Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

16
Jul 19

Num planeta aparentemente MORTO (se comparado com a TERRA) sem presença de VIDA ORGÂNICA (visível) ou de MEIO AMBIENTE que a suporte (como por exemplo possuindo uma Atmosfera) − naturalmente que pensando em nós (no HOMEM) e na possível Descoberta de Outros Mundos – todos os fenómenos contrariando a sua atual situação evolutiva sobretudo envolvendo algum tipo ou forma de Movimento (característica básica de tudo o que está Vivo) − para além e como é óbvio, contando igualmente com a presença de Energia e de Matéria (E=MC²) – levantarão desde logo o aparecimento de dúvidas (mais pesadas/materiais e/ou mais leves/existenciais) e a colocação em causa de determinadas certezas (como o da delimitação, entre Vida e Morte):

 

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Marte − Curiosity Rover − NASA

SOL 2438 − 16 Junho 2018

(sobre a superfície uma luz planando à direita)

 

Num planeta Morto e por definição sem Movimento (visível em primeiro plano e a curta distância) e utilizando os nossos Órgãos dos Sentidos (validando o testemunho) sendo surpreendidos pela presença de um elemento estranho por desenquadrado, apontando para um outro cenário não estático, mas dinâmico (Evolutivo), apresentando-se sob a forma de um foco de LUZ (Vida).

 

Segundo os especialistas “com a Luz presente nas duas imagens” resultando do cintilar de uma rocha sobre a ação dos raios solares ou então da ação de raios cósmicos incidindo sobre o detetor fotográfico.

 

Se não demonstrando a existência de Vida (como será o caso dos DUST DEVILS envolvendo movimento, não necessariamente a presença de organismos vivos) pelo menos deixando no ar uma pequena dúvida presente, passada ou mesmo futura:

 

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Marte − Curiosity Rover − NASA

PIA 18077 − 3 Abril 2014

(saindo da superfície um foco de luz à esquerda)

 

Sobre a possibilidade de nalgum momento da cronologia marciana a Vida poder ter estado presente.

 

Em duas alturas distintas com dois focos de luz a serem bem visíveis sobre a superfície do planeta Marte, sugerindo aí a presença de algo mais que não e apenas a do Mundo Mineral (sendo o Homem o resultado da fusão do Mundo Mineral com o Mundo Orgânico, “catalisado” por um Terceira Entidade):

 

Alternativamente podendo ser de origem artificial (alienígena e/ou por erro de interpretação), ou sendo de origem natural, sendo referido como um extra (podendo ser o “Tal” Sinal).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:31

05
Mai 19

Confirmada numa imagem de 3 de Maio da NASA

(passada sexta-feira,3)

Acabada de ser editada em SOL 2396

(Mars Science Laboratory/Curiosity Rover)

 

[Se não acreditam vejam a sua imagem/sombra, numa edição com o carimbo e a certificação − sinal de aceitação e de credibilidade − USA/NASA.]

 

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Luna 1

Curiosity Rover

Sol 2396

 

Depois de tanto tempo à procura da minha cadelinha rafeira (mas não-vira-latas) e sem “pé-de-grilo” – a LUNA ou LULU − qual não foi o meu espanto quando ao olhar para uma foto recentemente remetida do planeta Marte (atualmente muito perto dos 60.000.000Km da distância da Terra) – por acaso andando nessa altura por lá à espreita e à procura (aproveitando o veículo motorizado aí circulando desde 2012 o Rover Curiosity) de algum tipo de vestígio da passagem do Tesla Roadster (do milionário Elon Musk) tripulado por Starman pela superfície marciana reparei (de uma forma faseada mas por certeza sensorial instantânea) primeiro como que por instinto mas depois de uma forma bem convicta (talvez porque desejasse muito que tal acontecesse), na sombra da minha amiga, cadelinha e companheira e para mim desde há muito já perdido (a Terra é imensa), LULU.

 

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Luna 2

Curiosity Rover

Sol 2396

 

Surpreendente por não expectável (não só pela sua dimensão mesmo assim menor que a da Terra) até pela distância em que se encontrava (Marte) e pelo mistério da sua forma de deslocação interplanetária Terra/Marte (uma viagem se possível mesmo para o Homem podendo durar meses), ao olhar para o registo de imagem SOL 2396 (2396ª dia de estadia no Planeta Vermelho) adquirido pelas câmaras do Rover Curiosity (câmara traseira) no passado dia 3 de Maio de 2019 (pelas 21:32:48 UTC), vendo-me de caras com LULU não diretamente (tendo como que recorrer a um espelho, oferecendo-nos uma Imagem da Realidade) mas pela sua projeção (para mim seu conhecedor, inquestionável) ou Sombra.

 

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Luna 3

Curiosity Rover

Sol 2396

 

Com a pequena LULU de nariz pontiagudo e orelhas bem esticadas, dependurada no Rover e projetando a sua típica sombra sobre a superfície marciana: certamente abduzida (na Terra), transportada numa mala (tão pequena ela é) e algures abandonada (num Mundo para ele estranho − como Marte − e transportado por extraterrestres). E assim depois de já tantos (de nós) nas suas observações minuciosas de imagens editadas (e certamente e se necessário tratadas) pela NASA (fora as que se lhes escapam), terem descoberto certas anomalias ou pormenores no mínimo estranhos (se não mesmo completamente desenquadrados, para o que nos dizem sobre este planeta nosso vizinho) nas mesmas por vezes emergindoentre essas imagens registos do que parecem ser animais (nossos conhecidos), seres de contornos humanoides (como nós) e objetos aparentemente fabricados de origem artificial (como o que parece ser a 100% o terminal de um aspirador) – agora e só para confirmar (mais esta Teoria da Conspiração) sucedendo comigo (testemunha) e envolvendo a minha cadelinha (a Protagonista).

 

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Da Terra à Lua e À Volta da Lua

Duas obras de Júlio Verne e (mais uma vez)

A presença de um ser vivo descrito como irracional (o cão)

 

E não gastando biliões (de dólares, de outros biliões) ultrapassando (o milionário norte-americano) Elon Musk (na minha Real-Imaginação): com LUANE a cobaia − tal como como a cadela “soviética” LAYKA, um animal racional e no entanto, sendo o 1º Ser Vivo a orbitar o planeta Terra (ultrapassando aí o Ser Racional e Dominante) – e respeitando as proporções (até pela cadelinha LULU, ser daquelas de transporte incógnito numa mala de mão), a fazer a sua Viagem, “a Ir e a Voltar”, cumprindo assim o seu desígnio (a que os portugueses quando pessimistas chamam Destino). Tal como VERNE nos explicara e o nosso Espírito Juvenil nos exigira (e em Sonhos Imaginara): “numa exigência sem tempo, de algo infinito dentro de nós”.

 

[E ao contrário do que a Bíblia sugere

  1. Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas,
  2. Ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira (abiblia.org)

Com “O Cão a ser a Virtude que, não podendo fazer-se Homem, se fez Animal” (Victor-Marie Hugo em pensador.com).]

 

(imagens: mars.nasa.gov e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:43

17
Nov 18

“Agora que o Mundo Civilizado

Caminha para uma Inversão total de Valores e de Procedimentos

E conhecendo-se ainda os diferentes modos do Homem

Em conhecer e perceber a Realidade

– Deixando-se mesmo que de uma forma inconsciente manipular,

Muitas vezes coercivamente e por uma mera questão de sobrevivência –

Parece ter-se definitivamente Invertido o objetivo

Da Alegoria da Caverna:

Aqui com as Sombras transformando-se em Realidade

E com o Homem a regressar à Caverna.”

 

E Vendo o Sol a partir de Marte.

[E aproveitando ainda para falar de nós – e obviamente da Terra – c/ a colaboração de M. G.]

 

Earth, our home planet, is a world unlike any other. The third planet from the sun, Earth is the only place in the known universe confirmed to host life. With a radius of 3,959 miles, Earth is the fifth largest planet in our solar system, and it's the only one known for sure to have liquid water on its surface. Though we can't feel it, Earth zooms through its orbit at an average velocity of 18.5 miles a second. During this circuit, our planet is an average of 93 million miles away from the sun, a distance that takes light about eight minutes to traverse.

(Planet Earth, explasined/Michael Greshko/nationalgeographic.com)

 

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NASA – MastCam do Rover Curiosity

Olhando para o Céu de Marte I

14 Novembro 2018 16:04:45 UTC

SOL 2230

 

Enquanto o ROVER CURIOSITY movimentando-se na superfície de MARTE desde 6 de Agosto de 2012 (tendo aterrado na cratera GALE) e tendo já percorrido cerca de 20Km

 

Passa hoje (dia 16 de Novembro de 2018) o seu 2232º dia (marciano) de estadia sobre o Planeta Vermelho (SOL 2232)

 

– Continuando a sua missão (já com mais de 6 anos de duração) de exploração da geologia marciana (no presente fazendo pequenas perfurações neste solo alienígena) de novo com o seu Cérebro Original (retomando o seu computador de bordo nº1 dado anteriormente estar a ser utilizado o computador de bordo nº2)

 

Like Venus and Mars, Earth has mountains, valleys, and volcanoes. But unlike its rocky siblings, almost 70 percent of Earth's surface is covered in oceans of liquid water that average 2.5 miles deep. Earth's atmosphere is 78 percent nitrogen, 21 percent oxygen, and one percent other gases such as carbon dioxide, water vapor, and argon. Much like a greenhouse, this blanket of gases absorbs and retains heat. On average, Earth's surface temperature is about 57 degrees Fahrenheit; without our atmosphere, it'd be zero degrees.

(Planet Earth, explasined/Michael Greshko/nationalgeographic.com)

 

Noutro local do nosso vizinho planeta Marte (em Meridiani Planum) o familiar mais velho o ROVER OPPORTUNITY

 

Tendo percorrido mais de 45Km (na superfície de Marte desde 25 de Janeiro de 2004 ou seja com mais de 14 anos de permanência em serviço)

 

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NASA – MastCam do Rover Curiosity

Olhando para o Céu de Marte II

14 Novembro 2018 15:48:39 UTC

SOL 2230

 

Não comunica com a Terra há vários meses

(desde 10 de Junho de 2018 mais de 5 meses)

Encontrando-se eventualmente num estado de coma profundo.

 

Enquanto isso indo a caminho do planeta Marte uma outra sonda

 

The atmosphere not only nourishes life on Earth, but it also protects it: It's thick enough that many meteorites burn up before impact from friction, and its gases—such as ozone—block DNA-damaging ultraviolet light from reaching the surface. But for all that our atmosphere does, it's surprisingly thin. Ninety percent of Earth's atmosphere lies within just 10 miles of the planet's surface.

(Planet Earth, explasined/Michael Greshko/nationalgeographic.com)

 

– A INSIGHT –

 

No próximo dia 26 de Novembro aterrando na superfície do mesmo:

(e aí se fixando)

 

Tentando agora estudar mas em maior profundidade a geologia marciana.

 

We also enjoy protection from Earth's magnetic field, generated by our planet's rotation and its iron-nickel core. This teardrop-shaped field shields Earth from high-energy particles launched at us from the sun and elsewhere in the cosmos. Thanks to instruments such as NASA's Kepler Space Telescope, astronomers have found more than 3,800 planets orbiting other stars, some of which are about the size of Earth, and a handful of which orbit in the zones around their stars that are just the right temperature to be potentially habitable.

(Planet Earth, explasined/Michael Greshko/nationalgeographic.com)

 

(imagens: nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:15

13
Out 18

[Pelo menos de artefactos terrestres circulando à sua superfície. Desde 15 de Setembro.]

 

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Rover Opportunity

(mal visível na imagem após a passagem da Tempestade de Pó/Areia)

 

Enquanto nada de novo chega da superfície do planeta Marte devido às avarias ocorridas nos dois veículos motorizados aí colocados pela agência espacial norte-americana (e governamental/não privada) NASA – em 2004 com o ROVER OPPORTUNITY e em 2012 com o ROVER CURIOSITY – os técnicos das duas missões ao Planeta Vermelho (assim denominado devido à forte presença de óxido de ferro) tentam desesperadamente recuperar as Comunicações (transmissão de dados Marte/Terra) resolvendo as falhas ocorridas nos seus computadores de bordo (e colocando em risco as duas missões): no caso do ROVER OPPORTUNITY (em Marte há mais de 14 anos) e como consequência do surgimento e evolução da Grande Tempestade de Pó/Areia Marciana (deste ano) com o seu computador de bordo a entrar (por essa altura) em estado de hibernação (nesse estado desde o passado dia 12 de Junho) e apesar das tentativas já registadas ainda não tendo recuperado. Quase quatro meses depois (e não conseguindo o Rover recarregar as suas baterias solares) temendo-se o pior (o fim da missão).

 

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Rover Curiosity

(imagem poeirenta aquando da passagem da Grande Tempestade)

 

Já no que diz respeito ao ROVER CURIOSITY (em Marte há mais de 6 anos) e apesar da Grande Tempestade Atmosférica engolindo todo o planeta, não só por ter sido menos intensamente atingido pela tempestade (de pó/areia) como por ser alimentado por energia nuclear (não dependendo dos raios solares como o Rover Opportunity), a avaria não se deveu (em princípio) ao Fenómeno Atmosférico (podendo-se dizer apesar de tudo extremo) mas a uma falha no seu computador de bordo: colocado fora-de-serviço desde o passado dia 15 de Setembro (a caminho da 4ª semana) sem se perceber ainda muito bem qual o motivo da avaria (possivelmente um curto-circuito/um problema de software) e levando os responsáveis pala missão a tentar derivar as funções do computador de bordo para um outro computador de retaguarda (Backup). Por sinal o computador de bordo inicialmente utilizado nesta a missão (o PC1) e devido a algumas anomalias nele registado (em 2013) sendo substituído pelo que até 15 de Setembro estivera (sem problemas) em ação (o PC2). Entretanto e após tal procedimento (mudança do PC1 para o PC2) tentando-se de novo estabelecer ligação e a retoma das trocas de comunicações (e transmissão de dados). De momento sem notícias (vindas da NASA) seja de um seja do outro.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:37

21
Set 18

[A muitos milhões de Km e sem manutenção]

 

“Estaremos nós inevitavelmente condenados (os seres Humanos),

A implodirmos com este planeta (a Terra)?”

 

Como se já não bastasse o Estado de Coma em que parece permanecer

 

O ROVER OPPORTUNITY

 

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A última imagem transmitida

P/ veículo motorizado OPPORTUNITY

(SOL 5111 – 10 Junho 2018)

 

– Incomunicável desde o início do mês de Junho (já lá vão mais de três meses) por altura do aparecimento da Grande Tempestade de Poeiras chegando (no seu pico máximo de atividade) a engolir todo o Planeta Vermelho –

 

Com a sua última comunicação a ser registada em SOL 5111

(SOL 1 referido a 25 de Janeiro de 2004)

 

Eis que é agora a segunda sonda ainda em atividade no planeta Marte,

 

– O ROVER CURIOSITY –

 

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Uma das últimas imagens transmitidas

P/ veículo motorizado CURIOSITY

(SOL 2172 – 15 Setembro 2018)

 

A apresentar alguns problemas no desenvolvimento das suas atividades (em curso desde 5 de Agosto de 2012) em curso na superfície marciana (desde 15 de Setembro sem imagens do mesmo).

 

De um momento para o outro (repentinamente, sem aviso e sem solução) podendo-se ficar sem qualquer tipo de imagens (como se não existissem mais Espelhos),

 

– Perdidas as Viagens (tripuladas)

 

Do único mundo (para além do nosso a Terra) com o qual ainda mantemos algum tipo de contacto diário.

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:29

19
Jul 18

Depois do abandono por parte do HOMEM dos voos tripulados tendo como objetivo e destino Outros Mundos como a LUA (como com o projeto APOLLO) ‒ abrindo-nos desde logo o Mundo da nossa Imaginação para outros voos mais distantes como até Marte (Interplanetários) e a partir daí (concebendo-o como um entreposto) entre Sistemas e Intergalácticos ‒ eis que agora corremos o risco de nem para lá (para esses Outros Mundos e Planetas) enviarmos Máquinas e através delas estarmos (minimamente) presentes: de modo a assim podermos reclamar Algo Mais como mais uma razão para a nossa existência (nem que seja unicamente para ter o Comando na Mão).

 

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MARTE

CURIOSITY ROVER ‒ SOL 2114

18 Julho 2018

 

Quase 6 anos passados sobre a sua aterragem na superfície de MARTE (5 de Agosto de 2012) ‒ na cratera GALE ‒ e a caminho de perfazer 19,5Km percorridos (em território alienígena), o veículo motorizado CURIOSITY (enquanto nada se sabe sobre o seu irmão mais velho OPPORTUNITY) aproveita uns dias marcianos (SOL 2114 e SOL 2115) para verificar o “Estado dos seus Pneus”: preparando-se para retroceder no seu trajeto até ao momento cumprido (em 2115 dias marcianos), recuando mais uma vez até às coordenadas de SOL 1999 ‒ e iniciando nesse local (pelos vistos prometedor) mais um período de perfuração. Com a repetição da verificação, a calibragem da pressão e a melhoria das condições atmosféricas ‒ persistindo a grande Tempestade Atmosférica (marciana de areias e poeiras) durando há já mais e um mês ‒ dando-se então a partida para a viagem de regresso. Como se pode ver observando um desses pneus com a pressão exterior a ser grande e extremamente intrusiva (devido à ação da erosão, da temperatura e da radiação), testando até ao limite a integridade dos mesmos (pneus) e fazendo o ROVER rolar sem percalços sobre o solo: picando e até perfurando a estrutura única de suporte. Enquanto noutro ponto de MARTE e lutando pela sobrevivência (unicamente alimentado por Energia Solar e impossibilitado de carregar baterias dada a ausência de raios oriundos do SOL) o ROVER OPPORTUNITY permanece em silêncio bem no meio da Tempestade: sem comunicar (até ao momento sem sinal), sem carregar (dada a manutenção da Tempestade e da opacidade atmosférica não deixando passar o Sol) prestes a nos deixar (confirmando-se as previsões talvez sendo uma das maiores perdas depois da sonda CASSINI).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:44

02
Nov 17

Uma amostra de hematite (uns 6cm) identificada em 17 de Setembro de 2017 durante o 1819º dia de estadia do Rover CURIOSITY em Marte.

 

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Investigando uma rocha

(depois de devidamente escovada e revelada)

Debaixo da poeira marciana

(MSL ‒ Curiosity Rover ‒ PIA 22067)

 

Tendo aterrado no planeta MARTE (na região onde se localiza a cratera GALE) em 6 de Agosto de 2012 e nestes mais de 5 anos utilizado o seu veículo motorizado para se deslocar sobre a superfície marciana (explorando-a e estudando a sua evolução), o ROVER CURIOSITY vem-nos agora apresentar um dos seus trabalhos desenvolvidos no cumprimento da sua missão no 4º Planeta Interior do Sistema Solar (também conhecido como o Planeta Vermelho).

 

Servindo-se dos instrumentos associados ao braço automático acoplado ao Rover e através da sua utilização tentando descobrir o que se poderia encontrar debaixo da poeira marciana cobrindo a superfície rochosa (removendo-a, podendo mais rigorosamente identificar os materiais em presença), com a escova do robot a remover a camada superficial pondo claramente à vista uma presença distinta e característica da HEMATITE.

 

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Ampliação

(Hematite)

Estudo duma rocha marciana

(PIA 22066)

 

Uma amostra posta a nu pelos instrumentos de limpeza do Rover (a ele acoplados), apresentando-nos no cume de VERA RUBIN (onde o Rover se encontra na imagem) uma rocha pela sua apresentação e cor sugerindo tratar-se de hematite, com pequenas fraturas ou sulcos preenchidos por minerais de sulfato de cálcio (linhas claras na rocha). E com a hematite (segundo os cientistas) a poder fornecer-nos preciosas informações sobre o Antigo Ambiente em Marte (sendo um mineral de óxido de ferro).

 

HEMATITA Aprenda Mais sobre Este Mineral

(cristaisdecurvelo.com.br)

 

Hematite do grego haimatites = como sangue (isso porque quando em pó torna-se avermelhada) é um mineral de fórmula química óxido de ferro III (Fe2O3), sendo constituído por 70% de Ferro e 30% de Oxigênio.

 

É um mineral muito comum sendo o principal constituinte do minério de ferro, possui brilho metálico e coloração preta, cinza, marrom, marrom avermelhado ou vermelho.

 

Ocorre em rochas ígneas, metamórficas, sedimentares, como granitos, sienitos, traquitos, andesitos, hematita quartzitos  (em camadas com grande espessura) e ambiente hidrotermal.

 

Hematita é criada quando o ferro se oxida ao entrar em contato coma água. Isso mostra que essa pedra está intimamente ligada à água.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:53

05
Out 17

[Observada anteontem em Marte]

 

“I believe in the possibility of commercial space travel - for exploration and for the preservation of humanity. I believe that life on Earth is at an ever-increasing risk of being wiped out by a disaster, such as a sudden nuclear war, a genetically engineered virus, or other dangers. I think the human race has no future if it doesn’t go to space. We need to inspire the next generation to become engaged in space and in science in general, to ask questions: What will we find when we go to space? Is there alien life, or are we alone? What will a sunset on Mars look like?” (How to make a Spaceship/Julian Guthrie/Stephen Hawking)

 

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Marte ‒ O Adulto

(Curiosity Rover ‒ SOL 1834)

 

Pela 1ª vez desde que um veículo motorizado terrestre circula num Mundo Alienígena (neste caso o planeta MARTE), uma imagem registada ontem (dia 3 de Outubro) por um desses veículos (o CURIOSITY) mostra a quem quiser ver e não tiver dificuldade em acreditar, a sombra do que será um MARCIANO adulto acompanhado (na imagem à direita) por dois indivíduos mais jovens (e mais pequenos):

 

Numa prova irrefutável de que poderá existir Vida em Marte (biológica, mecânica ou biomecânica) com um conjunto de sombras a comprovar a existência de três Sujeitos (e não objetos por se deslocarem por sua iniciativa), deslocando-se sobre a superfície (do planeta) nas proximidades do veículo (oriundo da Terra a mais de 200 milhões de km e no dia deste registo comemorando o seu 1834º dia de estadia no Planeta Vermelho).

 

Nestes cinco anos de estadia e trabalho científico sobre a superfície de Marte (noutra região do planeta circulando a sua irmã mais velha OPPORTUNITY) e entre as várias imagens proporcionadas pelas câmaras instaladas a bordo do veículo ‒ e com o mesmo já se tendo deparado ao longo destes quase 2000 dias (ainda faltam 166) com fisionomias semelhantes às humanas (humanoides), fazendo-nos lembrar outros animais (irracionais) e até objetos familiares (como o terminal do tubo de sucção de um aspirador, pela sua apresentação e forma sendo o que teve mais impacto pela sua extrema semelhança ao ainda utilizado na Terra) ‒ deixando-nos mais uma vez desconcertados pela sua Presença mas em notícias revelando a sua Ausência (nem todos acreditando nas sombras como originadas em Sujeitos num Mundo pejado de objetos), cada vez mais desesperados e com menor esperança.

 

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As sombras dos jovens Marcianos

(detalhe da imagem anterior)

 

Seremos nós os únicos Seres (organizados, inteligentes) em todo o Sistema Solar?

 

Uma espécie até ao momento (tendo em conta o seu ainda curto período de Evolução sobre a face da Terra) tendo atingido um nível apreciável de desenvolvimento científico e tecnológico (bem explícito na área da Saúde e da Exploração Espacial), mas que no entanto não aproveitando tudo o que lhe chega às mãos (por aprendizagem ou acidentalmente) e todas as possibilidades que os novos cenários lhe apresentam (e sugerem pela sua simples presença), apenas tem aproveitado tal transformação (e desenvolvimento) para aceder a novas possibilidades e estratégias de matar seres da sua própria espécie ‒ já que mesmo excedentário (o Homem) e dada a (pretensa) sobrelotação da Terra, a solução não será reduzi-lo (o nº de elementos como nós) mas conquistar outros territórios (deixando definitivamente o exclusivo das sondas automáticas ‒ sem tripulação ‒ criando uma base intermédia ‒ em órbita da Lua ou sobre a sua superfície ‒ e daí partindo em naves espaciais tripuladas ‒ interplanetárias ‒ em direção a outros planetas e aí originando colónias).

 

De momento com os norte-americanos (iniciativa privada seguida pela NASA) a apontarem para Marte (com Elon Musk e a Space X à frente) mas só na próxima década (2020/2030) e com outros a proporem uma 1ª passagem pela Lua (Base/Colónia Zero), só depois seguindo viajem.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

01
Set 17

Nas rodas do veículo motorizado movimentando-se na superfície de Marte, as marcas inevitáveis da passagem dos dias e do decaimento da Matéria: num ciclo Evolutivo de contínua transformação, replicado sem fim entre os extremos que definem o conjunto, com picos máximos e mínimos sempre expressos (incorretamente) no nosso quotidiano, ou pela vida (apesar de nada se criar) ou pela morte (apesar de nada se perder). Erodindo tudo e todos de modo a (re) transformar o produto, melhorando a performance da réplica em tempo de pré-lançamento.

 

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 Já com 17Km de rodagem em 5 anos de viagem

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ 27 Agosto 2017

(Sol 1798 ‒ Mahli ‒ 17:21:08 UTC)

 

“ (1) Um veículo movimentando-se num ambiente extraterrestre (Marte), (2) com o seu nome atribuído por uma adolescente (do Kansas), (3) numa missão com um orçamento de 2,5 biliões (de dólares), (4) pesando quase 1 tonelada (na Terra), (5) com a sua velocidade de entrada/aproximação de 5,9m/s e 3,6m/s (respetivamente) e (6) no solo não ultrapassando 1m/h (velocidade máxima do rover), (7) sendo alimentado a energia nuclear (plutónio), (8) utilizando uma CPU a 200MHz com apenas 2Gb de armazenamento (um sistema já descontinuado) …”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Integrando a missão (da responsabilidade da NASA) MARS SCIENCE LABORATORY circula desde 6 de Agosto de 2012 (logo há mais de 5 anos) sobre a superfície do planeta Marte (localizado a uma distância média de mais de 220 milhões de Km do Sol) o veículo motorizado ROVER CURIOSITY (noutra região do planeta circulando o Rover Opportunity) hoje dia 1 de Setembro (de 2017) no seu 1804º dia de estadia em solo marciano (dia marciano = 24h 37mn 22s) e tendo até ao momento percorrido uma distância total de mais de 17Km (17,31Km em 29 de Agosto de 2017): lançado a 26 de Novembro de 2011 de Cabo Canaveral (por um foguetão Atlas V 541) e tocando a superfície de Marte passados pouco mais de oito meses (na cratera GALE).

 

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 Em Marte desde 2012

Última parte do trajeto percorrido pelo Rover Curiosity

(até 29 de Agosto de 2017/Sol 1800)

 

“… (9) Não estando equipado para descobrir Vida mas indícios dessa possibilidade (em qualquer ponto do seu friso cronológico), (10) estando no entanto equipado de várias ferramentas de trabalho e de exploração (como o seu braço robótico), (11) dispondo de um verdadeiro olho de lince (bem demonstrado na aterragem precisa da sonda em Marte) e como última curiosidade (12) com os responsáveis da missão a ainda não saberem ao certo onde terá caído o propulsor responsável pela aterragem da sonda Curiosity.”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Desde o seu 1802º dia de estadia no solo marciano e a caminho dos 17,5Km percorridos (num mundo alienígena exterior ao nosso planeta) movimentando-se a uma média de 0,4m/h (tomando em consideração os 61 meses de trabalho e com o veículo a atingir um máximo de cerca de v = 1m/h) e apontando agora para um alvo denominado TYLER localizada na região rochosa (leito) de MURRAY. Num planeta criado aquando do evento conhecido como Big Bang (provavelmente ocorrido há mais de 4,5 biliões de anos) e que hoje em dia passado um tempo (de biliões de anos) pouco compreensível para nós (com um tempo médio estimado de vida andando pelos 80 anos), talvez por impacto (de um corpo celeste em rota de colisão), por bombardeamento sistemático (de raios solares e por raios cósmicos) ou por outro motivo qualquer ainda desconhecido (tal a nossa ignorância nesta área da ciência), se apresenta como um Mundo aparentemente morto (sem água, sem vida orgânica e sem atmosfera), mas que em tempos (muito remotos) poderá ter sido muito diferente (com uma atmosfera e um oceano ‒ e mesmo Vida ‒ como no presente na Terra).

 

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 Da colisão ao bombardeamento passando por um desastre nuclear

(teoria de um físico norte-americano agora posto de lado, desde que afirmou que Marte foi vítima de uma Guerra Nuclear)

 

“Mars was once Earth-like in climate, with an ocean and rivers, and for a long period became home to both plant and animal life, including a humanoid civilization. Then, for unfathomable reasons, a massive thermo-nuclear explosion ravaged the centers of the Martian civilization and destroyed the biosphere of the planet.”

(Death on Mars ‒ John E. Brandenburg)

 

Podendo-se aceitar (para análise e reflexão e posterior aceitação/eliminação) todas as Teorias apresentadas para explicar o ocorrido em Marte (como a deste físico norte-americano visto não como um cientista mas como um promotor da falsa astronomia logo adepto da Conspiração e das suas Teorias), mas tendo-se que reconhecer que nas transformações envolvendo Energia e Matéria dando origem a este Universo (e à Vida num Universo Eletromagnético) tudo vem e tudo vai permanecendo no mesmo lugar mas com aspetos (aparentemente) diferentes (já que a Matéria e a Energia presentes, são sempre as mesmas no mesmo ‒ ou seja permanecendo constantes no fator Espaço/Tempo). Com o efeito da erosão a ser a melhor demonstração. E por outro lado compreendo o Sol como a fonte de Energia (e logicamente de Matéria) fazendo funcionar outras máquinas que estejam ligadas à rede e que não estejam viciadas (com a bateria da Terra a carregar e com a de Marte esgotada).

 

(imagens: nasa.gov e amazon.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27

27
Ago 17

Apesar da ânsia natural de Elon Musk (com o seu projeto Space X) em receber o mais rapidamente possível notícias de Marte (nem chegando a 100 anos a nossa esperança média de vida na Terra), é fácil de constatar que para tal acontecer (acompanhado por um processo de colonização estável, sustentável e evolutiva em Marte, transformando-se paralelamente num projeto viável de terra formação do planeta) e como o Homem ainda não é um ser comparável a um Deus, que tal só será possível (se já não o foi no passado) por intervenção exterior (natural ou artificial) e com qualidade Divina ‒ um estatuto pelo que se saiba o Homem ainda não atingiu: sem ter dado mais nenhum passo na Conquista do Espaço (com voos tripulados, como o fez há quase 50 anos indo à Lua) e escondendo-se dentro de casa com as portas e as janelas fechadas olhando apenas para o exterior (apenas com uma fina película de permeio a separar) ‒ e não se mexendo morrendo.

 

CR0_556844335PRC_F0651642CCAM02795L1.jpg  CR0_556844395PRC_F0651642CCAM02795L1.jpg

 

Marte/Curiosity Rover/Chem Cam/Remote Micro-Imager/11:26:06 UTC/11:27:06 UTC

 

A partir de duas imagens obtidas no passado dia 24 de Agosto pelo Rover da sonda Curiosity ‒ movimentando-se atualmente sobre a superfície do planeta Marte e já com mais de 17Km percorridos (no seu 1795º dia de estadia sobre a superfície marciana) ‒ as câmaras de um dos dois veículos da NASA ainda em atividade no planeta Vermelho (a outra sendo a Opportunity) acabam por nos proporcionar o visionamento com um intervalo de um minuto de mais dois pormenores estranhos sobressaindo do relevo de Marte.

 

Na imagem à esquerda com as câmaras instalados a bordo do veículo motorizado a revelarem-nos na parte superior da mesma (imagem) o que parece ser o resto de algum tipo de estrutura antiga (natural ou artificial), entretanto colapsada e em avançado estado de degradação e com um dos registos aí assinalados a fazer-nos lembrar (algo de familiar na Terra) uma cruz; já na imagem à direita e ainda se observando a referida cruz (no canto superior direito), com algo de peculiar a surgir-nos no centro da mesma (imagem), no nosso cérebro e após processamento mental (condicionado pela nossa vida na Terra) tanto podendo ser parte dessa estrutura meio suspensa (antiga e natural ou então artificial) como até um disco-voador (ou simplesmente um mero erro induzido pelos nossos órgãos dos sentidos).

 

Recordando o que dizem os cientistas referindo-se a um planeta árido, desértico, sem água nem atmosfera e completamente desprotegido da ação nefasta oriunda do Espaço exterior (raios solares e raios cósmicos entre os mais perigosos), até hoje sem a descoberta de qualquer tipo de vida orgânica (ou vestígios) por mais primitiva que fosse (apenas presente o mundo mineral), mas que no entanto num passado já bastante distante poderá ter sido algo diferente (ao que se vê hoje) talvez semelhante ao que vemos, hoje e aqui na nossa Terra. Num episódio ‒ e dada a idade estimada de Marte (uns 4,6 biliões de anos) ‒ ocorrido há suponhamos uns 2 biliões de anos e que passado todo este tempo, nada de intacto e visível, deixaria à sua superfície (a erosão é terrível): e se tal vindo a ocorrer só de civilizações posteriores, provavelmente alienígenas (estranhas ao planeta Marte) e vindas de outra galáxia (por exemplo a de Andrómeda, um dos objetos mais brilhantes no céu, a mais de 2,5 anos-luz da Terra e em rota de colisão futura com a nossa Via Láctea).

 

E porque não pensar na Terra como um dos berçários do Universo, com todos os exemplares possíveis (disponíveis mas indubitavelmente sendo mais) aí expostos como num catálogo ‒ extenso, exponencial e infinito, mas delimitado pelo Nada (o vazio do Espaço): sendo terrestres ou extraterrestres oriundos dum mesmo molde. Talvez formando um conjunto interagindo com outros e integrando como todos (tudo o que existe) um conjunto ainda maior (um multiverso) ‒ e num dia já Marcado mas ainda por Estabelecer concretizando-se finalmente o Contacto com os nossos Irmãos das Estrelas (aplicando-se então e aí A Teoria de Espelho).

 

(texto: a partir de artigo ufosightingshotspot.blogspot.pt ‒ imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:43

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