Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Cabeça no Ar, Olhando para a Lua

Sábado, 08.01.22

“Could we even tell if there had been an industrial civilization long before this one?” (Adam Frank)

[What’s the possibility Earth might have spawned more than one technological society during its 4.5-billion-year history? (Steven Ashley)]

“If an industrial civilization had existed on Earth many millions of years prior to our own era, what traces would it have left, and would they be detectable today?” (Adam Frank)

(scientificamerican.com/2018)

sddefault.jpg

Não encontrando nada de interessante em terra (no mar não sei, pois estava fechado em casa) e mais uma vez a TERRA (talvez por ser de noite) nada me oferecendo ─ e sabendo-se ser necessário, manter-se sempre que possível o equilíbrio ─ tentando olhar em todas as direções e segundos antes de cair (já com a cabeça a começar a andar-à-roda e não sabendo bem como proceder) ─ em busca de solução para o meu problema ─ parando repentinamente, olhando para o chão e direcionando-me de imediato os meus olhos (mais vez, já lhes tendo perdido a conta, podendo ser um sintoma/uma evidência de algo por ex. mental, em princípio “não maligno”) para cima, aí e por vias alternativas (que não as tradicionais) ─ evidentemente as autoestradas da informação (as mais “baratas”) ─ olhando em direção ao limite ainda hoje a todos nós imposto (limitando-nos, talvez por “precaução” de alguém), procurando com os nossos órgãos dos sentidos (sendo dados para nosso usufruto) alargar a nossa esperança e desejos, para “Lá do planeta Terra” e depois, indo muito mais além.

4th-Reich-Dark-Fleet-Abandoning-Antarctica.jpg

E à falta de notícias oficiais ou oficiosas, mais ou menos credíveis ou nem tanto (espremendo-se, podendo-se sempre obter algo, nem que seja um sumo), mas nenhuma delas aparecendo, entretanto ─ preferindo (eu) o insólito e a raridade, sendo credível (a notícia, o facto) sendo uma originalidade (não sendo comum, podendo não ser “reembolsável”) ─ do real parecendo virtual (o cenário onde vivo) passando para um Mundo Virtual (um cenário real, mas compartilhando os nossos sonhos, concretizados a dormir ou acordados), por vezes tantas sendo as semelhanças (real/virtual) parecendo ser mesmo um Mundo Real (algo confuso mas natural, fazendo parte do nosso Universo, sempre dinâmico, andando entre o caos e a ordem): fora da Terra só podendo ir ter, entre outros e não falando de objetos ─ polvilhando com milhões e milhões de pontos brancos (vendo-se, tendo luz própria, como as estrelas) e escuros (não se vendo, não emitindo luz, como os planetas), o céu noturno terrestre e o Espaço ─ com os Extraterrestres, mas aqui e ao contrário do que esperava, como que “batendo com a cabeça numa parede” (talvez um holograma-barreira mental), tendo como resposta ser ejetado de volta (como que um raio-de-luz, sendo refletido num espelho) e quase à velocidade da Luz, chegando de regresso à Terra e sendo logo confrontado (com um caso podendo envolver, para além da “doce Aventura da nossa Imaginação”, ET’S, o continente da Antártida e até, tornando tudo muito mais picante, Nazis).

Galactic-Federation-Banner2-1024x579.jpg

Juntando-me de novo ao site [ufosightingshotspot.blogspot.com] e dado ter sido aí mencionado por consultado, ao site [exopolitics.org] ─ ambos podendo dizer-se e no mínimo, pertencerem a um grupo com ideias interligando-se, por antecipadas (não confirmadas) e não por outro motivo, não certificadas, quando muito sendo-o tardiamente ─ e dando de caras com a notícia da descoberta de ruínas antigas, localizadas e até com coordenadas (latitude de 72°31'12"S e longitude de 3°36'26"W), no continente Perdido da Antártida (Polo Norte): a partir de coordenadas geográficas (pedidas para serem publicadas), chegando-se a estruturas desconhecidas (supondo-se logo poderem ser edifícios) e a partir daí, à possibilidade de tal estrutura ser uma base agora em ruínas (vinda da 2ªGM podendo ter perto de 80 anos), podendo até aí terem estado instalados (daí o secretismo e/ou o desconhecimento) os Nazis ─ certamente tentando aproveitar algo aí deixado pelos ET’S. Base essa que poderia ser completada por outras na Lua, em Marte e noutros pontos do nosso Sistema Solar, aqui na Terra e aprofundando as ditas “Teorias da Conspiração” e segundo esses mesmos conspiradores ─ uma conspiração sendo o conjunto de múltiplas conspirações, por vezes tendo de acertar ─ “por acaso” coincidindo com a região da Antártida reclamada por Hitler para a Alemanha, local onde uma base alemã foi instalada (referida como Base 211) durante a 2ª Guerra Mundial (1939/1945).

sddefaultX.jpg

Podendo não ser verdade, mas sendo contada não deixando de alimentar a nossa cada vez mais sôfrega Imaginação (não existindo tempo para ela, “sendo o tempo dinheiro”, não podendo ser deitado fora) ─ nem nos deixando sonhar acordados, ou mesmo a dormir ─ tornando-se até para a manutenção da nossa estabilidade mental fundamental, não interessando apenas a notícia como igualmente o seu mecanismo e como esta nos desperta ou até adormece, mergulhando-nos no entanto em “banhos-de-prazer” próprios das “Mil e Uma Noites” numa versão de última geração  (não comercializável).

(imagens: exopolitics.org)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:37

Da Conquista dos Oceanos, à Conquista do Espaço

Quarta-feira, 05.01.22

“Na concretização desta sequência (evolutiva),

estando a nossa sobrevivência (como espécie).”

eso2120a.jpg

Planetas-Rebeldes

Uns 70 planetas sem estrela

Circulando livremente pela Via Láctea

Subfinanciada desde o desvio efetuado pelo próprio ESTADO, da fatia que mais interessa no sector AEROESPACIAL e em benefício dos PRIVADOS ─ respeitando ao HARDWARE espacial, fornecendo os VEÍCULOS de transporte (numa 2ª fase PRÁTICA, devolvendo mais rapidamente o investimento) ─ e como consequência a partir daí (vampirizada não equitativamente pela concorrência), ficando a NASA com a parte menos interessante, resumindo-se a SONDAS automáticas e ROVERS e à investigação CIENTÍFICA e tecnológica (numa 1ª fase TEÓRICA, demorando mais tempo em tornar o investimento satisfatório),

Enquanto nos EUA NADA se vê de RELEVANTE proporcionada pela iniciativa PRIVADA ─ perdida a crença da colonização de MARTE (proposta por ELON MUSK), com a SPACEX e o seu módulo espacial DRAGON andando entre a TERRA e a ISS (uns 400Km de viagem) e perdida a ilusão na capacidade imediata da BLUE ORIGIN (de JEFF BEZOS, mal chegando aos 100Km de altitude) e no avião da VIRGIN GALACTIC (de RICHARD BRANSON, nem tal altitude alcançando) ─ mantendo-se a NASA (agência espacial governamental) nos serviços mínimos, na CHINA e na RÚSSIA (aproveitando a REGRESSÃO norte-americana) persistindo-se no caminho traçado pelas suas agências governamentais/estatais (CNSA e ROSCOSMOS), indo de “vento-em-popa”, particularmente os chineses, podendo-se já afirmar estarem na liderança da Exploração e Conquista do Espaço, com as suas SONDAS AUTOMÁTICAS e ROVERS (na LUA, em MARTE), com a sua ESTAÇÃO ESPACIAL (alternativa à velhinha e prestes a ser descontinuada ISS) e planeando ainda a médio prazo começar a construir naves espaciais, não telecomandadas, mas destinadas a serem presencialmente tripuladas.

C0334548-Life_Cycle_of_Sun,_Illustration.jpg

Evolução do Sol

Do Big Bang inicial ao Sol do presente

No meio do seu percurso permitindo à Terra ter Vida

Regressando-se finalmente ao século passado aos anos 70, ás viagens TRIPULADAS de ida e volta até à LUA (num total de cerca 770.000Km) ─ 1.900X a distância TERRA/ISS ─ ainda-por-cima alunando-se e passeando-se sobre a sua superfície, e SEM o acompanhamento agora considerado fundamental/imprescindível de COMPUTADORES como os de hoje, antes LENTOS e se calhar equiparados às máquinas atuais de cálculo científico (ou nem isso, dependendo da máquina), em certos momentos da missão (e tal tendo-se verificado nas missões como a da APOLLO 11), entrando em colapso em CRASH (eletrónico) obrigando o recurso ao “método manual”.

61d47a6385f540207e03ef06.jpg

Terraformação de Planetas

Depois do plano para a terraformação de Marte

A hipótese da sua aplicação a Vénus

E para além da LUA e de MARTE, poderem ser dois ENTREPOSTOS importantes nas Viagens Espaciais (falando-se e até mais por perto, na possibilidade de terra formar VÉNUS), com a LUA a ser uma base de apoio externo à TERRA e MARTE a ser uma base de apoio a voos INTERPLANETÁRIOS (o último planeta do nosso SISTEMA SOLAR sendo NEPTUNO, hoje 04.01.2022 pelas 23:50, estando a mais de 4500 milhões de Km da TERRA), restando ainda muito por pesquisar, no interior e no exterior dos limites do nosso SISTEMA PLANETÁRIO (escolhendo como limite, a NUVEM de OORT): e agora dispondo dentro de poucas semanas (correndo tudo bem, umas três) do novo telescópio espacial JAMES WEBB (colocado a cerca de 1.500 milhões de Km da TERRA), capaz de “ver muito muito mais além” e sendo capaz de nos “contar a nossa História talvez desde o início do UNIVERSO” ─ utilizando os seus olhos “INFRAVERMELHOS” ─ conhecendo a existência de planetas exteriores, alguns deles podendo ser até “PLANETAS-REBELDES” (sem uma estrela conhecida de referência justificativo para o seu movimento e viajando livre e como um nómada no espaço), apenas se tendo que dirigir o ALVO bem lá para fora, tentando encontrar um (pelo menos num futuro, a não muito longo-prazo) andando ou passando por perto. Há muito procurando-se o “ainda nosso, mas perdido” PLANETA X.

Um dia e querendo sobreviver sendo inevitável para o HOMEM abandonar a TERRA, até porque o SOL tendo um fim e terminada a sua função, crescendo e aumentando de dimensão, acabando no decorrer do seu processo irreversível de autodestruição, por engolir e destruir a TERRA (adiando-se e ficando-se por cá, extinguindo-nos com ela). O SOL, a nossa estrela de referência e deste SISTEMA PLANETÁRIO, marcando desde já (e indiretamente) a marca cronológica do nosso destino (do HOMEM) ─ assim como o da TERRA ─ o ASTRO-REI formado há pouco mais de 4,5 biliões de anos e indo a cerca de metade do seu CICLO de VIDA, pelo menos minimamente suportável para a existência de VIDA (num total de uns 9 biliões de anos) ─ supondo-se transformar-se numa estrela anã-branca num prazo (a partir de hoje) de 7,5 a 9,5 biliões de anos.

(imagens: universetoday.com ─ sciencephoto.com ─ pixabay/GooKingSword/rt.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:17

NASA.GOV ─ Ciência, Religião e ET’S

Quarta-feira, 29.12.21

[E para os Aéreo-Privados ─ Musk, Bezos, Branson e Associados ─ ficando os Dólares e as suas Viagens.]

“Acreditar em Extraterrestres,

não será apenas mais um impulso nosso,

de carater unicamente religioso?”

screenshot-105.jpg

Um padre e uns teólogos convidados pela NASA

(informando sobre possíveis reações nossas colocados perante um ET)

Já que não os encontra por aqui (o relatório recente do Pentágono, sendo um fracasso, não os levando a lado nenhum), nem pode ir à sua procura (tendo-se que contentar com sondas automáticas, não tripuladas) ─ retiradas as verbas do Estado à NASA, dirigindo-as para a iniciativa Privada ─ com a Agência Espacial Norte-Americana (governamental) tendo que fazer algo (de visível) apesar da redução extrema nos seus investimentos (na investigação, na experimentação tecnológica e científica), ficando agora mais tempo por terra (nos laboratórios, deixando o Espaço para a SPACEX) e arranjando-se com o pouco que sobrou, dedicando-se no presente a temas mais filosóficos e existenciais abrangendo áreas colaterais, desviando-se assim do seu verdadeiro trilho, a Exploração e a Conquista do Espaço ─ pelo Homem, tal como sucedido antes com os Oceanos, na época dos Navegadores.

a18ab17bb4874f933705286a86e49d2d.jpg

O Livro de Ezequiel

(mais uma prova da presença na Antiguidade de ET’S)

Entregando ─ os EUA, a Grande Potencial Espacial (talvez já estando a ser ultrapassado pela China) ─ as grandes viagens à iniciativa Privada (SPACEX, BLUE ORIGIN e VIRGIN GALACTIC), sabendo-se o interesse destas não tanto sendo científico mas predominante Comercial, necessitando rapidamente de dinheiro e de financiamento (para além do fornecido pelo Estado), em vez de planearem novas missões (à Lua, a Marte, a outros locais e objetos do nosso Sistema) investindo prioritariamente e nos primeiros tempos (de modo a faturarem) no Turismo Espacial: e em vez de assistirmos ao retorno do Homem à Lua passado meio século (nos anos 70 com as missões Apollo) ou e aproveitando o momento, partirmos para a nossa instalação (aí colocando os primeiros módulos de uma futura base), exploração e colonização de Marte (aí nos instalando e criando um entreposto espacial) ─ Planeta Vermelho, o grande objetivo do multimilionário norte-americano Elon Musk, que se saiba, só para lá tendo enviado até à data, um carro (Tesla) e um boneco (Starman), jamais alcançando o planeta ─ deparando-nos em sua substituição com uma sucessão de excursões mais ou menos alargadas, mas nunca excedendo os 400Km de distância da Terra (limite imposto pela ISS). A única companhia aeroespacial fazendo estes 400Km (800Km ida e volta) sendo a SPACEX, com a Blue Origin a ficar-se pelos 100Km e a Virgin Galactic parecendo mais um avião, nem isso.

3AA2QDC3XQI6JG6JA7MH6SEPMM.jpg

Contatos Terra/Alienígenas

Desde que o Papa Francisco afirmou, “se colocado perante um ET desejando ser batizado, fazendo-o de imediato”, colocando-se os ET como produtos da mesma criação, de Deus. Teoricamente aceitando-se, nem se perdendo muito tempo não o havendo, mas já agora como o receberia a nossa Civilização, cada vez mais tendenciosa e unilateral.

 

Quanto ao futuro próximo da nossa Exploração e Conquista do Espaço e entregue a “grande fatia de investimento” às Agências Espaciais Privadas, nos próximos anos e se o tempo e o espaço lhes sorrirem (aos Privados), podem-se desde já prever viagens turísticas em cápsulas orbitando a Terra e contemplando mesmo uma visita à ISS, para mais tarde se partir em viagens de maior duração até à Lua, indo e voltando, orbitando o nosso único satélite natural e até com um extra fazendo-se a tão desejada alunagem, saindo por momentos e dando um pequeno passeio num Mundo que não a Terra. E se as condições o propiciarem e eles ainda se lembrarem de nós (aqueles de que ninguém fala, consulta ou nem sabe da sua existência, a caminho dos 8 biliões) ─ certamente podendo-nos explorar um pouco mais oferecendo-nos, umas “goma-marcianas” ─ então daqui a mais algumas décadas talvez sejamos mais uteis para eles, mandando-nos aí para o Inferno de Marte para trabalhos de mineração.

9C77869F-AB47-4EBD-9488441A4336E9B3_source.jpg

Perdidos no Universo

Sem perspetivas internas ─ na Terra ─ nem mesmo hipóteses credíveis de saída ─ para o Espaço exterior ─ nos próximos tempos e sendo tão curta a nossa viabilidade, os ET’S talvez sejam ─ como um nosso reflexo ─ a nossa salvação, o nosso desejo desde sempre projetado ─ aqui noutros e à nossa imagem, os Alienígenas.

Neste contexto entregue o Espaço aos Privados e o resto à NASA e ainda-por-cima retirando unilateralmente um espaço antes entregue aos “teóricos da conspiração”, as questões ligadas “aos alienígenas, caso existissem”, acreditando-se num possível contacto futuro/próximo com extraterrestres, com os cientistas da NASA a chamarem a si e para consulta, padres e teólogos, especialistas em religião, tentando aí e com estes “especialistas” perceber o que sucederia para nós ─ no nosso interesse (ou não) ─ num contacto “terrestres-extraterrestres”. Chegando-se (os cientistas) a duas brilhantes conclusões (depois de ouvidos os religiosos): (1) as pessoas com um forte desejo de tentar encontrar o seu “Sentido da Vida”, mas não acreditando na “Religião” ─ numa solução Interna ─ acreditariam mais na existência de ET’S, aceitando-os mais facilmente (como se fossem a nossa reflexão externa, um “impulso”), (2) já outros igualmente num grande número, sendo Religiosos e sabendo que “descobertos os Extraterrestres, podendo tal evento terminar num evento ainda maior, um contacto direto e presencial” ─ estes receando uma solução externa ─ ao concretizar-se tal situação, podendo virar-se ainda mais para o seu interior (o interior da sua religião), isolando-se ainda mais (extremando-se os campos, podendo levar a confrontações).

(imagens: boingboing.net ─ bursahaga.com bostonglobe.com Izhar Cohen/scientificamerican.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:38

Volta à Via Láctea em 250.000 anos

Quinta-feira, 23.12.21

[À velocidade absurda e abrupta de MT1000 (300 milhões de Km/s) ─ e mesmo assim demorando 250 milénios. E porque não em vez de fugir de casa (da Terra), levar a casa connosco (como sucedeu com a Lua na série televisiva de SCI-FI, Espaço 1999).]

ywgVUPcDarmij895EKKjZh-970-80.jpg

STAR TREK à velocidade da Luz e mais além

“A tachyon is a hypothetical particle that always travels faster than light.”

(wikipedia.org)

Deixando para trás as Naves Espaciais N-1 e VL-1 e virando-me decisivamente para a revolucionária e perfeita Nave Espacial TAQUION 1 ─ reduzindo tendencialmente para zero a massa das partículas, desmentindo a Lei da Relatividade de Einstein (pelo menos parcialmente) e atingindo velocidades superiores à da Luz (V=300.000Km/s),

Semelhante ao utilizado com a velocidade do som (343m/s) com Match 1, Match 2, etc.

Podem-nos proporcionar a hipótese da concretização de grandes Viagens Espaciais não apenas, Interplanetárias (no interior do nosso Sistema Solar), nem sequer Extrassolares ou Interestelares (saindo da região de influência do Sol e dirigindo-nos para outra estrela, a mais próxima sendo Alpha Centauri a quase 4,4 anos-luz),

Tachy-ship.jpg

Nave Espacial TACHYON ultrapassando a Luz

“Tachyons can only be superluminal, greater than c. They speed up as they lose energy.

At zero energy they have infinite velocity and are present

everywhere in the universe at the same time (transcendental tachyon).”

(kardashev.fandom.com)

Mas Intergalácticas (a mais próxima sendo a galáxia de Andromeda, por sinal em rota de colisão com a nossa a Via Láctea) e até com outros destinos desconhecidos e ainda muito mais distantes, transportando-nos a velocidades estonteantes, instantâneas de (múltiplos da velocidade dos TAQUIÕES, mais velozes que a Luz) MT1 … MT10 … MT100 … MT1000 … ─ por vezes nem se a sentindo (o próprio movimento em princípio envolvendo Espaço e Tempo) ─ a Mundos nunca vistos, talvez nunca em muitas vidas sequer imaginados.

Na nossa nave espacial MT1000 (atingindo uma velocidade absurda de 300.000.000Km/s) podendo-nos colocar nos limites do nosso Sistema (na Heliopausa, a 100UA de distância) em 50s e na estrela mais perto do Sol (Alpha Centauri) em pouco mais de 1,5 dias ─ e para chegar à Lua 1 milésimo de segundo, para Marte demorando (se fosse hoje) pouco mais de 1 segundo.

Existindo Civilizações Extraterrestres, para aqui chegarem tendo que ser muito mais avançadas (que nós), tendo mesmo que utilizar algum tipo de veículo proporcionando-nos estas viagens (extraordinárias para já e supostamente muito longe do nosso alcance) deslocando-nos de um lado para o outo como se nunca tivéssemos mudado de coordenadas, mas de facto tendo-o ─ num instante estando-se aqui no mesmo estando-se ali.

846f3b547e2e0f72c53378a1e2d5e5fd.jpg

Cápsula do Projeto Mercúrio 1959/1963

Certamente que utilizando todo o poder ainda para nós esmagadoramente oculto do eletromagnetismo e da possibilidade da existência de buracos (no Espaço) de comunicação e de transporte, tendencialmente instantâneos (lidando-se com zeros e infinitos, números reais e imaginários) e podendo ligar por sobreposição (de Planos/de Espaço) de simétricos pontos absurdamente distantes (tendo em conta as nossas expetativas, as do Homem),

Com esses visitantes tendo ou não já concretizado a sua viagem (remetente, destinatário Terra), tal podendo ser como tudo uma boa ou má notícia, pois mesmo sendo má pelos indícios e confirmando-se, não sendo para já e estando (tudo o indica) pelo menos, temporariamente adiada: já andando por cá há pelo menos uns milhares/milhões de anos e conhecendo-nos melhor que nós próprios (até podendo ser os nossos criadores, os ”Deuses Astronautas”), sendo nós ainda muito primitivos (o Homem no seu Zoo, já com a sua própria jaula), tendo estes ainda uns bons anos de espera pela evolução da criação.

Assim e no Antigo Regime, depois de aí o meu sonho de infância ser o de ter e de conduzir um Fiat 500, passado o período revolucionário e já tendo entrado no Novo Regime, com o meu novo sonho a ser o de possuir uma nave espacial tipo TAQUIÃO MT1000.

(imagens: space.com ─ kardashev.fandom.com ─ pinterest.pt)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:32

A Caminho do Zero Absoluto ─ Não tendo Tempo para tanto Espaço

Sábado, 11.12.21

“No nosso próprio conceito e confrontando-nos com o Infinito, podendo-se exprimir a nossa representação, por algo infinitamente aproximado a zero.”

alien-technology.jpeg

Partindo do princípio de que o diâmetro do SISTEMA SOLAR (com o planeta mais afastado da sua estrela de referência sendo NETUNO, a 4,545 biliões de Km de distância) é definido pela região do Espaço onde a influencia do SOL termina (sendo igual a zero) ─ a HELIOPAUSA, a cerca de 100 UA do SOL ─ ou então extremando ainda mais esse limite, redefinindo-o e levando-o até à NUVEM DE OORT (seu limite interno/externo) ─ se comparado com o nosso Sistema Planetário (planetas contidos em apenas 30 UA), uma extensíssima região do Espaço (berço de cometas), estendendo-se entres as 1.000 UA e as 100.000 UA (=1,58 anos-luz) ─

Fixemos pois [100 UA]-HELIOPAUSA como “Fronteia I” e [1.000 UA/100.000 UA]-NUVEM DE OORT como “Fronteira II”, como distâncias limites

Sabendo-se que a velocidade máxima alguma vez atingida por um veículo e tendo-o sido concretizado no Espaço pela sonda solar PARKER com V=150Km/s, atualmente para se alcançar a “Fronteira I” demorar-se-ia mais de 3 anos e para se alcançar a “Fronteira II” uns 30 anos (limite interno) a 3.000 anos (limite externo). E em função da nossa durabilidade em média nem sequer atingindo os 100 anos, sendo óbvio que no presente e em função da nossa tecnologia, o nosso limite estar para já no último planeta solar (digamos que até ao planeta-anão, o despromovido PLUTÃO) e até (estando por perto e sendo um dos berços de asteroides) podendo dar uma vista de olhos ao CINTURÃO DE KUIPER.

Screenshot 2021-12-11 at 17-03-04 Will humans go e

Nem sequer valendo a pena pensar em alcançar a estrela mais próxima (de nós, do SOL), ALFA CENTAURI a mais de 4,36 anos-luz (ou 63.241 UA) de distância, demorando uma Eternidade, logo devendo-os virar para nós próprios e explorar para já os mares, partindo só depois disso para feitos maiores (já estando mais bem preparados e equipados) para os oceanos. E assim viajando na nossa nave espacial tripulada “Nova Parker” (em alternativa vendo-se o tempo gasto quando a mesma atingir a velocidade da luz, aí 2.000X mais rápida) e se fosso hoje da Terra a Marte demorando-se 28 dias (20 minutos), da Terra a Júpiter 61 dias (44 minutos), da Terra a Plutão 460 dias (5 horas) e dando um último saltinho da Terra ao Cinturão de Kuiper 347/637 dias (4/8 horas).

Quando para nossa tristeza e para já nada disto se confirmando, quando já há meio século o Homem esteve na LUA nunca mais lá voltando e quando ainda há pouco tempo indo-se já acumulando os anos (de atraso) nos prometerem a LUA (de novo) e muito mais além alcançando e lá se instalando, MARTE ─ nada surgindo até hoje senão viagens curtas e outras de turismo (agora na moda, tendo-se muito dinheiro), acompanhadas de muitos veículos automáticos e comandados à distância, competindo uns com os outros em vários corpos celestes e das mais diversas formas (circulando em terra ou no ar).

Quotefancy-1370529-3840x2160.jpg

Limitemo-nos, pois e para já, à nossa casa, não a entendendo, nem sequer conhecendo as portas (de entrada/saída). Pensando numa 1ª fase tendo como evolução posterior o salto para o Espaço Interestelar (2ª fase, ainda muito distante), caso nos seja acessível ─ pelo menos com este método de viagem incompatibilizando (pelo menos e para já para o Homem, mantendo-se exclusivamente e como no presente bio) Tempo e Espaço, não parecendo suscetível de tal ─ devendo-nos para já limitar às nossas expetativas médias de vida e a partir daí marcar os nossos alvos prioritários situando-se (nada de significativo se alterando, como uma forma de propulsão revolucionária colocando-nos ao lado da velocidade dos fotões ou mesmo utilizando os tão falados buracos-negros como porta de comunicação instantâneas) para já por Júpiter e regiões adjacentes (como limites).

Seguindo-se esta evolução (perdendo-nos em inúteis problemas internos, esquecendo-se a nossa sobrevivência estar sempre no exterior), mantendo-se e extremando-se a nossa mentalidade evitando o diálogo (sendo intolerante) e promovendo a confrontação (a violência na resolução das situações), nunca antes do próximo século com o Homem a dar esse passo fundamental: em 2100 com a então geração MUSK ainda a andar entretida com a reformulação da sua maquete da base a instalar no Planeta Vermelho, por lá andando e orbitando em seu redor STARMAN (ouvindo David Bowie) e o seu TESLA, talvez com alguns contentores (os tais módulos) espalhados e decorando (no meio de mais sucata) a superfície marciana de artefactos terrestres.

(imagens:  inverse.com ─ RomanRaD/Shutterstock/theconversation.com ─ quotefancy.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:29

O Não-Futuro (pelo menos para o Homem e neste cenário) do Espaço

Quinta-feira, 09.12.21

Num registo fotográfico (com umas horas), obtido no interior da ISS (Estação Espacial Internacional) e contando nada mais nada menos com a presença de 10 elementos (partilhando em conjunto um espaço tão pequeno) ─ os 7 ocupantes da ISS, 1 piloto da cápsula de transporte russa SOYUZ e um bilionário japonês ─ YUSAKU MAEZAWA e 1 seu assistente ─

yusaku2-1536x842.jpg

Acabadinhos de chegar

Descubra os 3 infiltrados na tripulação de 7 elementos da ISS

(totalizando de momento, uma multidão de 10)

 

Um retrato daquilo em que transformou a Exploração e a Conquita do Espaço ─ sendo então os EUA a potência espacial dominante, desde que a iniciativa privada norte-americana se apoderou do sector, alterando completamente o seu desígnio e a sua estratégia ─ em vez de apontar os seus objetivos para a investigação e para o conhecimento, investindo no Espaço apenas como mais um mercado, mais uma possibilidade de investimento.

Abandonando-se a Ciência (a investigação, a cultura) e dando-se como sempre prioridade à Economia (esquecendo-se dos fracassos desta, selecionando a construção da nossa memória), primeiro e como se vê começando-se pela Indústria Turística ─ como é caso desta viagem turística de 11 dias à ISS ─ e de imediato colocando-se a alternativa (já sendo mais do que uma hipótese, mas de uma verdadeira teoria e faltando apenas pô-la em prática) da Indústria Mineira.

maxresdefault.jpg

Juntando-se a esta nova Indústria Espacial c/ a agência espacial russa

─ Roscosmos ─

Colaborando na produção de um novo filme num palco em órbita da Terra

 

“I feel excited like an elementary student waiting for a school trip. I want to see the Earth from space, float in zero gravity, and see how I will change through this experience. I was blessed with this opportunity, and I’m truly happy I can go.” (Yusaku Maezawa)

E perante tanta excitação demonstrada por um adulto de 46 anos, apesar da sua passada vida ainda tendo sonhos alguns deles e dada a sua condição financeira talvez sendo possíveis de concretizar (pelo menos arrancando-se e dando-se os passos iniciais) ─ como poder dispensar um mínimo de 20/40 milhões de dólares ─

Escancarando-se ainda mais a oportunidade de abrir definitivamente as portas do Turismo Espacial, ontem ultrapassando-se a fronteira Terra/Espaço e colocando turistas em órbita, hoje levando-os a fazer uma estadia na ISS e amanhã como já previsto e planeado, inaugurando viagens Terra/Lua e regresso, com a possibilidade extra de uma descida até à superfície do nosso único satélite natural.

snapshot.jpg

Com uma nova série tipo SURVIVAL “Quem Quer ser um Astronauta”

a oferecer como prémio ao vencedor deste Reality Show

uma viagem de oito dias à ISS

 

Estado (como a russa ROSCOSMOS) e iniciativa privada (como a norte-americana SPACEX) compartilhando já o setor ─ no meio introduzindo-se outros como a ESA ─ tendo como objetivo do nosso alvo os EUA (como referência no Espaço), ficando para a NASA os pequenos investimentos/a investigação e para agências privadas como a SPACEX, os grandes investimentos, o grosso do financiamento antes atribuído em exclusivo á NASA.

Um dia suspensa a NASA ─ há exceção das idas/vindas à ISS, sem voos tripulados desde há quase meio século (fim das missões Apollo) ─ e para além do Estado (desde sempre presente), vendo-se finalmente a chegada dos Privados suscitando um despertar do nosso entusiasmo (como que estando adormecido),

snapshot 1.jpg

Com a empresa Axiom Space em conjunto c/ a NASA/SPACEX

a anunciar as suas primeiras viagens de turismo à ISS, aí permanecendo

─ custo/individuo de 55 milhões de dólares

 

Num 1º embate e perante uma chuva propagandística de promessas e de compromissos acreditando ─ oferecendo-nos a Lua, Marte, outras estrelas ─ para de seguida (2º embate), consistentemente, cada vez mais rapidamente e com os prazos a dizerem tudo (constantemente adiados) ─ e com um impacto brutal para a nossa Civilização ─

Cairmos violentamente na realidade, só que sendo a deles (que não a de 8 biliões).

E enquanto eles se divertem lá por cima (no Céu, mais perto de Deus), cá em baixo os restantes contentam-se alegremente com os carroceis (mais perto das farturas e do Diabo). Entretendo-se os norte-americanos com os alienígenas da Terra (locais, como os migrantes vindos do México, miseráveis) e dispensando os alienígenas do Espaço (distantes, desconhecidos e por controlar).

(imagens: universetoday.com ─ Первый канал/youtube.com

─ Alan Boyle/youtube.com ─ ABC News/Youtube.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:55

Sinalização de Trânsito

Segunda-feira, 06.12.21

Tentando evitar-se o colapso ─ a opção por uma única direção/sentido ─ sendo conveniente lavarmos de vez em quando a nossa cabeça, mas por dentro. Arrumando-a e criando mais algum espaço e tempo de memória e de cultura, e sendo-o só para nós.

snapshot2.jpg

UFO’S em formação sobre o Mar da China

 

Em mais um fim-de-semana monótono passado nas coordenadas geográficas 37°05′17″ N (latitude) e 8°15′01″ O (longitude) ─ nos últimos quatro dias e na região onde se integra (cerca de 467,5 mil habitantes), registando-se 17 óbitos por Covid-19 ─ e partilhando (maioritariamente em casa por causa do frio) o território com mais de 44,1 mil pessoas,

Sendo este mais um fim-de-semana igual a tantos outros, sucedendo-se habitualmente nesta época baixa (de atividade económica) da “monocultura turística Algarvia”, nada havendo que nos prendesse de algum modo a nossa atenção (nem mesmo o SLB Vs. SCP nos motivando), mais uma vez mergulhando profundamente na nossa imaginação e na interferência exterior.

Enquanto na Terra se mantém por iniciativa de quem ainda pensa deter o poder (EUA) a tentativa de confrontação direta deste, contra os por ele tendo sido imaginados e projetados como potenciais pretendentes (China e Rússia) ─ para já aumentando o nível de provocações aparentemente indiretas (servindo-se para tal de intermediários, de outros) ─

Perante as perspetivas de mais guerras, mais doenças e mais mortes, deixando-nos ainda mais cabisbaixos, abatidos, indiferentes, desesperados e sendo a última coisa a morrer, sem qualquer tipo de esperança (preparadinhos para nem sequer ser necessitar muita manipulação), ainda-por-cima sendo-se agora ainda mais sobrecarregado com a chegada desta Pandemia (confirmando-se aí muitos dos nossos limites),

snapshot.jpg

O Fenómeno

 

Perdida (ou posta de lado mais uma vez, infelizmente para a nossa sobrevivência) a nossa opção Interna ─ devendo o respetivo caminho ser aberto pelo Homem, a parte/a espécie (querendo manter-se dominante) mais interessada ─ não nos restando outra hipótese senão olhar para lá do nosso Ecossistema Terrestre e aí (para além da fonteira, separando a Terra do Espaço) tentar obter não uma resposta, mas e numa 1ª fase (mais segura/mais preventiva) uma solução:

Sabendo-se que tudo se pode replicar e que tal como acontece na nossa espécie e na Terra (o espaço que partilhamos no tempo) tudo é possível (“aleatório”) ─ abrangendo todo o espectro caos/ordem ─ até se podendo constatar lá fora (como aqui) e aí confirmando-se que “amigos, amigos, negócios à parte”.

Mas mesmo podendo esses elementos externos ser hostis (podendo utilizar-nos em seu benefício), necessitando o Homem de se Movimentar para sobreviver, nunca sendo a opção “ficar parado e esperar”, uma alternativa credível/eficaz. Daí estarmos tantas vezes com “a cabeça na Lua”, olhando para além do Céu e vendo a escuridão profunda do Espaço, “cheio de uma multidão de Estrelas”, infinitamente muito mais luminosas, misteriosas e fascinantes, do que a “capa-exterior” (iluminadas a LED) das nossas autodenominando-se “mentes-brilhantes”.

snapshot4.jpg

Não sendo UFO’S podendo ser um fenómeno ótico

 

Neste fim-de-semana e tendo origem na conturbada Ásia ─ região do globo terrestre sendo atualmente protagonista do confronto [Ocidente/EUA] Vs. [Oriente/China/Rússia] ─ a chegarem-nos relatos de um possível encontro concretizado (a 24 de novembro deste ano) sobre os mares da China (logo, perto das fronteiras com este país asiático, o mais poderoso da Ásia, uma das três grandes potencias terrestres),

Colocando à distância (sendo visíveis uns dos outros) um veículo de origem terrestre (um avião comercial) e um grupo de objetos voadores desconhecidos, eventualmente de origem extraterrestre ─ podendo até ter uma explicação natural (luz propagando-se, refletindo) ou não e sendo relatado na MUFON (mufon.com): “uma das maiores e mais antigas organizações investigativas dos Estados Unidos, sobre a questão dos UFO ou objetos voadores não identificados.” (wikipedia.org)

Mais um episódio entre tantos desconhecidos e misteriosos acompanhando-nos frequentemente e desde que existem registos na nossa ainda curta história e percurso neste planeta, aqui com um voo comercial circulando acima das nuvens a cerca de 13.000 metros de altitude a confrontar-se com o aparecimento de um grupo de 12 objetos em formação (três linhas de 4), ciclicamente com o objeto mais à esquerda (de cada formação e simultaneamente) a desaparecer aparecendo na outra extremidade à direita. Doze objetos voadores luminosos aparecendo e da mesma forma desaparecendo. À 1ª vista um espetáculo de luz (natural) ou então e ouvidas outras teorias (igualmente terrestres), uma reflexão do conflito EUA/CHINA em curso na região onde foi observado o fenómeno, o sul do Mar da China ─ expondo aí a respetiva e avançada tecnologia.

(imagens: Behind the Scenes/youtube.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:06

O Homem à Deriva, na Terra como no Espaço

Quinta-feira, 02.12.21

[E a China já reparou nisso, prestes como está de se tornar, a maior potência Espacial (ultrapassando os EUA e a Rússia).]

Artist's_Conception_of_Space_Station_Freedom_-_GPN

Exploração Espacial

Ainda se questionando, a relação custo/beneficio.

 

Tendo claramente desacelerado o objetivo do cumprimento da garantia da nossa sobrevivência (o 1º objetivo de qualquer espécie), abandonando esperemos que temporariamente a Exploração e Conquista do Espaço (tal como os Navegadores portugueses fizeram com os Oceanos) ─ há quase meio século abandonando as viagens espaciais tripuladas (missões Apollo), argumentando então questões financeiras e custos em vidas humanas (o mesmo se podendo dizer para as Guerras, sucedendo-se, intermináveis) ─ o Homem no presente e a nível planetário vive num impasse evolutivo e coletivo (nem se sequer se organizando individualmente, como se já não tivesse tempo nem espaço, desde logo, um sinal), tendo obrigatoriamente mais cedo ou mais tarde de migrar (como nómada necessitando de movimento que é, para se sentir vivo) procurando o seu futuro noutros locais, que não na Terra: no entanto, com o progressivo deslocamento de grandes e aliciantes verbas (muitas oriundas do Orçamento Público) tradicionalmente atribuídas ao Espaço, das mãos de responsáveis do Estado para as mãos da Iniciativa Privada ─ naturalmente orientando o seu objetivo prioritariamente para o lucro (lógica de qualquer empresa) e tendo os EUA como grande exemplo, sendo até há tempos atrás, o incontestado Líder Espacial ─ com as pequenas missões dos EUA (mais de investigação e de menor custo) continuando na órbita da NASA, utilizando as suas sondas espaciais automáticas e dando um ou outro salto até à ISS e por outro lado com as grandes missões criando grandes expetativas e deixando-nos continuar a sonhar com Marte, os limites do Sistema Solar, as Viagens Interestelares e Intergalácticas e até com Outros Mundos Extraterrestres e Civilizados ─ o que infelizmente parece cada vez mais não se ir concretizar, tal a “feira das vaidades” entretanto montada e com os pretendentes sendo para já poucos (à frente SPACEX/Elon Musk e BLUE ORIGIN/Jeff Bezos), parecendo no entanto muitos mais, tais os conflitos gerados (entre si) ─ limitando-se para já e depois de nos prometerem “mundos & fundos” como o regresso à LUA (já lá estaríamos), a nossa ida a MARTE (já iriamos de alguma forma a caminho) e até as Viagens Interestelares (a partir da nossa colónia marciana), a umas voltinhas em torno do nosso planeta e a umas idas e vindas entre a Terra e a ISS, estando até projetado para um futuro próximo (a curto-prazo) um programa já mais profundo e ambicioso, a repetição da viagem Terra/Lua/Terra não se sabendo ainda se com direito ou não a uma alunagem. Ambas justificando a sua mesma opção, logo na altura em que acabavam de entrar no mercado/comércio do Espaço ─ afirmando anteriormente outras direções, para concretização desse investimento ─ adiando a efetiva exploração do Espaço e dedicando-se de imediato à exploração desse novo ramo “Turístico” (amanhã antes do Homem podendo ser a Mineração) pelo mesmo “imenso espaço” oferecido. E enquanto nos passeamos pelo cume do vulcão, bastando esperar pela erupção.

0d2fee604aa4fbbf71420db9d78ab2ab.jpg

Bio Robots

Sondas von Neumann, capazes de se auto-replicarem.

 

Sobre as outras potências espaciais tendo colocado artefactos seus e astronautas (diretamente, sem intermediários) no Espaço exterior (à Terra, no mínimo orbitando-a) e só se tendo conhecimento de três ─ EUA, Rússia e China ─ já tendo falado dos EUA e do assalto da Iniciativa Privada não só à área da Exploração Espacial, como a todos os outros sectores a ela ligados possibilitando outros acessos ─ como o dinheiro do Estado, a aeronáutica, os foguetões, o poderoso Complexo Industrial-Militar ─ restando o Bloco de Leste, a Rússia com a sua grande experiência (sendo pioneira no Espaço, com Iuri Gagarin) e a China com toda a sua força e capacidade inovadora (ou não fossem 1,4 biliões, % da população da Terra) tendo acabado de colocar em funcionamento a sua nova Estação Espacial (os outros partilhando a velhinha e perto de ser descontinuada ISS), para além das suas sondas e dos seus rovers lançados e já andando noutros mundos. Restando (portanto) para além dos chineses ou dos russos ─ e ainda dos europeus por parte da Agência Espacial Europeia/ESA ─ algum tipo de iniciativa privada talvez utilizando alguns recursos públicos, que possa de alguma forma diversificar este processo de seleção (de projetos) possibilitando opções alternativas às dos grandes grupos multinacionais (estatais ou privados) mais interessados no lucro (estático) do que no conhecimento (dinâmico). Procurando-se alternativas aos transportes tradicionais recorrendo aos motores de propulsão e às fontes de energia já existentes (combustíveis líquidos, energia solar, energia nuclear, propulsores iónicos, etc.), tendo sempre em consideração as nossas expetativas médias de vida (nem cem anos), limitando sempre a operacionalidade total da missão (conjunto nave/tripulantes), podendo durar muito mais e necessitando obrigatoriamente de um comando conjunto e repartido e com presença humana: para tal devendo-se tentar refletir sobre o território a percorrer, os possíveis rumos a tomar, as ofertas aleatórias que nos vão surgindo neste nosso percurso, umas vezes imaginado outras vezes demonstrado à distância (pelas sondas automáticas), para atento observando tudo e nada deixando escapar ─ desde aquilo que provavelmente esperaríamos ver, até aquilo de que suspeitávamos, mas não nos deixavam continuar a interiorizar/adquirir ─ encontrarmos pontos do Espaço podendo ser mais do que referências astronómico-geológicas dessa região (indicando-nos a sua idade, composição, densidade, expansão/retração, habitabilidade, etc.), podendo ser para além disso “portas de comunicação” instantâneas. Num momento estando-se aqui, sem se notar de repente, estando-se acolá, como se pertencêssemos ao “mundo-do-lavatório” (uma região-do-Espaço) e repentinamente fossemos envolvidos por um redemoinho vertiginoso e atirados em direção do ralo-de-escape (do buraco-negro), entrando nele e de imediato ─ saindo do outro lado ─ entrando perplexos (pelo inesperado) noutro mundo. Se pensarmos então (acreditando na sua existência e neste Universo Infinito, não acreditando sermos únicos) em seres vivos Extraterrestres, tendo-se que reconhecer que vindo eles frequentemente até cá (pelos vistos desde há muito tempo) e possivelmente de outras regiões do Espaço Interestelar (a mais próxima estrela estando a mais de 4 anos-luz de distância), certamente que fazendo as suas viagens noutras condições que não as nossas, limitados pelo tempo (nem 100 anos, não existindo para já um método eficaz de hibernação) e pela velocidade (quando muito conseguindo-se, uns 10% da velocidade da luz).

xenobots-roboscelulassapo-2.jpg

Xenobots

Os robots Pac-Man reproduzindo-se a solo.

 

Num nave atingindo uma V=30.000Km/s demorando-se mesmo assim (se fosse às distâncias de hoje), 4,5 horas a chegar a Marte, 7 horas a chegar a Júpiter, mais de 1,5 dias a chegar a Neptuno e mais de 15 anos para se ter a certeza (ultrapassados os limites do Sistema Solar, a região influenciada pelo Sol) de que se entrou no Espaço Extrassolar: tratando-se de uma viagem entre o Sol e a estrela mais próxima dele (feita a V=30.000Km/s) ─ estrela Proxima Centauri (a 4,2 anos-luz de distância) ─ então passando-se a outros valores, superiores a 40 anos (para o Homem e sendo a estrela vizinha, uma enormidade). Mas que raio de tecnologia utilizarão os ET, que mesmo podendo ser revertida (não dizem que já apanharam naves deles?) não estando ao alcance do Homem? Seremos ainda assim tão primitivos ou estaremos nós à espera da próxima intervenção (externa), induzindo-nos (tal como se faz num aviário criando frangos, concretizando-se o destino, maioritariamente para churrasco) um pouco mais de conhecimento ajudando-nos na nossa evolução ─ há anos parecendo estar suspensa e agora sendo comprovada com a chegada de um vírus, paralisando todo um planeta e mesmo assim deixando-nos indiferentes. E tentando fintar o destino e a opinião reinante na praça com um grupo de cientistas mesmo não podendo estar presencialmente em cima do acontecimento (podendo este passar-se a muitos anos-luz de nós) e condicionado pela tecnologia limitada posta à sua disposição, apoiando-se no aparecimento de uma nova geração de computadores (designados como bio robots) capazes de se auto-replicarem (sem necessidade de intervenção humana), utilizar a ideia para os lançar em missões no Espaço (em todas as direções e em todas as distâncias) aprendendo evoluindo e adaptando-se, sem as restrições imposta aos humanos: os XENOBOTS capazes de se adaptar, evoluir e replicar bebés, indefinidamente (o bio robot superando-nos). Bio robots espalhando-se pelo Universo enquanto vão aprendendo, deixando para trás a sua máquina-criadora, “esperando aleatoriamente pelo seu regresso” ─ assim pensando a Máquina, não o Homem. E se hoje Elon Musk lança um carro para o Espaço (da sua marca), tripulado por um boneco (talvez um insuflável), dirigindo-se para Marte, mas nunca na realidade o tocando, porque não amanhã do meu quintal em vez de lançar um drone para atingir um terrorista matando em sua vez (e como dano colateral, como se se tratassem de objetos) uma mão cheia de inocentes, lançar em sua substituição para o céu e até como sinal de Paz (e como se fossem foguetes)  milhares e milhares de XENOBOTS provocando certamente no Espaço e nas suas profundezas (escuras) um grande “fogo-de-artifício”. E utilizando-se células estaminais de sapo na produção destes Xenobots, regressando-se ao Espaço, ultrapassando-se antigas fronteiras.

(imagens: interestingengineering.com ─ pinterest.com ─ g1.globo.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:16

Tal como antes com os Oceanos, o nosso futuro está no Espaço. Porque esperam?

Segunda-feira, 29.11.21

Podendo os Navegadores (e pioneiros) serem originários de qualquer lado (do Espaço), sendo naturalmente retribuídos (de alguma forma) pelas suas descobertas (em produtos e/ou animais). E sendo bons (seja lá o que isso for apontando para um lado ou para o outro, mas nunca ficando no meio) ou então maus ─ como colonizadores, opressores, exploradores, predadores: a presa doméstica ou selvagem, podendo incluir-nos.

p02bnmhk.jpg

This message was taken into the stars by Pioneer ─

but we have no idea if aliens would be able to understand it (Nasa)

 

“How would we give aliens directions to Earth?”

(livescience.com)

 

Em função da oferta de mais um fim-de-semana popular e não havendo como de costume nada de novo para fazer (sendo fim-de-semana, não se tendo com que se empregar) ─ ter no mínimo um passatempo disponível, como acesso mais rápido até à morte ─ surgindo sempre aquela pergunta fundamental para quem o tempo escasseia (cada dia que passa, sendo menos um), o território é curto (veja-se o intensificar de migrações) e a esperança é a última coisa a morrer (apesar do desespero), de quem ou do quê é que ainda nos poderá salvar: certamente tendo que existir inicialmente algum tipo de comunicação, prioritariamente próxima (facilitando o contacto) e não se atingindo o objetivo, então afastada (dificultando o processo, podendo haver problemas de interpretação).

Neste planeta com mais de 4,5 biliões de anos, perto de 8 biliões de seres vivos, mais de duas centenas de estados/outros territórios independentes/autónomos, girando tranquilamente em redor da sua estrela (o Sol) ─  numa zona habitável deste Sistema Planetário (Sistema Solar) ─ e tendo ao contrário do que até hoje se sabe (noutro ponto qualquer do Espaço) um elemento exclusivo que em mais nenhum local por perto se encontra ─ neste pequeno Ponto Azul existindo Vida inteligente e organizada, uma Civilização ─ não sendo tais fatores incluídos na decisão a tomar por quem detiver o poder (dando primazia ao Planeta/preservação do seu ecossistema, ao Homem /acesso ao Trabalho e à Saúde, à Vida/respeitando os objetivos COP), nunca a solução-final podendo vir de dentro (do interior, da Terra, dos terrestres) restando apenas a hipótese externa: os Extraterrestres.

p02bn41n.jpg

The aliens in Independence Day (1996)

did not come in peace (20th Century Fox)

 

As we continue to explore our solar system, we’re finding that the list of habitable niches is long and diverse. Worlds such as Mars or Jupiter’s icy moon Europa could host microbial life, and even the toxic clouds above Venus could possibly harbor lifeforms.

(nationalgeographic.com)

 

E não nos saindo o Euromilhões na Terra, podendo a “Bazuca” vir do Espaço.

Com a anteriormente e ainda não colocada “pergunta” fundamental ─ tendo-se já dado anteriormente um tipo de justificação para tal (sentirmo-nos perdidos e abandonados internamente) ─ a ser de imediato e como citado (atrás) o da Comunicação e com a mesma a questionar: como indicar aos extraterrestres a direção da Terra? Um problema de resolução algo complicada dado não só depender da nossa capacidade de transmitir o nosso sinal (oriundo da Terra) a grandes distâncias (atingindo outas estrelas), como por poder colocar a nossa segurança em causa (de todo o planeta, da espécie humana), dependendo das intenções de quem estiver do outro lado, do “Lado Escuro do Espaço”.

p02bn3xr.jpg

The golden discs aboard the Voyager spacecraft

require aliens to understand how to play a record (Nasa)

 

De momento para se comunicar, para além do método do envio direto através da utilização de algum tipo de veículo voador espacial, indo de uma mensagem enviada numa “garrafa de vidro” até uma sonda como as Pioneer (num processo extremamente demorado), tendo-se sempre a hipótese (para além da emissão de fortes ondas de rádio) da emissão de fortes ondas de radiação eletromagnética ─ a Luz deslocando-se a 300.000Km/s e demorando pouco mais de oito minutos para percorrer 150 milhões de Km (1UA). Alternativa a estas só vindo dos extraterrestres. Um dia recebendo sinais e provas da nossa existência, talvez no dia seguinte a nos terem visitado, controlado e realizado a respetiva manutenção: recebendo pela 1ª vez uma comunicação enviada pela sua criação.

The point people miss is that it’s too late to hide. If they are on their waythen it’s to our advantage to engage them and show them we make better conversation partners than lungh.

(inverse.com)

(legendas/imagens: bbc.com/nasa.gov/20th Century Fox)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:38

Se não forem russos, então serão chineses

Quarta-feira, 17.11.21

“Mas para além da opção terrestre, ainda não se devendo descartar a opção extraterrestre.”

SGV5iwPZq64qoAN38UEeNR-970-80.jpg

ISS em Estado de Alerta

Resultado da inexperiência e da imprudência dos russos

(como será outro dia dos chineses) podendo ter obliterado a ISS

 

Não querendo defender nenhum deles utilizando prioritariamente a TERRA e o ESPAÇO unicamente na defesa dos seus interesses (tudo o resto vindo depois) ─ referindo-nos obviamente aqui às únicas potências globais os EUA (Bloco Ocidental e do Bem), a CHINA e a RÚSSIA (Bloco Oriental e do Mal) ─ sendo curioso que sempre que algo de dúbio acontece podendo ser estrategicamente utilizado pela outra parte, sistematicamente e habitando-se o lado Ocidental (EUA, Europa e outros satélites e aliados) a culpa é sempre do lado Oriental:

Umas vezes destacando-se o papel dos russos outras vezes dos chineses outras vezes de ambos e muitas vezes utilizando mesmo os seus territórios satélites e aliados (como a Coreia do Norte e o Irão).

E depois destes factos ficarem mais uma vez comprovados com a realização da Conferência Contra as Alterações Climáticas (COP26) em Glasgow (Escócia), nada de positivo de lá saindo nem sequer a (prometida) manutenção da temperatura média global do planeta ─ mantendo-se a utilização dos combustíveis fósseis (e os mesmos processos de produção na indústria automóvel), reiniciando-se a construção de novas centrais nucleares (pelos vistos já não sendo poluentes) e ignorando a jovem Greta (símbolo da COP25, deixando-a no exterior) e em sua substituição colocando lá (no interior da COP26) a boneca Amal ─ deixando a Terra (a defesa do seu Ecossistema) e virando-nos para o ESPAÇO surgindo-nos agora o problema crescente da poluição invadindo o espaço exterior e adjacente  à TERRA, com cada vez mais sucata-voadora (componentes de foguetões, naves, satélites, etc.) orbitando nas proximidades do nosso planeta e como que começando a envolve-lo:

Um dia ou descaindo na sua órbita, entrando na atmosfera, desintegrando-se e podendo mesmo impactar a Terra, ou então ficando-se lá por cima podendo colidir ou ser atingido (por exemplo por um míssil), provocando (por mais que se o tente evitar) uma miríade de fragmentos (de diferentes dimensões) podendo atingir outros veículos espaciais em órbita, um deles podendo ser a Estação Espacial Internacional (ISS) por sinal com astronautas a bordo (por lá andando igualmente a nova Estação Espacial Chinesa (TIANGONG-3).

Russia's missile test could have easily obliterated the International Space Station.

Blasted a Kosmos spy satellite into more than 1,500 pieces of space debris.

(Brandon Specktor/livescience.com/17.11.2021)

Neste Mundo tripolar onde metade da Terra não existe (uma parte, retratado no Hemisfério Sul, pobre e pouco desenvolvido) e a outra metade se digladia (duas partes, o Hemisfério Norte rico e desenvolvido, colocando em luta o lado Ocidental contra o lado Oriental) ─ vivendo-se de um lado, o outro sendo o lado inimigo (e não se aceitando territórios neutros) ─ a culpa sendo invariavelmente dos outros da responsabilidade dos “suspeitos do costume” (como se fossem doutores na área para além de certificados):

Vivendo-se do lado dos católico-romanos a culpa sendo sem dúvida (entre outros do lado de lá) dos pagãos, dos mouros, dos pretos ou então dos amarelos, para a salvação da Europa necessitando-se dos poderosos norte-americanos tanto na Terra como (como se vê) no Espaço ─ nem que seja dando-lhes uma vantagem (sobre os outros) tornando-os e em exclusividade, inimputáveis;

static.politico.com.jpg

A Guerra das Estrelas

Com a Guerra no Espaço a caminho (adversários possíveis, chineses, russos, alienígenas)

e com os EUA não estando preparados (para os combater)

 

E vivendo-se numa Sociedade mergulhada em paralisia (nada se passando, ficando tudo na mesma), sendo para os intolerantes e situacionistas (e suas ambições estáticas) uma vantagem tremenda.

Os outros (8 biliões) que trabalhem, enquanto uns poucos enriquecem (umas centenas) e algo correndo mal, de um lado tendo-se a Rússia e do outro tendo-se a China.

Aqui e neste momento sendo a vez da Rússia (algo mal que o russo fez/com toda a sua negatividade e que o norte-americano até por experiência pessoal, bem conhece/sob uma perspetiva positiva):

Na passada terça-feira (16.11) com os russos a realizarem um teste tendo como objetivo destruir um satélite seu já desativado (em princípio e segundo o ocidente de espionagem), atingindo-o e desintegrando-o em centenas de pequenos fragmentos (dizem que mais de 1.500), posteriormente (e como é óbvio) lançados em todas as direções.

Podendo mesmo que respeitando todas as regras e normas de segurança ─ e isso aplicando-se a todos os prevaricadores dos quais os maiores são o EUA, a Rússia e a China ─ atingir outros veículos espaciais incluindo as Estações Espaciais, aqui a grande preocupação sendo a ISS (no presente com 4 astronautas norte-americanos, 2 russos e 1 alemão).

Lançando fragmentos a mais de 28.000Km/h podendo atingir a Terra e perfurar a ISS e juntando-se à “sucata espacial” acumulando-se à volta da Terra desde há 60 anos (mais de 27.000 fragmentos).

Sabendo-se que a ISS já teve de fazer umas 25 alterações de curso devido ao perigo de colisão com objetos deste tipo (fragmentos) e que o procedimento dos três é comum/semelhante na concretização de missões como o da destruição de satélites (fazendo todos o mesmo, logo não sendo hipócrita, não podendo apontar o outro), sabendo-se que já outros países estão na mesma linha (negativa) e bem ativos, tendo-se desde logo de apontar a nós antes de podermos apontar para os outros, o contrário sendo inconsequente.

Só se em vez da solução, para convencer (autoconvencer) procurarmos inimigos e esses só podendo ser, do “outro lado da Terra”.

Afinal de contas, temos algum “preconceito racial”, somos ou não “racistas”?

“Racismo é a discriminação social baseada na falsa ideia de que a espécie humana é dividida em raças e que uma é superior às outras. Trata-se de uma atitude depreciativa e discriminatória não baseada em critérios científicos. O preconceito racial está relacionado com outros tipos de preconceito, como homofobia e xenofobia, ou comportamentos violentos, como o bullying.” (significados.com.br/racismo)

(imagens:  Matthias Kulka/Getty Images/livescience.com ─ Getty/iStock/politico.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:41