Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

17
Abr 21

Parecendo terem finalmente acabado com a “Vida-do-Bicho”, com o Povo antecipando-se e já este sábado a sair em peso para a rua ─ como que se estivesse a comemorar alguma vitória ─ a encher esplanadas, praias e areais. Enquanto logo ali ao lado centenas ou mesmo milhares de pessoas, aguardavam pela vacina. Onde estão os nossos pedagogos ou serão todos demagogos?”

 

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Albufeira

Praia dos Pescadores

(11.04.2021)

 

No último relatório (semanal) do INSA (Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge, tutelado pelo Ministério da Saúde) publicado a 16 de abril (no mesmo dia em que o Governo definiu as regras de Desconfinamento para o período que vai de 19.04 a 30.04), verificando-se a nível Nacional (e referido a 14 dias) uma taxa de incidência de 71,6 e um índice de transmissibilidade R(t) = 1,05: colocando assim Portugal “dentro dos limites aceitáveis da Covid-19” com menos de 120 casos/100.000 habitantes e um índice de transmissibilidade perto de R(t) = 1.

 

Das sete regiões de Portugal e quanto à taxa de incidência, com o Algarve e as ilhas a ultrapassarem o limite (Algarve → 131,4; Açores → 148,7; Madeira →169,9); no índice R(t) com os valores mais elevados a registarem-se nos Açores (1,41), na Madeira (1,22) e no Alentejo (1,13) ─ com o Algarve nos 1,07. No gráfico nacional sendo visível a descida do índice R(t) cada vez mais próximo de 1. E com as regiões mais perto do vermelho ─ aparentemente em pior situação ─ a serem as Madeira, dos Açores e do Algarve.

 

Numa vista de olhos muito rápida pelas 7 regiões e respetivos gráficos ─ sobre a evolução do índice R(t) ─ constando-se a tendência de descida em quase todas (5 em 7), com exceção de duas o Alentejo e a Madeira (subindo/mantendo-se); e para já com tendência descendente e cada vez mais próximo de R(t) = 1 e valores cada vez menores (assim esperamos todos) estando, a região Centro, a região Norte, a região do Algarve e a região dos Açores; e com a região de Lisboa e Vale do Tejo a ter o melhor desempenho já com R(t) < 1.

 

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Albufeira

Pontão da Praia dos Pescadores

(11.04.2021)

 

E chegando-se ao sul do país, à Região do Algarve e à cidade de Albufeira (onde resido, concentrando 40% a 50% dos investimentos/receitas do turismo e pelo menos com 20% do total do desemprego da região), com a taxa de incidência a continuar a revelar alguma instabilidade (subindo/descendo) e com o índice R(t) apesar de em descida ainda sendo R(t) > 1:A média do R(t) para os dias 06-04-2021 a 10-04-2021 foi de 1,07, estando o seu verdadeiro valor compreendido entre 1,03 e 1,12 com 95% de confiança. (insa.min-saude.pt)

 

A partir destes dados do INSA, em conclusão e depois da decisão do Governo (tomada ontem), com as piores consequências a refletirem-se em dois concelhos do Algarve Portimão e Albufeira (safando-se da “lista negra” Lagoa e Vila do Bispo): traduzindo isto tudo (em miúdos) e aplicando-se à nossa região, com 14 dos seus concelhos a avançarem (já se podendo ir ao café e restaurante), 1 ficando estacionado ─ Albufeira (apenas esplanadas e takeaway) ─ e 1 outro regredindo ─ Portimão (regressando ao postigo).

 

Já quanto à Educação e à frequência presencial nas escolas ─ a verdadeira alteração e com bastante impacto deste novo período de Desconfinamento (o resto sendo treta, mas podendo prejudicar/liquidar outros sectores) lançando quase + 1 milhão para as ruas (secundário e superior) ─ como pelos vistos o Ministério da Educação é uma secção autónoma e independente do Governo (não lhe devendo satisfações), com o Super-Ministro (salvo-seja, Nossa Senhora de Fátima nos proteja) não reconhecendo o “poder-do-bicho” e sem critério que se conheça, simples e graciosamente (já que nem se viu, talvez segunda-feira, rodeado de testes e de vacinas) abrindo tudo.

 

(imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:03

[“O Que Não Mata Engorda” (a presa), mas “O Que Mata Também Engorda” (o predador).]

 

“E segunda-feira (dia 19) aos trabalhadores e aos coronavírus (já na rua), juntando-se-lhes pela 1ª vez (e desde há três meses) ─ e numa 3ª dose ou fase (1ª dose/pré-escolar e 1º ciclo, 2ª dose/2º e 3º ciclo e 3ª dose/secundário e superior) ─ mais outros 1,5M (só nesse dia, mais de metade).” Perfeito, respondeu o SARS CoV-2.

 

 

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Cascais ─ Portugal

Regresso dos estudantes à escola

aquando do fim da 1ª vaga

(maio de 2020)

 

Com mais de 10 milhões de habitantes e (vamos lá supor) perto de 50% da população ainda ativa (a trabalhar) ─ significando que perto de 5 milhões, andarão por aí a fazer qualquer coisinha ─ e dessas pelo menos uma parte delas (talvez e sendo otimista, uns 40% da população), andando pelos lugares onde a maioria das pessoas anda (nos grandes centros urbanos e zonas limítrofes, onde se concentram muitos dos sectores secundário/terciário) ─ restando-nos assim uns 4 milhões em constante e efetiva circulação ─ todos os dias ao sairmos de casa sendo inevitavelmente envolvidos e integrados num coletivo de cerca de 4 milhões de trabalhadores, circulando constantemente para cá e para lá numa das 3 vias principais de transporte e de comunicação, neste caso ligando Família/Empresa:

 

E mesmo que pudendo esse número ser bem menor agora que atravessamos esta Pandemia (de Covid-19), podendo-se estimar com alguma credibilidade (de cálculo mesmo que rudimentar, mas dirigido/cauteloso) que pelo menos uns 2 a 3 milhões serão certamente (os tais ativos).

 

Para além da testagem e da vacinação maciça (responsabilidade e obrigação do Governo) podendo estar nas nossas mãos a salvação de todos (nossa responsabilidade e dever) tendo cada um de nós em atenção outros seis pontos fundamentais (ou seja):

Distanciamento

Máscara

Ventilação

Testagem

Rastreio

Isolamento

Higiene

Vacinação

 

Suponhamos então e até em nosso benefício (considerando o maior nº de ativos, o nº “mais certo”) que nestes tempos a ligação Família/Empresa se cifra em 3,0M e agora dirijamo-nos (não esquecendo a outra via, ligando Famílias/Lares) para outra Via de Transporte/Comunicação também ligando Família/Escola e vejamos o que aí acontece (aconteceu/acontecerá):

 

A partir do próximo dia 19 de abril abrindo-se completamente a via Família/Escola, colocando finalmente na rua (num processo concretizado em 3 etapas) um nº a caminho dos 2,0M de jovens.

 

E mesmo que por diversos motivos esse nº seja um pouco menor (até para benefício, da decisão do Ministro responsável), fiquemo-nos por 1,5M.

 

 

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Lisboa ─ Portugal

Pouco antes do anúncio do início

do Desconfinamento nesta última vaga

(março de 2021)

 

Em conclusão a 19 (um nº que poderá funcionar como mais um marco desta história Covid-19) com um exército reforçado (mas apenas em quantidade) mas por outro extremamente mal apetrechado (testes/vacinas) ─ precisamente aqueles que já deveriam ter sido intensamente testados e vacinados e pela idade/saúde e listas oficiais, não o tendo sido ─ a ser lançado para o campo de batalha:

 

(abatido mais 0,5M, até para o resultado não ser tão doloroso) com 3M a invadirem duas das três principais vias de comunicação/contaminação do Coronavírus (Família/Escola, Família/Emprego e Família/Lares), até por representar quase 1/3 (1 pessoa em cada 3 na rua) da população portuguesa, podendo ter consequências (graves) agora que o vírus parece querer regressar (pelo menos para nos chatear/perseguir mais um pouco) como o tem feito pela Europa.

 

Como eles e o coronavírus sabem, com os resultados a saírem num prazo de 10/15 dias: então aí veremos se devemos desconfiar ou desconfinar.

 

Entretanto tendo-nos que despachar com os testes e as vacinas (como sempre administrando depois do “momento”, daí as graves consequências), pois se para o Governo lhes chega sempre remediar (e ver o que irá dar), não teremos outra hipótese se quisermos sobreviver senão tomar o serviço nas nossas próprias mãos e de imediato agir, prevenir.

 

(imagens: extra.ie ─ usnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:55

16
Abr 21

“E mais tarde do que o previsto, o Oráculo falou e não adiantou nada.

Sendo assim e como sempre, retirando-nos e conformando-nos.”

 

Screenshot_2021-04-15 As contas do desconfinamento

O Oráculo

 

Dos 308 municípios de Portugal (continente/278, Madeira/11 e Açores/19) ─ conhecida a declaração deste fim de tarde, do 1º Ministro António Costa ─ apenas com os Açores e 11 municípios do continente a serem postos em causa (mais de 120 casos/100.000 habitantes em 2 períodos consecutivos de 14 dias), concluindo-se que de facto e como consequência (da interpretação do 1º Ministro), com a quase generalidade do país a arrancar para uma nova fase mais avançada de Desconfinamento: como se nada se passasse (não estivéssemos numa Pandemia com mortes diárias), como se o nº de infetados/dia não se mantivesse instável (descendo e subindo) e como se o índice de transmissibilidade (fator importantíssimo para se conhecer melhor a evolução do vírus) não estivesse desde há várias semanas a crescer (quando ainda hoje a OMS/WHO sublinhou, a extrema importância desse índice para a tomada de decisões).

 

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A Escola

 

Assim a 19 de abril de 2021 e segundo as previsões do Governo (por sinal, onde está Marcelo?), estaremos mais próximos da “normalidade” como nunca estivemos antes, só mesmo em tempos anteriores ao início desta Pandemia (há mais de um ano, agora vivendo-se no “novo normal”). E como retrato fiel deste tipo de pensamento baseado no simples, direto e extremamente intrusivo raciocínio “se não morreres de doença, morres de fome” ─  podendo até dar origem a algo de panfletário e massificador como “Emprego ou Morte” ─ enquanto que todas as cautelas e cuidados são poucos na abertura de várias áreas (neste Desconfinamento progressivo) até por se aumentar o tráfico em vias de comunicação/transporte (partilhadas pelo Homem e pelo Coronavírus) importantes (Família/Escola, Família/Emprego e Família/Lares de Idosos), já no caso da Educação mesmo em situação extrema tudo continuará a abrir atingindo os 100%: no caso do Algarve sendo “contempladas” (premiadas?) entre outras Albufeira e Portimão (abrindo tudo) e em todo o país regressando ao secundário/superior em torno de 800.000 alunos. Sabendo-se que bastando um pequeno “soluço” para pela 2ª vez consecutiva não haver um verdadeiro Verão no Algarve (de recuperação), depois dos estaleiros podendo ser as escolas (a ressuscitarem o foco infecioso tendo centro no “Triângulo das Bermudas”).

 

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O Futuro

 

Escancarando ainda mais uma das portas de proteção (uma espécie de contrafogo, ao trânsito Covid-19) ligando Família/Escola, num cenário Europeu (em fase mais avançada, podendo-se aprender com estes) nada apontando para tal procedimento: ainda hoje (mencionando só sete) com a Polónia a registar +682 mortes, a Ucrânia +433, a Rússia +398, a Itália +380 mortes, a França com +296, a Alemanha +295, a Espanha +126 (Portugal +2). E se um extraterrestre nos estivesse a observar (colocando-se na nossa situação, como um elemento deste Zoo) achando-nos obedientes ou então loucos. Na próxima segunda-feira dia 19 de abril do ano 2021 e já no decorrer do 2º Ano Coronavírus, com os portugueses mais tranquilizados e de “peito-feito” a enfrentarem de frente o “bicho”, marchando contentes e gloriosamente contra as baterias/canhões deste vírus (aplicando na prática a diretiva do seu hino, “contra os canhões marchar, marchar”). No Algarve e Albufeira esperando-se que com esta tática (para o pobre, “mais vale remediar, do que prevenir”) haja mesmo Verão. Senão … depois do vírus (a doença/fim da Saúde), vindo a morte (de fome/fim da Economia), num cocktail perfeito (por podendo ser total/fatal/extremo e até radical). E já agora até para se saber a sua opinião (e sendo a Educação a protagonista desta declaração, pelos vistos sendo Independente do Governo) ─ impossível as ideias/opiniões serem todos iguais ─ onde estão os pais e os professores? Será que para estes, os filhos também são (não uma carga, mas) uma sobrecarga?

 

[Um Desconfinamento pelos vistos sobrescrito pelo Ministro da Educação: (sejam quais forem as condições e até mesmo as consequências, o “fanático das aberturas”) “O Governo entende, no entanto, que a retoma do ensino presencial para os alunos do ensino secundário e do ensino superior deve avançar em todo o território continental, independentemente do nível de risco de cada concelho.” (Filipa Almeida/executivedigest.sapo.pt/15.04)]

 

(imagens: Lusa/24.sapo.pt ─ e-konomista.pt ─ aracruz.es.gov.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:12

15
Abr 21

Recuando 14 dias e consultando os compromissos do Governo (pelo mesmo divulgado na altura) caso tudo corresse bem neste último período de Desconfinamento (para obedecermos, com o mesmo sendo sempre acompanhado pela respetiva renovação do Estado de Emergência),

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Desconfinar/Desconfiar

 

Prevendo-se que caso este ache (o Governo/o 1º Ministro) que tudo decorreu satisfatoriamente e dentro dos limites aceitáveis nestas últimas duas semanas, os próximos passos de Desconfinamento (mais visíveis/impactantes para a generalidade dos portugueses) sejam os seguintes (conduzindo-nos neste período e sendo a opção/solução eficaz, ao fim do Estado de Emergência) ─ aqui apresentados:

 

Reabertura dos espaços interiores em cafés e restaurantes com um máximo de 4 pessoas/mesa (nas esplanadas 6 pessoas/mesa), com um horário de fecho às 22 horas (fim-de-semana 13 horas);

 

Regresso ao ensino presencial dos alunos do ensino secundário e superior, por volta duns 800.000 estudantes;

 

Reinício das atividades em espaços fechados como cinemas, teatros, lojas públicas (como a do Cidadão) e privadas (como centros comerciais, lojas de produtos diversos, ginásios/sem ser em grupo, etc.); já nos espaços abertos com a atividade física a estar limitada a grupos de 6 pessoas e com a lotação máxima em eventos (ao ar livre, como casamentos) a ser limitada a 1/4 da sua lotação.

 

No entanto e passadas duas semanas com o cenário aparentemente a agravar-se, com dois dos parâmetros fundamentais para a análise e estudo da evolução da doença Covid-19 ─ influenciando diretamente esta decisão (para o novo período de Desconfinamento, a iniciar-se a 19 de abril e indo até ao fim do mês) ─ a não respeitarem o esperado/desejado, casos da evolução do nº de Infetados/dia e do índice de transmissibilidade: o primeiro mantendo a sua instabilidade (subindo/descendo), o segundo ─ o R(t) ─ em lenta mas constante subida desde há várias semanas.

 

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Desconfinar/Desconfiar

 

Pelo que se o Governo (de Costa) não enfiar como a avestruz “a cabeça no buraco”, no mínimo terá que ter atenção aos concelhos com mais de 120 infetados/100.000 pessoas e com R(t) > 1: sendo um escândalo se passados uns curtos e rápidos 14 dias o Governo estrategicamente se “esquecesse” do seu “sagrado” compromisso ─ assumido perante todos os portugueses ─ nesta luta de vida ou de morte contra o vírus SARS CoV-2.

 

Nos concelhos com mais de 120 casos/100.000 pessoas ou com o índice R(t) > 1, tendo-se obrigatoriamente de manter ou recuar no Desconfinamento, nos outros não: e não sendo a tarefa assim tão difícil de executar/implementar pois num 1º passo e até para não criar confusão (uma localidade estando mais desconfinada, a outra sendo vizinha/próxima não menos) podendo-se limitar a regiões mais afetadas como por exemplo (e de momento) as ilhas e o Algarve (e mesmo aí podendo fazer uma “escolha/seleção”) em 14 dias podendo ser localmente alterada.

 

No Algarve estando sobretudo em causa o que fazer com Portimão, Albufeira, Lagoa e Vila do Bispo, os 4 concelhos mais em risco (Covid-19) entre um total nacional de mais de vinte em causa (vinte e nove municípios, podendo parar/recuar na reabertura). Para já com o 1º Ministro a ter afirmado que “é razoável acreditar que o país continuará a desconfinar em mais esta fase, ainda que, eventualmente, a várias velocidades” (António Costa). Veremos logo ao fim da tarde.

 

(imagens: desmotivaciones.es ─ dicio.com.br)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:04

14
Abr 21

Na semana de mais uma decisão ─ não do Estado de Emergência, continuando por mais 14 dias ─ esperando-se pela opinião do Governo para se compreender o que sucederá de novo neste novo período de Desconfinamento (iniciando-se na próxima segunda-feira): dependendo essa opinião/decisão da evolução dos parâmetros Covid-19, pela sua importância (nesta fase desta última vaga) o Nº de Infetados/dia e o Índice de Transmissividade R(t).

 

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Em risco: Vila do Bispo, Portimão, Lagoa e Albufeira

Este fim-de-semana se decidirá se algum destes 4 concelhos algarvios

progridem, se mantêm ou recuam no seu respetivo Desconfinamento

 

Analisando a evolução destes dois parâmetros nos passados 31 dias (de 15.03 a 14.04) e associando-os (sendo o R(t) na região do Algarve, superior ao nacional), verificando-se a continuação da instabilidade no nº de infetados (não querendo manter a sua tendência de descida, descendo/subindo) e o crescimento mesmo que lento do índice R(t): em 31 dias subindo de 0,83 para 1,06 (ou seja quase 28%).

 

(imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:42

12
Abr 21

No dia (hoje, 12 de abril) em que o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO) declara que a Pandemia de Covid-19 está de novo a crescer exponencialmente ─ dependendo a evolução da mesma não só das decisões e das ações das autoridades (ou seja, políticas dos Governos) como da forma como nos comportamos (em nossa casa e fora dela) ─ em Portugal e no mesmo dia entra-se na semana de decisão sobre as posições a tomar para as próximas semanas de Desconfinamento (com o próximo período a iniciar-se a 19 de abril): falando o Presidente, falando o Governo, falando a AR e no final aprovando-se e aplicando-se ─ de 19 de abril a 3 de maio.

 

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Infetados e R(t) em Portugal

(15 de março a 12 de abril)

 

Distanciamento

Máscara

Ventilação

Testagem

Rastreio

Isolamento

Higiene

Vacinação

 

Neste início da semana que irá definir como serão (terminando este a 18 de abril) os próximos 14 dias de Desconfinamento (19 abril/3 de maio) ─ com o índice de transmissibilidade a continuar a subir e com alguns concelhos a persistirem perto do limite (máximo aconselhável) ou acima dele (com mais de 120 caos de infetados/100.000 pessoas) ─ e sabendo-se da inércia/lentidão do Governo nos testes rápidos/campanha de vacinação, não se percebendo muito bem como será possível (nalguns/muitos casos, ficando-se a aguardar) manter o Desconfinamento quanto mais expandi-lo (por pouco que seja). Na região de turismo do Algarve e apesar do lado positivo de não existir nenhum surto entre profissionais de saúde e entre idosos (residindo em lares), com o índice R(t) a ser o mais elevado do país (hoje Portugal nos 1,04), sentindo-se esse efeito já nas escolas (tendo entrado no circuito mais de 1 milhão de estudantes) e podendo agravar-se ainda mais para a semana com o ingresso de mais uns 400 mil alunos (do secundário);

 

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Óbitos na Europa

(8 de abril a 12 de abril)

 

Para já não falar do “Triângulo das Bermudas” tendo num dos vértices Portimão (onde se situam os estaleiros e por onde circulam os trabalhadores da construção civil) ─ os outros vértices em Albufeira e Silves e com um dos lados do triângulo passando por Lagoa  ─ com Silves recordando-nos ainda existirem um pouco mais acima outros polos de contaminação/infeção (de SARS CoV-2) e até de contacto/comunicação como será o Alentejo (com concentrações de trabalhadores agrícolas/outras áreas desempregados e sendo estrangeiros). E apesar das taxas elevadas de desempregados afetando o Algarve (causada pela sua “monocultura” turística)  ─ só em Albufeira representando cerca de 20% do total, maioritariamente mulheres ─ e do vírus ter alterado alguma coisinha no seu comportamento infetando agora mais crianças e mais profundamente (circulando estas agora livremente entre Família/Escola), mantendo-se o otimismo de alguns responsáveis como o transmitido pelo título apresentado pelo jornal online Sul Informação (segundo ideias de Ana Guerreiro, delegada regional de saúde): «Ainda há tempo» para todos os concelhos algarvios avançarem no desconfinamento”.

 

(dados: dgs.pt e worldometers.info ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

11
Abr 21

No início desta Pandemia (1ª vaga) e ainda não se tendo registado oficialmente a 1ª morte por Covid-19 (verificada a 16 de março do ano passado),

 

Já aproximadamente três semanas antes (a 26 de fevereiro de 2020) o índice de transmissibilidade R(t) atingia o seu pico máximo:

 

R(t)=2,11.

 

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A meio da semana que vem ─ 12 a 18 de abril ─

com Marcelo e Costa a terem que se pronunciar

sobre o próximo período de desconfinamento a iniciar-se a 19 de abril

 

Sendo a variação do índice R(t) crescendo e subindo acima de 1 ─ o 1º sinal de alarme.

 

Alcançando o maior nº de infetados/dia a 10 de abril de 2020 (1.726 pessoas) e o maior nº de óbitos/dia entre os dias 3 e 23 de abril de 2020 (pico máximo a 3 de abril).

 

Ou seja, uma sequência clara, interligada e crescente, entre estes parâmetros Covid-19:

 

R(t) → Infetados → Óbitos.

 

E crescendo o primeiro (mais cedo ou mais tarde), crescendo o 2º e o 3º.

 

Em Portugal e ultrapassada a última vaga (crescendo rapidamente no nº de infetados em finais de dezembro e atingindo o seu pico máximo um mês depois) e com o índice de transmissibilidade a atingir um mínimo de sempre (11 de fevereiro)

 

R(t)=0,61

 

─ Observando-se a partir daí e progressivamente (lentamente) a uma subida desse importante índice.

 

Um índice sistematicamente a crescer (com alguns intervalos de repouso) nos últimos dois meses (de fevereiro a março) tendo passado de R(t)=0,61 até R(t)=1,02 ─ mais de 65%.

 

(imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:29

05
Abr 21

“Repentinamente e no mínimo

(a partir das 00:00 de 5 de abril)

com mais de 1 Milhão de pessoas nas ruas.”

(50% potenciais transmissores, 50% potenciais infetados)

 

No 1º dia do início da 2ª fase de Desconfinamento (05.04.2021) valendo durante duas semanas (até 18.04.2021) e sendo revisto terminado esse prazo (19.04.2021) ─ com a entrada em vigor nessa data (tudo tendo corrido bem, até aí) da 3ª fase de desconfinamento ─ eis que como que parecendo um fenómeno típico (comum) de ação-reação (e não se sabendo bem qual a racionalidade das duas iniciativas, podendo estar dos dois lados, num dos lados ou em nenhum) expressa como tipo de resposta ao Homem, o Vírus aumenta o índice de intensidade das suas (já) poderosas baterias: reforçando-se com outras estirpes/variantes (mais e melhor apetrechadas até pelas experiências/vagas anteriores) e num instante atingindo/ultrapassando o seu inimigo (melhor, objetivo),  colocando-o em estado de alerta do nível R(t) = 1 (podendo até ─ como acontece em muita zonas ─ ser superior).

 

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Devido ao seu crescimento com o índice de transmissibilidade R(t)

a ser o mais preocupante; e com o nº de Infetados/dia mesmo descendo

mostrando ainda alguma instabilidade (↑↓)

 

Num 1º dia do início da 2ª fase de um determinado Desconfinamento (sendo o alvo Portugal) em que o coronavírus parece querer regressar de novo (sobretudo) um pouco por toda a Europa e ainda pela América ─ territórios/países estando neste processo (de evolução do vírus) em fase mais avançada (se comparados com Portugal) ─ atingindo oficialmente e no continente o limite (a unidade ou 1, nuns sítios superior noutros inferior e no final, dando a média): em contraciclo aparente com o da Europa e com o do Vírus, abrindo alegremente um pouco mais “a porta” e lançando mais de 500.000 jovens para a rua (dirigindo-se para as suas diferentes escolas) aumentando a densidade de circulação em várias vias (de comunicação, transporte e contágio/infeção) e obviamente aumentando o perigo de contágio ─ sendo os jovens mais resistentes, mas excelentes veículos de transporte e de contacto com outros (incluindo os mais idosos e/ou os mais doentes). Com a morte a poder chegar a casa e a ser entregue, “por encomenda registada”.

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:55

02
Abr 21

“Em Portugal numa recente declaração do nosso 1º Ministro, com o mesmo a afirmar existirem no presente 19 concelhos acima do limiar de risco (detetados mais de 120 casos/100.000 pessoas): 4 deles estando localizados no Algarve e sendo, Portimão (mais de 240 casos) e Albufeira, Lagoa e Vila do Bispo (entre 120/240 casos). Região do Algarve tendo registado hoje +35 Infetados (6,4% do total nacional) e +1 Óbito (11,1% do total nacional).”

 

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Com Portimão a ser o concelho algarvio

em maior risco neste Desconfinamento

(com 120/240 novos casos em 100.000 pessoas, correndo o risco de Confinar)

 

Esta segunda-feira 5 de abril iniciando-se uma nova fase do Desconfinamento, com as medidas mais visíveis para o público em geral a serem, o regresso dos alunos do 2º/3º Ciclo às escolas ─ uns 600.000 (2ª fase) depois de outros 600.000 (1ª fase) aproximadamente ─ a abertura dos cafés/restaurantes com esplanada e ainda a reabertura de mais lojas comerciais (ainda com restrições). Significando um aumento significativo de circulação de pessoas no espaço comum exterior ─ só nas escolas com as pessoas agregadas podendo ser +1 milhão ─ exigindo-se maior cautela e prevenção por parte de todos nós, como com a higiene das mãos, o uso de máscara, o distanciamento e claro está a vacina. Por sinal e no caso da Educação (responsabilidade e incompetência do Ministro) ─ e que se saiba ─ com mais este grupo de mais de 0,5 milhões de jovens a regressar de novo à escola (tal como todo o pessoal docente e não docente) sem um teste (rápido) quanto mais uma vacina.

 

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Evolução Covid-19

(nos últimos 14 dias)

Com o índice de transmissibilidade lentamente a caminho de R(t)=1

(segundo eles o limite a partir do qual, deveremos começar a ficar nervosos)

 

Uma abertura feita em contraciclo com o que aparentemente começa a acontecer  um pouco por toda a Europa, com países como a Alemanha, a Itália e agora a França (entre outros) a aumentarem as restrições de desconfinamento (tentando recuar, mas enfrentando o protesto crescente da população) de modo a travarem um novo crescimento registado no número de infetados e no índice de transmissibilidade: regredindo agora no Desconfinamento, tendo uns bons dias de avanço sobre nós (tendo começado primeiro este última vaga). No nosso país caminhando-se, portanto, em sentido contrário ao da Alemanha (apenas o motor e líder europeu), imitando-se os nossos aliados europeus o Reino Unido (nem sequer integrando a EU), mesmo não dispondo das mesmas ferramentas, nem vacinas. Num momento em que em vez de aprendermos com o que se está a passar por ex. na Alemanha (que se irá passar provavelmente dentro de dias, por cá) ─ observando, tendo cuidado ─ e apesar da instabilidade no nº de infetados (↑↓) e da subida do nível R(t), começaremos a 5 a “marchar contra os canhões” enfrentando as baterias de Covid-19: enfraquecidas ou não.

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: jornaldoalgarve.pt ─ Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:44

01
Abr 21

“Num dos dados relevantes surgidos com esta Pandemia Covid-19 (em Portugal) ao associá-la, compará-la e adicioná-la ao número total de mortes (registadas no período, indo de março a dezembro de 2020) ─ fins de março ─ resultando de um total de 10.100 mortos serem 5.559 por Covid-19 (55%). Em termos de comparação com os EUA (385.100 mortes no total) com mais de 80% (pior) e o México (com 230.800 mortos no total) mais de 40% (melhor).”

 

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15 de março a 1 de abril de 2021

 

Com o nº total de doses (vacina em 1 ou 2 doses) administradas em todo o Mundo desde o início da Pandemia (de 13.12.2020 a 28.03.2021), a andar pelos 564 milhões (4% a 8% da população Mundial). Uma minoria. Em Portugal e segundo dados de 30 de março (deste ano), com o nº de doses administradas a andarem nas 16 pessoas/em 100 pessoas (Mundo 7,4/100) ─ tendo levado 1 dose 11% e tendo a vacina completa 4,6%.

 

Nesta guerra “Homem Vs. Coronavírus” tendo até ao dia de hoje (quinta-feira, 1 de abril) infetado 822.314 indivíduos e vitimado mortalmente 16.859, deparando-nos agora inesperadamente e como se não bastasse esta Pandemia (tendo já provocado no Mundo mais de 2,8 milhões de mortes), com um duelo político centrado em duas pessoas (representando os dois blocos em luta) e previsivelmente mortal (para um deles e como consequência para todos nós) envolvendo o nosso 1º Ministro (Costa) e o nosso Presidente (Marcelo): de um lado tendo-se o apoiante do “Fecho” e do outro o apoiante da “Abertura” e mesmo não tendo nenhum deles completa razão, com cada um deles a querer impor ao outro a sua opinião e a sua decisão (como se fossem o “Centro do Mundo”), empurrando-nos para uma guerra pessoal e ideológica (puro egocentrismo, pouco se importando com as consequências) em que os únicos prejudicados seremos de novo nós ─ os 10 milhões de portugueses entalados entre (são só dois, mas os outros vindo atrás/á frente) um individuo querendo por prevenção adiar (Presidente) e um outro mortinho poa abrir (1º Ministro). Mesmo não se sabendo quem tem razão e conhecendo-se o sucedido noutros países mais “adiantados” (na evolução desta última vaga), com Costa em contraciclo em relação ao que outros fizeram (Alemanha, França, Itália), a querer em vez de manter (ou recuar), continuar a abrir (como se fossemos o Reino Unido e estando dependente deles): e assim mesmo mantendo-se a evolução de Infetados ainda instável e não querendo o índice de transmissibilidade descer (o R(t)), mantendo-se o plano de desconfinamento do Governo e ao mesmo tempo tentando-se ignorar (colocar de lado) as “sugestões” de âmbito económico e social do Presidente ─ certamente que apoiadas a 100% pelos 10 milhões. Para já e em lume brando mantendo-se esta guerra Costa Vs. Marcelo, esperando-se entretanto e como diz “Costa o 1º” a entrada da lei em campo (TC dando-lhe razão) ─ nada de apoios sociais por não haver dinheiro (pretexto de não ter sido orçamentado, mas existindo retificativos), mas esquecendo-se das ilegalidades constantemente praticadas (e a praticar) só não sendo vistas por quem não quer, envolvendo não 1 milhão mas nestes casos um nº incontável/inimaginável/indefinido de muitos milhões (estes podendo ser sempre orçamentados com sucessivas retificações ─ algo de ofensivo e provocador) como é (só para citar os mais conhecidos) por ex. o caso do Novo Banco e o caso da TAP. Concluindo-se que se não se morrer de doença, as nossas autoridades procurarão sempre uma outra alternativa, obviamente mortal.

 

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Emmanuel Macron

Presidente da França

Anunciando o agravamento das condições de desconfinamento

(hoje, 1 de abril de 2021)

 

Consultando a percentagem de vacinação em todos os Continentes (dados de 30 de março) com a América do Norte a liderar (graças aos EUA) com 27/100 pessoas, com a Europa aparecendo em segundo (graças ao Reino Unido) com 16/100 pessoas ─ uma desgraça não sendo os da “ilha” estando ao nível da América do Sul ou mesmo da Ásia ─ e de seguida aparecendo a América do Sul (8,2), a Ásia (5,1), a Oceânia (1,4) e finalmente a África (0,7).

 

Voltando à realidade prática e abandonando por momentos (se eles utilizando os seus média nos deixarem) “os duelos de retórica politico-ideológica” (inúteis para as presas, por feitas pelos predadores) ─ nos extremos levando a situações catastróficas como as vividas (impunemente, para o Presidente e seu Governo) no Brasil, no presente “enterrando-se gente de noite e de dia” (ultrapassadas as 320.000 mortes) ─ levando-nos sempre a “mãos-cheias-de-nada”, depois de três horas de espera (13:30 →16:30) pela comunicação ao país do 1º Ministro dando-nos novidades sobre os próximos 15 dias ─ ainda mais nos enervando, não só pelo atraso como pelo que dali poderia vir ─ dali nada saindo que nos aliviasse, além de uma mera intenção baseada numa perspetiva otimista (meia em código, só para entendidos), mais própria de proferida por um leigo ou por um manipulador: descodificada inadvertidamente por um jornalista (daqueles que não pensam, só repetem, por vezes indevidamente) explicando que tal otimismo (não referido, mas governamental, um traço do nosso 1º) se deveria, “à chegada próxima do Verão e do tempo quente e seco, matando e arrumando o maldito bicho”. Mas onde será que eu já ouvi isto? E nos casos de dúvida deixando a decisão (para se irem habituando ao abandono, tal como a generalidade dos cidadãos) aos Municípios e outras autoridades locais (livrando-se ─ o Governo ─ de futuras responsabilidades). E ainda ficando mais preocupado ao saber pela boca do nosso 1º Ministro Costa que entre os “piores” concelhos de todo o país (uns 308) ─ 13+6 ou seja 1300:308 % ─ um deles seria o de Albufeira com 120/240 casos/100 mil (com Lagoa e Vila do Bispo num 2º nível de gravidade, só ultrapassados por Portimão num 1º nível com mais de 240 casos/100.000): em princípio devido a um aumento circunstancial do nº de Infetados nos últimos (2/3) dias. Uma declaração efetuada por Costa aos portugueses, indicando-nos o seu caminho e certamente deixando muitos de nós contentes (desde o progresso na retoma das aulas/agora até ao 9º ano, até à abertura de mais espaços/como as esplanadas de cafés/restaurantes) ─ só pensando no bom e atirando para trás das costas o mau (para muitos de nós, a única forma de se sobreviver) ─ apesar dos Infetados e do R(t) e do constante e repetitivo aviso/alerta (para irmos em sentido contrário) feito por países já tendo vivido antes este momento (estando mais adiantados nesta vaga) ─ como é o caso da poderosa Alemanha (líder e motor da Europa e mantendo o confinamento) ─ e ainda do facto progressivamente sendo conhecido (confirmado pela WHO/OMS) da subida lenta mas “suspeita” e global (especialmente Europa e América) do nº de Infetados. E enquanto uma Europa fecha (a mais forte) ─ como hoje a França ─ a outra nada aprendendo (mais fraca, tendo que trabalhar até para/pelos outros) abre ─ como Portugal (o bom aluno, mesmo que o mestre não preste, o que interessa é o certificado). Pensando do lado de quem paga, “que remédio”.

 

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19 de março a 1 de abril de 2021

 

Estando-se no final de março de 2021 ─ mais de um ano após o início desta Pandemia Covid-19 ─ com 10 vacinas disponíveis no mercado, umas mais para o Hemisfério Oriental (um bloco/Eixo do Mal/terra-de-mouros) outras mais para o Hemisfério Ocidental (outro bloco/Eixo do Bem/terra-de-cruzados): liderando a Oxford-AstraZeneca (em 94 países) além de ser da GB, talvez se compreendendo aqui a perseguição à mesma ─ seguida pela Pfizer-BioNTech (em 80) e pela Moderna (em 34) todas Ocidentais ─ e só depois surgindo a Sinopharm-Beijing (em 21), a Gamaleya/Sputnik V (em 20) e a Sinovac (em 14) todas Orientais.

 

A partir da próxima semana 5 de abril estreando-se um novo episódio (e esperando-se a reação do Município de Albufeira à declaração de Costa) desta série em segunda temporada (depois de 2020, temporada de 2021) ─ correndo bem ou mal, restando-nos sempre a hipótese de rezar à nossa Santinha e tendo uma (local/nossa) a Nossa Senhora de Fátima: protegendo-nos não só de “um Trump ou de um asteroide” mas igualmente desse “bichinho-maldito” queimando-o com os seus poderosos raios Sol (emitidos por Nossa Senhora) e no caso de os Deuses se terem convertido em astronautas (teoria igualmente válida), vindo em nosso socorro, lançando-lhes o seu raio-mortal e exterminando-os a todos.

 

[Consulta de dados: “Tracking Coronavirus Vaccinations Around the World”: nytimes.com/interactive/2021/world/covid-vaccinations-tracker.html]

 

(dados: dgs.pt e nytimes.com ─ imagens: Produções Anormais

e Ludovic Marin/AFP/Getty Images/theglobeandmail.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:43

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