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A Caminho do Zero Absoluto ─ Não tendo Tempo para tanto Espaço

Sábado, 11.12.21

“No nosso próprio conceito e confrontando-nos com o Infinito, podendo-se exprimir a nossa representação, por algo infinitamente aproximado a zero.”

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Partindo do princípio de que o diâmetro do SISTEMA SOLAR (com o planeta mais afastado da sua estrela de referência sendo NETUNO, a 4,545 biliões de Km de distância) é definido pela região do Espaço onde a influencia do SOL termina (sendo igual a zero) ─ a HELIOPAUSA, a cerca de 100 UA do SOL ─ ou então extremando ainda mais esse limite, redefinindo-o e levando-o até à NUVEM DE OORT (seu limite interno/externo) ─ se comparado com o nosso Sistema Planetário (planetas contidos em apenas 30 UA), uma extensíssima região do Espaço (berço de cometas), estendendo-se entres as 1.000 UA e as 100.000 UA (=1,58 anos-luz) ─

Fixemos pois [100 UA]-HELIOPAUSA como “Fronteia I” e [1.000 UA/100.000 UA]-NUVEM DE OORT como “Fronteira II”, como distâncias limites

Sabendo-se que a velocidade máxima alguma vez atingida por um veículo e tendo-o sido concretizado no Espaço pela sonda solar PARKER com V=150Km/s, atualmente para se alcançar a “Fronteira I” demorar-se-ia mais de 3 anos e para se alcançar a “Fronteira II” uns 30 anos (limite interno) a 3.000 anos (limite externo). E em função da nossa durabilidade em média nem sequer atingindo os 100 anos, sendo óbvio que no presente e em função da nossa tecnologia, o nosso limite estar para já no último planeta solar (digamos que até ao planeta-anão, o despromovido PLUTÃO) e até (estando por perto e sendo um dos berços de asteroides) podendo dar uma vista de olhos ao CINTURÃO DE KUIPER.

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Nem sequer valendo a pena pensar em alcançar a estrela mais próxima (de nós, do SOL), ALFA CENTAURI a mais de 4,36 anos-luz (ou 63.241 UA) de distância, demorando uma Eternidade, logo devendo-os virar para nós próprios e explorar para já os mares, partindo só depois disso para feitos maiores (já estando mais bem preparados e equipados) para os oceanos. E assim viajando na nossa nave espacial tripulada “Nova Parker” (em alternativa vendo-se o tempo gasto quando a mesma atingir a velocidade da luz, aí 2.000X mais rápida) e se fosso hoje da Terra a Marte demorando-se 28 dias (20 minutos), da Terra a Júpiter 61 dias (44 minutos), da Terra a Plutão 460 dias (5 horas) e dando um último saltinho da Terra ao Cinturão de Kuiper 347/637 dias (4/8 horas).

Quando para nossa tristeza e para já nada disto se confirmando, quando já há meio século o Homem esteve na LUA nunca mais lá voltando e quando ainda há pouco tempo indo-se já acumulando os anos (de atraso) nos prometerem a LUA (de novo) e muito mais além alcançando e lá se instalando, MARTE ─ nada surgindo até hoje senão viagens curtas e outras de turismo (agora na moda, tendo-se muito dinheiro), acompanhadas de muitos veículos automáticos e comandados à distância, competindo uns com os outros em vários corpos celestes e das mais diversas formas (circulando em terra ou no ar).

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Limitemo-nos, pois e para já, à nossa casa, não a entendendo, nem sequer conhecendo as portas (de entrada/saída). Pensando numa 1ª fase tendo como evolução posterior o salto para o Espaço Interestelar (2ª fase, ainda muito distante), caso nos seja acessível ─ pelo menos com este método de viagem incompatibilizando (pelo menos e para já para o Homem, mantendo-se exclusivamente e como no presente bio) Tempo e Espaço, não parecendo suscetível de tal ─ devendo-nos para já limitar às nossas expetativas médias de vida e a partir daí marcar os nossos alvos prioritários situando-se (nada de significativo se alterando, como uma forma de propulsão revolucionária colocando-nos ao lado da velocidade dos fotões ou mesmo utilizando os tão falados buracos-negros como porta de comunicação instantâneas) para já por Júpiter e regiões adjacentes (como limites).

Seguindo-se esta evolução (perdendo-nos em inúteis problemas internos, esquecendo-se a nossa sobrevivência estar sempre no exterior), mantendo-se e extremando-se a nossa mentalidade evitando o diálogo (sendo intolerante) e promovendo a confrontação (a violência na resolução das situações), nunca antes do próximo século com o Homem a dar esse passo fundamental: em 2100 com a então geração MUSK ainda a andar entretida com a reformulação da sua maquete da base a instalar no Planeta Vermelho, por lá andando e orbitando em seu redor STARMAN (ouvindo David Bowie) e o seu TESLA, talvez com alguns contentores (os tais módulos) espalhados e decorando (no meio de mais sucata) a superfície marciana de artefactos terrestres.

(imagens:  inverse.com ─ RomanRaD/Shutterstock/theconversation.com ─ quotefancy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:29

Hubble ─ Ligando-nos ao Universo

Quarta-feira, 17.11.21

Em vez de olhar para baixo e apenas pela sensação,

atirando o prazer para cima e deslumbrando-nos com céu e estrelas.

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Hubble

 

Agora que o telescópio espacial HUBBLE (em órbita a cerca de 547Km da Terra) se encontra temporariamente indisponível (devido a uma falha técnica, tentando ser solucionada pelos técnicos da NASA) ─ muitas vezes já tendo sido alvo de reparações presenciais

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AG Carinae

 

Uma imagem da sua autoria comemorativa do seu 31º aniversário (tendo sido lançado em 1990). No centro e como protagonista da cena a estrela AG CARINAE: uma das estrelas mais luminosas da Via Láctea (a nossa galáxia), localizada a cerca de 20.000 anos-luz de distância.

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:00

Em tempos de COP26

Terça-feira, 09.11.21

“Se a Beleza está na Terra, o Resto está nas Estrelas.”

Recuando no tempo da TERRA agora que decorre a COP26, duas imagens da mesma, uma registada a partir da LUA ─ vai fazer 53 anos (missão Apollo 8) ─ e a outra a partir do ESPAÇO ─ vai fazer 49 anos (missão Apollo 17).

Next year, 50 years will have passed since the Blue Marble photo: I think it’s time to take another. In December 2022, the Earth will be in a similar position relative to the sun as it was in December 1972. This will give a probe the opportunity to capture a photo of the full Earth from the same distance and angle as before, revisiting perhaps the most environmentally valuable achievement of the space age. (Jack Marley/theconversation.com/05.11.2021)

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A Terra em 1968

(como vista da Lua)

The Pale Blue Dot

 

A primeira obtida a partir da superfície da LUA ─ localizada a cerca de 384.400Km do nosso planeta ─ a segunda (THE BLUE MARBLE) obtida ainda nas proximidades da Terra, com ambas as missões (integrando o projeto Apollo) atingindo o seu objetivo alunando.

Fifty years ago, humans took the first full photo of Earth from space

– the climate crisis means it’s time for another.

(Jack Marley/theconversation.com/05.11.2021)

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A Terra em 1972

(como vista nas proximidades da Terra)

The Blue Marble

 

E se na Terra quanto às Alterações Climáticas e ao Aquecimento Global na prática nada se fazendo (nem sequer se conseguindo manter a subida média global da temperatura nos 1,5°C), quanto ao ESPAÇO nem se falando abandonados os voos tripulado há quase meio século.

Although this image will still be beautiful, the planet it captures won’t be the same. Deserts like the Sahara will have expanded. Cloud systems will have altered. Antarctic ice will have retreated, and less green will be visible. Seen side by side, these two Blue Marbles, taken half a century apart, would bring home the consequences of climate change wordlessly, instantly and globally. (Jack Marley/theconversation.com/05.11.2021)

(imagens: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:11

A Galáxia Cluster Abell SO295

Terça-feira, 25.05.21

Sabendo que a estrutura que suporta um “Aglomerado de Galáxias” (GALAXY CLUSTERS) poderá conter no seu interior centenas ou milhares delas (mantidas unidas entre si e formando um conjunto, por ação da força da gravidade), uma imagem de um desses grandes aglomerados (juntando estrelas de massas solares semelhantes e variando entre 10↑14 e 10↑15) numa imagem creditada à ESA/NASA/HUBBLE.

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Aglomerado de Galáxias

GALAXY CLUSTER ABELL SO295

(só a Via Láctea/a nossa galáxia, possuindo centenas de biliões de estrelas)

 

Tratando-se do Aglomerado de Galáxias ABELL SO295 contendo dúzias/centenas de galáxias, um conjunto “pesado” e maciço (de um nº incontável de estrelas e de outros objetos) e de uma dimensão para nós Humanos (durando nem 100 anos e não tendo nem os 400.000Km de distância no Espaço), para já definida/entendida como incompreensível.

Uma imagem do Espaço exterior (ao nosso Mundo, o Ecossistema Terrestre) sendo para aqui chamada e nem sendo visível a olho nu (sem auxílio extra, que nos retire desta nossa limitação visual), não pelas suas caraterísticas particulares ou especial beleza (nem sequer estando por perto, para se poder usufruir presencialmente) mas por pela sua dimensão, mesmo só sendo visível recorrendo a instrumentos óticos especializados (estando tão longe), nos “colocar no nosso lugar” ─ tão pequenos que nós somos e tão mal nos tratamos.

(imagem: ESA/Hubble & NASA, F. Pacaud, D. Coe/syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:40

Espaço ─ Observação e Poluição

Sexta-feira, 30.04.21

Um destes dias aproveitando o céu limpo e sem luar para testar o meu novo telescópio, ao apontá-lo aleatoriamente para o céu em busca de coordenadas (por inexperiente) sendo de imediato surpreendido por um conjunto de luzes brilhantes, coloridas e cintilantes, mesmo muito estranhas. E focando melhor a imagem com este instrumento ótico (podendo-o fazer ao pormenor), caindo rápido de espanto ao ver o que diante de mim se me apresentava: num placard publicitário e ao lado de Starman, a imagem de Elon Musk convidando-nos para Marte.

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Rasto natural das estrelas

 

Demonstrando a partir de pequenos sinais (menores, pela distância) não estarem minimamente interessados com o futuro de 8 biliões de pessoas (o nº para o qual caminhamos, hoje), depois de maltratarem a terra, depois de saquearem o mar, depois de envenenarem o ar e depois de poluírem com uma segunda camada tudo isto (c/ pesticidas, plásticos, aerossóis, etc.), não havendo de momento mais nada por cá com elevado potencial para explorar e produzir (daí se obtendo a mais-valia) e estando o mercado interno meio-fechado (todo o nosso Ecossistema terrestre) devido ao, entre outros fatores, aparecimento da Pandemia Covid-19, mantendo-se o ritmo intensivo de algumas corporações aeroespaciais privadas no lançamento de novos satélites, colocando-os a todos (com diferentes missões e a maior ou menor distância) em órbita da Terra: e assim depois de contaminar todo o ecossistema terrestre, virando-se para a sua fronteira exterior ─ o Espaço que rodeia a Terra (dos 400Km da ISS, aos 35.000Km ou mais dos satélites de órbita alta) ─ e conseguindo vislumbrar aí a seguinte e grande oportunidade de negócio, enviando para lá um nº desmedido e crescente de satélites, preenchendo os céus, cumprindo a sua missão, sendo descontinuados e por lá continuando por tempo indeterminado, “poluindo sem controlo, sem limite e sem castigo”, como já o tinham feito por cá (com sucesso para eles, não tanto para nós).

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Rasto de satélites artificiais

 

Uma noite olhando-se pelo telescópio ou mesmo a olho nu, podendo-se por momentos pensar estar-se a ver o Pai Natal no seu famoso trenó comandado pela rena Rodolfo, mas nem sequer se estando na quadra festiva respetiva, tendo tal episódio que ter outra explicação (lógica, credível) e tendo-a, sendo tão simples a previsão das consequências com tão intenso impacto, já que da “poluição visual” (ao olhar para o céu noturno vendo o “comboio-iluminado” passar) muito rapidamente se podendo passar ao impacto e à “poluição total”: com uma lixeira de sucata (esta sendo dinâmica) em movimento e circulando em torno da Terra, interpondo-se indevidamente entre Nós e as Estrelas. Segundo a SSN (uma rede de vigilância norte-americana controlando os satélites e outros objetos/fragmentos no presente em órbita do nosso planeta) com o nº de objetos orbitando a Terra (feitos pelo homem e com mais de 10cm) e até agora detetados (1957/2021) tendo ultrapassado os 24.500 (num período de mais de 60 anos), desses alguns deles tendo-se desintegrado/entrado na atmosfera, mas com ainda uns 8.000 andando por lá meio-perdidos (mas ainda em órbita) e apenas uns 3.500 totalmente operacionais. Agora imaginem as diversas corporações (como por ex. a Amazon e a OneWeb) a imitarem a “SpaceX's Starlink” e a colocarem à volta da Terra, mais milhares e milhares de satélites: só a SpaceX com os seus satélites Starlink já tendo 1200 no ativo e 42.000 previstos! Poluição e desastre total (o que já esteve quase a acontecer) ─ ainda há uns dias atrás e assistindo-se ao vivo à transmissão da SpaceX, com um bocado de sucata-espacial por pouco não atingindo a cápsula espacial Dragon, com 4 astronautas a bordo e com destino à ISS.

(imagens: Shutterstock e Andreas Möller em livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:55

Num Céu Cheio de Estrelas

Quarta-feira, 10.03.21

Ao observar-se uma das muitas imagens capturadas a 7 de março de 2021 (segunda-feira, pela tardinha) pelas câmaras do ROVER PERSEVERANCE ─ “Left Navigation Camera” (Navcam) ─ mais uma eventual anomalia acidentalmente assinalada a partir da revisão (mais profunda) do registo fotográfico, oferendo-nos um retrato do Sol (imagem SOL 16/16º dia marciano) como visto a partir de Marte: e perto da nossa estrela (referência do nosso Sistema Planetário) surgindo um objeto desconhecido.

 

“Com o ROVER PERSEVERANCE estacionado em MARTE

a 150.000.000Km de distância do SOL,

a detetar perto dele (imagem da NASA)

a presença de um objeto desconhecido.”

 

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O Sol

No Universo e no mínimo uma entre 10²³ estrelas

Perseverance Rover

Left Navigation Camera (Navcam)

SOL 16/16º dia de estadia em Marte

 

Um registo pelo “apêndice” adicionado (real não resultando de montagem e credível por fornecido pela NASA) pondo logo muitos curiosos de olho nele, chamando a si muitos teóricos amadores e adeptos da conspiração, não querendo ver o que os seus olhos e mente sugerem (utilizando os órgãos dos sentidos, por vezes induzindo-nos em ilusões), mas algo de diferenciado e que nos dê algum tipo de conforto e de segurança (dada a vida monótona e miserável que levamos). Pondo de lado qualquer tipo de anomalia ocorrida (tecnológica, introduzindo erro) utilizando como seria expetável a explicação mais natural (como se nos deparássemos com o Diabo) por exemplo interferências na obtenção/processamento da imagem dando origem a imperfeições/lapsos ─ com a opção escolhida por patrocinada pelos”alternativos” (recusando-se a ir na corrente) a passar pela transformação de algo podendo ser normalizado (segundo as regras do nosso quotidiano estático e repetitivo) em algo sem controlo (sem limites de interpretação): evoluindo para uma solução diferenciada (exterior à nossa projeção) introduzindo para além da possibilidade do objeto ser um cometa ou um asteroide, uma resposta muito mais extrema incluindo naves espaciais (objetos voadores não identificados ou OVNI´s) apetrechados de tecnologia revolucionária e até podem ser conduzidas por (à distância ou presencialmente) alienígenas.

 

(imagem: mars.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:29

Enxame de Buracos Negros

Sábado, 13.02.21

Tendo-se já o conhecimento de que no Universo que partilhamos diferentes tipos de objetos (partículas) o preenchem (matéria) ─ como a nível individual, as estrelas, os planetas, os cometas e os asteroides (entre outros) e a nível coletivo, os Sistemas, os aglomerados estelares (ou Clusters) e as Galáxias (entre outros)

 

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Aglomerado de estrelas ou cluster NGC 6397

 

Completando-se o espaço restante (entre objetos/partículas) com antipartículas de matéria (antimatéria) e daí formando um todo (do caos inicial surgindo a ordem e com a migração, a distribuição/organização), sendo de salientar que na formação do Universo (tendo um papel importante na formação de muitos objetos, como estrelas/planetas/galáxias) e até nas interligações Matéria/Antimatéria (onde o espaço/tempo se torce),

 

Outros objetos emergem (de imediato) destacando-se ─ no nascimento, vida e morte desta realidade ─ podendo até em certas condições (manipulando o tempo e o espaço) estabelecer ligações com outras realidades, ou Universos (mundos paralelos):

 

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Centro do aglomerado estelar NGC 6397

 

Os Buracos-Negros (aí atuando sobre a Luz), de uma forma simplista funcionando como a válvula de canalização de um lavatório, aberta engolindo e fazendo desaparecer (neste exemplo) num rodopio curioso (cientificamente fascinante) toda a água (aí acumulada) ─ nesse mundo ─ e enviando-a de imediato para outro lugar ─ ou outro mundo.

 

Como é o caso (destacado em syfy.com/Phil Plait em 12.02.2021) do cluster NGC 6397 (um dos vários da Via Láctea) ─ grande aglomerado de estrelas (cerca de 400.000) localizado na constelação de Ara a 7.800 anos-luz, bem brilhante e visível a olho nu ─ com os seus (ou seu) “black holes”, agora sabendo-se que em vez de ter apenas “um buraco negro” (único e extremamente maciço) possuindo “vários buracos negros” (dezenas/centenas e mais pequenos), girando todos em redor do seu centro (do buraco).

 

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Enxame de buracos negros no centro do Cluster

 

E ainda sobre os mesmos (Black Holes/Buracos Negros) ficando-se a saber que em vez de duas poderão existir três categorias: uns com uma massa estelar 12X maior ou superior ao da estrela (de referência) e outros muito mais maciços, 100.000X maior e podendo até atingir os biliões de vezes a massa da estrela ─ mas havendo a possibilidade de uns terceiros, intermédios, mas ainda sem confirmação (talvez em clusters como o NGC 6397).

 

[syfy.com/syfywire/black-holes-swarm-in-the-core-of-a-globular-cluster]

 

(imagens: D. Verschatse/Antilhue Observatory

─ NASA/ESA/T. Brown/S. Casertano/J. Anderson

─ ESA/Hubble, N. Bartmann/syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:05

Buracos Negros

Quinta-feira, 07.05.20

“Newfound black hole is the closest one to Earth we've ever found.”

(Hanneke Weitering/space.com)

 

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Constelação Telescópio

onde se situa o buraco negro HR 6819

 

Com o Universo que nos rodeia e onde pelo menos nós vivemos a poder ser facilmente e para sua melhor compreensão equiparado a um Organismo Vivo, pensando seja em seres de base biológica, de base mecânica ou até biomecânica, podendo-se associar esses elementos formando entre si os mais variados conjuntos, posteriormente sendo agrupados e constituindo um Sistema, daí obtendo alguns dos seus momentos, sua compreensão (mecanismos e objetivos) e concretização, e por simples projeção de imagem (adaptando-a à nossa realidade), visualização: assim, tal como integrando o nosso corpo (biológico) falamos de diversos sistemas como o sistema circulatório, tal como integrando um sistema mecânico falamos de um sistema de circulação e de canalizações integrando um sistema de fornecimento/escoamento de águas, também poderemos usar tal raciocínio a um nível mais vasto e mais abrangente (do infinitamente pequeno ao infinitamente grande),

 

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Orbita dos três objetos do sistema triplo HR 6819

constituído por duas estrelas orbitando um buraco negro

 

Aplicando-o a tudo o que vemos à nossa volta (e que define e estrutura o nosso Mundo) incluindo o Sistema Solar e a nossa galáxia a Via Láctea ─ e já que falando em canalizações reclamando-as (para o Espaço) e introduzindo-as no nosso sistema (talvez aí podendo alterar o Tempo, por interseção momentânea abrindo-o e mesmo que coincidindo, interligando-o a outros Espaços). Criando um ponto de comunicação entre geometrias complementares, existindo alimentando-se (ou seja, comunicando) uma da outra: num processo certamente semelhante àquele que connosco acontece, vendo a morte (não como algo necessário, de ter um início e um fim) não como um limite, mas como a passagem de uma para outra fase (tendo de forçosamente  de existir algo “nada se cria, nada se perde, tudo se transforma ─ que ligue Eletromagnetismo com Alma).

 

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Vista simulada de um buraco negro

localizado na Grande Nuvem de Magalhães

 

E enquanto centrado no único Mundo que conhecemos (a Terra)  ─ tal é o tempo que lhe dedicamos e o espaço disponível do qual usufruímos, limitado por todos os lados e por reduzidíssimo (tendendo para zero) sendo nenhum (tempo é dinheiro, espaço matéria-prima) ─ mesmo assim, com muitos de nós “não passando de um estranho numa terra estranha”, obcecados pelo nossa visão centralizada (geocentrismo, heliocentrismo, antropocentrismo) ao longo da nossa evolução sendo deslocada (dado o movimento de tudo o que nos rodeia), em vez de como os antigos Navegadores empreendermos a nossa Aventura e Exploração iniciando aos poucos, por etapas, em reconhecimento e por conquista, a nossa inevitável Viagem ─ alcançando o nosso primeiro entreposto, desenvolvendo-o, instalando-nos e daí partindo de novo

 

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Sistema binário constituído por duas estrelas anãs-brancas

orbitando-se e provavelmente acabando por se fundir

 

Depois de há meio século pisarmos o primeiro Mundo Alienígena (a Lua) abandonando inexplicavelmente o nosso percurso evolutivo e de sobrevivência, virando-nos sendo pequenos mas achando-nos grandes para grandes empreendimentos (como a ida a Marte), esquecendo-nos que ligados ainda umbilicalmente a este planeta jamais o abandonaremos enquanto dele conseguirmos obter (mesmo que aparentemente) qualquer coisa: tal como com a Terra não nos interessando em compreende-la (conhece-la profundamente), nem mesmo os seus semelhantes mais próximos (sabendo-se a nossa disponibilidade ser curta), julgando-nos grandes nem olhando à nossa volta (dentro dos limites do nosso Sistema Solar) e passando a olhar para o infinito para destinos inatingíveis e a milhares de anos-luz: e em vez da Lua escolhendo como nosso objetivo prioritário, sistemas bem distantes e até tendo por próximo planetas e um buraco negro.

 

(imagens: ESO/Digitized Sky Survey 2/Davide De Martin - L. Calçada/ESO - Alain R./Wikimedia Commons - NASA/Tod Strohmayer/GSFC e Dana Berry/Chandra X-Ray Observatory)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:16

Fogo-de-Artifício

Domingo, 16.06.19

Entretenimentos de Verão

[Com Código de Impacto de 0 a 9]

 

No Hemisfério Norte (no qual se incluiu Portugal) e à porta de entrada (já aberta) das Férias Grandes de Verão – com o início oficial e meteorológico marcado para a próxima sexta-feira 21 de Junho – há falta de um aperitivo interno (antigamente recorrendo-se a eletrochoques) que nos liberte de mais este quotidiano repetitivo e de miséria (de tão artificial como banal) − sobressaltando-nos e colocando em dúvida o nosso rumo e existência – como o poderia ser o ainda possível mas cada vez menos potencial (cada dia que passa sendo menor) despoletar de uma Nova Guerra Energética (no Médio-Oriente, envolvendo o Irão),

 

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Com o aproximar da Chuva de Meteoros das Táuridas e dada a sua maior proximidade este ano (de 2019) com a Terra, com os fragmentos (de maior ou menor dimensão) do cometa Encke (que as mesmas “chuvas” transportam), podendo originar uma “pequena surpresa” este ano durante a abertura das duas janelas de oportunidade: uma já no início de Julho no Hemisfério Sul (5 Julho/11 julho) seguindo-se de imediato no Hemisfério Norte – de 21 de Julho a 10 de Agosto com as nossas Estrelas-Cadentes-de-Verão.

 

Com os nossos cientistas aproveitando a oportunidade e o seu conhecimento (mesmo religioso) de saberem de que para além de haver Terra também haverá para Todo-o-Sempre e como companhia o seu complemento unificador (e no futuro Refundador) o Céu – e desse modo lançando (mesmo que sem plena consciência) mais uma pedra nos alicerces da construção dessa inovadora ponte revolucionária e nunca antes imaginada (pela sua Ligação, mesmo que sentida, na nossa morte física não sendo percecionada) unindo Alma e Eletromagnetismo – para além da aproximação das Festividades das Táuridas acompanhadas como sempre pelo seu habitual  e por vezes espetacular Fogo-de-Artifício (quem é que no Verão e olhando para o Céu escuro e noturno nunca viu passando por breves instantes uma brilhante estrela-cadente), este ano de 2019 com a aproximação (orbital) a verificar-se entre ambos (a zona mais “densamente povoada” das Taúridas e o planeta Terra) a atingir um ponto de grande aproximação de apenas 9 milhões de quilómetros.

 

Nos cálculos podendo-se concluir estarmos num ponto duma cronologia com mais de meio século (iniciada em 1975 e podendo estender-se até 2030), em que devido à sua maior aproximação o Fenómeno (de Verão) − resultante de fragmentos deixados para trás pelo cometa Encke − será mais intenso do que é costume (com velocidades de entrada perto dos 30Km/s), iniciando-se como é hábito na segunda semana de Setembro e atingindo o seu pico lá para meados de Outubro.

 

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Com os incontáveis fragmentos oriundos de material deixado para trás pelo cometa Encke − periodicamente passando nas proximidades do nosso planeta (em Portugal estando no Hemisfério Norte durante o período do Verão) − este ano e devido à sua maior proximidade (nem 9 milhões de Km da Terra) podendo provocar uma Chuva de Estrelas mais intensa e até mais Impactante (tal como poderá ter sucedido há cerca de 111 anos em Tunguska na Rússia com a explosão de um objeto em plena atmosfera provocando uma onda de choque devastadora.

 

Podendo entre esses fragmentos (maioritariamente insignificantes, apenas vistos como fogo-de-artifício) periodicamente passando nas nossas proximidades mas este ano – por o fazerem muito mais perto do que antes registado (talvez nunca) e devido a muitos outros fatores como o da proximidade e da possível influência gravitacional das forças magnéticas colossais originadas no Gigante Gasoso e maior planeta do sistema Solar Júpiter – surgir inesperadamente um outro nunca antes tendo sido revelado (escondido no seu interior), talvez inicialmente dendo visto/desvalorizado como um elemento estranho e na sua trajetória (existindo sequer tempo para se pensar nela) podendo acarretar consequências diretas e/ou indiretas para o nosso planeta a Terra: e até com janelas já pré-estabelecidas − para um possível e potencial Impacto − no Hemisfério Sul de 5 a 11 de Julho e no (nosso) Hemisfério Norte de fins de Julho a meados de Agosto.

 

Até terem sido as Táuridas − e as suas Chuvas-de-Estrelas −a causa do Evento de Tunguska.

 

(imagens: Western University/youtube.com e thesun.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:56

CEPHEUS C e CEPHEUS B

Sábado, 01.06.19

[Cefeu: Na mitologia grega pai de Andrômeda,

marido de Cassiopeia e rei da Etiópia.]

(wikipedia.org)

 

Imagem − obtida pelo telescópio SPITZER – daquilo que poderá ser − segundo a NASA − uma NEBULOSA ou então uma NUVEM de GÁS e POEIRA, formada numa região muito mais vasta do Espaço, pelas radiações provenientes das estrelas aí localizadas ou estando próximas.

 

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1

PIA 23126

Telescópio Spitzer

(Instrumento: IRAC/MIPS)

 

Com a zona mais brilhante no topo da imagem apresentando-nos a “Nebulosa (na figura 1 a Vermelho), a ser constituída por Poeirasaquecidas” (ao serem atravessadas) pelas radiações emitidas pelas estrelas e por esse motivo adquirindo a tonalidade (e brilho) Avermelhada.

 

E com a cor-branca aparecendo nas proximidades (dessas “poeiras aquecidas”), a resultar de uma combinação de várias cores (segundo os cientistas 4) cada uma delas representando um diferente comprimento de onda (de Luz), de raios infravermelhos invisíveis para o “olho humano”.

 

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2

PIA 23127

Telescópio Spitzer

(Instrumento: IRAC)

 

E com todo este Cenário a ser Iluminado por um poderoso Emissor de Radiações situado para lá da parte da zona (de cor) Vermelho/Branco (figura 1), atingindo e colorindo com os seus raios (emitidos) toda a Região do Espaço em volta: tratando-se de um conjunto Maciço de Estrelas pertencendo a um CLUSTER de ESTRELAS (ou Aglomerado Estelar) − como por exemplo o será (visível “a Olho Nu) o Cluster das PLÊIADES.

 

Sendo visível nessa “Nebulosa ou Nuvem(figura 2/interior dos círculos) algumas particularidades por relevantes, sendo (aqui) interessantes de destacar − num registo apresentando-nos duas nebulosas, uma (localizada a grande distância) ocupando a grande parte da imagem (dando-lhe o tom avermelhado), a outra (uma nebulosa mais nova) situada no canto inferior direito (da mesma imagem):

 

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3

NASA/IPAC Teacher

Archive Research Program To provide educators with an authentic research experience in astronomy using data housed at NASA’s Infrared Processing and Analysis Center (IPAC) at the California Institute of Technology in Pasadena, California.

(nitarp.ipac.caltech.edu)

 

Estrutura

Imagem

Características

I/D/L

Star Cluster & Pillar

-

-

-

Cepheus B

On the right side.

-

About 4 million to 5 million years old slightly older than those in Cepheus C; Sits within a few thousand light-years of our Sun.

Cepheus C

On the left side.

The area is a particularly dense concentration of gas and dust where infant stars form;

A dark filament runs horizontally through the green cloud;

A smattering of baby stars (the red and yellow dots) appear inside it.

Constellation Cepheus;

Near the constellation Cassiopeia;

6 light-years long.

Runaway Star

On the right side

A blue star crowned by a small, red arc of light, included in a smaller nebula; Plowing through the gas and dust at a rapid clip, creating a shock wave or "bow shock" in front of itself.

(Features only in the multi-instrument version.)

V374 Ceph

-

-

(Features only in the multi-instrument version.)

Young Nebula

Appears as a bright teal splash.

Small cluster of newborn stars that illuminates the dense cloud of gas and dust where they formed.

-

(legendas: I/D/L = Idade/Distância/Localização − dados: photojournal.jpl.nasa.gov)

 

Num trabalho levado a cabo durante dois anos (2016/17) por estudantes e respetivos professores de uma Escola Superior dos EUA (figura 3) − ao abrigo de um programa científico e astronómico juntando NASA/Professores & Estudantes – utilizando o telescópio Spitzer na procura e identificação de “jovens objetos estelares”, com estes “jovens cientistas” a identificarem mais de uma centena destes objetos (não tendo sido registados anteriormente) e dessa forma, acrescentando novos conhecimentos sobre esses conjuntos estelares e contribuindo para a compreensão de alguns deles: como (entre outros) Cepheus B e Cepheus C.

 

[IRAC: Infrared Array Camera − MIPS: Multiband Imaging Photometer]

 

[Cefeu: na Astronomia e seguindo a Mitologia Grega e os filhos de Cefeu (diz-se que uns vinte) com Cepheus B e Cephhus C – como duas Nebulosas que são – sendo semelhantes e irmãs, uma mais velha (B) do que a outra (C).]

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov e nitarp.ipac.caltech.edu)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:44