Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

07
Set 19

[O Sol, ao longo-do-seu-prazo:

ainda a uns 10 biliões de anos,

de se tornar uma White Dwarf.]

 

solar_evolution-dlh.png

Evolução do Sol

(desde a sua transformação duma Nuvem Estelar numa Anã-Amarela,

passando a Gigante-Vermelha antes de concluir o seu ciclo como, Anã-Branca)

 

Tendo aparecido há cerca de 4,5 biliões de anos (a partir de uma nuvem interestelar, permitindo formar H₂) e no presente tendo a forma e o conteúdo que nos apresenta (um Sistema Planetário centrado numa estrela o SOL, composto maioritariamente por H/pouco mais de 73% e He/quase 25%) – isto depois de muitas e sucessivas transformações ao longo da sua História Geológica (e Eletromagnética) e sendo o Sol apenas uma das mais de 110 biliões de estrelas existentes na VIA LÁCTEA (galáxia onde está integrado o Sistema Solar) – e sabendo-se que neste longo período de tempo e orbitando a cerca de 25.000 anos-luz do seu centro (da Via Láctea), tendo-o feito repetidamente em cada 250 milhões de anos – significando uma data de órbitas (umas 18) já realizadas pelo Sistema em torno do centro da sua Galáxia (um “Ano Cósmico”), percorrendo noutros Tempos outros Espaços (certamente) nunca antes percorridos – o Sol (uma estrala anã-amarela de classe espectral G2V) ainda na concretização da sua Sequência Principal (convertendo átomos de hidrogénio em hélio) e aproximadamente a metade da mesma (podendo durar ainda uns 4/5 biliões de anos, possivelmente com mais uns 1/2 biliões a acrescentar) chegará inevitavelmente ao momento em que o hidrogénio se esgotará, transformando-se então numa Gigante-Vermelha: aumentando brutalmente de tamanho e na sua expansão extraordinária  (segundo os últimos estudos científicos) acabando no decorrer do processo por engolir a Terra” e talvez mesmo atingindo Marte.

 

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Nebulosa Planetária NGC 6397

(observada pelo Hubble a 10.000 anos-luz de distância e daqui a 10.000 anos com o gás envolvendo-a dispersando, desaparecendo e aí restando a estrela Anã-Branca)

 

Um Evento que atravessará no futuro o nosso Sistema (como já terá ocorrido com outras estrelas vistas isoladamente ou em agrupamentos) − com o Sol contraindo-se inicialmente, aumentando de luminosidade (nos seus momentos finais entre 5.000/10.000X), para finalmente se expandir como uma estrela Gigante-Vermelha (no mínimo engolindo Mercúrio e Vénus, ficando às portas da Terra, hoje a uns míseros 150.000.000Km do Sol) – agora exemplificado (por um grupo de astrónomos) utilizando-se um fenómeno semelhante ocorrido na nebulosa planetária NGC 5307, localizada a 10.000 anos-luz de distância: algo de parecido com o que acontecerá ao Sol quando estiver próximo do fim do seu ciclo de vida, esperando-se que os terrestres (e  para sua salvaguarda e preservação) já estejam no mínimo para lá de Marte, em Júpiter ou numa das suas luas (“com água”) – sendo o Ideal que no decurso do tempo (destes biliões de anos que se seguem) e existindo ainda o Homem, sejamos já “Intergalácticos”. Dentro de uns 10 biliões de anos com o Sol a ser uma Anã-Branca (o resto” do que já fora antes). No caso de NGC 5307 – um cenário muito semelhante em que o nosso Sol se transformará/integrará, (1) passada a fase de Gigante-Vermelha, (2) atravessada a fase de Nebulosa Planetária e (3) antes de se transformar em Anã-Branca – e observando-o (a partir do telescópio espacial HUBBLE) na sua fase (2), levando-nos à investigação e á descoberta do seu passado e por associação ao conhecimento do que poderá ser o Sol e o seu Sistema (Solar) a longo-prazo: olhando-se para o Passado (para o Céu cheio de espaço e de Estrelas, cronologicamente distribuídas no tempo) descortinando-se e finalmente descobrindo-se o Futuro do Sol, da Terra e o Nosso.

 

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Space X de Elon Musk

(tendo como um dos seus objetivos iniciar a construção da uma base em Marte,

seguindo-se uma cidade e até o início de uma nova Civilização)

 

Numa altura em que no planeta Terra a maior Potência Global (os EUA) dando mais um exemplo, provavelmente negativo” se descarta do seu investimento (público, governamental) na área da Exploração Espacial (habitual, mas desde há alguns anos, já em claro desinvestimento), entregando o sector mais importante e estratégico − os voos tripulados, a Conquista da Nova Fronteira, o domínio do Espaço – ao sector Privado (Space X, Virgin Galactis, Blue Origin) e deixando para a NASA a investigação e os pequenos projetos (menos dispendiosos) como os das sondas automáticas (como tal não tripuladas, quando muito equipadas c/ Rovers), os dos telescópios (na Terra ou no Espaço) e até a ISS (no Espaço próximo, orbitando a Terra a uns 400Km e enquanto durar). Para já com a NASA tendo como um dos seus objetivos de missão relevante e certo (e com muito menor investimento se comparada a missão, com a reedição do “Homem na Lua”) a exploração de três das Luas de Galileu (podendo conter água no seu subsolo) − EUROPA, GANIMEDES e CALISTO amanhã podendo ser entrepostos das primeiras Viagens Interestelares – ficando para as empresas privadas (muitas delas senão todas, fortemente apoiadas/subsidiadas pelo Estado, c/ verbas antes dirigidas, para a agência espacial governamental, a NASA) o grande filão a explorar das Viagens Tripuladas, conquistando-se Mundos (e todas as suas riquezas minerais), dominando-se o Sistema (controlando-se os Meios e as Vias de comunicação) e aí sendo seu − Todo o Universo à Vista −  partindo-se para mais longe procurando o infinito, o impossível e a imortalidade: e mesmo não o conseguindo, ficando-se RICO (ficando os outros na Terra à espera). Muito em breve e certamente − confirmada a ideia de Elon Musk (Reconstrução de um Planeta) nunca conseguida na Terra (sabendo o Homem, apenas destruí-la) − com toda a elite terrestre, tentando reservar o seu lote no melhor lugar de Marte (à frente estando a SPACE X, empresa espacial – transportes/habitação/mineração/indústria/turística/etc. − de ELON MUSK).

 

(imagens: kishukishan.wordpress.com − NASA/ESA/Hubble – spacex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:35

27
Mai 17

Não com uma extraordinária explosão (como é mais usual nestes casos) mas aqui com uma implosão deixando no seu lugar um buraco negro (provavelmente o destino de qualquer estrela maciça) ‒ desintegrando-se (devido às intensas forças em presença) e afundando-se sob si própria num determinado ponto do Espaço (reocupando-o ou redefinindo esse espaço e os seus moldes de utilização), antes talvez de existência agora de comunicação (e de equilíbrio como se estivéssemos a falar de vasos comunicantes). E de Mundos Paralelos.

 

NGC_6946.jpg

A Galáxia em espiral NGC 6946

(ou galáxia Fogo-de-Artifício dado o nº elevado de Supernovas aí detetadas)

 

Na cronologia histórica da estrela-gigante N6946-BH1, sendo visível na primeira imagem dois momentos marcantes e finais de uma das etapas da sua evolução, inserindo forçosamente o parâmetro Tempo para descrever a transformação registada no respetivo Espaço: com a estrela a desaparecer (num determinado espaço de tempo) dando origem a um buraco negro (num determinado tempo do espaço). E conjugando estes aspetos (dois e como que se anulando por simetria) e adaptando-os à visão do Mundo (exclusivamente nossa e como tal homocêntrica), sendo postos perante um quadro de esquecimento (como unidade independente e diferenciada que fora) e de Morte (concluída essa diferenciação e reintegrando-se no coletivo).

 

PIA21467.jpg

O desaparecimento por implosão de uma estrela-gigante

(no seu lugar aparecendo um buraco-negro por ela criado e no final engolindo-a)

 

No espaço de tempo de apenas oito anos (a nível cósmico um valor desprezável e praticamente igual a zero) com uma estrela-gigante a implodir, desaparecendo visualmente das suas coordenadas (como o comprova o telescópio Hubble) e sendo provavelmente substituída por mais um buraco negro (num espaço anteriormente emitindo luz e agora absorvendo-a toda): apresentando uma massa cerca de 25 X Sol, em 2007 observada como a vemos na primeira imagem à esquerda, repentinamente tornando-se imensamente brilhante (2009) e assim se mantendo durante vários meses (1 milhão de X mais brilhante que o Sol) e finalmente começando a perder todo o seu brilho desvanecendo, acabando por desaparecer completamente (como estrela que fora) ‒ como se comprova na primeira imagem (à direita) referida a 2015.

 

PIA21466.jpg

A fase final de uma estrela-gigante e maciça

(implodindo e desaparecendo no interior do buraco por si criado)

 

Numa explosão que não resultando numa Supernova (como acontece com muitas destas estrelas ao atingirem o seu limite de idade) resultou no total desaparecimento desse monstro estelar (se comparado com o nosso Sol), praticamente nada restando no local como o confirmaram dados posteriormente aí recolhidos: com uma reduzida luz infravermelha a ser aí detetada, talvez resultando de alguns fragmentos da mesma antes de serem engolidos e desaparecerem (integralmente) no interior de um buraco negro (engolindo num redemoinho irresistível tudo o que possa significar luz e energia, como o buraco de escoamento de um simples lavatório). E com o buraco negro responsável (criado pela implosão da estrela-gigante) a estar localizado na galáxia NGC 6946 a 22 anos-luz de distância de nós.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:28

04
Fev 17

De todas as Estrelas até hoje descobertas

 

Estrela R136a1

 

star-cluster-R136-R136a1-e1485722804140.jpg

O Cluster (conjunto de estrelas) R136 (a infravermelho) com a estrela a1 ao centro

 

Fiquei hoje a saber a partir do Site EARTHSKY (earthsky.org), que a estrela mais pesada até agora descoberta, tem como código de identificação a referência R136a1: um monstro com uma massa 265 x maior que a massa do Sol. E por acaso muito mais pesada do que o que seria de esperar (e para os cientistas o dobro do que achariam possível).

 

M de R136a1 = 265 X M do Sol

(uma estrela supermaciça evoluindo rapidamente, vivendo pouco tempo e morrendo violentamente – em explosivas Supernova)

 

Com esta estrela Supermaciça a estar localizada na Grande Nuvem de Magalhães (a cerca de 160.000 anos-luz de distância do Sol), atingindo à sua superfície temperaturas superiores a 55.000⁰C e sendo a mais luminosa de entre todas as conhecidas: apenas 7 milhões de vezes mais luminosa que o Sol.

 

Estrela UY Scuti

 

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Dimensão – Uma estrela anã-vermelha, o Sol, uma estrela tipo B e o monstro R136a1

 

Já que no que toca à estrela com maior dimensão até agora descoberta, com a mesma a ser identificada pela referencia UY Scuti, tendo uma massa apenas 30 X maior que a do Sol. E no entanto tendo apenas 1/9 da massa do monstro anterior, sendo um outro monstro mas agora em dimensão: 1700 X maior que o Sol.

 

D de UY Scuti = 1700 X D do Sol

(uma estrela de dimensões monstruosas em que o tamanho não condiz com a sua massa – mas no entanto extremamente brilhantes)

 

Com esta estrela sendo a maior de todas (mas como se viu não sendo a mais brilhante) a estar muito mais próxima a somente 9.500 anos-luz do Sol. Imaginando e compreendo a sua verdadeira dimensão (8 AU ou 1.200.000.000Km) bastando visualizá-la inserida no nosso Sistema Solar e entender que o limite da sua superfície se estenderia para além da órbita do distante planeta Júpiter.

 

(dados e imagens retirados de: Deborah Byrd em EarthSky)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:39

31
Ago 16

Sempre e Sempre os Fora da Terra Presentes

(num rumo inevitável de credibilização)

 

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Registo de um UFO

África do Sul, 17.07.56

(Elizabeth Klarer/Michael HessemanN

 

O que se torna bastante estranho em certas notícias que vão chegando em determinados momentos ao público em geral (no presente), é que noutro espaço e noutro tempo igualmente reais essas mesmas notícias já terão sido anteriormente relatadas (no passado), mas devido ao contexto e ao interesse particular de alguns (como agentes internos ou externos) sem que ninguém as credibilizasse (e pelo ridículo muito menos reivindicasse).

 

Pelo que a descrição de acontecimentos inacreditáveis e nunca vistos ainda-por-cima envolvendo uma aparente intervenção de uma civilização extraterrestre muito mais avançada do que a nossa, além de ser um valente soco no estômago na nossa crença ideológico-religiosa da exclusividade Humana (com o Homem no centro do Universo – uma refeita teoria geocentrista substituindo a Terra pela sua espécie dominante – replicando-se futuramente até ao Infinito), poderia pôr em causa a Estrutura confrontando-a com outros desejos de futuro.

 

E provocando um apagão de graves consequências: sabendo-se como o Fantástico e o Imaginário (e o seu Maravilhoso Movimento) têm sido esmagados pela mais brutal Ilusão (não evolutiva, estática e mortal por temporal).

 

Simplificando: entre a continuidade da linha de controlo e usufruto ideológico (de alguns) baseado na simples replicação de modelos mentais redutores (de biliões) e a alternativa por uma outra linha mesmo que consentida (no fundo todos os regimes aceitam de um modo ou do outro a existência da oposição, por óbvia necessidade de sobrevivência) e por mínimo de diversidade que apresentasse (a caraterística superficial de muitos mas de que outros subterraneamente se aproveitam) é fácil de se aceitar a solução pela continuidade.

 

Como é o caso.

 

proxima-centauri-b-landscape-ANNOTATED.jpg

Ilustração de Terra B

Numa viagem interminável de milhares de anos

(ESO/M. Kornmesser/space.com)

 

Agora (ano de 2016) em que numa estrela anã-vermelha distando mais de 4 anos-luz da nossa Terra, os cientistas afirmam ter descoberto orbitando essa estrela pertencendo a um sistema estelar triplo (incluindo as estrelas Alpha Centauri A e B), um planeta muito semelhante ao nosso e provavelmente proporcionando condições de habitabilidade (pela sua posição/dimensão/massa/exposição relativamente à estrela).

 

Sugerindo-nos que um dia no futuro ocorreria um contacto de colonização (atingindo a Terra B) ou até mesmo de intercâmbio (quem sabe, tudo é possível): para já impraticável pela distância em causa.

 

Ou será mesmo assim?

 

Isto porque já nos meados do século passado (há 60 anos e como se estivéssemos inseridos num cenário de ficção-científica incluindo UFO’s e Alienígenas), a sul-africana Elisabeth Klarer se referia à existência deste sistema estelar integrando o conjunto triplo da brilhante estrela Alpha Centauri, adicionando ao seu conhecimento para o seu tempo bastante estranho e por essa razão muito pouco credível (por falta de apresentação de fontes e de factos) a presença de (pelo menos) um planeta orbitando essa estrela e habitado por uma civilização mais avançada do que a nossa e no entanto humanoide: o nosso planeta irmão AKON.

 

Afirmando-se conhecedora por presença direta (em Akon) e utilizando como transporte tecnologia de salto (utilizando a luz e as suas características eletromagnéticas para decompor o tempo anulando-o e tornando o deslocamento da matéria instantânea).

 

Naturalmente aplaudida (de início e apenas como artista) e de seguida desacreditada (estrategicamente arquivada).

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:42

28
Jul 16

Uma estrela Anã-Branca atacando brutalmente uma outra Anã-Vermelha

(precisamente o que poderia dizer uma criança, ao presenciar os pais num mero ato sexual)

 

“Um grupo de astrónomos amadores (alemães, belgas e ingleses), especialistas na procura e descoberta de novas e distantes estrelas (localizadas nos confins do Espaço Exterior), descobriram (no ano passado) num Sistema localizado a cerca de 380 anos-luz de distância da Terra (AR Scorpii), um estranho e extraordinário fenómeno de interação entre duas estrelas vizinhas: com uma das estrelas (uma anã-branca) a atingir a outra estrela (uma anã-vermelha) com um bombardeamento dirigido de ondas de rádio e ultravioletas.”

 

Todos os esquemas reprodutivos fazem parte da Evolução

(em interações replicadas como a dum sistema binário – tipo óvulo/espermatozoide)

 

canvas2.jpgcanvas1.jpg

Uma interação de proporções cósmicas entre duas estrelas constituindo um sistema binário (uma anã-vermelha e uma anã-branca)

Na qual a anã-branca acelera os seus eletrões para velocidades de tal forma elevadas como extremamente energéticas

(superando a velocidade da luz de 300.000Km/s)

De tal forma que a mesma estrela acaba por libertar e por dirigir essas partículas de alta energia para a estrela mais próxima

A anã-vermelha sua vizinha

 

No mundo completamente caótico em que atualmente se vive, em que a espécie inteligente e dominante deixou degradar ininterruptamente a sua IMAGEM, subalternizando-a de uma forma irreversível face ao puro valor de mercado do OBJETO, começa a tornar-se banal que face à perda de valores que física e psiquicamente constituem o SUJEITO, todo e qualquer tipo de fenómeno (por mais infinitamente grande ou pequeno que seja) que agora testemunhemos, será sempre desprezado (por não ser de consumo imediato), arquivado e esquecido (até porque na produção de mais-valia já são carga excedentária).

 

O que significa que vivemos hoje em dia numa etapa evolutiva da nossa Civilização em que o valor do HOMEM é cada vez menor (tendendo matematicamente para Zero), tendo como consequência trágica (talvez mesmo ao nível de Extinção) a desvalorização e a descredibilização de imediato de todas as estruturas em que a sua organização sempre assentou e que lhe permitiu desde o seu aparecimento adaptar-se e sobreviver – sempre em grupo e em Sociedade. Um Mundo presente (no tempo e no espaço) que já hoje nos sugere (se ainda existirmos) projetando-se no futuro (provavelmente com a nossa presença mas como subespécie), a sobreposição objetiva do caos sobre a subjetividade da ordem.

 

Como se o CAOS e a ORDEM não constituíssem um todo de MATÉRIA e de ENERGIA, onde ainda cabe a VIDA traduzida em MOVIMENTO. Com os nossos órgãos dos sentidos a serem os únicos a poderem afirmar o que é e o que não é (objeto ou sujeito) e a poderem-se surpreender (a surpresa é memorizável/memorável) com todas as perceções e com a compreensão do MUNDO: integrados num veículo único biológico e inteligente (e sem outro conhecido mas talvez noutro local projetado), capaz de se organizar (proteger/sobreviver), experimentar (copiar/repetir) e finalmente fazer (ou seja replicar, no ato aprender e mais tarde evoluir).

 

“Da mesma forma que a permanente interação entre Humanos se transforma na única razão válida pelo qual ainda evoluímos e nos mantemos vivos (desde que simultaneamente preservemos o meio ambiente fechado que nos rodeia e sustenta – a Terra e a Natureza), tudo o resto que nos rodeia e constitui o nosso Mundo, se transforma no fim e na sua simples essência, numa réplica do (mesmo) Evento mas em escalas diferentes. Num Universo Infinito coexistindo com outros.”

 

Neste fenómeno extraordinário incluindo dois colossos (duas estrelas constituindo um sistema binário) com a BRANCA a bombardear por impulsos e a espaços a VERMELHA com um jato brutal de radiações. Um caso registado pelos telescópios do observatório ESO (num estudo da responsabilidade da Universidade de Warwick/Inglaterra), mostrando como uma estrela rodando a grande velocidade e aproximadamente com o tamanho da Terra, é capaz de bombardear duma forma direta e como que dirigida (com raios extremamente intensos e radioativos) uma outra estrela localizada nas proximidades da sua órbita.

 

De tudo isto se concluindo que o que verdadeiramente alimenta o conjunto (o Universo) não é propriamente a criação Humana da Lei de Sobrevivência do Mais Forte (como pretensa salvaguarda da espécie para sempre dominante), mas a da constatação evidente (do mais pequeno ao maior) de que aquele que persiste é o mesmo que se adapta, é o mesmo que controla e até é o mesmo (e único) que fica.

 

(dados e imagens: RT)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27

12
Fev 15

“O Sol é a estrela central do Sistema Solar – e uma das razões porque existimos”
(convém compreendê-lo)

 

filament_strip.jpg

Um enorme filamento rasga actualmente a superfície da nossa estrela

 

Nesta imagem do Sol obtida na passada terça-feira por Frank Rodriguez nas suas observações realizadas com o seu telescópio nas Ilhas Canárias, é bem visível numa das regiões da nossa estrela o aparecimento de um enorme filamento à sua superfície: consequência dos brutais fenómenos de magnetismo que aí ocorrem, este filamento atinge um comprimento aproximado de 1.000.000Km. Quase o triplo da distância Terra/Lua e considerado o segundo maior objecto neste momento existente no Sistema Solar – depois do próprio Sol.

 

Estes filamentos são constituídos por plasma, os quais devido à acção das extraordinárias forças magnéticas que atravessam a coroa do Sol, se mantêm em suspenso sobre a superfície da estrela. Este filamento é no entanto bastante grande (em média 100.000Km/200.000Km de comprimento), o que significa que se acontecer uma erupção nessa zona do Sol, poderá acabar por ser projectado para o espaço algum desse material solar. Por outro lado as partes que acabarem por cair de novo sobre a superfície do Sol, ao regressarem ao mesmo poderão explodir (originando as chamas Hyder).

 

(imagem/dados – Frank Rodriguez/spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

12
Set 14

Será que Deus perdoará mais uma vez os pobres de espírito?

(ou desactivará de vez o holograma?)

 

Enquanto que na Terra continuamos a arranjar mil e uma maneiras de assegurarmos a nossa futura extinção como espécie dominante, no Céu Deus continua como Entidade Suprema a colocar nas mãos do Sol o destino de todos nós: e não serão os nossos critérios interpretativos da Natureza – dividindo-a em Bons e Maus – que nos salvará!

 

Actividade Solar

 

Mancha Solar

 

Prosseguindo tranquilamente a demonstrar que permanece em plena actividade – apesar de pretensamente já ter atingido o pico máximo do seu ciclo solar – o Sol continua a enviar em direcção à Terra mais material ejectado a partir da sua superfície, aquando das suas tempestades e erupções solares. Neste momento a Terra aguarda a chegada de duas novas CME, uma no próximo dia 12 e a outra no dia seguinte: se no que diz respeito à primeira estamos em presença de uma CME da classe M4.5 já no que diz à segunda trata-se de uma CME mais forte da classe X1.3 (numa escala logarítmica de 1 até 9 – no caso das X podendo ultrapassar este valor).

 

Algumas das consequências negativas destas CME dirigidas à Terra (particularmente no caso das mais fortes as da classe X) podem ser verificadas: no funcionamento dos satélites, nas emissões de rádio, no transporte de energia, no aparecimento das auroras, na ocorrência de terramotos e até no comportamento dos humanos. Neste momento o Sol mantêm visíveis e activas sete manchas solares. No caso das nossas CME ambas são originárias da região 2158.

 

The classification of solar flares

(spaceweatherlive.com)

 

Aurora

 

Solar flares are classified as A, B, C, M or X according to the peak flux (in watts per square metre, W/m2) of 1 to 8 Ångströms X-rays near Earth, as measured by XRS instrument on-board the GOES-15 satellite which is in a geostationary orbit over the Pacific Ocean. The table below shows us the different flare classes:

 

Klasse

W/m2 between 1 & 8 Ångströms

A

<10-7

B

≥10-7 <10-6

C

≥10-6 <10-5

M

≥10-5 <10-4

X

≥10-4 <10-3

Super X

≥10-3

 

Each X-ray class category is divided into a logarithmic scale from 1 to 9. For example: B1 to B9, C1 to C9, M1 to M9. An X2 flare is twice as powerful as an X1 flare, and is four times more powerful than an M5 flare. The X-class class category is slightly different and doesn't stop at X9 but continues on.

 

A vida do Sol

 

A estrela de referência do sistema no qual o nosso planeta está integrado terá aproximadamente 4,5 biliões de anos de idade: a Terra – tal como os outros planetas do Sistema Solar – será mais nova cerca de 30 milhões de anos. E da mesma forma que o Espaço se apresenta em constante transformação – nada se criando, nada se perdendo mas havendo simplesmente uma natural e contínua evolução – a estrutura que o suporta irá ser mais cedo ou mais tarde radicalmente alterada e replicada: de uma forma paramétrica e abstracta cronometrada em biliões de anos.

 

  • Às zero horas surge o novo sistema com o Sol como foco principal;
  • Passados poucos segundos aparece a Terra, os planetas e demais corpos celestes;
  • Após longas horas acabamos nós por aparecer;
  • Ultrapassada a fase juvenil e contestatária o Sol volta a redireccionar-se, aumentando de temperatura e de tamanho;
  • Entretanto nós já desaparecemos restando algumas baratas e outros corpos blindados;
  • Horas depois o Sol já é uma gigante vermelha;
  • Irá encolher até se tornar numa estrela anã branca, talvez desaparecendo posteriormente no Espaço;
  • Quanto ao Homem poderá ainda coexistir noutra parte do Espaço concorrencial ou paralelo e talvez noutro mundo acabar por montar maternalmente o seu ventre e holograma.

(imagens – thewatchers.adorraeli.com e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:23
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16
Ago 14

Mais uma CME dirigida para a Terra, devendo-a atingir no dia 19: com reduzido impacto no campo magnético terrestre.

 

Num Sol tranquilo seis manchas solares

(emitindo raios Beta e/ou Gamma)

 

A nossa estrela está agora a atravessar um ciclo de actividade baixa. O que não significa que não apareçam as conhecidas manchas solares escuras sobre a sua superfície, nem que o Sol não continue em plena e normal actividade, com as suas erupções solares e respectiva ejecção de material a partir da sua superfície, lançadas por vezes em direcção ao nosso planeta.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:35

24
Jan 14

Uma estrela fracassada?

 

Brown Dwarf

Estrela Anã Castanha

(ponto assinalado à direita)

 

A primeira imagem obtida directamente de uma Estrela Anã Castanha – um corpo celeste de massa superior à de um planeta, mas não tão maciço como a de uma estrela e com menor brilho – companheira de viagem duma estrela localizada a 98 anos-luz do Sol. O corpo celeste designado como HD 19476 B, terá uma massa equivalente a 50 vezes a massa do planeta Júpiter. Esta Anã Castanha poderá contribuir duma forma importante para a compreensão da formação de corpos celestes como as estrelas e os planetas e da possível existência de ligações entre eles.

 

(dados e imagem – universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

23
Mar 11

Messenger orbitando Mercúrio – NASA

 

O nosso mundo tem um princípio e um fim.

E o Universo? Será um reflexo da nossa imagem?

Impossível!

 

Mercúrio – NASA

 

Mercúrio é o planeta do sistema solar mais próximo da sua estrela – o Sol.

O estudo do sistema solar poderá através da análise de cada um dos seus planetas, explicar a evolução da nossa galáxia e indicar-nos um caminho possível para a sobrevivência da nossa espécie; ou pelo menos, para explicá-la em tempo útil!

Mas para quê?

Devemos – isso sim – ver este paradoxo como uma etapa, não como um fim determinado e limitado, da “nossa” história: é que o universo não tem limite, por mais “limitado” que seja!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:34

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