Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Dez 18

Com as velhinhas sondas automáticas (Voyager 1 e Voyager 2) e quando muitos de nós ainda Sonhavam (com a Aventura como Fonte de Experiência e com a Descoberta de Outros Mundos como modo de nos Conhecermos).

 

Relembrando que há mais de 41 anos atrás (1977) dois artefactos espaciais de criação artificial

 

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Com a Voyager 1 e a Voyager 2

Tendo já ultrapassado a Héliosfera

 

– Numa missão levada a cabo pela única espécie inteligente (e conhecida) existente no planeta do Sistema Solar denominado como Terra –

 

Partiram desse mesmo planeta tendo como seu objetivo final atingir e ultrapassar os limites do Sistema Solar

 

– A VOYAGER 1 (lançada a 5 de Setembro) e a VOYAGER 2 (lançada um pouco antes a 20 de Agosto) –

 

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Voyager 1

 

A NASA vem-nos (nesta quadra natalícia) presentear com algumas ilustrações (aqui duas) associadas a este programa (Voyager) agora que a 2ª sonda automática (não natural e de origem terrestre) ultrapassou a Fronteira:

 

Depois da Voyager 1 já o ter feito (em Agosto de 2012) com a VOYAGER 2 a fazê-lo este ano (em Novembro de 2018).

 

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Com a sonda Voyager 2

Entrando no Espaço Interestelar

 

E atravessada a HÉLIOESFERA e ultrapassado o seu limite a HÉLIOPAUSA (com a Terra a 1 UA/150 milhões de Km de distância do Sol e Neptuno a 30 UA da mesma estrela) com as duas velhas sondas dirigindo-se mais para além (desse mesmo limite) em direção à NUVEM de OORT:

 

Para muitos sendo definida como a Verdadeira Fronteira do Sistema Solar.

 

Uma extensa região do Espaço fonte dos conhecidos COMETAS, estendendo-se entre 1.000 UA até 100.000 UA de distância do Sol e de momento com as sondas a caminho, mas ainda muito distantes:

 

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Voyager 2

 

Caso da VOYAGER 2 agora localizada a umas 119 UA do Sol, cronologicamente e não havendo incidentes atingindo a Nuvem de Oort daqui a 300 anos e demorando uns 30.000 anos a atravessá-la – e a partir daí (talvez daqui a uns 40.000 anos) já fora da influência do SOL deixando-se levar por outra estrela.

 

Segundo os cientistas a estrela ROSS 248: uma pequena estrela da galáxia ANDROMEDA (localizada a 1,7 anos-luz do Sol/Terra) por coincidência em rota de colisão com a nossa VIA LÁCTEA.

 

Mas talvez já em 2318 e com todos os avanços (científicos e tecnológicos) que o Mundo da SCI-FI nos proporciona (com comprovativos anteriores e reais como o das antecipações de Júlio Verne), podendo um dos nossos descendentes assistir à passagem (na sua rota rumo à Nuvem) de uma das sondas VOYAGER.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:49

08
Out 18

Um dia teremos forçosamente de sair de casa, tendo como destino não outros locais situados na Terra, mas outros situados para além dela.

 

Duas ilustrações da responsabilidade do JPL-Caltech (departamento da NASA) editados no Photojournal deste mês de Outubro (dias 2 e 3),

 

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Cassini

(PIA 22767)

 

Mostrando-nos respetivamente (na figura 1) o momento inicial de mais uma das 22 órbitas da defunta sonda automática CASSINI (numa missão conjunta NASA/ESA/ISA) – em redor do planeta SATURNO e mergulhando nos seus Anéis – concretizando a sua Viagem Final a 15 de Setembro (do ano passado) mergulhando vertiginosamente (e desintegrando-se) neste planeta e monstro gasoso (um planeta em dimensão – no Sistema Solar – só suplantado por Júpiter);

 

Assim como (na figura 2) o ponto de situação de outras duas sondas automáticas um pouco mais velhas que a sonda CASSINI (lançada em 1997) – a sonda VOYAGER 1 e VOYAGER 2 (lançadas 20 anos antes em 1977), ambas da responsabilidade da NASA – inicialmente destinadas a estudar os longínquos planetas exteriores Júpiter e Saturno (e suas luas) e mais tarde tornando-se numa Missão Interestelar, ultrapassando a fronteira do nosso Sistema (centrado numa estrela o Sol) e dirigindo-se para outro Sistema (tendo como referência outra/outras estrelas).

 

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Voyager 1 e Vouager 2

(PIA 22566)

 

De momento restando-nos por um lado apenas algumas recordações (ainda emergentes após o suicídio de 15 de Setembro de 2017) de imagens anteriormente recolhidas pela sonda automática CASSINI (e adicionalmente de pormenorizadas ilustrações sobre a mesma missão) – deixando-nos extremamente tristes pela perda de mais um dos nossos (mesmo sendo um simples artefacto) lá longe na escuridão solitária e misteriosa do Espaço (aqui na Terra mais isolados);

 

Enquanto como contraponto e pelo outro lado (da vida) apresentando-nos outros dois artefactos (criados e aqui representando o Homem) indicando-nos a sua posição atual (da Voyager 1 e da Voyager 2), tendo como referência central (neste cenário) a estrela do nosso sistema o SOL e as fronteiras do mesmo (do Sistema Solar): com a sonda Voyager 1 (a mais de 143 UA de distância da Terra) já do lado de lá (tendo já ultrapassado a Heliopause) e com a sonda Voyager 2 (a mais de 118 UA de distância da Terra) ainda a caminho (mas já muito perto) da fronteira (nos limites da mesma na Heliosheath).

 

[1 UA = 150.000.000 Km]

 

(dados e imagens: nasa.gov)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:39

20
Abr 18

Mais Caótico (desalinhado) ou Ordenado (alinhado)

 

Duas imagens recentes da superfície marciana (Marte o derradeiro Planeta Interior),

 

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Osuga Valles (PIA 22372) e Sacra Fossae (PIA 22273)

(respetivamente em 05.01.2018 pelas 06:57 e pelas 09:06)

Missão 2001 Mars Odyssey/Intrumento Themis

 

Mostrando-nos dois cenários de um mesmo ambiente por qualquer motivo entrando em colapso (final) há uns biliões de anos (como o demonstra o seu aspeto à distância, seco, nu e desértico) –

 

Que podendo ter no passado (muito longínquo) um aspeto semelhante ao da Terra até mesmo contendo uma atmosfera e uma parte da sua superfície coberta de água (por um oceano parecido mas de menor dimensão),

 

– Como muitos indícios parecem sugerir, indicando a possibilidade de existência de água (e representantes do Mundo Mineral) e a probabilidade de numa das suas etapas cronológicas (da Evolução de Marte) aí ter existido algum tipo mesmo que primitivo de representantes do Mundo Orgânico

 

Hoje se nos apresenta como um planeta (vizinho) sem sinais visíveis de Água (algum gelo à superfície nos polos ou em depósitos subterrâneos), sem rastos por mínimos que sejam (mesmo que de movimentos reduzidos) de que por lá alguma vez terá existido Vida (nem micro-organismos, nem fósseis), praticamente sem atmosfera (protetora) e completamente exposto às ações exteriores (raios solares, raios cósmicos, meteoritos),

 

– No fundo aparentemente Morto e apenas se limitando a Rodar –

 

E que no entanto e apesar de todos estes aspetos negativos pelo mesmo (Marte) a nós apresentado (Homem), em vez de nos afastar ainda mais dele (dado o seu Ambiente para o Homem Tóxico e Mortal) parece cada vez mais vincadamente (para já e para quem procura, inexplicável e misteriosamente) nos atrair mais na sua direção:

 

Talvez por ser dos Planetas Interiores (à Cintura de Asteroides) o mais afastado do Sol (logo a seguir à Terra) e dos dois corpos celestes mais falados e imaginados (a Lua e Marte) o menos conhecido e deles (abandonada a Lua precocemente), sendo o mais fascinante (desde sempre falado e igualmente imaginado com vida e com canais) e o mais desejado.

 

Com viagens previstas na sua direção para já apenas com sondas (automáticas e com rovers) e sem tripulação.

 

Mas com os EUA (setor governamental e privado) e a Rússia (setor governamental) a já terem missões planeadas e tripuladas para Marte: inicialmente criando condições básicas (de instalação e de segurança) e de seguida enviando os Humanos na sua direção – para Conquista e Colonização. Mais tarde transformando Marte (assim como a Lua) num Entreposto Espacial: abrindo-nos ainda mais as portas do Espaço e do Tempo (do Universo).

 

Na imagem relativa aos Vales OSUGA (capturada durante a 71.243ª órbita ao planeta Marte da sonda 2001 Mars Odyssey) de coordenadas -15,2⁰/latitude e +321,6⁰/longitude, observando-se uma rede de canais localizado nas proximidades de EOS CHASMA;

 

Já na imagem das fossas de SACRA (capturada durante a 71.244ª órbita da sonda a o planeta) de coordenadas +17,7⁰/latitude e +288,3/longitude, deparando-se com um agrupamento de depressões lineares (entre linhas retas) localizadas na parte ocidental da planície LUNAE (Lunae Planum).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:51

06
Mar 18

Exterior (Sistema Solar) e Interior (Hemisfério Norte) ao nosso Ecossistema

 

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Na Terra

 

Enquanto na Terra e no que diz respeito particularmente à Europa o tempo (generalizando-se a todo o Hemisfério Norte atualmente atravessando a estação de Inverno) se mantem por um lado com precipitação intensa, rajadas de vento e forte agitação marítima (por ação da denominada tempestade EMMA) e por outro lado com condições meteorológicas proporcionando tempo extremamente frio, com queda de neve e formação de gelo (por ação da denominada tempestade Besta de Leste) ‒ colocando uma parte da Europa enregelada (a de leste) outra com precipitação intensa (a de oeste) e ainda outra no meio levando com as duas tempestades (a central) ‒ as consequências da junção destas duas tempestades atmosféricas e simultâneas uma vinda de oeste e a outra vinda de este, são desde já bem evidentes agora que as mesmas parecem estar lentamente a perder força: com as condições meteorológicas mais extremas e provocando mais vítimas mortais (ultrapassando já as 66) a serem da responsabilidade da Besta de Leste e logicamente sentindo-se mais os seus efeitos em países como a Polónia, a Republica Checa, a Lituânia, a Roménia, a Sérvia e a Eslovénia (com umas 40 vítimas mortais ou seja 60% do total) ‒ mas com o Reino Unido (ou não fosse uma ilha) a ser sem dúvida o território onde se registaram mais vítimas mortais (10 ou seja uns 15%) e com a Espanha um pouco atrás (6 ou seja uns 9%) os dois apanhando logo e em simultâneo com as 2 tempestades. No caso de Portugal (e do Algarve) com o nosso território a levar direta e maioritariamente com o impacto da tempestade Emma (oriunda do oceano Atlântico) ‒ provocando chuva/vento/agitação marítima ‒ e ainda mas em menor grau com as franjas intrusivas da Besta de Leste (ou não fosse a mesma oriunda do Ártico/Sibéria) provocando frio intenso e (a partir de certas altitudes) queda de neve. Hoje (dia 4 de Março de 2018) em Albufeira e pelas 14:00 com o céu a apresentar-se encoberto, com períodos de chuva fraca (ou chuviscos) e a temperatura a registar 17⁰C (com a previsão a apontar 10⁰C/17⁰C como a mínima/máxima).

 

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Com a radiação na estratosfera a subir 13% neste período de 26 meses

(período 2015/17)

 

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Coincidindo este 24º Ciclo Solar com a aproximação de mais um mínimo de atividade do Sol

(e com os ciclos solares a diminuírem de intensidade desde 1980)

 

No Espaço

 

Já se por outro lado abandonarmos a Terra e o seu Ecossistema (a nossa celebrada Zona de Conforto) e nos virarmos agora para a análise do tempo mas neste caso o que se verifica (não na Terra) no Espaço, podendo-se tirar desse estudo outros ensinamentos importantíssimos por certamente estarem interligados e correlacionados, com tudo o que aqui se passa pelo menos a nível Meteorológico (como poderia ser a nível Geológico com evidências sismológicas e vulcânicas): nesse sentido sendo fundamental analisar e estudar todas as influências externas condicionando a Evolução (ao longo do tempo) do nosso espaço ocupado pelo (também ainda nosso como sua espécie dominante e inteligente) planeta Terra, ou seja prever tal como na meteorologia o “Tempo que faz no Espaço” (Space Weather). Desde logo e abandonado o interior da nossa preciosa e inimitável redoma de proteção (pelo menos segundo o que sempre nos disseram) a Terra ‒ em que o Homem (posto de lado o Geocentrismo) é visto como o substituto da Terra e como o novo Centro deste Mundo ‒ com essa realidade definitivamente a diluir-se e a ser substituída por uma outra em que o Sol é verdadeiramente o centro (e o foco originário de todo este conjunto, igualmente virtual por inserir/estar inserido noutros, sucessivamente sobrepostos no Espaço/Tempo), aliás como o deveria ter sido sempre ou não fosse ele o Deus protetor da Terra ‒ para o bem e para o mal. Razão pela qual o seu estudo (sua Transformação e Evolução) é tão importante para a Terra como para a nossa (do Homem) sobrevivência: um dia em que a sua influência se deixasse de sentir (do Sol) ‒ sobrepondo-se a ação dos Raios Cósmicos à ação dos Raios Solares ‒ ficando toda a Terra perigosamente exposta ao mais variados e inesperados fenómenos oriundos do exterior e para além da destruição desse sistema de proteção (do ecossistema terrestre com o Sol pela sua ação afastando os muito mais penetrantes e perigosíssimos raios cósmicos) com outras consequências tão ou ainda mais nefastas (coincidindo entre outros com um enfraquecimento do campo magnético terrestre, com a verificação evidente de alterações climáticas e até com manifestações geológicas, como deslocação de placas, sismológicas e vulcânicas) a completarem a formação de um cenário certamente bem negro.

 

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Protecting apricot field almost in bloom from strong frost ‒ Italy, February 2018

Extreme cold results in severe agricultural damage across Europe, food prices rising

(watchers.news)

 

Na Terra e no Espaço

 

Numa altura em que um Cenário deste tipo poderá estar a formar-se (mais ou menos negro) para se manifestar num futuro já próximo (com alguns cientistas a afirmarem estarmos perto de um ponto de viragem ou seja de um pico, segundo eles com um marco a apontar provavelmente para uma espera máxima de uns 300 anos) ‒ ou não estivesse a nossa estrela num período de baixa atividade, cada vez mais sendo evidente o número reduzido de manchas solares aparecendo à sua superfície, num claro sinal de que o Sol (neste seu Ciclo Solar) se aproxima de um pico de atividade mínima (com pouquíssimas manchas visíveis) deixando a Terra entregue a si própria mas com as suas defesas em baixo (não pressionadas pelo Sol adormecendo, deixando entrar elementos indesejados). E em que diminuindo a contribuição indireta do Sol para a nossa proteção e da Terra (o vento solar também afasta elementos/corpos celestes indesejados), não só abrimos as portas aos Raios Cósmicos (extremamente poderosos, radioativos e penetrantes) mas igualmente a muitos mais elementos vagueando pelo Sistema e podendo atingir-nos em qualquer momento e com consequências (previsíveis) bem negativas: como será por exemplo o caso (mais significativo) dos viajantes do Sistema como serão (entre outros) os nossos conhecidos asteroides. E assim sem grande esforço e consultando apenas (nem que seja só hoje) o site Space Weather (spaceweather.com), podendo-se registar vários sinais desta notória evidência (entrando pelos nossos olhos e mesmo assim parecendo não o querermos ver e aceitar) ‒ resultando desse perigoso mas inevitável e periódico desequilíbrio raios solares/cósmicoscomo (1) a Explosão de Auroras, (2) o aparecimento de Nuvens Polares Estratosféricas e (3) o aumento assinalável da Radiação (cósmica) nessa mesma Estratosfera. Para além do já antes afirmado (essencialmente a nível do tempo na Terra e no Espaço circundante) provocando com a passagem dos sucessivos anos terrestres e Ciclos Solares (de cerca de 11 anos) alterações significativas a nível geológico comprovados com o agravamento das condições (na Terra) a nível sismológico e vulcânico: com todas as regiões vizinhas de falhas tectónicas (ou associadas a outras falhas menores) a serem as mais suscetíveis, como o será a região do sul de Portugal (sobretudo o litoral de Lisboa ao Algarve) e no topo dos topos, toda a região do Círculo de Fogo do Pacífico (a região mais ativa em todo o Globo terrestre) ‒ apanhando uma vintena de países (da Ásia, da América, da Oceânia, do Alasca até à Antártida) como (entre outros) o Japão, a Indonésia, a PNG (uma das zonas ultimamente mais ativas a nível sismológico) e toda a costa do Continente Americano (de norte a sul desde o Canadá até ao Chile).

 

(imagens: conferenceseries.com ‒ climatedepot.com ‒ Andrea Goggioli/watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34

14
Jan 18

“Green Bank Telescope observations of a dwarf galaxy three billion light years away reveal 15 bursts of radio emission. This is the first time bursts from this source have been seen at these frequencies.”

(Breakthrough Listen: The initiative to find signs of intelligent life in the universe/breakthroughinitiatives.org/29.08.2017)

 

Alien-UFO-Invasion-Fleet-Will-Reach-Earth-In-Septe

Talvez com uma fota de Naves Espaciais

Alienígenas

Já a caminho da Terra

 

Atravessando um fim-de-semana em que a PEGADA ALIENÍGENA NORTE-AMERICANA nos chega através da FOX (um dos seus agentes mais poderosos e sendo extremamente intrusivo) – utilizando tecnologia de Lasers (e uma tela Gigante), numa intervenção simultânea (e global), decorrendo durante 4 dias (10/14 de Janeiro), levada a cabo em Lisboa (entre muitas cidades do Mundo) e concretizada num Convite (dirigido aos Alienígenas) – eis que ainda meio entretidos (pelo cenário de luzes), tal como numa brincadeira de infância (jogando ás escondidas), na senda de Peter Pan (como poderia ser outro ET), somos inopinadamente surpreendidos ao sermos inesperadamente confrontados com vários LANÇAMENTOS PARA O ESPAÇO (pretensamente colocando em órbita um elevado número de satélites, com várias utilizações possíveis, como comunicações, meteorologia ou espionagem): num total com 5 assinantes (países) e todos com os seus foguetões (e respetivas agências) – EUA, China, Rússia, Índia e Japão.

 

“War, terror and alien invasion: what Britons are expecting this year.”

(Ben Page/thetimes.co.uk/08.01.2018)

 

E se no 1º caso (convidando os alienígenas) ainda Brincamos aos Polícias, já no 2º caso (lançamentos para o Espaço) poderemos estar a brincar aos Ladrões: num caso enviando uma mensagem com um convite (amigável) em anexo – HI ALIENS – no outro um tiro de aviso (ainda de pólvora-seca) tentando manter as distâncias (como se aí viesse mesmo alguém) entre Uns (que já cá estão) e uns Outros (que aí chegarão). Sendo certamente indolor as consequências do Evento (a nível físico) – do interessante e divertido Círculo de Mensagens em Laser – mas não acontecendo o mesmo com a nossa própria imagem (a nível de capacidade mental): no caso de Portugal e numa possível aproximação ao aeroporto (de Lisboa) com “um estranho numa terra estranha” por mais estranho que fosse, a certamente estranhar ver tanta luz a piscar – até o podendo confundir (na escolha da pista), levando-o a despenhar (contra o edifício/painel gigante) e uns quantos terrestres levar (num Encontro categorizado como do 1º Grau).

 

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Para além de Mulder e Scully

Outros protagonistas da série da Fox

X-Files

 

Já no caso dos foguetões partindo para o Espaço e posteriormente orbitando a Terra, sendo sem dúvida uma grande coincidência os lançamentos consecutivos (e fazendo eventualmente parte de um plano, provavelmente mais vasto e talvez mesmo concertado) realizados nos últimos tempos (Janeiro de 2018), pretensamente colocando no espaço diversos satélites (de cinco nacionalidades diferentes) com objetivos diferenciados: com (país/1) o lançamento nos EUA de ZUMA (em 7 de Janeiro numa iniciativa da agência espacial privada norte-americana SPACE X), segundo tudo indica com (país/2) o lançamento de um satélite RUSSO no mesmo dia (uma explicação credível para o incidente registado sobre os Urais, repentinamente ‒ e como num Flash/luminoso ‒ com a noite a tornar-se dia, ouvindo-se um grande estrondo e sentindo-se tudo a tremer/podendo significar o lançamento de um foguetão numa área com bases/capacidades para tal) e ainda (por menos publicitados) não esquecendo os foguetões (países/3-4-5) no mesmo espaço de tempo também lançados pelo trio China/Índia/Japão. Certamente em concorrência (ou sabe-se lá em cooperação) na mesma área de intervenção.

 

“Space X's Zuma satellite launch mission has everyone confounded; no clear idea if it was successful.”

(firstpost.com/09.01.23018)

 

E se soubermos complementarmente de novos e próximos lançamentos (já programados para serem concretizados a curto/médio prazo e tendo o mesmo objetivo de colocar ainda mais satélites em órbita), mais dúvidas teremos sobre o que aí realmente se passa (em órbita do nosso planeta), com toda a região em redor da Terra (já tão sobrecarregada de Artefactos & Lixo) agora a ser inundada por mais uma mão cheia de satélites, aumentando aí o caos, não se conhecendo a razão e levantando a Questão: o que se passará em redor do nosso planeta (ou nas suas proximidades, talvez com algo a caminho, de origem exterior/interior) para esta Vaga incomum de Satélites, sabendo-se de antemão que outros vêm a caminho. Já ontem (se não tendo sido adiado) com o lançamento do NROL-47 (EUA), seguindo-se novos lançamentos por parte da China e da Índia. No mínimo sendo Estranho (pelo menos para os leigos e alguns eruditos mais céticos).

 

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Lançamento do satélite ZUMA

Pela empresa espacial privada norte-americana SPACE-X

Não se sabendo ao certo se com ou sem sucesso

 

Mais uma vez com todo este secretismo (exercido pelos que podem) ‒ em muitos aspetos desnecessário (e contraproducente) mas agora e pelos vistos tornado um hábito ‒ a abrir mais uma vez (senão a escancarar, talvez deliberadamente e para esconder outra coisa) as portas da especulação, deixando-se infiltrar (a parte inútil da Coisa) e posteriormente interpretar (essa inutilidade): apenas para nos distrair, enganar e afastar. Como já o fazem muitos Sites funcionando como Espelho de zonas alternativas existentes ‒ mas por diversos motivos ainda mais ou menos submersas pelo opaco e espesso manto oficial cobrindo a maioria do território terrestre ‒ abrindo sem remorsos nem receios (de um modo saudável, necessário e desintoxicado) as portas do Edifício (Mental) aos Conspiradores e às suas criações (Teorias). Bastando para tal (e como aspeto exemplar) ver o Logo (palavras e símbolos) de uma das missões (NROL-47) de origem norte-americana: nas palavras Mali Nunquam Praevalebuntou traduzindoO Mal Jamais Vencerá, nos símbolos com um Templário (O Bem) usando a sua Espada para lutar contra um Dragão (O Mal).

 

(imagens: reflectionofmind.org/pinterest.pt/spacex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:16

12
Nov 17

Tal como acontece no nosso MICROCOSMO TERRESTRE (uns partem outros ficam) um dia alguns de nós terão que partir se desejarmos (todos) sobreviver ‒ já que por cá (na Terra) nada é eterno (por limitado no Espaço e no Tempo) exceto no Multiverso (oferecendo-nos o Infinito) onde Deus residirá (num Outro Nível Evolutivo e talvez com um Humano presente).

 

ESPAÇO

 

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Terra ‒ Satélite GOES-8

(1994)

 

Se tivéssemos que escolher umas quantas notícias interessantes (e recentes) tendo como pano de fundo o ESPAÇO e a sua EXPLORAÇÃO (e consultando um Site como ROOM The Space Journal/room.eu.com), facilmente obteríamos uma mão cheia delas: desde a descoberta de outros Sistemas Planetários (1), passando pelo apoio da Arábia Saudita à VIRGIN (2) e pela luta na Corrida Espacial entre a SPACE-X e a BLUE ORIGIN (3), incluindo ainda notícias recentes sobre a VOYAGER 1 (4) e finalmente terminando com a lua de Saturno ENCELADUS (5). Cinco casos diferentes todos interligados e tendo como ponto comum a Conquista do Espaço (talvez menos o (2) com limites mais locais e restritos).

 

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Cabo Canaveral ‒ Vaivém Discovery

(2009)

 

SISTEMAS PLANETÁRIOS/1.1

 

Relativamente aos Sistemas Planetários (1) sendo notícia a descoberta de mais um Sistema integrando 6 planetas e movimentando-se em redor de uma estrela tipo-Sol (localizado a quase 147 anos-luz) ‒ a estrela HD 34445 ‒ mais velha, quente e maciça que o SOL, sendo acompanhada por 6 planetas com períodos compreendidos entre 49 (mínimo) a 5700 dias (máximo) todos inferiores ao de Júpiter (mais de 11.800 dias). E com massas entre 0,05 (mínimo) e 0,63 (máximo) a de JÚPITER (a massa de Júpiter é cerca de 318X a da Terra). Tal como TRAPPIST-1 um Sistema Planetário (fazendo-nos lembrar o nosso), talvez mesmo com água, mas neste caso sem Zona Habitável (e sem existência de Vida).

 

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Constelação Cisne ‒ Sistema Kepler-186/a 500 anos-luz (e Sistema Solar)

(2014)

 

SISTEMAS PLANETÁRIOS/1.2

 

E se no Sistema Planetário TRAPPIST-1 tal como no HD 34445 a distância dos mesmos para o nosso (SISTEMA SOLAR) era significativa (tal como para a TERRA), já no caso da estrela mais próxima de nós PROXIMA CENTAURI (localizada a pouco mais de 4 anos-luz) a descoberta de um anel de poeira (talvez com a temperatura no Cinturão de KUIPER uns 230⁰C negativos) estendendo-se por centenas de milhões de Km em torno dessa mesma estrela, sugere a forte possibilidade de o mesmo poder incluir planetas constituindo mais um Sistema (talvez semelhante ao nosso incorporando água e Vida): falando do Espaço (Extrassolar) talvez ficando mais próximo do Alvo da Humanidade e da Descoberta de outra Entidade.

 

VIRGIN, SPACE-X e BLUE ORIGIN

 

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A caminho da ISS ‒ Nave de carga Dragon (Space-X)

(2016)

 

Num Espaço mais Comercial e como consequência mais Mediático (2/3) ‒ até pela demonstração de todo o nosso avanço Tecnológico e da desmedida ambição da Humanidade ‒ podendo relevarem-se o investimento (mais limitado no espaço e na ambição) efetuado pela VIRGIN (com um bilião de dólares vindo das ARÁBIAS) nas suas viagens no Espaço sobretudo locais, próximas e de transporte ligeiro (de passageiros e de pequena carga) e com outro desígnio e destino que não e apenas o do lucro imediato (daí se recorrer a Privados com excesso de dinheiro e sem saber como o aplicar, como é o caso de muitos países árabes ricos em PETRÓLEO) o grande investimento da SPACE-X e da BLUE ORIGIN lutando por ocupar o primeiro lugar e o de PIONEIROS, na CONQUISTA DO ESPAÇO e no retorno dos VOOS TRIPULADOS: e assim ocupando o lugar da NASA abandonado há quase meio século (com o último voo APOLLO à LUA).

 

VOYAGER 1

 

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Espaço Interestelar (onde se encontra a sonda) ‒ Voyager 1

(2013)

 

E voltando às sondas automáticas (4) do presente (comandadas a partir de um cubículo na Terra) que um dia substituíram as naves tripuladas do passado (comandadas pelo Homem no Momento e no Local), com as LENDÁRIAS e ainda vivas (parcialmente) sondas VOYAGER lançadas da Terra há já 40 anos a localizarem-se atualmente a quase 141 UA (Voyager 1) e a mais de 116 UA (Voyager 2) de distância (de nós), deslocando-se a uma velocidade entre 55000/60000Km/h: com a Voyager 2 na Heliosfera e a VOYAGER 1 já no Espaço INTERESTRELAR. E no caso desta última sonda ainda transmitindo (cada 5 minutos) apesar do tempo e da distância já percorrida, com as últimas particularidades a adicionar ao seu diário de viagem a dirigirem-se para o HIDROGÉNIO e por outro lado para a LUZ: constatando-se através de dados transmitidos pela sonda Voyager 1 a partir do espaço Interestelar (a mais de 21.000 milhões de Km), a presença em maior número do que o esperado de moléculas de Hidrogénio e ainda uma luminosidade exterior maior que o previsto. Significando que à nossa volta e do nosso Sistema (Solar) o Espaço nunca estará Vazio (e a Antimatéria?) e que a Luz que tudo ilumina não virá de um único lugar, mas de um número Infinito de Fontes (conjugando matéria, eletricidade e magnetismo) destinadas a Ver e a Descobrir.

 

ENCELADUS

 

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Enceladus ‒ Sonda Cassini-Huygens

(2007)

 

Restando-nos na nossa viagem (espacial) falar de ENCELADUS (5) o 6º maior satélite (natural) de SATURNO e que pelos vistos terá um Oceano: uma das luas do Gigante Gasoso SATURNO, observada de perto e muito atentamente (durante vários anos) pela sonda automática CASSINI (entretanto desaparecida após o seu Grande Final ou suicídio) e exibindo para as câmaras da sonda uma lua gelada e ativa, muito mais interessante do que o inicialmente previsto. Segundo os cientistas com esta lua a possuir a poucos Km de profundidade um grande oceano (líquido e salgado e localizado no seu polo sul), por vezes perfurando a crosta superficial de Enceladus (talvez devido a uma intensa atividade hidrotermal em profundidade) e dando origem ao aparecimento de jatos de material (como se tratasse de uma poderosa erupção vulcânica) atingindo grandes altitudes: talvez com esse mecanismo de formação (desses Jatos gasosos) a dever-se de uma forma esmagadora à tremenda força exercida pelo campo magnético do gigante planeta Saturno (o maior planeta do Sistema depois de Júpiter) sobre Enceladus (a lua), deformando no movimento de ambos a lua e dando origem a estas erupções (jatos). Num caso muito semelhante ao da lua IO (uma das 4 maiores luas de Júpiter): talvez podendo ter Água e até mesmo Vida.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:32

09
Nov 17

[O primeiro gato no Espaço foi uma fêmea já que o macho escolhido se pirou]

 

Lançada para o Espaço há 54 anos

 

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Félicette

 

Numa homenagem a todos os Animais Irracionais (e indiretamente a muitos Animais Racionais que reconhecem nos BICHOS os melhores Amigos do HOMEM) ‒ e mesmo assim não os respeitando comendo de facto alguns deles ‒ alguns franceses decidiram recordar um dos seus animais (irracionais) na figura da gata FÉLICETTE: lançada para o Espaço a 18 de Outubro de 1963 (a bordo de um foguetão Véronique AG1) e voando durante mais de 150Km sobre a superfície terrestre.

 

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Candidatos

 

Durante cerca de um quarto de hora usufruindo da sensação de falta de gravidade, viajando a mais de 6X a velocidade do som e suportando acelerações de 9,5X força da gravidade ‒ e de seguida regressando à Terra na sua cápsula com paraquedas, aterrando sem problemas e saindo sã e salva: num momento tornando-se uma Celebridade (oriunda das ruas de Paris) mas posteriormente e face à avalanche de outros animais (irracionais) como cães, macacos e chimpanzés, rapidamente sendo esquecida e ultrapassada por outros Bichos (incluindo entre outros peixes, aranhas, sapos e minhocas). No Topo com a cadela LAIKA (um BICHO), o Primeiro Animal (Racional ou Irracional) a 3 de Novembro de 1957 (fez este mês 60 anos) a Orbitar o nosso Planeta ‒ mesmo antes de YURI GAGARIN a bordo da sua nave (a Vostok 1) mais de 3 anos depois (12 de Abril de 1961). Como se vê sendo dois Russos os Pioneiros Animais.

 

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Foguetão

 

No caso da nova heroína francesa associada à Conquista do Espaço (aqui um animal não Racional) surgindo agora Félicette (uma fêmea) um dos 14 gatos escolhidos para a preparação da missão e para a escolha final do melhor candidato: segundo se diz uma segunda escolha (a fêmea) já que o pretendido (o macho) se pôs em fuga e desapareceu (FÉLIX o gato). E ainda com um outro gato numa outra missão (talvez dando finalmente razão ao gato-macho Félix) a não ser tão bem sucedido não sendo recuperado.

 

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Homenagem

 

Com toda a França a ficar a dever muito a esta gata (a fêmea Félicette), contribuindo para a entrada (desta nação) na Corrida Espacial. Para uns, escolhida por ser calma, para outros por ser a menos gorda, mas ficando na História ao contrário do gato (do qual mais nada se soube). E certamente no Futuro com uma Estátua em Paris: pelos Bichos e também por Muitos e Muitos de Nós. Recordando-nos que para sobreviver teremos que partir para o Espaço (e com Stephen Hawking dando-nos um prazo de 600 anos ‒ para partir).

 

(imagens: PA3DMI/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:59

27
Out 17

“Que se saiba e apesar de todo o seu autoproclamado poder (e muito dele dito escondido), o Homem ainda não Venceu nem o Tempo nem sequer o Espaço.”

 

FIND OUT because THE TRUE IS OUT THERE

 

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23:14

08.10.2017

USA

 

Segundo serviços secretos norte-americanos trabalhando para a agência de segurança HSV (Homeland Security Voyages/Viagens Seguras na Minha Terra), uma coligação de quatro poderosas organizações (governamentais e de contraespionagem) reunida com o objetivo comum de atacar todas as agências ao serviço dos interesses dos EUA ‒ e categorizada como constituindo o Eixo do Mal (China, Coreia do Norte, Irão e Rússia) terá eventualmente testado (e já por diversas ocasiões) a ação de um instrumento intrusivo mas sem (necessidade de) intervenção cirúrgica, capaz de manipular um Sujeito (e o seu Cérebro) transformando-o num mero Objeto (reiniciando esse mesmo Cérebro): afirmando com toda a convicção (não o podendo confirmar oficialmente, dada a sua obrigação de Segredo) terem provas de tal facto (em mais do que um acontecimento), sendo 100% eficazes (Coligação/Resultado Final) e tendo até já ocorrido no interior da América (e mais rigorosamente num momento extremamente Crítico).

 

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23:15

08.10.2017

USA

 

Com este inequívoco Evento (pelo menos segundo os interesses dos EUA e dos seus Aliados Ocidentais) e de consequências imprevisíveis (senão mesmo com efeitos trágicos para a nossa organização social atual) a passar despercebido na corrente informativa dos Média (que suspeitando e apontando, nunca têm confirmação) para já submergido por ininterruptas tentativas contrárias (do Lado Escuro da Terra) e não se conseguindo impor devido ao fortíssimo ataque (vindo logo de 4 lados) ‒ acabando sempre enfraquecido por não se solidificar (limitando-se a fontes desconhecidas e não confirmadas) e assim arrastando o processo sem se ver nada ao fim do túnel: através de um buraco criado na estrutura Imaginária do Espaço/Tempo (fazendo no entanto parte da nossa Realidade, pois sem uma a outra não existe) e por intervenção aparentemente indetetável de um Acelerador de Partículas Dirigido e Aplicado, introduzindo-se no nosso processador central, limpando-o completamente (de todo o software natural e artificial) e associando-lhe alguns artefactos (biológicos, aderentes e nele posteriormente se dissolvendo e integrando). Para de seguida o reiniciar, dirigir e comandar. Na Perfeição, como um Robot e atuando com Rendimento Máximo (sem se notar) em Território Inimigo!

 

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23:13

08.10.2017

USA

 

Top Secret/HSV

 

Num documento entregue pessoalmente ao diretor da Homeland Security Voyages (HSV) e por motivos desconhecidos chegando à mão de utilizadores com permissão de acesso mas de nível inferior (de proteção e de segurança) ‒ e nunca se caraterizando o ponto de interferência (como se tal fosse necessário) ‒ com essa restrição a ser inadvertidamente ultrapassada (sem dúvida por acidente e nunca de forma criminosa, apesar da coincidência fortuita do aproveitamento ultra eficiente e à hora) e como consequência com o mesmo documento a ser exposto publicamente (iniciando-se em círculos restritos, sobrepondo-se concentricamente, em planos cada vez mais extensos), acendendo mais um rastilho em direção aos barris de pólvora já há muito preparados e prontos para explodir, tendo apenas Um Grupo à Cabeça (a Hidra das 4 Cabeças) e Outro Fazendo Acreditar (da família do milionário Patinhas): e segundo alguns apontamentos (relevantes) possíveis de já serem conhecidos e estando incluídos no referido documento, com a rede de espionagem montada pela seita profana e mafiosa da Hidra de 4 Cabeças (com a maior cabeça a representar um Dragão), a montar uma estrutura claramente dirigida à América e ao seu Povo (e por mera adição ao ocidente Europeu).

 

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1 Ano Antes

08.10.2016

USA

 

No dia 8 de Novembro de 2016 e durante várias horas inundando todo o território dos EUA com mensagens subliminares (oriundas do lado de lá da placa euroasiática) ‒ mensagens essas difundidas através frequências de rádio indeterminadas, produzidas sobre o espaço aéreo norte-americano e afetando o centro eletromagnético cerebral (de muitos milhões de cidadãos) ‒ e dessa forma utilizando (com intenções prévias bem definidas de intrusão e de agressão) comunicações não detetadas mas com excelentes resultados finais (como claríssima evidência), bem esclarecedores da ação (e chegando-se à hipocrisia extrema de um Sistema escolher para seu Líder Futuro o candidato derrotado/menos votado), destruindo a Livre Escolha e lá colocando um Sujeito convertido em Objeto berrante e robotizado. Segundo os peritos (contra oficiais por contrários aos oficiais atuais) com um grande número de cidadãos de diversos Estados ou territórios a poderem ter sido colocados em transe (temporário) pelo menos parcialmente, levando os cidadãos (e como se obedecessem a uma ordem neles imposta por hipnose) a escolherem a Não Opção, escolhendo o Problema e não a Solução. E até abrindo as portas às práticas da Conspiração (numa mistura de J. F. Kennedy e dos ET de Roswel), envolvendo Corporações, Organizações Secretas e até Entidades.

 

(imagens: wikimedia.org/mysteryoftheiniquity.com/cultocracy.wordpress.com/www.thewatcherfiles.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:40

29
Ago 17

“For tens of thousands of years humans have followed a pattern on Earth: imagination, to technology-enabled exploration, to settlement. It’s how the first humans got to Australia 50,000 or 60,000 years ago, and how we went from Yuri Gagarin and Alan Shepard orbiting Earth to the first people putting footprints on the moon, to people living in orbit. There are six people living on the International Space Station, and we have had people there continuously for nearly 17 years. But the reality is we have not yet figured out how to live permanently off-planet. So I think if we follow the historically driven pattern then the moon would be first. Not just to reaffirm that we can get there, but to show that we can also live there.” (Chris Hadfield/newscientist.com)

 

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 1

Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Sendo o primeiro astronauta canadiano a comandar a Estação Espacial Internacional (ISS) desde que a mesma foi concluída (Junho de 2011), Chris Hadfield (figura 1 e 2) juntou-se recente e publicamente e a partir da ISS ao número crescente daqueles (astronautas, cientistas e restantes especialistas) que acham que se devemos retomar as viagens espaciais tripuladas (como as realizadas há quase 50 anos à Lua integrando o Programa Apollo), antes de partirmos para Marte como pretende o milionário Elon Musk (acompanhado pela NASA mas concretizando-o uns anos mais tarde) deveremos fazer isso antes, mas muito mais perto da Terra, como é o caso da Lua.

 

Com a distância e a segurança a ela implícita (viagem) a ser o principal fator (a considerar) para tal e tão óbvia reflexão e referida afirmação: por experiência própria (e de muitos outros antes dele) sendo muito mais seguro circular a uns 340Km da Terra (altitude média da ISS) se comparados com os pouco mais de 384.400Km de distância até à Lua, agravando-se ainda mais o cenário se comparado com Marte e a sua distância à Terra ‒ no mínimo uns 60 milhões de Km (podendo chegar mesmo aos 400 milhões). Para qualquer leigo posto perante um cenário semelhante, sendo imediata a resposta face às opções atrás expostas: depois da ISS, vindo a Lua e só depois o planeta Marte.

 

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 2

Chris Hadfield

Comandante da Estação Espacial Internacional

 

Uma ideia certamente partilhada pela grande maioria de todos os curiosos e interessados (leigos e eruditos) neste tema das viagens espaciais (tripuladas) e suas prioridades (a Lua ou o planeta Marte) e tendo desde já o apoio de três das maiores agências espaciais mundiais como a ESA, a ROSCOSMOS e a CNSA (Europa, Rússia e China) ‒ enquanto todo esse mundo ainda aguarda pelo evoluir da opção há meio século tomada (incompreensivelmente) pela NASA (ao terminar com o Programa Apollo e com as viagens espaciais tripuladas), sabendo-se da sua (da NASA) tentação presente em imitar o privado (Elon Musk e a sua Aventura em Marte) e apesar da promessa de Donald Trump de colocar de novo uma bota norte-americana (não se sabe ainda fabricada onde) na superfície da Lua.

 

No caso do planeta Marte (comparando com a viagem à Lua ‒ pouco mais de 384.400 Km ‒ onde a Apollo 11 fez o trajeto Terra/Lua em apenas 51 horas e 49 minutos) com a distância a percorrer agora traduzida não em milhares mas em muitos milhões de Km e como consequência com uma viagem ao planeta Vermelho a poder demorar entre 150/300 dias (5/10 meses utilizando a tecnologia atual), adicionando de imediato muitos mais problemas (a surgirem e necessitando de ser resolvidos) a uma sempre possível e potencial Viagem a Marte ‒ posta lado a lado com uma outra, já levada por diversas vezes a cabo, ao único satélite natural da Terra a Lua. Para já não falar da ação extremamente nefasta e mortal nos humanos (se não se estiver convenientemente protegido) dos raios solares e cósmicos sempre presentes nestas longas viagens espaciais (a Marte sendo interplanetária), pondo em causa todo o projeto seja no espaço seja no planeta: daí a necessidade da presença Lua como primeiro entreposto solar (primeira colónia terrestre e novo ponto de partida para a nova Era Moderna dos Novos Descobrimentos).

 

(texto inicial: tirado de artigo de Alice Klein/newscientist.com/23.08.17 ‒ imagens: universetoday.com/CTV e nasa.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:12

04
Mai 17

“The magnetic field lines between a pair of active regions formed a beautiful set of swaying arches rising up above them. The connection between opposing poles of polarity is visible in exquisite detail in this wavelength of extreme ultraviolet light. What we are really seeing are charged particles spinning along the magnetic field lines. Other field lines are traced as they reach out in other directions as well.” (nasa.gov)

 

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O Sol entre 24/26 Abril 2017

AIA/SDO

(PIA 21604)

 

Todos nós sabemos que para bem dos nossos órgãos da visão nunca devemos olhar diretamente para o Sol:

 

Se o fizermos e dada a elevada capacidade energética e luminosa dos raios solares atravessando o Espaço e atingindo a Terra, arriscamo-nos a sobrecarregar os circuitos de ligação, a danificar o sistema de apoio ótico e a queimar e a inutilizar definitivamente toda a função a ele associado ‒ ficando cegos.

 

Com o nosso corpo a interiorizar que apesar de existirmos num Espaço sem fim à vista, sem origem conhecida ou objetivo visível (que compreendamos) e convidando-nos constantemente à descoberta (como o faz qualquer Mistério que nos é proposto, podendo no seu desenvolvimento esclarecer um pouco mais o Desconhecido),

 

O meio ainda nos impõe limites (não só físicos como psíquicos) pelo menos enquanto não tivermos capacidade científica e tecnológica de o contornar, manipulando as suas propriedades ou então ultrapassando-o aceitando exceções: tendo possibilidade de acesso sem perda de Tempo e noção de Espaço. Fazendo coincidir Planos já existentes no Espaço ‒ bastando-o dobrar num dos eixos, procurar o seu simétrico, fazendo-os coincidir (num Mundo onde a Força Invisível assenta num duo conjunto o Eletromagnetismo, comandando então as partículas/a Matéria e dando-lhes movimento, estrutura e Vida).

 

Não nos impedindo para já mesmo não olhando para o Sol,

 

De tentar perceber melhor o seu papel em todo este Mecanismo (no qual o Homem se encontra inserido),

 

Tentando de algum modo observá-lo com maior atenção (não fosse ele o centro do nosso Sistema),

 

Perceber o significado de muitas das suas manifestações exteriores (não fossem elas condicionantes da manutenção do nosso ecossistema),

 

Vislumbrar para além das chamas e das explosões a sua epiderme em constante erupção (combustão e emissão)

 

E num último passo para além dos limites que nos são impostos pela realidade (cruel mas inevitável por fazer parte do nosso percurso e aprendizagem),

 

Imaginar um Outro Mundo para além dele (não em profundidade ou em extensão mas para além da sua epiderme ou do seu próprio ponto de referência) recorrendo à Imaginação (criadora por ir além dos limites, mas tantas vezes vedada por contrariar a realidade anteriormente adotada):

 

Como se para além das chamas e impedindo o nosso olhar (com a sua violenta intensidade e brilho, repelindo-nos quase como se nos rejeitasse), ao pressionar sem mesmo nela tocar uma porta se abrisse e se estivesse num Outro Lugar: talvez paralelo mas sobretudo distante. Caso contrário aqui morreremos ‒ perdidos numa ilha isolada sem nada nem ninguém o saber.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:38
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