Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Mar 19

E já agora descubra a diferença

− Bono Vs. Bono

Se é que ela existe mesmo!

(Eu faço parte dos 99%/modelo de gama baixa ainda-por-cima descontinuado

e Este é um tipo dos 1%/modelo de gama alta recentemente reconvertido)

 

Um exemplo do caminho obrigatório a percorrer pelas nossas Elites atualmente no poder (todas afirmando lutar pela Equidade Universal), oriundo do Mundo do Homem (apagados os outros Trilhos) e da Projeção adotada (ou adaptada, como quiserem) em que esta Sociedade do Espetáculo se transformou: em que tudo gira à volta (exclusivamente) do dinheiro − e do poder (ilimitado) que ele pode proporcionar − desprezando-se a Necessidade (de muitos) e até mesmo o Acaso (que nos faz Navegar entre a Ordem e o Caos).

 

snapshot.jpg

U2

Sunday Bloody Sunday

Londres 22.03.83

(ensanduichado de um lado e adaptando-se)

 

Ambos fundamentais para todo o tipo de Transformações (que nos leva ao Movimento pela necessidade de sobrevivência/diferenciação) e uma forma de Negar (pelo menos Espiritualmente) os limites impostos por uma Viagem Previamente Interrompida (no nascimento/de onde viemos como na morte/para onde vamos):

 

Sabendo-se desde os primeiros dias (e por tantas vezes verificado na prática, se não nos virmos como algo de isolado biologicamente e verdadeiramente algo de anormal) que “Na Natureza Nada Se Cria E Nada Se Perde Tudo Se Transforma” (Lavoisier).

 

E abertos bem os olhinhos e profundamente estudadas (todas) as condicionantes (entre trilhos, caminhos, vias rápidas) − a Vida dá-nos a Experiência e a Arte de Saber (para o Bem e para o Mal na nossa perspetiva católico-romana) – facilmente ficando-se a saber quais as escolhas (Amigos) a fazer (para integrar os 1%):

 

davos_world_economic_forum_summit_0.jpg

Bill Gates & Christine Lagarde

Bono

Davos 2019

(ensanduichado do outro e readaptando-se)

 

E partindo de SUNDAY BLOODY SUNDAY (como o fez BONO esquecendo-se do Bloody) chegando-se rapidamente a DAVOS (a Terra dos Excecionais).

 

Nem que para tal tenhamos, que engolir Sapos-Vivos (como Gates e Lagarde entre muitos mais predadores).

 

Sabendo-se ainda-por-cima que o que se passa atualmente na AMÉRICA (hoje de Donald Trump, como o poderia ser/de outra forma, de Hillary Clinton) representa apenas o início de uma Luta de Morte e sem quartel entre os Milionários do Mundo e os até agora seus fiéis e subservientes (mas bem pagos) Representantes Políticos (agora tornados obsoletos/dispensáveis tanto para Ricos como para Pobres). Já agora (e aproveitando para falar dela) a omnipresente traição:

 

Pelos vistos todos nós atraiçoamos alguém

(ou algo parecido com isso, sendo uns bons e outros maus)

 

Como BONO o fez à sua banda U 2

a nível internacional

(partindo de SUNDAY BLOODY SUNDAY e chegando a DAVOS)

E tal como Miguel Sousa Tavares o fez ao seu amigo David Crockett

− a nível nacional

(esquecendo-se da sua jura feita em livro e deixando-o morrer).

 

(imagens: Stories For Boys/youtube.com e socialistvoice.ie)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:23

19
Jan 16

O Problema é lá Chegar!

 

Como durante uma crise económica e financeira tremenda 1% da população mundial aumenta a sua fortuna de 50% ou ainda mais (os mais ricos), enquanto os outros 99% perdem outro tanto ou ainda mais (os mais pobres).

 

2015-347--The-gap-between-the-rich-and-the-poor-to

 

Nasci na Ilha Pequena onde moravam 1.000 pessoas. Ilha que tinha uma irmã (a Ilha Grande) onde moravam apenas 10. Na Pequena moravam os pobres e na Grande moravam os ricos. Com rendimentos mensais iguais logo com o mesmo para gastar: R₁₀₀₀ = R₁₀ = 1.000 moedas. Logicamente que nas ilhas uns viviam (Ilha Grande = 1%) e outros não (Ilha Pequena = 99%). Mas a vida era assim e teriam de aguentar.

 

Um dia algo se deu e alguém veio cobrar. As ilhas parentes em si teriam as duas que pagar: e como gémeas que eram à chegada do cobrador só tiveram que pagar e na igualdade concordar. E assim de uma assentada de cada levou 500 (moedas) e apenas com uma braçada esganou outros 500 (pessoas). Mas como toda a gente sabe esse é o custo da manutenção da sociedade democrática onde hoje vivemos.

 

Assim as 1.000 pessoas da Ilha Pequena e as 10 pessoas da Ilha Grande viram os seus rendimentos drasticamente reduzidos em 50%: agora com cada pessoa da Ilha Pequena a ter 0.5 moedas/mês e da Ilha Grande a 5 moedas/mês. Num cenário notoriamente mais drástico e pesado para a Ilha Pequena (onde com 1 moeda/mês se sobrevive), mas sem grande impacto na Ilha Grande (ainda com 5 moedas/mês para gastar).

 

Mas será mesmo assim? É melhor recapitular. Temos duas ilhas e 1010 pessoas. Com rendimentos que foram reduzidos de 50% restando um total de 1.000 moedas. Num corte levado a cabo por um distinto cobrador vindo do lado de lá não se sabe bem donde. Mas conhecido por alguns como o intermediário, com papel de mandatário e até de empresário. Num estado de emergência sendo ele o Banco Central.

 

Recolhidos as 1.000 (moedas) o que irão agora fazer? Ajudar desde logo a gente, salvando sempre as ilhas. Como? Investindo nas forças vivas (residentes na Ilha Grande) e dando força aos restantes (residentes na Ilha Pequena): isto porque todos nós que professamos a doutrina cristã e ocidental, que acreditamos na superioridade de outras entidades mesmo que desconhecidas ou abstratas e que delegamos sem hesitar a nossa vida nuns poucos outros (e nas suas coisas) ainda achamos que sem chefes nunca haverá homens e a Terra parará.

 

E foi assim ao falar com um simples merceeiro (um ás nas contas e nos negócios) que cheguei à tradução que me deu a conclusão:

 

Parâmetro/Ilha

Ilha
Grande

(moedas)

Ilha
Pequena

(moedas)

Rendimento mensal anterior à crise 1000 1000
Nº de habitantes 10 1000
Rendimento mensal anterior à crise por habitante 100 1
Corte no rendimento mensal devido à crise 500 500
Rendimento mensal após corte 500 500
Rendimento mensal após corte por habitante 50 0.5
Redistribuição após corte 1000 0
Rendimento mensal após redistribuição 1500 500
Rendimento mensal após redistribuição por habitante 150 0.5

 

Ou seja durante este período de crise:

 

A evolução do rendimento mensal dos ricos foi 10050150 enquanto do lado dos pobres foi 1 0.50.5 (claramente uma distribuição equitativa de sacrifícios);

 

Nesse período a variação dos rendimentos registou um crescimento de 50% para os ricos e um decréscimo de 50% para os pobres (o dinheiro tinha que vir de algum lado);

 

E no parâmetro que mais nos interessa e que revela bem a equidade crescente do mundo onde hoje vivemos (seja ela verdade, seja ela mentira), enquanto anteriormente a relação de rendimentos entre ricos e entre pobres era de Ricos = 100 X Pobres agora ela fixa-se nuns aterradores Ricos = 300 X Pobres (no que à Europa diz respeito mais um prenúncio do fim do euro).

 

Pelo que não é de espantar que surjam títulos como este (achando eu que ainda por defeito):

 

“The wealth of the most affluent rose 44 percent since 2010 to $1.76 trillion, while the wealth of the bottom half fell 41 percent or just over $1 trillion.”
(swissinfo.ch)

 

Ainda-por-cima quando é necessário demostrar algum tipo de preocupação com os outros 7 biliões de habitantes do planeta Terra, agora que vem aí o fórum económico mundial com o seu encontro anual dos mais influentes do mundo (contando aqui e agora com mais de 60 multimilionários): entre 20 e 23 de Janeiro na famosa cidade suíça de Davos.

 

“The global inequality crisis is going from bad to worse. The global charity says inequality is worse than it has been in 100 years.”

(aljazeera.com)

 

(imagem: inkcinct.com.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25

27
Jan 14

Oblivious to the Coming Revolution

(Paul Farrell)

 

Davos

 

The world looks different from rarified altitude of a billionaire. Especially if you’re one of the 85 richest, who control more wealth than the 3.5 billion poorest.

 

You guys already own half the planet. Keep up the good work, getting richer, by the end of this century your family could be one of the world’s 11 trillionaires predicted in the new Credit Suisse Global Wealth Report. Capitalism is the ticket to owning everything.

 

Cruising at 51,000 feet, Mach 0.85 in your $40 million Gulfstream jet, you know the world belongs to you. A few days at the World Economic Forum in historic Davos, Europe’s highest city, high in the Swiss Alps, and your world seemed even bigger. Roots in the Higher Middle Ages. Fabulous ski resort.

 

Davos is mostly about business contacts, meeting other powerful capitalists, great PR and i-photo ops walking among world leaders, in seminars, at meals, over drinks, just mingling with the 2,500 participants — all the captains of industry, central bankers, heads of state, thought leaders and celebrity economists, maybe even listening to actor Matt Damon talking about his Water.org or attending a mindful meditation session with Goldie Hawn.

 

But bottom line: for 1,500 business and financial types at Davos, many whose firms are permanent members, just one new contact can justify the quarter million often spent belonging to the exclusive Davos Forum. Yes, up at their altitude, the world really does looks different.

 

Billionaires aren’t ‘Curious Capitalists,’ they just want to make more money

 

The truth is, for 43 years Davos has been a private club for capitalists that has had more to do with increasing economic inequality than any other global organization. Here’s how a real “Curious Capitalist,” as Time’s editor, Rana Foroohar, sees it from ground level mingling with world leaders, gathering quotes, interviewing and blogging, to get answers to “The 5 Most Important Questions for the Davos Elite”:

 

  • Is U.S. economic recovery for real?
  • Will China’s economy blow up?
  • Is technology a friend or an enemy?
  • Who wins, millennials vs. baby boomers?
  • What will the political impact of inequality be?

 

Actually, only one of these five questions has the potential of triggering catastrophic long-term consequences: Economic inequality. The other four, while significant, are all what mathematicians call dependent functions of the inequality equation that’s impacting technology, generational conflicts and the economies of China and America.

 

In fact, a cultural revolution is creating a new global collective conscience between capitalism and inequality, the Haves and the Have-nots. A powerful virus is spreading, rising from the grass roots of billions in the repressed poor and the middle class, forcing moral leaders to step forward and openly challenge the destructive forces of capitalism. You can now even see them jumping on this new bandwagon.

(...)

 

(Paul Farrell/26.01.2014/marketwatch.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:37

24
Jan 14

 

Decorre entre quarta-feira e sábado (22 a 25) na estância alpina de Davos na Suíça, o 44.º Fórum Económico Mundial (WEF). Estarão presentes neste importante evento global 2.500 personalidades seleccionadas entre a nata das elites da nossa sociedade, entre executivos (1.500), investidores, políticos (48), banqueiros (20) e até algumas das mais destacadas celebridades internacionais – para além da esmagadora maioria dos bilionários (80) e de muitos mais milionários. Como pormenor adicional e paralelo à realização deste Fórum Económico, o mesmo ocorre no preciso momento em que 85 bilionários detêm uma riqueza equivalente à de mais de 3.500.000.000.000 de pessoas – mais de metade da população mundial, estimada em cerca de 7 biliões.

 

(dados – sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:10

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