Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Mai 20

Portugal (esta quinta-feira, 7 de maio) com 26.715 Infetados (a amostra) ─ 0,03% da população portuguesa ─ 1.105 Vítimas Mortais (+16) ─ 4,1% da amostra ─ 135 doentes em UCI ─  0,5% da amostra ─ e 2.258 recuperados ─ 8,5% da amostra.

 

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Mantendo-se a região Norte como a mais atingida com mais de 57% das Vítimas Mortais (VM) ─ em conjunto  Centro e Lisboa e Vale do Tejo c/ cerca de 40% ─ e c/ a região da Madeira sendo a única a não registar VM. E c/ o grupo etário mais atingido a ser o de 70 anos de idade ou mais, c/ mais de 87% das VM.

 

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Quanto aos países/territórios de Língua Portuguesa ─ Brasil, Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor-Leste, São Tomé e Príncipe e Macau ─ com poucas vítimas a registar (fora os nossos “irmãos brasileiros”) num total de 9 VM, exceção feita ao Brasil do “criminoso-negacionista” Jair Bolsonaro com 8.605 VM, transformando-o no líder da América do Sul, no líder de todo o Hemisfério Sul e no 6º a nível Mundial (infelizmente e a nível de mortes devendo ser muito mais).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:05

05
Mai 20

Desde 25 de março de 2020  (VM = 10) ─ já lá vão 42 dias ─ com o número de vítimas mortais (VM)  nunca tendo atingido um valor tão baixo: apenas 11. Significando que derrotado “o bicho” (livrando-nos da morte por doença) estando agora na mão dos nossos Governantes e autoridades a nossa Salvação (librando-nos da morte por fome).

 

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Cada vez mais próximos do tão desejado ponto

(Valor = 0)

 

Reforçando a esperança de que o pior já passou e de que o vírus (SARS-CoV-2) ─ e seguindo as pisadas do seu antecessor (SARS-CoV) ─ poderá adormecer agora, pelo menos por algum tempo: até à chegada da tão falada vacina (ou outro qualquer tipo de cura). Esperando, pois, sendo um familiar, sendo-o bem afastado da Gripe (Sazonal).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:49

30
Abr 20

Talvez com a Região  do Algarve beneficiando da impressão geral do bom comportamento de Portugal (face ao Covid-19) ─ vendo-se o que aconteceu com os outros países do sul, nossos principais concorrentes no ramo da Hotelaria & Turismo ─ podendo aproveitar a imagem e em vez de se afundar, recuperar para nossa felicidade pouco a pouco, já um “muito-grande-pouco.

 

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A Tradição das Maias no 1º de maio algarvio

 

Com todo o Hemisfério Norte ainda a lutar ─ ultrapassados aparentemente os seus picos máximos ─ contra o elevado número de vítimas mortais por dia ─ e com os piores exemplos a virem do quinteto constituído pelos EUA, Itália, Reino Unido, Espanha e França, responsáveis por 72% das vítimas mortais globais ─ em Portugal a atividade do vírus SARS-CoV-2 depois de estabilizada a propagação da doença pelo mesmo provocada (a Pandemia de Covid-19), parece estar a descer progressivamente (sendo já menor que duas dezenas) abrindo assim as portas (depois de uma 1ª fase e de três Estados de Emergência) à 2ª fase da “Luta Anti-Covid-19”: e depois do “fechados em casa” seguindo-se a fase de “Não Confinamento”, por precaução e para nossa segurança, experimental e como tal progressivo.

 

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A última vez tendo-se registado em Portugal 16 vítimas mortais (VM) por dia devido à doença Covid-19, reportando-se ao passado dia 6 de abril (três dias depois de atingirmos o Pico Máximo com 37 VM) já lá vão 24 dias. E com a nossa taxa de mortalidade a andar pelos 4% (da amostra) ─ inferior à taxa de mortalidade global (provisória) de 7% e a nível do total da nossa população nos 0,01%.

 

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Assim a 4 de maio (segunda-feira) iniciando-se uma nova etapa deste surto pandémico ─ a fase de “desconfinamento” ─ com o país em palavras (ainda antes do 1º de maio) a iniciar a passagem do Estado de Emergência para o Estado de Calamidade, para então começando uma nova etapa não só na direção da nossa Liberdade como estando interligada, no sentido do retorno à Economia, tentarmos ressuscitar-nos para a Vida arrancando finalmente o motor ─ constatando que apesar desta guerra estarem ainda aí (ao contrário das guerras convencionais) todas as infraestruturas essenciais (os trilhos que nos conduzirão à nossa sobrevivência): homenageando aí os nossos idosos (86% do total de mortes) e toda a classe trabalhadora.

 

[A Maia era uma boneca de palha de centeio em torno da qual se dançava durante toda a noite do primeiro dia de maio. Ritual ligado aos ritos da fertilidade, do início da primavera e do novo ano agrícola. (sulinformação.pt)]

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

27
Abr 20

Tomando como referência o dia 1 de janeiro de 2020 ─ já o vírus SARS-CoV-2 andava pela China ─ e como consequência com o Mundo já há 4 meses sob a ação do “Agente Infiltrado e Invisível” e da sua “Arma Biológica Covid-19” ─ Europa com mais de 122.000 vítimas mortais (VM), América do Norte com mais de 60.000 VM, Ásia com mais de 17.000 VM, América do Sul com mais de 6.000 VM, África com mais de 1.400 VM e Oceânia com mais de 100 VM ─ torna-se cada vez mais evidente a sobreposição da “Economia de Objeto sobre a Economia do Sujeito” e a necessidade que “Mercados & Acionistas” têm, de arrancar  com a sua Máquina voltando à normalidade da Produção (financiando a Máquina e recebendo subsídios):

 

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Nem que para tal e mesmo desconhecendo-se ainda muita coisa sobre este surto Pandémico (e mortal, para já incidindo esmagadoramente sobre os mais idosos), se possa estar a dar um passo em frente para a chegada de uma 2ª Vaga (eventualmente com o vírus já tendo sofrido uma mutação logo, podendo suscitar outras consequências e ter escolhido novos alvos) ─ e certamente com os nossos governantes dirigindo toda a sua atenção para o “Retorno à Economia”, infelizmente e repetindo erros anteriores (até pela falta de dinheiro para tudo, “Vida & Economia”), anulando já encomendas feitas (de equipamentos de saúde, em princípio e agora em números considerados excessivos) e investindo tudo no “Ressuscitar do Paciente Coletivo” (Portugal) da Pobreza Eminente. Com dois meses de paragem tendo ─ para não surgirem males maiores (tal como num automóvel, estando há muito parado) ─ o Motor de Arrancar.

 

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Com os alemães da VW a darem o 1º sinal ao Governo PT

(para o caso de o mesmo, continuar de dedo esticado à boleia)

 

E assim estando todos do lado de Donald Trump como o poderia ser de Joe Biden ─ as duas faces da mesma moeda, o Dólar ─ mesmo com muitos dos combatentes ainda em luta, outros bastante feridos e desmoralizados, para já não falar dos muitos mortos já registados (talvez nem metade contabilizados), estando já a ser decretada a ordem do regresso a muito curto-prazo ao ativo: no caso do nosso país e sendo os responsáveis os mesmos (antes de Covid-19 e depois de Covid-19) ─ lá se safando estes mais uma vez, à custa das vítimas do costume ─ restando-nos esperar que o dedo estendido prontamente à boleia pelos nossos responsáveis, tenha sorte e seja visto por alguém que por acaso esteja por aqui a passar. Mas com os nossos Governantes sendo “bons, maus, mais ou menos”, no início (como o será no fim) tendo sido eleitos efetivamente por nós (votando ou não votando).

 

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No caso de Portugal e observando a evolução do surto ─ tomando em consideração o topo de atividade do vírus (23 de março) ─ taxa de 1,64 ─ ou o seu Pico Máximo (3 de abril) ─ 37 vítimas mortais ─ mantendo-se aparentemente o “bicho controlado” e a data previamente marcada para o “Desconfinamento”: esperando-se para já para ver o que irá na realidade acontecer, quando daqui a meio ano (novembro/dezembro deste ano) poderemos estar provavelmente de novo ainda a convalescer e a combater (pela vida) ─ sem vacina ou outro tipo de cura, mas esperando o SARS-CoV-2 ser mais parecido com vírus que “aparece/adormece” e não com o vírus da Gripe que sempre que volta vem mais forte (até pela sua mutação). Sendo necessário prevenir e há falta de melhor, talvez mesmo rezar (já agora a Nossa Senhora de Fátima, um produto nacional).

 

(imagem: jornaleconomico.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:02

25
Abr 20

Decorridos 46 anos sobre a Revolução de Abril, recordando um dos seus ícones no presente passando praticamente despercebido (condenado pelo esquecimento) ─ o capitão Salgueiro Maia ─ tal como o serão certamente no futuro os idosos, hoje completamente abandonados (condenados pelo covid-19) ─ os nossos egrégios avós.

 

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25 de abril de 1974

Salgueiro Maia no cerco ao Quartel do Carmo

 

No dia da comemoração do 46º aniversário do 25 de abril e em plena Pandemia provocada pelo vírus SARS-CoV-2 (e servindo-nos dos dados fornecidos pela DGS) duas boas notícias (mesmo que relativas), a descida do número de vítimas mortais registadas de ontem para hoje ─ 34 para 26 (-8) ─ assim como a descida de doentes em estado grave/crítico ─ 188 pqra 186 (-2). Ao mesmo tempo num total de 23.392 contaminados (a amostra), registando-se 880 óbitos (taxa de mortalidade provisória = 3,8%) e 1.277 recuperados (taxa de recuperação provisória = 5,5%). E no Resto do Mundo com as taxas de mortalidade e de recuperação (provisórias) a estarem respetivamente nos 6,9% e 28,5%.

 

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Covid-19

A 25 de abril de 2020

 

E num dia em que os concelhos de Lisboa (1.346), de Vila Nova de Gaia (1.180) e do Porto (1.120) lideram no número de infetados (logo seguidos por Braga, com 974), em que o grupo etário mais atingido aponta para os tendo 80 anos de idade ou mais ─ mais de 67% do total de vítimas mortais (e se alargarmos aos com 70 ou mais, ultrapassando os 87%) ─ e em que a região Norte atinge os 502 óbitos (mais de metade de todo o país, 57%), sendo conveniente de recordar termos (no mínimo) mais uma semana de “fechados em casa” a respeitar, isto se quisermos no início de maio entrar na fase de “desconfinamento” e aí tentarmos ressuscitar: nem que seja para uma nova vida (pois mais valendo do que estar morto), esperando que não para morrermos de fome.

 

(imagem: pinterest.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:06

23
Abr 20

Depois de 19 dias consecutivos com o número de vítimas mortais (VM) abaixo dos 37 (a 3 de abril) e de 4 dias consecutivos já na casa das duas dezenas, eis que no 41º dia de evolução da Pandemia Covid-19 o número de VM dispara (+12) atingindo as 35 (a 3ª maior subida até agora registada, tendo a 1ª sido registada ─ +18 VM ─ a 7 de abril e a 2ª ─ +15 VM ─  a 3 de abril). Com as VM a integrarem maioritariamente o grupo etário de indivíduos com 80 anos de idade ou mais ─ já 67% do total de óbitos ─ e sendo oriundos dos lares de idosos. Talvez mais um sinal (indicando o grupo etário mais atingido)  do que um aviso (por um possível relaxamento da população).

 

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Vítimas mortais por dia em Portugal

(ao longo de 41 dias)

 

Relativamente às 7 regiões do país atingidas (continente e ilhas) e com a região do Algarve a manter as suas 11 vítimas mortais (VM), com a região do Norte a ser a mais martirizada (475, 58% das VM), seguida da do Centro (179, 22%) e da de Lisboa e Vale do Tejo (146, 18%) ─ e com a Madeira a ser a única região sem VM (0%). E com a região do Norte a liderar nas vítimas mortais aparentemente não só, por ser uma das zonas do país com maior densidade demográfica, por se encontrar pejada de cidades e com muitas povoações dispersas (pequena propriedade) e ainda por albergar muitos lares de idosos (legais e ilegais) distribuídos um pouco por todo o lado.

 

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Vítimas mortais totais por região

(ao longo de 41 dias)

 

A nove (9) dias de distância do fim de mais esta extensão do estado de Emergência (2 de maio), data a partir do qual se tudo correr bem passaremos de uma 1ª fase de “Fechados Em Casa” para uma outra 2ª fase de “DESCONFINAMENTO” cauteloso e progressivo ─ tão necessário como o da 1ª fase cujo objetivo prioritário era o de “Salvar Vidas”, agora cumprida a mesma e numa 2ª fase, sendo o objetivo prioritário “Salvar a Economia” ─ até pelo calendário ainda a cumprir durante o qual ninguém poderá relaxar (em nenhum sentido, connosco e com os outros) teremos sempre que estar atentos e em vez de remediar prevenir se lá quisermos chegar (vivos).

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:48

22
Abr 20

Com o Governo a não poder continuar (para decidir que rumo seguir)

apenas de dedo espetado (aguardando que alguém passe)

e à espera de uma boleia (ou seja, que o vejam).”

 

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Já agora sugerindo ao Governo uma ajuda da Boleia.Net

(A plataforma de boleias em Portugal)

 

Passados 35 dias desde que a 18 de março o nosso Presidente declarou o Estado de Emergência ─ com os primeiros infetados a serem registados a 2 de março (2 casos), os primeiros doentes a entrarem nos UCI a 14 de março (10 casos) e as primeiras vítimas mortais  a 16 de março (1 óbito) ─ continua ainda a “Saga Covid-19” de facto iniciada a 2 de março, mas com implicações muito mais preocupantes a partir da declaração do Presidente: 35 dias consecutivos (já 5 semanas) com a maioria da nossa Economia paralisada, afetando o nosso PIB e a cada mês ultrapassado, agravando-o em 5% ─ e se 5% já é mau (em princípio já la estamos) e até 10% podendo-se aproximar de uma tragédia, nem se quer se querendo pensar se o mesmo se expressar em dois dígitos (10% ou mais). Algo que poderá acontecer mesmo aqui ao nosso lado, com a Espanha a apontar já para uns 6% a 13% ─ talvez com a nossa sorte a residir em pertencermos à periferia e em sermos simultaneamente um país com uma economia pequena, logo mais fácil de ajudar desde que sejamos (mais uma vez) “bons alunos” para o “Motor da Europa” a Alemanha (tal como da 1ª vez, ainda de Angela Merkel). E se antes  engolimos o “Irrevogável”, bastando agora engolir o “Repugnante”.

 

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Olhando agora para o gráfico desta quarta-feira (22 de abril de 2020) e acreditando nos números fornecidos (podendo à vontade ser o dobro, aqui como no Resto do Mundo e nem se falando dos outros, esquecidos por não considerados Covid-19) ─ global e oficialmente (e pelas 18:50 TMG) nos 2.610.699 infetados (0,034% da população mundial), nas 182.270 vítimas mortais (7%), nos 56.657 em estado grave/crítico (2,2%) e com 714.230 recuperados (27,4%) ─ podendo-se afirmar estarmos pertos do fim desta 1ª fase (de confinamento em casa) esperando-se estarmos preparados para o início da 2ª fase: de “DESCONFINAMENTO” progressivo à procura da “Nova Normalidade, lá para o dia 3 de maio (terminada mais esta extensão do Estado de Emergência). Pensando na Região do Algarve (tal como o da Região da Madeira) tratando-se de um caso de “Emergência Regional”, não tanto pela ação do “bicho” como pelo “caos socioeconómico” que se poderá (aqui) instalar, fazendo toda este território a sul simplesmente “estoirar”dedicado exclusivamente à “Monocultura Turística” e caindo, levando atrás de si todo o resto (como as franjas de Lisboa/Tejo e do Porto/Douro, para não citar outros clones espalhados um pouco por todo o país) e consigo (advindo daí muito dinheiro e emprego) Portugal.

 

(imagem: Boleia.Net/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:31

21
Abr 20

Desconfinamento

 

Considerando a Alemanha o “Motor Económico-Financeiro  da Europa”, apenas subordinada a Ocidente ao “Superpoder dos Dólares e das Armas” − na posse dos Estados Unidos da América, não se autoproclamando por acaso como os “Excecionais” − achando por bem informar num  momento em que a Alemanha ainda luta contra o SARS-CoV-2 – hoje com mais 64 vítimas mortais (num total de 4.706 e com uma taxa de mortalidade/provisória de 3,2%), 2.889 infetados em estado grave/crítico e 91.500 recuperados (extraordinário, uma taxa de recuperação de 62,4%) – o início do regresso dos alemães e de todos os outros residentes no território à vida ativa (depois da Vida a Economia), no entanto e dado ser um processo ou “Missão de Alto-Risco”, de uma forma segura, lenta e progressiva: com o “Tiro de Partida” a ter sido dado hoje (segunda-feira, 20 de abril) no que poderá ser (resultando, até olhando para as últimas semanas e no que diz respeito à doença Covid-19) um bom exemplo a seguir por Portugal.

 

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Alemanha

 

Assim e numa 1ª fase, depois do “confinamento” forçado em casa – apenas com os serviços ditos essenciais abertos e em funcionamento – seguindo-se agora uma 2ª fase inversa na ocupação de espaço (e antónimo do termo anterior), o “DESCONTINAMENTO”. E para usufruto imediato deste novo bocado de Liberdade agora posto à disponibilidade neste espaço alargado − até para se poder distrair e aliviar grandes tensões − abrindo esta segunda-feira muitos mais edifícios (já menores que 800m²), considerados espaços extras e como (de uma forma ou de outra, para todos) verdadeiros “balões de oxigénio”: num primeiro episódio desta saga (“Desconfinamento”, iniciada a 20 de abril), lojas de roupa, de sapatos e de múltiplos outros produtos (tão gratas, do pequeno comércio), livrarias e estabelecimentos/oficinas da mais variada manutenção e num segundo episódio (a iniciar-se a 4 de maio) arrancando finalmente as escolas com aulas (pelo menos algumas) presenciais sem pressa (gradualmente) e com muita cautela (mantendo-se algumas restrições/como a distância mínima e recomendações/como o uso de máscara); não se sabendo ainda qual a data do 3º episódio (e seguintes), continuando à espera muitos outros setores económicos, desde cafés e restaurantes até espetáculos culturais e competições desportivas.

 

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Portugal

 

Deixando-nos aqui a pensar o que se irá passar no Algarve (assim como na Madeira), sujeito à monocultura turística – e com todos os outros sectores dependentes, por a essa monocultura associada − e arrastando-se o processo, arriscando-se a naufragar: pelo que no Turismo (e não me referindo a Lisboa/Tejo e ao Porto/Douro) e dirigindo-me ás suas duas grandes zonas que dão maior nome a Portugal – a Região de Turismo da Madeira e a Região do Turismo do Algarve – a intervenção terá que ser a  decisiva e a muito curto-prazo (e não como o Governo tem feito até agora, delegando dinheiro/aos Bancos e responsabilidades/esperando pela iniciativa de outros agentes internos/externos) caso contrário emergirá o desemprego (pelo abandono/pelas falências) e com ele a miséria (o que nem “ricos” nem pobres querem). Mas nem sequer necessitando de ser otimista – que se saiba não fomos bombardeados, mortos, destruídos, continuando lá as pessoas e as coisas, bem seguras e de pé – confiando mais uma vez no nosso pobre mas (quando necessário) grande Povo: o protagonista da “1ª Fase Covid-19” (e não nos políticos e governantes) e podendo clamar “Fomos Nós” (mesmo sabendo não ir ser mais ouvido) com toda a autoridade derivada da sua responsabilidade (e sacrifício). Portugal podendo até ser considerado (mais uma vez) um bom aluno pela Alemanha e daí tentar tirar benefícios.

 

(imagens: archyde.com − keyc.tv)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:22

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