Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Set 18

Com o 1º cometa (o maior) a passar a uns 58 milhões de Km da Terra e com o 2º cometa (um pouco menor) a passar a apenas 1/5 dessa distância.

 

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Cometa 21P/G-Z

(Gregg Ruppel/9 Setembro)

 

Com a passagem até ao fim deste ano de dois cometas a caminho do seu periélio – 21P/G-Z em Setembro (a sua maior aproximação à Terra nos últimos 70 anos) e 46P/W em Dezembro – os observadores de objetos voadores viajando no interior do Sistema Solar e orbitando tal como todos os outros (corpos celestes deste Sistema) o nosso Astro-Rei (o Sol) – como 21P/G-Z orbitando o Sol a 1/6 UA de distância e apresentando um período orbital de pouco mais de 0,7 anos (d=2Km) e 46P/W orbitando o Sol a 1/5 UA de distância e com um período orbital de cerca de 5,4 anos (d=1,2Km) – terão a possibilidade de os observar numa nova aproximação ao Sol (e à Terra) antes de se afastarem para uma nova revolução:

 

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Cometa 46P/W

(SkySafari App/16 Dezembro)

 

[Comet 46P/Wirtanen will be closest to Earth on Dec. 16, 2018. Look for it above the eastern horizon after dusk all month long! It will be bright enough to see with the naked eye, and will look even more spectacular with binoculars and telescopes.]

 

Com o primeiro destes cometas (21P/G-Z) a passar ontem (10 de Setembro) nas proximidades do nosso planeta (Terra) a uma distância aproximada de 58.000.000 Km e com o segundo (46P/W) a passar a 16 de Dezembro muito mais perto (menos de 12.000.000 Km) sendo mesmo visível a olho nu – por sinal com este último cometa a ser o inicialmente escolhido para a visita da sonda espacial Rosetta (uma missão da responsabilidade da Agência Espacial Europeia/ESA) posteriormente substituído pelo cometa 67P/C-G. No caso do cometa desta terça-feira (e segundo os especialistas) com o mesmo a ser possível de ser observado recorrendo a um telescópio ou mesmo a um par de (potentes) binoculares, dado o mesmo (cometa) na sua aproximação (ao Sol) ter desenvolvido uma extensa atmosfera cometária (ou Coma) quase o dobro do diâmetro do gigante planeta Júpiter. Deixando-nos a pensar no espetáculo que nos reservará o segundo, pouco antes do Natal.

 

(imagens: spaceweather.com e space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:57

23
Mai 18

No início da passada semana foi notícia a hipótese levantada por alguns cientistas (astrónomos) de que o corpo celeste 2015 BP 519 (orbitando o Sol a uma distância média superior ao do planeta Neptuno, o planeta mais distante do Sistema Solar),

 

‒ Um planeta-anão de 400/700Km de diâmetro, orbitando o Sol a 35/825 UA de distância (mínima/máxima) e tendo um período orbital de aproximadamente 8912 anos

 

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Objeto 2015 BP 519 e Nono Planeta

(possíveis órbitas)

 

Poderia esconder atrás de si um outro objeto maior movimentando-se nas proximidades dos limites virtuais (regiões fronteiriças) do nosso Sistema Solar, sendo este o responsável entre outros aspetos pela excentricidade extrema do planeta-anão 2015 BP 519 (0.92) e pela sua inclinação (54⁰), no cumprimento da sua elipse.

 

Confirmando assim uma notícia anterior (de 2016), com outros dois cientistas (igualmente astrónomos) a declararem a existência de um outro objeto circulando bem para além da órbita de Plutão (localizado para além de Neptuno e anteriormente, antes de ser despromovido, considerado o planeta mais afastado do Sol), muito possivelmente um planeta gigante com uma massa umas 10X superior à da Terra:

 

Não o Planeta X (o misterioso e lendário planeta integrando o nosso Sistema muito falado mas nunca encontrado) quando Plutão ainda o era, mas o Nono Planeta (integrando o Sistema Solar e apesar da sua órbita extrema, rodeando em maior proximidade ou distância o Sol e os seus planetas e podendo no seu trajeto intersetar em tangente ou secante outras órbitas) despromovido o mesmo.

 

E deste modo relançando (para a ribalta e de novo) o nosso SISTEMA SOLAR,

 

‒ Considerado pequeno ou grande com muitos Segredos ainda por desvendar ‒

 

Inserindo-nos no Real (projetado) e confirmando o (nosso) Imaginário, apresentando-nos como proposta um Mundo-Irmão talvez do passado e de novo em aproximação (e como tal ‒ compreensão, prevenção e segurança ‒ necessitando análise e discussão).

 

Com o novo corpo celeste (o tal Planeta-Gigante afetando o Planeta-Anão) circulando atualmente para lá dos limites do nosso Sistema mas podendo ter a sua referência e centro na mesma estrela o SOL.

 

E falando do acompanhante ‒ o corpo celeste 2015 BP 519 ‒ e do protagonista ‒ o tal Planeta Misterioso ‒  deste cenário compartilhado ‒ extrassolar mas vizinho (e tendo ainda como hipótese, poder mesmo integrar o Sistema) ‒ aproveitando para refletir mais um pouco sobre esse planeta enigmático (recorrendo à nossa Imaginação como parte da Realidade) ‒ conhecido (entre outros nomes) por Nibiru, Planeta X, Nono Planeta ‒ atravessando e resistindo ao Tempo como se realmente existisse no Espaço.

 

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A Nuvem de Oort e o Sistema Solar

(comparação de distâncias)

 

Tendo em consideração que um corpo celeste como a Terra (um planeta) integrando o Sistema Solar (um Sistema Planetário tendo como referência o Sol) e circulando a apenas 1 UA de distância do Sol demora 1 ano a cumprir a sua órbita,

 

‒ Com um corpo do Cinturão de Asteroides (localizado entre as órbitas de Marte e de Júpiter) como Ceres (planeta-anão) e localizado a 2.8 UA de distância a demorar 4,6 anos a cumprir a sua órbita, com outro como Júpiter (o maior planeta do Sistema Solar) a 5.2 UA demorando 11.8 anos, com Plutão (planeta-anão) a 39.4UA a demorar 248 anos e com Eris (planeta-anão) a 97UA a demorar 557 anos ‒

 

Facilmente se chegando para objetos inseridos na Nuvem de Oort assim como para todos os outros localizados para além do seu limite (circulando periodicamente nessa região do Espaço ou atravessando-o acidentalmente),

 

‒ Entre 5.000UA/100.000UA de distância ‒

 

A uma estimativa aproximada (trajetória/órbita) de objetos circulando a tão incríveis distâncias ‒ recordando-se entre outros objetos tendo o seu berço (e rampa de lançamento) na Nuvem de Oort, cometas como o Hyakutake: em 1996 passando perto da Terra (a uns 15 milhões de Km) depois de uma viagem de cerca de 17.000 anos desde a longínqua Nuvem de Oort.

 

[Aproveitando para referir o trabalho do jovem astrónomo português Pedro Lacerda (juntamente com a especialista em língua anglo-saxónica a italiana Marilina Cesario) tendo como objeto da investigação o estudo de corpos celestes (viajantes) oriundos de pontos bem distantes no Espaço, localizados nos limites e para além da fronteira do Sistema Solar (a nuvem de Oort estendendo-se a uma distância do Sol entre mais de 5000/100.000 UA) ‒ como será o caso dos Cometas ‒ que recorrendo a dados já existentes sobre estes “viajantes” (muitos deles provavelmente extrassolares) oriundos das mais diversas organizações científicas (como por exemplo as NASA) e comparando esses dados das suas passagens, trajetórias e órbitas com registos assinalados em documentos históricos antigos (aqui entrando a linguista italiana para análise dos escritos medievais/em tapeçarias referido ao período séc. IX/XI), tenta recuperar dados sobre essas e outras passagens anteriores e desse modo levar à descoberta de outros desses corpos entretanto perdidos mas um dia podendo retornar ao nosso Sistema (como será o caso dos cometas de curto/Kuiper ou longo curso/Oort). Como poderá ser o caso do misterioso Planeta X (em versão antiga) ou do Nono Planeta (versão moderna).]

 

Com a descoberta do asteroide 2015 BP 519 relançando-se de novo a hipótese da existência de um planeta extra no nosso Sistema Solar (e talvez mesmo de trajetória parcial/secante ou totalmente extrassolar/tangente ao nosso Sistema),

 

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Pedro Lacerda e Marilina Cesario

Investigadores da Universidade Queen’s em Belfast/Irlanda do Norte

(explorando o conhecimento medieval anglo-saxónico dos céus)

 

Aquando da sua aproximação (ao Sol) sendo talvez um dos responsáveis pelas alterações orbitais registadas nalguns dos corpos celestes integrando o nosso conjunto (planetário) centrado no Sol: um planeta cerca de 10 X maior que a Terra (um pouco como Júpiter) e localizado a cerca de 90.000.000.000Km do Sol (600UA/valor médio) ‒ ou seja abandonado o Cinturão de Kuiper (umas 100UA) e já no Espaço Profundo (600UA), a caminho da fronteira interior da longínqua Nuvem de Oort (bem para das 1000UA).

 

Um objeto no entanto com uma trajetória e período orbital só sugerido, mas ainda não conhecido nem sequer confirmado: mas certamente e pela distância (a que se encontrará existindo), com um período orbital bem superior ao de 2015 BP 519 (quase 9.000 anos) na ordem dos 10.000/20.000 anos (propostos para o Nono Planeta) ou ainda um pouco maior.

 

E sendo verdade a passagem em tempos anteriores no passado ‒ mais ou menos profundo (num Sistema com 4,5 biliões de anos de idade) ‒ e perto do nosso Sistema (e da Terra que hoje habitamos) de tal Planeta Gigante (possivelmente acompanhado pelo seu sistema de luas), sendo curioso associar tais possíveis passagens com Eventos (interligados) podendo ter ocorrido no mesmo (Sistema Solar) e afetando (simultânea e igualmente) a Terra:

 

Procurando a repercussão desses Eventos nos registos geológicos da Terra e associando-os aos seus principais momentos da sua Evolução (intimamente ligados à transformação/evolução das espécies) confirmando um com o outro.

 

(como terá sido o caso do mais conhecido impacto/extremo ocorrido há 65 milhões de anos, com um asteroide de 10Km a atingir o nosso planeta ‒ na América Central/Península do Iucatão/Golfo do México ‒ e a provocar a Extinção dos Dinossauros então a espécie dominante)

 

Um corpo celeste em possível aproximação ao Sistema, futuramente e confirmando-se, certamente enviando sinais (se por acaso já não o estiver a fazer, fazendo-se notar).

 

(imagens: quantamagazine.org ‒ wikipedia.org ‒ qub.ac.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:57

07
Jan 17

E o primeiro passa perto (mais de 1 UA) e já dia 14!

(deste sábado a oito)

 

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Com três viajantes fazendo atualmente o seu trajeto entre nós e passando sucessivamente a 170, 50 e 10 milhões de Km da Terra (com os dois primeiros a poderem ter 1000 metros e o terceiro apenas 10 metros), parece que o receio de um futuro impacto cresce cada vez mais na nossa cabeça.

 

Mais três objetos ainda não completamente identificados e oriundos (provavelmente na sua origem) do exterior do Sistema Solar, circulam já no seu interior numa trajetória de aproximação à Terra. Com o primeiro a atingir o seu ponto de maior aproximação ao nosso planeta a ser o objeto designado por C/2016 U1 NEOWISE (14 Janeiro), seguido pelo objeto 2016 WF9 (25 Fevereiro) e finalmente pelo objeto 1991VG (início de Agosto): para os cientistas com o primeiro a ser um cometa, o segundo a ser um asteroide e o terceiro, uma mistura qualquer.

 

Nestes três casos não havendo qualquer perigo de impacto com o nosso planeta, tal a distância entre a Terra e o seu ponto mais próximo (de aproximação): no 1º caso passando a uma distância maior que a entre a Terra e o Sol, no 2º caso a uma distância por vezes menor que entre a Terra e Marte e finalmente no 3º caso e apesar da sua mais curta distância, passando a mais de 20 X a distância Terra/Lua.

 

No caso dos dois primeiros corpos celestes com C/2016 U1 a ser observado pela primeira vez a 21 de Outubro do ano passado (e com a sua órbita a ser definida a 6 de Janeiro de 2017) e com 2016 WF9 a sê-lo a 27 de Novembro (e com a sua órbita a ser definida a 3 de Janeiro). Com C/2016 U1 a ser um visitante em estreia numa viagem interplanetária através do Sistema Solar (visto como um cometa) e com 2016 WF9 de origem ainda não muito bem conhecida mas talvez sendo oriundo das longínquas Nuvens de Oort (visto como um asteroide mas de origem cometária).

 

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Cada um deles possuindo a sua particularidade de relevo, dada não só pelo seu mistério, como pela sua inesperada passagem: transportando junto de si objetos de muitas paragens (nunca vistos, sempre imaginados e daí misteriosos) e pondo à disposição de todos um convite à compreensão (do viajante): muitas vezes transportando vida.

 

E com o terceiro objeto 1991 VG a ser observado pela primeira vez há mais de 25 anos (e pela última vez menos de 6 meses depois) tendo a sua orbita definida apenas em 13 de Junho de 2014. Pela sua estranha rotação e longevidade por muitos não sendo aceite como um asteroide e muito menos como um cometa (como o aparenta ser C/2016 U1 com a sua cauda poeirenta aumentando à medida que se aproxima do Sol); deixando nas mãos de outros a responsabilidade da procura de uma explicação para a existência deste objeto (catalogando-o) e como tal podendo sujeitar-se no decorrer do processo a todas as teorias e soluções. Uma nave alienígena?

 

Para aqueles que ainda acreditam fielmente (ou como última e desesperada esperança) nas Teorias da Conspiração e sabendo-se também que se algo de significativo acontecesse com a Terra, o mais certo é nem sequer teríamos tempo por dar por ele (ou pelo menos para nos protegermos) de todos o mais perigoso só 1991 VG – se por acaso já chegasse como o meteorito de Cheliabinsk. Ou se então fosse uma nave alienígena e hostil.

 

Com a particularidade de C/2016 U1 (com um diâmetro entre 500/1000 metros) atingir o seu periélio numa zona do espaço interior à órbita do planeta mais próximo do Sol (Mercúrio) mas num ponto localizado a mais de 170 milhões de Km da Terra – voltando apenas a estes lados daqui a uns milhares de anos; e no caso de 2016 WF9 (diâmetro aproximado de 1000 metros) com o mesmo a passar a cerca de 50 milhões de Km da Terra depois de passar a caminho do Sol (do seu periélio) ao lado da Cintura de Asteroides e do planeta Marte. Já com 1991 VG (em princípio de pequena dimensão) no início de Agosto (segundo os conspiradores podendo ser artificial e conter alienígenas) e ainda a caminho do seu periélio passando ao lado de nós a menos de 10 milhões de Km.

 

[E com a maior aproximação de um asteroide à Terra no ano de 2017 a ocorrer em 12 de Novembro, com o objeto 2012 TC4 (com um diâmetro de 10/30 metros) passando a cerca de 14.000Km da superfície (do nosso planeta).]

 

(imagens: inquisitr.com e coolinterestingstuff.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:17

14
Jan 14

Sobre o crescimento de avistamentos de meteoritos atravessando a atmosfera terrestre sobre território norte-americano – certamente em circunstâncias semelhantes a outras ocorridas no resto do mundo.

 

Caso limite provocado por um meteorito? Possível mas nem sempre previsível!

 

O ano de 2013 vai ser recordado como o mais prolífico no registo visual – à vista desarmada ou utilizando simples instrumentos ópticos – do aparecimento e passagem de cometas e asteróides nas proximidades do Sol. Para já não falar nos outros corpos celestes de menores dimensões como o são os meteoritos, muitos deles com órbitas tão próximas da órbita do nosso planeta no seu movimento de translação em volta do Sol, que as mesmas por vezes se intersectam no espaço e se estiverem situadas no mesmo plano poderão mesmo chegar a cruzar-se. Tal facto irá provocar a entrada desses pequenos corpos na região do espaço já ocupado pela Terra, acabando estes na sua maioria por explodir e se desintegrar no ar, devido à violenta fricção sofrida pelo mesmo à entrada na atmosfera terrestre. O que não quer dizer que não possam resistir a este ataque violento à sua integridade estrutural e acabem por colidir com o planeta: poderá depender entre vários factores da sua dimensão, da sua composição, da sua velocidade e até do seu ângulo de entrada.

 

Registo do número de “bolas de fogo” assinaladas no interior dos EUA

 

Isto tudo a propósito das últimas notícias chegadas até nós e divulgadas em determinados sites científicos (marginais) norte-americanos – em oposição aos oficiais ou outros sites associados ditos mais credíveis, mas que muitas das vezes são as fontes dos dados utilizados pelos primeiros – com a divulgação um pouco surpreendente do crescente número de meteoritos assinalados ao longo dos últimos anos: desde registos menores até ao aparecimento de bolas de fogo e fragmentação, finalizando nalguns casos de impacto com a superfície. O aparecimento destas “bolas de fogo” tem-se intensificado quase que exponencialmente, mas pelos vistos as entidades oficiais ligadas ao estudo e exploração do espaço que rodeia o nosso planeta, não parecem para já muito preocupadas: pelos vistos para organizações como a NASA ou mesmo como a ESA a ocorrência destes acontecimentos extraordinários estão conformes com os parâmetros de normalidade do quotidiano comum de todos nós, nunca se incomodando estas agências com o aparecimento súbito duma situação limite e das consequências que poderá ter pata o futuro da humanidade.

 

Trajectória NE/SO de dois meteoritos sobre território norte-americano

 

No entanto e apesar deste “desleixo” os dados fornecidos pela American Meteor Society relativamente ao ano de 2013 não deixam de ser preocupantes: mais de 900 explosões/desintegrações registadas em mais de 3.500 casos confirmados, num total de mais de 18.000 avistamentos. Um crescimento constante e imparável registado durante a última década ainda por cima cumulativamente associado a outros episódios com idêntico cenário, em que tivemos pela nossa frente e ainda muito recentemente fenómenos correlacionados (no espaço) – como a passagem nas proximidades da Terra no seu caminho de ida e de volta em direcção ao Sol do “falhado” cometa do século Ison ou como o caso da explosão/desintegração ainda em plena atmosfera e com consequências materiais e humanas negativas do meteorito de Cheliabinsk. Em relação ao primeiro caso o cometa aparentemente acabou por se desintegrar ao atingir o seu periélio acabando por desaparecer; no segundo caso alguns fragmentos do meteorito resultantes da sua explosão e desintegração no ar, acabaram ainda por colidir com a superfície (sólida e líquida), mas sem consequências de assinalar. Aguardamos 2014 – onde se esperam mais cometas, asteróides, meteoritos, nem que sejam estrelas cadentes.

 

(inspiração e imagens – sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:48

02
Dez 13

Como escondida atrás da morte ainda muitos pensam inexplicavelmente encontrar a vida, não percebendo jamais que num espaço infinito como aquele onde vivemos, nada se cria nem nada se perde tudo se transforma.

 

Cometas há muitos seus Camelos!


Segundo os Conspiradores a NASA ainda poderá estar a observar o cometa ISON: não querem reconhecer que o Cometa do Século nunca existiu fosse o deles ou o da NASA

 

E lá vêm eles – Os Conspiradores do Fim do Velho Mundo, reclamando para si o título de Os Criadores do Novo Mundo – com a história de que o cometa ISON ainda não desapareceu, apenas se desintegrou em pequenos bocados: e o que acontece segundo eles é que alguns desses fragmentos de maior ou menor dimensão poderão vir a atingir a Terra, estando previsto que tal venha a acontecer a partir do próximo fim-de-semana.

 

E até apresentam como prova do que afirmam fontes russas e fontes portuguesas: com os russos da agência ITAR-TASS a afirmarem que o cometa após a sua passagem em torno do Sol mudou de trajectória desacelerando, esperando-se uma chuva de meteoritos sobre a Terra, em resultado da sua desintegração; e com os portugueses do Observatório de Lisboa a apresentarem um modelo até agora considerado correcto – prevendo a desintegração do cometa em pequenos fragmentos, provocando posteriormente um desvio de pelo menos 2 graus na sua trajectória – que terminaria com o impacto com o nosso planeta de alguns fragmentos no início do mês de Dezembro.

 

Muito mais elaborada a explicação envolvendo o Observatório de Lisboa (já não é a primeira vez que o mencionam – pudera, são artistas portugueses), esta afirmaria que o gelo do cometa ao derreter violentamente (estado sólido → estado gasoso) passaria a funcionar como um poderoso combustível propulsor, acelerando o movimento e alterando a trajectória: os fragmentos de diversas dimensões provocariam então uma chuva de meteoritos, que poderia vir a atingir o nosso planeta.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:04

12
Jun 13

O Universo é sempre espectacular:

“Até os calhaus – meros objectos sem objectivos – gostam de estar acompanhados”

Inacreditável!


Asteróide 1998 QE2

 

Mais ou menos afastados do nosso planeta, milhares e milhares de corpos celestes deslocando-se na nossa galáxia – como os asteróides, os cometas e os meteoritos – atravessam todos os anos o nosso Sistema Solar, muitos deles originados na nuvem de Oort e deslocando-se numa órbita bem definida, tendo como um dos focos principais da sua órbita a nossa estrela o Sol.

 

Recentemente foi assinalada a passagem do asteróide 1998 QE2, um corpo celeste com uma dimensão já muito apreciável e próxima dos 3Km de diâmetro (um grande asteróide). Apesar de passar a uma grande distância da Terra – a sua maior aproximação situou-se nos 5.800.000 km – um aspecto suscitou desde logo a atenção e curiosidade dos astrónomos e demais cientistas que o observaram: possuí-a uma lua que completava a sua órbita em torno do asteróide em cerca de 32 horas, sempre com a mesma face voltada para o asteróide (como o caso da Lua com a Terra) e a uma distância nunca superior a pouco mais de 6 km.

 

Este enorme asteróide e sua lua – com movimento de rotação em volta do seu eixo de cerca de 5 horas – são considerados dos maiores e mais lentos conjuntos de corpos celestes até agora observados (sistema binário).

 

(informações e imagem – space.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:07

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