Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Abr 20

[No Mundo, incluindo no de Trump e no de Bolsonaro.]

 

Os dez países (TOP 10 Global) com mais vítimas mortais registadas até às 18:54 do dia 16 de abril de 2020. Posteriormente acrescidos (no gráfico) dos respetivos casos graves/críticos. Indicando-se ainda a posição do Brasil (11º) e de Portugal (16º) na respetiva lista de Ranking Global.

 

CV1.jpg

 

Apresentando-se de seguida a taxa de mortalidade (provisória) em cada um desses 12 países, ressalvando o número de casos confirmados ─ naturalmente associados aos números de testes realizados – com valores mais elevados nos EUA e mais baixos na Bélgica, Holanda, Brasil e Portugal.

 

CV2.jpg

 

E passados 107 minutos sobre os dados recolhidos para a construção dos dois gráficos anteriores (novos dados publicados pelas 20:41 TMG) – agora e a nível global com 2.171.554 Infetados, 144.858 vítimas mortais (taxa de mortalidade = 6,7%), 57.060 em estado grave/crítico e 546.272 recuperados – com o novo coronavírus já tendo percorrido todo o Hemisfério Norte (líder de óbitos EUA) e estando a instalar-se agora no Hemisfério Sul (líder de óbitos Brasil) ─ destacando-se pela negativa e na Europa o quarteto Itália/Espanha/França e UK (e ainda se podendo integrar a dupla Bélgica/Holanda) – com outros dois países a serem de longe os piores, podendo-se apontar como estando a dar um grande contributo para agravar ainda mais os números desta Grande Crise Sanitária Mundial:

 

JB.jpg

Discurso de Jair Bolsonaro após despachar o seu Ministro da Saúde

 

Na América do Norte os EUA sob a liderança do seu presidente (legalmente) eleito Donald Trump e na América do Sul o Brasil sob a liderança do seu presidente (legalmente) eleito Jair Bolsonaro. E chegando-se agora às “Teorias da Conspiração” arma estratégica de defesa e de ataque, no presente utilizada por Donald Trump − coadjuvado desde logo por Jair Bolsonaro ─ a eles se juntando agora os UK e (até) a Alemanha, no ataque à China e ao seu bicho-mortal o “Vírus de Wuhan”: apontando outros (sejam ou não igualmente culpados, como será igualmente o caso, de uma organização mundial conhecida a WHO/OMS) e tentando “lavar daí as suas mãos”.

 

(imagem: Foco do Brasil/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:38

19
Mar 20

Europe braces for intense Arctic cold outbreak

after unusually warm winter

 

InferiorDampCrab-mobile.jpg

Meteorologia

21.03.2020 pelas 00:00 UTC

(Previsão)

 

A significant Arctic cold outbreak is forecast to spread across much of Europe in the days ahead, ending unusually warm winter season. The cold is expected to last through the end of March, with another blast expected at the beginning of April. Prolonged, dangerous frost conditions are likely in many parts of the continent. (Julie Celestial/19.03.2020/watchers.news)

 

[Para além do coronavírus agora com o frio, mais um motivo para se ficar em casa.]

 

(imagem: gfycat.com/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:51

12
Mar 20

Com a região do Porto e de Lisboa a serem no presente as mais atingidas pelo surto de Covid-19: 86% dos infetados. E ainda hoje se ficando a saber se a nossa estratégia futura de combate a esta nova versão (mortal) de Covid-19, se inclina para a China (prevenindo) ou então para a Itália (remediando): fazendo soar o alarme somente depois de se ter a certeza (absoluta) da casa já estar (mesmo) a arder ou seja, já lá estando bem instalado o Diabo! Não fechem as escolas (jovens), não estejam atentes aos lares (idosos), mantenham  o intercâmbio … e logo se verá!

 

Screenshot_2020-03-12 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Distribuição Global da pandemia de Covid-19

(12.03.2020)

 

Segundo a ANMSP (Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública) − associação portuguesa de médicos de Saúde Pública sem fins lucrativos – numa informação publicada no seu site (anmsp.pt) e dedicada ao surto epidémico do novo coronavírus Covid-19 em território português (Continente e ilhas), o ponto de situação registado esta quinta-feira 12 de março por volta das 13:00 (de Lisboa) – no momento em que os números globais apontam para 127.863 infetados, 4.718 vítimas mortais (3,7%) e 68.310 recuperados (53%):

 

Covid-19

12.03.2020 13:00

Em Vigilância

Casos

Suspeitos

Casos

Confirmados

Doentes

Internados

Doentes em c/ Intensivos

Óbitos

4.923

637

12,9%

78

1,6%

69

1,4%

0

0%

0

0%

 

Relativamente ao dia anterior com o nº de infetados (por dia) a crescer mais de 30%, com o número de novos casos a passar de 18/19 indivíduos (quando ainda desde há uma semana, andava pelos 2/4 indivíduos) e com o número de suspeitos a saltar de 471 para 637, num aumento de mais de 37%. Números ainda elevados indicando estarmos ainda numa fase de crescimento deste surto epidémico (a caminho de um pico máximo de atividade) agora já tendo passado (segundo a WHO) a Pandemia, com a maioria dos infetados localizados a Norte – região do grande Porto c/ 44 casos (56%) – seguido da região litoral acima do Tejo − região de Lisboa c/ 23 casos (29%) – e finalmente pela região do Algarve Faro c/ 5 casos (6%) e de Coimbra distrito c/ 5 casos (6%).

 

A nível Global com a ITÁLIA continuando a ser (infelizmente) o “mau exemplo a seguir” infelizmente e pelos primeiros sinais observados parecendo ser o modelo a ser seguido (pelo menos para já) em Portugal − atrasando encerramentos e o possível e indesejado alarmismo social, esperando que o próximo infetado seja confirmado (apareça ou seja descoberto) e só depois, tendo já sido assaltados, ou pondo trancas à porta ou instalando-se o caos: não admirando pois que no meio desta grande confusão (conforme certos interesses, onde uns desvalorizam o surto e outros o extremam) as pessoas ontem e em Portugal (por exemplo, em Lisboa como poderia ser o Algarve) fugissem do “stress provocado pela possível presença do pelo Covid-19” para a praia, tal como de certa forma mal foi declarado o período de Quarentena no Norte de Itália os italianos do norte fizeram enquanto puderam fugindo para Sul e aí contaminando todo o país.

 

Screenshot_2020-03-12 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Casos diários e globais de Covid-19

(20 de janeiro a 12 de março)

 

Depois da China (quase 2/3 dos infetados globais e com o maior número de vítimas mortais) com a Itália a apresentar o pior cenário, hoje já a caminho dos 13.000 infetados (10% do total Global) e das 900 vítimas mortais (em redor dos 20% do total Global). E enquanto no nosso país os debates entre a nossa elite intelectual e certificada (com a participação elevada de especialistas e de influenciadores) se divide entre uma opção por uma Via Mais Soft ou uma outra Via Mais Hard – questionando-se sobre se devemos ser duros e antidemocráticos como os Chineses e os Macauenses (obrigando-nos ditatorialmente a cumprir os nossos deveres, entre eles a Quarentena) com o sucesso evidente ou permissivos por amplamente democratas como os italianos e pelos vistos os portugueses (colocar tudo em alvoroço descoberto o foco infectocontagioso e tendo o transmissor andado a passear à nossa volta) com os resultados que se vêm – em vez de agirmos continuamos à espera: com a componente económica e contabilista a ingerir-se e a tornar-se na sua ação predominante no esquema montado de resolução deste problema de saúde, não querendo perder “nem tempo, nem dinheiro”, categorizando-nos como um dos seus mais fundamentais produtos e subobjectos (despromovidos de sujeitos) e instrumentalizando os imediatamente abaixo (na hierarquia fechada do poder) colocando-os sob seu controlo – tal como é o escândalo de “se fechar ou não as escolas” com aqueles que deveriam ser os responsáveis por tal decisão coletiva (que já deveria ser tomada) a esconderem-se nos seus gabinetes, passando a pasta e a responsabilidade a cada uma das escolas e ainda-por-cima algo correndo mal e nada tendo feito, acusando todos os outros (pais, filhos, alunos, professores, velhos, novos, etc.).

 

E a partir do que aqui se passa e no Resto do Mundo qual a admiração da confusão aqui e acolá instalada: com as ditaduras a recuperarem (China podendo estar a estabilizar e a descer) e com as democracias a perderem (Itália ainda a crescer) esperando não capitularem e assumirem (como os EUA antes ignorando mas face aos factos deixando de o poder fazer) como humanos (que são) os seus erros. Para já não falar da obsessão positiva com os mais novos esquecendo-se quase completamente nos debates de uma outra obsessão positiva muito mais importante (central), dos que poderão ser as maiores vítimas deste vírus (o Covid-19) e de que pouco se fala: os idosos. Naturalmente que os grandes espaços sobretudo sendo fechados sendo os mais preocupantes (para a transmissão do vírus), assim como o contacto diário depois de diferentes percursos diários percorridos (não se respeitando uma correta Quarentena, com uns entrando/saindo outros não) uns feitos pelos jovens outros pelos seus familiares mais idosos, sabendo-se da “velha relação de apoio” avós-netos, devendo ser idênticos e não diferenciados e colocando-os tal como agora em Itália “todos não sozinhos mas acompanhados e em casa”.

 

Casos Globais

133.080

(12.03.2020 − 18:009

Casos Ativos

59.235

(44,5%)

Casos Encerrados

73.845

(55,5%)

Condição de Saúde

Situação

Média

Crítica

Vítimas Mortais

Recuperados

53.312

(40,1%)

5.923

(4,4%)

4.947

(3,7%)

68.898

(51,8%)

 

Esperando-se que não se imitando Itália e às suas autoridades e hierarquias (sobrepondo o valor do objeto − matéria-prima/lucro − ao valor do sujeito – dispendioso/de desgaste rápido), a Vida do ser Humano se sobreponha ao valor do Dinheiro: não necessitando de representantes por nós eleitos (e na altura ajoelhando-se e até rastejando para terem o nosso voto) nada fazendo e não tendo um único pingo de vergonha (aliás, impedindo os outros de fazer algo, não fossem eles por inutilidade ultrapassados), sem ideias, nem opções, nem mesmo desejo – tendo apenas um “emprego” não um “trabalho” e incomodados como diria alguém por deploráveis − desafiando-nos e chamando-nos  de estúpidos. Como o fez exibindo a sua autoridade e prepotência e sabendo os inferiores hierárquicos por “obediência ao chefe (obviamente por receio e represália) nada dizerem − por medo, mas igualmente por pura covardia, querendo proteger igualmente e no respetivo assento (o indicado) o seu querido “rabinho – mesmo sendo mulher e nesse aspeto nada ficando a dever aos homens – a atual presidente (a 12 de março de 2020) da autarquia (câmara municipal) de Portimão.

 

(imagens: gisanddata.maps.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:34

10
Mar 20

[Com o navio de cruzeiro “Grand Princess” depois de vários dias navegando ao largo da costa da Califórnia (o outro cruzeiro mais falado e nas mesmas condições sendo o Diamond Princess navegando ao largo do Japão) e com 2.400 pessoas a bordo (de mais de 50 países) − e devido à pressão crescente nos EUA, obrigando Trump e a sua equipa a agir, sob a direção do seu VP Mike Pence − a finalmente ser autorizado pelo governo norte-americano a atracar esta segunda-feira (março, 9) no porto de Oakland: com pelo menos 21 passageiros a bordo infetados pelo covid-19 (nem 1%).]

 

afdc8f47d26753ba21a6ee1c8b2c12b7.jpg

Cruzeiro Grand Princess atracado em Oakland

 

No momento (09.03.2020 pelas 22:45 Lisboa) em que o COVID-19 atinge a nível GLOBAL os 113.584 infetados – com 3.996 vítimas mortais (3,5%) e 62.496 recuperados (54,9%) – e em que nos EUA o nº de infetados é já de 607 – com 22 vítimas mortais (3,6%) e 7 recuperados (1,2%) – a preocupação no presente reside mais nos surtos epidémicos centrados na ITÁLIA (e estendendo-se por toda a Europa incluindo a Ocidental, onde se situa Portugal), na Coreia do Sul e no Irão (sob sansões totais dos EUA): respetivamente com 9.172 infetados/463 vítimas mortais (5,0%), 7.478 infetados/53 vítimas mortais (0,7%) e 7.161 infetados/237 vítimas mortais (3,3%). Com todos os continentes da Terra a já terem casos de infetados exceção feita e que se saiba ao Árico e à Antártida: atingindo 111 países um deles sendo Portugal (mantendo-se com os seus cerca de 30 casos ativos) e com os nossos vizinhos Europeus a serem bastante atingidos – para além da Itália (liderando de longe a tabela), surgindo ainda (seguindo em direção ao nosso país) na Alemanha (1.176 infetados/2 mortos/mortalidade 0,2%), na França (1.209 infetados/19 mortos/mortalidade 1,6) e na Espanha (1.073 infetados/28 mortos/mortalidade 2,6%). Com a Alemanha a registar as duas primeiras vítimas mortais (até ontem e apesar de mais de mil infetados, a zero), com Chipre a ser o último membro da EU (27 membros) a registar esta infeção (surgindo hoje o seu 1º caso) e se por um lado sendo possível o surto epidémico poder estar a estabilizar na China, no nosso continente – na EUROPA − estando para já a evoluir em sentido contrário.

 

ffd1f3acaf9be5675d4622c4660e37ac.jpg

O Homem  ao dispor do novo coronavírus Covid-19

 

E nos EUA o que se passará de verdade (para além do atrás mencionado)? No site governamental norte-americano  CDC (Centers for Disease Control and Prevention) com o mesmo pelas 16:00 desta segunda-feira (9 de março) a apontar para 423 infetados e 19 vítimas mortais em 35 dos estados norte-americanos (70%): com 72 infetados relacionados com viagens (17%), 29 contágio de pessoa-a-pessoa (7%) e 322 ainda indeterminados (76%) e com os estados mais atingidos a serem (mais de 10 casos) o de WASHINGTON (136 casos), da CALIFÓRNIA (110 casos), de NOVA IORQUE (40 caos) e de MASSACHUSETTS (28 casos). Aumentando a taxa de mortalidade e concentrando-se esta, no período de 20.02 até 06.03 numa média próxima dos 7 casos por dia. Mas será mesmo assim? Agora que a WHO (Organização Mundial de Saúde) vendo-se perante 111 países (a caminho dos 60%) dos 193 membros da UN e integrando todos os continentes da Terra, já  infetados, começa a sugerir estarmos apenas a um passo da PANDEMIA. E infelizmente (tarde de mais?) quando este novo coronavírus já deve estar instalado há várias semanas no interior do território dos EUA, travestido provavelmente como o vírus Influenza (gripe) e passando assim despercebido (as mortes podendo já ser devidas não ao influenza mas ao Covid-19) até para não causar alarmismo (entre os pobres, desprovidos de tudo): sabendo-se que os norte-americanos não existem apenas no interior dos EUA estando espalhados um pouco por todo o Mundo, não só como civis mas em muito maior número (milhares e mais milhares) como militares (em bases norte-americanas sediadas em todos os Continentes) − e conhecendo-se quem são e como são tratados (os seus soldados) daí se podendo tirar conclusões. Por exemplo tendo estado na Coreia do Sul e cumprido o serviço, regressado com uma simples “constipação” ao seu país, ao seio da sua família: na América e sem dinheiro tudo de mau sendo possível.

 

(imagens: yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:00

04
Mar 20

Agora que o número de novos casos parece começar a diminuir e conhecendo-se o nível etário mais suscetível ao contágio/infeção (os mais frágeis) por este novo coronavírus: doentes e idosos.

 

virus_1581733996.jpg

Covid-19

O novo coronavírus ao microscópio

 

Com o percurso do novo coronavírus (COVID-19) a seguir o caminho de outros vírus seus semelhantes (como o INFLUENZA, o MERS e o SARS) – contagiando e infetando (I: Infetados) os indivíduos, para de seguida os mesmos recuperarem (R: Recuperados) ou não (VT: Vítimas Mortais) – sendo importante de recordar que se o vírus Influenza origina centenas de milhares de mortos todos os anos, vírus associados e tendo já provocado outros surtos epidémicos graves como o MERS, atingiram taxas de mortalidade bem mais preocupantes na ordem dos 10% (em cerca de 80.000 infetados, vitimando mortalmente uns  8.000):

 

Screenshot_2020-03-04 Coronavirus 2019-nCov Statis

Evolução ao longo do tempo do nº total de casos

e do nº de casos reportados por dia

 

Quando a taxa de mortalidade global do Covid-19 anda de momento nos 3,4% (ou seja, cerca de 1/3) e com tendência (dado o nº de infetados estar a diminuir consistentemente nos últimos dias, de milhares passando a centenas)  para descer. Taxas de mortalidade calculadas num determinado universo referido a um determinado e bem limitado intervalo de tempo, não significando que um cálculo referido a um desses espaço/tempo se possa extrapolar para toda a população de um qualquer território (mais extenso): exemplificando e supondo, que no tempo da presença ativa de um vírus 100.000 pessoas (de uma localidade/país) eram infetadas e 300 morriam − equivalente a uma taxa de mortalidade de 3% − isso não significaria (dada ser uma conclusão errada) que atingindo um país como Portugal (se essa localidade lhe pertencesse) − com cerca de 10.000.000 de habitantes − teríamos 30.000 vítimas mortais. Então a China com as suas mais de 1,5 biliões de almas e no presente com uma taxa de mortalidade na ordem dos 3% (hoje ainda superior) registaria no fim deste novo surto epidémico (então seria sem dúvida uma pandemia) mais de 45.000.000 – quando nem atingimos ainda os 100.000 (3.000X menos).

 

Screenshot_2020-03-04 COVID-19 compared.png

Comparação de parâmetros de outros surtos epidémicos

entre eles SARS e MERS com os do Covid-19

 

Hoje quarta-feira 4 de março (pelas 10:00 da manhã) com o nº de casos do novo coronavírus COVID-19 a serem os seguintes: 93.455 infetados, 3.198 vítimas mortais (3,4%) e 50.743 recuperados (54,3%); com os países mais atingidos para além da China a serem (de longe) a COREIA DO SUL (5621 I/28 VM), a ITÁLIA (2.502 I/79 VM) e o IRÃO (2.336 I/77 VM); e com os recuperados a terem uma taxa (ao contrário do total e da China, superiores a 50%) extremamente baixa (sendo grave) no trio de países constituídos por Coreia do Sul/Itália/Irão andando entre nem 1% na Coreia do Sul e 13% no Irão (6,5% na Itália). Felizmente com alguns parâmetros a darem sinais de um desacelerar acentuado dos casos de contágio/infeção, sugerindo o vírus poder ter atingido o seu pico máximo de atividade e a partir de agora ser “sempre a descer” até desaparecer (ou adormecer). Em Portugal e segundo dados fornecidos pelo site da responsabilidade do Johns Hopkins CSSE (gisanddata.maps.arcgis.com) com 4 (segundo o sapo.pt sendo já 5) infetados hospitalizados (sendo acompanhados e em tratamento) e sem vítimas mortais registadas (nem recuperados).

 

(imagens: nst.com.my − virusncov.com − businessinsider.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

29
Fev 20

Com o surto epidémico de COVID-19 (uma nova versão de coronavírus) ainda bem ativo – a nível global (segundo Johns Hopkins CSSE, a 28 de fevereiro pelas 16:20, com quase 84.000 casos confirmados, 2.900 vítimas mortais (3,4%) e mais de 36.500 recuperados (43,7%) – aproveitando a ocasião para expor alguns dos mitos associados aos Coronavírus,  alguns deles (senão mesmo a esmagadora maioria) em nada contribuindo para a acalmia das populações:

 

Screenshot_2020-02-29 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Mapa dos casos globais de Covid-19

(Johns Hopkins CSSE)

 

Já alarmadas com os números em crescendo (qualquer dia 100.000 infetados), sem previsão para o dia da inversão (atingido o pico máximo, com os números de infetados/mortos a começarem a descer) e com o número de vítimas mortais já perto dos três milhares.

 

Sobretudo quando estas “não notícias (boatos/rumores) podendo ser equiparadas a FAKE NEWS, são replicados por certas “autoridades e responsáveis” políticas, tentando obter algum proveito da situação:

 

Como foi o caso de um político norte-americano levantando a suspeita de que o vírus seria de fabrico chinês (Made in China), tendo sido produzido em Wuhan (o epicentro da crise), “escapado” das instalações (de produção) e infetado de seguida deliberadamente ou não (até podendo servir a situação, para testar o novo vírus entre humanos) a população local.

 

Seletivamente e como sempre (quando o político é unicamente um mero intermediário − entre o Estado e as Empresas − esquecendo quem o elegeu, afirmando no ato patrioticamente e como Servidor Público, representar) não se recordando da parte mais importante e que colocaria de imediato toda a sua argumentação em causa, como a dos chineses produzirem quase tudo até medicamentos e sob encomenda norte-americana (explorando mão-de-obra barata = ficar mais barato)”:

 

Como mão-de-obra escrava e ainda-por-cima incompetente, mas com os norte-americanos efetivamente deles sendo dependentes.

 

E aproveitando um artigo (de 28.02.2020) do site Live Science (livescience.com) lançando agora e aqui 12 desses “mitos-coronavírus (verdadeiros, falsos, assim-assim):

 

Caso

Mito

Valor Lógico

(simplificado)

V/F

1

Face masks can protect you

from the virus

F

(servindo apenas como medida preventiva)

2

You're waaaay less likely

to get this than the flu

V/F

(não necessariamente pois dependendo de outros fatores, apesar do nº que cada infetado contagia, no SARS era 2,2 e na gripe 1,3)

3

The virus is just

a mutated form of the common cold

F

(a constipação nada tem a ver com as infeções provocadas por coronavírus, transmitindo-se apenas entre humanos, o hospedeiro original; ao contrário das outras viroses em que o hospedeiro original/ex. morcego e o de seguida infetado/ex. camelo, posteriormente infetam o homem)

4

The virus was probably

made in a lab

F

(sendo uma mutação de outros coronavírus tendo provocado outras epidemias, aparentemente com origem nos morcegos, como com o SARS)

5

Getting COVID-19

is a death sentence

F

(neste momento com a taxa de mortalidade do COVID-19 andando acima dos 2% de infetados)

6

Pets can spread

the new coronavirus

F

(nem que os animais domésticos contraiam este vírus, como cães e gatos,  nem que o passem ao homem)

7

Lockdowns or school closures

won't happen in the US

V/F

(dependendo da evolução da epidemia, podendo em certos casos ser uma importante e decisiva medida preventiva; com o Japão a decidir encerrar desde já e temporariamente escolas devido ao Covid-19)

8

Kids

can't catch the coronavirus

F

(dado o vírus sem olhar a idades se transmitir entre humanos, naturalmente sendo mais suscetíveis os mais idosos/mais fragilizados e com a taxa de crianças infetadas, ser pouco maior de 2% − apesar de alguns afirmarem ser um valor subestimado)

9

If you have coronavirus,

"you'll know"

F

(com sintomas e tempo de incubação diferenciados ou podendo nem sequer evidenciar sintomas, podendo refletir-se em diagnósticos iniciais errados e contagiar inadvertidamente outros indivíduos)

10

The coronavirus

is less deadly than the flu

V/F

(com a taxa de mortalidade pela gripe e nos EUA a andar pelos 0,1% e o do Covid-19 pelos 2,3%, parecendo ser verdade, mas indo tudo depender da evolução futura de epidemia, podendo desacelerar/terminar, continuando a trabalhar-se como antes,  de um momento para o outro)

11

It's not safe to receive

a package from China

F

(segundo a Organização Mundial de Saúde ou WHO, com o vírus não sobrevivendo muito tempo num objeto)

12

You can get the coronavirus

if you eat at Chinese restaurants in the US

F

(nem sequer tendo alguma lógica até porque os países já afetados não se resumem à China − logo, à comida chinesa, até pelo nº de vítimas podendo ser italiana)

Consulta:

12 Coronavirus myths busted by science

29.02.2020 LIVE SCIENCE

(livescience.com)

 

hcpXyGPx4C9DQye6dPE7P6-650-80.jpg

Vivendo em Pequim com o Covid-19

(Kevin Frayer/Getty Images)

 

Com os números atualizados por volta das 12:15 de hoje (sexta-feira) 29 de fevereiro e publicados no site da Johns Hopkins CSSE (gisanddata.maps.arcgis.com) a apontar para 84.124 infetados, 2.867 vítimas mortais (3,3%) e 36.738 recuperados (43,7%).

 

E para além da liderança da China nos três parâmetros aqui referidos – infetados, vítimas mortais e recuperados – fora do território chinês com a Coreia do Sul (2.337) e a Itália (888) a liderarem o número de infetados, com o Irão (34) e a Itália (21) a liderarem o nº de vítimas mortais e com o Irão (73) e Singapura (69) a liderarem os recuperados (Itália, 46).

 

Para já sem Portugal no mapa de indivíduos infetados (pelo menos aqui residindo e com um português infetado hospitalizado no Japão).

 

(dados: 12 Coronavirus myths busted by science/livescience.com

− imagens: arcgis.com − livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:05

27
Fev 20

Com o contágio de COVID-19 já tendo atingido a Europa − da Rússia a Espanha (de leste a oeste) e da Finlândia a Espanha (de norte a sul) − tendo até ao início desta quinta-feira (uma da madrugada) infetado 542 pessoas.

 

Screenshot_2020-02-27 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Casos Globais de coronavírus Covid-19

Johns Hopkins CSSE

(Europa)

27.02.2020 −  01:03:23

 

Segundo dados de John Hopkins CSSE com o país mais atingido a ser sem dúvida a Itália, para além do nº recorde de infetados (453) detendo de longe o maior nº de vítimas mortais (12) – só superada para além da China, pelo Irão (19 mortes) e com a Coreia do Sul (12 mortes) a acompanhá-la.

 

Países

Infetados

Vítimas Mortais

Recuperados

Nome

%

%

1

Itália

453

12

2,65

3

0,66

2

Alemanha

27

-

-

15

55,56

3

França

18

2

11,11

11

61,11

4

Espanha

13

-

-

2

15,38

5

UK

13

-

-

8

61,54

6

Croácia

3

-

-

-

-

7

Rússia

2

-

-

2

100,00

8

Finlândia

2

-

-

1

50,00

9

Suécia

2

-

-

-

-

10

Áustria

2

-

-

-

-

11

Noruega

1

-

-

-

-

12

Bélgica

1

-

-

1

100,00

13

Geórgia

1

-

-

-

-

14

Macedônia N

1

-

-

-

-

15

Suíça

1

-

-

-

-

16

Roménia

1

-

-

-

-

17

Grécia

1

-

-

-

-

17

Total

542

14

2,58

43

7,93

 

E com os casos a aparentemente começarem a acentuar-se (e a concentrar-se) em torno do eixo vertical ítalo-franco-germânico direcionando-se mais para a Europa Ocidental (vejam as bolinhas vermelhas e grandinhas), sendo preocupante em Itália (para além dos 12 mortos) a fraquíssima taxa de recuperação, em França a elevada taxa de mortalidade e na Alemanha (para além do nº de infetados, mas com muitos deles recuperados) a grande proximidade da Itália e as diversas comunidades aí existentes. Para já com Portugal (em Johns Hopkins CSSE) a não ser mencionado.

 

(imagem: www.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:18

25
Fev 20

[Dados: Johns Hopkins CSSE/gisanddata.maps.arcgis.com – 25.02.2020 às 12:53:02]

 

Screenshot_2020-02-25 Coronavirus COVID-19 (2019-n

Mapa da distribuição Global do coronavírus COVID-19

 

Como se pode ver pela [tabela 1] com a China a continuar a ser o epicentro deste surto epidémico, com quase 97% dos casos e [99%] das mortes; com a Europa para já com as primeiras mortes registadas, resultando uma taxa de mortalidade de [0,3%]. Com a Organização Mundial de Saúde a não considerar (pelo menos para já) este surto como uma Pandemia, esperando que os primeiros sinais de recuo do vírus na China (continental) continuem e que outros polos que parecem querer surgir (outros na Ásia, como no Oriente e na Europa) estabilizem.

 

Casos

Total

Na China

Na Europa

%

%

%

Confirmados

80.289

100,0

77.660

96,7

319

0,4

Mortes

2.704

3,4

2.663

98,5

8

0,3

Recuperados

27.840

34,7

27.591

99,1

40

0,1

Tabela 1

 

Observando a [tabela 2] e comparando o impacto do vírus Covid-19 na China (no Epicentro) e na Europa (lá longe), sendo fácil de constatar a incidência brutal do vírus no seu epicentro − ou não vivessem na China perto de 1,5 biliões de almas, a caminho dos 20% da população Mundial, sendo de um total de mais de 80.000 infetados quase 78.000 chineses – com taxa de mortalidade nos 3,4 e taxa de recuperação 10X superior: algo que nos deve preocupar no mínimo um bocadinho, pois se os infetados para já sendo poucos (se comparados com os da China) e a taxa de mortalidade estando dentro dos limites (2%/3%), já a taxa de recuperação na Europa sendo bem menor que a da China − não se percebendo bem porquê (tendo a Europa e os EUA como exemplo) sendo apenas 1/3 da chinesa. Para já e para lá da China, com as maiores preocupações a dirigirem-se (até pelo número de vítimas mortais até agora registadas) para o IRÃO (16 mortos), Coreia do Sul (10) e Itália (7), esta última aqui tão perto: nas últimas notícias (17:30 desta terça-feira) e referidas a Itália, registando-se já entre 280 infetados 10 mortos.

 

Taxas

Na China

Na Europa

Nº de Infetados

77.660

319

Mortes

3,4%

2,5%

Recuperados

35,5%

12,5%

Tabela 2

 

No que concerne ao coronavírus e às suas versões mais virulentas e impactantes (por mortais) – SARS, MERS e COVID-19 na versão de 2002/03 com uma epidemia de SARS (síndrome respiratório severo e agudo) a afetar 8.008 indivíduos provocando 774 vítimas mortais (num período de 9 meses e espalhando-se por 18 países) atingindo uma taxa de mortalidade aproximada de 9,6% (sobretudo na China continental e em Hong Kong) e na Europa em 34 casos provocando apenas 1 vítima mortal (nem 3%); já na versão de 2012 e referindo-nos à epidemia de MERS (síndrome respiratório do médio-oriente) − inicialmente referenciada à Arábia Saudita (como seu epicentro) − com diversos surtos a terem já afetado a população (como o de 2015 da Coreia do Sul e o de 2018 na Arábia Saudita, entre outros), com as taxas de mortalidade variando (tal como as registadas entre 2012/15) no epicentro e nos países próximos, entre os 44% na Arábia Saudita (452 mortos em 1029) e os 20% da Coreia do Sul (38 em 184) − num total nesse período (de tempo) de 1360 infetados, 527 morrendo ou seja 39%; finalmente na atual versão de 2019/20 do novo coronavírus, com a epidemia de COVID-19 apesar de parecer mais contagiosa (do que as outras anteriores) e estendendo-se já a quase três dezenas de países (de todos os continentes), pela evolução da mesma e pelo número de pessoas afetadas para já fixando-se por uma taxa de mortalidade (aceitável para o vírus que é ou poderia ser) em torno dos 2%/3%. Faltando ver agora como o novo vírus (COVID-19) evolui, saltada a fronteira da China e chegando ao resto do Mundo: e então aí se verá a competência da China face à competência da Europa − para lidar com estes casos.

 

[E às 16:03:06 de hoje, com os dados já alterados: 80.350 casos (100,0%), 2.705 vítimas mortais (3,4%) e 27.878 recuperados (34,7%).]

 

(imagem: gisanddata.maps.arcgis.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:56

24
Fev 20

Analisando as informações fornecidos pela JOHNS HOPKINS CSSE sobre os dados globais do surto epidémico do novo coronavírus COVID-19 − registados a 24 de fevereiro de 2020 – ficando-se desde logo a saber (pela tabela seguinte):

 

960x0.jpg

 

Casos

Total

China

Resto do Mundo

Europa

%

%

%

Confirmados

79524

77150

97,01

2374

2,99

278

0,35

Mortes

2627

2593

98,71

34

1,29

5

0,19

Recuperados

25180

24943

99,06

237

0,94

35

0,14

Covid-19

24.02.2020 − 02:13:11

Johns Hopkins CSSE

(gisanddata.maps.arcgis.com)

 

Para além do nº de vítimas mortais já ter ultrapassado os dois milhares e meio de pessoas (esmagadoramente da China continental) – num surto-epidémico prestes a entrar no 3º mês (jan./fev./mar.) – com a taxa de mortalidade do COVID-19 a ultrapassar os 3% (3,3) e com a taxa de recuperação a andar acima de 30% (31,7).

 

E se na China − bem ou mal aplicadas pelas autoridades as medidas tomadas contra a evolução do vírus COVID-19 − a situação parece aparentemente querer começar a melhorar com um decrescimento no número de contágios/vítimas mortais, esperando-se para ver o que acontecerá no Resto do Mundo e particularmente na EUROPA (onde se situa Portugal) nos dias que se seguem:

 

No Resto do Mundo com o IRÃO a registar já 12 vítimas mortais (Coreia do Sul, 8) e na Europa com a ITÁLIA a registar 5 vítimas mortais (França, 1) – em Portugal e para já apenas com um caso confirmado (e hospitalizado/em tratamento).

 

(imagem: Getty/forbes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:41

22
Fev 20

[Depois do SARS e do MERS, o COVID-19 (a nova versão de coronavírus): talvez mais infecioso que os dois primeiros, mas talvez menos mortal − neste caso pela densidade populacional e por se passar num grande território (e dependendo do tempo até se encontrar uma solução natural ou artificial), podendo atingir um número de vítimas mortais bem elevado (num extremo e se atingisse toda a China por igual e numa noticia que seria muito típica nos tabloides do Reino Unido, por volta dos 30 milhões de vítimas mortais).]

 

Coronavirus-Iran-death-toll-hits-5-the-highest-out

Daegu na Coreia do Sul e a ameaça Covid-19

Trabalhador do metropolitano e como prevenção

Controlando a temperatura corporal  dos passageiros

 

Neste sábado 22 de fevereiro com a taxa de mortalidade do coronavírus COVID-19 (não se verificando indícios visíveis de decrescimento) a andar pelos 3%, registando-se, no entanto, um crescimento nos doentes recuperados em redor dos 27% (doentes recuperados = 9X vítimas mortais).

 

Coronavírus

COVID-19

Mundo

China

Restantes países

Apenas

Europa

Total

%

%

Casos

confirmados

77.918

100,00

76.291

1.627

64

0,08

Vítimas

mortais

2.361

3,03

2.345

16

2

0,08

Doentes

recuperados

21.258

27,28

21.097

161

33

0,16

22.02.2020 por volta das 14:00 de Lisboa

(a partir de Johns Hopkins CSSE/alguns valores aproximados)

 

E entre as diversas notícias divulgadas um pouco por todo o mundo, escutando-se afirmações como o da preparação dos EUA para a chegada efetiva do vírus, notícias sobre a 5ª vítima mortal registada no Irão, outras mais alarmantes declarando um paciente recuperado poder mesmo assim passar o vírus contagiando outro, ainda outras questionando qual o papel do frio e do calor na sua propagação, para além de se diagnosticar desde já e com efeitos a curto-prazo um Boom Negativo (talvez mesmo estrondoso) na Economia da China (como se o Resto do Mundo não fosse atingido e designado como Danos Colaterais), pouco se adiantando ainda sobre o fundamental deste surto e epidemia mortal como a sua origem, tratamento e cura.

 

Em Portugal e apesar dos casos suspeitos, não tendo nenhum deles (até ao momento) sido confirmado. Na Europa (e por confirmar) já com pelo menos 3 (antes 2) vítimas mortais, 1 francesa e 2 italianas.

 

(imagem: Thomas Maresca/UPI em 22.02.2020/upi.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:42

Junho 2020
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO