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Concerto Interplanetário em Marte

Sábado, 17.04.21

“Ou de como se pode organizar um Evento bem diante de nós sobrepondo-se imagens e (dessa forma) vendo-se o normal ─ mas não se vendo o essencial ─ utilizando para tal e apenas, um simples holograma e uns tantos descodificadores.”

 

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Uma multidão-dourada e imensa

Movimentando-se ao redor de círculos,

sobre a superfície-azul e gelada, do misterioso e enigmático planeta Marte

(Marte/PIA 13662/Missão 2001 MARS ODYSSEY/Instrumento THEMIS)

 

Num furo exclusivo e explosivo de um repórter freelancer algarvio lançado há poucos dias atrás (numa missão privada e confidencial) a bordo de um foguetão UMM-2021.4 ─ a partir do Centro Espacial de Loulé e das suas rampas de lançamentos interplanetários localizadas nas instalações aéreo-espaciais da CIMPOR ─ chegando-nos há poucos minutos (e logo no início de mais  um fim-de-semana) num anexo de uma mensagem “desdobrada” (ultrapassada a “tela”) e devidamente dirigida (sendo este o destinatário), uma imagem inédita de Marte (por incompatível com o divulgado) tendo ultrapassado o holograma (o interface responsável pela projeção,  colocada entre nós e o Espaço) e apresentando-nos em 1ª mão parte do lado de lá, a “realidade marciana”.

 

Dotado com um motor eletromagnético adaptado (simples e reduzido) e nos seus múltiplos parâmetros dimensionais (dando-lhe acesso a espaços/tempos, mesmo que coincidentes/paralelos) transformando o módulo num equivalente de “massa-zero” ─ a partir duma versão do vizinho (espanhol) o SEAT-L/M 21 ─  sendo este modelo capaz de já no exterior da Terra (interior do Espaço externo) dobrar os diferentes planos (associados a esse espaço) ─ fazendo coincidir dois pontos e dar o Salto ─ num momento estando aqui (do lado de cá do holograma), quase no mesmo estando ali (do outro lado deste). Deparando à sua chegada a Marte com uma enorme concentração bem visível (estando já curta distância) disposto à sua superfície (um solo de tom meio-azulado) ─ um aglomerado de tom Dourado ─ concentrado em torno do seu Polo Norte (na sua parte mais fria, gelada) e assemelhando-se a (apesar da estranheza, nada conhecendo movimentando-se no planeta) algo de dinâmico e de familiar (aparentemente): e passando por cima do “alvo” sendo desde logo surpreendido pelo inacreditável ─ uma multidão incontável do que só poderiam ser marcianos.

 

Com os meus próprios olhos e socorrendo-me apenas da agenda (agregada) ─ para confirmação através da leitura da legenda associada ─ deparando-me no registo com milhares e milhares de residentes locais (ou milhões) manifestando-se em completamente delírio e esperando pelo Grande Evento: rodando loucamente à volta de círculos de diferentes diâmetros, elevando-lhes a temperatura e contrastando-a com as mais baixas (temperaturas) das “fogueiras-de-gelo” ─ com o choque térmico e correndo-se para os limites (fronteira dourado/azul), funcionando o exercício como uma droga, um verdadeiro alucinogénio.

 

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Buzz Aldrin aproveitando a boleia

Utilizando e ultrapassando o holograma,

para se projetar e inserir em Marte

(30.03.2016/”Destination: Mars”/imagem holográfica)

 

E de tal modo estes estando (na sua “viagem”), que nem sequer se apercebendo da presença não estando (não podendo esta, não sendo marcianos) de não convidados. Na realidade nem sequer sendo de Marte nem sequer deste Sistema (Solar), apenas estando aqui presentes para um grande encontro casual para mais uma edição de um Festival-Musical: num cenário de dunas escuras rodeando este polo marciano ─ com zonas quentes (seres a dourado) e zonas frias (solo a azul), distribuídas por uma área de dimensão atingindo os 30Km ─ com seres das mais diversas raças, mas sendo esmagadoramente do tipo humanoide, esperando pela chegada das estrelas bem conservadas e transportadas (dada a sua idade para não se estragarem) em caixas herméticas: replicando no Planeta Vermelho um grande marco musical e de base humanoide (originário de uma variante, de uma das muitas versões do molde) para eles ainda recente (pelo menos para quem viaja UA ou anos-luz, quando o Homem se limita às DL) para nós nem tanto ─ uma versão de Woodstock com a presença de réplicas (perfeitas, não se notando a diferença, apesar de muitas das nossas já estarem mortas) do elenco original.

 

Atento e conhecedor com o nosso viajante-não acidental a estabelecer os seus necessários contactos (com os verdadeiros marcianos refugiados há muito no subsolo de Marte), conseguindo introduzir-se entre a multidão e usufruir do grandioso espetáculo (devido à presença e interposição do atrás referido interface, projetando o seu simétrico para a Terra e nunca se vendo nada ─ apenas um planeta seco, desértico, tóxico e sem Vida). E aproveitando o clima e as suas baixas temperaturas, num dos círculos mais afastados e apanhando outras musicas deste Mundo, aparecendo de cerveja em punho o nosso representante (lançado do Centro Espacial da Refinaria de Sines) armado com a sua música e letra e invocando (pedindo à multidão, cantarolando) “põe a cerveja no congelador e vem fazer amor”, Toy o “astronauta-congelado” (já tendo estado em solidariedade com o desprovido planeta Plutão e com o patrocínio de uma fábrica de cervejas/refrigerantes portugueses, há uns seis anos atrás na Feira Gelada Plutoniana) viajando na nave espacial  (montada integralmente na fábrica aéreo-espacial localizada em Sacavém) Novos Horizontes: e enquanto a nave seguia viagem, regressando à Terra e caindo de paraquedas nas futuras instalações do Espaço-Porto-Interdisciplinar do Montijo. Estimando-se que a curto/médio-prazo e estando o Homem por sua ventura (má, neste caso) já desaparecido (podendo ter migrado) ou extinto, se possa realizar no nosso planeta então livre e desocupado, mas ainda com todas as suas belezas, um Grande Concerto Retrospetivo num cenário saído do paraíso, e com grande capacidade hoteleira.

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov ─ mars.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:59

Depois do SARS CoV-2 Chegam os Alienígenas

Sábado, 06.03.21

Afundados na TERRA por uma PANDEMIA e com a CRISE TERRESTRE em ritmo de cruzeiro, colocados perante a incógnita da origem/destino/fim deste EVENTO BIOLÓGICO e não sabendo onde se dirigir em virtude da proliferação crescente de FALSAS ESPERANÇAS, obviamente não causando ESPANTO que à falta de RESPOSTA em terra, nos viremos como sempre e literalmente para o CÉU:

 

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Um ponto perdido no céu marciano

(acima do cume da duna)

 

E à procura de nós PRÓPRIOS, encontrando outros como nós ou NEM TANTO, aí dando-se a inevitável SEPARAÇÃO pela definição do respetivo NÍVEL hierárquico ─ entre SALVAÇÃO OU NÃO nós os terrestres podendo ser vistos como anjinhos, cobaias, portadores ou PRESAS, enquanto entre os extraterrestres podem estes ser encarados como pesquisadores, organizadores, operadores, PREDADORES.

 

Possuídos física e biologicamente como no espaço em ALIEN O Oitavo Passageiro, ou mental e subliminarmente como na Terra com os MÉDIA GLOBAIS.

 

Faltando apenas o anúncio da chegada do EVENTO DA DECEÇÃO, onde seremos informados da nossa real condição:

 

E chamando aqui os próximos das Teorias da Conspiração tendo como duas opções viáveis, ou (1ª) a próxima chegada deles ─ estando já aqui à volta, prontos para nos tratar/invadir ─ ou se não (2ª) estando já entre nós, integrados/semelhantes réplicas (híbridos).

 

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Artefacto desconhecido

(registado pelo rover Perseverance)

 

Um cenário construído em torno de uma imagem recebida a partir das câmaras do ROVER PERSEVERANCE (SOL 9 NAVCAM ESQUERDA 01.03.2021), mostrando-nos sensivelmente ao centro na vertical sobre o monte de areia, não podendo ser uma imperfeição ─ pois não aparecendo esta em registos, antes nem depois ─ um objeto aparentemente cilíndrico visível no céu marciano:

 

Um artefacto podendo ser artificial tripulado ou não, certamente ALIENÍGENA.

 

E andando eles por lá, podendo há muito estar por cá.

 

Neste momento experienciando a PANDEMIA COVID-19, podendo-se estar preparando para a GRANDE REVELAÇÃO/DECEÇÃO:

 

A de que seremos muito mais estúpidos do que alguma vez pensáramos ser, desde sempre obedientes, bem escravizados e encantados, pela música & moda de EXTRETERRESTRES não SOBREVIVENDO como nós, mas VIVENDO entre nós.

 

(imagem: ROVER PERSEVERANCE/NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:29

Mesa de Bilhar Cósmica

Sábado, 13.02.21

[Em que a Terra é uma das bolas.]

 

Mergulhada a Terra e a sua civilização sob um manto pandémico cada vez mais asfixiante (de Covid-19) ─ infetando cerca de 1,4% de indivíduos (dos quase 8 biliões) e vitimando mortalmente 0,03% da população mundial (a nossa amostra) ─ e como consequência (alterando as nossas condições básicas de sobrevivência) colocando o futuro da nossa civilização (dirigida pela raça dominante, o Homem) em questão,

 

The emergency preparedness activities

now underway to combat the coronavirus pandemic,

offer insight about our readiness

to deal with a dangerous incoming asteroid.

(Leonard David/space.com/msn.com)

 

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COVID-19/IMPACTO

 

Estranhando-se um pouco que apesar do cenário de catástrofe em construção (crise social e económica) acompanhado por (guião) regras claustrofóbicas impraticáveis (a nível da sua duração, estando-se cada vez mais perto da explosão), continuemos religiosamente (por fé, esperança, dever) na senda de eventos impactantes (do nível deste ou superior), senão originários do interior (partilhando connosco o ecossistema terrestre e podendo ter a nossa contribuição) então enviados do espaço exterior: sem pensar nos efeitos e na sequência ambiental (brutal), deixando de olhar para a Terra e virando a nossa observação para o céu (só daí podendo vir os Deuses), imaginando logo a possibilidade de um encontro ocasional, com um objeto remetido passando simplesmente ao lado ou então e acertando (para nossa infelicidade entregando o recibo) chegando ao seu destino ─ envolvendo (1) um asteroide ou então (2) um cometa, talvez (3) uma explosão solar ou então (4) uma explosão cósmica (as quatro más opções) mas nunca se podendo excluir e muito menos negar (tudo é possível) se não (5) um extraterrestre natural pelo menos (6) um artificial (podendo ser bom, se não mesmo mau). Tal como com o objeto interestelar OUMUAMUA (cometa/asteroide), vindo de outra estrela, entrando no Sistema Solar e saindo sem incidentes: mas tal como impulsionando uma bola numa mesa de bilhar (representando o Universo), podendo de um momento para o outro impactar, mandando-nos de imediato (limpeza total) para o buraco.

 

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CHELYABINSK

 

Então falemos de asteroides.

 

No próximo dia 21 de março de 2021 (um domingo) com um grande asteroide ─ 2001 FO32 ou 231937 ─ (descoberto há vinte anos) com mais de 1Km de diâmetro (1.024m), no cumprimento da sua trajetória em torno do Sol (a sua estrela de referência) e a uma velocidade apreciável (mais de 34Km/s), a passar (sem perigo de impacto/condição de código 0) a pouco mais de 2.000.000Km da Terra (pouco mais de 5X a distância Terra/Lua). Pela sua dimensão, velocidade e proximidade (mas aqui sem o perigo de colisão) levando-nos a pensar, no entanto (e fazendo uma previsão já com testemunhos no passado) no que seria se num futuro próximo (que se prevê inevitável e que cada dia que passa mais se avizinha) ocorresse um impacto: em termos de comparação (analisando as consequências) colocando na mesa (de Bilhar Cósmico) o ocorrido num passado recente em TUNGUSKA em 1908 (com um meteoro de 100m de dimensão, explodindo na atmosfera com uma potência de 185X a bomba de Hiroshima, terraplanando cerca de  2.000Km² da floresta siberiana) e em CHELYABINSK em 2013 (com outro meteoro de 20m de dimensão a explodir, provocando uma onda de choque danos materiais e mais de 1.000 feridos), complementando ainda a exposição e tendo em vista o futuro com outro destes protagonistas, o famoso asteroide APOPHIS (este com 300m).

 

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APOPHIS

 

Um meteoro cumprindo a sua trajetória em menos de 324 dias, passando (em termos relativos de milhões de Km) todos os anos mais ou menos perto da Terra e que segundo as previsões dos cientistas/especialistas, o fará pelos vistos perto de nós (da Terra) em 2029 (com datas extras como 2036 e 2068, existindo alterações visíveis na sua trajetória em 2029): não impactando (para já) mas passando mais por perto (tudo sendo possível), podendo vir a fazê-lo adivinhando-se facilmente quais seriam as consequências de tal evento (até pelos Dinossauros). Dentro de oito anos (abril de 2029) atravessando a órbita de alguns satélites localizados a cerca de 35.000Km da Terra ─ data onde se fará nada de mal acontecendo (passando a 32.000Km de distância), uma grande observação do asteroide preparando-nos para a grande aproximação seguinte ─ para em 2036 fazer uma nova grande aproximação, repetindo-a em 2068. Um meteoro com uma potência explosiva energética 300X a de Tunguska e 5.000X a de Chelyabinsk, que nas próximas aproximações à Terra passando ainda mais perto (desta), poderá ser capturado (pela mesma, pelas forças gravitacionais) alterar a sua trajetória e a natureza do seu encontro ─ podendo ser direto (dolorosamente impactante). Este ano passando no seu ponto de maior aproximação à Terra a 6 de março (bem longe) a 17 milhões de Km.

 

(imagens: space.com/msn.com ─ wikipedia.org

─ NASA/JPL-Caltech/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:02

A Grande Contagem de Pássaros

Quinta-feira, 11.02.21

Great Backyard Bird Count begins February 12

(Deanna Conners/earthsky.org)

 

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Grande Contagem de Aves de Jardim/Quintal

 

Na sua 24ª edição (anual) realiza-se este ano (online) ─ entre 12 e 15 de fevereiro ─ mais uma grande contagem de aves, tendo como responsável pela sua organização (num projeto conjunto) e entre outros, o Laboratório de Ornitologia de Cornell: um evento popular levado a cabo todos os anos (pelo público em geral), resumindo-se na sua essência a duas etapas sequenciais ─ sendo elas (1) observar e registar (no mínimo uns quinze minutos) e (2) comunicar e estudar e  ainda-por-cima facilmente executável (a contagem de pássaros avistados nesse período de tempo) num qualquer jardim ou quintal (acessível).

 

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Pardal de Coroa Dourada

 

During this popular community science event, people from all over the world head outdoors to count birds. Scientists use the data to track the health of bird populations.

(Deanna Conners/earthsky.org)

 

Num tempo de Pandemia (Covid-19) em que o distanciamento é uma regra (até podendo ser de sobrevivência), nada melhor do que a prática de uma atividade não em recinto fechado, mas ao ar livre e mais ainda solitário (por individual e distanciado) ─ num terreno qualquer, instalando-nos a contar o número de aves (visualizadas): e desse modo contribuindo não só para um calculo (estimativa) do número total desses animais (aves) existindo em todo o mundo, como para (de uma forma direta/indireta) um melhor conhecimento da saúde dos mesmos.

 

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Junco de Olhos Escuros

 

With appropriate social distancing measures, watching birds can be a safe and pleasant activity to engage in during the Covid-19 global pandemic.

(Deanna Conners/earthsky.org)

 

No ano de 2020 (num evento iniciado ainda no século passado, 1998) tendo-se recebido mais de 250.000 registos (de observação), sendo submetidos por cerca de 100 países (quase metade dos países constituindo a ONU) e envolvendo um recorde de 6.942 espécies (de aves) visualizadas (quase 70% do total global): sabendo-se que no ecossistema terrestre atual, se estima a existência de perto de 10.000 espécies. E seja no Hemisfério Norte ou no Hemisfério Sul, em Portugal ou nos seus antípodas ─ esteja o tempo que estiver (calor ou frio) ─ sendo um hobby tranquilo e seguro (além de cultural/educativo), estarmos sós a contar pássaros.

 

(imagens: earthsky.org ─ Stephanie/earthsky.org ─ Ryan Hodnett/Wikimedia/earthsky.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:32

99 anos atrás o Sol disparou na nossa direção

Quinta-feira, 14.05.20

Estando-se cada vez mais perto da comemoração do centenário da “Grande Tempestade Geomagnética de 1921” atingindo o planeta Terra de 13 a 15 de maio de 1921

 

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Região solar ativa AR 1842

(13 de maio de 1921)

 

─ Um Evento nunca visto antes (até pelas suas consequências) e iniciado a 12 de maio com diversas explosões ocorrendo na superfície do Sol (oriundas da grande mancha solar AR 1842) e ejetando poderosas quantidades de energia na nossa direção ─ questionando-nos do que poderia ocorrer hoje se uma ou mais CME semelhantes atingisse a Terra e a nossa civilização:

 

Com várias CME a atingirem e a sacudirem intensamente a atmosfera terrestre ─ fazendo saltar para fora da escala todos os aparelhos de medida (como os magnetómetros) ─ atingindo entre outros e fortemente as comunicações (como o telégrafo e a rádio) e a rede ferroviária e provocando mesmo nesses locais (devido a grandes sobrecargas de energia elétrica induzida) grandes incêndios. Para além da possibilidade da observação de auroras a baixas latitudes e dos problemas para a saúde devido às radiações elevadas.

 

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Erupção na coroa solar

(originando uma CME)

 

Podendo assim afetar as redes elétricas, as comunicações, a saúde e até a localização de fenómenos geomagnéticos associados e geralmente só visíveis a altas latitudes, como as espetaculares “Luzes do Norte”:

 

No Evento do ano de 1921 chegando a ser visíveis em Nova Iorque e em Chicago (perto dos 15° N) e ainda mais a sul na Samoa e no Tonga (perto dos 15°S).

 

 Uma Tempestade Solar atingindo o seu pico máximo de atividade a 15 de maio e podendo ser equiparada ao “Evento de Carrington” ocorrido em 1859:

 

Originado numa grande ejeção de material da coroa solar a 28 de agosto (vento solar e plasma) e atingindo a Terra localizada a 150 milhões de Km menos de 18 horas depois, com grande intensidade sobretudo a 1 e 2 de setembro.

 

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Impacto de uma Tempestade Solar

(sobre sistemas e infraestruturas terrestres)

 

Se tal acontecesse hoje maio de 2020 ─ e com o Sol a atravessar no presente um período com atividade reduzida, na passagem do 24º para o 25º Ciclo Solar e sem manchas solares visíveis  ─ vivendo-se numa Sociedade toda ela assente numa base suportada (cientifico-tecnologicamente) pela Rede Elétrica, pela Eletrónica e pelas Redes Digitais, com as consequências a poderem ser muito mais graves se não mesmo catastróficas, transformando esta última crise ─ SARS-CoV-2/COVID-19  e apesar das quase 300.000 vítimas mortais (13 de maio) ─ numa “brincadeira de crianças” (como a seguir o refere Mike Hapgood (spaceweather.com):

 

"This could include regional power outages, profound changes to satellite orbits, and loss of radio-based technologies such as GPS. The disruption of GPS could significantly impact logistics and emergency services" ─ ou seja, instalando o Caos na nossa Sociedade e logicamente afetando o normal desenvolvimento (e transformação) da nossa Civilização, necessariamente (bastando para tal ver o que provocou um pequeno vírus) regredindo.

 

(imagens: ann-geophys.net ─ raeng.org.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:13

Filho de Krakatoa, Anak Krakatau ─ Vulcão de novo em ação

Domingo, 19.04.20

Mount Krakatoa is an example of a stratovolcano, a tall, conical volcano with multiple strata of solidified lava, tephra, as well as volcanic ash. These types of volcanoes typically have steep sides and usually erupt frequently & violently.” (John Carl Villanueva/universetoday.com)

 

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O barco à vela e a vapor Rainha Batavia em fuga do vulcão Krakatoa

(e preparando-se para o embate do subsequente tsunami)

 

Em erupção desde que se conhece e com mais de meia centena de erupções desde o início do calendário cristão, o vulcão ANAK KRAKATAU ─ descendente do famoso vulcão KRAKATOA, protagonista de um filme norte-americano de 1969 (realizador Bernard L. Kowalski) denominado “KRAKATOA  EAST OF JAVA” (um filme trágico baseado num Evento desastroso de causas naturais) ─ entrou desde há alguns dias num período de maior atividade eruptiva, lançando para a atmosfera e em altitude plumas sobretudo de jatos de água e de gases (não tanto de cinzas, caso contrário a cor destas não seriam brancas mas para o cinzento escuro): localizado entre as ilhas indonésias de Java e de Sumatra (estreito de Sunda) e integrando o “ANEL DE FOGO DO PACÍFICO” ─ a maior, mais ativa e mais Viva, região geológica do planeta Terra.

 

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Vulcão Anak Krakatau em plena atividade eruptiva

(abril 2020)

 

Vulcão KRAKATOA vítima em 1883 (agosto, 26) de uma violentíssima erupção num registo ao nível de um Evento Catastrófico regional ─ numa explosão eruptiva escutada a cinco mil quilómetros de distância e com milhões de toneladas de cinzas lançadas para a atmosfera alterando o clima global fazendo descer as suas temperaturas em cerca de 1,2°C ─ como que “rebentando” e deixando a ilha onde se situava completamente arrasada estilo terraplanada (formando-se posteriormente um lago, na base dos restos da sua antiga cratera): para além das sucessivas erupções, tendo durado até ao episódio final quase um dia, ao extraordinário fenómeno vulcânico (considerado o 2º mais fatal e o 6º mais intenso da história) seguiram-se vários TSUNANIS, nas proximidades da ilha (então Krakatoa) originando ondas superiores a 40 metros (utilizando-se barcos do século XIX) ─ a causa da maioria dos 30.000/40.000 mortos (e não a erupção/explosão, já com o povo em fuga pelo mar). E de um conjunto de três picos vulcânicos 137 anos passados restando o vulcão ANA KRAKATOU, como se vê ainda bem ativo.

 

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A sudoeste da Ferradura dando forma ao Círculo de Fogo

(região da Indonésia e  de Timor-Leste)

 

Vulcão Ana Krakatau inserido (entre centenas de outros nas proximidades, no mínimo com 130 ativos) numa região do globo terrestre onde três Placas Tectónicas se encontram ─ com duas delas sendo atiradas para debaixo da outra, derretendo ambas a cerca de 100Km de profundidade e assim, tornando a área muito viva e rica geologicamente, “alimentando-a” em termos vulcânicos: de um momento para o outro podendo-se tornar “radical”, entrar repentinamente em erupção e originar uns tsunamis. Inserido na ponta ocidental da “Ferradura” (a forma associada ao Círculo de Fogo) e apanhando Timor-Leste, fazendo-nos por associação recordar um acontecimento extremo e do género ocorrido neste século XXI (no ano de 2004):

 

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Tomando consciência do 1º de 6 tsunamis e colocando-se em fuga

(Krabi, Tailândia)

 

O sismo e tsunami do Oceano Índico de 2004 foi um terremoto/sismo submarino que ocorreu às 00:58:53 UTC de 26 de dezembro de 2004, com epicentro na costa oeste de Sumatra, na Indonésia. O maremoto foi causado por uma subducção que desencadeou uma série de tsunamis devastadores ao longo das costas da maioria dos continentes banhados pelo Oceano Índico, o que causou a morte de mais de 230 mil pessoas em 14 países diferentes e inundou comunidades costeiras com ondas de até 30 metros de altura. Foi um dos mais mortais desastres naturais da história. Com uma magnitude de entre 9,1 e 9,3, foi o maior terremoto já registado em um sismógrafo. Este sismo teve a maior duração de falha já observada, entre 8,3 e 10 minutos. Isso fez com que o planeta inteiro vibrasse em um centímetro e deu origem a outros terremotos em pontos muito distantes do epicentro, como o Alasca, nos Estados Unidos. Seu hipocentro foi a cerca de 30 km de profundidade.” (wikipedia.org)

 

(imagens: modelshipsinthecinema.com ─ universetoday.com e gettyimages.

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:04

Pandemia Coronavírus no Reino Unido

Quarta-feira, 08.04.20

[E consequências por cá.]

 

Agora que a Região do Algarve atinge um número certamente nunca visto de desempregados no ramo da Hotelaria/Restauração (assim como entre muitos outros sectores dos serviços − e não só − esmagadoramente associados a esse ramo) – a consequência trágica e extrema (e previsível) de se apostar num único sector – a “Monocultura Turística” –, a visão que poucas semanas antes consideraríamos um cenário imaginário de um filme apresentando-nos a imagem de um Mundo pós-apocalíptico – com ruas desertas de carros, pessoas e qualquer outro sinal de movimento ou de vida, aqui e ali pontuadas por grupos de indivíduos colocados em fila, na busca desesperada de alguém ou de algo porventura inacessível – mas que agora através de um  Evento Extraordinário repentino e inesperado e sem que ninguém estivesse minimamente preparado, nos dá a usufruir ao vivo, em direto, de uma forma PRESENCIAL e certamente com muita dor, uma cidade de Albufeira praticamente abandonada, com uma data de mortos-vivos não na rua mas em casa, logicamente quase encerrada e com a Noite UK desmarcada. E na ausência dos britânicos deixando de existir Albufeira. E daqui a alguns dias encerrada (no interior das fronteiras do concelho) esperando-se esta não entrar em coma, morrendo de “Morte Matada” (definitiva, irrecuperável): virando-se e olhando de frente, certamente que não (a essa morte-matada) podendo-se talvez porque não, viver-se (sentir-se) ainda o Verão.

 

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Britânicos vivendo no presente um dos piores tempos da sua história, lutando contra “um inimigo infiltrado, invisível e mortal”, logo quando deixando a Europa e olhando para a América (O Amigo Norte-Americano), perdendo um amigo e o outro, isolando-se brutalmente e à força (e com uma “grande pancada”) da Europa e do Mundo.  Na passada segunda-feira com mais de 5.000 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior a 10% (podendo-se comparar com a China/4,1% e com a Coreia do Sul/1,9%) e com o epicentro da crise a centrar-se na capital Londres (e nos seus populosos arredores) o coração de Inglaterra. E já no início de quarta-feira com os dados atualizados, estando nas 6.159 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior de 11,1% (num cenário assustador de 1.559 em estado crítico/grave). Com o 1º Ministro Boris Johnson declarado positivo, inicialmente e como prevenção/tratamento retido e isolado em casa, para logo de seguida não havendo evolução, ser hospitalizado certamente como ajuda e precaução. Com os britânicos em casa, com as fonteiras encerradas e como seria natural, por cá nem eles (nem os ver) nem outros (só mesmo uns poucos fugitivos, vindos todos de lá de cima).

 

(imagem: statista.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:04

Covid-19, Sol e Alienígenas

Quinta-feira, 12.03.20

Great capture of UFOS appearing

on NASA international space station (ISS).

(UFOGent)

 

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Formação de objetos voadores desconhecidos (porque não um único, de grandes dimensões) e como que liderado (pelo objeto indo à frente) − OVNI/UFO − movimentando-se (da esquerda p/ a direita) nas proximidades da Terra e da ISS (e do Sol distando apenas 1UA).

 

Utilizando a mesma estante e se não usando a mesma prateleira servindo-se de uma próxima − tal como aquelas autoridades que não sabendo bem o que fazer, tanto podem ser a favor como contra, conforme a situação “estritamente económica” o exija (sendo a mesma hierárquica-financeiramente dependente do Sistema) – agora que o Mundo se encontra sob a ação de mais um vírus mortal espalhando a preocupação e o medo um pouco por todos os Cinco Continentes (escapando apenas os gelados ártico e Antártida) e não encontrando o mesmo e para já solução para esse surto epidémico já promovido  a Pandemia – apontando (nada tendo feito até agora, os EUA, Terra de Excecionais) desde já e sem hesitação o seu dedo indicador para os culpados, como será o caso dos asiáticos (compreenda-se os Chineses, podendo até ser os criadores do vírus) e agora até os Europeus (os relaxados e irresponsáveis italianos) – porque não contribuir um pouco mais para esta grande confusão (numa luta de morte entre o sujeito e o objeto, entre as nossas necessidades e as da economia) introduzindo-lhe mais um ou outro ingrediente, de preferência (para não se tornar monótono e indiferenciado) não habitual mas que seja “aromático (e tenha outras propriedades organoléticas – como cor, textura, som, sabor, etc. − ou outras, que nos entusiasmem): adicionando ao aparecimento desta nova versão de coronavírus o COVID-19, o aparecimento de formações de objetos voadores movimentando-se nas imediações da Terra (e do Sol) e visíveis da ISS (Estação Espacial Internacional) e ainda a possibilidade de dado estarmos num período de transição entre ciclos solares (do 24º para o 25º) podendo repentinamente e como já tem sucedido em casos anteriores o Sol inesperadamente lançar sobre nós uma intensa “Tempestade Solar” – e aí podendo criar um cenário explosivo (para nós e para a Terra) juntando na mesma “panela terrestre” Epidemias, Tempestades Solares e Alienígenas, pelos vistos uma situação já tendo sucedido antes (em 2013). E consultando o site UFO Sightings Hotspot (ufosightingshotspot.blogspot.com) até para nos relaxarmos e nos libertarmos de todas estas tragédias “tão terrestres” − evitando-se indo-se para a praia (os formandos) de sermos tratados como estúpidos (pelos formadores), estando estes lá também, mas mais bem disfarçados (outras piscinas/outras praias) – aproveitando-se a leitura (a cultura nunca +é demais) e ficando-se a saber (utilizando-se e fazendo-se exercícios de memória):

 

Screenshot_2020-03-12 UFO Fleet Seen In The Dark .

E após a passagem da frota de objetos desconhecidos (deslocando-se da esquerda p/ a direita) podendo ser de origem Alienígena − OVNI/UFO − com um último objeto (mancha branca, canto inferior esquerdo) seguindo-os e correndo atrás deles.

 

Segundo alguns e como o afirma Edward A. Dames (neste caso um militar norte-americano, falando por já estar retirado) − em parte por experiência própria, outra por autoconvencimento (“capacidade de se ver mais além”) e desde 2013 (onde pela 1ª vez percecionou e previu um possível futuro) − podendo-se estar à entrada (sete anos depois em 2020) de um Evento extremamente importante.

 

Em 2013 e na sequência de um conjunto de Eventos sem precedentes (nunca se tendo visto antes, pelo menos nesta transição entre um fim de século/início de século seguinte) − como o surto epidémico popularmente denominado como a “gripe das aves” (vírus influenza H5N9, versão de 2013) e a intensa atividade do Sol após um período de ligeiro adormecimento, podendo−  sendo o planeta exposto a uma forte Tempestade Solar − sofrer as consequências (de um “Tiro-Solar” intenso e dirigido à Terra) – com o Major (reformado) do Exército dos EUA servindo-se de sinais pouco visíveis mas presentes (e passadas) e das suas (aparentes) capacidades de conseguir prever o que iria suceder no futuro, hoje (desde 2013, 7 anos no futuro) sentindo intensamente a proximidade da replicação dum mesmo tipo de Evento, suportado em si pelos mesmos tipos de acontecimentos (e fenómenos), extremados podendo afetar gravemente todo o Mundo e levar (no fim de linha, não se tendo descoberto alternativa) ao seu colapso: com um novo coronavírus a dizimar a população (Covid-19) e com uma Tempestade Solar a concluir o trabalho (na transição de ciclo e depois de algum tempo adormecido, com o Sol a despertar e a atingir-nos direta e violentamente). E para nos alertar ainda mais (preocupar, amedrontar, enlouquecer) para o que por aqui se anda a passar (na Terra e em redor dela) nesta dupla VÍRUS/SOL, inserindo-se uma outra: agora com uma frota espacial de ET passando por nós a pouca distância e no meio deles ainda se notando, a presença da (pelos vistos “terrível” pelas más consequências) Roda de Ezequiel”.

 

(imagens: UFOGent/youtube.com/11.03.2020)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:42

E como todo o Evento, tem no Homem um seu Vidente

Segunda-feira, 02.03.20

No ano em que um novo vírus ataca no continente asiático (com epicentro na cidade de Wuhan, localizada na China) provocando até ao momento − e a nível Global – mais de 87.500 infetados e quase 3.000 vítimas mortais (taxa de mortalidade hoje nos 3,4%, atingido o pico máximo de contágio, tendo tendência para descer),

 

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Dean Koontz e a sua novela-previsão

(prevendo em 1981 uma pandemia global

provocada artificialmente pelo Homem

e com centro em Wuhan)

 

Surgindo no pandemónio informativo (com as mais diversas intenções, desde áreas ligadas à saúde, como à área política)  global rodeando este surto epidémico (ainda não considerado uma pandemia), algumas notícias alternativas que habitual e facilmente (nestes casos extremos e por necessidade de integração) todos nós (pelo menos um pouco) consumimos: aqui com a presença de 2 Videntes prevendo um Evento Viral a nível de uma Pandemia Global, um profetizado para  WUHAN (o de Dean Koontz) o outro para o ano 2020 (o de Sylvia Browne).

 

No caso do profeta Dean Koontz (74 anos de idade) num livro seu publicado em 1981 (39 anos antes) The Eyes of Darkness – no caso do profeta Sylvia Browne (1936/2013) num seu livro publicado em  2008 (12 anos antes) −  End Of Days: Predictions And Prophecies About The End Of The World. Um deles,

 

An American author

His novels are billed as suspense thrillers, but frequently incorporate

elements of horror, fantasy, science fiction, mystery, and satire.

(wikipedia.org)

 

O outro,

 

An American author

Who claimed to be a medium

with psychic abilities.

(wikipedia.org)

 

No Evento previsto por Koontz e descrito na sua novela (de 1981) com um vírus com origem em Wuhan − o Wuhan-400 (inicialmente Gorky-400, mais tarde alterado), muito mais mortífero que o Covid-19 − a provocar uma pandemia global, como resultado da produção e experimentação de uma Arma Biológica − com o objetivo (militar) de “limpar do mapa” uma cidade ou mesmo um país: opção explicativa igualmente escolhida para esta nova versão do coronavírus por um influente político norte-americano, o senador republicano pelo estado do Arkansas, Tom Cotton.

 

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Senador REP Tom Cotton

(afirmando categoricamente em 2020 sobre o vírus Covid-19

ter sido criado em laboratórios biológicos governamentais

com objetivos estritamente militares)

 

Já no Evento previsto por Browne e descrito no seu livro (de 2008), com um tipo de pneumonia (numa versão extremamente mortal) a varrer literalmente todo o Mundo (como afirmado no livro):

 

In around 2020

a severe pneumonia-like illness will spread throughout the globe

 attacking the lungs and the bronchial tubes

and resisting all known treatments.

Almost more baffling than the illness itself

will be the fact that it will suddenly vanish as quickly as it arrived,

attack again 10 years later, and then disappear completely.

(Sylvia Browne/End Of Days: Predictions And Prophecies About The End Of The World/summit.news)

 

Tal como com as máscaras (esgotadas apesar de não servirem para nada) aproveitando a ocasião (“a ocasião neste mundo liberal permite e faz o ladrão”), recuperando duas obras e com elas dois autores esquecidos e certamente que aumentando, as (deles) respetivas tiragens. E apenas servindo − no que deveria ser encarado, como uma epidemia vulgar − para a instalação de um maior caos e uma grande confusão (entre os potenciais infetados). Pelo menos dando e adquirindo experiência (com tudo isto) e sem necessidade de recorrer a “temporariamente iluminados” para aprender.

 

(imagens: summit.news − yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:12

São Martinho e Trânsito de Mercúrio

Segunda-feira, 11.11.19

[Sinal verde para observar, pelo menos para 40% (dos terrestres). Em Portugal – até pela meteorologia – dificilmente.]

 

Hoje dia de São Martinho com Mercúrio a passar (em trânsito)

entre o Sol e a Terra: logo, Castanhas & Vinho (iguais), só lá para 2032.

 

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Com Edmund Halley (astrónomo e matemático)

Aproveitando os trânsitos de Mercúrio (de 1761 e de 1769)

Para determinar a distância absoluta ao Sol

 

Considerado um Evento Astronómico não pelos seus efeitos e consequências (para ambos ou colaterais) mas pela sua trajetória particular − a sua raridade estando associada à sua visibilidade, durante o seu trânsito e a partir da Terra − dar-se-á hoje segunda-feira dia 11 de novembro de 2019 Dia de São Martinho − “No dia de São Martinho, comem-se castanhas e prova-se o vinho – e a partir das 12:35 (hora de Portugal), a passagem na concretização da sua trajetória em volta do Sol (movimento de translação concretizado em cerca de 88 dias) do planeta Mercúrio – o mais pequeno e mais próximo (do Sol) planeta do Sistema Solar, de momento a pouco mais de 47 milhões de Km do Sol (numa distância variando entre um mínimo de pouco mais de 46 a quase 70 milhões de Km) – “entrepondo-se entre a estrela e o nosso planeta” e no seu trânsito sendo visível “atravessando de um lado ao outro o Sol”:

 

Pelo seu tamanho (diâmetro da Terra = 2,6X diâmetro de Mercúrio e diâmetro do Sol = 285X diâmetro de Mercúrio) e distância à Terra (no presente ultrapassando os 100 milhões de Km, estando o Sol a 150 milhões de Km), ao ser observado não passando de um pequeno ponto preto atravessando-se à nossa frente e tendo o Sol como pano de fundo e só sendo possível de observar (dado para se efetuar tal observação tendo-se de olhar diretamente para o Sol, sem proteção para tal, danificando parcial ou totalmente o nosso órgão da visão) com equipamento apropriado (um telescópio com filtro solar)

 

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Trânsito de Mercúrio de 9 de maio de 2016

Com Mercúrio a passar entre o Sol e a Terra

Num evento ocorrendo 13X/século

 

Mercury’s tiny disk, jet black and perfectly round, covers a tiny fraction of the Sun’s blinding surface — only 1/283 of the Sun’s apparent diameter. So you’ll need the magnification of a telescope (minimum of 50x) with a solar filter to view the transit. Never look at the Sun directly or through a telescope without proper protection. It can lead to serious and permanent vision damage. Always use a safe Sun filter to protect your eyes!” (07.11.2019/NASA)

 

E se a meteorologia o permitir (oferecendo-nos céu limpo, sem nuvens a encobrir o fenómeno). Pelos vistos num acontecimento visual ocorrendo não tão raramente como isso − cerca de 13X/século – depois do último em 2016, surgindo este de 2019 (passados cerca de 3 anos) e só se voltando a repetir-se em 2032 (num interregno maior de perto de 13 anos). Um fenómeno denominado com o “Trânsito de Mercúrio(relativamente ao Sol e à Terra) e podendo ser observado (recorrendo-se a instrumentos óticos auxiliares e apropriados p/observações solares) – “caso a limpidez da atmosfera o permita” − durante quase 5,5 horas (das 12:35 às 18:04 de Lisboa).

 

Não o sendo, só em 2032.

 

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:11