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Mais uns Acrescentos Desviantes

Terça-feira, 25.01.22

“Todos os atores sociais são desviantes na medida em que ninguém age em conformidade total a todas as normas do comportamento socialmente aceitável. O desvio pode constituir ele próprio o seu sistema e contribuir, afinal, para fazer funcionar o conjunto da sociedade.” (E. Goffman segundo infopedia.pt)

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Desenrolando-se os fios,

encontrando-se-lhe as pontas

Na sequência da 1ª Guerra Mundial (1914/18, durando pouco mais de 4 anos), na vanguarda deste acontecimento estando o Imperio Alemão e do outro lado estando (entre outros) os russos ─ e tendo estes últimos sido  decisivos na Frente Oriental, para a vitória dos Aliados neste 1º Grande Embate Militar Global ─ terminando na derrota do Império Central (e na vitória dos Aliados versão 1.0), naturalmente deixando atrás de si, sobretudo do lado dos derrotados (onde se encontravam, liderando,  os alemães) alguns sentimentos de revolta e outros tantos desejos de vingança (tendo de ser pelo menos temporariamente contidos, inicialmente suspensos),

Os russos, só ultrapassados pelo Império Alemão (com 2 milhões de mortos), tendo sofrido o 2º maior nº de baixas com mais de 1,8 milhões de vítimas mortais, apenas entre as suas tropas ─ entre os militares os EUA contabilizando mais de 100 mil mortos e Portugal uns 7 mil ─ entre a população civil e entre os Aliados, igualmente liderando os russos com mais de 400 mil vítimas mortais (num total de 600 mil, entre os Aliados),

Surgindo cerca de duas décadas depois (indo de 1918 a 1939), nem sequer tendo passado uma geração (ainda lá estando para além de filhos, pais e avós, talvez mesmo visavós, como testemunhas) e ainda com a anterior (WW1) bem viva na nossa cabeça (dada a tragédia transversal que atravessou todas as famílias), a 2ª Guerra Mundial (1939/1945), juntando de novo de um lado a Alemanha e os seus parceiros (desta sua nova Aventura Expansionista) e do outro lado os Aliados (num modelo semelhante, agora na versão 2.0), mas agora tendo lá bem no fundo, totalmente a postos e preparado os EUA,

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Sendo fácil compreender a História,

desde que desobstruamos a nossa cabeça

Preparando-se para e aproveitando as oportunidades que a situação lhe proporcionava, oferecendo-lhe praticamente o seu usufruto (da exploração do negócio), aí começar a assumir o seu papel de grande Potência Mundial, retirando esse 1º Título Global à Europa, um 1º passo desenvolvendo-se paralelamente o seu Complexo Industrial-Militar (aí arrancando o seu definitivo assalto ao poder nos EUA, com os Militares a ultrapassarem nas decisões a Sociedade Civil), para e como se verificou já neste início do século XXI (com a queda da U.R.S.S.) se transformar na única Grande Potência Global, confirmando este Mundo só com uma “Via Verde” liderado por uma única e válida Moeda com duas faces, bipolar, psicopatológica, simbolizando como quiserem, um burro e um elefante, ou os civis e os militares,

2ª Guerra Mundial essa, iniciada oficialmente em 1 de setembro de 1939 (final a 2 de setembro de 1945, seis anos depois), de novo tendo como protagonista a Alemanha (e aliados seus) e do outro lado para além do Resto da Europa, o Resto do Mundo, “restos esses” não tendo aderido nos anos que a antecederam e se seguiram (o início da guerra) à ideologia Nazi e à liderança de Adolf Hitler: antes (do início da WW2) com muitos que se afirmaram (apenas) depois como antinazis (posteriormente formando os Aliados), a confraternizarem à vista de todos com a liderança nacional-socialista de Hitler ─ entre  a nobre realeza inglesa e os novos-ricos norte-americanos, extremamente recetivos nos primeiros tempos à “ideologia nazi” ─ permitindo excessos deste consentindo-os e próximo de nós tendo-se uma prova disso, com a Guerra Civil de Espanha (1936/39), juntando fascistas espanhóis ao exército alemão, aí testando com todos a ver e a compreender (só se não quisessem ver) os seus futuros “planos de invasão e conquista”.

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Existindo Bem e Mal sendo conveniente conhecer

p/ além do remetente o destinatário de cada um deles

Novamente e comparando o envolvimento de ambas as partes neste novo conflito, a nível de recrutamento para combate e respetivas vítimas mortais e até se para compreender e confirmar o que por aí está para vir ─ pelos sintomas e intervenientes (uns querendo, outros não querendo e outros ainda sendo empurrados, os querendo passando sempre impunes passando a culpa para as suas vítimas, estivessem atentas), podendo ser potencialmente e cada dia que passa aumentando essa possibilidade, uma 3ª Guerra Mundial ─ relembrando, depois do sucedido na WW1 o sucedido na WW2, novamente com aqueles que agora são acusados de serem “os bandidos, os atacantes, os predadores, os invasores , os destruidores da Civilização Ocidental” preparando-se para invadir a Ucrânia e de seguida  Europa ─ o Mundo Livre como contraponto à Civilização Oriental nas mãos de russos e chineses, o Eixo do Mal ─ aqueles que verdadeiramente morreram a tentar salvar a Europa, à frente deles e mais uma vez estando a “Frente Oriental”, a força decisiva (mais uma vez, tornando-se cansativo, aparecendo sempre os mesmos, ainda-por-cima mortos e esquecidos, de uma certa forma indigna insultados na sua honra, morrendo obrigados ou não, no campo de batalha e sendo estrategicamente esquecidos) para inclinar os braços da balança para os Aliados (versão 2.0), fazendo o estandarte da liberdade (não sendo exclusivo só de uma parte dos terrestres) mais uma vez voltar a flutuar:

Sustentada por uma contabilidade clara, como resultado de mais uma Guerra Global e mais uma vez levando à vitória, “Meio-Avermelhada dos Aliados”, num total de  24 milhões de mortos militares registados (cerca de 4,5 milhões de mortos alemães, Japão 2 milhões), 16 milhões deles integrando as forças Aliadas (Rússia, EUA, UK e China), a Rússia sendo a maior vítima da invasão alemã registando só ela no mínimo 9 milhões de mortos, seguida da China com cerca de 3 milhões, os EUA/UK ficando perto dos 800 mil mortos. Do lado civil com um nº ainda maior registado de mortos, num total de perto dos 49 milhões ─ para 1  militar morto, 2 civis seguindo o mesmo destino ─ desses quase 92% (45 milhões, uma brutalidade) sendo civis mortos às mãos dos exércitos alemães e ainda nos campos de concentração, para além da Polónia, com (e de novo, mas agora com a sua população civil) com a Rússia (indo a estimativa dos 5 aos 10 milhões de mortos) e a China (em redor de 3,5 milhões) a serem os que mais sofreram (devendo andar por volta de 50% do total de vítimas mortais civis). O EUA pouco mais de 12.000 mortos civis.

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Nunca o conflito será parte de qualquer solução

sabendo-se que no final nada restará

Mas pelos vistos e com o decorrer do tempo (perdendo-se memória e cultura) e ganhando na secretaria, e sendo declarado unilateralmente o Grande Vencedor, de tal modo que passados já quase 77 anos sobre o fim da WW2 e depois de muitas outras guerras passadas invariavelmente sempre com  presença de um dos dois lados, sempre com um mesmo protagonista em comum, por sinal o seu instigador por interessado em algo de importante aí existindo (como por exemplo importantes fontes de matéria-prima ou de energia), terem o destino que todos conhecemos e aparentemente lamentamos (Guerra do Vietnam, Guerra do Golfo, com fim recente, Guerra do Afeganistão), a Europa mais um vez confia nesta sua referência centrada no poder delegado no conjunto EUA/NATO, pensando com a sua ação garantir a sua segurança, colocando-se mais uma vez e “há muito já perdidas as suas colónias ao lado (ajoelhada) do no percurso (1945/2022) “declarado o Vencedor”: de novo com a Alemanha na liderança da Europa com o seu “motor”, líder e impulsionador, refugiando-se atrás da NATO e deixando os outros colocar, estender e preparar-se para acender o rastilho, sem o querer, mas nada fazendo para que tal jamais possa acontecer (sendo apenas para bem da Europa, não a transformando em mais uma zona de conflito), a pretexto da Ucrânia, nada fazendo, permitindo tudo e mais alguma coisa à sua volta, na prática e por delegação (dos EUA, o fornecedor de armas, para a concretização de efeito, pretendido), prolongando um pouco mais a sua “Declaração de Guerra à Rússia”, dadas as circunstâncias, podendo despoletar e mais uma vez por sua iniciativa, a 3ª Guerra Mundial.

Mas será que os nossos representantes ─ Europeus, sendo aqui a Europa ─ ainda não se aperceberam verdadeiramente, de qual o local deste potencial novo conflito (pelos vistos já com luz verde dos EUA)? A nossa única esperança (conseguindo ainda a Europa retirar a sua cabeça presa no buraco, entalada/chantageada/por sem poder, pelos EUA) residindo na escolha a ser feita pelos norte-americanos, entre duas alternativas possíveis, dependendo aí a escolha, ser a boa ou a má (para nós europeus): ou utilizando a Europa para no seu interesse (dos EUA)  reeditar os tempos da Guerra Fria (não passando disso), mas agora num âmbito regional opondo a Europa à Rússia e assim mantendo-a ocupada, desse modo podendo dedicar-se ao seu grande adversário atual a China, opondo-se à ambição desta em se tornar num novo Império tirando-lhe o lugar, pelo meio podendo-lhe surgir a “oportunidade iraniana” ─ a opção Soft ─ ou então parecendo não ser mas até podendo ser, podendo ou não ter consequências mas inevitavelmente e com a degradação progressiva da situação, arriscando-se mesmo a sê-lo, empurrando a Europa para um cenário possível e por contaminação, podendo expandir-se a opção Hard. Sendo a China o objetivo, a Rússia um instrumento e a Europa (depois da Ásia e da América do Sul, África estando de reserva) “a carne para canhão”. Algo em que por esta altura ainda não acreditamos, mas podendo concretizar-se, devendo-se já pôr em sentido os seus conhecidos e criminosos impulsionadores, ameaçando-os pelo crime com o respetivo castigo.

(imagens: globo.com ─ foxlux.com.br ─ vectorstock.com ─ deviantart.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:10

Invasão ─ Com a Rússia a 7.306Km e a China a 9.152Km (de Portugal)

Domingo, 23.01.22

[EUA a 7.313Km e Europa a 0Km.]

“Sendo fácil fazendo-se a diferença de quilometragem, saber-se onde está o nosso grande inimigo: na própria Europa onde estamos, no nosso próprio continente (quilometragem zero), antes velho e sábio, hoje senil e perdida a proteção ─ obliterada a sua memória e cultura, face ao chamamento do “sonho americano”, por tardio na aplicação podendo transformar-se num Pesadelo, antes Climatizado, mas possivelmente e a curto-prazo bombardeado.”

Zona USA

“Biden says Putin will pay 'dear price' if invades Ukraine.”

(abcnews.go.com/19.01.2022)

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Estádio Olímpico de Kiev

Europeu de Futebol de 2012

Ainda o pró-russo Yanukovych era presidente

e a violência levando à destruição não tinha chegado

Desde que em 24 de agosto de 1991 a UCRÂNIA se declarou um estado independente aproveitando o colapso da U.R.S.S. (reconhecimento da Ucrânia a 25 de dezembro de 1991) em 26 de dezembro do mesmo ano, que este estado fazendo fronteira com a agora Confederação Russa (herdeira da ex-União das Republicas Socialistas Soviéticas) se transformou um dos principais objetivos da politica internacional e geostratégica dos EUA, através do seu braço militar europeu a NATO vendo mais uma hipótese de pressionar o então seu grande adversário, depois do seu colapso da U.R.S.S. a RÚSSIA (observando-se uma recuperação deste estado, podendo querer reassumir a sua antiga posição no Mundo, de grande potência Global).

Por volta de 2004 já Vladimir Putin aparecera no círculo do poder da nova Confederação Russa (1994/Vice-Presidente da Câmara de São Petersburgo, 1998/FSB ex-KGB, 1999/1º Ministro e 2000/Presidente), surgindo os primeiros problemas com a eleição do anterior 1º Ministro Viktor Yanukovych a Presidente (com a oposição ucraniana a contestar os resultados) para em 2013 e com o processo a “amadurecer” a contestação atingir o seu auge (período do Euromaiden), dando mais tarde origem à denominada “Revolução Laranja” (no ano seguinte em 2014) e finalmente ao Golpe de Estado (com todo o Mundo a ver as cenas de vandalismo em Kiev, a capital da Ucrânia) instalando um novo “corpo político “ no poder:

E assim derrubado o pró-russo Viktor Yanukovych e lá instalando o pró-norte-americano Petro Poroshenko (entretanto já tendo sido afastado), com a Ucrânia a sair definitivamente da órbita agora da Confederação Russa, tentando curiosamente  de imediato e como sua 1ª medida, para além de aderir ao Ocidente (com a Ucrânia a caminho do colapso total, necessitando absolutamente de ajuda financeira) sobretudo juntar-se à NATO e a todo o armamento desta, para colocar os russos no seu devido lugar, desafiando e provocando a Rússia, sabendo muitos deles (tal como ucranianos, vivendo do outro lado da fronteira) residirem em território ucraniano, “convidando-os” ou a partirem e deixarem tudo de seu para trás (bens, pessoas, a sua vida) ou então a serem mortos.

Zona UK

“Ukraine: US offers Putin summit with Biden in effort to stop slide to war.”

(theguardian.com/21.01.2022)

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Conflito Ucrânia/Rússia

Na sua progressiva aproximação das fronteiras da Rússia via NATO

com os EUA face à reação dos russos reforçando as suas fronteiras

acusando-os de se preparem para invadir a Ucrânia

Revelando-se para além de quem estava de um lado ─ o governo pró-russo, os russos e os seus cidadãos instalados na Ucrânia ─ quem por financiado e promovido esteve sempre no comando e neste cenário a representar esmagadoramente na sombra o outro lado ─ dando origem a um governo pró-norte-americano com ucranianos e com “zero russos”, apesar de sempre tendo convívio juntos, tendo sido antes de um único país, com famílias entrecruzando-se, mistas ─ 31 anos depois de declarada a sua Independência e 8 anos sobre a chegada do Ocidente (livre, democrático, mas com um único golpe derrubando todas as suas instituições, “matando o coelho”), sendo o que se vê, entalada de um lado pela Rússia e pressionada ao suicídio em nome do Ocidente pelo outro lado ─ não se vendo o Chefe da Orquestra, dado estar escondido, como se nada fosse com ele, para lá do enorme oceano Atlântico ─ e pior ainda, face à subserviência dos nossos próprios representantes políticos (alguns eleitos, mas a grande maioria nomeados) no seu comportamento e atitudes (até em pretensas negociações públicas) chocando, assemelhando-se a “rastejantes e prostitutos mentais”, podendo-nos levar todos atrás, tal como e não se aprendendo (com as experiências passadas, bem recentes e sendo renovadas todos os dias, um pouco por toda a Terra e sempre com um denominador comum, os EUA), tendo sucedido antes e levado à 2ª Guerra Mundial. Depois da Ásia, do Médio-Oriente e de África e correndo-se o risco de no futuro a Europa como um todo se tornar num poderoso adversário (a Rússia estando tão perto, podendo engoli-la) num processo assinado por baixo pela EU e pela NATO (como o nosso sangue) trazendo agora a Guerra até nós, librando-se simultaneamente da Europa e da Rússia e podendo-se dedicar exclusivamente à China.

Zona UKRAINE

“Ukraine president warns Russia faces 'large-scale war' if Putin invades as tensions rise.”

(mirror.co.uk/22.01.2022)

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Exercícios Militares Rússia/Bielorrússia

Estónia/Letónia/Lituânia sob controlo militar Ocidental

Não permitindo a Rússia o assalto final à Ucrânia/Bielorrússia

Deixando a NATO em cima de toda a sua fronteira Ocidental

Correndo já a notícia oriunda do Catar/EUA de que face ao cenário de Guerra em preparação para a Europa, os nossos amigos norte-americanos já procuram alternativa ao fornecimento de gás pela Rússia à Europa, não abrindo os russos o novo gasoduto (como desejo dos EUA) e/ou interrompendo o antigo (igualmente desejo do EUA) ─ e como se tal situação a ocorrer não tivesse consequências óbvias, até porque iniciado o conflito um dos alvos preferenciais e dos dois lados, seria sempre o fornecimento de energia e a sua interrupção, atravessando o gasoduto a Ucrânia como via única para a Europa ─ tendo de ser assegurado o fornecimento (não o sendo de facto ficando sempre a intenção, apesar do Inferno estar cheio delas) de outra forma: livrando-se da pele de lobo e usando a pele de ovelha (e a Rússia sendo o “Urso Vermelho”) e mesmo assim não conseguindo vender à Europa o seu “Gás Engarrafado e da Liberdade” (pudera, bastando olhar para o preço e vê-lo alto) e sabendo-se da máxima “aliados, aliados, negócios à parte” (tal como o fizeram com os franceses, atraiçoando-os com os australianos no negócio como não poderia de ser em questão de armamento e com o extra “nuclear”), não querendo perder dinheiro apenas para ajudar (sem faturar convenientemente) virando-se para mais um seu dependente (aqui de 2ª qualidade, por vezes querendo dizer algo, mas não sendo dos mais alinhados, podendo ainda ser ameaçado) e solicitando-lhe em seu nome a sua intervenção em nosso favor como se barcos vindos de lá, fosse a solução da Europa, “só podendo estarem mesmo a gozar”, com os nossos dirigentes e responsáveis de joelhos, sem rezar apenas esperando o respetivo tributo e um refúgio seguro, a “rastejar”.

Mas onde está essa Europa, antes tão citada e referida como sendo um dos últimos e mais poderosos, mesmo Imortal, farol cultural e Património da Memória do Mundo, depois da aparente substituição da “arma por um canudo” parecendo ao contrário do pensado, imaginado e desejado (constatando-se infelizmente pelos factos e por quem hoje comanda as fontes e com elas o nosso destino, não existindo contradição de ninguém, existindo apenas a posição de um) estar num processo de regressão, sem objetivo e sem destino e sendo comandada de momento por um elemento de fora controlando-nos como se o fizesse com uma “manada de irracionais”, sem saber, a trote e convencidos do contrário, caminhando inexoravelmente para o precipício, para o abismo sem fim,  o fim-da-linha (a morte para muitos de nós), a Guerra, ficando-nos como companhia o crime, a fome, a doença e a morte.

Zona RUSSIA

“American ‘lethal aid’ arrives in Ukraine.”

(rt.com/22.01.2022)

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Europa e Guerra Nuclear

Num cenário pré-fabricado de produção de um “falso-conflito”

Sendo conveniente recordar um cenário possível/definitivo vindo da WW2

Os bombardeamentos nucleares de Hiroshima/Nagasaki

Aquilo contra o qual lutamos (na Europa uma das grandes vítimas) desde há 77 anos, antes orquestrada pelos alemães seus políticos e militares, hoje orquestrada pelos norte-americanos seus políticos e militares e, no que nos toca e à Europa, contando com a preciosa colaboração dos seus “prostitutos(as) mentais” não sendo russos(as), não sendo chineses(as), sendo traidores(as) à sua terra (ascendentes e descendentes) por Europeus ─ e nem se olhando ao espelho com o medo deste se partir ou suceder algo semelhante ao ocorrido com “Dorian Gray”, atacando russos e chineses, tal como nós (e tal como os norte-americanos)  tendo virtudes e defeitos, ignorando entre os 3 possíveis predadores (EUA Rússia e China) o atual Rei-da-Selva e convidando-o (até os 3 Porquinhos foram mais inteligentes, com o seu predador) para a nossa própria casa.

Ligando a TV e vendo de imediato num debate certamente político (em Portugal não dando para mais) uma das nossas “Mentes que Brilham” ditas ”Iluminadas”─ estes ainda e no entanto, de grau inferior utilizando lâmpadas incandescentes e sendo bio, falando da virtude talvez “da utilização das velas” ─ ouvindo logo falar da China “Ditatorial” face aos EUA “Terra da Liberdade”, ou não estivesse esta a expandir-se globalmente tentando dominar o Mundo (estreando ainda há pouco e em África a sua 1ª base externa, face às 700 dos EUA), ainda-por-cima apoiando e apoiada por Putin, como dizem os norte-americanos “entrando nunca mais saindo e somente sugando e destruindo o país que lhe permitiu a entrada. Só que ao ler esta justificação (no fundo e de facto podendo levar a Europa de novo para  Guerra) e nesta área (colocada de fora a diplomacia e a Paz, restando o Conflito e a Guerra), olhando o currículo de ambos (China e Rússia) e tendo já repetidas vezes ouvido esta mesma história (não correspondendo aos factos e não indicando o predador, por na generalidade dos casos ser o vencedor e aparecendo, tal como início aí como aviso antecipado, a clamar vitória) para além de vinda sempre da 3ª parte (parte interessada) e secundada pelos seus Aliados (segundos na hierarquia), não sendo eu (até como medida de proteção, neste momento não sendo a favor do vencedor, logo para estes só podendo ser contra) pró-russo, pró-chinês ou pró-norte-americano sendo apenas Europeu, ainda hoje não querendo acreditar a facilidade com que meios adormecidos ou meio-acordados, somos conduzidos como se fossemos mero gado para abate em direção ao nosso “Matadouro”, para a Guerra e para a Morte e relembrando os tempos de Auschwitz (da perseguição de povos, dos campos de concentração), aliás ponto de honra ideológico do atual poder instalado na Ucrânia, declaradamente (e toda a Europa o sabe) pró-nazi.

(imagens: wikipedia.org/timesofisrael.com/rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:07

Um Sinal dos Tempos ─ Evoluindo em Regressão

Quarta-feira, 19.01.22

[O Problema das Teorias da Conspiração (e outros derivados, introduzindo-se sub-repticiamente e em nosso nome) na escolha dos nossos Trilhos de Vida, sendo a seleção oriunda esmagadoramente de quem detém o poder sobretudo absoluto (um coletivo planetário de acesso restrito), controlando os Média (a 2ª Arma dita virtual, equiparada á 1ª a dita real), mas já não tendo ideias nem estratégia, para simplesmente o manter. Necessitando de Inquisidores e de demais traidores.]

“As part of its plans, Russia is laying the groundwork to have the option of fabricating a pretext for invasion. We have information that indicates Russia has already pre-positioned a group of operatives to conduct a false flag operation in eastern Ukraine.” (Jen Psaki/Secretária de Imprensa da Casa Branca/14.01.2022)

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Vindos de tempos onde rumores, boatos e restantes falsidades, sempre foram instrumentos disponíveis e de fácil utilização, tentando-se aceder seja de que forma for, a um nível superior de poder ─ tendo-se diversos casos exemplares mesmo a Ocidente (Católico-Romano, dizendo-se o representante na Terra, do Bem e da Liberdade), como o poderão ser os casos extremos e significativos deste tipo de intervenção radical, para os seus promotores sendo eficaz nos objetivos pretendidos, como serão o caso da Inquisição (Religião) e do Nazismo (Política) ─

As “Teorias da Conspiração”, as “Operações sob uma bandeira-falsa” e as “Notícias Falsas”, apesar de apenas servirem para desviarem as atenções dos verdadeiros impulsionadores de novas situações, em princípio por mais ninguém desejadas, mas sendo fundamentais para a sobrevivência de alguns, sobreviverem mantendo as suas posições (e direitos previamente adquiridos) ─ na hierarquia da Pirâmide Social, estreitando da base até ao topo e no topo mal tendo lugar para um ─

Pelos seus resultados convincentes e imediatos, tão próprias desta nova fase de evolução do Homem, da Sociedade e da Civilização onde nos inserimos ─ num momento em que o Homem (o Sujeito, fonte de despesas) já perde completamente para a Matéria-Prima (o Objeto, fonte de lucro), sendo por outro lado substituído por Máquinas com outro tipo de desgaste (mais de acordo) e sobretudo passivas, apenas acatando ordens e simplesmente obedecendo ─ eis que mesmo com o representante da  “Besta” o “Boneco de Putin” afastado, ou seja, Donald Trump,

Depois dos Republicanos ─ apesar do tudo o dito e redito, aí já tendo sido mais vítimas do que promotores, a batuta estando (ainda as eleições de 2016 não se tinham realizado, tendo aí começado a “Caça-a-Trump”) do “outro lado da moeda” ─ os Democratas agora no poder e nada tendo feito entretanto para se diferenciarem mínima e positivamente dos Republicanos (o mandato de Joe Biden indo já quase  meio e neste ano de 2022 tendo-se as Eleições Intermédias nos EUA), sem perspetivas de ação (sem um plano interno claro e definido, até para o Dólar) e não detendo poder (na posse do seu poderoso e único, Complexo Industrial-Militar), prosseguem e insistem nesta mesma Saga, sem solução à vista (o destino de qualquer conflito, sobretudo por artificial, mas sempre dirigido/direcionado), insistindo e aprofundando-a ainda mais perigosamente (para não dizer irresponsavelmente, para eles e para o Resto do Mundo) este “Tripé Virtual” mas poderoso de sustentação do poder:   

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Abandonada há muito e progressivamente a opção diplomática (iniciada oficialmente em 11 de setembro de 2001), com os EUA  a não terem ainda compreendido ter acabado o tempo de “Uma única Potência Global” existindo neste planeta desde que a U.R.S.S. colapsou (finais de 1991), trinta anos depois e tal como com tufo, tendo o Mundo Evoluído e sido Transformado (metamorfoseando-se, apanhando alguns “estáticos-situacionistas” de surpresa) e não se mantendo a situação (sendo dinâmica, necessitando de movimento para se afirmar, como Viva), insistindo na sua “paranoia de dominação a qualquer preço” (servindo-se do Dólar, cada vez mais uma moeda de troca menos significativa, assentando-se num estado com um déficit inimaginável de vários triliões de dólares, dívida essa sempre a crescer) ignorando que o Mundo já não se faz a Dois (EUA e U.R.S.S./1945 a 1991), muito menos a Um (EUA/desde 1991), mas agora e para já a Três (EUA, RÚSSIA e CHINA, em 2022) ─ algo que o atual Imperio Planetário não quer aceitar, observando o reerguer de um território e o emergir de um outro, potencialmente ainda mais perigoso e colocando desde já em questão o poder do atual Imperador, o “virtual Joe Biden”.

Numa tentativa de recuperação dos tempos da “Guerra Fria” ─ em que de 2 Grandes Potências restou apenas 1, a vencedora (a outra desparecendo) os EUA ─ mas agora em dose dupla ─ do outro lado tendo agora a Rússia e China, unidas como um Bloco (Hemisfério Norte Oriental) ─ e de uma forma que noutro contexto diríamos como suicida (para eles como para os outros, face ao armamento nuclear/e não só conhecido/existente, capaz de destruir a Terra múltiplas vezes), com os EUA nestes tempos de crise económico-financeira Global (Crise Societária, Civilizacional, dado o desequilíbrio) ainda por cima agravada pelo chegar desta Pandemia (parecendo sem fim, revelando alguns dos nossos erros crassos e no final, prosseguindo tranquilamente na mesma direção, sem grandes alterações de fundo e como se nada se tivesse passado), a insistirem nos “maus processos” de resolução de conflitos, para já empurrando os outros para a frente que poderá futuramente ser a mais dura e única zona de combate (direto, presencial, com tropas no terreno) ─ caso flagrante e que mais nos toca, o caso da Europa (conflito Ucrânia/Rússia) ─ enquanto prossegue à distância protegendo-se atrás dos outros, a sua campanha ─ como no caso da China cercando-a pelo ar (com mísseis e aviões) e pelo mar (com a Marinha Norte-Americana), interrompendo-lhes as rotas comerciais tentando asfixia-los economicamente ─ só podendo ser considerada, nem que seja pelo outro lado (o tal Bolco oriental, o Eixo do Mal), intimidatória e provocatória, procurando o conflito e a guerra, tornando-se e à mesma no “protagonista da cena” e tendo armas, podendo no final “numa pirueta, só sendo mesmo possível num superatleta mental, ser e mais uma vez e então, o “pacificador”.

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E aí como se constata entrando em cena e mais uma vez o interventivo, útil e eficaz “Tripé Norte-Americano” (a Psicologia de Massa do Fascismo) ─ em geral aplicado num território preparando-se, para uma intervenção e um cenário a curto-prazo de Apocalipse ─ contando como não poderia deixar de ser com a colaboração preciosa e central (sendo o seu suporte contando a sua versão, a do vencedor) da “maior arma virtual, mas em tudo, equiparada a uma arma real”, os Média (sendo pagas p/ a obtenção de um produto, tendo-o obviamente de produzir e vender) ─ juntando num só “saco-de-gatos” 3 bolas-brancas (Conspirações, Bandeiras-Falsas e Notícias-Falsas) com duas bolas pretas (Rússia e China) e esperando que ao abrir o saco e ao sorteá-las, uma das bolas brancas (tendo sido eficaz) lhes permitisse passar à fase seguinte, depois de acusar os outros das más-intenções destes (como na infame, pelos motivos falsos invocados e pelo genocídio provocada pelas Guerras do Golfo certamente ultrapassando o milhão de vítimas mortais) até tendo armas de destruição maciça (se o Iraque as tinha/não tendo, o que será com a Rússia e  China), passando a via de facto: não nos lançando de imediato numa 3ª Guerra Mundial, dado as condições atuais (Económicas e de Saúde) no planeta (não o permitirem) ─ indiretamente e pelo mesmo temporariamente, adiando a Guerra, estando-se agradecidos ao coronavírus ─ mas definitivamente não havendo recuo de quem provoca, sem argumentos (racionais) apenas com a força (das armas), criando-se o ambiente para tal, carregando Joe Biden (e não Trump) e em Washington, o botão podendo por acabar de ser, talvez por um excesso, talvez por um descuido, o “Nuclear”. O pior de tudo isto nem sendo, os Norte-Americanos/os EUA, os Russos/a Rússia, nem sequer mesmo os chineses/a China ─ cada um deles julgando-se superior ao outro (e até pela necessidade de alternância, como se tem verificado em toda a nossa história política) querendo chegar à liderança, ser o primeiro, ter o privilégio de olhar os outros do “patamar mais alto” ─ aproveitando-se de situações e simultaneamente aproveitando-se dos outros como seria natural (neste mundo onde os valores cada vez valem menos, não sendo Económicos, sendo por exemplo éticos), consentindo-se tal (um pouco por todo o lado), mas os outros que mesmo sabendo estarem a ser utilizado, por dinheiro e na defesa de interesses individuais/não coletivos, se deixam levar em nome de “um outro, que não sendo nós”, dizendo representar agora os seus, pelos vistos delegados para esses outros, agora nossos novos “tutores” (retirado por questões de segurança poder “aos pais”):

“Without getting into too much detail, we do have information that indicates that Russia is already working actively to create a pretext for a potential invasion, for a move on Ukraine. In fact, we have information that they’ve pre-positioned a group of operatives, to conduct what we call a false flag operation, an operation designed to look like an attack on them or their people, or Russian speaking people in Ukraine, as an excuse to go in.” (John Kirby/Porta-Voz do Pentágono/14.01.2022)

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E assim, se por um lado continentes como África, América do Sul e até Oceânia continuam esquecidos, mas apenas por preteridos de momento ─ não sendo hoje, assim tão convidativos como mercados ─ integrando o Hemisfério Terrestre menos desenvolvido, mais pobre e desfavorecido, o Hemisfério Sul, já no que diz respeito ao outro Hemisfério “o de Cima” a questão já sendo bem diferente, o Hemisfério Norte sendo o mais avançado cientifico-tecnologicamente, o mais desenvolvido, o mais rico, mas igualmente o mais dividido (o outro sendo único, sendo pobre, sem interesse imediato), de um lado estando o (nosso) Ocidente ─ e nele a Europa Ocidental ─ do outro lado o (dos outros) Oriente ─ e nele, tentando virtualmente mudar de Hemisfério 8de Sul para Norte, valorizando-se) , a Austrália.

E destacando-se os mais fieis servidores na defesa do atual detentor do Império (os líderes), tendo-se de forçosa e obrigatoriamente e até pelas consequências implícitas que certamente irá sofrer a sua população ─ os cidadãos anónimos e esmagadoramente maioritários de cada estado e território, os por destino, fatalidade e hereditariedade conhecidos como “os deploráveis” ─ de reconhecer o seu sacrifício conduzindo-os até à sua própria morte (caso contrário, nos dias de hoje e não aderindo a esta “cultura de morte”, sendo acusados de imediato de traidores e passando a nossa declaração de óbito antecipada, a realidade no fim a ser concretizada), de mencionar dois dos seus principais “rastejadores-cheiradores”, ainda na Oceânia mas querendo subir de divisão (na secretaria de Washington) a Austrália e no Velho Continente a sua velha aliada (desde que os EUA tomaram conta dela em 1945 e à distância, bastando para reagirmos eles fazerem um CLICK) a Europa antes Ocidental e no presente, expandindo-se cada vez mais para leste (a oeste tendo o oceano) e cada vez mais próxima do Oriente, até se esquecendo dada a sua nova “obsessão existencial e económica” da defesa dos seus próprios cidadãos, aderindo à estratégia não sendo sua de servindo os interesses dos EUA “desestabilizar a Europa” (o seu próprio território, o povo que dizem representar) fazendo de “duplo” da “dupla-investida” ─ o Império Contra-Ataca ─ deste Império oficialmente (ou oficiosamente, como entenderem, indo dar ao mesmo) ainda em vigor.

“Ai” a Europa e tudo o que sonhamos fazer com e a partir dela, parecendo ter-se esfumado, na cada vez mais suja, profunda e escura (intransponível, apesar de aparentemente atravessável) “Espuma dos Dias”.   

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E enquanto na Austrália ─ como assim localizada no “Outro Lado do Mundo”, fazendo um buraco de um lado ao outro uns 12.740Km, dando a volta (uma semicircunferência) uns 20.000Km e para além do mais (relativamente à nossa posição) estando invertidos e de “pernas-para o-ar” ─ os seus dirigentes se oferecem para a “nuclearização” do seu território (sob a sua responsabilidade) colocando-se ao lado dos EUA, oferendo-lhe instalações e aceitando o fornecimento da “dissuasora opção atómica” (sob a forma nuclear) ─ um país com um formação nada exemplar, abandonando a sua população aborígene (local, aí tendo nascido e se reproduzido durante sucessivas gerações) e tendo sido invadido, colonizado, ocupado e explorado por hordas de povos invasores, tornados posteriormente seus “Senhores” (novos proprietários), dando-se ao luxo de depois de reconhecer, sendo-se contra, fazendo desaparecer (os seus cidadãos, retirando-lhe a nacionalidade, transformando-os em apátridas) e devolvendo-o a uma qualquer proveniência (questionando-nos, como tal é legal e eticamente possível) ─

Já no caso da Europa continente onde Portugal está integrado (EU e NATO), para além de tudo o mais e existindo conflito, com este a ser travado no nosso espaço exclusivo, existindo vencedores nunca sendo nós (fixando-nos nos últimos 100 anos, lembrando-nos apenas das consequências das duas últimas Guerras Mundiais), mas aqueles que territorialmente estiverem bem distantes, de fora: e só sobrando alguns, a Europa não sendo certamente (mais uma vez destruída) um deles. Portugal como sempre não agindo, nem reagindo e mais uma vez esperando (por ordens de Espanha ou da Alemanha), quando muito votando e apoiando, prosseguindo cabisbaixo e rastejante ─ numa opção alternativa ao do Antigo Regime, no Novo Regime, tentando não ver, nem ser visto (agora em tempos, de uma “Nova Normalização”).

Mas será que algo se segue, a uma nova normalização, a uma nova “lobotomia”? Mas cortar onde e o quê, não passando a maioria dos quase 8 biliões de seres humanos de “eunucos”, fisicamente (apenas se aproveitando o seu aparelho reprodutor, para se replicarem) como mentalmente (não lhe dando oportunidade, nem um único segundo, para o desperdiçar a pensar): ainda me lembrando das palavras de um professor do Antigo Regime (avisando-nos e não como hoje escondendo-nos) ─ e por sinal até sendo verdade ─ no presente ainda mais repetidas neste dito Novo Regime (estando agora lá os filhos, herdeiros dos seus pais) vendo a suas “virtualidades” (até no sentido de criar, mesmo que sendo na prática ignorantes, nem sabendo qual a sua posição no Mundo, “especialistas”) ─ “não penses muito, não percas tempo, apresenta apenas a resposta referida, como a solução!”

(imagens: NBC NEWS ─ sky.com ─ NBC NEWS ─ quotefancy.com/FRASE

─ alamy.com/GORDO ─ express.co.uk ─ quora.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:35

Os Homens-Mosca, Andam Sempre por Perto

Segunda-feira, 17.01.22

Com o abandono do Afeganistão (pelos EUA, pela Europa e pela NATO) depois de uma fuga bem organizada (nos objetivos pretendidos pela então força ocupante) permitindo aos TALIBANS (líderes de um movimento terrorista, tendo sido antes Governo e tendo sido derrubado pelos EUA) reapetrecharem-se como nunca o tinham conseguido em armamento (diretamente) de uma forma ou de outra e sabendo-se o estado caótico em que este território e as suas populações mergulharam (sem Governo capaz de impor  sua autoridade, divido em vários círculos de poder de “senhores-de-guerra”) criando novas rotas de abastecimento para múltiplas organizações de mercenários e terroristas se dispersarem, estendendo a incerteza e o medo, geograficamente e para além das fronteiras do Afeganistão,

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US/NATO Vs. TALIBANS

Após a queda de Cabul a 15 de agosto de 2021 encerrando-se mais uma campanha militar dos EUA e da NATO, esta no Afeganistão ─ numa contabilidade feita por baixo podendo atingir as 200.000 vítimas mortais ─ após o derrube dos Talibans em finais de 2001 sob acusações de terrorismo com os EUA numa fuga caótica reconduzindo-os ao poder 20 anos depois.

─ Por acaso ou por necessidade (a segunda, geoestratégica e de dominação norte-americana) e centrando-se esta zona de influência no Afeganistão, tendo a norte a Rússia e outros estados agora independentes saídos da U.R.S.S. e mais para oriente a China, nunca esquecendo o Irão a ocidente ─ e já depois de mais uma tentativa do Ocidente na sua senda ucraniana (empurrada do lado de lá do Atlântico pelos EUA integrando a NATO) de provocar a Rússia colocando a Bielorrússia (tendo à sua frente a Polónia e a Ucrânia e atrás de si a sua aliada a Rússia) em polvorosa às portas de mais uma Guerra Civil, surgindo recentemente o Cazaquistão (mais outro estado ex.-U.R.S.S.) bem mais perto do Afeganistão e da sua zona de influência (colocando em alerta outros estados antes integrando a URSS e vizinhos de ambos, como o Turquemenistão, o Uzbequistão e Quirguistão) apenas sendo rapidamente protegido por integrar a organização de defesa juntando a Rússia e outros estados no passado integrando a URSS. Hipocritamente e ao nível da anedota/insulto com a NATO a pedir explicações à Rússia pela sua intervenção a pedido do Cazaquistão (entretanto já tendo retirado) ─ integrado no plano conjunto de defesa contra “intrusões externas” de vários estados Ex-soviéticos ─ inserindo-se em assuntos não lhe dizendo respeito e quando a mesma (NATO) com as suas atitudes permissivas (deixando-se bombardear no tempo da extinta Jugoslávia) e expansionistas (chegando já ao Médio-Oriente e à Ásia), não se pode augurar a ser considerado um bom exemplo, pelo contrário: sob as ordens dos EUA e do seu instrumento de persuasão político-militar a NATO, com a Europa já mergulhada numa prolongada crise Global (do interesse só de alguns, 3, 2 ou mesmo 1) e ainda sob o efeito devastador (Economicamente) da Pandemia, oferecendo-se voluntariamente para a “degola dos inocentes” enchendo-se de misseis ─ para os russos tendo o potencial de umas fisgas, sem projétil ─ apontados á Rússia e esperando que a mesma não lhe faça o mesmo, X100, X1000 nuns segundos, minutos, horas.

Sem opinião e apenas aguardando ordens ─ tal como o nosso Governo em vez de agir, nem sequer reagindo, aguardando “ordens de Espanha” e mesmo assim fazendo nada ou menos que nada subindo nas sondagens e preparando-se para o seu momento ELEICRON ─ com a Europa mantendo-se firmemente no caminho do “seu abismo” persistindo em ignorar o facto que mais cedo ou mais tarde inevitavelmente se concretizará ─  consequência da Evolução ─ a queda deste Império Norte-Americano (até ao presente o mais poderoso) e o erguer de um outro Império maior possibilidade sendo agora asiático e com centro na China, a emergente nova grande potência Global pelos vistos não só na Terra, no Planeta, como no Céu, no Espaço, explorando-os (estando lá, não enviando ninguém em sus substituição, sendo 20% da população mundial) e conquistando-os.

E no meio de mais esta “Caça às Bruxas” Global, mais uma vez vista com assinatura norte-americana e só podendo estes estarem “geoestratégica e completamente doidos”,

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MIND Vs. SHIT

Esclarecendo dúvidas c/ a chegada da Pandemia ─ prioridade à Economia/empresas ou à Saúde/mão-de-obra ─ tendo de um lado o Homem/Sujeito e do outro a Matéria-Prima/Objeto ─ um deles tendo de se sobrepor ─ e colocando-se a alternativa de ou se morrer de fome ou de doença, a culpa não estando só no depósito, mas sobretudo no que se meteu lá dentro.

─ Pensando com a pressão exercida por um lado sobre a Rússia e pelo outro sobre a China, poder virá-los não contra os EUA (o inimigo), mas um contra o outro (sendo aliados) ─ surgindo o “Portugal dos Pequeninos” e a Europa querendo imitar-nos (dos reformados já sem perspetivas futuras e querendo aqui instalar-se relembrando o passado), perdida a fonte de rendimentos e tendo-se que aproveitar as reservas ao máximo (pelo menos até à sua morte), procurando refúgio (sabidos como são, entre os pobres). Um país sob o impacto de Ómicron e de Eleição tendo que engolir os vírus, resistir à doença e à fome e ainda mesmo sendo forçado a cair física como mentalmente (melhorando-se com  resignação, o escravo), manter os mesmos (parasitas e intermediários) que ao olharem-se ao espelho se declararam os mais belos, tendo para tal e previamente eliminado os outros, deixando alguns mais disformes do que eles (até para nos assustarem desde que somos criancinhas, com os monstros, sendo eles reais) no comando. Hoje com mais infetados e óbitos Covid-19 (já sendo normal, neste novo normal, até cansativo, por sempre o mesmo, sem futuro como todos nós, frequentando esta nova plataforma social), com novas sondagens ainda a darem mais votos a quem nada fez nem se preveniu (nem sequer remediou), mas podendo ser pior mesmo não sendo melhor, mantendo-se (ao ponto a que o mundo chegou tendo de escolher entre “dua merdas”), com a Rússia e inserindo de novo a Ucrânia a ser agora acusada de cyber-terrorismo e colocada sem provas apenas por convicção no cadafalso (com a Europa a colocar mais um prego no seu/nosso caixão), com Costa a ameaçar abandonar e a ameaçar manter-se conforme a evolução da “sua impressão” (para a V), no exterior com Boris Johnson a já não saber o que fazer e que desculpa encontrar para tantas festas seguidas agora divulgadas (o coronavírus já andando por cá há quase 24 meses), uns demitindo-se por festas ainda nem sequer faldas outros não o fazendo já tendo sido comentados (privilégio do poder) e na Austrália com um tenista sérvio a ser impedido de praticar o seu desporto devido a um próximo ato eleitoral, sendo da Sérvia e sendo esta pró-russa, mesmo não vacinado tendo sido autorizado a participar, depois proibido e finalmente deportado (e ameaçado de nunca mais lá voltar) não podendo existir exceção apesar de antes já praticada, agora servindo como “exemplo eleitoral”, numa coleção própria de mais um fim-de-semana considerado um conjunto duplo e consecutivo de dias inúteis, terminando em dois problemas existenciais (mais próprios de dias uteis, não levando a lado nenhum senão a replicação dos dias anteriores), um deles sendo externo e o outro até para mantermos a nossa concentração no “Momento Eleicron” (e nunca nos deixando ficar para trás face ao que se faz no estrangeiro, se um chinês faz um fato espacial, um português fez pelo menos as cuecas) de origem interna: um “o que fazer com a lava e a cinza produzida pelo vulcão de La Palma” o outro pelo necessário voto antecipado não vá “a colisão Ómicron/Eleição” ser violenta e provocar danos num ou no outro lado do “Arco da Governação” (entenda-se no PS ou PSD).

Falando-se disto no final ficando-se sempre com uma certa sensação de nojo, parecendo querer agarrar-se a nós algo de “muito merdoso, malcheiroso, penetrante, asfixiante” e levando-nos a estes momentos de “vidas de moscas e de merda”. No meio de tanta merda a política e infelizmente, é mais uma merda. Mas no dia 30 de janeiro ─ o “Momento Eleicron”, o momento decisivo (depois do debate Costa/Rio) ─ e como sempre, lá estaremos, tanta é a fome.

(imagens: talkinglynews.com ─ redbubble.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:12

Sem Comer & Sem Beber (e c/ Covid-19) Ter Arma Não Chega

Domingo, 16.01.22

“With the world's most powerful military, a huge economy, and a leading role in international institutions such as the UN and NATO, the USA is a superpower. The rise in power and importance of China and re-emergence of Russia will continue to challenge the global dominance of the USA.” (The USA's international influence/bitesize/bbc.co.uk)

Tentando desvendar o súbito e já tardio interesse dos EUA ─ o 4º país no Mundo em área com quase 9,4 milhões de Km² e o 3º país em população com cerca de 331 milhões de habitantes ─ na China ─ 0 3º país no Mundo em área com cerca de 9,7 milhões de Km² e o 1º país em população com cerca de 1,44 biliões de pessoas ─ ou seja, de um país da América do Norte (EUA) sensivelmente com a mesma área do seu alvo um país da Ásia (China), mas apenas com pouco mais de 20% da população deste último,

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Porta-aviões USS Bonhomme Richard

Marinha dos EUA

Bastando olhar ─ não sendo o caso dos EUA, apresentando sempre como “cartão de apresentação e visita”, a “referência Mundial de troca” a sua moeda o Dólar e por outro lado, o poderio do seu inigualável e planetário “Complexo Industrial-Militar” ─ para o sector da sua Industria Alimentar (da China), tal como ocorrido na generalidade dos setores da sociedade chinesa especialmente desde o início do século XXI (emergindo e tornando-se cada vez mais visível e notório o seu forte desenvolvimento, expandindo-se económica e financeiramente para lá das suas fronteiras e começando progressivamente  a “abraçar o planeta”),

Conquistando a Terra (daí o aparecimento do Imperador Joe Biden, na defesa dos interesses do Imperio Ocidental) e partindo já para a Conquista do Espaço (aí estando o Império já a perder terreno/para o seguinte, começando a ficar irreversivelmente para trás),

E então erguendo bem alto a bandeira do Novo Imperio Oriental (sob a liderança de um novo Imperador) entronizando o novo Imperador Oriental XI Jinping:

Tendo-se de comer e de beber para sobreviver e sendo o ramo da Industria Alimentar, a base e alicerce (o suporte) de qualquer agregado populacional, sociedade ou civilização ─ para além de obviamente, o setor da Energia ─ com a China e como sempre a precaver-se, dominando de tal forma a produção que sendo-lhe em muitos pontos suficiente e até excedendo o solicitado internamente, exportando crescentemente e com o controlo cada vez maior deste ramo/produtos, alimentando o Resto do Mundo e de uma forma indireta (deliberada ou não/consciente ou não), tornando-o dependente, da China.

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A China na Namíbia, África

O novo Poder Mundial, Imperial e Colonial

Algo que jamais o atual império Planetário Ocidental liderado pelos EUA e atualmente tendo como comandante e líder espiritual Joe Biden ─ impondo a sua vontade e a do Hemisfério Norte Ocidental dominante, o mais rico e científico-tecnologicamente avançado ─ permitirá, sabendo-se por trás da China estar outro adversário igual e potencialmente perigoso a Rússia, juntos e como categorizados como representantes do “Eixo do Mal” podendo exceder-se face às suas ambições “imperiais” (já há muito tendo sido atribuídas), destruindo no seu caminho e impiedosamente (como pagãos que são) todos os valores Ocidentais Católico-Romanos, de Liberdade e de Democracia, norte-americana, na sua/nossa defesa.

Querendo os EUA manter o seu Império (a qualquer custo, dos outos) e com os seus súbditos mais leais colocados perante si ajoelhados e a rezar ─ a Europa (perdida, sem líderes) ─ sendo lançadas com “pedras e fisgas” sobre o poderoso “Urso Russo” ─ tentando paralisar e absorver a atenção da Rússia com a Ucrânia desviando a atenção russa de assuntos mis importantes ─ por outro lado (e sendo esse o objetivo norte-americano) permitindo aos EUA concentrarem todas as suas forças de pressão sobre a China,

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A 1ª base externa da China

(Djibouti, África)

Tendo mais tarde ou mais cedo os EUA (mal a Pandemia der tréguas) de assumir o que para já apenas afirma, unicamente atuando mesmo que com chantagem e com coação como prevenção, definitivamente atacando e surpreendendo a Rússia e a China de todas as formas imaginárias e possíveis (existindo muitos a atribuir o papel forçado de “bodes-expiatórios, o dólar sendo infindável e eterno pagando tudo), com os Média a complementarmente (destruindo-se o físico, destruindo-se logo de seguida a mente, num “serviço completo”) terem uma função preponderante (de condicionamento).

E no caso do Ramo Alimentar e dada a possibilidade de um dia os chineses, “matarem o peixe pela boca” ─ um dos mais graúdos e necessitados (dada a sua grande voragem) a serem os EUA ─ estando a China a nível de produção/controlo (dispondo da maior massa de mão-de-obra do planeta Terra, mais de 20% da população do planeta) cada vez mais avançada e absoluta (controlando esses mercados, sendo de longe o maior produtor, dominando a distribuição e os preços) a nível de três alimentos de base como estes,

─ Em meados deste ano de 2022 com a China a controlar quase 70% das reservas de Milho, 60% das reservas de Arroz e mais de 50% das reservas de Trigo ─

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China com 20% da população Mundial

A Maior Economia Agrícola Global

Os EUA com os seus veículos aéreos, terrestres, aquáticos e marinhos, ocupados e utilizados presencialmente ─ colocando de lado drones e mísseis, entre eles e caso a “festa” aqueça (por determinantes) de âmbito nuclear, só necessitando de carregar no botão ON ─ não consentindo a “Inversão” (de Impérios) mas,

Cheios de Covid-19 e sendo obrigados a regressar a casa e ainda-por-cima com os seus stocks alimentares em baixa ─ tal como já se verifica nos EUA e nos seus supermercados, com certos produtos por escassos mesmo sendo essenciais deixando as prateleiras vazias, como consequência das sanções impostas à China (apenas por ser o que é), levando os EUA por tabela ─

Acreditando os chineses que permanecendo os norte-americanos na região ou então optando pela viagem de retorno, poderem em qualquer dos casos, sofrer de restrições alimentares, sofrer de “fome”, em vez de ripostarem à ação provocatória dos EUA respondendo-lhes da mesma forma recorrendo ao armamento “convencional” utilizado nestas situações,

Bombardeando-os, mostrando não só a sua capacidade imediata de resposta caso usasse “armas com balas reais”, mas simultaneamente mostrando a sua grandiosidade e serenidade, tão necessárias nestes cenários pré-sucessão ─ aqui de Impérios, caindo um e erguendo-se outro, naturalmente, como uma serpente mudando de pele ─ com Milho, Arroz e Trigo.

(imagens: bbc.co.uk ─ nytimes.com ─

AFP/Getty Images/theguardian.com ─ millermagazine.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:35

US ─ BOMBS AWAY ─ OVER CHINA AND RUSSIA

Sábado, 15.01.22

[Libertando o Mundo. O Irão sendo um mero apeadeiro.]

Atirando a Europa contra a Rússia, tentando isolar esta última do continente europeu e tentando por sua vez e com alguma ajuda dos seus amigos regionais, cercar o Dragão asiático asfixiando a China e isolando-a do seu continente (lançando os seus dois inimigos, para o poço do esquecimento), tal como numa história de bonecos e histórias aos quadradinhos só possível de surgir nestes tempos e nos EUA ─ mas aqui vindos de seres pelos vistos piores que as crianças, os adultos ditos responsáveis, parecendo sofrer de alguma psicopatia definida certamente como grave ─ com os EUA e com esta sua geoestratégia, no mínimo considerada “demente”,  a pensarem no fim desta sua campanha, conseguir virar (os seus 2 inimigos) a China contra a Rússia (um contra o outro e não contra o inimigo comum, bastando para tal seguir a única opção, para uns uma tradição, atraiçoar o outro e prosseguir).

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Podendo-se afirmar, estar-se a caminho de uma WW3,

sendo o Mundo Virtual, uma potencial antecipação de um Mundo Real.

Com as reservas Globais de Energia ─ obtidas através da exploração petrolífera ─ a andarem em pouco mais de 1.650.000 milhões de barris de petróleo ─ com um consumo diário médio acima dos 97.000.000 barris ─ fazendo-se as contas e utilizando-se essa média diária (de consumo de barris de petróleo/dia) com essas mesmas reservas a poderem durar ainda quase meio século ─ uns 47 anos para ser mais preciso ─ tornando-se interessante que face a esta Crise Global que atravessamos, oriunda dos tempos pré-Covid-19 (anteriores a janeiro de 2020) e justificada por uma longa e alargada crise socioeconómica e financeira então já existente (assolando o Mundo, a Europa e Portugal, certamente todo nos recordando dos tempos do governo de Passos Coelho) ─ tempos esses em que mais uma vez e como seria obvio e expetável a Energia assume uma posição dominante, tornando-se protagonista ─ nos debrucemos nem seja que por uns breves segundos (repentinamente pudendo surgir “a luz”, vendo-se melhor o contexto), ainda-por-cima agora que se debatem e comparam a utilização de diferentes fontes e formas de Energia utilizadas ─ convencionais ou não, poluentes ou não, renováveis ou não, verdes ou não, existentes ou não, na moda ou não, mas no final e invariavelmente, sempre no interesse dos produtores/fornecedores, não dos consumidores, como o petróleo, o gás, o carvão por um lado e o Sol, o Vento e a força das Águas pelo outro lado, nunca esquecendo a agora aparecendo com a imagem a tentar ser  recuperada, a energia Nuclear ─ no consumo Global de Petróleo, o mineral líquido (natural) extraído do interior da Terra e sobre o qual assenta, maioritariamente senão mesmo esmagadoramente, toda a nossa Sociedade (em todos os Hemisférios, a Norte o desenvolvido/o rico, como a sul o subdesenvolvido/o pobre) e a nossa Civilização no presente:

(1) As outras opções energéticas ou tendo sido abandonadas, suspensas ou estando ainda numa fase muito inicial de implementação (e perspetivas de desenvolvimento, dado o petróleo funcionar como moeda de troca essencial por eficaz) e (2) o petróleo podendo durar mais uns 50 anos, fazendo com que (3) “por muito que se queira”, o mais acessível e o mais barato e respeitando acima-de-tudo a lei do mercado, no final vença, forçando-nos até por uma questão de sobrevivência, a olhar para o Petróleo e como tal, não sendo ainda completamente estúpido (“pobre de espirito”, já o sendo fisicamente) ou entretanto não tendo ainda aderido ao clube dos indiferentes (um tipo de zombie, sempre com o básico/todo o tipo de “comida”, à sua disposição, julgando-se rico), saber quem o produz e sobretudo e para além deste fator (importante) quem o controla (muito mais importante).

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Reeditando a Guerra Fria de uma forma agressiva, em dose dupla e face ao arsenal,

atacando os EUA, terminando igualmente extinto.

E aí chegando à tabela dos maiores produtores de Petróleo do Mundo, nesta época “digital” e apesar de “analógico”, sendo o produto de referência energética maioritariamente procurado e utilizado no planeta (mais de 50% do mercado, já sendo esmagador), tentando identificar os países e as suas orientações, esferas de influência frequentadas e respetiva distribuição pelas diferentes áreas e blocos de interesse, fundamentalmente três, o orientado pelo autoproclamado Líder do Império Ocidental Católico-Romano representando o Bloco do Eixo do Bem sediado em Washington (com filiais entre outras e das mais fieis e submissas, por omissão para com os seus representados, como na Europa) e no presente tendo como Imperador Joe Biden (no qual nos integramos), o orientado pelo “Grande Gigante Asiático” a China a grande potência económico-financeira Global agora em rápida ascensão, depois da Terra querendo Conquistar o Espaço, representando o outro lado do Hemisfério Norte igualmente desenvolvido, o Oriental, por nós sendo visto como adversário e até inimigo, representando o outro Bloco o Eixo do Mal, com sede em Pequim e ainda o orientado pela Rússia velho e experimentado combatente nos tempos da URSS, da 2º Guerra Mundial e da longa Guerra Fria, sendo para além de uma das 3 grandes potências Globais, uma boa retaguarda de apoio e de cooperação com a China, com esta e continuando a pressão suicida dos EUA, podendo mais cedo do que se espera unir-se e então aí criando-se uma situação irreversível ─  de um lado tendo o EUA e do outro China e Rússia ─ descobrindo só no Top de 10 dos Maiores Produtores (de Petrodólares)  para além dos EUA (1ºRM com 14,8 mil milhões de barris/dia) e de dois países com produções aproximadas ─ a Arábia Saudita (2ªRM com 12,4 mil milhões) e a Rússia (3ºRM com 11,3 mil milhões) ─ acompanhando-os mas já de longe surgindo logo 3 (em7) países sob “controlo” norte-americano ─ Iraque (6ºRM), EAU (8ºRM) e Kuwait (10ºRM) ─ 1 outro estando já na sua mira ─ Irão (7ºRM) ─ e mesmo exterior a este Top (vindo logo de imediato) ainda surgindo outros fortes candidatos ─ como por exemplo a Venezuela (12ºRM) e o recentemente falado Cazaquistão (18ºRM).

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Num ambiente pós-apocalíptico, fazendo-nos recordar Marte,

um exemplo de uma consequência real, causado pela escassez de energia.

Todos eles e sabendo-se da importância Global da Energia e de quem a detém, sob o olhar e controlo exclusivo dos EUA, os outros sendo “Alienígenas Terrestres”, tal como os mexicanos. E face às perspetivas de desenvolvimento futuro, algo paralisadas sob o pretexto da pandemia e sendo de momento estrategicamente aproveitado pelo poder, para mais uns “pequenos” mas urgentes ajustamentos (adaptação da população a este novo normal, a um novo nível de escravidão, mas dita em segurança) físicos como mentais, ou seja não se podendo avançar só regredir, enquanto a oportunidade não surge (para mais uma campanha, para mais uma guerra) ─ e disponibilizando graciosamente, o vírus um longo intervalo ─ preparando-se já o terreno para quando a bomba vier (e cair) já nem reajamos à noticia (da sua chegada eminente) tão “normalizados” já nós todos estamos (isto só passados 2 anos).

Ultrapassada esta sequela Covid-19 já na sua 3ª temporada e tendo já decorrido o tempo suficiente e necessário para o mais poderoso consórcio planetário se preparar estando pronto a entrar em ação e executar ─ o Complexo Industrial-Militar Norte-Americano, de longe e em equipamento e armamento o mais poderoso do planeta, capaz de o destruir múltiplas vezes (ao contrário dos outros estados todos juntos, sendo capazes menos vezes) e na realidade, sendo o Poder nos EUA (não o Civil, mas o Militar) ─ estando as condições meteorológica propícias com os EUA a poderem iniciar mais uma Guerra, tendo sempre como objetivo (tal como nas sucessões de Mad Max) o controlo energético.

E durando o petróleo no mínimo mais uns 50 anos ─ nesse período de tempo ainda sendo longo, com a “barriga deles” aumentando (cada vez mais) à medida que muitos mais, mas “invisíveis”, vão morrendo (de fome) ─ nada se fazendo senão “comer”, impelindo a solução cada vez mais lá para a frente, para o “tempo do nunca”: os filhos que se lixem.

(imagens: wasd.pt ─ sivaramaswami.com ─ scifimoviezone.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

PUM! PUM! PUM!

Segunda-feira, 10.01.22

Ontem dominavam-nos com uma pistola (registada, legal) ─ “PUM! Lá vai mais um!” ─ hoje servindo-se desta e como garantia acessória, de um canudo (certificado, oficial) ─ “PUM! PUM! Lá vão mais dois!”

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Zippo Lighter:

Bombs Away, Pin-up Girl.

(face de um isqueiro/walmart.com)

Depois de ainda ontem (9 de janeiro de 2022) as delegações dos EUA e da RÚSSIA terem um jantar de trabalho como preparação de uma semana de encontros bilaterais (iniciando-se já hoje segunda-feira, 10 de janeiro), tendo como pano de fundo as relações entre os dois estados e colateralmente (tudo ajuda, até ouvir os subordinados) o “conflito” Europa/Rússia, motivado pela questão da Ucrânia (no passado integrando a U. R. S. S.) ─ segundo a NATO (representante militar de uma das partes) podendo levar a uma guerra no limite (até parecendo um desejo), uma GUERRA MUNDIAL ─ sendo curioso como a diplomacia aqui em mais uma tentativa de sobrevivência (e de credibilidade, face ao poder dos Militares sobre a sociedade Civil) é desde já torpedeada (não se respeitando a outra parte, mas prosseguindo a campanha de diabolização desta), tentando-se desde já desequilibrar a balança ─ a razão sendo sempre do Ocidente (leia-se, do líder do Império) ─ caso o motivo reapresentado (nem sequer retocado) não seja convincente ─ para nós e sobretudo para o Oriente: tal o peso Global dos EUA que, quem estiver no prato lá de cima (não tendo peso Global, sendo extremamente leve, tendo tonturas e desequilibrando-se), não tendo a mínima hipótese, arriscando-se mesmo a cair e com um grande tombo. E para se tirar dúvidas bastando ler as parangonas (aí estando as intenções, nem sendo necessário traduzir):

US rejets Russia’s call to halt NATO expansion

Blinken warns Russia of “Massive Consequences” over Ukraine

US question Russia-Led Peacekeeping in Kazakhstan

(09.01.2022/antiwar.com)

Para tal só tendo que nos não “generalizar” e em sua substituição (necessariamente colocando umas palas, para não nos perdermos) “especializar” (como se por acaso soubéssemos qual a nossa posição no Mundo, para nos podermos perder).

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Os 5 lugares onde pode começar em 2022 a WW3,

Taiwan e Ucrânia, Irão, Coreia do Norte e China,

(algo tendo de comum, mas o que será?)

Como se vê, estando o Mundo em risco de guerra (podendo ser eminente), não existindo diálogo possível (extremando-se a posição e a situação, bastando para tal e facilmente ─ tendo-se o eco dos restantes ─ fazê-lo unilateralmente) e ainda com a crise socioeconómica instalada “ajudando” (atirando a nossa resistência para níveis mínimos, para baixo, tornando-nos facilmente manipuláveis), pensando-se que surgindo mais uma oportunidade como esta (face ao poder das armas, cada vez mais rara) e sendo-se Ocidental, querendo-se tal como a palavra significa, “viver e partilhar tudo, em toda a sua extensão e compreensão, o melhor que nos for possível”, nada nem ninguém se podendo atrever em perder esta extraordinária hipótese de se regressar ao diálogo à resolução pacífica, optando mais uma vez (e vejam-se as consequências planetárias) pela provocação, pela chantagem, pelas Fake News, pelo virar das costas a resolução não pacífica, podendo facilmente e até por “descuido” terminar no “botão nuclear”. Do lado de lá do Atlântico como do lado de lá do Índico/Pacífico, enchendo-se a Europa de mísseis apontados à Rússia e enchendo-se a Ásia e até a Oceânia de mísseis apontados à China ─ destruindo-se entre eles (Europa, Ásia e Oceânia) e sobrando a América (e ainda África, onde aparecemos, talvez onde desapareceremos): restando algo, prosseguindo o seu (agora mini) Império.

Apoiando-se ou não ─ nem sequer valendo a pena chorar ─ o futuro será de um Novo Império.

(imagens: walmart.com ─ AP)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:10

Apesar de sem ela poder ser o Caos Global, vendo-se a China como o Centro do Mal

Terça-feira, 28.12.21

“O Verdadeiro Problema Existencial: Quem preferem? Quem trabalha e quem produz, ou quem apenas afirma ter muito dinheiro? Nem valendo a pena responder, por educação e por antecipação, sabendo-se já a resposta.” (Produções Anormais)

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Na África do Sul com a variante OMICRON para além de mais contagiosa ─ contagiando mais gente em menos tempo e parecendo simultaneamente “despistar” os testes e “ignorar” a vacina (vacinados ou não, sendo igual) ─ a fazer disparar o nº de Infetados, mas tal não se refletindo no nº de óbitos, sendo muito menor (do que com a anterior variante Delta). Podendo, no entanto, fazer aumentar os internamentos, instalando o caos nos hospitais ─ e recordando ainda a população africana sendo em média mais jovem (e mais resistente à doença) que a europeia.

Ao olhar para uma notícia de entrada [multinews.sapo.pt] e sendo mais uma vez solicitada a minha atenção, pela introdução ─ daquilo que se poderá considerar um mero acaso ─ da palavra “CHINA”,

“Covid-19: China coloca segunda cidade em quarentena perante o aumento dos casos positivos.” (multinews.sapo.pt/28.12.2021)

Pensando honestamente esta notícia ser mais uma das inseridas, na campanha de demonização da CHINA (seguindo e acompanhando a demonização da RÚSSIA), levada a cabo pelos EUA ─ e pelo BLOCO OCIDENTAL ─ na sua luta contra o BLOCO ORIENTAL,

─ EUA e ALIADOS = Bloco do Bem (Bloco Sagrado, integrando o HEMISFÉRIO NORTE ORIENTAL) e CHINA e Rússia = Eixo do Mal (Bloco Profano, integrando o HEMISFÉRIO NORTE ORIENTAL), o Hemisfério Sul, a outra metade da TERRA não contando ─

Ficando deveras preocupado com a chegada desta nova variante do coronavírus original SARS CoV-2, OMICRON, vendo um dos maiores estados e território do Mundo ─ uma das maiores potências Globais, desafiando já a supremacia norte-americana ─ local onde supostamente esta epidemia se iniciou, transmitiu e finalmente “acalmou”,

Como a [Multinews] aqui refere e destaca, devendo ser um caso extremamente grave, levando os governantes chineses a encerrarem completamente uma cidade (já a segunda) colocando-a de QUARENTENA.

Ficando, no entanto, um pouco confuso, sabendo-se a China ter mais de 1,4 biliões de pessoas e destas quase 11 milhões residirem na área dessas duas cidades chinesas ─ XI’AN e YAN’N ─ dado o número de novas infeções levando a esta notícia e causando algum alvoroço e temor um pouco por todo o Mundo,

Ser de 209 novas infeções numa terça-feira:

“Autoridades enfrentaram o ressurgimento do vírus nas últimas semanas, relatando 209 infeções esta terça-feira – a maior contagem em um único dia desde março do ano passado, quando o vírus estava apenas começando a se espalhar pelo mundo a partir da cidade de Wuhan.” (multinews.sapo.pt/28.12.2021)

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Nas últimas informações recolhidas sobre esta nova variante sucedendo a DELTA (a mais mortífera, como vimos em janeiro) ─ a OMICRON ─ p/ além de tudo o que se foi sabendo sobre esta variante (como enganar testes/ignorar a vacina), a retirada de uma coisa “boa” (p/ a saúde de todos nós), mesmo que a partir de uma coisa “não tão boa assim”: se por um lado este novo descendente adquiriu novas capacidades (capaz de ultrapassar a ação dos anticorpos e de enganar testes) por outro lado e sendo “bem significativo”, as consequência p/ a saúde são (menor eficácia) muito menores.

Num dia em que a nível Global talvez se tenham registado uns 750.000 infetados (números aproximados do dia anterior), sem dúvida que 209 infetados em duas cidades chinesas num total de 1,4 biliões de chineses e 7,9 biliões de terrestres,

“Em Portugal (10 milhões) num dia ─ terça-feira, 28 de dezembro ─ registando-se 17.172 Infetados/dia, na China (1440 milhões) nesse mesmo dia registando-se 209 infetados/dia. Vendo-se bem a diferença ─ brutal ─ mas em benefício não dos portugueses, mas dos chineses.” (Produções Anormais)

Se torna aterrador ─ quando se sabe que enquanto estes números apontam para as centenas, com a China nesse mesmo dia a registar uma média de +200 infetados/dia, no Ocidente fonte destas notícias os EUA registaram quase +300.000 infetados/dia e o Reino Unido quase 100.000 Infetados/dia, ninguém se preocupando (a Espanha aqui ao lado mais de +50.000 infetados/dia.

Não entendendo esta obsessão pelo que se passa no Oriente (com uma população mais nova e resistente), quando a maioria das mortes se regista a Ocidente (com uma população mais idosa e frágil), só podendo esta notícia (de interesse “zero”) integrar a campanha EUA Vs. CHINA/RÚSSIA e não estando interessado (em mais um potencial confronto e guerra).

Deixando para trás o ORIENTE (aquela parte do planeta que sustenta toda a outra parte) e preocupando-nos com o que interessa, com o que se passa a OCIDENTE sobretudo na decadente EUROPA,

Devendo-nos preocupar e questionar como é que um pequeno ser vivo matando como outros matam e muitas das vezes muito menos, conseguiu paralisar um planeta mergulhando-o numa crise agora múltipla (social, económica, financeira, moral, de saúde) e até podendo servir de desculpa, para uma nova Guerra.

Num momento em que agora debaixo de OMICRON os números GLOBAIS apontam para perto de 5,5 milhões de ÓBITOS (liderando aqui os EUA com cerca de 840 mil, seguindo-se Brasil e Índia) e perto de 252 milhões de INFETADOS (liderando aqui os EUA com cerca de 54 milhões, seguindo-se Índia e Brasil).

Para guerra já chega a “GUERRA MUNDIAL contra a COVID-19”, devendo-nos preocupar connosco e deixar os adversários dos EUA (sendo problema destes, querendo continuar a mandar, jamais obedecer) para os próprios EUA.

(imagens: Kim Ludbrook/EPA/theconversation.com ─ iStock/web.musc.edu)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:20

Segundo os EUA ─ China o único Estado Imperial

Segunda-feira, 20.12.21

Tentando iniciar esta semana, podendo ser determinante para a evolução do pequeno organismo que há dois anos apareceu à superfície da Terra, talvez de origem externa e tendo face à espécie nesse ecossistema (sendo dominante no mesmo) a capacidade necessária e suficiente para paralisar todo o planeta,

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Não acreditando em ET’S, mas que eles existem, existem!

Numa apresentação rápida das várias alternativas minimamente credíveis, para um Evento ter real repercussão a nível planetário ─ auto extinguir-nos (por exemplo c/ uma Guerra Nuclear), sermos invadidos (por exemplo por Alienígenas) ou sermos atingidos por um objeto (por exemplo um Asteroide) ─ na verdade apenas uma delas e sendo a menos credível (nunca vimos um, mas tendo fé, acreditando-se), nos poderia dar alguma esperança: a opção do meio, podendo eles (os outros não, sendo objetos) ser como nós.

 

Não encontrando nada de novo em sites alternativos que me prendesse ou despertasse a atenção, senão a notícia de uma reunião secreta realizada no continente da Antártida (localizado no Polo Sul) juntando nada mais nada menos que o fundador e presidente executivo do Fórum Económico Mundial (WEF) o alemão Klaus Schwab e o presidente do Banco Central Europeu a francesa Christine Lagarde (ECB),

Estes dois (pelo WEF/ECB) acompanhados por dois responsáveis de uma companhia de software, especializada em sistemas de pagamento online ─ a Ripple Labs ─ o seu presidente e o seu chefe técnico, aqui certamente (com os quatro) representando os interesses da Terra, do outro lado da mesa e no sentido de entre duas partes se tomar uma decisão importante,

E além do mais, tendo sido o responsável pela convocatória da reunião (mostrando ao que vinham, olhando tudo de um nível superior), estando uma alegada e denominada Aliança Terrestre e claro está os Extraterrestres:

Exigindo aos nossos representantes Schwab/Lagarde, seus gestores e contabilistas a sua imediata rendição (da Terra, face ao poder e domínio da Aliança e dos Extraterrestres) e simultaneamente mandando-os preparar, para uma alteração radical ─ mantendo-se no poder, mas certamente tendo de readaptar-se.

Falando-se de elites para elites e nunca se falando dos outros ─ os esmagadores 8 biliões ─ e nem para estes extraterrestres existindo alternativa senão com norte-americanos, sabendo-se no mínimo russos e chineses terem certamente os seus, talvez até mais astutos e poderosos por oriundos do Outro Lado do Mundo, mais distante e desconhecido (misterioso e temido),

Após um suspiro profundo e um revirar de cabeça (fazendo afluir mais sangue ao cérebro, quando me punha de cabeça para baixo e rabo para o ar) não achando nada disso credível ─ alianças e extraterrestres exigindo a rendição dos seus frangos de aviário ─ virando-me antes para dentro e acidentalmente ou não indo ter ao Twitter e logo ao governo do Iraque (@IraquiGovt).

E aí encontrando perdido entre vários “posts” um (referenciado a 16 de dezembro, passada quinta-feira), nem sequer tendo de envolver qualquer tipo de interferência externa (como por exemplo rendições), mencionando algo que já tendo feito muita gente chorar (no mínimo provocando de um dos lados 1 milhão de mortos), poderá pelas mãos da mesma espécie, mas concretizadas por outras mãos, bem diferentes, levar muitos outros (o mesmo povo) a começarem (pois todo o processo custa) a sorrir.

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Seguindo o pensamento ideológico de muitos, sempre preocupados.

 Com a ascensão da URSS (implodindo e dando origem à Confederação Russa) impedindo-a de alcançar o Atlântico e agora dirigindo toda a sua atenção para a China impedindo-a de alcançar o Índico/Pacífico ─ na prossecução da aplicação da doutrina geoestratégica da autoria do conselheiro de segurança dos EUA (anos 70) Zbigniew Brzezinski (já falecido, mas ainda atuante) ─ o mesmo tratamento que se deu aos soviéticos, devendo ser aplicado aos chineses, estes últimos tal como os primeiros, querendo substituir os EUA.

 

Depois de anos e anos consecutivos de destruição (e ainda com os predadores presentes, bem atentos), mais de um milhão de mortos, colunas infindáveis de deslocados, múltiplas invasões exteriores e um país podendo-se dizer nas suas estruturas básicas (de sobrevivência) completamente arrasado,

─ Responsabilidade norte-americana, em mais um crime de guerra sem justificação (onde estavam as “Armas de destruição Maciça?), perdão ou castigo (sendo os EUA inimputáveis)

Chegando em 2022 e como já planeado e assinado a China, estabelecendo contractos para a reconstrução e tentando apagar progressivamente e dentro do possível (tendo-se de começar por algum lado e de alguma forma eficaz) os sinais ainda profusamente espalhados (não só nos corpos como nas mentes entre elas as crianças) de destruição total num cenário verdadeiramente (lembrando-nos do que era antes o Iraque e Bagdá, do califa das “Mil e uma Noites”) apocalíptico.

Com a China a fazer um contrato com o Iraque comprometendo-se construir 1.000 escolas no país, conforme acordo estabelecido entre ambos no sentido do início da reconstrução, do estreitamento de ligações bilaterais e de posteriores investimentos noutras áreas e infraestruturas fundamentais (os alicerces básicos agora destruídos em qualquer estado): em vez de chegarem como os imperialistas norte-americanos levando e destruindo tudo à sua frente e nunca vendo ninguém (não se sendo norte-americano, não se sendo humano, não tendo nenhumas garantias), com os imperialistas chineses segundo os norte-americanos e seus fieis aliados a “única força imperialista no presente à superfície deste planeta” ─ isto sim, sendo tanta a hipocrisia (700 bases externas norte-americanas, contra 1 base externa chinesa) que até nos fazendo rir ─ em vez de destruírem (até porque antes alguém, antecipando-se em tudo até nas intenções, já o tinha feito) a (mais uma vez opondo-se aos norte-americanos) construírem.

Pelo menos não entrando lá como os EUA ─ obliterando o país ─ e dada a ocidentalização para a qual o país então caminhava (com Saddam Hussein como líder, lá colocado pelos EUA), fazendo-o regressar à Idade Média. No entanto tal não bastando para os EUA não hesitarem em declarar, até como sua função (prioritária) para proteção do Resto do Mundo (do seu), a China ser atualmente o único Estado Imperial ─ sendo certamente essa a razão da necessidade de os norte-americanos terem 700 bases espalhadas pelo Mundo, única forma de combater a única (e poderosíssima, 1 base “Made in China” > 700 bases “Made in USA”) base chinesa instalada algures.

(imagens: Michael Salla/youtube.com/16.12.2021 ─ gisreportsonline.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:41

Guerra-Quente e Linhas-Vermelhas

Segunda-feira, 13.12.21

Russia Ukraine: Biden warns Russia against Ukraine 'red lines' (bbc.com/04.12)

Biden didn’t accept Putin’s ‘red lines’ on Ukraine (cnbc.com/08.12)

Ukraine's red lines: How far are Russia and NATO willing to go? (france24.com/07.12)

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Não dando tanto para rir como para chorar ─ rir sendo a óbvia reação perante tal imbecilidade, não fossem os imbecis os atuais líderes ─ perante a evolução registada nas últimas décadas a nível do poder e da supremacia planetária, com os EUA como todos os Impérios depois de inovarem, dominarem e persistirem nesse domínio (não evoluindo), caindo em decadência e dando lugar a outros ─ sendo no presente o caso da China, ameaçando deslocar o Eixo Económico-Financeiro Mundial, de Washington (do Bloco do Hemisfério Norte Ocidental) para Pequim (para o Bloco do Hemisfério Oriental), transformando-o na reedição de um confronto Ocidente Vs. Oriente ─ perante o avanço da sua crise económico-financeira interna (e crescimento contínuo da inflação) colocando em causa o mandato do atual presidente o democrata Joe Biden (com a mais baixa aceitação popular de sempre e estando-se à porta das eleições intermédias de 2022) ─ aquele que iria salvar a América e o Mundo do republicano Donald Trump ─ não restando mais nada no presente ao atual líder norte-americano, senão continuar ou acelerar ainda mais a política (constantemente contestada e boicotada) do seu inimigo e adversário, o anterior presidente: abandonado o Afeganistão com um objetivo pré-definido e geoestratégico (a retomar e priorizar) ─ daí a rapidez e o caos (com outros negócios e acordos pelo meio) ─ não passando por esta região (deixando tudo praticamente como estava antes, vinte anos atrás e entregando a pasta parcialmente e de novo ao seu “aliado” de ocasião o Paquistão), virando-se (nunca o tendo abandonado do seu olhar) para o seu grande adversário económico-financeiro, não esquecendo a Rússia (e todo o seu poderio tecnológico e militar, sendo a 2ª potência nuclear global), mas dando todo o protagonismo ao gigante do Oriente a China, não tendo hipótese militarmente contra o esmagador poder norte-americano (mas podendo-se aliar à Rússia), no entanto na generalidade das outras áreas (fazendo funcionar as trocas, os mercados, os negócios, o mundo) estando já a par ou tendo já ultrapassado o antigo líder (os EUA) ─ veja-se até o caso da Conquista e Exploração do Espaço, com a China a ir já à frente.

We would provide additional defensive material to the Ukrainians above and beyond that which we are already provided. And we would fortify our NATO allies on the eastern flank with additional capabilities in response to such an escalation.

(Joe Biden/07.12)

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E como quando não se resolvendo algo a bem, existindo sempre a hipótese de em alternativa, se resolver esse algo, se não mais-ou-menos, então a mal, evitando desde logo o meio (não se desejando obviamente o equilíbrio, desejando-se a supremacia) e tentando impor unilateralmente como sendo o “justo” o seu ponto de vista, com a Administração da Casa Branca comandada do seu interior pelo líder da América e do Mundo Livre (pela mesma representada e definida) ─ o septuagenário quase octogenário Joe Biden ─ virando-se para o exterior tentando mais uma vez resolver os seus problemas internos, se necessário com a criação de mais uma Guerra longínqua (reativando o seu Complexo Industrial-Militar), noutro continente (por ex. a Europa ou a Ásia), envolvendo preferencial e presencialmente os locais (nos possíveis combates diretos) e com a menor participação possível de tropas norte-americanas ─ com os norte-americanos a “oferecerem graciosamente” o seu e agora nosso armamento. Apontando para a Rússia (na Europa) ─ não largando o petróleo do Irão ─ e para a China (Ásia) como seus adversários, para já tentando destruí-los com a sua retórica múltiplas vezes repetida (pelos Média de todo o mundo, significando o ainda poder do dólar), mas se necessário não hesitando em ─ não o querendo, nunca o desejando, mas as circunstâncias o exigindo ─ “aproximando-se inadvertidamente do risco, mas na defensiva” (os “outros” não  concordando, dado o risco ser a sua própria linha de fronteira) cometer indiretamente (não tendo culpa, não estando presencialmente no terreno) algum excesso, podendo originar um conflito armado, uma guerra, local: local sendo (no caso da Europa) no leste, fronteira Ucrânia/Rússia podendo colocar todo o continente perante uma nova Guerra Fria mas esta ─ dado os protagonistas desta série EUA, CHINA e RÚSSIA ─ mais explosiva.

Biden warns Putin of ‘devastating’ consequences if Russia invades Ukraine (ft.com/11.12)

Biden welcomes Finland buying US jets amid Russia concerns (rt.com/13.12)

Russia warns of 'dire consequences' for NATO (rt.com/13.12)

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Neste contexto político dos finais de 2021, em que o Hemisfério Sul da Terra não conta (para as decisões finais), estando todo o desenvolvimento, tecnologia e poder sediado no Hemisfério Norte ─ com todas as diretivas a virem de Norte e tendo-se como comandante desta operação global durante toda esta fase (exponenciada aquando da II Guerra Mundial) os EUA ─ no decorrer de todo o processo de evolução socioeconómica mundial (já com quase oito décadas) entremeada por episódios de partilha (EUA/URSS) ou de exclusividade (EUA com a queda da URSS), já num aparente ciclo de decadência provocada por essa mesma exclusividade de poder (Global, mas sem real concorrência, sendo tudo/todos pagos “por baixo da mesa” em dólares) e com um outro imenso território cheio de gente em nítida e acelerada (por organizada/disciplinada) ascensão económica ─ a CHINA o país mais populoso do Mundo com os seus mais de 1.400 milhões de habitantes (num total de quase 7.900 milhões, EUA pouco mais de 330 milhões sendo o 3º), estendendo-se por uma área sendo a 3ª do Mundo (só ultrapassada pela Rússia/1ª e pelo Canadá/2ª, EUA sendo o 4º) ─ com o Gigante Asiático juntando todo o seu poderio económico e financeiro acumulado e o seu grande avanço cientifico-tecnológico registado e constantemente melhorado ao longo destas mais recentes décadas (iniciadas com o seu Grande Timoneiro e líder chinês Mao Tsé-Tung, governando o país de 1949 a 1976), a assumir-se nesta contínua intriga planetária como um novo e poderoso protagonista, como tal adversário (de algo/alguém), capaz de colocar em causa a até agora incontestada supremacia norte-americana e com isso o poder do seu até agora, rodando sobre rodas (das rotativas das impressoras mágicas), o globalizante Projeto-Dólar. Não podendo obviamente os EUA, sendo a terra do Imperador do Império, o Império Ocidental, representando o Eixo do Bem (católico-romano) sediado em Washington (FMI, Banco Mundial, Maior Complexo Industrial-Militar), consentir no assalto ao seu poder sujeitando-se agora aos ditames vindos de Oriente, da Ásia/e logo da China, povos e territórios identificados como protagonistas do trabalho manual (sendo dirigidos, sem necessidades de qualificação), não do intelectual (dirigindo, sendo qualificados): querendo assumir o controlo global (que de alguma forma, atingido este ponto e pagando para tal, já o fazem) e transferir o Eixo do Poder Mundial de Ocidente para Oriente, para Pequim, colocando de lado e de vez a Civilização Ocidental (católico-romana) e substituindo-a pela Civilização Oriental (antigos mouros, escravos, assalariados), por pagãos, seres violentos e sem um único Deus ou religião. Com a Europa face a esta retórica político-religiosa e pensando assim sobreviver juntando-se à América ─ sem nada contribuir/fazer por e para si própria ─ tendo a Rússia logo ali ao lado e partilhando o mesmo continente.

(imagens: Pyotr Bernstein/Sputnik/Global Look Press/rbth.com

─ Sputnik/thedailybeast.com ─ Amir Cohen/Reuters/rt.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:52