Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Ago 14

Digitalização de Verão

 

 

Se um dia Eu fosse Digital, só precisava de três teclas de acesso (duas nos meus tomates e outra na ponta da piroca).

 

Para dizer SIM, para dizer NÃO e para dizer FODA-SE.

 

Mas até hoje nunca me deixaram. Preferiram complicar-me a vida e aplicar-me o degradante tratamento Analógico.

 

Hoje tenho dois ponteiros – um para as horas e outro para os minutos – com um deles espetado no cu. Não sei qual deles é, mas já parece uma eternidade.

 

Queixei-me à minha mãe, mataram o relojoeiro e incendiaram-lhe a casa e no fim-de-semana seguinte, ela deu-me um Digital: baseava-se num processador biotecnológico de alta velocidade e definição, associado a um monitor multidimensional dispondo de apenas três botões.

 

Naquela tarde de Verão junto da piscina (prestes a mergulhar) e com os raios do Sol a incendiarem o corpo, só faltava mesmo a mulher chamar pelo seu Digital pedindo-lhe ajuda. A resposta imediata foi FODA-SE.

 

Após o Orgasmo só faltavam duas coisas: dizer SIM a uma ceia com caviar, lagosta e champanhe e dizer NÃO à conta que os pariu!

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:30

25
Set 12

Explicações Confidenciais

(de novo os Ficheiros Secretos – Albufeira)

 

 

Os alienígenas poderão ter sido há muitos milhões de anos os deuses-criadores por terra-formação das condições ambientais ideais para a procriação saudável de uma nova espécie – como não originais clones-cobaias – experiência essa conduzida para a obtenção final de determinados objetivos para nós incompreensíveis e inatingíveis; em geral o presente da cobaia é o do caminho da morte

 

A presença de extraterrestres na história da Humanidade tem sido constante – talvez iniciando a terra-formação do nosso planeta Terra – como o comprovam milhares de documentos escritos durante a nossa história universal mencionando a presença e contacto de humanos com extraterrestres, vistos como visitantes vindo de outros mundos e viajando em veículos espaciais tecnologicamente ainda incompreensíveis e com performances espetaculares, utilizando processos ultra avançados.

 

Estranho ser fotografado no quintal de uma moradia na cidade de Albufeira – na sua maioria as pessoas presentes na altura fugiram aterrorizadas com o seu aspeto, mas os que ficaram caraterizaram a atitude do ser como passiva, desnorteada e com receio do que o rodeava. Seria um extraterrestre?

                                                                                                                                   

A cidade de Albufeira tem sido alvo de uma onda de assaltos nos últimos tempos, muitos deles acompanhados por agressões violentas não justificáveis, até pelo valor dos artigos roubados às vítimas destas ações criminosas. Sem forças de segurança suficientes para efetuarem condignamente a proteção dos seus cidadãos residentes e de todas as empresas ligadas ao tecido empresarial da região, as gentes sentem-se abandonadas e desprezadas e irremediavelmente entregues nas mãos dos bandidos.

E aí surgem centenas de explicações para o recrudescer deste fenómeno, escolhem-se os bodes expiatórios a condenar para nos tranquilizarmos e como sempre neste país – e com estes dirigentes – nada se resolve. Mas porque será?

 

Nave militar alienígena movida a energia eletromagnética direcionada e equipada de tecnologia digital de vanguarda – segundo os nossos padrões terrestres – ao serviço de objetivos civis de ordem prioritária, sendo o seu modelo muito parecido ao da nave utilizada pelo mensageiro perdido e pelo erudito alienígena João B. Marduque

 

O caso que aqui vamos analisar resumidamente, não se dirige aos criminosos responsáveis por estes últimos assaltos violentas que até agora se têm vindo a suceder na nossa terra, mas a uma das suas vítimas até agora desconhecida – transformada em Judas ou papão – e que em muitos casos tem servido de desculpa – para os amigos de Peniche – para muitas das coisas más aqui sucedidas.

Essa vítima está retratada na imagem acima e foi obtida há poucos dias por uma família que se encontrava hospedada em Albufeira. Estupefatos com esta estranhíssima aparição e com receio que não acreditassem neles conseguiram tirar – sem que o ser se apercebe-se – esta fotografia, até porque este permaneceu sentado na relva durante algum tempo, parecendo cansado, assustado e sem saber o que fazer. Desapareceu pouco depois na penumbra da noite, antes que chegassem as autoridades que os turistas tinham chamado.

 

          

À esquerda na imagem João Bitoque Marduque, humanoide com raízes muito antigas e profundas, que o ligam à história da cidade de Albufeira; descendente terrestre de Marduk, deus protetor da Babilónia – à direita com o seu dragão – e representante superior do Consulado Secreto Alienígena no planeta Terra

                                                              

Marduque teria estado há pouco tempo no Algarve para tratar de assuntos pessoais e estratégicos, relacionados com interesses políticos associados ao seu amigo Joe Aliena. Tendo passado despercebido na sua passagem pela região por essa altura – devido à confusão provocada pela época alta de turismo e ao impasse nas negociações no seio da aliança terrestres-extraterrestres – não deixou este no entanto de aproveitar a ocasião que lhe era proporcionada, para visitar outros nobres camaradas de armas, inteirando-se do sucedido recentemente e contribuindo com a sua opinião e análise para a resolução de todos os acontecimentos estranhos e bizarros aqui registados. Segundo um seu seguidor e protetor-adjunto nomeado para a região como Benfeitor Acompanhante, o extraterrestre que teria aparecido na cidade e alertado a imaginação da população para a possível ocorrência de fenómenos inesperados e perigosos, seria um mensageiro enviado de um local situado no nosso sistema nas proximidades da Cintura de Asteroides, que se teria deslocado numa missão urgente e prioritária ao Ponto Astronómico referenciado com o código de “Pórtico de Albufeira”, com o intuito de rapidamente auscultar as autoridades locais previamente selecionadas, para o lançamento dum projeto tecnológico revolucionário e inovador ligado ao sector civil dos transportes espaciais a médias e longas distâncias (astronómicas), que favoreceria a comunicação com o planeta Terra e o seu desenvolvimento espacial externo.

 

Pedra marciana em forma de pirâmide cordialmente oferecida por João Bitoque Marduque como reconhecimento por todos os serviços prestados pelo seu amigo e confidente secreto Supremo Pastor Bacalhau – que me fez chegar em mão estas informações tão atuais – e que por coincidência começa agora a ser notícia por todo o mundo, com a descoberta de uma pedra idêntica efetuada pelo Rover Curiosity

 

O que aconteceu com o alienígena enviado à cidade de Albufeira – que não descobriu o seu ponto de encontro correto – terá sido provocado por um erro técnico originado nos sistemas de navegação e localização da nave responsável pelo seu transporte, que o terá introduzido num ponto geográfico incorreto e não no local previamente estabelecido pelos organizadores deste contacto. O mensageiro deveria ser entregue sobre o disco voador instalado na parte central do edifício camarário onde os responsáveis terrestres por este encontro o aguardariam, mas uma confusão originada nas antenas aí colocadas, nas antenas do edifício próximo ligado às telecomunicações e mesmo nas antenas ao serviço da corporação de bombeiros também nas imediações, teria confundido o piloto, que acabaria por introduzir o mensageiro numa zona onde estava instalado o quartel dos bombeiros, num local ainda-por-cima rodeado de centenas de habitações e perigoso para sua integridade. O resto seria fácil de prever com o pânico do alienígena perdido numa missão num mundo estranho e rodeado por todos os lados por seres que nada tinham de comum com ele, senão verem nele um ser desconhecido e terrível capaz de os ferir e matar, alterando completamente o seu quotidiano, já tão prejudicado com a grave crise económica que não parecia querer abrandar.

 

Muitos conspiradores locais que acreditam na existência de extraterrestres vivendo já desde há muito tempo entre nós, afirmam categoricamente que o objeto em forma de disco voador instalado na parte central do edifício da Câmara Municipal de Albufeira, é um símbolo bem visível – para quem quiser ver – de todo o poder exercido por uma força vindo de fora, que com toda a sua tecnologia e boa vontade, demonstra estar pronta a conquistar-nos e a dominar-nos solidariamente

 

Com medo fugira rodopiando confuso em torno de dezenas de moradias, saltando apressado muros e vedações, nunca olhando para trás de modo a não se distrair e apenas vislumbrando na sua passagem acelerada e sem interrupção alguns tipos de quadrupedes desconhecidos, uns fugindo e bufando sem parar enquanto os piores se viravam para ele desafiadores, com um focinho medonho e um vozeirão repetitivo, que daria cabo de qualquer colega seu que dispusesse de canal auditivo. Mas o cansaço e o desânimo associado à sua própria solidão forçada e com poucas perspetivas de recuperação nos tempos próximos, acabariam por o deitar abaixo definitivamente e levar a refugiar-se no canto de um quintal de uma moradia vazio até para se proteger de alguns animais perigosos que à sua volta se encontravam à solta e que pareciam não o querer largar. Do destino final que teve nada se sabe, apenas que num momento ali estava e pouco depois já desaparecera.

 

Estará a onda de assaltos registados ultimamente na nossa cidade ligada de alguma maneira que seja com a intervenção secreta dos extraterrestres na nossa terra? Ou será que não somos nós os humanos que estamos sempre prontos para receber qualquer dinheirinho que seja, mesmo à custa da nossa comunidade, vendendo-nos à desculpa da crise ou mesmo do aliena?

                                

E disto tudo surgem as notícias sobre a onda de assaltos que continua a abater-se sobre a cidade de Albufeira. Mas qual será a relação a estabelecer entre esses Assaltos e as histórias constantes sobre a presença por aqui de Extraterrestres?

Nada! Apesar de alguns gostarem de se esconder atrás dos outros para ninguém os ver ou deles suspeitar e depois como se não tivessem nada a ver com a coisa aparecerem, invocarem erudição, falarem e depois decidirem pelos leigos – tudo isto baseando-se no seu (desconhecido) curriculum oficial, hierarquicamente confirmado – pelos próprios!

O facto é que os alienígenas tinham vindo negociar a montagem de infraestruturas subterrâneas em grutas existentes e conhecidas no Algarve – neste caso envolvendo os concelhos de Albufeira e de Silves – onde pensavam instalar futuramente portais de comunicação e sobretudo de transporte, que iriam revolucionar o tempo de viagem que em muitos casos seria instantânea. Não era por acaso que socorrendo-se de tecnologia alienígena se acelerava cada vez mais na região a instalação dos painéis fotovoltaicos, que mais tarde atualizados e formatados, iriam aumentar para níveis muito superiores a quantidade de energia produzida – e tão necessária para a expansão destes pórticos espaciais e temporais.

 

(imagem – Google.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:43

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