Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

02
Abr 19

“Na atualidade com um número crescente de cientistas a firmarem − cada dia que passa, ainda com maior convicção – estarmos já a meio de um novo processo de Extinção: a 6ª extinção em Massa (tendo já ocorrido 5) tendo-nos a nós (o Homem) com Alvo. E extintos mais de 50% dos indivíduos que já partilharam a Terra (animais/plantas) com as restantes populações mundiais a manterem o seu declínio (cada vez mais acelerado, cada vez mais visível) caminhando igualmente e rapidamente para a sua Aniquilação Biológica (sucedendo ao Homem, o sucedido antes com os Dinossauros).”

 

Lago KARAKULL localizado no nordeste do TAJIQUISTÃO (perto da fronteirado do Quirguistão a norte e da fronteira da China a leste), um manto de água extremamente salgado e completamente fechado (ao exterior) e resistindo ainda à sua mais que certa extinção (e para já sobrevivendo graças a uma fraca − mas insuficiente para a sua manutenção − precipitação): condenado no entanto (e irremediavelmente) a Desaparecer em Combate, sabendo-se que na Natureza (e segundo Lavoisier) “Nada se Cria e Nada se Perde, Tudo se Transforma. Não tendo limite no Tempo (nascimento ou morte), deslocando-se no Espaço (Infinito).

 

PIA23102.jpg

Lago Negro − Tajiquistão

Em 16.10.2016

Área coberta 48Km X 55Km

Satélite TERRA − Instrumento ASTER

 

Um lago inserido (a 3900 metros de altitude) na região (das montanhas de Pamir) atravessada pela autoestrada M41 − uma via de comunicação/transporte importante atravessando um território difícil e extremamente montanhoso e no seu percurso servindo vários países (em redor) incluindo toda a Ásia Central (logo ali ao lado tendo a China) – e pelos povos locais designado (e conhecido) como o LAGO NEGRO. Recentemente e a partir de explorações científicas levadas a cabo no Lago Negro e desenvolvidas no sentido de estudar mais profundamente a sua evolução e o seu mais que provável destino, com um grupo de cientistas (russos) a declararem que a existência deste lago estaria ligado a um impacto antigo de um asteroide com o planeta Terra (latitude 39N e longitude 73,4 E), ocorrido há cerca de 200 milhões de anos e criando a cratera onde posteriormente se domiciliou o Lago Negro (na altura certamente muito mais extenso e muito menos salgado, mais vivo/na altura do que morto/no presente).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:15

25
Jan 19

[Em Marte como poderia ser na Terra.]

 

Uma imagem do resultado do impacto de um objeto com a superfície do planeta Marte, ocorrido entre Julho e Setembro do ano de 2018 (há cerca de meio ano) e registado pelo instrumento HiRise colocado a bordo da sonda MRO.

 

This image it's notable because it occurred in the seasonal southern ice cap, and has apparently punched through it, creating a two-toned blast pattern.

(nasa.gov)

 

PIA23019.jpg

Sinais de impacto

Nas proximidades do Polo Sul de Marte

(PIA 23019/Photojournal/NASA)

 

Um impacto ocorrido entre um meteorito e a superfície marciana, sendo bem visível e bem contrastada, devido a ter ocorrido no Polo Sul (gelado) do Planeta Vermelho: num retrato de Marte como o poderia ser da Terra.

 

The impact hit on the ice layer, and the tones of the blast pattern tell us the sequence. When an impactor hits the ground, there is a tremendous amount of force like an explosion. The larger, lighter-colored blast pattern could be the result of scouring by winds from the impact shockwave. The darker-colored inner blast pattern is because the impactor penetrated the thin ice layer, excavated the dark sand underneath, and threw it out in all directions on top of the layer.

(nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:40

26
Dez 18

Gelo na Cratera Kurolev

 

Mais uma vez, provas da existência de Água em Marte.

 

“This ever-icy presence (Korolev crater) is due to an interesting phenomenon known as a ‘cold trap’, which occurs as the name suggests. The crater’s floor is deep, lying some two kilometres vertically beneath its rim. The very deepest parts of Korolev crater, those containing ice, act as a natural cold trap: the air moving over the deposit of ice cools down and sinks, creating a layer of cold air that sits directly above the ice itself. Behaving as a shield, this layer helps the ice remain stable and stops it from heating up and disappearing. Air is a poor conductor of heat, exacerbating this effect and keeping Korolev crater permanently icy.”

(ESA/esa.int)

 

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Cratera Kurolev

(Justificando com mais este facto uma presença do Homem em Marte)

 

Terras-Baixas localizadas no Hemisfério Norte do planeta MARTE (de coordenadas latitude/73⁰N e longitude/165⁰E), podendo-se observar no centro da imagem (anterior) – obtida a partir da câmara HRSC (de alta-resolução Stereo) instalada na sonda (da ESA/Agência Espacial Europeia) MARS EXPRESS (e integrando registos efetuados em diferentes órbitas da dita sonda) – um plano de visão da cratera marciana KUROLEV (com mais de 80Km de extensão) muito semelhante a um rinque de gelo (ou seja água gelada à sua superfície). E sendo a luz refletida de um branco bem brilhante, contendo no seu interior gelo mas nunca (e como se vê) neve; para além de dada latitude (elevada) da cratera Kurolev (73⁰N muito perto das regiões polares) podendo o gelo durar todo o ano marciano.

 

Rovers em Marrocos

 

Com os testes dos Rovers, a serem realizados no Sahara.

 

“The Sherpa TT rover managed a 1,3km journey on an entirely autonomous basis, while its autonomous science element triggered a scientific acquisition on its own, unprompted: it spotted some strange shaped stones then asked the main planner to move into a better position to take more images.“

(ESA/esa.int)

 

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Deserto do Sahara

(Demonstrando o grande interesse europeu na exploração do planeta Marte)

 

Na senda da exploração espacial (neste caso interplanetária) tendo como objetivo de estudo o (vizinho exterior da TERRA) planeta MARTE – inicialmente enviando sondas automáticas posteriormente equipadas com ROVERS (de modo a aumentar a mobilidade e alargar a área a ser investigada), para na sua sequência enviar naves espaciais tripuladas de modo a aí criar uma futura base (terrestre) de apoio à exploração do Planeta Vermelho – com a ESA face a outras iniciativas apontando na mesma direção (públicos como privados) e não desejando por estes seus concorrentes ser ultrapassada (como por exempo e só apontando aos EUA pela NASA e pela SPACE-X do multimilionário ELON MUSK) – decidindo manter a sua prioridade apontada ao mesmo planeta (MARTE) e nesse sentido investindo nos testes dos seus ROVERS em cenários o mais possível semelhantes (aos que as naves e os humanos serão sujeitos, neste ambiente classificado como extremamente tóxico e mortal): utilizando o Sahara marroquino para realizar testes durante 15 dias, simulando nesse deserto o que os ROVERS terão que suportar no deserto marciano.

 

(imagens: ESA/esa.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:52

01
Jun 18

Três belos retratos oferecidos pelo instrumento ótico HiRISE instalado na sonda espacial Mars Reconnaissance Orbiter (MRO), dando-nos a conhecer e a usufruir cenários referentes ao planeta Marte localizados no norte do planeta (1) e na sua calote polar (2/3).

 

PIA22462.jpg

1

Nova Cratera de Impacto

(MRO ‒ HiRISE ‒ PIA 22462)

 

Na imagem (1) apresentando-nos uma cratera de impacto recente e bem visível (aqui colorida) sobre a superfície de Marte, localizada no interior da cratera secundária de Corinto localizada para norte-nordeste: recente por ao contrário de outras próximas ter uma cavidade profunda (menos desgastada menos erodida) se comparada com o seu diâmetro.

 

PIA22463.jpg

2

Manchas de Neve

(MRO ‒ HiRISE ‒ PIA 22463)

 

Já na imagem (2) localizada numa das calotes polares de Marte (norte a latitudes elevadas), com o cenário dunar aí exposto e registado no período ainda inicial do Verão marciano ‒ e apesar das mesmas dunas já terem praticamente (e superficialmente) descongelado ‒ a apresentar algumas bolsas de gelo (dispersas) protegidas por zonas de sombra (dunares).

 

PIA22464.jpg

3

Dunas de Veludo

(MRO ‒ HiRISE ‒ PIA 22464)

 

Finalmente na imagem (3) ‒ igualmente oriunda do orbitador da NASA MRO e na mesma se destacando (de novo e como protagonista) as dunas polares marcianas ‒ com a superfície do misterioso Planeta Vermelho a assemelhar-se a uma tela (de pintura) aqui e ali recoberta por material geológico fazendo lembrar um brilhante e penetrante tecido de veludo (as dunas além de esconderem segredos também transportam segredos próprios com elas), compondo no seu conjunto um quadro (visual) das suas calotes polares, como que avançando na sua direção e alinhando-se de forma a fechar o cerco aos polos do planeta.

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:58

11
Jun 17

Uma imagem (fig. 3) fornecida pelo telescópio HiRISE (operado por técnicos da Universidade do Arizona) colocado a bordo do orbitador MRO (controlado por técnicos da NASA/JPL ‒ uma divisão do Caltech/Instituto de Tecnologia da Califórnia) movimentando-se em torno do planeta Marte.

 

PIA21636 A.jpgPIA21636 C.jpg

Fig. 1/2

A lacuna e o queijo suíço

 

No fim do Verão no Hemisfério Sul do planeta Marte e com o Sol agora mais baixo no horizonte (dando origem ao aparecimento de zonas de sombra e tornando mais fácil a visualização da topografia do planeta), o instrumento ótico HiRISE instalado a bordo da sonda orbital MRO girando em torno de Marte (desde Março de 2006),

 

PIA21636.jpg

Fig. 3

Gelo tipo queijo suíço e cratera de abatimento ou impacto

(a partir de Marte/PIA 21636)

 

Ofereceu-nos recentemente um cenário da superfície marciana (editada em 30 de Maio) com pequenos resíduos de gelo (de dióxido de carbono) ainda presentes e bem visíveis sobre a mesma (brancos e brilhantes), incluindo nesse registo uma depressão algo profunda e de forma circular (penetrando o gelo e a cobertura superficial) supostamente atribuída (na sua formação) a um abatimento de terrenos ou a um impacto exterior.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:13

31
Mar 17

Hoje (dia 30 de Março de 2017) a NASA presenteia-nos com uma imagem já com mais de oito anos (8 de Janeiro de 2009) de uma zona localizada junto a uma cratera não identificada do planeta Marte (hemisfério sul).

 

PIA21574 b.jpg

Marte

(PIA 21574)

 

Numa imagem recolhida pela sonda MRO utilizando o seu instrumento HiRISE e com as lentes das suas câmaras focando um depósito de material bem visível sobre a superfície marciana: como se pode constatar pelo tom amarelado.

 

Deixando-os intrigados com a presença de material mais claro e brilhante na sequência desses depósitos à superfície, espalhando-se a partir desse local através de estreitas e contínuas depressões existentes no terreno.

 

Se estivéssemos com os nossos olhos fixos num cenário de paisagem terrestre, certamente se podendo sugerir estarmos presente um local de possível extração mineral (à superfície ou subterrânea), com o seu ponto central e rotas de escoamento.

 

PIA21574 C.jpg

 

Mas como estamos em Marte e os únicos movimentos até agora detetados e erosivos só podendo ser atribuídos a fenómenos atmosféricos também presentes neste planeta (como será o caso da ação dos ventos – os Dust Devils), sendo tudo e logicamente de origem natural.

 

Um planeta há biliões de anos sujeito a algum tipo de cataclismo verdadeiramente avassalador, que segundo os cientistas terá destruído toda a atmosfera então envolvendo Marte, feito desaparecer um grande oceano cobrindo uma parte apreciável do planeta e a partir daí muito provavelmente destruindo e calcinando todos os vestígios de vida nesse passado extremamente remoto tendo grandes probabilidades de existir.

 

Hoje sem denotar a presença de qualquer tipo de organismo por mais primitivo ou estranho que seja (alienígena), apresentando-nos um planeta seco e calcinado como se tivesse sido literalmente varrido por um fogo Mortal mas vindo dos Céus. Sem vida nem presenças.

 

PIA21574.jpg

 

E no entanto no empolgamento da descoberta e na procura cega e imediata de respostas inequívocas nem sequer nos informando e assim esclarecendo sobre a presença de outras formas estranhas e deslocadas sobre a superfície deste Mundo distante (morto e como tal não diverso mesmo em forma).

 

Como o da presença de diversos elementos estranhos todos com a mesma estrutura, forma, cor e brilho sobre a superfície de Marte (na imagem inicial com um aparecendo no canto inferior esquerdo), sugerindo serem externos ao sistema e como tal e para o mesmo de origem alienígena: como se estivéssemos perante uma exploração mineira, com o artefacto aí inserido a ser apenas um habitáculo (fixo) ou um veículo de transporte (móvel) – talvez mesmo um disco-voador.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:10

17
Fev 16

UFO crashed into a crater on Mars?
(ufosightingshotspot.blogspot.pt)

 

Ao contrário do que acontece na Terra com todas as suas regras e condicionantes (e na qual repetimos gestos como se esse fosse o destino), no Espaço exterior à mesma e talvez por não sermos centrais, muitos incidentes acontecem e muitas dúvidas ficam no ar. Incidentes esses posteriormente analisados e resolvidos (pelos mesmos que inadvertida ou conscientemente o suscitaram) e esmagadoramente justificados devido a erro humano. Um erro humano introduzido por órgãos que nos conduziram até o que hoje é o Homem (vivendo numa sociedade organizada em torno da inteligência do Homem e do seu crescente conhecimento científico e tecnológico – que o transforma numa espécie de referência) salvaguardando desde logo um dos seus subprodutos e nunca invocando um erro técnico: talvez mais um erro de interpretação visual (paralaxe) por má utilização do periférico intermédio. A imagem está lá, o cenário é conhecido e tudo o que o ultrapasse só pode ser imaginação. Como assim se os peritos nos quisessem enganar (manipular) limpariam a nódoa não a deixando passar.

 

ESP_044388_2160.jpg

Marte – HIRISE
(ESP_044388_2160)
Canto superior direito

 

Agora foi o telescópio de alta resolução da NASA instalado a bordo da sonda de reconhecimento orbital MRO (orbitando o planeta Marte há quase dez anos), a presentear-nos com uma imagem de uma zona aluvial marciana (formações geológicas tendo origem no desgaste dos terrenos e em reações químicas associadas) localizada nas proximidades dos limites da cratera Deuteronilus. Num cenário muito parecido (até no processo) a outros encontrados na Terra (devido a fenómenos semelhantes de erosão): Fan-shaped lobes likes these are also in the desert southwest of the United States, and are called “alluvial fans.” They are caused when streams that carry sediment in a confined channel open up onto a plain or wide area, and deposit their sediment just outside of the channel mouth (NASA). Só que desta vez com a referida imagem a ser acompanhada por um pequeno (mas claro) detalhe, destacando-se da globalidade mais ou menos normal apresentada pela totalidade do registo fotográfico: um objeto desconhecido semelhante a um disco-voador (pelo menos para quem os viu) a que costumamos chamar quando observados na Terra OVNI ou UFO.

 

PIA20463-1.jpg

Marte – UFO
(ESP_044388_2160)
Ampliação

 

Em mais este extraordinário acontecimento fotográfico (e alienígena) proporcionado pelos técnicos especializados (em multimédia) da NASA, que mais uma vez apanhados desprevenidos e sem noção do material (estranho) que nos estavam a fornecer, nos presentearam com mais uma imagem sugestiva e provavelmente deliberada (sugestiva por nos lançar mais uma vez nos velhos caminhos alternativos/entre outros temas afirmando a existência de outras civilizações extraterrestres, deliberada por provavelmente de nada se tratar além de uma simples ilusão de ótica/propositadamente editada para lançar a confusão e daí a conspiração). Mas que pode ser o que é ou até mesmo o que nós pensamos ser. Como por exemplo o que noticiam muitos sites ligados à investigação e estudo destes temas insólitos (e fora da nossa normalidade funcional e quotidiana) afirmando perentoriamente tratar-se de um caso de presença alienígena e de um objeto voador que aí se terá despenhado. Á primeira vista até parece (um disco com janelinhas) mas muitas vezes o que parece não é. Pelo menos a NASA e como sempre (ou quase) face a nada não comenta (no caso do Nono Planeta custando-lhe a engolir e ainda mais a falar – provavelmente aceitando-o mas nunca como o Décimo Planeta = Planeta X).

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:17

09
Mai 15

A NASA tem-nos presenteado nos últimos dias com imagens provenientes da superfície do planeta MARTE, obtidas através das câmaras instaladas no seu ROVER OPPORTUNITY, numa região localizada nas proximidades da cratera SPIRIT OF ST. LOUIS. Numa das extremidades dessa cratera de dimensões 34X24 (metros), aparece uma curiosa elevação rochosa com cerca de 2 a 3 metros de altura, mais alta que a orla dessa mesma cratera e constituída por agrupamentos de pedras, aparentemente calcinadas e mais ou menos verticais (1).

 

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1
(SOL4006)

 

Agora que até já se começa a levantar a hipótese (entre os meios científicos oficiais) de ter existido em tempos bastante remotos vida na Lua (entre 0,5 a 1 milhão de anos de distância), a hipótese de o mesmo também ter sucedido em Marte torna-se cada vez mais credível. Se a vida (tal como a conhecemos) aparece na sua expressão máxima no nosso planeta Terra, porque não aceitar que em territórios vizinhos (como Marte e a Lua) algo de semelhante se tenha passado – independentemente uns dos outros ou interligados.

 

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2
(SOL4011)

 

À hora da consulta entrei no gabinete e sentei-me imediatamente na confortável poltrona ali colocada certamente que para o paciente (eu). Um minuto depois a luz apagou-se e o projector entrou em funcionamento. Surgiu então a primeira imagem (1) e passados 5 segundos a segunda (2). Cinco segundos depois e sem que eu me apercebesse da entrada de alguém (só poderia ser o psicólogo), surgiu a terceira (3) ouvindo-se então uma voz acompanhada de um pedido: “Descreva-me o que vê nesta imagem” (3). Tinha a garganta seca e antes de responder bebi um copo de água.

 

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3
(SOL4011/ampliação)

 

Via-me na sala reflectido no espelho, com o projector à minha frente expondo as imagens atrás de mim e sem mais ninguém visível e ao alcance dos meus olhos. “O que eu via esculpido na pedra da esquerda (quebrada) era o que parecia ter sido a representação de uma face humana. Se deslocássemos a parte inferior/superior dessa pedra e a fizéssemos coincidir (como o seria originalmente), rapidamente reconstruiríamos o rosto em causa: unindo-as pelo nariz e com as cavidades dos olhos na parte superior. Esta própria fracturada e com uma parte (bem visível) deslocada.”

 

(imagem e ampliação: Opportunity/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

19
Jan 15

A 4 de Janeiro de 2004 a sonda SPIRIT atinge finalmente a superfície de Marte

 

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O Marciano
(ampliação da imagem original de 2007)


No início do mês de Novembro de 2007 e depois de ter permanecido (no cumprimento do seu trajecto programado) vários meses no interior da cratera de GUSEV, a câmara panorâmica do veículo enviado pela sonda SPIRIT à superfície de Marte, registou uma imagem curiosa obtida a partir de um dos lados mais elevados desse planalto: ao fim de quase um ano de investigação nessa área lateral da cratera GUSEV (as primeiras imagens das câmaras do ROVER SPIRIT a ocidente da cratera referem-se a 5 de Setembro – SOL1306) a sua PANCAM mostrava agora um plano panorâmico da região ocidental desse vale interior (SOL 1366 A SOL1339). Mas o que despertou a todos a atenção foi (ao ampliar-se o sector inferior esquerda da imagem) o aparecimento de uma imagem com contornos bem delineados e que desde logo nos fez lembrar a fisionomia associada a um ser humano: era espantoso ver na superfície seca e desértica deste inóspito planeta algo que pudesse sugerir (mesmo que por associação de imagens) a existência de vida. Houve muita especulação (com muita gente a afirmar que em imagens anteriores e posteriores a essa data e também realizadas na mesma zona não mais tinham visualizado a estranha figura), muitas teorias explicativas utilizadas para justificar este aparecimento (existiria vida em Marte fosse ela alienígena ou porque não de origem terrestre), contando infelizmente e por outro lado com a ausência gritante e habitual da NASA, o fornecedor original do produto mas sem inclusão do manual de instruções.


(imagem: NASA – Spirit's West Valley Panorama – publicado em 03.01.2008)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:02

29
Out 14

A Lua Misteriosa e a Cratera Manlius

 

Recordando um mistério (entre tantas anomalias entretanto registadas) com quase 50 anos. Isto porque o esquecimento não é solução e não leva a lado nenhum.

 

3073_med b.jpg

Lua – Lunar Orbiter3 – Frame 3073
(tirada a mais de 60km de altitude)

 

Ao olharmos com um pouco mais de atenção para algumas das fotografias obtidas utilizando as sondas enviadas da Terra para o Espaço (e que durante todos estes anos foram visitando Outros Mundos, como o nosso satélite a Lua), acabamos por vezes por encontrar inadvertidamente certos pormenores nessas mesmas imagens que nos tocam profundamente – essencialmente por se desenquadrarem do cenário expectável (previsível e aceitável). Esse é caso da imagem registada pela sonda norte-americana Lunar Orbiter3, lançada de Cabo Canaveral em Fevereiro de 1967 (já lá vão quase cinquenta anos). Inicialmente a frame 3073 parecia em tudo normal e conforme o esperado, apresentando-nos uma região da superfície do nosso satélite com uma cratera de maiores dimensões (na parte superior dessa imagem).

 

3073_med c.jpg

Em primeiro plano: Uma Estrada na Lua?
(surpreendentemente rectilínea e com uma extensão superior a 100km)

 

No entanto (e logo a seguir à segunda olhadela ao cenário apresentado) algo se destacou de imediato na imagem: ela era atravessada horizontalmente por uma recta quase perfeita e com uma extensão de várias dezenas de quilómetros (mais de 100). Se estivéssemos colocados em órbita da Terra (em vez de em órbita da Lua) e nos confrontássemos com imagens semelhantes a esta, a nossa reacção (e resposta natural) seria bastante clara: estávamos perante uma estrada (uma extensa recta) que atravessava de uma ponta à outra (da imagem) esta região do nosso planeta. Mas também sabemos como os nossos órgãos dos sentidos podem ser “traiçoeiros”, especialmente quando nos deixamos levar pelas nossas emoções (adaptadas às nossas percepções localizadas e não a um mundo que desconhecemos). Mais uma ilusão de óptica?

 

3073_med.jpg

Ilusão de óptica (provocada pela depressão na cratera) ou nave espacial (com pelo menos 10km de comprimento)?

 

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Se a imaginação se impuser à realidade um objecto verdadeiramente inacreditável

 

Só que no caso da frame 3073 existe mais uma potencial ilusão de óptica, apenas perceptível através da ampliação da imagem fornecida pela Lunar Orbiter3. A ampliação dessa imagem é agora dirigida à cratera Manlius e ao que aparece no seu interior. E o que parece lá estar (na depressão iluminada da cratera) é nada mais e nada menos do que uma nave espacial! Mais uma vez a depressão no terreno conjugada com as zonas iluminadas pelo Sol e as situadas na zona de sombra, poderão explicar aquilo que estamos a ver, atirando-nos de novo e irremediavelmente para uma ilusão e para mais uma projecção dos nossos desejos. Mas todos temos que concordar que se pretendêssemos obter propositadamente um trabalho deste tipo (e qualidade), este seria de certeza (e no mínimo) um dos seleccionados: muito parecido com um Vaivém da NASA mas aqui com cerca de dez quilómetros de comprimento (imagem colorida retirado de QG-UFO).

 

"A imaginação muitas vezes conduz-nos a mundos a que nunca fomos, mas sem ela não iremos a nenhum lugar." (Carl Sagan)

 

(imagens: lpi.usra.edu excepto última/colorida tirada de qgufo.blogspot.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:58

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