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Depois de Carter, 40 Anos de Ilusão (1981/2021)

Quarta-feira, 05.05.21

Na imagem à esquerda com 96 anos de idade o 39º Presidente dos EUA JIMMY CARTER (de 1977 a 1981) e à direita com 78 anos de idade o atual e 46º Presidente dos EUA JOE BIDEN (eleito para o mandato 2021/25).

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Jill Biden (a mulher-gigante/do gigante)

Jimmy Carter (o presidente pequenino/mas de pé-grande)

Rosalynn Carter (a mulher do pequenino/pé-grande)

Joe Biden (o presidente gigante/de azul)

 

Acompanhados pelas suas companheiras Rosalynn Carter e Jill Biden. Dois presidentes oriundos da mesma área política (com acesso ao poder, só existindo duas) representantes do partido DEMOCRATA (do outro lado da moeda estando os Republicanos, até ao ano passado de Trump). No entanto no seu percurso político e ideológico (para os cidadãos do Mundo em geral, tendo vivido no seu tempo/de poder/4 anos e acompanhando-o depois/já retirado/40 anos) nada tendo a ver um com o outro, um sendo um pacifista pela sua ação (um exemplo, um ícone Democrata) o outro pela sua prática, inação e consentimento, não (confirmando-o enquanto Vice-Presidente de Barack Obama). Na prática a aparência (percorrendo-se aparentemente o mesmo trilho) não passando de uma Ilusão.

Um retrato em família separando-os por seis presidentes ─ 2 Democratas (por 16 anos) e 4 Republicanos (por 24 anos), presidentes dos Estados Unidos da América (a maior potência Global) por 40 anos (1981/2021) ─ neste registo fotográfico e para a obter não se utilizando as lentes apropriadas (conforme a distância ao “alvo”, dependendo a angular) ─ mas podendo ter sido um caso propositado, para se alcançar determinada sensação ─  distorcendo em certos sectores partes dessa imagem: como se os Carter encolhessem e os Biden aumentassem. Tal como com outros truques e na edição, podemos fazer alguém mais gordo/magro e/ou alto/baixo (utilizando até nos pormenores o toque final o Photoshop). Aqui e no retrato, com os CARTER bem PEQUENINOS e como que engolidos pelos sofás, e com os BIDEN bem GRANDINHOS parecendo uns GIGANTES, face a velhinhos com a idade e como todos nós sabemos (tudo caindo e encolhendo, sendo comprimido, sob a força da gravidade) encolhendo.

(imagem: The Carter Center/@CarterCenter/twitter.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:30

Entre Contras e a Favor, Vacinar

Terça-feira, 20.04.21

EUA:

Quase seis mil americanos infetados com Covid

depois de receberem a vacina.

(Executive Digest/20.04.2021/executivedigest.sapo.pt)

 

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Como um alerta comum feito a muitos dos tratamentos de prevenção neste caso na área da Saúde ─ com a aplicação de produtos farmacêuticos tendo efeitos secundários, não atingindo o fim desejado ou até tendo limites de tempo de atuação eficaz ─ mais uma informação oriunda dos EUA e do seu Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) afirmando que, dos mais de 84 milhões de norte-americanos já vacinados (ou seja, com uma ou mais doses, mais de 25% da sua população) e passado o período de 14 dias após a 2ª dose, 6.000 deles desenvolveram mesmo assim a doença (apenas 0,007%): e destes 6.000 (a amostra) sendo 396 hospitalizados (6,6% da amostra) e falecendo 74 (1,2% da amostra).

 

Distanciamento

Máscara

Ventilação

Testagem

Rastreio

Isolamento

Higiene

Vacinação

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EUA com uma população estimada em mais de 331 milhões de pessoas e com metade destes já tendo iniciado o seu processo de vacinação ─ portanto, mais de 165 milhões ─ dos quais 84 milhões já estando totalmente vacinados; e da faixa etária com 65 anos ou mais (os mais idosos) com 81% já tendo iniciado a vacinação e desses tendo já concluído 67% (vacinação completa em cerca de 55% deles). Um aviso sobre a eficácia das diversas vacinas, tal como todos os outros produtos farmacêuticos utilizados em Medicina, na grande maioria dos casos sendo eficaz mas numa minoria (e como seria de esperar, até para um produto extremamente recente) não o sendo: como tal devendo-se estar sempre atento até na eficácia dos tratamentos ─ sabendo-se destas exceções apesar de muito pontuais (no caso aqui exposto apenas 0,007%, (1 em cada 14.000 pessoas) ─ mas nunca descurando como proteção preventiva (e igualmente eficaz) as regras básicas (aplicadas a todos nós) de combate à proliferação do vírus.

 

(dados de notícia: Executive Digest ─ imagens: cdc.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:08

Atol de Bikini ─ 75 Anos sob a ação do Cogumelo Atómico

Quarta-feira, 07.04.21

Com a detonação da primeira bomba nuclear (com sucesso) a registar-se a 16 de julho de 1945 nos EUA (sudeste de Socorro, estado do Novo México) integrando o Projeto Manhattan,

 

─ Três semanas depois originando os bombardeamentos nucleares de Hiroshima

e de Nagasaqui (no mínimo vitimando mortalmente entre 130/230 mil pessoas)

 

Eis que terminada a II Guerra Mundial e iniciada a Guerra Fria, os EUA tentando impor a sua supremacia a nível global atualizando-se a nível do armamento (convencional ou não), se virou para os atóis do Pacífico de modo a poder continuar os seus testes (experimentais e de desenvolvimento):

 

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2º teste atómico no atol de Bikini com a bomba Baker

(25 de julho de 1946 UT)

 

No dia 16 de julho de 1946 fazendo explodir a primeira bomba nas ilhas Marshall, para de seguida se deslocar para o atol de Bikini prosseguindo aí as experiências/testes ─ uma com a bomba Able (30 de junho de 1946) a outra com a bomba Baker (24 de julho de 1946/25.07.1946 UT).

 

Desde 1946 com cerca de 315 testes nucleares a ocorrerem nesta zona do Oceano Pacífico (da responsabilidade dos EUA, do Reino Unido e da França),

 

Depois da prolongada colonização castigando ainda mais os colonizados (o povo indígena, nativo, local) agora com estas bombas radioativas se não matando logo matando ou deixando as suas consequências (cancros, leucemias, deformações) a curto-prazo:

 

Neste ano de 2021 comemorando-se 75 anos sobre mais esta barbaridade.

 

E se Donald Trump nada fez (veja-se o caso do atol de Enewetak, um depósito de lixo atómico em estado muito precário e largando produtos tóxicos para o mar afetando já os peixes) sendo a hora de Joe Biden até pelas indeminizações (devidas) a pagar:

 

Não chegando usar (segundo interesses particulares), não olhar (para não ter que justificar) e de seguida deitar fora (como se o vivo transformado num zombie já estivesse morto).

 

Atol de Bikini

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“Um atol é uma ilha oceânica em forma de anel com estrutura coralínea e de outros invertebra­dos, constituindo em seu in­terior uma lagoa, sem nenhuma aparente conexão com as rochas da Crosta (wikipedia.org)”. Típicos de aparecer (em mares tropicais) no Pacífico/Índico (como nas ilhas Marshall/Bikini), mas também no Atlântico (Brasil/Atol das Rocas/Rio Gr. Norte).

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Faz este ano no dia no dia 16 de julho 76 anos sobre o teste que levaria ao lançamento de “Little Boy” (sobre Hiroshima) e “Fat Man” (sobre Nagasaqui), provocando entre 130/230 mil mortos. Um genocídio desnecessário, derrotada já a Alemanha e prestes a render-se o Japão e sendo interpretado por muitos ─ acabada a II Guerra Mundial e iniciando-se a Guerra Fria ─ como uma mensagem dos EUA ao outro vencedor e rival (por sinal o país mais sacrificado/em nº de mortos e o mais decisivo na vitória dos Aliados/na fronteira oriental) a antiga e agora extinta URSS.

 

Os descendentes assim o exigem, tendo os seus ascendentes fugido (de medo ou sido expulsos) ou ficado para trás (avós/pais), aí morrendo e afetando gravemente a saúde dos seus queridos descendentes (filhos/netos).

 

Mortos por radiação por norte-americanos, britânicos e franceses votando contra a iniciativa da ONU para terminar com estes testes (até pela poluição radioativa) e surpreendentemente continuando a ser apoiados pela Austrália (mesmo com o desacordo da sua opinião pública, sendo logicamente e até pala proximidade contra):

 

Sabendo-se do medo das populações quando se fala em Guerras Nucleares ─ podendo significar como consequência e sendo levada em frente o fim-de-tudo ─ com as potências nucleares no seu conjunto podendo destruir não uma, mas muitas Terras.

 

No ano de 1946 e com o atol de Bikini tão próximo (5.000Km nada sendo), chegando-se a temer que a Terra se partisse (em duas), que ocorressem grandes terramotos (no mar/em terra), se formassem grandes tsunamis (atingindo a Austrália), devido ao teste da “bomba”.

 

E se provocando uma “mini-onda” do outro lado podendo-se originar uma “big-onda”, compreendendo-se que explodindo uma bomba podendo-se explodir o Mundo e vice-versa (sendo evidente que explodindo o Mundo, também se destruindo a bomba).

 

(imagens: AAP/AP e wikipedia.org em theconversation.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:21

Algo (por exemplo origens) sobre o SARS CoV-2

Sábado, 27.03.21

“Se hoje a criança apesar do transporte aguenta bem o vírus (deixando-se invadir por inexperiência, mas detetado o inimigo reagindo-em-força,  derrotando-o) deixando o fardo algumas vezes mortal para os mais velhos (mais de 80% das mortes para idades iguais ou superiores a 70 anos), com as novas estirpes/variantes a surgirem, não havendo tratamento (eficaz, através das vacinas) e ainda por experiência (anterior, em casos semelhantes, como a gripe sazonal) sabendo-se os bichos-mutantes mais infeciosos e mortais, pensando-se cada vez mais e mais intensamente no que poderá aí vir: com todos podendo-se tornar (em diferentes níveis) num conjunto monótono de zombies.”

 

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Novel coronavirus circulated undetected months before first COVID-19 cases in Wuhan, China. Study dates emergence to as early as October 2019. Simulations suggest in most cases zoonotic viruses die out naturally before causing a pandemic. (18.03.2021/sciencedaily.com)

 

Sobre o “bicho” microscópico que nos últimos tempos nos tem atazanado a vida ─ o vírus SARS CoV-2 ─ o resultado de mais uma investigação de investigadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia (Seattle), concluindo que o coronavírus não se terá mostrado pela 1ª vez nos finais de dezembro de 2019, mas um pouco antes por meados de novembro (17 de novembro, quando foram diagnosticados os primeiros casos) ou mesmo de outubro: iniciando-se (oficialmente) a Pandemia por volta dos finais de dezembro de 2019 na província chinesa de Hubei, desenvolvendo-se rapidamente na China (e em seu redor) e num instante (por terra, mar e ar) chegando à Europa, para de seguida atravessando o Atlântico alcançar o continente Americano (e nele os EUA).

 

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Igualmente não se provando ser o mercado de Wuhan o foco desta Pandemia (que até se poderia ter iniciado dias, semanas, meses antes), tendo-se descoberto os primeiros casos dois meses antes (outubro) ─ dos primeiros, depois confirmados (dezembro) ─ nada tendo a ver com esse lugar (bem afastado na província): sendo um vírus zoonótico tendo saltado de um animal-hospedeiro (ainda não identificado, mas não tendo sido “produzido”) para o Homem, em cerca de 30% dos casos levando a sua avante e nos 70% restantes (cerca de 2 em 3) não conseguindo manter a cadeia de transmissão e sucumbindo.

 

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No entanto concluindo-se que se algo se tivesse feito antes (não sendo detetado a tempo na sua origem), talvez se evitasse o alastrar desta epidemia (mortal) subindo a Pandemia e posteriormente espalhando-se pela Europa (maiores concentrações com população mais idosa) e depois pelo Mundo. Um vírus em comunidades rurais menos densas (menos pessoas, em maior área) extinguindo-se em quase 95%/100% dos casos, enquanto noutros locais como as grandes urbes evoluindo e produzindo outras estirpes/variantes ainda mais transmissíveis e infeciosas: se hoje a criança-jovem é mais um veículo-transmissor e o adulto-idoso o maior candidato-à-doença, amanhã podendo-se evoluir (respetivamente) para o maior candidato-à-doença e para o certamente-morto.

 

[sciencedaily.com/releases/2021/03/210318185328.htm]

 

(imagens: homelandprepnews.com ─ citytoday.news ─ reddit.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:52

Dead Vs. Red

Sexta-feira, 26.03.21

Better Dead Than Red

 

Pouco se importante morrendo-se sem gás (exigindo a substituição do gás comunista, pelo gás da liberdade ─ morrendo-se de frio), pouco se importando morrendo-se sem vacinas (exigindo a recusa de vacinas como a Sputnik, morrendo-se do vírus): ou não fosse o segredo, a alma do negócio (petrolíferas/farmacêuticas). Esta a política da Europa face aos EUA.

 

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A copy of the original poster for the 1964 movie "Masque of the Red Death,"

starring Vincent Price and based on a short story by Edgar Allan Poe

 

Seguindo ordens do outro lado e do seu entreposto mesmo ao lado, as indicações a seguir do lado de cá, para nos protegermos dos lá do fundo ─ fielmente obedecendo às diretivas, do Dono Disto Tudo. Dando nisto (uma opinião):

“BETTER DEAD THAN RED”

(Bradley Blankenship/rt.com)

Tudo por causa da Guerra entre os dois blocos mundiais, de um lado tendo os EUA & Aliados, do outro China & Rússia: envolvendo sansões e vacinas dos EUA aos lá do fundo e no intermédio ameaçando quem se tentar distrair.

 

Better Dead Than Red

Better Red Than Dead

 

Better Dead

Than Red

Comédia/curta

25 de setembro de 2017

EUA

(imdb.com)

In a short musical comedy film noir, New York's worst detective is hired to solve America's hottest case and stumbles upon a Russian plot to sway the 1952 presidential election.

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Better Dead

Than Red

e

Better Red

Than Dead

Por oposição

(wikipedia.org)

Better Red Than Dead, Better Dead Than Red ─ "Melhor Vermelho do que Morto", "Melhor Morto do que Vermelho" ─ foram slogans políticos usados durante a Segunda Guerra Mundial pela Alemanha e durante a Guerra Fria pelos Estados Unidos e outros países, sendo o vermelho a cor emblemática do comunismo.

 

Compreendendo a História, recorrendo não só à Cultura como igualmente à Memória ─ “algo” de um conjunto (pertencendo-lhe, não lhe pertencendo) sem Dimensões e sem Limites, superando todos os impedimentos aparecendo (inesperadamente ou não) num dos tantos trilhos (com consciência, real ou imaginada) por nós percorridos: tal como o sucedido com os imanes, sendo atraídos por uma (individual por coletiva) “Alma Eletromagnética”.

 

(legenda: uiowa.edu ─ imagens: imdb.com/pinterest.com/mwomercs.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:01

O Mundo ─ Ao 81º dia do Ano II Covid-19 (22/03)

Segunda-feira, 22.03.21

Numa rápida observação das diversas Pandemias ocorridas nos últimos 40 anos (fim do séc. XX, início do séc. XXI), pelo número de vítimas mortais provocadas destacando-se logo 3 (agora sendo 4):

 

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Óbitos por Covid-19

Top 10 Óbitos/Global

 

Gráfico ↑

EUA, BRASIL e ÍNDIA liderando bem destacados, no nº de Infetados e de Vítimas mortais. Com os números vindos dos EUA a esmagar-nos, asfixiando-nos de seguida com outros podendo vir a ser piores ─ no Brasil, na Índia e ainda (aqui por taxa de mortalidade elevadíssima) no México.

 

(1º) a “Gripe de Hong Kong” (1968/70) provocando 1 milhão de mortos, (2º) a “Gripe Asiática” (1957/58) provocando 1,1 milhão de mortos e (3º) o surto de HIV/AIDS (1981/presente) provocando 25,0/35,0 milhões de mortos ─ e agora surgindo (4º) o COVID-19 (finais de 2019/presente) tendo até ao momento (22.03.2021 03:54 TMG) provocado mais de 2,7 milhões de mortos (2.727.680). Não esquecendo a gripe sazonal (INFLUENZA) provocando entre 0,3/0,7 milhões de mortos por ano.

 

Pandemia

Período

Mortes/Ano

(milhões)

 

Gripe de Hong Kong

 

1968/70

0,3/1,0

Gripe asiática

 

1957/58

0,6/2,2

 

Influenza

 

(Sazonal)

0,3/0,7

HIV/AIDS

 

1981/presente

0,6/0,9

COVID-19

2019/presente

 

0,9/2,7

 

Comparando (valores aproximados e com alguma amplitude de variação, por consulta diferenciada) números e por ser um caso grave e bem atual (até pela sua elevada mortalidade, num ano vitimando mortalmente mais de 2,3 milhões de pessoas, numa média de 195.000/mês), destacando-se a pandemia do vírus SARS CoV-2 responsável pelo aparecimento da doença infecto-respiratória (e mortal) Covid-19, se colocada perante as consequências mortais da (crónica/periódica) GRIPE (Influenza), verificando-se a primeira (coronavírus) poder ser 9X mais mortal do que a segunda: confirmado pelo atual nº de mortes/ano por Covid-19, no limite 5X/10X superior ao da Gripe (anual). Da lista (anterior) de 5 a pior.

 

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Taxa de Mortalidade por Covid-19

Top 10 Óbitos/Global

 

Gráfico↑

Como exemplo catastrófico das consequências desta Pandemia, para além da elevada taxa de mortalidade (taxa média de 2%) na Itália e na GB (3,1% e 2,9% respetivamente), a estrondosa explosão ocorrida no MÉXICO (taxa de 9%). Em Portugal na média (2,1%) quanto à taxa de mortalidade.

 

Estando-se nesta segunda-feira dia 22 de março a atravessar o 81º dia do ano de 2021, depois dos derradeiros dias (19 em 2021) do REP Donald Trump na presidência (até 19 de janeiro de 2021), estando o mesmo lugar agora ocupado há 62 dias consecutivos pelo DEM Joe Biden, 46º Presidente dos EUA e Líder da ainda inquestionável “Maior Potência Mundial”: pelos seus Dólares e Armamento, o resto (as outras áreas) vindo de arrasto. Nestes últimos 62 dias de governação Democrata (com a esquerda ignorada/Tulsi Gabbard, o centro-esquerda afastado/Bernie Sanders, o centro em espera/Kamala Harris e o centro-direita mais uma vez e infelizmente regressando/”Hillary Clinton by Joe Biden”) e falando da Pandemia nada parecendo ter mudado: fora as vacinas (dado o açambarcamento global das mesmas, por parte dos EUA) nada de visível e impactante se fazendo (exceto o cheque, não o sendo para todos) ─ de modo a aliviar o ambiente geral socioeconómico que acompanha esta PANDEMIA ─ continuando-se na mesma “Rota de Trump” como os números (COVID-19) o comprovam. Em 22 de março e falando desta Pandemia com os EUA a continuarem a liderar em tudo (de Negativo, como Infetados e Óbitos) ─ acompanhados mais abaixo pelo caos instalado no México e pelo “Império Mortal do Trump Sul-Americano” (Brasil c/ Jair Bolsonaro) ─ mantendo-se apesar da descida um nº algo elevado de infeções e de óbitos: para além da ameaça de um retorno (nova vaga) face ao aparecimento de novas estirpes do vírus (ainda-por-cima vacinando-se as pessoas com a vacina que deveria ser a do ano passado, mas de facto sendo melhor que nada) ─ vendo-se alguns sinais (para já muito ligeiros) disso, na América e na Europa.

 

(dados: worldometers.info ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:18

As Farmacêuticas e os Biliões de Dólares

Sábado, 20.03.21

Agora que estamos a viver um período Novo-Normal (concluída a 1ª vaga) sucedendo a um outro dito Normal (anterior à 1ª vaga) mas na realidade sendo Velho-normal (essencialmente mantendo indefinidamente o status quo vigente), não se podendo nunca e de nenhum modo “perdoar” Ursula Gertrud von der Leyen (atual presidente da Comissão Europeia, representando a Alemanha e a CDU) nem sequer Angela Merkel (atual chanceler da Alemanha pela CDU): a atual chanceler alemã por querendo livrar-se de vez da sua Ex.-Ministra da Defesa (sendo igualmente da CDU, potencial candidata à  sua sucessão) ─ por incompetência no exercício do seu cargo (2013/2019)

 

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Vacinação em massa nos EUA

 

Aproveitando a oportunidade surgida (a sucessão de Jean-Claude Juncker em 2019), arranjando uma solução consentânea (para ela, para a outra e para a EU) e “despachando-a” (em 2019) para a Europa (logo como presidente da CE), assim como a própria presidente da Comissão Europeia por nada de significativo ter feito desde o dia da sua tomada de posse em 1 de janeiro de 2019. No primeiro ano (2019) não se destacando em nada e chegado o coronavírus em nada se destacando, caracterizando a sua intervenção nesta Pandemia como um verdadeiro desastre ─ como se constata no presente com a encomenda de milhões de vacinas, delas só chegando (como se tal não fosse expetável) uma “amostra” (mais uma vez deixando-nos expostos ao vírus).

 

Abril 2020

Laboratório ─ País

Janeiro 2021

V

R

BD

R

BD

42,19

Johns. & Johns.

EUA

82,06

+39,87

50,00

Roche

SUI

63,85

+13,85

(51,75)

Pfizer

EUA

(51,75)

----

14º

19,57

Bayer

ALE

48,02

+28,45

48,67

Novartis

SUI

47,45

-01,22

41,75

Merck

EUA

46,84

+5,09

24,70

GlaxoSmithKline

GB

43,92

+19,22

27,98

Sanofi

FRA

39.28

+11,30

(33,27)

AbbVie

EUA

(33,27)

----

----

----

Abbott

EUA

10º

31,09

----

26,15

B.-Meyers S.

EUA

----

----

----

10º

23,57

AstraZeneca

GB

----

----

----

(R: Ranking BD: Biliões Dólares V: Variação)

 

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Desesperando na Europa pela vacina

 

Vacinas contra a Covid-19

 

Dando uma rápida vista-de-olhos pela tabela anterior verificando-se desde logo o crescimento de mais de 40% nos dividendos registados (do 1º/abril 2020 para o 2º registo/janeiro 2021) em 8 das farmacêuticas (com dados completos) liderando a norte-americana J&J: nestas 8 passando de 285 biliões de dólares para mais de 402 biliões e do mais recente TOP 10 seis (6) sendo dos EUA, duas (2) da Suíça, uma (1) da Alemanha e uma (1) da França ─ 60% EUA e 40% Europa. No entanto sem vacinas que cheguem para a Europa ─ sendo a maioria exportada para os EUA ─ assim criando esta crise mais que anunciada. E com os grandes campeões deste inesperado “retorno financeiro” (proporcionado pela Pandemia) a ser a poderosa indústria Farmacêutica (Johnson & Johnson/EUA, Roche/Suíça, Pfiser/EUA, mais de 50 biliões cada) por outro lado pagando (adiantado e mesmo assim não a tendo) o já tão arrasado contribuinte (europeu). Para uns tudo bem, para outros tudo mal.

 

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Sujeitando-se à desinformação

 

Dada a esperteza das empresas e a conivência da presidente da Comissão Europeia, por um lado com os produtores (de vacinas) em vez de se comprometerem com alguns milhões prometendo muitos milhões ─ e recebendo como tal ─ enquanto pelo outro lado com os clientes (o Estado, os seus cidadãos) esperando muitos milhões e acabando por receber apenas alguns, ainda-por-cima tendo pago (todos) e antecipadamente: deixando os produtores (a Indústria Farmacêutica) com muitos milhões e em contrapartida (extremamente negativa, até pelo atraso podendo provocar ainda mais vítimas mortais) o cliente (nós) ficando com pouco (por claramente insuficiente) produto. E que se saiba com um Presidente (Ursula Gertrud von der Leyen) em princípio sabendo fazer contas e balanços, de modo a manter um mínimo de equilíbrio:

 

Pelo que a história deverá ser outra bem mais clara e muito mais simples ─ mandando no Estado a Indústria Farmacêutica (como a detentora da “cura”) tendo-o e a nós nas suas mãos ─ mas para o público em geral servida rapidamente à mesa (para a engolirmos, sem tempo para reagir) mais profunda e de difícil (acesso á) confirmação (flagrante) ─ entalando-nos/engasgando-nos. Uma vergonha quando se produzindo a vacina e não a tendo (sendo esse o caso da Europa), tendo-a outros até a mais e até dando para oferecer (como será o caso dos EUA). Apesar do total desprezo não compreendendo (a questão das vacinas IN/vacinas OUT), mas aceitando (vacinas só do Ocidente, imposição norte-americana) e ao mesmo tempo recusando perentoriamente outras (mesmo considerados iguais/superiores pelo Ocidente como a Oriental e russa Sputnik).

 

(dados: pharmapproach.com/bizvibe.com/getreskilled.com ─

imagens: usnews.com ─ cnn.com ─ euromaidanpress.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:49

Os Estados Unidos da América e a Saúde do Resto do Mundo

Terça-feira, 16.03.21

[E qual poderá o seu papel (dos EUA) regressando em pleno (e à liderança) da Organização Mundial de Saúde (OMS/WHO).]

 

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Department of Health and Human Services.

2020 Annual Report

(hhs.gov)

 

Covid-19

Goal 2: Protect the Health of Americans Where They Live, Learn, Work, and Play

Strengthening Health Cooperation and U.S. Humanitarian Leadership

 

Combatting MALIGN influences in the Americas:

 

“OGA used diplomatic relations in the Americas region to MITIGATE EFFORTS by states, including CUBA, VENEZUELA, and RUSSIA, who are working to increase their influence in the region to the detriment of US SAFETY and SECURITY. OGA coordinated with other U.S. government agencies to strengthen diplomatic ties and offer technical and humanitarian assistance to DISSUEDE COUNTRIES in the region from accepting AID from these ILL-IMTENTIONED STATES. Examples include using OGA’s Health Attaché office to persuade BRAZIL to REJECT the RUSSIAN COVID-19 VACCINE and offering CDC technical assistance in lieu of Panama accepting an offer of CUBAN DOCTORS.”

 

[Afastado o republicano Donald Trump e agora com o democrata Joe Biden (o novo inquilino da Casa Branca) na presidência dos EUA, do ponto de vista da Europa e olhando-se para esse “Admirável Mundo Novo” (Aldous Huxley), podendo-se afirmar que “A Oeste Nada de Novo” (Erich Maria Remarque).]

 

(imagem: hhs.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:10

EUA/COVID-19 ─ Saúde, Administração, Violência

Sexta-feira, 26.02.21

“Mass shootings

hit record high in 2020.

Can vaccines bring peace in 2021?”

(usatoday.com)

 

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Tendo ultrapassado os 520.000 mortos (por Covid-19) já com um novo presidente (o democrata Joe Biden) ─ falando-se do país do globo terrestre com maior nº de óbitos por Covid-19 (EUA), logo seguido pelo Brasil (mais de 250.000) ─ e paralelamente a este problema de Saúde e de Administração (deste país) um outro se tendo de associar ─ o da Segurança (como consequência de mais de quatro anos de desrespeito DEM/REP pelos direitos dos cidadãos, usando-os/manipulando-os) ─ com a questão lógica agora colocada depois de um ano de Pandemia (nos EUA) a ser, se com o decréscimo da atividade do vírus SARS CoV-2, a proliferação de testes, as intensas campanhas de vacinação e o reinício da abertura do Mercado e da Economia (ou seja o regresso à normalidade), a violência ─ infelizmente um dos motores da sociedade norte-americana ─ diminuirá (persistirá ou aumentará): quando já se sabe que nos EUA o ano de 2020 bateu todos os recordes de violência, antes comandado por uma das faces do Dólar-REP/TRUMP (4 anos) depois pela outra-DEM/BIDEN (4 anos ou mais) ─ fazendo ambas parte da mesma moeda, sendo iguais.

 

“Mass shootings jumped nearly 50% in 2020,

due in large part to a pandemic year

rife with crippling unemployment, violent protests and idle youth.”

(usatoday.com)

 

Screenshot_2021-02-26 Mass shootings hit a record

 

Neste primeiro ano de Pandemia ─ registando a nível global mais de 110 milhões de infetados e mais de 2,5 de mortes ─ com os EUA (líder em parâmetros COVID-19) a registarem entre a sua população (EUA, a amostra) uma taxa de infeção de 8,74% e uma taxa de mortalidade de 0,16%; globalmente (Mundo, a amostra) apresentando 1,44% dos infetados e 2,22% das mortes do planeta. Apesar de ser ainda a maior potência Global (sem dúvida a nível militar/de armamento, convencional ou não) dominando (pelo menos aparentemente) os setores económico-financeiros internacionais (pelo menos a ocidente dada a clara expansão da China a oriente, dominando mercados), dada (externamente) a sua política de delegação de funções noutros países (de muitos dos setores fundamentais) ─ como será o caso da China perdendo muita da sua capacidade de resposta imediata (tão necessária para rapidamente se impor) e dada (internamente) a sua falta de estruturas (básicas, de saúde e de solidariedade) e incapacidade de planeamento (lobbies legais e por todo o lado, imponho/sobrepondo a sua lei), nem o dinheiro (bastando imprimi-lo), nem os equipamentos, nem os testes, nem mesmo as vacinas (mesmo que retirados aos outros), os salvando. Na sua população e pelo caos instalado provocando a revolta ─ criada e impulsionado por um dos únicos 2 lados (REP/DEM) ─ e com ela os subsequentes atos de violência ─ vindos desse lado e (como resposta) do outro. Pelo caminho terraplanando-se (física e mentalmente, destruindo-as) muita gente.

 

“With COVID-19 cases falling and vaccines rolling out,

some criminologists hope a rebounding economy and reopened schools

will drive down those numbers in 2021.”

(usatoday.com)

 

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E passado pouco mais de um ano sobre o início desta Pandemia (vírus SARS CoV-2/doença COVID-19) quase que paralisando o planeta e agravando ainda mais (nesta sua fase evolutiva) a há muito assumida (igualmente como crónica) crise socioeconómica global (crónica(o), tal como poderá ser este vírus) ─ pondo em causa o seu “Líder Planetário Espiritual”, feroz e omnipresente adversário do “Eixo do Mal─ mantendo-se (por outro lado) o ambiente de violência interna (aproveitando-se para calar todas as oposições) como o ambiente de violência externa (voltando-se a bombardear, a no presente esquecida Síria) mesmo alterando-se a “Voz do Dono” (Administração da Casa Branca), analisando-se o ano de 2020 (e os seus números de vítimas mortais abatidas a tiro) perspetivando-se outro ano (de 2021) violento, talvez nem tanto como 2021, mais parecido (sendo otimista) com o 2019. Nesse sentido (opção pela violência ou não violência) e pelos primeiros sintomas sentidos/percecionados desde 20 de janeiro deste ano (tomada de posse do 46º presidente dos EUA) ─ com a nova administração norte-americana face à situação geral do país (recessão, desemprego, violência, covid-19) nada fazendo de relevante ─ “mantendo (por estratégia? por reflexão? por planificação) a situação” ─ sendo mais provável manter-se (mas agora com origem maioritariamente do lado contrário) o surto de violência: não atingindo os valores de 2019 (máximo de vítimas por utilização de armas a caminho dos 500 mortos) ou de 2020 (não chegando aos 300) mas (mantendo-se as autoridades estáticas) podendo andar (pelo Resto do Mundo, esperemos que não) mais perto do último.

 

(texto/inglês: usatoday.com/Marco della Cava e Mike Stucka

─ imagens: usatoday.com – Gun Violence Archive/usatoday.com

- Brian Blanco/Getty/usatoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:29

Ele Vive/Eles Vivem

Sábado, 13.02.21

[Um homem julgado morto e enterrado, mais uma vez ressuscitado pelos Democratas.]

 

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Absolvido

(pela 2ª vez)

 

Trump acquitted:

Senate votes 57-43 at impeachment trial.

(startribune.com/13.02.2021)

 

Mais de três semanas depois da tomada de posse do 46º presidente dos EUA o democrata JOE BIDEN (a 20 de janeiro de 2021) e fazendo-se o balanço destes primeiros 25 dias da nova administração Democrata (atualmente ocupando a Casa Branca), concluindo-se que o facto mais relevante até pela importância e prioridade dada ao mesmo (levando a discussão ao Senado) pelos eleitos Democratas (maioritários na Câmara dos Representantes e em paridade no Senado), terá sido sem dúvida o resultado do 2º Impedimento Presidencial ao anterior presidente norte-americano: com o 45º presidente dos EUA o republicano DONALD TRUMP a ser de novo absolvido. No passado sábado com o Senado a reunir-se sob a presidência do democrata Patrick Leahy (presidente interino), tendo como tema de fundo os incidentes do Capitólio e a responsabilidade do ex-presidente nestes ─ para no final como consequência e sendo considerado culpado, se aprovar o “Impedimento de Trump”: no entanto e sabendo-se que tal decisão dependeria da aprovação de 2/3 do Senado (67 votos), obtendo apenas 57 não atingindo a maioria absoluta, absolvendo-se Trump e entregando-se a primeira derrota a Biden. E face a mais este episódio desta nova temporada (mudado o protagonista), questionando-nos quando começarão (efetivamente) os Democratas a governar ─ sabendo-se que há mais de cinco (anos) não conseguem sair disto (libertando-se de vez, do trauma-trumpiano d’alguns).

 

[“They Live” (Eles Vivem): filme americano de ficção científica de ação, suspense e terror de 1988, escrito e dirigido por John Carpenter. (wikipedia.org)]

 

(imagem: Gage Skidmore/boingboing.net)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:47