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Covid-19 PT/05.04 ─ Em Contraciclo?

Segunda-feira, 05.04.21

“Repentinamente e no mínimo

(a partir das 00:00 de 5 de abril)

com mais de 1 Milhão de pessoas nas ruas.”

(50% potenciais transmissores, 50% potenciais infetados)

 

No 1º dia do início da 2ª fase de Desconfinamento (05.04.2021) valendo durante duas semanas (até 18.04.2021) e sendo revisto terminado esse prazo (19.04.2021) ─ com a entrada em vigor nessa data (tudo tendo corrido bem, até aí) da 3ª fase de desconfinamento ─ eis que como que parecendo um fenómeno típico (comum) de ação-reação (e não se sabendo bem qual a racionalidade das duas iniciativas, podendo estar dos dois lados, num dos lados ou em nenhum) expressa como tipo de resposta ao Homem, o Vírus aumenta o índice de intensidade das suas (já) poderosas baterias: reforçando-se com outras estirpes/variantes (mais e melhor apetrechadas até pelas experiências/vagas anteriores) e num instante atingindo/ultrapassando o seu inimigo (melhor, objetivo),  colocando-o em estado de alerta do nível R(t) = 1 (podendo até ─ como acontece em muita zonas ─ ser superior).

 

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Devido ao seu crescimento com o índice de transmissibilidade R(t)

a ser o mais preocupante; e com o nº de Infetados/dia mesmo descendo

mostrando ainda alguma instabilidade (↑↓)

 

Num 1º dia do início da 2ª fase de um determinado Desconfinamento (sendo o alvo Portugal) em que o coronavírus parece querer regressar de novo (sobretudo) um pouco por toda a Europa e ainda pela América ─ territórios/países estando neste processo (de evolução do vírus) em fase mais avançada (se comparados com Portugal) ─ atingindo oficialmente e no continente o limite (a unidade ou 1, nuns sítios superior noutros inferior e no final, dando a média): em contraciclo aparente com o da Europa e com o do Vírus, abrindo alegremente um pouco mais “a porta” e lançando mais de 500.000 jovens para a rua (dirigindo-se para as suas diferentes escolas) aumentando a densidade de circulação em várias vias (de comunicação, transporte e contágio/infeção) e obviamente aumentando o perigo de contágio ─ sendo os jovens mais resistentes, mas excelentes veículos de transporte e de contacto com outros (incluindo os mais idosos e/ou os mais doentes). Com a morte a poder chegar a casa e a ser entregue, “por encomenda registada”.

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:55

Covid-19 PT/31.03

Quarta-feira, 31.03.21

Olhando para a evolução nos últimos 14 dias da Pandemia COVID-19, reafirmando-se a preocupação (crescente) pela evolução do parâmetro INFETADOS/dia e do índice da transmissibilidade R(t). Quanto aos parâmetros Internados e UCI (continuando em descida), ainda sendo resquícios da vaga anterior (não preocupantes). Recordando mais uma vez que (aquilo que já ouvimos muitas vezes e que esquecemos tantas vezes) “mais vale prevenir do que remediar”.

 

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Relativamente ao que nos preocupa ─ Infetados/dia e R(t) ─ com a evolução dos respetivos parâmetros a poderem até ser meramente conjunturais, como podendo ser um indicador de que uma nova vaga poderá estar aí a chegar (mais fraca/idêntica/mais forte) e que poderemos mesmo estar (como alguns dizem) em contraciclo: em vez de nos contermos na abertura (como a Alemanha) ─ provando ter-se aprendido algo com o Natal ─ estando impacientes e contando os dias até tal suceder (como a GB, mas essa dispondo de vacinas).

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:51