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Seguindo-se à CME, a Aurora

Sábado, 16.10.21

Ainda no início deste 25º Ciclo Solar, com a atividade do Sol a parecer querer crescer de atividade mais do que se previa (baseando-se até na sua atividade no ciclo anterior, sendo relativamente fraco), originando recentemente uma CME provocando uma tempestade geomagnética da classe G2 (moderada).

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Aurora

October 12, 2021

Saskatoon Canada

 

Tendo como resultado o aparecimento de AURORAS a cerca de 35.000 pés de altitude:

"While flying from New York City to Anchorage on Oct. 12th,

we saw auroraa nearly the entire flight. "

(Terry Brown/spaceweather.com)

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Aurora

October 12, 2021

Saskatoon Canada

 

Um novo Ciclo Solar a caminho de um pico máximo de atividade previsto para daqui a 3/4 anos, para já proporcionando uma das mais intensas tempestades geomagnéticas dos últimos anos e uma das suas mais visíveis consequências, as Auroras:

“The colors and the movement were the best

everyone in the crew could ever recall experiencing."

(Terry Brown/spaceweather.com)

Tudo como resultado de uma CME originária da mancha solar AR2882, prestes a desaparecer devido ao movimento de rotação solar (realizado em cerca de 25 dias, a uma de V=2km/s).

(imagens/legendas: Terry Brown/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15

Amanhã chega à Terra uma CME

Domingo, 10.10.21

“Viajando do Sol (da mancha AR2882) para a Terra (atingindo a sua atmosfera),

no vento solar.”

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Ejeção de material

da coroa solar

 

Pelo início da manhã do dia de ontem (sábado 9, pelas oito da manhã) com a superfície do SOL a dar origem a uma CME (ejeção de material da coroa solar) da classe M1.6 (média intensidade) ─ tendo origem na mancha solar AR2882 ─ lançando através do Espaço e em direção à TERRA, “massa solar ejetada” e transportada pelos “ventos solares” ─ neste domingo (dia 10) movimentando-se a uma velocidade de 353Km/s. Atingindo o nosso planeta amanhã (segunda-feira, 11 de outubro) e podendo dar origem na atmosfera terrestre (ao impactar com a mesma) a tempestades geomagnéticas da classe G1/G2 (menor/moderada). Neste 25º Ciclo Solar e depois de dúzias de CME já terem falhado a Terra (provocando passando ao lado, pequenas perturbações geomagnéticas), eis que agora (chegando amanhã) uma nos é dirigida (a nós, à Terra), com outras consequências:

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Mancha Solar

AR2882

 

Não passando de um aviso de que este Ciclo Solar ainda está no seu início (talvez mais intenso do que se esperava) e a caminho de um máximo (que até poderá ser antecipado, mantendo-se o Sol bem ativo), mas nunca atingindo um nível de intensidade como o registado (um extremo) no Evento de Carrington, não afetando grelhas elétricas (nem afetando satélites), apenas provocando mais e mais intensas Auroras (a altas latitudes, podendo chegar a Nova Iorque). Mas sendo sempre de lembrar que um acontecimento como o do “Evento de Carrington” ocorrendo hoje, poderia num caso extremo “deitar abaixo a nossa Civilização” (tal como a conhecemos hoje em dia), podendo a sua recuperação ser um trabalho (para não dizer quase impossível) “hercúleo”. Desde intervenções internas (vulcanismo/sismologia) como externas (impactos/tempestades solares), sendo o futuro da Terra sempre dependente destes dois intervenientes.

(imagens: spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03

As Aparências Iludem

Quinta-feira, 29.07.21

“Uma CME podendo atingir Mercúrio (“passando-o” um pouco mais, no “micro-ondas” solar), atingindo a Terra sendo algo diferente (nas consequências), não só pela distância (sendo a Terra/Sol, o triplo da Mercúrio/Sol), como pelo nosso planeta estar duplamente protegido: pelo campo magnético terrestre e pela camada atmosférica envolvendo-nos.”

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Ejeção da CME com Mercúrio à direita

 

Viajando atualmente a uma distância de aproximadamente 46,7 milhões de Km do SOL, uma imagem da passada segunda-feira (27 de julho de 2021) do planeta MERCÚRIO (o planeta circulando mais perto do Sol), aparentemente sendo atingido por uma CME:

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A meio da viagem da CME para Mercúrio

 

E se os raios solares demoram (hoje, a esta distância) cerca de 2,6 minutos a chegar a Mercúrio, já o material (ejetado da superfície do Sol) transportado pelo vento solar e viajando (por esta altura, podendo variar) a uma velocidade de menos de 330Km/s levando pouco mais de 1,6 dias ─ a CME arrancando pouco depois das 22:00, chegando a Mercúrio lá pelas 04:00 (seis horas depois).

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Chegada aparente da CME a Mercúrio

 

Na realidade com esta CME a não atingir o planeta Mercúrio, passando-lhe ao lado, entre este planeta e o planeta Terra: não existindo Vida conhecida em Mercúrio, atingindo-nos (a CME) sendo algo diferente (existindo VIDA), provocando no mínimo auroras e até perturbações/interrupções nas ondas de rádio, num extremo podendo chegar à “grelha-elétrica”.

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Aurora Azul-Púrpura Alberta/Canadá 55°N

 

Talvez na sequência desta CME (aparentemente atingindo Mercúrio, mas na realidade passando entre dois planetas, este último e a Terra), com a mesma a provocar o aparecimento na atmosfera terrestre a altitudes e latitudes elevadas ─ e com o nosso planeta no seu movimento de translação (em volta do Sol) a atravessar possivelmente os seus jatos de “vento solar” ─ fenómenos de luz brilhante, colorida e em movimento, como as “auroras”.

(imagens: soho.nascom.nasa.gov ─ Joel Weatherly/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:27

25º Ciclo Solar ─ O Sol Já Acordou

Sábado, 24.07.21

“The Sun Just Spat Out an X-Class Flare, The Most Powerful Since 2017.”

(M.S./06.07.2021/sciencealert.com)

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Imagine an explosion on the farside of the sun so powerful, we could feel it here on Earth. It happened on July 13th. The debris emerged in a circular cloud known as a “halo CME”.

(spaceweatherarchive.com)

 

The Sun appears to be waking up from the quiet period of its 11-year cycle. On 3 July 2021, at 14:29 UTC (10:29 EDT), our wild star spat out its first X-class flare of Solar Cycle 25; it was the most powerful flare we've seen since September 2017. (Michelle Starr/6 julho 2021/sciencealert.com)

Com o calor do Verão a cair sobre nós originando durante estes últimos dias temperaturas superiores a 30°C e ainda com o Sol a acompanhar-nos na praia todos os dias, atingindo-nos com índices de raios ultravioleta de nível 9 (muito elevado), no Espaço a cerca de 150 milhões de Km de distância (de nós) centro do movimento de translação da Terra, o SOL parece querer regressar a um novo período de grande atividade, começando a apresentar um nº apreciável de manchas solares (visíveis) e na sua coroa (superfície), notando-se um incremento em nº e intensidade de explosões, erupções, CME.

Como o caso registado no passado dia 20 de julho (terça-feira), dando-se uma explosão/erupção na região da mancha AR2846 e originando-se aí mais uma CME, sem impacto direto, mas sempre preocupante.

E conhecendo-se o aparecimento por vezes de fraturas no campo magnético terrestre (protegendo a Terra dos raios solares e raios cósmicos) e da existência de momentos em que a proteção dada por mesmo campo possa estar a um nível baixo (como poderá ser o caso presente), estando-se no início de um novo Ciclo Solar a caminho de mais um pico máximo de atividade da nossa estrela, podendo desde já ter “manifestações mais ou menos intensas da sua presença”, sendo bem possível na sequência de alguns episódios já registados anteriormente (com um par de eventos solares nestes últimos dias), que mantendo-se este ritmo e chegando novas manchas solares (ainda do outro lado do Sol) podendo ser dirigidas (apontadas à Terra), o Sol nos transmita alguma mensagem (de massa, de partículas, de energia, eletromagnética):

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On August 31, 2012, a long prominence/filament of solar material that had been hovering in the Sun's atmosphere, erupted out into space. The flare caused auroras on Earth.

(wikipedia.org)

 

X-class flares are among the most powerful solar eruptions from our host star (mightiest on record being an astonishing X28 in November 2003). This new flare wasn't quite so intense, clocking in at X1.5 (causing a shortwave radio blackout over the Atlantic Ocean). The most recent X-class flare, prior to this new one, took place in September 2017, when the Sun erupted in an X8.2 flare. (Michelle Starr/6 julho 2021/sciencealert.com)

Tendo saído do seu 24º Ciclo Solar e entrando há uns meses atrás no seu Ciclo seguinte (25º) ─ tendo em média cada ciclo aproximadamente 11 anos e com o meio desse período a verificar-se lá para 2025/26 ─ com a nossa estrela depois de acordar a lançar-se num período de atividade crescente, até atingir o seu pico máximo. Pelo que à medida que o tempo for passando e as manchas solares rodando e depois de mais uma volta (devido à rotação do Sol) reaparecendo, poderá um dia chegar, estando para nós apontada a consequência de algum tipo de Evento Solar: atingindo-nos desde logo com raios de luz viajando a 300.00Km/s (demorando mais do que 8 minutos a chegar), assim como com massa solar viajando transportada pelo vento solar ainda hoje se movimentando a uma velocidade (digamos que baixa) de cerca de 400Km/s (a esta velocidade demorando mais de 4 dias a chegar).

Podendo não acontecer nada ou até um certo dia os raios solares “fritarem tudo”, deitando abaixo a rede elétrica e deixando-nos temporária ou “um pouco definitivamente”, às escuras: sem luz, sem água, sem comida, sem transportes, sem proteção, fazendo-nos desde logo lembrar um cenário (podendo um dia ser real) “Apocalíptico”. Razão pelo que se deve estar sempre com atenção aos efeitos do Sol, tanto em Terra como no Espaço.

(imagens: SOHO/nasa.gov ─ NASA/wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

De Cabeça No Ar

Quinta-feira, 20.05.21

Bombas Ellerman e Auroras de Arcos Vermelhos

[Fonte: spaceweather.com]

No dia de hoje e através do site “spaceweather.com” tomando conhecimento de dois fenómenos atmosféricos, ambos tendo ligação ao Sol (a estrela de referência deste Sistema Planetário, ao qual a Terra pertence): um ocorrendo no próprio SOL na sua coroa e atmosfera solar (explosões magnéticas), o outro estando indiretamente relacionado com a nossa estrela e com as suas CME, atingindo a Terra e provocando tempestades geomagnéticas (como as auroras).

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Bombas Ellerman

Alemanha

(17 maio 2021)

 

No caso das “Bombas Ellerman” (seguindo ainda informações do site) tratando-se de pequenas explosões (magnéticas) ocorrendo habitualmente na superfície do Sol (já conhecidas por observadas, desde o início do século passado), apesar de denominadas como “pequenas” e tendo em conta a dimensão do Sol (tendo 109X o diâmetro da Terra), ao explodirem libertando uma energia na ordem dos 10↑26 Ergs (Erg, como unidade de energia) equivalente a 100.000 bombas atómicas (como as utilizadas na 2ª Guerra Mundial, em Hiroshima e Nagasaqui).

[Tendo-se de distinguir dois fenómenos tendo origem no Sol e podendo afetar o nosso planeta, como o são as Chamas Solares (um súbito flash de energia e magnetismo) e as CME (explosões que ocorrem na coroa ou superfície do Sol, libertando entre outros plasma e campo magnético): no fundo sendo duas ”explosões solares e brilhantes” (podendo até ocorrer ao mesmo tempo, ou não), as chamas solares emitindo grandes quantidades de raios-X (e outras formas de energia) e deslocando-se à velocidade da luz (chegando cá rapidamente), as CME depois de ejetadas espalhando-se pelo Espaço e deslocando-se a uma velocidade muito menor na ordem das centenas de Km/s (demorando dias a chegar).]

Tendo neste caso e como em todos, algo ou alguém responsável (como acontece em tudo), neste episódio astronómico e próximo envolvendo o Sol (localizado a apenas 1 UA ou 150 milhões de Km da Terra, pouco mais de 8 minutos de viagem para a Luz, para os fotões), sendo a mancha solar AR2824 a protagonista, acompanhando na sua deslocação o movimento de rotação da estrela a que pertence e depois da passagem da mancha solar AR2822 (começando a desaparecer do outro lado do Sol, para uma nova rotação), dentro de dias estando virada e direcionada para o nosso planeta.

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Arco SAR e Aurora

Canadá

(11 maio 2021)

 

Podendo-se ainda fazer por essa altura uma melhor observação destas “Bombas Solares” (estando viradas para nós) e esperando-se nos próximos dias possíveis incrementos de atividade coronal nessa região (neste início do 25º Ciclo Solar de aproximadamente 11 anos, por volta de 2024/25 atingindo um máximo de atividade) podendo originar CME e Chamas Solares, umas viajando mais devagar e outras mais depressa (umas viajando-se a 500Km/s ─ hoje com o vento solar nos 360Km/s ─ outras como a Luz a 300.000Km/s e já agora o som a apenas 0,34Km/s). Atingindo-nos (com as suas CME ─ B /a mais fraca, C, M ou X/a mais intensa e com as suas Chamas Solares, Vento Solar) com tempestades magnéticas fracas, médias ou fortes (G1 a G5) e podendo provocar (expondo-o aos nossos olhos) fenómenos atmosféricos eletromagnéticos como o são as Auroras.

[Interessando analisar a atividade solar até pela sua radiação emitida, incluída nela estando diversos tipos de raios (solares) em parte filtrados pela atmosfera terrestre mas com alguns deles conseguindo passar e sendo prejudiciais à nossa saúde: como é o caso dos raios ultravioleta podendo se demasiado expostos provocar (entre outros males) cancros de pele: pelo que interessa saber-se o índice de raios ultravioleta, indo do nível baixo até ao nível extremo (1 a 11), até porque no Verão se estando mais exposto (aos mesmos) ao Sol estando na praia hoje com o índice a ser muito elevado (índice 9/10): impondo “Utilizar óculos de Sol com filtro UV, chapéu, t-shirt, guarda-sol, protetor solar e evitar a exposição das crianças ao Sol.” (ipma.pt)]

Já no caso das “Auroras de Arco Vermelho” e ainda no seguimento da intervenção atual da mancha solar AR2824 (começando dentro de dias a apontar na nossa direção, como muitas outras manchas solares, rodando e acompanhando o Sol na sua rotação, aparecendo-nos durante metade do seu ciclo, menos de duas semanas), tendo no passado dia 12 de maio ocorrido uma CME atingindo o campo magnético terrestre (com alguma intensidade, sendo um tempestade geomagnética da classe G3, numa escala de 1 até 5) dando origem ao aparecimento de auroras/ou fenómenos relacionados uma delas sendo particular (pelas suas caraterísticas, cor) e relevante: denominada como SARs (Stable Auroral Red arcs), ocorrendo a maior altitude do que as “normais” auroras (400Km/SARs, contra os 100Km/habitais auroras), dando à Terra um contorno (como se estivesse envolvida por um arco) brilhante, colorido, para o avermelhado e ainda significando (traduzindo) ter a tempestade que atingiu a nossa atmosfera (vinda do Sol e impactando) sido forte (a CME).

(consulta e imagens: spaceweather.com/Harald Paleske/Alan Dyer)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:49

Cores de Eletromagnetismo ─ Aurora Borealis

Quinta-feira, 13.05.21

Localizada a mais de 54°N de latitude uma imagem do céu de Alberta (uma das províncias do Canadá), depois da atmosfera terrestre ter sido atingida por mais uma CME (ejeção de massa da superfície solar): com a Terra ao ser atingida pelos “ventos solares” na sua alta-atmosfera, a originar o aparecimento de um fenómeno ótico colorido e brilhante, com as formações daí resultantes a serem como que “elaboradas” (construídas) pelas forças poderosas do campo magnético terrestre ─ e denominando-se AURORAS.

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Alberta/Canadá

(12.05.2021)

 

Um festival de encontros e de colisões (a alta-velocidade) entre partículas de energia negativa como o são os ELETRÕES ─ oriundos da magnetosfera (região do Espaço sob domínio do campo magnético terrestre) ─ dando-se nas camadas superiores da atmosfera (mais de 100Km de altitude até 400Km ou um pouco mais) e manifestando-se através de pequenos flash-de-luz e de energia (os fotões), tendo como responsáveis ─ deste fantástico (e coletivo) espetáculo de luz proporcionado pela Natureza ─ átomos/moléculas de oxigénio e de nitrogénio “excitados” pelos sucessivos contactos (colisões).

Iluminando os céus noturnos (especialmente) a altas latitudes (indo a latitude de 0° a 90°) e por excitação do oxigénio/nitrogénio pela passagem e impacto de eletrões, deslocando-se a alta-velocidade ─ e ficando todo-o-mundo extremamente excitado ─ criando este por vezes fabuloso (dependendo da intensidade do impacto com a nossa atmosfera da CME) Festival-de-Luz: na origem de tudo estando o SOL, responsável por mais uma “tempestade solar”, enviando na nossa direção chamas solares (resultante de uma erupção na sua coroa solar) e CME, deslocando-se a diferentes velocidades, uma durando dias a outra apenas horas (a chegar). Por exemplo e neste instante com a velocidade do vento solar estando nos 531,5Km/s: a esta velocidade demorando na sua viagem Sol/Terra mais de 3 dias (pouco mais de 8 minutos demorando a luz).

Fazendo-me lembrar um pouco (o fenómeno das auroras) o típico festim-de-verão, com o espetáculo das máquinas-elétricas de eletrocutar mosquitos, com estes (os eletrões) ao serem conduzidos como que hipnotizados pela luz (pelo campo magnético terrestre), ao chocarem com a grelha elétrica (excitados pela presença de outros elementos, oxigénio/nitrogénio), sendo surpreendidos e eletrocutados:iluminando-se por momentos como uma estrela-cadente.

(imagem: John David McKinnon/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:44

Halos-Celestiais

Terça-feira, 27.04.21

Tendo-se o Sol mantido extremamente ativo nestes últimos dias, manifestando-se através erupções/explosões na sua coroa solar (como a do filamento de 25 de abril) e CME (só nas últimas 36 horas, 3) lançando “material” no Espaço exterior ─ pretensamente não nos indo atingir (diretamente) ─ interessa estar atento ao que o nosso Astro-Rei nos reserva (neste início do 25º Ciclo Solar e a caminho de um máximo): até pelas suas implicações na Vida (no Ecossistema) do nosso planeta.

 

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Duplo Halo-Solar em forma de V

Viera ─ Flórida ─ EUA ─ 23 abril 2021

 

Numa mensagem subliminar das Entidades Solares enviada neste início de 25º Ciclo, a deteção de mais uma indicação (neste caso com “efeitos visuais”) de que o Sol estará a entrar num período de maior atividade, podendo ter repercussões um pouco por todo o Sistema Planetário incluindo o planeta Terra: no dia 23 de abril de 2021 e nos céus da localidade norte-americana de Viera (estado da Flórida), emergindo nos céus azulados cobrindo a superfície da terra dois Halos em forma de V, como que sugerindo-nos estarem a apontar (ambos), especificamente para nós ─ o planeta, a Terra.

 

Servindo-se de uma tecnologia simples utilizando apenas recursos naturais, conjugando a presença de luz e de dois tipos de cristais (gelados) ─ circulando em nuvens (cirros) a elevada altitude (5Km/10Km): e dando origem a partir de cristais-gelados de comportamento diferente, Halos Celestes diferenciados ─ o halo de baixo sendo o mais comum e o halo de cima o mais raro. E tal como tudo na Vida com a “aparição” ─ obvia e naturalmente projetada pelas Entidades Solares ─ a durar apenas uns intensos, mas curtos 5 minutos, vindo, indo e desaparecendo. Um facto testemunhado e registado por Dan Gore (o fotografo) há já quatro dias.

 

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Conjunto/aglomerado de manchas solares

AR2018, AR2020 e AR2021

 

Um esclarecimento promovido num momento em que o Sol (e as suas Entidades representativas), depois de um tempo de adormecimento, de reflexão e até de manutenção (recarregando-se) retoma a sua atividade não tanto à distância, mas pelo contrário, “mais presencial” intensa e dirigida, dando origem nos últimos dias (para além do aparecimento de manchas/buracos no Sol) a algumas erupções (a partir da coroa solar), lançamento de chamas solares para o Espaço exterior e à ejeção de várias CME. Que como todos sabemos ─ já que o Sol também tem rotação ─ nos poderá (raios solares, massa solar, CME) ou não, ser dirigida.

 

(imagens: Dan Gore/spaceweather.com e SDO/HMI)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:34

Sol, Chamas, CME, Terra & Planetas

Quinta-feira, 22.04.21

Uma erupção solar ocorrida ao fim do dia da passada segunda-feira (dia 19 de abril) na mancha solar AR2816 ─ emitindo um “flash” intenso de raios-ultravioleta ─ deu origem ao aparecimento de uma chama solar da classe M1 (de média intensidade).

 

Segundo o site [spaceweather.com] uma das mais fortes/intensas deste início do 25º Ciclo Solar, “carregada” de raios X e de raios-ultravioleta e atingindo a atmosfera terrestre, ionizando-a e provocando “apagões” ─ nas emissões de onda-curta efetuadas sobre o Oceano Pacífico (afetando por exemplo a Austrália e a costa oeste da América do Norte).

 

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17.04 e 18.04

 

E com o Sol conjuntamente com a emissão de raios X e de raios-ultravioletas também sendo uma fonte importante (e intensa) de ondas de rádio, com as mesmas podendo igualmente ter penetrado a nossa atmosfera e interferido com as emissões radiofónicas terrestres ─ provocando aqueles sons terríveis (nas colunas/auscultadores) a que nós chamamos de “estática” e podendo mesmo suprimir as transmissões.

 

Erupção solar (originada na explosão registada na coroa solar) dando origem (havendo a chama) a uma CME (ejeção de material da superfície do Sol) ─ viajando mais lentamente, chegando mais tarde ─ lançada para o Espaço e segundo a NOAA não atingindo a Terra: pelo que quanto a Auroras (a latitudes mais baixas) sendo mais difícil de as ver.

 

Olhando agora para as imagens aqui colocadas e fornecidas pelo observatório Solar e Heliosférico SOHO (um satélite espacial da NASA/ESA, com a missão de observar o Sol), poderemos descortinar como é obvio e ao centro o Sol (tapado por um disco opaco) e circulando em seu redor (cumprindo o seu movimento de translação em torno do Sol),

 

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20.04

 

Os dois planetas mais próximos da nossa estrela, o mais brilhante surgindo à esquerda sendo Vénus e o mais pequeno (menos de metade do diâmetro de Vénus e estando mais próximo do Sol, relativamente a Vénus cerca de metade da distância) sendo Mercúrio:

 

E se Vénus se encontra afastado mais uns 50 milhões de Km relativamente ao Sol, já Mercúrio sendo o planeta do sistema mais perto da estrela de referência, sendo o primeiro a “levar com as suas fúrias” pior se lhe forem dirigidas.

 

Das primeiras horas do dia 16 (de abril) até ao meio do dia 20, com Mercúrio na sua passagem a deparar-se (dirigidas ou não) com mais do que uma CME, uma delas à saída e (“azar”) podendo-lhe ser dirigida ─ caso estivéssemos por perto, desprotegidos e para iniciar, ficando logo esterilizados.

 

(consulta: spaceweather.com ─ imagens: sohowww.nascom.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:23

Ao SOL, respondendo AURORA

Segunda-feira, 22.03.21

Com a evolução deste novo ciclo solar (25º, no seu início) e de novo a caminho (num ciclo médio de 11 anos) de um pico máximo (de atividade), aumentando sobre nós a ação dos Raios Solares ─ parecendo ter más intenções, mas não as tendo ─ com estes sobrepondo-se e protegendo-nos dos (mais perigosos, penetrantes e intrusivos) Raios Cósmicos: proporcionando ainda a alguns um espetáculo ótico de luz & cores, reafirmo (sem ver) inesquecível.”

 

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Aurora ─ Duluth ─ Minnesota

(a latitude norte)

 

Tendo como remetente o SOL e sendo lançado ontem (sábado, 20 de março) em direção ao Espaço envolvendo a nossa estrela (constituindo um Sistema Planetário ─ o Sistema Solar ─ com o Sol no seu centro), enquanto sentimos já os efeitos da chegada até nós (na TERRA) de mais uma manifestação do SOL ─ o “vento solar” ─ atingindo o Campo Magnético Terrestre e provocando uma tempestade geomagnética da classe G2 (curta mas intensa) ─ originando o aparecimento de AURORAS (a partir do mesmo dia 20) ─ preparando-nos por outro lado e de imediato para a chegada de mais uma sua manifestação: a partir do próximo dia 23 de março (terça-feira) apesar de não diretamente direcionada chegando à Terra uma CME (ejeção de material oriundo da superfície ou coroa do Sol), uma “nuvem de tempestade” atingindo-nos e ao campo magnético (colocando-nos em alerta pelas consequências, neste caso como habitual e felizmente, sobre o reaparecimento de auroras). Com os felizardos deste grandioso espetáculo a residirem preferencialmente a maiores latitudes (como EUA e Canadá): não sendo STEVE, mas AURORA ─ aqui como vista a partir da cidade de Duluth (cerca de 50° de latitude) localizada no Minnesota (EUA).

 

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Aurora Australis ─ Voo charter ─ Tempestade geomagnética

(a latitude sul)

 

Um fenómeno como o aparecimento de AURORAS ─ comum de se ver frequentemente nestas alturas do ano (Primavera) ─ com o “vento solar” (e as suas partículas) aproveitando as falhas aparecendo no campo magnético terrestre, para de seguida se introduzir na atmosfera e nos proporcionar um SHOW ELETROMAGNÉTICO BRILHANTE, COLORIDO, DESLUMBRANTE, podendo ser considerado uma das obras-primas da Natureza. Visível a Norte tal como visível a Sul: no segundo caso tal como a registaram a bordo de um voo charter 275 pessoas vindas da Nova Zelândia, viajando pelo Oceano Sul em busca da dita “fada perdida” (para aqueles infelizes que nunca a viram, presencialmente e tal como eu, um simples e sedentário “António”) AURORA ─ e logo num Equinócio, com o extra da presença de uma tempestade solar de classe G2, abrilhantando ainda mais este característico (da Terra tendo atmosfera, campo magnético) SHOW NATURAL TERRESTRE. Que certamente alguém de fora (como ARMSTRONG/ALDRIN) já terá reparado antes (mesmo do interior, como CARL SAGAN), até vindo de muito longe de um desconhecido “Outro Mundo” (Interestelar como o de OUMUAMUA), vendo a crescer desde pequeno um ponto não-escuro, mas inicialmente Azul-pálido, cada vez mais brilhante e intenso, num tom de azul bem-penetrante.

 

(imagens/spaceweather.com: Greg Ash/20 março 2021/@Duluth Minnesota

─ Ian Griffin/20 março 2020/@Southern Ocean)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:42

99 anos atrás o Sol disparou na nossa direção

Quinta-feira, 14.05.20

Estando-se cada vez mais perto da comemoração do centenário da “Grande Tempestade Geomagnética de 1921” atingindo o planeta Terra de 13 a 15 de maio de 1921

 

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Região solar ativa AR 1842

(13 de maio de 1921)

 

─ Um Evento nunca visto antes (até pelas suas consequências) e iniciado a 12 de maio com diversas explosões ocorrendo na superfície do Sol (oriundas da grande mancha solar AR 1842) e ejetando poderosas quantidades de energia na nossa direção ─ questionando-nos do que poderia ocorrer hoje se uma ou mais CME semelhantes atingisse a Terra e a nossa civilização:

 

Com várias CME a atingirem e a sacudirem intensamente a atmosfera terrestre ─ fazendo saltar para fora da escala todos os aparelhos de medida (como os magnetómetros) ─ atingindo entre outros e fortemente as comunicações (como o telégrafo e a rádio) e a rede ferroviária e provocando mesmo nesses locais (devido a grandes sobrecargas de energia elétrica induzida) grandes incêndios. Para além da possibilidade da observação de auroras a baixas latitudes e dos problemas para a saúde devido às radiações elevadas.

 

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Erupção na coroa solar

(originando uma CME)

 

Podendo assim afetar as redes elétricas, as comunicações, a saúde e até a localização de fenómenos geomagnéticos associados e geralmente só visíveis a altas latitudes, como as espetaculares “Luzes do Norte”:

 

No Evento do ano de 1921 chegando a ser visíveis em Nova Iorque e em Chicago (perto dos 15° N) e ainda mais a sul na Samoa e no Tonga (perto dos 15°S).

 

 Uma Tempestade Solar atingindo o seu pico máximo de atividade a 15 de maio e podendo ser equiparada ao “Evento de Carrington” ocorrido em 1859:

 

Originado numa grande ejeção de material da coroa solar a 28 de agosto (vento solar e plasma) e atingindo a Terra localizada a 150 milhões de Km menos de 18 horas depois, com grande intensidade sobretudo a 1 e 2 de setembro.

 

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Impacto de uma Tempestade Solar

(sobre sistemas e infraestruturas terrestres)

 

Se tal acontecesse hoje maio de 2020 ─ e com o Sol a atravessar no presente um período com atividade reduzida, na passagem do 24º para o 25º Ciclo Solar e sem manchas solares visíveis  ─ vivendo-se numa Sociedade toda ela assente numa base suportada (cientifico-tecnologicamente) pela Rede Elétrica, pela Eletrónica e pelas Redes Digitais, com as consequências a poderem ser muito mais graves se não mesmo catastróficas, transformando esta última crise ─ SARS-CoV-2/COVID-19  e apesar das quase 300.000 vítimas mortais (13 de maio) ─ numa “brincadeira de crianças” (como a seguir o refere Mike Hapgood (spaceweather.com):

 

"This could include regional power outages, profound changes to satellite orbits, and loss of radio-based technologies such as GPS. The disruption of GPS could significantly impact logistics and emergency services" ─ ou seja, instalando o Caos na nossa Sociedade e logicamente afetando o normal desenvolvimento (e transformação) da nossa Civilização, necessariamente (bastando para tal ver o que provocou um pequeno vírus) regredindo.

 

(imagens: ann-geophys.net ─ raeng.org.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:13