Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

24
Nov 19

[Num momento (e hierarquicamente na base), estrategicamente optadas pela estrutura (do poder) devido à sua (referida) deficiência − já tentado com Putin − no seguinte por evolução e necessidade de movimento (e falta de tempo) descontinuadas e substituídas (no decorrer deste processo irreversível) pela mesma − ainda não alcançado com Putin.]

 

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O Síndroma de Asperger de Vladimir Putin

(confirmando-o por observação à distância, aqui com dois “retratos” seus,

confirmando essa perturbação mental)

 

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Num exemplo típico (da nossa sociedade a “preto-e-branco”) de como uma dita incapacidade psíquica ou física (as primeiras visíveis, as outras nem tanto) pode ser uma “faca de dois gumes” suscitando interpretações diferentes (deliberadas, estratégicas e interessadas) e podendo deixar-nos “mortos ou vivos ou em estado zombie,  dois exemplos claros, flagrantes e decisivos de como somos “mentalmente alimentados (com doses reforçadas de fazedores-de-opinião), manipulados e “alegremente dirigidos (em princípio em nosso nome e benefício) − o “Trabalho Liberta (“deixem-nos trabalhar”)− utilizando dois exemplares aparentemente distintos utilizados (e de como foram os mesmos tratados de forma bem diferenciada, apesar de lhes ser atribuída a mesma doença) ou para facilitar um único, transformando-o (como se se tratasse de um objeto) numa das duas faces da mesma moeda (como por exemplo da ainda moeda de referência global o dólar, de um lado tendo os estando pró − por ex. do preto ou do clã Trump − e do outro tendo os estando contra − por ex. do branco ou do clã Clinton − apesar de serem todos eles, por transformados,  não dois sujeitos, mas uma e a mesma “coisa”): Vladimir Putin (presidente russo) e Greta Thunberg (jovem ativista ambiental sueca) ambos diagnosticados com o síndrome de Asperger, para uns não se notando nada (não crentes), para outros sendo mais que evidente (crentes) e ainda para outros − muitas vezes incluindo os dois grupos anteriores − podendo ser umas vezes e outras não “portador de doença”, conforme as “Marés do Poder” como todos sabemos, podendo ser baixas ou altas.

 

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I told you

Num Photoshop (montagem) associando a jovem ativista ambiental Greta Thunberg e as últimas grandes inundações registadas recentemente em Veneza (e replicando um retrato de Guterres saído na Times) com a mesma (nada tendo a ver com este assunto) tal como uma Entidade Superior, um Profeta ou mesmo um Alienígena do Espaço, a “atirar-nos à cara aquilo que já antes tinha repetidamente afirmado” como óbvia consequência das Alterações Climáticas.

 

Tendo estes dois casos em causa ainda a particularidade interessante de um deles – PUTIN − ter sido diagnosticado com esta “doença mental” apenas por visualização à distância (algo no mínimo de ridículo) − do potencial doente (olhem para ele, logo diz o bem informado, vê-se logo que é um “Aspegic”), “sempre e sempre doente– enquanto no outro caso – GRETA – e acompanhando nesse raciocínio o presidente russo Putin com a jovem ativista umas vezes a ser um Génio outras vezes uma Anormal (até pelo mesmo sujeito). Tal como com Putin e tal e qual como se constata com Greta, com o Poder (ou Poder-Contra-Poder, complementando a moeda e obedecendo ao pensamento a P/B) apenas tentando utilizá-los (em seu único benefício), mas nunca em benefício do pretenso doente, talvez de algum sector ou instituição querendo “tratar-nos da saúde (como poderia ser da educação): cansados da “Colisão (Trump/Putin) e fartos da sua “má digestão (sempre com produtos falsos ou deteriorados por contaminação) − do Público a quem é dirigida, a dita informação − virando-se agora os Média (como pedófilos-culturais, primeiro passo para o outro) para a jovem Greta Thunberg, umas vezes Asperger outras vezes nem tanto (ou nada), dependendo dos conteúdos (no momento) dos dois pratos da balança – de um lado tendo os 10 (%)  “apenas” com metade, do outro os 90 (%) “veja-se lá” (como uma dádiva do  céu, um gesto de caridade) com a sua outra metade. E podendo-se afirmar de que lado está Putin (sendo o líder de uma das três grandes potencias globais, logo a seguir aos EUA e à China), não se sabendo bem qual a posição de Greta: e se ter um “amigo preto” não significa não ser racista, andar de “iate ou catamaran” não significa ser Verde.

 

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Viajante no Tempo

C/ Greta Thunberg a invadir e colocar as redes sociais (como o Twitter) a “arder” aparecendo num retrato de 1898 registado no Canadá (ou seja com 121 anos) e levando alguns a afirmar estarmos perante um caso de um Viajante no Tempo – não e como muitos pensariam oriunda do passado (fosse esse o caso, hoje teria em redor de 145 anos) mas do futuro e tendo como sua única missão salvar-nos, claro está que do Aquecimento Global e das Alterações Climáticas (nesse caso tendo certamente mais de 150 anos, apesar de não o parecer e estando sem dúvida bem conservada, exceção (e não sou eu que o digo, dizendo-o quem hoje diz “asperger não” e amanhã “asperger sim”, como quem toma um Aspegic) talvez à cabeça.

 

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Na histórica recente de vários tipos de personalidades (referidas como importantes e mencionadas em qualquer lista VIP ordenada e oficial) por qualquer motivo associados ao “síndrome de asperger − para o povo e segundo a definição (Wikipédia) uma perturbação de desenvolvimento (e de comunicação) podendo ser intervencionada através de técnicas (uma delas, uma das básicas) como (por ex. nas escolas, por mais conhecida e divulgada) o da terapia da fala, (uma perturbação) não afetando propriamente a inteligência (apesar do seu modo de funcionamento referido como restritivo e repetitivo) mas perturbando as competências e rotinas do afetado, por este transtorno autista, obsessivo e descoordenado – e desse modo impedindo-os − segundo os seus observadores e analisadores (especialistas no assunto) − de “compreenderem os sentimentos dos outros e de apresentarem exteriormente coordenação física”, estando obviamente e por um “lado” Vladimir Putin (o “velho” de 67 anos) e por outro “lado” mas seguindo a mesma forma e padrão de raciocínio – vendo todo o “lado” como um conjunto de “pontos”, não como uma fronteira ou mero limite − o outro ponto de uma reta por definição curva e infinita, Greta Thunberg (a jovem de 16 anos). E se no caso do russo para além do perigo associado ao transtorno − podendo-o levar a carregar no botão (nuclear) interpondo-se entre a Coreia do Norte e os EUA e desafiando “o dedo da Slot Machine de Trump – existindo ainda a forte hipótese (segundo a CIA) de estarmos a lidar com um seu duplo (o original tendo sido eliminado e substituído, utilizando o mesmo molde, por uma réplica) – já no caso da jovem Greta Thunberg com a mesma a sofrer naturalmente (por esperadas) as consequências de se assumir como uma pessoa pública (transformando-se num bem material público, numa coisa ou objeto, talvez futuramente numa “Santa” de madeira), uma vezes adorada outras vezes gozada (e por escolha de lado, reciclando e descarbonizando o seu), sempre instrumentalizada. E o que seria de nós (os carbonizados, caso contrário nem existindo), vivendo sem uma ponta de carbono, imposta pelos calcinados (completamente queimados e dizendo-se descarbonizados), num mundo de “Terra Queimada”?

 

(imagens: SourceFed/youtube.com e couriermail.com.au – Spinoza/@spinozait/twitter.com − dw.com e Melissa/@cosmicconpod/twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:14

05
Fev 14

“Se Deus, os Alienígenas ou outro tipo qualquer de Entidade Superior existir, não nos poderá continuar a ignorar, pois connosco terão muito a aprender.

Caso contrário é porque não existem ou são mais burros do que nós.

E se esse derradeiro caso limite se confirmar, então estaremos todos perdidos!”

 

Quando cheguei ao talho reparei que apesar da porta estar aberta não se encontrava ninguém ao balcão. Estranhei a situação mas mesmo assim entrei no talho e esperei que viesse alguém para me atender. Já no interior esperei quase um quarto de hora antes que um senhor já de meia-idade ali chegasse e educadamente me questionasse sobre o que desejava. Nesse intervalo de tempo apercebera-me de alguma confusão registada nos fundos do estabelecimento, com diálogos bem audíveis e exaltados a serem trocados entre indivíduos, no meio de insultos mútuos e de alguns murros entre portas e mesas, entremeados por tentativas apaziguadoras e equilibradas dos indivíduos mais velhos, simplesmente ignoradas pela irreverência instantânea dos mais novos.

 

Distúrbios Mentais

 

Tudo tinha começado com um simples pedido efectuado por um cliente não habitual do talho ao funcionário do estabelecimento na altura aí presente, que ao questionar o talhante se tinha fígado de porco ou de novilho, teve logo como resposta telegráfica e sorridente que de miúdos só se fossem “miolos panados”. O problema é que o cliente era o conhecido cidadão e cirurgião inglês John Brain, acabadinho de chegar dum congresso a decorrer em Vilamoura tendo como tema “A Memória – Estradas de Comunicação e Armazenamento de Dados”, em que o órgão de estudo privilegiado era o cérebro. De mau humor o estrangeiro respondeu com um insulto em inglês, mas teve logo um azar danado: apesar de tudo o talhante tinha a escolaridade obrigatória, respondendo-lhe de imediato “fuck you too”.

 

Distúrbios Naturais

 

Entretanto pedira que me aviassem um frango cortado aos bocadinhos para guisar e uma farinheira para misturar e reforçar o sabor. Durante estes minutos tinham entrado no talho uma mulher jovem trazendo uma criança pela mão, um casal de idosos de nacionalidade alemã acompanhadas por uma portuguesa de meia-idade e mais dois jovens estudantes que ali tinham entrado para comprar um pacote de batatas fritas e uns sumos naturais, que o estabelecimento também comercializava numa divisão lateral. No total estavam nove pessoas no interior do talho, quando sem que ninguém o previsse – até porque o ambiente acalmara e dos fundos do estabelecimento já nada de anormal se ouvia, registando-se uma calma quase absoluta – se verificou o incidente fatal. Á frente vinha John Brain em silêncio total mas gesticulando nitidamente numa fúria dificilmente contida e muito perto da explosão, seguido de muito perto pelo patrão e dono do talho. Repentinamente uma mulher jovem entrou pelo estabelecimento dentro, com o dono do talho a reagir quase que instantaneamente ao seu aparecimento como se já estivesse à espera do que ia acontecer, esfaqueando pelas costas o cidadão inglês, enquanto que inesperadamente e sem que víssemos a arma que transportava consigo, a jovem mulher disparou, atingindo de frente o patrão: logo ali um morto com uma bala atingindo e perfurando mortalmente o cérebro do talhante e um outro ferido com extrema gravidade com o fígado perfurado e praticamente inutilizado, John Brain.

 

Distúrbios Artificiais

 

Quando a polícia chegou o cenário anterior já se tinha alterado profundamente. Relembre-se que dos doze elementos presentes aquando do acidente – nove na entrada, os dois que vinham do interior e a mulher que entrara subitamente – um morrera, outro estava perto disso e a jovem mulher pusera-se em fuga. Ficavam assim ainda nove: o funcionário do talho, o casal de idosos com a portuguesa, a mulher com a criança, os dois jovens estudantes e eu. Ao primeiro tiro os estudantes tinham-se posto a milhas – ficavam sete. Como se pode ver eu safei-me sem ferimentos, passando de imediato a inocente, testemunha e relator – ficavam seis. A criança que acompanhava a mulher pela mão salvei-a eu, escondendo-me e à criança no momento de maior irracionalidade e violência, atrás da arca congeladora – ficavam cinco (perdão quatro, esquecia-me de mim). E foi entre estes que se dividiram “as desgraças pelas aldeias”: completamente fora de si com o que estava a presenciar – o senhor de meia-idade que me atendia era afinal de contas o pai do dono do talho – e vendo o seu filho tombar atingido mortalmente pela mulher que entrara de rompante no talho, este correra com o cutelo atrás dela, tropeçando e atingindo acidental e mortalmente um dos idosos de nacionalidade alemã e acabando por ferir também com alguma gravidade a sua mulher. Aterrorizada com o ímpeto agressivo do funcionário, a mulher jovem só teve tempo de lhe dar um grande murro e uns quantos pontapés seguidos para o afastar de si, acabando por lhe dar um forte encontrão que o levou a embater com a cabeça na bancada de serviço: sofreu logo ali um forte traumatismo que associado a um ataque cardíaco o fulminou em segundos. Não esquecendo a portuguesa que na altura acompanhava o casal alemão, dispensada de todo este episódio macabro e inacreditável, por ter logo no início desmaiado e perdido e boa altura os sentidos. O relatório final era claro: 5 mortos e 1 fugitivo entre doze participantes. Mais tarde foi descoberta a possibilidade de ter estado presente um décimo terceiro elemento – nunca confirmado – o que transportou este episódio para narrativas envolvendo mistério, terror e superstição.

 

Distúrbios Sexuais

 

A polícia nunca conseguiu identificar a jovem mulher que se introduzira no talho, atingira mortalmente o patrão na cabeça e desaparecera de imediato e sem deixar rasto. Ainda a tentaram associar ao círculo social frequentado pelo defunto John Brain, mas a polícia inglesa não o permitiu, na defesa do bom-nome do seu ilustre cidadão e médico conceituado. Mas ela acabou por me contactar por interposta pessoa e garantida a sua segurança e privacidade – não queria nada com a polícia – resolveu ser por mim escutada e publicada, desde que se mantivesse incógnita e sossegada. E foi nestas condições pré-estabelecidas, confortavelmente instalada no seu agradável estúdio situado na capital do Algarve, que ela disse:

- Conheci o John Brain numa festa informal realizada há cerca de um ano atrás num empreendimento turístico do Algarve, no qual se realizava uma conferência de promoção de produtos duma farmacêutica mundialmente conhecida, da qual ele era um dos directores e sócio minoritário. Apesar de todo o seu aparente poder e dinheiro revelara-se no entanto um pouco tímido e reservado, quando se tinham conhecido acidentalmente no hotel onde os dois e por acaso pernoitavam – isto porque muitas das incapazes e invejosas que a denegriam, quase a acusando de ser uma mera prostituta, a apelidavam de oportunista e golpista implacável – depois de chocarem violentamente um contra o outro, ao transporem apressadamente uma porta lateral que dava acesso ao bar do hall de entrada. Ele a entrar e ela a sair. Acho que a ligação entre nós se estabeleceu de imediato. O que se seguiu foi apenas uma consequência lógica do nosso primeiro encontro: encontros e desencontros constantes, momentos de luxúria e de prazer e ultimamente, talvez provocado por alguma alteração psicológica que o afectava duma forma crescente nas últimas semanas, uma maior agressividade verbal e corporal que ela própria muitas das vezes sentia fisicamente – mas da qual ela até nem tinha razão de queixa, pois tornava no final a participação de Brain no acto sexual muito superior ao esperado. Mas algo corria mal, bem lá no fundo da cabeça dele: e dadas as circunstâncias e contexto em que estes sintomas tinham aparecido, chegara à conclusão que só poderia ser um caso de ciúme patológico. Se a sua vida continuava dentro da sua normalidade quotidiana, tal e qual como na altura em que Brain a conhecera, não via porque tinha que mudar já que sempre assim fora. Nunca permitiria trocar a liberdade do seu corpo por uma mera concessão ainda por cima definitiva: o problema era dele e a partir desse raciocínio decidira nada mudar e continuar como se nada estivesse a acontecer;

- O que se seguiu foi para mim algo de inesperado e apenas o resultado dum incidente sem nenhum significado, concretizado numa reacção normal de desejo momentâneo e por vezes injustificado e que terminou naturalmente como entre dois animais de qualquer espécie e de sexos diferentes na cópula – o que para ela valia zero como se tratasse de um copo vazio. O homem instantâneo tinha sido o filho do dono do talho, que conhecera casualmente na festa realizada após a concretização da escritura do seu novo apartamento, oferecido como prova de amor pelo então apaixonado John Brain. A sua presença no talho ligava-se às suas suspeitas de que algo se iria passar entre Brain e o respectivo talhante, quando fora informada por terceiros que ele acabara de saber de tudo o que se passara: prevendo o acontecimento seguiu-o prontamente e mal entrou no estabelecimento ao visionar o cenário que ali começava a ser construído resolveu alterar um pouco o argumento e abater o seu amante temporário a tiro. Assim não restariam testemunhas.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:42

31
Jul 13

O Sol visto a ultravioleta, com temperaturas na ordem dos 2.000.000 de graus

(EIT 284)

17.07.2013

Impressionante mas passageiro


Extenso Buraco Negro na Coroa Solar

 

Segundo os cientistas um fenómeno normal ocorrido no decurso dum dos ciclos de vida do Sol.


Este fenómeno foi observado no seu pólo norte durante este mês de Julho, utilizando o Observatório Solar e Heliosférico também conhecido como SOHO.


O Sol atravessa actualmente um período de grande actividade, à medida que se vai aproximando de um dos picos (neste caso máximo) do seu ciclo.


Segundo a NASA nada de perigoso para nós e para o nosso planeta.


Além de provocar o aparecimento de um maior número de auroras boreais e de alguns distúrbios nas comunicações por satélite.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:46

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