Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Jul 19

“Com o estranho calhau Interestelar (OUMUAMUA) há tempos penetrando o Sistema (SOLAR), sendo apenas um objeto lançado (aos CÉUS) por uma outra Grande Civilização (ALIENÍGENA).”

 

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O Objeto interestelar

OUMUAMUA

Um Calhau atirado pelos Deuses para ver se (desta forma)

Provocavam ondas (entre nós)

 

Partindo-se do paradoxo de FERMI assente no conhecimento de que (baseando-se no nosso exemplo, particularmente de sucesso, mas sendo o único conhecido), (1) no Universo existem biliões e biliões de estrelas podendo incluir diferentes Sistemas Planetários nalguns dos seus corpos (integrando-o) podendo albergar Vida e até revelar a existência de Civilizações, logo, já se devendo há muito (de qualquer forma e sob qualquer tipo de envolvência) ter-se encontrado e confirmado a existência de seres Extraterrestres − o que até ao meio do ano de 2019 DC ainda não ocorreu – e (2) simultaneamente (contraditória e obrigatoriamente) tendo-se de constatar (sem qualquer tipo de registo nos nossos órgãos dos sentidos) a realidade ensurdecedora propulsionada pelo “Grande Silêncio”

 

Onde está Toda a Gente, que não se ouve nem se vê,

oferecendo-nos apenas Silêncio?

 

Rápida e facilmente nos deixaremos levar (adictos extremos como somos) − até porque é isso que acontece sucessivamente no nosso quotidiano monótono e repetitivo (de miséria) − pela hipótese (explicativa pela parte científica como justificativa pela parte religiosa) do Zoológico: com os Extraterrestres a observarem-nos como se fossemos os animais de um Zoo (a atração espetacular), mantendo a sua posição e hierarquia, fazendo-o à distância e sem se fazer notar (em Privado) – não se interessando minimamente em entrar (em contacto) em tão conturbado viveiro (como num aviário convivendo com “galinhas”). Num cenário com presenças, mas sem necessidade de contactos (entre o talhante e a carne), que não o visionamento do produto (pronto, preparado, no fundo perfeito) saído da linha de montagem.

 

E não sendo real, então sendo uma projeção.

 

(imagem: youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:13

02
Abr 14

Ficheiros Abertos – Da Vida Vem o Universo

(A Alma e O Pensamento)

 

“Creativity and non-conformity now listed as a mental illness by psychiatrists”

(American Psychiatric Association)

 

A paródia da certificação e da autentificação do Homem – por outros Homens Exclusivos – transformou o Mundo num Circo sem verdadeiros artistas e experimentalistas e por falsificação de cenários numa brutal e irreversível tragédia para a raça humana: antes matava-se com uma bala (associada a uma pistola), agora com um certificado (associado a um diploma) e amanhã com o esquecimento (associado ao excedentário desqualificado). Eles vendem tudo e nós só temos que consumir”.

 

Em Busca do Mundo Perdido

                                                                

Talvez no nosso Mundo existam aqueles que por usurpação coerciva do conhecimento dos outros se achem superiores a Deuses (transformando-se em ícones invisíveis mas por esse motivo posteriormente adulados) usufruindo duma forma prepotente dessa circunstância alheia e de formação experimental colectiva, para dum modo claramente improdutivo e finitamente egoísta (consequência da sua visão conservadora e geocentrista agora convertida e aplicada ao indivíduo) – e apoiada no servilismo de alguns ignorantes previamente certificados – se tornarem temporariamente em Entidades Divinas e Inimputáveis, mesmo sabendo e apesar de tudo que depois serão apenas iguais (em vida superiores, mas na morte iguais): ninguém gosta de sofrer sem necessidade ou vantagem, mas existem aqueles que para além disso gostam de fazer aos outros aquilo que nunca aceitariam que lhes fizessem a eles. Utilizando uma máxima da Revolução Cultural Chinesa – talvez mais focada do que desfocada e mais próxima da verdade – e que no fundo significaria a insignificância deste mundo de passagem face ao mundo de permanência: foi a Vida que criou o Universo e não o contrário. E sabendo disto Homens resolveram tornar-se Deuses actuando a seu belo prazer sobre o Casulo e dele dispondo como se os outros nada fossem – o que não deixa de ser verdade, mas não ratificando necessariamente o exercício grátis da violência. Mas o que é um facto é que nesta fase de pré-borboleta mentalmente deixamos muito a desejar, ansiando por lobotomia e que – como um morto-vivo – alguém trate de nós.

 

Porque será que em vez de termos uma visão global de tudo o que se passa à nossa volta – para compreendermos melhor o mundo onde vivemos – preferimos levar a nossa pobre vidinha organizada e certinha de acordo com todos os manuais de instrução oficiais, que nos são fornecidos ao longo de toda a nossa vida de formação e certificação contínua, englobando propositadamente uma catadupa de factores por vezes sem nenhuma ligação – senão mesmo inexistentes – mas susceptíveis de criar confusão, dúvidas e manipulação? É certo que na nossa sociedade se generalizou a noção da necessidade da especialização para assim se obter sucesso imediato num sector específico e particular – apesar desta estratégia limitar a nossa capacidade de raciocínio, integração e acção – mas neste caso nem disso se trata. O que no fundo nos é proposto – ou imposto voluntariamente – é uma visão do mundo extremamente limitada e perversa face à realidade com que nos deparamos já há centenas de anos – dum Universo Infinito – privilegiando a segurança e secundarizando a liberdade, dando protagonismo à organização – muitas vezes ilusória por artificial – e esquecendo o ponto de partida de qualquer sistema ou conjunto inicial (original): o caos. Posteriormente organizado por acaso e necessidade de todos os sistemas e conjuntos – mesmo que aparentemente vazios – interagindo entre si e em constante transformação – os Multiversos. A energia terá dado origem à matéria por acção do movimento – com o tempo e o espaço utilizados apenas como parâmetros adicionais de expansão ou de contracção.

 

O espaço e o tempo só poderão ser considerados como estruturas monolíticas e limitadas – introduzindo limites como o nascimento (criação) e a morte (perda) – por alguém que deseje encobrir e esconder para seu único benefício qual é o nosso verdadeiro papel e função neste mundo onde agora vivemos. Já pensaram no incomensurável poder e estatuto de Divino que possuiríamos se por exemplo:

- Soubéssemos que este percurso de criação de Vida que terá dado origem ao Universo – e não ao contrário como nos é ensinado – fosse apenas um pequeno primeiro passo necessário ao desenvolvimento dum processo mais vasto e nesta primeira fase meramente biológico e muito semelhante ao ocorrido no ventre da nossa mãe, terminando no nosso lançamento num outro mundo sem nenhum ponto de comum com aquele onde vivemos: estaríamos perante um acontecimento profundo que alteraria definitivamente as visões propostas para este mundo preparatório e virtual – de que os sonhos como “tubos de escape e consciencialização” são exemplos evidentes – aniquilando a morte e o seu estatuto e destruindo de vez aqueles que dela se servem. O que seria se soubéssemos que a morte não era o nosso fim e de tudo o que nos rodeia, mas uma transição (do plano físico limitado mas preparatório, para o plano psíquico ilimitado e sem grilhetas superiores e moralistas) para outro nível diferenciado e no fundo de acordo com as premissas em que ainda hoje (profundamente) acreditamos por naturais, universais e não impostas: num Universo por definição infinito, nele nunca nada se criará ou perderá, apenas se adaptando o mesmo ao conjunto onde está inserido e nele evoluindo em associação e partilha com outros Universos, tocando-se por aproximação, intersectando-se por evolução e até replicando-se por transformação.

 

 (imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:54

09
Jul 12

Antigamente diziam que “OS Deuses Eram Astronautas” e nós sonhávamos com a beleza da vida e com o mistério e a experiência desta grande aventura. Agora estes “Falsos Atores da Arca de Noé” têm a patente da morte e negam-nos tudo o que nos é essencial para acreditarmos em nós e nos nossos direitos e partilharmos assim com os outros tudo o que o mundo por direito nos oferece.

 

Sinais de Decomposição

(o poder corrompe)

 

A Arca de Noé e os direitos adquiridos

Na memória desta gente não existem vestígios do passado (os sem cultura), apenas um objetivo único de manutenção no poder e sobrevivência prolongada (os com dinheiro)

 

Após intensas consultas e negociações realizadas entre as diferentes espécies de seres vivos existentes à superfície da nossa terra e que ainda demonstravam alguns sinais visíveis de vida, respirando, comendo e faturando, características fundamentais nestes tempos modernos para poderem ser financiadas – como é o caso da capacidade intrínseca de se vestir condignamente e de se manter tranquilamente em grupo para a fotografia de família – foram cuidadosamente selecionados os novos candidatos que irão contribuir para a esperada melhoria dos cromossomas dos nossos cidadãos, de modo a se poder relançar definitivamente o nosso país, na retoma da nova epopeia dos descobrimentos portugueses.

Assim, em vez de partirmos e invadirmos outros territórios exteriores, é tempo de redirecionar o nosso desígnio nacional e patriótico para a nossa esquecida e maltratada alma interior e vender rapidamente o que nos resta dela, antes que se dê mais uma nova desvalorização financeira e tenhamos todos que partir para o outro mundo. Refugiados nos seus armários blindados por esta democracia imposta aos seus eleitores, os nossos líderes zelarão pela realização do inventário final, protegendo-se como ferramentas imprescindíveis e transformando-nos em simples artigos de desgaste rápido e facilmente descartáveis.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:05

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