Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Mai 19

Em Diâmetro

Com a Terra nem 4 X maior que a Lua

E com Marte 309 X maior que Phobos e 523 X Maior que Deimos.

Olhando-se para os dois casos

Notando-se logo a desproporção (planeta/lua).

 

20030728_marsClose02-fi.jpg

Terra e Marte

Numa proporção Diâmetro da Terra = 1,878 X Diâmetro de Marte

(partindo do Sol 3º e 4º planetas de 8 do Sistema Solar)

 

Integrando tal como outros sete planetas (principais) o Sistema Planetário tendo como estrela de referência o SOL (uma estrela de classificação espectral G2V, de cor amarela, temperaturas na ordem dos 5200K°/6000°K e representando entre todas as classificações estelares/sendo sete, menos de 1 em cada 10 estrelas) – por nós denominado como SISTEMA SOLAR e estando localizado num dos braços da galáxia em espiral VIA LÁCTEA – o planeta MARTE conhecido como um dos Planetas Interiores (os outros sendo Mercúrio, Vénus e Terra, de órbita interior à Cintura de Asteroides) e como vizinho exterior (à orbita) da TERRA (sendo o vizinho interno, Vénus), apresenta aqui numa produção conjunta das câmaras da sonda espacial 2001 MARS ODYSSEY (captura) e da Universidade Estatal do Arizona (produção) os seus dois satélites naturais (ou luas) PHOBOS (o maior com pouco mais de 22Km de diâmetro) e DEIMOS (o menor não chegando aos 13Km de diâmetro).

 

PIA23208.jpg

1

Deimos e Phobos

(Mais pequena e maior das 2 luas de Marte)

 

Duas luas descobertas no século XIX (1877) por um astrónomo norte-americano (Asaph Hall), ainda hoje com a sua origem não confirmada e podendo entre várias hipóteses (proposta por vários cientistas) serem (ambas as luas) dois asteroides capturados (num ponto por determinar da sua História) pelo PLANETA VERMELHO (e suas forças gravitacionais): com PHOBOS a lua maior e com maior massa a orbitar (em menos de 8 horas) o planeta (Marte) a pouco mais de 9000Km de distância e com DEIMOS a lua menor e com menor massa a orbitar (em pouco mais de 30 horas) o planeta a mais de 23000Km de distância – apontando para que no futuro estas duas luas podendo ou não terem tido a mesma origem (por exemplo serem o resultado de um outro planeta localizado entre Marte/Júpiter e hoje desaparecido, podendo ter existido num passado bastante remoto e sofrendo um Evento Catastrófico, levando-o à sua destruição e fragmentação e dando origem à Cintura de Asteroides) terão certamente destinos bem diferentes, com PHOBOS (continuando a aproximar-se) acabando por IMPACTAR MARTE e com DEIMOS em sentido contrário (continuando afastar-se) perdendo-se (talvez para sempre) na escuridão do Espaço.

 

PIA23206.jpg

2

Phobos

(A lua mais próxima de Marte no futuro impactando-o)

 

Nestas duas imagens de Deimos e de Phobos (1) e (destas duas) da lua (e das temperaturas aí registadas) maior e mais próxima de Marte (e que um dia colidirá com o planeta),

Em (1) podendo-se observar (da esquerda para a direita) as duas luas de Marte Deimos e Phobos, como registadas pelas câmaras da sonda 2001 Mars Odyssey, utilizando o seu instrumento (a infravermelho) THEMIS, em 15.02.2018;

E em (2) focando-se exclusivamente em Phobos e na variação das temperaturas pela mesma lua (de Marte) apresentada, revelando-nos com o auxílio e a utilização do instrumento THEMIS (Thermal Emission Imaging System) as diferenças de temperaturas aí registadas (exterior/centro) – com as mais baixas temperaturas na periferia e com as mais altas (a vermelho) no centro (e variando entre os 73°C negativos e os 27°C positivos) e sendo datadas de 24.04.2019.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:47

23
Fev 18

Tirando-lhes a temperatura em Fevereiro de 2018

 

Nestas duas imagens das luas de Marte obtidas a 15 deste mês e com uma parte das mesmas na escuridão e a outra iluminada, podendo-se observar as gamas de temperaturas observadas à superfície das mesmas (parte iluminada): no caso de Fobos com as temperaturas a variarem entre -133⁰C e -13⁰C/negativos e no caso de Deimos entre -163⁰C e -73⁰C. Como se constata sendo (numa estreita faixa da sua superfície) maior a amplitude térmica (na parte obviamente iluminada) em Fobos (120⁰C), registando simultaneamente essa lua a temperatura mais elevada (de Fobos e de Deimos): apenas 13⁰C negativos. Com Marte (o planeta à volta do qual as duas luas giram) a apresentar temperaturas variando (à sua superfície) entre os -143⁰C e os 35⁰C (mínima/máxima).

 

PIA22249.jpgPIA22250.jpg

Fobos e Deimos

Missão: 2001 Mars Odissey ‒ Instrumento: Themis ‒ Data: 15 Fevereiro 2018

(PIA 22249 e PIA 22250)

 

E aproveitando para falar um pouco das mesmas

 

As duas únicas luas conhecidas girando à volta do planeta Marte (e provavelmente oriundas da Cintura de Asteroides), a primeira ‒ a maior e mais próxima, e certamente a 1ª na sua aproximação gradual ao planeta, despenhando-se finalmente no mesmo ‒ orbitando-o (1/4 período orbital de Deimos) a uma distância de 9.377Km de Km de distância (e com um diâmetro de cerca de 22Km) e a segunda a uma distância de 23.460Km (e diâmetro de cerca de 12,5Km). Pelo contrário com Deimos (até pela sua distância e dimensão) a tender a afastar-se gradualmente de Marte. E agora que Elon Musk enviou o seu automóvel Tesla Roadster em direção ao planeta Marte, sendo talvez indicada uma passagem (obrigatória) pela sua lua Fobos, até para se ver se por lá existe algo de interessante e/ou talvez nunca visto (por exemplo e como alguns afirmam uma base de ET’S ‒ mas subterrânea para não ficarem congelados).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:34

17
Jul 13

A pequena lua Phobos vista a partir da superfície do planeta Marte através da utilização das câmaras do rover Curiosity. Sendo a lua situada mais próxima do planeta vermelho, ela é acompanhada – como satélite natural – pela outra lua de Marte, Deimos.

 

A lua de Marte Phobos – 28.06.2013

 

 

Com uma forma irregular e de pequenas dimensões esta lua do Planeta Vermelho é considerada um dos objectos conhecidos menos reflectores de todo o Sistema Solar. Órbita muito próximo do seu planeta principal – move-se à volta de Marte a uma velocidade maior do que a velocidade de rotação do próprio planeta – o que provavelmente o levará a partir-se num futuro distante, devido à forte interacção das forças gravitacionais actuando entre o satélite e o seu planeta principal.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:30

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