Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Mar 15

Aqui se fala de indivíduos a quem toda a gente paga:

para que nos representem e também para que nos defendam.

(e não para cobrar numa porta e escapar-se logo pela outra)

 

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Primeiro-Ministro

 

Nestes últimos anos sempre que não tive dinheiro ou ingenuamente me esqueci, posso jurar pela minha saúde que por seu lado o Estado nunca se esqueceu de mim: com multas a pagar, juros a crescer e processos sem fim.

 

• Ideias básicas de indivíduos prepotentes:

 

Luís Montenegro diz que "era o que faltava" que o primeiro-ministro se demitisse

 

• Reacções básicas de indivíduos colaborando e beneficiando com essas prepotências:

 

PR não quis comentar dívidas de Passos

 

• Esquecimentos básicos e necessários de indivíduos prepotentes:

 

Passo sabia que devia mais 26 meses do que pagou

 

• O que básico pode acontecer quando o nosso amigo é um indivíduo prepotente:

 

Dívida. Assessor de Passos denunciou Paulo Macedo

 

Como eu não pertenço ao grupo privilegiado de prepotentes, o que me poderia acontecer era ser-me instaurado um processo ou até vir a ser condenado: depois de requalificado e tornado excedentário, desse modo eliminavam-me de vez.

 

(títulos: Lusa e Expresso – imagem: Luís Barra/Expresso)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:42

26
Nov 11

Torre de Belém sob domínio estrangeiro

 

Lisboa acaba de ser ocupada por forças estrangeiras vindas dos mundos longínquos das Novas Fronteiras, que pretendem com esta acção completar a ocupação exemplar e pacífica de Portugal, como garantia para o pagamento dos juros e da dívida nacional, contraída em nome da estabilização do preço do espaço por metro quadrado.

 

Esta foto foi captada através da utilização cuidadosa de uma máquina fotográfica chinesa de marca conhecida – vinda directamente do terminal portuário de Sines – enquanto comia tranquilamente o meu primeiro e delicioso pastel de Belém, sentado nas margens do rio Tejo e com uma mini como companhia.

 

Após um último lampejo de sabor a creme e canela, só tive tempo de fugir a toda a velocidade em direcção ao Museu da Electricidade e refugiar-me no seu interior, logo à entrada, na zona do bar: com uma forte aguardente na mão e toda força do meu carácter, liguei o plasma que estava ali e pus-me a ver em directo. Foi quando lançaram o primeiro raio e tudo ficou decidido.

 

Na margem sul os camelos continuavam sem interesse e emoção a sua lide diária, não se apercebendo na sua lucidez mecanizada, do que se estava a passar do outro lado do rio. Deste lado do Tejo o mundo continuava um deserto, pouco valendo o metro quadrado, desde a infame suspensão da construção do transporte gravítico vinculativo, com o pretexto de que “sem dinheiro, ninguém oferece o traseiro”!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:21

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