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Eixo do Bem, Eixo do Mal

Sábado, 28.08.21

E o Grande Líder Global do Eixo do Bem os EUA

Numa estratégia caótica dirigida por um Comandante Militar Supremo devendo muito (ou todo o seu poder) ao seu estatuto de “Senilidade Assumida mas Não Reconhecida”, chegando ao ponto de (para que servem então os Conselhos de Guerra se não para levarem os traidores a julgamento por crimes contra a Humanidade) oferecerem de mão beijada aos grupos terroristas atuando no Afeganistão (Taliban, Al-Qaeda, ISIS e outros senhores de Guerra) listas de nomes de norte-americanos e seus aliados afegãos, ainda escondidos e em fuga pela sua sobrevivência (um ato para não restarem dúvidas confirmado por Joe Biden e considerado chocante pelos militares e agências de segurança norte-americana, muitos deles ainda em fuga pela Vida no interior do país). Desse modo entregando aos “amigos Taliban” uma “lista de extermínio”, talvez utilizando (estes) um nome dessa lista para o forçar a cometer o ataque suicida (prometendo-lhes de forma a convencê-los, não exterminar muitos mais).

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Com a Europa nisto tudo através da NATO

A fazer mais uma vez o seu papel de “Prostituta Americana”

E mais uma vez a levar com uma onda de refugiados em cima

Uma imagem da capital do Afeganistão Cabul mostrando-nos um guerrilheiro Taliban montando guarda sobre o local onde se perpetrou na passada quinta-feira (26 de agosto, a 5 dias da data limite imposta pelos Talibans aos EUA) o recente atentado terrorista (suicida) – num cenário de sangue e restos de corpos, retirados os cadáveres de soldados e civis entre eles velhos, mulheres e crianças em fuga − provocando (últimos números provavelmente já ultrapassados) 170 vítimas mortais (entre eles soldados norte-americanos e civis britânicos). Confirmando a vergonhosa retirada dos EUA do Afeganistão passados 20 anos (o que andaram eles por lá a fazer entretanto?) da sua entrada − sob o pretexto da caça a Bin Laden (quando o mesmo se encontrava refugiado e protegido pelo seu grande aliado na região, o Paquistão) – obliterando pelo caminho o Iraque (com a treta das “armas de destruição maciça”) e fazendo-nos esquecer os verdadeiros protagonistas do atentado às Torres gémeas os sauditas (os tais que mataram, esquartejaram e fizeram desparecer o jornalista saudita da oposição e trabalhando nos EUA).

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Talvez que não se oferecendo aos terroristas

A lista de todos os norte-americanos e aliados afegãos ainda presentes

Não tivesse ocorrido este e outros atentados

E sendo este o motivo da Queda de um Império (Americano, sediado em Washington) − de momento apenas assente na capacidade de destruir a Terra mais vezes do que todos os outros seus inimigos juntos e nas suas impressoras/rotativas de dólares − e a ascendência de um outro Império (Asiático, sediado em Pequim e com filial em Moscovo) – já dominando o Mundo económica e financeiramente detendo tudo o que de mais importante e lucrativo existe à face da Terra, como matéria-prima fundamental entre elas ouro e restantes metais preciosos. E no dia em que o Bloco China-Rússia se lançar para as Estrelas (como os Navegadores na Conquista dos Oceanos) com os norte-americanos (entregue o sector à iniciativa privada) ainda a brincarem às excursões em redor da Terra (para os mais pobres) ou então numa ida e volta à LUA (para os mais ricos). Ainda com os portugueses à procura de Marcelo RS ou da sua potencial sucessora Cristina F.

(imagens: AFP/Wakil Kohsar)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:13

Índia ─ Outro Crime Contra a Humanidade

Sexta-feira, 30.04.21

No início desta Pandemia de Covid-19 com as primeiras notícias de contágios e de mortes a terem origem na China (Ásia), mais tarde focando-se na viagem do coronavírus para a Itália (Europa), dando ainda um salto até à Grã-Bretanha (a Ilha) antes de se virar para o Oceano Atlântico, ultrapassado este invadindo e infetando os EUA (América do Norte), descendo de seguida até ao Brasil (América do Sul),

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Piras funerárias num crematório de Nova Deli

(24 abril 2021)

Para depois de algumas voltas e de outras derivações ─ como a da sua passagem (ainda não perfeitamente esclarecida, ao nível da verdadeira incidência/óbitos, como aliás em toda o continente) pela África do Sul (África) ─ se dirigir de novo para as suas origens (deste surto pandémico) para a Ásia, mas com o centro agora a fixar-se na Índia (sé se tendo livrado desta enorme-teia-mortal, a Austrália e a Nova Zelândia, o continente da Oceânia), o Mundo no seu conjunto ainda se encontra infelizmente perante um “impasse pandémico”, numas regiões do globo com a atividade do coronavírus claramente estabilizada e estando em descida, enquanto noutras estando ainda a caminho do seu auge de atividade:

E se na Europa o vírus volta de novo a recuar (com descida de infetados/óbitos), se na América do Norte ainda prossegue a luta (com a intensa campanha de vacinação, em curso nos EUA) e se no Brasil ainda continua a passar-se “aquilo que todo o Mundo sabe” ─ o ”Genocídio Presidencial” ─ parece chegada agora a “Hora Covid-19 da Índia”, podendo destronar os recordistas-campeões em Infetados/Óbitos (maus-exemplos) como os EUA e o Brasil.

Um aviso para todos aqueles que já se pensam curados (vacinados ou não) ─ por exemplo para Portugal a partir de amanhã 1 de maio (fim do estado de emergência, muito perto do Desconfinamento total)  ─ e que na sua fatal-ignorância (do “deixa andar”), só depois concluem que afinal não, mas muitas vezes fazendo-o tarde demais.

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Evolução do número de Infetados na Índia desde 29/01/2020

Índia depois da China (1,44 biliões) o país mais populoso da Terra com os seus 1,38 biliões de pessoas ─ e com 2,4X a densidade populacional da China ─ e que segundo Arundhati Roy (escritora e ativista antiglobalização indiana) vive agora com esta nova vaga pandémica uma crise só comparável e semelhante nas suas consequências (havendo certamente responsáveis, ao não tomarem as medidas necessárias/obrigatórias, logo, sem olhar a custos e preventivamente) a um “Crime Contra a Humanidade”:

Depois de uma 1ª vaga ultrapassada (nem com 100K de infetados/dia, como máximo), levando com outra cerca de meio ano depois, agora numa nova vaga do coronavírus muito mais contagiosa/infeciosa, logo e dadas as circunstâncias gerais mais mortífera (entrando aqui e em cena novas estirpes/variantes), atingindo rapidamente os 350K de infetados/dia (3,5X superior à 1ª vaga, 3,5X pior) e novos registos históricos (localmente e cada dia que passa) de vítimas mortais ─ ainda ontem (27 de abril) andando perto dos 380K de Infetados/dia e dos 3.650 mortos/dia, mas dado o total descontrolo da situação e as incinerações de cadáveres (por Covid-19) bem visíveis um pouco por todo o lado, podendo ir só nas vítimas mortais a uns 7.000 mortos/num só dia.

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Trabalhadores do crematório aguardando na sua ambulância

(24 abril 2021)

E se nos EUA se assistiu e ainda se assiste ao protagonista desta pandemia ser “não o Branco, mas o Negro”, “não o Rico, mas o Pobre, “não os Integrados, mas as minorias (os maginais)”, situação semelhante (equivalente, no fundo igual e com o mesmo tipo de responsáveis, os Governantes) se passando na Índia, aqui inserindo-se pela definição de hierarquias, os diferentes lugares de acesso ao poder conforme “as Castas”.

Entrando numa fase de descontrolo e dando prioridade à sua sobrevivência assim como a do seu círculo de influência (e de manutenção, através da utilização das suas forças de segurança), com os Governantes (a casta dirigente) deixando basicamente de existir (como Estado), permitindo a paralisação da sua economia e colocando os serviços médicos já colapsados completamente de rastos.

Sendo a Índia (convém lembrar) um dos países mais ligados às grandes farmacêuticas globais (indústria química), aos seus grandes investimentos de produção e de distribuição (de medicamentos, de vacinas) e um dos principais entrepostos industriais/comerciais dos EUA, da GB e da Europa (do Ocidente), tendo-se desde logo relaxado na sua campanha de vacinação (doses completas, 2% na Índia, contra 43% nos EUA) e apanhada desprevenida (nem sequer remediada, irresponsavelmente despreocupada) levando com a que veio a seguir:

Screenshot_2021-04-30 Ashish K Jha, MD, MPH ( ashi

Twitter do médico e investigador indiano Ashish K. Jha

E para além das consequências internas ainda muito longe de se calcular (estima-se que a Índia atinja o pico máximo, só lá para o mês de junho), tendo-se que obrigatoriamente de pensar nas consequências externas que este arrastar de situação (pandémica) poderá ter para o Mundo ─ para já não se falar (mas já havendo notícias relacionadas) nos países vizinhos e tão próximos (do Sul da Ásia).

Com tanta falta de recursos materiais (como máscaras e diferentes tipos testes) e com uma lenta campanha de vacinação ─ certamente por falta de mobilização de recursos humanos (tudo responsabilidade do seu 1º Ministro, Narendra Modi) ─ com a Índia a estar a percorrer um caminho cheio de perigos assim como de muitas incógnitas, podendo originar um tempo incerto de crise interna profunda, refletida logicamente e como efeito nas suas exportações: tendo como destinatário o Ocidente e a Europa, que obviamente se ressentirão (uns mais, outros menos) disso.

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Funeral na cidade de Gauhati de um individuo falecido com Covid-19

(25 abril 2021)

Restando-nos esperar para ver (o que se passará por cá) o que se passará pela Índia.

[No mapa global dos casos diários de infeções e de vítimas mortais por Covid-19, com a Índia a registar hoje novos recordes em nº de Infetados/dia ─ com +402.110 (dia anterior -15.122) ─ e em óbitos/dia ─ com +3.522 (dia anterior -21) ─ liderando nestes parâmetros (globais) à frente do Brasil e dos EUA. Um desastre em progresso.]

(imagens: Altaf Qadri/AP/LA Times/yahoo.com ─ Johns Hopkins University/marketwatch.com ─ Altaf Qadri/AP/LA Times/yahoo.com ─ @ashishkjha/marketwatch.com ─ USA TODAY)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:24

Mulheres Assassinadas por Homens

Quarta-feira, 17.02.21

[Em penhascos/falésias sendo cometido o crime.]

 

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Feito o seguro de vida para a mulher (milhares de dólares),

convidando-a para um ponto alto (c/ precipício)

e empurrando-a para a morte (depois deste registo)

 

Hoje (quarta-feira, 17), ao dar uma primeira vista-de-olhos pelos jornais (online) e confrontando-me com a primeira página do CM ─ como o faço todos os dias com outras publicações semelhantes como (por exemplo) o Público, o JN, o Expresso e o Sul Informação (do Alentejo/Algarve) reparando desde logo na notícia informando sobre a aplicação de violência sobre mais um grupo minoritário (aqui não sendo pelo seu reduzido número, mas pela sua fraca expressão nos lugares de poder e tomada de posições importantes/decisivas), neste caso aqui divulgado de um homem sobre uma mulher:

 

“Homem empurra mulher grávida de penhasco após tirar fotografia.

Semra de 32 anos caiu de uma altura de mais de 300 metros

num miradouro na província de Mugla na Turquia em junho de 2018.”

(cm.pt/17.02.2021)

 

Não tanto pela curiosidade despertada pela notícia envolvendo uma agressão injustificada/desproporcionada de “um forte sobre um fraco─ desse ato irresponsável/criminoso (inqualificável) resultando uma vítima mortal e estando a mulher ainda-por-cima grávida (outra agravante), adicionando ao mesmo, o assassinato de mais um ser humano (já em avançado estado de formação) ao mesmo crime ─ mas por um comentário adicionado por um determinado leitor (por acaso encontrado noutra publicação, o SOL), pelos vistos não tanto incomodado com o cenário/guião de terror introduzido neste crime, mas sim extremamente indignado com a apresentação da referida notícia (pelo Sol): fornecendo diversas informações (pelos vistos não relevantes) mas não indicando se a mulher tinha morrido ou não ─ tendo caído num precipício com uma altura de 300 metros!

 

“O caso remonta a junho de 2018 quando Hakan Aysal de 40 anos

levou a mulher grávida de sete meses até uma encosta

sob o pretexto de lhe tirar uma fotografia

coisa que aliás fez antes de a empurrar.

A mulher caiu de uma altura de mais de 300 metros.”

(sol.sapo.pt/17.02.2021)

 

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Tentativa de assassinato frustrada (em mais um penhasco)

de mais uma mulher (e herdeira) pelo seu marido,

inundado de dívidas e sabendo da existência de milhões

 

Derivando de seguida ─ até pelo tema (violência sobre mulheres) e pelas diferentes informações associadas ao mesmo e logo surgidas (ao introduzir na busca a frase, “homem empurra mulher de penhasco”) ─ para os lados da “mulher agredida pelo homem em encostas/falésias”, ficando-se a saber ser um evento mais habitual do que eu pensava e apresentando-se atualmente em diferentes modalidades: desde mulheres assassinadas por homens (o caso mais comum), passando por mulheres pensadas mortas pelo seu assassino-homem e na realidade não o estando (fazendo-se de mortas para se protegerem e depois regressando para ajustar contas e aí fazendo queixa) e chegando a outros FAKES com pretensas agressões (em geral com/feita por jovens) envolvendo homens/mulheres mas nunca tendo ocorrido. Caso de umas e de outras abaixo expostas ─ desde a aqui exposta passada na Turquia (com a morte de uma mulher, antes referida), passando por uma outra ocorrida na Tailândia (com a mulher a ficar gravemente ferida), ainda uma outra assinalada no Brasil (julgada morta pelo seu assassino, mas não estando) e finalmente concluindo com uma outra (revelação) mas sendo FAKE:

 

“Mulher grávida empurrada por marido de penhasco sobrevive a queda.

Inundado em dívidas,

homem queria receber indenização pela morte da mulher.”

(globo.com/20.06.2019)

 

“Mulher denuncia Ex após ser empurrada de penhasco no Paraná.

Uma moradora de Curitiba (51 anos) decidiu procurar a polícia p/ denunciar uma tentativa de assassinato ocorrida há cinco meses. A vítima revelou que foi empurrada de um penhasco (altura de 4m); o suspeito (entretanto preso) tem 41 anos, é casado e a esposa está grávida.”

(uol.com.br/30.11.2017)

 

“Homem empurra namorada de penhasco em "pegadinha" e revolta a internet.

Filmou o momento em que "engana" a sua namorada e a leva até um rochedo.

Ela pensa que se trata de um momento romântico

mas na verdade acaba sendo empurrada e leva um tombo:

fica caída no chão enquanto o homem ainda manda um "joinha" para a câmera.”

(arede.info/14.01.2017)

 

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Numa brincadeira de mau gosto (revoltando a internet)

com uma rapariga simulando ser empurrada

e sofrendo uma queda de um rochedo

 

Como se vê com este fenómeno a ser mais comum do que se pensa (seja ele verdadeiro ou falso) com os homens a agredirem e com as mulheres a serem por estes agredidas ─ mas da mesma forma que existindo casos destes em Portugal, havendo igualmente exceções (da relação homem/mulher, na queda de mulheres de penhascos/falésias). Como a ocorrida na Guarda e outra (novamente sendo apenas coincidência) na Turquia (esta sem a presença de um homem, mas com a mulher num acidente a escorregar e a cair):

 

“Empurra ex-mulher de penhasco.

Empurrou a vítima por penhasco e agrediu-a com uma pedra.

A mulher conseguiu fugir e escondeu-se num rio,

o homem ligou para o 112 e à GNR disse

que ela teria caído e desaparecido na serra.”

(cmjornal.pt/17.10.2015)

 

“Mulher morre ao cair de penhasco após tirar foto para comemorar fim da quarentena.

Uma mulher turca de 31 anos chamada Olesya

morreu após cair de um penhasco na cidade de Antalya, na Turquia.

Ela fazia uma trilha com uma amiga

quando decidiu celebrar o fim da quarentena

tirando uma foto arriscada, na beira de um precipício.”

(amargosanews.com.br)

 

Um acontecimento a juntar a tantas outras agressões a mulheres (como a outras minorias ─ ou maiorias ─ desprovidas de poder), em que um leitor em princípio sendo homem promoveu a protagonista não o agredido ou até mesmo o agressor, mas o conteúdo (prelos vistos para o mesmo incompleto e logo no para ele fundamental) da notícia: mais uma vez (???) não esclarecendo (o dito leitor) se a mulher caída de um penhasco de uma altura de 300m ─ tendo o seu companheiro sido julgado por homicídio e condenado ─ morreu mesmo ou não.

 

Mas chegando de encher pneus, pois por mais que o tentemos, estando estes furados (tanta a nossa cegueira). Para como sempre e no fim (para muitas delas e ainda outras/ditas minorias), quem se lixa serem as mulheres.

 

(imagens: imprensadehoje.com ─ noticiasaominuto.com.br ─ arede.info)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:01

Movimento Franco Revive

Terça-feira, 15.10.19

Na Catalunha

 

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Barcelona

Bombardeamento da cidade Republicana (em 17 de março de 1938)

pela Força Aérea Italiana (ao serviço do exército Fascista-Nacionalista de Franco)

 

[E se a Comunidade Europeia sendo na sua reação extremista (tal como na sua ação o foi, o Governo Conservador do Reino Unido) para com a decisão do BREXIT

 

− “Querem Sair, Que Saiam

 

Porque não adotar com a região da CATALUNHA

 

− E até para a sua credibilidade Democrática

 

Exatamente a mesma opção?

(“Democraticamente Incomodando” Espanha, tal com certamente incomodará com as suas posições [Brexit] o Reino Unido − e por efeito colateral, todo o Resto da Europa)]

 

Espanha:

Supremo Tribunal condena ex-líderes catalães

a penas entre nove e 13 anos de prisão

 pelo crime de sedição

(jornaleconomico.sapo.pt)

 

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Dois dos Cabecilhas

da Sedição na Catalunha

(segundo o Supremo Tribunal de Espanha)

 

E assim se tratam os Independentistas no atual “Mundo Católico-Romano Ocidental(com “Pragas e Leões”)

 

– Podendo ser definido este Mundo como um “Mundo-de-Sujeitos”, metamorfoseando-se progressivamente e por questões de integração e de sobrevivência, em Objetos (ou até, talvez por estratégia, inferiores a eles)

 

− Como se fossem “Alienígenas-do-Oriente” e representantes do “Eixo-do-Mal”, ou seja, TERRORISTAS:

 

Num Mundo que todos sabemos estar dividido em 4 partes (de uma ESFERA) vivendo nós no “Topo da respetiva Cadeia Alimentar (Hemisfério Norte Ocidental)

 

– Local de existência e predominância dos auto denominando-se EXCECIONAIS, assim como dos seus leais (e pagos) prostitutos mentais

 

Supremo Tribunal espanhol

emite mandado de detenção

contra Carles Puigdemont

(jornaleconomico.sapo.pt)

 

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Depois de uma Guerra Civil, seguida de uma Guerra Mundial

com o povo da Catalunha a não ter ainda entendido

Qual o seu único direito, quanto muito votar

 

E os tendo que ciclicamente de se sujeitar a CRUZADAS, os INFIÉIS

 

– De modo a serem reeducados, a compreenderem e a “interiorizarem”, os seus novos limites

 

Indevidamente aparecendo logo a seguir, perigosamente, logo ali ao lado (Hemisfério Norte Oriental).

 

Ainda-por-cima ocorrendo num país de regime bipolar Monárquico-Republicano (tendo um Rei e uma República), ainda estando (inconscientemente) submetido à razão da criação e da existência do Franquismo (ou não tivesse tido uma violenta Guerra Civil, antecedendo a II Guerra Mundial)

 

− Surgindo como consequência da agonia e fim do Regime Monárquico, mas mantendo-o e substituindo-o e aí entronizando o seu verdadeiro Novo-Rei ou Senhor, o Generalíssimo Francomas que sendo PP ou PS só pensa a nível de ESTADO –

 

Governo da Catalunha continua a defender independência.

Pedro Sanchéz avisa que

“ninguém está acima da lei”

(jornaleconomico.sapo.pt)

 

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A Cara dos 9 Sediciosos (versão softcore)

ou Adeptos da Rebelião, ou seja,

Terroristas (versão hardcore)

 

E da defesa se necessário extrema, dos seus Direitos Adquiridos (e logicamente para este sobreviver, das suas pretensas Elites)

 

− Desprezando completamente o Povo (só sendo necessário para votar, em eleições certificadas/centralizadas) e as suas decisões (COLETIVAS) desde que não enquadradas nos seus próprios (do PODER político instalado como do religioso)

 

“10 Mandamentos”:

 

Deixando para os INDEPENDENTISTAS o papel anteriormente utilizado para “Limpar o Cu”, posteriormente reciclado pelo ESTADO e agora sendo-lhes (Insultuosamente) distribuído.

 

“Mesmo depois de morto mais uma vitória de FRANCO sobre a CATALUNHA”.

(e até podendo o Estado, mesmo sem Franco, mas jogando com palavras − sedição e rebelião − condená-los a muito mais. Santinho!)

 

[Num Tempo (cronológico) em que no Mundo não só as crianças voltam a ser utilizadas (e não só pelos pedófilos/fisicamente, mas igualmente pelos adultos/mentalmente), como até onde os próprios adultos são forçados a reviver os crimes sobre eles praticados (sem castigo) no passado (para já como uma recordação, uma simples ameaça, para uns significando cadeia). Sendo tudo natural numa hierarquia ditatorial de poder – “Democracia Hereditária” – passando invariavelmente o poder dos “Pais para os seus Filhos (Políticos). No caso da Catalunha com o aparecimento do MFR (Movimento Franco Revive).]

 

(imagens: wikipedia.org − yahoo.com – ibtimes.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:23

Amazónia

Quarta-feira, 13.09.17

“Indigenous and environmental rights under attack in Brazil, UN rights experts warn”

(08.06.2017/un.org)

 

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 Manifestação do povo indígena brasileiro

Contra a violação sistemática dos seus direitos

(Brasília/Gregg Newton/Reuters)

 

Depois do processo aberto contra o ex-Presidente LULA e da perseguição eficaz levada a cabo contra o último Presidente eleito (em Eleições) DILMA, o Brasil agora nas mãos do ex-vice-de Dilma (após a declaração de impeachment) TEMER, encontra-se neste momento verdadeiramente entregue aos Bichos: com a selva da Amazónia a ser de novo uma das maiores vítimas deste abandono (deliberado e criminoso) da concretização do objetivo de preservação desta grande Reserva Ecológica e Pulmão do Mundo (devendo ser considerado Património da Humanidade), com os políticos a oferecerem-na com contrapartidas aos Bichos (pega lá/dá cá) e com estes como consequência a darem cabo da madeira (como o faz o caruncho, o gorgulho e a broca), a desflorestarem a Amazónia (fazendo desaparecer de uma forma completa e definitiva a floresta) e a substituírem a anterior Selva por terrenos agrícolas (exploração intensiva e com recurso a pesticidas) ou de prospeção mineira (ainda pior dados os produtos químicos perigosos e extremamente tóxicos envolvidos como o mercúrio).

 

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 Tribo de índios de uma remota região da Amazónia

Descoberta há anos e preferindo manter-se isolada

(Gleison Miranda/Funai/EPA)

 

Um processo fazendo-nos de novo recuar ao tempo antigo das ditaduras militares instaladas no Brasil (como em toda a América Latina) em que tudo era possível (para o poder) ‒ até fazer desaparecer pessoas incluindo as residindo fora das cidades, como era o caso de certos aglomerados populacionais como os das tribos da Amazónia ‒ com grandes extensões de terrenos a serem controlados por fazendeiros (os tais coronéis) reduzindo os trabalhadores agrícolas ao estatuto de escravos, ou então face à riqueza mineral do subsolo desta região do Brasil (por exemplo em ouro e estendendo-se por países limítrofes e tendo a selva em comum como o Perú) com garimpeiros e outros exploradores (acompanhados por mercenários bem armados) a lançarem-se pela selva Amazónia dentro e a destruírem (abatendo as árvores), a matarem (abatendo os residentes e indígenas) e a poluírem (todo o ecossistema suporte de vida local, regional mas também Global).

 

“The Brazilian agency charged with protecting nearly a million indigenous people and their extensive reserves is barely functioning after a debilitating assault from a powerful group of conservative politicians and a cost-cutting government.”

(10.07.2017/theguardian.com)

 

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 Possíveis sinais de mais um ataque de garimpeiros contra os indígenas

Com casas destruídas e queimadas

(Funai)

 

Um sintoma significando o aprofundamento da doença que toda a sociedade brasileira atualmente atravessa, num país desgovernado (e sem Presidente eleito), com a Justiça sem poder (real) para alterar o processo (dada a generalização e banalização da corrupção bem estampada no topo da pirâmide do poder brasileiro), com um mercado sempre perto da bancarrota apesar de toda a sua formidável riqueza (até em petróleo), com os preços a subirem, o desemprego a aumentar e com muitas infraestruturas básicas (saúde, educação, transportes) cada vez mais próximas do colapso (financeiro) ‒ e com todo este conjunto a formar um determinado padrão convidando cada vez mais à prepotência e ao crime (como arma).

 

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 Vale Javari onde terá ocorrido o massacre (de pelo menos 10 índios)

‒ Dos mais de 50 já mortos já registados na primeira metade de 2017

(AFP)

 

Segundo notícias recentes com os crimes a voltarem de novo e em força à região da selva Amazónica (neste caso envolvendo tribos habitando perto de regiões fronteiriças localizadas entre o Brasil e o Perú) com prospetores de ouro no seu caminho através da floresta (na procura do tão precioso metal) a depararem-se com tribos de indígenas opondo-se a esta invasão e ocupação dos seus territórios e simplesmente a matarem (como animais) e a prosseguirem no seu objetivo. Com as vítimas a serem provavelmente elementos integrando uma tribo local (aparentemente incontactável) observada por uma das primeiras vezes em 2014 por um grupo de investigadores: apenas graças à Fundação Nacional do Índio do Brasil conseguindo pôr este caso (do assassinato de membros de uma tribo do Brasil por prospetores de ouro em ação ilegal e clandestina na Amazónia) na agenda dos promotores da Justiça brasileira, dado o desinteresse das autoridades governamentais por tudo o que se passa nessa região (deixando o tempo correr, as vítimas aumentar e a floresta desaparecer). Uma tribo de índios, descoberto há poucos anos por uma equipa de investigadores/estudiosos, preferindo o isolamento, vivendo na região da Amazónia entre o Brasil e o Perú (Vale Javari) e muito provavelmente em conjunto com outros elementos/tribos (fala-se em mais de uma dúzia de tribos) dos dois lados da fronteira (até com possíveis ligações de sangue) sendo atualmente e no seu próprio território (muito dele ainda virgem) invadido, atacado e finalmente assassinado. Com todo o Mundo em silêncio.

 

(imagens: as indicadas em legenda)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:37

Bestialidade Vista do Espaço

Quinta-feira, 24.07.14

“O que será necessário para classificar um genocídio deliberado sobre uma população completamente desprotegida e desprezada – tal e qual como aconteceu com o povo judeu no tempo da II Guerra Mundial – como Crime de Guerra”?

 

Faixa de Gaza – 23.07.2014

 

Esta imagem obtida a partir da estação espacial ISS pelo astronauta alemão Alexander Gerst, dá-nos uma pequena e luminosa amostra dos céus nocturnos cobrindo a Faixa de Gaza (e territórios israelitas envolventes), aquando de mais um violento e mortal ataque das forças armadas do estado de Israel: "My saddest photo yet. From the International Space Station we can actually see explosions and rockets flying over Gaza and Israel".

 

Desde o início desta última operação israelita no interior da Faixa de Gaza já se registaram mais de 700 mortos, alguns milhares de feridos e muitos outros milhares de refugiados: com o bombardeamento indiscriminado de cidades e civis até mesmo uma escola servindo de abrigo a refugiados palestinianos e sob a protecção da UN foi atacada. Será que a UN também se serve dos desgraçados e desprezados palestinianos exclusivamente como escudos humanos de salvaguarda e de protecção?

 

(imagem – Alexander Gerst)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16

The Guilty One

Quarta-feira, 12.03.14

“I think that – when is protection status is over – he must be sent to Justice”

 (or we will be definitely eaten by is vicious monster creation, The Hydra)

 

Great Chief Horse Face – Shame on you

 

If we kill people with your own hands for your benefit – and for your family, friends and party – you are a criminal leader. And if you saw the crime in front of you and you do nothing for your benefit – and your family, friends and party – what are you? Be ashamed and tell us, or you will be nothing but a gangster: you may kill us first but then that will be your future as a traitor!

 

I am not afraid to say what I feel. Many people say he's a clown!

 

[first of all sorry for my writing – an emigrant in his own country, sold by traitors to strangers, living in another country]

 

(text: Nobody Dan – image: Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:33

Crime em Paralelo com Contraponto Concorrencial

Quarta-feira, 12.02.14

Ficheiros Secretos – Albufeira XXI

(Outros Mundos – T versus ET)

 

(Saldo Actual: 10)

“Desde que fomos globalizados deixamos de ser e existir, apenas porque oferecemos a nossa liberdade em troca duma pretensa e graciosa segurança. Só que não percebemos tratar-se da liberdade dos outros. E se no que toca à segurança ainda a poderemos dispensar sujeitando-nos nem que seja à lei da selva e do mais forte, sem liberdade não vamos a lado nenhum: e parados e sem movimento só os animais doentes ou mortos”.

 

 

(Em Espera)

Estava eu ligado à rede a actualizar alguns dos meus dados contabilísticos e a verificar algumas notas de encomendas ainda em processamento – aguardava a chegada duma encomenda importante – quando no monitor apareceu um aviso de chegada de uma nova mensagem. Não vinha com identificação visível nem com título atribuído. Mas ao abri-la descobri logo a sua origem: só poderia significar que fora dada a autorização e que lhe comunicavam agora o menu pormenorizado da operação. Sem perder tempo foi buscar o descodificador, enquanto aproveitava para confirmar que a Maria continuava a dormir profundamente: convencera-a a tomar uns analgésicos para ver se melhorava das dores que ultimamente lhe afectavam as costas e até a ajudara um pouco mais, introduzindo-lhe uns calmantes no tratamento para ver se descansava mais um dia e se esquecia de vez a cabeleireira. Dormia profundamente. Com o aparelho traduziu a mensagem: o crime seria praticado num prazo limite de noventa minutos, numa habitação situada na periferia da cidade e estando o alvo devidamente identificado e localizado. O encontro com o executor – que acompanharia nesta missão – far-se-ia no local habitual, partindo ambos e de imediato para a concretização da mesma, finda a qual o executor se desligaria do processo: que como eu sabia terminava muitas das vezes no seu desaparecimento.

 

Vou para os lados do parque de campismo levar uma pessoa. Volto já”.

Tinha registado a cena na câmara do meu telemóvel, até para a Maria poder confirmar que era verdade: desde ontem que estava à espera de uma oportunidade para ir ao cabeleireiro.

 

Cheguei e o tipo já entrou. Deve faltar pouco. Fica mesmo ao lado do parque”.

Enquanto esperava filmei a paisagem, apanhando ainda o indivíduo a sair e a dirigir-se para mim: pelo visor pude ver que vinha apressado e com muitas partes da sua roupa manchadas de vermelho. Na mão trazia um revólver e uma catana. Pousei a câmara e aguardei.

 

Desculpa mas tenho que fazer um pequeno desvio. São só mais uns minutos. Ele esqueceu-se duma coisa”.

Um pouco nervoso o indivíduo pediu desculpa pelo seu aspecto, referindo-se ter virado com a pressa a bacia onde se encontrava o sangue para a cabidela, acabando por ser atingido: a catana e a pistola também tinham sido atingidas pelo sangue da cabidela e quem não ia ficar contente dentro de momentos, era o dono a quem as ia entregar. Olhou para mim e encolheu os ombros. Arrancamos então para o interior.

 

O tipo disse agora que eram só cinco minutos. Isto tudo é um bocado esquisito. Mas como já vi tanta coisa, o que quero mesmo é ir-me embora. Um pouco mais de paciência”.

Estava agora em pleno campo, junto duma moradia térrea e já com alguns largos anos de idade, plantada numa das extremidades dum terreno com cerca de dois hectares, aparentemente abandonado mas limpo e bem arranjado. De um dos lados da casa destacava-se uma pequena construção que talvez fosse uma garagem. Nesse momento o indivíduo saiu de casa fez-me sinal e dirigiu-se para a garagem. Entrou e fechou a porta atrás de si.

 

 

Não sei bem onde estou. Não se vê ninguém e o tipo nunca mais sai da garagem. Já passou um quarto de hora e nada. Só ouvi uns pequenos estrondos e umas aves a levantar voo. Devem ser caçadores que adormeceram...E daqui a pouco quem adormece sou eu. O tipo é mesmo estranho”.

O indivíduo saiu de lá como um homem novo. De início nem o reconheci só o fazendo quando ele se aproximou do carro e se me dirigiu: pediu-me para guardar na viatura um saco de viagem que trazia consigo, enquanto ia no instante até casa buscar algo regressando de imediato. Sorriu-se então para mim, enquanto mostrava como agora já se encontrava muito mais apresentável. Virou-se e enquanto ele seguia em passo acelerado para a porta de entrada, vi o estranho objecto suspenso e preso à sua cintura: tinha uma forma alongada estreitando-se numa das suas extremidades, apresentando-se com um aspecto que sugeria um material carregado doutros materiais de menores dimensões incrustados ao longo de toda a superfície, o que o transformava num objecto extremamente belo e estilizado e simultaneamente não deixando de sugerir um artefacto dum qualquer filme de ficção científica. Devia estar a ficar apanhado da cabeça: toda aquela situação o apanhara desprevenido e se pensasse mais claramente, poderia ter muitas interpretações. E se verdadeiramente estivesse num filme, o enredo poderia ser outro, que não o seu. Interrompeu os seus pensamentos, quando a porta da casa se abriu.

 

Acho que é agora que estou de regresso. O tipo já fechou tudo e só está a verificar os quadros de entrada. Até já”.

O indivíduo entrou no carro, sentou-se e fechou a porta do seu lado e enquanto reiniciávamos a viagem, olhou para mim e falou. Ainda hesitou uns segundos, mas logo verbalizou as suas actuais inquietações:

“Era um simples mensageiro com algumas funções operativas – atribuídas temporariamente em casos de extrema necessidade – e estava ali no cumprimento duma simples formalidade processual, mas técnica e inadiável”. Aí fiquei um pouco baralhado e comecei a pensar se o indivíduo seria mentalmente equilibrado. “A sociedade para a qual trabalhava não dispunha de qualquer tipo de identificação institucional, nem aqui nem noutro lugar do mundo: tratava-se duma sociedade secreta estabelecida entre entidades internas e externas e o seu objectivo final era a salvaguarda da estabilidade mundial, ambiental, social e económica. A sua história mergulhava profundamente no passado e nas lendas envolvendo Deuses, Alienígenas e outras Entidades Revolucionárias”. Entrei de novo na estrada principal, estava o indivíduo na parte da conversa em que se referia aos extraterrestres: mas o que haveria eu de fazer com um tipo como este e como é que me tinham arranjado esta encomenda? A minha vontade era arrancar logo para casa e deixar o tipo onde quisesse o mais rapidamente possível. Ainda se arriscava mais uma vez a faltar a promessa feita à Maria. Um pouco à frente o indivíduo retomou a conversa. “Esperava que eu compreende-se a sua situação e poderia estar sossegado porque não fizera nada de errado. Dizia-me isso porque me sentia um pouco nervoso, visível no meu rosto suado e nalguma irritação corporal que entretanto ia demonstrando: poderia ter a certeza que não era nenhum demónio ou outro monstro malévolo do outro mundo, disse-me ele sorrindo enquanto me tocava no ombro. A sua mão estava extremamente quente e enquanto o olhava tentando acalmar-me, vi de novo o artefacto preso à sua cintura, mas agora brilhando intensamente em determinadas incrustações. Aí – e sem saber porquê nem tendo consciência disso – o meu corpo começou a tremer, com uns arrepios crescentes a atravessarem-me toda a coluna vertebral e a saírem sob a forma de tremores por todas as extremidades do meu corpo: o que o indivíduo sentiu e pareceu-o deixar alerta. Pediu para parar num café ao lado da estrada e dirigiu-se ao seu interior.

 

 

Já nem sei no que me meti. Pede ao José para ir ter comigo ao cruzamento da bomba de gasolina do tio dele. Passo por lá e fico à espera. Não sei se vou estar aí a tempo de te levar. O tipo já aí vem. Estou feito”.

Vinha acompanhado por mais dois indivíduos bem vestidos e com uma excelente apresentação, sendo o duo constituído por um homem e uma mulher, ele visivelmente mais velho do que ela. Enquanto o meu passageiro se dirigia para o local onde eu me encontrava, o casal desviou-se um pouco mais para a sua direita e encaminhou-se para um grande monovolume de vidros fumados para onde entraram pela porta lateral. Deixaram-na entreaberta. E enquanto via o meu passageiro a aproximar-se da porta direita do carro, ouvi um som vindo da porta da esquerda situada atrás de mim e a partir daí perdi os sentidos: pelo menos não me lembro de nada, dos momentos antes de despertar. Estava agora sentado sozinho no interior da minha viatura com o José já ao meu lado e a abanar-me fortemente tentando acordar-me. Não havia sinal do meu passageiro, nem do monovolume e do casal que nele entrara. Poderia estar a viver um sonho.

 

Vou arrancar. O José já se foi embora e acha que eu estou louco e que deveria ir mas é dormir. Nem sabes o que me aconteceu. Depois conto-te. Até já – mesmo”.

Na sua última etapa da viagem de regresso a casa uma das primeiras coisas que viu a passar ao seu lado na estrada, dirigindo-se em sentido contrário ao que agora seguia, foi uma carrinha de apoio da GNR. Mais à frente e no outro sentido do trânsito, uma patrulha da mesma força fazia o que parecia ser uma operação de controlo de viaturas e das suas respectivas cargas. Já perto da rotunda a circulação de trânsito encontrava-se parcialmente bloqueada, com várias carrinhas das forças policiais, dos bombeiros e do INEM, aglomerados numa das suas saídas – logo por coincidência aquela que percorrera momentos antes perto do parque de campismo na companhia do indivíduo misterioso. No pára e arranca vivido pelos condutores nestas ocasiões, acabou por saber por intermédio dum popular que ali permanecia desde o início, que as autoridades tinham encontrado numa casa situada bem no fundo do caminho, o corpo já cadáver de um indivíduo de meia-idade, atingido com dois tiros no coração e decapitado. Nessa altura estremeci e paralisei, bloqueando-me mentalmente com um violento ataque conjunto, de medo e de suores frios; e devo ter ficado branco que nem a cor da cal, pois logo o homem me tentou acalmar afirmando que a polícia já estaria na pista dos culpados e oferecendo-me até uma garrafa de água. Tinha que enviar já uma mensagem à Maria, pois certamente que este caso acabaria por chegar à sua origem e no seu caminho ele seria um dos principais atingidos. Parou na berma e enquanto olhava o cenário próprio dum thriller policial, enviou a mensagem.

 

Estou perto da rotunda parado. Houve um crime por estes lados e isto está cheio de polícias. Acho que estou metido numa grande alhada e o melhor é ir ter com eles. O tipo que transportei se calhar está implicado e vê lá tu, fui eu que o trouxe. Chegou um guarda: vou aproveitar. Ligo já”.

Ao princípio o guarda ainda ficou a olhar para mim, ocupado como estava a tentar desobstruir a via de trânsito: olhou para mim, voltou a olhar para o trânsito e ainda um pouco desconfiado lá me levou até ao comandante. Custou um pouco a chegar junto dele, mas feitas as apresentações e indicado o motivo da minha presença, não mais me largou: olhando atentamente para o meu carro confirmara em poucos segundos o modelo de automóvel e o formato dos seus pneus, muito semelhantes àqueles que uma viatura similar faria num caminho de terra como aquele onde se encontravam e que ia dar à casa da vítima – e que neste caso eram nalguns sectores ainda bem visíveis e de fácil comparação. Levou-me até ao carro de apoio da GNR – que ali estava instalado como um gabinete de crise – e no seu interior dei o meu testemunho, o qual ele ouviu atentamente e sem nunca me interromper. Sensivelmente a meio do meu relato fomos interrompidos por um oficial que pedindo desculpa se dirigiu ao seu superior e lhe segredou algo ao ouvido. Muito interessado com o que lhe era relatado o comandante virou-se para mim e pediu uns minutos de escusa, aos quais eu acedi aproveitando para ligar à Maria. Como não atendeu não tive remédio senão enviar-lhe nova mensagem e esperar que ela desse sinais de vida: não via como é que tão cedo me iria safar disto, nem como iria identificar os seus verdadeiros suspeitos, já que nunca os vira antes, nem os seus nomes sabia. Que desastre! E ao meter a sua mão no casaco encontrou uma bolsa.

 

 

Espero que acreditem em mim. Estive a pensar nisto tudo e no fundo até tenho as mensagens que te enviei e as imagens que registei, que poderão em último caso servir para a minha defesa. Mas o que tenho eu a ver com isto? Estava no café descansado a apanhar Sol e logo me tinha que aparecer este tipo. E os tipos do café ainda me convenceram: que burro! Acho que o melhor é esperares em casa. Não sei quando termina. A vida tem cada coisa que até parece bruxedo”.

O comandante regressou pensativo e com uma cara um pouco esquisita – parecia intrigado com qualquer coisa, provavelmente muito pouco habitual para ele: mas mal me viu pareceu abstrair-se desse facto, pedindo-me educadamente para continuar. Assim fiz e interrompido aqui e ali por um ou outro curto comentário, vinte minutos depois tinha acabado. Permanecemos uns segundos em silêncio, com ele ainda a digerir a última parte do meu relato em que perdia sem saber como ou porquê os sentidos, afirmando o comandante entre duas risadas dirigidas mas cordiais, que se fosse o caso tal não seria um grande álibi. Para mim claro. Mas a partir daí falou ele pedindo ao restante pessoal que o acompanhava na missão para ficar comigo sozinho no interior do veículo de apoio. O que ele disse deixou-me surpreso, assustado e receoso. Pedi-lhe para ir beber um copo de água, liguei sem o fazer notar o gravador do telemóvel e voltei a sentar-me. Estava pronto para o que aí vinha e que poderia ditar o meu futuro: a gravação tinha-se iniciado, acompanhada em simultâneo pela mensagem prévia de aviso (para o destinatário).

 

Gravação automática: aviso de início/procedimentos habituais/nível5

Tinha ocorrido um acidente extremamente grave na Via Rápida que atravessava longitudinalmente toda a região onde se encontravam, tendo-se verificado a queda em plena via de um dos pórticos nela instalada perto dum nó rodoviário muito importante e movimentado, o qual provocara um violento choque de viaturas em cadeia, causando vários feridos e pelo menos três mortos já confirmados: precisamente os ocupantes de um monovolume, em tudo idêntico ao descrito no meu relato. O registo de passagem confirmava a entrada da viatura num nó situado nas proximidades do local onde eu afirmava ter perdido os sentidos, com o próprio GPS da viatura a confirmá-lo e aos registos quilométricos e temporais. Não tinham encontrado até agora nenhum indício da presença de armas junto dos três indivíduos calcinados – dois homens e uma mulher mas dadas as altas temperaturas atingidas durante a explosão e no decorrer do incêndio que se seguiu, certamente pouco mais poderiam aí encontrar. Sorridente e aparentemente satisfeito, ainda teve tempo para acrescentar que alguns populares presentes no local aquando do acidente, teriam afirmado que tudo teria sido provocado por um raio que teria subitamente atravessado o céu de uma ponta à outra do horizonte, o qual por sua vez teria provocado várias descargas sobre a zona onde estariam a passar, indo uma delas atingir a Via Rápida e levando à queda do dito pórtico. Acrescentavam ainda – mas duma forma receosa e incrédula, face à sua impossibilidade física – que não reconheciam um dos automóveis que se encontrava no meio dos destroços junto do monovolume, dado nunca o terem avistado no início do choque em cadeia, nem em qualquer momento subsequente. Se lá estivesse, com ele iriam todos ao teste do balão! Mandou-me então embora e que estivesse descansado: só teria que comparecer o mais breve possível no posto da guarda, para assinar o relatório da ocorrência e me livrar de tudo isto. Segundo ele eu tinha tido uma sorte tremenda em ainda ali estar, já que ainda me encontrava vivo e bem de saúde: na maioria destes casos os primeiros elementos nunca se safavam. Não sabendo porquê engoli em seco e fui-me então despedir dele. Cumprimentamo-nos, desejamos o melhor dos melhores para cada um e separamo-nos com mais um aperto de mão. Já com a porta de saída entreaberta, chamou-me e acrescentou: já agora pedia-lhe por amizade e solidariedade que deixasse ficar comigo o seu telemóvel e encarasse tudo isto e para si como se nunca tivesse existido...pela minha parte não tenho memória do que não me interessa e pretendo apenas manter os equilíbrios...como as armas utilizadas em crimes, que posteriormente têm que ser destruídas. Fiquei parado até digerir completamente a sua mensagem: então ele virou-me as costas e foi-se sentar. Eu saí e finalmente fui para casa.

 

 

Safei-me. Nem acredito – na verdadeira acepção da palavra. Só tenho que festejar. Estou já aí”.

O tempo tem estado melhor nos últimos dias após o temporal que atravessou a região na semana anterior: já podemos sair de casa e ir dar uma volta até ao café. Assim é bom estar, aproveitar e viver.

 

(Em Espera)

Partindo do princípio de que era humanamente impossível estar do lado de outras espécies alienígenas (por estrangeiras) ainda por cima vindas de outros planetas (muito distantes), acho que a minha posição definitiva sobre “que lado tomar”, tinha sido a mais lógica e compreensível decisão: nunca poderia trair a minha espécie, mas por outro lado poderia utilizar o argumento dos outros, em meu exclusivo benefício. E foi o que fiz:

Precisava dum elemento de que me pudesse descartar rapidamente após a conclusão do trabalho a que me tinha proposto, mas que ao mesmo tempo conseguisse criar o ambiente e as condições necessárias para a construção dum cenário realista e acima de tudo credível, que facilitasse a sua eliminação e subsequente acusação. E lá encontrara Ivan e os seus dois primos, mercenários de qualquer tipo de guerra por qualquer quantia de dinheiro e agora caídos em desgraça e transformados em traidores fugidos das suas próprias terras em guerra, por eles mesmos promovida e transformada em negócio, aqui desempregados, abandonados e no momento sem grandes fundos: foi fácil comprá-los com um pequeno adiantamento e a promessa dum grande golpe a realizar muito em breve. E a ocasião surgiu três dias depois, dando-me o tempo suficiente para já ter tudo preparado e arrancar de imediato e em paralelo com o meu plano. Com o telemóvel na mão dirigi-me para o café;

Quanto à missão correu tudo como previamente planeado com a colaboração daquele que poderia vir a ser o meu grande álibi o telemóvel, da graciosa sonolência da testemunha adormecida em minha casa a Maria e até dos três estrangeiros que comigo colaboraram, assumindo em seu nome toda a culpa do odioso crime ocorrido e morrendo juntamente com o seu próprio testemunho. O alvo fora abatido conforme o superiormente solicitado e simultaneamente fizera talvez o golpe da minha vida: há tempos que as riquezas do indivíduo eram comentadas por todo o lado em voz baixa mas interessada, mas nunca ninguém as tinha visto ou encontrado, até ao dia em que por mero acidente e numa pesquisa que depois me levaria a esta acção, o vi com um conjunto de artefactos extremamente brilhantes e contrastantes e que o deixava visivelmente deliciado com a sua extrema beleza e forte impacto mental, como se estivesse perante outras realidades ou outros mundos. Tinha que possuir aquilo. E consegui-o na execução dum plano perfeito. Só mesmo a interpelação tardia do comandante policial me perturbara: naquele momento e por qualquer razão ele não actuara e pactuara, o que significava que eu estaria a partir de agora muito mais atento aos seus movimentos, pois nestes assuntos seriamos sempre cobradores se não quiséssemos passar por mortos. Então o telemóvel tocou: na mensagem a Maria pedia-me para ir já ter com ela ao cabeleireiro, pois já estava despachada.

 

Já estou no carro: é só ligar e arrancar e estou aí enquanto o diabo esfrega o olho”.

Do outro lado da cidade ouviu-se uma violenta explosão, levando o Comandante a olhar sorridente para a sua bem apresentada e penteada acompanhante, que lhe retribuiu alegre e superiormente a atenção com um enorme beijo sobre a face direita. Apontou em direcção à coluna de fumo que se erguia ao fundo da avenida, deixou-a à porta de casa e ainda teve tempo para se justificar: “afinal de contas tenho que ir tomar conta da ocorrência e desde já aceita os meus pêsames”.

 

(imagens – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:03

As Crianças – Como os Cavalos – Também Se Abatem

Quarta-feira, 01.01.14

Para que servem as leis na nossa sociedade?

Na prática e para a generalidade da população para nada, senão para libertar os culpados deixando confusos os inocentes.

 

 

Tribunal anula condenação de pedófilo, porque criança estava apaixonada"!

(Itália)

 

“Para legalizar o crime ilegal em nome de todos nós – distribuindo por nós a culpa já que o aceitamos, enquanto eles nem o queriam – mas com restrições face à quantidade (povo) e com receitas só para quem tem qualidade (elite)”

 

Para fazer compreender à maioria da sua população que não deve ultrapassar determinados limites de convivência social obrigatórios – a partir dos quais será diabolizada e marginalizada – que possam pôr em causa o exercício do poder de quem apenas pretendendo defender a força do seu grupo e o seu predomínio sobre outros grupos rivais, com o único e nobre objectivo de nos educar e proteger.

 

É claro que uma lei só é exequível se tiver excepções extraordinariamente inseridas na sua necessária aplicação: os seus mentores e executores não podem ser por ela abrangidos, já que o seu nível de intervenção e execução tem que ser visto sobre um ponto de vista experimental e o seu estatuto o impede de agir de outra forma que não seja o de manipulador institucional.

 

As consequências de um crime dependem assim de quem o pratica e das circunstâncias em que é praticado e nunca das queixas da sua vítima, ainda por cima se ela nada disser e posta diante do seu predador se calar.

 

O crime é assim legal para todo o tipo de animal racional ou irracional, que seja declarado e publicado como ser inferior e excedentário:

- “Cinco cavalos abatidos a tiro em Beja”!

 

Nesse sentido – e olhando para a Natureza e para a vida da sua Fauna e da sua Flora – prefiro um mundo sem regras nem leis:

- “Cadela salva de lixeira adopta cão resgatado”!

 

(imagem – CM)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:31

Bestialidade Intelectual

Domingo, 17.11.13

Mais uma tirada dum mero adjunto do Cara de Cavalo:

 

O Pensionista e o Adjunto

 

“A maior parte dos pensionistas não são pobres, fingem”!

(Abominável Homem das Neves)

 

A Hipocrisia devia ser – para aqueles que se arrogam o direito em falar em nosso nome – considerada um Crime: desse modo os futuros e minoritários pensionistas (ricos) como o Abominável Homem das Neves, não se atreveriam a falar dos outros maioritários pensionistas (pobres).

 

(imagem – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:06