Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

17
Abr 21

[“O Que Não Mata Engorda” (a presa), mas “O Que Mata Também Engorda” (o predador).]

 

“E segunda-feira (dia 19) aos trabalhadores e aos coronavírus (já na rua), juntando-se-lhes pela 1ª vez (e desde há três meses) ─ e numa 3ª dose ou fase (1ª dose/pré-escolar e 1º ciclo, 2ª dose/2º e 3º ciclo e 3ª dose/secundário e superior) ─ mais outros 1,5M (só nesse dia, mais de metade).” Perfeito, respondeu o SARS CoV-2.

 

 

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Cascais ─ Portugal

Regresso dos estudantes à escola

aquando do fim da 1ª vaga

(maio de 2020)

 

Com mais de 10 milhões de habitantes e (vamos lá supor) perto de 50% da população ainda ativa (a trabalhar) ─ significando que perto de 5 milhões, andarão por aí a fazer qualquer coisinha ─ e dessas pelo menos uma parte delas (talvez e sendo otimista, uns 40% da população), andando pelos lugares onde a maioria das pessoas anda (nos grandes centros urbanos e zonas limítrofes, onde se concentram muitos dos sectores secundário/terciário) ─ restando-nos assim uns 4 milhões em constante e efetiva circulação ─ todos os dias ao sairmos de casa sendo inevitavelmente envolvidos e integrados num coletivo de cerca de 4 milhões de trabalhadores, circulando constantemente para cá e para lá numa das 3 vias principais de transporte e de comunicação, neste caso ligando Família/Empresa:

 

E mesmo que pudendo esse número ser bem menor agora que atravessamos esta Pandemia (de Covid-19), podendo-se estimar com alguma credibilidade (de cálculo mesmo que rudimentar, mas dirigido/cauteloso) que pelo menos uns 2 a 3 milhões serão certamente (os tais ativos).

 

Para além da testagem e da vacinação maciça (responsabilidade e obrigação do Governo) podendo estar nas nossas mãos a salvação de todos (nossa responsabilidade e dever) tendo cada um de nós em atenção outros seis pontos fundamentais (ou seja):

Distanciamento

Máscara

Ventilação

Testagem

Rastreio

Isolamento

Higiene

Vacinação

 

Suponhamos então e até em nosso benefício (considerando o maior nº de ativos, o nº “mais certo”) que nestes tempos a ligação Família/Empresa se cifra em 3,0M e agora dirijamo-nos (não esquecendo a outra via, ligando Famílias/Lares) para outra Via de Transporte/Comunicação também ligando Família/Escola e vejamos o que aí acontece (aconteceu/acontecerá):

 

A partir do próximo dia 19 de abril abrindo-se completamente a via Família/Escola, colocando finalmente na rua (num processo concretizado em 3 etapas) um nº a caminho dos 2,0M de jovens.

 

E mesmo que por diversos motivos esse nº seja um pouco menor (até para benefício, da decisão do Ministro responsável), fiquemo-nos por 1,5M.

 

 

www.usnews.com.jpg

Lisboa ─ Portugal

Pouco antes do anúncio do início

do Desconfinamento nesta última vaga

(março de 2021)

 

Em conclusão a 19 (um nº que poderá funcionar como mais um marco desta história Covid-19) com um exército reforçado (mas apenas em quantidade) mas por outro extremamente mal apetrechado (testes/vacinas) ─ precisamente aqueles que já deveriam ter sido intensamente testados e vacinados e pela idade/saúde e listas oficiais, não o tendo sido ─ a ser lançado para o campo de batalha:

 

(abatido mais 0,5M, até para o resultado não ser tão doloroso) com 3M a invadirem duas das três principais vias de comunicação/contaminação do Coronavírus (Família/Escola, Família/Emprego e Família/Lares), até por representar quase 1/3 (1 pessoa em cada 3 na rua) da população portuguesa, podendo ter consequências (graves) agora que o vírus parece querer regressar (pelo menos para nos chatear/perseguir mais um pouco) como o tem feito pela Europa.

 

Como eles e o coronavírus sabem, com os resultados a saírem num prazo de 10/15 dias: então aí veremos se devemos desconfiar ou desconfinar.

 

Entretanto tendo-nos que despachar com os testes e as vacinas (como sempre administrando depois do “momento”, daí as graves consequências), pois se para o Governo lhes chega sempre remediar (e ver o que irá dar), não teremos outra hipótese se quisermos sobreviver senão tomar o serviço nas nossas próprias mãos e de imediato agir, prevenir.

 

(imagens: extra.ie ─ usnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:55

05
Abr 21

“Repentinamente e no mínimo

(a partir das 00:00 de 5 de abril)

com mais de 1 Milhão de pessoas nas ruas.”

(50% potenciais transmissores, 50% potenciais infetados)

 

No 1º dia do início da 2ª fase de Desconfinamento (05.04.2021) valendo durante duas semanas (até 18.04.2021) e sendo revisto terminado esse prazo (19.04.2021) ─ com a entrada em vigor nessa data (tudo tendo corrido bem, até aí) da 3ª fase de desconfinamento ─ eis que como que parecendo um fenómeno típico (comum) de ação-reação (e não se sabendo bem qual a racionalidade das duas iniciativas, podendo estar dos dois lados, num dos lados ou em nenhum) expressa como tipo de resposta ao Homem, o Vírus aumenta o índice de intensidade das suas (já) poderosas baterias: reforçando-se com outras estirpes/variantes (mais e melhor apetrechadas até pelas experiências/vagas anteriores) e num instante atingindo/ultrapassando o seu inimigo (melhor, objetivo),  colocando-o em estado de alerta do nível R(t) = 1 (podendo até ─ como acontece em muita zonas ─ ser superior).

 

Imagem1.jpg

Devido ao seu crescimento com o índice de transmissibilidade R(t)

a ser o mais preocupante; e com o nº de Infetados/dia mesmo descendo

mostrando ainda alguma instabilidade (↑↓)

 

Num 1º dia do início da 2ª fase de um determinado Desconfinamento (sendo o alvo Portugal) em que o coronavírus parece querer regressar de novo (sobretudo) um pouco por toda a Europa e ainda pela América ─ territórios/países estando neste processo (de evolução do vírus) em fase mais avançada (se comparados com Portugal) ─ atingindo oficialmente e no continente o limite (a unidade ou 1, nuns sítios superior noutros inferior e no final, dando a média): em contraciclo aparente com o da Europa e com o do Vírus, abrindo alegremente um pouco mais “a porta” e lançando mais de 500.000 jovens para a rua (dirigindo-se para as suas diferentes escolas) aumentando a densidade de circulação em várias vias (de comunicação, transporte e contágio/infeção) e obviamente aumentando o perigo de contágio ─ sendo os jovens mais resistentes, mas excelentes veículos de transporte e de contacto com outros (incluindo os mais idosos e/ou os mais doentes). Com a morte a poder chegar a casa e a ser entregue, “por encomenda registada”.

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:55

26
Dez 20

Globalmente com mais de 80 milhões de infetados e a caminho dos 1,8 milhões de mortos e a nível de vítimas mortais com os EUA a liderarem no Hemisfério Norte (mais de 338 mil de óbitos) e o Brasil a liderar no Hemisfério Sul (mais de 190 mil de óbitos).

 

Screenshot_2020-12-26 Portugal Coronavirus 391,782

Coronavírus (Covid-19) em Portugal

1ª/2ª Vaga

 

Pensando que ainda há meio ano (durante a 1ª Vaga) Portugal e o Mundo tremiam de medo e de terror face ao nº de infetados pelo coronavírus e pelo nº de vítimas mortais associados ao covid-19 ─ com o nº máximo de vítimas mortais diárias em Portugal a atingir os 37 ─ convenhamos que perto do final deste ano de 2020 (O Ano da Pandemia) com os números de infeções/óbitos clara e inequivocamente a dispararem (chegada da 2ª Vaga), parecemos mesmo estarmos já a percorrer os tempos da Nova Normalidade: esmagado o Trabalho e a Economia, nem se pestanejando face  à brutalidade dos números oriundos do Desemprego e da Saúde (inevitavelmente secundarizada) ─ em Portugal com o número máximo de vítimas mortais a atingir os 97 (mais de 2,5X).  Em Portugal a 26 de dezembro de 2020 com o número de infetados a ser de 391.782, o número de vítimas mortais de 6.478 e o número de recuperados de 315.126 (504 indivíduos em cuidados intensivos); e em número de vítimas mortais a ser o 38º país no mundo (17º Europeu).

 

Nas mãos de grandes corporações multinacionais controlando o Mundo Económico-Financeiro e o acesso à Sociedade e ao Mundo do Trabalho e no cumprimento de um modelo há muito estagnado e em modo concentracionário, regressivo e implosivo, de modo a atingirmos de novo o estatuto (de novo escravo/cobaia) faltando apenas estregarmos o nosso certificado de Saúde.

 

(imagem: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:40

16
Abr 20

[No Mundo, incluindo no de Trump e no de Bolsonaro.]

 

Os dez países (TOP 10 Global) com mais vítimas mortais registadas até às 18:54 do dia 16 de abril de 2020. Posteriormente acrescidos (no gráfico) dos respetivos casos graves/críticos. Indicando-se ainda a posição do Brasil (11º) e de Portugal (16º) na respetiva lista de Ranking Global.

 

CV1.jpg

 

Apresentando-se de seguida a taxa de mortalidade (provisória) em cada um desses 12 países, ressalvando o número de casos confirmados ─ naturalmente associados aos números de testes realizados – com valores mais elevados nos EUA e mais baixos na Bélgica, Holanda, Brasil e Portugal.

 

CV2.jpg

 

E passados 107 minutos sobre os dados recolhidos para a construção dos dois gráficos anteriores (novos dados publicados pelas 20:41 TMG) – agora e a nível global com 2.171.554 Infetados, 144.858 vítimas mortais (taxa de mortalidade = 6,7%), 57.060 em estado grave/crítico e 546.272 recuperados – com o novo coronavírus já tendo percorrido todo o Hemisfério Norte (líder de óbitos EUA) e estando a instalar-se agora no Hemisfério Sul (líder de óbitos Brasil) ─ destacando-se pela negativa e na Europa o quarteto Itália/Espanha/França e UK (e ainda se podendo integrar a dupla Bélgica/Holanda) – com outros dois países a serem de longe os piores, podendo-se apontar como estando a dar um grande contributo para agravar ainda mais os números desta Grande Crise Sanitária Mundial:

 

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Discurso de Jair Bolsonaro após despachar o seu Ministro da Saúde

 

Na América do Norte os EUA sob a liderança do seu presidente (legalmente) eleito Donald Trump e na América do Sul o Brasil sob a liderança do seu presidente (legalmente) eleito Jair Bolsonaro. E chegando-se agora às “Teorias da Conspiração” arma estratégica de defesa e de ataque, no presente utilizada por Donald Trump − coadjuvado desde logo por Jair Bolsonaro ─ a eles se juntando agora os UK e (até) a Alemanha, no ataque à China e ao seu bicho-mortal o “Vírus de Wuhan”: apontando outros (sejam ou não igualmente culpados, como será igualmente o caso, de uma organização mundial conhecida a WHO/OMS) e tentando “lavar daí as suas mãos”.

 

(imagem: Foco do Brasil/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:38

19
Mar 20

Europe braces for intense Arctic cold outbreak

after unusually warm winter

 

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Meteorologia

21.03.2020 pelas 00:00 UTC

(Previsão)

 

A significant Arctic cold outbreak is forecast to spread across much of Europe in the days ahead, ending unusually warm winter season. The cold is expected to last through the end of March, with another blast expected at the beginning of April. Prolonged, dangerous frost conditions are likely in many parts of the continent. (Julie Celestial/19.03.2020/watchers.news)

 

[Para além do coronavírus agora com o frio, mais um motivo para se ficar em casa.]

 

(imagem: gfycat.com/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:51

12
Mar 20

Com a região do Porto e de Lisboa a serem no presente as mais atingidas pelo surto de Covid-19: 86% dos infetados. E ainda hoje se ficando a saber se a nossa estratégia futura de combate a esta nova versão (mortal) de Covid-19, se inclina para a China (prevenindo) ou então para a Itália (remediando): fazendo soar o alarme somente depois de se ter a certeza (absoluta) da casa já estar (mesmo) a arder ou seja, já lá estando bem instalado o Diabo! Não fechem as escolas (jovens), não estejam atentes aos lares (idosos), mantenham  o intercâmbio … e logo se verá!

 

Screenshot_2020-03-12 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Distribuição Global da pandemia de Covid-19

(12.03.2020)

 

Segundo a ANMSP (Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública) − associação portuguesa de médicos de Saúde Pública sem fins lucrativos – numa informação publicada no seu site (anmsp.pt) e dedicada ao surto epidémico do novo coronavírus Covid-19 em território português (Continente e ilhas), o ponto de situação registado esta quinta-feira 12 de março por volta das 13:00 (de Lisboa) – no momento em que os números globais apontam para 127.863 infetados, 4.718 vítimas mortais (3,7%) e 68.310 recuperados (53%):

 

Covid-19

12.03.2020 13:00

Em Vigilância

Casos

Suspeitos

Casos

Confirmados

Doentes

Internados

Doentes em c/ Intensivos

Óbitos

4.923

637

12,9%

78

1,6%

69

1,4%

0

0%

0

0%

 

Relativamente ao dia anterior com o nº de infetados (por dia) a crescer mais de 30%, com o número de novos casos a passar de 18/19 indivíduos (quando ainda desde há uma semana, andava pelos 2/4 indivíduos) e com o número de suspeitos a saltar de 471 para 637, num aumento de mais de 37%. Números ainda elevados indicando estarmos ainda numa fase de crescimento deste surto epidémico (a caminho de um pico máximo de atividade) agora já tendo passado (segundo a WHO) a Pandemia, com a maioria dos infetados localizados a Norte – região do grande Porto c/ 44 casos (56%) – seguido da região litoral acima do Tejo − região de Lisboa c/ 23 casos (29%) – e finalmente pela região do Algarve Faro c/ 5 casos (6%) e de Coimbra distrito c/ 5 casos (6%).

 

A nível Global com a ITÁLIA continuando a ser (infelizmente) o “mau exemplo a seguir” infelizmente e pelos primeiros sinais observados parecendo ser o modelo a ser seguido (pelo menos para já) em Portugal − atrasando encerramentos e o possível e indesejado alarmismo social, esperando que o próximo infetado seja confirmado (apareça ou seja descoberto) e só depois, tendo já sido assaltados, ou pondo trancas à porta ou instalando-se o caos: não admirando pois que no meio desta grande confusão (conforme certos interesses, onde uns desvalorizam o surto e outros o extremam) as pessoas ontem e em Portugal (por exemplo, em Lisboa como poderia ser o Algarve) fugissem do “stress provocado pela possível presença do pelo Covid-19” para a praia, tal como de certa forma mal foi declarado o período de Quarentena no Norte de Itália os italianos do norte fizeram enquanto puderam fugindo para Sul e aí contaminando todo o país.

 

Screenshot_2020-03-12 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Casos diários e globais de Covid-19

(20 de janeiro a 12 de março)

 

Depois da China (quase 2/3 dos infetados globais e com o maior número de vítimas mortais) com a Itália a apresentar o pior cenário, hoje já a caminho dos 13.000 infetados (10% do total Global) e das 900 vítimas mortais (em redor dos 20% do total Global). E enquanto no nosso país os debates entre a nossa elite intelectual e certificada (com a participação elevada de especialistas e de influenciadores) se divide entre uma opção por uma Via Mais Soft ou uma outra Via Mais Hard – questionando-se sobre se devemos ser duros e antidemocráticos como os Chineses e os Macauenses (obrigando-nos ditatorialmente a cumprir os nossos deveres, entre eles a Quarentena) com o sucesso evidente ou permissivos por amplamente democratas como os italianos e pelos vistos os portugueses (colocar tudo em alvoroço descoberto o foco infectocontagioso e tendo o transmissor andado a passear à nossa volta) com os resultados que se vêm – em vez de agirmos continuamos à espera: com a componente económica e contabilista a ingerir-se e a tornar-se na sua ação predominante no esquema montado de resolução deste problema de saúde, não querendo perder “nem tempo, nem dinheiro”, categorizando-nos como um dos seus mais fundamentais produtos e subobjectos (despromovidos de sujeitos) e instrumentalizando os imediatamente abaixo (na hierarquia fechada do poder) colocando-os sob seu controlo – tal como é o escândalo de “se fechar ou não as escolas” com aqueles que deveriam ser os responsáveis por tal decisão coletiva (que já deveria ser tomada) a esconderem-se nos seus gabinetes, passando a pasta e a responsabilidade a cada uma das escolas e ainda-por-cima algo correndo mal e nada tendo feito, acusando todos os outros (pais, filhos, alunos, professores, velhos, novos, etc.).

 

E a partir do que aqui se passa e no Resto do Mundo qual a admiração da confusão aqui e acolá instalada: com as ditaduras a recuperarem (China podendo estar a estabilizar e a descer) e com as democracias a perderem (Itália ainda a crescer) esperando não capitularem e assumirem (como os EUA antes ignorando mas face aos factos deixando de o poder fazer) como humanos (que são) os seus erros. Para já não falar da obsessão positiva com os mais novos esquecendo-se quase completamente nos debates de uma outra obsessão positiva muito mais importante (central), dos que poderão ser as maiores vítimas deste vírus (o Covid-19) e de que pouco se fala: os idosos. Naturalmente que os grandes espaços sobretudo sendo fechados sendo os mais preocupantes (para a transmissão do vírus), assim como o contacto diário depois de diferentes percursos diários percorridos (não se respeitando uma correta Quarentena, com uns entrando/saindo outros não) uns feitos pelos jovens outros pelos seus familiares mais idosos, sabendo-se da “velha relação de apoio” avós-netos, devendo ser idênticos e não diferenciados e colocando-os tal como agora em Itália “todos não sozinhos mas acompanhados e em casa”.

 

Casos Globais

133.080

(12.03.2020 − 18:009

Casos Ativos

59.235

(44,5%)

Casos Encerrados

73.845

(55,5%)

Condição de Saúde

Situação

Média

Crítica

Vítimas Mortais

Recuperados

53.312

(40,1%)

5.923

(4,4%)

4.947

(3,7%)

68.898

(51,8%)

 

Esperando-se que não se imitando Itália e às suas autoridades e hierarquias (sobrepondo o valor do objeto − matéria-prima/lucro − ao valor do sujeito – dispendioso/de desgaste rápido), a Vida do ser Humano se sobreponha ao valor do Dinheiro: não necessitando de representantes por nós eleitos (e na altura ajoelhando-se e até rastejando para terem o nosso voto) nada fazendo e não tendo um único pingo de vergonha (aliás, impedindo os outros de fazer algo, não fossem eles por inutilidade ultrapassados), sem ideias, nem opções, nem mesmo desejo – tendo apenas um “emprego” não um “trabalho” e incomodados como diria alguém por deploráveis − desafiando-nos e chamando-nos  de estúpidos. Como o fez exibindo a sua autoridade e prepotência e sabendo os inferiores hierárquicos por “obediência ao chefe (obviamente por receio e represália) nada dizerem − por medo, mas igualmente por pura covardia, querendo proteger igualmente e no respetivo assento (o indicado) o seu querido “rabinho – mesmo sendo mulher e nesse aspeto nada ficando a dever aos homens – a atual presidente (a 12 de março de 2020) da autarquia (câmara municipal) de Portimão.

 

(imagens: gisanddata.maps.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:34

10
Mar 20

[Com o navio de cruzeiro “Grand Princess” depois de vários dias navegando ao largo da costa da Califórnia (o outro cruzeiro mais falado e nas mesmas condições sendo o Diamond Princess navegando ao largo do Japão) e com 2.400 pessoas a bordo (de mais de 50 países) − e devido à pressão crescente nos EUA, obrigando Trump e a sua equipa a agir, sob a direção do seu VP Mike Pence − a finalmente ser autorizado pelo governo norte-americano a atracar esta segunda-feira (março, 9) no porto de Oakland: com pelo menos 21 passageiros a bordo infetados pelo covid-19 (nem 1%).]

 

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Cruzeiro Grand Princess atracado em Oakland

 

No momento (09.03.2020 pelas 22:45 Lisboa) em que o COVID-19 atinge a nível GLOBAL os 113.584 infetados – com 3.996 vítimas mortais (3,5%) e 62.496 recuperados (54,9%) – e em que nos EUA o nº de infetados é já de 607 – com 22 vítimas mortais (3,6%) e 7 recuperados (1,2%) – a preocupação no presente reside mais nos surtos epidémicos centrados na ITÁLIA (e estendendo-se por toda a Europa incluindo a Ocidental, onde se situa Portugal), na Coreia do Sul e no Irão (sob sansões totais dos EUA): respetivamente com 9.172 infetados/463 vítimas mortais (5,0%), 7.478 infetados/53 vítimas mortais (0,7%) e 7.161 infetados/237 vítimas mortais (3,3%). Com todos os continentes da Terra a já terem casos de infetados exceção feita e que se saiba ao Árico e à Antártida: atingindo 111 países um deles sendo Portugal (mantendo-se com os seus cerca de 30 casos ativos) e com os nossos vizinhos Europeus a serem bastante atingidos – para além da Itália (liderando de longe a tabela), surgindo ainda (seguindo em direção ao nosso país) na Alemanha (1.176 infetados/2 mortos/mortalidade 0,2%), na França (1.209 infetados/19 mortos/mortalidade 1,6) e na Espanha (1.073 infetados/28 mortos/mortalidade 2,6%). Com a Alemanha a registar as duas primeiras vítimas mortais (até ontem e apesar de mais de mil infetados, a zero), com Chipre a ser o último membro da EU (27 membros) a registar esta infeção (surgindo hoje o seu 1º caso) e se por um lado sendo possível o surto epidémico poder estar a estabilizar na China, no nosso continente – na EUROPA − estando para já a evoluir em sentido contrário.

 

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O Homem  ao dispor do novo coronavírus Covid-19

 

E nos EUA o que se passará de verdade (para além do atrás mencionado)? No site governamental norte-americano  CDC (Centers for Disease Control and Prevention) com o mesmo pelas 16:00 desta segunda-feira (9 de março) a apontar para 423 infetados e 19 vítimas mortais em 35 dos estados norte-americanos (70%): com 72 infetados relacionados com viagens (17%), 29 contágio de pessoa-a-pessoa (7%) e 322 ainda indeterminados (76%) e com os estados mais atingidos a serem (mais de 10 casos) o de WASHINGTON (136 casos), da CALIFÓRNIA (110 casos), de NOVA IORQUE (40 caos) e de MASSACHUSETTS (28 casos). Aumentando a taxa de mortalidade e concentrando-se esta, no período de 20.02 até 06.03 numa média próxima dos 7 casos por dia. Mas será mesmo assim? Agora que a WHO (Organização Mundial de Saúde) vendo-se perante 111 países (a caminho dos 60%) dos 193 membros da UN e integrando todos os continentes da Terra, já  infetados, começa a sugerir estarmos apenas a um passo da PANDEMIA. E infelizmente (tarde de mais?) quando este novo coronavírus já deve estar instalado há várias semanas no interior do território dos EUA, travestido provavelmente como o vírus Influenza (gripe) e passando assim despercebido (as mortes podendo já ser devidas não ao influenza mas ao Covid-19) até para não causar alarmismo (entre os pobres, desprovidos de tudo): sabendo-se que os norte-americanos não existem apenas no interior dos EUA estando espalhados um pouco por todo o Mundo, não só como civis mas em muito maior número (milhares e mais milhares) como militares (em bases norte-americanas sediadas em todos os Continentes) − e conhecendo-se quem são e como são tratados (os seus soldados) daí se podendo tirar conclusões. Por exemplo tendo estado na Coreia do Sul e cumprido o serviço, regressado com uma simples “constipação” ao seu país, ao seio da sua família: na América e sem dinheiro tudo de mau sendo possível.

 

(imagens: yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:00

04
Mar 20

Agora que o número de novos casos parece começar a diminuir e conhecendo-se o nível etário mais suscetível ao contágio/infeção (os mais frágeis) por este novo coronavírus: doentes e idosos.

 

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Covid-19

O novo coronavírus ao microscópio

 

Com o percurso do novo coronavírus (COVID-19) a seguir o caminho de outros vírus seus semelhantes (como o INFLUENZA, o MERS e o SARS) – contagiando e infetando (I: Infetados) os indivíduos, para de seguida os mesmos recuperarem (R: Recuperados) ou não (VT: Vítimas Mortais) – sendo importante de recordar que se o vírus Influenza origina centenas de milhares de mortos todos os anos, vírus associados e tendo já provocado outros surtos epidémicos graves como o MERS, atingiram taxas de mortalidade bem mais preocupantes na ordem dos 10% (em cerca de 80.000 infetados, vitimando mortalmente uns  8.000):

 

Screenshot_2020-03-04 Coronavirus 2019-nCov Statis

Evolução ao longo do tempo do nº total de casos

e do nº de casos reportados por dia

 

Quando a taxa de mortalidade global do Covid-19 anda de momento nos 3,4% (ou seja, cerca de 1/3) e com tendência (dado o nº de infetados estar a diminuir consistentemente nos últimos dias, de milhares passando a centenas)  para descer. Taxas de mortalidade calculadas num determinado universo referido a um determinado e bem limitado intervalo de tempo, não significando que um cálculo referido a um desses espaço/tempo se possa extrapolar para toda a população de um qualquer território (mais extenso): exemplificando e supondo, que no tempo da presença ativa de um vírus 100.000 pessoas (de uma localidade/país) eram infetadas e 300 morriam − equivalente a uma taxa de mortalidade de 3% − isso não significaria (dada ser uma conclusão errada) que atingindo um país como Portugal (se essa localidade lhe pertencesse) − com cerca de 10.000.000 de habitantes − teríamos 30.000 vítimas mortais. Então a China com as suas mais de 1,5 biliões de almas e no presente com uma taxa de mortalidade na ordem dos 3% (hoje ainda superior) registaria no fim deste novo surto epidémico (então seria sem dúvida uma pandemia) mais de 45.000.000 – quando nem atingimos ainda os 100.000 (3.000X menos).

 

Screenshot_2020-03-04 COVID-19 compared.png

Comparação de parâmetros de outros surtos epidémicos

entre eles SARS e MERS com os do Covid-19

 

Hoje quarta-feira 4 de março (pelas 10:00 da manhã) com o nº de casos do novo coronavírus COVID-19 a serem os seguintes: 93.455 infetados, 3.198 vítimas mortais (3,4%) e 50.743 recuperados (54,3%); com os países mais atingidos para além da China a serem (de longe) a COREIA DO SUL (5621 I/28 VM), a ITÁLIA (2.502 I/79 VM) e o IRÃO (2.336 I/77 VM); e com os recuperados a terem uma taxa (ao contrário do total e da China, superiores a 50%) extremamente baixa (sendo grave) no trio de países constituídos por Coreia do Sul/Itália/Irão andando entre nem 1% na Coreia do Sul e 13% no Irão (6,5% na Itália). Felizmente com alguns parâmetros a darem sinais de um desacelerar acentuado dos casos de contágio/infeção, sugerindo o vírus poder ter atingido o seu pico máximo de atividade e a partir de agora ser “sempre a descer” até desaparecer (ou adormecer). Em Portugal e segundo dados fornecidos pelo site da responsabilidade do Johns Hopkins CSSE (gisanddata.maps.arcgis.com) com 4 (segundo o sapo.pt sendo já 5) infetados hospitalizados (sendo acompanhados e em tratamento) e sem vítimas mortais registadas (nem recuperados).

 

(imagens: nst.com.my − virusncov.com − businessinsider.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

29
Fev 20

Com o surto epidémico de COVID-19 (uma nova versão de coronavírus) ainda bem ativo – a nível global (segundo Johns Hopkins CSSE, a 28 de fevereiro pelas 16:20, com quase 84.000 casos confirmados, 2.900 vítimas mortais (3,4%) e mais de 36.500 recuperados (43,7%) – aproveitando a ocasião para expor alguns dos mitos associados aos Coronavírus,  alguns deles (senão mesmo a esmagadora maioria) em nada contribuindo para a acalmia das populações:

 

Screenshot_2020-02-29 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Mapa dos casos globais de Covid-19

(Johns Hopkins CSSE)

 

Já alarmadas com os números em crescendo (qualquer dia 100.000 infetados), sem previsão para o dia da inversão (atingido o pico máximo, com os números de infetados/mortos a começarem a descer) e com o número de vítimas mortais já perto dos três milhares.

 

Sobretudo quando estas “não notícias (boatos/rumores) podendo ser equiparadas a FAKE NEWS, são replicados por certas “autoridades e responsáveis” políticas, tentando obter algum proveito da situação:

 

Como foi o caso de um político norte-americano levantando a suspeita de que o vírus seria de fabrico chinês (Made in China), tendo sido produzido em Wuhan (o epicentro da crise), “escapado” das instalações (de produção) e infetado de seguida deliberadamente ou não (até podendo servir a situação, para testar o novo vírus entre humanos) a população local.

 

Seletivamente e como sempre (quando o político é unicamente um mero intermediário − entre o Estado e as Empresas − esquecendo quem o elegeu, afirmando no ato patrioticamente e como Servidor Público, representar) não se recordando da parte mais importante e que colocaria de imediato toda a sua argumentação em causa, como a dos chineses produzirem quase tudo até medicamentos e sob encomenda norte-americana (explorando mão-de-obra barata = ficar mais barato)”:

 

Como mão-de-obra escrava e ainda-por-cima incompetente, mas com os norte-americanos efetivamente deles sendo dependentes.

 

E aproveitando um artigo (de 28.02.2020) do site Live Science (livescience.com) lançando agora e aqui 12 desses “mitos-coronavírus (verdadeiros, falsos, assim-assim):

 

Caso

Mito

Valor Lógico

(simplificado)

V/F

1

Face masks can protect you

from the virus

F

(servindo apenas como medida preventiva)

2

You're waaaay less likely

to get this than the flu

V/F

(não necessariamente pois dependendo de outros fatores, apesar do nº que cada infetado contagia, no SARS era 2,2 e na gripe 1,3)

3

The virus is just

a mutated form of the common cold

F

(a constipação nada tem a ver com as infeções provocadas por coronavírus, transmitindo-se apenas entre humanos, o hospedeiro original; ao contrário das outras viroses em que o hospedeiro original/ex. morcego e o de seguida infetado/ex. camelo, posteriormente infetam o homem)

4

The virus was probably

made in a lab

F

(sendo uma mutação de outros coronavírus tendo provocado outras epidemias, aparentemente com origem nos morcegos, como com o SARS)

5

Getting COVID-19

is a death sentence

F

(neste momento com a taxa de mortalidade do COVID-19 andando acima dos 2% de infetados)

6

Pets can spread

the new coronavirus

F

(nem que os animais domésticos contraiam este vírus, como cães e gatos,  nem que o passem ao homem)

7

Lockdowns or school closures

won't happen in the US

V/F

(dependendo da evolução da epidemia, podendo em certos casos ser uma importante e decisiva medida preventiva; com o Japão a decidir encerrar desde já e temporariamente escolas devido ao Covid-19)

8

Kids

can't catch the coronavirus

F

(dado o vírus sem olhar a idades se transmitir entre humanos, naturalmente sendo mais suscetíveis os mais idosos/mais fragilizados e com a taxa de crianças infetadas, ser pouco maior de 2% − apesar de alguns afirmarem ser um valor subestimado)

9

If you have coronavirus,

"you'll know"

F

(com sintomas e tempo de incubação diferenciados ou podendo nem sequer evidenciar sintomas, podendo refletir-se em diagnósticos iniciais errados e contagiar inadvertidamente outros indivíduos)

10

The coronavirus

is less deadly than the flu

V/F

(com a taxa de mortalidade pela gripe e nos EUA a andar pelos 0,1% e o do Covid-19 pelos 2,3%, parecendo ser verdade, mas indo tudo depender da evolução futura de epidemia, podendo desacelerar/terminar, continuando a trabalhar-se como antes,  de um momento para o outro)

11

It's not safe to receive

a package from China

F

(segundo a Organização Mundial de Saúde ou WHO, com o vírus não sobrevivendo muito tempo num objeto)

12

You can get the coronavirus

if you eat at Chinese restaurants in the US

F

(nem sequer tendo alguma lógica até porque os países já afetados não se resumem à China − logo, à comida chinesa, até pelo nº de vítimas podendo ser italiana)

Consulta:

12 Coronavirus myths busted by science

29.02.2020 LIVE SCIENCE

(livescience.com)

 

hcpXyGPx4C9DQye6dPE7P6-650-80.jpg

Vivendo em Pequim com o Covid-19

(Kevin Frayer/Getty Images)

 

Com os números atualizados por volta das 12:15 de hoje (sexta-feira) 29 de fevereiro e publicados no site da Johns Hopkins CSSE (gisanddata.maps.arcgis.com) a apontar para 84.124 infetados, 2.867 vítimas mortais (3,3%) e 36.738 recuperados (43,7%).

 

E para além da liderança da China nos três parâmetros aqui referidos – infetados, vítimas mortais e recuperados – fora do território chinês com a Coreia do Sul (2.337) e a Itália (888) a liderarem o número de infetados, com o Irão (34) e a Itália (21) a liderarem o nº de vítimas mortais e com o Irão (73) e Singapura (69) a liderarem os recuperados (Itália, 46).

 

Para já sem Portugal no mapa de indivíduos infetados (pelo menos aqui residindo e com um português infetado hospitalizado no Japão).

 

(dados: 12 Coronavirus myths busted by science/livescience.com

− imagens: arcgis.com − livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:05

27
Fev 20

Com o contágio de COVID-19 já tendo atingido a Europa − da Rússia a Espanha (de leste a oeste) e da Finlândia a Espanha (de norte a sul) − tendo até ao início desta quinta-feira (uma da madrugada) infetado 542 pessoas.

 

Screenshot_2020-02-27 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Casos Globais de coronavírus Covid-19

Johns Hopkins CSSE

(Europa)

27.02.2020 −  01:03:23

 

Segundo dados de John Hopkins CSSE com o país mais atingido a ser sem dúvida a Itália, para além do nº recorde de infetados (453) detendo de longe o maior nº de vítimas mortais (12) – só superada para além da China, pelo Irão (19 mortes) e com a Coreia do Sul (12 mortes) a acompanhá-la.

 

Países

Infetados

Vítimas Mortais

Recuperados

Nome

%

%

1

Itália

453

12

2,65

3

0,66

2

Alemanha

27

-

-

15

55,56

3

França

18

2

11,11

11

61,11

4

Espanha

13

-

-

2

15,38

5

UK

13

-

-

8

61,54

6

Croácia

3

-

-

-

-

7

Rússia

2

-

-

2

100,00

8

Finlândia

2

-

-

1

50,00

9

Suécia

2

-

-

-

-

10

Áustria

2

-

-

-

-

11

Noruega

1

-

-

-

-

12

Bélgica

1

-

-

1

100,00

13

Geórgia

1

-

-

-

-

14

Macedônia N

1

-

-

-

-

15

Suíça

1

-

-

-

-

16

Roménia

1

-

-

-

-

17

Grécia

1

-

-

-

-

17

Total

542

14

2,58

43

7,93

 

E com os casos a aparentemente começarem a acentuar-se (e a concentrar-se) em torno do eixo vertical ítalo-franco-germânico direcionando-se mais para a Europa Ocidental (vejam as bolinhas vermelhas e grandinhas), sendo preocupante em Itália (para além dos 12 mortos) a fraquíssima taxa de recuperação, em França a elevada taxa de mortalidade e na Alemanha (para além do nº de infetados, mas com muitos deles recuperados) a grande proximidade da Itália e as diversas comunidades aí existentes. Para já com Portugal (em Johns Hopkins CSSE) a não ser mencionado.

 

(imagem: www.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:18

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