Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Jan 21

Meses a fio sem se prevenir, nem mesmo se remediar:

mas quem iria prever, a evolução de tal coisa?

 

Screenshot_2021-01-16 Portugal Coronavirus 539,416

 

6º país do continente Europeu com maior número de contágios por dia ─ este sábado 16 de janeiro com 10.947 novos casos ─ Portugal regista hoje um novo máximo de mortes por dia, atingindo as 166. Com 128.165 casos ainda ativos e 638 doentes em cuidados intensivos.

 

Um círculo infernal iniciado nos finais de março de 2020 e que passados cerca de dez meses, em plena 2ª Vaga e tendo contaminado 539.416 indivíduos (5,3% da população portuguesa), já provocou 10.047 vítimas mortais (taxa de mortalidade de 1,9% sobre a amostra de contaminados).

 

Screenshot_2021-01-16 Portugal Coronavirus 539,416

 

Num país em Confinamento Geral (obviamente virtual) desde sexta-feira (15 de janeiro), com uma via de transmissão do vírus ainda completamente aberta (famílias/escolas) e ainda-por-cima na Saúde ultrapassado já o limite, cada vez mais perto da exaustão.

 

E na região do Algarve registando-se no presente a maior taxa de contágio (do país) por Covid-19 (com Tavira e Albufeira à cabeça), agravando ainda um pouco mais o cenário desta Pandemia ─ para além da grave crise socioeconómica, ninguém se atrevendo a prever o seu fim.

 

(imagens/dados: worldometers.info)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:09

14
Jan 21

Inicia-se dentro de poucos momentos o 2º Confinamento Geral em Portugal ─ 00:00 do dia 15 de janeiro de 2021, sexta-feira ─ motivado pelo coronavírus e pela Pandemia Covid-19 ao mesmo associado.

 

Barton28.jpg

Um confinamento tão permeável como a porta de um saloon

 

Um Confinamento (2º) na sua amplitude e dureza menos intenso do que o anterior (1º) ─ juntando-se agora mais 2 milhões de pessoas em movimento, do que o ocorrido no confinamento anterior (com as escolas abertas, maioritariamente oriundas do setor da educação) ─ quando o cenário agora replicado é muito pior (do que em março passado), com 10.000 infeções diárias e vítimas mortais ultrapassando a centena e meia, quase 5X mais ao registado aquando da 1ª Vaga.

 

(imagem: bartonminiatures.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:56

 

Avoid the 3Cs:

Spaces that are closed, crowded or involve close contact.

The risks of getting COVID-19 are higher in crowded and inadequately ventilated spaces where infected people spend long periods of time together in close proximity. These environments are where the virus appears to spread by respiratory droplets or aerosols more efficiently, so taking precautions is even more important.

(who.int)

 

A nível global com mais de 90 milhões de indivíduos infetados pelo coronavírus  SARS-COV-2 e quase a atingir os 2 milhões de mortos por COVID-19. Em Portugal a caminho dos 8.500 mortos (desde o início da Pandemia) e com registos diários perto dos 10.000 infetados e das 150 vítimas mortais, sendo o 11º país do mundo com mais casos novos (diários) de contágio e o 6º europeu.

 

Sabendo-se que no essencial nada se fez (não se desdobrando turmas, não se fornecendo computadores, nem sempre se mantendo as distâncias e nem mesmo se adaptando as salas as novas condições e à meteorologia), qual a justificação dada pelo Ministério da Educação (não política, mas cientifica) para fechar as escolas em março (com números máximos por volta das 35 vítimas mortais) e mantê-las abertas em janeiro (com números máximos por volta das 155 vítimas mortais, quase 5X superior)?

 

Screenshot_2021-01-14 Global scientists double dow

 

Com a Organização Mundial de Saúde a considerar entre as três medidas prioritárias a tomar para evitar a propagação do Coronavírus, (1) “o uso de máscara”, (2) “a manutenção de uma distância mínima de 2 metros entre pessoas” e (3) “as concentrações colocando um maior número de pessoas em contacto”, eis que o nosso Governo e restantes autoridades competentes a ele associado ou dependente, vem calma e solenemente e como se o vírus esperasse, decretar “um novo confinamento geral” no entanto não o sendo, por claramente parcial: e se desta vez não esperamos pela decisão vinda de Espanha ─ e sendo “pior a emenda que o soneto” ─ optamos por um falso confinamento mantendo aberta a Economia (e quem lhes fornece a mão-de-obra, as escolas) e fechando a Saúde (a solidariedade e dando uma falsa prioridade à educação/formação/formatação, o seu parente pobre a Cultura).

 

Screenshot_2021-01-14 COVID-19 vaccines.jpg

 

E mais uma vez arrumados os peritos e dando ainda mais protagonismo aos políticos ─ apesar de em Portugal já termos ultrapassado os 10.000 infetados e as 150 vítimas mortais diárias ─ para além do uso da máscara esquecendo-se/ignorando-se as distâncias e o perigo da concentração de pessoas: para além do que sucede nos inevitáveis transportes e tal como acontece nas grandes áreas comerciais e ainda mais intensamente nas escolas. No caso da região do Algarve com o fator agravante, da mesma apresentar a mais elevada taxa de infeção Covid-19 do país ─ com cada 100 pessoas a infetarem 120 ─ sendo os mais elevados localizados nos concelhos de Tavira e de Albufeira (onde moro e onde até os bombeiros já tem casos confirmados paralisando a corporação). Assistindo-se assim incrédulo à manutenção no ativo de uma das maiores cadeias de transmissão, ligando eficazmente as nossas escolas (no total de uns dois milhões de estudantes) às famílias portuguesas.

 

E depois da banalização (adotando o politicamente correto, “Novo Normal”) da taxa de mortandade registada desde o início desta pandemia nos lares de idosos (legais e mesmo assim, mantendo os ilegais) ─ cadeia de transmissão lares/famílias ─ só faltando mesmo manter no ativo a cadeia de transmissão escola/famílias: só na cabeça das nossas “Mentes Políticas Brilhantes”.

 

(imagens: who.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:44

09
Jan 21

Tal como em março (1º) agora em janeiro, talvez a poucas horas ─ o vírus não espera ─ de entrarmos num Novo (2º) Confinamento Geral (incluindo de novo as escolas).

 

Já com muitos dias de atraso e com os responsáveis pelo acompanhamento da 1ª vaga Covid-19 (já aí obstrutores do que deveria ter sido feito antes, prevenindo e não remediando) ainda em funções, eis que mesmo para os “mais ceguinhos” o Confinamento Geral se torna inevitável: e mesmo com o genocídio em curso e já em ritmo de cruzeiro (normalizada por banalização da morte) dos mais velhos e mais doentes ─ abandonados à sua sorte, em lares (legais/ilegais) e locais isolados ─ insiste-se na manutenção concentrada dos mais jovens nas Escolas como se não pudessem ser infecionados (com gravidade até pelas mutações do vírus) ou tornarem-se em transportadores do vírus. Nem sequer valendo a pena falar de turmas (tal como antes da chegada do vírus) com cerca de 25 alunos numa sala, com portas e janelas abertas (dado o tempo tão convidativo) com o fim de arejar.

 

Screenshot_2021-01-09 Portugal Coronavirus 476,187

Evolução máxima do Covid-19

Como é possível que o Governo ainda esteja à espera de terça-feira?

(com o SNS perto da rutura e os hospitais perto do colapso)

 

Como consequência desta evolução e dado os últimos números entretanto e finalmente divulgados (mantidos como que em segredo, entre o Natal e a Passagem de Ano) pelas nossas entidades competentes, não se podendo fazer esperar a ação do coronavírus nem da doença que o mesmo propaga, esperando-se a antecipação da data “oficiosamente” prevista (terça-feira, 12 de janeiro) para o novo Confinamento agora da 2ª vaga: e com cerca de 10.000 novas infeções e de mais de 100 vítimas mortais diárias, ficando-se a não perceber de que é que o Governo está à espera ─ ainda e sempre com muitos (pensando apenas em si, sendo os mesmos da 1ª vaga) a quererem deixar andar. E no que diz respeito à Região do Algarve e aos seus dezasseis concelhos, se antes (do Natal/Passagem de Ano) a esmagadora maioria do território se poderia considerar normal, agora (já em 2021) estando a grande maioria na zona do vermelho, liderando (no crescimento de casos de contágio) Tavira e seguindo-se logo Albufeira.

 

(imagem: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:03

25
Mai 20

“The Trump administration reportedly considered

conducting the first nuclear test explosion in 28 years

in response to China and Russia.”

(Sophia Ankel/23.05.2020/businessinsider.com)

 

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IVY MIKE

O primeiro teste norte-americano de uma Bomba de Hidrogénio

(1 de novembro de 1952)

 

Após quatro anos de um violento e sistemático confinamento político-social (aqui não se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a sua Administração ─ seguido de mais dois meses de um ainda mais violento e catastrófico confinamento sanitário-económico (aqui já se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a população norte-americana ─ uma consequência esperada de tão longo período de isolamento, agora que este tempo parece perto do fim, mas por outro lado nunca mais parece chegar: como se as praias repentinamente se abrissem, não se respeitando minimamente o semáforo vermelho lá colocado.

 

E assim depois de tantos acordos descontinuados e “atirados às urtigas” pela administração atualmente no poder (Republicana de Donald Trump, como num Universo nada alternativo podendo ter sido, Democrata de Hillary Clinton) ─ como o do abandono da luta contra as “Alterações Climáticas”, do acordo “nuclear com o Irão”, do acordo dos “Céu Abertos” e agora do regresso aos “testes nucleares” ─ o regresso à normalidade por tantos julgada completamente impossível, provando apenas como “normalidade e anormalidade” se confundem e na nossa mente (obedecendo aos mesmos mecanismos psíquico-físicos, ainda e sempre prevalecentes) se completam.

 

Passadas quase 24 anos sobre o acordo firmado para o fim dos testes nucleares ─ 24 de setembro de 1996, subscrito na ONU pelos EUA, pela Grã-Bretanha, pela França, pela Rússia e pela China ─ e enquanto se assistia a uma tentativa de não proliferação dos mesmos até pela chegada de outros países ao “Clube Nuclear” (como a Índia, o Paquistão, a Coreia do Norte e Israel), eis que tentando demonstrar a sua presença ainda bem efetiva no mundo e a sua imagem de sistema (e de marca) querendo manter a sua supremacia global, os EUA ainda perseguido pelos seus inúmeros “fantasmas internos” (problemas por resolver) colocados à vista de todos com o surto Pandémico Covid-19 (como a total falência do seu inexistente Serviço Nacional de Saúde e a inexistência de qualquer tipo de apoio socioeconómico em tempos de crise) ensaiam mais uma “entrada ao serviço” agora com armas pensando-se ultrapassadas (piores em efeitos que o vírus SARS-CoV-2, não só como este matando seres vivos, como também destruindo infraestruturas fundamentais à nossa sobrevivência e da nossa civilização). E ainda-por-cima pela diversificação dos efeitos extremamente negativos e muitas das vezes incontroláveis (por inesperados ou desprezados) sentidos e observados ao longo do tempo e do espaço, com a utilização de um instrumento tão primitivo como este.

 

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O regresso dos testes nucleares

Em debate entre a Administração Civil e o Complexo Militar

(maio de 2020)

 

“Com a Administração da Casa Branca sob a tutela de Donald Trump

e com  o apoio do poderoso e liderante Complexo Industrial-Militar,

como muitos dos presos saídos da cadeia e para se mostrar,

começando desde logo a ameaçar.”

 

Desconfinado e querendo (à falta de imaginação) recuperar referências ─ até para arranjar culpados, para os seus erros cometidos ─ servindo-se do nuclear para tentar recolocar a Rússia e a China no seu respetivo lugar: voltando-se assim á normalidade de um mundo sempre dividido entre o Ocidente e o Oriente (referindo-nos ao Hemisfério Norte, mais rico e desenvolvido, ao contrário do Hemisfério Sul, mais pobre e explorado), sendo um deles os representantes do Eixo do Bem (com sede em Washington e aparentemente em queda) e o outro os representantes do Eixo do Mal (com sede em Pequim e aparentemente em ascensão): numa temporada terminando no início de novembro (deste ano de 2020),  data em que face às duas faces da mesma moeda, ela cairá para um ou para o outro lado, no fundo para um mesmo lado, por baseado na mesma moeda ─ o Dólar. Faltando apenas saber o que valerá mais no futuro, se os detentores das impressoras e do respetivo papel empregue (os EUA) ─ neste caso apoiado pela sua Máquina Militar capaz de destruir um maior nº de vezes o Planeta ─ ou se os detentores dos metais preciosos como o ouro (a Rússia e a China) ─ mais limitados e capazes de destruir um menor nº de vezes a Terra.

 

Já que se sendo livre e expondo-se (mas continuando a aceitar-se como única verdade o que se diz), podendo-se com os raios do Sol e com a água do mar, matar “o bicho”. Por mim esperando que por sua própria iniciativa (do vírus) ─ dado o Homem se ter vindo a mostrar totalmente incapaz de se assumir aderindo à teoria da evolução ─ no mínimo “o bicho” adormeça. Regressando e tornando-se crónico (tal como o vírus da gripe) podendo ser (mais) um “sinal”.

 

(sobre notícias/imagens: Business Insider/businessinsider.com

e US Nuclear News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:38

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