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China ─ A Caminho de Ser a Maior Potência Espacial

Quarta-feira, 20.10.21

Na Terra como no Espaço,

com a China a querer liderar.

(e só existindo três superpotências)

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Astronautas chineses

 

Depois da colocação em órbita (da Terra) da sua própria Estação Espacial (o seu 1º módulo/módulo central), depois do recente envio de 3 astronautas (chineses) para uma permanência de 6 meses em órbita (o anterior tendo sido 3 e fazendo concorrência à ISS), eis que no sentido contrário ao que lhe tinham feito anteriormente (tendo-lhe sido recusado o acesso à ISS, por questões de segurança),

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Estação Espacial Chinesa

 

A China oferece à Humanidade a partilha da sua Estação Espacial (utilizando-a em cooperação, como um laboratório espacial). Mais uma vez adiantando-se aos EUA (tendo ainda que partilhar a velhinha ISS, com a Rússia) e lançando-se decisivamente no caminho da Conquista e Supremacia no Espaço (ultrapassando tal como pretende na Terra, os EUA). Optando diplomaticamente pelo diálogo e não pelo confronto.

(imagens: Xinhua press e CMSE/room.eu.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:01

O Papel do Afeganistão (para os outros)

Terça-feira, 19.10.21

“Uma frente no sul da Ásia (Mar da China/Pacífico Norte) e outra frente numa encruzilhada da mesma (Afeganistão): a atual estratégia norte-americana (que poderia ser de Trump) para atacar a China.”

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Joe Biden numa estratégia

(EUA vs. China)

que poderia ser de Trump

 

Agora que o Afeganistão foi abandonado pelos EUA (com as suas tropas a esfumarem-se do território em poucas horas) entregando obviamente o poder aos TALIBÃ (os seus inimigos no terreno e os inimigos do povo do Afeganistão) ─ num processo apenas podendo ter sido viabilizado, existindo um acordo prévio entre as duas partes em conflito (EUA/TALIBÃ) ─ e ignorando (para já) as combinações que poderão estar por trás deste acordo bilateral (trocas de obrigações/benefícios), sendo bastante interessante para melhor compreender a situação agora criada (pensando-se em geoestratégia), verificar quais os países da região (asiática) fazendo fronteira com este renovado Afeganistão Talibã:

“When the US started the war in Afghanistan two decades ago, its national strength was almost at its peak. But now the US became another superpower lost in the Graveyard of Empires, just like the Soviet Union and Great Britain. As Russian President Vladimir Putin noted, the US is now walking the Soviet Union's path.” (Shao Xia/globaltimes.cn/26.09.2021)

A ocidente fazendo fronteira com o IRÃO, a norte com o TURQUEMENISTÃO, o UZBEQUISTÃO e o TAJIQUISTÃO (no passado integrando a URSS), a nordeste com a CHINA e a oriente e a sul com o PAQUISTÃO, um território bem situado e encravado no centro da Ásia ─ podendo indiretamente ter um papel importante na nova estratégia geopolítica norte-americana, desviando toda a sua atenção, iniciativa e investimento para Oriente, de modo a tentar deter a nova potência global emergente a CHINA (tendo ainda-por-cima como seu aliado a outra superpotência a RÚSSIA), evitando ser ultrapassado (os EUA, os até agora dominadores planetários) pelo crescente poder comercial (económico e financeiro) mundial dos chineses.

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Mais de 30 milhões de dólares de ajuda

(alimentares/vacinas)

da China ao Afeganistão

 

Com o Afeganistão podendo vir a ser um fator desestabilizador para todo o continente asiático (isso interessando aos EUA), afetando russos assim como chineses ─ até o próprio Irão ─ e criando uma nova frente (nessa encruzilhada asiática), enquanto mais a sul os norte-americanos (noutra frente, mas aí estando militarmente presentes) e os seus aliados na região (Austrália, Japão, Coreia do Sul e cada vez mais próxima a Índia) continuam com as suas provocações, aproximando-se por sul das fronteiras marítimas-asiáticas da China e da Rússia (como as do Mar do Sul da China e do Pacífico Norte)

“NATO is an alliance of North America and Europe. But this region faces global challenges: terrorism, cyber but also the rise of China. So, when it comes to strengthening our collective defence, that’s also about how to address the rise of China. What we can predict is that the rise of China will impact our security. It already has.” (Jens Stoltenberg/ft.com/18.10.2021)

Ficando ainda por se conhecer as combinações que levaram a esta entrega (fuga e abandono) ─ num território ainda em guerra e em que o que retira, é o que se encontra em larga vantagem ─ de todo um pais e de todo o seu povo, mais de 30 milhões (destruído e agora atraiçoado) ─ vejam-se as cenas horríveis passadas no aeroporto, apenas mais um entre muitos retratos (incluindo os futuros) ─ e a nível mais anedótico qual a posição da NATO sobre este problema (transferido do Afeganistão para a China) agora que a Europa se encontra em “estado vegetativo” (sem sinais de Joe Biden e esperando resignada pelo sucessor de Ângela Merkel).

(imagens: nbcnews.com ─ AP/trtworld.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:26

Dos EUA para a China

Domingo, 17.10.21

US President Joe Biden is holding the first in-person meeting of the Quadrilateral Security Dialogue, better known as "the Quad," an informal strategic forum of the United States, Australia, Japan and India -- all democratic countries with a vested interest in countering China's rise in Asia. (Ben Westcott/CNN/24.09.2021)

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EUA

 

Enquanto o eixo e o centro do Mundo se deslocam da região do Atlântico para a região do Índico-Pacífico, levando naturalmente atrás de si todo os instrumentos de poder incluindo todo o armamento disponível da potência global aparentemente ainda dominante (os EUA líder do Império Ocidental),

─ Ao mesmo tempo que persistem alguns conflitos sangrentos para o lado do oceano Índico (como o do genocídio em curso no Iémen, levado a cabo pela Arábia Saudita e apoiada pelos EUA, provocando mais de 100 vítimas mortais/dia) e que para os lados do Pacífico a marinha norte-americana provoca a Rússia e a China em manobras marítimas conjuntas quase que entrando em águas russas

Confirmando-se apenas com estes (e outros) desenvolvimentos (semelhantes e passados no mesmo espaço e tempo) que neste momento de desenvolvimento e evolução da nossa sociedade, a nossa Civilização atual se aproxima de um momento decisivo (da sua ainda curta história) ─ para a nossa memória e cultura, ou seja, capacidade de soberania (fator fulcral de sobrevivência)

Depois da destruição total da Civilização Ocidental (com a morte da Europa) soterrada progressivamente até à sua asfixia total (tanta a náusea, até se engasgando com o seu vómito), travando-se já neste momento e na Terra um combate inevitável e só podendo ter um vencedor (como se vê ainda e sempre com regras antigas), tendo de um lado o Hemisfério Norte Ocidental o líder do Eixo do Bem (os sagrados) e do outro o Hemisfério Norte Oriental líder do Eixo do Mal (os profanos).

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CHINA e RÚSSIA

 

E virando as costas aos seus Aliados Ocidentais (com os EUA desprezando a Europa, tanto com Trump como com Biden) ─ traindo-os até nos negócios ─ com os norte-americanos a investirem tudo na Ásia e no cerco completo ao Bloco China-Rússia (abandonando para tal e até vergonhosamente o Afeganistão), reconhecendo (para quem quiser ver) onde se situa para além do Centro Geológico mais ativo do planeta, o centro Económico-Financeiro atual, mais poderoso e Global:

Tanto falando-se a nível geológico (com o Anel de Fogo do Pacífico) como a nível de mercado (com as suas absolutamente necessárias trocas comerciais e culturais) sendo cada vez mais óbvia e evidente a mudança do Centro do Mundo de Ocidente para Oriente, com o poder de Washington a desvanecer-se e no horizonte aparecendo o seu sucessor Pequim.

E enquanto o nosso planeta gira em torno de si e do Sol (tal como tudo no Universo, sendo um sinónimo de Vida, o Movimento) ─ com quase 8.000 milhões de seres humanos vivendo nele (norte-americanos pouco mais de 300 milhões, cerca de 4% da população Mundial) ─ à sua superfície decorrendo uma luta sem quartel (fria e quente) entre blocos (tendo deixado de existir uma única superpotência),

A Europa continuando adormecida (nem sequer se mexendo, tal como faz um zombie), num estado podendo-se afirmar próximo do vegetativo: esperando-se que a Alemanha se pronuncie, sendo para já apenas certo, que a uma mulher (como líder alemão) sucederá um homem, no leme do velho continente, talvez lá mais para o fim do ano. Com Portugal a entreter-se com a chegada da nova esmola (esmola como quem diz, sendo bem cobrada depois), lutando alguns por melhorar (em nome de todos) o seu próprio orçamento.

(imagens: usni.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02

Um Problema de Imaginação

Quinta-feira, 14.10.21

No dia em que nas três regiões mais a sul (de Portugal continental) se registam 67% (6 em 9) das vítimas mortais (22% delas no Algarve, ou seja 2) ─ com os casos ativos e o R(t) a crescerem ─ e em que no Orçamento (para 2022) se põe desde já a hipótese de o mesmo poder vir não ser aprovado (não chegando o PS a cordo com o PCP ou com o BE) ─ mantendo-se entretanto e mais uma vez o sorvedouro da TAP e o buraco-negro do BES/NOVO BANCO

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O Nascimento de Jon Kent

(o filho de Kal-El)

 

Eis que internacionalmente as notícias se centram (entre outras) ─ como não poderia deixar de ser sendo os EUA o líder global desta Sociedade do Espetáculo (Médias e Redes Sociais) ─ nas opções sexuais do filho do Super-Homem, no batismo espacial e oficial do almirante e comandante da nave espacial USS Enterprise James Tiberius Kirk (série Star Trek) e (já agora estando-se no reinado dos Democratas de Joe Biden) na rainha dos investimentos Nancy Pelosi (construindo uma fortuna equivalente a perto de 600 ordenados anuais seus).

E com o Reino Unido dada a sua necessidade constante (até de sobrevivência) de noticiar algo de impactante (mundialmente) ─ para se abster de falar da crise interna que atravessa (e se aprofunda), desde o início da sua saída da Europa ─ cansado e esgotado e talvez desejando tornar-se um estado autónomo dos EUA, a retomar a “Saga da Rússia” agora tendo como tema as vacinas, sendo o predador a Rússia (Sputnik) e a presa (incauta/ingénua) o Reino Unido (AstraZeneca):

Apesar da Rússia ser a 1ª globalmente a apresentar uma vacina (contra a Covid-19) ─ a vacina Sputnik (depois de caminhos tortuosos, curiosamente prestes a ser aprovada pela EMA) ─ com os ingleses a acusarem a Rússia de plágio e de antecipação.

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Super-Homem em Metropolis

(e o filho de Kal-El)

 

Não falando da Europa dada a mesma continuar suspensa ─ aguardando o sucessor de Ângela Merkel (na Alemanha), o futuro líder da Europa ─ nem sequer do nosso e pequenino Portugal (colocando em tempos de crise e de subsídios europeus, em causa o próprio Orçamento) e simultaneamente esquecendo ou desvalorizando todas as questões fulcrais deste Mundo (como a guerra global pela supremacia, entre os EUA e a China), desde a fome à doença (vindos de uma Pandemia) passando pela Guerra e pela intolerância (do genocídio no Iémen, à quase “guerra civil” e ideológica levada ao extremo nos EUA)

Nem mencionando o multimilionário dando a prenda a James T. Kirk (o imaginário sendo sempre útil, por complementar a realidade), nem a nova milionária do investimento político/financeiro norte-americano (investindo politicamente em Washington DC),

Focando-me antes nos heróis da banda desenhada para muitos de nós uma das primeiras referências há séculos deste nosso Mundo (mesmo as BD locais), acompanhando-nos continuamente na construção deste quotidiano (diário/ao segundo) ─ em que ainda hoje vivemos ─ centrado na capital do espetáculo, no criador de Hollywood, na Terra Prometida e dos Sonhos, na ainda maior potência Global, o Império dos EUA.

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O novo Super-Homem

(descobrindo a sua identidade, como bissexual)

 

E dos grandes heróis da BD ─ como o Super-Homem, Batman, Aquaman, Capitão América ─ todos estando no presente envolvidos em questões “ideológicas” de identidade, tentando desse modo (adaptando-se) sobreviver à evolução dos tempos (para melhor/pior, dependendo do ponto de observação, eliminado no processo o ponto de vista), utilizando um simples truque aqui apresentado como mágico (mesmo que ninguém acreditando em milagres), concretizado por simples metamorfose e processo natural de sucessão (segundo um molde).

No caso mais recente do Super-Homem ─ com os seus combates temáticos (desde sempre assumidos) já sendo demasiado cansativos (vindos de 1930), até por estarem há muito ultrapassados ─ e para o nome-do-herói se manter vivo e à superfície (do palco), à custa do alienígena Super-Homem e da terrestre Louis Lane (a repórter do diário Daily Planet) surgindo o filho de ambos (um híbrido) o renovado e atualizado Super-Homem, descendente de um estrangeiro (oriundo de um outro planeta) mas já nascido na Terra, bom conhecedor por inerência de todos os seus grandes problemas (da Terra e dos terrestres), não só materiais como mentais: os problemas existenciais e especialmente os de identidade.

O filho de KAL EL (do Super-Homem/Clark Kent) ativista da luta contra as Alterações Climáticas, do fim do tiroteio nas escolas (contra o uso e porte de armas), das perseguições contra os emigrantes ilegais (emigrantes ilegais antes de Trump e agora de Biden), virando agora e definitivamente a página “familiar” e direcionando-se para outro tema (aparentemente mais pacífico, interior), atualmente mais no top (de preferências) dos Média Globais e certamente tendo mercado: como bissexual assumido, apaixonando-se e iniciando uma relação romântica, com um parceiro do mesmo sexo.

(imagens: DC Comics)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:01

Europa ─ A Velhinha, Esgotados os seus Rendimentos

Quarta-feira, 06.10.21

“Vendo passar os aviões em direção ao Oriente para uma “Nova Cruzada” ─ agora na posição de sedentários ─ continuamos ainda agarrados às recordações de uma outra Cruzada (dita de inspiração cristã) ─ quando eramos nómadas ─ julgando com isso, sermos igualmente protagonistas.”

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FACEBOOK

 

Enquanto a nível Global a Pandemia de Covid-19 se começa a tornar Endémica (esquecendo-se progressivamente o problema na Saúde/doença e dando-se prioridade ao problema na Economia/fome) ─ às 14:50 TMG de 6 de outubro de 2021 prestes a atingir os 238 milhões de infetados (3% da população mundial) e tendo já ultrapassado os 4,8 de vítimas mortais (2% do total de infetados) ─ na ainda denominada maior potência terrestre (os EUA) prossegue a sua inexistente política interna (iniciada por Donald Trump e prosseguida devido a inação por Joe Biden) e a sua caótica política externa (como é o retrato a ainda recente fuga do Afeganistão e o desviar da sua atenção, da Rússia para a China).  Deixando no essencial tudo na mesma a nível interno (como o faria um herdeiro de Donald Trump) ─ nem sequer passando as suas promessas, a intenções ─ mas à primeira vista mudando o foco da sua atenção externa, antes direcionada para a Rússia de Vladimir Putin (deixando talvez esse trabalho para a NATO) agora sendo direcionada para a China de Xi Jinping, por muitos (especialistas geoestratégicos) já sugerido como o Novo Império em Ascensão.

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NATO

 

Desprezada por Donald Trump e agora esquecida por Joe Biden (e pelo seu delegado europeu Boris Johnson) não se entendendo ainda muito bem qual será a reação da Europa (dos seus fieis Aliados Ocidentais associados na NATO), num momento em que o centro do eixo do mundo parece querer deslocar-se definitivamente para Oriente ou seja de Washington (EUA) para Pequim (China) ─ como o comprova a política externa norte-americana, abandonando interesses europeus (até atraiçoando-os como no caso dos submarinos franceses) e direcionando-se para a Ásia (para melhorar a sua visão, do alvo agora a abater) ─ mas igualmente num tempo em que toda a Europa (órfã de Mãe) espera ainda pela nomeação do seu novo líder e sucessor, da alemã Ângela Merkel: e enquanto tal se mantiver (o suspense da nomeação do novo líder) podendo todo este processo durar semanas ou até meses, com a Europa a manter-se num estado “comatoso”, sem tomar posição, sem deliberar, sem assumir uma única posição (efetiva/eficaz), podendo-se chegar ao cúmulo de concluída a instalação do Nord Stream 2 (ligando a Rússia à Alemanha e abastecendo-a de gaz) e faltando apenas “abrir as torneiras” ─ já se estando no Outono e a caminho do Inverno ─ por problemas “burocráticos” (como se já não bastassem as sansões) os alemães ainda possam vir a tremer de frio. Sabendo-se das penúrias energéticas e da subida constante do preço do gás, cada segundo passado, saindo mais caro.

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CHINA

 

E deixada para trás a Europa (que se arranje com a NATO) ─ dividida, não querendo a parte oeste e mais rica investir nas armas, tal como pretende a sua parte leste, mais próxima da Rússia ─ abandonando-a numa gestão de crise económica (obcecada pelo déficit, algo inexistente nos EUA) e mergulhada numa invasão de um nº cada vez maior de refugiados de guerra (agora sendo os afegãos), com o Estado Profundo norte-americano a apontar todas as suas baterias e interesses para a região do Índico-Pacífico, para além de ser já a região da Terra mais geologicamente ativa, estando a tornar-se no presente (se não o for já) a maior rota comercial do mundo. Daí o interesse norte-americano de um cerco cada vez mais apertado à China, com a ajuda dos seus aliados locais (como Taiwan, o Japão, a Coreia do Sul, etc.) podendo ameaçar presencialmente e cada vez mais próximos da sua fronteira (como o faz a Europa com a Rússia) a sua “adversária” (ultrapassada a Rússia) no planeta: cercando a China de bases e de mísseis (à mesma dirigidos) e tentando perturbar ao máximo, o forte comércio chinês na região (naturalmente e pela sua grandeza, dominante). Não fossem já os chineses grandes proprietários (investidores/acionistas diretos/indiretos) na Europa (veja-se apenas como um entre muitos exemplos Portugal) assim como nos EUA.

(imagens: usatoday.com ─ rt.com ─ Katv.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:44

EUA ─ A Guerra Como Única Solução

Terça-feira, 21.09.21

“E tal como com JUDD TRUMP com o seu sucessor JOE BIDEN ou então as entidades representando, o denominado Estado Profundo ─ em vez da diplomacia e do diálogo, a dar primazia ao conflito e ao poder (definitivo por mortal) das armas.”

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EUA

Tentando replicar na vida real uma realidade alternativa,

baseada em Hollywood, casinos e efeitos especiais.

 

Um retrato da tentativa de dominação e de obtenção da Supremacia Global por parte da República Popular da China (liderada por Xi Jinping) sobre o Resto do Mundo encabeçado pelos Estados Unidos da América (do presidente Joe Biden), sinalizando-se muitas das bases militares dos EUA instalados em toda esta região do Índico-Pacífico, curiosamente cercando todo o sul do continente asiático (com mísseis) e tentando obviamente “selar” económica e financeiramente (estrangulando-a comercialmente) ─ na sua geoestratégia de expansão ─ todo este imenso território (com os seus mais de 1,4 biliões de cidadãos) sede de um novo Império em ascensão. Assistindo-se no presente a uma rápida substituição das entidades mundiais aparentemente (julgando-se) ainda no poder, com o Eixo do Mundo a deslocar-se do Hemisfério Norte Ocidental (de Washington) para o Hemisfério Norte Oriental (para Pequim). E com o autodenominado (e replicado) representante do Eixo do Bem, num ato de desespero (e de cada vez maior solidão) e de nítida decadência (até mental) ─ julgando serem ainda as armas, uma ferramenta necessária (e obrigatória) para combater o Eixo do Mal ─ ao comportar-se deste modo, a assinar definitivamente a sua condenação à morte (Fim de um Império) dada esta não ser uma “Guerra Fria” (como a original, com a URSS) e dada a mesma estar (há tanto tempo em andamento, agora até com a China a tornar-se na maior potência Espacial) já “bem quente”. E no meio disto tudo (viradas a costas à Rússia e agora que Merkel se vai) o que será da Europa?

(imagem: Base Nation)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

Cruzada EUA ─ O Alvo (Agora) sendo a China

Sexta-feira, 17.09.21

US, UK, Australia Announce New Military Pact to Counter China

Australia will get nuclear-powered submarines out of the deal

(Dave DeCamp/antiwar.com/15.09.2021)

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Conferência virtual sobre o pacto AUKUS

Contando com o protagonista Joe Biden

e ainda com os líderes da Austrália e do Reino Unido

 

Para quem ainda tinha dúvidas para que lado se virariam os interesses geoestratégicos dos Estados Unidos da América agora que se perspetiva a sua decadência como Império Supremo e Dominante, sendo progressivamente desmembrado e parcialmente substituído em áreas concorrentes como diferenciadas por outras potências e outros territórios do Resto do Mundo ─ aparentemente com o Eixo do Bem sediado em Washington (e com aliados na Europa) a deslocar-se longitudinalmente para oriente em direção a Pequim sede do Eixo do Mal (num Bloco integrando a Rússia) ─ eis que apontando inequivocamente para a região do Índico/Pacifico, mas interagindo indiretamente com todo o continente Asiático, com o continente Africano e até com o continente Americano (do outro lado do Atlântico ficando ainda a Europa, como possível escape, de reserva), os EUA conjuntamente com o Reino Unido e com a Austrália (representante do continente em falta, a Oceânia) estabelecem um novo pacto militar de defesa e de segurança (AUKUS) tendo em vista (segundo o trio) a tentativa de supremacia e de dominação da China nesta região do Globo Terrestre (financeiramente, economicamente e a curto-prazo militarmente), se necessário equipando os australianos de submarinos nucleares,

 

Taiwan FM Says the Island Is a ‘Sea Fortress’ Blocking Chinese Expansion

Taiwan is holding military drills simulating a Chinese attack on airfields

(Dave DeCamp/antiwar.com/15.09.2021)

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EUA tentando de todas as formas desestabilizar a China

Além de a cercar c/ mísseis por todos os lados

enviando p/ as fronteiras marítimas da China navios de guerra

 

Colocando a China em sentido e controlando assim as suas ambições hegemónicas, desafiando o Império (do Hemisfério Norte Ocidental) ainda no Poder. Chamando ao seu manto protetor TAIWAN e levando o ministro dos Negócios Estrangeiros desta ilha chinesa (de que a China nunca abdicou) a afirmar, “o seu território ser uma fortaleza marítima bloqueando a expansão chinesa” nesta região do Mar da China. Colocando-se do lado dos EUA e alcançando um nível mais alto desta nova “Guerra Fria”, mas agora tendo como inimiga a China e como que assumindo uma “derradeira cruzada” contra (todo, o problema sendo a Rússia) o Hemisfério Norte Oriental. A Europa ficando para trás (assim como a América e a África, maioritariamente do Hemisfério Sul, pobre e menos desenvolvido) e mesmo que perdendo os EUA no controlo e supremacia de todos os sectores globais, ficando certamente e para ele sempre uma parte importante senão mesmo fulcral (desse grande e futuro bolo), ou não fosse ele o rei e senhor da “Sociedade do Espetáculo”: “Criando-se a oriente, perdendo-se a ocidente e no final ─ mantendo-se um equilíbrio dinâmico─ transformando-se tudo”.

(imagens: Brendan Smialowski/AFP/Getty Images/foreignpolicy.com ─ www.c7f.navy.mil)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:48

EUA, Atentado de 11.09.2001

Sábado, 11.09.21

(mais de 3.000 mortos/mais de 6.000 feridos)

Depois dos Atentados Terroristas do 11 de setembro de 2001 nos EUA (com a intervenção de sauditas), comemorando-se a 2ª Grande Derrota Norte-Americana nos últimos 20 anos (2001/2021), logo contra o mesmo adversário e ainda-por-cima recolocando-os no poder (com Administrações Republicanos como Democratas, no fundo as duas faces do Dólar): os TALIBAN.

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Desde o fim da 2º Guerra Mundial com os Estados Unidos da América a envolverem-se (entre outras) na Guerra da Coreia (1950/53), na Guerra do Vietname (1955/75), na Guerra do Golfo (1990/91), na Guerra do Afeganistão (2001/2021), na Guerra do Iraque (2003/2011), na intervenção na Líbia (2011 e 2015/19), na intervenção na Síria (2014/presente) e recentemente (dando o seu apoio) na intervenção no Iémen (2014/presente) ─ todos estes exercícios geoestratégicos de dominação e de supremacia, envolvendo genocídio de populações e destruição total de estados soberanos ─ ignorando unilateralmente (mas com colaboração sempre pronta, como o dos seus satélites europeus) todas as consequências extremamente negativas daí advindo e impondo-se ao Mundo como a maior potência Económica, Financeira, Cientifica, Tecnológica e sobretudo Militar Terrestre (especialmente desde o fim da URSS em finais de 1991) ─ já lá vão numa 1ª fase 76 anos (fim da 2ª GM), numa 2ª fase 30 anos (fim da URSS) e numa 3ª fase 20 anos (início da Guerra do Afeganistão) ─ os EUA comemoram amanhã dia 11 de setembro de 2021 a sua 2ª Grande derrota registada num prazo de 20 anos, sendo consecutiva e concretizada às mãos dos terroristas Taliban, agora deixados de novo e tranquilamente nas rédeas do poder afegão, após fuga em velocidade recorde das tropas norte-americanas (a NATO sendo vergonhosamente dos primeiros, nos planos de fuga): deixando cobardemente para trás muitos dos que tinham colaborado com os EUA e seus aliados Ocidentais (como se os executassem), sem darem sequer uma única explicação (por mínima que fosse) ao seu povo (aos norte-americanos) e aos muitos que morreram durante estas duas décadas de guerra, dos motivos reais (e não propagandístico) para tal invasão e ocupação.

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Mais uma data que se juntará às referências históricas do Império antes dominante ─ o Império Norte-Americano (1945/presente) ─ agora em queda mais do que evidente e ainda-por-cima acelerada, depois de ultrapassado a nível económico, financeiro e até cientifico-tecnológico ─ pelo denominado Eixo do Mal, constituído pelo Bloco China/Rússia ─ sustentando ainda o seu falso poder e autoridade no seu armamento e arsenal militar, sendo capaz de sozinho destruir a Terra mais vezes que todo o Resto do Mundo. Fora ser o detentor do “Botão-Final”, nada tendo amanhã para oferecer senão um monte de impressoras e de papel impresso (o Dólar, equivalendo a um país com uma dívida incontrolável de triliões), nada podendo fazer contra todo o ouro, metais preciosos e matéria-prima fulcral (como o setor da Energia) detidos agora pelo outro lado (o Hemisfério Norte Oriental), fazendo deslocar obrigatoriamente o Eixo do Poder longitudinalmente de Washington para Pequim (como que acompanhando a deslocação do eixo virtual magnético da Terra do Alasca em direção à Sibéria). Na Terra neste ano de 2021 e passadas várias administrações norte-americanas Republicanas ou Democratas, só existindo três grandes potências Mundiais, uma delas a decadente ─ os EUA ─ e as outras duas as em ascensão ─ a CHINA e a RÚSSIA ─ sendo obviamente uma a líder e a outra a colíder, no futuro podendo obviamente TER que redefinir-se (ou até reorientar-se). E se na Terra o início da inversão já é bem visível (tendo-se acabado os rendimentos da velhinha-colonial que ainda sustentava a Europa, logo algo tendo de mudar por cá, ou então entrando-se no campo da clara prostituição para sobreviver), veja-se o que se passa com o Espaço, com os EUA destruindo a NASA (desviando verbas para a iniciativa privada) para satisfazer os sonhos e delírios infantis de multimilionários querendo tornar a Terra e a Lua num carrossel, numa Disneylândia, enquanto os Chineses já na Lua e em Marte e com o módulo central da sua própria Estação Espacial já em órbita (já ocupada e em funcionamento), sonham agora com a construção de uma mega nave espacial capaz de proporcionar ao Homem novos horizontes mais amplos de viagem, de aventura e de descoberta (com os russos na mesma senda e tendo igualmente como objetivo a curto-prazo, o abandono da ISS e a instalação em órbita da sua própria estação espacial).

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Nada mudando na América ou nada mudando no “Mundo Norte Ocidental” (o Hemisfério Sul, o mais pobre e atrasado, não tendo voto na matéria) podendo ocorrer um grande abalo telúrico de grande magnitude e ao nível de um Apocalipse (fazendo emergir novos territórios e imergir outros extinguindo-os) ─ e os norte-americanos sabem disso apostando todas as suas fichas na Ásia (Vejam a China completamente cercada por bases e mísseis dos EUA) e mandando a Europa às urtigas ─ desaparecendo do Mapa do Mundo a Europa, erguendo-se um novo Império Oriental e lá se passando então e a partir daí, tudo o que conta tudo o que vale: e neste cenário podendo até os EUA resistir e prevalecer, aplicando-se ao que desde sempre lhe parece destinado, ao Mundo da Sociedade e do Espetáculo.

On September 11, 2001, 19 militants associated with the Islamic extremist group al Qaeda hijacked four airplanes and carried out suicide attacks against targets in the United States. Two of the planes were flown into the twin towers of the World Trade Center in New York City, a third plane hit the Pentagon just outside Washington, D.C., and the fourth plane crashed in a field in Shanksville, Pennsylvania. Almost 3,000 people were killed during the 9/11 terrorist attacks, which triggered major U.S. initiatives to combat terrorism and defined the presidency of George W. Bush.” (history.com/2021)

(imagens: newsweek.com/newswep.com/amyaceved.blogspot.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:02

Eixo do Bem, Eixo do Mal

Sábado, 28.08.21

E o Grande Líder Global do Eixo do Bem os EUA

Numa estratégia caótica dirigida por um Comandante Militar Supremo devendo muito (ou todo o seu poder) ao seu estatuto de “Senilidade Assumida mas Não Reconhecida”, chegando ao ponto de (para que servem então os Conselhos de Guerra se não para levarem os traidores a julgamento por crimes contra a Humanidade) oferecerem de mão beijada aos grupos terroristas atuando no Afeganistão (Taliban, Al-Qaeda, ISIS e outros senhores de Guerra) listas de nomes de norte-americanos e seus aliados afegãos, ainda escondidos e em fuga pela sua sobrevivência (um ato para não restarem dúvidas confirmado por Joe Biden e considerado chocante pelos militares e agências de segurança norte-americana, muitos deles ainda em fuga pela Vida no interior do país). Desse modo entregando aos “amigos Taliban” uma “lista de extermínio”, talvez utilizando (estes) um nome dessa lista para o forçar a cometer o ataque suicida (prometendo-lhes de forma a convencê-los, não exterminar muitos mais).

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Com a Europa nisto tudo através da NATO

A fazer mais uma vez o seu papel de “Prostituta Americana”

E mais uma vez a levar com uma onda de refugiados em cima

Uma imagem da capital do Afeganistão Cabul mostrando-nos um guerrilheiro Taliban montando guarda sobre o local onde se perpetrou na passada quinta-feira (26 de agosto, a 5 dias da data limite imposta pelos Talibans aos EUA) o recente atentado terrorista (suicida) – num cenário de sangue e restos de corpos, retirados os cadáveres de soldados e civis entre eles velhos, mulheres e crianças em fuga − provocando (últimos números provavelmente já ultrapassados) 170 vítimas mortais (entre eles soldados norte-americanos e civis britânicos). Confirmando a vergonhosa retirada dos EUA do Afeganistão passados 20 anos (o que andaram eles por lá a fazer entretanto?) da sua entrada − sob o pretexto da caça a Bin Laden (quando o mesmo se encontrava refugiado e protegido pelo seu grande aliado na região, o Paquistão) – obliterando pelo caminho o Iraque (com a treta das “armas de destruição maciça”) e fazendo-nos esquecer os verdadeiros protagonistas do atentado às Torres gémeas os sauditas (os tais que mataram, esquartejaram e fizeram desparecer o jornalista saudita da oposição e trabalhando nos EUA).

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Talvez que não se oferecendo aos terroristas

A lista de todos os norte-americanos e aliados afegãos ainda presentes

Não tivesse ocorrido este e outros atentados

E sendo este o motivo da Queda de um Império (Americano, sediado em Washington) − de momento apenas assente na capacidade de destruir a Terra mais vezes do que todos os outros seus inimigos juntos e nas suas impressoras/rotativas de dólares − e a ascendência de um outro Império (Asiático, sediado em Pequim e com filial em Moscovo) – já dominando o Mundo económica e financeiramente detendo tudo o que de mais importante e lucrativo existe à face da Terra, como matéria-prima fundamental entre elas ouro e restantes metais preciosos. E no dia em que o Bloco China-Rússia se lançar para as Estrelas (como os Navegadores na Conquista dos Oceanos) com os norte-americanos (entregue o sector à iniciativa privada) ainda a brincarem às excursões em redor da Terra (para os mais pobres) ou então numa ida e volta à LUA (para os mais ricos). Ainda com os portugueses à procura de Marcelo RS ou da sua potencial sucessora Cristina F.

(imagens: AFP/Wakil Kohsar)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:13

Desprezo pelo Ser Humano

Quarta-feira, 25.08.21

Com os norte-americanos como sempre e nestas alturas,

Em fuga acelerada,

(data limite Taliban, a 31 de agosto)

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− O mesmo tendo acontecido há quase meio século, no Vietname –

E com os nossos líderes invariavelmente e como prostitutos mentais

Seguindo metodicamente o método do acéfalo, mas bem remunerado, “pau-mandado”

(um tiro portugueses, pernas para que te quero)

− Sendo logo dos primeiros a “dar de frosques” −

Por vias travessas dos Média russos em contacto presencial com as tropas dos EUA,

(ocidentais por lá, praticamente nem vê-los)

Chegando até nós o que as tropas norte-americanas pensam,

Sobre o que se passa atualmente no Afeganistão:

(20 anos depois da invasão)

Afirmando estes perentoriamente estarem perante uma verdadeira e real,

“WORLD WAR Z”.

(imagens: google.com)

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