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Nem se percebendo bem, se o Rei vai nu, seminu ou vestido

Quarta-feira, 09.06.21

Para quem não quer ver (seja a escala distorcida ou não), no meio desta neblina imposta (tendo a Saúde como alvo), mas agora tendo chegado o momento (com D. Sebastião a aparecer), de finalmente normalizar a situação (regressando a 2019), substituindo o combate pela Saúde (luta contra a doença) em nome da recuperação Económica (luta contra a fome),

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Sendo obvio e evidente que todas a medidas a tomar a partir de agora (mesmo as já tomadas antes e tendo já entrado em vigor), terão sempre como único objetivo a recuperação Económica substituindo nesta fase presente (e futura) o protagonismo anterior dado às ações sanitárias: sendo a pouca atenção dada ao maior grupo e via de contágio ─ os estudantes-trabalhadores-jovens ainda não vacinados e considerados de momento os principais veículos de transmissão, utilizando todos e por vezes em conjunto as vias Família/Escola, Família/Empresa e entrecruzando-se  ─ o maior fator de risco introduzido para o aumento do caso de Infetados sobretudo na região de Lisboa e Vale do Tejo e nas áreas adjacentes (por outros motivos adicionais, como será o caso de Odemira).

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Com os valores da evolução dos diversos parâmetros Covid-19 durante estes últimos dias de Pandemia (ela ainda não acabou) a justificarem um pouco o “até manhã” dos ingleses e o “estiveste por pouco” dos espanhóis (quase fazendo o mesmo) ─ no entanto chamando-se a atenção que permitida a transposição da fronteira Portugal/Espanha, sendo mandado parar depois tendo que apresentar a dita “documentação” (obrigatória por lei sempre que se entra em Espanha por mar, ar ou terra e sujeita a uma multa de 5.000 euros) ─ e ao mesmo tempo a alertar-nos (não estando ainda o Governo convencido de tal e com o nosso Presidente entretido a beber umas cervejas em Madrid talvez sabendo do fecho próximo das fronteiras) que nada se fazendo de um lado (do Governo), o outro lado não resistirá (nós os 10 milhões) levando com o pior das consequências (a nível de Saúde e de Economia, num cocktail perfeito por explosivo), a doença, a fome, a morte.

(dados: dgs.pt ─ Imagens: Produções anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:16

O Plano Aparecendo aos Frangalhos

Domingo, 07.03.21

“Premature unrealistic

COVID-19 will end soon.”

(WHO/wset.com)

 

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Óbitos no Algarve em 2021

 

E perante o desespero instalado (na cabeça da maioria dos portugueses) afetando ora a área da Saúde ora a área da Economia (duas áreas onde os lobbies abundam) ─ para já não falar do bárbaro ocupando a pasta da Educação (sempre ansioso por se abrir, mas só e sempre para alguns) ─ andando-se constantemente à boleia, para a frente e para trás, alienados de tudo e de todos e no salve-se quem puder ─ e só a meio por insistente pressão da Entidade (o presidente) com os seus súbditos planificando (o governo) ─ o mais que garantido espanto por parte dos patrões e dos trabalhadores ligados à Indústria Hoteleira do Algarve (prostrada ou já colapsada) ao saberem aproveitando uma linha de fuga oriunda do Covidário Governamental (depois de horas e horas de profunda reflexão e planificação) que trabalho, só lá para o mês de maio. Devendo-se questionar estas Altas Entidades (tão bem alimentadas, física como pelos vistos ─ deixando-os falar e calando ─ mentalmente) de forma a explicarem-nos como sobreviveremos ainda mais dois meses, sem nada que fazer e de mãos a abanar. O problema a ser não termos Governo e muito menos um plano (pretensamente a ser criado/parido/inserido nuns extraordinários 15 dias).

 

[Num fim-de-semana em que entre muitos anúncios (de desconfinamento público-privado), diversas promoções (dadas eventuais aberturas) e levado pelo mercado (o que faz funcionar a economia), o povo começa já a sair à rua (tentando de uma forma ou de outra libertar-se), batendo recordes de confinamento (60% na rua, esta sexta-feira 5 de março) como se já estivéssemos a desconfinar (quando o mesmo período se iniciará o mais cedo a 17 de março, depois da apresentação do plano a 11 desse mesmo mês).]

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:56

Dilema ─ E agora?

Sábado, 06.03.21

[Apostas Mútuas Desportivas”:Num caso podendo-se morrer da doença (1) e no outro podendo-se morrer de fome (2). Mas já agora onde estará o outro símbolo disponível (X)?]

 

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No 1º dia de venda pública de testes rápidos Covid-19 na Alemanha,

com os mesmos a esgotarem-se em poucas horas.

E se fossem vacinas?

Acontecendo o mesmo, tal como se passa atualmente com os Estados,

esgotadas as vacinas não as tendo.

 

Com os números da saúde a continuarem nitidamente em descida e com os outros números (cada dia que passa indicando estarmos mais próximos do colapso socioeconómico) revelando uma pressão económica a aumentar ─ tornada obsessiva e podendo passar rapidamente a explosiva ─ aumenta cada vez mais a distância (o fosso) entre estas duas áreas ─ Saúde e Economia ─ com a segunda inevitavelmente e de acordo com o processo em curso (levando à garantia da nossa sobrevivência) “a engolir” a primeira: podendo-se morrer da doença (se não formos eficazes no seu tratamento, na saúde), podendo-se morrer de fome (devido à doença e ao confinamento, destruindo empresas/empregos, na economia).

 

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Notando-se nalguns países (ultrapassado o pico máximo, em descida Covid-19)

um novo crescimento de infeções (depois de uma acentuada descida),

deixando os especialistas de sobreaviso (até por informação da WHO/OMS)

para o possível aparecimento de uma nova vaga:

daí o avanço e recuo nalguns deles.

 

E encontrando-nos neste momento e em Portugal (como noutros países do mundo, mais ou menos avançados na doença) entre dois caminhos alternativos (pelo menos o que nos é oferecido/servido) ─ “abrir (1) ou fechar (2) até com a hipótese Nem (X)na prática secundarizando uma das áreas de modo a tornar a outra a protagonista, suspeitando-se que a 17 de março e depois de apresentado “o plano” (mais de um ano depois do início desta tragédia, nada mau?) ─ ainda por cima pressionado por um dos mais fortes lobbies nacionais, o da Educação ─ as autoridades cedam e abram progressivamente as portas (antes da Páscoa), para mais uns 2 milhões: podendo estar-se novamente a convidar, alguém para entrar.

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: 24.sapo.pt e Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:39

O Planalto Covid-19 (Portugal, 67º dia)

Terça-feira, 19.05.20

Digam o que disserem eles ou os seus papagaios e afins, com as maiores referências de quem nos representa e efetivamente nos dirige (negando-o repetidamente, mas na ação confirmando-o) a serem simbolizados (pela supremacia racista desta Economia) pelos EUA, pela GB e pelo Brasil: com os seus mais de 93.000/35.000/17.000 (mais de 145.000) mortos. Não chegando obviamente negar.

 

Screenshot_2020-05-19 Portugal Coronavirus 29,432

E dos nossos Iluminados restando na nossa memória

(entre outros mais sonantes saídos da 1ª fase)

o planalto, a mola, o sombrero

 

Regressados à normalidade (apesar de para nos intrujarem, o negarem mais que três vezes) e tal como nos tempos da crise de Passos ─ onde existiu igualmente confinamento, mas mais por problemas económicos ─ com os nossos “Gurus do Momento” (Marcelo, Costa, Centeno e demais associados) mais interessados na Economia do que propriamente na nossa Saúde (não só física como mental), no meio desta enorme confusão como o de vai trabalhar/evita transportes públicos, separa jovens e idosos de dia/junta-os de novo à noite ou ainda e como conclusão (e indiscutível apoio à ideologia, não só de Trump), morre de doença/ou morre de fome, eis que no meio da rotação deste quotidiano diário (normal, monótono e reciclado) tão bem representado pelos nossos dirigentes e governantes ─ com os seus almoços e jantares de relaxe, como com as suas contendas e birras de posse e restantes momentos miseráveis ─ tudo parece começar a encaixar-se mantendo o destino anteriormente traçado: tal como com Passos (e Gaspar) agora com Costa (e Centeno) ─ antes com o “irrevogável” agora com o “repugnante” ─ recebendo a esmola e calando, entregando o dinheiro aos bancos, deixando-nos de barriga vazia e promovendo pelo meio alguns (estorvos) deles, adiando e prosseguindo enquanto o resto (de Portugal) se afunda. E passado os aplausos a alguns, voltando-se de novo à Economia, mais rigorosamente à Entidade simbolizada pelo Déficit (todos podendo dever, exceto e sempre nós) ─ a alternativa sempre escolhida apenas por não o ser, mas salvaguardando com contas e números, por coincidência sempre os mesmos (querendo imitar os norte-americanos, mas infelizmente sem impressoras): com o Sul sem dinheiro e o Norte cheio dele e vendo Emmanuel Macron a bailar (ainda para a mesma mulher) fazendo lembrar Sarkosy.

 

(imagem: worldomters.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:06

Covid-19 Portugal (52º dia)

Segunda-feira, 04.05.20

Na rota do SARS-CoV-2 (em Portugal ainda esta segunda-feira registando-se mais 20 Vítimas Mortais/VM e 143 indivíduos em estado grave/crítico, totalizando 1.063 VM numa taxa de mortalidade/provisória de 4,2%) e entrados numa 2ª fase ─ não descurando a Saúde (mantendo-nos cautelosos), mas regressando à Economia (tentando ressuscita-la) ─ neste dia 4 de maio de 2020 pelo menos no que diz respeito à cidade de Albufeira, notando-se já um ligeiro retorno das pessoas à rua mas (naturalmente e ainda bem) ainda com alguma precaução:

 

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Devido ao extenso período de “fechados em casa” e até pelo bom tempo que se faz sentir na região do Algarve ─ com mais pessoas fora de casa, com mais algum comércio ─ aberto e até com um ou outro restaurante (pelo menos vi um junto à Autarquia) já aberto ─ fazendo desde já alguns de nós acreditar que apesar da “monocultura turística” em que assenta a “salvação” desta região (colocando no presente e inevitavelmente muita gente no desemprego), algo se poderá ainda fazer para que à “Crise sanitária” não se siga uma ainda maior a “Crise Económica”.

 

E se com a crise (de Saúde) devido à Pandemia Covid-19 o grupo etário mais atingido incidiu sobretudo sobre os mais idosos ─ 87,4% das 1.063 VM tendo 70 anos de idade ou mais ─ já no que diz respeito à Economia e à tentativa de a retomar, se “o trabalho de casa não estiver bem feito” (pelo Governo, pelos Bancos, pelas Empresas, por todos nós) podendo-se assistir a um agravamento da mesma (crise económica como social) onde agora o grupo etário mais atingido poderá ser (certamente) o mais jovem (pela elevada taxa de desemprego e alegada falta de experiência).

 

Nesta fase de “Não Confinamento” tendo-se de prestar muita atenção a alguns fatores diferenciadores (nas atitudes e comportamentos a tomar), não se podendo esquecer as características socioeconómicas de Portugal e de cada uma das suas regiões:

 

Em infetados com o Norte (59%) não sendo igual ao Centro (14%), nem sequer a Lisboa (24%) e ao Sul & Ilhas (3%), como se constata pelo número de Vítimas Mortais (VM) liderados pelo Norte, com mais de metade das mesmas, cerca de 57%  ─ não sendo por acaso uma zona de população mais concentrada, de pequenos negócios e propriedades espalhados um pouco por todo o lado, de indústria e ainda por cima polvilhada por inúmeros lares uns legais outros ilegais.

 

E se a Norte as precauções devem ser reforçadas, já a Sul e no que diz respeito ao Turismo, esperando-se que com o decorrer do tempo a situação melhore e que para além dos portugueses, regressem não só os espanhóis como os ingleses (os maiores contingentes visitando a região):

 

Tudo dependendo da ação do Governo ─ “tão bom aluno Covid-19 tem sido” batendo por KO os seus concorrentes turísticos do sul da Europa, como a Espanha, a França e a Itália ─ e da iniciativa dos empresários (nacionais como estrangeiros) e das autoridades políticas (autarquias, entre outras) da região.

 

Hoje tendo sido o 1ª dia do nosso regresso (a uma nova Vida) com o Verão a iniciar-se a 20 de junho (daqui a cerca de 46 dias).

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:20

Covid-19 Portugal (45º dia c/ UCI ─ 43º dia c/ VM)

Segunda-feira, 27.04.20

Tomando como referência o dia 1 de janeiro de 2020 ─ já o vírus SARS-CoV-2 andava pela China ─ e como consequência com o Mundo já há 4 meses sob a ação do “Agente Infiltrado e Invisível” e da sua “Arma Biológica Covid-19” ─ Europa com mais de 122.000 vítimas mortais (VM), América do Norte com mais de 60.000 VM, Ásia com mais de 17.000 VM, América do Sul com mais de 6.000 VM, África com mais de 1.400 VM e Oceânia com mais de 100 VM ─ torna-se cada vez mais evidente a sobreposição da “Economia de Objeto sobre a Economia do Sujeito” e a necessidade que “Mercados & Acionistas” têm, de arrancar  com a sua Máquina voltando à normalidade da Produção (financiando a Máquina e recebendo subsídios):

 

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Nem que para tal e mesmo desconhecendo-se ainda muita coisa sobre este surto Pandémico (e mortal, para já incidindo esmagadoramente sobre os mais idosos), se possa estar a dar um passo em frente para a chegada de uma 2ª Vaga (eventualmente com o vírus já tendo sofrido uma mutação logo, podendo suscitar outras consequências e ter escolhido novos alvos) ─ e certamente com os nossos governantes dirigindo toda a sua atenção para o “Retorno à Economia”, infelizmente e repetindo erros anteriores (até pela falta de dinheiro para tudo, “Vida & Economia”), anulando já encomendas feitas (de equipamentos de saúde, em princípio e agora em números considerados excessivos) e investindo tudo no “Ressuscitar do Paciente Coletivo” (Portugal) da Pobreza Eminente. Com dois meses de paragem tendo ─ para não surgirem males maiores (tal como num automóvel, estando há muito parado) ─ o Motor de Arrancar.

 

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Com os alemães da VW a darem o 1º sinal ao Governo PT

(para o caso de o mesmo, continuar de dedo esticado à boleia)

 

E assim estando todos do lado de Donald Trump como o poderia ser de Joe Biden ─ as duas faces da mesma moeda, o Dólar ─ mesmo com muitos dos combatentes ainda em luta, outros bastante feridos e desmoralizados, para já não falar dos muitos mortos já registados (talvez nem metade contabilizados), estando já a ser decretada a ordem do regresso a muito curto-prazo ao ativo: no caso do nosso país e sendo os responsáveis os mesmos (antes de Covid-19 e depois de Covid-19) ─ lá se safando estes mais uma vez, à custa das vítimas do costume ─ restando-nos esperar que o dedo estendido prontamente à boleia pelos nossos responsáveis, tenha sorte e seja visto por alguém que por acaso esteja por aqui a passar. Mas com os nossos Governantes sendo “bons, maus, mais ou menos”, no início (como o será no fim) tendo sido eleitos efetivamente por nós (votando ou não votando).

 

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No caso de Portugal e observando a evolução do surto ─ tomando em consideração o topo de atividade do vírus (23 de março) ─ taxa de 1,64 ─ ou o seu Pico Máximo (3 de abril) ─ 37 vítimas mortais ─ mantendo-se aparentemente o “bicho controlado” e a data previamente marcada para o “Desconfinamento”: esperando-se para já para ver o que irá na realidade acontecer, quando daqui a meio ano (novembro/dezembro deste ano) poderemos estar provavelmente de novo ainda a convalescer e a combater (pela vida) ─ sem vacina ou outro tipo de cura, mas esperando o SARS-CoV-2 ser mais parecido com vírus que “aparece/adormece” e não com o vírus da Gripe que sempre que volta vem mais forte (até pela sua mutação). Sendo necessário prevenir e há falta de melhor, talvez mesmo rezar (já agora a Nossa Senhora de Fátima, um produto nacional).

 

(imagem: jornaleconomico.sapo.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:02

Bichos & Bichos

Quinta-feira, 23.04.20

[Do Homem aos outros Bichos e passando pelo Micro.]

 

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Com muitos e muitos milhões de pessoas refugiadas em casa (e podendo a muito curto--prazo perdê-la) e com muitos mais outros milhões em fuga − muitos deles dirigindo-se para lado nenhum (se não para o suicídio, individual ou coletivo) − destruindo no decorrer do processo toda a sua vida social,  económica e até espiritual (transformando-a num caminho, único e sem retorno) − não entendendo muito bem porquê nem mesmo por quem − tornando-se incompreensível como perante um Evento podendo provocar a nível global uns 200.000 mortos (0,00026% da população mundial), o nosso Planeta pareça estar mesmo à beira do abismo com todos os nossos “fazedores de opinião” (os papagaios do poder intermédio) cada um deles projetando um cenário ainda mais Catastrófico do que o anterior, a querer impor-nos o seu Fim-do-Mundo (a esmagadora maioria deles apesar de péssimos a matemático, preferindo o Fim-do-Mundo Económico): quando a gripe mata muitos mais do que isso por ano, quando em África milhões são vítimas da fome, da doença e das mais variadas epidemias (mesmo muitos milhões), quando os contingentes de migrantes já se formam e espalham por todo o mundo e até quando, recorrendo às nossas ações do passado (ainda muito recentes) e à nossa memória (fonte de informação e cultura), atiramos para cima da mesa crimes praticados em nosso nome por coincidência pelo mesmo tipo de pessoas (ligadas ao poder), assassinando ainda mais uns milhões e praticando genocídio – de que um bom exemplo é a II Guerra Mundial ou então juntando, todas as outras guerras (e guerrinhas) desde aí e até ao presente levadas sistematicamente a cabo.

 

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E se o Poder (intermédio, podendo ser posto em causa, pelos Ricos que lhes pagam e exigem) hesita entre um lado e o outro não conhecendo ainda bem todos os dados do problema de modo a tomar uma opção levando-o a uma solução (minimamente eficaz e credível, pelo menos sendo digerível, pelos outros os pobres assim como pelos achando-se médios), já os pobres antes da chegada da “vacina” e para muitos outros males já estando vacinado, mesmo perante o “Perigo de Morte” (relativo, mas expondo-se à Pandemia) revoltando-se e erguendo-se e afirmando perentoriamente, preferir trabalhar (com dignidade) a morrer de fome (como um cão): mortas as ideologias e separado o mundo entre os que nada têm e os que tudo têm (já não se tratando apenas de uma Luta de Classes) surgindo cenas antes julgadas incomuns (impossíveis) juntando no mesmo palco e seguindo o mesmo guião, predadores e presas – oferecendo-nos um cenário caótico, alienado de tudo, colocando frente-a-frente de um lado o Mundo e do outro o Outro Mundo (juntando num saco pobres e ainda intermediários − a classe média de que os políticos são o símbolo máximo, agora considerados parasitários − e colocando num outro nível Corporações e milionários, familiares e amigos).

 

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Ainda-por-cima colocando-nos sob uma pesada camada de nervos, não sabendo qual o tipo do vírus (volta ou não volta) nem o que será agora de nós −  entrando-se aí em Depressão não apenas mental como também económica. Só tendo durado uns meses em turmas desdobradas (países seguindo-se a outros) − com bons e maus resultados − e mesmo assim e por isso (numa Europa decadente, estendo à mão ao ainda Império) pondo tudo de pernas para o ar: mas repetindo de novo sendo tudo isto muito estranho, quando tudo está de pé e pronto a funcionar de novo. Será que o bicho é extraterrestre e afetou-nos o cérebro? Só os norte-americanos e ainda no século passado (WW2 já resolvida) com uma única bomba (atómica) mataram muito mais.

 

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Os bichos esses animais sem psique (irracionais), pelos vistos (sem muito terem de se esforçar, tendo um cérebro limitado, respondendo apenas por reflexo) sem parecerem nada condicionados, aproveitam simplesmente a situação com que se deparam no seu dia-a-dia (tal como nós no nosso quotidiano ─ e tendo nós psique ─ repetitivo e de sobrevivência) e se antes não os víamos por cá (nos nossos espaços fechados de cimento e de betão, apontando e erguidos como que em transe religioso até aos céus e implantados sobre toneladas de múltiplos e de bizarros dejetos, produzidos nos pisos superiores e habitando e circulando sob nós) ─ certamente uns por livres e refugiados na floresta (conhecendo-o, protegendo-se do Homem, optando pela Liberdade) e outros por presos e integrados em linhas de produção (confiando nele, sendo enganados pelo Homem, optando pela Segurança) ─ hoje com “os humanos colocados fora-de-circulação” (refugiados e amontoados em “celas” algumas deles climatizadas mas não deixando de ser um inferno) e com todos as suas variedades e intensidades de “poluição completamente ausentes” libertando o espaço, com os bichos graças a toda a sua experiência prática (repetitiva, imitativa, sendo assim que se aprende) a entenderem o significado do cenário agora sendo-lhes apresentado e tranquilamente regressando: e sem a presença nem da Poluição (atmosférica, sonora, visual, percorrendo todos os seus órgãos dos sentidos e entupindo-lhes os neurónios e toldando-lhes a mente, aos sem psique) nem do Homem (o predador dele próprio e de tudo o mais que o rodeia),

 

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Regressando os bichos nossos conhecidos e há muito esquecidos (muitos deles nossos companheiros iniciais de viagem) já depois dos mais pequenos e por nós criados (de uma forma consciente/deliberada ou não) por cá terem passado e feito o seu “trabalho de limpeza”. Vendo-se (lá longe) a partir da Índia e como há muito não se via a cordilheira dos Himalaias e o Tibete, conseguindo-se a partir das margens (logo ali) e apenas debruçando-se observar claramente algo de impensável o fundo dos canais de Veneza, qual a justificação para o (nosso) espanto e admiração como que incrédulos observando “extraterrestres”, por vermos as nossas cidades e arredores a começarem a ser invadidas (mas com toda a cautela) por macacos e até por cabras ─ quando até em Portugal se verifica (mesmo que a espaços ou temporariamente) essa migração, em terra com os passarinhos como no mar com os golfinhos. Algo que morto ou adormecido “o bicho-corona” não voltaremos a ver, não aprendendo nada de novo com tudo isto tornaremos a esquecer (aí e para recuperar a economia “tempo será dinheiro”), permitindo de novo e infelizmente (inevitavelmente e pela lobotomia induzida) o regresso dos mesmos ─ intermediários, parasitas e predadores (mas todos ao contrário dos restantes, certificados).

 

(imagens: yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:17

Portugal & Covid-19 (40º dia)

Quarta-feira, 22.04.20

Com o Governo a não poder continuar (para decidir que rumo seguir)

apenas de dedo espetado (aguardando que alguém passe)

e à espera de uma boleia (ou seja, que o vejam).”

 

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Já agora sugerindo ao Governo uma ajuda da Boleia.Net

(A plataforma de boleias em Portugal)

 

Passados 35 dias desde que a 18 de março o nosso Presidente declarou o Estado de Emergência ─ com os primeiros infetados a serem registados a 2 de março (2 casos), os primeiros doentes a entrarem nos UCI a 14 de março (10 casos) e as primeiras vítimas mortais  a 16 de março (1 óbito) ─ continua ainda a “Saga Covid-19” de facto iniciada a 2 de março, mas com implicações muito mais preocupantes a partir da declaração do Presidente: 35 dias consecutivos (já 5 semanas) com a maioria da nossa Economia paralisada, afetando o nosso PIB e a cada mês ultrapassado, agravando-o em 5% ─ e se 5% já é mau (em princípio já la estamos) e até 10% podendo-se aproximar de uma tragédia, nem se quer se querendo pensar se o mesmo se expressar em dois dígitos (10% ou mais). Algo que poderá acontecer mesmo aqui ao nosso lado, com a Espanha a apontar já para uns 6% a 13% ─ talvez com a nossa sorte a residir em pertencermos à periferia e em sermos simultaneamente um país com uma economia pequena, logo mais fácil de ajudar desde que sejamos (mais uma vez) “bons alunos” para o “Motor da Europa” a Alemanha (tal como da 1ª vez, ainda de Angela Merkel). E se antes  engolimos o “Irrevogável”, bastando agora engolir o “Repugnante”.

 

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Olhando agora para o gráfico desta quarta-feira (22 de abril de 2020) e acreditando nos números fornecidos (podendo à vontade ser o dobro, aqui como no Resto do Mundo e nem se falando dos outros, esquecidos por não considerados Covid-19) ─ global e oficialmente (e pelas 18:50 TMG) nos 2.610.699 infetados (0,034% da população mundial), nas 182.270 vítimas mortais (7%), nos 56.657 em estado grave/crítico (2,2%) e com 714.230 recuperados (27,4%) ─ podendo-se afirmar estarmos pertos do fim desta 1ª fase (de confinamento em casa) esperando-se estarmos preparados para o início da 2ª fase: de “DESCONFINAMENTO” progressivo à procura da “Nova Normalidade, lá para o dia 3 de maio (terminada mais esta extensão do Estado de Emergência). Pensando na Região do Algarve (tal como o da Região da Madeira) tratando-se de um caso de “Emergência Regional”, não tanto pela ação do “bicho” como pelo “caos socioeconómico” que se poderá (aqui) instalar, fazendo toda este território a sul simplesmente “estoirar”dedicado exclusivamente à “Monocultura Turística” e caindo, levando atrás de si todo o resto (como as franjas de Lisboa/Tejo e do Porto/Douro, para não citar outros clones espalhados um pouco por todo o país) e consigo (advindo daí muito dinheiro e emprego) Portugal.

 

(imagem: Boleia.Net/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:31

Boletim Gráfico da Doença (Covid-19)

Segunda-feira, 20.04.20

Ultrapassado o “Pico Máximo” da doença Covid-19 − da responsabilidade do vírus SARS-CoV-2 – continuando a diminuir apesar de lentamente, o número de vítimas mortais causados por este “agente invisível e mortal” (particularmente atingindo os mais idosos, com os de 70 anos ou mais, a representarem 87% do total de óbitos). Com uma taxa de mortalidade (provisória) de 3,5%.

 

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Como se pode ver pelos gráficos podendo-se associar esse Pico Máximo ao dia 3 de abril de 2020 (dia em que se registou o maior número de vítimas mortais, registadas num só dia − 37) ou então e em alternativa a 23 de março de 2020 (dia em que a relação entre as vitimas totais registadas até esse dia/vítimas totais registadas até ao dia anterior e "estabilizado" o gráfico, atingiu o seu maior valor − 1,64).

 

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Mantendo-se assim (e para felicidade de todos) o regresso progressivo à vida e à economia para o início do mês de  maio (lá para 3 de maio), para no início do mês de junho (continuando-se a fazer o que se fez até hoje) se reforçar e tentar completar o processo: e ultrapassando-se a futilidade da discussão sobre o 25 de abri/1º de maio, podendo-se comemorar o 10 de junho.

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:07

Regresso ao Passado

Terça-feira, 14.04.20

[Nosso não do vírus (Covid-19), mesmo que alterado (adaptado).]

 

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No dia 10 de março e já declarado o Estado de Emergência com a Itália a registar 168 mortes por Covid-19 (no seu 11º dia de VM) ─ com o máximo até agora registado a indicar 919 mortes (no seu 28º dia de VM) atingido a 27 de março (Pico Máximo?) ─ com o Exército, a Polícia italiana e os viajantes, utilizando EPI´S na estação ferroviária de Roma

 

Mergulhados no surto pandémico de Covid-19 e com muitos dos portugueses fechados em casa, sendo natural que passado um mês sobre o artigo publicado por Derek Beres no site  Big Think (bigthink.com) ─ “Will the future be Mad Max or Star Trek” ─ nos precipitemos para a primeira opção agora que cada vez mais fechados do Mundo nos deixamos invadir pelo medo provocado por este “Agente Infiltrado e Invisível”: em Portugal (14.04.2020) tendo contaminado 17.488 pessoas (0,17% da sua população), provocado 567 vítimas mortais (taxa de mortalidade provisória=3,2%) e colocando 218 nas Unidades de Cuidados Intensivos/UCI (taxa provisória UCI=1,2%) ─ para lá dos 347 recuperados (taxa de recuperados=2,0%).

 

Mas tendo-se já uma ideia do tempo de atividade deste vírus, na China (a referência, o 1º território/população a ser atingido) tendo alcançado o seu Pico Máximo de atividade passado cerca de um mês (maior nº de vítimas mortais, num só dia), tendo durante outro mês descido sustentadamente (nº de óbitos expressos, num só digito) e passado outro mês permitindo o regresso progressivo da Vida económica (e social) ao país ─ ou seja, cerca de três meses depois do início da Pandemia ─ com a nossa principal preocupação futura (e obrigatoriamente a muito curto-prazo) a ser o de saber de que outros vírus semelhantes este (o Covid-19) estará mais próximo, se de vírus do tipo MERS/SARS ou de outros tipo Influenza (Gripe): para além do número de vítimas provocado por cada um deles, ficar a saber-se se adormecerão ou se regressarão dentro em breve.

 

Sendo do tipo MERS/SARS aparecendo e desaparecendo (adormecendo e dando-nos um bem prolongado descanso, podendo ser de várias décadas), sendo do tipo Influenza voltando de novo na “próxima época” (apenas “passando por umas curtas brasas” e ainda connosco em tempos de recuperação, regressando ainda com mais força) ainda com o Mundo mal refeito e numa 2ª Vaga: sendo fácil de adivinhar o que daí poderia advir, com todo o planeta mergulhado aí não numa Crise Sanitária (a provocada pela 1ª Vaga), mas numa 2ª fase associada à pandemia, uma Crise Económica desde já prevista por muitos economistas como podendo ser semelhante à iniciada em 1929 (estendendo-se pela década de 30) e conhecida como a “Grande Depressão” (nos EUA entre outros aspetos com o desemprego a quadruplicar). E recordando ainda que a Influenza com o seu grande surto epidémico (aí pandémico) a iniciar-se em janeiro/1918 e durando até dezembro/1920 ─ podendo ter provocado 20/50 milhões (outros dizendo 100 milhões) de mortes por todo o Mundo (em Portugal estimando-se entre 50.000 e 70.000) ─ causa em média (pelo menos desde 2010) entre 300.000 e 650.000 mortes por ano (só nos EUA umas 60.000).

 

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No dia 14 de abril e continuando o Estado de emergência com Portugal a registar 32 mortes por Covid-19 (no seu 32º dia de VM) ─ com o máximo até agora registado a indicar 37 mortes (no seu 21º dia de VM) atingido a 3 de abril (Pico Máximo?) ─ continuando-se ainda em alerta e expetativa, até pelos desempregados e pelo seu regresso ao trabalho

 

Essa a razão pela qual muitos países hesitaram (e ainda hesitam) sobre o que fazer de facto (e com eficácia, tanto a nível das pessoas, como a nível económico), sendo o vírus Covid-19 como o da Influenza (esperemos bem que não) e assim regressando de novo no Inverno ─ esperando não ser esse o caso (no tempo, Influenza=Covid-19) e que tal surto pandémico seja “passageiro”. Caso contrário (se Influenza for mesmo igual a Covid-19) e certamente com a Economia Global extremamente debilitada ─ e apesar do sacrifício de “todos os trabalhadores e dos mais pobres” (as vítimas do costume) integrando a esmagadora maioria dos 7,6 biliões de terrestres ─ tendo-se de esperar como sempre (relação presa/predador) o aproveitamento de uma minoria apenas interessada em se salvar e se possível ganhar (algum), “sobre a pobreza de todos impondo o seu poder”: e com a nossa única salvação a residir ou na destruição do vírus (não o tendo conseguido, seja qual for a razão, com nenhum dos outros) ou na criação de um processo/mecanismo que o possa conter ─ chame-se ou não vacina ─ minimizando os efeitos e deixando-nos Viver (pelo menos como até a um “presente tão recente”).

 

E sendo mesmo possível (e apesar dos EUA), sendo necessário acreditar que graças a muitos de nós (homens e mulheres, jovens e idosos, pobres e ricos) o momento passará sendo isto apenas mais uma lição (importante e a memorizar) que apenas nos fortalecerá (até culturalmente) ─ seja com uma pequena alteração (sendo-se mais conservador) ou com uma Revolução (sendo-se mais radical), tanto faz o que interessando sendo a contribuição: tendo-se de ser otimista e pensar, que num prazo de três meses todos estaremos já a (começar a) trabalhar, ou não fossemos uma espécie em contante evolução e capaz de se transformar. Recordando Lavoisier (e dando importância ao que nos faz mover, a Cultura e a Memória) “Nada se Perde, Nada se Cria, tudo se Transforma”. Tudo correndo bem o que de facto irá acontecer (esperando-se que com as autoridades, seguindo o mesmo e nosso rumo, de Todos), o mais tardar em junho já se “podendo em Portugal não só trabalhar como até passear”, sendo uma questão “de ter paciência e de saber esperar” ─ respeitando o poder do vírus e sabendo-se proteger. Só isso!

 

[VM: Vítimas Mortais]

 

(foto: Antonio Masiello/Getty Images)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:09