Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

15
Set 19

Numa nova imagem obtida na passagem de 9 p/ 10 de Setembro

Com o cometa BORISOV apresentando Núcleo, Cabeleira e Cauda.

 

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Descobriram um Borisov mas este ao contrário do outro era um Cometa

À falta de Seres Vivos Alienígenas − ou seja de Sujeitos − recorrendo-se como sempre e para nosso conforto aos Objetos, como o fazemos com os Santinhos (de madeira)

 

Tendo já ultrapassado a fronteira do SISTEMA SOLAR (onde a estrela de referência é o SOL) e na sua trajetória (maioritariamente extrassolar e tendo como referência uma outra estrela que não o Sol) − extremamente hiperbólica (uma curva bem aberta) e realizada a grande velocidade (mais de 90Km/s) – caminhando veloz e rapidamente para o seu periélio (relativamente ao Sol e marcado lá para o início de Dezembro), um segundo Objeto de Origem Alienígena (depois de OUMUAMUA) é detetado a introduzir-se sem pré-aviso ou outro qualquer tipo de sinal informativo e preventivo (num simples mecanismo de conhecimento e autorização) no NOSSO PEQUENO e EXCLUSIVO (devido à existência da TERRA e nela da VIDA) MUNDO (tendo centro no SOL e estendendo-se até e para lá da NUVEM de OORT), aproximando-se da Terra e de Nós apenas e felizmente como um turista acidental (temporário e sem impacto no meio envolvente) e passando a cerca de 300.000.000Km de distância (em datas diferentes da Terra e do Sol): tratando-se de um fenómeno natural (99,99% das certezas) ou em alternativa e “Imaginando-se” podendo tornar-se num fenómeno mas artificial (controlado por algum tipo de Entidade desconhecida), não sendo em princípio agressivo (por exemplo perturbando ou impactando) e segundo os cientistas − estudando este OBJETO INTERESTELAR − para além de não “chocar com nada” e dada a sua excentricidade e velocidade, nunca podendo ser capturado pelo Sol. Em caso afirmativo e contrário e como consequência, tornando suscetível o nosso Sistema (Solar) a um desequilíbrio e a um período de instabilidade (sempre perigosa devido à proliferação de eventos) por intrusão. Entrando, aproximando-se de nós e chegado ao intervalo entre Júpiter e Marte – “fazendo-se notar como estrangeiro, unicamente com a sua presença” − afastando-se e dirigindo-se então (como previsto para estes objetos) numa Viagem Interestelar para as suas próprias origens, localizada numa outra estrela (ou sistema de estrelas) bem distante, a anos-luz.

 

(imagem: Gemini Observatory/gemini.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:05

13
Set 19

Enquanto OUMUAMUA não passando de um Asteroide,

agora com BORISOV confirmando-se como um Cometa:

tendo algo de comum, mas remetentes distintos e sendo ambos estrangeiros,

tal como Objetos Interestelares (que são).

 

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Ao centro o cometa Borisov

(apresentando cauda e cabeleira)

 

Mysterious comet of interstellar origin spotted zooming toward Earth

(Natalie O’Neill/nypost.com/12.09.2019)

 

Na sequência da primeira observação registada (pelo Homem) da intrusão de um COMETA (para muitos um ASTEROIDE) EXTRASSOLAR no nosso SISTEMA PLANETÁRIO (tendo o SOL como centro)

 

– O Objeto Interestelar A/2017 U1 ou OUMUAMUA (de forma cilíndrica e com um comprimento compreendido entre 100m/800m) descoberto em 19 de Outubro de 2017 (possuindo uma trajetória extremamente hiperbólica) quando se encontrava a mais de 30 milhões de Km da TERRA

 

Cometa Borisov

Em função dos poucos dados conhecidos sobre este objeto interestelar

acabado de entrar no nosso Sistema

(tal como antes o fizera, o asteroide OUMUAMUA),

sabendo-se hoje poder tratar-se de um cometa

(tendo núcleo e aparentemente cabeleira e cauda),

não originário como é comum da Nuvem de Oort

(fonte de cometas localizada nos limites do Sistema Solar e fazendo parte dele)

mas vindo do Espaço exterior (cometa denominado BORISOV).

(PA/13.09.2019)

“Young stellar systems, some of them many light years away, resemble the early Solar System by showing the hallmarks of being surrounded by a vast number of comets that we are now able to detect. These comets orbiting other stars, referred to as exocomets, give us the important foundation for which to make a comparison with the comets in our Solar System and allow us put their composition in perspective. Exocomets also provide us with information valuable for understanding the composition of exoplanet atmospheres and may help us understand the early chemistry of Earth.” (exocomets.org)

 

Entrando e saindo do conjunto associado à nossa estrela (no Sistema Solar), oriundo de uma outra estrela (mais próxima de nós sendo PROXIMA CENTAURI a mais de 4,2 anos-luz de distância) e no seu percurso interno fazendo-o sem provocar incidentes no seu caminho (conhecidos/relevantes),

 

Eis que um novo Objeto Interestelar o COMETA BORISOV (C/2019 Q4) se introduz no Sistema Solar, estando no presente a cerca de 420 milhões de Km do Sol e atingindo o seu periélio pelos finais do ano (mês de Dezembro) quando estiver a cerca de 300 milhões de Km.

 

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A orbita hiperbólica do cometa Borisov

(um objeto Interestelar)

 

E devido à sua trajetória extremamente elíptica e à sua elevada velocidade de deslocação (150.000Km/h, ou seja, quase 42Km/s) confirmando a sua origem (exterior ao Sistema Solar) e a sua Viagem Interestelar (tendo outra estrela que não o Sol, como referência) − e simultaneamente evitando a sua captura pelas intensas forças gravitacionais tendo origem no Sol.

 

Segundo os cientistas a partir das suas observações astronómicas até agora realizadas ao cometa (observado pela 1ª vez a 30 de Agosto por um astrónomo amador ucraniano de nome Borisov), com o mesmo apresentando um núcleo variando entre 2Km e 16Km – e como cometa mostrando-se completo para além do núcleo, tendo a sua respetiva “cabeleira e a cauda”.

 

Asteroide Oumuamua

Did an Alien Light Sail just Visit the Solar System?

(Tony Philips/spaceweather.com/04.11.2018)

Could Solar radiation pressure explain “Oumuamua peculiar acceleration?

(Shmuel Bialy e Abraham Loeb/Harvard Smithsonian Center for Astrophysics/arxiv.org)

5.Summary and Discussion

(excertos)

If radiation pressure is the acceler-ating force, then ‘Oumuamua represents a new class of thininterstellar material, either produced naturally,through a yetunknown process in the ISM or in proto-planetary disks, or ofan artificial origin.

Considering an artificial origin, one possibility is that‘Oumuamua is a lightsail, floating in interstellar space as ade-bris from an advanced technological equipment.

Alternatively, a more exotic scenario is that ‘Oumuamuamay be a fully operational probe sentintentionallyto Earthvicinity by an alien civilization.

(Shmuel Bialy e Abraham Loeb/arxiv.org)

 

E mesmo passando (o cometa Borisov) no interior (do Sistema Solar) para lá da órbita de Marte, não havendo para já notícias (apesar da sua definição orbital, ser apenas de ontem, dia 12) de algum possível incidente (fazendo este uma tangente ou então uma secante).

 

Nem duas semanas desde a sua descoberta (a sua 1ª observação) e sabendo-se Extraterrestre (o cometa), não existindo para já menções a, “não sendo natural, podendo ser artificial” até “podendo ser dirigido, sendo-o por seres alienígenas” − tal como proposto antes para o asteroide Oumuamua (mas nunca confirmado, não passando de um Calhau).

 

(imagens: Borisov/ centauri-dreams.org – ESA/nypost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:53

18
Ago 19

[Um caso recentemente verificado no Sistema Solar, com um dos seus membros (um cometa) cometendo suicídio, na presença e em contacto com o seu ASTRO-REI (o Sol). Nas imagens seguintes de 1 a 4 (pequeno traço brilhante no centro-direito-inferior das imagens).]

 

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1

Mais um fragmento de um antigo e maior cometa

(já falecido muitos séculos antes no passado)

 

Neste Mundo Infinito de Transformações Eletromagnéticas (para nós com início num BIG BANG local, dando origem “a tudo o que somos e que nos rodeia”) onde as METAMORFOSES estão constantemente presentes

 

– Dando-lhe (ao Mundo delas) um novo aspeto e conteúdo

 

Muitas delas (Metamorfoses = Processo Evolutivo) por nós ainda IMPOSSÍVEIS de compreender

 

− Como será o caso do limite a nós imposto (habitando aparentemente num Mundo Ilimitado) incorporando no nosso trajeto de Vida dois poderosos e (para já) inultrapassáveis marcos biológicos,

como o “NASCIMENTO” e sobretudo como a “MORTE”

 

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2

Em mais uma das suas aproximações ao seu periélio

(ponto de “viagem orbital” mais perto da estrela)

 

A visualização enquanto em “ponto-morto” (sentados, absorvidos, mas ainda a ver algo) de um Evento em tudo semelhante e pela sua dimensão e impacto deveras Celestial (ao nosso destino, ao desígnio do Homem),

 

Apresentando ao Protagonista após todo um usufruto de Tempo e de Espaço Universal

 

– De uma forma previsível, simples, até bela, no entanto absoluta –

 

A sua própria Morte:

 

Talvez apenas mineral (ou transportando consigo água e/ou vida orgânica)

 

– Tratando-se de um COMETA nos seus últimos momentos –

 

Mas como TUDO relevante.

 

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3

Colocando-se na sua trajetória a tão pouca distância do Sol

(e transformando-se num Cometa Rasante)

 

Definitivamente tendo-se ainda de compreender e conseguir integrar (no Homem, tanto física como psiquicamente, numa missão praticamente impossível) a convicção de Lavoisier para nós

 

− MUNDO ORGÂNICO –

 

Ainda não totalmente esclarecida e integrada, de que

 

Na Natureza Nada se Cria (Nasce?),

Nada se Perde (Morre?),

Tudo se Transforma (Perdura?)”.

 

Nada que apoquente (que se saiba) o Mundo Mineral.

 

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4

E acabando mesmo por impactar não reaparecendo

(saindo do outro lado do Sol)

 

E provavelmente entre este (o Mineral, mas já ELECTROMAGNÉTICO) e o Nosso (o Orgânico e envolvendo o Mineral) encontrando-se um dia a ALMA: Algo imensamente para lá − “talvez localizada numa Galáxia bem distante” − da nossa ainda estreita e extremamente controlada Imaginação.

 

Procurando-se ainda explicações.

 

[Na passada quinta-feira dia 15 de agosto sob observação do telescópio solar SOHO, com o mesmo a registar através das suas câmaras de vídeo um exemplo de um ponto máximo de atividade cometária (de um cometa da família Kreutz, “chegada a sua vez suicidando-se”): o encontro personalizado e direto com a sua referência orbital (o foco da sua trajetória), aqui tornado espetacular devido ao impacto (com o Sol) e a toda a sequência final de viagem (do cometa): dirigindo-se para o Sol e contornando-o, não resistindo à sua atração, impactando e como tal “à saída” não surgindo do outro lado.]

 

(imagens: soho.nascom.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:17

18
Abr 19

Na presença de dois objetos extrassolares, um (Oumuamua) exibindo-se e atravessando recentemente o nosso Sistema Solar (um Sistema que não o deles, referenciados a outra(s) estrela(s)) e outro (LaPaz 02342) há muito desaparecido (escondido) mas já há muito tempo por cá. E assim se concluindo (entre tantas e tantas coisas) que mesmo pouco se fazendo, sendo esperto e organizado (seja no caos ou na ordem as duas complementando-se), se pode mesmo ir muito longe − por vezes bastando tirar a pala (sem receio de se desorientar) e basicamente olhar para o lado.

 

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Oumuamua

Um Objeto Interestelar

(ilustração)

 

Quem ainda se recorda do alvoroço científico provocado pela passagem perto da TERRA do objeto interestelar OUMUAMUA (descoberto a 19 de Outubro de 2017 por Robert Werick − um físico-astrónomo canadiano – utilizando o telescópio Pan-STARRS localizado no Havaí) – atingindo a  9 de Setembro de 2017 o seu ponto de maior aproximação ao SOL (cerca de 38 milhões de Km) e a 14 de Outubro de 2017 o seu ponto de maior aproximação à TERRA (cerca de 24 milhões de Km) – poderá facilmente concluir como a descoberta de um objeto estranho ao nosso SISTEMA SOLAR (Extrassolar), originou tanta discussão (científica), tantas explicações para a sua origem e formação (num passado remoto e num lugar bem distante) e até pelo mistério e alguns segredos pelo mesmo transportado, algumas teorias mais estranhas senão mesmo entrando pelo mundo da especulação e da Conspiração: um objeto (asteroide) oriundo de uma outra estrela (que não a nossa), deslocando-se a uma velocidade (relativamente ao Sol) superior aos 38Km/s, apresentando uma dimensão entre 100m/1000m (incerta mas estimada em cerca de 400m/800m), com um período de rotação rondando as 7h/8h e um tom pouco usual vermelho-escuro (característico de objetos extrassolares) e por estas características (e outras associadas) podendo até ser visto como restos de um cometa (normalmente gelado mas neste caso segundo os cientistas sendo constituído por rochas/metais), pela sua órbita e tempo de entrada/saída (do Sistema Solar) viajando através do Espaço Interestelar há várias centenas (certamente muitas) de milhares de anos.

 

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Amostra do meteorito LaPaz 02342

Descoberto no território gelado da Antártida

(imagem)

 

Algo que não terá sucedido com a descoberta (em 2002) do METEORITO LAPAZ ICEFIELD 02342 (pelo menos com a mesma divulgação e promoção mediática de Oumuamua), um objeto (de cerca de 42g) considerado bastante antigo, tendo a particularidade de no seu interior integrar um fragmento de um cometa (certamente da mesma altura do meteorito) e podendo-nos dar ainda mais pistas sobre o início da formação do nosso Sistema Solar − e para além do mais disponível a pouca distância (não no Espaço mas) à superfície da Terra:  segundo os cientistas com uma constituição muito semelhante à dos Cometas Primitivos, formados por condritos carbonáceos (meteoritos rochosos com alto-teor de carbono). Apenas 5% dos meteoritos observados.

 

Um fragmento de um COMETA capturado (talvez há biliões de anos aquando da formação da Terra) por um ASTEROIDE, posteriormente entrando em rota de colisão com a Terra e impactando-a sobre o continente gelado da Antártida (no presente, mas certamente bem diferente nesse bem distante passado): e atravessando a atmosfera terrestre com o meteorito a proteger da ação desta (e da sua contaminação) o precioso fragmento de cometa primitivo nele incrustado.

 

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Entrada na atmosfera de um meteorito

Uma rocha vinda do Espaço, como diria Ernst Cladni o Pai dos Meteoritos

(imagem)

 

“Because this sample of cometary building block material was swallowed by an asteroid and preserved inside this meteorite, it was protected from the ravages of entering Earth’s atmosphere. It gave us a peek at material that would not have survived to reach our planet’s surface on its own, helping us to understand the early Solar System’s chemistry.”

(Larry Nittler/carnegiescience.edu)

 

E assim ao nosso lado, enterrado sob uma extensa camada de gelo e afastando do nosso olhar o continente perdido da ANTÁRTIDA − podendo ter sido em tempos remotos um território com um ecossistema (evoluindo por saltos e ao longo de ciclos) muito semelhante (por replicação num conjunto fechado) ao nosso – estando a tão desejada resposta, aquilo que pensaríamos obter apenas para lá do horizonte (para já inalcançável), num Evento extraordinário (anulando o Tempo) e ainda por determinar (ou não olhássemos todos as noites para o céu e para as estrelas e seu poder infinito): numa pequena amostra (42,42g), de dimensões reduzidas (3cmx3cmx2,25cm), perdida e localizada perto do Polo Sul (86° 22’ S, 70° 0’ W). E mesmo assim (como uma agulha num palheiro) descoberta (para crédito do Homem).

 

(imagens: NASA Goddard/youtube.com – Carles Moyano-Cambero/universetoday.com − Thomas Grau/Bolide/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:14

02
Jul 18

[E talvez tendo partido no tempo do Homem do Neandertal (uns dizendo da região da distante estrela Veja), antes mesmo da chegada do aí denominado Homem-Sábio (Homo Sapiens) ao mundo que hoje nós conhecemos (pelo menos no interior do nosso Sistema) como o único existente com Vida ‒ a Terra.]

 

Tendo sido descoberto há pouco mais de oito meses (19 Outubro 2017) utilizando o telescópio PAN-STARRS 1 (instalado no Havaí),

 

‒ Já no interior do Sistema Solar, depois de ter ultrapassado o seu ponto de maior aproximação ao Sol (40 dias antes) e quando o mesmo se encontrava a mais de 30 milhões de Km da Terra ‒

 

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O cometa Oumuamua

(ilustração)

 

O cometa OUMUAMUA o primeiro objeto Extrassolar (conhecido) a visitar o nosso Sistema Planetário (integrando o Sol e oito planetas), continua no cumprimento da sua trajetória (de excentricidade orbital elevada semelhante à de uma sonda ou de um cometa) o seu caminho de regresso ao Espaço Exterior (entrando e saindo do Sistema sem qualquer tipo de incidentes):

 

Com o seu novo destino a estar localizado para lá dos Limites da nossa Última Fronteira (tendo o Sol como referência central),

 

‒ Suponhamos que na NUVEM de OORT (podendo-se estender das 2 000 UA até as 100 000 UA ou mais)

 

Talvez num outro Sistema como o de VEGA a uns 600 000 anos de viagem para o nosso protagonista misterioso (deslocando-se a uma V = 26Km/s).

 

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Trajetória do objeto extrassolar Oumuamua

(entrando/saindo do Sistema Solar)

 

Um objeto de forma cilíndrica (irregular) ‒ de um cigarro ‒ com mais de 200 metros de comprimento, uns 30/40 metros de largura e com um período de rotação de 7/8 horas, anteriormente definido como um asteroide (e até com uma possível origem artificial),

 

‒ Não se encontrando (entre outros aspetos) uma cauda definida (caraterística de um cometa aqui em falta)

 

Mas por outro lado aparentando ser autopropulsionado (uma caraterística já referida não dos asteroides mas dos cometas/naturais ou sondas/artificiais):

 

De qualquer modo um visitante (estrangeiro) acidentalmente passando por estas paragens perdidas na infinidade incomensurável do nosso Universo,

 

(para nós Humanos e relacionando Tempo e Espaço, passando mesmo ao lado de um Mundo habitado por uma espécie nem durando/em média uns míseros 100 anos)

 

Tendo partido da sua origem há umas centenas de milhares de anos (talvez quando na Terra predominava o Homem do Neandertal) sem causa ou destino conhecido e no presente invadido o Sistema Solar, passando perto de nós (1/5 da distância Sol/Terra) e deixando-os parados a olhar para este grande Calhau do Outro Mundo (com o tamanho de um petroleiro):

 

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Um cometa com uma dimensão de um petroleiro

(dos dois o mais pequeno)

 

Sendo certamente de origem Natural (mesmo que como tudo consequência de um outro de origem natural ou artificial),

 

‒ Apesar da dúvida suscitada entre asteroide e cometa (com este último a ser o cientificamente escolhido)

 

Chegando-se no entanto a levantar a questão,

 

‒ Dada a sua origem e a sua propulsão (não se movimentando apenas à interação de forças e de campos geomagnéticas mas a elementos libertados pelo mesmo)

 

Se o mesmo se tratava de um Calhau (que mesmo vindo de longe poderia passar por um de cá) ou se não seria uma Máquina (uma sonda tripulada e com vida ou apenas comandada ou então perdida).

 

Levando entre outros o SETI (depois de testes levados a cabo, sem resposta, nem sinais) a afirmar perentoriamente que não.

 

[“If Oumuamua had been on a collision course with Earth, we would have had no warning. It had already passed us when it was discovered on 19 Oct. The impact would have been a week earlier on 14 Oct, unleashing an explosive yield equivalent to about 30 megatons of TNT.” (theanalysis.net/25.12.2017)]

 

(imagens: nasa.gov e gigantesdomundo.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:48

29
Abr 18

[E a sua superfície, segundo a sonda ROSETTA]

 

I

 

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Lançada a 2 de Março de 2004 em direção ao cometa 67P/C-G (devido ao atraso da missão sendo uma segunda escolha com a original a ser o cometa 46P/Wirtanen),

 

‒ Na sua trajetória deslocando-se entre as órbitas de Marte (localizado a228 milhões de Km do Sol) e de Júpiter (localizado a 778,5 milhões de Km do Sol)

 

E na sua longa viagem espacial (até se inserir na órbita do cometa em 6 de Agosto de 2014) tendo por várias vezes orbitado o Sol (uma mão cheia), visitando alguns asteroides e ainda o planeta Marte (passando na proximidade destes),

 

‒ Hibernando no seu percurso (Terra/cometa) por um período de cerca de dois anos e meio, despertando de seguida (no início de 2014) e atingindo 67P/C-G a 6 de Março de 2014 ‒

 

A sonda ROSETTA transformou-se na execução e concretização da sua missão (da responsabilidade da ESA) no primeiro veículo espacial terrestre a atingir, acompanhar e aterrar num Mundo Alienígena neste caso (Pioneiro) um Cometa:

 

Não só orbitando-o e nele aterrando, mas lançando adicionalmente em direção da superfície deste uma outra sonda, também ela o atingindo ‒ a sonda PHILAE.

 

II

 

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Hoje com as duas sondas (Rosetta e Philae) tendo já cumprido a sua missão (apesar do sucedido com Philae) e com o cometa 67P/C-G (de período aproximado de 6,5 anos) na prossecução do cumprimento da sua órbita (em torno do Sol),

 

Circulando de momento (29 de Abril de 2018) e ultrapassado o seu último periélio (a 13 de Agosto de 2015 e a uns 186 milhões de Km) a uns 690 milhões de Km do Sol (próximo periélio em Novembro de 2021 em torno dos 63 milhões de Km)

 

Chegando-nos imagens captadas pela sonda ROSETTA da superfície do cometa, sobrevoando a curta-distancia o mesmo e já com PHILAE no terreno (num vídeo de cerca de vinte minutos).

 

Mostrando-nos através da divulgação de novas fotos a superfície de 67P/C-G,

 

Quando visitado há cerca de dois anos pela dupla (de sondas espaciais europeias) Rosetta e Philae

 

E a partir das mesmas (fotos) construindo uma curta sequência de imagens mostrando-nos o mesmo (cometa e sua superfície), envolto numa camada de poeira contrastando com um fundo escuro (o Espaço) repleto de pontos luminosos e cintilantes (as Estrelas).

 

III 

   

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Como se estivéssemos a ver um filme de ficção-cientifica (SCI-FI), com um cometa na sua trajetória orbital em volta do Sol,

 

‒ Perdendo material e libertando-o para o Espaço ‒

 

E conjuntamente com a interação entre material libertado (gelo e poeiras) e a ação dos raios solares e cósmicos,

 

Apresentando-nos,

 

‒ Deixando ao nosso usufruto e libertando a nossa Imaginação ‒

 

Um cenário (iluminado e electromagnetizado) exterior (por alienígena) de material flutuando no espaço e fazendo parte do cometa, vendo-se a superfície do mesmo, um penhasco de umas centenas de pés (3 pés cerca de 1 metro) e as anomalias provocadas na câmara (riscas brancas) pelo impacto dos raios cósmicos.

 

E se por um lado (negativo) estando por ali (no cometa) perdida a sonda Philae ‒ escondida num buraco, na sombra e não podendo mais (carregar) comunicar ‒ por outro lado (e bem positivo graças a Rosetta) com 67P/C-G contendo alguns dos ingredientes para a possível existência de Vida:

 

“Ingredients regarded as crucial for the origin of life on Earth have been discovered at the comet that ESA’s Rosetta spacecraft has been probing for almost two years. They include the amino acid glycine, which is commonly found in proteins, and phosphorus, a key component of DNA and cell membranes.”

(esa.int)

 

(imagens: cometa 67P/C-G ‒ agência Espacial Europeia/ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34

20
Dez 17

Para já com OUMUAMUA a limitar-se a ser um Calhau de origem Extrassolar (Natural apesar da sua forma pouco usual) e que por mero acaso passou pelo nosso Sistema (Solar) provavelmente com o Homem a nunca mais o voltar a ver (nas suas diversas e sucessivas gerações). Não havendo nenhuma indicação da presença de algum tipo de ser vivo alienígena no objeto interestelar para além da presença de algumas moléculas orgânicas (como o metano) formando as Tolinas (quando expostas a radiações ultravioletas).

 

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Com o alienígena Oumuamua a poder ser uma nave perdida no Espaço

 

Descoberto em Outubro (pelo telescópio Pan-STARRSA-1) e inicialmente designado como um cometa, posteriormente observado pelo Observatório Europeu (ESO) e dada a sua estranha forma sendo designado como um asteroide (alongado e com cerca de 400 metros de comprimento), o objeto Interestelar OUMUAMUA tal como a sua designação indica originário de uma outra estrela (que não o Sol) e de um outro Sistema (que não o Solar), despertou desde a sua primeira observação (anunciada a 19 de Outubro) a atenção de toda a Comunidade Científica (assim como de outros eruditos e leigos) dado ser o 1ºObjeto Extrassolar/Interestelar a ser registado pelo Homem a entrar no Domínio do SOL: introduzindo-se no interior do nosso Sistema Solar, fazendo a sua aproximação ao Sol e atingindo o seu periélio (relativamente a esta estrela e numa trajetória curva bem aberta) para de novo se começar a afastar (do Sol e da Terra) deslocando-se para as fronteiras do nosso Sistema Planetário, atravessando-a e finalmente alcançando o Outro Lado do Espaço ‒ nunca antes percorrido pelo Homem (exceto no que toca e de uma forma indireta às sondas automáticas PIONEER e VOYAGER) e segundo alguns (entre especialistas, curiosos e especuladores) deslocando-se para VEGA (a 25 anos-luz de distância) a estrela mais brilhante da constelação LIRA.

 

Esta semana de Dezembro (hoje dia 20) antecedendo o Natal e a Passagem de Ano (e com a observação de OUMUAMUA a ter-se iniciado já no fim de Novembro) com os responsáveis pela observação deste corpo celeste de origem INTERESTELAR a fornecerem-nos as primeiras informações sobre o mesmo (atualizando os dados já conhecidos sobre este estranho cometa ou asteroide), indicando-nos tratar-se certamente de um objeto de origem Natural (não produzido por algo/alguém logo não sendo artificial) e não transmitindo a partir do mesmo nenhum tipo de comunicações utilizando diferentes ondas (e frequências) de rádio ‒ e como tal (em princípio e não existindo dados Futuros apontando em sentido contrário) não envolvendo ET’S. Um objeto interestelar agora e de novo referenciado como um cometa (cometa → asteroide → cometa mas estranho), sob os efeitos da luz (visível) revelando uma tonalidade avermelhada e sob luz infravermelha um tom mais acinzentado (o expetável de ser detetado num cometa constituído por gelo e por poeiras e exposto à ação dos raios cósmicos) mas que sendo designado como um COMETA não deixa de ter um comportamento não habitual como aquando da sua recente aproximação ao Sol: não sendo visível aquando da sua passagem no periélio (relativamente ao Sol e concretizado no seu ponto de maior aproximação) nenhuma cauda no cometa nem sinais de sublimação. No caso de Oumuamua com o fenómeno a ser explicado através de uma maior e inesperada presença de material especialmente rico em carbono (a falta de cauda/de sublimação), dando-lhe uma tonalidade diferente para o avermelhado (segundo os especialistas uma das caraterísticas para objetos localizados para lá de Neptuno) e até nomeando os seus responsáveis: as TOLINAS.

 

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Telescópio de GREEN BANK associado à observação de Oumuamua

 

“Tolina é uma molécula formada pela ação de radiação ultravioleta solar em compostos orgânicos simples como metano e etano. Tolinas têm cor vermelha ou marrom e não são achadas naturalmente na Terra atual, mas são abundantes em corpos gelados no Sistema Solar externo, como Titã. Acredita-se também que elas são um dos precursores químicos da vida na Terra.” (wikipedia.org)

 

Assim de momento e em conclusão (passados estes primeiros dias de observação do objeto Interestelar Oumuamua) com os esforços da organização Breakthrough Listen a serem todos em vão, não conseguindo receber qualquer tipo de comunicações (via rádio) oriundas de Oumuamua: com as observações levadas a cabo pelo telescópio de Green Bank (e outros observatórios em colaboração) a não detetarem nenhum sinal mantendo-se o estatuto do objeto (sendo asteroide ou cometa) de origem Natural. Negando-se portanto a versão de ter origem artificial e até ligações a ET’s (porque será que nada dizem?) e de ser apenas um (simples) calhau viajando pelo Universo (local). Não deixando no entanto a sua passagem por cá e o seu estudo mais profundo de ser deveras interessante (e importante), podendo-se aprender com Oumuamua muito do nosso Universo (e da sua Evolução) e até do que poderá existir para lá da nossa Membrana (de limite imaginário e talvez de proteção real) ‒ As Fronteiras do Sistema Solar. Mas (por outro lado) desiludindo muitos, por mais uma facada na sua (já tão mal tratada) Esperança (mesmo que louca ou delirante): “Oumuamua might be a massive cylinder-shaped generation ship or some alien space probe sent to communicate with the whales! I guess first contact – and hence, proof we are NOT alone in the Universe – is something we’ll have to wait a little longer for.” (Mat Williams/universetoday.com)

 

(imagens: GETTY+NASA e GETTY em express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41

03
Dez 17

Em dois artigos publicados no Site Online UNIVERSE TODAY (universetoday.com), podemos assinalar a confirmação de que a sonda automática JUNO (orbitando o distante planeta JÚPITER) se encontra de momento onde deveria estar; e de que (neste ano de 2017) mais um cometa na sua rota de aproximação ao Sol passará nas vizinhanças do planeta Terra.

 

JUNO

 

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Sonda Juno acima do Polo Sul de Júpiter

 

No caso da sonda JUNO (uma missão da responsabilidade NASA) com os cientistas a tentarem obter uma explicação para as anomalias detetadas na mesma aquando da sua aproximação ao planeta (no cumprimento do seu trajeto orbital projetado), ao passar perto do Gigante Gasoso a alta velocidade: algo já anteriormente detetado pelas sondas PIONEER (10 e 11) aquando da sua passagem numa região do espaço situada entre o planeta Úrano e o Cinturão de Kuiper (numa viagem a caminho dos limites do Sistema Solar), com as mesmas deslocadas de onde deveriam estar em quase 400.000Km.

 

Com a sonda espacial norte-americana a ser de momento o único objeto (artificial) a estar presente nessa região do Sistema Solar assinalando a presença (mesmo que não presencial) dos Humanos (o seu natural criador) ‒ agora que a sonda Cassini se foi mergulhando no seu planeta vizinho (SATURNO) ‒ devido às enormes dimensões do planeta (o maior do nosso sistema planetário e dotado de um poderoso campo magnético) e à elevada velocidade de passagem da sonda (tão perto do mesmo), correndo sempre o risco de se poder deslocar do seu trajeto e de sofrer outras interferências promovidas pelo Poder Extremo de Júpiter (se comparado com a Terra).

 

Em conclusão e incluindo nos cálculos todos os desvios e situações (positivas e negativas) com os mesmos cientistas a concluírem que no final e de facto o plano se cumprira (e que o objetivo se atingira) ‒ com a sonda a estar, onde sempre fora pensado que estivesse: a 960 milhões de quilómetros da Terra, nas proximidades do planeta Júpiter, orbitando-o em perfeição e fazendo-o em segurança. Sendo natural que numa viagem de quase 1000 milhões de Km surja sempre uma anomalia (ou outro fenómeno qualquer) como algo de habitual, lógico (valor verdadeiro ou falso) e universal.

 

COMETA

 

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Cometa C/2017 T1 (Heinze) a 2 Dezembro 2017

 

No caso do cometa (descoberto este ano pelo astrónomo Aren Heinze) e já que estamos em Dezembro e a entrar na Época Natalícia (a famosa Estrela de Belém poderá ter sido um corpo celeste deste tipo) com C/2017 T1 a atingir no dia de Natal uma das pontas da sua trajetória elíptica (e atingindo o seu periélio mais tarde, a 21 de Fevereiro de 2018 e a 87 milhões de Km do Sol) passando (na ida) no seu ponto mais próximo da Terra a 4 de Janeiro de 2018 e a 33 milhões de Km de distância: apurando-se que caso o seu segundo encontro (vinda) se verificasse em Julho (e não apenas com a sua órbita/mas sem a presença da Terra em Abril, três meses antes) o cenário seria espetacular com o cometa HEINZE a passar a uns meros 2 milhões de Km da Terra.

 

Com o cometa Heinze (C/2017 T1) a atingir (a uma V=50Km/s) o seu brilho máximo (final de Dezembro) antes de atingir o seu periélio (final de Fevereiro), decrescendo ligeiramente de brilho até atingir o mesmo (periélio) e a partir do início de Março (e até finais de Setembro) diminuindo de intensidade e desaparecendo. Podendo-se sugerir que em condições semelhantes (às agora ocorridas com este cometa) mas de outra forma sendo distribuídas no Espaço e no Tempo (podendo significar como vimos antes, apenas uma diferença de meses, introduzindo cenários sequenciais mas diferentes) poderíamos estar (não este mês mas num outro mês qualquer) tal como há 2017 anos atrás a observar a passagem de um cometa (de um Asteroide, de um OVNI) e o nascimento de Jesus (de um Homem ou de um Alien) ‒ nem que fosse no Verão ou no Hemisfério Sul.

 

(imagens: nasa.gov e theskyline.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:49

07
Nov 17

“Though too small to earn the distinction of "planet", asteroids and comets loom large in literature and folklore. The reason is clear: one of the chunky rocks or icy mud balls will eventually slam into Earth and change the planet irreversibly. Such an impact 65 million years ago is widely believed to have killed off the dinosaurs.” (nationalgeographic.com)

 

Com a Terra a ser diariamente circundada por pequenos, médios e grandes objetos atravessando o Sistema Solar e fazendo a sua visita cerimonial e periódica ao Sol (ou não fosse a nossa estrela a principal referência deste Sistema Planetário), uma das principais preocupações induzidas pela sua passagem no caso (sempre possível) de interferirem com as condições atuais do nosso Ecossistema (Terrestre), reside no facto de se saber o que fazer quando chegar o dia em que se certificar (com toda a certeza) a concretização de um próximo impacto com o nosso planeta: sabendo nós o que sucedeu com os Dinossauros (a espécie então dominante, na atualidade podendo-se comparar ao Homem) quando um desses objetos colidiu com a Terra (há uns 60 milhões de anos) provocando um Evento Global ao Nível da Extinção ‒ e como tal extinguindo a Espécie Dominante os Dinossauros. E até com um menor impacto (mas servindo de aviso e de alerta para outras circunstâncias e consequências mais gravosas) com o recente caso do Meteoro de Cheliavinsk, um objeto com menos de 20 metros de diâmetro que ao entrar na atmosfera terrestre (sobre a Rússia, numa trajetória baixa e a mais de 100.000Km/h) acabou por explodir (e desintegrar-se a cerca de 30/50Km de altitude) originando uma violenta onda de choque atingindo o solo e provocando 1200 feridos e muitos danos material.

 

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Asteroide 2012 TC4 passando a cerca de 50.000Km da Terra

(a 12 de Outubro de 2017)

 

E com tantos objetos atravessando o Sistema Solar oriundos do seu Interior, das suas Periferias ou mesmo para lá das últimas e ainda não muito bem definidas Fronteiras (deste Sistema visto como uma Célula, integrando um Organismo Vivo e Eletromagnético), sendo natural a preocupação do Homem com o movimento destes Viajantes (muitos deles conhecidos outros surpreendendo), uns passando bem longe, outros a meio caminho e outros mais curiosos (os mais perigosos) dando a voltinha junto ao Sol e aproveitando para espreitar o Espaço em seu redor: por vezes sendo tal o interesse e a proximidade que o Choque é inevitável (dando-se aí o Impacto). Com as consequências de um tipo de impacto como o atrás referido (Terra/Objeto) a dependerem de diversos fatores, desde a dimensão do mesmo, à sua densidade, velocidade, ângulo de entrada e até local de impacto (no mar ou em terra, numa zona deserta ou habitada). Sendo os mais conhecidos (entre outros) as Estrelas Cadentes (que tantas vezes vemos nos céus limpos e noturnos de Verão), os Meteoros, os Asteroides e os Cometas. Hoje dia 5 de Novembro de 2017 estando prevista a passagem de mais 4 asteroides nas proximidades da Terra (passando entre 1.700.000Km/6.500.000Km do nosso planeta) já depois de um outro ter passado a cerca de 230.000Km (a 30 de Outubro) e de a 25 de Outubro termos sido visitados por um cometa. No dia 17 de Novembro estando ainda prevista a passagem de um maior asteroide (neste mês até essa data) o 444854, tendo mais de 300 metros de diâmetro e passando a 6.000.000Km da Terra.

 

E se quanto aos asteroides não se prevê que nos anos mais próximos nenhum deles venha a colidir com a Terra (pelo menos os de grande ou média dimensão mais facilmente detetáveis), existem algumas exceções que deveremos tomar sempre em consideração: sendo o caso dos objetos de mais pequenas dimensões ou daqueles que nos possam surpreender vindo do lado de lá do Sol (aí temporariamente escondidos) ‒ muitos deles sendo apenas detetados pouco tempo antes da sua passagem (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta), ou ainda pior no próprio momento, ou mesmo depois (existindo um impacto só tendo conhecimento no Momento). Algo que tem sucedido cada vez com maior frequência e que inevitavelmente levará os interessados a elaborarem (obrigatoriamente) outras estratégias de intervenção imediata e eficaz (que poderão ser para o Homem de sobrevivência). Quanto ao Cometa aproveitando para falar dele como um dos viajantes/visitantes induzindo ao Homem mais medo e mais receio (desde há muitos séculos no passado) ‒ e tal como os Asteroides sugerindo Apocalipses, Fins-do-Mundo e Extinção. No caso do Asteroide orientando a nossa atenção (do Homem) para os planos da NASA para nos proteger destes objetos (e à Terra) ‒ utilizando o asteroide 2012 TC4 ‒ e no caso do cometa aproveitando uma nova visita do cometa 96P.

 

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O cometa 96P na sua trajetória de aproximação em torno do Sol

(a 25 de Outubro de 2017)

 

No caso do asteroide 2012 TC4 (com um período orbital de 5,05 anos) um pequeno objeto de cerca de 15 metros de dimensão e tendo passado a 12 de Outubro deste ano a pouco mais de 50.000Km da Terra, com a NASA a utilizar o mesmo para testar a hipótese, perigo e possível impacto de um objeto similar (ou maior) com a Terra, de modo a utilizando tecnologia inovadora, diversificada e rapidamente acessível, tentar dar uma resposta imediata e eficaz à ocorrência de um Evento deste tipo, previsível de ocorrer num curto/médio prazo (de um mês, de um ano, de uma década, ou pouco mais). E tal como o mencionado no artigo da RT (Divert, intercept, destroy: 4 ways NASA plans to save us from Earth-bound asteroids/rt.com) procurando todas as soluções possíveis para evitar (decisivamente) a chegada do dia em que sucederemos aos Dinossauros ‒ hoje com o Homem a ter acesso a tecnologia nunca acessível aos nossos Antepassados: como o Raio Trator de Gravidade ou o Raio Laser, ou então com um Impacto Cinético ou então Nuclear.

 

Já no que concerne ao cometa 96P (descoberto há 31 anos pelo astrónomo amador Donald Machholz) sendo nestes últimos dias notícia (nos Meios Científicos Internacionais) dada a sua recente visita ao Sol (periélio a 27 de Outubro) num trajeto observado e registado pelas câmaras da missão SOHO (um observatório solar): no dia 25 de Outubro deste ano entrando no seu campo de observação (das câmaras SOHO), após o cumprimento por parte do cometa 96P de mais um trajeto orbital em torno do Sol, executado num período de tempo de 5,28 anos por um calhau (com núcleo, cabeleira e cauda) com uma dimensão estimada de quase 6,5Km ‒ pela sua composição muito previsível e originalmente oriundo do Espaço Extrassolar (e posteriormente cumprindo um trajeto orbital em torno do Sol, apresentando como periélio um ponto no interior da órbita de Mercúrio e como afélio um ponto exterior à orbita de Júpiter). Depois da última passagem de 96P em 2012, repetindo-se o acontecimento em 2017 e correndo tudo como de costume reaparecendo em 2022 ‒ ou não fosse um dos cometas mais observado até pela sua menor distância (alcançada no seu periélio com uns 18,5 milhões de Km) ao Sol e obviamente à Terra. E entre Asteroides e Cometas e outros Viajantes do Espaço (incluindo neles a Terra) tendo que estar sempre atento (mais vale prevenir do que remediar) até para uma possível Visita (de um Objeto ou de um Sujeito), Invasão ou Redireccionamento (tal como aqui já acontece).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:27

12
Out 17

(E de novo obrigatórias)

É que o Homem fica em casa

(certamente para morrer e deixar de existir)

 

“O problema da Humanidade não reside na sua falta de interesse, de ambição e de sentido de sobrevivência (dos mais de 7,5 biliões de seres vivos e racionais), mas na Ameaça crescente e cada vez mais Presente (vendo-se os Média chegando a ser Asfixiante) daqueles que nos manipulam, pensando salvaguardar-se (e eternizar-se) e com isso controlar-se ‒ e controlando a manada seguindo obedientemente o seu Chefe (mantendo virtualmente o equilíbrio entre a base e o topo). Só que os pais que cerceiam os filhos (na sua visão e desejos), mais cedo ou mais tarde sofrerão as consequências: com o fim a ser certo para ambos.”

 

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PIA 21968 ‒ Alvo Júpiter

O planeta JÚPITER e as suas luas IO/mais perto e EUROPA/mais afastada

(observadas pela sonda automática Juno)

[Com o aspeto negativo ‒ a continuar a ser ‒ a má resolução do registo

(para mim incompreensível)]

 

Agora que o nosso alcance visual utilizando sistemas adicionais (presenciais ou não) associados ao nosso órgão de visão foi encurtado (recentemente) de uns 650 milhões de Km (antes de 15 de Setembro com uma presença local/sonda automática e outra à distância/telescópio Hubble), vemo-nos agora constrangidos a na melhor das hipóteses e tomando como referência (ponto central) o Sol, a limitarmo-nos à região do Espaço envolvendo o planeta Júpiter e os seus satélites ‒ deixando de novo e para mais tarde (tal como se fez há quase 50 anos com o programa Apollo e a exploração da Lua, abandonando-se sem qualquer tipo de explicação credível o nosso tão próximo satélite) a exploração mais profunda da região mais afastada do nosso Sistema Planetário (o Sistema Solar composto por oito planetas, respetivas luas, asteroides, cometas e outros objetos): destruída a sonda CASSINI sob o pretexto da preservação dos Novos Mundos rodeando SATURNO (mundos a ele associado como o serão algumas das suas luas ‒ locais prometedores para a existência de água e de algum tipo ou forma de vida orgânica mesmo que simples ou primitiva) deixando o Homem de estar presente para lá do GIGANTE GASOSO (presença direta ou por interposto agente), limitando-se no presente a sua ação aos Planetas Interiores (com Marte em grande destaque) e mais além (a exceção ainda ativa mas para já sem alternativas futuras) ao planeta-anão PLUTÃO e a outros objetos localizados no Cinturão de KUIPER (com as sondas automáticas NEW HORIZONS/Plutão e Cinturão de Kuiper e DAWN/Vesta e Ceres). Não esquecendo a sonda ROSETTA (e a sua visita ao asteroide 67P/C-G) e agora (claro) a sonda automática JUNO: deixando para o fim as sondas já perto dos limites do Sistema (Solar) ou tendo-o mesmo ultrapassado - a VOYAGER 1 e a VOYAGER 2.

 

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A lua (de Júpiter) IO

 

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A lua (de Júpiter) EUROPA

 

IO: Entre as mais de 60 luas do Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (JÚPITER o Planeta Exterior mais próximo do Sol) uma das maiores luas do planeta, neste registo de 1 de Setembro de 2017 obtido pela sonda JUNO, quando a mesma (sonda) se encontrava a cerca de 27.500Km da camada superior de nuvens envolvendo o planeta gigante Júpiter (diâmetro Júpiter = 11,2 X diâmetro Terra).Uma lua jovem, vulcanicamente ativa e rica em enxofre (que lhe dá o colorido) e apesar da sua atmosfera agressiva podendo comportar Água e até mesmo Vida. Na altura a 480.000Km de Júpiter.

 

E assim tendo por perto a ISS, em órbita a uns 400Km da Terra e sendo o único voo tripulado (desde o abandono do projeto APOLLO), no presente já sem a presença dos Vaivém tripulados (agora descontinuados mas no entanto ainda presentes com naves semelhantes mas na esfera militar), nem missões a curto-prazo incluindo na mesma tripulação (para já com destino/objetivos traçados ‒ mas sem meios eficazes para o concretizar sejam públicos/SPACE X ou privados/NASA), restando unicamente ao Homem esperar por uma nova oportunidade (proporcionada pelo mesmo Homem) de um dia retornar à Lua (apenas a 481.400Km, a poucos dias de viagem e possibilitando transporte de carga) aí instalar uma base (à superfície e/ou em órbita da Lua) e daí catapultar-se para viagens mais longas (e frutuosas) e até interplanetárias: com a primeira viagem já projetada por públicos e privados a apontar para os finais da década de 20 (talvez lá para 2030) tendo MARTE como alvo mas mais longe o seu objetivo (final) ‒ sem dúvida encontrando-o nas luas de Júpiter (com a sonda Juno por perto) e de Saturno (sem ninguém nas redondezas após o suicídio da sonda Cassini) os mais prováveis locais aí se podendo descobrir água e até vida orgânica. Mas fechados como estamos no nosso Suicídio Interno, pouco tempo restando para a sobrevivência da Espécie (Homem): convencendo-nos definitivamente e sem recuo possível que a sobrevivência da mesma (da nossa espécie ou seja dos 7,5 biliões de humanos) terá sempre que passar (por muito que ela nos custe) pelo abandono do Lar (a nossa área de conforto) partindo à Descoberta (e Conquista) rumo ao desconhecido (mas onde se encontra o nosso Futuro). Perguntando-me MAIS UMA VEZ (e todas as que forem possíveis) ‒ sobretudo para aqueles que a partir de uma TV a preto-e-branco, com o seu enorme e caraterístico cinescópio (tornando-as enormes e rabudas) e emitindo para uma minoria durante horas seguidas e de noite ‒ como foi possível tal Barbaridade de após lá chegar, abandonar e esquecer (a LUA ali tão perto e face às despesas de Guerra comparativamente tão barata): deixando todos aqueles que no início dos anos 70 perspetivavam o surgimento a muito curto-prazo de um Novo Mundo na Terra e para os terrestres (com uma Esperança enorme derivada do desenvolvimento científico e tecnológico que já aí se constatava) ‒ na altura (suponham) com 18 anos hoje já com 65 ‒ cair numa tristeza absoluta (e para muitos inadmissível por inacreditável, pondo em causa a sobrevivência da Espécie) ao ver uma geração a passar como se nunca tivesse existido.

 

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Os diferentes fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9

Originalmente oriundos de um cometa com cerca de 2Km de diâmetro, talvez capturado por Júpiter uns 20/30 anos antes (da colisão) e acabando por fragmentar-se devido à poderosa força gravitacional (de atração) exercida pelo planeta

 

EUROPA: Outra das maiores entre as mais de 60 luas orbitando o planeta Júpiter (em dimensão com Ganimedes à cabeça), um pouco menor do que IO e registada nesta imagem a cerca de 730.000Km do planeta. Tendo uma massa ligeiramente inferior a IO e um maior raio orbital (mais afastada) ‒ e com um período duplo do de IO. Tal como IO, CAÇISTO e GANIMEDES, podendo albergar água e porque não Vida: “Suspeita-se que a vida extraterrestre possa existir no oceano por baixo do gelo, talvez subsistindo como os seres vivos que vivem em condições semelhantes na Terra, já que Europa tem elementos essenciais para a vida como a conhecemos: água, calor e compostos orgânicos. Ou seja, em respiradouros hidrotermais como no fundo dos oceanos ou como no Lago Vostok da Antártida.” (wikipedia.org)

 

Nesse sentido sendo crescente e desesperante o nosso (de Todos) constante grito de revolta e de raiva para com esta situação/contradição (agora tão perto do fim do ciclo de passagem duma geração completamente perdida uma monstruosidade no Mundo do Crime), ao ver tudo a Transformar-se (sem interrupção e à nossa volta), o Mundo a evoluir (com a Terra a abrir-se ao Espaço) e o Tempo a correr (com o Sistema Solar na sua meia-idade) e apesar disso e de tudo o aprendido/apreendido (percecionado e sentido), mantendo-nos indiferentes e completamente estáticos, ficando simplesmente à espera que alguém nos imponha o Segredo (do Movimento) para a nossa Ressureição e Partida (à procura de novos territórios) fazendo como o feito e iniciado há cerca de 600 anos: entre o Século XV e o início de XVII com o Homem a fazer as suas grandes viagens marítimas (verdadeiras epopeias) tendo nos Portugueses e no Atlântico duas das suas grandes referências ‒ partindo à Aventura e à Descoberta de Novos Mundos (e sua Conquista) sabendo de antemão todos os riscos a correr (podendo-se mesmo morrer) e no entanto a insistir sabendo ser inevitável se não quiser desaparecer. Como todos nós sabemos com a única diferença entre um ser vivo e outro morto (fisicamente) a ser bem visível e palpável (nem lhe sentindo a Alma e no entanto não significando a sua não existência mas uma mais que provável Passagem ‒ para outro nível) através de um único detalhe: um mexendo-se outro não.

 

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JÚPITER/SATURNO: Sendo a Terra um caso particular no conjunto que integra (um conjunto virtualmente fechado por nós denominado como Sistema Solar e estendendo-se por umas 10 000 AU tendo o Sol como referência e a Nuvem de Oort como limite) ‒ ou não fosse ela o único objeto solar comportando Vida (Inteligente) no seu interior ‒ tornando-se natural que para a proteção e segurança desse conjunto e das suas mais preciosas particularidades (Atmosfera, Água e Vida, estando tudo interligado) o mesmo se defenda das Ameaças (oriundas do Exterior) criando medidas de autoproteção eficazes e permanentes: e tal como o centro do ovo é protegido por diferentes camadas sobrepostas (umas sobre as outras) terminando finalmente na casca (o invólucro final contendo o nosso conjunto), numa muita maior escala e usando o mesmo raciocínio (as coisas são mais simples do que se pensa) o mesmo se aplicará ao Sistema (Solar), aos componentes e mecanismos. Pelo que a presença dos Planetas Exteriores para lá da Cintura de Asteroides (principal e objetivamente Júpiter e Saturno pela sua enorme Massa e Dimensão) poderá para além do mais ter uma Função Vital de Proteção (para o Sistema/Terra/Vida): “Without Jupiter and Saturn orbiting out past Earth, life may not have been able to gain a foothold on our planet. The two gas giants likely helped stabilize the solar system, protecting Earth and the other interior, rocky planets from frequent run-ins with big, fast-moving objects. In other words, giant planets appear to have a giant impact on giant impacts.” (space.com)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:40

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