Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Out 19

Os Russos Já Aí Estão!

(Suspensos na Atmosfera e Prontos a Atacar)

 

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Com a dupla TRUMP/FAKE NEWS tudo sendo possível (nos EUA),

desde a imposição simultânea (seja DEM, ou seja, REP) de

[“Uma Direção e Sentido” ao “seu Contrário”]

 

Agora que nos EUA (de TRUMP) se procura sem interrupção e descanso (desde Janeiro de 2017) provas claramente irrefutáveis (até agora nunca encontradas) − como por exemplo uma COLISÃO (como com a “Colisão coma Rússia” agora com a “Colisão com a Ucrânia”) − para IMPEDIR o seu PRESIDENTE (quando quem o deveria ser era HILLARY)  demitindo-o do seu cargo,

 

− Até ao momento (outubro de 2019) sem resultados práticos visíveis (com o Presidente mantendo-se na Casa Branca) e mesmo com alguns especialistas em análise política (mesmo internos e até Democratas) a apontarem fortemente o dedo (indicador) para a possibilidade de Donald Trump (o 45º Presidente dos EUA) − usufruindo da estratégia dos seus adversários − repetir o feito de 2016, transformando-o aí (nas Presidenciais de 2020) numa façanha (sendo reeleito)

 

E simultaneamente (pela esmagadora maioria dos cidadãos norte-americanos) não se tendo ainda entendido bem (“digerido”) que se a resposta por vezes não está na Terra, alguns dos Sinais (para se dar início à ação, provocando de imediato a tão desejada reação) poderão estar em alternativa e bem definidos (vincados) no Céu,

 

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Estádio Levi’s Santa Clara Califórnia

7 outubro 2019

San Francisco 49ers (31-3) Cleveland Browns

 

Eis que se apresenta um primeiro fator (comprovativo de Colisão) de base aparentemente meteorológica, no que poderá ser um raro caso de visualização conscienciosa de um Evento (extremo), mesmo perante os nossos olhos sendo ignorado – mesmo sendo bem real − pelos limites impostos aos nossos órgãos dos sentidos (perceções e sensações) pela Sociedade do Espetáculo (monótona, miserável, tóxica, doentia) que nos envolve.

 

Talvez nos confirmando (analisando bem o registo, sabendo-se o local do icvidente e a origem das suspeições) um caso de “Colisão com a Rússia”, eventualmente envolvendo Donald Trump.

 

No passado dia 7 de outubro (segunda-feira) no estádio LEVI’S de Santa Clara (estado da Califórnia) localizada na área da Baía de São Francisco – e perante 50.000 pessoas a assistirem a um jogo de “futebol norte-americano – enquanto os entusiastas observavam em Terra “como crianças inocentes” a equipa de São Francisco a esmagar a de Cleveland, no Céu contrastando bem com o ambiente do estádio notava-se já a chegada (e a presença no ar) da “Influência (podendo ser sintoma de colisão) Russa”.

 

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Erupção em junho/2019 do vulcão russo RAIKOTE

Lançando para a atmosfera cinzas e GASES vulcânicos

Ainda circulando na atmosfera e atingindo os EUA

 

Influência/Colisão confirmada pelos factos (não em papel e palavras), tanto pela coloração como pelo remetente (dando-lhe forma): num Evento abrindo a porta dos EUA à influência oriunda da Rússia, ainda-por-cima baseada e suportada (credibilizada) por assente em fenómenos ditos e reafirmados (com registos) como naturais − como se acreditássemos vindo da Rússia e pairando sobre os EUA.

 

Dispondo-se de factos indesmentíveis (registados e conhecendo-se a origem da tentativa de influência) de algum tipo de “Colisão Russa”: neste caso ocorrido em Santa Clara (na Califórnia) e enquanto milhares de pessoas assistiam provavelmente descansados, com a sua família (e/ou amigos) e num convívio saudável (e natural), a um jogo de futebol (americano) − aproveitando o melhor possível os seus tempos livres de lazer, como contrapartida aos períodos de trabalho cada vez mais intensos – sem os mesmos se aperceberem, cada vez mais próximos e podendo mesmo já estar a envolve-los (sem se fazerem notar, de uma forma extremamente intrusiva, com “ligações” subterrâneas e “colisões” evidentes), com os Russos a chegarem (a Agressão) diretamente do seu próprio território (da Rússia) colorindo (com a sua presença) os Céus na Califórnia: "The sunset was full of volcanic colors(Dave Weixelman/spaceweather.com). Utilizando para tal (agressão atmosférica) o vulcão RAIKOTE (uma pequena ilha com apenas 4,6Km² de área e 550m de altura), tentando fazer passar o fenómeno (e apenas) como sendo exclusivamente de origem Natural:

 

On June 22nd, the Raikoke volcano in Russia's Kuril islands erupted with such power that tons of sulfurous gas reached the stratosphere. That gas has been swirling around the northern hemisphere ever since.

(spaceweather.com)

 

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Península de KAMCHATKA/costa russa do Pacífico/Anel de Fogo do Pacífico

C/ os seus mais de 300 VULCÕES cerca de 10% deles ativos

(caso do vulcão RAIKOTE)

 

Quando essa imensa profusão de cores (numa palete de amarelo, lilás, vermelho, etc.) construindo um cenário (como o registado nos céus de Santa Clara) por vezes grandioso e deslumbrante (igualmente “ameaçador” pelo alto contraste) avançando em nossa direção vindo de “além do horizonte”, nada mais sendo que mais um “ATAQUE da RÚSSIA a TERRITÓRIO dos EUA levado a cabo por VIA AÉREA” − confirmando mais uma vez e à evidência porque se fala constantemente em “ligações/colisões com os russos” tendo como “patrono (o que estava maia à mão na altura) Trump: por Via Aérea e refugiando-se atrás de RAIKOTE atirando uma grande e espessa camada de GÁS ATMOSFÉRICO TÓXICO (como tal, venenoso) em direção a Inocentes, como os presentes num estádio de futebol nos Estados Unidos da América. E logo tudo tendo ocorrido (curiosamente) num vulcão geralmente tranquilo (ao contrário dos seus vizinhos) − com a penúltima erupção/explosão registada há 241 anos e a última há 95 anos – subitamente (com “alguém secretamente puxando o gatilho”) entrando em grande atividade (a 22 de junho deste ano, há pouco mais de três meses) e lançando grandes camadas de cinzas e gases vulcânicos (tóxicos/venenosos) para a atmosfera (entre outras direções) em direção aos EUA.

 

(imagens: usbacklash.org − Dave Weixelman/spaceweather.com – NASA – wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:39

20
Jan 16

Com G. W. Bush e Barack Obama já bem integrados nas Teorias da Conspiração, se Donald Trump quiser ser eleito como próximo Presidente dos EUA, terá que tratar rapidamente de arranjar uma teoria. E segundo o WP parece estar mesmo a fazê-lo.

 

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Para já e internamente retratado como um inimigo dos aliens.
E no exterior?

 

Aproveitando a campanha do popular e indesejado candidato à nomeação pela convenção Republicana para as eleições presidenciais de 8 Novembro de 2016 (como não poderia deixar de ser o bilionário Donald Trump à frente nas sondagens para o Caucus Republicano e sendo de momento o candidato dos REP mais bem colocado para ocupar a Casa Branca), o periódico norte-americano The Washington Post aparentemente como se estivesse na sua vez de representar o seu verdadeiro papel (retribuindo aos seus acionistas o investimento destes), chegasse agora à frente e entra na campanha anti-Trump. É fundamental isolar o mais rapidamente que for possível o candidato Donald Trump desta corrida eleitoral, não só para salvar do seu colapso total aquilo que de sólido e de ideológico ainda resta do Partido Republicano, mas também porque num duelo frente-a-frente e a dois este poderia muito bem derrotar Hillary Clinton (o mais que provável candidato DEM): e isso seria certamente um grande desastre para aquela que se diz hoje a maior potência do mundo, num momento da sua história em que infeliz e irreversivelmente o pobre do Indivíduo vai desaparecendo e perdendo poder, face à força esmagadora de ricas e poderosas Empresas. As Ideias já não pertencem ao Homem mas a Entidades Superiores – por isso falar (à direita ou à esquerda) ser hoje um perigo (de morte). E matar nunca foi problema (vejam como o prémio Nobel da Paz Barack Obama também resolveu os seus problemas recorrendo a brinquedos teleguiados – para matar à distância e sem registo válido de remetente).

 

“Donald Trump apparently has a brand-new conspiracy theory Max.”
(Max Ehrenfreund/The Washington Post)

 

"There's something going on and it's bad."
(Donald Trump)

 

Tentando encostar Donald Trump às estafadas teorias conspirativas oriundas do próprio sistema (que sempre as criou como manobra de diversão e para criar confusão), de modo a desacreditá-lo pessoalmente e a inscrevê-lo de imediato na lista (obrigatória para casos patológicos irrecuperáveis como será o caso dele). Num rol de coisas violentas e absurdas revelando por aceitação analfabetismo (mas com algumas delas de tal forma reais que nem se percebe como ninguém as interioriza) e nas quais a maioria dos norte-americanos mesmo assim (já depois de tantas vezes enganado) ainda acredita. Vejamos então as 6 coisas em que os norte-americanos mais acreditam:

 

As 6 Teorias Conspirativas a que aderem mais Norte-Americanos

 

Ordem Acontecimento % Observação
1 Lee Harvey Oswald não agiu sozinho no assassinato de John F. Kennedy cometido em 22 de Novembro de 1963 na cidade de Dallas. 55 Um dos acontecimentos ainda hoje controversos da história norte-americana (face aos desenvolvimentos que se lhe seguiram) e que indicam o indivíduo antes suspeito como sendo na verdade um mero bode expiatório (dum pensado e concertado ajuste de contas).
2 O Governo tinha conhecimento prévio dos ataques de 11 de Setembro de 2001 nos EUA que provocaram cerca de 3.000 mortos. 43 Um período bastante nebuloso e conturbado da política externa norte-americana em que todos os cenários possíveis e impossíveis tinham que ser sempre considerados (até mesmo um golpe de estado interno).
3 Os Republicanos roubaram a vitória dos Democratas nas eleições de 2004 em que G. W. Bush é reeleito contra o seu adversário John Kerry. 41 Para mim isso foi um facto mas nas eleições de 2000 ano em que G. W. Bush foi eleito pela primeira vez presidente concorrendo contra Al Gore (que ganhou à primeira mas após a recontagem na Flórida perdeu à segunda).
4 Um disco voador (ufo/ovni) despenhou-se na localidade de Roswell no estado do Novo México no dia 8 de Julho de 1947. 37 Facto que só mais tarde foi desmentido pelos militares afirmando tratar-se de fragmentos de um balão meteorológico.
5 O ditador Saddam Hussein esteve envolvido noa ataques do 11 de Setembro de 2011. 36 Quando todo o mundo sabe hoje em dia que o ataque foi da iniciativa da Al-Qaeda então chefiada por Bin Laden, numa operação financiada pelos sauditas e tendo base no Afeganistão.
6 A existência de uma equipa de burocratas governamentais ligados à área da saúde que decidiriam se um doente deveria ser tratado ou não ou seja viver ou morrer – os famosos Painéis Mortais. 32 Mais uma das célebres saídas políticas da ex-Governadora do Alasca Sarah Palin acusando legislação do governo que providenciava o acesso mais facilitado a ajuda médica de ser executada por meros burocratas que iriam decidir ou não sobre a vida das pessoas – como se fosse um jogo num painel mortal.

(fonte: Miller et al. – American Journal of Political Science – ajps.org)

 

O que significa que se Donald Trump quiser na realidade ser um virtuoso aplicador das Teorias da Conspiração (colocando-se no mínimo num dos três lugares de pódio), então terá mesmo que superar uma das últimas estrelas republicanas: nem mais nem menos que o incomparável presidente G. W. Bush (na tabela anterior com um mínimo de 41%). Uma tarefa quase impossível para a ovelha-negra Republicana. Ou talvez não – já que a ovelha anterior só era diferente pela cor (G. W. Bush a ovelha-branca). Nunca esquecendo o atual presidente Barack Obama/DEM (só posteriormente integrado nas Teorias da Conspiração face à grande possibilidade de ser reeleito aquando da sua candidatura a um segundo mandato) acusado de nem ser sequer um cidadão norte-americano por ter nascido no estrangeiro (8º na lista com 17%). Mesmo assim conseguindo a vitória para o seu segundo mandato (e que agora termina). Levando-nos assim a pensar que se o seu colega de partido ganhou duas eleições sucessivas apesar de todas as suas trapaças (eleições de 2000/2004) e mentiras (envolvimento de Saddam Hussein nos ataques de 9/11), ele também o poderá fazer utilizando em seu benefício os ataques (à sua honra) e as conspirações (à sua volta): mas só o sendo expetável desde que os mesmos não parem. E disso parece ter medo o periódico The Washington Post (como o demonstra no título):

 

“Why smart people believe all the crazy things Trump says.”
(Max Ehrenfreund/The Washington Post)

 

Ainda acrescentando para que não fiquem quaisquer dúvidas (e também por uma questão de probabilidades):

 

“Trump's appeals reflect a deep-seated desire among conservative voters for relatively simple explanations for what's going on. With Trump's statements, he's revealing that he has a type of personality with which they can identify.”
(Max Ehrenfreund/The Washington Post)

 

(imagem: newscorpse.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:29

24
Ago 15

“Study into the California drought confirms the worst is yet to come.”
(21.08.2015 – news.com.au)

 

Um território constantemente submetido às mais violentas manifestações atmosféricas como ciclones, furacões, fortes precipitações, inundações e tempestades de neve, tendo a ocidente o CÍRCULO de FOGO (no mar) e no interior um SUPER-VULCÃO (em terra), só pode mesmo rezar a DEUS, levar a sua vida em frente e esperar que nada aconteça.

 

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Populações em fuga dos seus países em guerra
(por mar/Mediterrâneo e por terra/Macedónia)

 

Enquanto as vítimas dos últimos conflitos surgidos a Oriente e em África fogem aos milhares do Inferno da Guerra (impulsionada por muitos e consentida pela Europa), o Velho Continente berço da tolerância e da solidariedade assim como da violência e do extermínio, vê-se agora perante a invasão de verdadeiros contingentes de seres humanos violados, esquecidos e desesperados, que vêm nos territórios dos vencedores a sua única hipótese de sobrevivência: vindos desde a fronteira a Oriente até ao extremo ocidental do Mediterrâneo, maioritariamente provenientes da Síria ou então da já extinta Líbia de Kadhafi (nunca esquecendo o Iraque, o Iémen e todas as outras vítimas de todas as Primaveras Árabes – como a Egípcia) e procurando apenas a paz que os outros destruíram (aparente e estrategicamente coligados em torno dos EUA). Deste modo surgindo as migrações aos milhares desde o norte de África (a Grã-Bretanha e a França destruíram a Líbia pelo dinheiro de Kadhafi) ou a fuga de outros milhares da destruição e morte a Oriente: contando já com três Estados pulverizados (como o Iraque, a Síria e o Iémen), sem esperança nem retorno (ou não estivessem os EUA aliados à Arábia Saudita).

 

Enquanto isso outros problemas de urgente resolução são abandonados, subalternizados à necessidade de controlo e manutenção de supremacia. E sendo atualmente os EUA a maior potência mundial (medida pela sua esmagadora supremacia militar), a sua prioridade será sempre a da manutenção da segurança nacional (forças militarizadas de intervenção interna ou externa) e nunca o da verdadeira preservação do seu território e das condições de vida da generalidade dos seus cidadãos. Como se vê com a aplicação da sua política externa oficial na qual aparece e se afirma sempre que algo de importante e interessante acontece no plano internacional (alterando logo os objetivos e redirecionando-os para os seus), numa atitude totalmente contrária a tantas outras tomadas e associadas aos graves problemas internos que os EUA atravessam (económicos e sociais), que pelos vistos as autoridades norte-americanas não querem discutir a sério. Sendo mais fácil preocupar-se com o terrorismo, do que se preocupar com uma seca.

 

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A prolongada seca na Califórnia e o afundamento progressivo de terrenos
(e mais uma vez a Terra a ser colocado sob um cenário apocalíptico)

 

Enquanto nos dedicamos a algo (por vezes supérfluo) descuramos tudo o resto (por vezes fundamental). E nesse grande e multifacetado país como o é os EUA (entre brancos, hispânicos e afro-americanos), muitas vezes com os seus responsáveis políticos esquecendo e desprezando os reais desejos de vida das populações que representam, por vezes só as notícias extremas têm maior repercussão. Mesmo que parecendo distintas e na verdade sendo comuns. Como o poderiam ser as notícias de 1/Seca Extrema na Califórnia (uma Realidade) ou de 2/Possível impacto de um asteroide em Porto Rico (uma Previsão) – e com outros a optarem por um Tsunami (entre a Realidade e a Previsão).

 

No primeiro caso com o estado da Califórnia a ser afetado por um longo período de seca extrema e contínua, levando a perfurações cada vez mais profundas no seu subsolo na procura desse líquido cada vez mais precioso que é a água e provocando no final desse processo irreversível, alterações profundas na estrutura do terreno e o seu progressivo afundamento. O que até poderia colocar alguns de nós a pensar sobre a forte possibilidade de um dia as águas do Golfo da Califórnia se unirem pelo interior da costa ocidental norte-americana às águas da baía de São Francisco e isolarem toda a faixa litoral desse estado. O que naquelas áreas tão conturbadas (em fenómenos vulcânicos e sismológicos) é muito fácil de aceitar. De qualquer forma um cenário nada prometedor para o futuro do estado da Califórnia e que deveria preocupar bastante as autoridades norte-americanas: é que sem água não há nada e sem nada não há vida.

 

No segundo caso entramos numa zona de muito maior penumbra situada mesmo no interior das Teorias da Conspiração. Numa nação ainda hoje oscilando entre as fortes crenças do passado e o automatismo tecnológico do presente – vem visível (como em todo o mundo) com a diferença por vezes brutal entre o interior dos EUA (o Oeste Americano) e o seu litoral (as costas do Atlântico e do Pacífico) – e apresentando diversas formas de pensar e de interpretar (por vezes opondo-se entre elas mas lutando pelo mesmo objetivo: a procura da verdade para além da informação). Com o Governo e as suas agências a serem a origem de tudo (na dúvida sobre a explicação surge a nova teoria), tal como esconder, inventar e mentir. E então a partir daí toda a teoria proposta pode ser credível e até viável, desde que se apresente como uma alternativa imediata e eficaz face à sempre monótona e desmobilizadora versão oficial (falsa e sem esperança), mesmo nunca sendo concretizada (no fundo bastando ser renovada). Surgindo as crónicas e sempre persistentes teorias sobre o fim do mundo com a chegada do Apocalipse e o Evento comemorativo do fim da espécie: todos os anos durante o terceiro ou quarto trimestre, de preferência com a intervenção de um cometa ou asteroide e atingindo território dos EUA. Este ano apresentando a opção mais natural de um tsunami, mas sempre atingindo o litoral norte-americano.

 

“No asteroid will hit Earth Next month and We Are Safe: NASA Says.”
(23.08.2015 – themarketbusiness.com)

 

(imagens: Boris Grdanosky e Italian Navy/AP Photo – nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:07

10
Nov 14

Após análise atenta e profunda a diversos SITES CONSPIRACIONISTAS (mais de 2.000), os investigadores chegaram à brilhante conclusão de que os adeptos da conspiração (cerca de 2/3 do total) eram mais sãos (da cabecinha) de que os adeptos do convencional (os seus – e nossos – grandes adversários).

 

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Próximo de Yellowstone – Reid Wiseman
(ISS – Novembro 2014)

 

Bastou o astronauta REID WISEMAN ter publicado na sua página de Facebook uma imagem de uma região próxima de YELLOWSTONE (tirada enquanto se encontrava a bordo da ISS), para de imediato surgirem com as suas conhecidas teorias “anti-governamentais” os primeiros contingentes de adeptos indefectíveis da conspiração: para eles a referida imagem só confirmava que o SUPER VULCÃO de Yellowstone estaria a lançar para a atmosfera quantidades elevadas de HÉLIO-4, o que só poderia sugerir que “uma erupção do super vulcão estaria iminente”.

 

É claro que os informadores oficiais ao serviço da Ciência e da Inteligência vieram desde logo esclarecer o público em geral e “estes loucos em particular” (até para os distraírem de outros factos muito mais importantes e provavelmente correlacionados – outra conspiração?), um único ponto fundamental (e verdadeiro): a imagem referia-se a YOSEMITE (região também com actividade vulcânica a este, em MONO LAKE e LONG VALLEY) na realidade situada perto de Yellowstone, mas a cerca de 1.500km de distância. Como conclusão (e a bem de todos) a confusão estava no Y.

 

No entanto os teóricos da CONSPIRAÇÃO não são conhecidos por desistirem, mas pelo contrário, por serem persistentes nas visões que nos apresentam sobre certos assuntos de relevo para a nossa CIVILIZAÇÃO, tentando sempre interpretá-los e compreendê-los segundo a sua visão da REALIDADE e dos dados que lhes são fornecidos por especialistas e eruditos nas suas áreas respectivas. Mas mantendo sempre uma perspectiva alternativa (e em muitos casos realista) de que certas consequências poderão ter causas diversas. Razão pela qual as nuvens (visíveis) de Yosemite poderão simbolizar aquilo que não nos é permitido observar (invisível) em Yellowstone.

 

Desta forma se parte para a divulgação de informações pretensamente secretas (assim consideradas por não existentes ou não divulgadas), como o são as seguintes:
- A caldeira de Yellowstone é maior e mais profunda do que o pensado;
- Esse facto terá como consequência o activar da falha de NOVA MADRID e a concretização inevitável do BIG ONE final, com o desaparecimento da costa oeste norte-americana (afundada no Pacífico) e a reabertura de outras falhas locais (com todas as consequências geológicas para a geografia actual dos Estados Unidos).

 

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Erupção Vulcânica
(beforeitsnews.com)

 

E com o crescimento da presença de HÉLIO-4 na atmosfera local (libertado sobre a região onde este super vulcão está instalado) parece assim confirmar-se a teoria da conspiração – já que este gás pode ser um indicativo (em determinadas situações) de que está eminente um recrudescer da actividade vulcânica. Senão vejamos três opiniões (públicas):

 

“I noticed that there has been no one at Old Faithful in Yellowstone the past few days and there has been a uplift of magma and more swarms of quakes. Did they secretly evac the park? Lot of youtubers agree something may be going on. We could see a potential VEI 8 eruption. This could mean the end of USA and the beginning of an ice age oh and the volcano in iceland is still erupting as of this day since August 29th. Now is the time to worry right? Usgs always says nothing to see here.” (gamefaqs.com)

 

“The current Nevada earthquake swarm is happening right where the Yellowstone Super Volcano’s Caldera was over 20 million years ago. What is happening?
An earthquake swarm in Northwest Nevada has prompted concerns as to what is causing it. The Yellowstone Super Volcano is far from the site, but 20 million years ago this hotspot was in Northwest Nevada, right at the epicenter of the recent earthquakes.
Over 40 earthquakes in Nevada has been recorded so far. As noted in the image, past calderas of the current Yellowstone Caldera went into Idaho and then Nevada. At current, the swarm is where the Caldera was 20 million years ago. Scientists have no answers yet on why those unusual quakes are there, some of them shallow.” (apocalypticreview.com)

 

“SHOCKING: Ebola CDC Quarantine Map Matches Immigration/Agenda 21 Maps+Yellowstone Connection?” (medicalbluebook.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:37

24
Out 14

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI
A Confusão entre Realidade e Ficção
(Problemas Constatados na Execução de Hologramas – Delírios)

 

"As figuras imaginárias têm mais relevo e verdade que as reais."
(Fernando Pessoa)

 

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Siding Spring em aproximação a Marte

 

A passagem do cometa Siding Spring nas proximidades do planeta Marte proporcionou aos seus residentes e ocasionais um espectáculo único e memorável na história das suas vidas: não é todos os dias que se pode ver um corpo celeste talvez com alguns milhões de anos de idade e vindo dos limites do nosso Sistema Solar (da região da Nuvem de Oort) a passar tão perto de nós (os marcianos), sem que não sintamos imediatamente um arrepio a percorrer-nos todo o corpo de cima a baixo, numa constatação obvia e apoiada nos nossos órgãos dos sentidos (que nos propõe a imagem vinda do exterior, com o objectivo da mesma ser processada no cérebro como realidade e posteriormente projectada como holograma) de como somos tão pequenos num Universo tão grande.

 

Nas suas bases instaladas sob a superfície do planeta vermelho – não só para se protegerem da agressividade ambiental que se registava no exterior, mas também para manterem o secretismo sobre a sua presença nesse corpo celeste (situado tão próximo da do único astro com vida inteligente e organizada à sua superfície, a Terra) – a excitação entre todos os seus elementos foi crescendo à medida que o cometa se aproximava, comportando a observação da passagem do cometa três fases fundamentais: o momento em que este se encontrava na sua trajectória mais perto da superfície de Marte (1.ª fase), o momento que se seguiria e durante o qual a cauda do cometa afectaria a atmosfera/superfície do planeta (2.ª fase) e finalmente o momento do seu periélio – assinalado no ponto da sua órbita mais perto do Sol (3ª fase).

 

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Explosão na atmosfera/superfície de Marte (1)

 

Os cientistas marcianos tinham projectado (após diversas simulações de possíveis cenários aplicáveis a esta transformação a acontecer/evoluir numa determinada zona do espaço) como consequência imediata da passagem tão próxima deste cometa, duas realidades importantes: sendo a causa o cometa e o ponto de conflitualidade o planeta (por ocupar um espaço próximo aquando da seu movimento) era certo que tal evento iria inevitavelmente provocar uma explosão (1) e que os efeitos da mesma não seriam tão intensas (2).

 

Isto porque:
(1) As suas atmosferas iriam colidir (o que realmente ocorreu);
(2) O tamanho do cometa seria metade do inicialmente previsto pelos terrestres (o que se confirmou).

 

Uma outra informação seguindo em anexo mencionava que aproveitando a passagem deste corpo celeste em movimento, os marcianos tinham lançado mais um VIG (veículo de impulso gravitacional) em direcção à Terra, o qual utilizando o impulso da força gravitacional exercida pelo cometa e a sua velocidade, chegaria ao planeta nos próximos dias.

 

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Pegadas de origem alienígena sobre a superfície de Marte (3)

 

Mas como acontece com qualquer um e em qualquer lado, a curiosidade em ver o acontecimento no local e apreender o seu significado utilizando unicamente os nossos órgãos dos sentidos (agregando num todo um mundo de percepções e de sensações), é sempre mais forte do que todas as regras e normas que artificialmente nos impõe: deslocando-se a partir dum entreposto situado num dos planaltos da conhecida região marciana de Cydonia (onde se situa a famosa Face de Marte), um habitante do planeta não resistiu à tentação proporcionada por esta oportunidade única e extraordinária e decidiu de uma forma inopinada sair da protecção do seu habitáculo, conseguindo assim atingir a superfície exterior e olhar no local o inolvidável evento. Só que, devido à intensa actividade electromagnética que se registou na atmosfera e na superfície marciana (provocada pela passagem de todo o corpo constituinte do cometa Siding Spring), as condições atmosféricas em Marte tornaram-se de tal maneira violentas e perigosas, que este marciano aqui em evidência teve que se retirar rapidamente para o seu abrigo subterrâneo, vendo-se desse modo impedido de apagar os vestígios (evidentes) da recente sua passagem. Imperdoável – como o confirma a foto irrefutável apresentada aqui como prova (3) e agora disponibilizada pela ESA (Agência Espacial Europeia) a todos os habitantes da Terra.

 

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Região de Cydonia – Um local de Mistérios e de Contradições

 

Como sempre com os adeptos da conspiração a tirarem conclusões completamente diferentes e inacreditáveis, afirmando neste caso e de uma forma quase anedótica que o rasto deixado na superfície marciana teria origem num simples calhau e na sua deslocação lenta e gradual sobre o solo do planeta: uma insistência na valorização da matéria-prima (o objecto visto como receita) face à desvalorização dos seres vivos (o sujeito visto como despesa). Desinteressante para um simples e utópico marciano, já que “nunca tendo observado um calhau a andar, já vira muitos outros com pernas”.

 

Entretanto tivemos conhecimento de que os marcianos lançados a partir de Marte em direcção ao planeta Terra (aquando da passagem de Siding Spring e a bordo do Veículo de Impulso Gravitacional) chegarão ao seu destino previsto durante o periélio do cometa. Pouco tempo depois serão transportados para uma outra nave de maiores dimensões – o cargueiro espacial de longo curso Titã (propriedade da Transportadora Inter-galáctica Tesla) a partir da qual darão um salto técnico entre referenciais, sendo colocados instantaneamente noutro ponto do espaço então estabilizado, torcido e coincidente (para a eficaz concretização do objectivo pretendido). Transposto o referencial de Espaço Zero a ligação será interrompida e a nova realidade (sob a forma de mais um holograma) recriada (de novo).

 

Do Outro Lado talvez encontrem Deus. É que deste lado e subaproveitando as ilimitadas capacidades do nosso cérebro, mesmo estando Ele diante de nós, até hoje nunca O conseguimos percepcionar (talvez senti-lo, apesar dos sintomas também serem desconhecidos para nós): preferimos ser vampiros físicos (e efectivamente estarmos mortos) a funcionarmos em plenitude mental (e assim nos podermos considerar cerebralmente vivos, sem recorrer a qualquer forma ou modalidade de lobotomia). Daí todas as histórias contadas até à exaustão, sempre à volta da (verdadeira) imagem reflectida no Espelho: até com Máscaras e Carnaval!

 

(imagens – NASA/BPEarthWatch/ESA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:00

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