Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Mai 13

Inauguração

 

Joana Vasconcelos

(e mais três obras de refugo)

 

Com quase 200.000 euros retirados dos contribuintes e atribuídos para a reparação do “seu” cacilheiro – e Pavilhão de Portugal na 55.ª Bienal de Veneza – Joana Vasconcelos prestou-se delicada e conscientemente, à sua utilização política por parte dos oportunistas do regime, do refundado – agora apenas ao serviço das grandes empresas financeiras – Estado Novo.

 

Apreciem ou não a sua obra – expos recentemente no Palácio de Versalhes, com mais de 1,5 milhões de visitantes – a culpa não é dela. O que custa a qualquer cidadão vulgar suportar e engolir sem um sobressalto cívico mesmo que inconsciente – ao olhar a imagem anterior – é verificar o brutal contraste entre a alegria e a assumpção do seu ADN de vida por parte de Joana Vasconcelos e a postura estilo marioneta moral e sem qualquer tipo de conteúdo hereditário, do nosso refugo institucional – já que até os políticos (tal e qual como está a suceder aos velhos – que o diga Manuela Ferreira Leite) já foram entretanto mortos e enterrados.

 

Restam-nos apenas os zombies da política que pouco se importam com os artistas – apenas os vendo como elemento decorativo dos seus menus alimentares – e que só pensam em comer, comer, comer e nunca parar de comer!

Só mesmo com um tiro nos cornos!

(é assim nos filmes norte-americanos com zombies e que tem um final aceitável)

 

(imagem – retirada da Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:37

Junho 2020
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
10
11
13

14
15
16
17
18
19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

posts recentes

Republica Portuguesa

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO