Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

26
Dez 11

Os deputados perderam os seus passos, por ataque imprevisto da tolerância de ponto

 

O exemplo vem de cima, mas não pode ser divulgado ou imitado por quem é afecto a outra classe de ser vivos, que não o merece e nem o compreende – para isso é que existe actualmente a elite, grupo social que deve ser preservado a todo o custo, numa tentativa final e solidária de salvar o povo da sua miséria mental.

 

Afinal Macau não será mais um destino limitado a Melancias sem caroço, fabricadas em qualquer ministério de características transgénicas, abrindo agora e naturalmente as suas portas, aos importantes Melões que os outros países desprezam e que os chineses felizmente cobiçam

 

500 Anos passados sobre o início desta história, Macau volta a ser um farol de esperança para centenas de jovens portugueses, que procuram agora na China, o futuro que o seu país de origem prometeu mas que nunca cumpriu, interessado apenas em preservar os seus postos de acesso fácil ao poder, para uma classe dirigente velha e decrépita, mas que ainda pensa poder continuar a viver dos seus rendimentos, obtidos pela exploração dos povos colonizados. Como já os começaram a perder ou até já não os tem, viram-se patrioticamente para os seus conterrâneos e entregam-nos aos ex-colonizados, agora colonizadores.

 

Duarte Lima – mais uma vítima da nossa Justiça, que irá ter que aguardar penosamente a sua libertação, da mão de indivíduos que em nada são melhores que ele

 

A PGR em colaboração com outros procuradores e restante aparelho de justiça português começou desde já a preparar o caso Duarte Lima, para que rapidamente este julgamento seja anulado e o caso arquivado, por incompetência colateral de investigação e prescrição judicial; mais um facto ocorrido e provocado pelos dejectos emitidos pelas novas e belas leis de Portugal, inexequíveis e protectoras da malandragem que a publicou e dos seus amigos de negócio, que a legislaram.

 

Todos Diferentes, Todos Iguais – mas será mesmo assim, no meu país?

 

Quando era jovem lembro-me de ter visto o filme, “O Síndroma da China”. O tema do filme não é para aqui chamado, apenas associei este título a um novo acontecimento que se tem desenvolvido no meu país – mais precisamente na margem sul do rio Tejo, lá para o lado do deserto, da terra dos camelos e dos mouros, de África e dos pretos – com algum fundo de racismo e de inveja profunda: “O Síndroma de Massamá”. Amigos e adversários fazem lembrar ao seu chefe provisório e temporal, que a prancha por onde se desloca com a sua família, pode-se partir a qualquer altura e em qualquer lugar, basta eles quererem.

 

Chafariz de Massamá – ex-líbris da freguesia, apesar da água imprópria para consumo

 

Massamá Sul – esclarecimento:

 

Como o racista é um ignorante com boa formação e topo de gama na sua série, mesmo situando-se Massamá a norte do Tejo e já afastada da rota percorrida pelos camelos, se lhe associarmos subliminarmente a palavra Sul, o resultado final é mais do que perfeito, para conforto de algumas cabecinhas deprimentes: Massamá vem do árabe e significa “lugar onde se toma boa água” e “Sul” para quem vê o Sol a nascer de frente, além de estar à direita, é terra de camelos, mouros e outros tipos de cor – logo e como acontece em histórias de humor negro, Massamá Sul pode estar desfocada, no seu ponto original.

 

(consultas – Wikipédia)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:35

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