Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Abr 20

[Além dos Agentes Internos, os Agentes Externos.]

 

Nestes tempos de Pandemia deste novo coronavírus ao fim do 83º dia de contágio/infeção (com os primeiros casos a serem notificados na China a 22 de janeiro de 2020) indicando (a 14 de abril) para números de mais de 120.000 vítimas mortais (e mais de 50.000 em estado grave/crítico),

 

Screenshot_2020-04-20 Comet Atlas is now in an all

ATLAS

(C/2019 Y4)

 

Com cinco dos maiores Eventos Mundiais a Nível Planetário registados na História do Homem e provocando milhões de vítimas mortais a poderem ser consideradas (entre outras) a Colonização da América pelos Europeus (100 milhões), a Peste Negra (mais de 75 milhões), a 2ª Guerra Mundial (72 milhões), a 1ª Guerra Mundial (65 milhões), a Gripe Espanhola (50/100 milhões), sendo importante parar, para pensar algum tempo e procurar compreender melhor o que na realidade aqui se passa (uma explicação, até por comparação): significando desde logo que apesar do nº de vítimas mortais (podendo ser maiores ou menores) um Evento de um nível aparentemente muito menor poderá por diversos tipo de circunstâncias levar a consequências provavelmente (e inesperadamente) muito mais gravosas (das derivadas de um Evento de um nível elevado), até pelas mesmas nunca terem sido previstas e ainda por se repercutirem por falta de preparação das sociedades não só nesse momento como na fase seguinte ─ como todos temem com este Evento Biológico que vivemos e que podendo nem ultrapassar poucas centenas de milhares de mortes (nunca nem sequer perto, de um milhão) ─ numa suposta 1ª Vaga ─ manifesta já sinais preocupantes de que se poderá estender ainda mais no tempo agora com um Evento Económico e Social podendo atirar muitos mais e até definitivamente (dos 7,6 biliões de pessoas espalhados pelos cinco continentes) para o lado da miséria. Isto para nem falar numa hipotética, mas possível (talvez uns 50% de probabilidade, sendo Sim ou sendo Não) 2ª Vaga, o que então poderia ser mesmo falando da nossa atual Civilização, o “Fim e o Recomeço” talvez mesmo a sua “Refundação”.

 

Screenshot_2020-04-20 JPL Small-Body Database Brow

Atlas

(no periélio)

 

E no meio deste Evento (para já com a maior preocupação a ser o de salvar vidas) ainda em curso, tendo-se iniciado no Hemisfério Norte (Oriental, na Ásia), ainda por lá andando (Ocidental, na Europa e na América do Norte) e começando agora a dirigir-se para o Hemisfério Sul (América do Sul, África e Oceânia) ─ dispondo-se de menos dinheiro e mais tempo ─ ressurgindo na mente do Homem outros Eventos Extraordinários provocados por Fenómenos Naturais ou Artificiais (estes últimos com a intervenção Humana) e originados interna ou externamente: remetidos do Espaço (e como tal assumindo o papel de Agentes Externos) surgindo então o caso dos Cometas (como o poderia ser dos Asteroides), da sua possível fragmentação e do impacto dos mesmos (estando estes objetos ainda em aproximação ao Sol e nas proximidades do nosso planeta) com a Terra, podendo ter consequências devastadoras aí sim até ao Nível da Extinção (nem sequer existindo tempo nem para a escolha nem sequer para a seleção) ─ como terá supostamente acontecido com os nossos antepassados (como raça dominando o planeta) os Dinossauros (há uns 60 milhões de anos). Para uma análise rápida recorrendo-se a dois cometas, um afastando-se do Sol (logo da Terra) o cometa “2I/BORISOV”, o outro em aproximação o cometa “Y4 ATLAS” – por sinal com os dois a já se terem “partido” (fragmentado). Já para não falar de mais um igualmente em aproximação (e recentemente descoberto) ─ “não há dois sem três” − o cometa “SWAN” (ou C/2020 F8, pelos vistos ainda “inteiro”) passando a 27 de maio de 2020 a cerca de 65.000.000 Km do Sol.

 

Cometa

Menor

Distância ao Sol (Km)

Data

Menor

Distância à Terra (Km)

Data

C/2019 Q4 (21/BORISOV)

300.000.000

06.12.2019

290.000.000

27.12.2019

C/2019 Y4 (ATLAS)

39.000.000

31.05.2020

117.000.000

23.05.2020

(Valores aproximados)

 

No caso de 21/Borisov (C/2019 Y4) com este cometa (de cerca de 1Km) − o primeiro a ser avistado de origem Interestelar (o segundo sendo Oumuamua), dotado de uma trajetória hiperbólica extrema e velocidade bem acima do normal (o que carateriza estes cometas “exteriores”) − ultrapassado o seu periélio em dezembro de 2019 e no cumprimento da sua órbita, encontrando-se já há quase quatro meses a afastar-se igualmente da Terra (v =  32Km/s) – constituído maioritariamente por gelo e poeiras e não sendo como muitos outros originários do Cinturão de Kuiper (interiores ao sistema Solar) ou então da Nuvem de Oort (os limites do Sistema) – retornando em direção à sua origem e ao espaço para além das fonteiras do nosso Sistema Planetário, talvez a uma outra estrela/sistema de onde tenha sido inicialmente ejetado (a sua casa, a sua estrela que não o Sol, podendo até ter as duas): e sabendo-se que a nossa fronteira poderá estar para lá das 100.000 UA e a mais próxima estrela − Alpha Centauri − a quase 4,4 anos-luz, sendo só fazer as contas e imaginar daqui a quantos milhares de anos o cometa voltará (se voltar). De regresso ao Além-Mundo e sem problemas para nós (terrestres), apenas se lamentando a falta de tempo (nem sempre se tem visitas) para o conhecermos melhor −  já que os outros mais interessantes (os “Aliens From Space”) nunca mais aparecem: em último caso e preparados até se apanhando boleia, com Borisov a ser o veículo de transporte.

 

Screenshot_2020-04-20 The Interstellar Comet Has A

21/BORISOV

(C/2019 Q4)

 

Já quanto a Atlas (C/2019 Y4) um cometa solar, a conversa sendo outra: até pela sua maior aproximação (à Terra) antes do seu periélio (a ocorrer no fim de maio) – e por se ter começado a desintegrar (normal neste tipo de objetos) no início deste mês, antes do seu ponto de maior aproximação à Terra (23 de maio) − felizmente a mais de 100.000.000Km (mais distante da Terra do que Marte e mais próximo do que da cintura de Asteroides) e antes do seu periélio (oito dias depois). E num suicido previsto, mergulhando em direção ao Sol.

 

Mas será que manterá a sua rota (prevista antes de se fragmentar) agora que se partiu (no início de abril, talvez por volta do dia 2) e que direção terá, cada um dos seus fragmentos (nas primeiras observações, pelos vistos 2 a 5)? Sabendo-se que desde que se fragmentou e ao passar nas proximidades (de nós e inicialmente, a mais de 100 milhões de Km)  terão passado já (desde esse início) umas três semanas (de cerca de oito e meia). E que a uma V = 20Km/s (supondo ser perto dessa) a cerca de 146 milhões de Km da Terra (hoje, 20 de abril), podendo fazer (até 23 de maio) no máximo uns 60 milhões de Km e aí estando safos: já que passando “interior” à órbita de Mercúrio mesmo antes do seu periélio (a 31), estando já a afastar-se do “nosso querido” planeta − e nenhum dos seus fragmento sendo possível em qualquer cenário passar perto ou atingir-nos. Voltando daqui a 6.000 anos.

 

(imagens: Martin Gembec/cnet.com − spaceweather.com/ssd.jpl.nasa.gov

− NASA/ESA/J. DePasquale/nytimes.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:12

29
Jan 17

Somos Nós e muitos Outros

 

Num registo do passado dia 25 de Janeiro de 2017 dispondo das câmaras dos dois satélites STEREO acompanhando o movimento da Terra numa órbita em torno do Sol (colocados em pontos estratégicos de observação das ações e comportamentos da nossa estrela e utilizando aqui os telescópios Ahead HI1 e o COR2), pode-se verificar na confrontação de uma sequência de imagens gravadas entre as 10:29 e as 12:09 UT, duas perturbações nos registos STEREO Ahead HI1 (às 11:29 UT) e STEREO COR2 (11:54 UT). Com a imagem inicial e final dos dois registos a serem muito semelhantes, o mesmo sucedendo na restante gravação de cada uma delas (o normal de se ver): estando no meio, bem visível e em ambos os registos a dita perturbação.

 

Vivendo confortavelmente no interior da nossa célula, autossuficientes e sem necessidades de auxílio exterior, protegidos por uma membrana defendendo-nos de unidades externas e persistindo na nossa teoria geocêntrica apenas substituindo a Terra pelo Homem (Homocêntrica), é-nos obviamente difícil senão mesmo impossível de encarar, a realidade de que poderemos não estar sós neste Universo Infinito. Com todas as suas espécies (terrestres e extraterrestres) lutando por um mesmo objetivo.

 

20170125_104901_s4h1A.jpg20170125_112901_s4h1A.jpg20170125_120901_s4h1A.jpg

STEREO Ahead HI1

(10:29 – 10:49 – 12.09)

 

Algo habitual de acontecer na maioria esmagadora das imagens disponibilizadas para o público em geral (nestes nichos eventualmente de divulgação científica credível e oficial, mas por vezes nada educativos e pedagógicos) e que infelizmente em nada contribuiu para o nosso conhecimento e fortalecimento não só físico como intelectual, nem para o crescente número de questões que entretanto vamos colocando e que ninguém nos vai respondendo. Mas que podendo envolver cenários nunca pensados ainda mais nos seduzem e encantam: talvez um Evento de origem natural ou então um outro estranho por artificial.

 

Pelo que certos fenómenos com que nos deparamos diariamente no nosso quotidiano terrestre – e que se repetem indefinidamente como se estivéssemos rodeados por espelhos repercutindo-se (condicionando-nos) sobre a nossa visão exterior – poderão ter outra explicação que não seja a nossa versão oficialmente interiorizada: podendo ser apenas questões de eletromagnetismo e das suas manifestações (ação/reação) ou então olhando de lado e ultrapassando as barreiras, evidências exteriores de espécies inteligentes, organizadas e superiores e visitando o centro (de um mundo mineral/base suportando um ser biológico/extraordinário).

 

20170125_113924_d7c2A.jpg20170125_115424_d7c2A.jpg20170125_120935_n7c2A.jpg

STEREO COR2

(11:39 – 11:54 – 12.09)

 

Na prossecução do nosso quotidiano interior, estático e basicamente vazio (como resultado da interseção de conjuntos sem nenhum ponto comum), unicamente focado na nossa preservação como espécie habitando num conjunto fechado e sem qualquer tipo de contacto com o exterior, é possível que em determinados contextos apresentando condições pessoais e ambientais extremas e sem mais nenhuma opção viável de recuo ou de salvação, certos grupos minoritários ainda capazes de olhar para o Céu e perder-se entre a nossa sempre presente Lua e as incontáveis estrelas-faróis cintilantes (um dos espetáculos mais maravilhosos jamais observado pelo Homem, projetando diante dos nossos olhos e simultaneamente o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro – a verdadeira Máquina do Tempo ou Relógio), possam repentinamente contra tudo e contra todos (se necessário ou mesmo por acaso) ter ideias diferentes (outros trilhos), inverter completamente os parâmetros (no fundo complementando anteriores) e abrir a nossa mente a outras perspetivas igualmente reais mesmo que imaginadas: ou não fossem os sonhos uma projeção da realidade.

 

Podendo ser tudo, podendo ser nada. Mas sendo sempre uma Presença não muito habitual (sejam traços, sejam manchas ou outra qualquer projeção).

 

(imagens: stereo-ssc.nascom.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:03

16
Abr 12

Parque Nacional situado nos EUA e inaugurado em 1872 Considerado o mais antigo do mundo

 

      

 

Muito antes de haver presença humana em Yellowstone, uma grande erupção vulcânica ejetou um volume imenso de cinza vulcânica que cobriu todo o oeste dos Estados Unidos da América, a maioria do centro/oeste, o norte do México e algumas áreas da costa leste do Oceano Pacífico. Esta erupção foi muito maior que a famosa erupção do Monte Santa Helena, em 1980.

 

      

 

Deixou uma enorme caldeira vulcânica (70 km por 30 km) assentada sobre uma câmara magmática. Yellowstone registou três grandes eventos eruptivos nos últimos 2,2 milhões de anos, o último dos quais ocorreu há 640 000 anos. Estas erupções são as de maiores proporções ocorridas na Terra durante esse período de tempo, provocando alterações no clima nos períodos posteriores à sua ocorrência.

 

 

(texto/imagem – wikipédia/ngm)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:47

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