Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

11
Nov 19

[Sinal verde para observar, pelo menos para 40% (dos terrestres). Em Portugal – até pela meteorologia – dificilmente.]

 

Hoje dia de São Martinho com Mercúrio a passar (em trânsito)

entre o Sol e a Terra: logo, Castanhas & Vinho (iguais), só lá para 2032.

 

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Com Edmund Halley (astrónomo e matemático)

Aproveitando os trânsitos de Mercúrio (de 1761 e de 1769)

Para determinar a distância absoluta ao Sol

 

Considerado um Evento Astronómico não pelos seus efeitos e consequências (para ambos ou colaterais) mas pela sua trajetória particular − a sua raridade estando associada à sua visibilidade, durante o seu trânsito e a partir da Terra − dar-se-á hoje segunda-feira dia 11 de novembro de 2019 Dia de São Martinho − “No dia de São Martinho, comem-se castanhas e prova-se o vinho – e a partir das 12:35 (hora de Portugal), a passagem na concretização da sua trajetória em volta do Sol (movimento de translação concretizado em cerca de 88 dias) do planeta Mercúrio – o mais pequeno e mais próximo (do Sol) planeta do Sistema Solar, de momento a pouco mais de 47 milhões de Km do Sol (numa distância variando entre um mínimo de pouco mais de 46 a quase 70 milhões de Km) – “entrepondo-se entre a estrela e o nosso planeta” e no seu trânsito sendo visível “atravessando de um lado ao outro o Sol”:

 

Pelo seu tamanho (diâmetro da Terra = 2,6X diâmetro de Mercúrio e diâmetro do Sol = 285X diâmetro de Mercúrio) e distância à Terra (no presente ultrapassando os 100 milhões de Km, estando o Sol a 150 milhões de Km), ao ser observado não passando de um pequeno ponto preto atravessando-se à nossa frente e tendo o Sol como pano de fundo e só sendo possível de observar (dado para se efetuar tal observação tendo-se de olhar diretamente para o Sol, sem proteção para tal, danificando parcial ou totalmente o nosso órgão da visão) com equipamento apropriado (um telescópio com filtro solar)

 

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Trânsito de Mercúrio de 9 de maio de 2016

Com Mercúrio a passar entre o Sol e a Terra

Num evento ocorrendo 13X/século

 

Mercury’s tiny disk, jet black and perfectly round, covers a tiny fraction of the Sun’s blinding surface — only 1/283 of the Sun’s apparent diameter. So you’ll need the magnification of a telescope (minimum of 50x) with a solar filter to view the transit. Never look at the Sun directly or through a telescope without proper protection. It can lead to serious and permanent vision damage. Always use a safe Sun filter to protect your eyes!” (07.11.2019/NASA)

 

E se a meteorologia o permitir (oferecendo-nos céu limpo, sem nuvens a encobrir o fenómeno). Pelos vistos num acontecimento visual ocorrendo não tão raramente como isso − cerca de 13X/século – depois do último em 2016, surgindo este de 2019 (passados cerca de 3 anos) e só se voltando a repetir-se em 2032 (num interregno maior de perto de 13 anos). Um fenómeno denominado com o “Trânsito de Mercúrio(relativamente ao Sol e à Terra) e podendo ser observado (recorrendo-se a instrumentos óticos auxiliares e apropriados p/observações solares) – “caso a limpidez da atmosfera o permita” − durante quase 5,5 horas (das 12:35 às 18:04 de Lisboa).

 

Não o sendo, só em 2032.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:11

24
Set 19

“Ao olharmos para Marte no Presente

(que num determinado Espaço/Tempo poderia ser como a Terra),

poderemos estar a ver a imagem

(nem se necessitando de Espelho)

da Terra

(tal como a deixaremos)

no Futuro.”

 

Em 30 de Julho de 2019 tendo já ultrapassado os 21Km percorridos na superfície do planeta MARTE (aí tendo aterrado em 6 de Agosto de 2012) – tomando em consideração os sete anos, a uma velocidade média de 0,35m/h – o ROVER CURIOSITY inicialmente estando sediado numa das muitas crateras existentes no planeta − a cratera de GALE – oferece-nos no seu 2534º dia de estadia mais uma fotografia do meio ambiente e geológico envolvente, num registo bem característico do 4º Planeta do SISTEMA SOLAR (o 2º mais pequeno depois de Mercúrio, localizado a 200/250 milhões de Km do Sol) entalado entre a TERRA e a CINTURA DE ASTEROIDES.

Marte

Um Mundo Seco, Árido, Desértico, Queimado, tal como se tivesse sido, Calcinado

(daí a ânsia dos Descarbonizados, na realidade os Calcinados, em migrarem para esse Inferno)

Proposto pela Elite Terrestre como Terra 2.0

 

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MARTE

CURIOSITY ROVER − SOL 2534

(22.09.2019)

Num Retrato do que poderia ser atualmente um deserto terrestre

 

Cintura de Asteroides para muitos uma região do nosso Sistema (Solar) onde num passado já bem distante (de uns biliões de anos) teria (hipoteticamente) existido um outro planeta, devido a algum tipo de Fenómeno Astronómico-Catastrófico (Extraordinário) − um Evento ao Nível da Extinção − explodindo e fragmentando-se e originando como consequência esta multitude (aglomerado) de pequenos objetos, a que na generalidade chamamos asteroides, mas que até se poderão apresentar como luas (suponhamos como as de Júpiter e de Saturno) e mesmo como planetas (ou pelo menos planetas-anões como o recentemente despromovido “planeta” PLUTÃO). E na sequência desse Grande Evento Solar mais expectável de ter ocorrido nas primeiras etapas evolutivas do Sistema Solar (sabendo-se a idade dele, perto dos 5 biliões de anos), com Marte a ser uma das vítimas sofrendo um impacto direto e extremamente brutal: existindo Água e Vida desaparecendo de imediato e não deixando  qualquer rasto (pelo menos sendo visível mas existindo sinais − talvez mesmo vestígios − mas confirmando-se o facto sendo estes subterrâneos).

 

Como poderia ter sido arrasado por uma TEMPESTADE SOLAR (intensa e bem dirigida) tipo Bombardeamento Nuclear.

 

(imagem: NASA/JPL-Caltech/nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:53

07
Set 19

[O Sol, ao longo-do-seu-prazo:

ainda a uns 10 biliões de anos,

de se tornar uma White Dwarf.]

 

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Evolução do Sol

(desde a sua transformação duma Nuvem Estelar numa Anã-Amarela,

passando a Gigante-Vermelha antes de concluir o seu ciclo como, Anã-Branca)

 

Tendo aparecido há cerca de 4,5 biliões de anos (a partir de uma nuvem interestelar, permitindo formar H₂) e no presente tendo a forma e o conteúdo que nos apresenta (um Sistema Planetário centrado numa estrela o SOL, composto maioritariamente por H/pouco mais de 73% e He/quase 25%) – isto depois de muitas e sucessivas transformações ao longo da sua História Geológica (e Eletromagnética) e sendo o Sol apenas uma das mais de 110 biliões de estrelas existentes na VIA LÁCTEA (galáxia onde está integrado o Sistema Solar) – e sabendo-se que neste longo período de tempo e orbitando a cerca de 25.000 anos-luz do seu centro (da Via Láctea), tendo-o feito repetidamente em cada 250 milhões de anos – significando uma data de órbitas (umas 18) já realizadas pelo Sistema em torno do centro da sua Galáxia (um “Ano Cósmico”), percorrendo noutros Tempos outros Espaços (certamente) nunca antes percorridos – o Sol (uma estrala anã-amarela de classe espectral G2V) ainda na concretização da sua Sequência Principal (convertendo átomos de hidrogénio em hélio) e aproximadamente a metade da mesma (podendo durar ainda uns 4/5 biliões de anos, possivelmente com mais uns 1/2 biliões a acrescentar) chegará inevitavelmente ao momento em que o hidrogénio se esgotará, transformando-se então numa Gigante-Vermelha: aumentando brutalmente de tamanho e na sua expansão extraordinária  (segundo os últimos estudos científicos) acabando no decorrer do processo por engolir a Terra” e talvez mesmo atingindo Marte.

 

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Nebulosa Planetária NGC 6397

(observada pelo Hubble a 10.000 anos-luz de distância e daqui a 10.000 anos com o gás envolvendo-a dispersando, desaparecendo e aí restando a estrela Anã-Branca)

 

Um Evento que atravessará no futuro o nosso Sistema (como já terá ocorrido com outras estrelas vistas isoladamente ou em agrupamentos) − com o Sol contraindo-se inicialmente, aumentando de luminosidade (nos seus momentos finais entre 5.000/10.000X), para finalmente se expandir como uma estrela Gigante-Vermelha (no mínimo engolindo Mercúrio e Vénus, ficando às portas da Terra, hoje a uns míseros 150.000.000Km do Sol) – agora exemplificado (por um grupo de astrónomos) utilizando-se um fenómeno semelhante ocorrido na nebulosa planetária NGC 5307, localizada a 10.000 anos-luz de distância: algo de parecido com o que acontecerá ao Sol quando estiver próximo do fim do seu ciclo de vida, esperando-se que os terrestres (e  para sua salvaguarda e preservação) já estejam no mínimo para lá de Marte, em Júpiter ou numa das suas luas (“com água”) – sendo o Ideal que no decurso do tempo (destes biliões de anos que se seguem) e existindo ainda o Homem, sejamos já “Intergalácticos”. Dentro de uns 10 biliões de anos com o Sol a ser uma Anã-Branca (o resto” do que já fora antes). No caso de NGC 5307 – um cenário muito semelhante em que o nosso Sol se transformará/integrará, (1) passada a fase de Gigante-Vermelha, (2) atravessada a fase de Nebulosa Planetária e (3) antes de se transformar em Anã-Branca – e observando-o (a partir do telescópio espacial HUBBLE) na sua fase (2), levando-nos à investigação e á descoberta do seu passado e por associação ao conhecimento do que poderá ser o Sol e o seu Sistema (Solar) a longo-prazo: olhando-se para o Passado (para o Céu cheio de espaço e de Estrelas, cronologicamente distribuídas no tempo) descortinando-se e finalmente descobrindo-se o Futuro do Sol, da Terra e o Nosso.

 

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Space X de Elon Musk

(tendo como um dos seus objetivos iniciar a construção da uma base em Marte,

seguindo-se uma cidade e até o início de uma nova Civilização)

 

Numa altura em que no planeta Terra a maior Potência Global (os EUA) dando mais um exemplo, provavelmente negativo” se descarta do seu investimento (público, governamental) na área da Exploração Espacial (habitual, mas desde há alguns anos, já em claro desinvestimento), entregando o sector mais importante e estratégico − os voos tripulados, a Conquista da Nova Fronteira, o domínio do Espaço – ao sector Privado (Space X, Virgin Galactis, Blue Origin) e deixando para a NASA a investigação e os pequenos projetos (menos dispendiosos) como os das sondas automáticas (como tal não tripuladas, quando muito equipadas c/ Rovers), os dos telescópios (na Terra ou no Espaço) e até a ISS (no Espaço próximo, orbitando a Terra a uns 400Km e enquanto durar). Para já com a NASA tendo como um dos seus objetivos de missão relevante e certo (e com muito menor investimento se comparada a missão, com a reedição do “Homem na Lua”) a exploração de três das Luas de Galileu (podendo conter água no seu subsolo) − EUROPA, GANIMEDES e CALISTO amanhã podendo ser entrepostos das primeiras Viagens Interestelares – ficando para as empresas privadas (muitas delas senão todas, fortemente apoiadas/subsidiadas pelo Estado, c/ verbas antes dirigidas, para a agência espacial governamental, a NASA) o grande filão a explorar das Viagens Tripuladas, conquistando-se Mundos (e todas as suas riquezas minerais), dominando-se o Sistema (controlando-se os Meios e as Vias de comunicação) e aí sendo seu − Todo o Universo à Vista −  partindo-se para mais longe procurando o infinito, o impossível e a imortalidade: e mesmo não o conseguindo, ficando-se RICO (ficando os outros na Terra à espera). Muito em breve e certamente − confirmada a ideia de Elon Musk (Reconstrução de um Planeta) nunca conseguida na Terra (sabendo o Homem, apenas destruí-la) − com toda a elite terrestre, tentando reservar o seu lote no melhor lugar de Marte (à frente estando a SPACE X, empresa espacial – transportes/habitação/mineração/indústria/turística/etc. − de ELON MUSK).

 

(imagens: kishukishan.wordpress.com − NASA/ESA/Hubble – spacex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:35

21
Ago 19

“Apesar dos avisos da Força Aérea dos EUA,

Com uma multidão de fanáticos

− Dos OVNI’S e dos ALIENS

Estimada em mais de 1 milhão de pessoas.

(no mínimo)

A caminho da ÁREA 51.”

 

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Cada vez mais próximos do Evento Norte-Americano de encerramento do Verão (deste ano de 2019), a realizar-se a 20 de Setembro (faltam 30 dias) – “STORM AREA 51, THEY CAN’T STOP ALL OF US” – e esperando-se a presença de uma multidão estimada entre 1 e 2 milhões de pessoas (nesta zona rural do estado do Nevada), aumenta cada vez mais a preocupação das autoridades locais não com a improvável comparência dos ALIENÍGENAS DO ESPAÇO (nem com a possível chegada de outro tipo de Alienígenas, os Mexicanos oriundos do sul), mas com a chegada maciça de um enorme contingente de loucos e de fanáticos (acompanhados por todos os seus fetiches e barraquinhas) não Extraterrestres, mas Terrestres.

 

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Sendo desde já noticiado − e preparando-se para o pior (“mais vale prevenir do que remediar”) − a pré-assinatura para o caso de ser necessário de uma declaração do estado de emergência no Condado de County (um dos 16 do estado do Nevada), justificando-se os responsáveis (oficiais) por tal medida tomada não saberem na realidade o que dali esperar. Afirmando:

 

“We have no pickin' idea what we're going to face – if anything.”

 

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E confirmando-se a comparência − prevista e desejada pelos organizadores do Evento – de nada mais nada menos que 2 milhões de pessoas (4X mais o estimado – aproximadamente 500.000 − para os 4 dias do Festival de Woodstock), acrescida ainda da ameaça nada velada (aliás bem difundida) assumida pelos militares (na defesa dessa instalação da Força Aérea dos EUA, mais conhecida como ÁREA 51) – relembrando a Proibição de entrada na base e fazendo-o, arriscando-se a ser preso, ferido e até morto – podendo vir a ser preocupante (para os residentes e os de passagem) o cenário em construção. Como se constata pelos militares:

 

“The US Air Force always stands ready to protect America and its assets.”

(Laura McAndrews/US Air Force/10.07.2019/The Washington Post)

 

(imagens: RJA1988/Pixabay, Global Look Press/Dawn Fletcher-Park e RT America/youtube.com em rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06

09
Ago 19

Observando (e registando) com esta imagem o aspeto que terá a nossa costa Atlântica a Longo-Prazo, depois de um Evento ao nível da extinção (por exemplo um grande Impacto seguido de Tsunami), descaracterizando completamente todo o Ecossistema Terrestre.

 

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TEAL RIDGE − MARTE

SOL 2440

18.06.2019

 

Na sequência do Evento, acrescido das diversas réplicas que se lhe seguiram (tanto a nível dos oceanos, como geológico e até atmosférico) sucessivamente com o nosso planeta a perder Água (aquilo de que somos maioritariamente feitos), a perder a sua Atmosfera (uma das nossas ligações fundamentais com o Meio Ambiente) e finalmente (perdido tudo) a parar e a Morrer (numa opção sem retorno).  Tornando-se árido e (ambientalmente) extremo como um deserto, sem movimento visível e estático como um morto, sem vida visível e mesmo se tendo existido agora reduzida a enigmáticos (por irreconhecíveis) escombros e até podendo guardar segredos mas já estando profundamente enterrados (esquecidos não localizáveis), para numa fase posterior e muito mais longa estendendo-se talvez  por uns biliões de anos (alguns dedos de uma mão) acabar por perder a sua Alma, nivelada e esterilizada por sucessivos ataques e intrusões profundas, de radiações cósmicas extremamente penetrantes − mortais. Calcinando até à Eternidade o planeta como se estivéssemos no Inferno. Numa mensagem de Marte (do seu Passado) para a Terra (antevendo o Futuro).

 

[Cenário observado a partir de um veículo motorizado já com sete anos de serviço – o Curiosidade − tendo percorrido até hoje cerca de 21Km e subido quase 370m a partir do seu ponto inicial de partida.]

 

(imagem: CURIOSITY ROVER/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:58

23
Mar 19

A Última Previsão para o Evento ao Nível da Extinção (incluindo obviamente a nossa e de todos os bichinhos) marca o Fim-do-Mundo lá para Janeiro de 2031 (logo após o que será a nossa derradeira passagem de ano).

 

During an interview at an event on Monday honoring Martin Luther King Jr. Day,

Democratic Rep. Alexandria Ocasio-Cortez said climate change is a concern

her generation is focused on.

 

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Alexandria Ocasio-Cortez

(AOC)

 

“Millennials and people, you know, Gen Z and all these folks that will come after us are looking up and we’re like: ‘The world is gonna end in 12 years if we don’t address climate change and your biggest issue is how are we gonna pay for it?'" Ocasio-Cortez said.

(Vijay Jayaraj/January 22, 2019/stream.org)

 

Segundo um dos potenciais candidatos (de momento entre 15/30) das primárias do partido Democrático às Eleições Presidenciais (de 2020) nos EUA (sondagens: Biden/29,4% logo seguido de Sanders/23,4%) – referindo-nos à jovem congressista nova-iorquina (Democrata) Alexandria Ocasio-Cortez – todos nós (e não apenas os norte-americanos) teremos o destino traçado pois o Mundo acabará dentro de 12 anos:

 

"The world is going to end in 12 years if we don't address climate change."

(Alexandria Ocasio-Cortez/Janeiro2019)

 

Tentando (AOC) assumir protagonismo na luta contra o inimigo e tirano (o usurpador e milionário, septuagenário Donald Trump) – numa luta sem quartel entre os DEM e os REP − e desse modo esmagando (sem piedade) o já periclitante Apophis (asteroide) antes deveras impactante agora tão só ameaçador (em tudo idêntico ao Me Too): um calhau (com mais de 300 metros de dimensão) previsto para colidir com a Terra (em 2029), posteriormente reavaliado (para 2036) e finalmente acabando por passar (por perto) mas pelos vistos sem colidir (pelos cálculos e para já).

 

(texto/itálico e imagem: stream.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:59

14
Mar 19

[Um dia a Via Láctea e Andromeda encontrar-se-ão e então terão um filho.]

 

Antes do fim da Terra (do Sol e do nosso Sistema) partiremos para outros destinos (tal como os navegadores, os emigrantes, os astronautas): mas tendo sempre em mente a nossa própria origem (onde todos nós nascemos), mantendo-a sob contínua observação para um possível e desejado retorno (senão à zona de conforto pelo menos à região).

 

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Galáxia NGC 6052

Resultado da fusão de 2 outras galáxias

(NGC 6052A e NGC 6052B)

E um exemplo do que sucederá aquando da fusão

Entre as galáxias Via Látea (a nossa) e Andromeda

 

Em rota de colisão prevista para ocorrer dentro de cerca de 4,6 biliões de anos (aproximadamente a mesma idade que terá o nosso Sistema Solar), as galáxias da VIA LÁCTEA e de ANDROMEDA (mesmo comportando grandes conglomerados de estrelas) acabarão naturalmente por se adaptar uma à outra (fundindo-se) dando origem a uma nova galáxia: tal como o evidencia a galáxia NGC 6052 (descoberta em 1784 pelo astrónomo britânico William Herschell) inicialmente pensando-se ser uma simples galáxia (pelo próprio W.H.), mais tarde catalogada como irregular e no presente sendo definida como resultante de outras duas galáxias, pré-existentes e fundindo-se posteriormente: NGC 6052A e NGC 6052B.

 

“Merging galaxies can be a beautiful site, as the gravitational forces draw long wispy streams of stars into fluid-like shapes. The Mice galaxies, NGC 4676 A and B are in the process of merging and are one of the most striking examples of merging galaxies.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

Um Evento astronómico que poderíamos pensar ir ter um grande impacto no nosso planeta ou não integrasse a Terra o Sistema Solar e este a galáxia Via Láctea (sistema/solar localizado na extremidade de um dos braços da galáxia/via láctea) – podendo-se correr o risco de assistirmos a colisões de estrelas, de planetas e de outros corpos celestes (nesta vastíssima região do Espaço) e sofrermos as consequências desses acontecimentos (para o Homem e restantes seres vivos) verdadeiramente Apocalípticos e ao nível (definitivo) da Extinção – mas que na realidade já em nada nos afetará (nesse Futuro a decorrer dentro de 4,6 milhões de anos) com o Sol JÁ transformado numa Gigante Vermelha e com a Terra sem a presença do Homem ou de qualquer sinal de Vida.

 

“The meeting will take hundreds of millions of years to conclude, if not billions. It’s unlikely that any civilization going through a galaxy merger and surviving it can really come to grips with it. And in 4.5 billion years, our own Sun will be a red giant, and there will likely be no humans or anything else left alive on Earth. But, if there are some future, distant relatives of ours alive at that time, somewhere in the Milky Way, this is what they might experience, according to NASA.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

E com a estabilização do processo de fusão das 2 galáxias com o resultado (dessa Evolução) a estabilizar-se surgindo uma nova galáxia: como a galáxia NGC 6052 registada na imagem (inicial) com a ajuda preciosa do telescópio Hubble. E (ainda) por conclusão presente advindo da experiência e aplicando-se no futuro (e à nossa situação como terrestres, solares e lácteos que hoje somos) com a NASA até a expor-nos as diferentes fases (cinco) do processo (mesmo que já cá não estejamos na altura) não certamente para quem por cá ficar, mas obviamente para quem um dia partir.

 

(consulta e imagem: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:38

13
Nov 18

“E na prática tomando partido contra os EUA e a favor dos Vietcongues.”

 

Massive Solar Storm Detonated Hidden American Bombs,

during the Vietnam War.

Navy Records Show.

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Causing the sudden detonation of a large number

of US Navy sea mines,

that had been dropped into the coastal waters of North Vietnam

only three months earlier.

(livescience.com)

 

The solar particle flux observed at Earth began on 2 August after three brilliant flares. The proton flux started to increase the same day. On the Interplanetary Monitoring Platforms spacecraft dramatically increased with the 4 August 2054 UT IP‐shock arrival at Earth; the maximum particle flux was so intense that the particle detectors were saturated.

 

Humans have a form of externalised memory. They are able to transmit information across generations in the form of learned cultural traditions and preserve this knowledge in artefacts. How this capability evolved from the simpler traditions of other animals is an active area of research.

(Cultural memory/Kevin N. Laland & Luke Rendell/sciencedirect.com)

 

Como se ainda fosse necessário confirmar a necessidade (absoluta) da Humanidade conservar como seu Património Universal a nossa base estrutural de suporte – alicerçada na nossa MEMÓRIA e na nossa CULTURA – eis que mais uma vez um facto histórico não justificado e não muito falado na altura (num determinado Espaço/Tempo) encontra finalmente por Experiência e Associação (a fenómenos semelhantes ocorridos em Mundos Paralelos/Coincidentes) uma solução racional e científica (e como tal credível): comunicados (ao público em geral) passados mais de 46 anos (Agosto de 1972) e ocorridos durante a vigência da Guerra do Vietname (nas zonas costeiras do Vietname do Norte).

 

Um facto ocorrido durante a Guerra do Vietname (iniciada a 1 de Novembro de 1955 e terminada a 30 de Abril de 1975) – mais precisamente a 7 de Agosto de 1972 e com Richard Nixon como Presidente (dos EUA de 1969 a 1974) – quando coincidindo com um período de intensa atividade solar (entre 2 e 4 de Agosto) uma intensa onda energética (constituída por Raios Solares ejetados da superfície da nossa estrela) atingiu o nosso planeta (em pouco menos de 15 horas), originando entre outras consequências (negativas) danos (mais ou menos graves) em alguns satélites (em órbita da Terra) – no Espaço – e até a explosão de minas submarinas colocadas em locais estratégicos do litoral do (inimigo vermelho) Vietname do Norte (uns 3 meses antes deste episódio) – já em Terra.

 

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Noting this as one of only a handful of events in the space age that would have posed an immediate threat to astronaut safety, had humans been in transit to the moon at the time. The energetic particle bombardment created a Northern Hemisphere polar ozone cavity – a 46% reduction at 50 km.

 

Memory is a wonderful resource that allows individual animals to walk around with a store of relevant past experience in their brains.

(Cultural memory/Kevin N. Laland & Luke Rendell/sciencedirect.com)

 

Exemplo do que o Sol poderá fazer com a Terra (e com todo este Sistema Planetário), numa repetição de um Evento já habitual de ocorrer e de se observar (nas suas consequências práticas), especialmente quando maioritariamente dirigido para o nosso planeta (e para o nosso Ecossistema de proteção e de sobrevivência): sendo o resultado de violentas Explosões na Coroa Solar (CME) ejetando material (extremamente perigoso por altamente radioativo e penetrante) na nossa direção – por vezes insuficientemente protegidos (Homens e restantes Seres Vivos) por todas as camadas de proteção envolvendo o nosso planeta (magnética como atmosférica).

 

Algo que terá ocorrido a 7 de Agosto de 1972 num procedimento muito semelhante ao anteriormente ocorrido em meados do século XIX: a Tempestade Solar de 1859 mais conhecida como o Evento Carrington. E tomando como referência (de análise e de comparação) todos os possíveis Eventos podendo ter no Futuro (noutro Tempo e noutro Espaço já que como tudo o nosso planeta se mexe) consequências catastróficas para a Terra – num extremo do cenário mesmo ao Nível de Extinção (pelo menos de certas espécies) convindo recordar quais são nunca esquecendo nenhum (dos na nossa imaginação mais recorrentes/ importantes): entre outros furacões, tremores de terra, erupções vulcânicas, impacto de asteroides e até TEMPESTADES SOLARES.

 

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On 4 August (1972) TF‐77 aircraft reported some two dozen explosions in a minefield near Hon La over a thirty‐second time span. Ultimately the Navy concluded that the explosions had been caused by the magnetic perturbations of solar storms, the most intense in more than two decades. The event of 1859 joins the annals of modern powerful geomagnetic storms such as 4 August 1972 that has had severe impacts on power grids, satellites and communications systems.

 

“Com o Sol a ejetar material (direcionado para a Terra) a partir da sua superfície, atingindo com os seus raios poderosos (constituídos por partículas extremamente velozes, energéticas e penetrantes) minas submarinas colocadas ao longo da costa vietnamita e como consequência (deliberada pois tomando partido) fazendo-as explodir.”

 

No caso do EVENTO de CARRINGTON (uma poderosa Tempestade Solar/Geomagnética ocorrida durante o auge de um dos Ciclos do Sol) com “a ejeção de material oriundo da Coroa Solar a impactar direta e violentamente com a magnetosfera terrestre, dando origem a uma das maiores tempestades jamais registadas” (segundo a Wikipédia): provocando o aparecimento de Auroras em localidades a elas estranhas (com as auroras não frequentando apenas os polos, dirigindo-se igualmente para baixas latitudes e atingindo locais tão distantes como Cuba ou o Havaí), a interrupção das comunicações (como por exemplo o Telégrafo) e o aparecimento de descargas elétricas (curto-circuitando ligações mas com os equipamentos não deixando de funcionar) – teletransportada para o Presente e para a nossa Sociedade (de base) Eletrónica, podendo Criar o Caos e regredir a nossa Civilização. Para além dos efeitos nocivos (devido à ação dos Raios Solares) para a nossa própria Saúde.

 

(fonte de informação e legendas: Rafi Letzter/livescience.com/12.11.2018 a partir de spaceweather.com e wiley.com – imagens: wiley.com e NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

21
Set 17

Um asteroide descoberto ontem e com a sua trajetória também definida ontem, passou também ontem a pouco mais de 90.000Km de nós (também ontem sendo o segundo).

 

Asteroid 2017 SR2 to flyby Earth at 0.24 LD on September 20, second of the day

(watchers.news)

 

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Reportando-nos aos viajantes alienígenas (logicamente não sendo humanos) que por mais vezes nos visitam, temos que reconhecer que localizados num dos imensos braços que constituem a nossa galáxia (Via Láctea), dificilmente alguma entidade por vontade própria ou acidentalmente nos tomará como alvo (Homem) e se dirigirá para cá: habitando uma galáxia pequena, em rota de colisão com outra (Andrómeda), num sistema microscópico (Sistema Solar) e num planeta completamente invisível (Terra).

 

A newly discovered asteroid designated 2017 SR2 will flyby Earth at a very close distance of 0.24 LD (~92 160 km / 57 265 miles) at 20:29 UTC on September 20, 2017. This is the second known near-Earth asteroid to flyby Earth at a distance of 1 LD today, the third within the past 7 days and the 31st since the start of the year.

(watchers.news)

 

E se nesse campo as perspetivas de visitas futuras por parte de entidades alienígenas parecem ser cada vez mais remotas (afastando-se de nós pelo menos temporariamente a possibilidade de contacto direto com vida orgânica), por outro lado a possibilidade de outro tipo de contactos não intervindo diretamente com interligações biológicas mas podendo suscitá-las assim como introduzi-las (um corpo pode ser o corpo de outro), pode revelar outros mundos de base sólida e mineral assim como berço de vida.

 

The closest one (2017 GM) flew past Earth at just 0.04 LD (~15 360 / 9 544 miles) on April 4. Its estimated diameter is between 2.8 and 6.3 m (9 and 20 feet). The largest so far was 2017 QP1 with an estimated diameter of 37 to 83 m (121 to 272 feet). It flew past Earth at 0.16 LD (~61 440 km / 38 177 miles) on August 14.

(watchers.news)

 

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Com alguns desses viajantes cumprindo o seu trajeto periódico e justificativo (cumprindo a sua missão específica no interior do Sistema e desse modo efetuando a sua manutenção) e atravessando (e movimentando-se por) todo o Sistema Solar, espalhando por todo esse conjunto (e estrutura) uma mensagem codificada de Vida preservada e transportada (em pequenos módulos no seu interior) e posteriormente e talvez de uma forma aleatória disseminada (talvez por acaso talvez por necessidade) num centro nevrálgico do Sistema Solar (pelo menos no que nos diz respeito e à nossa preservação como espécie inteligente e organizada ou seja dominante, evolutiva e sendo capaz de se estender no Espaço (pelo menos teoricamente) aproveitando um parâmetro para nós um pouco misterioso e abstrato (apesar de decisivo por limitar a nossa existência) a passagem do Tempo.

 

Nesses objetos integrando-se os cometas e de uma forma mais consistente (e interventiva na concretização do desígnio) outros corpos celestes, uns maiores e outros menores, com diferentes formas e texturas, constituição, massa e velocidade, órbita e período solar e podendo ser originários de locais mais ou menos distantes (mas existindo no interior do Sistema) sendo cientificamente conhecidos como meteoros (e meteoritos) e asteroides: com os asteroides a ser particularmente os mais interessantes (até na perspetiva prioritária de preservação da nossa segurança) dada a sua passagem, problemas dessa proximidade e até de um possível impacto.

 

Any asteroid falling from the sky would have a tremendous amount of energy. In 2028, the asteroid 1997XF11 will come extremely close to Earth but will miss the planet. If something were to change and it did hit Earth, what you would have is a mile-wide asteroid striking the planet's surface at about 30,000 mph. An asteroid that big traveling at that speed has the energy roughly equal to a 1 million megaton bomb. It's very likely that an asteroid like this would wipe out most of the life on the planet.

(Marshall Brain/ howstuffworks.com)

 

A1.jpg

 

Preocupando-nos neste último caso quando nem sequer há aviso (prévio) da sua eminente chegada, com estes objetos circulando a grande velocidade na nossa direção e só sendo detetados aquando ou mesmo depois da sua passagem (nas proximidades da Terra) fazendo-lhe uma tangente ou mesmo uma secante: sendo neste último caso exemplos o Evento de Tunguska (1908) e (mais recentemente e com menores consequências) o Evento de Cheliavinsk (2013).

 

Num só dia com dois asteroides a passarem a uma distância da Terra menor que a distância ao corpo celeste localizado mais perto de nós e por sinal (apesar de todas as nossas limitações) já visitado pelo Homem (a Lua situada a pouco mais de 384.000Km), um deles 2017 SM2 passando a 0.8LD (mais de 300.000Km) o seguinte 2017 SR2 a 0.2LD (mais de 75.000Km): dois pequenos objetos (12 e 7 metros respetivamente) deslocando-se a uma velocidade de 8.5 e 10Km/s e descobertos e com as órbitas definidas no dia da sua própria passagem (20 de Setembro) ‒ pouco antes, durante ou mesmo depois dessa mesma passagem.

 

Sendo o asteroide 2017 SR2 o 2º a passar ontem (num dia e depois do 1º o asteroide 2017 SM2), o 3º numa semana e o 31º desde o início de 2017 ‒ a passar a menos de 1LD de distância da Terra (uma ninharia de distância dada a dimensão do Sistema Solar, para já não falar da Galáxia/Via Láctea ou então do Universo): com 31 asteroides registados desde o início de 2017 a uma média bem próxima de 1 asteroide/semana (mais rigorosamente 0.825), sugerindo-se que num ano e nas suas 52 semanas (365/6 dias) cada vez são maiores as hipóteses de um dia (destes) um deles embater ‒ e depois logo se vê (mas esperando ser pequeno). Talvez em cada semana com uma percentagem de 2% de existir um impacto (como assim faltando percorrer 28% do ano).

 

(imagens: Andrzej Wojcicki/Getty Images/Science Photo Library RF e science.howstuffworks.com/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41

13
Set 17

Comprovando as indicações fornecidas pelos cientistas da NASA de que anteontem (segunda-feira, 11) seria contraindicado viajar de avião a altitudes elevadas ‒ dada a chama solar de 10 de Setembro (criada na área ativa 2673) de classe X8 e originando uma CME

 

southpole_strip.jpg

 Gound Level Event

Monitor de Neutrões ‒ Instituto de Pesquisa Bartol ‒ Polo Sul

(10 Setembro 2017)

 

‒ Registou-se (nesse dia 11) um Evento ao nível da superfície (terrestre) com uma nuvem de protões extremamente energéticos, transportados pela CME e dirigindo-se para a Terra, atravessando a atmosfera e atingindo a superfície: atravessando os 150 milhões de quilómetros entre o Sol e a Terra e aproveitando a ligação (electro) magnética existente entre os dois corpos, encontrando o caminho ideal (entre o escudo magnético e o escudo atmosférico) até atingir o solo ‒ localizando-se na Antártica e no Ártico esse Evento ao nível da superfície (devido às menores latitudes/proporcionando uma menor proteção) com os detetores de neutrões instalados nos dois polos a assinalarem um aumento de partículas (significativo) tocando a crosta terrestre. Pelo que nesse dia principalmente a altitudes elevadas e especialmente a baixas latitudes, ter sido desaconselhável voar para todos os grupos de humanos e ainda mais para os específicos (como será o caso das gravidas). Num Evento (GLE ‒ Ground Level Event) a nível da superfície terrestre, relativamente pequeno se comparado com o de referência (o maior Evento medido desde 1942): o extremamente intenso Evento a nível da superfície terrestre registado em 23 de Fevereiro de 1956. E no entanto alertando-nos que mesmo atravessando um período de baixa atividade (do seu ciclo) o Sol pode sempre surpreender.

 

(imagem: spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:18
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