Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

09
Out 19

“Além de detetar ele previne

(no mínimo, diminuindo as fatalidades em 1/4)

em vez de remediar.”

(sortudos, tendo de um lado o bacalhau e do outro o cão, como fiéis-amigos)

 

Num estudo científico financiado por uma Fundação (AGRIA) e uma Instituição de Investigação sueca (FORMAS) − publicado em 8 de outubro em [ahajournals.org] – a chegada à conclusão tendo como protagonista um animal doméstico o CÃO, de que:

 

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Portuguese water dog

Owning a dog may be associated with having a longer life

(imagem: Michele Hogan)

 

“Dog ownership associated

with longer life,

especially among heart attack and stroke survivors”

(sciencedaily.com)

 

Segundo o estudo científico tendo como alvo de investigação mais de 320.000 pessoas com idades variando entre os 40 e os 85 anos e além disso vivendo sozinhas – podendo ter sido vítimas de um ataque cardíaco sobrevivendo, ou tendo já tido um anterior tendo outro e sobrevivendo de novo – com o CÃO a ser um fator evidente contribuindo para a diminuição das fatalidades: no 1º caso reduzindo o risco de 33% e no 2º caso de 27% (numa média próxima dos 31% de redução de fatalidades por problemas de coração). Ou seja:

 

“In this study of 321 430 Swedish adults aged 40 to 85,

dog ownership was associated with a lower risk of death

after an acute myocardial infarction or ischemic stroke.”

(ahajournals.org)

 

E se já sabíamos da importância e das vantagens de termos “Um CÃO Perto de Nós” como nosso companheiro e “fiel amigo” (em troca de pouco ou nada, lutando e sofrendo por nós) – além disso com os possuidores de um CÃO a verem a sua taxa de mortalidade (cientificamente e em todas as doenças) a serem reduzidas em cerca de 24% − agora ainda o sendo mais preventivo − e fundamental − para em todos os sentidos não ficarmos (nunca) sós (na vida, na doença e até na morte).

 

(imagem e legenda: sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:36

11
Out 12

2012TC4

 

O asteroide 2012TC4 passará no próximo dia doze de Outubro – sexta-feira – muito próximo do planeta Terra. Com uma dimensão superior a vinte metros (spaceweather.com), este é apenas mais um caso das muitas rochas espaciais que aparecem subitamente nas proximidades do nosso planeta, sendo difíceis de detetar devido às suas pequenas dimensões.

 

Asteroide 2012TC4

 

Seguindo-se à passagem no último Domingo de um outro asteroide descoberto nas mesmas circunstâncias – o 2012TV asteroide com cerca de quarenta metros de dimensão – este pequeníssimo corpo passará “a rasar” o nosso planeta, não havendo qualquer risco de colisão com o nosso planeta.

 

Mas que lá passam muito perto passam e muitos deles são descobertos mesmo à última hora. Quais serão então as consequências do embate de um objeto destas dimensões com o nosso planeta – se tantos andam por aí e não os conseguimos detetar a todos – ou nem sequer vale a pena pensar nisso?

 

Distância mais curta do asteroide à Terra: 6.0E-4 AU = 90.000 Km

1 AU = 150.000.000 km

 

(imagem – REMANZACCO)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:46

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