios (e objetivos de aprofundamento dos nossos conhecimentos) como o do estudo (entre outros) da influência dos raios cósmicos sobre o nosso ecossistema.

 

Um corpo celeste considerado a referência central do Sistema onde o nosso planeta está integrado (com a Terra situada a apenas 150.000.000Km dele), que já o acompanha há cerca de 4,5 biliões de anos e que provavelmente o acompanhará um outro tanto até se tornar numa Gigante Vermelha acabando por o engolir e destruir. Entretanto aproveitemos o Verão (no Hemisfério Norte) e esperemos que até lá (ainda temos à nossa frente uns biliões de anos, se nada de extraordinário acontecer antes, como a nossa própria extinção) o Homem já tenha finalmente partido (como já o fez antes na TERRA) à Conquista do Universo.

 

(imagem: SDO/HMI)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08

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