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Libertação 2.0 ─ Agora a 1 de Fevereiro de 2022

Quarta-feira, 26.01.22

“No próximo mês de fevereiro, em força e como um coletivo, a Europa começará a declarar a sua vitória sobre o seu último inimigo declarado, o coronavírus ─ e num conflito existindo sempre e no mínimo duas partes, ficando-se a aguardar reação da outra parte.”

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Ao 24º dia do mês de janeiro 2022 e entrados já no 3º ano de Pandemia (para a contabilização, com início em março de 2020), começando na Europa (casos da França e da Grã-Bretanha) a ser declarada a “Morte do Vírus”, sendo comemorado o “Dia da Libertação” (o verdadeiro) e voltando-se aos “tempos normais” (ao ano de 2019 e anteriores) ─ deitando-se a máscara fora, voltando-se aos ajuntamentos e abrindo-se ao público tudo, bastando ao cartão de cidadão acrescentar-lhe o certificado Covid-19

Em Portugal de momento sem Governo (real, sendo-o apenas virtual) e com o seu presidente aparentemente desaparecido ─ estrategicamente esperando, tendo agora fé na surpresa que se calhar o mesmo orquestrou, podendo, nunca ele próprio acreditando em tal (antes), obter o desejado mas nunca imaginado a tão curto-prazo, “a cereja no topo do bolo” ─ os valores referentes à evolução desta nova vaga da Pandemia de Covid-19 agora sob ação da variante Ómicron, continuam em subida aguardando-se ainda a chegada ao pico desta, previsto agora para o início do mês de fevereiro.

De qualquer forma e dado Portugal, nem agir nem reagir, ficando invariavelmente e até por segurança (incompetência em assumir responsabilidades) tranquilamente a aguardar (que algo lhe caia do Céu) ─ ainda-por-cima sabendo-se até 30 deste mês para além das Eleições (nesse dia) e do Futebol (nesse fim-de-semana) nada mais existir ─ aguardando-se como sempre e via nosso parceiro ibérico, Ordens da Europa, aceites e confirmadas e posteriormente enviadas via, Ordens de Espanha. Não se devendo ficar a pensar que numa posição nossa subalternidade (de Portugal), mas apenas por uma questão de sequência e para uma tomada de posição firme por conjunta.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:21

Pouco mais de 24 horas (umas 35) para o 1º Toque

Sexta-feira, 21.01.22

Num dia em que Portugal à entrada do seu 3º ano de Covid-19 atinge um máximo absoluto de 58.530 Infetados/dia e já nesta última vaga (“vaga de Inverno”) um valor máximo relativo de 49 Óbitos/dia ─ mesmo assim nada comparado ao nº de óbitos registados há precisamente um ano, sendo então 4,5X mais (221 Óbitos/dia) e no seu pico máximo atingindo os 303 Óbitos/dia (em 28 e 31 de janeiro de 2021)

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A nível Global e a 21 de janeiro de 2022 (20:45/Lisboa)

335 milhões de Infetados ou 4,2% da população Mundial (Portugal 2,1 milhões)

5,6 milhões de Óbitos ou 1,7% dos Infetados (Portugal 19,5 mil)

Continuando-se ainda por atingir o pico máximo desta última vaga, com o nº de Infetados/dia e de Óbitos/dia, assim como o nº de Internados (incluindo UCI) ainda a crescer, mas por outro lado e sendo um sinal bem positivo (de que o pico poderá já cá estar ou então mesmo aí a “rebentar”), com o índice de transmissibilidade permanecendo sempre em descida hoje já em R(t)=1,1.

Pelos vistos só depois de 30, se fazendo o verdadeiro ponto de situação e até lá (sendo o seu caso) restando-nos rezar e votar ou então (sendo o outro) e fazendo uma pirueta, colocar-nos de pernas-para-o-ar (oxigenando-nos no que para eles está em excesso, o nosso cérebro).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:58

Eleicron 19:00 ─ A cerca de 60 horas do 1º Round (228 do 2º Round)

Quinta-feira, 20.01.22

Esta quinta-feira (20 de janeiro) com um novo máximo nacional de Infetados/dia ─ 56.426 ─ desde que esta Pandemia ─ Covid-19 ─ teve início (nos registos em março de 2020), confirmando-se a maior infecciosidade desta nova variante Ómicron, no entanto e se comparada com a anterior variante Delta ─ e nunca esquecendo a administração da vacina ─ só neste dia sendo cerca de 6X menos (34 em 2022 contra 219 em 2021).

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Depois da Economia vindo a Política (talvez mesmo o contrário), tendo de se colocar definitivamente de lado a Crise e vindo aí Eleições (ou outros momentos decisivos) ─ como prova tendo a França, a partir da próxima segunda-feira, 24 (com um “não”, aos não vacinados) ─ declarando-se oficialmente o fim da doença e abrindo-se todas as portas de lado-a-lado: e assim se declarando “O Vírus Morreu”!

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Tendo-se conhecimento, entretanto de uma notícia podendo levantar um pouco do mistério sobre o crescimento simultâneo do nº de infetados/dia assim como do nº de óbitos/dia na região do Algarve, contrariando o sucedido na generalidade do país, “não descendo significativamente o nº de óbitos”, mas pelo contrário “subindo”: a possibilidade da região estar sob a ação da variante Ómicron, mas de uma sua “derivação” ligeiramente diferente.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:06

Para uns dentro de 5 e para outros dentro de 12

Terça-feira, 18.01.22

[Combinando Eleição e Ómicron, o que falta para Eleicron.]

Num dia (terça-feira, 18 de janeiro de 2022) em que globalmente se caminha (pelas 17:00 horas e com os números sempre evoluindo) para os 270 milhões de Infetados (3,4% da população mundial) e os 5,6 milhões de Óbitos (2,1% dos infetados) ─ em Portugal batendo-se o recorde de Infetados/dia com 43.729 casos (o ano passado o máximo tendo sido, 16.432 casos) e com os 46 Óbitos/dia de hoje, tendo-se de recuar a finais de fevereiro para se ter valores semelhantes (há precisamente um ano, tendo-se registado 167 Óbitos)

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Enquanto no Mundo e nos últimos sete dias o nº de Infetados subiu de 12% e o nº de Óbitos de 9%, um crescimento ligeiro ─ na Europa +6% de infetados e +7% de óbitos (na América do Sul residindo o maior problema, com +55% de infetados e +60% de óbitos) ─ num claro crescimento do nº de infetados, mas agora com muito menores consequências no nº de mortes (podendo ser 4X, 5X, 6X, … menos),

No nosso país com a evolução infetados/dia e óbitos/ia a continuar em tendência crescente, no caso da evolução de internados e de doentes em estado grave/crítico (em UCI), apesar do crescimento dos internados mantendo-se dentro dos limites aceitáveis o de doentes em UCI; já comparando a evolução do vírus no mesmo período de novembro/dezembro/janeiro, sendo clara a evolução crescente (muito menos mortal se comparada com a do ano passado, uma característica de Ómicron).

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E entre os nossos especialistas e matemáticos, agora envolvidos e subterrados debaixo de catadupas e catadupas (em dose dupla, com um duplo impacto) de números da “campanha Ómicron” e da “campanha Eleição”, envolvidos em sucessivas sondagens e previsões no mesmo período e até com interligação, entre duas partes, intersectando-se criando a confusão, mesmo que apenas entre datas (na cronologia dos eventos), logicamente divididos não se entendendo, uns prognosticando o pico máximo (caso não tenha já passado, por ex. hoje) (1) ir ser alcançado ainda esta semana ─ possibilitando 23 e 30 ─ outro (2) dentro em pouco ─ privilegiando 30:

Não se conhecendo qual a opção do coronavírus nem dos partidos do “Arco Governamental”, as duas faces da mesma moeda, a nossa fatalidade em disputa (PS ou PSD), ignorando o vírus (e a respetiva doença mortal). Estando-se condicionados, mas faltando-se saber maioritariamente por quem.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:53

Os Homens-Mosca, Andam Sempre por Perto

Segunda-feira, 17.01.22

Com o abandono do Afeganistão (pelos EUA, pela Europa e pela NATO) depois de uma fuga bem organizada (nos objetivos pretendidos pela então força ocupante) permitindo aos TALIBANS (líderes de um movimento terrorista, tendo sido antes Governo e tendo sido derrubado pelos EUA) reapetrecharem-se como nunca o tinham conseguido em armamento (diretamente) de uma forma ou de outra e sabendo-se o estado caótico em que este território e as suas populações mergulharam (sem Governo capaz de impor  sua autoridade, divido em vários círculos de poder de “senhores-de-guerra”) criando novas rotas de abastecimento para múltiplas organizações de mercenários e terroristas se dispersarem, estendendo a incerteza e o medo, geograficamente e para além das fronteiras do Afeganistão,

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US/NATO Vs. TALIBANS

Após a queda de Cabul a 15 de agosto de 2021 encerrando-se mais uma campanha militar dos EUA e da NATO, esta no Afeganistão ─ numa contabilidade feita por baixo podendo atingir as 200.000 vítimas mortais ─ após o derrube dos Talibans em finais de 2001 sob acusações de terrorismo com os EUA numa fuga caótica reconduzindo-os ao poder 20 anos depois.

─ Por acaso ou por necessidade (a segunda, geoestratégica e de dominação norte-americana) e centrando-se esta zona de influência no Afeganistão, tendo a norte a Rússia e outros estados agora independentes saídos da U.R.S.S. e mais para oriente a China, nunca esquecendo o Irão a ocidente ─ e já depois de mais uma tentativa do Ocidente na sua senda ucraniana (empurrada do lado de lá do Atlântico pelos EUA integrando a NATO) de provocar a Rússia colocando a Bielorrússia (tendo à sua frente a Polónia e a Ucrânia e atrás de si a sua aliada a Rússia) em polvorosa às portas de mais uma Guerra Civil, surgindo recentemente o Cazaquistão (mais outro estado ex.-U.R.S.S.) bem mais perto do Afeganistão e da sua zona de influência (colocando em alerta outros estados antes integrando a URSS e vizinhos de ambos, como o Turquemenistão, o Uzbequistão e Quirguistão) apenas sendo rapidamente protegido por integrar a organização de defesa juntando a Rússia e outros estados no passado integrando a URSS. Hipocritamente e ao nível da anedota/insulto com a NATO a pedir explicações à Rússia pela sua intervenção a pedido do Cazaquistão (entretanto já tendo retirado) ─ integrado no plano conjunto de defesa contra “intrusões externas” de vários estados Ex-soviéticos ─ inserindo-se em assuntos não lhe dizendo respeito e quando a mesma (NATO) com as suas atitudes permissivas (deixando-se bombardear no tempo da extinta Jugoslávia) e expansionistas (chegando já ao Médio-Oriente e à Ásia), não se pode augurar a ser considerado um bom exemplo, pelo contrário: sob as ordens dos EUA e do seu instrumento de persuasão político-militar a NATO, com a Europa já mergulhada numa prolongada crise Global (do interesse só de alguns, 3, 2 ou mesmo 1) e ainda sob o efeito devastador (Economicamente) da Pandemia, oferecendo-se voluntariamente para a “degola dos inocentes” enchendo-se de misseis ─ para os russos tendo o potencial de umas fisgas, sem projétil ─ apontados á Rússia e esperando que a mesma não lhe faça o mesmo, X100, X1000 nuns segundos, minutos, horas.

Sem opinião e apenas aguardando ordens ─ tal como o nosso Governo em vez de agir, nem sequer reagindo, aguardando “ordens de Espanha” e mesmo assim fazendo nada ou menos que nada subindo nas sondagens e preparando-se para o seu momento ELEICRON ─ com a Europa mantendo-se firmemente no caminho do “seu abismo” persistindo em ignorar o facto que mais cedo ou mais tarde inevitavelmente se concretizará ─  consequência da Evolução ─ a queda deste Império Norte-Americano (até ao presente o mais poderoso) e o erguer de um outro Império maior possibilidade sendo agora asiático e com centro na China, a emergente nova grande potência Global pelos vistos não só na Terra, no Planeta, como no Céu, no Espaço, explorando-os (estando lá, não enviando ninguém em sus substituição, sendo 20% da população mundial) e conquistando-os.

E no meio de mais esta “Caça às Bruxas” Global, mais uma vez vista com assinatura norte-americana e só podendo estes estarem “geoestratégica e completamente doidos”,

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MIND Vs. SHIT

Esclarecendo dúvidas c/ a chegada da Pandemia ─ prioridade à Economia/empresas ou à Saúde/mão-de-obra ─ tendo de um lado o Homem/Sujeito e do outro a Matéria-Prima/Objeto ─ um deles tendo de se sobrepor ─ e colocando-se a alternativa de ou se morrer de fome ou de doença, a culpa não estando só no depósito, mas sobretudo no que se meteu lá dentro.

─ Pensando com a pressão exercida por um lado sobre a Rússia e pelo outro sobre a China, poder virá-los não contra os EUA (o inimigo), mas um contra o outro (sendo aliados) ─ surgindo o “Portugal dos Pequeninos” e a Europa querendo imitar-nos (dos reformados já sem perspetivas futuras e querendo aqui instalar-se relembrando o passado), perdida a fonte de rendimentos e tendo-se que aproveitar as reservas ao máximo (pelo menos até à sua morte), procurando refúgio (sabidos como são, entre os pobres). Um país sob o impacto de Ómicron e de Eleição tendo que engolir os vírus, resistir à doença e à fome e ainda mesmo sendo forçado a cair física como mentalmente (melhorando-se com  resignação, o escravo), manter os mesmos (parasitas e intermediários) que ao olharem-se ao espelho se declararam os mais belos, tendo para tal e previamente eliminado os outros, deixando alguns mais disformes do que eles (até para nos assustarem desde que somos criancinhas, com os monstros, sendo eles reais) no comando. Hoje com mais infetados e óbitos Covid-19 (já sendo normal, neste novo normal, até cansativo, por sempre o mesmo, sem futuro como todos nós, frequentando esta nova plataforma social), com novas sondagens ainda a darem mais votos a quem nada fez nem se preveniu (nem sequer remediou), mas podendo ser pior mesmo não sendo melhor, mantendo-se (ao ponto a que o mundo chegou tendo de escolher entre “dua merdas”), com a Rússia e inserindo de novo a Ucrânia a ser agora acusada de cyber-terrorismo e colocada sem provas apenas por convicção no cadafalso (com a Europa a colocar mais um prego no seu/nosso caixão), com Costa a ameaçar abandonar e a ameaçar manter-se conforme a evolução da “sua impressão” (para a V), no exterior com Boris Johnson a já não saber o que fazer e que desculpa encontrar para tantas festas seguidas agora divulgadas (o coronavírus já andando por cá há quase 24 meses), uns demitindo-se por festas ainda nem sequer faldas outros não o fazendo já tendo sido comentados (privilégio do poder) e na Austrália com um tenista sérvio a ser impedido de praticar o seu desporto devido a um próximo ato eleitoral, sendo da Sérvia e sendo esta pró-russa, mesmo não vacinado tendo sido autorizado a participar, depois proibido e finalmente deportado (e ameaçado de nunca mais lá voltar) não podendo existir exceção apesar de antes já praticada, agora servindo como “exemplo eleitoral”, numa coleção própria de mais um fim-de-semana considerado um conjunto duplo e consecutivo de dias inúteis, terminando em dois problemas existenciais (mais próprios de dias uteis, não levando a lado nenhum senão a replicação dos dias anteriores), um deles sendo externo e o outro até para mantermos a nossa concentração no “Momento Eleicron” (e nunca nos deixando ficar para trás face ao que se faz no estrangeiro, se um chinês faz um fato espacial, um português fez pelo menos as cuecas) de origem interna: um “o que fazer com a lava e a cinza produzida pelo vulcão de La Palma” o outro pelo necessário voto antecipado não vá “a colisão Ómicron/Eleição” ser violenta e provocar danos num ou no outro lado do “Arco da Governação” (entenda-se no PS ou PSD).

Falando-se disto no final ficando-se sempre com uma certa sensação de nojo, parecendo querer agarrar-se a nós algo de “muito merdoso, malcheiroso, penetrante, asfixiante” e levando-nos a estes momentos de “vidas de moscas e de merda”. No meio de tanta merda a política e infelizmente, é mais uma merda. Mas no dia 30 de janeiro ─ o “Momento Eleicron”, o momento decisivo (depois do debate Costa/Rio) ─ e como sempre, lá estaremos, tanta é a fome.

(imagens: talkinglynews.com ─ redbubble.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:12

Eleição e Ómicron ─ Ainda faltando 2 S’s!

Domingo, 16.01.22

Sabendo-se das características da penúltima e da última variante do vírus SARS CoV-2, a 1ª sendo de mais lenta contaminação/infeção, mas mais mortal, a 2ª sendo de mais rápida contaminação/infeção, mas muito menos mortal, sabendo-se que uma nova replicação deste coronavírus terá de conjugar estas duas características, num extremo poderemos estar no fim da linha de evolução deste vírus (desaparecendo ou tornando-se Endémico, integrando-se no nosso quotidiano de vida como a gripe) ─ o mais expetável ─ ou então no outro extremo e permanecendo-se ainda com o estatuto de Pandemia, surgir uma outra variante mais rápida na ação e mais elevada na taxa de mortalidade (provocada) ─ o menos expetável como se viu introduzindo-se  1ª vacina e tendo-se ainda o Homem (presente e atento) para combater o Vírus: um ser vivo microscópico contra a espécie dominante.

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Não ligando às ELEIÇÕES de 30 de janeiro de 2022 e prosseguindo o seu caminho iniciado contabilisticamente em MARÇO de 2020, com a nova variante do coronavírus o ÓMICRON já esmagadoramente MAIORITÁRIA, a manter as suas características diferenciadoras do seu antecessor a variante DELTA, infetando muito mais rapidamente ─ mais pessoas em muito menos tempo ─ mas com esse crescimento significativo de infeções não se refletindo no crescimento do nº de óbitos, bem pelo contrário: se no mesmo período do ano passado com muitos menos infetados se atingiu o nº máximo de 303 óbitos/dia (por duas vezes), este ano com esse valor de infetados/dia a ser cerca de 2,5X o máximo atingido (no ano passado), com o número correspondente de óbitos/dia (este domingo 16 de janeiro de 2022) a atingir as 33 (mortes) ─ cerca de 9X menos (em 2022 comparando-se com 2021), sendo esclarecedor. No entanto não evitando o crescimento de Internados e de doentes em UCI (em estado grave/crítico) podendo provocar novo “congestionamento” hospitalar ─ o caos no SNS (consultas, tratamentos, operações, etc.) ─ e ao mesmo tempo provocando uma explosão de pedidos de baixa médica por obrigação de confinamento, afetando as empresas (não se produzindo) e obviamente o rendimento familiar (não se trabalhando, sendo penalizado). Com o pico máximo desta nova vaga, podendo já ter sido ultrapassado, estar a ser atingido ou então estando mesmo aí e por perto a “rebentar” ─ tanto faz ─ tendo-se Governo ou não se tendo e habituados como estamos às nossas autoridades e responsáveis (por vezes nem se vendo e assim expondo ao perigo, com a sua ausência e omissão, os seus já tão sacrificados e não compensados “Exércitos da Saúde”) ─ nem agindo nem reagindo e esperando ordens “vindas de fora” ─ até ao fim deste mês e devido às Eleições, o Ómicron e a Pandemia irem perdendo progressivamente protagonismo (matando menos o Ómicron e agora com a Economia substituindo o vírus, a poder gora ela matar-nos mas de fome), tendo como momento podendo ser decisivo o “Momento Eleicron”. Adiando-se, analisando-se e só depois tomando-se uma decisão (aí, já sem custos eleitorais) a sua aplicação vindo logo a seguir, num outro “momento” este sendo designado como “o mais oportuno”. Até lá e estando-se nas mãos de Eleição e de Ómicron (não sobrando mãos, só pés para fugir) ─ e esperando-se pelo “Momento Eleicron” ─ restando esperar, ajoelhar e rezar.

[S’s = Semanas]

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:25

Hipócritas e Hipocrisia

Quarta-feira, 12.01.22

“Boris Johnson pretends to apologize for being a hypocrite.”

(boingboing.net)

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O ainda 1º Ministro do Reino Unido

O Conservador Boris Johnson

(pedindo desculpa por não saber estar num convívio ilegal)

1º Ministro do Reino Unido desde 24 de julho de 2019,

─ Sucedendo à ex-1ª Ministro (2016/2019) e sua colega de partido (Conservador) Theresa May, entretanto caída em desgraça (nada fazendo contra ou a favor, deixando andar livremente a “carruagem”) como consequência do “problema” do Brexit, deixado nas suas mãos pelo seu antecessor e igualmente Conservador David Cameron (2010/16), o verdadeiro por último responsável pelo abandono do Reino Unido da UE ─

Eis que passados apenas dois anos e meio sobre a sua tomada de posse ─ meados de 2019 ─ dois anos sobre a chegada do coronavírus SARS CoV-2 (e da respetiva doença Covid-19) ─ início de 2020 ─ e um ano sob a queda do ex-presidente norte-americano (Republicano) Donald Trump (janeiro/2021), derrotado pela Covid-19,

─ Como todos ainda nos lembramos e à imagem deste (sendo réplicas e orgulhosas), Jair Bolsonaro (Brasil) sendo o Trump Sul-Americano e Boris Johnson (UK) o Trump Europeu, ambos e apesar de tudo continuando no “controlo” ─

Chega a vez do atual 1ª Ministro do Reino Unido, o igualmente Conservador Boris Johnson se ver politicamente em “maus-lençóis”,

Estando há quase 12 anos o Reino Unido sobre domínio Conservador,

─ Último 1º Ministro Trabalhista a ser Gordon Brown 2007/2010, já o partido se afundara sob a liderança anterior de Tony Blair, entre 1997/2007, um dos grandes impulsionadores da versão (falsa, mas impulsionadora, como uma mola) da existência de “Armas de Destruição Maciça” no Iraque ─

Depois dos ataques constantes da Oposição Trabalhista,

Vendo-se agora crescentemente assediado por muitos dos colegas seus do partido Conservador (já sendo mais de uma centena de colegas seus, parlamentares), sugerindo-lhe, pedindo-lhe ou mesmo exigindo-lhe a sua demissão, isto apenas por mais “um pequenino escândalo” podendo-se dizer (pelo menos para BJ e participantes/apoiantes seus, nos “copos” e nos “queijinhos) colateral e sem importância:

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Em pleno confinamento Covid-19

Festa-Convívio nos jardins do nº 10 de Downing Street

(ao ar livre, ao Solzinho e bem acompanhados, por vinho & queijo)

Numa altura já lá para trás destes tempos Covid-19 (entrando-se agora no 3º ano consecutivo desta Pandemia),

Com todos obrigados a ficar em casa, a não se poderem juntar pessoas mesmo que minimamente, sendo interditas todas as deslocações e convívios e ainda-por-cima (situação tendo sido concretizada) num dos pontos altos destas vagas sucessivas e em que se contavam os óbitos/dia às centenas,

Contra tudo o que poderia passar pela cabeça de um qualquer de nós (não sendo necessário ser como eles se autodeclaram, “iluminados e brilhantes”, ao contrário da maioria, esses sendo nós),

Resolvendo convidar alguns convivas do Governo para um exercício de relaxamento político ─ uns cem ─ pelo menos metade tendo comparecido e sob os olhares do Chefe, no exterior, aproveitando o tempo ameno e a calma instalada, talvez mesmo ao Sol e ao som dos passarinhos, a beberem, petiscarem e confraternizarem, enquanto em redor destes a polícia ia cumprindo o seu dever, em casos semelhantes, levando “toda a gente presa”, mas aqui não.

E o pior ainda sendo a justificação dada (já hoje, dia 12 de janeiro) por Boris Johnson (no Parlamento), não existindo a mesma (pedido de desculpa efetivo, não o falso) e faltando à questão (do motivo, desse convívio ilegal), com os parlamentares e os média de todos os quadrantes políticos, a catalogarem-no logo como um “hipócrita”.

Questionando-se no fundo e de facto o ainda 1º Ministro Boris Johnson (Conservadores, Trabalhistas, etc.) ─ querendo todo o Mundo saber ─ “do que está à espera para se demitir”?

Pena só agora repararem o que significa ter um político como Boris Jonhson no poder ─ algo que aliás e infelizmente se replica por todo o nosso planeta ─ com a Ilha já desligada (da Europa), com o EUA (a América) a ignorá-la e com a crise sempre a crescer, ainda-por-cima provocando-se russos e chineses (um dia se verá quem tem sustentado a Europa, em Energia e produtos fundamentais como os alimentares).

E tal como no Reino Unido com a União Europeia (amanhã podendo nem ter energia para se aquecer/cozinhar) servindo-se de todo o seu arsenal de hipócritas e acompanhando-as de todas as suas hipocrisias (por vezes psicopatias) ─ ditas representativas (EUA? NATO?), mas representando criminosos (apologistas da guerra/da morte, como solução) ─ parecendo querer acompanhar os UK, parecendo desejosa e no trilho de “Declarar Guerra à Rússia”, custe o que custar.

(imagens: boingboing.net ─ theguardian.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42

“De Pais para Filhos”, segundo a “Tradição”

Segunda-feira, 03.01.22

Se “A Religião é o Ópio do Povo”, o que dizer dos nossos políticos e governantes já desde a Grécia Antiga e para se proteger dos povos contra os seus abusos do poder ─ anestesiando-os ─ lançando a política do “Pão e Circo”, enchendo-lhes a barriga e distraindo-os (esquecendo-se por momentos, serem as presas e alguns outros os predadores). Até parece hoje.

Mantendo a tradição Salazarista (hoje referida pelos pais como fascista), mais tarde reconvertida e transformada em tradição Cavaquista (hoje referida pelos seus filhos como democrata),

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Ditadura Hereditária ou Familiar

(exequível num regime Republicano)

─ E sabendo no presente (passados mais de 47 anos sobre o 25 de abril) terem perdido (a Guerra Social entre classes) não só os patrões, como igualmente os trabalhadores, assumindo aí infelizmente o poder aquela camada intermédia, não sabendo nada nem querendo saber e servindo-se de uns e de outros, apenas tendo os olhos postos no seu próprio umbigo, exclusivamente direcionado para o lucro, sobretudo pessoal (invocando a Economia e secundarizando tudo o resto, veja-se a proliferação de Administrações unicamente com uma função de controlo contabilística, como se tudo fosse uma mercearia) ─

Mergulhados num tempo em que pelo lado do poder tudo é possível ─ graças ao coronavírus SARS CoV-2, tendo ainda-por-cima as autoridades (o poder institucional) carta aberta para todos os procedimentos a tomar e um cheque em branco passado, para despesas associadas ─ perante a crise e não sabendo (ou não querendo, para já saber dela) como sair da mesma, optando mais uma vez pelo caminho mais fácil para quem neste sistema manda, aumentando as exigências feitas aos “suspeitos do costume”, os trabalhadores (o elo mais fraco), sempre com a mesma afirmação de “nos ajudar e ter que ser”:

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Revolta do 1º de Dezembro de 1640

(com o povo a nunca esquecer as traições)

Daí vindo o sentimento de revolta, suscitando imediatamente ─ chegando-se a vias de facto, “ou tu ou o coletivo (este coletivo sendo eles) ─ a explosão e a violência social, tratando-se já de uma questão da nossa própria sobrevivência e conhecendo acontecimentos similares e estratégias aí definidas/implementadas, nunca tendo sido solução (eficácia nula), mas no entanto, repetindo-se, sendo tal opção do interesse de alguém, só mesmo dos promotores de conflitos, da maior Indústria planetária a Industria de Guerra, Militar.

Vivendo-se numa Sociedade Fossilizada, concentrando-se unicamente na sua perpetuação e preocupada apenas em averiguar onde se encontra o botão ON/OFF ─ dispensando a compreensão do seu mecanismo, o saber de como as coisas funcionam (afinal aparecendo já no mercado prontas a usar e até com manual de instrução) ─ em vez de se aceitar e inovar, repetindo-se tudo até à exaustão, tal nem necessitando de ser eficaz (não se precisando de disfarçar) bastando para tal aparentar sê-lo (tão obstruído está o cérebro) recorrendo-se ao Mundo do Espetáculo.

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BAT-MAN

(igualmente inserido no espetáculo)

E assim se vendo nem a quatro semanas do veredicto final ─ onde se saberá se serão os mesmos ou outros, saídos do mesmo buraco, a comandar-nos ─ cada um deles (todos integrando o Grande Dinossauro do “círculo da governação”) a tentar proteger-se usando o seu respetivo preservativo-popular (usado à esquerda, à direita ou ao centro, conforme gostos/sabores), uns fazendo-se de vítimas, os outros de presa, perdido o anterior estatuto de predador, para os primeiros,

Duas notícias “coladas” (na página de entrada de um portal/PT) como estas:

Covid-19:

Aulas recomeçam a 10 de janeiro.

Governo afasta hipótese de adiamento.

O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Lacerda Sales, afirmou hoje que as aulas vão ser retomadas a 10 de janeiro, afastando a hipótese de serem adiadas devido ao aumento de casos de covid-19.

(MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt/03.01.2022)

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Política, ação ou reação?

(em Portugal, nem uma coisa, nem outra

Covid-19:

Portugal deve atingir pico no final de janeiro com 100 mil casos diários, estimam especialistas.

Especialistas do Instituto Superior Técnico estimam que Portugal registe um novo pico da pandemia de Covid-19 entre 20 e 24 de janeiro, com cerca de 100 mil infeções diárias.

(2.200 internamentos em enfermaria, 225 internamentos em unidades de cuidados intensivos e 25 a 30 óbitos por dia no mesmo período).

(Simone Silva/multinews.sapo.pt/03.01.2022)

Uma imagem de um país em que na mesma sala, um diz sim e outro diz não, apenas se ficando a saber qual a opção ─ sendo a escolhida, apesar de verdadeiramente não haver decisão (mas condução/de sentido obrigatório) ─ não como reação (muito menos como ação), mas apenas para se fazer mais uma imitação.

(imagens: debka.com ─ hgpblog.wordpress.com ─

europosters.pt ─ revistacaliban.net/medium.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:38

SARS CoV-2 a 2 de Janeiro

Domingo, 02.01.22

Entrados no 3ª ano consecutivo desde o primeiro ataque do coronavírus SARS CoV-2 (2020, 2021 e agora 2022) ─ com o original supostamente vindo da CHINA (os primeiros sinais dados, a serem de finais de 2019), depois de várias mutações sofridas, estando-se agora sob a ação da variante OMICRON ─ e sem se saber ainda muito bem quando terminará esta nova vaga, apesar da taxa de mortalidade ser muito menor, devido ao elevado nº de infetados produzidos por OMICRON (comparando-o com o seu antecessor Delta), mantendo-se a preocupação de como os nossos hospitais e o SNS, reagirão perante a uma muito provável invasão de potenciais infetados.

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Comparando novembro e dezembro de 2021

(e a evolução dos parâmetros nº de Infetados e nº de Óbitos)

Mantendo-se o crescimento da taxa de incidência (hoje nos 1182,7) e do índice de transmissibilidade (hoje nos 1,35), com o nº de internados a atingir os 1081 e com 148 doentes em UCI (casos graves/críticos). Comparando igual período de 2020 e de 2021 (últimos 32 dias) em Portugal, se por um lado as infeções duplicaram, por outro lado o nº de óbitos diminuiu quase 5X. Já no caso da região do Algarve e contrariando todas as previsões (uma região igualmente vacinada e testada) ─ e no mesmo período (de 32 dias) ─ com as infeções a aumentarem 4X e com o nº de óbitos a aumentar quase 2X mais.

[Questão: Face a OMICRON e tornada a doença endémica, perante os factos e tendo existido estratégia, então porque não MUDÁ-LA?]

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:00

Covid-19/Omicron ─ E depois?

Quarta-feira, 29.12.21

Nesta quarta-feira (dia 29.12) tendo-se batido mais um record do nº de infetados/dia ─ 26.867 indivíduos ─ com a taxa de incidência a continuar a subir (hoje nos 923,4) assim como o índice de transmissibilidade (hoje com R(t)=1,23). Apesar do elevado nº de Infetados/dia, tal não se refletindo felizmente no nº de Óbitos/dia, este ano de 2021 registando-se 12 óbitos, ao passo que em 2020 o cenário era bem pior com 74 óbitos (ou seja, cerca de 6X mais).

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Para já a única preocupação dada a rapidez do contágio, a ser o possível esgotamento rápido das capacidades hospitalares e do SNS, dado o previsível amontoar de pessoas à espera de serem atendidas ─ para já nem falar de todos os outros doentes, irresponsável e estrategicamente (criminalmente?) ignorados ou mesmo esquecidos.

Casos

África do Sul

Reino Unido

Portugal

População

59.308.690

67.886.011

10.196.709

Infetados

+9.020

+183.307

+26.867

UCI

546

842

151

Óbitos

+81

+57

+12

(Covid-19 ─ 29.12.2021)

Pelo que se vê e confirmando o cenário apresentado na África do Sul origem desta nova variante do SARS CoV-2, ao contrário da variante DELTA refletindo mais o crescimento do nº de Infetados com números elevados de Óbitos ─ e apesar desta última ser muito mais rápida no contágio ─ com a descida no nº de Óbitos a ser bem evidente (e clara nos números) ainda hoje 2021 1/6 de 2020, efeito da "responsabilidade" de OMICRON.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:29