Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Abr 21

[Aqui com o “turista acidental”, a ser o vírus SARS CoV-2.]

 

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EUA

 

Tendo entrado no mês de março na estação da Primavera e estando cada dia mais próximo do início da próxima estação ─ o Verão pelo setor turístico associado fundamental para a Região de Turismo do Algarve ─ preocupado com a possibilidade do sucedido no ano passado se voltar a repetir (devido a restrições resultantes da Pandemia, reduzindo em grande quantidade o nº de turistas e as respetivas receitas) e ainda observando o que se passa pelo sul de Portugal especialmente no Algarve quanto à evolução da doença Covid-19 (e espreitando um pouco o Alentejo/a norte e a vizinha Andaluzia/a este) ─ com o vírus SARS CoV-2 a manter a sua presença na Europa (ressurgindo), com Portugal ainda não se tendo libertado definitivamente da vaga anterior (registando-se apesar de baixa, alguma instabilidade no nº de infetados e uma subida ligeira do R(t)) e com o Algarve a apresentar o índice de transmissibilidade mais alto do país ─

 

Sempre que a situação de alguma forma se apresenta (num intervalo/pensando e refletindo, numa observação/constatando uma facto/informação) e pensando-se constantemente nesta Pandemia parecendo interminável (por aqui iniciada em fevereiro/março de 2020, já lá vai mais de um ano), nos questionamos conhecendo os outros 4 familiares deste coronavírus ─ HCoV “229E, HKU1, NL63 e OC43” ─ se o mesmo sendo crónico terá ou não alguma periodicidade, de modo a podermos-lhe aplicar um procedimento igual ao dos seus familiares com a introdução das vacinas e a garantia da sua efetividade/eficácia (o que estas ainda não têm, dado ainda não se conhecer completamente a evolução do vírus, a sua periodicidade infeciosa): com as vacinas atuais mesmo cumprindo o seu objetivo (e esquecendo-se as consequências por na prática sermos nós as cobaias) ─ imunizar-nos contra a ação do vírus ─ não tendo ainda um prazo certo de validade podendo ser de muitos ou poucos meses, não permitindo para já a produção em série de vacinas (atualizadas) todos os anos como é o caso das da Gripe.

 

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Portugal

 

E ainda não havendo vacinas para todos e sem se saber ao certo e na realidade qual a vantagem da sua utilização (colocados perante problemas como as da vacina da Astrazeneca, devendo/podendo ser transversais a outras) e qual a duração das mesmas (meses? um ano? mais?) ─ necessitando-se de sobreviver à fome (Desemprego) e à doença (Covid-19) ─ tendo-se de pensar noutras informações capazes de uma forma alternativa nos ajudar no presente, contribuindo complementarmente para superarmos mais este momento marcante (pela negativa) ou não estivéssemos no Mundo (em 7,9 biliões de pessoas) a caminho do “Óbito Covid-19 Três Milhões” (3.000.000) em Portugal (em 10,2 milhões) do “Óbito Covid-19 Dezassete Mil” (17.000).  Sendo necessário para uma melhor compreensão deste vírus (SARS CoV-2) um estudo mais detalhado sobre a sua evolução e adaptação do mesmo ao meio ambiente (onde é inserido),

 

Podendo-se introduzir como temas de discussão levando a algum tipo de esclarecimento ou de solução (viral) ─ em duas mãos cheias ─ (1) as diferenças entre o Inverno e o Verão (calor/frio/humidade), (2/3) os possíveis efeitos positivos dos raios ultravioleta e do exercício físico, (4) a variação de intensidade conforme o clima, (5/6) as concentrações populacionais e a poluição,  (7/8) a periodicidade do vírus e (sendo a Covid-19 uma doença crónica) a sua sazonalidade (até pela produção e atualização das vacinas) e ainda (9) as idades mais suscetíveis de transmissão e (havendo mutações) (10) as diferentes estirpes/variantes (como a brasileira e a sul-africana). Podendo a intensidade de atividade do vírus variar, conforme a alteração (propositada ou não, sendo eficaz ou não) de diversos fatores.

 

(imagens: MaxyM/Shutterstock/theconversation.com ─ Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:15

12
Abr 21

No dia (hoje, 12 de abril) em que o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO) declara que a Pandemia de Covid-19 está de novo a crescer exponencialmente ─ dependendo a evolução da mesma não só das decisões e das ações das autoridades (ou seja, políticas dos Governos) como da forma como nos comportamos (em nossa casa e fora dela) ─ em Portugal e no mesmo dia entra-se na semana de decisão sobre as posições a tomar para as próximas semanas de Desconfinamento (com o próximo período a iniciar-se a 19 de abril): falando o Presidente, falando o Governo, falando a AR e no final aprovando-se e aplicando-se ─ de 19 de abril a 3 de maio.

 

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Infetados e R(t) em Portugal

(15 de março a 12 de abril)

 

Distanciamento

Máscara

Ventilação

Testagem

Rastreio

Isolamento

Higiene

Vacinação

 

Neste início da semana que irá definir como serão (terminando este a 18 de abril) os próximos 14 dias de Desconfinamento (19 abril/3 de maio) ─ com o índice de transmissibilidade a continuar a subir e com alguns concelhos a persistirem perto do limite (máximo aconselhável) ou acima dele (com mais de 120 caos de infetados/100.000 pessoas) ─ e sabendo-se da inércia/lentidão do Governo nos testes rápidos/campanha de vacinação, não se percebendo muito bem como será possível (nalguns/muitos casos, ficando-se a aguardar) manter o Desconfinamento quanto mais expandi-lo (por pouco que seja). Na região de turismo do Algarve e apesar do lado positivo de não existir nenhum surto entre profissionais de saúde e entre idosos (residindo em lares), com o índice R(t) a ser o mais elevado do país (hoje Portugal nos 1,04), sentindo-se esse efeito já nas escolas (tendo entrado no circuito mais de 1 milhão de estudantes) e podendo agravar-se ainda mais para a semana com o ingresso de mais uns 400 mil alunos (do secundário);

 

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Óbitos na Europa

(8 de abril a 12 de abril)

 

Para já não falar do “Triângulo das Bermudas” tendo num dos vértices Portimão (onde se situam os estaleiros e por onde circulam os trabalhadores da construção civil) ─ os outros vértices em Albufeira e Silves e com um dos lados do triângulo passando por Lagoa  ─ com Silves recordando-nos ainda existirem um pouco mais acima outros polos de contaminação/infeção (de SARS CoV-2) e até de contacto/comunicação como será o Alentejo (com concentrações de trabalhadores agrícolas/outras áreas desempregados e sendo estrangeiros). E apesar das taxas elevadas de desempregados afetando o Algarve (causada pela sua “monocultura” turística)  ─ só em Albufeira representando cerca de 20% do total, maioritariamente mulheres ─ e do vírus ter alterado alguma coisinha no seu comportamento infetando agora mais crianças e mais profundamente (circulando estas agora livremente entre Família/Escola), mantendo-se o otimismo de alguns responsáveis como o transmitido pelo título apresentado pelo jornal online Sul Informação (segundo ideias de Ana Guerreiro, delegada regional de saúde): «Ainda há tempo» para todos os concelhos algarvios avançarem no desconfinamento”.

 

(dados: dgs.pt e worldometers.info ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

11
Abr 21

Na evolução da doença Covid-19 registada em Portugal nos últimos 14 dias (1º gráfico), concluindo-se pela manutenção da instabilidade do nº de Infetados/dia ainda próximos dos 600/dia. Relativamente ao índice de transmissibilidade R(t), com o mesmo a manter-se numa tendência lenta de crescimento (subindo 0,08) ─ e sendo assim desde há 4 semanas (aí com R(t)=0,83).

 

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Já quanto à situação epidemiológica (vírus SARS CoV-2) que se vive atualmente na Região de Turismo do Algarve (2º gráfico) e com o índice R(t) a subir sendo o mais elevado em Portugal (na última avaliação a 4 de abril, com o índice a variar entre 1,01/1,05), surgindo uma situação embaraçosa com o nº de Infetados num constante sobe e desce ─ talvez por uma falta de testagem programada ─ deixando-nos na dúvida se o problema não será bem pior (ou bem melhor, não se sabendo ainda muito bem qual a razão, apesar de alguns apontarem, tal como o fizeram no caso do Natal, para a Páscoa). E se se adia e não resulta, lá se vai o 2º Verão (consecutivo).

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:19

No início desta Pandemia (1ª vaga) e ainda não se tendo registado oficialmente a 1ª morte por Covid-19 (verificada a 16 de março do ano passado),

 

Já aproximadamente três semanas antes (a 26 de fevereiro de 2020) o índice de transmissibilidade R(t) atingia o seu pico máximo:

 

R(t)=2,11.

 

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A meio da semana que vem ─ 12 a 18 de abril ─

com Marcelo e Costa a terem que se pronunciar

sobre o próximo período de desconfinamento a iniciar-se a 19 de abril

 

Sendo a variação do índice R(t) crescendo e subindo acima de 1 ─ o 1º sinal de alarme.

 

Alcançando o maior nº de infetados/dia a 10 de abril de 2020 (1.726 pessoas) e o maior nº de óbitos/dia entre os dias 3 e 23 de abril de 2020 (pico máximo a 3 de abril).

 

Ou seja, uma sequência clara, interligada e crescente, entre estes parâmetros Covid-19:

 

R(t) → Infetados → Óbitos.

 

E crescendo o primeiro (mais cedo ou mais tarde), crescendo o 2º e o 3º.

 

Em Portugal e ultrapassada a última vaga (crescendo rapidamente no nº de infetados em finais de dezembro e atingindo o seu pico máximo um mês depois) e com o índice de transmissibilidade a atingir um mínimo de sempre (11 de fevereiro)

 

R(t)=0,61

 

─ Observando-se a partir daí e progressivamente (lentamente) a uma subida desse importante índice.

 

Um índice sistematicamente a crescer (com alguns intervalos de repouso) nos últimos dois meses (de fevereiro a março) tendo passado de R(t)=0,61 até R(t)=1,02 ─ mais de 65%.

 

(imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:29

09
Abr 21

“Entretidos com a vacina AstraZeneca,

enquanto o SARS CoV-2 ainda anda por aí

─ preparando-se e equipando-se,

para o lançamento de uma nova vaga.”

 

Numa visita rápida pelos dois gráficos 1/2, a constatação da descida do nº de Infetados e do nº de óbitos ao longo dos primeiros 98 dias de 2021 (registado em 7 períodos de 14 dias cada) e a confirmação da subida do índice de transmissibilidade R(t).

 

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1

 

No registo de Infetados/dia (gráfico 1) verificando-se ainda alguma instabilidade na evolução dos seus números ─ um dia podendo indicar 150/300, no outro 300/600 ─ enquanto no nível R(t) (gráfico 2) mantendo-se a tendência de subida.

 

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2

 

Nos últimos 25 dias com o R(t) tendo crescido quase 22% (mais de 0,8%/dia). Pela análise conjunta INFETADOS/R(t) Covid-19, mantendo-se hoje (09.04) a preocupação sobre a evolução desta vaga, parecendo não ter ainda terminado e podendo estar ligada a uma outra.

 

 

(imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:25

07
Abr 21

Ou o “Regresso à Realidade” em poucos segundos.

 

[Conhecendo-se já a sua resposta (EMA a partir das 15h): sendo o saldo positivo, mantendo-se tudo na mesma (confirmação da EU a partir das 17h), obedecido e seguido pelo nosso Governo (nem sequer tendo opinião).]

 

Ao tomar o pequeno-almoço e como habitualmente entrando no site pela sua página de abertura, deparando-me de imediato com uma mão cheia de notícias deixando-me ainda mais preocupado com o que me poderá acontecer no próximo sábado dia 10 de abril a parir das 11.40 ─ momento em que me será administrada a vacina contra o Covid-19, em princípio a inglesa AstraZeneca ou a norte-americana Pfiser:

 

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Com a vacina Astrazeneca até por ser uma das pioneiras

e pela falta de dados sobre a sua eficácia,

a colocar algumas dúvidas às autoridades de Saúde norte-americanas

 

Marcelo espera uma «avaliação rápida» da vacina da AstraZeneca

e aponta o dedo à falta de união da EU.

(executivedigest.sapo.pt)

 

Ministra da Saúde convoca reunião de urgência

para debater vacina da AstraZeneca. (lifestyle.sapo.pt)

 

EMA pronuncia-se hoje sobre relação da vacina AstraZeneca

com formação de coágulos. (lifestyle.sapo.pt)

 

Clientes não usam máscara nas esplanadas.

Restaurantes pedem medidas urgentes. (lifestyle.sapo.pt)

 

Porque é que algumas escolas fecham quando há casos de Covid-1

 e outras não? (visao.sapo.pt)

 

Vacinação lenta e reabertura total das escolas

pode levar a quarta vaga. (24.sapo.pt)

 

“A quarta vaga vai ser maior”.

A nova variante da Covid-19 que está a causar preocupação no Japão.

(visao.sapo.pt)

 

EpiVacCorona, segunda vacina russa, tem 94% de eficácia

─ segundo o diretor de laboratório que a criou.

(24.sapo.pt)

 

Aumento de 10% na importação de produtos Covid revela

urgência em reduzir dependência estratégica da economia europeia.

(eco.sapo.pt)

 

Brasil continua a ser país com mais mortes registadas em 24 horas.

Ultrapassada barreira das 4000 vítimas num só dia.

(24.sapo.pt)

 

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Com a EMA seguindo as diretivas de quem a controla

(nível de encomendas/entidade facilitadora/contribuindo p/ a monopolização)

reautorizando a Astrazeneca

 

Uma mão cheia de imensas contradições, incompetências e aproveitamentos, deixando-me mais uma vez perplexo, fazendo-me cair mal a minha 1ª refeição do dia e provocando-me ainda um “maior aperto do coração”, sabendo estar a apenas 3 dias da minha vacinação e do que daí poderá advir ─ quando ainda se espera e mais uma vez entre avanços e recuos sucessivos ─ e já percorrendo quase todas as faixas etárias (dizendo-se que sim/dizendo-se que não) ─ a viabilidade para os efeitos pretendidos e sem sequelas graves (a curto-prazo) de uma das vacinas que irei tomar (Astrazeneca ou Pfiser): podendo ser uma ou a outra vacina estando de momento a britânica Astrazeneca em questão, mas não sendo essa a única razão pela minha preocupação (tratando-se não só um grave problema de Saúde, mas envolvendo políticos e as suas empresas de representação ─ uma delas sendo a EMA ─ alargando-se perigosamente o problema, colocando-o sob alçada do mercado, do lucro e da comercialização).

 

Esperando-se agora pela decisão da reunião urgente de Ministros de Saúde marcada para o fim da tarde desta quarta-feira (pelas 17:00 Lisboa, online), onde mais uma vez será determinado se relativamente à vacina da Astrazeneca a resposta será desta vez SIM ou NÃO: apesar de mais uma vez se saber (pelo aparecimento de mais casos alguns deles sendo mortais e abrangendo várias faixas etárias) da ligação vacina/coágulos sanguíneos ─ devendo-se obviamente optar pela sua suspensão (temporária ou não) ─ conhecendo-se como se conhece o poder das Farmacêuticas e a sua estreita ligação com o poder (traduza-se, políticos e facilitadores) tudo se podendo esperar apostando eu na tripla 1X2. Esperando assim e em 1º lugar pelo resultado oriundo da conferência de imprensa a realizar-se ao início da tarde de hoje (pelas 15:00 Lisboa), apesar de dali não esperar grande coisa ou não estivéssemos a falar da EMA (Agência Europeia do Medicamento): podendo as outras vacinas serem melhores/iguais/piores e esquecendo as possíveis mortes pelas mesmas provocadas (só se conhecendo as da Astrazeneca e pouco se sabendo das outras) não se interrompendo para já a sua administração (podendo ter consequências negativas) esperando-se um pouco mais ─ desde que não se introduzam elementos estranhos às diretivas da EMA (imposta pelos EUA ao lado das suas farmacêuticas) como a vacina russa Sputnik (que muitos pela Europa e pela calada já reservaram/administraram e mesmo com alguns com planos de montagem de uma fábrica no seu país). A EU e a EMA o esclarecerá lá para o fim do dia se no próximo fim-de-semana terei de ir para a fila tomar a AstraZeneca (conhecida em todo o Mundo, certamente que sem razão e apenas por concorrência ─ tendo na sua “bolsa-de-mercado” o recorde de países ─ como a “vacina do pobre” não por ser de má qualidade, mas por ser de todas a mais barata).

 

E assim (mesmo em cima das 15:00 próximo da EMA falar) ficando suspenso e à espera da declaração da EMA e da posterior decisão da nossa muito respeitada e temida “correia de transmissão” (e sua Task Force).

 

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Com a própria GB origem da AstraZeneca face à “falta confiança/tendo sensibilidade”

(veja-se o caso contrário dos EUA em tempo de eleições)

oferecendo em alternativa a Moderna

 

Que como se esperava e em poucos segundos disse (a EMA não a correia, sendo incapaz) ─ invocando os benefícios (apesar das mortes) e sendo a mesma tão barata (criando-nos a dúvida sobre a existência da dupla vacina rica/vacina pobre) ─ SIM. Ou será que as pessoas não sabem, ser normal morrer-se não da doença, mas igualmente da cura?

 

“EMA confirma "possível ligação"

entre a vacina da AstraZeneca e tromboembolismos.

Mas benefícios superam riscos.”

(lifestyle.sapo.pt)

 

[Portanto (p/ EMA e como estrutura especializada seguindo os seus critérios “estritamente científicos”, não económicos): “como o que não mata engorda” e a vacina até que é barata, episódio justificado, vacina confirmada e venha lá o caso seguinte. Envolvendo uma vacina autorizada, mas (até pela urgência) nunca tendo sido conveniente testada e controlada, com uma eficácia inicial de 70%, oscilando depois entre os 60%/90% e fixando-se nos 50% exigidos ─ não impedindo com a sua manutenção a próxima entrada da vacina Johnson & Johnson/EUA (já envolvida numa bronca, antes de se lançar na Europa) no mercado europeu, mas tendo o efeito contrário com a vacina Sputnik /Rússia. Vacina Sputnik que apesar da sua eficácia (90%/95%) e cumprindo todos os requisitos ocidentais (como o reconhecem todos os especialistas deste lado), mesmo necessitando dela com urgência com a Europa (melhor, parte dela, através da pressão EMA/EUA) ainda mantendo a recusa (por países atrasados como Portugal) oficialmente não a aceitando (talvez devido à sua preferência, “só por trás”).

 

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Já agora porque não dar-nos um placebo

(com rótulo à nossa escolha)

para nos tranquilizar e evitar mais confusão?

Placebo: fármaco, terapia ou procedimento inerte, que apresenta, no entanto, efeitos terapêuticos devido aos efeitos psicológicos da crença do paciente de que ele está a ser tratado. (wikipedia.org)

 

(imagens: Alberto Pezzali/Associated Press/deseret.com ─

fotolia.com/alexkicheuropean-biotechnology.com ─

Michael S. Helfenbein/yale.edu ─ wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:23

06
Abr 21

“Ou vai ou racha: até ao fim-deste-mês

resolvendo-se tudo ou dando o estouro.”

 

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Fim do Verão

(ano zero Covid-19)

17.08.2019

 

No gráfico indicando o número de INFETADOS/dia e o índice de transmissibilidade R(T) registados nas últimas 2 semanas (14 dias), relativamente à Pandemia Covid-19 ─ de 24 de março a 6 de abril ─ mantendo-se a instabilidade dos INFETADOS (segundo a DGS, hoje acrescido e ajustado por casos positivos ainda em atraso, vindos do fim-de-semana) e a tendência de crescimento do índice R(T):

 

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Antes e depois da passagem da 1ª vaga

(e início do 1º ano Covid-19)

09.11.2019 e 20.03.2020

 

Dois parâmetros importantes e de ter sempre em conta (por exemplo neste momento de aparente descompressão), dado o seu crescimento significar o possível regresso de uma nova vaga ─ como uma réplica mais fraca do que a anterior, ou então ainda mais forte. Hoje com o índice de transmissibilidade a ser R(T) = 0,98 a nível nacional, R(T) = 1,0 no continente e ainda R(T) > 1,0 na Região do Algarve ─ significando assim que em Portimão ou em Albufeira, cada 2 pessoas contaminadas já poderão estar a infetar outras 3 (se R(T) = 1,5).

 

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Evolução Covid-19

(infetados e transmissibilidade)

24.03.2021 a 06.04.2021

 

Quando (e falando-se apenas dos jovens e da Educação) as aulas até ao 1º ciclo arrancaram há mais de uma semana, as do 2º/3º ciclo há dias e as aulas do secundário arrancarão dentro de menos de 15 dias (correndo tudo bem a 19 de abril) ─ e em muitas escolas iniciando-se/indo-se iniciar as aulas com tudo na mesma, sem testes e sem vacina.

 

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Depois da passagem da última vaga

(perto do início do 2º ano Covid-19)

20.03.2021 e 31.03.2021

 

No próximo dia de 19 ainda com a evolução desta última vaga por estabilizar (R(T) em crescimento lento, mas contínuo) e num intervalo de apenas duas semanas, tendo-se lançado para a rua (para já nem falar dos grupos associados, como familiares e profissionais da educação) mais de 1,6 milhões de jovens, 1,6 milhões de potenciais transmissores (ligando Escolas/Família uma das principais vias de comunicação do coronavírus), em geral portadores/assintomáticos e resistentes ao vírus (mas não tanto os familiares mais velhos).

 

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Entrados na Primavera

(2º ano Covid-19)

03.04.2021

 

Mas algum dia se tendo de arriscar, o pior podendo ser estarmos a fazê-lo (olhando-se para o que se passa na Europa, em países mais adiantados nesta última vaga) em contraciclo. Daí eles afirmarem (tentando livrar-se da sua culpa) e como se já não soubéssemos disso (sendo o representado para o seu representante, o suspeito-do-costume), que a responsabilidade também é/será nossa: apenas se podendo responder “muito obrigado pela atenção” e muito respeitosamente assinar o aviso de receção ─ para eles terem a certeza que nós compreendemos a nossa situação.

 

(imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:22

Neste gráfico de 5 de abril (ontem) sendo visível um índice de risco de transmissibilidade Covid-19 superior no Barlavento, enquanto no Sotavento só se destacando pela negativa VRS António. Parecendo querer dizer que o cenário mais tranquilo estará no geral a oriente de Albufeira.

 

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Algarve Covid-19

O lado onde o Sol nasce

sendo no geral melhor

que o lado onde o Sol se põe

 

Explicando-se muito do que acontece a Barlavento pela presença do “Triângulo das Bermudas” (exceto Vila do Bispo talvez devido à presença de estrangeiros-residentes), no caso do Sotavento e aparentemente pela presença próxima da fronteira.

 

[Triângulo das Bermudas: localizado no Barlavento Algarvio e integrando uma zona triangular com vértices em Albufeira, Silves e Portimão (com Lagoa num dos lados): de momento (podendo-se movimentar, sendo uma estrutura dinâmica) com uma grande quantidade de estaleiros ativos.]

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:28

04
Abr 21

Dois gráficos revelando-nos a evolução da Pandemia de Covid-19 na Região do Algarve, no gráfico (1) a evolução do nº de Infetados/dia desde o início do ano 2021 e no gráfico (2) a distribuição do nº de Infetados e do nº de Óbitos por concelho (16 no total) desde o início desta Pandemia (já lá vai mais de um ano). De observar e usar o cérebro para pensar.

 

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Gráfico 1

[Algarve ─ 2,5% do total nacional de Infetados]

(20.557 infetados em 823.142)

 

No gráfico (1) e depois de um prolongado e contínuo decrescimento do nº de Infetados/dia, com a sua evolução a demonstrar agora alguma instabilidade, descendo e subindo alternadamente e parecendo revelar uma (para já) muito ligeira tendência de subida. Um pouco preocupante (assistindo-se ao que se passa, um pouco por toda a Europa).

 

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Gráfico 2

[Algarve ─ 2% do total nacional de Óbitos]

(347 óbitos em 16.875)

 

No gráfico (2) deparando-nos em números com os efeitos da passagem desta Pandemia por esta região do sul de Portugal ─ total de Infetados e de Óbitos, por concelho ─ com os concelhos mais castigados a serem os de Loulé (63 mortes/18% do total), Faro (51/15%) e Albufeira (44/13%) ─ seguido por Portimão (30/9%). Com o total de mortes Covid-19 nos 347.

 

Residindo em Albufeira (há 37 anos), sendo surpreendido como muitos pela introdução deste concelho entre os mais preocupantes (risco elevado) ─ 120 a 240 casos/100 mil habitantes ─ e procurando uma explicação (para o sucedido), deparando-me com o “Triângulo das Bermudas” (Covid-19): indo de Portimão (1º vértice) a Albufeira (2º vértice) ─ passando por Lagoa (num dos lados do triângulo) ─ tocando em Silves (3º vértice) e sendo suportado por “estaleiros” (da construção civil).

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

03
Abr 21

“Nos países com mais mortos por total da sua população,

estando Portugal à frente (15º) até mesmo do Brasil (19º).”

 

Uma amostra COVID-19 apresentando os 20 países (em mais de 220) com o maior nº de óbitos por cada 1 milhão de habitantes: liderando um pequeno território como Gibraltar (fazendo parte do Reino Unido) e sendo de destacar (tendo maiores territórios/maior população) nessa amostra a presença de 16 países/territórios europeus (80%). Entre eles o Reino Unido (10º), a Itália (12º), PORTUGAL (15º) e a Espanha (16º). Do outro lado (e para o fim do Top 20) estando 4 países do continente americano, como não poderia deixar de ser um deles sendo os EUA (14º) e (espante-se, atrás de alguns países da Europa) o outro sendo o Brasil (19º) “melhor” que Portugal: o Brasil com 1537 óbitos/1M e Portugal 1658 óbitos/1M (+121O/1M).

 

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Com os países não Europeus e não americanos só surgindo com (citando apenas os 8 primeiros, em ordem decrescente) o Líbano (Ásia/933), a África do Sul (África/884), Aruba (América Sul/803), Belize (América Central/787), a Tunísia (África/746), o Irão (Ásia/743), a Jordânia (Ásia/685) e finalmente Israel (Ásia/676). E com a Austrália a registar 35 óbitos/1M e a Nova Zelândia 5 óbitos/1M (na Oceânia sendo o pior, a Polinésia francesa ─ com 500 óbitos/1M) ─ ambos podendo ser o paraíso (na Terra) por “quase livre do coronavírus”. Dependendo toda esta evolução (da Pandemia) do que vier a seguir – nesta senda anti-Covid-19 ─ com um Mundo em desacerto (e desorientado) posto perante diferentes fases da doença (e falta de recursos): uns mais atrás outros mais à frente, mas não comunicando entre eles (devidamente) e nada aprendendo uns com os outros. Dando mais uns pontos de vantagem, ao hoje nosso adversário.

 

E se estiver aí à porta, outra Vaga Covid-19 (como parece estar a suceder, na América e na Europa)?

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:56

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