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Espaço, Oceanos e Atmosfera ─ Plástico e Poluição

Terça-feira, 20.04.21

Já tendo tocado a Lua (a mais de 384.000 Km da Terra) e prevendo dentro de alguns anos tocar Marte (hoje perto dos 289.500.000Km da Terra), o Homem já no decorrer do ano 2021 ainda é incapaz de tocar as profundezas dos oceanos: sabendo-se que o local no presente (e conhecido) com maior profundidade ─ a Depressão Challenger localizada nas profundezas do Oceano Pacífico (Fossa das Marianas) a 300Km a sudoeste de Guam ─ se fica (modestamente) nem pelos 11Km (11.994 metros).

 

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O ar que respiramos (incorporando-o, fazendo parte do nosso corpo)

a ser constantemente invadido por um nº crescente de partículas de plástico

 

Dispondo de toda uma tecnologia avançada e revolucionária criada pelo desenvolvimento científico e pela extraordinária capacidade da mente humana, mas que talvez pela conclusão de que tudo isto um dia terá um fim e dada a exploração desenfreada até agora levada a cabo (no nosso planeta) ─ destruindo a Natureza e transformando-a em matéria-prima, apenas na busca do lucro ─ não tendo qualquer hipótese de recuperação e como tal, orientando o foco futuro de investimento não para o interior (p/ a Terra) mas em direção ao exterior (p/ o Espaço).

 

Dessa forma e como consequência, em vez de tentarmos resolver os problemas internos ─ como é o caso da poluição em terra, atmosférica e oceânica ─ virando-nos para o Espaço profundo e ainda bastante desconhecido (e extremamente perigoso, até pela distância), chegando mesmo a procurar outras Terras alternativas a muitos e muitos anos-luz de distância da Terra, sendo completamente incessíveis para o Homem: dando prioridade à colocação do Homem na Lua (de novo, já lá vão mais de 50 anos) e até em Marte e descurando a observação do que comemos/bebemos e respiramos, o básico, para não termos no futuro problemas sobretudo de Saúde.

 

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Uma tecnologia capaz de nos lançar em ambientes distantes e hostis

no entanto não atingindo na Terra uns míseros 11Km de profundidade

 

E aí, depois da poluição da terra e do mar, chamando-nos à atenção a poluição atmosférica e nela de um outro (grande) problema adicional ─ a proliferação dos plásticos em pequeníssimas partículas no ar que todos os dias respiramos: e se antes afirmávamos que “somos o que comemos” agora também podemos acrescentar que também “somos o que respiramos”. Se pelo lado da Exploração Espacial os recursos financeiros parecem ser imensos, envolvendo não só as agências espaciais do estado como até as da iniciativa privada (veja-se o caso dos EUA, com os privados como a SpaceX a utilizarem verbas do estado ─ em biliões de dólares ─ anteriormente destinadas para a NASA), não sendo pelas verbas dispensadas à preservação do nosso Ecossistema e nele incluindo os humanos (uma miséria, se comparada), que os Estados irão à falência: por exemplo em terra, no mar e no ar “controlando os plásticos”.

 

Segundo um estudo da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, norte-americana) com milhares de toneladas de micro plástico circulando na atmosfera, fazendo diariamente parte (a cada microssegundo que passa) do ar que todos nós respiramos: plástico entrando já na nossa cadeia alimentar, até nas garrafas de água que consumimos vindos da própria cápsula (de plástico, ao rodar/abrir largando igualmente partículas para o eu interior). E respirando-se agora um “ar plastificado” tendo-se forçosamente de esperar, consequências negativas (para a saúde) ─ como se já não bastasse até pela camada (protetora) de ozono, o mal provocado pelos aerossóis: destruindo essa camada (daí o aparecimento de “buracos”, felizmente e para já, recuperando) tendo como uma das suas importantíssimas funções a de proteger a Vida da ação dos raios ultravioleta. E passando por ela todos os raios/radiações esterilizando o planeta.

 

(imagens: livescience.com ─ universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:35

As Poeiras como origem do Homem

Sábado, 10.04.21

Em dois estudos publicados em sciencedaily.com (um de 2 de abril, outro de 8 de abril) focando o mesmo tema ─ as “poeiras do Espaço” ─ a indicação de que poderemos ter a nossa origem (do Homem) nessas mesmas partículas (movimentando-se no Espaço) e de que as mesmas continuam (continuando pelos vistos a cumprir a sua função) a atingir-nos:

 

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Tabela Periódica

 

Com o Carbono a fazer uma viagem Interestelar até atingir a Terra, transformando passados milhões e milhões de anos uma esfera inicialmente “efervescente”, num extraordinário Ponto-Azul pleno de Movimento e de Vida ─ contribuindo como fator inicial, para o aparecimento da mesma (Vida) ─ num processo posteriormente alimentado por outras partículas ou “poeiras espaciais” resultantes da passagem de cometas e de asteroides (nas proximidades da Terra), acabando algumas delas por se atravessarem no nosso caminho e nos atingir. Tal como com o “Ciclo da Água” com o “Ciclo da Poeira” mantendo-se a Vida. Colocando-se de novo a questão de qual o fator primordial para se dar o arranque da Vida (tal como a conhecemos), sendo o Homem basicamente composto por Água (H₂O), outros elementos (como Carbono) e outras substâncias minerais (cálcio, fósforo, etc.), mas não sendo uma água engarrafada gaseificada, mas um ser orgânico, biológico, consciente, mexendo-se e estando vivo: em termos simplistas e tendo-se noção da distância existente entre uma estrutura como a da Terra (no conjunto não se vendo, como se não existisse) e a do Universo (tão grande, esmagador, sem dimensões, e que incapazes de o compreender, definimos como Infinito) ─ ele próprio fazendo parte de um conjunto ainda mais vasto o Multiverso ─ e ao mesmo tempo questionando-nos sobre o que será a “Alma” e sobre a sua existência (e finalidade), confrontando-nos com uma dúvida sobre se será mesmo o “Mundo Orgânico” a nossa origem/destino ou se não será (em sua substituição e como o original) o ainda predominante “Mundo Mineral”.

 

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Chuva de Meteoros

 

Sabendo-se que à nossa volta (no Espaço exterior) assim como debaixo dos nossos pés (com sismos, erupções, deslocamento de placas, etc.), as rochas são poderosas e até (se quiserem/se calhar, qual a diferença?) nos esmagam: e se ainda acreditamos na existência da Alma (o nosso único passaporte, podendo-nos proporcionar uma viagem, para outros lugares), talvez seja porque o nosso Universo considerando-se em si como um “Organismo Vivo” também terá uma Alma, a sua (dando-lhe possibilidade de comunicar, de se transportar, de se poder replicar noutro lugar/nem que o faça num Mundo Paralelo, descortinando o ponto de interseção e comum entre eles, depois sendo apenas “saltar” e ver-se do outro lado da projeção/do holograma) ─ não se vendo como a nossa mas existindo ─ a “Alma Eletromagnética” ─ unindo e separando Mundos, transformando-os (para ele, par nós) mas nunca se perdendo. E a Terra só “funcionando” (existindo) dada a presença no seu interior (centro) de um dínamo-gigante alimentado pelo Sol. E da Matéria e da Energia (e apenas existindo, sem princípio nem fim, tendo-se apenas que se proporcionar o momento ─ originários como somos do mesmo molde, facilmente podendo ser atualizados) se fazendo tudo o que existe. Mas e como sempre suspeitamos (mas por despeito nunca afirmamos) num enlace fortuito e extraordinário (digamos que, acontecendo de cem em cem anos), podendo a nossa mente dar outro “Salto” e de repente estando-se noutro Mundo (noutra Galáxia, ou Universo, ou num Mundo com parâmetros diferentes “espirituais-eletromagnéticos”). Talvez nesta grande bolha (integrando bolhas de nível superior) só existamos mesmo nós (daqui até ao infinito) e para se conhecer mais alguém, tendo-se de arranjar uma forma de a conseguir rebentar e daí, começando-se (a II Grande Viagem de Circunavegação) logo a avistar.

 

(imagens: vchalup/Paulista/stock.adobe.com/sciencedaily.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:47

Espaço ─ Cenário de Fuga

Segunda-feira, 15.03.21

“Torturados por um organismo-grande (Homem) e perseguidos por um outro organismo-pequeno (Vírus), olhando cada vez mais para o único-gigante, cenário de sobrevivência e de fuga (Espaço).”

 

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Passagem do objeto desconhecido entre a Terra e o Sol

(fevereiro 2007)

 

Chegados ao século XXI ainda olhando para o céu ─ e nele tentando encontrar respostas ─ graças à ciência e à tecnologia e apesar de estarmos muitas vezes enclausurados (num quotidiano miserável e repetitivo, alternando entre uma definição de prazer e uma definição de dor), ainda arranjamos tempo e espaço (cada vez mais caros hoje em dia) para através de outras vias (de comunicação como a WEB) mantermos uma remota esperança de (um certo dia) encontrarmos o que desde sempre (desde que temos consciência) procuramos.

 

E em vez de nos interessarmos por histórias com um final há muito decretado (replicado sucessivamente e sem fim, mesmo sabendo-se o molde já desgastado) ─ de um paraíso natural passando-se  para um pesadelo climatizado ─ desviando-nos para inglórios e maus caminhos, deixando-nos agora manipular pelos outros (perdidos como nós) e pela sua forma de apresentação (exposição do conteúdo): desde logo e por oposição (à lógica predominante do sistema) virando as costas (ao afirmado como racional) e olhando em frente (ao referido como irracional).

 

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Colocados perante a realidade, optando (como seu complemento) pela imaginação.

 

Nesta nova informação recolhida por “Behind The Scenes” (youtube.com), com a mesma disponibilizando-nos imagens de dois eventos passados na proximidade da nossa estrela (o Sol), nesse registo sendo possível de observar o trânsito de dois objetos (um por identificar, outro identificado) atravessando-se entre a Terra (nós) e o Sol (impedindo por segundos a visão total deste último), posteriormente prosseguindo e desaparecendo: um deles sendo o objeto por identificar (desde há 14 anos sem resposta) ─ registado pelas câmaras das sondas da NASA STEREO B (inoperacional na atualidade) ─ o outro (apenas usado como termo de comparação) sendo a Lua.

 

Trânsito de dois objetos diante do Sol, apresentando (a partir de observação não privilegiada, a NET) formas (diferentes dimensões), enquadramentos (no tempo) e comportamentos diferenciados (um acelerado outro nem tanto). E se um deles sendo a Lua, o outro só podendo ser (não se percebendo, como uma mera anomalia) algo de natural ou artificial: tendo em mãos o segundo caso (o que nos interessa) sendo de estranhar o não esclarecimento deste evento pela NASA ─ não sendo um corpo celeste desconhecido (colocando-nos a questão, “passando por perto e não sendo identificado?”) ─ deixando-nos sempre na dúvida se na realidade tínhamos visto alguma coisa (por exemplo um planeta em trânsito) ou se não seria mesmo algo de criação artificial, podendo ser comandado à distância (sonda automática) ou em regime presencial (nave espacial tripulada).

 

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Passagem da Lua entre a Terra e o Sol

(termo de comparação c/ a passagem anterior)

 

Pegando-se em imagens da Lua e comparando-as com imagens da missão STEREO ─ apresentando-nos um objeto por identificar, registado em vídeo em 2007 ─ levantando-se imediatamente questões (como se não procurássemos a solução, mas a aventura e o mistério) sobre o ocorrido e não surgindo (entretanto) explicações, optando-se por outras vias denominadas como alternativas (SOFT) ou adeptas das teorias da Conspiração (HARD): não se pronunciando os terrestres e ninguém ou nada intervindo, surgindo muito “naturalmente” os ET’S. Assim em fevereiro de 2007 uma mega nave espacial passou entre a Terra e o Sol ─ e quem a viu (e registou) não fomos nós (o Homem) foi uma máquina.

 

(imagens: Behind the Scenes/youtube.com/13.03.2021)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:49

A Terra Vista da ISS

Segunda-feira, 23.03.20

Com o Espaço bem no Escuro e todo Limpo

 

Imagem da Terra obtida a partir da ISS (Estação Espacial Internacional) este domingo (22 de março), quando a mesma orbitava o planeta (uma órbita em pouco mais de 90 minutos) a cerca de 420Km de distância e a uma velocidade de 27.600Km/h (quase 8Km/s).

 

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E sem Objetos Voadores desconhecidos visíveis

 

Sobrevoando o sudeste do litoral dos EUA (oriunda do Oceano Pacífico) em direção ao oceano Atlântico e atravessando a parte da Terra não iluminada pelo Sol (sendo noite), a Europa e o Golfo de Áden em direção à parte iluminada pelo Sol (sendo dia), aos mares do sul da Austrália.

 

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Após uma Órbita diurna/noturna completa da ISS

 

Aproximadamente 1,5 horas depois e já inserida de novo na parte iluminada pelo Sol (já 23 de março), atravessando o oceano Índico ao largo da Grande Baía Australiana (a sul da Austrália) e dirigindo-se para o cumprimento de mais uma órbita (à Terra) para a América Central.

 

(imagens: ustream.tv)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

Missões da NASA

Sábado, 15.02.20

[Sondas Automáticas e Sistema Solar]

 

Com a NASA cada vez mais limitada nos seus financiamentos (até pela chegada dos privados como a SPACEX, desviando investimentos) e ainda-por-cima preocupada com as suas próximas idas à Lua e a Marte − utilizando inicialmente sondas automáticas de modo a preparar o regresso do Homem à Lua e a colocação da sua primeira pegada em Marte – eis que no estreito corredor que para já lhe é proporcionado (no Espaço e no Tempo), limitando-se ao estudo não presencial do Universo genericamente recorrendo a cada vez mais poderosos telescópios e a sondas não tripuladas, a agência espacial e governamental norte-americana (NASA) escolhe (entre tantos outros mais ambiciosos, pelos custos  certamente postos de lado) quatro objetivos a cumprir (para as expetativas criadas no século passado, podendo ser considerados mínimos) utilizando entre outros − incluindo a colaboração de vários grupos de cientistas e engenheiros − o seu Programa de Descobertas (NASA’s Discovery Program).

 

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Sistema Solar

Sol, Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Cintura de Asteroides,

Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno e outros objetos como cometas

 

Sendo as  quatro (4) propostas aceites (para a concretização dos objetivos e respetivas missões) as seguintes (tal como designadas pela NASA):

 

(1) DAVINCI+ (Deep Atmosphere Venus Investigation of Noble gases, Chemistry, and Imaging Plus);

(2) Io Volcano Observer (IVO);

(3) TRIDENT;

(4) VERITAS (Venus Emissivity, Radio Science, InSAR, Topography, and Spectroscopy).

 

E tendo como objetivos bem definidos das missões dos remetentes (da TERRA) destinatários como VÉNUS (um Planeta Interior) e duas luas como IO e TRITÃO respetivamente de Saturno e de Neptuno (dois Planetas Exteriores). DAVINCI+ utilizado para o estudo da atmosfera de Vénus,  IVO para estudar os fenómenos de vulcanismo em IO, TRIDENT para o estudo da lua gelada Tritão e finalmente VERITAS, incidindo ainda sobre Vénus e fazendo um mapa geológico do planeta (o 2º mais perto do Sol e nosso vizinho interior, o exterior sendo Marte) de modo a assim entender melhor a sua evolução, a sua história geológica.

 

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E a presença do Homem?

Explorando o Sistema Solar e mais além,

somente com telescópios e sondas automáticas?

 

E mais uma vez recordando os meados do século XX (num passado com cerca de sete décadas) e o registo dos primeiros passos do Homem e da sua civilização em direção ao Espaço (com o lançamento em 1957 do 1º satélite artificial de origem soviética, o Sputnik) – concluindo com o programa norte-americano Apollo e a chegada do 1º Homem à Lua colocando lá o seu pé/a sua bota – seguido pelo abruto e inexplicável fim das viagens espaciais tripuladas (limitando-se no presente às idas e vindas entre a Terra e a ISS), questionando-nos para quando assunção de que para sobreviver (evoluir/persistir), o Homem mais cedo ou mais tarde terá de deixar esta Terra, neste Tempo/Espaço de conforto, no futuro de Inferno (senão por outro motivo) engolida pelo Sol. Mais tarde ou mais cedo sairemos de casa, nem que seja para o cemitério.

 

(imagens: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44

Inimigos na Terra, Amigos no Espaço (o Céu)

Sábado, 07.12.19

[Na Venezuela e no Espaço]

 

Entre as diversas imagens obtidas do Espaço a partir da ISS (Estação Espacial Internacional) − provando tal como a SPACE (space.com) afirma que “SPACE CAN BE A WONDROUS PLACE− um registo fotográfico de 2 de dezembro (segunda-feira) mostrando-nos o passeio espacial do astronauta italiano LUCA PARMITANO (integrando a Expedição 61 à ISS) a pouco mais de 400Km da Terra.

 

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Lá em cima − Fora de Casa − a ISS

(num exemplo de convivência entre seres humanos)

Cá em baixo − na Casa onde nascemos, o nosso “Berço− a Venezuela (incompreensivelmente, num exemplo contrário)

 

Simultaneamente mostrando-nos numa mesma e “única imagem” englobando a Terra e o Espaço exterior (rodeando-a) – enquanto constatávamos através do aparecimento de nuvens de uma das camadas protetoras da Terra e do seu Ecossistema (integrado nela o HOMEM) a ATMOSFERA – como mesmo não sendo possível em TERRA a amizade e a solidariedade, nunca tal será impossível pelo menos no ESPAÇO (como se tem comprovado a bordo da ISS): lá em cima com a tripulação internacional da ISS (incluindo maioritariamente norte-americanos e russos, além de outras e variadas nacionalidades) a colaborar – em “conjunto, partilhando” − num projeto internacional, enquanto cá por baixo (literalmente e dadas as coordenadas geográficas) com a VENEZUELA (localizada a norte da América do Sul, confrontando o oceano Atlântico) atravessando um período de grave crise económico e social (e logicamente até pela imposição de sanções financeira), desorganizando completamente a sua máquina de estado (a sua estrutura básica), face à sua instrumentalização política das grandes potências mundiais − e envolvendo os mesmos “interessados” como (por ex.) os EUA e a Rússia.

 

[O Céu não pode esperar]

 

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Homens, Deuses & Astronautas

Tendo de existir uma ligação (n/ só religiosa)

Umbilical e como réplicas dum mesmo molde

Entre Terrestres e Extraterrestres

 

[Talvez se confirmando estar lá por cima o “Céu− por nós desejado por equiparado às nossas Origens, ao Paraíso – um dos lugares mais comuns de origem das Aparições (para qualquer religioso) e um dos espaços mais propícios para a passagem dos Deuses-Astronautas (não só para os leigos e teóricos da Conspiração, como para um número crescente de eruditos e cientistas oficiais) − nas suas viagens exploratórias pelo Universo – ficando cá por baixo o “Inferno”, uma gaiola arredondada e fechada ocupada por um número incontável de espécies uma delas sendo o Homem − com os seus 7,5 biliões (de indivíduos) − tal como com a (gaiola) de Faraday sugerindo-nos (para nosso bem) ficarmos por cá protegidos e na nossa zona habitual de conforto, sabendo-se que lá por fora a proteção contra os raios, deixaria simplesmente de existir: e com medo de ao ultrapassarmos a fronteira podermos ser vítimas mortais dela (encerrando-se assim, definitivamente e antes do previsto, a nossa estadia na Terra) equiparando-a a um Inferno e nada querendo fazer para sair dela (ultrapassando-a) − não entendendo ser o Purgatório, apenas uma fase de transição necessária, entre o Inferno e o Céu – nem sequer pensando poder ser essas Entidades apenas, mais uma das muitas imagens do Homem noutros Espaços & Tempos. Lá se encontrando mesmo o Céu (o Futuro do Homem), assim como à nossa imagem, os “Deuses & Astronautas”.]

 

(imagens: NASA − religionnerd.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:19

Tolerância Zero (à Vida)

Sábado, 16.11.19

Como se estivéssemos num Mundo Alienígena,

dando-nos para nosso usufruto,

dos ambientes mais extremos.

 

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Fontes termais rodeando o vulcão de Dallol

(Etiópia)

Devido às condições ambientais extremas aí verificadas

(acidez/salinidade/temperatura)

Não apresentando qualquer tipo de sinal da existência de Vida

(Tolerância Zero)

 

Má notícia para todos aqueles que acreditam que a Vida se adapta a qualquer lugar, na Terra como até fora dela − ou seja, no Espaço exterior − com o exemplo destas fontes hidrotermais situadas na ETIÓPIA (sudeste africano) e inseridas numa superfície (quente) rodeando o vulcão de Dallol: com as fortes tonalidades observadas − esverdeadas e amareladas – sendo denunciadoras da sua composição (superácida, supersalgada, além de superquente) e ação (podendo em ação conjunta e numa situação extrema, tornar extremamente difícil a existência nesse local de Vida). Neste caso das fontes termais rodeando o vulcão Dallol, com as análises aí efetuadas a resultarem numa conclusão (a ser verdade, infelizmente) indiscutível: face à combinação extrema destes três fatores (forte acidez, elevada salinidade e altas temperatura) com as amostras aí recolhidas a estarem completamente desprovidas – como se se tratasse de um caso de “Tolerância Zero” − de qualquer tipo ou forma de Vida. Apesar de outras experiências anteriores não terem chegado à mesma conclusão (notando-se aqui e ali, algum resquício de vida) − segundo os cientistas, tendo sido menos rigorosas − dado o cuidado tido agora com todos os problemas de possíveis contaminações, com o resultado a levantar outros problemas (paralelos) e outras questões − como será o caso da existência de Vida para além da Terra, no Sistema Solar, noutras galáxias, no Universo:

 

“Scientists Find a Spot Where No Life Can Survive.

That's Bad News for Alien Hunters.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Se na Terra e dadas as condições ambientais extremas (e apesar de tudo o que de contrário a rodeia) existem lugares onde a percentagem de êxito de Vida é “Zero”, teremos que esperar que no Espaço e noutros ambientes semelhantes, a Vida (pelo menos tal como a conhecemos) será bem difícil de encontrar para os seus “Caçadores” − esperando ver nos “encontrados e extraterrestres” a sua imagem. Mas sozinhos ou mal-acompanhados um dia teremos (forçosamente) de abandonar este planeta, tendo para já escolhido um (para habitarmos mesmo que temporariamente, de passagem) por acaso (ou coincidência?) de condições bem extremas: um planeta perto de nós (a poucos meses de viagem) que mal lhe puséssemos o pé em cima (um objeto completamente exposto e sem nenhum tipo de proteção, sem atmosfera nem água), nem nos daria tempo para um ai quanto mais para um vislumbre – e para onde um milionário norte-americano (Elon Musk) pela sua ação podendo ser considerado “louco ou guru” enviou uma viatura (da sua empresa automóvel Tesla) − lançado inicialmente para o Espaço por outra empresa sua (a Space X) − conduzido por um insuflável (Starman, o Homem das Estrelas) mas nunca o alcançando (o planeta Marte). Mas se é certo que existem locais onde a Vida é inviável, a Terra também é por si uma prova, de que até os opostos podem coexistir (e porque não e tal como o caos e a ordem, completar-se).

 

(imagem: Shutterstock/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:25

O Homem na Lua (apenas) em 2024

Terça-feira, 29.10.19

“For as long as humans have lived on planet Earth, the moon has been a focus of fascination. First, we could view our cosmic partner only with the naked eye, then with telescopes, and finally in the 20th century the first humans were able to visit Earth’s moon in person.” (Jenny Howard and National Geographic Staff/2019/nationalgeographic.com)

 

“The moon, Earth’s sole natural satellite, is our constant companion. It has circled our planet for billions of years, since before the first sparks of life flickered in the oceans—before Earth was even cool enough to have oceans.” (Maya Wei-Haas/2019/nationalgeographic.com)

 

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Uma nave da SPACE X na superfície da Lua (não tripulada) por 2022

Utilizando as suas naves (para já protótipos) MK1 e MK2

Com o seu foguetão FALCON e com os seus andares reutilizáveis

E assim com o Homem a poder tocar a Lua em 2024

(mais de meio século passado – sendo-o impressionante, terrível − sobre a última vez)

 

Nada mais tendo para nos oferecer (científico-tecnologicamente referindo-se ao sector da iniciativa privada − como a SPACE X − deixando para o sector governamental − como a NASA − as teorias, testes e confirmações, mais dispendiosas e com menor retorno) senão o seu investimento e desenvolvimento inicial, tendo como objetivo prioritário (e de sobrevivência financeira) a comercialização do seu produto-tecnológico dirigido para a “Exploração do Mercado Espacial” (um “Mercado Exterior” em grande expansão) − um objetivo muito mais visível e vincado no caso da privada VIRGIN GALACTIC, dando grande importância e relevo aos voos comerciais e turísticos ao Espaço (exterior) incluindo nas suas rotas a LUA (fontes prioritárias de investimento), como forma de desenvolvimento (“apurando tecnicamente” as próximas missões) −

 

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Aterrando na Lua em 2022

E aí estabelecendo a sua primeira base (em 2024)

 

Eis que a SPACE X se vem de novo comprometer com uma data (apesar de ainda muito flutuante) para um seu próximo Evento (no fundo sendo o mesmo, mas por atraso e estratégia, repetidamente retardado e replicado), apontando para o lançamento de uma nave espacial para uma orbita terrestre já para 2020, para em 2022 aterrar na Lua (ainda sem tripulação) e em 2024 levar para lá os seus primeiros astronautas (aí se podendo instalar e criar a 1ª base terrestre num “Outro Mundo” que não a Terra):

 

At the 70th International Astronautical Congress, which took place last week in Washington, DC, SpaceX president and Cheif Operations Officer Gwynne Shotwell provided additional details about the Starship‘s mission timeline. As she indicated during a series of interviews, the company hopes to be sending the Starship to orbit next year, landing on the Moon by 2022, and sending crews to the lunar surface by 2024.” (Matt Williams/October 28, 2019/universetoday.com)

 

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Estabelecendo-se em Marte por 2028

Já depois de o ter feito anos antes na Lua

 

Mas certamente que se ficando verdadeiramente assustado (alertado, preocupado) com os planos a muito curto-prazo da SPACE X de infestar os Céus de Satélites Artificiais, para além de nos poderem cair na cabeça (como temia o “herói da Gália OBÉLIX”) poluindo ainda mais a zona exterior e em princípio protetora do nosso planeta (rodeando-o e rodeando-nos, e permitindo-nos alguma segurança de ameaças vindas do Espaço exterior): às centenas e aos milhares. E quando em vez de criarem mais um “estacionamento de sucata, agora espacial” deveriam pegar nela, construir algo de inovador e de revolucionário e (sem hesitações ou mais recuos) partir (enquanto ainda for possível e valer a pena).

 

(imagens: SPACE X/universetoday.com)

 

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:35

Gravidade Zero

Segunda-feira, 28.10.19

Uma imagem de uma cooperação inexistente em TERRA, mas existindo no ESPAÇO e envolvendo no mesmo projeto − e sem colisão – os EUA e a RÚSSIA (entre outros): de tal modo que já existem negociações entre os EUA e a RÚSSIA para um novo empreendimento conjunto (estando prestes a esgotar-se o período de atividade da ISS), a construção de uma nova Estação Espacial Internacional numa obra conjunta NASA & ROSCOSMOS (e outros). Apesar de só se falar (talvez porque dê mais dinheiro) em “Guerra no Espaço.”

 

Como será possível que perante tantas proezas tecnológicas alcançadas (durante o século passado) podendo-nos não só oferecer (numa 1ª fase) melhorias no nosso LAR − a TERRA − como abrir-nos a porta de entrada (numa 2ª fase) para a aventura e descoberta de todo o ESPAÇO exterior que nos rodeia (e ao nosso BERÇO) − o UNIVERSO – e enquanto (simultaneamente) se assiste à cooperação Espacial estabelecida e continuada entre vários países (ligados à Exploração de Espaço, desde os EUA  à RÚSSIA, os seus impulsionadores) e tendo como palco (comum) a ESTAÇÃO ESPACIAL INTERNACIONAL ou ISS,

 

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Astronauta trabalhando no exterior da ISS

(Estação Espacial Internacional em órbita a cerca de 400Km da Terra)

 

Nos demitamos do nosso Destino e em vez de como todos os animais (como nómadas que somos, seres vivos tendo capacidade de pensar e − sendo dinâmicos − de se movimentar) sair de casa, encontrar um novo lar e apontar para um novo rumo”, optemos por nos deixarmos ficar por cá (pela Terra e até ao seu fim) e por aqui desaparecer: não percebendo que só evitaremos a nossa extinção (sejamos nós únicos no Universo ou não) se tal como qualquer ser vivo nos movimentarmos − de um ponto para outro (caso contrário estando-se estático, estando-se morto) – apenas se sobrevivendo por uma “Sucessão de Saltos” dando origem a “Novos Ciclos”. E dependo dos Seres HUMANOS a sua presença aí ou não (depois do Salto, num novo Ciclo), conforme opte ou não pelo Salto: certamente que para um outro planeta (ou outro corpo celeste, natural ou mesmo artificial) e entrando-se num novo ciclo diferenciado e Civilizacional − talvez com outros seres, não com a mesma base (psíquico-física e algo mais) que a nossa (tão ligados como estamos, à base H₂O).

 

“Necessitando-se para tal de partir, para a Lua, para Marte, para “O Outo Lado” e tal como os nossos Antepassados (arriscando, num risco mais ou menos controlado, a base da Aventura) para “Outros Mares Nunca Antes Navegados.

 

(imagem: NASA/room.eu.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:16

ISS − 8 Retratos de Christina Koch

Quarta-feira, 23.10.19

[Current resident of the International Space Station.

Looking forward to sharing my journey with you! (Christina H Koch/Twitter)]

 

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When the inspirational meets the practical

31 Out 2019

Striking view of our planet from the end of the robotic arm

While taking a ride to repair

(A Space Station power channel)

 

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Even astronauts need to chill

2 Set 2019

Spending this Labor Day weekend reading and relaxing by my favorite window

After a long week packed with science, a spacewalk, and a re-docking,

(it’s important to recharge your batteries to keep focused on bringing your best)

 

Tal como alguns dos seus colegas (astronautas de várias nacionalidades e continentes) tendo passado pela ISS (nas outras 60 expedições) munidos de uma máquina fotográfica, sendo agora a vez da norte-americana Christina Koch (na 59ª/60ª/61ª Expedição à ISS) nos oferecer (e dar a usufruir com prazer) alguns registos seus  obtidos durante a sua estadia (iniciada em 14 de Março com a 59ª Expedição à ISS, continuando ainda com a última, a 61ª e aí – à chegada da 62ª − terminando a sua “tripla-missão”). Caminhando para os 8 meses a bordo da ISS.

 

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Space X Dragon

27 Ago 2019

Flying away over the Canadian Rocky Mountains

After being attached to Space Station

(For about a month)

 

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August night skies!

3 Ago 2019

For my friends in the Southern Hemisphere this time

Can you spot the Southern Cross?

(Happy star gazing and goodnight from Space Station!)

 

Entre outras tantas histórias de outros tantos fotógrafos tendo frequentado a ISS e presenteando-nos com os seus “belos retratos” − felizmente para nós não podendo lá estar, com muitos a fazerem-no, podendo-se no mínimo simular (recorrendo à nossa imaginação e capacidade de projeção) – com esta norte-americana de 40 anos iniciando o seu percurso até atingir a “Estação Espacial Internacional” (ISS) − tal como outros mais de 230, já o tinham feito antes (1 em quase 32.000.000) – sonhando vir a ser astronauta (um sonho concretizado) e acabando na “Cidade das Estrelas (na Rússia) enfiada numa nave espacial Soyuz (MS-12) a caminho do Espaço.

 

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Table set for 6 on Space Station

19 Jul 2019

All prepped for the second half of the Expedition 60 crew to arrive!

Population in space doubles tomorrow

(God speed, Morgan, Luca, and Alexander Skvortsov!)

 

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So special to experience a partial lunar eclipse

17 Jul 2019

During the historic week of

Apollo 50th celebrations

(Dreaming of the sights we’ll see on future Artemis missions)

 

ISS começada a ser montada (em órbita) há 21 anos (1998) − a sua primeira secção – e quando terminada (numa 1ª fase em 2008) dispondo de 358m³ de volume habitável e um peso de perto de 300.000Kg: no final disponibilizando um volume de pressurização de 1.200m³ e uma massa total superior a 400.000Kg − e com uma estrutura suplementar com vários módulos (uns 14). Orbitando a Terra a uma distância entre 278Km (mínima) e 460Km (máxima) − média 340Km – demorando a completá-la (a órbita) em pouco mais de 1,5 horas (nas suas órbitas perdendo cerca de 100m/dia de altitude) e sendo servida (para transporte) pela Progress e pela Soyuz (russas), pelos Vaivéns (norte-americanos) e agora até pela SPACE X (agência espacial privada norte-americana).

 

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City lights, stars, lightning storms, even satellite flares

10 Jul 2019

A composite of individual photos

Stacked on top of each other to show all the amazing things

(We see at night out our window)

 

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Madagascar

7 Jun 2019

The river mouths

In northern Madagascar

(Earth Art)

 

Tendo como objetivos iniciais a realização de experiências laboratoriais (fora da Terra e com Gravidade Zero) e de observações do Espaço (sem o incómodo da interposição da camada atmosférica) e simultaneamente sendo planeada para num futuro próximo e como Entreposto Espacial (entre o Mundo Interior e o Mundo Exterior à Terra), lançar o Homem para novas missões de preferência tripuladas e dirigidas para Outros Mundos como a LUA (regressando) ou Marte − e até para outros corpos celestes próximos ou passando por perto (como os Asteroides). Demasiado ambiciosos para nós (o Homem, não conseguindo acompanhar mentalmente o desenvolvimento tecnológico) quando nunca mais fomos à Lua faz daqui a pouco (apenas uns 3 anos) Meio Século. Mas no mínimo sendo no presente ainda um dos poucos símbolos de Cooperação a nível Global (envolvendo desde logo os EUA e a Rússia e outros países da Terra) e uma das fontes centrais de Divulgação de Dados e de Conhecimento Científico: algo ainda vivo e só por isso sendo extraordinário.

 

(imagens/legendas: Christina H Koch/@Astro_Christina/twitter.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:21