Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Mai 20

Estando-se cada vez mais perto da comemoração do centenário da “Grande Tempestade Geomagnética de 1921” atingindo o planeta Terra de 13 a 15 de maio de 1921

 

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Região solar ativa AR 1842

(13 de maio de 1921)

 

─ Um Evento nunca visto antes (até pelas suas consequências) e iniciado a 12 de maio com diversas explosões ocorrendo na superfície do Sol (oriundas da grande mancha solar AR 1842) e ejetando poderosas quantidades de energia na nossa direção ─ questionando-nos do que poderia ocorrer hoje se uma ou mais CME semelhantes atingisse a Terra e a nossa civilização:

 

Com várias CME a atingirem e a sacudirem intensamente a atmosfera terrestre ─ fazendo saltar para fora da escala todos os aparelhos de medida (como os magnetómetros) ─ atingindo entre outros e fortemente as comunicações (como o telégrafo e a rádio) e a rede ferroviária e provocando mesmo nesses locais (devido a grandes sobrecargas de energia elétrica induzida) grandes incêndios. Para além da possibilidade da observação de auroras a baixas latitudes e dos problemas para a saúde devido às radiações elevadas.

 

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Erupção na coroa solar

(originando uma CME)

 

Podendo assim afetar as redes elétricas, as comunicações, a saúde e até a localização de fenómenos geomagnéticos associados e geralmente só visíveis a altas latitudes, como as espetaculares “Luzes do Norte”:

 

No Evento do ano de 1921 chegando a ser visíveis em Nova Iorque e em Chicago (perto dos 15° N) e ainda mais a sul na Samoa e no Tonga (perto dos 15°S).

 

 Uma Tempestade Solar atingindo o seu pico máximo de atividade a 15 de maio e podendo ser equiparada ao “Evento de Carrington” ocorrido em 1859:

 

Originado numa grande ejeção de material da coroa solar a 28 de agosto (vento solar e plasma) e atingindo a Terra localizada a 150 milhões de Km menos de 18 horas depois, com grande intensidade sobretudo a 1 e 2 de setembro.

 

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Impacto de uma Tempestade Solar

(sobre sistemas e infraestruturas terrestres)

 

Se tal acontecesse hoje maio de 2020 ─ e com o Sol a atravessar no presente um período com atividade reduzida, na passagem do 24º para o 25º Ciclo Solar e sem manchas solares visíveis  ─ vivendo-se numa Sociedade toda ela assente numa base suportada (cientifico-tecnologicamente) pela Rede Elétrica, pela Eletrónica e pelas Redes Digitais, com as consequências a poderem ser muito mais graves se não mesmo catastróficas, transformando esta última crise ─ SARS-CoV-2/COVID-19  e apesar das quase 300.000 vítimas mortais (13 de maio) ─ numa “brincadeira de crianças” (como a seguir o refere Mike Hapgood (spaceweather.com):

 

"This could include regional power outages, profound changes to satellite orbits, and loss of radio-based technologies such as GPS. The disruption of GPS could significantly impact logistics and emergency services" ─ ou seja, instalando o Caos na nossa Sociedade e logicamente afetando o normal desenvolvimento (e transformação) da nossa Civilização, necessariamente (bastando para tal ver o que provocou um pequeno vírus) regredindo.

 

(imagens: ann-geophys.net ─ raeng.org.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:13

19
Abr 20

Mount Krakatoa is an example of a stratovolcano, a tall, conical volcano with multiple strata of solidified lava, tephra, as well as volcanic ash. These types of volcanoes typically have steep sides and usually erupt frequently & violently.” (John Carl Villanueva/universetoday.com)

 

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O barco à vela e a vapor Rainha Batavia em fuga do vulcão Krakatoa

(e preparando-se para o embate do subsequente tsunami)

 

Em erupção desde que se conhece e com mais de meia centena de erupções desde o início do calendário cristão, o vulcão ANAK KRAKATAU ─ descendente do famoso vulcão KRAKATOA, protagonista de um filme norte-americano de 1969 (realizador Bernard L. Kowalski) denominado “KRAKATOA  EAST OF JAVA” (um filme trágico baseado num Evento desastroso de causas naturais) ─ entrou desde há alguns dias num período de maior atividade eruptiva, lançando para a atmosfera e em altitude plumas sobretudo de jatos de água e de gases (não tanto de cinzas, caso contrário a cor destas não seriam brancas mas para o cinzento escuro): localizado entre as ilhas indonésias de Java e de Sumatra (estreito de Sunda) e integrando o “ANEL DE FOGO DO PACÍFICO” ─ a maior, mais ativa e mais Viva, região geológica do planeta Terra.

 

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Vulcão Anak Krakatau em plena atividade eruptiva

(abril 2020)

 

Vulcão KRAKATOA vítima em 1883 (agosto, 26) de uma violentíssima erupção num registo ao nível de um Evento Catastrófico regional ─ numa explosão eruptiva escutada a cinco mil quilómetros de distância e com milhões de toneladas de cinzas lançadas para a atmosfera alterando o clima global fazendo descer as suas temperaturas em cerca de 1,2°C ─ como que “rebentando” e deixando a ilha onde se situava completamente arrasada estilo terraplanada (formando-se posteriormente um lago, na base dos restos da sua antiga cratera): para além das sucessivas erupções, tendo durado até ao episódio final quase um dia, ao extraordinário fenómeno vulcânico (considerado o 2º mais fatal e o 6º mais intenso da história) seguiram-se vários TSUNANIS, nas proximidades da ilha (então Krakatoa) originando ondas superiores a 40 metros (utilizando-se barcos do século XIX) ─ a causa da maioria dos 30.000/40.000 mortos (e não a erupção/explosão, já com o povo em fuga pelo mar). E de um conjunto de três picos vulcânicos 137 anos passados restando o vulcão ANA KRAKATOU, como se vê ainda bem ativo.

 

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A sudoeste da Ferradura dando forma ao Círculo de Fogo

(região da Indonésia e  de Timor-Leste)

 

Vulcão Ana Krakatau inserido (entre centenas de outros nas proximidades, no mínimo com 130 ativos) numa região do globo terrestre onde três Placas Tectónicas se encontram ─ com duas delas sendo atiradas para debaixo da outra, derretendo ambas a cerca de 100Km de profundidade e assim, tornando a área muito viva e rica geologicamente, “alimentando-a” em termos vulcânicos: de um momento para o outro podendo-se tornar “radical”, entrar repentinamente em erupção e originar uns tsunamis. Inserido na ponta ocidental da “Ferradura” (a forma associada ao Círculo de Fogo) e apanhando Timor-Leste, fazendo-nos por associação recordar um acontecimento extremo e do género ocorrido neste século XXI (no ano de 2004):

 

Screenshot_2020-04-18 60 principais fotografias e

Tomando consciência do 1º de 6 tsunamis e colocando-se em fuga

(Krabi, Tailândia)

 

O sismo e tsunami do Oceano Índico de 2004 foi um terremoto/sismo submarino que ocorreu às 00:58:53 UTC de 26 de dezembro de 2004, com epicentro na costa oeste de Sumatra, na Indonésia. O maremoto foi causado por uma subducção que desencadeou uma série de tsunamis devastadores ao longo das costas da maioria dos continentes banhados pelo Oceano Índico, o que causou a morte de mais de 230 mil pessoas em 14 países diferentes e inundou comunidades costeiras com ondas de até 30 metros de altura. Foi um dos mais mortais desastres naturais da história. Com uma magnitude de entre 9,1 e 9,3, foi o maior terremoto já registado em um sismógrafo. Este sismo teve a maior duração de falha já observada, entre 8,3 e 10 minutos. Isso fez com que o planeta inteiro vibrasse em um centímetro e deu origem a outros terremotos em pontos muito distantes do epicentro, como o Alasca, nos Estados Unidos. Seu hipocentro foi a cerca de 30 km de profundidade.” (wikipedia.org)

 

(imagens: modelshipsinthecinema.com ─ universetoday.com e gettyimages.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:04

08
Abr 20

[E consequências por cá.]

 

Agora que a Região do Algarve atinge um número certamente nunca visto de desempregados no ramo da Hotelaria/Restauração (assim como entre muitos outros sectores dos serviços − e não só − esmagadoramente associados a esse ramo) – a consequência trágica e extrema (e previsível) de se apostar num único sector – a “Monocultura Turística” –, a visão que poucas semanas antes consideraríamos um cenário imaginário de um filme apresentando-nos a imagem de um Mundo pós-apocalíptico – com ruas desertas de carros, pessoas e qualquer outro sinal de movimento ou de vida, aqui e ali pontuadas por grupos de indivíduos colocados em fila, na busca desesperada de alguém ou de algo porventura inacessível – mas que agora através de um  Evento Extraordinário repentino e inesperado e sem que ninguém estivesse minimamente preparado, nos dá a usufruir ao vivo, em direto, de uma forma PRESENCIAL e certamente com muita dor, uma cidade de Albufeira praticamente abandonada, com uma data de mortos-vivos não na rua mas em casa, logicamente quase encerrada e com a Noite UK desmarcada. E na ausência dos britânicos deixando de existir Albufeira. E daqui a alguns dias encerrada (no interior das fronteiras do concelho) esperando-se esta não entrar em coma, morrendo de “Morte Matada” (definitiva, irrecuperável): virando-se e olhando de frente, certamente que não (a essa morte-matada) podendo-se talvez porque não, viver-se (sentir-se) ainda o Verão.

 

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Britânicos vivendo no presente um dos piores tempos da sua história, lutando contra “um inimigo infiltrado, invisível e mortal”, logo quando deixando a Europa e olhando para a América (O Amigo Norte-Americano), perdendo um amigo e o outro, isolando-se brutalmente e à força (e com uma “grande pancada”) da Europa e do Mundo.  Na passada segunda-feira com mais de 5.000 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior a 10% (podendo-se comparar com a China/4,1% e com a Coreia do Sul/1,9%) e com o epicentro da crise a centrar-se na capital Londres (e nos seus populosos arredores) o coração de Inglaterra. E já no início de quarta-feira com os dados atualizados, estando nas 6.159 vítimas mortais numa taxa de mortalidade superior de 11,1% (num cenário assustador de 1.559 em estado crítico/grave). Com o 1º Ministro Boris Johnson declarado positivo, inicialmente e como prevenção/tratamento retido e isolado em casa, para logo de seguida não havendo evolução, ser hospitalizado certamente como ajuda e precaução. Com os britânicos em casa, com as fonteiras encerradas e como seria natural, por cá nem eles (nem os ver) nem outros (só mesmo uns poucos fugitivos, vindos todos de lá de cima).

 

(imagem: statista.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:04

12
Mar 20

Great capture of UFOS appearing

on NASA international space station (ISS).

(UFOGent)

 

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Formação de objetos voadores desconhecidos (porque não um único, de grandes dimensões) e como que liderado (pelo objeto indo à frente) − OVNI/UFO − movimentando-se (da esquerda p/ a direita) nas proximidades da Terra e da ISS (e do Sol distando apenas 1UA).

 

Utilizando a mesma estante e se não usando a mesma prateleira servindo-se de uma próxima − tal como aquelas autoridades que não sabendo bem o que fazer, tanto podem ser a favor como contra, conforme a situação “estritamente económica” o exija (sendo a mesma hierárquica-financeiramente dependente do Sistema) – agora que o Mundo se encontra sob a ação de mais um vírus mortal espalhando a preocupação e o medo um pouco por todos os Cinco Continentes (escapando apenas os gelados ártico e Antártida) e não encontrando o mesmo e para já solução para esse surto epidémico já promovido  a Pandemia – apontando (nada tendo feito até agora, os EUA, Terra de Excecionais) desde já e sem hesitação o seu dedo indicador para os culpados, como será o caso dos asiáticos (compreenda-se os Chineses, podendo até ser os criadores do vírus) e agora até os Europeus (os relaxados e irresponsáveis italianos) – porque não contribuir um pouco mais para esta grande confusão (numa luta de morte entre o sujeito e o objeto, entre as nossas necessidades e as da economia) introduzindo-lhe mais um ou outro ingrediente, de preferência (para não se tornar monótono e indiferenciado) não habitual mas que seja “aromático (e tenha outras propriedades organoléticas – como cor, textura, som, sabor, etc. − ou outras, que nos entusiasmem): adicionando ao aparecimento desta nova versão de coronavírus o COVID-19, o aparecimento de formações de objetos voadores movimentando-se nas imediações da Terra (e do Sol) e visíveis da ISS (Estação Espacial Internacional) e ainda a possibilidade de dado estarmos num período de transição entre ciclos solares (do 24º para o 25º) podendo repentinamente e como já tem sucedido em casos anteriores o Sol inesperadamente lançar sobre nós uma intensa “Tempestade Solar” – e aí podendo criar um cenário explosivo (para nós e para a Terra) juntando na mesma “panela terrestre” Epidemias, Tempestades Solares e Alienígenas, pelos vistos uma situação já tendo sucedido antes (em 2013). E consultando o site UFO Sightings Hotspot (ufosightingshotspot.blogspot.com) até para nos relaxarmos e nos libertarmos de todas estas tragédias “tão terrestres” − evitando-se indo-se para a praia (os formandos) de sermos tratados como estúpidos (pelos formadores), estando estes lá também, mas mais bem disfarçados (outras piscinas/outras praias) – aproveitando-se a leitura (a cultura nunca +é demais) e ficando-se a saber (utilizando-se e fazendo-se exercícios de memória):

 

Screenshot_2020-03-12 UFO Fleet Seen In The Dark .

E após a passagem da frota de objetos desconhecidos (deslocando-se da esquerda p/ a direita) podendo ser de origem Alienígena − OVNI/UFO − com um último objeto (mancha branca, canto inferior esquerdo) seguindo-os e correndo atrás deles.

 

Segundo alguns e como o afirma Edward A. Dames (neste caso um militar norte-americano, falando por já estar retirado) − em parte por experiência própria, outra por autoconvencimento (“capacidade de se ver mais além”) e desde 2013 (onde pela 1ª vez percecionou e previu um possível futuro) − podendo-se estar à entrada (sete anos depois em 2020) de um Evento extremamente importante.

 

Em 2013 e na sequência de um conjunto de Eventos sem precedentes (nunca se tendo visto antes, pelo menos nesta transição entre um fim de século/início de século seguinte) − como o surto epidémico popularmente denominado como a “gripe das aves” (vírus influenza H5N9, versão de 2013) e a intensa atividade do Sol após um período de ligeiro adormecimento, podendo−  sendo o planeta exposto a uma forte Tempestade Solar − sofrer as consequências (de um “Tiro-Solar” intenso e dirigido à Terra) – com o Major (reformado) do Exército dos EUA servindo-se de sinais pouco visíveis mas presentes (e passadas) e das suas (aparentes) capacidades de conseguir prever o que iria suceder no futuro, hoje (desde 2013, 7 anos no futuro) sentindo intensamente a proximidade da replicação dum mesmo tipo de Evento, suportado em si pelos mesmos tipos de acontecimentos (e fenómenos), extremados podendo afetar gravemente todo o Mundo e levar (no fim de linha, não se tendo descoberto alternativa) ao seu colapso: com um novo coronavírus a dizimar a população (Covid-19) e com uma Tempestade Solar a concluir o trabalho (na transição de ciclo e depois de algum tempo adormecido, com o Sol a despertar e a atingir-nos direta e violentamente). E para nos alertar ainda mais (preocupar, amedrontar, enlouquecer) para o que por aqui se anda a passar (na Terra e em redor dela) nesta dupla VÍRUS/SOL, inserindo-se uma outra: agora com uma frota espacial de ET passando por nós a pouca distância e no meio deles ainda se notando, a presença da (pelos vistos “terrível” pelas más consequências) Roda de Ezequiel”.

 

(imagens: UFOGent/youtube.com/11.03.2020)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:42

02
Mar 20

No ano em que um novo vírus ataca no continente asiático (com epicentro na cidade de Wuhan, localizada na China) provocando até ao momento − e a nível Global – mais de 87.500 infetados e quase 3.000 vítimas mortais (taxa de mortalidade hoje nos 3,4%, atingido o pico máximo de contágio, tendo tendência para descer),

 

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Dean Koontz e a sua novela-previsão

(prevendo em 1981 uma pandemia global

provocada artificialmente pelo Homem

e com centro em Wuhan)

 

Surgindo no pandemónio informativo (com as mais diversas intenções, desde áreas ligadas à saúde, como à área política)  global rodeando este surto epidémico (ainda não considerado uma pandemia), algumas notícias alternativas que habitual e facilmente (nestes casos extremos e por necessidade de integração) todos nós (pelo menos um pouco) consumimos: aqui com a presença de 2 Videntes prevendo um Evento Viral a nível de uma Pandemia Global, um profetizado para  WUHAN (o de Dean Koontz) o outro para o ano 2020 (o de Sylvia Browne).

 

No caso do profeta Dean Koontz (74 anos de idade) num livro seu publicado em 1981 (39 anos antes) The Eyes of Darkness – no caso do profeta Sylvia Browne (1936/2013) num seu livro publicado em  2008 (12 anos antes) −  End Of Days: Predictions And Prophecies About The End Of The World. Um deles,

 

An American author

His novels are billed as suspense thrillers, but frequently incorporate

elements of horror, fantasy, science fiction, mystery, and satire.

(wikipedia.org)

 

O outro,

 

An American author

Who claimed to be a medium

with psychic abilities.

(wikipedia.org)

 

No Evento previsto por Koontz e descrito na sua novela (de 1981) com um vírus com origem em Wuhan − o Wuhan-400 (inicialmente Gorky-400, mais tarde alterado), muito mais mortífero que o Covid-19 − a provocar uma pandemia global, como resultado da produção e experimentação de uma Arma Biológica − com o objetivo (militar) de “limpar do mapa” uma cidade ou mesmo um país: opção explicativa igualmente escolhida para esta nova versão do coronavírus por um influente político norte-americano, o senador republicano pelo estado do Arkansas, Tom Cotton.

 

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Senador REP Tom Cotton

(afirmando categoricamente em 2020 sobre o vírus Covid-19

ter sido criado em laboratórios biológicos governamentais

com objetivos estritamente militares)

 

Já no Evento previsto por Browne e descrito no seu livro (de 2008), com um tipo de pneumonia (numa versão extremamente mortal) a varrer literalmente todo o Mundo (como afirmado no livro):

 

In around 2020

a severe pneumonia-like illness will spread throughout the globe

 attacking the lungs and the bronchial tubes

and resisting all known treatments.

Almost more baffling than the illness itself

will be the fact that it will suddenly vanish as quickly as it arrived,

attack again 10 years later, and then disappear completely.

(Sylvia Browne/End Of Days: Predictions And Prophecies About The End Of The World/summit.news)

 

Tal como com as máscaras (esgotadas apesar de não servirem para nada) aproveitando a ocasião (“a ocasião neste mundo liberal permite e faz o ladrão”), recuperando duas obras e com elas dois autores esquecidos e certamente que aumentando, as (deles) respetivas tiragens. E apenas servindo − no que deveria ser encarado, como uma epidemia vulgar − para a instalação de um maior caos e uma grande confusão (entre os potenciais infetados). Pelo menos dando e adquirindo experiência (com tudo isto) e sem necessidade de recorrer a “temporariamente iluminados” para aprender.

 

(imagens: summit.news − yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:12

11
Nov 19

[Sinal verde para observar, pelo menos para 40% (dos terrestres). Em Portugal – até pela meteorologia – dificilmente.]

 

Hoje dia de São Martinho com Mercúrio a passar (em trânsito)

entre o Sol e a Terra: logo, Castanhas & Vinho (iguais), só lá para 2032.

 

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Com Edmund Halley (astrónomo e matemático)

Aproveitando os trânsitos de Mercúrio (de 1761 e de 1769)

Para determinar a distância absoluta ao Sol

 

Considerado um Evento Astronómico não pelos seus efeitos e consequências (para ambos ou colaterais) mas pela sua trajetória particular − a sua raridade estando associada à sua visibilidade, durante o seu trânsito e a partir da Terra − dar-se-á hoje segunda-feira dia 11 de novembro de 2019 Dia de São Martinho − “No dia de São Martinho, comem-se castanhas e prova-se o vinho – e a partir das 12:35 (hora de Portugal), a passagem na concretização da sua trajetória em volta do Sol (movimento de translação concretizado em cerca de 88 dias) do planeta Mercúrio – o mais pequeno e mais próximo (do Sol) planeta do Sistema Solar, de momento a pouco mais de 47 milhões de Km do Sol (numa distância variando entre um mínimo de pouco mais de 46 a quase 70 milhões de Km) – “entrepondo-se entre a estrela e o nosso planeta” e no seu trânsito sendo visível “atravessando de um lado ao outro o Sol”:

 

Pelo seu tamanho (diâmetro da Terra = 2,6X diâmetro de Mercúrio e diâmetro do Sol = 285X diâmetro de Mercúrio) e distância à Terra (no presente ultrapassando os 100 milhões de Km, estando o Sol a 150 milhões de Km), ao ser observado não passando de um pequeno ponto preto atravessando-se à nossa frente e tendo o Sol como pano de fundo e só sendo possível de observar (dado para se efetuar tal observação tendo-se de olhar diretamente para o Sol, sem proteção para tal, danificando parcial ou totalmente o nosso órgão da visão) com equipamento apropriado (um telescópio com filtro solar)

 

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Trânsito de Mercúrio de 9 de maio de 2016

Com Mercúrio a passar entre o Sol e a Terra

Num evento ocorrendo 13X/século

 

Mercury’s tiny disk, jet black and perfectly round, covers a tiny fraction of the Sun’s blinding surface — only 1/283 of the Sun’s apparent diameter. So you’ll need the magnification of a telescope (minimum of 50x) with a solar filter to view the transit. Never look at the Sun directly or through a telescope without proper protection. It can lead to serious and permanent vision damage. Always use a safe Sun filter to protect your eyes!” (07.11.2019/NASA)

 

E se a meteorologia o permitir (oferecendo-nos céu limpo, sem nuvens a encobrir o fenómeno). Pelos vistos num acontecimento visual ocorrendo não tão raramente como isso − cerca de 13X/século – depois do último em 2016, surgindo este de 2019 (passados cerca de 3 anos) e só se voltando a repetir-se em 2032 (num interregno maior de perto de 13 anos). Um fenómeno denominado com o “Trânsito de Mercúrio(relativamente ao Sol e à Terra) e podendo ser observado (recorrendo-se a instrumentos óticos auxiliares e apropriados p/observações solares) – “caso a limpidez da atmosfera o permita” − durante quase 5,5 horas (das 12:35 às 18:04 de Lisboa).

 

Não o sendo, só em 2032.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:11

24
Set 19

“Ao olharmos para Marte no Presente

(que num determinado Espaço/Tempo poderia ser como a Terra),

poderemos estar a ver a imagem

(nem se necessitando de Espelho)

da Terra

(tal como a deixaremos)

no Futuro.”

 

Em 30 de Julho de 2019 tendo já ultrapassado os 21Km percorridos na superfície do planeta MARTE (aí tendo aterrado em 6 de Agosto de 2012) – tomando em consideração os sete anos, a uma velocidade média de 0,35m/h – o ROVER CURIOSITY inicialmente estando sediado numa das muitas crateras existentes no planeta − a cratera de GALE – oferece-nos no seu 2534º dia de estadia mais uma fotografia do meio ambiente e geológico envolvente, num registo bem característico do 4º Planeta do SISTEMA SOLAR (o 2º mais pequeno depois de Mercúrio, localizado a 200/250 milhões de Km do Sol) entalado entre a TERRA e a CINTURA DE ASTEROIDES.

Marte

Um Mundo Seco, Árido, Desértico, Queimado, tal como se tivesse sido, Calcinado

(daí a ânsia dos Descarbonizados, na realidade os Calcinados, em migrarem para esse Inferno)

Proposto pela Elite Terrestre como Terra 2.0

 

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MARTE

CURIOSITY ROVER − SOL 2534

(22.09.2019)

Num Retrato do que poderia ser atualmente um deserto terrestre

 

Cintura de Asteroides para muitos uma região do nosso Sistema (Solar) onde num passado já bem distante (de uns biliões de anos) teria (hipoteticamente) existido um outro planeta, devido a algum tipo de Fenómeno Astronómico-Catastrófico (Extraordinário) − um Evento ao Nível da Extinção − explodindo e fragmentando-se e originando como consequência esta multitude (aglomerado) de pequenos objetos, a que na generalidade chamamos asteroides, mas que até se poderão apresentar como luas (suponhamos como as de Júpiter e de Saturno) e mesmo como planetas (ou pelo menos planetas-anões como o recentemente despromovido “planeta” PLUTÃO). E na sequência desse Grande Evento Solar mais expectável de ter ocorrido nas primeiras etapas evolutivas do Sistema Solar (sabendo-se a idade dele, perto dos 5 biliões de anos), com Marte a ser uma das vítimas sofrendo um impacto direto e extremamente brutal: existindo Água e Vida desaparecendo de imediato e não deixando  qualquer rasto (pelo menos sendo visível mas existindo sinais − talvez mesmo vestígios − mas confirmando-se o facto sendo estes subterrâneos).

 

Como poderia ter sido arrasado por uma TEMPESTADE SOLAR (intensa e bem dirigida) tipo Bombardeamento Nuclear.

 

(imagem: NASA/JPL-Caltech/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:53

07
Set 19

[O Sol, ao longo-do-seu-prazo:

ainda a uns 10 biliões de anos,

de se tornar uma White Dwarf.]

 

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Evolução do Sol

(desde a sua transformação duma Nuvem Estelar numa Anã-Amarela,

passando a Gigante-Vermelha antes de concluir o seu ciclo como, Anã-Branca)

 

Tendo aparecido há cerca de 4,5 biliões de anos (a partir de uma nuvem interestelar, permitindo formar H₂) e no presente tendo a forma e o conteúdo que nos apresenta (um Sistema Planetário centrado numa estrela o SOL, composto maioritariamente por H/pouco mais de 73% e He/quase 25%) – isto depois de muitas e sucessivas transformações ao longo da sua História Geológica (e Eletromagnética) e sendo o Sol apenas uma das mais de 110 biliões de estrelas existentes na VIA LÁCTEA (galáxia onde está integrado o Sistema Solar) – e sabendo-se que neste longo período de tempo e orbitando a cerca de 25.000 anos-luz do seu centro (da Via Láctea), tendo-o feito repetidamente em cada 250 milhões de anos – significando uma data de órbitas (umas 18) já realizadas pelo Sistema em torno do centro da sua Galáxia (um “Ano Cósmico”), percorrendo noutros Tempos outros Espaços (certamente) nunca antes percorridos – o Sol (uma estrala anã-amarela de classe espectral G2V) ainda na concretização da sua Sequência Principal (convertendo átomos de hidrogénio em hélio) e aproximadamente a metade da mesma (podendo durar ainda uns 4/5 biliões de anos, possivelmente com mais uns 1/2 biliões a acrescentar) chegará inevitavelmente ao momento em que o hidrogénio se esgotará, transformando-se então numa Gigante-Vermelha: aumentando brutalmente de tamanho e na sua expansão extraordinária  (segundo os últimos estudos científicos) acabando no decorrer do processo por engolir a Terra” e talvez mesmo atingindo Marte.

 

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Nebulosa Planetária NGC 6397

(observada pelo Hubble a 10.000 anos-luz de distância e daqui a 10.000 anos com o gás envolvendo-a dispersando, desaparecendo e aí restando a estrela Anã-Branca)

 

Um Evento que atravessará no futuro o nosso Sistema (como já terá ocorrido com outras estrelas vistas isoladamente ou em agrupamentos) − com o Sol contraindo-se inicialmente, aumentando de luminosidade (nos seus momentos finais entre 5.000/10.000X), para finalmente se expandir como uma estrela Gigante-Vermelha (no mínimo engolindo Mercúrio e Vénus, ficando às portas da Terra, hoje a uns míseros 150.000.000Km do Sol) – agora exemplificado (por um grupo de astrónomos) utilizando-se um fenómeno semelhante ocorrido na nebulosa planetária NGC 5307, localizada a 10.000 anos-luz de distância: algo de parecido com o que acontecerá ao Sol quando estiver próximo do fim do seu ciclo de vida, esperando-se que os terrestres (e  para sua salvaguarda e preservação) já estejam no mínimo para lá de Marte, em Júpiter ou numa das suas luas (“com água”) – sendo o Ideal que no decurso do tempo (destes biliões de anos que se seguem) e existindo ainda o Homem, sejamos já “Intergalácticos”. Dentro de uns 10 biliões de anos com o Sol a ser uma Anã-Branca (o resto” do que já fora antes). No caso de NGC 5307 – um cenário muito semelhante em que o nosso Sol se transformará/integrará, (1) passada a fase de Gigante-Vermelha, (2) atravessada a fase de Nebulosa Planetária e (3) antes de se transformar em Anã-Branca – e observando-o (a partir do telescópio espacial HUBBLE) na sua fase (2), levando-nos à investigação e á descoberta do seu passado e por associação ao conhecimento do que poderá ser o Sol e o seu Sistema (Solar) a longo-prazo: olhando-se para o Passado (para o Céu cheio de espaço e de Estrelas, cronologicamente distribuídas no tempo) descortinando-se e finalmente descobrindo-se o Futuro do Sol, da Terra e o Nosso.

 

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Space X de Elon Musk

(tendo como um dos seus objetivos iniciar a construção da uma base em Marte,

seguindo-se uma cidade e até o início de uma nova Civilização)

 

Numa altura em que no planeta Terra a maior Potência Global (os EUA) dando mais um exemplo, provavelmente negativo” se descarta do seu investimento (público, governamental) na área da Exploração Espacial (habitual, mas desde há alguns anos, já em claro desinvestimento), entregando o sector mais importante e estratégico − os voos tripulados, a Conquista da Nova Fronteira, o domínio do Espaço – ao sector Privado (Space X, Virgin Galactis, Blue Origin) e deixando para a NASA a investigação e os pequenos projetos (menos dispendiosos) como os das sondas automáticas (como tal não tripuladas, quando muito equipadas c/ Rovers), os dos telescópios (na Terra ou no Espaço) e até a ISS (no Espaço próximo, orbitando a Terra a uns 400Km e enquanto durar). Para já com a NASA tendo como um dos seus objetivos de missão relevante e certo (e com muito menor investimento se comparada a missão, com a reedição do “Homem na Lua”) a exploração de três das Luas de Galileu (podendo conter água no seu subsolo) − EUROPA, GANIMEDES e CALISTO amanhã podendo ser entrepostos das primeiras Viagens Interestelares – ficando para as empresas privadas (muitas delas senão todas, fortemente apoiadas/subsidiadas pelo Estado, c/ verbas antes dirigidas, para a agência espacial governamental, a NASA) o grande filão a explorar das Viagens Tripuladas, conquistando-se Mundos (e todas as suas riquezas minerais), dominando-se o Sistema (controlando-se os Meios e as Vias de comunicação) e aí sendo seu − Todo o Universo à Vista −  partindo-se para mais longe procurando o infinito, o impossível e a imortalidade: e mesmo não o conseguindo, ficando-se RICO (ficando os outros na Terra à espera). Muito em breve e certamente − confirmada a ideia de Elon Musk (Reconstrução de um Planeta) nunca conseguida na Terra (sabendo o Homem, apenas destruí-la) − com toda a elite terrestre, tentando reservar o seu lote no melhor lugar de Marte (à frente estando a SPACE X, empresa espacial – transportes/habitação/mineração/indústria/turística/etc. − de ELON MUSK).

 

(imagens: kishukishan.wordpress.com − NASA/ESA/Hubble – spacex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:35

21
Ago 19

“Apesar dos avisos da Força Aérea dos EUA,

Com uma multidão de fanáticos

− Dos OVNI’S e dos ALIENS

Estimada em mais de 1 milhão de pessoas.

(no mínimo)

A caminho da ÁREA 51.”

 

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Cada vez mais próximos do Evento Norte-Americano de encerramento do Verão (deste ano de 2019), a realizar-se a 20 de Setembro (faltam 30 dias) – “STORM AREA 51, THEY CAN’T STOP ALL OF US” – e esperando-se a presença de uma multidão estimada entre 1 e 2 milhões de pessoas (nesta zona rural do estado do Nevada), aumenta cada vez mais a preocupação das autoridades locais não com a improvável comparência dos ALIENÍGENAS DO ESPAÇO (nem com a possível chegada de outro tipo de Alienígenas, os Mexicanos oriundos do sul), mas com a chegada maciça de um enorme contingente de loucos e de fanáticos (acompanhados por todos os seus fetiches e barraquinhas) não Extraterrestres, mas Terrestres.

 

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Sendo desde já noticiado − e preparando-se para o pior (“mais vale prevenir do que remediar”) − a pré-assinatura para o caso de ser necessário de uma declaração do estado de emergência no Condado de County (um dos 16 do estado do Nevada), justificando-se os responsáveis (oficiais) por tal medida tomada não saberem na realidade o que dali esperar. Afirmando:

 

“We have no pickin' idea what we're going to face – if anything.”

 

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E confirmando-se a comparência − prevista e desejada pelos organizadores do Evento – de nada mais nada menos que 2 milhões de pessoas (4X mais o estimado – aproximadamente 500.000 − para os 4 dias do Festival de Woodstock), acrescida ainda da ameaça nada velada (aliás bem difundida) assumida pelos militares (na defesa dessa instalação da Força Aérea dos EUA, mais conhecida como ÁREA 51) – relembrando a Proibição de entrada na base e fazendo-o, arriscando-se a ser preso, ferido e até morto – podendo vir a ser preocupante (para os residentes e os de passagem) o cenário em construção. Como se constata pelos militares:

 

“The US Air Force always stands ready to protect America and its assets.”

(Laura McAndrews/US Air Force/10.07.2019/The Washington Post)

 

(imagens: RJA1988/Pixabay, Global Look Press/Dawn Fletcher-Park e RT America/youtube.com em rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06

09
Ago 19

Observando (e registando) com esta imagem o aspeto que terá a nossa costa Atlântica a Longo-Prazo, depois de um Evento ao nível da extinção (por exemplo um grande Impacto seguido de Tsunami), descaracterizando completamente todo o Ecossistema Terrestre.

 

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TEAL RIDGE − MARTE

SOL 2440

18.06.2019

 

Na sequência do Evento, acrescido das diversas réplicas que se lhe seguiram (tanto a nível dos oceanos, como geológico e até atmosférico) sucessivamente com o nosso planeta a perder Água (aquilo de que somos maioritariamente feitos), a perder a sua Atmosfera (uma das nossas ligações fundamentais com o Meio Ambiente) e finalmente (perdido tudo) a parar e a Morrer (numa opção sem retorno).  Tornando-se árido e (ambientalmente) extremo como um deserto, sem movimento visível e estático como um morto, sem vida visível e mesmo se tendo existido agora reduzida a enigmáticos (por irreconhecíveis) escombros e até podendo guardar segredos mas já estando profundamente enterrados (esquecidos não localizáveis), para numa fase posterior e muito mais longa estendendo-se talvez  por uns biliões de anos (alguns dedos de uma mão) acabar por perder a sua Alma, nivelada e esterilizada por sucessivos ataques e intrusões profundas, de radiações cósmicas extremamente penetrantes − mortais. Calcinando até à Eternidade o planeta como se estivéssemos no Inferno. Numa mensagem de Marte (do seu Passado) para a Terra (antevendo o Futuro).

 

[Cenário observado a partir de um veículo motorizado já com sete anos de serviço – o Curiosidade − tendo percorrido até hoje cerca de 21Km e subido quase 370m a partir do seu ponto inicial de partida.]

 

(imagem: CURIOSITY ROVER/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:58

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