Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Jun 20

Quando o vírus SARS-CoV-2 através da Pandemia Covid-19 (pelo mesmo provocada) já infetou 6,808,936 indivíduos (perto de 0.09% da população mundial), vitimou mortalmente (VM) 396,946 (5,8% dos infetados) apresentando ainda 3,311,756 recuperados (48,6% dos infetados)

 

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─ Com os maiores crescimentos de VM nas últimas 24 horas

a serem dirigidos aos EUA (1,161), ao México (+816),

ao Brasil (+586), à Grã-Bretanha (+357) e à Índia (+286)

 

Associando-se desde já o maior número de vítimas mortais globais ao Continente Americano, com os EUA (do presidente Donald Trump) a liderarem no Hemisfério Norte e o Brasil (do presidente Jair Bolsonaro) no Hemisfério Sul.

 

E na Europa com a Grã-Bretanha (do 1º Ministro Boris Johnson) a acompanhá-los.

 

A nível Global com o número diário de infetados a continuar a crescer, mas por outro lado com o número de VM a manter a sua tendência de decrescimento.

 

Quanto a Portugal registando 33,969 infetados, 1,465 VM (taxa de mortalidade de 4.3%), 68 em estado grave/crítico (em UCI) e um total de 20,526 recuperados (60.4% dos infetados).

 

E entre os 215 países infetados por este coronavírus, com Portugal a ocupar o 24º lugar em VM.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:47

05
Jun 20

Com os EUA em desagregação (o Império do Ocidente), a China e a Rússia já aí (o Império do Oriente) e com o Resto do Mundo entretido (nele se incluindo a Europa e numa ponta Portugal) com o lhes que sairá do sorteio ─ Covid-19: o período que nos dará a usufruir (numa mensagem subliminar, faltando apenas e para compreendermos, o manual de instruções) uma nova definição de normalidade.

 

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Robert F. Kennedy

(1925/1968)

 

Numa sucessão de assassinatos iniciada em 1963 ─ com John F. Kennedy 35º Presidente dos EUA ─ e rematada em 1968 ─ com mais dois assassinatos, o do pastor protestante Martin Luther King Jr., seguido do de Robert F. Kennedy 64º Procurador dos EUA ─ comemorando-se hoje (5 de junho de 1968) o 52º aniversário do assassinato de um destes históricos ─ integrando esse trio brilhante ─ nunca mais sendo possível de reproduzir nos EUA: Robert F.  Kennedy.

 

Mais de meio século passado sobre este triplo assassinato, tornando esse crime (pensado e concretizado sequencialmente) ainda mais intenso e revoltante, quando vemos o estado em que a ainda considerada maior potência do Mundo (cada vez mais aparente face à subida do Bloco China/Rússia) se situa no presente: completamente secionada por dois grupos de oportunistas ─ Republicanos e Democratas ─ servindo-se de tudo, de todos e de todas as estratégias (jamais imaginadas, por cruéis) para manterem de qualquer modo e feitio o seu poder.

 

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Predadores CNN e FOX

(as presas sendo os norte-americanos)

 

Um estado dividido entre uma organização militar poderosa (Complexo Industrial Militar) e uma sociedade civil dominada por puros especuladores (Multimilionários), em que tudo o resto não passa de mera publicidade sustentando esta irreal, mas (tal como na ocorre na Religião) omnipresente Sociedade do Espetáculo: em que o Povo é apenas mais um simples objeto colocado à disposição do poder (militar e civil) e tendo que (tal como o objeto) ser produtor de mais-valia caso contrario sendo imediatamente descontinuado (substituído por robots).

 

No presente e sob a alçada de uma moeda (o Dólar) mantendo-se no topo pela sua história, mas cada dia que passa com menor correspondência real (apenas papel e uma impressora, quando o que cada vez mais vale, é o minério “dourado”), inserindo-se num cenário proporcionando-nos a visão do estertor final de um Império, como que se perdendo o seu sentido de sobrevivência coletivo, em desespero o transformasse (o coletivo e como se tal fosse possível, senão de uma forma esquizofrénica) numa luta individual de famílias: de um lado morrendo-se por Clinton e do outro por Trump, infelizmente as faces da mesma moeda.

 

(imagens: sott.net ─ google.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:08

03
Jun 20

Com o número de vítimas mortais (VM) mantendo-se nos dois dígitos ao contrário do nosso vizinho (europeu) a Espanha ─ tendo registado no decorrer do processo um total muito maior de VM ─ confirma-se mais uma vez a (falta de) estratégia política do nosso Governo e respetivo Ministério da Saúde (e DGS), fazendo como sempre e com estes mesmos responsáveis (vindos da “normalidade”, de antes do período Covid-19) o mínimo possível, agora “esticando o dedo e pondo-se à boleia” (ou seja esperando pela resolução do problema, esperando pela confirmação da chegada milhões): e enquanto as vítimas mortais diárias se mantem (até a Espanha tem ultimamente registado 1 ou zero VM), simultaneamente e encoberta pela Pandemia de SARS-CoV-2 os restantes doentes (sobretudo os dependentes dos tratamentos na região de Lisboa e Vale do Tejo) continuam esmagadoramente sem consultas, cirurgias e a morrer, “pelos vistos em silêncio”.

 

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Portugal

 

Como tal sendo importante chamar de novo a este palco a responsabilidade do Ministério da Saúde pelo mau funcionamento deste sector ─ aliás já anteriormente reconhecido, mas reconduzido e assim reafirmado pelo nosso 1º Ministro ─ culpado por inação pela progressiva destruição do Serviço Nacional de Saúde, iniciada em tempos passados (PSD/CDS) pelo mesmo “guru contabilista” (regressado então entusiasmado pelo que ocorria na Saúde totalmente privatizada, nos espetaculares EUA) agora responsável (“coveiro”) pela destruição da CGD: correndo-se o risco de esquecer o sacrifício de todos os profissionais ligados à Saúde (alguns começando já a receber folhas salariais/mensais de 60 euros), acabando-se por premiar aqueles que já anteriormente e por reconhecido incompetência (tal como na Educação) deveriam ter sido afastados (demitidos) mas pelo contrário (provocatoriamente apenas para demonstrar/confirmar a autoridade do fraco) sendo reconduzidos.

 

O que seria um Escândalo pois a Memória (tal como a Cultura e ao contrário do que o poder pensa) não se apaga. Nem mesmo com 50 anos de Fascismo e outros 30 de Cavaquismo.

 

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Mundo

 

Já no que diz respeito ao panorama Global a caminho da conclusão do primeiro semestre do “Novo Normal” (jogando “Eles” com o significado da palavra “normal”, mantendo tudo e desse modo tratando-nos mais uma vez como “anormais”) com Portugal entre 215 países de 5 continentes ocupando o 24º lugar em vítimas mortais (VM), pela sua população (sensivelmente a mesma da Grécia), recebendo até do nosso outro colega do outro extremo europeu ─ a Grécia (17 VM/1Milhão) com 179 VM ─ um firme não à entrada de turistas portugueses (Portugal 8X mais VM do que na Grécia), equiparando-nos (142 VM/1M, com alguma razão) à Itália (556 VM/1M), França (445VM/1M), Espanha (580 VM/1M) e Grã-Bretanha (585 VM/1M): quando os dois destinos mais seguros por periféricos (o nosso ainda mais gritante, do que a dos gregos) poderiam ser os extremos ─ Portugal e a Grécia ─ excelentes pois como “destinos turísticos” (mas esperando-se como o faz muitas vezes o nosso Governo que ninguém repare).

 

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Brasil

 

E nem sequer valendo a pena falar dos EUA e do Brasil (mergulhados numa enorme confusão e juncados por inúmeros cadáveres) ─ os péssimos exemplos representando cada Hemisfério (Norte e Sul) ─ um comandado pelo TRUMP ORIGINAL o outro por um muito mais miserável (talvez pela deficiência no molde) o TRUMP RÉPLICA: mas nunca se podendo esquecer dos outros TRUMPEZINHOS como o da Grã-Bretanha e da Suécia, no fundo e sendo justo de quase toda a Europa (Ocidental) ─ colocando à frente da Vida a Economia. Quanto ao Brasil só não se percebendo como se afastam dois Presidentes (um preso, o outro demitido) por motivos económicos (com ou sem corrupção, um “bem-comum no Brasil”), enquanto um outro bem-pior tendo em cima de si no mínimo mais de 30.000 mortos e podendo ser muito mais ─ o dobro/o triplo/o quadruplo ─ como assassino e criminoso e culpado de genocídio, não é impedido e preso.

 

(imagem final: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:58

28
Mai 20

“Wuhan tested millions of people for COVID-19 in just days.

Could US cities do the same?”

(Nicoletta Lanese/28.05.2020/livescience.com)

 

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TRUMP MELTDOWN ESCALATES:

SKETCHY ORDER TO WEAKEN SOCIAL MEDIA

(título: huffpost.com)

 

A caminho do fim da 4ª semana (concretizada a 1 de junho de 2020) desta 2ª fase da luta contra o vírus SARS-CoV-2 e da doença para muitos sendo mortal que o mesmo provoca ─ a COVID-19  ─ e aparentemente cumprida com relativa eficácia e sucesso a 1ª fase de confinamento (iniciada em meados de março) tendo esta no entanto e até hoje (28 de maio 2020) provocado 1.269 vítimas mortais, enquanto no Resto do Mundo a Pandemia prossegue com quase 6 milhões de infetados e mais de 360.000 mortos ─ com os EUA (a Norte, com mais de 102.000 VM) e o Brasil (a Sul, com mais de 26.000 VM) sendo os maus exemplos de cada Hemisfério ─ no nosso país e enquanto se tenta o regresso à normalidade (fosse o que fosse isso antes, ou o que querem agora definir como sendo-o depois) com a abertura do território e da sociedade aos seus cidadãos, alguns aspetos começam a definir melhor o período pelo qual todos passamos e até algumas perspetivas daquilo que certa e infelizmente (sendo as vítimas, sempre as mesmas do costume) nos espera: e se alguns ajustes de contas são noticiados apenas porque se sucedem ─ com os crimes agressões e assassinatos a repetirem-se ─ outros parecem começar a ressurgir sem intervenção nem controlo, prometendo-nos por indiferença e/ou por simples inação regressarem e imporem-se tal e qual como em crises passadas, mesmo que não tão profundas (a apanhando Passos Coelho sendo unicamente Económico-financeira, a apanhando António Costa sendo de Saúde mas igualmente com graves implicações Económicas) ─ tal como na crise anterior (iniciada em 2008/2010) com tão maus resultados para todos nós (a maioria dos portugueses) com o Governo a receber o dinheiro para ajuda atribuído (como sempre, a muito custo) pela Europa, com os bancos a ficarem com a responsabilidade de o distribuírem, para no final e contra toda a lógica de ajuda, solidariedade e de recuperação, o direcionarem apena para aquele menos necessitados até por ainda terem crédito e serem capaz de dar garantias. E com o péssimo exemplo ainda-por-cima a vir da CGD, comandada pelo mesmo contabilista-dito-individuo que esteve apenas a um passo de ter destruído definitivamente, quem efetivamente nos salvou o Serviço Nacional de Saúde (como que sendo um coveiro, quase que no passado destruindo o SNS e no caminho de no futuro liquidar de vez a CGD).

 

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Nesta quinta-feira 28 de maio de 2020, no 76º dia desta história (em Portugal desde que se registaram os primeiros casos necessitando de UCI) tendo como protagonista um ser vivo microscópico (este coronavírus), no entanto, pondo o Mundo muito perto do abismo, com as notícias dos canais de TV alternando entre o Covid-19 (e as conferências diário-monótonas de imprensa, banalizando a doença), os Crimes de Sangue (confinados, não confinados), o Dinheiro envolvido (os milhões vindos da Europa e não a Economia), Trump e Bolsonaro (aos quais se poderiam juntar Boris pela Grã-Bretanha e Löfven pela Suécia) e até o regresso do Futebol, empurrando-nos no presente para a construção de uma ideia de que o “normal” que conhecíamos ainda poderia ser recuperado, mesmo nem se tendo recuperado da doença, mas subliminarmente e como se nos tivessem já fornecido a chave ─ da referida como nova fechadura ─ não deixando de novo e por excesso de confiança entrar o bicho (neste tempo de crimes com contacto e pessoais, o assassino). Com o Verão aí a chegar, com os milhões prometidos aí a rebentar, com alguns países fortes europeus a quererem voar e voltar e (até no que diz respeito ao Algarve, pelo “bom comportamento” de Portugal face à pandemia) com o turismo a poder começar mesmo que lentamente a arrancar, contribuindo dentro dos limites desta fase inicial de desconfinamento, para a projeção de um cenário um pouco mais animador: mas nunca deixando de prestar a máxima atenção ao mais pequeno pormenor (como ao que se passa hoje, na região de Lisboa e do Vale do Tejo) e indo dando umas espreitadelas ao que se vai passando na China e na Coreia do Sul.

 

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Quanto ao Resto do Mundo, perto dos 6 milhões de infetados e ultrapassados já os 360.000 mortos, mantendo-se os casos mais preocupantes centrados nos EUA  (103.229 VM) e no  Brasil (25.945 VM), mas com o México (8.597 VM), a Grã-Bretanha (37.837 VM) e a Índia (4.711 VM) igualmente a assustarem ─ seguidos da Rússia (4.142 VM) e do Canadá (6.873 VM). E só de se pensar em África com os números a poderem ser bem maiores e com tantos casos noutros países/situações não tendo certamente (pelas mais diversas razões/desculpas) incluídos, podendo-se facilmente apontar hoje um número podendo chegar (ou mesmo ultrapassar) os 12 milhões de infetados e as mais de 720.000 vítimas mortais. No caso de uma única vaga.

 

(imagens: huffpost.com ─ Victoria Jones/PA/theconversation.com

─ Vadim Sadovski/Shutterstock/theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:30

25
Mai 20

“The Trump administration reportedly considered

conducting the first nuclear test explosion in 28 years

in response to China and Russia.”

(Sophia Ankel/23.05.2020/businessinsider.com)

 

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IVY MIKE

O primeiro teste norte-americano de uma Bomba de Hidrogénio

(1 de novembro de 1952)

 

Após quatro anos de um violento e sistemático confinamento político-social (aqui não se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a sua Administração ─ seguido de mais dois meses de um ainda mais violento e catastrófico confinamento sanitário-económico (aqui já se contando mortos) ─ cercando Donald Trump e a população norte-americana ─ uma consequência esperada de tão longo período de isolamento, agora que este tempo parece perto do fim, mas por outro lado nunca mais parece chegar: como se as praias repentinamente se abrissem, não se respeitando minimamente o semáforo vermelho lá colocado.

 

E assim depois de tantos acordos descontinuados e “atirados às urtigas” pela administração atualmente no poder (Republicana de Donald Trump, como num Universo nada alternativo podendo ter sido, Democrata de Hillary Clinton) ─ como o do abandono da luta contra as “Alterações Climáticas”, do acordo “nuclear com o Irão”, do acordo dos “Céu Abertos” e agora do regresso aos “testes nucleares” ─ o regresso à normalidade por tantos julgada completamente impossível, provando apenas como “normalidade e anormalidade” se confundem e na nossa mente (obedecendo aos mesmos mecanismos psíquico-físicos, ainda e sempre prevalecentes) se completam.

 

Passadas quase 24 anos sobre o acordo firmado para o fim dos testes nucleares ─ 24 de setembro de 1996, subscrito na ONU pelos EUA, pela Grã-Bretanha, pela França, pela Rússia e pela China ─ e enquanto se assistia a uma tentativa de não proliferação dos mesmos até pela chegada de outros países ao “Clube Nuclear” (como a Índia, o Paquistão, a Coreia do Norte e Israel), eis que tentando demonstrar a sua presença ainda bem efetiva no mundo e a sua imagem de sistema (e de marca) querendo manter a sua supremacia global, os EUA ainda perseguido pelos seus inúmeros “fantasmas internos” (problemas por resolver) colocados à vista de todos com o surto Pandémico Covid-19 (como a total falência do seu inexistente Serviço Nacional de Saúde e a inexistência de qualquer tipo de apoio socioeconómico em tempos de crise) ensaiam mais uma “entrada ao serviço” agora com armas pensando-se ultrapassadas (piores em efeitos que o vírus SARS-CoV-2, não só como este matando seres vivos, como também destruindo infraestruturas fundamentais à nossa sobrevivência e da nossa civilização). E ainda-por-cima pela diversificação dos efeitos extremamente negativos e muitas das vezes incontroláveis (por inesperados ou desprezados) sentidos e observados ao longo do tempo e do espaço, com a utilização de um instrumento tão primitivo como este.

 

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O regresso dos testes nucleares

Em debate entre a Administração Civil e o Complexo Militar

(maio de 2020)

 

“Com a Administração da Casa Branca sob a tutela de Donald Trump

e com  o apoio do poderoso e liderante Complexo Industrial-Militar,

como muitos dos presos saídos da cadeia e para se mostrar,

começando desde logo a ameaçar.”

 

Desconfinado e querendo (à falta de imaginação) recuperar referências ─ até para arranjar culpados, para os seus erros cometidos ─ servindo-se do nuclear para tentar recolocar a Rússia e a China no seu respetivo lugar: voltando-se assim á normalidade de um mundo sempre dividido entre o Ocidente e o Oriente (referindo-nos ao Hemisfério Norte, mais rico e desenvolvido, ao contrário do Hemisfério Sul, mais pobre e explorado), sendo um deles os representantes do Eixo do Bem (com sede em Washington e aparentemente em queda) e o outro os representantes do Eixo do Mal (com sede em Pequim e aparentemente em ascensão): numa temporada terminando no início de novembro (deste ano de 2020),  data em que face às duas faces da mesma moeda, ela cairá para um ou para o outro lado, no fundo para um mesmo lado, por baseado na mesma moeda ─ o Dólar. Faltando apenas saber o que valerá mais no futuro, se os detentores das impressoras e do respetivo papel empregue (os EUA) ─ neste caso apoiado pela sua Máquina Militar capaz de destruir um maior nº de vezes o Planeta ─ ou se os detentores dos metais preciosos como o ouro (a Rússia e a China) ─ mais limitados e capazes de destruir um menor nº de vezes a Terra.

 

Já que se sendo livre e expondo-se (mas continuando a aceitar-se como única verdade o que se diz), podendo-se com os raios do Sol e com a água do mar, matar “o bicho”. Por mim esperando que por sua própria iniciativa (do vírus) ─ dado o Homem se ter vindo a mostrar totalmente incapaz de se assumir aderindo à teoria da evolução ─ no mínimo “o bicho” adormeça. Regressando e tornando-se crónico (tal como o vírus da gripe) podendo ser (mais) um “sinal”.

 

(sobre notícias/imagens: Business Insider/businessinsider.com

e US Nuclear News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:38

16
Mai 20

Num presente em que face à insistência dos EUA e caso a Alemanha não o aceite, a Polónia se oferece para receber e instalar no seu território bombas nucleares norte-americanas (apontadas à Rússia).

 

Das 2.421 explosões atómicas 2 sendo efetivas e concretizadas sobre duas cidades japonesas (6 e 9 de agosto de 1045), provocando (no mínimo) ─ já a WW2 decidida ─ entre 130.000 e 230.000 mortos (civis).

 

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Explosões atómicas desde 1945 (de 16 de julho dia da 1ª deflagrada e testada pelos EUA, pouco tempo antes da sua aplicação prática sobre civis em Hiroshima e em Nagasaki) até 2009 (atravessando todo o período da Guerra Fria)

 

País

Explosões

%

EUA

1.127

46,5

URSS/Rússia

976

40,3

França

210

8,7

China

48

2,0

Grã-Bretanha

45

1,9

Paquistão

7

0,3

Índia

6

0,2

Coreia do Norte

2

0,1

Total

2.421

100,0

 

Como se constata com a esmagadora maioria devendo-se ao conflito (Guerra Fria) EUA versus URS/Rússia com 87% das explosões, ficando as restantes ligadas a países aderindo (em apoio e desenvolvimento tecnológico) a um ou a outro bloco (cerca de 13%).

 

E com os EUA a rasgarem o acordo invocando entre outros pretextos unilaterais para além da falta de confiança na Rússia ─ das bombas da Coreia do Norte e do futuro perigo iraniano ─ do crescente perigo chinês (esquecendo-se dos outros quatro, para já não falar de Israel).

 

(imagem: Every nuclear bomb explosion in history/Businness Insider/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:21

10
Mai 20

No dia do 75º Aniversário da declaração oficial do final da 2ª GUERRA MUNDIAL ─ 8 de maio de 1945 ─ para além da apologia da Grande Vitória dos EUA (do TIO SAM)  e da GB sobre o exército NAZI ─ fazendo desaparecer do mapa o papel fundamental da então URSS (do TIO JOE) na resolução do conflito

 

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Içando a bandeira da URSS sobre o REICHSTAG

(censurado pelo Facebook)

 

A colaboração por parte da rede social FACEBOOK certamente que utilizando o seu “Algoritmo da Liberdade” na reescrita da História: censurando uma das fotografias mais icónicas e representativas desse momento, após a Batalha de Berlim e da vitória do Exército Vermelho, o içar da bandeira soviética sobre o REICHSTAG (o parlamento alemão).

 

(foto: Yevgeny Khaldei)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

05
Mai 20

Fez ontem 50 anos (4 de maio de 1970) que, inserido nos Eventos internos  relacionados com a Guerra do Vietname (1955/1975) e após a declaração do então presidente dos EUA Richard Nixon de invadir o Camboja (30 de abril de 1970),

 

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Richard Nixon em 30.04.1970

anunciando a intervenção dos EUA no Camboja

(Guerra do Vietname 1955/75)

 

Tropas norte-americanas interferiram não no conflito externo em curso na Indochina (englobando o Vietname, o Camboja e o Laos) mas num conflito interno entre civis provocado por uma manifestação estudantil Antiguerra: com soldados da Guarda Nacional (integrando as forças armadas dos EUA) disparando sobre estudantes manifestando-se contra a Guerra do Vietname (passando a partir daí a integrar o então neutral Camboja) na Universidade da cidade de Kent (localizada no estado do Ohio) ─ isto após o anúncio feito dias antes e pela TV pelo então presidente Richard Nixon de atacar o Camboja ─ disparando “balas reais” e matando 4 estudantes e ferindo ainda outros 9: e fazendo-o de uma forma caótica/aleatória, uns porque lá estavam outros pelo azar de por lá terem passado.

 

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“Right here! Get Set!

Point! Fire!”

(ordens de comando para a Guarda Nacional)

 

Naturalmente provocando uma enorme onda de indignação por todo os EUA e como forma de protesto (Civil), provocando o encerramento de muitas escolas e de universidades norte-americanas colocadas perante uma greve de cerca de 4 milhões de estudantes. Infelizmente mais um dos acontecimentos históricos esquecidos no tempo (como tantos outros em que “o poder é anti poder”) e estrategicamente retirados da memória e da cultura de um povo e do seu território, ainda-por-cima agora que o “poder das armas” (e dos seus intermediários militares, utilizando balas) foi (parcialmente) substituído pelo “poder dos média” (e do seus intermediários civis, os “fazedores-de-opinião): aqui só sendo recordado pelo jornalista Paul Street por publicado na RT (como diria se vivesse o momento Richard Nixon, um “Santuário de Comunistas”).

 

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"My God! My God! They're killing us"

(Ron Steele of Buffalo: "I thought the soldiers had gone insane

or it was some kind of accident.")

 

Felizmente que recordando o passado e os tempos da Radio Argel ─ Radio Voz da Liberdade com a “voz” de Manuel Alegre (escutando-se meio escondidos pelo início da madrugada) ─ e devido à necessidade que se tinha então (na segunda metade dos anos 1960) por ação contínua e sistemática da censura de se conhecerem notícias sobre o nosso próprio país (mergulhado numa crise tremenda, não só com os portugueses a fugirem da miséria e da fome como da guerra colonial e da morte), retendo na memória de alguns de nós (pais e filhos e outros descendentes) que por vezes para sabermos algo mais e que se aproxime mais da verdade (da realidade), por vezes tendo-se que recorrer a fontes exteriores por mais distantes de nós que nos pareçam (no fundo coexistindo connosco): algo que infelizmente se tem perdido no tempo face à torrente imparável de FAKE NEWS e à DISTORÇÃO e até mesmo inversão da HISTÓRIA vomitada constantemente pelos MÉDIA (atuais), por associação fazendo-me desde logo recordar a diferença extrema por aberrante, entre aqueles que antes, ansiosamente e por puro prazer procuravam (a aventura, a descoberta, a experiência) e aqueles que depois (hoje) apenas olham para o que alguns lhes apontam (o sedentarismo de um quotidiano monótono, mais de acordo com o de uma máquina).

 

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Localização do tiroteio de 4 de maio de 1970

indicando estruturas/tropas/vítimas/orifícios das balas

(Universidade de Kent, estado do Ohio, EUA)

 

Vivendo-se no presente num Mundo em que um vírus matando (suponhamos) 300.000 de pessoas (mas não tendo sido bombardeado, deixando de pé todas as suas infraestruturas) ─ ou seja cerca de 0,004% da sua população ─ mergulhou o planeta num caos vendo-se mesmo já lá ao fundo o precipício.

 

(imagens: Richard Nixon Foundation/youtube.com ─ Howard Ruffner/Getty Images

─ John Paul Filo/time.com ─ wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:52

24
Abr 20

Coronavirus live news: US Covid-19 death toll passes 50,000

(theguardian.com)

 

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Brooklyn/Nova Iorque/EUA

 

Esta sexta-feira com os EUA a ultrapassarem as 50 mil vítimas mortais: mais rigorosamente 51.342 (pelas 19:34 TMG) com uma taxa de mortalidade (provisória) de 5,65%. Só Nova Iorque com 21.283 vítimas mortais (41,45% do total).

 

Globalmente com o número de infetados (a 24.04.2020 pelas 16:55 TMG) perto dos 2,8 milhões (0,037% da população mundial), o número de vítimas mortais a caminho dos 200 mil (6,98% da amostra) e o número de casos graves/críticos próximo dos 59 mil (2,10% da amostra) ─ mais de 770 mil recuperados (27,66% da amostra) ─ em Portugal a situação do surto de Covid-19 mantem-se muito semelhante à do dia anterior: em relação ao dia de ontem diminuindo o número de vítimas mortais (-1) e o número de casos graves/críticos (-16) ─ e registando-se ainda 20.715 casos ativos (neles incluídos os casos graves/críticos, estando em UCI).

 

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Algo de semelhante passando-se na Região do Algarve com os seus 320 infetados (+4) e as suas 11 vítimas mortais (=): com uma taxa de mortalidade (provisória) de 3,44% (no global de Portugal 3,75%). E num olhar geral por Portugal (continente e ilhas) e suas regiões (aqui subdividas em 7) registando-se 491 óbitos a Norte (57,49%) ─ o centro desta Pandemia  ─ 183 no Centro (21,43%), 160 em Lisboa e Vale do Tejo (18,74%) e 20 nas restantes regiões (2,34%). Relativamente aos grupos etários atingidos e segundo números da DGS, não se registando nenhuma vítima mortal entre os 0/39 anos e com essas vítimas (mortais) a concentrarem-se em idades iguais ou superiores aos 70 anos:

 

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Uma brutalidade traduzida nos 87,59% (entre 70/79 com 20,38% e com 80 ou mais 67,21%) ─ atacando os mais velhos e eliminando muitos dos nossos primeiros professores, os nossos (insubstituíveis) avós. Nesta 1ª fase (não se iludam, não se deixem levar) com a luta a ter de continuar, se ainda quisermos mesmo usufruir da tão falada (e desejada) 2ª fase: depois de sobrevivermos (1ª fase) dedicando-nos então ao Regresso â Vida (2ª fase). No dia 3 de Maio e dependendo de nós se verá ─ mas ainda com o Algarve em grande sobressalto (ou não se praticasse por cá, “uma monocultura Turística”), não só a nível da Saúde como a nível da Economia, pois “podendo-se não morrer de doença, mas podendo-se morrer de fome”.

 

(imagem: Mike Segar/Reuters/theguardian.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:25

21
Abr 20

Não sendo uma imagem de uma cidade deserta invadida por mutantes vítimas de um vírus ou por outras criaturas tipo Zombies, nem sendo um registo do filme “Eu Sou a Lenda” com o protagonista do filme “Will Smith” a correr num cenário pós-Apoclítico. Sendo em tudo semelhante, mas tratando-se de algo de real (não de SCI-FI).

 

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Tratando-se apenas da cidade norte-americana de Nova Iorque em pleno surto Pandémico do SARS-CoV-2 e da doença pelo mesmo provocado (Covid-19): com todos fechados em casa enquanto o vírus vai percorrendo o seu caminho e com o número de vítimas mortais (pelas 15:14 TMG de 21 de abril) perto dos 19.000 (44% de todo os EUA).

 

(imagem: usatoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:24

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