Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

09
Mar 14

“Quando uma ilegalidade atinge um estatuto legal de que é que poderemos estar à espera? Certas coisas nem dão para acreditar só mesmo em sociedades subvertidas.”

 

Governo quer discutir corte nas indemnizações dos despedimentos ilegais

(ou seja recompensar a ilegalidade e o crime)

 

Nojo de quem nos governa actuando em nosso nome e baseando todos os seus actos em crimes e mentiras como uma associação criminosa

 

Quando para se manter a legalidade democrática – a liberdade e igualdade de direitos e deveres para todos, rigorosa, implacável e especialmente dirigida para quem nos jurou representar – se introduz como uma das suas componentes legais uma outra extraordinária e inacreditável por exterior e ilegal – contra a qual lutamos uma vida inteira, acreditando na justiça igual para todos – está tudo dito: a quadrilha perdeu definitivamente a já pouca-vergonha que ainda tinha e a incomodava – gritando agora entusiasmada e em delírio com as suas perspectivas pessoais futuras – contando ainda com o apoio garantido dos predadores económicos e das suas teorias parasitárias: e com a sua estratégia dirigida e suportada pela morte.

 

E já agora tenham pena:

- Dos ladrões;

- Dos assassinos;

- Dos pedófilos;

- Dos traficantes;

- Dos nazis;

- Dos aldrabões;

- Dos vigaristas;

- E de todos os outros sujeitos brilhantes, superiores, queridos e incompreendidos, agora tão atacados apenas por nos quererem transformar a todos em objectos ocos, sem movimento, acéfalos.

 

No fundo parece que temos de compreender que só quando escolhermos os maus, teremos algumas hipóteses de nos salvar. É que os ditos bons são os tiranos que os escolhem, deles fazendo a história que mais tarde engolimos. Já nem para limpar o cu deles servimos!

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

28
Mar 12

O Presente

 

Mente Brilhante analisando o estado de Portugal

 

O Ausente

 

O elevado estatuto do trabalhador em Portugal

 

A Hierarquia

  

 

Como o vinho de Portugal o pobre só ganha depósito

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:57

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