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Covid-19 PT/21.05 (e Algarve)

Sexta-feira, 21.05.21

Ao fim do 5º dia desde a abertura do nosso espaço aéreo aos “viajantes turísticos” (maioritariamente ingleses) e com a época alta do Verão aí a bater à porta (falta um mês), tendo-se que dedicar e a nível externo uma especial atenção a esta nova abertura acrescentando mais uma Via de Comunicação (não só aos indivíduos que vão chegando, como àquilo que “os mesmos transportam”), assim como e simultaneamente a nível interno controlar os estaleiros, as estufas e as diversas migrações de mão-de-obra (incluindo obviamente a turística). No que diz respeito ao Algarve e dada a sua “monocultura turística” (por quase única e intensiva) uns ─ estaleiros/estufas/migrações internas ─ podendo fazer implodir o outro, o sector do Turismo. Nem vale a pena pensar o que seria, sem dúvida uma tragédia, dado estar muito em jogo (e em suspenso há mais de um ano).

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Fig. 1

 

Nos gráficos elaborados através de dados fornecidos pela DGS/INSA, verificando-se (Fig. 1) a continuação da instabilidade na evolução do nº de Infetados/dia (subindo, descendo e assim sucessivamente), uma situação começando a ser preocupante (incomodando) dada a coincidência com a subida desde há alguns dias do índice de transmissibilidade, situado a nível nacional já acima de 1, hoje com R(T)=1,03 (subindo de 0,92 em 11 de maio para 1,03 em 21 de maio, uns 12%). Podendo significar nada ou talvez não, mas confiando-se (sobretudo) nas testagens e nas vacinas ─ apesar da maior parte da gente nova, talvez agora a maior transmissora mesmo aparentemente não desenvolvendo a doença/ou sendo assintomática, não tendo sido vacinada. Um caso ainda mais agravado no Algarve tendo (aí residindo ou em visita) muita gente jovem.

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Fig. 2

 

Neste último gráfico (Fig. 2) apresentando-se os vinte concelhos de Portugal com maior incidência de infetados por cada 100.000 habitantes (um índice importante, mas nas condições em que se efetua com conclusões/decisões muito discutíveis ─ uma estufa/um estaleiro. um caso limitado e pontual, podendo fechar uma localidade) com os casos mais importantes e problemáticos (no continente) a localizarem-se em Montalegre (a norte, distrito de Vila Real) e Odemira (a sul, litoral alentejano), mas com quatro concelhos do Algarve a terem que se precaver (se não quiserem recuar no Desconfinamento): Vila do Bispo, Lagoa, Albufeira e Tavira (assinalados na fig. 2 a vermelho). Não sendo muito difícil de adivinhar as consequências que daí adviriam (encerrando-se muitos espaços e serviços), se por exemplo o concelho de Albufeira recuasse.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:59

Covid-19 no dia 1 de Maio

Domingo, 02.05.21

Olhando para a evolução do índice R(t) no Algarve desde o início da Pandemia, assim como para a evolução do nº de Infetados/dia, Internados, UCI e R(t) em Portugal nas últimas duas semanas, continuando-se a registar uma tendência de descida nos diversos parâmetros Covid-19, por vezes com ligeiras oscilações (daí devendo-se manter, sempre atento) sobretudo no nº de Infetados/dia. Condições para se prossiga na abertura e no caminho do fim deste já longo período de Desconfinamento: até porque no próximo mês (21 de junho) começa o Verão.

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Neste primeiro sábado deste início de mês para além da Comemoração do Dia Mundial do Trabalhador o 1º de maio, festejando-se igualmente outra abertura de um outro caminho dirigindo-nos para a Liberdade, o 1º Dia da Grande Abertura e logo num fim-de-semana: abrindo-se de novo a grande maioria das portas, dos passeios e das estradas, como no Algarve se viu nos passeios, nos centros comerciais e como seria óbvio nos cafés e nos restaurantes. Muitas lojas só reabrindo a partir de segunda-feira (espera-se, aguarda-se devido à crise).

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Com a abertura desde já das fronteiras terrestres com a Espanha, reiniciando-se de imediato o tão importante trânsito fronteiriço, tanto a nível de mercadorias como de fluxo turístico (entre a região portuguesa do Algarve e a região espanhola da Andaluzia), um fator necessário e fundamental para a recuperação da Indústria Turística do Algarve, sabendo-se da importância dos turistas britânicos e portugueses, mas nunca esquecendo a força dos nossos únicos vizinhos e bom clientes, os espanhóis. Faltando apenas os aviões, nunca antes do meio do mês de maio (mais por “dentro”) e quanto a britânicos, nunca antes do início de junho.

(dados: DGS/INSA ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:17

Pandemia Covid-19 ─ A Apenas 5 Dias de Distância

Terça-feira, 27.04.21

Em torno dos 3 milhões de indivíduos já tendo tomado uma dose (perto de 30% da população portuguesa) e ainda a caminho do milhão tendo completado a sua vacinação contra a Covid-19 (10%),

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Albufeira

(19.04.2021)

─ Com os parâmetros Covid-19 a registarem hoje 27 de abril, +353 infetados, +5 óbitos, 23.816 casos ainda ativos e desses, 346 estando internados e 86 em estado grave/crítico (em UCI)

 

Depois de estabilizados (com tendência de descida) o nº de casos de infetados/100.000 habitantes (nº < 120) e o índice de transmissibilidade R(t) (igual ou menor que 1), preparamo-nos para na próxima semana (dia 3 de maio) entrarmos numa nova fase deste último período de Desconfinamento, iniciado há mais de três meses (meados de janeiro) aquando da chegada em força desta 2ª vaga:

Declarando-se como extinto o Estado de Emergência e abrindo-se ainda mais as portas (progressivamente até à abertura total) deste período de Desconfinamento ─ que todos desejávamos (sendo possível, voltar a ser-se “normal”) em direção a finais de 2019.

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Comboio Faro/Albufeira

(21.04.2021)

 

Só que para tudo isto funcionar com eficácia (e sucesso total), sendo necessário o reforço de dois dos pilares básicos e fundamentais de todo este processo,

─ De luta contra uma Pandemia mortal como é esta provocada pelo vírus SARS CoV-2 ─

Um detido pelos nossos representantes (os responsáveis, as autoridades, o Governo), o outro pelos seus representados (os cerca de 10 milhões de portugueses):

E resultando da conjugação dos esforços de ambos (sem um deles, nada existindo) uma boa hipótese de derrotarmos ou de pelo menos sustermos o avanço do coronavírus, até para podermos realizar a atualização desta vacina (na sua 1ª versão, período 2019/20) produzindo uma outra mais abrangente (incluindo outras estirpes/variantes) versão 2020/21.

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Albufeira

(27.04.2021)

 

Assim do lado do Governo a intensificação das testagens e a aceleração na campanha de vacinação (com o Verão a iniciar-se a 21 de junho, daqui a dois meses)

─ Até pela abertura das fronteiras terrestres (talvez a meio de maio) e aéreas (talvez no início de junho), entre outros setores, influenciando o Turismo (tão necessário de retoma na região algarvia, com elevada taxa de desemprego no setor)

E do nosso lado o cumprimento das já tão repetidas regras básicas: distanciamento, máscara, ventilação, rastreio, isolamento e higiene.

E no meio deste Desconfinamento generalizado podendo restar ainda algumas bolsas Covid-19, com o nº de infetados elevado (superior a 120) assim como o índice R(t) > 1; esperando-se nela (na bolsa Covid-19) não estar nenhum concelho do Algarve incluído, dele saindo Aljezur, Portimão e Albufeira.

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

Algarve e Covid-19

Domingo, 25.04.21

Restando-nos esperar pela próxima sexta-feira para se ver o que sucede, esperando-se que entre as autoridades políticas e a estratégia do vírus, alcancemos de novo e de vez o nosso objetivo: para tal e estando entre ambos devendo-nos prevenir, cumprindo as regras básicas e ainda testar/testar/testar e não se esquecer de se vacinar.

 

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Evolução Infetados e R(t)

Algarve 2021

(incluindo 17 de abril)

 

À medida que o nº de Infetados se estabilizava (num máximo) ─ atingido a 27 de janeiro de 2021 com 500 Infetados ─ iniciando então a sua tendência de descida, simultaneamente sendo acompanhado no mesmo sentido e decisivamente pelo índice de transmissibilidade R(t) ─ arrancando um pouco antes e de uma forma contínua de descida, lá por 18 de janeiro de 2021 ─ criando-se a convicção (cada vez mais forte) de que dados estes números (aqui apresentados) e no caso da Região do Algarve (logo, de Albufeira), o prolongamento do Estado de Emergência estará por dias (talvez tenha sido o anterior, o último) assim como o período de Desconfinamento (se não terminar no fim da próxima semana, sendo-o provavelmente a meio do mês de maio): no que nos diz respeito (habitando-se no concelho) tendo-se apenas de melhorar os números (Covid-19) ─ respeitando as regras, testando, vacinando ─ de Albufeira (hoje ainda acima dos 120 casos/100.000 habitantes). Nos últimos 8 dias (18 de abril a 25 de abril) no Algarve, com a média do nº infetados/dia a fixar-se nos 27/dia e registando-se “apenas” 1 Óbito (há mais de 5 semanas registando-se maioritariamente zero óbitos, ou 1/2 óbitos por semana). Pelo que se tudo correr bem e os espanhóis e os ingleses o quiserem (cumprirem o prometido), em meados de maio e abrindo as suas fronteiras terrestres podendo começar a chegar (além dos portugueses, estando já por cá) os espanhóis (entre outros, à “boleia”) ─ caso abram as suas fronteiras terrestres (com Portugal) ─ e no início de junho e abrindo as suas fronteiras aéreas (já com os voos, de regresso) os ingleses (e com eles, outros): desde já e certamente, refletindo-se (com um aumento) nas reservas.

 

(dados: DGS/INSA ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:31

Pandemia a 24

Sábado, 24.04.21

No seu último relatório sobre a evolução da Pandemia Covid-19 publicado a 23 de abril pelo INSA (Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge), podendo-se verificar que, se na generalidade dos parâmetros associados à doença estes continuavam com a sua tendência decrescente (como na incidência e na transmissibilidade do vírus), na Região Norte de Portugal e pelo contrário ─ sendo algo preocupante ─ o nº de infetados/dia mantinha-se instável com o índice de transmissibilidade R(t) > 1: com R(t) = 1,07.

 

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Se tudo correr bem lá para meio de maio começarão a chegar

os primeiros turistas (entre eles portugueses e espanhóis)

e no início de junho chegarão então os contingentes de ingleses

(e demais nacionalidades)

 

No caso da Região do Algarve com o número de infetados nos 32/dia, a taxa de incidência média a andar pelos 112,0 casos/100.000 habitantes e com o R(t) variando entre 0,84/0,93 (abaixo de 1), podendo significar uma estabilização geral da situação e a possibilidade de uma maior abertura ─ no Desconfinamento. Exceção podendo ser feita a alguns concelhos algarvios (para já 4) sendo, Aljezur (501, a vermelho carregado), Portimão (306, a vermelho), Albufeira (159, a vermelho levezinho) e V. R. S. António (139, a vermelho levezinho): mantendo-se assim até ao próximo fim-de-semana, não progredindo na “abertura”.

 

Relativamente aos dados (Nacionais) deste sábado (24 de abril) registando-se +567 Infetados (total de 833.964) e +2 Óbitos (total de 16.959); quanto aos internamentos fixando-se nos 342/-42 e em UCI (estado grave/crítico) estando agora nos 98/mantendo-se; com o R(t) = 0,98 (< 1). No Algarve contando-se +25 Infetados (total de 21.533) e nenhum Óbito (total de 356). Globalmente (e pelas 14:21 TMG) com os números a indicarem 146.465.269 de Infetados e 3.103.151 de vítimas mortais, com tendência (daí a preocupação da OMS/WHO) crescente: e com o maior contribuinte a ser os EUA com 32.736.900 Infetados e 585.090 vítimas mortais.

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:00

Vírus Sim, Vírus Não?

Sábado, 17.04.21

Parecendo terem finalmente acabado com a “Vida-do-Bicho”, com o Povo antecipando-se e já este sábado a sair em peso para a rua ─ como que se estivesse a comemorar alguma vitória ─ a encher esplanadas, praias e areais. Enquanto logo ali ao lado centenas ou mesmo milhares de pessoas, aguardavam pela vacina. Onde estão os nossos pedagogos ou serão todos demagogos?”

 

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Albufeira

Praia dos Pescadores

(11.04.2021)

 

No último relatório (semanal) do INSA (Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, tutelado pelo Ministério da Saúde) publicado a 16 de abril (no mesmo dia em que o Governo definiu as regras de Desconfinamento para o período que vai de 19.04 a 30.04), verificando-se a nível Nacional (e referido a 14 dias) uma taxa de incidência de 71,6 e um índice de transmissibilidade R(t) = 1,05: colocando assim Portugal “dentro dos limites aceitáveis da Covid-19” com menos de 120 casos/100.000 habitantes e um índice de transmissibilidade perto de R(t) = 1.

 

Das sete regiões de Portugal e quanto à taxa de incidência, com o Algarve e as ilhas a ultrapassarem o limite (Algarve → 131,4; Açores → 148,7; Madeira →169,9); no índice R(t) com os valores mais elevados a registarem-se nos Açores (1,41), na Madeira (1,22) e no Alentejo (1,13) ─ com o Algarve nos 1,07. No gráfico nacional sendo visível a descida do índice R(t) cada vez mais próximo de 1. E com as regiões mais perto do vermelho ─ aparentemente em pior situação ─ a serem as Madeira, dos Açores e do Algarve.

 

Numa vista de olhos muito rápida pelas 7 regiões e respetivos gráficos ─ sobre a evolução do índice R(t) ─ constando-se a tendência de descida em quase todas (5 em 7), com exceção de duas o Alentejo e a Madeira (subindo/mantendo-se); e para já com tendência descendente e cada vez mais próximo de R(t) = 1 e valores cada vez menores (assim esperamos todos) estando, a região Centro, a região Norte, a região do Algarve e a região dos Açores; e com a região de Lisboa e Vale do Tejo a ter o melhor desempenho já com R(t) < 1.

 

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Albufeira

Pontão da Praia dos Pescadores

(11.04.2021)

 

E chegando-se ao sul do país, à Região do Algarve e à cidade de Albufeira (onde resido, concentrando 40% a 50% dos investimentos/receitas do turismo e pelo menos com 20% do total do desemprego da região), com a taxa de incidência a continuar a revelar alguma instabilidade (subindo/descendo) e com o índice R(t) apesar de em descida ainda sendo R(t) > 1:A média do R(t) para os dias 06-04-2021 a 10-04-2021 foi de 1,07, estando o seu verdadeiro valor compreendido entre 1,03 e 1,12 com 95% de confiança. (insa.min-saude.pt)

 

A partir destes dados do INSA, em conclusão e depois da decisão do Governo (tomada ontem), com as piores consequências a refletirem-se em dois concelhos do Algarve Portimão e Albufeira (safando-se da “lista negra” Lagoa e Vila do Bispo): traduzindo isto tudo (em miúdos) e aplicando-se à nossa região, com 14 dos seus concelhos a avançarem (já se podendo ir ao café e restaurante), 1 ficando estacionado ─ Albufeira (apenas esplanadas e takeaway) ─ e 1 outro regredindo ─ Portimão (regressando ao postigo).

 

Já quanto à Educação e à frequência presencial nas escolas ─ a verdadeira alteração e com bastante impacto deste novo período de Desconfinamento (o resto sendo treta, mas podendo prejudicar/liquidar outros sectores) lançando quase + 1 milhão para as ruas (secundário e superior) ─ como pelos vistos o Ministério da Educação é uma secção autónoma e independente do Governo (não lhe devendo satisfações), com o Super-Ministro (salvo-seja, Nossa Senhora de Fátima nos proteja) não reconhecendo o “poder-do-bicho” e sem critério que se conheça, simples e graciosamente (já que nem se viu, talvez segunda-feira, rodeado de testes e de vacinas) abrindo tudo.

 

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:03

Homem e/ou Coronavírus

Sábado, 17.04.21

[“O Que Não Mata Engorda” (a presa), mas “O Que Mata Também Engorda” (o predador).]

 

“E segunda-feira (dia 19) aos trabalhadores e aos coronavírus (já na rua), juntando-se-lhes pela 1ª vez (e desde há três meses) ─ e numa 3ª dose ou fase (1ª dose/pré-escolar e 1º ciclo, 2ª dose/2º e 3º ciclo e 3ª dose/secundário e superior) ─ mais outros 1,5M (só nesse dia, mais de metade).” Perfeito, respondeu o SARS CoV-2.

 

 

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Cascais ─ Portugal

Regresso dos estudantes à escola

aquando do fim da 1ª vaga

(maio de 2020)

 

Com mais de 10 milhões de habitantes e (vamos lá supor) perto de 50% da população ainda ativa (a trabalhar) ─ significando que perto de 5 milhões, andarão por aí a fazer qualquer coisinha ─ e dessas pelo menos uma parte delas (talvez e sendo otimista, uns 40% da população), andando pelos lugares onde a maioria das pessoas anda (nos grandes centros urbanos e zonas limítrofes, onde se concentram muitos dos sectores secundário/terciário) ─ restando-nos assim uns 4 milhões em constante e efetiva circulação ─ todos os dias ao sairmos de casa sendo inevitavelmente envolvidos e integrados num coletivo de cerca de 4 milhões de trabalhadores, circulando constantemente para cá e para lá numa das 3 vias principais de transporte e de comunicação, neste caso ligando Família/Empresa:

 

E mesmo que pudendo esse número ser bem menor agora que atravessamos esta Pandemia (de Covid-19), podendo-se estimar com alguma credibilidade (de cálculo mesmo que rudimentar, mas dirigido/cauteloso) que pelo menos uns 2 a 3 milhões serão certamente (os tais ativos).

 

Para além da testagem e da vacinação maciça (responsabilidade e obrigação do Governo) podendo estar nas nossas mãos a salvação de todos (nossa responsabilidade e dever) tendo cada um de nós em atenção outros seis pontos fundamentais (ou seja):

Distanciamento

Máscara

Ventilação

Testagem

Rastreio

Isolamento

Higiene

Vacinação

 

Suponhamos então e até em nosso benefício (considerando o maior nº de ativos, o nº “mais certo”) que nestes tempos a ligação Família/Empresa se cifra em 3,0M e agora dirijamo-nos (não esquecendo a outra via, ligando Famílias/Lares) para outra Via de Transporte/Comunicação também ligando Família/Escola e vejamos o que aí acontece (aconteceu/acontecerá):

 

A partir do próximo dia 19 de abril abrindo-se completamente a via Família/Escola, colocando finalmente na rua (num processo concretizado em 3 etapas) um nº a caminho dos 2,0M de jovens.

 

E mesmo que por diversos motivos esse nº seja um pouco menor (até para benefício, da decisão do Ministro responsável), fiquemo-nos por 1,5M.

 

 

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Lisboa ─ Portugal

Pouco antes do anúncio do início

do Desconfinamento nesta última vaga

(março de 2021)

 

Em conclusão a 19 (um nº que poderá funcionar como mais um marco desta história Covid-19) com um exército reforçado (mas apenas em quantidade) mas por outro extremamente mal apetrechado (testes/vacinas) ─ precisamente aqueles que já deveriam ter sido intensamente testados e vacinados e pela idade/saúde e listas oficiais, não o tendo sido ─ a ser lançado para o campo de batalha:

 

(abatido mais 0,5M, até para o resultado não ser tão doloroso) com 3M a invadirem duas das três principais vias de comunicação/contaminação do Coronavírus (Família/Escola, Família/Emprego e Família/Lares), até por representar quase 1/3 (1 pessoa em cada 3 na rua) da população portuguesa, podendo ter consequências (graves) agora que o vírus parece querer regressar (pelo menos para nos chatear/perseguir mais um pouco) como o tem feito pela Europa.

 

Como eles e o coronavírus sabem, com os resultados a saírem num prazo de 10/15 dias: então aí veremos se devemos desconfiar ou desconfinar.

 

Entretanto tendo-nos que despachar com os testes e as vacinas (como sempre administrando depois do “momento”, daí as graves consequências), pois se para o Governo lhes chega sempre remediar (e ver o que irá dar), não teremos outra hipótese se quisermos sobreviver senão tomar o serviço nas nossas próprias mãos e de imediato agir, prevenir.

 

(imagens: extra.ie ─ usnews.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:55

Planificação/Implementação/Renovação ─ O Coronavírus vence o Homem

Sexta-feira, 16.04.21

“E mais tarde do que o previsto, o Oráculo falou e não adiantou nada.

Sendo assim e como sempre, retirando-nos e conformando-nos.”

 

Screenshot_2021-04-15 As contas do desconfinamento

O Oráculo

 

Dos 308 municípios de Portugal (continente/278, Madeira/11 e Açores/19) ─ conhecida a declaração deste fim de tarde, do 1º Ministro António Costa ─ apenas com os Açores e 11 municípios do continente a serem postos em causa (mais de 120 casos/100.000 habitantes em 2 períodos consecutivos de 14 dias), concluindo-se que de facto e como consequência (da interpretação do 1º Ministro), com a quase generalidade do país a arrancar para uma nova fase mais avançada de Desconfinamento: como se nada se passasse (não estivéssemos numa Pandemia com mortes diárias), como se o nº de infetados/dia não se mantivesse instável (descendo e subindo) e como se o índice de transmissibilidade (fator importantíssimo para se conhecer melhor a evolução do vírus) não estivesse desde há várias semanas a crescer (quando ainda hoje a OMS/WHO sublinhou, a extrema importância desse índice para a tomada de decisões).

 

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A Escola

 

Assim a 19 de abril de 2021 e segundo as previsões do Governo (por sinal, onde está Marcelo?), estaremos mais próximos da “normalidade” como nunca estivemos antes, só mesmo em tempos anteriores ao início desta Pandemia (há mais de um ano, agora vivendo-se no “novo normal”). E como retrato fiel deste tipo de pensamento baseado no simples, direto e extremamente intrusivo raciocínio “se não morreres de doença, morres de fome” ─  podendo até dar origem a algo de panfletário e massificador como “Emprego ou Morte” ─ enquanto que todas as cautelas e cuidados são poucos na abertura de várias áreas (neste Desconfinamento progressivo) até por se aumentar o tráfico em vias de comunicação/transporte (partilhadas pelo Homem e pelo Coronavírus) importantes (Família/Escola, Família/Emprego e Família/Lares de Idosos), já no caso da Educação mesmo em situação extrema tudo continuará a abrir atingindo os 100%: no caso do Algarve sendo “contempladas” (premiadas?) entre outras Albufeira e Portimão (abrindo tudo) e em todo o país regressando ao secundário/superior em torno de 800.000 alunos. Sabendo-se que bastando um pequeno “soluço” para pela 2ª vez consecutiva não haver um verdadeiro Verão no Algarve (de recuperação), depois dos estaleiros podendo ser as escolas (a ressuscitarem o foco infecioso tendo centro no “Triângulo das Bermudas”).

 

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O Futuro

 

Escancarando ainda mais uma das portas de proteção (uma espécie de contrafogo, ao trânsito Covid-19) ligando Família/Escola, num cenário Europeu (em fase mais avançada, podendo-se aprender com estes) nada apontando para tal procedimento: ainda hoje (mencionando só sete) com a Polónia a registar +682 mortes, a Ucrânia +433, a Rússia +398, a Itália +380 mortes, a França com +296, a Alemanha +295, a Espanha +126 (Portugal +2). E se um extraterrestre nos estivesse a observar (colocando-se na nossa situação, como um elemento deste Zoo) achando-nos obedientes ou então loucos. Na próxima segunda-feira dia 19 de abril do ano 2021 e já no decorrer do 2º Ano Coronavírus, com os portugueses mais tranquilizados e de “peito-feito” a enfrentarem de frente o “bicho”, marchando contentes e gloriosamente contra as baterias/canhões deste vírus (aplicando na prática a diretiva do seu hino, “contra os canhões marchar, marchar”). No Algarve e Albufeira esperando-se que com esta tática (para o pobre, “mais vale remediar, do que prevenir”) haja mesmo Verão. Senão … depois do vírus (a doença/fim da Saúde), vindo a morte (de fome/fim da Economia), num cocktail perfeito (por podendo ser total/fatal/extremo e até radical). E já agora até para se saber a sua opinião (e sendo a Educação a protagonista desta declaração, pelos vistos sendo Independente do Governo) ─ impossível as ideias/opiniões serem todos iguais ─ onde estão os pais e os professores? Será que para estes, os filhos também são (não uma carga, mas) uma sobrecarga?

 

[Um Desconfinamento pelos vistos sobrescrito pelo Ministro da Educação: (sejam quais forem as condições e até mesmo as consequências, o “fanático das aberturas”) “O Governo entende, no entanto, que a retoma do ensino presencial para os alunos do ensino secundário e do ensino superior deve avançar em todo o território continental, independentemente do nível de risco de cada concelho.” (Filipa Almeida/executivedigest.sapo.pt/15.04)]

 

(imagens: Lusa/24.sapo.pt ─ e-konomista.pt ─ aracruz.es.gov.br)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:12

Desconfinamento a 19 ─ Face à Evidência dos Números, a Decisão

Quinta-feira, 15.04.21

Recuando 14 dias e consultando os compromissos do Governo (pelo mesmo divulgado na altura) caso tudo corresse bem neste último período de Desconfinamento (para obedecermos, com o mesmo sendo sempre acompanhado pela respetiva renovação do Estado de Emergência),

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Desconfinar/Desconfiar

 

Prevendo-se que caso este ache (o Governo/o 1º Ministro) que tudo decorreu satisfatoriamente e dentro dos limites aceitáveis nestas últimas duas semanas, os próximos passos de Desconfinamento (mais visíveis/impactantes para a generalidade dos portugueses) sejam os seguintes (conduzindo-nos neste período e sendo a opção/solução eficaz, ao fim do Estado de Emergência) ─ aqui apresentados:

 

Reabertura dos espaços interiores em cafés e restaurantes com um máximo de 4 pessoas/mesa (nas esplanadas 6 pessoas/mesa), com um horário de fecho às 22 horas (fim-de-semana 13 horas);

 

Regresso ao ensino presencial dos alunos do ensino secundário e superior, por volta duns 800.000 estudantes;

 

Reinício das atividades em espaços fechados como cinemas, teatros, lojas públicas (como a do Cidadão) e privadas (como centros comerciais, lojas de produtos diversos, ginásios/sem ser em grupo, etc.); já nos espaços abertos com a atividade física a estar limitada a grupos de 6 pessoas e com a lotação máxima em eventos (ao ar livre, como casamentos) a ser limitada a 1/4 da sua lotação.

 

No entanto e passadas duas semanas com o cenário aparentemente a agravar-se, com dois dos parâmetros fundamentais para a análise e estudo da evolução da doença Covid-19 ─ influenciando diretamente esta decisão (para o novo período de Desconfinamento, a iniciar-se a 19 de abril e indo até ao fim do mês) ─ a não respeitarem o esperado/desejado, casos da evolução do nº de Infetados/dia e do índice de transmissibilidade: o primeiro mantendo a sua instabilidade (subindo/descendo), o segundo ─ o R(t) ─ em lenta mas constante subida desde há várias semanas.

 

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Desconfinar/Desconfiar

 

Pelo que se o Governo (de Costa) não enfiar como a avestruz “a cabeça no buraco”, no mínimo terá que ter atenção aos concelhos com mais de 120 infetados/100.000 pessoas e com R(t) > 1: sendo um escândalo se passados uns curtos e rápidos 14 dias o Governo estrategicamente se “esquecesse” do seu “sagrado” compromisso ─ assumido perante todos os portugueses ─ nesta luta de vida ou de morte contra o vírus SARS CoV-2.

 

Nos concelhos com mais de 120 casos/100.000 pessoas ou com o índice R(t) > 1, tendo-se obrigatoriamente de manter ou recuar no Desconfinamento, nos outros não: e não sendo a tarefa assim tão difícil de executar/implementar pois num 1º passo e até para não criar confusão (uma localidade estando mais desconfinada, a outra sendo vizinha/próxima não menos) podendo-se limitar a regiões mais afetadas como por exemplo (e de momento) as ilhas e o Algarve (e mesmo aí podendo fazer uma “escolha/seleção”) em 14 dias podendo ser localmente alterada.

 

No Algarve estando sobretudo em causa o que fazer com Portimão, Albufeira, Lagoa e Vila do Bispo, os 4 concelhos mais em risco (Covid-19) entre um total nacional de mais de vinte em causa (vinte e nove municípios, podendo parar/recuar na reabertura). Para já com o 1º Ministro a ter afirmado que “é razoável acreditar que o país continuará a desconfinar em mais esta fase, ainda que, eventualmente, a várias velocidades” (António Costa). Veremos logo ao fim da tarde.

 

(imagens: desmotivaciones.es ─ dicio.com.br)

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Covid-19 PT/14.04

Quarta-feira, 14.04.21

Na semana de mais uma decisão ─ não do Estado de Emergência, continuando por mais 14 dias ─ esperando-se pela opinião do Governo para se compreender o que sucederá de novo neste novo período de Desconfinamento (iniciando-se na próxima segunda-feira): dependendo essa opinião/decisão da evolução dos parâmetros Covid-19, pela sua importância (nesta fase desta última vaga) o Nº de Infetados/dia e o Índice de Transmissividade R(t).

 

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Em risco: Vila do Bispo, Portimão, Lagoa e Albufeira

Este fim-de-semana se decidirá se algum destes 4 concelhos algarvios

progridem, se mantêm ou recuam no seu respetivo Desconfinamento

 

Analisando a evolução destes dois parâmetros nos passados 31 dias (de 15.03 a 14.04) e associando-os (sendo o R(t) na região do Algarve, superior ao nacional), verificando-se a continuação da instabilidade no nº de infetados (não querendo manter a sua tendência de descida, descendo/subindo) e o crescimento mesmo que lento do índice R(t): em 31 dias subindo de 0,83 para 1,06 (ou seja quase 28%).

 

(imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:42