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No Problema Mr. Eleicron

Sexta-feira, 21.01.22

Confirmando o vírus estar prestes a entrar para a História (da nossa gente) nos próximos dias e até pela força das circunstâncias (a Economia não podendo esperar, tendo-se que normalizar a Saúde) alguns países da Europa podendo já declarar que o “Vírus Morreu”,

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Primárias dos EUA

(2022)

Em conformidade abrindo-se completamente as portas e as vias de comunicação, não se cumprindo o dever de estar vacinado, perdendo-se direitos e podendo-se ser proibido de entrar em qualquer lado (que não em casa, nem devendo sequer sair) ou mesmo ser sancionado,

Em Portugal como sempre e mais uma vez nem agindo nem sequer reagindo, delirando um pouco e depois pretensamente inventando (coisas de génio), não podendo impor legalmente a sua teoria (passando-a à prática) dado o Governo estando lá na realidade não existir,

Eis que no mesmo sentido e com o mesmo objetivo de se declarar a “Morte do Vírus” e sabendo os dias possíveis do ato eleitoral serem ambos a um domingo podendo prejudicar muitos momentos de convívio e lazer de dois fins-de-semana consecutivos,

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Aguardando pela Decisão

(o “Momento Eleicron”)

O Conselho de Ministro aparecendo e apesar de nem sequer existindo, esta quinta-feira (20 de janeiro) publica uma nova Norma, não tendo receio de ouvir “O Rei Vai Nu” como reflexo da sua afirmação “O Vírus Morreu” ─ de uma forma tuga-carinhosa, não (como em França) agressiva

A partir de hoje seja qual for o motivo e desde que o mesmo seja importante para um coletivo ─ vivendo-se numa Democracia ─ querendo-se reunir uma multidão bastando para tal marcar uma eleição, sendo a única condicionante e tal como nas discotecas, que para além do consumo (obrigatório, o voto) se concretize preferencialmente ao fim do dia (horário noturno). Até se bebendo uma mini para matar o bicho e dispensando-se os profissionais de Saúde.

E sabendo-se além do mais toda esta gente ir ser privada de mais um momento de convívio coletivo (um ato eleitoral, metendo a nossa ideia escrita, numa urna) ainda-por-cima único, livrando-se por momentos duma solidão forçada e por vezes extrema de mais de dois anos,

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Direito de Voto

(sempre)

Autoriza não a 23, mas a 30 de janeiro ─ a data do decisivo “Momento Eleicron” ─ que, “tal como os não Infetados todos os infetados possam ir votar”, exercendo em Liberdade o seu direito, utilizando a “única arma da gente” ─ para muitos e tal como com a Religião, o “Ópio da Gente”:

Adicionalmente e mostrando-se responsável com o Governo (ou seja, António Costa e o PS, Rui Rio e o PSD não o integrando) acrescentando um guia de segurança para quem se quisesse exprimir, alguns fazendo-o certa e corajosamente, enfrentando o vírus ou o já infetado, no trajeto em direção às urnas (de ida e volta),

Sugerindo que tal “momento Infetado” tivesse lugar num horário aberto das 08:00/19:00 preferencialmente das 18:00/19:00 (e já sem não Infetados) e sendo ainda mais rigoroso (“cuidadoso” com a gente), aconselhando esses mesmos “Infetados” (não fosse infetarem os outos não no local de voto, mas no caminho),

Muitos deles com sintomas visíveis, doentes, sendo crianças, velhos e ainda se podendo referir outros casos similares, a evitarem transportes públicos e em alternativa ou sendo rico/carbonizado irem de automóvel ou sendo pobre/eco então a pé, restando-lhe ainda outras opções, mas não mencionadas/esclarecidas (como trotinete, patins, skate).

(imagens: hayscountytx.com ─ eco.sapo.pt ─ apmreports.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:20

O Brincalhão e o Sério

Segunda-feira, 17.01.22

Para quem individualmente não tem mesmo nada na cabeça (como eu, como todos nós, acham eles) e para preencher pelo menos um seu cantinho (o todo estando cada vez mais vazio), recorre a um coletivo pouco mais tendo na sua cabeçona (no fundo um amontoado de crânios), olhando para a intervenção destes últimos, de “uma formiga transformando-a num Elefante” e deixando-nos levar (perdida até a nossa força mental) pela força impetuosa da corrente ─ poderosa, própria dos Média, pagos por alguém para dizer algo

[Rio tendo dito que Costa iria votar antecipadamente no Porto a 23 (opção escolhida por Costa), não em Lisboa a 30 (sendo utilizada essa alteração para a brincadeira de Rio).]

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O Brincalhão e O Sério

De uma “brincadeira alegre e com alguma piada”, chegando-se a uma “graçola e ao desconhecimento do que é uma democracia”.

Podendo-se concluir estarmos perante a tentativa de criação de uma notícia, através da introdução do que seria noutras circunstâncias um mero episódio ─ tendo verdadeiro conteúdo para inserir na campanha eleitoral em curso (começando oficialmente no dia de hoje), não passando daquilo que é, face à nossa situação, obviamente nada e de interesse nulo ─ como tal, em função do resumidamente exposto e colocando-nos no nosso devido lugar ─ os “Deploráveis” (a imensa base de sucessivas camadas da pirâmide social) ─ à falta de melhor propondo-nos a opção ─ decisiva a 30 ─ entre o “Brincalhão” e o “Sério”.

Não merecendo que se goze, quem mais sofre e trabalha (para eles e para nós).

(imagens: MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:23

A Decisão

Terça-feira, 04.01.22

“Num Mundo em que aparentemente (bastando olhar e sentir), nada se decide.”

No Verão do ano passado (2021), tendo-se conhecimento da existência de um processo legal em curso contra o grupo NIRVANA, levado a cabo pelo bebé (agora um adulto com 30 anos) aparecendo na capa abaixo reproduzida, sob o pretexto e acusação de “pornografia infantil”,

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Sendo bem visível o instrumento e a moeda de troca

(argumento de acusação do bebé, agora adulto)

A decisão de um tribunal do estado da Califórnia (EUA) ─ sobre este caso de pretensa “exploração sexual” ─ arquivando o caso (o pedido feito pelos NIRVANA). Na sua defesa com o grupo norte-americano apresentando como argumentos,

─ Desmentindo a hipótese de “pornografia infantil” (pirilau à vista)

e de “exploração sexual” (dinheiro à vista)

Entre outros (exemplos) e no seu comportamento, não revelando estar minimamente incomodado (com o seu caso, sendo o acusador), nunca se inibindo de à custa da mesma capa ir aproveitando (o protagonismo aí concedido) e faturando (com a sua imagem).

(imagem: Nirvana/elpais.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:23

Desconfinamento a 19 ─ Face à Evidência dos Números, a Decisão

Quinta-feira, 15.04.21

Recuando 14 dias e consultando os compromissos do Governo (pelo mesmo divulgado na altura) caso tudo corresse bem neste último período de Desconfinamento (para obedecermos, com o mesmo sendo sempre acompanhado pela respetiva renovação do Estado de Emergência),

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Desconfinar/Desconfiar

 

Prevendo-se que caso este ache (o Governo/o 1º Ministro) que tudo decorreu satisfatoriamente e dentro dos limites aceitáveis nestas últimas duas semanas, os próximos passos de Desconfinamento (mais visíveis/impactantes para a generalidade dos portugueses) sejam os seguintes (conduzindo-nos neste período e sendo a opção/solução eficaz, ao fim do Estado de Emergência) ─ aqui apresentados:

 

Reabertura dos espaços interiores em cafés e restaurantes com um máximo de 4 pessoas/mesa (nas esplanadas 6 pessoas/mesa), com um horário de fecho às 22 horas (fim-de-semana 13 horas);

 

Regresso ao ensino presencial dos alunos do ensino secundário e superior, por volta duns 800.000 estudantes;

 

Reinício das atividades em espaços fechados como cinemas, teatros, lojas públicas (como a do Cidadão) e privadas (como centros comerciais, lojas de produtos diversos, ginásios/sem ser em grupo, etc.); já nos espaços abertos com a atividade física a estar limitada a grupos de 6 pessoas e com a lotação máxima em eventos (ao ar livre, como casamentos) a ser limitada a 1/4 da sua lotação.

 

No entanto e passadas duas semanas com o cenário aparentemente a agravar-se, com dois dos parâmetros fundamentais para a análise e estudo da evolução da doença Covid-19 ─ influenciando diretamente esta decisão (para o novo período de Desconfinamento, a iniciar-se a 19 de abril e indo até ao fim do mês) ─ a não respeitarem o esperado/desejado, casos da evolução do nº de Infetados/dia e do índice de transmissibilidade: o primeiro mantendo a sua instabilidade (subindo/descendo), o segundo ─ o R(t) ─ em lenta mas constante subida desde há várias semanas.

 

desconfiar.jpg

Desconfinar/Desconfiar

 

Pelo que se o Governo (de Costa) não enfiar como a avestruz “a cabeça no buraco”, no mínimo terá que ter atenção aos concelhos com mais de 120 infetados/100.000 pessoas e com R(t) > 1: sendo um escândalo se passados uns curtos e rápidos 14 dias o Governo estrategicamente se “esquecesse” do seu “sagrado” compromisso ─ assumido perante todos os portugueses ─ nesta luta de vida ou de morte contra o vírus SARS CoV-2.

 

Nos concelhos com mais de 120 casos/100.000 pessoas ou com o índice R(t) > 1, tendo-se obrigatoriamente de manter ou recuar no Desconfinamento, nos outros não: e não sendo a tarefa assim tão difícil de executar/implementar pois num 1º passo e até para não criar confusão (uma localidade estando mais desconfinada, a outra sendo vizinha/próxima não menos) podendo-se limitar a regiões mais afetadas como por exemplo (e de momento) as ilhas e o Algarve (e mesmo aí podendo fazer uma “escolha/seleção”) em 14 dias podendo ser localmente alterada.

 

No Algarve estando sobretudo em causa o que fazer com Portimão, Albufeira, Lagoa e Vila do Bispo, os 4 concelhos mais em risco (Covid-19) entre um total nacional de mais de vinte em causa (vinte e nove municípios, podendo parar/recuar na reabertura). Para já com o 1º Ministro a ter afirmado que “é razoável acreditar que o país continuará a desconfinar em mais esta fase, ainda que, eventualmente, a várias velocidades” (António Costa). Veremos logo ao fim da tarde.

 

(imagens: desmotivaciones.es ─ dicio.com.br)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:04

Ansiosamente à espera de EMA

Quarta-feira, 07.04.21

Ou o “Regresso à Realidade” em poucos segundos.

 

[Conhecendo-se já a sua resposta (EMA a partir das 15h): sendo o saldo positivo, mantendo-se tudo na mesma (confirmação da EU a partir das 17h), obedecido e seguido pelo nosso Governo (nem sequer tendo opinião).]

 

Ao tomar o pequeno-almoço e como habitualmente entrando no site pela sua página de abertura, deparando-me de imediato com uma mão cheia de notícias deixando-me ainda mais preocupado com o que me poderá acontecer no próximo sábado dia 10 de abril a parir das 11.40 ─ momento em que me será administrada a vacina contra o Covid-19, em princípio a inglesa AstraZeneca ou a norte-americana Pfiser:

 

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Com a vacina Astrazeneca até por ser uma das pioneiras

e pela falta de dados sobre a sua eficácia,

a colocar algumas dúvidas às autoridades de Saúde norte-americanas

 

Marcelo espera uma «avaliação rápida» da vacina da AstraZeneca

e aponta o dedo à falta de união da EU.

(executivedigest.sapo.pt)

 

Ministra da Saúde convoca reunião de urgência

para debater vacina da AstraZeneca. (lifestyle.sapo.pt)

 

EMA pronuncia-se hoje sobre relação da vacina AstraZeneca

com formação de coágulos. (lifestyle.sapo.pt)

 

Clientes não usam máscara nas esplanadas.

Restaurantes pedem medidas urgentes. (lifestyle.sapo.pt)

 

Porque é que algumas escolas fecham quando há casos de Covid-1

 e outras não? (visao.sapo.pt)

 

Vacinação lenta e reabertura total das escolas

pode levar a quarta vaga. (24.sapo.pt)

 

“A quarta vaga vai ser maior”.

A nova variante da Covid-19 que está a causar preocupação no Japão.

(visao.sapo.pt)

 

EpiVacCorona, segunda vacina russa, tem 94% de eficácia

─ segundo o diretor de laboratório que a criou.

(24.sapo.pt)

 

Aumento de 10% na importação de produtos Covid revela

urgência em reduzir dependência estratégica da economia europeia.

(eco.sapo.pt)

 

Brasil continua a ser país com mais mortes registadas em 24 horas.

Ultrapassada barreira das 4000 vítimas num só dia.

(24.sapo.pt)

 

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Com a EMA seguindo as diretivas de quem a controla

(nível de encomendas/entidade facilitadora/contribuindo p/ a monopolização)

reautorizando a Astrazeneca

 

Uma mão cheia de imensas contradições, incompetências e aproveitamentos, deixando-me mais uma vez perplexo, fazendo-me cair mal a minha 1ª refeição do dia e provocando-me ainda um “maior aperto do coração”, sabendo estar a apenas 3 dias da minha vacinação e do que daí poderá advir ─ quando ainda se espera e mais uma vez entre avanços e recuos sucessivos ─ e já percorrendo quase todas as faixas etárias (dizendo-se que sim/dizendo-se que não) ─ a viabilidade para os efeitos pretendidos e sem sequelas graves (a curto-prazo) de uma das vacinas que irei tomar (Astrazeneca ou Pfiser): podendo ser uma ou a outra vacina estando de momento a britânica Astrazeneca em questão, mas não sendo essa a única razão pela minha preocupação (tratando-se não só um grave problema de Saúde, mas envolvendo políticos e as suas empresas de representação ─ uma delas sendo a EMA ─ alargando-se perigosamente o problema, colocando-o sob alçada do mercado, do lucro e da comercialização).

 

Esperando-se agora pela decisão da reunião urgente de Ministros de Saúde marcada para o fim da tarde desta quarta-feira (pelas 17:00 Lisboa, online), onde mais uma vez será determinado se relativamente à vacina da Astrazeneca a resposta será desta vez SIM ou NÃO: apesar de mais uma vez se saber (pelo aparecimento de mais casos alguns deles sendo mortais e abrangendo várias faixas etárias) da ligação vacina/coágulos sanguíneos ─ devendo-se obviamente optar pela sua suspensão (temporária ou não) ─ conhecendo-se como se conhece o poder das Farmacêuticas e a sua estreita ligação com o poder (traduza-se, políticos e facilitadores) tudo se podendo esperar apostando eu na tripla 1X2. Esperando assim e em 1º lugar pelo resultado oriundo da conferência de imprensa a realizar-se ao início da tarde de hoje (pelas 15:00 Lisboa), apesar de dali não esperar grande coisa ou não estivéssemos a falar da EMA (Agência Europeia do Medicamento): podendo as outras vacinas serem melhores/iguais/piores e esquecendo as possíveis mortes pelas mesmas provocadas (só se conhecendo as da Astrazeneca e pouco se sabendo das outras) não se interrompendo para já a sua administração (podendo ter consequências negativas) esperando-se um pouco mais ─ desde que não se introduzam elementos estranhos às diretivas da EMA (imposta pelos EUA ao lado das suas farmacêuticas) como a vacina russa Sputnik (que muitos pela Europa e pela calada já reservaram/administraram e mesmo com alguns com planos de montagem de uma fábrica no seu país). A EU e a EMA o esclarecerá lá para o fim do dia se no próximo fim-de-semana terei de ir para a fila tomar a AstraZeneca (conhecida em todo o Mundo, certamente que sem razão e apenas por concorrência ─ tendo na sua “bolsa-de-mercado” o recorde de países ─ como a “vacina do pobre” não por ser de má qualidade, mas por ser de todas a mais barata).

 

E assim (mesmo em cima das 15:00 próximo da EMA falar) ficando suspenso e à espera da declaração da EMA e da posterior decisão da nossa muito respeitada e temida “correia de transmissão” (e sua Task Force).

 

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Com a própria GB origem da AstraZeneca face à “falta confiança/tendo sensibilidade”

(veja-se o caso contrário dos EUA em tempo de eleições)

oferecendo em alternativa a Moderna

 

Que como se esperava e em poucos segundos disse (a EMA não a correia, sendo incapaz) ─ invocando os benefícios (apesar das mortes) e sendo a mesma tão barata (criando-nos a dúvida sobre a existência da dupla vacina rica/vacina pobre) ─ SIM. Ou será que as pessoas não sabem, ser normal morrer-se não da doença, mas igualmente da cura?

 

“EMA confirma "possível ligação"

entre a vacina da AstraZeneca e tromboembolismos.

Mas benefícios superam riscos.”

(lifestyle.sapo.pt)

 

[Portanto (p/ EMA e como estrutura especializada seguindo os seus critérios “estritamente científicos”, não económicos): “como o que não mata engorda” e a vacina até que é barata, episódio justificado, vacina confirmada e venha lá o caso seguinte. Envolvendo uma vacina autorizada, mas (até pela urgência) nunca tendo sido conveniente testada e controlada, com uma eficácia inicial de 70%, oscilando depois entre os 60%/90% e fixando-se nos 50% exigidos ─ não impedindo com a sua manutenção a próxima entrada da vacina Johnson & Johnson/EUA (já envolvida numa bronca, antes de se lançar na Europa) no mercado europeu, mas tendo o efeito contrário com a vacina Sputnik /Rússia. Vacina Sputnik que apesar da sua eficácia (90%/95%) e cumprindo todos os requisitos ocidentais (como o reconhecem todos os especialistas deste lado), mesmo necessitando dela com urgência com a Europa (melhor, parte dela, através da pressão EMA/EUA) ainda mantendo a recusa (por países atrasados como Portugal) oficialmente não a aceitando (talvez devido à sua preferência, “só por trás”).

 

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Já agora porque não dar-nos um placebo

(com rótulo à nossa escolha)

para nos tranquilizar e evitar mais confusão?

Placebo: fármaco, terapia ou procedimento inerte, que apresenta, no entanto, efeitos terapêuticos devido aos efeitos psicológicos da crença do paciente de que ele está a ser tratado. (wikipedia.org)

 

(imagens: Alberto Pezzali/Associated Press/deseret.com ─

fotolia.com/alexkicheuropean-biotechnology.com ─

Michael S. Helfenbein/yale.edu ─ wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:23