Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Dez 19

[Na noite da visita do Pai Natal c/ as suas 10 renas (uma delas sendo Rodolfo) e prendas (respondendo aos nossos pedidos enquanto crianças) − mas não se sabendo ao certo, se castanho, verde ou vermelho (o protagonista).]

 

Coincidindo com a chegada do menino Jesus (25 de dezembro) e com a Passagem de Ano (de 2019/20) comemorando-se no próximo ano (de 2020) o início do 25º Ciclo Solar.

 

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Na transição do 24º CICLO SOLAR para o 25º CICLO SOLAR e atravessando de momento (dezembro de 2019) a nossa estrela de referência − o SOL – um período de atividade mínima (desde há 40 dias sem nenhuma mancha solar visível) – mas por outro lado abrindo as portas aos Raios Cósmicos − eis que no seu Hemisfério Sul uma MANCHA SOLAR aparece aparentemente oriunda do 24ª Ciclo Solar, mas podendo ser catalogada (ainda não numerada) como uma já pertencendo ao 25º Ciclo (podendo desse forma, marcar o seu início).

 

Numa imagem fornecida pela NASA através do seu SDO (Observatório Dinâmico Solar) – uma sonda utilizando câmaras de alta definição e ultravioletas para estudar o Sol – apresentando-nos finalmente uma mancha solar bem visível, descendente do ciclo anterior, mas com polaridade contrária: ocorrendo este fenómeno − mudança da polaridade das manchas solares (de -/+ para +/-) e tal como sucede neste caso − sendo o mesmo um sinónimo de entrada de um novo Ciclo Solar (o 25º). Numa contagem iniciada (1º Ciclo) em 1755.

 

E confirmando-se a entrada da nossa estrela no seu (desde que há registo) 25º CICLO SOLAR (tendo cada ciclo solar em média 11 anos) − finais de dezembro de 2019/janeiro de 2020 – e sabendo-se tal se iniciar (a mudança) a partir de um mínimo de atividade (que vivemos atualmente), por volta de 2025 (meio do ciclo) atingindo-se um pico máximo de atividade (maior número de manchas solares apresentadas/visíveis) com os Raios Solares a atingirem o seu período de mais intensa atividade (sobrepondo-se aos Cósmicos).

 

(texto/apoio e imagem: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

26
Set 19

[Com ASTEROIDES alguns deles potencialmente perigosos,

circundando o SOL aparentemente adormecido.]

 

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O Sol a 22 de setembro de 2019

Sem apresentar manchas visíveis e com um mínimo solar em progresso

(ao fim de onze anos, na fronteira da mudança de ciclo)

 

Com o Sol ao fim de aproximadamente 11 anos a atingir de novo um novo mínimo solar − marcando o fim do 24º ciclo e o início do 25º − nestes últimos 3 meses não apresentando manchas solares visíveis em quase 90% dos dias (e sem nenhuma chama solar registada), podendo-se desde já afirmar que na passagem desta fase do mínimo do respetivo ciclo solar (por experiência e conhecimento, adquiridos em Ciclos anteriores), as previsões para o Espaço Exterior (tendo naturalmente reflexos na Terra) apontam (entre outros aspetos e segundo spaceweather.com) para a continuação da ausência das manchas e chamas solares, para o enfraquecimento do campo magnético do Sol e como consequência para o aumento de raios cósmicos entrando no nosso Sistema Planetário (Solar):

 

Estando o mínimo solar em progresso e pelos sinais, esperando-se a mudança (de Ciclo, período de 2008/2019) antes do final deste ano (de 2019).

 

Ultrapassando-se no Hemisfério Norte um Verão sem Manchas Solares (apenas 6 de pequenas dimensões) e com uma das poucas manchas surgidas nesse período (de 21 de Junho a 22 de Setembro) − a mancha AR 2744 – com esta (ainda segundo a Spaceweather) a reverter a sua polaridade magnética (+/- em vez de -/+) numa indicação (confirmação) de que o Mínimo Solar se aproxima do seu fim.

 

[E no 25º Ciclo Solar com o próximo Máximo

a estar marcado para o ano de 2023.]

 

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Podendo-se observar a evolução das manchas solares

no período de 2008 a 2019

(assim como o máximo deste 24º ciclo solar)

 

Aproveitando esta aparente tranquilidade do Sol (a nossa estrela de referência) em que a ação dos seus raios (solares) se reduz drasticamente − enfraquecendo por um lado a ação (de proteção) do campo magnético terrestre e abrindo por outro lado a porta de entrada de mais raios cósmicos (extremamente perigosos e penetrantes) no nosso Sistema (onde o nosso planeta se inclui) – o constatar da passagem (“passada quase desapercebida, por não suficientemente replicada”) no passado fim-de-semana (sábado, 21) e mais ou menos perto do nosso planeta (entre um mínimo de pouco mais de 75.000Km e um máximo de cerca de 7.500.000Km), de nada mais nada menos que 9 asteroides:

 

E com 4 deles passando a cerca de 1DL (Distância Lunar = Distância Terra/Lua = 384.401Km) da Terra ou ainda menos – 2019 SU2 (77.000Km) observado pela 1ª vez a 22, 2019 SD1 (115.000Km) observado pela 1ª vez a 20, 2019 SS2 (270.000Km) observado pela 1ª vez a 24 e 2019 SX (423.000Km) observado pela 1ª vez a 20.

 

Ou seja, com os 4 asteroides passando nas nossas proximidades (neste caso de dimensões reduzidas, entre 3/7 metros), dois deles sendo descobertos antes dessa passagem e dois deles sendo descobertos, mas depois da passagem:

 

[E se por acaso para além de virem sem aviso,

fossem maiores e impactassem

− O que seria da Terra e de Nós?]

 

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1998 HL1 ou 162082 o maior asteroide (440/990m)

a passar perto da Terra (cerca de 6 milhões de Km)

a 25 de outubro de 2019

 

No próximo dia 25 de Outubro de 2019 e com o Sol talvez tendo já iniciado um novo ciclo (o 25º), com um asteroide com quase 600 metros de diâmetro (589m) − o maior a passar mais próximo de nós, nos dois meses que aí vêm − e deslocando-se a uma velocidade de pouco mais de 11Km/s – 1998 HL1 − a passar a “apenas (e aproximadamente) 6.000.000Km da Terra (cerca de 1/25 da distância Sol/Terra).

 

Uma insignificância tomando em consideração os limites exteriores da Nuvem de Oort (podendo ser considerada a última fronteira do nosso Sistema Planetário), localizada a 100.000 UA de distância do Sol (15.000.000.000.000Km).

 

(imagens: spaceweather.com – watchers.news – newstate.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:41

15
Jan 19

 

Com o Sol não só a assistir, como sobretudo (e umbilicalmente) a colaborar.

E em momentos de fraqueza (todos os seres tendo ciclos) com outros a aproveitar

– E em vez dos solares tendo aí os raios cósmicos.

 

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Na previsão das condições do Tempo no Espaço/Spaceweather

Tendo que estar sempre presente a ligação Sol/Terra

(imagem: nasa.gov)

 

Quando já muitos (de nós) e há demasiado tempo (há muitos anos) nos chamavam a atenção (observação e reflexão) para a progressiva e perigosa inclinação (longitudinal) que o Eixo Económico da Terra (aqui mais real do que virtual) nos ia apresentando e (como consequência bem visível) proporcionando – com esse Eixo deslocando-se do Império de Washington (EUA) para o Império de Pequim (China) nunca os mesmos poderiam deixar para trás (ninguém deixa para trás a Terra dos Sonhos) a possível relação que tal Evento (Civilizacional) poderia ter com um outro Evento (Geológico): com este último associado à deslocação do Eixo (Virtual) da Terra, ao geomagnetismo e até à atividade solar.

 

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Earth's magnetic north pole has been rapidly shifting

From Canada to Siberia in recent decades

(imagem: Getty/iStock/independent.co.uk)

 

E se a nível Económico-Financeiro (e olhando para tudo isto como um Europeu) se torna cada vez mais evidente essa movimentação ainda mais para Oriente dos focos principais de decisão e de poder Mundial (não só de dinheiro, como de mercadorias e de seres humanos) com os centros de maior interesse Global a deslocarem-se do continente Europeu para o continente Asiático e com a China a assumir a liderança da Ásia detendo imensas reservas de ouro (contrapondo o seu/ouro valor real, ao valor/papel simbólico do dólar) e criando o seu Banco Mundial (paralelo ao World Bank) – ter-se-á sempre que tratar como fator principal na luta pela nossa sobrevivência (da nossa e restantes espécies) conhecer-se o melhor possível (e antecipadamente) a qualidade do ambiente (ecossistema terrestre) onde estamos instalados (incluindo influências exteriores como as oriundas do Sol).

 

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Com o Sol – diminuído o nº de manchas visíveis – a caminho de mais um mínimo

Mais cedo do que se pensava neste 24º ciclo solar

(gráfico: stce.be)

 

“By about 2030-2040, the Sun will experience a new grand solar minimum. During the previous grand solar minima – i.e. the Spörer Minimum (ca 1440-1460), the Maunder Minimum (ca 1687-1703) and the Dalton Minimum (ca 1809-1821) – the climatic conditions deteriorated into Little Ice Age periods.”

(Nils-Axel Morner em Natural Science/researchgate.net)

 

Tendo-se para tal de falar de Geomagnetismo (tentando compreender a evolução das movimentações no núcleo da Terra – de grandes massas de ferro – influenciando caraterísticas do campo magnético terrestre como intensidade/deslocação) e (por existir intercâmbio) da influência Solar (ou em alternativa Cósmica). Num momento do Ciclo Solar em que a estrela de referência (o Sol) se encontra a atravessar um mínimo de atividade (à sua superfície), com poucas (por vezes nenhumas) manchas (solares) visíveis na sua coroa solar – e em que tendo que se relevar a relação estreita e bidirecional existente entre o Sol e a Terra (Umbilical) – muitos dos eventos que no presente decorrem (e se sucedem) e nos deixam extremamente atentos (por desconhecimento por vezes alarmados) relativamente à sua evolução (pelas repercussões que daí sairão) e influência direta no nosso Lar (a Terra) poderão ter como contribuinte o Sol e como objeto de aplicação a Terra, originando (entre outros fenómenos por todos observado e como tal aceites como o Aquecimento Global e as Alterações Climáticas) o movimento do Campo Magnético da Terra e a deslocação do Eixo da Terra, alterando não só o modelo magnético do nosso planeta como de orientação todos os sistemas (com o Polo Norte magnético a deslocar-se do Canadá em direção à Sibéria), utilizados pelas mais diversas aplicações (como por exemplo e para o cidadão comum nos smartphones).

 

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Trajeto da deslocação do Polo-Norte magnético

Na sua viagem do Canadá para a Sibéria

(imagem: World Data Center for Geomagnetism/Kyoto University/nature.com)

 

Segundo os geólogos (não entendendo ainda muito bem o mecanismo do fenómeno em curso) com o Campo Magnético da Terra a movimentar-se do Canadá em direção à Sibéria (russa), segundo entendimento dos mesmos com tal (fenómeno geológico) a ser motivado por um intenso fluxo de ferro líquido sendo fortemente impulsionado e circulando no interior do núcleo do nosso planeta. Afetando naturalmente as caraterísticas do Campo Magnético da Terra, anteriormente enfraquecido (pela fraca atividade solar a caminho de um mínimo) e agora deslocado (da sua posição anterior por forças interiores terrestres) e assim talvez contribuindo para o seu atual enfraquecimento e para a nossa maior exposição a tudo o que de nocivo e mortal possa vir do Espaço exterior rodeando o nosso planeta – sabendo-se o papel protetor do Campo Magnético, para a preservação da Vida existente à superfície deste Mundo (o do Homem). No terceiro planeta mais distante do Sol – o único conhecido com Vida Inteligente – onde um dos seus polos e há muito tempo, permanece irrequieto. E ainda com a rotação da Terra a diminuir e os sismos e outros fenómenos geológicos (como as erupções e tsunamis) a aumentarem.

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:21

06
Mar 18

Exterior (Sistema Solar) e Interior (Hemisfério Norte) ao nosso Ecossistema

 

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Na Terra

 

Enquanto na Terra e no que diz respeito particularmente à Europa o tempo (generalizando-se a todo o Hemisfério Norte atualmente atravessando a estação de Inverno) se mantem por um lado com precipitação intensa, rajadas de vento e forte agitação marítima (por ação da denominada tempestade EMMA) e por outro lado com condições meteorológicas proporcionando tempo extremamente frio, com queda de neve e formação de gelo (por ação da denominada tempestade Besta de Leste) ‒ colocando uma parte da Europa enregelada (a de leste) outra com precipitação intensa (a de oeste) e ainda outra no meio levando com as duas tempestades (a central) ‒ as consequências da junção destas duas tempestades atmosféricas e simultâneas uma vinda de oeste e a outra vinda de este, são desde já bem evidentes agora que as mesmas parecem estar lentamente a perder força: com as condições meteorológicas mais extremas e provocando mais vítimas mortais (ultrapassando já as 66) a serem da responsabilidade da Besta de Leste e logicamente sentindo-se mais os seus efeitos em países como a Polónia, a Republica Checa, a Lituânia, a Roménia, a Sérvia e a Eslovénia (com umas 40 vítimas mortais ou seja 60% do total) ‒ mas com o Reino Unido (ou não fosse uma ilha) a ser sem dúvida o território onde se registaram mais vítimas mortais (10 ou seja uns 15%) e com a Espanha um pouco atrás (6 ou seja uns 9%) os dois apanhando logo e em simultâneo com as 2 tempestades. No caso de Portugal (e do Algarve) com o nosso território a levar direta e maioritariamente com o impacto da tempestade Emma (oriunda do oceano Atlântico) ‒ provocando chuva/vento/agitação marítima ‒ e ainda mas em menor grau com as franjas intrusivas da Besta de Leste (ou não fosse a mesma oriunda do Ártico/Sibéria) provocando frio intenso e (a partir de certas altitudes) queda de neve. Hoje (dia 4 de Março de 2018) em Albufeira e pelas 14:00 com o céu a apresentar-se encoberto, com períodos de chuva fraca (ou chuviscos) e a temperatura a registar 17⁰C (com a previsão a apontar 10⁰C/17⁰C como a mínima/máxima).

 

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Com a radiação na estratosfera a subir 13% neste período de 26 meses

(período 2015/17)

 

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Coincidindo este 24º Ciclo Solar com a aproximação de mais um mínimo de atividade do Sol

(e com os ciclos solares a diminuírem de intensidade desde 1980)

 

No Espaço

 

Já se por outro lado abandonarmos a Terra e o seu Ecossistema (a nossa celebrada Zona de Conforto) e nos virarmos agora para a análise do tempo mas neste caso o que se verifica (não na Terra) no Espaço, podendo-se tirar desse estudo outros ensinamentos importantíssimos por certamente estarem interligados e correlacionados, com tudo o que aqui se passa pelo menos a nível Meteorológico (como poderia ser a nível Geológico com evidências sismológicas e vulcânicas): nesse sentido sendo fundamental analisar e estudar todas as influências externas condicionando a Evolução (ao longo do tempo) do nosso espaço ocupado pelo (também ainda nosso como sua espécie dominante e inteligente) planeta Terra, ou seja prever tal como na meteorologia o “Tempo que faz no Espaço” (Space Weather). Desde logo e abandonado o interior da nossa preciosa e inimitável redoma de proteção (pelo menos segundo o que sempre nos disseram) a Terra ‒ em que o Homem (posto de lado o Geocentrismo) é visto como o substituto da Terra e como o novo Centro deste Mundo ‒ com essa realidade definitivamente a diluir-se e a ser substituída por uma outra em que o Sol é verdadeiramente o centro (e o foco originário de todo este conjunto, igualmente virtual por inserir/estar inserido noutros, sucessivamente sobrepostos no Espaço/Tempo), aliás como o deveria ter sido sempre ou não fosse ele o Deus protetor da Terra ‒ para o bem e para o mal. Razão pela qual o seu estudo (sua Transformação e Evolução) é tão importante para a Terra como para a nossa (do Homem) sobrevivência: um dia em que a sua influência se deixasse de sentir (do Sol) ‒ sobrepondo-se a ação dos Raios Cósmicos à ação dos Raios Solares ‒ ficando toda a Terra perigosamente exposta ao mais variados e inesperados fenómenos oriundos do exterior e para além da destruição desse sistema de proteção (do ecossistema terrestre com o Sol pela sua ação afastando os muito mais penetrantes e perigosíssimos raios cósmicos) com outras consequências tão ou ainda mais nefastas (coincidindo entre outros com um enfraquecimento do campo magnético terrestre, com a verificação evidente de alterações climáticas e até com manifestações geológicas, como deslocação de placas, sismológicas e vulcânicas) a completarem a formação de um cenário certamente bem negro.

 

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Protecting apricot field almost in bloom from strong frost ‒ Italy, February 2018

Extreme cold results in severe agricultural damage across Europe, food prices rising

(watchers.news)

 

Na Terra e no Espaço

 

Numa altura em que um Cenário deste tipo poderá estar a formar-se (mais ou menos negro) para se manifestar num futuro já próximo (com alguns cientistas a afirmarem estarmos perto de um ponto de viragem ou seja de um pico, segundo eles com um marco a apontar provavelmente para uma espera máxima de uns 300 anos) ‒ ou não estivesse a nossa estrela num período de baixa atividade, cada vez mais sendo evidente o número reduzido de manchas solares aparecendo à sua superfície, num claro sinal de que o Sol (neste seu Ciclo Solar) se aproxima de um pico de atividade mínima (com pouquíssimas manchas visíveis) deixando a Terra entregue a si própria mas com as suas defesas em baixo (não pressionadas pelo Sol adormecendo, deixando entrar elementos indesejados). E em que diminuindo a contribuição indireta do Sol para a nossa proteção e da Terra (o vento solar também afasta elementos/corpos celestes indesejados), não só abrimos as portas aos Raios Cósmicos (extremamente poderosos, radioativos e penetrantes) mas igualmente a muitos mais elementos vagueando pelo Sistema e podendo atingir-nos em qualquer momento e com consequências (previsíveis) bem negativas: como será por exemplo o caso (mais significativo) dos viajantes do Sistema como serão (entre outros) os nossos conhecidos asteroides. E assim sem grande esforço e consultando apenas (nem que seja só hoje) o site Space Weather (spaceweather.com), podendo-se registar vários sinais desta notória evidência (entrando pelos nossos olhos e mesmo assim parecendo não o querermos ver e aceitar) ‒ resultando desse perigoso mas inevitável e periódico desequilíbrio raios solares/cósmicoscomo (1) a Explosão de Auroras, (2) o aparecimento de Nuvens Polares Estratosféricas e (3) o aumento assinalável da Radiação (cósmica) nessa mesma Estratosfera. Para além do já antes afirmado (essencialmente a nível do tempo na Terra e no Espaço circundante) provocando com a passagem dos sucessivos anos terrestres e Ciclos Solares (de cerca de 11 anos) alterações significativas a nível geológico comprovados com o agravamento das condições (na Terra) a nível sismológico e vulcânico: com todas as regiões vizinhas de falhas tectónicas (ou associadas a outras falhas menores) a serem as mais suscetíveis, como o será a região do sul de Portugal (sobretudo o litoral de Lisboa ao Algarve) e no topo dos topos, toda a região do Círculo de Fogo do Pacífico (a região mais ativa em todo o Globo terrestre) ‒ apanhando uma vintena de países (da Ásia, da América, da Oceânia, do Alasca até à Antártida) como (entre outros) o Japão, a Indonésia, a PNG (uma das zonas ultimamente mais ativas a nível sismológico) e toda a costa do Continente Americano (de norte a sul desde o Canadá até ao Chile).

 

(imagens: conferenceseries.com ‒ climatedepot.com ‒ Andrea Goggioli/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34

21
Dez 17

Tendo como protagonista o Sol

 

A partir de uma notícia publicada em THE WATCHERS (watchers.news) incidindo sobre a opinião de alguns cientistas russos (do Laboratório Astronómico Solar/Raios-X) investigando a Atividade Solar, o Sol num momento do seu Ciclo a caminho de um Mínimo (com os ciclos solares a durarem 11 anos) parece ter atingido cedo demais (cerca de um ano e meio) esse ponto de inversão da sua atividade.

 

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O Sol a 21 de Dezembro de 2017

(e à esquerda a mancha solar AR 2692)

 

Estando já a terminar um Ciclo Solar de baixa atividade e sabendo-se hoje que o Máximo (alcançado por 2012) já por si fora um dos mais fracos (em cem anos), sendo possível para esses cientistas russos (do PN Lebedev Physical Institute) que arrastando-se um pouco mais esta situação, podermos ter um Mínimo de Atividade Solar um pouco mais tarde, mas muito menor que o esperado.

 

E para o comprovar com o Sol a não registar (nos últimos 2 meses) grandes tempestades (magnéticas) e perturbações nos seus campos ‒ com a nossa Estrela devendo estar mais ativa e assim contradizendo o momento (que só deveria ocorrer daqui a 18 meses) ‒  diminuindo sucessivamente o número de manchas observadas (na sua coroa solar): 43 em Setembro, 13 em Outubro e finalmente 5 em Novembro (quando a média de 5.7 geralmente nos indica quando o Sol efetivamente atingiu esse mínimo).

 

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400 Anos de Observações de Manchas Solares

(watchers.news)

 

Concluindo assim os cientistas (russos) sobre o atual ponto do Ciclo Solar, não ser de excluir neste ponto um mínimo histórico de 100 anos ou até mesmo de uns 1000. E sabendo-se como nestes períodos de baixa atividade solar (existentes em cada ciclo) se perde sempre um pouco da Ligação entre o Sol e a Terra (e todos os outros corpos integrando o Sistema Solar) ‒ como se o Sol efetivamente nos deixasse de proteger e de nos manter seguros, diminuído a sua atividade e deixando-nos à mercê da infiltração de intrusos (vindos do exterior ao Sistema) ‒ havendo sempre o Perigo da diminuindo da ação dos Raios Solares sobre a Terra (tendo portanto alguns aspetos positivos), sendo então substituídos pela ação dos Raios Cósmicos muito mais perigosos e penetrantes.

 

Diminuindo a atividade solar (e estamos nesse tempo e ponto), enfraquecendo a ação do campo magnético terrestre (logo as defesas da Terra) e abrindo-se assim as portas (nalguns pontos escancarando-as) aos ainda mais perigosos Raios Cósmicos. E para já ficando-se à espera de uma Resposta Solar e ainda com algum tempo (nosso) para ver e esclarecer (olhando por exemplo para a evolução de manchas solares ao longo de 400 anos). E ainda com a curiosidade de verificar se na prossecução deste Ciclo Solar (e do momento em que o mesmo atingirá o seu mínimo) se tal comportamento do Sol terá alguma influência relevante (entre outros) nas condições meteorológicas e na atividade geológica (terrestre).

 

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O Sol a 21 de Dezembro de 2017

(Observatório Geofísico e Astronómico da Universidade de Coimbra)

 

No caso de Portugal tal como na região do Algarve (e naturalmente de Albufeira) ‒ situadas no Hemisfério Norte ‒  com o dia 21 de Dezembro (esta quinta-feira) a indicar o início da estação do Inverno (21 Dezembro 21017/20 Março 2018), coincidindo a mesma data com a ocorrência de um dos dias mais curtos do ano (o Solstício de Inverno): com o dia a ser mais curto a norte (Bragança/9h 8mn) e um pouco mais longo (quase meia-hora) a sul (Faro/9h 37mn). Refletindo meteorologicamente uma situação de normalidade (para esta estação do ano) no caso português, com a manutenção do tempo sem chuva, o prolongamento da seca extrema/severa e ainda a continuação de tempo frio (e temperaturas mínimas e máximas um pouco baixas). Nada de relevante (pelo menos associado ao Ciclo Solar).

 

(dados: watchers.news ‒ imagens: SDO/HMI, The Watchers e IPMA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:38

23
Mar 17

Com o Sol perto de um mínimo de atividade (deixando todo o espaço envolvendo a Terra mais livre da sua influência, mas abrindo a porta à chegada dos perigosos raios cósmicos) e com o enfraquecimento do campo magnético envolvendo a Terra (diminuindo a sua capacidade de como um escudo nos proteger), devemo-nos preocupar agora com a ação dos perigosos raios cósmicos oriundos do Espaço exterior.

 

A Imagem

 

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O Sol

Sem Manchas Solares

Missão SDO – Instrumento AIA

PIA 21569 – 13 Março 2017

 

Numa Imagem registada (AIA/SDO) no início da passada semana tendo como alvo de observação o SOL (2ªfeira, 13 de Março), a principal referência e justificação para a publicação da mesma, resume-se apenas a um único fator no entanto muito pouco usual de ocorrer, durante períodos de tempo tão prolongado: a inexistência de MANCHAS SOLARES visíveis na superfície do Sol.

 

Manchas solares que segundo dados registados pelo SDO, utilizando o seu instrumento AIA e durante os últimos 11 dias (a data da edição da imagem refere-se a 22 de Março), se têm mantido ausentes da coroa que envolve o Sol num tipo de evento já não observado desde que a nossa estrela atingiu o seu anterior mínimo de atividade (os ciclos solares terão uma duração média de 11 anos).

 

Uns dias antes da Imagem

 

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O Sol

A caminho de um Mínimo mas ainda Ativo

Missão SDO – Instrumento AIA

PIA 21562 – 8/9 Março 2017

 

Num registo fotográfico acompanhado por um outro de vídeo registando 4 desses dias de vida solar (14 a 17 de Março), que ao ser observado sem uma única mancha aparecendo à sua superfície durante tão extenso período de tempo, nos induz numa sensação errada de que o Sol nem sequer se terá mexido, desprovido temporariamente do seu movimento de rotação. Que como se sabe ainda não perdeu.

 

Assim o descrevendo os cientistas da NASA (o vídeo) e da mesma forma confirmando que na realidade a nossa estrela no cumprimento do seu Ciclo Solar estará mesmo a caminho de um novo mínimo (designado como o 24ºciiclo solar e estando previsto ser de todos um dos mais curtos). Apontando o mínimo para 2020 – quando a primeira nave Dragão partirá em direção a Marte.

 

[SDO – É uma sonda da NASA lançada há 7 anos de Cabo Canaveral e colocada numa órbita geocêntrica a cerca de 35000Km da Terra tendo como objetivo a observação e estudo do Sol. AIA – Um sistema de captação e de reprodução capaz de nos proporcionar imagens com grande resolução da coroa solar, utilizando tecnologia revolucionária (em faixas ultravioleta/infravermelho) capaz de nos fornecer informações muito mais detalhadas e rigorosas do que se passa à superfície do Sol.]

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:06

27
Jul 16

O SOL poderá estar a entrar finalmente no já por várias vezes anunciado

Novo Ciclo Solar

(num ciclo agora de baixa atividade com duração aproximada de 11 anos)

 

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O SOL hoje

 

Como se pode verificar pela imagem obtida hoje dia 27 de Julho (quarta-feira), o SOL apresenta-se sem nenhuma mancha solar à vista em toda a extensão visível do seu enorme círculo iluminado (num círculo de diâmetro mais de 100X o diâmetro da Terra).

O que vem mais uma vez confirmar as afirmações dos especialistas nesta área, de que o SOL estará a entrar num ciclo solar de baixa atividade (os ciclos solares duram aproximadamente 11 anos).

 

Não significando no entanto que a nossa estrela esteja completamente livre dessas manchas escuras, já que estamos a visualizar apenas metade da superfície do SOL: ou seja dentro de alguns dias voltaremos de novo a ver algumas manchas solares com o regresso das manchas AR-2565 e AR-2567 (o Sol como a Terra também tem um movimento de rotação de duração média de 27 dias – mais curto na sua zona dos polos comparativamente com a sua zona equatorial).

 

O SOL irá assim entrar num ciclo de baixa atividade – o que para os entendidos não significará que por causa deste novo ciclo nada de importante se passará na superfície do SOL (por reflexo direto afetando a TERRA e o Espaço que a envolve) – apresentando-nos agora novas áreas e desafios (e objetivos de aprofundamento dos nossos conhecimentos) como o do estudo (entre outros) da influência dos raios cósmicos sobre o nosso ecossistema.

 

Um corpo celeste considerado a referência central do Sistema onde o nosso planeta está integrado (com a Terra situada a apenas 150.000.000Km dele), que já o acompanha há cerca de 4,5 biliões de anos e que provavelmente o acompanhará um outro tanto até se tornar numa Gigante Vermelha acabando por o engolir e destruir. Entretanto aproveitemos o Verão (no Hemisfério Norte) e esperemos que até lá (ainda temos à nossa frente uns biliões de anos, se nada de extraordinário acontecer antes, como a nossa própria extinção) o Homem já tenha finalmente partido (como já o fez antes na TERRA) à Conquista do Universo.

 

(imagem: SDO/HMI)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08

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