Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

19
Abr 11

Caso “Tintin no Congo” conhece hoje datas para julgamento em Bruxelas

 

Teor da obra considerado racista

 

O livro da polémica

 

Este livro foi publicado por Hergé em 1931.

Ou seja há oitenta anos!

E como “mais nada de grave se passou desde então no mundo, no que diz respeito ao problema do racismo”, alguém declarando-se de mãos limpas, lá encontrou um boneco compensatório para os seus remorsos conformistas, tornando-se ilusionista.

 

Tintin no Congo

 

Cesse-se a publicação ou afastem-na das criancinhas!

 

Não custa nada ter memória e muito menos ter cultura. O problema é o daqueles que não tendo nenhuma das características anteriores, por opção fundamental de vida e necessidade de sobrevivência no mercado onde desejaram inserir-se – como é “bom” seguir-se um determinado percurso obrigatório e situacionista (de poucos anos) e em troca, obter-se uma boa segurança económica (de muitos anos), comprovada por um certificado de aptidão passado pelo poderoso estado – decidem por todos nós, o que é bom e o que é mau, confundindo-nos com datas e factos diferentes, misturando casos e exemplos sem qualquer espécie de ligação e resolvendo sem qualquer tipo de hesitação, atacar pessoas do século XX (os seus mestres) por não cumprirem as novas directivas – que eles próprios não cumprem – impostas em nome do bem do novo século XXI.

 

O Bobo

 

No mundo anterior, a força exercia-se e sentia-se, através do uso das armas: aí a posse de uma arma ou do detentor da mesma, representava o poder – daí a proliferação de postos hierárquicos e do poder de intervenção dos exércitos: era bom ser General! No mundo posterior e face à violência que a utilização indiscriminada de armas projectava sobre a sociedade – e o mau aspecto que dava – o poder resolveu substituir a força das armas pela força de um canudo: a força bruta era então substituída pela brutalidade de um saber seguro e controlado, de ingestão forçada, mas deveras compensatória: era bom ser Doutor! A violência não acabava, só que agora seria sempre certificada, antes de ser utilizada, até para controlar melhor os outros grupos rivais.

Antes de Bolonha só conhecia o esparguete, mas um barrete, enfia-se por qualquer razão. O meu grande erro foi não ter pegado em qualquer um!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:20

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