Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Abr 18

[E a sua superfície, segundo a sonda ROSETTA]

 

I

 

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Lançada a 2 de Março de 2004 em direção ao cometa 67P/C-G (devido ao atraso da missão sendo uma segunda escolha com a original a ser o cometa 46P/Wirtanen),

 

‒ Na sua trajetória deslocando-se entre as órbitas de Marte (localizado a228 milhões de Km do Sol) e de Júpiter (localizado a 778,5 milhões de Km do Sol)

 

E na sua longa viagem espacial (até se inserir na órbita do cometa em 6 de Agosto de 2014) tendo por várias vezes orbitado o Sol (uma mão cheia), visitando alguns asteroides e ainda o planeta Marte (passando na proximidade destes),

 

‒ Hibernando no seu percurso (Terra/cometa) por um período de cerca de dois anos e meio, despertando de seguida (no início de 2014) e atingindo 67P/C-G a 6 de Março de 2014 ‒

 

A sonda ROSETTA transformou-se na execução e concretização da sua missão (da responsabilidade da ESA) no primeiro veículo espacial terrestre a atingir, acompanhar e aterrar num Mundo Alienígena neste caso (Pioneiro) um Cometa:

 

Não só orbitando-o e nele aterrando, mas lançando adicionalmente em direção da superfície deste uma outra sonda, também ela o atingindo ‒ a sonda PHILAE.

 

II

 

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Hoje com as duas sondas (Rosetta e Philae) tendo já cumprido a sua missão (apesar do sucedido com Philae) e com o cometa 67P/C-G (de período aproximado de 6,5 anos) na prossecução do cumprimento da sua órbita (em torno do Sol),

 

Circulando de momento (29 de Abril de 2018) e ultrapassado o seu último periélio (a 13 de Agosto de 2015 e a uns 186 milhões de Km) a uns 690 milhões de Km do Sol (próximo periélio em Novembro de 2021 em torno dos 63 milhões de Km)

 

Chegando-nos imagens captadas pela sonda ROSETTA da superfície do cometa, sobrevoando a curta-distancia o mesmo e já com PHILAE no terreno (num vídeo de cerca de vinte minutos).

 

Mostrando-nos através da divulgação de novas fotos a superfície de 67P/C-G,

 

Quando visitado há cerca de dois anos pela dupla (de sondas espaciais europeias) Rosetta e Philae

 

E a partir das mesmas (fotos) construindo uma curta sequência de imagens mostrando-nos o mesmo (cometa e sua superfície), envolto numa camada de poeira contrastando com um fundo escuro (o Espaço) repleto de pontos luminosos e cintilantes (as Estrelas).

 

III 

   

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Como se estivéssemos a ver um filme de ficção-cientifica (SCI-FI), com um cometa na sua trajetória orbital em volta do Sol,

 

‒ Perdendo material e libertando-o para o Espaço ‒

 

E conjuntamente com a interação entre material libertado (gelo e poeiras) e a ação dos raios solares e cósmicos,

 

Apresentando-nos,

 

‒ Deixando ao nosso usufruto e libertando a nossa Imaginação ‒

 

Um cenário (iluminado e electromagnetizado) exterior (por alienígena) de material flutuando no espaço e fazendo parte do cometa, vendo-se a superfície do mesmo, um penhasco de umas centenas de pés (3 pés cerca de 1 metro) e as anomalias provocadas na câmara (riscas brancas) pelo impacto dos raios cósmicos.

 

E se por um lado (negativo) estando por ali (no cometa) perdida a sonda Philae ‒ escondida num buraco, na sombra e não podendo mais (carregar) comunicar ‒ por outro lado (e bem positivo graças a Rosetta) com 67P/C-G contendo alguns dos ingredientes para a possível existência de Vida:

 

“Ingredients regarded as crucial for the origin of life on Earth have been discovered at the comet that ESA’s Rosetta spacecraft has been probing for almost two years. They include the amino acid glycine, which is commonly found in proteins, and phosphorus, a key component of DNA and cell membranes.”

(esa.int)

 

(imagens: cometa 67P/C-G ‒ agência Espacial Europeia/ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34

20
Dez 17

Para já com OUMUAMUA a limitar-se a ser um Calhau de origem Extrassolar (Natural apesar da sua forma pouco usual) e que por mero acaso passou pelo nosso Sistema (Solar) provavelmente com o Homem a nunca mais o voltar a ver (nas suas diversas e sucessivas gerações). Não havendo nenhuma indicação da presença de algum tipo de ser vivo alienígena no objeto interestelar para além da presença de algumas moléculas orgânicas (como o metano) formando as Tolinas (quando expostas a radiações ultravioletas).

 

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Com o alienígena Oumuamua a poder ser uma nave perdida no Espaço

 

Descoberto em Outubro (pelo telescópio Pan-STARRSA-1) e inicialmente designado como um cometa, posteriormente observado pelo Observatório Europeu (ESO) e dada a sua estranha forma sendo designado como um asteroide (alongado e com cerca de 400 metros de comprimento), o objeto Interestelar OUMUAMUA tal como a sua designação indica originário de uma outra estrela (que não o Sol) e de um outro Sistema (que não o Solar), despertou desde a sua primeira observação (anunciada a 19 de Outubro) a atenção de toda a Comunidade Científica (assim como de outros eruditos e leigos) dado ser o 1ºObjeto Extrassolar/Interestelar a ser registado pelo Homem a entrar no Domínio do SOL: introduzindo-se no interior do nosso Sistema Solar, fazendo a sua aproximação ao Sol e atingindo o seu periélio (relativamente a esta estrela e numa trajetória curva bem aberta) para de novo se começar a afastar (do Sol e da Terra) deslocando-se para as fronteiras do nosso Sistema Planetário, atravessando-a e finalmente alcançando o Outro Lado do Espaço ‒ nunca antes percorrido pelo Homem (exceto no que toca e de uma forma indireta às sondas automáticas PIONEER e VOYAGER) e segundo alguns (entre especialistas, curiosos e especuladores) deslocando-se para VEGA (a 25 anos-luz de distância) a estrela mais brilhante da constelação LIRA.

 

Esta semana de Dezembro (hoje dia 20) antecedendo o Natal e a Passagem de Ano (e com a observação de OUMUAMUA a ter-se iniciado já no fim de Novembro) com os responsáveis pela observação deste corpo celeste de origem INTERESTELAR a fornecerem-nos as primeiras informações sobre o mesmo (atualizando os dados já conhecidos sobre este estranho cometa ou asteroide), indicando-nos tratar-se certamente de um objeto de origem Natural (não produzido por algo/alguém logo não sendo artificial) e não transmitindo a partir do mesmo nenhum tipo de comunicações utilizando diferentes ondas (e frequências) de rádio ‒ e como tal (em princípio e não existindo dados Futuros apontando em sentido contrário) não envolvendo ET’S. Um objeto interestelar agora e de novo referenciado como um cometa (cometa → asteroide → cometa mas estranho), sob os efeitos da luz (visível) revelando uma tonalidade avermelhada e sob luz infravermelha um tom mais acinzentado (o expetável de ser detetado num cometa constituído por gelo e por poeiras e exposto à ação dos raios cósmicos) mas que sendo designado como um COMETA não deixa de ter um comportamento não habitual como aquando da sua recente aproximação ao Sol: não sendo visível aquando da sua passagem no periélio (relativamente ao Sol e concretizado no seu ponto de maior aproximação) nenhuma cauda no cometa nem sinais de sublimação. No caso de Oumuamua com o fenómeno a ser explicado através de uma maior e inesperada presença de material especialmente rico em carbono (a falta de cauda/de sublimação), dando-lhe uma tonalidade diferente para o avermelhado (segundo os especialistas uma das caraterísticas para objetos localizados para lá de Neptuno) e até nomeando os seus responsáveis: as TOLINAS.

 

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Telescópio de GREEN BANK associado à observação de Oumuamua

 

“Tolina é uma molécula formada pela ação de radiação ultravioleta solar em compostos orgânicos simples como metano e etano. Tolinas têm cor vermelha ou marrom e não são achadas naturalmente na Terra atual, mas são abundantes em corpos gelados no Sistema Solar externo, como Titã. Acredita-se também que elas são um dos precursores químicos da vida na Terra.” (wikipedia.org)

 

Assim de momento e em conclusão (passados estes primeiros dias de observação do objeto Interestelar Oumuamua) com os esforços da organização Breakthrough Listen a serem todos em vão, não conseguindo receber qualquer tipo de comunicações (via rádio) oriundas de Oumuamua: com as observações levadas a cabo pelo telescópio de Green Bank (e outros observatórios em colaboração) a não detetarem nenhum sinal mantendo-se o estatuto do objeto (sendo asteroide ou cometa) de origem Natural. Negando-se portanto a versão de ter origem artificial e até ligações a ET’s (porque será que nada dizem?) e de ser apenas um (simples) calhau viajando pelo Universo (local). Não deixando no entanto a sua passagem por cá e o seu estudo mais profundo de ser deveras interessante (e importante), podendo-se aprender com Oumuamua muito do nosso Universo (e da sua Evolução) e até do que poderá existir para lá da nossa Membrana (de limite imaginário e talvez de proteção real) ‒ As Fronteiras do Sistema Solar. Mas (por outro lado) desiludindo muitos, por mais uma facada na sua (já tão mal tratada) Esperança (mesmo que louca ou delirante): “Oumuamua might be a massive cylinder-shaped generation ship or some alien space probe sent to communicate with the whales! I guess first contact – and hence, proof we are NOT alone in the Universe – is something we’ll have to wait a little longer for.” (Mat Williams/universetoday.com)

 

(imagens: GETTY+NASA e GETTY em express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41

03
Dez 17

Em dois artigos publicados no Site Online UNIVERSE TODAY (universetoday.com), podemos assinalar a confirmação de que a sonda automática JUNO (orbitando o distante planeta JÚPITER) se encontra de momento onde deveria estar; e de que (neste ano de 2017) mais um cometa na sua rota de aproximação ao Sol passará nas vizinhanças do planeta Terra.

 

JUNO

 

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Sonda Juno acima do Polo Sul de Júpiter

 

No caso da sonda JUNO (uma missão da responsabilidade NASA) com os cientistas a tentarem obter uma explicação para as anomalias detetadas na mesma aquando da sua aproximação ao planeta (no cumprimento do seu trajeto orbital projetado), ao passar perto do Gigante Gasoso a alta velocidade: algo já anteriormente detetado pelas sondas PIONEER (10 e 11) aquando da sua passagem numa região do espaço situada entre o planeta Úrano e o Cinturão de Kuiper (numa viagem a caminho dos limites do Sistema Solar), com as mesmas deslocadas de onde deveriam estar em quase 400.000Km.

 

Com a sonda espacial norte-americana a ser de momento o único objeto (artificial) a estar presente nessa região do Sistema Solar assinalando a presença (mesmo que não presencial) dos Humanos (o seu natural criador) ‒ agora que a sonda Cassini se foi mergulhando no seu planeta vizinho (SATURNO) ‒ devido às enormes dimensões do planeta (o maior do nosso sistema planetário e dotado de um poderoso campo magnético) e à elevada velocidade de passagem da sonda (tão perto do mesmo), correndo sempre o risco de se poder deslocar do seu trajeto e de sofrer outras interferências promovidas pelo Poder Extremo de Júpiter (se comparado com a Terra).

 

Em conclusão e incluindo nos cálculos todos os desvios e situações (positivas e negativas) com os mesmos cientistas a concluírem que no final e de facto o plano se cumprira (e que o objetivo se atingira) ‒ com a sonda a estar, onde sempre fora pensado que estivesse: a 960 milhões de quilómetros da Terra, nas proximidades do planeta Júpiter, orbitando-o em perfeição e fazendo-o em segurança. Sendo natural que numa viagem de quase 1000 milhões de Km surja sempre uma anomalia (ou outro fenómeno qualquer) como algo de habitual, lógico (valor verdadeiro ou falso) e universal.

 

COMETA

 

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Cometa C/2017 T1 (Heinze) a 2 Dezembro 2017

 

No caso do cometa (descoberto este ano pelo astrónomo Aren Heinze) e já que estamos em Dezembro e a entrar na Época Natalícia (a famosa Estrela de Belém poderá ter sido um corpo celeste deste tipo) com C/2017 T1 a atingir no dia de Natal uma das pontas da sua trajetória elíptica (e atingindo o seu periélio mais tarde, a 21 de Fevereiro de 2018 e a 87 milhões de Km do Sol) passando (na ida) no seu ponto mais próximo da Terra a 4 de Janeiro de 2018 e a 33 milhões de Km de distância: apurando-se que caso o seu segundo encontro (vinda) se verificasse em Julho (e não apenas com a sua órbita/mas sem a presença da Terra em Abril, três meses antes) o cenário seria espetacular com o cometa HEINZE a passar a uns meros 2 milhões de Km da Terra.

 

Com o cometa Heinze (C/2017 T1) a atingir (a uma V=50Km/s) o seu brilho máximo (final de Dezembro) antes de atingir o seu periélio (final de Fevereiro), decrescendo ligeiramente de brilho até atingir o mesmo (periélio) e a partir do início de Março (e até finais de Setembro) diminuindo de intensidade e desaparecendo. Podendo-se sugerir que em condições semelhantes (às agora ocorridas com este cometa) mas de outra forma sendo distribuídas no Espaço e no Tempo (podendo significar como vimos antes, apenas uma diferença de meses, introduzindo cenários sequenciais mas diferentes) poderíamos estar (não este mês mas num outro mês qualquer) tal como há 2017 anos atrás a observar a passagem de um cometa (de um Asteroide, de um OVNI) e o nascimento de Jesus (de um Homem ou de um Alien) ‒ nem que fosse no Verão ou no Hemisfério Sul.

 

(imagens: nasa.gov e theskyline.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:49

07
Nov 17

“Though too small to earn the distinction of "planet", asteroids and comets loom large in literature and folklore. The reason is clear: one of the chunky rocks or icy mud balls will eventually slam into Earth and change the planet irreversibly. Such an impact 65 million years ago is widely believed to have killed off the dinosaurs.” (nationalgeographic.com)

 

Com a Terra a ser diariamente circundada por pequenos, médios e grandes objetos atravessando o Sistema Solar e fazendo a sua visita cerimonial e periódica ao Sol (ou não fosse a nossa estrela a principal referência deste Sistema Planetário), uma das principais preocupações induzidas pela sua passagem no caso (sempre possível) de interferirem com as condições atuais do nosso Ecossistema (Terrestre), reside no facto de se saber o que fazer quando chegar o dia em que se certificar (com toda a certeza) a concretização de um próximo impacto com o nosso planeta: sabendo nós o que sucedeu com os Dinossauros (a espécie então dominante, na atualidade podendo-se comparar ao Homem) quando um desses objetos colidiu com a Terra (há uns 60 milhões de anos) provocando um Evento Global ao Nível da Extinção ‒ e como tal extinguindo a Espécie Dominante os Dinossauros. E até com um menor impacto (mas servindo de aviso e de alerta para outras circunstâncias e consequências mais gravosas) com o recente caso do Meteoro de Cheliavinsk, um objeto com menos de 20 metros de diâmetro que ao entrar na atmosfera terrestre (sobre a Rússia, numa trajetória baixa e a mais de 100.000Km/h) acabou por explodir (e desintegrar-se a cerca de 30/50Km de altitude) originando uma violenta onda de choque atingindo o solo e provocando 1200 feridos e muitos danos material.

 

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Asteroide 2012 TC4 passando a cerca de 50.000Km da Terra

(a 12 de Outubro de 2017)

 

E com tantos objetos atravessando o Sistema Solar oriundos do seu Interior, das suas Periferias ou mesmo para lá das últimas e ainda não muito bem definidas Fronteiras (deste Sistema visto como uma Célula, integrando um Organismo Vivo e Eletromagnético), sendo natural a preocupação do Homem com o movimento destes Viajantes (muitos deles conhecidos outros surpreendendo), uns passando bem longe, outros a meio caminho e outros mais curiosos (os mais perigosos) dando a voltinha junto ao Sol e aproveitando para espreitar o Espaço em seu redor: por vezes sendo tal o interesse e a proximidade que o Choque é inevitável (dando-se aí o Impacto). Com as consequências de um tipo de impacto como o atrás referido (Terra/Objeto) a dependerem de diversos fatores, desde a dimensão do mesmo, à sua densidade, velocidade, ângulo de entrada e até local de impacto (no mar ou em terra, numa zona deserta ou habitada). Sendo os mais conhecidos (entre outros) as Estrelas Cadentes (que tantas vezes vemos nos céus limpos e noturnos de Verão), os Meteoros, os Asteroides e os Cometas. Hoje dia 5 de Novembro de 2017 estando prevista a passagem de mais 4 asteroides nas proximidades da Terra (passando entre 1.700.000Km/6.500.000Km do nosso planeta) já depois de um outro ter passado a cerca de 230.000Km (a 30 de Outubro) e de a 25 de Outubro termos sido visitados por um cometa. No dia 17 de Novembro estando ainda prevista a passagem de um maior asteroide (neste mês até essa data) o 444854, tendo mais de 300 metros de diâmetro e passando a 6.000.000Km da Terra.

 

E se quanto aos asteroides não se prevê que nos anos mais próximos nenhum deles venha a colidir com a Terra (pelo menos os de grande ou média dimensão mais facilmente detetáveis), existem algumas exceções que deveremos tomar sempre em consideração: sendo o caso dos objetos de mais pequenas dimensões ou daqueles que nos possam surpreender vindo do lado de lá do Sol (aí temporariamente escondidos) ‒ muitos deles sendo apenas detetados pouco tempo antes da sua passagem (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta), ou ainda pior no próprio momento, ou mesmo depois (existindo um impacto só tendo conhecimento no Momento). Algo que tem sucedido cada vez com maior frequência e que inevitavelmente levará os interessados a elaborarem (obrigatoriamente) outras estratégias de intervenção imediata e eficaz (que poderão ser para o Homem de sobrevivência). Quanto ao Cometa aproveitando para falar dele como um dos viajantes/visitantes induzindo ao Homem mais medo e mais receio (desde há muitos séculos no passado) ‒ e tal como os Asteroides sugerindo Apocalipses, Fins-do-Mundo e Extinção. No caso do Asteroide orientando a nossa atenção (do Homem) para os planos da NASA para nos proteger destes objetos (e à Terra) ‒ utilizando o asteroide 2012 TC4 ‒ e no caso do cometa aproveitando uma nova visita do cometa 96P.

 

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O cometa 96P na sua trajetória de aproximação em torno do Sol

(a 25 de Outubro de 2017)

 

No caso do asteroide 2012 TC4 (com um período orbital de 5,05 anos) um pequeno objeto de cerca de 15 metros de dimensão e tendo passado a 12 de Outubro deste ano a pouco mais de 50.000Km da Terra, com a NASA a utilizar o mesmo para testar a hipótese, perigo e possível impacto de um objeto similar (ou maior) com a Terra, de modo a utilizando tecnologia inovadora, diversificada e rapidamente acessível, tentar dar uma resposta imediata e eficaz à ocorrência de um Evento deste tipo, previsível de ocorrer num curto/médio prazo (de um mês, de um ano, de uma década, ou pouco mais). E tal como o mencionado no artigo da RT (Divert, intercept, destroy: 4 ways NASA plans to save us from Earth-bound asteroids/rt.com) procurando todas as soluções possíveis para evitar (decisivamente) a chegada do dia em que sucederemos aos Dinossauros ‒ hoje com o Homem a ter acesso a tecnologia nunca acessível aos nossos Antepassados: como o Raio Trator de Gravidade ou o Raio Laser, ou então com um Impacto Cinético ou então Nuclear.

 

Já no que concerne ao cometa 96P (descoberto há 31 anos pelo astrónomo amador Donald Machholz) sendo nestes últimos dias notícia (nos Meios Científicos Internacionais) dada a sua recente visita ao Sol (periélio a 27 de Outubro) num trajeto observado e registado pelas câmaras da missão SOHO (um observatório solar): no dia 25 de Outubro deste ano entrando no seu campo de observação (das câmaras SOHO), após o cumprimento por parte do cometa 96P de mais um trajeto orbital em torno do Sol, executado num período de tempo de 5,28 anos por um calhau (com núcleo, cabeleira e cauda) com uma dimensão estimada de quase 6,5Km ‒ pela sua composição muito previsível e originalmente oriundo do Espaço Extrassolar (e posteriormente cumprindo um trajeto orbital em torno do Sol, apresentando como periélio um ponto no interior da órbita de Mercúrio e como afélio um ponto exterior à orbita de Júpiter). Depois da última passagem de 96P em 2012, repetindo-se o acontecimento em 2017 e correndo tudo como de costume reaparecendo em 2022 ‒ ou não fosse um dos cometas mais observado até pela sua menor distância (alcançada no seu periélio com uns 18,5 milhões de Km) ao Sol e obviamente à Terra. E entre Asteroides e Cometas e outros Viajantes do Espaço (incluindo neles a Terra) tendo que estar sempre atento (mais vale prevenir do que remediar) até para uma possível Visita (de um Objeto ou de um Sujeito), Invasão ou Redireccionamento (tal como aqui já acontece).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:27

12
Out 17

(E de novo obrigatórias)

É que o Homem fica em casa

(certamente para morrer e deixar de existir)

 

“O problema da Humanidade não reside na sua falta de interesse, de ambição e de sentido de sobrevivência (dos mais de 7,5 biliões de seres vivos e racionais), mas na Ameaça crescente e cada vez mais Presente (vendo-se os Média chegando a ser Asfixiante) daqueles que nos manipulam, pensando salvaguardar-se (e eternizar-se) e com isso controlar-se ‒ e controlando a manada seguindo obedientemente o seu Chefe (mantendo virtualmente o equilíbrio entre a base e o topo). Só que os pais que cerceiam os filhos (na sua visão e desejos), mais cedo ou mais tarde sofrerão as consequências: com o fim a ser certo para ambos.”

 

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PIA 21968 ‒ Alvo Júpiter

O planeta JÚPITER e as suas luas IO/mais perto e EUROPA/mais afastada

(observadas pela sonda automática Juno)

[Com o aspeto negativo ‒ a continuar a ser ‒ a má resolução do registo

(para mim incompreensível)]

 

Agora que o nosso alcance visual utilizando sistemas adicionais (presenciais ou não) associados ao nosso órgão de visão foi encurtado (recentemente) de uns 650 milhões de Km (antes de 15 de Setembro com uma presença local/sonda automática e outra à distância/telescópio Hubble), vemo-nos agora constrangidos a na melhor das hipóteses e tomando como referência (ponto central) o Sol, a limitarmo-nos à região do Espaço envolvendo o planeta Júpiter e os seus satélites ‒ deixando de novo e para mais tarde (tal como se fez há quase 50 anos com o programa Apollo e a exploração da Lua, abandonando-se sem qualquer tipo de explicação credível o nosso tão próximo satélite) a exploração mais profunda da região mais afastada do nosso Sistema Planetário (o Sistema Solar composto por oito planetas, respetivas luas, asteroides, cometas e outros objetos): destruída a sonda CASSINI sob o pretexto da preservação dos Novos Mundos rodeando SATURNO (mundos a ele associado como o serão algumas das suas luas ‒ locais prometedores para a existência de água e de algum tipo ou forma de vida orgânica mesmo que simples ou primitiva) deixando o Homem de estar presente para lá do GIGANTE GASOSO (presença direta ou por interposto agente), limitando-se no presente a sua ação aos Planetas Interiores (com Marte em grande destaque) e mais além (a exceção ainda ativa mas para já sem alternativas futuras) ao planeta-anão PLUTÃO e a outros objetos localizados no Cinturão de KUIPER (com as sondas automáticas NEW HORIZONS/Plutão e Cinturão de Kuiper e DAWN/Vesta e Ceres). Não esquecendo a sonda ROSETTA (e a sua visita ao asteroide 67P/C-G) e agora (claro) a sonda automática JUNO: deixando para o fim as sondas já perto dos limites do Sistema (Solar) ou tendo-o mesmo ultrapassado - a VOYAGER 1 e a VOYAGER 2.

 

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A lua (de Júpiter) IO

 

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A lua (de Júpiter) EUROPA

 

IO: Entre as mais de 60 luas do Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (JÚPITER o Planeta Exterior mais próximo do Sol) uma das maiores luas do planeta, neste registo de 1 de Setembro de 2017 obtido pela sonda JUNO, quando a mesma (sonda) se encontrava a cerca de 27.500Km da camada superior de nuvens envolvendo o planeta gigante Júpiter (diâmetro Júpiter = 11,2 X diâmetro Terra).Uma lua jovem, vulcanicamente ativa e rica em enxofre (que lhe dá o colorido) e apesar da sua atmosfera agressiva podendo comportar Água e até mesmo Vida. Na altura a 480.000Km de Júpiter.

 

E assim tendo por perto a ISS, em órbita a uns 400Km da Terra e sendo o único voo tripulado (desde o abandono do projeto APOLLO), no presente já sem a presença dos Vaivém tripulados (agora descontinuados mas no entanto ainda presentes com naves semelhantes mas na esfera militar), nem missões a curto-prazo incluindo na mesma tripulação (para já com destino/objetivos traçados ‒ mas sem meios eficazes para o concretizar sejam públicos/SPACE X ou privados/NASA), restando unicamente ao Homem esperar por uma nova oportunidade (proporcionada pelo mesmo Homem) de um dia retornar à Lua (apenas a 481.400Km, a poucos dias de viagem e possibilitando transporte de carga) aí instalar uma base (à superfície e/ou em órbita da Lua) e daí catapultar-se para viagens mais longas (e frutuosas) e até interplanetárias: com a primeira viagem já projetada por públicos e privados a apontar para os finais da década de 20 (talvez lá para 2030) tendo MARTE como alvo mas mais longe o seu objetivo (final) ‒ sem dúvida encontrando-o nas luas de Júpiter (com a sonda Juno por perto) e de Saturno (sem ninguém nas redondezas após o suicídio da sonda Cassini) os mais prováveis locais aí se podendo descobrir água e até vida orgânica. Mas fechados como estamos no nosso Suicídio Interno, pouco tempo restando para a sobrevivência da Espécie (Homem): convencendo-nos definitivamente e sem recuo possível que a sobrevivência da mesma (da nossa espécie ou seja dos 7,5 biliões de humanos) terá sempre que passar (por muito que ela nos custe) pelo abandono do Lar (a nossa área de conforto) partindo à Descoberta (e Conquista) rumo ao desconhecido (mas onde se encontra o nosso Futuro). Perguntando-me MAIS UMA VEZ (e todas as que forem possíveis) ‒ sobretudo para aqueles que a partir de uma TV a preto-e-branco, com o seu enorme e caraterístico cinescópio (tornando-as enormes e rabudas) e emitindo para uma minoria durante horas seguidas e de noite ‒ como foi possível tal Barbaridade de após lá chegar, abandonar e esquecer (a LUA ali tão perto e face às despesas de Guerra comparativamente tão barata): deixando todos aqueles que no início dos anos 70 perspetivavam o surgimento a muito curto-prazo de um Novo Mundo na Terra e para os terrestres (com uma Esperança enorme derivada do desenvolvimento científico e tecnológico que já aí se constatava) ‒ na altura (suponham) com 18 anos hoje já com 65 ‒ cair numa tristeza absoluta (e para muitos inadmissível por inacreditável, pondo em causa a sobrevivência da Espécie) ao ver uma geração a passar como se nunca tivesse existido.

 

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Os diferentes fragmentos do cometa Shoemaker-Levy 9

Originalmente oriundos de um cometa com cerca de 2Km de diâmetro, talvez capturado por Júpiter uns 20/30 anos antes (da colisão) e acabando por fragmentar-se devido à poderosa força gravitacional (de atração) exercida pelo planeta

 

EUROPA: Outra das maiores entre as mais de 60 luas orbitando o planeta Júpiter (em dimensão com Ganimedes à cabeça), um pouco menor do que IO e registada nesta imagem a cerca de 730.000Km do planeta. Tendo uma massa ligeiramente inferior a IO e um maior raio orbital (mais afastada) ‒ e com um período duplo do de IO. Tal como IO, CAÇISTO e GANIMEDES, podendo albergar água e porque não Vida: “Suspeita-se que a vida extraterrestre possa existir no oceano por baixo do gelo, talvez subsistindo como os seres vivos que vivem em condições semelhantes na Terra, já que Europa tem elementos essenciais para a vida como a conhecemos: água, calor e compostos orgânicos. Ou seja, em respiradouros hidrotermais como no fundo dos oceanos ou como no Lago Vostok da Antártida.” (wikipedia.org)

 

Nesse sentido sendo crescente e desesperante o nosso (de Todos) constante grito de revolta e de raiva para com esta situação/contradição (agora tão perto do fim do ciclo de passagem duma geração completamente perdida uma monstruosidade no Mundo do Crime), ao ver tudo a Transformar-se (sem interrupção e à nossa volta), o Mundo a evoluir (com a Terra a abrir-se ao Espaço) e o Tempo a correr (com o Sistema Solar na sua meia-idade) e apesar disso e de tudo o aprendido/apreendido (percecionado e sentido), mantendo-nos indiferentes e completamente estáticos, ficando simplesmente à espera que alguém nos imponha o Segredo (do Movimento) para a nossa Ressureição e Partida (à procura de novos territórios) fazendo como o feito e iniciado há cerca de 600 anos: entre o Século XV e o início de XVII com o Homem a fazer as suas grandes viagens marítimas (verdadeiras epopeias) tendo nos Portugueses e no Atlântico duas das suas grandes referências ‒ partindo à Aventura e à Descoberta de Novos Mundos (e sua Conquista) sabendo de antemão todos os riscos a correr (podendo-se mesmo morrer) e no entanto a insistir sabendo ser inevitável se não quiser desaparecer. Como todos nós sabemos com a única diferença entre um ser vivo e outro morto (fisicamente) a ser bem visível e palpável (nem lhe sentindo a Alma e no entanto não significando a sua não existência mas uma mais que provável Passagem ‒ para outro nível) através de um único detalhe: um mexendo-se outro não.

 

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JÚPITER/SATURNO: Sendo a Terra um caso particular no conjunto que integra (um conjunto virtualmente fechado por nós denominado como Sistema Solar e estendendo-se por umas 10 000 AU tendo o Sol como referência e a Nuvem de Oort como limite) ‒ ou não fosse ela o único objeto solar comportando Vida (Inteligente) no seu interior ‒ tornando-se natural que para a proteção e segurança desse conjunto e das suas mais preciosas particularidades (Atmosfera, Água e Vida, estando tudo interligado) o mesmo se defenda das Ameaças (oriundas do Exterior) criando medidas de autoproteção eficazes e permanentes: e tal como o centro do ovo é protegido por diferentes camadas sobrepostas (umas sobre as outras) terminando finalmente na casca (o invólucro final contendo o nosso conjunto), numa muita maior escala e usando o mesmo raciocínio (as coisas são mais simples do que se pensa) o mesmo se aplicará ao Sistema (Solar), aos componentes e mecanismos. Pelo que a presença dos Planetas Exteriores para lá da Cintura de Asteroides (principal e objetivamente Júpiter e Saturno pela sua enorme Massa e Dimensão) poderá para além do mais ter uma Função Vital de Proteção (para o Sistema/Terra/Vida): “Without Jupiter and Saturn orbiting out past Earth, life may not have been able to gain a foothold on our planet. The two gas giants likely helped stabilize the solar system, protecting Earth and the other interior, rocky planets from frequent run-ins with big, fast-moving objects. In other words, giant planets appear to have a giant impact on giant impacts.” (space.com)

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:40

29
Set 17

Imagens (de um cometa):

Observatório SOHO

Instrumentos LASCO C3 (imagens 1/2) e LASCO C2 (imagem 3)

NASA

 

SOHO 6.jpg

 Imagem 1

 

Mais uma sequência de imagens captadas pelo Observatório Solar e Heliosférico da NASA (SOHO uma sonda espacial tendo como objetivo estudar a nossa estrela) registando os últimos momentos de um cometa na sua aproximação (final) ao Sol.

 

SOHO 1.jpg

 Imagem 2

 

Um registo obtido a partir de instrumentos óticos a bordo da sonda SOHO ‒ neste caso LASCO C2 e LASCO C3 ‒ referindo-se a esta quarta-feira (dia 27) e provavelmente a um impacto desse cometa declarando aí a sua morte.

 

SOHO 3.jpg

 Imagem 3

 

Pela dimensão do cometa e pelo brilho emitido (estando correlacionados) durante a sua trajetória (desde que aparece no canto inferior da imagem até desaparecer junto ao Sol) aparentemente sendo pequeno e não tendo escapado ao Sol (e à sua atração gravitacional).

 

(imagens: sohodata.nascom.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:36
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21
Mai 17

Was Mars Once Struck By A Gigantic Cosmic Lightning Bolt?

 

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1

Marte Morto

(numa Escala Cósmica)

Por Eletrocussão


It’s hard to imagine a bolt of lightning on the cosmic scale, but several scientists with backgrounds in studying electricity believe that the planet Mars may have been struck by a cosmic bolt of lightning, which deeply scared the surface of the red planet.

 

Valles Marineris on Mars is one of the solar system’s largest canyons. By comparison, the Grand Canyon in Arizona is approximately 500 miles (or 800 kilometers) in length and about 1 mile (1.6 kilometers) deep. Valles Marineris is 2,500 miles (4,000 kilometers) long and about 4 miles (7 kilometers) deep, according to NASA.


The origin Valles Marineris remains unknown. The current leading hypothesis holds it to be a gigantic crack in the Martian crust that occurred as the planet cooled billions of years ago. Additionally, many of the canyon’s channels are believed to be eroded by water.

 

Scientists at the Thunderbolts Project propose, however, that a lightning bolt on a gigantic or cosmic scale may have caused the gigantic canyon. A main point of their supposition includes the fact that Valles Marineris’ trenches are unlike Earthly canyons which wind and curve as a result of the water erosion cutting its way through time.

 

Mars_Valles_Marineris.jpeg

2

Com Valles Marineres

(A Cicatrriz)

Como prova

 

The Thunderbolts Project compares the Valles Marineris to laboratory electrocutions of various materials which shows the same patterns in the scars they leave. Namely, the scar is a singular rift or primary discharge channel with numerous secondary discharge streamers, which are believed to be the tributaries of the Marian canyon, according to the Thunderbolts Project documentary “Symbols of an Alien Sky (Episode 2): The Lightning Scarred Planet”.

 

When an electric arc cuts a channel into solid matter, it leaves a specific pattern. This channel and streamer pattern can be seen repeating itself in nature. It is emulated by the scars on the bodies of people struck by lighting.

 

Additionally, the project cites the abundance of rock and boulder material observed littered across the Martian landscape in the images sent from our rovers as evidence in support of their hypothesis of a cosmic lightning strike. The magnitude of a strike needed to cut the Valles Marineris would have ejected countless cubic yards of rocky debris into space, much of which would have come back down to litter the landscape.

 

(texto e imagens: Paul Darin/The Epoch Times/21.08.2014)

 

Marte e a Passagem do Cometa Siding Spring

 

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3-4

Marte ‒ antes e pouco depois do cometa

(passar no seu ponto de maior aproximação)

Sendo visível o efeito provocado no planeta

 

Recuando ao ano de 2014 e ao Evento Astronómico ocorrido no decorrer do seu 4º semestre, recordando a passagem do cometa Siding Spring (C/2013 A1) a uma velocidade superior a 55Km/s nas proximidades do planeta Marte (a cerca de 140.000Km de distância), numa visita talvez mesmo ocasional (podendo não se repetir) de um objeto oriundo de longínquas regiões do Espaço ‒ localizadas na (e para além) da Nuvem de Oort (estendendo-se eventualmente entre 5000/100000 UA do Sol) ‒ e com um período orbital mínimo de 1 milhão de anos. Aquando da sua descoberta no início de 2013 (a 3 Janeiro) e quando o mesmo se encontrava a mais de 7 UA do Sol, tendo-se levantado a hipótese (dada a sua trajetória ainda pouco definida) de poder impactar Marte, o que na realidade não aconteceu:

 

Em vez disso com o cometa (núcleo ‒ 400/700 metros) a caminho do seu periélio (a cerca de 200 milhões de Km do Sol) a passar a uma distância equivalente 0,36 LD de Marte (astronomicamente uma distância menor) e interatuando com a atmosfera marciana colocando o já tão frágil campo magnético do planeta num verdadeiro caos ‒ como se tivesse sido sujeito a uma intensa e dirigida tempestade solar. E para quem ainda quis ver e tentar perceber o Evento, já depois do cometa ter passado o seu ponto de maior aproximação a Marte e já com a atmosfera marciana a atravessar uma zona de material deixado para trás pelo mesmo (viajante), com o planeta a ser bombardeado por diversas partículas oriundas da parte posterior do cometa (núcleo, cabeleira e cauda) e provocando poderosos e visíveis efeitos eletromagnéticos entre essas partículas (oriundas/transportadas pelo cometa) e a atmosfera/superfície (do planeta) ‒ tal e qual uma descarga seguida de uma grande explosão:

 

“Comet Siding Spring plunged the magnetic field around Mars into chaos. We think the encounter blew away part of Mars’ upper atmosphere, much like a strong solar storm would.”(Jared Espley/MAVEN/NASA’s Goddard Space Flight Center/Maryland)

 

mars-siding_spring_graphic_final.jpg

5

Aproximação do cometa C/2013 A1 a Marte

(passando a uma distância de 1/3 da distância Terra-Lua)

E criando o caos magnético (devido ao seu extenso coma) em torno do planeta

 

Um cometa essencialmente composto por rochas e gelo e centrado num núcleo de dimensão pouco superior a 500 metros; possuindo um coma que devido à sua grande extensão é capaz de influenciar em todas as direções regiões do espaço num raio de cerca 1 milhão de Km - e passando a 140 mil Km de Marte capaz de lhe trazer alguns problemas:

 

“When comet Siding Spring passed Mars, the two bodies came within about 140,000 kilometers of each other. The comet’s coma washed over the planet for several hours, with the dense inner coma reaching, or nearly reaching, the surface. Mars was flooded with an invisible tide of charged particles from the coma, and the powerful magnetic field around the comet temporarily merged with – and overwhelmed – the planet’s own weak one.”

(Elizabeth Zubritsky/nasa.gov)

 

Estendendo este fenómeno à Evolução do nosso Sistema (Solar) e a toda a História que o envolve desde há vários biliões de anos (no que nos diz respeito uns 4/5 biliões), podendo-se projetar na cronologia do passado um fenómeno na sua base em tudo semelhante ao sucedido entre o cometa Siding Spring e o planeta Marte (aquando da sua passagem nas proximidades deste último) com os dois corpos celestes a interatuarem intensamente entre si provocando uma violenta descarga (eletromagnética) e uma grande explosão na atmosfera marciana (bem visível da Terra por luminosa): deixando-nos a pensar se não terá sido um fenómeno como este (mas muito mais violento, talvez a nível de Evento Cósmico) a ocorrer num passado já bastante longínquo do nosso Sistema Planetário e a determinar como consequência o fim da existência de Água e de Vida no nosso vizinho planeta Marte (como se uma descarga/onda eletromagnética brutal tivesse varrido a calcinado topo o planeta), num fenómeno que muitos cientistas hoje já afirmam poder ter ocorrido em Marte (com efeitos devastadores) na mesma altura da extinção dos Dinossauros à face da Terra (aqui no entanto tendo permanecido a presença de Atmosfera, Água e Vida). Certamente contando com a presença de um Terceiro Corpo Celeste (nas proximidades) a afetar (pelo menos) Marte e Terra ‒ já agora um corpo de passagem (como um asteroide/cometa) ou então um corpo já aí presente e vítima de uma catástrofe global e ao nível da extinção (como poderia ter acontecido com um possível corpo único que tivesse inicialmente ocupado a Cintura de Asteroides ‒ o tal 5º Planeta sucedendo a Marte e antecedendo a órbita de Júpiter).

 

(imagens: Fritz H. Hemmerich/youtube.com e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:59

25
Abr 17

11.000 Anos antes do nascimento de Jesus a Terra terá sido atingida por um cometa originando na Terra a Idade do Gelo que terá durado cerca de 1.000 anos. O que significa que poderemos estar perto de dar entrada num novo período de glaciação (a um período de glaciação de cerca de 100.000 anos segue-se um período de aquecimento de cerca de 10.000 anos), ainda-por-cima num ciclo de baixa atividade solar costumando coincidir com estes períodos. Uma entrada que poderá ser adiada com mais umas emissões de CO₂ ou então antecipada com mais um encontro imprevisto com um outro viajante.

 

Um grupo de cientistas da Universidade de Edimburgo (capital da Escócia) afirma ter finalmente datado um dos momentos mais recentes e dramáticos da História da Terra, num acontecimento ocorrido há cerca de 13.000 anos: um Evento à escala global provocado pelo impacto de fragmentos de um cometa por volta de 11.000 BC (com o nosso planeta) e que teve como consequência o início de uma pequena Idade do Gelo que terá durado cerca de 1.000 anos, além de ter provocado milhares de vítimas (entre os humanos) e devastado muitas outras espécies (animais e vegetais, em maior ou menor grau).

 

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Turquia ‒ Gȍbekli Tepe ‒  Vulture Stone

 

Segundo este grupo de investigadores e engenheiros da cidade escocesa de Edimburgo e através da simples análise de símbolos esculpidos em pilares de pedra descobertos na zona mais alta da cadeia montanhosa dos Montes Tauro ‒ mais precisamente em Gȍbekli Tepe (sul da Turquia), um dos locais mais importantes (e considerado um Santuário) da arqueologia mundial ‒ com os mesmos após a descodificação da informação e a sua rigorosa interpretação (no espaço e no tempo) a apontarem para o veredicto aí registado (escrito nas pedras) de que a Terra teria sido no passado atingida fortemente por fragmentos de um cometa.

 

Com este Santuário Arqueológico a funcionar aqui como um verdadeiro Arquivo Histórico da Terra e com os astrónomos desse tempo utilizando os pontos mais altos de Gȍbekli Tepe ‒ como hoje em dia se faz em todos os observatórios astronómicos (inicialmente com o instrumento ótico utilizado a serem os nossos olhos) ‒ a registarem tudo o que viam, sentiam e ouviam e provavelmente tornando-se nos últimos testemunhos vivos desse tempo tão distante e no entanto tão próximo (a Terra terá cerca de 4500 milhões de anos e o Homem de 1 a 4 milhões).

 

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Local Pré-Histórico de Gȍbekli Tepe

 

“It appears Göbekli Tepe was, among other things, an observatory for monitoring the night sky. One of its pillars seems to have served as a memorial to this devastating event – probably the worst day in history since the end of the ice age.”

(Martin Sweatman/Escola de Engenharia/Universidade Edimburgo).

 

Através das inscrições gravadas simbolicamente na pedra e retratando através da forma de animais o que os observadores de então viam nos céus, posicionando as estrelas no espaço (desse passado) e a partir daí datando o momento do Evento: 10.950 BC. Num episódio certamente relevante registado há 13.000 anos e que levou os seus narradores ao seu registo obrigatório na Memória da Humanidade, nas imagens (simbólicas) transmitindo-nos um cenário repentino de arrefecimento climático, de condições duras de sobrevivência, da extinção de muitas espécies e até, dado o impacto em muitas zonas catastrófico de muitos fragmentos desse cometa, matando muitos milhares como o parece confirmar o homem aparecendo sem cabeça (nos símbolos esculpidos no pilar ‒ a Vulture Stone).

 

“History tells us that large comets or asteroids periodically collide with Earth, and the results can be devastating. There is evidence that a large object collided with Earth about 65 million years ago and contributed to the extinction of the dinosaurs. Around 50,000 years ago, an iron meteorite smashed to ground in what is now Arizona. It left a crater about a mile across, and sprayed rock across the landscape. More recently, pieces of space debris fell to ground in Chelyabinsk, Russia. An associated shock wave shattered windows, but no other large-scale damage was done.”

(Carolyn Collins Petersen/thoughtco.com)

 

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Fragmentos de um cometa terão atingido a Terra há 13.000 anos

 

“Symbolism on the pillars indicates that the long-term changes in Earth’s rotational axis was recorded at this time using an early form of writing, and that Gȍbekli Tepe was an observatory for meteors and comets; also supports a theory that Earth is likely to experience periods when comet strikes are more likely, owing to Earth’s orbit intersecting orbiting rings of comet fragments in space.”

(ed.ac.uk)

 

Um acontecimento já com 13.000 anos ‒ e por muitos cientistas teorizado ao longo destas últimas décadas de muito estudo, investigação e constatação (hoje até se acompanhando um cometa na sua órbita em torno do Sol) ‒ pelas consequências do seu mais que provável impacto (direto ou indireto/com a Terra a atravessar uma área do Espaço carregada de detritos deixados para trás pela cauda do cometa) afetando consideravelmente todo o ecossistema terrestre e originando num período em que a Terra registava um aumento de temperaturas um arrefecimento repentino e intenso dando origem a uma Nova Era Glacial. E entre muitas das hipóteses com um grande cometa ao entrar no Sistema Solar a desintegrar-se, acabando alguns dos seus fragmentos aquando da sua passagem (ou da passagem da Terra por eles) por colidir e assim, num cenário já vivido anteriormente, oferecendo-nos seu o último episódio de glaciação mas agora num tempo mais curto: a Idade do Gelo ocorrida na última parte do Pleistoceno e que terá terminado há cerca de 12.000 anos ‒ por curiosidade coincidindo com a cronologia do cometa sugerido na Vulture Stone de Gȍbekli Tepe (pelos mesmos investigadores da Universidade de Edimburgo considerado um registo deliberado, histórico e extremamente credível ‒ um verdadeiro testemunho ‒ do que viveram na altura os nossos antepassados).

 

(imagens: ancient-origins.net e techtimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

21
Set 16

“No próximo dia 30 a ESA fará impactar a sonda Rosetta sobre a superfície do cometa 67P/C-G. Um cometa onde os cientistas dizem não terem ainda encontrado qualquer vestígio de água, tendo no entanto detetado oxigénio – o que poderá significar a existência de vida microbiana: e que para o espanto de muitos (e de todos os outros cometas) é mesmo capaz de cantar.”

 

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Cometa 67P/C-G

9  Setembro 2016

Com a região de Ma’at assinalada a vermelho

(local onde a sonda Rosetta tocará o cometa)

 

1.Acompanhando-o no seu trajeto e tendo como referência o Sol (ao qual ambos estão presos gravitacionalmente) a sonda ROSETTA aproxima-se rapidamente do fim da sua missão: num projeto da responsabilidade da ESA (Agência Espacial Europeia) iniciado em Março de 2004 e tendo atingido o seu ponto mais alto em Agosto de 2014 com a inserção da sonda europeia em órbita do cometa 67P/C-G.

 

2.Neste intervalo de tempo decorrido desde 2014 assistindo-se ao comportamento de 67P/C-G na sua órbita de aproximação ao Sol (ao ser acompanhado pela sonda Rosetta), com o cometa a atingir o seu periélio no início de Agosto de 2015 (a mais de 185 milhões de Km da sua estrela de referência) e encontrando-se de momento a mais de 566 milhões de Km. E contando ainda com o fracasso da sonda de aterragem PHILAE.

 

3.Um cometa descoberto há 47 anos (1969), com um período orbital de seis anos e meio, no seu ponto mais distante localizado a cerca de 850 milhões de Km, composto por dois corpos de 2/4Km ligados entre si, rodando em torno do seu eixo virtual em pouco mais de 12 horas e atualmente circulando a uma velocidade próxima dos 15Km/s (menos de metade da velocidade no seu periélio: 34Km/s).

 

4.Para certos cientistas não sendo propriamente um cometa, já que se por um lado for constituído por rochas e certos metais podendo simultaneamente conter água gelada e outros gases, por outro lado e sendo esta uma das características dos asteroides a sua órbita nunca se estenderá para distâncias superiores a 10 UA (do Sol): sabendo todos nós que os cometas serão originários da distante NUVEM DE OORT e oriundos de regiões a mais de 100 UA.

 

“Se por um lado as forças gravitacionais associadas ao cometa resultarão num impacto da sonda Rosetta de consequências certamente muito similares ao da sonda Philae, por outro lado e segundo os cientistas o brilho e as poeiras inesperadamente observadas em 67P/C-G poderão ter como causa um deslizamento de terras à superfície desse corpo celeste.”

 

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A última semana da sonda Rosetta

Setembro 2016

Período durante a qual a sonda da ESA se preparará para atingir a superfície do cometa

(67P/C-G)

 

5.Ora o cometa 67P/C-G apresenta uma órbita com um período aproximado de 6.5 anos e com a mesma a estender-se (entre o seu afélio e o periélio) entre 1.2 e 5.7 UA de distância do Sol. Que eu saiba na sua aproximação à Terra nunca nos presenteando com o aspeto por todos nós esperado e imaginado (núcleo, cabeleira e cauda) e só agora surpreendentemente e ao afastar-se, oferecendo-nos um aumento no seu brilho e o aparecimento de poeiras.

 

6.Com os instrumentos da sonda a registarem imediatamente um aumento significativo nos parâmetros relacionados com o brilho, com a presença de gases/poeiras e até com a temperatura à superfície do cometa. Num fenómeno estranho que só poderá ter sido provocado por uma forte emissão de raios oriundos do Sol e impactando o cometa, por raios cósmicos oriundos do exterior do sistema ou até mesmo (porque não) por intervenção dos ET.

 

7.Esta última hipótese baseada em teorias da conspiração, que por sua vez nos pretendem apresentar a sua proposta alternativa e explicativa do que se passa na realidade e atualmente no cometa (e que já deveria ter sido observado na sua recente aproximação ao Sol): podendo tratar-se não de um corpo natural (asteroide ou cometa) mas de um objeto artificial tendo posto os seus propulsores em funcionamento por uma questão de correção de trajetória. Uau!

 

8.Seja como for no dia 30 de Setembro de 2016 por volta das 10:40 UTC a sonda ROSETTA dará por concluída a sua missão em 67P/C-G iniciando a sua descida em direção à superfície do cometa e finalmente entrando em contacto com a mesma na região de DEIR-EL MEDINA. Terminando aí a sua missão iniciada há doze anos e após serem percorridos quase 8.000 milhões de quilómetros.

 

(imagens: esa.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:47

15
Mai 16

Três imagens do cometa 252P/LINEAR obtidas a 4 de Abril de 2016 a partir do telescópio espacial HUBBLE, duas semanas após o mesmo ter passado na sua trajetória em torno do SOL a cerca de 3.300.000Km da Terra.

 

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Registado já depois do cometa ter ultrapassado o seu periélio (ponto da sua trajetória de maior aproximação ao SOL) a quase 150.000.000Km da nossa estrela.

 

E considerado o corpo celeste mais próximo observado pelo telescópio Hubble (para lá da nossa vizinha LUA localizada a mais de 380.000Km da Terra).

 

Segundo os astrónomos com uma dimensão nunca superior a 1600m, com um núcleo frágil e gelado e devido à mudança de direção dos jatos de gás emitidos pelo mesmo, possuindo movimento de rotação.

 

Com a próxima passagem aquando do seu próximo periélio a estar marcada para 2021.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:01

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