Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Vulcões Ativos─ Nyiragongo (R. D. Congo)

Domingo, 30.05.21

“Significant building damage was reported after a

shallow M5.3 earthquake hit Rubavu, Rwanda on May 25, 2021.

This is the strongest of numerous earthquakes recorded in the region

after the eruption of a nearby Nyiragongo volcano on May 22.

Tremors are shaking the region every 10 to 15 minutes.”

(Teo Blašković/watchers.news/25.05)

nyiragongo-and-goma-sentinel-2-june-1-2020.jpg

Vulcão Niyragongo a apenas 16Km da cidade de Goma/R. D. Congo (com 600.000/700.000 habitantes e localizada perto da fronteira do Ruanda), na 1ª erupção originando a fuga em pânico da sua população, no entanto com a torrente de lava não lhe sendo dirigida.

 

Com o Mundo dividido entre “Preto e Branco” ─ para um nosso melhor enquadramento e controlo nos “armários sociais e sequenciais” que preenchem o nosso percurso e quotidiano de Vida ─ sendo comum ao sermos colocados perante situações aparentemente idênticas ou (sabendo-se do erro introduzido por vezes pelos nossos órgãos dos sentidos) no mínimo semelhantes, que as conclusões tiradas (invariavelmente) sejam curiosa e estranhamente algo diferentes (das inicialmente definidas, como as previstas), tal como deveria ser claro e óbvio: entre “a Luz e a sua ausência” (preto) havendo uma multiplicidade de variações, podendo estas serem expostas utilizando um simples prisma, decompondo a Luz e daí obtendo, diferentes cores e tonalidades ─ na sua exuberância sensitiva impactando-nos intensamente com a sua beleza e até servindo para esconder (algo que o P/B não consegue, sendo uma exposição mais fiel, não ocultando pormenores) muitos erros.

snapshot1.jpg

Numa 2ª erupção igualmente intensa e acompanhada de vários sismos (atingindo esta região congolesa vizinha do Ruanda, c/ um sismo intenso atingindo algumas localidades fronteiriças), devido a uma nova fratura na vertente do vulcão, dirigindo-se agora para Goma.

 

E propondo-nos a Luz no usufruto de um mesmo cenário diferentes cores e tonalidades (um instrumento obrigatório, como que envolvendo real/imaginário, sendo o Caleidoscópio) mesmo num Mundo Monocromático dispondo de um nº infindável de variações mais ou menos para o cinzento claro ou para o carregado, também no Mundo Físico não tanto focando a sua Alma Eletromagnética mas a sua componente mais física e geológica, nada sendo estático ou imutável mas dinâmico por evolução, não se podendo nunca considerar uma nova fase desse processo contínuo e de transformação (Metamorfose), apenas por tradição e desconforto (habituados à repetição), um caminho para a nossa perdição, para o Aquecimento Global, para as Alterações Climáticas, para o Fim-do-Mundo, quando o que apenas observamos é Movimento, Evolução, Vida e sua adaptação: talvez por cá sendo o fim do território ocupado e tal como sempre este se apresentou, se ofereceu e o conhecemos (montando nele o nosso Lar) ─ por exemplo sendo submergido pela elevação progressiva do nível médio da água do mar, devido ao Degelo nos Polos (provavelmente como já aconteceu por diversas vezes na História Geológica da Terra) ─ mas em contrapartida e no cumprimento do efeito ação/reação, aparecendo um outro renovado território pronto a ser disponibilizado/usufruído (noutro espaço, noutro tempo) noutras coordenadas agora dedicadas e reservadas (à manutenção do Ecossistema e à persistência do Homem). Com a Geologia Terrestre sendo um Organismo Vivo.

“Seismicity and soil deformation indicate the presence of magma

under Goma and Lake Kivu - Nyiragongo, DR Congo.”

(Teo Blašković/watchers.news/27.05)

snapshot2.jpg

Provocando de novo o caos nesta região vulcânica do Congo (com vários vulcões por perto), c/ a lava a avançar agora p/ Goma, atingindo diversas localidades/habitações/explorações no seu caminho (provocando vítimas mortais) e só parando nas imediações de Goma.

 

De um lado tendo-se a Itália (Europa) do outro a R. D. Congo (África) e entre eles tendo em comum, a presença de fenómenos sismológicos e ainda de intenso vulcanismo, em duas envolvências distintas (Hemisfério Norte Vs. Hemisfério Sul, 1º Mundo Vs. 3º Mundo, Ricos Vs. Pobres) e com consequências não coincidentes (de “cargas” contrárias): no continente europeu com os italianos postos perante mais uma erupção do ativo, siciliano e em constante atividade vulcão ETNA, presenciando ao vivo (especialmente à noite) a um extraordinário espetáculo de cores, de sons e de luzes, proporcionadas pelas explosões (sucessivas), pelas cinzas atmosféricas (projetadas) e pela lava vermelha e incandescente (descendo pelas suas encostas), num cenário pacífico por sem consequências e originando mesmo visitas turísticas propositadas ao local, para observação esta poderosa manifestação da Natureza; já no caso do ocorrido e ainda em curso no continente africano, mais propriamente na R. D. Congo e nas proximidades da cidade de Goma (vizinhanças da fronteira com o Ruanda) ─ urbe de perto de 700.000 habitantes residindo nas proximidades do vulcão Nyiragongo ─ envolvendo um vulcão muito mais agressivo podendo expor comunidades localizadas por perto ou no seu caminho (ao alcance das projeções aéreas de material e ao avanço terrestre das lavas incandescentes) proporcionando (ao contrário do caso anterior) um espetáculo não para assistir (usufruir/interiorizar), mas aqui e como último aviso para fugir, com “a conversa a já ser outra” (envolvendo não o prazer, mas a sobrevivência).

snapshot4.jpg

Suspensos os aí residentes pelo que lhes reservará a seguir o vulcão ─ sabendo-se parte da cidade estrar assente sobre uma caldeira de magma ─ podendo subitamente manifestar-se, impactando sobre a região e estendendo os seus efeitos no interior do Ruanda.

 

No passado dia 22 de maio (e já com avisos anteriores, com a sucessão de sismos) com o vulcão de Nyiragongo um dos mais ativos e violentos da região a entrar em erupção, registando-se no mesmo diversas explosões ejetando material vulcânico (e cinzas) para a atmosfera e dando origem a partir das suas vertentes a vários rios de lava vermelha/incandescente: inicialmente não se dirigindo para Goma, mas devido ao aparecimento de novas fraturas direcionando-se para a mesma cidade, apanhando outras localidade menores pelo caminho, levando à evacuação forçada de Goma, mas à portas da mesma, com o avanço da muralha de lavas a parar. No entanto e passada já uma semana e com muita da população já tendo regressado a casa (sustido o avanço da lava, mas mantendo-se as erupções/sismos), mantendo-se o alerta em toda a região dada a sismicidade persistente, assim como a deformação contínua verificada no terreno: de um momento para o outro podendo registar-se de novo uma grande erupção, colocando em perigo extremo tudo e todos, sabendo-se adicionalmente sobre este vulcão/esta região/esta cidade, que toda a zona subterrânea localizada sob a cidade e o lago situado próximo assenta sobre uma grande extensão (uma caldeira) de magma.

(imagens: watchers.news ─ France 24)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:49

Vermelho de Sangue, Vermelho de Fogo

Domingo, 23.05.21

Ontem dia 22 de maio pelo fim da tarde com os habitantes da cidade de GOMA localizada na R. D. CONGO ─ uns 670.000 ─ a serem surpreendidos pela violenta erupção do vulcão do MONTE NYIRAGONGO (tornando a cor do céu avermelhada) situado nas proximidades: face ao fenómeno extremo e ficando aterrorizados, com os habitantes da cidade a fugirem em massa, com medo de poderem ser atingidos. Não se confirmando, no entanto (e para já) a cidade estar no “caminho do vulcão”, seja através da projeção de material (cinzas, pedras) ou de lava vulcânica (escorrendo pelas suas vertentes e podendo dirigir-se para GOMA), seguindo em sentido que não o da cidade (mas do país vizinho, o Ruanda).

E2A7ri6WEAE9lAC.jpg

Tranquilizando um pouco mais os aí residentes, não constituindo o vulcão NYIRAGONGO uma ameaça direta e imediata (apesar de ser um dos mais ativos dessa região, existindo dois próximos) para nenhum centro populacional (maior/menor) existindo por perto. Entrando em erupção este sábado e lançando plumas de gases para a atmosfera, escurecendo-o e dando uma tonalidade de cor vermelha (de Inferno ambiental) ao céu, sobre GOMA e toda a região envolvente (congolesa) do centro/este de África. Com as autoridades a acompanharem a evolução da situação, pedindo calma à população para já e segundo estes estando fora de perigo (sem informação em contrário, até podendo regressar a suas casas).

E2AqIA6WUAMcPLz.jpg

Relembrando, no entanto, o que sucedeu numa situação aparentemente semelhante ocorrida em 2002 no mesmo vulcão (de 2 vulcões ativos e próximos), dando-se a erupção do vulcão do MONTE NYIRAGONGO, para de seguida a lava libertada pelo mesmo escorrer pelas suas vertentes, atingindo a base e dirigindo-se finalmente à localidade de GOMA: vitimando mortalmente 250 pessoas e transformando 120.000 em “sem-abrigo”. Um vulcão “poderoso” face ao seu vizinho e “dócil” NYAMURAGIRA (de 3470m de altitude), mais parecido com outros dois vulcões (um situado mais a norte, o outro mais a sul) igualmente do tipo estratovulcão como o são os vulcões BARUTA e SHAHERU.

(imagens: Roni Korotkov/@KorotkovRoni ─

INFURAYACU@infuraluc01 ─ twitter.com/watchers.news)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:41

O vulcão LOKI PATERA da lua de Júpiter IO

Quinta-feira, 19.09.19

“Vulcão Prestes A Entrar Em Erupção”

 

A próxima grande erupção a ocorrer no Sistema Solar

Não será na TERRA, mas em IO

 

volcano-Loki-Io-Jupiter-voyager1-e1568747773685.jp

Imagem da lua de Júpiter IO, podendo-se observar espalhadas pela sua superfície grandes planícies apresentando caldeiras vulcânicas e lava líquida, fluindo das mesmas – no seu canto inferior/direito surgindo o lago de lava de LOKI PATERA em forma de U, com mais de 200Km de diâmetro e no presente ativo

 

Com a maior depressão vulcânica da lua de Júpiter IO a estar localizada em LOKI PATERA, uma cratera (do vulcão mais ativo e poderoso de todo o Sistema Solar) com mais de 200Km de diâmetro e contendo um “lago de lava ativo”. E com os primeiros registos deste tipo de atividade geológica a reportarem-se a 1979. E pelos vistos (segundo os cientistas observando e estudando esta lua vulcânica e ativa) sendo eventos periódicos. Tendo sido registado o último em Maio de 2018.

 

Enquanto se espera que a próxima grande erupção vulcânica se dê provavelmente na região mais geologicamente ativa da Terra (em sismos e em erupções) ou seja no Círculo de Fogo do Pacífico, os cientistas vêm-nos agora informar da eminente ocorrência de uma grande erupção vulcânica (submarina ou à superfície) não na Terra, mas num dos “Maiores Infernos do Sistema Solar” a lua de Júpiter IO: ao contrário das outras três Luas de Galileu (Calisto, Ganimedes e Titã) não sendo conhecida por poder possuir (no seu subsolo) depósitos de um líquido para nós tão precioso como a Água (ou não estivesse a Terra maioritariamente coberta de Água e não fosse o nosso corpo maioritariamente constituído pelo mesmo composto, H₂O), no seu caso (de IO a 4ª maior lua de Júpiter e de todo o Sistema Solar) sendo por sua vez caraterizada e conhecida como um “Mundo Vulcânico” extremamente violento (e jovem) e coberto por cerca de 400 vulcões (todos ativos) − transformando-a no corpo mais ativo de Mercúrio a Neptuno. Situando-se num dos lugares mais frios do Sistema Solar (dada a sua grande distância relativamente ao Sol) e no entanto, com as suas grandes erupções vulcânicas podendo atingir temperaturas na ordem dos 1700°C (mais elevadas dos que as temperaturas registadas no presente na Terra, talvez semelhantes às temperaturas registadas no seu período inicial).

 

“Io is heated by tidal interactions with Jupiter, which squeeze the moon and heat it up”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

E segundo os especialistas com o Evento a estar previsto

Já para este mês de setembro, entre os dias 15/20

 

Thumb.jpg

Imagem no campo superior/esquerdo da lua de Júpiter IO, entrepondo-se entre a sonda automática Juno e o planeta Gigante Gasoso – no seu movimento em redor do planeta projetando neste a sua sombra e estando IO tão perto de Júpiter, bloqueando totalmente o Sol − e daí o círculo de sombra completamente negro, sem zona de penumbra

 

Desde 2002 chegando-se à conclusão e confirmação desse fenómeno geológico e regular (periódico) em curso nas proximidades de Júpiter (localizado entre 588/968 milhões de Km da Terra) – neste caso na lua IO – feitos e revistos os cálculos chegando-se a um período de duração (entre erupções mais violentas) de cerca de 500 dias. E em função da última erupção registada, prevendo-se a seguinte para os próximos dias (em princípio até 20 de setembro ou por aí) − só se tendo que fazer as contas desde 05.2018.

 

Com as Luas de Galileu orbitando o Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (só suplantado pela sua estrela de referência o Sol) – JÚPITER para além do Rei-Sol o magnífico e poderoso Farol e uma das nossas últimas Muralhas Defensivas (protegendo a Terra e a Vida, em exclusivo nela existente) – podendo num “Cenário Futuro (a médio-prazo, num período mínimo de uns 50 anos, talvez só no decorrer do próximo século) transformar-se numa das principais bases de implantação de colónias terrestres num outro mundo (que não a Terra, extraterrestres/alienígenas), no caso de trio Calisto/Ganimedes/Titã dadas as suas potências reservas de Água e já no caso de IO e dada a sua intensa atividade vulcânica (fazendo-nos recordar a Terra, no seu início Geológico) podendo no decurso desse processo criar as condições básicas e essenciais para o aparecimento de Vida (seja sob que forma for): desde que a curto-prazo (digamos que entre 2020/30) e tal como prometido antes (com a Apollo 11 tocando a Lua há 50 anos) − aí negativamente não se cumprindo e desistindo (abandonando-se o Programa Apollo há 47 anos) − prometendo-se depois e agora, nova mas efetivamente (desde o início desta 2ª década do séc. XXI) − e então se aplicando e concretizando − a instalação dos Entrepostos Intermédios tanto na Lua como em Marte.

 

(imagens: NASA − swri.edu)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:16

O Vulcão Popocatepetl a 27 de Março

Segunda-feira, 01.04.19

Imagens da última erupção registada no passado dia 27 de Março (quarta-feira) no vulcão mexicano POPOCATEPETL, num fenómeno geológico desde há alguns dias esperado, dado o crescente acumular de sinais do aumento da sua atividade (do vulcão) e do perigo iminente de explosões e de erupções (do mesmo):

 

PP.jpg

O vulcão mexicano Popocatepetl em erupção

(a cerca de 70Km da capital do México e a 1200Km de San Antonio/EUA)

 

Expetativas confirmadas pelas 01:23 UTC do dia 27 com o vulcão aparentemente ainda pouco ativo a iniciar um novo processo (violento) de expulsão de materiais incandescentes (magma), seguido de uma violenta erupção ejetando para a atmosfera cinzas vulcânicas ultrapassando os 8Km de altitude.

 

Com os efeitos mais nocivos desta erupção a estenderem-se por uns 2Km (a partir da cratera), deixando as encostas do vulcão Popocatepetl (e zonas adjacentes) a arder – e obrigando as autoridades mexicanas a subirem o nível de Alerta (indo de 0 até 5) de 2 para 3.

 

v1.jpg

Vulcão Popocatepetl

(segundos antes do início da erupção de 27.03)

 

Seguindo-se novas explosões e erupções no referido vulcão com a mais significativa a ocorrer (posteriormente) dois dias depois (dia 29 pelas 01:48 UTC) e lançando cinzas até 2Km de altitude.

 

No caso deste país da América do Norte − o México − fazendo fronteira com os EUA (localizado mais a norte) − e com o SUPER VULCÃO DE YELLOWSTONE (localizado no Parque Nacional norte-americano com o mesmo nome) – e com 42 vulcões identificados, no presente com o Popocatepetl a ser o protagonista (entre esta nova tribo de Ali Babá) mantendo-se num nível médio (assinalável) de atividade vulcânica.

 

v3.jpg

Vulcão Popocatepetl

(início da erupção de 27.03)

 

Vulcões Mexicanos integrando o Círculo de Fogo do Pacífico e fazendo parte da placa tectónica continental da América do Norte, no seu movimento convergente (refletido na deslocação da crosta terrestre acima ou abaixo do nível da água do mar) subduzindo (provocando o afundar da placa mais pesada) além do oceano a Placa de Cocos (placa tectónica oceânica localizada no oceano Pacífico, à oeste da América Central/wikipedia.org).

 

E com as últimas notícias referindo-se a este vulcão mexicano integrando a região geologicamente mais ativa do Globo Terrestre − onde (certamente) o Futuro da Terra se decidirá (pelo menos internamente) e onde se situa o território dos EUA – a informarem-nos que (através de volcanicdiscovery.com)

 

v4.jpg

Vulcão Popocatepetl

(segundos passados sobre o início da erupção de 27.03)

 

Popocatépetl Volcano Volcanic Ash Advisory:

REMNANT VA FROM ARND 30/0845Z ERUPTION. to 6,7Km

(Mar 30, 2019 18:00 PM)

 

Explosive activity continues. Volcanic Ash Advisory Center (VAAC) Washington warned about a volcanic ash plume that rose up to estimated 22000 ft (6700 m) altitude or flight level 220.”

 

v5.jpg

Cratera do vulcão Popocatepetl antes da última erupção

(vista aérea 1)

 

Deixando no ar alguma preocupação (para além da provocada pelas cinzas) sobre a evolução de mais esta crise vulcanológica, num ponto limite de uma das suas possíveis alternativas de desenvolvimento (caso não voltasse a acalmar-se) podendo dar origem a uma erupção pliniana (de intensidade/explosividade extrema) a mais violenta das manifestações deste tipo:

 

Entre outras consequências dramáticas (para o Homem e para a Sociedade que o alimenta) destacando-se (uma entre tantas) as que seriam provocadas pelas ondas de choque e de impacto atirando material vulcânico a vários Km de distância − levadas até ás últimas consequências, se em virtude da uma ainda mais intensa explosão/erupção, a mesma levasse à destruição parcial do vulcão (por exemplo das encostas).

 

v8.jpg

Cratera do vulcão Popocatepetl antes da última erupção

(vista aérea 2)

 

“Authorities in Mexico warned people to avoid the area around the Popocatepetl volcano after eruptions sent ash and smoke into the air and sparked fires in nearby fields.”

(ABC News/@ABC/twitter.com/29.03.2019)

 

Como se vê uma preocupação para os norte-americanos sobretudo os residentes no sul do país e particularmente no estado do Texas, obviamente provocada pela proximidade deste assinalável evento geológico (em curso) − cerca de 1200Km de distância entre o vulcão e a cidade texana de San Antonio – em princípio não provocando  no presente/futuro danos/vítimas indiretas mas podendo provocar alguns transtornos, como no trânsito aéreo e no fluxo turístico EUA Cidade do México (devido à proliferação no ar de cinzas vulcânicas).

 

E para a Maldição de TRUMP

depois dos ALIENS só mesmo as CINZAS!

(vista a origem de ambos, talvez justificando algum tipo de Muro)

 

(imagens: 1/4/5/6 - watchers.news e 2/3 - webcamsdemexico/youtube.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:37

Portugal também tem o seu Anak Krakatau

Terça-feira, 25.12.18

Tal como no caso da INDONÉSIA com o seu vulcão ANAK KRAKATAU, localizados nós (PORTUGAL) aqui perto de um mesmo problema (aqui o espanhol vulcão CUMBRE VIEJA), só temos mesmo que nos preocupar prevenindo/não remediando: tão perto como estamos (tal como os indonésios) da confluência de placas tectónicas – e tendo já no currículo o ano de 1755 (com o terramoto seguido de TSUNAMI caindo sobre o sul do país e Lisboa).

 

krakattau-23dec18.jpg

Nuvens escuras de vapor e de cinzas

Resultantes da erupção do vulcão Anak Krakatau

(observadas a 23 de Dezembro ainda no início da erupção)

 

Com o TSUNAMI ocorrido no passado dia 22 de Dezembro de 2018 (sábado) – na ilha indonésia de ANAK KRAKATAU (formada há 91 anos) – originado numa violenta erupção vulcânica e no subsequente deslocamento de terras (submarinas) integrando (e sendo adjacentes) a essa ilha e vulcão (em intensa atividade geológica), concluímos que estes mesmos fenómenos de deslocação de enormes volumes e massas de água integrando os nossos oceanos (cobrindo mais de 70% da superfície do nosso planeta e com uma profundidade média menor que 4Km), podem ter como rastilho (para a concretização do EVENTO) não só a ocorrência de grandes sismos com epicentro no MAR – como o foi o SISMO seguido de TSUNAMI de 26 de Dezembro de 2004 com um sismo de magnitude M9.1 e ocorrido no mar, originando um TSUNAMI e provocando mais de 200.000 vítimas mortais entre residentes e turistas – mas igualmente a ocorrência de Grandes ERUPÇÕES (explosivas) originando intensas movimentações nas estruturas geológicas suportando o vulcão (à vista ou debaixo de água), refletindo-se na criação de uma ONDA de CHOQUE (uma Muralha de Água) deslocando-se centenas de quilómetros e invariavelmente atingindo (fortemente) todas as zonas litorais (localizadas no seu caminho de propagação) – como o terá sido a ERUPÇÃO seguida de TSUNAMI de 22 de Dezembro de 2018, com uma violenta erupção (e explosão) ocorrida na ilha e no vulcão ANA KRAKATAU (o filho do vulcão KRAKATOA) a exprimir-se com um novo Tsunami: não SÍSMICO mas VULCÂNICO (origem), igualmente mortal.

 

AP18359219263487.jpg

Destruição em Sumur/Indonésia

Provocada pela erupção de Anak Krakatau

(observada em 25.12 já depois da passagem do tsunami originada no vulcão)

 

Curiosamente com estes dois acontecimentos (TSUNAMIS) a ocorrerem na mesma região do Globo Terrestre (Índico/Pacífico), deixando-nos no entanto no ar a dúvida se tais acontecimentos poderão ocorrer ou não noutros lugares do nosso planeta (a TERRA): por exemplo tendo como protagonista o Oceano Atlântico banhando entre outros países o nosso Portugal (continental e insular). Haverá então algo de COMUM entre o sucedido na INDONÉSIA e o que poderá ocorrer algum um dia (se já não tiver ocorrido antes) no nosso PORTUGAL? E sabendo-se estarem ambos (INDONÉSIA e PORTUGAL) muito próximos da confluência de 2 ou mais PLACAS TECTÓNICAS, para tal fenómeno ocorrer (tsunami) faltando apenas o VULCÃO existir e aparecer: na Indonésia com ANA KRAKATAU em Portugal (e nas margens do Atlântico) com o CUMBRE VIEJA. No historial de TSUNAMIS (e MEGATSUNAMIS) ocorridos no nosso planeta desde a Pré-História (como consequência de impactos e/ou deslocamento de terras) – e destacando-se entre outros (e como um dos primeiros) o asteroide que exterminou os Dinossauros (há mais de 60 milhões de anos) e (como um dos derradeiros) o deslocamento de terras ocorrido no Monte ETNA como consequência de uma violenta erupção no vulcão com o mesmo nome (há uns 8.000 anos atrás) – podendo-se a eles juntar o provocado pelo vulcão KRAKATOA (ocorrido no PASSADO) como (já agora e passado Anak Krakatau) o anunciado e desde há muito previsto TSUNAMI das CANÁRIAS (a ocorrer no Futuro) apontado para o vulcão CUMBRE VIEJA.

 

snapshot.jpg

Com dois dos quatro indonésios membros da banda Seventeen

A morrerem durante o Tsunami do passado fim-de-semana

(na Indonésia durante um concerto de praia)

 

Nas previsões dos especialistas (com a zona mantendo-se ainda aparente e geologicamente estável) podendo ocorrer um TSUNAMI mas num período ainda bem largo estendendo-se por uns 10.000 anos (ou seja entre o ano 2019 e o ano 12.019). Talvez com repercussões (materiais e/ou humanas) apenas regionais (afetando sobretudo a zona das CANÁRIAS) mas ao mesmo tempo podendo tornar-se num fenómeno mais vasto e afetando regiões em seu redor como as costas de África e da Europa e até do mais distante continente Americano; com um MEGATSUNAMI a poder já ter ocorrido na zona e no passado (há muitos e muitos milhares/milhões de anos atrás) como o demonstram vestígios encontrados 40/200 metros (na altura deste Evento) acima do nível da água do mar. O que aconteceria então, chegando à costa portuguesa (ocidental e sul) uma onda podendo atingir uns 100 metros de altura (ou algo a caminho desses valores mesmo que menores que 50)? Talvez se descobrindo um pouco, lendo o Público de 2011 (Luís Francisco/Cumbre Vieja, O Apocalipse tem um nome/07.11.2011):

 

“A recente crise vulcânica nas Canárias (Setembro de 2011) passou sem deixar grande mossa mas o arquipélago espanhol no Atlântico está referenciado como epicentro de um potencial desastre de consequências catastróficas: (como) a derrocada do flanco do vulcão Cumbre Vieja (um vulcão ativo) o cenário mais plausível de um MEGATSUNAMI (no Atlântico). (Só que) o problema é que os cientistas chegaram à conclusão de que o cone vulcânico é particularmente instável e (que) existe a possibilidade de, num cenário de erupção ou (de) sismo, uma enorme porção da montanha deslizar para o mar (c/consequências catastróficas). (Com os modelos matemáticos a apontarem que) o arquipélago da Madeira poderia ser atingido por paredes de água com mais de 40 metros de altura (e que) qualquer coisa à volta de três horas depois do colapso, o território continental português veria chegar poderosas ondas de dez metros (num cenário de devastação).”

 

Screen-Shot-2017-09-25-at-10.24.11-AM.jpg

Localizado numa região geologicamente, não tão perigosa como a da Indonésia

Portugal jamais deverá esquecer não ser igualmente virgem, neste tipo de fenómenos (bastando para tal lembrar o Sismo/Tsunami de 1755)

 

Última Hora

 

[E pelas 22:30 (hora de Portugal) do dia 25 de Dezembro, com o número de mortos a caminho dos 500 e com o número de feridos a caminho dos 2.000 (isto para não falar como complemento, dos para já ainda considerados como desaparecidos). E com o vulcão Anak Krakatau a manter-se em atividade, registando-se ainda mais explosões/erupções. Por curiosidade na mesma altura em que na Itália o ETNA – igualmente próximo de centros populacionais – reforça a sua atividade.]

 

(imagens: volcanodiscovery.com – whittierdailynews.com – WEB/YOUTUBE – Smithsonian Channel/youtube.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

O Vulcão Krakatoa e o Tsunami de 22

Segunda-feira, 24.12.18

[Filme de 1969 dirigido por Bernard Kowalski e baseado na erupção do Karakatoa de 1883: Krakatoa a Leste de Java.]

 

Tal como há muito já se previa até pelo seu passado recente (última grande erupção registada em 1883, destruindo completamente a ilha vulcânica, para a mesma reaparecer 44 anos depois em 1927) e pelo tipo de vulcão de que se tratava (na confluência de duas placas tectónicas)

 

DvAWv9XVYAI-br1.jpg

Erupção do Anak-krakatau

(ouvindo na costa de Java a cerca de 50Km de distância)

 

– O vulcão KRAKATOA localizado entre as ilhas indonésias de JAVA e de SUMATRA –

 

Com o mesmo aparecendo e desaparecendo durante o seu percursode vida

(com a primeira menção a ser reportada a um mapa de 1611)

E sendo acompanhado de acontecimentos eruptivos extremamente violentos e capazes de aparentemente o CRIAR ou DESTRUIR

(vendo-se à superfície ou desaparecendo debaixo dela mas nunca perdendo as suas raízes vulcânicas)

 

E relembrando mais uma vez na história do mesmo vulcão e das suas erupções mais relevantes, o Evento Catastrófico de 26 de Agosto de 1883

 

– A 6ª Maior Erupção conhecida e a 2ª Causando mais Vítimas Mortais de sempre – (desaparecendo a ilha, provocando mais de 36.000 mortos e ainda um poderoso tsunami)

 

DvB5RTOVAAA7NN5.jpg

Anak-Krakatou

(outro descendente violento do vulcão Krakatoa)

 

Não nos deixando nada surpreendidos o ocorrido no passado (e ainda muito próximo) dia 22 de Dezembro, com um TSUNAMI a varrer zonas costeiras do Estreito de SUNDA, localizadas a pouco mais de uma centena de quilómetros do novo Krakatoa (nova ilha denominada ANAK KRAKATAU) e provocando mais de duas centenas de mortos, mais de 800 feridos e uma trintena de desaparecidos:

 

Um fenómeno despoletado por violentas explosões ocorridas no novo KRAKATOA (ao longo de 24 horas), expelindo grandes quantidades de lava e simultaneamente provocando desabamentos/deslocações de terras submarinas e a partir daí dando origem ao aparecimento de grandes deslocações de massas/volumes de água como o são os TSUNAMIS.

 

Em mais uma Grande Catástrofe ocorrida na mesma região do Globo e pela mesma altura da tragédia de 2004 (pela época do Natal com um sismo seguido de tsunami a provocar mais de 230.000 mortos), aí (há 14 anos atrás) com o Tsunami a ocorrer na madrugada do dia 26 de Dezembro como consequência de uma grande deslocação de terras (submarinas) provocadas pelo sismo pouco tempo antes registado (numa das regiões que como todos nós sabemos é uma das mais ativas geologicamente falando do Mundo) – sismo com epicentro no Índico, a 30Km de profundidade e com amplitude M9,1: então utilizando-se boias (o que se fez apenas depois) podendo-se ter evitado a tragédia.

 

DvB5QlVUYAAbVxa.jpg

Com duas ondas do Tsunami a entrarem em terra sem aviso

(segundo testemunhas com a 2ª onda sendo maior que a 1ª)

 

Só que mesmo utilizando boias ou outro tipo de sistemas (de sinalização de tsunamis associados a sismos) tal nunca resultaria no caso do TSUNAMI

 

– Como AVISO da sua chegada –

 

Do dia 22 de DEZEMBRO (sábado):

 

Porque a origem da deteção teria que estar não no SISMO, mas na explosão do VULCÃO (provocando deslocação de terras, vagas e o tsunami).

 

E não existindo equipamentos desses (que se saiba) para a deteção de tais fenómenos (associadas não a sismos mas a vulcões/erupções), não havendo mesmo nada e de novo a fazer. De quem a responsabilidade? Até ao próximo Natal?

 

(imagens: @OysteinLAnderse/twitter.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 04:16

A Explosão do Estratovulcão

Quinta-feira, 20.12.18

El gobierno local por otra parte ha aconsejado a los residentes en la isla evacuar temporalmente. Hasta noviembre un total de 108 personas vivían en la isla de acuerdo con datos del gobierno. No se han reportado heridos ni daños hasta el momento. El monte Shindake un volcán de la isla de Kuchinoerabu en la prefectura de Kagoshima suroeste de Japón hizo erupción informo la Agencia Mateorológica de Jápon. (chispa.tv/18.12.2018)

 

1.jpg

Fluxo Piroclástico originado pela erupção explosiva

 

Registo da violenta explosão – associada à erupção do vulcão KUCHINOERABUJIMA – ocorrida anteontem (dia 18 de Dezembro) no Monte SHINDAKE localizado no sul do Japão (prefeitura de Kagoshima), podendo-se aí verificar o aparecimento imediato de nuvens espessas e escuras constituídas de pedras e de cinzas – Fluxo PIROCLÁSTICO – partindo do vulcão e deslocando-se sobre o solo (acompanhando o seu relevo) a grande velocidade (podendo atingir V = 160Km/h) – para além das elevadas temperaturas dos gazes transportados pelas nuvens chegando a atingir os 1500⁰C (máximo) – e podendo alcançar grandes distâncias (alguns Km) em poucos segundos levando (literalmente) tudo à sua frente: devido à onda de choque e aos gazes transportados – a grande velocidade e grande temperatura – sendo extremamente letais destruindo e matando tudo.

 

2.jpg

Erupção do vulcão Kuchinoerabujima localizado no sul do Japão

 

Com os primeiros sinais neste vulcão (este ano de 2018 entrando uma vez ou outra em atividade) a começarem a aparecer através de pequenos mas regulares sismos registados na região de Kagoshima (desde há algumas semanas), seguida de uma pausa completa (na ocorrência desses tremores) e finalmente terminando na explosão violenta do vulcão como resultado da sua erupção: lançando para a atmosfera pedras e cinzas a uma altura (acima da cratera) de cerca de 2Km e enviando por uma das suas encostas (do vulcão Kuchinoerabujima) e acompanhando a superfície da mesma (encosta ocidental) uma destruidora Nuvem Piroclástica chegando a atingir a distância de 1km. Até ao momento sem notícias de mortos e de feridos (e de evacuações forçadas) ou de destruição material considerada minimamente relevante – provocadas pelo vulcão do Monte Shindake pelas suas características (em forma de cone e extremamente explosivo) dos mais perigosos.

 

(imagens: James Reynolds/@EarthUncutTV/watchers.news)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:46

Krakatau a Leste de Java

Sexta-feira, 22.06.18

What I say

Anak Krakatau starting to eruption

(Aris Yanto/facebook.com)

 

Imortalizado através do filme realizado em 1968 pelo cineasta norte-americano Bernard Louis Kowalski ‒ “Krakatoa East of Java ‒ o renovado vulcão da Indonésia (localizado no estreito de Sunda entre a ilha de Java e a ilha de Sumatra) parece confirmar o seu retorno à atividade (depois da última erupção de 19 de Fevereiro de 2017) com uma nova erupção registada (para já de pequena intensidade) no passado dia 19 de Junho (esta terça-feira): emitindo cinzas para a atmosfera atingindo algumas centenas de metros (de altitude antes de se dissiparem), mas para já sendo ainda muto cedo para se poder afirmar ser apenas um sobressalto (voltando o vulcão a acalmar-se) ou em alternativa o primeiro sinal para uma fase seguinte mais eruptiva e intensa. Com um dia se terá passado no (já distante) ano de 1883.

 

35758857_10157473329146102_6866883460481417216_n.j

Vulcão Krakatau

19 Junho 2018

(foto:Juhdi Black)

 

Nesse sentido com os especialistas a informarem (desde já) da possível continuação da agitação registada no vulcão Krakatau, segundo as suas previsões com uma nova erupção (mais intensa) a poder ocorrer a curto-prazo (dentro de semanas/meses): para já e apesar dos níveis de radiação (térmica) se manterem baixos a moderados (mas em crescimento desde Março deste ano de 2018) ‒ sugerindo que o magma se encontra perto da superfície ‒ com um caso muito semelhante a ter ocorrido (como referido anteriormente) há pouco mais de um ano (Fevereiro de 2017) com uma forte radiação térmica a ser registada seguida dias depois (dois) por uma intensa erupção estromboliana (três anos depois da de 2014 de categoria VEI1 ‒ estromboliana, moderada e emitindo cinzas de 100m/1Km de altitude).

 

krakatoa_1.jpgkrakatoa-o-inferno-de-java_t14979_1.jpg

Krakatoa o Inferno de Java

(imagens: filmow.com)

 

Sendo este renovado vulcão (da Indonésia) denominado por Krakatau herdeiro de um longínquo vulcão localizado nas mesmas coordenadas (e com alguns locais ainda preservados como Verlaten e Ilhas Land), mais tarde substituído por outros três vulcões entretanto formados ‒ Rakata, Danan e Perbuwatrn ‒ e finalmente dando origem à Ilha de Krakatoa (e com o colapso do antigo Krakatoa a formar uma caldeira com cerca de 7Km). No ano de 1883 e num cenário retratado pelo filme “Krakatoa a Leste de Java” com a 2ª maior erupção de sempre registada em toda a Indonésia a levar à implosão da ilha de Krakatoa, com todos os seus vulcões a entrarem em violenta erupção (dando-se o colapso da imensa caldeira) terminando (estes, as suas encostas) por se desmoronar no mar provocando Tsunamis devastadores (e ficando uns restos do vulcão Rakata): provocando mais de 36.000 mortos não só entre os locais (da ilha atingida) mas sobretudo devido aos Tsunamis (que se lhe sucederam).

 

E passado mais de um século (135 anos) no seu lugar agora estando o Filho de Krakatoa com o cone de Anak Krakatau ‒ parecendo querer acordar e seguir os passos dos seus antepassados (localizado como está no Anel de Fogo do Pacífico).

 

(dados: watchers.news)

 

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:24

Vulcões Kilauea e Fuego em Erupção

Quinta-feira, 07.06.18

[Integrados no Círculo de Fogo do Pacífico e distando entre si de 7000Km (e com o guatemalteco Fuego a apenas 3500Km da Califórnia/metade da distância anterior).]

 

Com o Kilauea a arrancar e o Fuego a ultrapassar (sendo mesmo mortal), o Havaí acelera juntando-se ‒ na corrida entre placas ‒ à Guatemala. E com a Califórnia a aguardar (pelo Big One).

 

S094623108 _OP_1_CP__1528107075148.JPG_88764460_ve

1

Carta dos vulcões ativos

(em 06.06.2018)

 

Com cerca de 25 vulcões ativos distribuídos um pouco por todos os continentes (terrestres), estando a grande maioria deles localizados no Anel de Fogo do Pacífico (talvez uns 80%) e sendo notícia nos últimos tempos as erupções registadas em 2 deles ‒ inicialmente no vulcão Kilauea no Havaí/EUA (desde o início de Maio e ainda em curso) e posteriormente no vulcão de Fuego na Guatemala (em intensa atividade desde o passado fim-de-semana) ‒ conclui-se com alguma certeza (até pela falta de notícias) que a nível de fenómenos de origem vulcânica e com a exceção do vulcão italiano Stromboli (um vulcão em forma de cone) a Europa Ocidental se encontra tranquila (relativamente, já que não sendo de esquecer os outros vulcões italianos ‒ cerca de uma dezena ‒ como o Etna o de Campi Flegrei).

 

374900.jpg

 

373192.jpg370613.jpg

2/3/4

Imagens da erupção no vulcão Kilauea

(Havaí ‒ EUA)

 

Já no caso de toda a região (e zonas envolventes) localizada no Anel de Fogo do Pacífico com as conclusões a serem as opostas (às relativas à Europa) ‒ algo de normal sendo a região mais viva e ativa em toda a crosta terrestre (constantemente nela se registando sismos e/ou erupções) ‒ com a Terra a sempre tremer e com vários vulcões integrando a Ferradura (forma atribuída ao Anel) em intensa atividade: acompanhando no dia de hoje como é bem visível na carta (referida a quarta-feira dia 6 de Junho), toda a costa ocidental da América Central à do Sul. E deslocando-nos de norte para sul encontrando-se o Kilauea, a este o Popocatépetl (no México), a sul o Fuego e na ponta (sul) o Villarrica (no Chile): c/ o Fuego tendo em frente o Kilauea e a norte (c/ choques de placas e fissuras) o Golfo da Califórnia.

 

374072.jpg

 

374056.jpg374046.jpg

5/6/7

Imagens da erupção no vulcão de Fuego

(Guatemala)

 

Hoje dia 6 de Junho (quarta-feira) com os dois vulcões continuando em plena atividade provocando destruição e vítimas mortais (esmagadoramente como consequência da erupção do vulcão Fuego) não se prevendo para já o decréscimo (visível) das suas manifestações:

 

No Havaí (no 34º dia de atividade do vulcão e na ilha Grande) com várias centenas de habitações e algumas comunidades já destruídas ‒ colocadas no trajeto dos vários rios de lava, alguns dirigindo-se para o mar e atingindo a costa (em contacto com a água) criando grandes nuvens de evaporação ‒ no seu conjunto (funcional) afetando todo o quotidiano e a economia da ilha sobretudo o Turismo (a sua grande fonte de receitas);

 

file-20180605-175438-1srig1c.jpg

8

Fugindo de nova erupção do vulcão Fuego

(sob as cinzas da anterior erupção de 3 de Junho)

 

E na Guatemala tendo-se em consideração estarmos perante um vulcão muito mais violento e explosivo (em forma cónica) com os efeitos (da sua repentina e brutal entrada em atividade) a serem muito mais extremos tanto a nível de destruição material como sobretudo a nível de vítimas humanas. Com o vulcão como que a explodir e através da cratera aberta no topo do seu cone, além de ejetar violentamente para a atmosfera (como um míssil e atingindo alguns milhares de metros de altitude) material incandescente, a altíssimas temperaturas e podendo atingir grandes distâncias (em toda a região nas proximidades do vulcão), simultaneamente abrindo brechas nas suas encostas e dela saindo lava rapidamente descendo e apanhando no seu caminho muitas casas e localidades ‒ para já a caminho dos 80 mortos e dos 200 desaparecidos.

 

(imagens: 1 volcanodiscovery.com ‒ 2 a 7 express.co.uk ‒ 8 theconversation.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:08

Erupção do Vulcão de Fuego

Terça-feira, 05.06.18

Registando até ao momento (segunda-feira dia 4 de Junho)

Mais de 60 vítimas mortais

Guatemala ‒ América Central ‒ Anel de Fogo do Pacífico

 

guatemala_volcano_041.jpg

 

[Achando uma falta tremenda de Eficácia mesmo sendo uma organização não guatemalteca mas norte-americana, a incapacidade (parecendo quase que total) de certas autoridades científicas ainda-por-cima sustentadas por poderosas organizações como a USGS ‒ e até pela proximidade de territórios sob a sua alçada e associação dos mesmos a uma estrutura geológica de base comum ‒ de pelo menos (tentar) avisar (com alguma antecipação) as populações (de modo a prevenirem-se e tentarem sentir-se mais seguros por cautelosos) de certos sinais suspeitos mesmo que nada venha a acontecer. Não terão uma obrigação moral (pelos vistos aparentemente não cumprida) ou será apenas (uma constatação negativa de) um problema de objetivos e/ou de incompetência?]

 

Agora que o vulcão de FOGO (localizado na Guatemala) entrou subitamente em erupção (no passado domingo) tendo provocado (até ao momento) mais de 60 mortos ‒ dos vários vulcões localizados em território guatemalteco com o vulcão FOGO juntando-se agora a outro vulcão igualmente ativo o PACAYAL ‒ como as Coincidências (como tema central de investigação) ainda não fazem parte de nenhum sector especializado (e reconhecido) da ciência e da tecnologia (pelo menos oficial) ‒ que as possa estudar, replicar e explicar, transformando-a num Modelo de Análise (e Evolução Integrada)

 

A primeira questão que alguns dos mais curiosos e atentos a fenómenos geológicos extremos (sismológicos e/ou vulcanológicos muitas vezes associados) como os do vulcão FOGO colocarão, será se não haverá nenhuma ligação com uma anterior erupção iniciada nos primeiros dias de Maio e ainda em execução: a erupção do vulcão KILAUEA localizada no arquipélago norte-americano do HAVAÍ e situado (em linha reta e para ocidente) numa das suas ilhas (ilha Grande) a uns 7.000Km do vulcão FOGO (América Central).

 

67297c9c9a5cec32409b6e9a6fe3fb5b.jpg

 

Por sinal fazendo ambos parte do Anel de Fogo do Pacífico (apanhando toda a costa ocidental do continente Americano fazendo parte do anel) ‒ o vulcão de FOGO e o vulcão de KILAUEA ‒ uma das regiões geologicamente (a nível de sismos e de vulcões) mais ativas (se não mesmo a mais ativa) de todo o Globo Terrestre.

 

E com a segunda questão surgindo logo de imediato e dirigida aos norte-americanos (pela evidente ligação, dado o fenómeno em estudo e o Evento em curso ‒ a USGS), sendo o de saber ‒ até pela prevenção e segurança das populações sob a sua responsabilidade, conhecendo-se um possível elo comum (entre as 2 erupções integradas no Anel do Pacífico) e podendo-se sob condições semelhantes o mesmo evento replicar-se (noutro ponto ou fissura acompanhando o Anel) ‒ qual o papel nisto tudo por parte da Natureza (do interior da Terra ao interior do Sol passando pelo Sistema) e qual a verdadeira função (no fundo Eficácia) de organizações (científicas, especializadas, nacionais e pelo conhecimento e divulgação devendo eticamente solidariedade nacional/internacional) como a USGS, não estabelecendo ligação (pelo menos publicamente) entre um Evento e o Outro (confirmando-a ou não).

 

E se amanhã este recrudescimento de atividade se deslocar mais para norte atingindo o Golfo da Califórnia (apenas a uns 3.500Km a norte do vulcão Fogo)? Certamente que a USGS saberá algo mais (mesmo hoje, mesmo ontem), transmitindo-o logo aos californianos e aí talvez aos centro-americanos.

 

5b148d77fc7e9338588b45d0.jpg

 

No caso da erupção do vulcão guatemalteco de FOGO (no domingo 2 de Junho) com a sua entrada em atividade a ser repentina (sem aviso nenhum dirigido às populações locais) apanhando todo o Mundo desprevenido e em muitas das situações sem qualquer possibilidade de escape (tal a rapidez e violência da erupção), com o vulcão como que a explodir lançando para a atmosfera pedras e cinza incandescente a mais de 6Km de altitude, acompanhada por rios de lava (aparecendo quase como que do nada, para todos aqueles residindo nas proximidades de FOGO) levando tudo à frente desde culturas, pastos, casas, estradas, veículos e até pessoas.

 

Um vulcão ‒ FUEGO (Guatemala) ‒ ao entrar em erupção podendo ter consequências muito mais nefastas que o KILAUEA (EUA), até pela sua forma apresentada (cónica) levando à expulsão rápida de pedras/cinzas incandescentes (a grandes distâncias) e ao aparecimento de rios de lama (por desabamentos) e de diversos rios (correntes superficiais) de lava (podendo ultrapassar os 700⁰C) surgindo e deslocando-se muito rapidamente. E com as últimas grandes erupções do vulcão de FUEGO a reportarem-se a 1902 (há 116 anos) ‒ registando-se então milhares de vítimas mortais ‒ e a 1974 (há 44 anos) afetando campos e culturas mas sem vítimas mortais.

 

Segundo as últimas informações com o vulcão a prosseguir na sua atividade eruptiva ‒ para além de mais de 60 mortos tendo já provocado centenas de feridos ‒ levando já à evacuação de mais de 3000 pessoas residindo nas suas proximidades (com as localidades mais atingidas a serem El Rodeo, Alotenango e San Miguel los Lotes), afetando já a vida de 1 milhão (direta ou indiretamente) e contaminando a atmosfera de um dos seus principais destinos turísticos ‒ ANTIGUA (a pouco mais de 15Km de distância) ‒ e da própria capital (e afetando o seu aeroporto a mais de 40Km).

 

(imagens: qz.com/Reuters ‒ news.com.au/AFP ‒Ministerio Comunicaciones / Facebook/RT)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:30