Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

26
Fev 21

“Mass shootings

hit record high in 2020.

Can vaccines bring peace in 2021?”

(usatoday.com)

 

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Tendo ultrapassado os 520.000 mortos (por Covid-19) já com um novo presidente (o democrata Joe Biden) ─ falando-se do país do globo terrestre com maior nº de óbitos por Covid-19 (EUA), logo seguido pelo Brasil (mais de 250.000) ─ e paralelamente a este problema de Saúde e de Administração (deste país) um outro se tendo de associar ─ o da Segurança (como consequência de mais de quatro anos de desrespeito DEM/REP pelos direitos dos cidadãos, usando-os/manipulando-os) ─ com a questão lógica agora colocada depois de um ano de Pandemia (nos EUA) a ser, se com o decréscimo da atividade do vírus SARS CoV-2, a proliferação de testes, as intensas campanhas de vacinação e o reinício da abertura do Mercado e da Economia (ou seja o regresso à normalidade), a violência ─ infelizmente um dos motores da sociedade norte-americana ─ diminuirá (persistirá ou aumentará): quando já se sabe que nos EUA o ano de 2020 bateu todos os recordes de violência, antes comandado por uma das faces do Dólar-REP/TRUMP (4 anos) depois pela outra-DEM/BIDEN (4 anos ou mais) ─ fazendo ambas parte da mesma moeda, sendo iguais.

 

“Mass shootings jumped nearly 50% in 2020,

due in large part to a pandemic year

rife with crippling unemployment, violent protests and idle youth.”

(usatoday.com)

 

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Neste primeiro ano de Pandemia ─ registando a nível global mais de 110 milhões de infetados e mais de 2,5 de mortes ─ com os EUA (líder em parâmetros COVID-19) a registarem entre a sua população (EUA, a amostra) uma taxa de infeção de 8,74% e uma taxa de mortalidade de 0,16%; globalmente (Mundo, a amostra) apresentando 1,44% dos infetados e 2,22% das mortes do planeta. Apesar de ser ainda a maior potência Global (sem dúvida a nível militar/de armamento, convencional ou não) dominando (pelo menos aparentemente) os setores económico-financeiros internacionais (pelo menos a ocidente dada a clara expansão da China a oriente, dominando mercados), dada (externamente) a sua política de delegação de funções noutros países (de muitos dos setores fundamentais) ─ como será o caso da China perdendo muita da sua capacidade de resposta imediata (tão necessária para rapidamente se impor) e dada (internamente) a sua falta de estruturas (básicas, de saúde e de solidariedade) e incapacidade de planeamento (lobbies legais e por todo o lado, imponho/sobrepondo a sua lei), nem o dinheiro (bastando imprimi-lo), nem os equipamentos, nem os testes, nem mesmo as vacinas (mesmo que retirados aos outros), os salvando. Na sua população e pelo caos instalado provocando a revolta ─ criada e impulsionado por um dos únicos 2 lados (REP/DEM) ─ e com ela os subsequentes atos de violência ─ vindos desse lado e (como resposta) do outro. Pelo caminho terraplanando-se (física e mentalmente, destruindo-as) muita gente.

 

“With COVID-19 cases falling and vaccines rolling out,

some criminologists hope a rebounding economy and reopened schools

will drive down those numbers in 2021.”

(usatoday.com)

 

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E passado pouco mais de um ano sobre o início desta Pandemia (vírus SARS CoV-2/doença COVID-19) quase que paralisando o planeta e agravando ainda mais (nesta sua fase evolutiva) a há muito assumida (igualmente como crónica) crise socioeconómica global (crónica(o), tal como poderá ser este vírus) ─ pondo em causa o seu “Líder Planetário Espiritual”, feroz e omnipresente adversário do “Eixo do Mal─ mantendo-se (por outro lado) o ambiente de violência interna (aproveitando-se para calar todas as oposições) como o ambiente de violência externa (voltando-se a bombardear, a no presente esquecida Síria) mesmo alterando-se a “Voz do Dono” (Administração da Casa Branca), analisando-se o ano de 2020 (e os seus números de vítimas mortais abatidas a tiro) perspetivando-se outro ano (de 2021) violento, talvez nem tanto como 2021, mais parecido (sendo otimista) com o 2019. Nesse sentido (opção pela violência ou não violência) e pelos primeiros sintomas sentidos/percecionados desde 20 de janeiro deste ano (tomada de posse do 46º presidente dos EUA) ─ com a nova administração norte-americana face à situação geral do país (recessão, desemprego, violência, covid-19) nada fazendo de relevante ─ “mantendo (por estratégia? por reflexão? por planificação) a situação” ─ sendo mais provável manter-se (mas agora com origem maioritariamente do lado contrário) o surto de violência: não atingindo os valores de 2019 (máximo de vítimas por utilização de armas a caminho dos 500 mortos) ou de 2020 (não chegando aos 300) mas (mantendo-se as autoridades estáticas) podendo andar (pelo Resto do Mundo, esperemos que não) mais perto do último.

 

(texto/inglês: usatoday.com/Marco della Cava e Mike Stucka

─ imagens: usatoday.com – Gun Violence Archive/usatoday.com

- Brian Blanco/Getty/usatoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:29

13
Fev 21

[Um homem julgado morto e enterrado, mais uma vez ressuscitado pelos Democratas.]

 

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Absolvido

(pela 2ª vez)

 

Trump acquitted:

Senate votes 57-43 at impeachment trial.

(startribune.com/13.02.2021)

 

Mais de três semanas depois da tomada de posse do 46º presidente dos EUA o democrata JOE BIDEN (a 20 de janeiro de 2021) e fazendo-se o balanço destes primeiros 25 dias da nova administração Democrata (atualmente ocupando a Casa Branca), concluindo-se que o facto mais relevante até pela importância e prioridade dada ao mesmo (levando a discussão ao Senado) pelos eleitos Democratas (maioritários na Câmara dos Representantes e em paridade no Senado), terá sido sem dúvida o resultado do 2º Impedimento Presidencial ao anterior presidente norte-americano: com o 45º presidente dos EUA o republicano DONALD TRUMP a ser de novo absolvido. No passado sábado com o Senado a reunir-se sob a presidência do democrata Patrick Leahy (presidente interino), tendo como tema de fundo os incidentes do Capitólio e a responsabilidade do ex-presidente nestes ─ para no final como consequência e sendo considerado culpado, se aprovar o “Impedimento de Trump”: no entanto e sabendo-se que tal decisão dependeria da aprovação de 2/3 do Senado (67 votos), obtendo apenas 57 não atingindo a maioria absoluta, absolvendo-se Trump e entregando-se a primeira derrota a Biden. E face a mais este episódio desta nova temporada (mudado o protagonista), questionando-nos quando começarão (efetivamente) os Democratas a governar ─ sabendo-se que há mais de cinco (anos) não conseguem sair disto (libertando-se de vez, do trauma-trumpiano d’alguns).

 

[“They Live” (Eles Vivem): filme americano de ficção científica de ação, suspense e terror de 1988, escrito e dirigido por John Carpenter. (wikipedia.org)]

 

(imagem: Gage Skidmore/boingboing.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:47

15
Jan 21

No próximo dia 20 de janeiro (quarta-feira) terminará o mandato do 45º presidente dos EUA ─ o republicano Donald Trump ─ sucedendo-lhe por um período de quatro anos (no mínimo, pois recandidatando-se e ganhando podendo ser oito) um novo presidente ─ o Democrata Joe Biden. Segundo muitos observadores (nacionais/internacionais) obrigando a uma grande e delicada operação de segurança ─ de transição presidencial ─ dado e segundo estes existir uma forte possibilidade de se verificarem conflitos/confrontos, oriundos de alguns republicanos apoiantes de Donald Trump.

 

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Presidente Joe Biden e Vice-Presidente Kamala Harris

 

Mas como uma das faces da mesma moeda ─ o Dólar ─ que nas últimas dezenas de anos tem de uma forma ou de outra (a bem ou a mal) dominado económico-financeiramente o Mundo, faltando apenas saber-se se, mantendo os trilhos antes percorridos por Trump (numa sequência que tem sido ao longo dos anos linear e continua, seja a Administração Democrata ou Republicana) ─ o que geralmente acontece (mantendo o status quo e baseando toda a culpa por nada se alterar, no ocupante anterior) ─  ou então subvertendo-os ─ algo nunca antes ocorrido/permitido: o que começa desde já a sentir-se entre os representantes Democratas, com os candidatos mais à esquerda a começarem a ser preteridos nas primeiras nomeações (para a futura Administração Biden).

 

O que nos leva a pensar o que será o futuro próximo de uma potência global como o é os EUA, dirigido por um septuagenário (78 anos de idade) ─ tornado ainda octogenário no decurso do seu mandato ─ suscitando logicamente dúvidas sobre o seu futuro estado psíquico-físico, dada a sua idade avançada: ou não fosse o democrata Joe Biden o mais velho presidente a tomar alguma vez posse, batendo três outros presidentes por curiosidade todos Republicanos ─ Ronald Reagan (aos 77 anos) e Donald Trump e Dwight Eisenhower (aos 70 anos). Provavelmente com a verdadeira candidata a assumir mais cedo ou mais tarde o poder (a Presidência dos EUA, ainda neste mandato ou no próximo) a ser a agora vice-presidente Kamala Harris, tornando assim interessante seguir não só o caminho presidencial de Joe Biden como o da californiana Kamala Harris.

 

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Assalto ao Capitólio em Washington DC por milícias pró-Trump

 

Vivendo-se num tempo tão instável e sensível da História da Humanidade (com qualquer coisa a poder provocar uma explosão/implosão), com a nossa sociedade a atravessar uma grande e prolongada crise não só socioeconómica como moral e sobretudo global: e com o Bloco que tem dominado o Mundo ─ os EUA e os seus aliados ocidentais ─ aparentando estar em queda irreversível (livre com a entrada de Trump em cena), surgindo do outro lado um novo protagonista, secundarizado ainda por outro e dos mais antigos (experiente) ─ o Bloco China/Rússia, deslocando o Eixo Virtual da Terra (económico-financeiro) para oriente e transportando o seu centro e foco principal de Washington para Pequim. Agora com tudo agravado com a chegada desta nova Pandemia (Covid-19), paralisando todo o mundo e parecendo querer atirar-nos definitivamente em direção ao abismo ─ ou a um “Outro Mundo” igualmente real que não este. Talvez uns Sinais do Futuro.

 

(imagens: yahoo.com e independentespanol.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:40

06
Jun 20

Quando o vírus SARS-CoV-2 através da Pandemia Covid-19 (pelo mesmo provocada) já infetou 6,808,936 indivíduos (perto de 0.09% da população mundial), vitimou mortalmente (VM) 396,946 (5,8% dos infetados) apresentando ainda 3,311,756 recuperados (48,6% dos infetados)

 

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─ Com os maiores crescimentos de VM nas últimas 24 horas

a serem dirigidos aos EUA (1,161), ao México (+816),

ao Brasil (+586), à Grã-Bretanha (+357) e à Índia (+286)

 

Associando-se desde já o maior número de vítimas mortais globais ao Continente Americano, com os EUA (do presidente Donald Trump) a liderarem no Hemisfério Norte e o Brasil (do presidente Jair Bolsonaro) no Hemisfério Sul.

 

E na Europa com a Grã-Bretanha (do 1º Ministro Boris Johnson) a acompanhá-los.

 

A nível Global com o número diário de infetados a continuar a crescer, mas por outro lado com o número de VM a manter a sua tendência de decrescimento.

 

Quanto a Portugal registando 33,969 infetados, 1,465 VM (taxa de mortalidade de 4.3%), 68 em estado grave/crítico (em UCI) e um total de 20,526 recuperados (60.4% dos infetados).

 

E entre os 215 países infetados por este coronavírus, com Portugal a ocupar o 24º lugar em VM.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:47

05
Jun 20

Com os EUA em desagregação (o Império do Ocidente), a China e a Rússia já aí (o Império do Oriente) e com o Resto do Mundo entretido (nele se incluindo a Europa e numa ponta Portugal) com o lhes que sairá do sorteio ─ Covid-19: o período que nos dará a usufruir (numa mensagem subliminar, faltando apenas e para compreendermos, o manual de instruções) uma nova definição de normalidade.

 

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Robert F. Kennedy

(1925/1968)

 

Numa sucessão de assassinatos iniciada em 1963 ─ com John F. Kennedy 35º Presidente dos EUA ─ e rematada em 1968 ─ com mais dois assassinatos, o do pastor protestante Martin Luther King Jr., seguido do de Robert F. Kennedy 64º Procurador dos EUA ─ comemorando-se hoje (5 de junho de 1968) o 52º aniversário do assassinato de um destes históricos ─ integrando esse trio brilhante ─ nunca mais sendo possível de reproduzir nos EUA: Robert F.  Kennedy.

 

Mais de meio século passado sobre este triplo assassinato, tornando esse crime (pensado e concretizado sequencialmente) ainda mais intenso e revoltante, quando vemos o estado em que a ainda considerada maior potência do Mundo (cada vez mais aparente face à subida do Bloco China/Rússia) se situa no presente: completamente secionada por dois grupos de oportunistas ─ Republicanos e Democratas ─ servindo-se de tudo, de todos e de todas as estratégias (jamais imaginadas, por cruéis) para manterem de qualquer modo e feitio o seu poder.

 

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Predadores CNN e FOX

(as presas sendo os norte-americanos)

 

Um estado dividido entre uma organização militar poderosa (Complexo Industrial Militar) e uma sociedade civil dominada por puros especuladores (Multimilionários), em que tudo o resto não passa de mera publicidade sustentando esta irreal, mas (tal como na ocorre na Religião) omnipresente Sociedade do Espetáculo: em que o Povo é apenas mais um simples objeto colocado à disposição do poder (militar e civil) e tendo que (tal como o objeto) ser produtor de mais-valia caso contrario sendo imediatamente descontinuado (substituído por robots).

 

No presente e sob a alçada de uma moeda (o Dólar) mantendo-se no topo pela sua história, mas cada dia que passa com menor correspondência real (apenas papel e uma impressora, quando o que cada vez mais vale, é o minério “dourado”), inserindo-se num cenário proporcionando-nos a visão do estertor final de um Império, como que se perdendo o seu sentido de sobrevivência coletivo, em desespero o transformasse (o coletivo e como se tal fosse possível, senão de uma forma esquizofrénica) numa luta individual de famílias: de um lado morrendo-se por Clinton e do outro por Trump, infelizmente as faces da mesma moeda.

 

(imagens: sott.net ─ google.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:08

03
Jun 20

Com o número de vítimas mortais (VM) mantendo-se nos dois dígitos ao contrário do nosso vizinho (europeu) a Espanha ─ tendo registado no decorrer do processo um total muito maior de VM ─ confirma-se mais uma vez a (falta de) estratégia política do nosso Governo e respetivo Ministério da Saúde (e DGS), fazendo como sempre e com estes mesmos responsáveis (vindos da “normalidade”, de antes do período Covid-19) o mínimo possível, agora “esticando o dedo e pondo-se à boleia” (ou seja esperando pela resolução do problema, esperando pela confirmação da chegada milhões): e enquanto as vítimas mortais diárias se mantem (até a Espanha tem ultimamente registado 1 ou zero VM), simultaneamente e encoberta pela Pandemia de SARS-CoV-2 os restantes doentes (sobretudo os dependentes dos tratamentos na região de Lisboa e Vale do Tejo) continuam esmagadoramente sem consultas, cirurgias e a morrer, “pelos vistos em silêncio”.

 

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Portugal

 

Como tal sendo importante chamar de novo a este palco a responsabilidade do Ministério da Saúde pelo mau funcionamento deste sector ─ aliás já anteriormente reconhecido, mas reconduzido e assim reafirmado pelo nosso 1º Ministro ─ culpado por inação pela progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde, iniciada em tempos passados (PSD/CDS) pelo mesmo “guru contabilista” (regressado então entusiasmado pelo que ocorria na Saúde totalmente privatizada, nos espetaculares EUA) agora responsável (“coveiro”) pela destruição da CGD: correndo-se o risco de esquecer o sacrifício de todos os profissionais ligados à Saúde (alguns começando já a receber folhas salariais/mensais de 60 euros), acabando-se por premiar aqueles que já anteriormente e por reconhecido incompetência (tal como na Educação) deveriam ter sido afastados (demitidos) mas pelo contrário (provocatoriamente apenas para demonstrar/confirmar a autoridade do fraco) sendo reconduzidos.

 

O que seria um Escândalo pois a Memória (tal como a Cultura e ao contrário do que o poder pensa) não se apaga. Nem mesmo com 50 anos de Fascismo e outros 30 de Cavaquismo.

 

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Mundo

 

Já no que diz respeito ao panorama Global a caminho da conclusão do primeiro semestre do “Novo Normal” (jogando “Eles” com o significado da palavra “normal”, mantendo tudo e desse modo tratando-nos mais uma vez como “anormais”) com Portugal entre 215 países de 5 continentes ocupando o 24º lugar em vítimas mortais (VM), pela sua população (sensivelmente a mesma da Grécia), recebendo até do nosso outro colega do outro extremo europeu ─ a Grécia (17 VM/1Milhão) com 179 VM ─ um firme não à entrada de turistas portugueses (Portugal 8X mais VM do que na Grécia), equiparando-nos (142 VM/1M, com alguma razão) à Itália (556 VM/1M), França (445VM/1M), Espanha (580 VM/1M) e Grã-Bretanha (585 VM/1M): quando os dois destinos mais seguros por periféricos (o nosso ainda mais gritante, do que a dos gregos) poderiam ser os extremos ─ Portugal e a Grécia ─ excelentes pois como “destinos turísticos” (mas esperando-se como o faz muitas vezes o nosso Governo que ninguém repare).

 

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Brasil

 

E nem sequer valendo a pena falar dos EUA e do Brasil (mergulhados numa enorme confusão e juncados por inúmeros cadáveres) ─ os péssimos exemplos representando cada Hemisfério (Norte e Sul) ─ um comandado pelo TRUMP ORIGINAL o outro por um muito mais miserável (talvez pela deficiência no molde) o TRUMP RÉPLICA: mas nunca se podendo esquecer dos outros TRUMPEZINHOS como o da Grã-Bretanha e da Suécia, no fundo e sendo justo de quase toda a Europa (Ocidental) ─ colocando à frente da Vida a Economia. Quanto ao Brasil só não se percebendo como se afastam dois Presidentes (um preso, o outro demitido) por motivos económicos (com ou sem corrupção, um “bem-comum no Brasil”), enquanto um outro bem-pior tendo em cima de si no mínimo mais de 30.000 mortos e podendo ser muito mais ─ o dobro/o triplo/o quadruplo ─ como assassino e criminoso e culpado de genocídio, não é impedido e preso.

 

(imagem final: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:58

28
Mai 20

“Wuhan tested millions of people for COVID-19 in just days.

Could US cities do the same?”

(Nicoletta Lanese/28.05.2020/livescience.com)

 

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TRUMP MELTDOWN ESCALATES:

SKETCHY ORDER TO WEAKEN SOCIAL MEDIA

(título: huffpost.com)

 

A caminho do fim da 4ª semana (concretizada a 1 de junho de 2020) desta 2ª fase da luta contra o vírus SARS-CoV-2 e da doença para muitos sendo mortal que o mesmo provoca ─ a COVID-19  ─ e aparentemente cumprida com relativa eficácia e sucesso a 1ª fase de confinamento (iniciada em meados de março) tendo esta no entanto e até hoje (28 de maio 2020) provocado 1.269 vítimas mortais, enquanto no Resto do Mundo a Pandemia prossegue com quase 6 milhões de infetados e mais de 360.000 mortos ─ com os EUA (a Norte, com mais de 102.000 VM) e o Brasil (a Sul, com mais de 26.000 VM) sendo os maus exemplos de cada Hemisfério ─ no nosso país e enquanto se tenta o regresso à normalidade (fosse o que fosse isso antes, ou o que querem agora definir como sendo-o depois) com a abertura do território e da sociedade aos seus cidadãos, alguns aspetos começam a definir melhor o período pelo qual todos passamos e até algumas perspetivas daquilo que certa e infelizmente (sendo as vítimas, sempre as mesmas do costume) nos espera: e se alguns ajustes de contas são noticiados apenas porque se sucedem ─ com os crimes agressões e assassinatos a repetirem-se ─ outros parecem começar a ressurgir sem intervenção nem controlo, prometendo-nos por indiferença e/ou por simples inação regressarem e imporem-se tal e qual como em crises passadas, mesmo que não tão profundas (a apanhando Passos Coelho sendo unicamente Económico-financeira, a apanhando António Costa sendo de Saúde mas igualmente com graves implicações Económicas) ─ tal como na crise anterior (iniciada em 2008/2010) com tão maus resultados para todos nós (a maioria dos portugueses) com o Governo a receber o dinheiro para ajuda atribuído (como sempre, a muito custo) pela Europa, com os bancos a ficarem com a responsabilidade de o distribuírem, para no final e contra toda a lógica de ajuda, solidariedade e de recuperação, o direcionarem apena para aquele menos necessitados até por ainda terem crédito e serem capaz de dar garantias. E com o péssimo exemplo ainda-por-cima a vir da CGD, comandada pelo mesmo contabilista-dito-individuo que esteve apenas a um passo de ter destruído definitivamente, quem efetivamente nos salvou o Serviço Nacional de Saúde (como que sendo um coveiro, quase que no passado destruindo o SNS e no caminho de no futuro liquidar de vez a CGD).

 

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Nesta quinta-feira 28 de maio de 2020, no 76º dia desta história (em Portugal desde que se registaram os primeiros casos necessitando de UCI) tendo como protagonista um ser vivo microscópico (este coronavírus), no entanto, pondo o Mundo muito perto do abismo, com as notícias dos canais de TV alternando entre o Covid-19 (e as conferências diário-monótonas de imprensa, banalizando a doença), os Crimes de Sangue (confinados, não confinados), o Dinheiro envolvido (os milhões vindos da Europa e não a Economia), Trump e Bolsonaro (aos quais se poderiam juntar Boris pela Grã-Bretanha e Löfven pela Suécia) e até o regresso do Futebol, empurrando-nos no presente para a construção de uma ideia de que o “normal” que conhecíamos ainda poderia ser recuperado, mesmo nem se tendo recuperado da doença, mas subliminarmente e como se nos tivessem já fornecido a chave ─ da referida como nova fechadura ─ não deixando de novo e por excesso de confiança entrar o bicho (neste tempo de crimes com contacto e pessoais, o assassino). Com o Verão aí a chegar, com os milhões prometidos aí a rebentar, com alguns países fortes europeus a quererem voar e voltar e (até no que diz respeito ao Algarve, pelo “bom comportamento” de Portugal face à pandemia) com o turismo a poder começar mesmo que lentamente a arrancar, contribuindo dentro dos limites desta fase inicial de desconfinamento, para a projeção de um cenário um pouco mais animador: mas nunca deixando de prestar a máxima atenção ao mais pequeno pormenor (como ao que se passa hoje, na região de Lisboa e do Vale do Tejo) e indo dando umas espreitadelas ao que se vai passando na China e na Coreia do Sul.

 

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Quanto ao Resto do Mundo, perto dos 6 milhões de infetados e ultrapassados já os 360.000 mortos, mantendo-se os casos mais preocupantes centrados nos EUA  (103.229 VM) e no  Brasil (25.945 VM), mas com o México (8.597 VM), a Grã-Bretanha (37.837 VM) e a Índia (4.711 VM) igualmente a assustarem ─ seguidos da Rússia (4.142 VM) e do Canadá (6.873 VM). E só de se pensar em África com os números a poderem ser bem maiores e com tantos casos noutros países/situações não tendo certamente (pelas mais diversas razões/desculpas) incluídos, podendo-se facilmente apontar hoje um número podendo chegar (ou mesmo ultrapassar) os 12 milhões de infetados e as mais de 720.000 vítimas mortais. No caso de uma única vaga.

 

(imagens: huffpost.com ─ Victoria Jones/PA/theconversation.com

─ Vadim Sadovski/Shutterstock/theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:30

25
Mai 20

“The Trump administration reportedly considered

conducting the first nuclear test explosion in 28 years

in response to China and Russia.”

(Sophia Ankel/23.05.2020/businessinsider.com)

 

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IVY MIKE

O primeiro teste norte-americano de uma Bomba de Hidrogénio

(1 de novembro de 1952)

 

Após quatro anos de um violento e sistemático confinamento político-social (aqui não se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a sua Administração ─ seguido de mais dois meses de um ainda mais violento e catastrófico confinamento sanitário-económico (aqui já se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a população norte-americana ─ uma consequência esperada de tão longo período de isolamento, agora que este tempo parece perto do fim, mas por outro lado nunca mais parece chegar: como se as praias repentinamente se abrissem, não se respeitando minimamente o semáforo vermelho lá colocado.

 

E assim depois de tantos acordos descontinuados e “atirados às urtigas” pela administração atualmente no poder (Republicana de Donald Trump, como num Universo nada alternativo podendo ter sido, Democrata de Hillary Clinton) ─ como o do abandono da luta contra as “Alterações Climáticas”, do acordo “nuclear com o Irão”, do acordo dos “Céu Abertos” e agora do regresso aos “testes nucleares” ─ o regresso à normalidade por tantos julgada completamente impossível, provando apenas como “normalidade e anormalidade” se confundem e na nossa mente (obedecendo aos mesmos mecanismos psíquico-físicos, ainda e sempre prevalecentes) se completam.

 

Passadas quase 24 anos sobre o acordo firmado para o fim dos testes nucleares ─ 24 de setembro de 1996, subscrito na ONU pelos EUA, pela Grã-Bretanha, pela França, pela Rússia e pela China ─ e enquanto se assistia a uma tentativa de não proliferação dos mesmos até pela chegada de outros países ao “Clube Nuclear” (como a Índia, o Paquistão, a Coreia do Norte e Israel), eis que tentando demonstrar a sua presença ainda bem efetiva no mundo e a sua imagem de sistema (e de marca) querendo manter a sua supremacia global, os EUA ainda perseguido pelos seus inúmeros “fantasmas internos” (problemas por resolver) colocados à vista de todos com o surto Pandémico Covid-19 (como a total falência do seu inexistente Serviço Nacional de Saúde e a inexistência de qualquer tipo de apoio socioeconómico em tempos de crise) ensaiam mais uma “entrada ao serviço” agora com armas pensando-se ultrapassadas (piores em efeitos que o vírus SARS-CoV-2, não só como este matando seres vivos, como também destruindo infraestruturas fundamentais à nossa sobrevivência e da nossa civilização). E ainda-por-cima pela diversificação dos efeitos extremamente negativos e muitas das vezes incontroláveis (por inesperados ou desprezados) sentidos e observados ao longo do tempo e do espaço, com a utilização de um instrumento tão primitivo como este.

 

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O regresso dos testes nucleares

Em debate entre a Administração Civil e o Complexo Militar

(maio de 2020)

 

“Com a Administração da Casa Branca sob a tutela de Donald Trump

e com  o apoio do poderoso e liderante Complexo Industrial-Militar,

como muitos dos presos saídos da cadeia e para se mostrar,

começando desde logo a ameaçar.”

 

Desconfinado e querendo (à falta de imaginação) recuperar referências ─ até para arranjar culpados, para os seus erros cometidos ─ servindo-se do nuclear para tentar recolocar a Rússia e a China no seu respetivo lugar: voltando-se assim á normalidade de um mundo sempre dividido entre o Ocidente e o Oriente (referindo-nos ao Hemisfério Norte, mais rico e desenvolvido, ao contrário do Hemisfério Sul, mais pobre e explorado), sendo um deles os representantes do Eixo do Bem (com sede em Washington e aparentemente em queda) e o outro os representantes do Eixo do Mal (com sede em Pequim e aparentemente em ascensão): numa temporada terminando no início de novembro (deste ano de 2020),  data em que face às duas faces da mesma moeda, ela cairá para um ou para o outro lado, no fundo para um mesmo lado, por baseado na mesma moeda ─ o Dólar. Faltando apenas saber o que valerá mais no futuro, se os detentores das impressoras e do respetivo papel empregue (os EUA) ─ neste caso apoiado pela sua Máquina Militar capaz de destruir um maior nº de vezes o Planeta ─ ou se os detentores dos metais preciosos como o ouro (a Rússia e a China) ─ mais limitados e capazes de destruir um menor nº de vezes a Terra.

 

Já que se sendo livre e expondo-se (mas continuando a aceitar-se como única verdade o que se diz), podendo-se com os raios do Sol e com a água do mar, matar “o bicho”. Por mim esperando que por sua própria iniciativa (do vírus) ─ dado o Homem se ter vindo a mostrar totalmente incapaz de se assumir aderindo à teoria da evolução ─ no mínimo “o bicho” adormeça. Regressando e tornando-se crónico (tal como o vírus da gripe) podendo ser (mais) um “sinal”.

 

(sobre notícias/imagens: Business Insider/businessinsider.com

e US Nuclear News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:38

16
Mai 20

Num presente em que face à insistência dos EUA e caso a Alemanha não o aceite, a Polónia se oferece para receber e instalar no seu território bombas nucleares norte-americanas (apontadas à Rússia).

 

Das 2.421 explosões atómicas 2 sendo efetivas e concretizadas sobre duas cidades japonesas (6 e 9 de agosto de 1045), provocando (no mínimo) ─ já a WW2 decidida ─ entre 130.000 e 230.000 mortos (civis).

 

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Explosões atómicas desde 1945 (de 16 de julho dia da 1ª deflagrada e testada pelos EUA, pouco tempo antes da sua aplicação prática sobre civis em Hiroshima e em Nagasaki) até 2009 (atravessando todo o período da Guerra Fria)

 

País

Explosões

%

EUA

1.127

46,5

URSS/Rússia

976

40,3

França

210

8,7

China

48

2,0

Grã-Bretanha

45

1,9

Paquistão

7

0,3

Índia

6

0,2

Coreia do Norte

2

0,1

Total

2.421

100,0

 

Como se constata com a esmagadora maioria devendo-se ao conflito (Guerra Fria) EUA versus URS/Rússia com 87% das explosões, ficando as restantes ligadas a países aderindo (em apoio e desenvolvimento tecnológico) a um ou a outro bloco (cerca de 13%).

 

E com os EUA a rasgarem o acordo invocando entre outros pretextos unilaterais para além da falta de confiança na Rússia ─ das bombas da Coreia do Norte e do futuro perigo iraniano ─ do crescente perigo chinês (esquecendo-se dos outros quatro, para já não falar de Israel).

 

(imagem: Every nuclear bomb explosion in history/Businness Insider/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:21

10
Mai 20

No dia do 75º Aniversário da declaração oficial do final da 2ª GUERRA MUNDIAL ─ 8 de maio de 1945 ─ para além da apologia da Grande Vitória dos EUA (do TIO SAM)  e da GB sobre o exército NAZI ─ fazendo desaparecer do mapa o papel fundamental da então URSS (do TIO JOE) na resolução do conflito

 

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Içando a bandeira da URSS sobre o REICHSTAG

(censurado pelo Facebook)

 

A colaboração por parte da rede social FACEBOOK certamente que utilizando o seu “Algoritmo da Liberdade” na reescrita da História: censurando uma das fotografias mais icónicas e representativas desse momento, após a Batalha de Berlim e da vitória do Exército Vermelho, o içar da bandeira soviética sobre o REICHSTAG (o parlamento alemão).

 

(foto: Yevgeny Khaldei)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

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