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O Cometa Vulcânico (vizinho do Gigante)

Domingo, 24.10.21

Provando que nem tudo apesar de parecer é rigorosamente igual (seja qual for o tempo e espaço e o ponto de observação ou de vista), suportados pelos nossos órgãos dos sentidos e por outros instrumentos tecnológicos de perceção, deparamo-nos todos os dias com o aparecimento de pequenos pormenores justificando a diferença: e se num pequeno passatempo utilizando dois desenhos aparentemente iguais, nos é proposto como tarefa a “descoberta das diferenças” (elas existirão sempre num sistema de base replicante, mesmo vindo de um mesmo molde original) ─ e na realidade com as mesmas, a aparecerem ─ num exemplo maior que o de um simples desenho, sendo natural ocorrer idêntica situação.

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Comet 29P erupted 4 times in quick succession

Blowing shells of “cryomagma” into space

 

Como é o caso do objeto 29P/Schwassmann-Wachmann (60Km de dimensão) uma bola branca de gelo orbitando o Sol (numa órbita quase circular) para além da órbita do gigante-gasoso Júpiter (o maior planeta de todo o Sistema Solar), inicialmente na sua família sendo considerado como mais um entre muitos (iguais), mas na realidade tendo a particularidade de ter sido capturado por Júpiter e andar sempre por cá, muito próximo: tratando-se aqui do cometa 29P/Schwassmann-Wachmann, descoberto há quase um século (94 anos) e sendo considerado o objeto mais ativo vulcanicamente em todo o nosso sistema planetário (tal como a Terra centrado no Sol). Mesmo podendo ter vindo lá de longe (tal como a maioria dos cometas), andando sempre por cá, “sendo diferente dentro do igual”.

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A time series of previous outbursts June/April 2021

All small compared to the current superoutburst

 

Aparecendo de novo em erupção e brilhante e iluminando uma área no espaço maior que a de Júpiter (quando muitos deles oriundos da Nuvem de Oort têm um período orbital muito maior, demorando mais entre idas e vindas) neste ano de 2021 (desde 25 de setembro) ─ na sequência de anos anteriores com procedimentos semelhantes, mas pelos vistos nunca tão intensos ─ num evento (ocorrendo em média 20vezes/ano) considerado o mais intenso registado nas últimas quatro décadas. Sendo um cometa, mas pela sua órbita e certas manifestações por vezes (e por alguns) não o parecendo, internamente bem ativo e sujeito a erupções e podendo ser considerado um cometa vulcânico, mas em que a lava (neste caso) é de gelo.

(imagens/legendas: spaceweatherarchive.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:22

Mega Cometa Bernardinelli-Bernstein, recordando Lucy

Sábado, 03.07.21

Agora que nada acontece absorvidos como estamos por esta Pandemia (isolados de nós e dos outros), em alternativa às notícias internas de crise, de doença, de guerras e de morte (criando cenários de horror), deixando-nos ainda mais apáticos e indiferentes (por insistência, intoxicando-nos como uma droga),

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COMETA

Bernardinelli-Bernstein

(a 25 UA do Sol)

 

Surge agora a informação de que o maior cometa alguma vez nos tendo visitado (1000X mais maciço que um cometa comum) e na sua viagem atingindo o interior do nosso Sistema Solar (ficando-se um pouco para lá da órbita de Saturno), já tem a sua data de maior aproximação à Terra marcado para daqui a dez anos (em 2031):

Oriundo dos limites do Sistema Solar de uma região berço da esmagadora maioria de cometas que nos visitam (podendo existir outros como por exemplo, os extrassolares) ─ a Nuvem de Oort (fonte de triliões de cometas) ─ encontrando-se de momento a cerca de 20UA de distância do Sol e chegando o mais perto de nós a cerca de 11UA (de distância):

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AUSTRALOPITECO

Lucy

(fêmea adulta)

 

Designado como cometa C/2014 UN271 ou então como “cometa Bernardinelli-Bernstein” (nome dos seus dois descobridores), um objeto com um diâmetro variando entre os 100/200Km (cerca de 10X maior que um normal cometa) sendo considerado como um cometa-gigante, no entanto, dada a sua grande distância da Terra no seu perigeu (ponto da sua trajetória mais perto do Sol), não sendo visível senão recorrendo-se a telescópios (passando este a mais de 1500 milhões de Km da Terra).

Cometa Bernardinelli-Bernstein devido à sua órbita extremamente aberta percorrendo uma trajetória fazendo-o voltar de novo ao interior do nosso Sistema Solar passados cerca de 3 milhões de anos (sendo ele oriundo da Nuvem de Oort, localizada a cerca de 40.000UA de distância), por volta da mesma altura em que na superfície da Terra (na Etiópia) se movimentava um dos nossos antepassados mais célebres, o nosso antepassado humano (uma mulher) Lucy.

(imagens: space.com ─ earthsky.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:07

Deixando Um Rasto Atrás de Si

Segunda-feira, 17.05.21

[Como tudo e todos, seguindo o seu trilho.]

Num retrato de Mercúrio registado durante três dias e segundo o seu autor não utilizando filtros (impossibilitando um destaque personalizado de certos pormenores), a prova apesar de aqui ser pouco visível da existência de cauda (não sendo propriamente um cometa) no planeta Mercúrio (alinhada com a sua estrela de referência, o Sol).

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Mercúrio

Todos os corpos do sistema podendo ter

uma origem cometária

 

Segundo o autor dos registos fotográficos (de 10/11/12 de maio e aqui apresentados) com a cauda do planeta (mais próximo do Sol, a apenas 58.000.000Km de distância média, entre 1/3 e 1/2 da distância Terra/Sol) a ser composta em grande parte por sódio ─ sendo exposto aos raios do Sol tomando uma coloração amarela ─ nem sequer se necessitando de um filtro próprio (para esse elemento, o sódio) para se notar a sua presença (aqui notando-se pela emissão/ejeção de raios/materiais amarelados).

(sobre notícia: spaceweather.com ─ imagem: Paul Robinson/EUA/11 maio 2021)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:28

Cometa estacionado em Júpiter antes de Emigrar

Sábado, 13.03.21

Uma história que começa numa deteção automática (pelo sistema de vigilância e de alerta ATLAS) de um objeto desconhecido circulando nas proximidades do planeta JÚPITER (difícil de se observar, dada a sua proximidade à órbita do Gigante Gasoso) ─ em junho de 2019 ─ inicialmente tomado como um asteroide (aí denominado como 2019 LD2) mas posteriormente identificado (através de outras observações complementares) como um COMETA (agora identificado como P/2019 LD2).

 

hst_comet_p2019ld2_1.jpg

Hubble image of the unusual comet P/2019 LD2

which is currently orbiting the Sun near Jupiter

but will soon be ejected from the solar system

 

Um COMETA podendo estar “ativo” há vários meses desde que foi identificado (faz em junho dois anos) e que, socorrendo-se de outros registos seus (como os do HUBBLE de abril de 2020) possuía uma “grande CAUDA” com cerca de 600.000Km de extensão (originada num NÚCLEO de 4Km de dimensão): na sua trajetória orbital (parecendo acompanhar a de Júpiter) pelo caminho perdendo (entre outros materiais e numa ordem decrescente) água/gelo, monóxido e dióxido de carbono e carbono (diatómico).

 

Hoje e como se tivesse sido capturado pelas poderosas forças gravitacionais do maior planeta do Sistema Solar ─ JÚPITER ─ com o cometa P/2019 LD2 a parecer querer continuar a sua viagem em torno do Sol acompanhando Júpiter por perto, para (e no entretanto) num futuro próximo e cumprindo o seu roteiro (desde as suas origens, até ao seu destino final) poder ser lançado pelas mesmas imensas forças do Gigante em direção ao exterior: saindo até do Sistema Solar (o nosso Sistema Planetária, centrado na estrela SOL) e entrando no espaço exterior (extrassolar), transformando-se tal como 2I/BORISOV e OUMUAMUA ─ objetos extrassolares ─ e para os “Exteriores”, num OBJETO oriundo de outras regiões do Espaço (profundo) definido como ALIENÍGENA.

 

Um objeto SOLAR capturado temporariamente por JÚPITER e podendo ser ejetado pelo mesmo tornando-se EXTRASSOLAR, certamente originado no CINTURÃO de KUIPER e podendo ainda ser considerado um objeto TRANSNEPTUNIANO (órbita mais distante que a do planeta Neptuno): como numa mesa de bilhar (por ex. de Snooker) ─ SISTEMA SOLAR ─ e utilizando o respetivo taco (instrumento impulsionador) ─ dando-lhe força/impulso ─ por algum tipo ou género de ação de uma certa bola (aplicada aqui pela bola branca) provocando como reação o movimento de uma outra bola (colorida) ─ o COMETA ─ no seu itinerário envolvendo por algum tipo de influência NETUNO e de seguida JÚPITER (outras bolas) para de seguida e até pelo excesso de força aplicado “saltando da mesa” (abandonando o Sistema) e “saindo de jogo”.

 

markgarlick_asteroid.jpg

Artwork depicting a frozen object

like an asteroid or comet

in Deep Space

 

Provavelmente ficando uma dezena de anos numa órbita próxima da de JÚPITER (estacionando temporariamente por aí), para depois se tornar num cometa jupiteriano (caindo mais para o interior do nosso Sistema Planetário) e finalmente ser definitivamente EJETADO: abandonando o Sistema Solar daqui a 340.000 de anos (50% de chances) ou então daqui a uns 4.000.000 anos (95% de chances) ─ não estando eu cá para ver, nem sabendo se alguém. E exposta a explicação mais NATURAL, definindo o objeto como um simples cometa oriundo do Cinturão de KUIPER, estacionando em Júpiter como que para descansar e ganhar novas forças, antes de finalmente partir para a sua “Grande Viagem”, emigrando em direção ao desconhecido localizado no espaço INTERESTELAR, por que não lhe adicionar como possível solução alternativa (criativa/conspirativa/empolgante/aventureira) a sempre negada por fenómeno ARTIFICIAL opção ALIENÍGENA: se OUMUAMUA podia ser muito bem pelo menos na nossa imaginação (complementando a realidade e formando um todo) o representante de uma civilização alienígena de origem INTERESTELAR, por que não P/2019 LD2 ser o representante de uma raça alienígena (mas) vivendo já entre nós ─ jogando bilhar à distância e apostando numa “Lotaria Solar” (caindo mais cedo ou mais tarde todas as bolas no buraco e então sendo “GAME OVER”).

 

(legendas: syfy.com ─ imagens: NASA, ESA, and B. Bolin (Caltech)

e Getty Images/Mark Garlick/Science Photo Library em syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

Espreitando, mas só de relance o cometa Swan

Sábado, 23.05.20

“Num momento à entrada do seu 25º ciclo em que o Sol não apresenta mancha solares visíveis e em que os dois planetas mais próximos da estrela (Mercúrio e Vénus) se encontrarão em conjunção (juntando-se no céu e por perto a Lua, formando um triângulo). E quando daqui a quatro dias (27 de maio de 2020) um voo da SPACE X do multimilionário Elon Musk (substituindo num voo histórico os russos) transportará dois astronautas para a ISS (desde o abandono da NASA, a 1ª vez desde há mais de uma década, que o fazem os norte-americanos).”

 

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Cometa SWAN

(C/2020 F8)

 

Mais um cometa em aproximação ao Sol na próxima quarta-feira (27 de maio de 2020) atingindo o seu periélio, a cerca de 64.650.000Km e a uma distância de 133.500.000Km da Terra. Relativamente à sua observação e possível espetacularidade do fenómeno, sendo quase certo ser mais uma desilusão (tal como o foi antes, o cometa ATLAS), não só pela sua grande distância de nós (Terra/terrestres), como pelo seu breve aparecimento ao amanhecer e ainda pelo seu pouco brilho emitido. Depois de já ter prometido mais, mas parecendo não querer cumprir a promessa (em vez de brilhar, como que desaparecendo), indo no seu trajeto atravessar a órbita de Mercúrio (o planeta mais próximo do Sol, hoje a pouco mais de 56.000.000Km do Sol) e aí recarregar-se ou então sentenciar definitivamente o seu destino: sobrevivendo à sua passagem perto do Sol seguindo em direção à constelação de Perseu.

 

Deixando-nos sem mais uma hipótese de observarmos mais um espetáculo nos céus (extraterrestre) e limitando-nos mais uma vez aos poucos momentos vividos por cá: não sob a forma de fenómenos Naturais, mas de outros (Artificiais) por nós fabricados. Para além do vírus SARS-CoV-2 (certamente com o Homem, através da Poluição, corresponsável pela sua aparição), com o clima político de crispação a crescer (numa luta dita entre o Eixo do Bem e o Eixo do Mal) ─ veja-se o caso dos EUA persistindo (em vez de no diálogo) na sua estratégia de confrontação, colocando uma nave da sua “Força Espacial” em órbita da Terra (espionagem), deixando o acordo de circulação aérea (querendo que o deixem, mas não deixando os outros) e até prometendo um novo teste nuclear (tudo para provocar o bloco China/Rússia, servindo-se mesmo da Europa) ─ nada prometendo de bom (confirmando-se a “normalidade) e em ato de desespero atirando-nos (pelos vistos uma inevitabilidade) para os braços de outras Entidades: naturalmente e perdida a esperança para o Espaço Exterior, com os alienígenas (que não os mexicanos) a reforçarem a sua presença com avistamentos (recentes) no Brasil (sem explicação, mas até podendo ser tecnologia terrestre) e na Austrália (podendo ser neste caso e apenas, sucata nossa caindo na Terra). Como se vê nem aqui nos safando (fechados os céus, sem “turistas” espaciais), ninguém nos visitando ─ ainda-por-cima com alguns justificando a ausência constante destes, dado não terem tecnologia para tal e logo sendo mais “burros” do que nós. Negando-nos o Criador.

 

(imagem: Michael Jaeger/21 maio 2020/spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:57

Sistema Solar ─ Asteroide, Cometa, Sol e Poluição

Terça-feira, 28.04.20

Com o asteroide 1998 OR2 (52768) a poucas horas de atingir o seu periélio,

 

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Asteroide 1998 OR2 como observado pelo radar

do Observatório de Arecibo localizado em Porto Rico

 

─ A pouco mais de 150.000.000Km do Sol e aproximadamente a pouco mais de 6.000.000Km da Terra, ou seja, 25X mais perto do planeta do que da estrela, transformando-o não só num NEO (objeto passando nas proximidades da Terra) como num PDA (dada a sua proximidade com o nosso planeta, podendo existir sempre algum tipo de interferência ou até num caso extremo de impacto) ─ previsto para se concretizar na próxima quarta-feira (29 de abril) ─ um “calhau” com quase 2,5Km de diâmetro deslocando-se a pouco menos de V = 9Km/s ─ felizmente e apesar da relativa proximidade (e até pela sua grande dimensão) sem perigo de impacto com a Terra (restando esperar pelo espetáculo, aos astrónomos pelo mesmo proporcionado), podendo-se dirigir a nossa atenção para um outro objeto igualmente em aproximação ao Sol, neste caso o cometa Atlas (C/2019 Y4) ─ descoberto no final de dezembro de 2019 ─ no próximo dia 31 de maio atingindo o seu periélio: a pouco mais de 39.000.000Km do Sol (e bem mais distante da Terra ─ umas 3X ─ a uns 117.000.000Km).

 

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Cometa ATLAS (C/2019 Y4)

depois de se desintegrar em quatro fragmentos (A,B,C e D)

 

Um cometa inicialmente sendo um ─ C/2019 Y4 (ATLAS) ─ mas, agora e depois de se fragmentar ─ no final do mês de março de 2020  ─ sendo quatro ─ C/2019 Y4-A (ATLAS), C/2019 Y4-B (ATLAS), C/2019 Y4-C (ATLAS) e C/2019 Y4-D (ATLAS): deixando de novo muitos astrónomos (e observadores interessados, curiosos) desiludidos com o sucedido, pois esperando (no mínimo) um interessante espetáculo (talvez mesmo visível a olho nu) vendo agora o seu brilho a desfalecer não sendo visível da Terra. E com todos os 4 fragmentos a decair (no brilho, aquilo que os torna visíveis) com o fragmento C e D já quase invisíveis, restando o A e o B ainda visíveis com o auxílio de um instrumento ótico (por exemplo um telescópio) ─ com todos passando (tal como o original) a cerca de 39.000.000Km do Sol.

 

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Manchas solares AR2760 (à esquerda) e AR2761 (à direita)

Uma oriunda do 24º a outra do 25º ciclo solar

 

E aproveitando a ocasião e o site SPACE WEATHER (TIME MACHINE) [spaceweather.com] ─ falando-se ainda um pouco sobre outros dois tipos de fenómenos ocorrendo à nossa volta (para além da partilha do Tempo, tendo o Espaço em comum), um exterior à nossa influência (da raça dominante neste planeta, os terrestres) o outro como consequência direta da nossa presença ─ ou sendo mais correto, da sua ausência: sendo eles (os fenómenos ocorridos no Sistema Solar) sobre a atividade do SOL e sobre a conversa JÚPITER/IO. No caso da atividade do Sol ─ localizado a 150.000.000Km da Terra ─ e sabendo-se o mesmo estar em mudança de ciclo (cada um durando cerca de 11 anos) e com fraca intensidade (mudança do 24º para o 25º Ciclo Solar) ─ até agora com a ação dos raios cósmicos, a superarem os oriundos do Sol ─ com duas manchas na sua coroa solar a surgirem no seu hemisfério sul (com polaridades diferentes), uma delas vindo do 24º (AR2760) a outra formada já durante o 25º (AR2761): algo considerado normal (sendo um fenómeno expetável) nestas passagens de ciclo, mas por vezes podendo provocar algumas CME mais intensas e dirigidas à Terra (com maior ou menor consequências).

 

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Escutando o diálogo elétrico entre Júpiter e uma das suas luas Io

através da radioastronomia

 

Já no caso de Júpiter e nesse fenómeno incluindo uma das suas luas Io ─ distando ambos aproximadamente (hoje) uns 730.000.000Km da Terra ─ graças ao SARS-CoV-2 (não sendo um objeto espacial, mas um vírus terrestre) e ao seu rasto Covid-19, imperando no Espaço o Silêncio e ouvindo-se via rádio a conversa entre dois astros (integrando connosco este Sistema Planetário): com muito menos barulho ocultando o diálogo (oriundo de viaturas, aviões, motores, pessoas, etc.), ainda por cima sem a sobrecarga de uma ação solar mais intensa (com o Sol atravessando um mínimo), escutando-se perfeitamente o “diálogo” entre o Gigante e uma das suas luas ─ tal como o afirma o site [saceweather.com], estabelecido entre a atmosfera de Júpiter e a sua (uma das 80 ou mais) lua vulcânica Io.

 

(imagens: spaceweather.com ─ earthsky.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:38

ATLAS

Domingo, 22.03.20

Há já quase 25 anos sem podermos observar um cometa movimentando-se no céu noturno (necessariamente limpo) separando-nos e localizado sobre nós

 

– Visível com a ajuda de uns simples binóculos ou mesmo à vista desarmada

 

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Cometa Atlas a 11 de março com magnitude 9.1

 

Eis que um novo cometa descoberto no final do ano passado (28 de dezembro de 2019) se aproxima rapidamente do Sol, na sua trajetória orbital em torno da sua estrela de referência passando nas proximidades da Terra:

 

E tal como o cometa Hale-Bopp (em 1997) e o cometa Hyakutake (em 1998) – apresentando-se publicamente como “Cometas Espetacularmente Brilhantes” e mesmo com o segundo mostrando-nos a sua cauda − com este outro cometa denominado ATLAS na sua aproximação ao Sol e ficando cada vez mais brilhante, prometendo-nos vistas espetaculares ainda esta Primavera e ao anoitecer.

 

Libertando-nos de mais esta seca (de observação de cometas, a última faz 22 anos) e apresentando-se ATLAS,

 

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Posição no céu do cometa Atlas a 18 de maio de 2020

 

Um objeto descoberto em finais de dezembro para os lados da Ursa Maior, como um pontinho muito pálido (ao nível das estrelas mais pequeninas, ainda detetadas à vista desarmada) e localizado na altura a quase 440 milhões de quilómetros do Sol (a Terra dista 150 milhões de Km) e que se tudo correr bem sem que o mesmo nos pregue algum tipo de partida, lá para o dia 31 de maio passará a menos de 38 milhões de Km de distância do Sol, esperando-se que “Bem Luminoso (há 4 dias atrás estando 600X mais brilhante do que o previsto).

 

Mas pelos vistos só se dando à observação para o público em geral depois de mesmo atingir o Sol, daí o dia 31 de maio (daqui a mais de dois meses):

 

E aí sim, vendo-se ou não se vendo o cometa.

 

(imagens: Karl Battams/SungrazerComets/twitter.com e SkySafari em forbes.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:37

Invasor Alienígena

Domingo, 15.09.19

Numa nova imagem obtida na passagem de 9 p/ 10 de Setembro

Com o cometa BORISOV apresentando Núcleo, Cabeleira e Cauda.

 

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Descobriram um Borisov mas este ao contrário do outro era um Cometa

À falta de Seres Vivos Alienígenas − ou seja de Sujeitos − recorrendo-se como sempre e para nosso conforto aos Objetos, como o fazemos com os Santinhos (de madeira)

 

Tendo já ultrapassado a fronteira do SISTEMA SOLAR (onde a estrela de referência é o SOL) e na sua trajetória (maioritariamente extrassolar e tendo como referência uma outra estrela que não o Sol) − extremamente hiperbólica (uma curva bem aberta) e realizada a grande velocidade (mais de 90Km/s) – caminhando veloz e rapidamente para o seu periélio (relativamente ao Sol e marcado lá para o início de Dezembro), um segundo Objeto de Origem Alienígena (depois de OUMUAMUA) é detetado a introduzir-se sem pré-aviso ou outro qualquer tipo de sinal informativo e preventivo (num simples mecanismo de conhecimento e autorização) no NOSSO PEQUENO e EXCLUSIVO (devido à existência da TERRA e nela da VIDA) MUNDO (tendo centro no SOL e estendendo-se até e para lá da NUVEM de OORT), aproximando-se da Terra e de Nós apenas e felizmente como um turista acidental (temporário e sem impacto no meio envolvente) e passando a cerca de 300.000.000Km de distância (em datas diferentes da Terra e do Sol): tratando-se de um fenómeno natural (99,99% das certezas) ou em alternativa e “Imaginando-se” podendo tornar-se num fenómeno mas artificial (controlado por algum tipo de Entidade desconhecida), não sendo em princípio agressivo (por exemplo perturbando ou impactando) e segundo os cientistas − estudando este OBJETO INTERESTELAR − para além de não “chocar com nada” e dada a sua excentricidade e velocidade, nunca podendo ser capturado pelo Sol. Em caso afirmativo e contrário e como consequência, tornando suscetível o nosso Sistema (Solar) a um desequilíbrio e a um período de instabilidade (sempre perigosa devido à proliferação de eventos) por intrusão. Entrando, aproximando-se de nós e chegado ao intervalo entre Júpiter e Marte – “fazendo-se notar como estrangeiro, unicamente com a sua presença” − afastando-se e dirigindo-se então (como previsto para estes objetos) numa Viagem Interestelar para as suas próprias origens, localizada numa outra estrela (ou sistema de estrelas) bem distante, a anos-luz.

 

(imagem: Gemini Observatory/gemini.edu)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:05

Cometa Interestelar de Visita ao Sol

Sexta-feira, 13.09.19

Enquanto OUMUAMUA não passando de um Asteroide,

agora com BORISOV confirmando-se como um Cometa:

tendo algo de comum, mas remetentes distintos e sendo ambos estrangeiros,

tal como Objetos Interestelares (que são).

 

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Ao centro o cometa Borisov

(apresentando cauda e cabeleira)

 

Mysterious comet of interstellar origin spotted zooming toward Earth

(Natalie O’Neill/nypost.com/12.09.2019)

 

Na sequência da primeira observação registada (pelo Homem) da intrusão de um COMETA (para muitos um ASTEROIDE) EXTRASSOLAR no nosso SISTEMA PLANETÁRIO (tendo o SOL como centro)

 

– O Objeto Interestelar A/2017 U1 ou OUMUAMUA (de forma cilíndrica e com um comprimento compreendido entre 100m/800m) descoberto em 19 de Outubro de 2017 (possuindo uma trajetória extremamente hiperbólica) quando se encontrava a mais de 30 milhões de Km da TERRA

 

Cometa Borisov

Em função dos poucos dados conhecidos sobre este objeto interestelar

acabado de entrar no nosso Sistema

(tal como antes o fizera, o asteroide OUMUAMUA),

sabendo-se hoje poder tratar-se de um cometa

(tendo núcleo e aparentemente cabeleira e cauda),

não originário como é comum da Nuvem de Oort

(fonte de cometas localizada nos limites do Sistema Solar e fazendo parte dele)

mas vindo do Espaço exterior (cometa denominado BORISOV).

(PA/13.09.2019)

“Young stellar systems, some of them many light years away, resemble the early Solar System by showing the hallmarks of being surrounded by a vast number of comets that we are now able to detect. These comets orbiting other stars, referred to as exocomets, give us the important foundation for which to make a comparison with the comets in our Solar System and allow us put their composition in perspective. Exocomets also provide us with information valuable for understanding the composition of exoplanet atmospheres and may help us understand the early chemistry of Earth.” (exocomets.org)

 

Entrando e saindo do conjunto associado à nossa estrela (no Sistema Solar), oriundo de uma outra estrela (mais próxima de nós sendo PROXIMA CENTAURI a mais de 4,2 anos-luz de distância) e no seu percurso interno fazendo-o sem provocar incidentes no seu caminho (conhecidos/relevantes),

 

Eis que um novo Objeto Interestelar o COMETA BORISOV (C/2019 Q4) se introduz no Sistema Solar, estando no presente a cerca de 420 milhões de Km do Sol e atingindo o seu periélio pelos finais do ano (mês de Dezembro) quando estiver a cerca de 300 milhões de Km.

 

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A orbita hiperbólica do cometa Borisov

(um objeto Interestelar)

 

E devido à sua trajetória extremamente elíptica e à sua elevada velocidade de deslocação (150.000Km/h, ou seja, quase 42Km/s) confirmando a sua origem (exterior ao Sistema Solar) e a sua Viagem Interestelar (tendo outra estrela que não o Sol, como referência) − e simultaneamente evitando a sua captura pelas intensas forças gravitacionais tendo origem no Sol.

 

Segundo os cientistas a partir das suas observações astronómicas até agora realizadas ao cometa (observado pela 1ª vez a 30 de Agosto por um astrónomo amador ucraniano de nome Borisov), com o mesmo apresentando um núcleo variando entre 2Km e 16Km – e como cometa mostrando-se completo para além do núcleo, tendo a sua respetiva “cabeleira e a cauda”.

 

Asteroide Oumuamua

Did an Alien Light Sail just Visit the Solar System?

(Tony Philips/spaceweather.com/04.11.2018)

Could Solar radiation pressure explain “Oumuamua peculiar acceleration?

(Shmuel Bialy e Abraham Loeb/Harvard Smithsonian Center for Astrophysics/arxiv.org)

5.Summary and Discussion

(excertos)

If radiation pressure is the acceler-ating force, then ‘Oumuamua represents a new class of thininterstellar material, either produced naturally,through a yetunknown process in the ISM or in proto-planetary disks, or ofan artificial origin.

Considering an artificial origin, one possibility is that‘Oumuamua is a lightsail, floating in interstellar space as ade-bris from an advanced technological equipment.

Alternatively, a more exotic scenario is that ‘Oumuamuamay be a fully operational probe sentintentionallyto Earthvicinity by an alien civilization.

(Shmuel Bialy e Abraham Loeb/arxiv.org)

 

E mesmo passando (o cometa Borisov) no interior (do Sistema Solar) para lá da órbita de Marte, não havendo para já notícias (apesar da sua definição orbital, ser apenas de ontem, dia 12) de algum possível incidente (fazendo este uma tangente ou então uma secante).

 

Nem duas semanas desde a sua descoberta (a sua 1ª observação) e sabendo-se Extraterrestre (o cometa), não existindo para já menções a, “não sendo natural, podendo ser artificial” até “podendo ser dirigido, sendo-o por seres alienígenas” − tal como proposto antes para o asteroide Oumuamua (mas nunca confirmado, não passando de um Calhau).

 

(imagens: Borisov/ centauri-dreams.org – ESA/nypost.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:53

Suicídio Celestial de Agosto

Domingo, 18.08.19

[Um caso recentemente verificado no Sistema Solar, com um dos seus membros (um cometa) cometendo suicídio, na presença e em contacto com o seu ASTRO-REI (o Sol). Nas imagens seguintes de 1 a 4 (pequeno traço brilhante no centro-direito-inferior das imagens).]

 

c1.jpg

1

Mais um fragmento de um antigo e maior cometa

(já falecido muitos séculos antes no passado)

 

Neste Mundo Infinito de Transformações Eletromagnéticas (para nós com início num BIG BANG local, dando origem “a tudo o que somos e que nos rodeia”) onde as METAMORFOSES estão constantemente presentes

 

– Dando-lhe (ao Mundo delas) um novo aspeto e conteúdo

 

Muitas delas (Metamorfoses = Processo Evolutivo) por nós ainda IMPOSSÍVEIS de compreender

 

− Como será o caso do limite a nós imposto (habitando aparentemente num Mundo Ilimitado) incorporando no nosso trajeto de Vida dois poderosos e (para já) inultrapassáveis marcos biológicos,

como o “NASCIMENTO” e sobretudo como a “MORTE”

 

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Em mais uma das suas aproximações ao seu periélio

(ponto de “viagem orbital” mais perto da estrela)

 

A visualização enquanto em “ponto-morto” (sentados, absorvidos, mas ainda a ver algo) de um Evento em tudo semelhante e pela sua dimensão e impacto deveras Celestial (ao nosso destino, ao desígnio do Homem),

 

Apresentando ao Protagonista após todo um usufruto de Tempo e de Espaço Universal

 

– De uma forma previsível, simples, até bela, no entanto absoluta –

 

A sua própria Morte:

 

Talvez apenas mineral (ou transportando consigo água e/ou vida orgânica)

 

– Tratando-se de um COMETA nos seus últimos momentos –

 

Mas como TUDO relevante.

 

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Colocando-se na sua trajetória a tão pouca distância do Sol

(e transformando-se num Cometa Rasante)

 

Definitivamente tendo-se ainda de compreender e conseguir integrar (no Homem, tanto física como psiquicamente, numa missão praticamente impossível) a convicção de Lavoisier para nós

 

− MUNDO ORGÂNICO –

 

Ainda não totalmente esclarecida e integrada, de que

 

Na Natureza Nada se Cria (Nasce?),

Nada se Perde (Morre?),

Tudo se Transforma (Perdura?)”.

 

Nada que apoquente (que se saiba) o Mundo Mineral.

 

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E acabando mesmo por impactar não reaparecendo

(saindo do outro lado do Sol)

 

E provavelmente entre este (o Mineral, mas já ELECTROMAGNÉTICO) e o Nosso (o Orgânico e envolvendo o Mineral) encontrando-se um dia a ALMA: Algo imensamente para lá − “talvez localizada numa Galáxia bem distante” − da nossa ainda estreita e extremamente controlada Imaginação.

 

Procurando-se ainda explicações.

 

[Na passada quinta-feira dia 15 de agosto sob observação do telescópio solar SOHO, com o mesmo a registar através das suas câmaras de vídeo um exemplo de um ponto máximo de atividade cometária (de um cometa da família Kreutz, “chegada a sua vez suicidando-se”): o encontro personalizado e direto com a sua referência orbital (o foco da sua trajetória), aqui tornado espetacular devido ao impacto (com o Sol) e a toda a sequência final de viagem (do cometa): dirigindo-se para o Sol e contornando-o, não resistindo à sua atração, impactando e como tal “à saída” não surgindo do outro lado.]

 

(imagens: soho.nascom.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:17