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Alemanha ─ Comunicação e Propaganda

Terça-feira, 23.11.21

“Americans and Germans Say Their Countries' Ties Are Improving.

Newly released surveys show improving views of each other

amid growing skepticism of China.”

(Brianna Navarro/usnews.com/22.11.2021)

Motivando à sua maneira a população sob a sua responsabilidade (perto dos 84 milhões), uma afirmação da autoridade alemã da Saúde (temporária aguardando-se a formação de novo Governo), preparando os prevenidos (os vacinados) assim como os incautos (os não vacinados) para o que já aí está (uma nova vaga de Covid-19) podendo afetar todos (vacinados e não vacinados):

“Probably by the end of this winter pretty much everyone in Germany

as has sometimes been cynically put 

will be vaccinated, cured or dead."

(Jens Spahn/Ministro da Saúde da Alemanha)

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Ministro da Saúde da Alemanha

 

Com cerca de 68% da sua população completamente vacinada (Portugal perto dos 87%) ─ percentagem insatisfatório até por ser um país produtor de vacinas (Pfizer/BioNTech - EUA/Alemanha) ─ e agora com uma nova estirpe/variante deste coronavírus (o original) mais ativa (a Delta), sendo esta e sem dúvida uma declaração “reconfortante” para uma população cada vez mais impaciente (e revoltada como se vê com os jovens), sabendo ainda poder morrer de fome ou então de doença: mantendo-se esta infindável incerteza na Saúde (será o vírus pandémico ou endémico, porque não se atualiza como se faz com a gripe a vacina) e na Economia (pelos vistos este ser microscópico comandando a Economia planetária), podendo vir aí um ano de 2022 bem pior que o de 2021, já com muitos sinais a apontarem para tal, como se viu com a COP, com a manutenção da “taxa zero” (tentando-se artificialmente controlar a inflação) e até (como se a Europa e a Alemanha fossem ricas e poderosas) perante uma crise energética (prosseguindo agora que vem aí o Inverno podendo ter consequências graves) não abrindo as torneiras de abastecimento, por o gás natural ser oriundo da Rússia. Acusando-se a Rússia quando são os próprios EUA a porem o Mercado da Energia em polvorosa, até fazendo “leilões de fornecimento de energia”, como com o conhecido “Gás-da-Liberdade” bem mais caro, mas “Libertador”.

E não resistindo à tentação de se promover (a Alemanha) e simultaneamente os seus companheiros, amigos e aliados de viagem (como os EUA) ─ contra obviamente o Eixo do Mal situado precisamente no lado oposto do nosso, no Hemisfério Norte Oriental (Chineses e Russos) ─ acrescentando como não poderia deixar de ser e aproveitando a ocasião (“a ocasião faz o ladrão”, no bom/mau sentido) mais qualquer “coisinha” (envolvendo direta ou indiretamente, trocas/negócios/dinheiro):

"They (Moderna e Pfizer/BioNTech) are equivalent in terms of safety,

in terms of the very rare side effects,

which are less than 10 cases per 100,000.

The efficacy has been found to be

90 percent and higher for both vaccines.”

(Klaus Cichutek/Observatório Alemão de Vacinas)

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Vacinas Pfizer/BioNTech e Moderna

 

Deste modo falando na defesa  dos cidadãos da Alemanha e como consequência de todos os cidadãos da Europa Ocidental (pró-americana) ─ pelo menos dos 27 países que fazem parte da CE/EU ─ numa única intervenção demonstrando (1º) a sua preocupação connosco (o cidadão comum) ─  devendo-se obedecer às regras (impostas sem contraditório/sendo a única opção, em todos os setores da sociedade) e vacinar-se (com as vacinas certificadas pela EMA) (2º) a sua grande preocupação para com as Farmacêuticas ─ mesmo existindo falta e podendo prejudicar os seus cidadãos, privilegiando as suas e afastando as vacinas reconhecidas pela WHO, sendo de “Leste/Orientais” ─ e ainda (3º) a garantia da sua grande fidelidade à prossecução da linha política e ideológica da Alemanha ─ para os norte-americanos (através do controlo do BCE) o “motor” da Europa ─ valorizando-se e sobretudo colocando-se declaradamente ao lado dos interesses dos EUA (nem sequer integrando a Europa, mas um outro continente com um imenso oceano a separar-nos, a América do Norte).

"Many doctors say that BioNTech is the Mercedes among vaccines

and Moderna is the Rolls Royce."

(Jens Spahn/Ministro da Saúde da Alemanha)

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Flores de Amêndoa Amarga

 

Alemanha colocando-se hipocritamente ao lado da defesa dos interesses dos EUA (quando devia estar a defender os interesses da Europa) ─ EUA sendo apenas 1/3 das grandes potências mundiais (no entanto afirmando-se graças ao dólar a maior) e contra os interesses da Rússia (a potência europeia) e da China (a potência asiática) ─ as outras 2/3 das grandes potências mundiais (o Eixo do Oriente, o Eixo do Mal).

Uma amêndoa bem amarga por claramente artificial (e para fazer publicidade e propagandear), nada tendo a ver com a outra a nossa pois esta sendo natural:o Licor de Amêndoa Amarga, conhecido também como amêndoa amarga ou simplesmente amarguinha, é uma bebida alcoólica doce, originária de Portugal, mais especificamente da região do Algarve. Uma bebida espessa, de cor amarela/clara e com um teor alcoólico de cerca de 20%, é um dos licores mais famosos do país. É feito a partir da semente da amêndoa amarga, à semelhança do italiano Amaretto.” (wikipedia.org)

(imagens: Tobias Schwarz/AFP/Getty Images/politico.eu ─

Reuters/alarabiya.net ─ Javier Martin/wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:39

Evoluindo ─ Mas Para Onde?

Segunda-feira, 15.11.21

Perspetivando-se a nível global uma nova “Caça-às-Bruxas”, para já na modalidade da “Caça aos Não-Vacinados” ─ e mais tarde podendo-se alargar o espectro de caça.

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Evoluindo (rapidamente) para o (nosso) Apocalipse

 

Com a Terra e tal como o faz há biliões de anos, a continuar no seu movimento de translação em torno do Sol (órbita cumprida num ano), com os primeiros ancestrais do Homem a terem surgido há uns 3,5/4 milhões de anos (evoluindo até ao Homo sapiens moderno, poe cá desde há uns 150.000 anos) e com a chegada por meados do século XIX (em 1950) da 3ª Revolução Industrial ou ─ abandonado o analógico ─ Revolução Digital (com o desenvolvimento da eletrónica, com a utilização dos computadores, com a automatização),

Já com mais de sete décadas (1950/2021) de uma Revolução Civilizacional tendo-nos levado a descobertas científicas e produções tecnológicas extraordinárias ─ por muitos consideradas impossíveis de concretizar ─ capazes de nos lançar no Espaço alcançando a Lua e podendo-o fazer a outros objetos (muito mais distantes) e ainda de nos organizar socialmente construindo áreas de implantação autossustentáveis partilhando corretamente e em interação o ecossistema disponibilizado (ou seja, a Terra),

Parecendo vivermos agora num período de paralisia global não sabendo muito bem se devemos ou não reiniciar definitivamente ─ logo, sem percalços ─ o processo (sendo infelizmente o mesmo) de retorno à normalidade (entendendo-a como o tempo cronológico anterior a março de 2020), colocados como estamos perante um dilema apenas com duas vias de solução consideradas como aceitáveis por possíveis, ou ignorando já a presença do coronavírus optando pela economia (dando-lhe o protagonismo) e arriscando a vida (podendo morrer de doença), ou então não querendo arriscar podendo o vírus regressar e aí morrendo-se de fome.

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Greta Thunberg (COP25) Vs. Little Amal (COP26)

 

Tudo isto não por termos sido sujeitos a uma guerra nuclear, a uma tempestade solar ou a um impacto de um asteroide, provocando milhões e milhões de vítimas mortais podendo mesmo levar à extinção do Homem (do Homem sendo a parte fraca, não da Terra sendo a parte forte), mas apenas porque numa sucessão de crises profundas e globais tendo a economia, a finança, a política e o interesse só de alguns nos pratos da balança planetária (onde também se devem integrar todos os quase 8 biliões de indivíduos) ─ na decisão entre os dois pratos, com o nosso prato tendo menos peso, ficando ilusoriamente por cima ─ a elite do nosso Mundo não foi capaz de combater e vencer um animal limitado e microscópico, apenas se reproduzindo e adaptando.

Para já e estando de regresso, pelos vistos melhor que nós.

E enquanto isso em vez de nos mobilizarmos contra a Pandemia com o Homem continuando obcessivamente (na senda do poder, na vitória sobre os seus adversários) na procura de novos conflitos, só não tendo tomado já a iniciativa (por exemplo de uma nova provocação, ataque, invasão) dada a grande incerteza quanto ao regresso de uma nova vaga desta infindável Pandemia, podendo provocar baixas iniciada uma guerra (um movimento coletivo) ajudando na sua movimentação a espalhar o vírus: com o Mundo a atravessar uma crise Económica e Sanitária global, ainda-por-cima cada vez mais dividido entre dois blocos adversários o Ocidental (EUA) e o Oriental (China/Rússia) ─ os outros numa prova final, sendo adereços ─ vendo-nos ainda sob uma pressão tremenda dos EUA não querendo perder a sua supremacia e vendo-se a correr o perigo de estando o seu adversário já a par tentar de seguida ultrapassa-lo, não se inibindo de iniciar uma guerra provocatória contra a China e se necessário um ataque direto e armado ao Irão.

Da Europa e mais uma vez nem valendo a pena falar, despachada Ângela Merkel (cumprida a sua função) e esperando-se pela nomeação do seu sucessor ─ o novo líder europeu ─ talvez ainda antes da chegada do Pai Natal (da Coca Cola).

(imagens:  shutterstock.com/livescience.com ─ vogue.es/Getty Images e globo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:33

Em Tempo de Bruxas

Sábado, 30.10.21

Na véspera do Halloween (e dia dos Fiéis Defuntos) e antecedendo o Dia de Todos os Santos, com o panorama geral político a estar mais do lado “do doce e das travessuras” e dos primitivos (por comercial e popular, com o beneplácito do poder) “cabeças-de-abóbora” (certificados e/por sem conteúdo).

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[Com a crise energética Global a ter origem segundo os EUA (logo, para os seus aliados ocidentais, entendendo-se como a Europa) ─ um dos lados da barricada ─ na China e na Rússia (o outro lado), a primeira proibindo as importações de carvão a partir da Austrália, virando-se para o gás natural (tal como o já faziam a Coreia do Sul e o Japão) e fazendo assim aumentar o seu consumo…]

 

A segunda servindo-se do aumento global da procura (acentuada) e alegadamente (por não manter o tipo de contratos, apesar de propostos pelos próprios compradores) subindo os preços: naturalmente e a nível global sabendo-se ser a China um dos maiores produtores e distribuidores de bens de consumo essenciais, com o preço da energia a refletir-se em todos os sectores económicos,

Desde a energia, aos semicondutores e metais, chegando até à alimentação. E aumentando os combustíveis, aumentando-se a inflação e agravando-se ainda mais a crise (geral) global. Certamente um acontecimento inserido na luta entre blocos ─ Bloco Ocidental e Bloco Oriental ─ pelo controle e supremacia global.

Enquanto os EUA com a sua visão macro continua de mãos-livres a fazer o que quer ─ com óbvio apoio interno e subserviência externa remunerada em dólares ─ afastando internamente do seu dicionário económico a palavra “déficit” (a caminho dos 2 biliões e 900 milhões) e simultaneamente apoiando-se nas rotativas das suas impressoras de moeda (funcionando noite e dia, sempre que necessário) e externamente, contribuindo para o agravar da crise energética global desrespeitando os objetivos Climáticos, por um lado aproveitando o subida dos preços da energia para aumentar as suas exportações de combustíveis fósseis e por outro lado aumentando as suas margens de lucro, culpando (para desviar as atenções e como já é há muito o hábito, de encontrar um bode expiatório fácil) tal escalada de preços pela interferência dos russos na produção e abastecimento,

─ Assistindo-se, entretanto ao Eixo do Mundo (Económico-Financeiro), na Terra como no Espaço, a deslocar-se de Ocidente para Oriente (de Washington para Pequim), com o Atlântico e a Europa (sem liderança no presente, aguardando pela Alemanha) a perderem o seu protagonismo, sendo substituídos pela região e pelas trocas comerciais, localizados agora nos mercados do Índico-Pacífico e do Continente Asiático

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[a segunda servindo-se do aumento global da procura (acentuada) e alegadamente (por não manter o tipo de contratos, apesar de propostos pelos próprios compradores) subindo os preços: naturalmente e a nível global sabendo-se ser a China um dos maiores produtores e distribuidores de bens de consumo essenciais, com o preço da energia a refletir-se em todos os sectores económicos…]

 

Em Portugal, continuando-se a pensar pequenino (antes com o apoio de uma arma, agora apoiados num canudo, quem manda sempre se adaptando) e como tal aguardando sempre o dinheiro que nos poderá ser ainda reservado (quem tem emprego reconhecido sendo sempre bem remunerado, ao contrário de quem passa a vida a trabalhar, sendo mal pago ou afastado), mergulhados numa crise económico-financeira sem fim, sem líderes (ou pensamentos/reflexões profundas) e insolúvel por ser sempre conduzida pelos mesmos (agarrados eles próprios ao poder, por sobrevivência pessoal) e vindos de uma outra crise igualmente ou ainda mais profunda (e grave) ─ sanitária, com a Pandemia de Covid-19 ─ paralisando-nos durante quase dois anos e agravando ainda mais as nossas capacidades de resistência física (à doença e à fome) e mental (estando ainda mais isolados, fechados dentro de casa),

 ─ Quando esperávamos pela chegada do auxílio financeiro para tentarmos relançar a nossa Economia e as nossas Finanças (de Estado e pessoais), numa ajuda tantas vezes badalada (publicitada/propagandeada) e pela sua potência e dinâmica interventiva no país (muitos milhões para distribuir) até sendo denominada “Bazuca” (arma portátil de grande impacto usada pela 1ª vez pelos EUA durante a 2ª Guerra Mundial)

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[desde a energia, aos semicondutores e metais, chegando até à alimentação. E aumentando os combustíveis, aumentando-se a inflação e agravando-se ainda mais a crise (geral) global. Certamente um acontecimento inserido na luta entre blocos ─ Bloco Ocidental e Bloco Oriental ─ pelo controle e supremacia global. Faltando-se apenas saber quem sucederá no futuro como líder do Novo Império.]

 

Eis que o Orçamento de 2022 é chumbado (apenas sendo apoiado na Assembleia da República pelo próprio PS), caindo logo sobre Portugal (e sobre a cabeça já meio perdida, de todos os portugueses) a pré-ameaça bombástica do seu Presidente da Republica (antes um Oráculo das Televisões), de (talvez se arrependendo) ─ havendo sempre alternativas, legais e institucionais ─ lançar a sua “Bomba Atómica” dissolvendo o Parlamento (logo não retrocedendo): e convocando de imediato (ou, não tão imediato como isso) eleições para janeiro (talvez para fevereiro). No meio desta balburdia e de toda esta indisfarçável (por eminentemente visível) hipocrisia política, com Marcelo em mais um dos seus “destraves mentais” a receber em primeiro lugar antes dos partidos e de outros grupos coletivos e sociais, um indivíduo pedindo uma audiência à figura nº 1 do Estado (o PR) e no meio de uma grave crise política (deixando o país sem Governo), só porque (Paulo Rangel) se decidira candidatar a um partido político já existente (PSD) mas com um outro líder (Rui Rio) que não ele: solicitando-lhe ainda ─ dado não ser ainda líder ─ que o Presidente da República para ele se preparar melhor (derrubado o líder anterior) adiasse as eleições. Parecendo o seu pedido ter já algum eco, da emergência para janeiro (uma insistência antes “irrevogável” de Marcelo) com o Presidente já a apontar para fevereiro.

E se outros, entretanto, solicitarem o mesmo (também em nome da Pátria, dos interesses do Povo) e o Presidente continuar a responder “eu sou mesmo assim” (como português comum ou como Presidente, não sendo o mesmo), será que se poderá marcar as eleições (também) para o dia que eu quiser e que me dê mais jeito? Se o que se passou entre Marcelo e Rangel for verdade, será uma vergonha, sustentado em manobras que já se pensavam extintas (compadrios) desde há mais de 47 anos.

(imagens: atlanticcouncil.org ─ marketwatch.com ─ jn.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:31

Joseph Robinette Biden Jr.

Quinta-feira, 21.01.21

E fazendo-a (uma moeda de Dólar) rodar de novo como um pião, terminada a sua rotação, surgindo virada para cima num dos lados da mesma moeda, (agora) a face de Biden. No entanto mantendo-se estrutura (as corporações e o seu poder) e as vias privilegiadas (intermediários).

 

O primeiro dia de trabalho na Casa Branca

do Democrata e 46º Presidente dos EUA  Joe Biden.

 

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Transição Trump/Biden

(ilustração)

 

No interior de um gabinete claramente vandalizado,

sem telefone e com graffitis bem visíveis.

 

"Num momento de grave crise económica global ─ acelerada com a Pandemia e podendo levar à explosão social ─ e com o centro do Eixo do Mundo (Económico-financeiro) a deslocar-se para Oriente (de Washington para Pequim), pensando-se no que fará a América para evitar o seu declínio."

 

(imagem: TIME)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:23

Albufeira, 10°C

Quinta-feira, 07.01.21

ʺRecolher obrigatório às 13:00

e proibição de circulação entre concelhos

no próximo fim de semana.ʺ

(24.sapo.pt)

 

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E à medida que a falsa Descentralização ─ da Democracia ─ fixando os seus representantes locais, os vai afastando progressivamente do ponto central e foco principal ─ do Poder ─ onde se localiza e se decide tudo, reforçando prioritariamente (por necessidade de evolução e de adaptação) a Centralização em vigor ─ secundarizando o social (o Sujeito) e dando primazia ao económico (o Objeto) ─

 

Tudo devidamente justificado pelo agravamento ─ com a chegada da Pandemia ─ da crise social-económico-financeira pré-existente,  impondo inevitavelmente para sobrevivência do Poder a opção única por um Reset Unilateral (por não social) Económico-Financeiro

 

Assiste-se neste aparente interlúdio desta Pandemia ─ com o novo normal a banalizar a evolução crescente dos números, ignorando o seu peso e significado, e equiparando as consequências da 1ª vaga aos da 2ª vaga ─ sem medo e sem grande urgência de resolução desta grave Crise Humanitária Global, a uma lenta continuação da readaptação dos diferentes Blocos (e seus interesses), agora que os EUA assumem uma nova (será?) liderança e enquanto a China e a Rússia prosseguem desde há muito a construção e consolidação do seu caminho.

 

Em Portugal e apesar da atual Presidência da EU, com os nossos representantes políticos (por formação e como sempre) aguardando pacientemente pelas notícias oriundas lá de fora ─ “á boleia na autoestrada” ─ sendo duros se os outros o forem e moles sendo tal necessário. E ainda no Algarve com o rápido acelerar da crise socioeconómica e sendo obrigatório esconder de tudo um pouco (ou muito) ─ ou ela “explode-nos nas mãos” ─ com o crescimento dos números (Covid-19) a obrigarem-nos de novo a um novo confinamento.

 

Passado o Natal, a Passagem de Ano e revelados os números (Covid-19), sendo mais um dos locais (de Albufeira) afetado pelas migrações desta quadra (festiva), certamente por razões mais altas (invocando e utilizando mais uma vez as famílias) temporariamente consentidas: e até com o meu rolo de carne, especial e encomendado (para um repasto familiar), a ter de ser suspenso com o recolher obrigatório.

 

(imagem: humansarefree.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:08

Regresso ao Passado

Terça-feira, 14.04.20

[Nosso não do vírus (Covid-19), mesmo que alterado (adaptado).]

 

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No dia 10 de março e já declarado o Estado de Emergência com a Itália a registar 168 mortes por Covid-19 (no seu 11º dia de VM) ─ com o máximo até agora registado a indicar 919 mortes (no seu 28º dia de VM) atingido a 27 de março (Pico Máximo?) ─ com o Exército, a Polícia italiana e os viajantes, utilizando EPI´S na estação ferroviária de Roma

 

Mergulhados no surto pandémico de Covid-19 e com muitos dos portugueses fechados em casa, sendo natural que passado um mês sobre o artigo publicado por Derek Beres no site  Big Think (bigthink.com) ─ “Will the future be Mad Max or Star Trek” ─ nos precipitemos para a primeira opção agora que cada vez mais fechados do Mundo nos deixamos invadir pelo medo provocado por este “Agente Infiltrado e Invisível”: em Portugal (14.04.2020) tendo contaminado 17.488 pessoas (0,17% da sua população), provocado 567 vítimas mortais (taxa de mortalidade provisória=3,2%) e colocando 218 nas Unidades de Cuidados Intensivos/UCI (taxa provisória UCI=1,2%) ─ para lá dos 347 recuperados (taxa de recuperados=2,0%).

 

Mas tendo-se já uma ideia do tempo de atividade deste vírus, na China (a referência, o 1º território/população a ser atingido) tendo alcançado o seu Pico Máximo de atividade passado cerca de um mês (maior nº de vítimas mortais, num só dia), tendo durante outro mês descido sustentadamente (nº de óbitos expressos, num só digito) e passado outro mês permitindo o regresso progressivo da Vida económica (e social) ao país ─ ou seja, cerca de três meses depois do início da Pandemia ─ com a nossa principal preocupação futura (e obrigatoriamente a muito curto-prazo) a ser o de saber de que outros vírus semelhantes este (o Covid-19) estará mais próximo, se de vírus do tipo MERS/SARS ou de outros tipo Influenza (Gripe): para além do número de vítimas provocado por cada um deles, ficar a saber-se se adormecerão ou se regressarão dentro em breve.

 

Sendo do tipo MERS/SARS aparecendo e desaparecendo (adormecendo e dando-nos um bem prolongado descanso, podendo ser de várias décadas), sendo do tipo Influenza voltando de novo na “próxima época” (apenas “passando por umas curtas brasas” e ainda connosco em tempos de recuperação, regressando ainda com mais força) ainda com o Mundo mal refeito e numa 2ª Vaga: sendo fácil de adivinhar o que daí poderia advir, com todo o planeta mergulhado aí não numa Crise Sanitária (a provocada pela 1ª Vaga), mas numa 2ª fase associada à pandemia, uma Crise Económica desde já prevista por muitos economistas como podendo ser semelhante à iniciada em 1929 (estendendo-se pela década de 30) e conhecida como a “Grande Depressão” (nos EUA entre outros aspetos com o desemprego a quadruplicar). E recordando ainda que a Influenza com o seu grande surto epidémico (aí pandémico) a iniciar-se em janeiro/1918 e durando até dezembro/1920 ─ podendo ter provocado 20/50 milhões (outros dizendo 100 milhões) de mortes por todo o Mundo (em Portugal estimando-se entre 50.000 e 70.000) ─ causa em média (pelo menos desde 2010) entre 300.000 e 650.000 mortes por ano (só nos EUA umas 60.000).

 

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No dia 14 de abril e continuando o Estado de emergência com Portugal a registar 32 mortes por Covid-19 (no seu 32º dia de VM) ─ com o máximo até agora registado a indicar 37 mortes (no seu 21º dia de VM) atingido a 3 de abril (Pico Máximo?) ─ continuando-se ainda em alerta e expetativa, até pelos desempregados e pelo seu regresso ao trabalho

 

Essa a razão pela qual muitos países hesitaram (e ainda hesitam) sobre o que fazer de facto (e com eficácia, tanto a nível das pessoas, como a nível económico), sendo o vírus Covid-19 como o da Influenza (esperemos bem que não) e assim regressando de novo no Inverno ─ esperando não ser esse o caso (no tempo, Influenza=Covid-19) e que tal surto pandémico seja “passageiro”. Caso contrário (se Influenza for mesmo igual a Covid-19) e certamente com a Economia Global extremamente debilitada ─ e apesar do sacrifício de “todos os trabalhadores e dos mais pobres” (as vítimas do costume) integrando a esmagadora maioria dos 7,6 biliões de terrestres ─ tendo-se de esperar como sempre (relação presa/predador) o aproveitamento de uma minoria apenas interessada em se salvar e se possível ganhar (algum), “sobre a pobreza de todos impondo o seu poder”: e com a nossa única salvação a residir ou na destruição do vírus (não o tendo conseguido, seja qual for a razão, com nenhum dos outros) ou na criação de um processo/mecanismo que o possa conter ─ chame-se ou não vacina ─ minimizando os efeitos e deixando-nos Viver (pelo menos como até a um “presente tão recente”).

 

E sendo mesmo possível (e apesar dos EUA), sendo necessário acreditar que graças a muitos de nós (homens e mulheres, jovens e idosos, pobres e ricos) o momento passará sendo isto apenas mais uma lição (importante e a memorizar) que apenas nos fortalecerá (até culturalmente) ─ seja com uma pequena alteração (sendo-se mais conservador) ou com uma Revolução (sendo-se mais radical), tanto faz o que interessando sendo a contribuição: tendo-se de ser otimista e pensar, que num prazo de três meses todos estaremos já a (começar a) trabalhar, ou não fossemos uma espécie em contante evolução e capaz de se transformar. Recordando Lavoisier (e dando importância ao que nos faz mover, a Cultura e a Memória) “Nada se Perde, Nada se Cria, tudo se Transforma”. Tudo correndo bem o que de facto irá acontecer (esperando-se que com as autoridades, seguindo o mesmo e nosso rumo, de Todos), o mais tardar em junho já se “podendo em Portugal não só trabalhar como até passear”, sendo uma questão “de ter paciência e de saber esperar” ─ respeitando o poder do vírus e sabendo-se proteger. Só isso!

 

[VM: Vítimas Mortais]

 

(foto: Antonio Masiello/Getty Images)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:09

Vaga de Covid-19 em Portugal e no Algarve

Sábado, 21.03.20

Pela manhã deste sábado (março, 21) a nível de Portugal (Continente e Ilhas) já com 1.280 infetados e 12 vítimas mortais, na Região (Turística) do Algarve com os números a apontarem pelas 11:00 e segundo a DGS para 31 infetados e 1 vítima mortal: segundo o presidente do Município de Albufeira (José Carlos Rolo) tratando-se de um idoso  de 77 anos residindo “nas proximidades de Albufeira” já com problemas (anteriores) de saúde associados.

 

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DGS

Algarve

(21.03.2020)

 

Pandemia de Covid-19

País

Região

I

VM

A

R

%

%

%

%

Portugal

Total

1.280

100,0

12

100,0

1.263

98,7

5

0,4

Norte

644

50,2

4

33,3

Algarve:

(em vigilância mais de 600 casos)

 

7 concelhos com 31 casos de coronavírus (Covid-19) confirmados:

 

Portimão/8, Lagoa/2, Silves/3, Albufeira/5, Loulé/2, Faro/10 e Tavira/1; e 1 vítima mortal de Albufeira.

Centro

137

10,7

4

33,3

Lisboa/VT

448

35,0

3

25,0

Alentejo

3

0,3

0

0,0

Algarve

31

2,4

1

8,4

Madeira

5

0,4

0

0,0

Açores

3

0,3

0

0,0

Estrangeiro

9

0,7

0

0,0

DGS

21.03.2020 − 11:00

(I: Infetados VM: Vítimas Mortais A: Ativos R: Recuperados)

 

Olhando para os dados da tabela acima e para o gráfico abaixo indicado verificando-se que Portugal já iniciou a sua subida em direção ao PICO MÁXIMO de ATIVIDDE do VÍRUS COVID-19, para já e aparentemente podendo ter esperança de poder controlar “A CURVA” evitando males maiores ou mesmo uma tragédia, tal como parecem estar a levar avante alguns países como a ALEMANHA (73 vítimas mortais/VM) − com a melhor performance entre os países “líderes”, mais desenvolvidos e maiores da EU −  a ÁUSTRIA (8/VM), a NORUEGA (7/VM), a DINAMARCA (13/VM) e PORTUGAL (12/VM). No lado oposto estando e ainda “A CAMINHO DO TOPO DA CURVA− um TRIO podendo passar a QUARTETO − a ITÁLIA (já tendo implodido com os seus mais de 4.000 mortos), a ESPANHA (podendo estar prestes a implodir, parecendo seguir o mesmo caminho da Itália, com os seus mais de 1.300 mortos) e a FRANÇA (para já a caminho dos 500 mortos) mantendo o rumo (grande nº de doentes em estado grave/crítico, o 2ª depois da Itália) podendo rapidamente juntar-se ao Mortal Clube Covid-19,

 

Covid-19

Algo sobre o omnipresente entre nós,

acompanhando-nos nas próximas semanas.

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O que fazer durante uma Pandemia?

Talvez falar, escrever, comunicar.

(as experiências)

Entre algumas curiosidades sobre este surto epidémico iniciado na China e agora com centro na Itália do novo coronavírus Covid-19 agora transformada numa PANDEMIA, com os grupos etários mais afetados em Itália a serem um pouco diferentes dos da grande maioria, aí infetando e vitimando esmagadoramente os mais idosos e nos restantes (como é para já o caso português) infetando e matando na maioria dos casos indivíduos na faixa etária dos 30 aos 59 anos de idade − e se em Portugal os géneros se equiparam (no nº de infetados) em Itália com o masculino a ser o mais afetado.

E com a vacina à distância mínima de um ano (até podendo ser dois e quando a mesma surgir já se tendo verificado outra mutação no vírus) com os estudos a dirigirem-se igualmente para a observação do comportamento do vírus sob diferentes condições de calor e de humidade: sabendo-se que no Hemisfério Norte (finalizado o Inverno) iniciada a Primavera seguindo-se o Verão e que (diz-se entre leigos e eruditos) com o aumento da temperatura (comportando-se como os seus familiares corona/gripe) o “bicho” se poderá dar mal e até morrer (ou então adormecer).

Ultrapassada a Crise Sanitária consequência desta Pandemia − com o Mundo todo parado, as ruas completamente vazias, fazendo-nos imaginar integrarmos um cenário APOCALÍTICO ainda-por-cima com os ZOMBIES sendo invisíveis − podendo não ser definitiva e com todos a desejando temporário, sucedendo-se inevitavelmente a Crise Económica com o regresso na defesa dos seus direitos adquiridos dos Ricos (e das suas opções pelo objeto, pelo lucro) e dos seus intermediários (subordinando-nos ao poder crescente do objeto − ao contrário do sujeito dispendioso e de desgaste rápido −  como produtor de mais-valia), os nossos bem conhecidos Políticos: não a uma crise como a que nos levou ao Reinado de PPC (numa coligação PSD/CDS) mas a uma outra muito mais parecida com a Grande Crise Económica (e Global) de 1929. Pelo que no presente se observa, com o caos instalado nos EUA (ainda-por-cima em processo eleitoral, obcecando toda a oposição em torno de Trump e nada fazendo de útil num período e numa campanha durando já há 4 anos), a Europa à beira-do-abismo e a Ásia com a China no comando (Rússia e Índia) a poder assumir o controlo do EIXO ECONÓMICO-FINANCEIRO GLOBAL: como já está a acontecer no dia de hoje com a CHINA, aparentemente com a Crise Covid-19 ultrapassada e a sua Vida Económica de regresso, a enviar aviões em direção à EUROPA carregada de equipamentos e recursos humanos tentando combater e parar (tal como o fizeram no seu país) esta nova Pandemia.

 

– Mas nunca esquecendo o Reino Unido (do Trio, formando o Quarteto) só por agora tendo decidido mudar de opinião, preocupando-se um pouco mais com os seus cidadãos (mas não muito convencidos) e abandonando as ideias norte-americanas (com Trump finalmente a começar igualmente a mexer-se) e brasileiras (sendo mais uma epidemia nada comparável com as consequências da Gripe, “deixando-se andar o bicho, logo se vendo o que daí sairá”): estes últimos não “Impedindo Bolsonaro” tendo-se mesmo que preparar, pois segundo o seu Presidente, líder Espiritual e Trump Sul-Americano, o Brasil não precisa dos conselhos nem da ajuda dos outros (tendo-o a ele e ao seu regimento de criminosos) para se salvar – “Paz às suas Almas”.

 

Missão

Com ela já em subida

Abater e Alongar o Topo da Curva

 

Screenshot_2020-03-21 Ponto de Situação Atual em

Evolução dos casos confirmados de Covid-19 em Portugal

De março/2 a março/21, de 0 a 1.280 infetados

E ao 20º dia de contagem com 12 vítimas mortais

(gráfico: DGS)

 

E com os indicadores de Portugal (continente e ilhas) − dados da DGS − a apontarem como principais indicadores suspeitos (Sinais de Alerta, de Perigo) a FEBRE (27%), as DORES MUSCULARES (21%) e as CEFALEIAS (17%) − a TOSSE só aparecendo em 4º lugar (12%); dos 1.280 casos de infetados pouco mais de 8% sendo importados; e com a faixa etária mais atingida a estar compreendida entre os 30/59 anos de idade (54%) quase que se equiparando quanto ao género – feminino com 51% e masculino com 49%. Com os mais jovens (0/9 anos de idade) a serem os menos atingidos (1 a 2%).

 

(imagens: DGS – nikolasbadminton.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:28

A evolução do PIB e o que aí vem

Quarta-feira, 16.10.19

A economia mundial está a abrandar de forma sincronizada e vai crescer apenas 3% este ano, o ritmo de crescimento mais baixo desde a crise financeira de há uma década.

(eco.sapo.pt)

 

Uma Crise, tal como a de há uma década?

 

Global_economy_cartoon_12.16.2014.png

Everything Good?

"Nowhere to run to, baby ... Nowhere to hide."

(llustração Martha and the Vandellas/hedgeye.com)

 

Com todo o Cenário Económico-Financeiro a apontar − cada vez mais suportado por uma contínua descida da Taxa de Crescimento anual do PIB e por todos os sinais (ainda por cima num mesmo espaço/tempo sendo contraditórios) vindos dos Estados Unidos América (os donos da moeda de referência − o DÓLAR − e de longe, a Maior Potência Militar Terrestre − com os seus mísseis apontados e cercando, por vezes mesmo junto às suas fronteiras, o território dos seus principais adversários, a CHINA e a RÚSSIA) − para um Novo Período de Recessão Internacional (Global), sendo interessante de verificar como o FMI interpreta (à sua maneira, de duas maneiras, conforme o destinatário) todo este Quadro emergente (certamente por alguém ou algo, agora montado), apresentando-o (ao público em geral) numa versão (virtual) SOFT, em vez de nos presentear com uma Realidade significativamente mais HARD: de uma forma mais suave afirmando que a “Economia mundial vai crescer ao ritmo mais fraco desde a crise financeira da última década (alerta o FMI) (eco.sapo.pt) − a portuguesa incluída em vez de (como o deveria fazer, para nos proteger) de uma forma mais dura nos preparar para um novo Ciclo Económico Negativo, no caso de Portugal, possivelmente em tudo idêntico (com este Governo para 2019/23, podendo os efeitos serem mais suavizados ou não, dependendo da evolução da crise internacional) ao tempo (de maior miséria) passado por todos nós durante o período de Governo de Passos Coelho (2011/2015).

 

Uma taxa de crescimento, descendo 50%!

 

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Economia Mundial

Taxa de Crescimento Anual (em %) − PIB 2009/19

(dados FMI/eco.sapo.pt)

 

Tudo estando dependente do que se passará nos EUA até às Eleições Presidenciais Norte-Americanas a realizar-se daqui a pouco mais de um ano (em 3 de novembro de 2020) – e a partir daí continuando o Mundo sob a batuta do Republicano TRUMP ou (única alternativa fornecida pela outra face da mesma moeda, o Dólar, dominando um Estado Bipolar) de um outro qualquer Democrata (tal a confusão aí instalada), o “Diabo (que não Putin) que escolha – apesar do período de incessante trabalho já imposto às impressoras (“Made In The USA”) espalhando pela Economia (não só norte-americana, como Mundial) Biliões e Biliões de Dólares, podendo a Nova Crise rebentar a médio (depois das Presidenciais dos EUA) ou mesmo a muito curto-prazo (antes das mesmas): talvez dependendo do IMPEACHEMENT, talvez do agravar da Crise Económica, talvez de uma nova Guerra Regional ou Mundial … ou muito simplesmente tratando-se dos primeiros sinais (mais visíveis) de claustrofobia e implosão do grande Império Norte-Americano, posto face à crescente asfixia provocada pelo erguer dos marcos (de referência) do Novo Bloco Político a Oriente (China e Rússia) – tendo matematicamente fortes probabilidades de se impor a médio-prazo como o Novo Império do Oriente, traduzindo o IMPÉRIO CHINÊS. Talvez ainda com a EUROPA a ver (e como tal Portugal) e sem saber bem o que fazer.

 

No primeiro grande evento de Kristalina Georgieva como diretora-geral,

o FMI deixou um dos alertas mais sérios da última década aos líderes mundiais:

não há margem de erro e os países têm de tomar medidas urgentemente

para estimular o crescimento.

(eco.sapo.pt)

 

Não confiando no mercado económico-financeiro (atual) (1º) mau sinal − com os Investidores aguardando (cheios de dinheiro) por um maior crescimento … e, entretanto (2º) péssimo sinal evoluindo do (1º) − não investindo?

 

Trump-trade-war-GDP.jpg

EUA vs. CHINA − Guerra Económica entre Blocos

Encaminhando-se para uma trégua na guerra das tarifas

(imagem: pymnts.com)

 

E entre alguns dos dados fornecidos pelo FMI, olhando apenas para o gráfico (da taxa de crescimento mundial e anual do PIB) e para a tabela de projeções (mundiais para 2020) − inseridas no artigo de Nuno André Martins (15.10.2019/eco.sapo.pt) – constatando-se e relevando-se entre eles o contínuo decrescer da taxa (mundial) de crescimento do PIB (de 5,4%/em 2010 para 3,6%/em 2018 e ainda/no decurso de 2019, continuando em descida, prevista no final do ano ser de 3%) − numa descida nas previsões para 2019, tendo que ser modificada “ainda mais para baixo” pela 5ª vez este ano – para além do agravamento mais acentuado das previsões Económicas (de crescimento) para o futuro próximo e global (relativamente à média geral para o resto do ano de 2019 e ano de 2020) − com a taxa de crescimento variando (2018/2020) de 3,6%/3,0%/3,4% – nos EUA fixando-se pelos 2,9%/2,4%/2,1% e na Europa (ainda mais baixa) pelos 1,9%/1,2%/1,4%. Se comparadas com as taxas de crescimento da Índia ou da China (e de outras nações asiáticas) nada tendo mesmo a ver (andando pelos 7%/6% respetivamente). E nem se falando aqui, das guerras e sansões (como Arma) declaradas − numa Guerra Económica em curso (total e entre dois Blocos) e sem fim claro à vista (enquanto Trump o quiser) … e “com a Europa à espera para ver”.

 

Aguardando-se para já o resultado

do “TRUMP vs. XI, MANO a MANO”

(washingtonexaminer.com)

 

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“Which of the two sovereigns is imbued with the Moral law?

Which of the two generals has most ability?” – The Art of War

(imagem/legenda: Tyler Grant/10.10.2019/washingtonexaminer.com)

 

“A year out from the U.S. presidential elections, escalation isn’t clearly preferable for either party. But as U.S. elections near, the Chinese bargaining position grows stronger — with a short-term position across the table from a desperate Trump or a long position against a new president saddled with a weak U.S. economy, negotiating against and apologizing for the trade war of his or her predecessor.” (Trump vs. Xi, mano a mano/Tyler Grant/October 10, 2019/washingtonexaminer.com)

 

E se quisermos associar o Ciclo do SOL (com cerca de 10/11 anos) com o Ciclo do PIB − ou não estivesse tudo correlacionado − se nesta última década a atividade do SOL se encontra num MÍNIMO − encaminhando-se de seguida para um novo MÁXIMO − ainda no mesmo período de tempo e quando a evolução do PIB se aproxima do seu respetivo MÍNIMO, encaminhando-se de seguida e como esperado (sabendo-se ler os “sinais”) o PIB e a CRISE, para um MÁXIMO. Sendo mais fácil de acreditar nesta teoria (associando e utilizando a experiência, SOL e PIB) do que na outra afirmando, estar maioritariamente nas mãos do Homem (sinal de um Mundo Homocêntrico de ilusões de grandeza do Homem, sentindo-se/desejando-se igualmente personificar o “Criador”) a preservação (tal e qual como ele é Hoje e como se tal fosse possível, num conjunto baseado na Energia e na Dinâmico) do nosso PLANETA.

 

[Em caso de desespero e não se sabendo o que fazer, devendo-se recorrer aos leigos bem-vividos e com EXPERIÊNCIA: como o será o caso dos nunca reconhecidos EMIGRANTES, em tempo de férias já antigos (e tal e qual os PIONEIROS) recorrendo ao OURIVES nas suas aplicações financeiras – investindo tal como as Grandes Potências (“a necessidade aguça o engenho” − e até a engenhoca, denominada “Geringonça”) em METAIS PRECIOSOS.]

 

Mind Matters!

 

(imagens: as indicadas)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:20

É muito fácil Roubar

Terça-feira, 19.01.16

O Problema é lá Chegar!

 

Como durante uma crise económica e financeira tremenda 1% da população mundial aumenta a sua fortuna de 50% ou ainda mais (os mais ricos), enquanto os outros 99% perdem outro tanto ou ainda mais (os mais pobres).

 

2015-347--The-gap-between-the-rich-and-the-poor-to

 

Nasci na Ilha Pequena onde moravam 1.000 pessoas. Ilha que tinha uma irmã (a Ilha Grande) onde moravam apenas 10. Na Pequena moravam os pobres e na Grande moravam os ricos. Com rendimentos mensais iguais logo com o mesmo para gastar: R₁₀₀₀ = R₁₀ = 1.000 moedas. Logicamente que nas ilhas uns viviam (Ilha Grande = 1%) e outros não (Ilha Pequena = 99%). Mas a vida era assim e teriam de aguentar.

 

Um dia algo se deu e alguém veio cobrar. As ilhas parentes em si teriam as duas que pagar: e como gémeas que eram à chegada do cobrador só tiveram que pagar e na igualdade concordar. E assim de uma assentada de cada levou 500 (moedas) e apenas com uma braçada esganou outros 500 (pessoas). Mas como toda a gente sabe esse é o custo da manutenção da sociedade democrática onde hoje vivemos.

 

Assim as 1.000 pessoas da Ilha Pequena e as 10 pessoas da Ilha Grande viram os seus rendimentos drasticamente reduzidos em 50%: agora com cada pessoa da Ilha Pequena a ter 0.5 moedas/mês e da Ilha Grande a 5 moedas/mês. Num cenário notoriamente mais drástico e pesado para a Ilha Pequena (onde com 1 moeda/mês se sobrevive), mas sem grande impacto na Ilha Grande (ainda com 5 moedas/mês para gastar).

 

Mas será mesmo assim? É melhor recapitular. Temos duas ilhas e 1010 pessoas. Com rendimentos que foram reduzidos de 50% restando um total de 1.000 moedas. Num corte levado a cabo por um distinto cobrador vindo do lado de lá não se sabe bem donde. Mas conhecido por alguns como o intermediário, com papel de mandatário e até de empresário. Num estado de emergência sendo ele o Banco Central.

 

Recolhidos as 1.000 (moedas) o que irão agora fazer? Ajudar desde logo a gente, salvando sempre as ilhas. Como? Investindo nas forças vivas (residentes na Ilha Grande) e dando força aos restantes (residentes na Ilha Pequena): isto porque todos nós que professamos a doutrina cristã e ocidental, que acreditamos na superioridade de outras entidades mesmo que desconhecidas ou abstratas e que delegamos sem hesitar a nossa vida nuns poucos outros (e nas suas coisas) ainda achamos que sem chefes nunca haverá homens e a Terra parará.

 

E foi assim ao falar com um simples merceeiro (um ás nas contas e nos negócios) que cheguei à tradução que me deu a conclusão:

 

Parâmetro/Ilha

Ilha
Grande

(moedas)

Ilha
Pequena

(moedas)

Rendimento mensal anterior à crise10001000
Nº de habitantes101000
Rendimento mensal anterior à crise por habitante1001
Corte no rendimento mensal devido à crise500500
Rendimento mensal após corte500500
Rendimento mensal após corte por habitante500.5
Redistribuição após corte10000
Rendimento mensal após redistribuição1500500
Rendimento mensal após redistribuição por habitante1500.5

 

Ou seja durante este período de crise:

 

A evolução do rendimento mensal dos ricos foi 10050150 enquanto do lado dos pobres foi 1 0.50.5 (claramente uma distribuição equitativa de sacrifícios);

 

Nesse período a variação dos rendimentos registou um crescimento de 50% para os ricos e um decréscimo de 50% para os pobres (o dinheiro tinha que vir de algum lado);

 

E no parâmetro que mais nos interessa e que revela bem a equidade crescente do mundo onde hoje vivemos (seja ela verdade, seja ela mentira), enquanto anteriormente a relação de rendimentos entre ricos e entre pobres era de Ricos = 100 X Pobres agora ela fixa-se nuns aterradores Ricos = 300 X Pobres (no que à Europa diz respeito mais um prenúncio do fim do euro).

 

Pelo que não é de espantar que surjam títulos como este (achando eu que ainda por defeito):

 

“The wealth of the most affluent rose 44 percent since 2010 to $1.76 trillion, while the wealth of the bottom half fell 41 percent or just over $1 trillion.”
(swissinfo.ch)

 

Ainda-por-cima quando é necessário demostrar algum tipo de preocupação com os outros 7 biliões de habitantes do planeta Terra, agora que vem aí o fórum económico mundial com o seu encontro anual dos mais influentes do mundo (contando aqui e agora com mais de 60 multimilionários): entre 20 e 23 de Janeiro na famosa cidade suíça de Davos.

 

“The global inequality crisis is going from bad to worse. The global charity says inequality is worse than it has been in 100 years.”

(aljazeera.com)

 

(imagem: inkcinct.com.au)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25

Europa – Já faltou mais para o Fim

Sexta-feira, 21.08.15

“The third bailout is the result of more than six months of turbulent negotiations, which pushed Greece back into recession, left its banks subject to stringent capital controls, while delaying any action to reduce Athens’s huge debt burden until the fall.”

(economonitor.com)

 

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Berlim – Parlamento Alemão

 

Qual será a estratégia da Alemanha face à crise económica grega, agora que o seu interlocutor privilegiado apresentou o seu pedido de demissão? Apesar de ter capitulado contrariado (oferecendo a Grécia à Alemanha) e de estar em rota de colisão com o seu eleitorado (pedindo-lhe um NÃO e oferecendo-lhe um SIM), TSIPRAS sempre era o rosto da Grécia e um representante credível para o início (imediato) das privatizações. Mas agora que a primeira tranche do empréstimo foi paga e se regularizaram pagamentos (a curto-prazo), eis que o interlocutor se afasta e a Alemanha fica sozinha (para a concretização dos seus negócios). Um risco que a Alemanha não se pode dar ao luxo correr, sendo como é uma das partes mais interessadas na rápida resolução do problema económico e financeiro grego (já que a Alemanha é de longe um dos maiores credores da Grécia) e apressada como está no início da privatização (aquisição e controlo) de todos os sectores produtivos e fundamentais deste Estado anteriormente soberano. Pelo menos até 20 de Setembro (mais um mês de interregno) tudo ficará pelo menos parcialmente em suspenso, o que certamente poderá dar origem ao aparecimento de novas convulsões internas e exteriores à Grécia e como consequência mergulhar de novo a EUROPA na crise em que já vive há tantos e tantos anos. Entretanto ficamos a aguardar por novos desenvolvimentos sobre todo este impenetrável e comprovadamente irresolúvel processo (diminuição do défice de um estado falido), com a certeza absoluta de que a oriente nada de novo surgirá (seja por parte da Alemanha, seja por parte da Grécia), que todos os outros países fazendo parte da EU se calarão por receio de contágio argumentativo (como a Espanha e Portugal) e que Wolfgang Schäuble lá estará para nos lembrar daquilo que pretendemos e de como teremos que lhe retribuir para o conseguir. Caso contrário a solução (provavelmente já encomendada) será a da porta de saída, da sempre presente e solidária Comunidade Económica Europeia.

 

“Greece crisis: Syriza rebels form new party.”
(bbc.com)

 

E agora com o problema da Grécia de novo à nossa perna (e de toda a EU), ainda mais se irão animar as outras duas eleições a realizar este ano noutros dois países pobres e do sul do continente, tal como a Grécia com a corda cada vez mais apertada ao seu pescoço: Portugal e Espanha.

 

(imagem – fosterandpartners.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:57