Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Set 19

Observando-se 33 cães,

concluindo-se que a sua Evolução não se restringiu apenas ao visível

– “body size or head shape” –

mas igualmente ao invisível, neste caso a uma

wide variation in brain structure”.

 

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Puppies

of various dog breeds

 

Estampada num artigo científico publicado pela “Sociedade de Neurociência (Society for Neuroscience) − uma instituição com sede em Washington DC e dedicando-se “ao estudo e investigação do Cérebro e do Sistema Nervoso” – a constatação e a confirmação de mais uma evidência, originada no conhecimento adquirido por leigos (não certificados oficialmente) ao longo de anos e anos de experimentação (prática, aplicada, bem sucedida e como faz todo o Ser Vivo, replicada) e (sobretudo) dedicação: tal como estes Investigadores com a sua pesquisa chegando à conclusão de queStudying the neuroanatomical variation in dogs offers a unique opportunity to study the evolutionary relationship between brain structure and behavior” (sciencedaily.com/releases/2019/09/190902135309.htm),

 

Is Human Life on Earth

Related to Extraterrestrials?

Whether you believe in creationism or evolution, humanity's inception is the ultimate perennial question. If you dig deep enough, you may even wonder if humans are native to earth. Dig even deeper and you may wonder if humans are a product of an alien progenitor race.

(Raenae Wann/Are Humans Actually Aliens on Earth?)

Algo que como vemos o Homem também faz (ou tenta fazer, reproduzir, replicar) com as restantes espécies (de seres-vivos), estando entre esses exemplares os animais referidos como domésticos (e irracionais) e mais próximos de nós, entre eles estando (um “animal de companhia”) o cão (talvez o 1º animal a ser “domesticado” pelo Homem).

 

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Sendo o nosso amigo da esquerda

o mais parecido com o que tenho em casa

 

Com os primeiros (indivíduos/coletivos) a assumirem esta “Nova Condição Canina” até pela sua prática, experimentação e obtenção de resultados (como seus “produtores e investidores iniciais”), a serem os seus Criadores (autodidatas), por qualquer tipo de incentivo (por dinheiro) ou de motivo (humanista, existencial, etc.), adaptando-os a novas condições mais de acordo, com as dos seus donos e com o meio ambiente aos mesmos (como usufruto) proporcionado. E desse modo “selectively breeding for certain behaviors” chegando-se à conclusão (científica não apenas empírica) de que “humans have shaped the brains of their best friends”.

 

Talvez mais interessante do que a constatação (e confirmação da existência, com estas características) destas novas raças de cão, sendo a investigação da razão pela qual o Homem invariavelmente pretende sempre (e por Sistema) refletir no Outro (seja Sujeito ou mesmo Objeto), o que ele na Realidade ele nunca foi e nunca será, mas tentará sempre (infrutiferamente e à procura da Perfeição) alcançar: nem que para tal tenha que sacrificar (à sua Imagem) o companheiro (de Viagem) o Outro.

 

(imagem/legenda em inglês: Rawpixel.com/Adobe Stock/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:31

22
Ago 19

“Alien life-forms could glow

in spectacular reds, blues and greens

to shield themselves

from stellar bursts of ultraviolet (UV) radiation.

And that glowing light

could be how we find them.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Deixando para trás os leigos

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Autodidatas com conhecimentos, quanto muito empíricos,

mas esmagadoramente marginais e ignorantes.

 

E não é que depois de séculos e séculos a falar-se de “UFO’S” (OVNI’S) e dos seus possíveis tripulantes os “ALIENS FROM SPACE” (Alienígenas do Espaço) – isto para não se confundirem com os outros ALIENS (agora na moda e invadindo os Média) os “ALIENS FROM MEXICO” – sendo muitos dos divulgadores dessas informações (apenas baseados em factos registados e merecendo ser estudados, aprofundados) oficialmente gozados, desacreditados e finalmente marginalizados (presos ou não, sendo esquecidos), eis que nesta segunda metade do ano de 2019 (já no século XXI mais precisamente a 13.08) um ESTUDO CIENTÍFICO da responsabilidade de um investigador do INSTITUTO UNIVERSITÁRIO (de CORNELL) CARL SAGAN, vêm-nos agora sugerir (sendo credível, propor, de modo a ser aceite de seguida) − indiretamente e por associação − até pela “palete−de-cores” apresentada (no seu estudo), a possível existência dos muito falados mas nunca vistos (por esse motivo já Lendários) HOMENZINHOS VERMELHOS, AZUIS e VERDES (pelo menos dessas três cores, apesar de também se falar dos mais para o Branco e dos mais para o Preto/como os HOMENZINHOS CINZENTOS, os extremos da palete).

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Coral Fluorescence

Coral fluorescent proteins absorb near-UV and blue light

And re-emit it at longer wavelengths

(O'Malley, Lisa/academic.oup.com)

 

E dadas as características dos mesmos – os EXTRATERRESTRES – podendo literalmente “BRILHAR-NO-ESCURO”, propondo que a partir dessa (sua particular) propriedade a mesma fosse utilizada (como se fosse para detetar Estrelas no Céu), para mais facilmente se detetar VIDA e até (porque não) a poucos ou a muitos anos-luz, “Outra Terra, Outro Refúgio (p/ o HOMEM)” – de preferência habitável (pelo menos por alienígenas aí residentes), mesmo que lá bem longe no Espaço e entre outros Sistemas e Galáxias. E para fúria dos outros (entre eles os Teóricos da Conspiração, atirados para o seu gueto) com a entrada dos eruditos em ação (antes postos-de-lado e agora esmagados, os leigos) – da equipa liderada por JACK T O’ MALLEY-JAMES e por LISA KALTENEGGER (do Instituto CARL SAGAN) − coincidindo com o pré-aparecimento (oficial) dos HUMANOIDES-VERDES, inconscientemente (e sem intenção, mas podendo ser punidos) pelos mesmos promovida. Extraterrestres provavelmente oriundos de Sistemas Planetários rodeando uma estrela Anã-Vermelha (onde numa determinada zona desse Sistema, se situarão a maioria, dos “Mundos Habitáveis”) − de tipo espectral K ou M, o maior contingente de estrelas no nosso Universo, com uma massa metade da do Sol, menor temperatura e menor energia gerada (e cor-de-laranja, sendo o Sol do tipo espectral GV2, de cor convencional amarela, com maior massa, tamanho e luminosidade) – como poderá ser o caso das Anãs-Vermelhas localizadas nas proximidades de PROXIMA CEUTAURI e do sistema recentemente descoberto de TRAPPIST-1.

 

E introduzindo os eruditos

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Oficializados por integrados e como tal, por conhecimentos adquiridos,

sendo cientificamente certificados

 

Segundo o estudo com os eventuais seres vivos podendo ou não habitar estes Sistemas, a terem obrigatoriamente de ter resolvido um problema − básico e fundamental − envolvendo a sua sobrevivência e a sua resistência aos efeitos dos nossos conhecidos (na Terra, mas aqui com a mesma estando equipada com vários filtros protetores) RAIOS ULTRAVIOLETAS (radioativos, penetrantes e por extremamente “tóxicos e incisivos” sendo mortais): protegendo-se dos mesmos nesses locais (carregados de radiações UV), podendo a partir daí usufruir livremente deles (sem condicionamentos de saúde), para por exemplo (e como EVOLUÇÃO) e com o seu Corpo progressivamente adaptando-se (aos raios UV), ficando Verde, neutralizando e absorvendo (algumas doses), refletindo (outras doses) e mantendo na sua plenitude o seu equilíbrio Funcional. E aí existindo aí sendo considerados, Únicos. Nós estando protegidos sendo a Preto & Branco (terrestres), eles estando desprotegidos sendo a CORES (extraterrestres) − e podendo ser vistos ao longe (com telescópios apropriados de última geração) dado serem florescentes, brilhantes. Na Terra como alguns Corais (e muita outra Fauna & Flora terrestre).

 

(imagens: Neighbors-Green Aliens/rafu.com − Creative Commons/academic.oup.com − Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:39

23
Jul 19

Com a TERRA integrada no Sistema Planetário tendo como referência o SOL (a estrela central) − o SISTEMA SOLAR – por sua vez fazendo parte de um sistema ainda maior ligando entre si (por ação das forças gravitacionais) estrelas e um meio ambiente (estelar) de gás e poeiras, conhecido como galáxia – no nosso caso (os Humanos habitando o planeta Terra) a galáxia VIA LÁCTEA –

 

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Sendo interessante para o conhecimento da nossa Evolução conhecer todo o trajeto percorrido pela nossa galáxia desde a sua formação (se possível até hoje), assim como e evidentemente (para uma melhor compreensão e absorção de mais este Fenómeno Extraordinário confirmando LAVOISIER) e antecipando (se possível) o Ano Zero, como e porquê a mesma (VIA LÁCTEA) se terá formado: há 10.000 milhões de anos (atrás) acompanhando uma “grande onda” de formação de estrelas, dando origem a diversos sistemas estelares, muitos deles acabando por fundir-se formando galáxias (num processo iniciado cerca de 3000 milhões de anos antes da formação da Via Láctea), com duas galáxias a encontrarem-se colidindo – uma galáxia menor denominada GAIA-ENCELADUS e outra maior (mais maciço sistema estelar) e considerada a “progenitora da Via Láctea” – dando origem a esse pequeno disco em espiral a galáxia VIA LÁCTEA (talvez há uns 6.000 milhões de anos).

 

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Onde para além da presença do Mundo Mineral (a Espinha Dorsal desta Superestrutura que é o UNIVERSO) se testemunhou pela primeira vez (para nós ÚNICA) a presença do Mundo Orgânico: percorrendo uma das suas etapas evolutivas e dando origem ao aparecimento de Vida organizada e inteligente, neste pequeno “Ponto Azul” deveras relevante (Impressionante) mas perdido na escuridão e profundidade da imensidão (Infinita) do Espaço. Com o Eletromagnetismo a ser a sua e nossa ALMA.

 

Num trabalho da responsabilidade do INSTITUTO de ASTROFÍSICA das CANÁRIAS (IAC) debruçando-se sobre “THE EARLY DAYS OF THE MILKY WAY” e levado a cabo por um grupo de investigadores (espanhóis) tentando colocar em sequência a formação da nossa Galáxia a Via Láctea:

 

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Recuando 13.000 milhões de anos (momento em que tudo seria muito diferente), passando por há 10.000 milhões de anos atrás (quando as duas galáxias – a maior e Gaia-Enceladus colidiram) e revendo o Universo até cerca de 6000 milhões de anos no passado (do mesmo): quando “o pó começou a assentar” e se começou a visualizar e a definir o pequeno disco em espiral representando a Via Láctea (com o aspeto que tem hoje). Quando a mesma Via Láctea caminha agora para outra colisão entre Galáxias, agora (talvez num futuro de ouras dezenas de milhares de milhões de anos) com a galáxia de Andrómeda: aprendendo para prever e talvez (se ainda existirmos) para prevenir.

 

[Publication: Carme Gallart, Edouard J. Bernard, Chris B. Brook, Tomás Ruiz-Lara, Santi Cassisi, Vanessa Hill and Matteo Monelli. Uncovering the birth of the Milky Way through accurate stellar ages with Gaia. Nature Astronomy (22 July 2019). DOI: 10.1038/s41550-019-0829-5]

 

(imagens: iac.es e sciencedaily.com/stock image)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:33

14
Mai 19

“Com o Homem e o Camarão,

há já 74 anos,

partilhando a mesma Luta.

A Favor da Vida e Contra o Nuclear!”

 

 

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Com toda esta história a começar e a estender-se (intensa e inicialmente) durante um período de 18 anos (1945/1963), com o registo de cerca de 500 testes envolvendo a detonação de Bombas Nucleares (testes maioritariamente norte-americanos e russos, mas contando ainda com a participação inglesa e francesa) – com mais de 75% dessas explosões a decorrerem na Atmosfera – sujeitando todo um Ecossistema local a uma Brutal Agressão (com uma coordenada de espaço e de impacto, mas propagando no tempo e ao longo deste, os seus efeitos como uma onda) e levantando então a questão das consequências para os aí tendo nascido e residido −ou seja (vivendo aí ou nos arredores, mais ou menos distantes) para a Vida e Sobrevivência do Homem: por alguma razão ou pretexto passados 56 anos (desde o seu fim) e já no interior de outro século (XXI), mantendo-se a questão e o problema “Suspenso e ainda no Limbo”, falando-se antes num crustáceo pela aparência “primo” do CAMARÃO (outro animal/local que não o Homem, por acaso sem voz, irracional) e ignorando-se (pelos vistos sendo apontada como vítima colateral) quem que lhe está acima na Cadeia Alimentar, aquele que o Come, o HOMEM.

 

'Bomb Carbon' from Cold War Nuclear Tests Found in the Ocean's Deepest Trenches

(Mindy Weisberger/Live Science/May 13, 2019)

 

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Como a Natureza nos demonstra mais uma vez e tal como sucede com o Homem

 

E como não poderia deixar de ser, acolhendo-o e protegendo-o como uma das partes de um todo e sendo uma das réplicas do molde original,

 

Ser um Organismo Vivo e organizado, capaz de processar (percecionar/sentir) e de arquivar (memorizar)

 

– E desse modo Evoluir, transformando-se e adaptando-se ou seja sobrevivendo (algo de natural de modo a não só nos proteger dos perigos interiores/exteriores, como e igualmente extremamente relevantes para manter o equilíbrio entre as várias espécies) e dessa forma mantenho de todas as formas possíveis e imagináveis (complementadas pelas impossíveis/utópicas mas por algum motivo sendo resilientes) intacto, este único (só conhecemos este) e Maravilhoso Ecossistema (permitindo-nos nele viver e dele usufruir)

 

− Ou não fosse ele o nosso Berço (talvez e completando um Ciclo, num Salto Evolutivo, introduzindo-nos/reintroduzindo-nos), posteriormente o nosso Lar (a nossa Cápsula Protetora) e dado finalmente o Sinal (da necessidade de abandonarmos obrigatoriamente, como nómadas e sobreviventes que somos, a nossa Zona de Conforto), o nosso Novo Desígnio e Ponto de Partida (Evolutivo e se não nos quisermos tornar extintos), depois da Aventura da Descoberta dos Oceanos (Aventura Interior) virando-nos agora para a Extraordinária Aventura no Espaço (Aventura Exterior) −“abrindo-nos ainda mais os olhos, os sentidos, a nossa mente” − e daí originando um novo  e revolucionária composto, incorporando e conjugando nele toda a experiência e conhecimento (de um, do todo) − adquirido, aplicado e sucessivamente replicado (por aceite/não rejeitado) – assente (tendo como Base de Sustentação)

 

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No Mundo Mineral (a nossa Base ou Coluna Vertebral);

No Mundo Orgânico (o que deu Conteúdo/Objetivo a essa Base);

No Mundo Material (assente na Energia, na Matéria e no Movimento);

No Mundo Espiritual (segundo o ponto de vista, mais religioso ou mais científico) incorporando de um lado, forças pela esmagadora maioria nunca vistas (comprovadas) como o Espírito ou a Alma e do outro forças igualmente para muitos invisíveis (não sendo diretamente sentidas) como o será Magnetismo.

 

[Mas para tal suceder

Só mesmo largando Thomas Edison

Adotando NIKOLA TESLA]

 

E com esta história bio nuclear prosseguindo por meados de 2019 (Maio, com o artigo publicado) − e como sempre e estrategicamente concluindo-se “De Momento” – com uma notícia envolvendo cientistas e investigadores trabalhando na Fossa das Marianas, tendo detetado níveis elevados de carbono radiativo numa determinada espécie marinha (de crustáceos), as Hirondellea gigas (um Amphipoda) um “parente” do Camarão: entre umas 7.000 espécies conhecidas tendo de 5/17cm (dimensão), vivendo a uns 10.000 metros da superfície (do nível médio do mar) e alimentando-se de plantas marinhas (de elementos delas obtido como o “sunken”).

 

Crustaceans that live in the deepest part of the ocean carry radioactive carbon in their bodies, a legacy of nuclear tests performed during the Cold War.

(Mindy Weisberger/Live Science)

 

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No caso das Hirondellas (gigas pelo seu tamanho), com estas criaturas marinhas vivendo no oceano Pacífico (no seu lado Ocidental) para lá dos 10.000 metros pelas bandas da Fossa das Marianas (região chegando a atingir mais de 11.000 metros de profundidade), a apresentarem níveis elevados e anormais de radiocarbono (no seu corpo), claramente como consequência – e “LEGADO” − dos testes nucleares aí realizados durante o período da Guerra Fria (de 1945 fim da II Guerra Mundial a 1991 fim da URSS): através da transmissão entre sucessivas gerações destas criaturas “sem concha e semelhantes a um camarão”, devido à ingestão de alimentos provenientes da superfície e carregados do isótopo carbono 14 – “Bomba-de-Carbono” – com estes animais marinhos a levarem consigo a assinatura da presença de Radioatividade no seu Corpo (e tal como no presente com os Plásticos, invadindo/poluindo ainda mais os Oceanos). Como se tal fosse necessário (o estudo, a investigação, a conclusão) postos frente-a-frente a Hiroshima e Nagasaki (mais de 250.000 mortos de imediato/curto-prazo, fora os incontáveis/indefiníveis de médio/longo prazo que se lhe seguiram) aqui envolvendo a Espécie Dominante – na Terra e na atualidade o Homem − e ainda hoje vitimando esta (por acaso a nossa espécie). Coisas de cientistas talvez mesmo preocupados, num presente (antecedendo um futuro provavelmente idêntico, com primeiras e segundas linhas − hierárquicas/de prioridade − e com o Homem ocupando a segunda) onde para além da recordação de milhares e milhares de pessoas “Instantaneamente” mortas (entre civis, mulheres, velhos, crianças e restantes inocentes e como tal, apanhados completamente de surpresa, num Genocídio “mais que criminoso por inútil” e levado a cabo sem Punição) ainda no presente (2019, a fazer 74 anos sobre o lançamento das bombas atómicas, Little Boy/Hiroshima e Fatman/Nagasaki) trazendo grande sofrimento aos que sobreviveram (alguns deles ainda vivos) e às gerações (filhos, netos e por aí fora) que até hoje se lhes seguiram:

 

As consequências das bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki foram desastrosas. O poder consumidor das bombas foi além da destruição de lugares e pessoas, atingindo a área da genética. Os efeitos causados fizeram com que os seus sobreviventes transmitissem as lesões para as próximas gerações. Até hoje, crianças nascem com problemas genéticos causados pela radiação das bombas.

(Recortes/Rejane Borges/obviousmag.org)

 

(imagens que n/pela ordem: Daiju Azuma U.S. Department of Energy/Talkuku Blog/talkutalku.com.ng − Los Alamos Daily Post/ladailypost.com − USA TODAY/usatoday.com − general-fmv/Andrei Marincas/Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40

25
Set 18

[Evolução = Sobrevivência]

 

Como se ainda fosse necessário demonstrar que a Evolução de todas as Espécies habitando este Ecossistema Terrestre (incluindo a espécie dita dominante a Humana) depende basicamente da capacidade destas (espécies) se adaptarem (ao longo do Tempo) e de se movimentarem (ao longo do Espaço)

 

– Ao longo da sua travessia utilizando uma estrutura de sustentação alicerçada no Eletromagnetismo (associando e dando vida aos elementos da Tabela Periódica) e simultaneamente atribuindo-lhe Movimento devido ao desencadear em cadeia dos efeitos ação/reação

 

Mais um grupo de animais agora pertencente à classe dos Insetos e à família Formicidae

 

– A FORMIGA-LAVA-PÉS (também conhecida como FORMIGA-DE-FOGO)

 

Vêm-nos mais uma vez confirmar como (sejam animais, sejam plantas) somos todos tão iguais.

 

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Jangada de Formigas-de-Fogo

(imagem: accuweather.com)

 

Com estas formigas de tom avermelhado, não muito grandes mas agressivas (apresentando-se em grandes grupos e sendo omnívoras) e geralmente construindo grandes estruturas de terra e de restos de árvores (em locais abertos) como sua habitação

 

– Os chamados FORMIGUEIROS

 

Em casos meteorológicos extremos (como por exemplo inundações) podendo colocar em causa a sobrevivência do seu grupo (e da sua Rainha),

 

Sendo capazes (nestas situações de emergência) de se agruparem ainda com mais força e consistência, construindo em conjunto uma superfície (debaixo dos seus pés) tendo como propriedade fundamental flutuar (espetacularmente) sobre um lençol de água:

 

Na imagem anterior com uma colónia formada por milhares de Formigas-Lava-Pés flutuando sobre águas-de-cheia originadas pela passagem (muito recente) do furacão FLORENCE (pelos estados norte-americanos da Carolina),

 

Tentando com a sua técnica salvar o Formigueiro e desse modo a sua Rainha.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:14

23
Fev 18

Com a Verdade (Realidade + Imaginário) a andar por aí (The Truth Is Out There) e com o Homem (a raça dita dominante e inteligente) ‒ apesar da sua grande Proximidade (até com o planeta Marte) ‒ ainda a não a ter Compreendido.

 

Terra

 

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1

Planeta Terra ‒ Havai ‒ registo de 1999

(PIA 22219)

 

Este cenário (1) poderia muito bem ser atribuído a um antigo leito provavelmente oceânico (ou fluvial) anteriormente encontrando-se submerso, e que nos dias de hoje passado um bom intervalo de tempo (muitos e muitos anos) por desaparecimento do material aí existente no seu estado líquido (o oceano ou o rio) e pela emersão do seu antigo leito no estado sólido, se apresenta como um terreno árido, desértico e seco (e aparentemente sem qualquer tipo visível de sinais de Vida) típico de uma superfície terrestre como por exemplo a do deserto do Sahara, de um curso de rio entretanto descontinuado, seco e abandonado ou de uma zona do nosso litoral (por exemplo sedimentar como o algarvio e com alguns vestígios antigos de material de origem metamórfica/vulcânica) entretanto e progressivamente tendo sido abandonada pelo mar. Num retrato facilmente obtido à superfície do nosso planeta mas (por acaso, por coincidência ou até como algo de muito Natural ‒ ou não fosse o Espaço uma sucessão infinita de réplicas) podendo não o ter sido: sendo registado na Terra (no Havai) como o poderia ter sido em Marte.

 

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2

Planeta Marte ‒  Cratera Gale ‒ registo de 2012

(PIA 16103)

 

Marte

 

E sendo-o no nosso planeta como o poderia ser no outro (Marte), no caso do cenário seguinte (2) podendo representar o anterior (como fazendo parte da Terra), paralelos (em sequência) no tempo mas não noutras evoluções do Espaço, replicando situações vagueando (por aí) e por vezes sobrepondo-se (por camadas/por aqui): originando imagens de ambientes idênticos em sistemas com acelerações (e exposições) bem diferenciadas e colocando-nos perante realidades idênticas e/ou deslocadas. Num retrato obviamente podendo ser de Marte, um planeta formado na mesma altura que a Terra (e que todo o Sistema Solar), atualmente (e desde que há notícias) circulando nas nossas proximidades (sendo Marte o último Planeta Interior) não muito mais distante do Sol (a estrela de referência) e que no entanto ao contrário deste Ponto Azul e único (do Sistema Solar) suportando um complexo Ecossistema cheio de Vida e de Transformações ‒ dando prosseguimento à sua Evolução e persistência/resiliência ‒ aparentemente não o acompanhou (num trajeto cronológico paralelo e coincidente) apresentando-se no presente como um Mundo Morto (aparentemente) face ao seu simétrico a Terra vista como um Mundo Vivo (eventualmente):

 

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3

A Terra daqui a 8 biliões de anos/carbonizada com o Sol já transformado numa Gigante Vermelha

E à medida que o Sol for envelhecendo (desde há 4/5 biliões de anos queimando hidrogénio, transformando-o em hélio e saturando o seu núcleo, encolhendo-o e acelerando as reações de fusão) e o seu brilho, calor e dimensão (exterior e como consequência) for aumentando (transformando-se numa estrela Gigante Vermelha), a tendência evolutiva (inevitável) será a de as condições (ambientais) da Terra se aproximarem das de Vénus (como já poderá ter ocorrido em Vénus relativamente a Mercúrio) e de o próximo Ecossistema (terrestre) se transferir para Marte.

 

O primeiro assente num Mundo (dito) estritamente Mineral (por interferências internas e externas relevantes só aplicados ao mesmo/Marte apesar da sua suposta proximidade/à Terra e ao seu ponto de referência e gerador/o Sol ‒ talvez devido a algum tipo de Evento marcante ocorrido ou à possibilidade de Marte ter tido origem e formação num local mais distante do atual) e onde a Vida (Mundo Orgânico) não se manifestou ou o seu Ciclo foi inesperadamente interrompido (talvez temporariamente ou definitivamente), o segundo numa etapa diferenciada da sua transformação e desenvolvimento (evolução) e apesar de ter a mesma origem e se desenvolver no mesmo meio (familiar) ‒ com organismos (organizados, inteligentes e dinâmicos) rodeando a estrutura central e mineral (ordenada a partir do caos/e vice-versa e apesar de replicativa, de base evolutiva estática) ‒ expondo um fator particular, diferenciado e único (para o Homem e na sua Zona de Proteção para já exclusivo) apresentando-se quase como um oposto do outro, utilizando (por associação) o Espelho (Mágico ‒ a Magia do Espaço/Tempo) da Bruxa Má no conto de fadas de A Bela Adormecida (“Espelho, espelho meu, Existe outra mulher mais bela do que eu?”).

 

(imagens: nasa.gov e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:00

01
Set 17

Nas rodas do veículo motorizado movimentando-se na superfície de Marte, as marcas inevitáveis da passagem dos dias e do decaimento da Matéria: num ciclo Evolutivo de contínua transformação, replicado sem fim entre os extremos que definem o conjunto, com picos máximos e mínimos sempre expressos (incorretamente) no nosso quotidiano, ou pela vida (apesar de nada se criar) ou pela morte (apesar de nada se perder). Erodindo tudo e todos de modo a (re) transformar o produto, melhorando a performance da réplica em tempo de pré-lançamento.

 

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 Já com 17Km de rodagem em 5 anos de viagem

Marte ‒ Curiosity Rover ‒ 27 Agosto 2017

(Sol 1798 ‒ Mahli ‒ 17:21:08 UTC)

 

“ (1) Um veículo movimentando-se num ambiente extraterrestre (Marte), (2) com o seu nome atribuído por uma adolescente (do Kansas), (3) numa missão com um orçamento de 2,5 biliões (de dólares), (4) pesando quase 1 tonelada (na Terra), (5) com a sua velocidade de entrada/aproximação de 5,9m/s e 3,6m/s (respetivamente) e (6) no solo não ultrapassando 1m/h (velocidade máxima do rover), (7) sendo alimentado a energia nuclear (plutónio), (8) utilizando uma CPU a 200MHz com apenas 2Gb de armazenamento (um sistema já descontinuado) …”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Integrando a missão (da responsabilidade da NASA) MARS SCIENCE LABORATORY circula desde 6 de Agosto de 2012 (logo há mais de 5 anos) sobre a superfície do planeta Marte (localizado a uma distância média de mais de 220 milhões de Km do Sol) o veículo motorizado ROVER CURIOSITY (noutra região do planeta circulando o Rover Opportunity) hoje dia 1 de Setembro (de 2017) no seu 1804º dia de estadia em solo marciano (dia marciano = 24h 37mn 22s) e tendo até ao momento percorrido uma distância total de mais de 17Km (17,31Km em 29 de Agosto de 2017): lançado a 26 de Novembro de 2011 de Cabo Canaveral (por um foguetão Atlas V 541) e tocando a superfície de Marte passados pouco mais de oito meses (na cratera GALE).

 

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 Em Marte desde 2012

Última parte do trajeto percorrido pelo Rover Curiosity

(até 29 de Agosto de 2017/Sol 1800)

 

“… (9) Não estando equipado para descobrir Vida mas indícios dessa possibilidade (em qualquer ponto do seu friso cronológico), (10) estando no entanto equipado de várias ferramentas de trabalho e de exploração (como o seu braço robótico), (11) dispondo de um verdadeiro olho de lince (bem demonstrado na aterragem precisa da sonda em Marte) e como última curiosidade (12) com os responsáveis da missão a ainda não saberem ao certo onde terá caído o propulsor responsável pela aterragem da sonda Curiosity.”

(de acordo com dados de artigo de John Fox/2012/12 Crazy Facts About The Mars Rover Curiosity/ign.com)

 

Desde o seu 1802º dia de estadia no solo marciano e a caminho dos 17,5Km percorridos (num mundo alienígena exterior ao nosso planeta) movimentando-se a uma média de 0,4m/h (tomando em consideração os 61 meses de trabalho e com o veículo a atingir um máximo de cerca de v = 1m/h) e apontando agora para um alvo denominado TYLER localizada na região rochosa (leito) de MURRAY. Num planeta criado aquando do evento conhecido como Big Bang (provavelmente ocorrido há mais de 4,5 biliões de anos) e que hoje em dia passado um tempo (de biliões de anos) pouco compreensível para nós (com um tempo médio estimado de vida andando pelos 80 anos), talvez por impacto (de um corpo celeste em rota de colisão), por bombardeamento sistemático (de raios solares e por raios cósmicos) ou por outro motivo qualquer ainda desconhecido (tal a nossa ignorância nesta área da ciência), se apresenta como um Mundo aparentemente morto (sem água, sem vida orgânica e sem atmosfera), mas que em tempos (muito remotos) poderá ter sido muito diferente (com uma atmosfera e um oceano ‒ e mesmo Vida ‒ como no presente na Terra).

 

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 Da colisão ao bombardeamento passando por um desastre nuclear

(teoria de um físico norte-americano agora posto de lado, desde que afirmou que Marte foi vítima de uma Guerra Nuclear)

 

“Mars was once Earth-like in climate, with an ocean and rivers, and for a long period became home to both plant and animal life, including a humanoid civilization. Then, for unfathomable reasons, a massive thermo-nuclear explosion ravaged the centers of the Martian civilization and destroyed the biosphere of the planet.”

(Death on Mars ‒ John E. Brandenburg)

 

Podendo-se aceitar (para análise e reflexão e posterior aceitação/eliminação) todas as Teorias apresentadas para explicar o ocorrido em Marte (como a deste físico norte-americano visto não como um cientista mas como um promotor da falsa astronomia logo adepto da Conspiração e das suas Teorias), mas tendo-se que reconhecer que nas transformações envolvendo Energia e Matéria dando origem a este Universo (e à Vida num Universo Eletromagnético) tudo vem e tudo vai permanecendo no mesmo lugar mas com aspetos (aparentemente) diferentes (já que a Matéria e a Energia presentes, são sempre as mesmas no mesmo ‒ ou seja permanecendo constantes no fator Espaço/Tempo). Com o efeito da erosão a ser a melhor demonstração. E por outro lado compreendo o Sol como a fonte de Energia (e logicamente de Matéria) fazendo funcionar outras máquinas que estejam ligadas à rede e que não estejam viciadas (com a bateria da Terra a carregar e com a de Marte esgotada).

 

(imagens: nasa.gov e amazon.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:27

05
Jun 17

Porque será que todos apontam para uma terra formação (preferencial) de Marte com a Lua aqui tão perto? Talvez pela existência de algum tipo de ligação umbilical Terra/Marte.

 

Numa imagem senão inédita pelo menos surpreendente registada sobre a superfície seca e desértica do planeta Marte (Fig. 1A), um veículo motorizado aí circulando há já vários anos apanhou acidentalmente numa das suas câmaras duas formas projetadas como sombras sobre a superfície marciana, que pela sua familiaridade e fisionomia particular só poderão mesmo representar seres vivos senão idênticos pelo menos semelhantes aos existentes no nosso planeta.

 

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Fig. 1A

 

Numa visão mais alargada do cenário apresentado pela extensa paisagem marciana comportando as duas formas atrás referenciadas (Fig. 1B), além de as mesmas sugerirem (como já vimos) réplicas de formas semelhantes às existentes na Terra (por um exemplo uma ave e um humano ou humanoide), sendo por outro lado fácil de compreender o verdadeiro dilema em confronto entre os dois sujeitos em presença: a partir dos trilhos já feitos escolher um novo destino.

 

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Fig. 1B

 

Um planeta alienígena um pouco menor que a Terra (0.53 X d T), onde nenhum ser orgânico por mais primitivo (ou fossilizado) que fosse foi descoberto até hoje, sem uma atmosfera protetora (como a terrestre) possuindo oxigénio (fundamental para a nossa respiração) e protegendo-nos das radiações mortais (solares e cósmicas) e mesmo assim, despertando-nos o interesse e a curiosidade pelo que poderá ter sido no passado este planeta já com biliões de anos de História ‒ tal como o Sistema Planetário de que (como a Terra) faz parte.

 

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Fig. 2

 

Num território (Marte) localizado bem para Além do nosso Ecossistema de sobrevivência e de evolução (a Terra), transformando-se desde a sua formação (há mais de 4 biliões de anos) num espaço e num trajeto, comum e paralelo (senão mesmo coincidentes em certos pontos da respetiva cronologia) para ambos os corpos (como parecem indicar os trilhos da Fig. 2), no caso da Terra com a História por nós partilhada (e conhecida) e no caso de Marte com todos os vestígios até agora encontrados a apontarem cada vez mais para algo muito parecido ao que hoje é a Terra: com atmosfera, um oceano e até vida orgânica.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:15

05
Nov 16

A nossa vida é de tal forma repetitiva e improdutiva, que qualquer um de nós que pense mais um pouco (mínimo) ou se debruce sobre um abismo (máximo), certamente que se atirará na direção do buraco – num ato de penetração num imaginário evolutivo (para além do suicídio) tendo como primeiro objetivo matar o tempo, vivendo o Espaço: libertando a criatura (o anti monstro do monstro que dizem possuir-nos) que há dentro de nós.

 

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2016 predictions are already warning us to watch the skies in fear

One preacher named Ricardo Salazar is already predicting the end of the world

Via an asteroid impact on Earth

Which will then herald in the Anti-Christ of the Bible four years later in 2020

(Patrick Frye – inquisitr.com – Novembro 2015)

 

Ao olharmos para as tabelas do NEAR EARTH OBJECT PROGRAM da NASA, as únicas referências a aproximações ao nosso planeta associados ao dia 8 de Novembro, são segundo o NEO os objetos designados como 2916 FS13, 2016 TT93 e 2007 CM27 (com o objeto intermédio a ser o de maior dimensão e a apresentar um diâmetro de 100/200 metros, deslocando-se a uma v = 16m/s). Com o primeiro e o terceiro objeto a passarem respetivamente a 75LD e 48LD de distância da Terra e com o objeto 2016 TT93 a ter dos três a maior aproximação passando no entanto a menos de 11 milhões de Km (de nós). Com a Lua localizada a aproximadamente 384000Km de distância da Terra, aparentemente não havendo nenhum risco de virmos a ser afetados pela passagem de algum desses objetos (muito menos de podermos vir a sofrer um impacto direto), apesar de alguns deles não serem previamente anunciados e poderem apanhar-nos de surpresa: como poderá ter sido o caso do objeto 2016 VA com cerca de 15m de dimensão, circulando no passado dia 2 de Novembro muito próximo do nosso planeta a apenas 76800Km de distância. Um objeto (2016 VA) segundo os técnicos da NASA descoberto a 1 de Novembro (na véspera do seu ponto de maior aproximação) e com a sua órbita determinada no próprio dia da passagem: antes, durante ou depois?

 

Algo que nos deverá manter profundamente preocupados até ao fim do dia 8 de Novembro, data em que a maior potência a nível global (segundo informações recolhidas a partir de fontes credíveis oriundas do interior do seu próprio território) sofrerá o Impacto de um grande Objeto: asteroides, meteoritos ou outro tipo qualquer de objetos, denominados CLINTON US16, TRUMP US16 ou outra simbologia qualquer. Um Evento que certamente terá repercussões por todo o planeta e que a curto-prazo mudará a vida de mais de 300 milhões: enquanto noutro prazo (talvez coincidente) se estenderá a 7 biliões. Podendo levar o Mundo à sua final Extinção e à constatação (inevitável mas que não queremos aceitar) de que o Homem morreu (estando a ser progressivamente substituído a nível físico e transformado num zombie a nível psíquico) e de que o futuro está na Máquina. Restando-nos optar por um dos dois caminhos sugeridos pelo Diabo: votando no Adão ou se não for machista na Eva. Mas desconfiando sempre da intrometida serpente: a mando do VERMELHO controlando o BONECO e convidando a pura princesa a morder logo a maçã (conforme instruções em E-mail). Pelo que para a próxima semana e já com o tempo chuvoso, sofreremos o impacto da onda, vibraremos com o obvio e desceremos à monotonia.

 

(imagem: nasa.tumblr.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:20

17
Ago 16

Daqui a aproximadamente 2 biliões de anos esta será certamente uma imagem bem adaptada à realidade terrestre de então (linha de costa): com toda a região anteriormente coberta pelos oceanos apresentando-se aos olhos de todos (os possíveis migrantes e sobreviventes), como territórios secos, desérticos, calcinados e sem um único sinal de vida (nem uma única gota de água).

 

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Tal como acontece com todas as Estrelas que à noite vemos no Céu, um certo dia o Sol apareceu, organizou todo o conjunto à sua volta, distribuiu de acordo com as suas respetivas funções toda a sua família e acabado de se instalar (e a todos acomodar), continuou como sempre a transformar-se e a evoluir sem limitações no Espaço: levando atrás de si todo um Sistema englobando Matéria, Energia e até Vida. Constituindo um subconjunto particular movimentando-se entre muitos outros conjuntos adjacentes e semelhantes (exteriores, tangentes ou até mesmo secantes), que interatuando em caleidoscópio (entre si e muitos outros) formariam um outro conjunto de maior extensão, complementar e de referência – uma Galáxia um outro Universo. Numa conceptualização criada por nós (a Galinha dos Ovos de Ouro) vivendo (felizes) numa chocadeira repleta de um número incontável de Ovos, preenchendo todo o Espaço, dando Vida à Matéria e Energia ao Movimento. Numa conceção onde até o Bem e o Mal parecem estar mais uma vez ativa e negativamente presentes (de novo desprezando a ideia de que na realidade num todo nada se perde nem nada se cria, apenas se transforma) e onde até o Sol poderá ter um irmão desconhecido, distante e talvez mesmo preocupante (o Sol pode fazer parte de um Sistema Binário).

 

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Uma minúscula estrela integrando esta imensa região do Universo e que mesmo considerando-a um ponto entre um infinito de outros mais, o integra pela sua presença e pela sua própria evolução (interatuando com tudo e com o todo de existente em seu redor/ou coincidente). Movimentando-se por zonas do Espaço nunca antes percorridas e transportando atrás de si todo um sistema planetário (no nosso caso particular o nosso Sistema Solar): cronologicamente aparecido há cerca de 4.5 biliões de anos e com outro tanto para dar até à nossa própria extinção (do Homem, da Vida e do próprio Planeta) – com esta Anã-Amarela a aquecer gradualmente (daqui a 3.5 biliões de anos com a luminosidade proveniente do Sol a aumentar 40%, colocando toda a água a ferver, evaporando-se e perdendo-se no Espaço), crescendo e transformando-se numa Gigante-Vermelha (na sua fase terminal e após a exaustão de Hidrogénio) e finalizando a evoluir para uma estrela Anã-Branca (ainda presente mas já bem morta e enterrada, relativamente). Com a Terra provavelmente a ser destruída muito tempo antes ainda na sua fase evolutiva até chegar a Gigante-Vermelha (não nos podemos esquecer que o crescimento do Sol a caminho desta fase atinge distâncias tais, que o mesmo poderá atingir e engolir as órbitas de Mercúrio, Vénus e até da Terra). Porventura um microelemento de uma inimaginável Máquina Colossal que no entanto, na sua pequenez desprezível e inexistente, fosse capaz como que num ato interior e de nível Divino de produzir algo de organizado, de inteligente e que se saiba (pelo menos até ao dia de hoje) único e irrepetível (o Homem): e com a versão melhorada conhecida como Homo Sapiens com uns míseros milénios de existência na Terra (100 a 400).

 

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Pelo que se nos próximos 100 milhões de anos o Sol continuar o seu ciclo de vida normal (de qualquer anã-amarela), nada de significativo se notará (apenas um aumento de cerca de 1% na luminosidade da estrela) além do que hoje já sentimos (talvez uma antevisão não nefasta dos futuros sinais de perigo); o mesmo já não se passando com o decorrer das centenas e milhões de anos, com o progressivo aumento da luminosidade, da temperatura e da própria dimensão da estrela – capaz de nos incendiar (vida orgânica) e até de nos engolir (vida mineral); e com o nosso fim talvez marcado (da espécie) para daqui a 2 biliões de anos (bastando olhar para Vénus para vermos o futuro). Numa imagem do presente de Marte que já muitos acreditam vir a ser a imagem do futuro da Terra (ou não pudesse ter tido Vénus num passado já bastante remoto um ambiente muito semelhante ao nosso) e que como consequência natural da evolução da própria estrela se atualizaria e replicaria na imagem do futuro de Marte. Assim e em saltos cíclicos preservando a Vida e a existência da espécie (inteligente e dominante). Que até poderia ser na Europa e no sul de Portugal. Ou não fosse o Movimento (envolvendo Energia e Matéria) a base da evolução e a sua imagem registada (num tempo fictício por estático) a prova da nossa existência (por mera replicação).

 

(imagens: MARTE/CURIOSITY ROVER/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:31

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