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Mega Nave Espacial Chinesa (com mais de 1Km)

Quinta-feira, 02.09.21

"It's kind of like us talking about building the Starship Enterprise. It's fantastical, not feasible, and fun to think about, but not very realistic for our level of technology. Given the cost.” (Michael Lembeck/professor de engenharia aeroespacial/2021/EUA)

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A Lei da Vida e da Evolução

Se não forem os norte-americanos, que sejam os chineses. Sendo tecnicamente possível no futuro apesar de não o ser ainda no presente e com esta ideia a ser já do passado e o seu projeto, a continuidade garantida da nossa viagem.

 

Observando-se claramente todos os dias e cada vez mais intensamente (num processo irreversível) os fenómenos económicos e financeiros apontando para a queda a curto-prazo do Império Norte-Americano (sediado em Washington) ─ de que TRUMP/BIDEN e o AFEGANISTÃO são apenas pormenores (a ponta visível de um enorme icebergue) ─ e simultaneamente tendo-se uma noção cada vez mais nítida da deslocação progressiva, acelerada e direcionada, do Eixo do Poder Global de ocidente para oriente (ou seja, deslocando-se longitudinalmente de Washington para Pequim), abrindo-se definitivamente as portas à chegada do novo vencedor o Império Asiático liderado pela China, apoiado na sua retaguarda por uma das outras grandes potências Mundiais igualmente em ascensão e sua aliada a Rússia.

E se no nosso planeta o ataque final do Bloco China/Rússia e face à autodestruição e suicídio norte-americano, bastando manter-se passivo ─ continuando apenas e o mais pacificamente possível com os seus negócios, deixando para os outros os custos brutais das guerras e das mortes ─ para definitivamente se sobrepor (com o dólar, um mero papel impresso cada vez com menor correspondência, a ser substituído por uma verdadeira moeda de troca como o é o ouro), olhando para Espaço exterior rodeando a Terra verificando-se igualmente como a China já assume a liderança aeroespacial global, secundada pela Rússia ─ com os EUA paralisados, dadas as opções prioritárias dos privados (desinvestindo-se na NASA e subsidiando-se os delírios dos multimilionários).

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Atingindo a velocidade da luz

Depois de ultrapassada a barreira do som e certamente a caminho de ultrapassar a velocidade da luz, abrindo-se novas portas para a Conquita do Espaço e para uma mais ampla visão e conhecimento deste Universo que partilhamos.

 

Quanto à futura maior potência terrestre e líder Global, com a China depois da Lua e de Marte (com as suas Sondas e Rovers) e do lançamento da sua nova (e própria) Estação Espacial ─ com a ISS cada vez mais próxima da sua descontinuidade, colocando-se brevemente OUT OF ORDER ─ a lançar desde já o seu próximo e grande desafio (e objetivo), o da construção de uma “grande nave espacial”, enorme como nunca visto e com cerca de 1,6Km (mais de 1000 metros):

China wants to build a mega spaceship that’s nearly a mile long.”

(Edd Gent/livescience.com)

Depois do exemplo da Estação Espacial Internacional (ISS) com os seus módulos sucessivamente acoplados ao longo de mais de 20 anos (lançada em 1998) atingindo dimensões de mais de 70 metros e mais de 100 metros (largura/comprimento) ─ e depois do início da construção e montagem da sua nova Estação Espacial ─ com a China a abordar a hipótese da possível construção e montagem de uma outra estação ou mesmo nave com uma dimensão 10X maior (que a ISS, o maior satélite artificial terrestre), possibilitando-lhe outras alternativas mais prometedoras e eficazes na exploração e conquista do Espaço, como a da construção de uma nave interplanetária autossuficiente capaz de transportar o Homem em longas viagens através do Espaço, do nosso Sistema (Solar) e até introduzindo-nos (ultrapassada a fronteira virtual do “Domínio do Sol”) nas viagens Interestelares.

(imagens: Shutterstock/livescience.com/Adrian Mann)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:37

Os Filhos do Vírus SARS CoV-2

Segunda-feira, 21.06.21

[No 1ª dia do 2º Verão Covid-19.]

Desde há quatro semanas (24 de maio) com o nº de Infetados a crescer 290%, com o número de Internados a crescer 69%, com o nº de doentes em UCI a crescer 70%, com o índice de transmissibilidade a crescer 8% e com a taxa de incidência a subir 80%,

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Todos os parâmetros Covid-19

em subida continua

(PA)

 

Tudo sugerindo que, iniciando-se esta segunda-feira a estação do Verão (21 de junho), poderemos estar já no início de uma 4ª Vaga da Pandemia de SARS CoV-2: sem testagens maciças nem mesmo periódicas e apenas com cerca de 25% da população portuguesa completamente vacinada (cerca de 46% já tendo tomado uma dose de 2), não se podendo esperar milagres quando mesmo respeitando-se as regras de comportamento face à Covid-19 (máscaras, distanciamento, etc.), as vias de comunicação/contaminação continuam completamente abertas, especialmente por jovens estudantes e por jovens trabalhadores ─ maioritariamente não vacinados. Colocando-se sempre a questão da “efetividade das vacinas” atuais (e já no mercado ocidental e oriental) no combate ao coronavírus, sabendo-se da existência de novas estirpes/variantes surgidas desde 2019 (tendo como epicentro pandémico a China) e alterando particularidades do vírus como o da intensidade de contágio/sua rapidez e a taxa de mortalidade: prevendo-se que a próxima vaga seja mais intensa (na rapidez de contaminação/evolução), mas por outro lado menos mortal (ou quase 50% da nossa população já não tivesse tomado no mínimo uma dose, significando uma 1ª proteção).

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Winter lockdown possible says top PHE expert

as thousands of over-18s queue for vaccine

(Independent)

 

Restando-nos apenas esperar que o Governo e as restantes autoridades e responsáveis (pela nossa Saúde) interiorizem rápida e urgentemente o que poderá de nada agradável estar aí a chegar podendo-nos rebentar subitamente como “uma bomba nas nossas mãos” (veja-se o Brasil atravessando o Inverno e o Verão sempre com Covid-19), acelerando drasticamente a campanha de vacinação, não poupando idades, atirando-se aos estudantes-trabalhadores-jovens e na falta de recursos (humanos/materiais) recorrendo a voluntários (condignamente remunerados, dado o risco) e a vacinas oriundas de todo o Mundo (não apenas com o carimbo de uma agência) sendo eficazes (como as russas e chinesas).

Tendo-se que compreender no entanto estarmos no início de uma Grande Guerra (uma Guerra Biológica, não se sabendo ainda se de criação natural, se artificial), que tal como a da Gripe (que para os mais novos nos parece acompanhar desde sempre) oporá o Homem a um Vírus microscópico, encontrando-se o caminho para o compromisso ─ sendo este “caso crónico” ─ na atualização dessa luta: todos os anos para manutenção da eficácia da vacina tendo-se de a adaptar à evolução do vírus atualizando-a, dado que mantendo-se a mesma (versão) arriscando-se à vacinação não dar resultados por ultrapassagem do seu “limite de validade”.

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Lisbon residents confined to region at weekends

as COVID spikes

(Reuters)

 

E estando-se ainda a tomar a vacina de 2020 quando já se devia estar a tomar a de 2021: para já não se podendo afirmar as vacinas (europeias, americanas, russas, chinesas) não estarem a fazer efeito, mas já tendo surgido o aviso da provável necessidade de uma, “toma extra”.

E falando das vacinas e da nossa campanha de vacinação, nas testagens nunca se tendo ultrapassado as 100.000/dia (nem se atingindo sequer uma média de 50.000/dia) e nas vacinas ainda sendo pior, supondo que se atingia a capacidade de se concretizarem uma média de 50.000 vacinações/dia vacinando-se sem parar (7 dias em 7), necessitando-se (sendo otimista) nunca menos de 4/5 meses para se atingir a imunidade de grupo (aos 70% lá para novembro) e de 7/8 meses para se alcançar os 100% de vacinados (lá para o ano que vem). Sabendo-se que mesmo que vacinados poderemos contrair a doença (agora e sem exceção em todas as faixas etárias) e que imunidade de grupo só depois das férias grandes, provavelmente já iniciado mais um ano escolar.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais/Independent/Reuters)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:25

Nem se percebendo bem, se o Rei vai nu, seminu ou vestido

Quarta-feira, 09.06.21

Para quem não quer ver (seja a escala distorcida ou não), no meio desta neblina imposta (tendo a Saúde como alvo), mas agora tendo chegado o momento (com D. Sebastião a aparecer), de finalmente normalizar a situação (regressando a 2019), substituindo o combate pela Saúde (luta contra a doença) em nome da recuperação Económica (luta contra a fome),

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Sendo obvio e evidente que todas a medidas a tomar a partir de agora (mesmo as já tomadas antes e tendo já entrado em vigor), terão sempre como único objetivo a recuperação Económica substituindo nesta fase presente (e futura) o protagonismo anterior dado às ações sanitárias: sendo a pouca atenção dada ao maior grupo e via de contágio ─ os estudantes-trabalhadores-jovens ainda não vacinados e considerados de momento os principais veículos de transmissão, utilizando todos e por vezes em conjunto as vias Família/Escola, Família/Empresa e entrecruzando-se  ─ o maior fator de risco introduzido para o aumento do caso de Infetados sobretudo na região de Lisboa e Vale do Tejo e nas áreas adjacentes (por outros motivos adicionais, como será o caso de Odemira).

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Com os valores da evolução dos diversos parâmetros Covid-19 durante estes últimos dias de Pandemia (ela ainda não acabou) a justificarem um pouco o “até manhã” dos ingleses e o “estiveste por pouco” dos espanhóis (quase fazendo o mesmo) ─ no entanto chamando-se a atenção que permitida a transposição da fronteira Portugal/Espanha, sendo mandado parar depois tendo que apresentar a dita “documentação” (obrigatória por lei sempre que se entra em Espanha por mar, ar ou terra e sujeita a uma multa de 5.000 euros) ─ e ao mesmo tempo a alertar-nos (não estando ainda o Governo convencido de tal e com o nosso Presidente entretido a beber umas cervejas em Madrid talvez sabendo do fecho próximo das fronteiras) que nada se fazendo de um lado (do Governo), o outro lado não resistirá (nós os 10 milhões) levando com o pior das consequências (a nível de Saúde e de Economia, num cocktail perfeito por explosivo), a doença, a fome, a morte.

(dados: dgs.pt ─ Imagens: Produções anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:16

Covid-19 PT/07.06

Segunda-feira, 07.06.21

Hoje com a Espanha imitando os ingleses à sua “forma & maneira” fazendo-nos o respetivo e universal manguito, que pelos vistos e segundo os nossos vizinhos, nós tanto apreciamos e agradecemos (porque sempre compreendemos e aceitamos).

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Num dia em que a evolução dos parâmetros Covid-19, parece mais uma vez dar o sinal, de que algo podendo ter consequências ou não, se continua lentamente a desenvolver (mantendo-se ou subindo o valor desses parâmetros, teimando em não diminuir de vez) ─ depois do foco na evolução do nº de Infetados/dia, da taxa de incidência e do índice R(t) ─ eis que passada esta 1ª fase da chegada de novos casos (podendo já não estar ligados à última vaga) e confirmando esse novo acontecimento (passando-se os doentes da sala de espera, para o internamento), parece chegar a vez da 2ª fase (da transferência) com o início do reabastecimento dos Internados e doentes em UCI: numa perspetiva otimista podendo ser apenas um Evento passageiro e circunstancial limitado a uma ou outra região do país, não deixando no entanto de ser algo preocupante apesar de momento se concentrar (o crescimento do nº de infetados/dia) sobretudo na região de Lisboa e Vale do Tejo (hoje, 53% dos casos) e na região Norte (hoje 24% dos casos, com o Algarve a ficar-se nos 8%). Mas podendo não ser um acontecimento fortuito/passageiro pois se antes se verificava uma ligeira instabilidade no nº de infetados/dia (crescendo/descendo) e um ligeiro crescimento na Incidência e R(t) ─ hoje com o índice de transmissibilidade a descer (ainda com R(t)> 1), mas com a Incidência já tendo ultrapassado os 70 (72,2 casos7100.000 habitantes período de 14 dias) ─ como que transposta a porta do hospital entrando nele e verificando-se o estado do doente aí ficando, a ser a vez dos “números internos” começarem a subir como se estivesse aí uma outra (menos intensa) vaga (ou ainda o resto da anterior) a chegar: esta segunda-feira (acontecendo o que não devia) subindo o nº de Internados (9,8% em relação ao dia anterior) e de doentes em UCI (13,5%). Face à evolução destes números e apesar do que eles possam significar, com os portugueses tendo que interiorizar que dado o tempo à Saúde e esgotado o mesmo, não havendo hipótese de recuo e a partir de agora tendo de se sacrificar tudo em nome único e exclusivo (se não quisermos morrer de doença ou então de fome) da Economia. Mesmo que como no caso do Turismo e da Região do Algarve, os ingleses possam já ter destruído irremediavelmente o Verão deste ano de 2021, o segundo consecutivo/uma tragédia, podendo até acabar numa catástrofe.

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:59

Covid-19 PT/02.06

Quarta-feira, 02.06.21

Com a generalidade dos parâmetros associados à Covid-19 apesar de baixos, a demonstrarem uma tendência de subida. Traduzidos especialmente nos números de Infetados/Incidência/R(t), significando um atraso nos processos de testagem/vacinação ou em alternativa na presença de focos ainda ativos (ou renovados) do vírus SARS CoV-2 (ou das suas estirpes/variantes). De qualquer modo preocupando, devendo-se manter o alerta, mas estranhando-se ─ sendo um mau exemplo (nas suas atitudes/nos seus atos ou na falta delas/deles) ─ a pose aparentemente despreocupada do Governo.

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No mês em que inicia o Verão, época alta do Turismo em Portugal e sendo-o sobretudo no Algarve (pela importância vital do Turismo, para esta região), com os indicadores Covid-19 mostrando-se ainda algo instáveis, dando alguma preocupação e necessidade permanente de atenção (mais valendo sempre prevenir/fazer do que remediar/adiar)

 

Dada a eminente chegada do Verão coincidindo com a época alta do importante setor turístico português ─ o Turismo, um setor cada vez mais importante numa economia maioritariamente dominada pelos serviços, associando-as/agregando-os e incluindo-nos na distribuição de receitas ─ a partir de meados de junho abrindo-se ainda mais o país tanto interna como externamente (permitindo-se/flexibilizando-se mais), com as nossas autoridades baseando-se no ditado popular “quem não arrisca, não petisca” a parecerem querer conceder algum “espaço de liberdade ao vírus” ─ certamente que confiando nele próprio (nas suas ações preventivas, mas quais?), nas testagens (devendo ser maciças, mas não se verificando tal), na eficácia da vacinação e das vacinas (mas como, se atrasada e em falta) e na boa-vontade do mesmo (o coronavírus, aceitando, protegendo-se temporariamente do calor e do Sol) ─ dando agora e declaradamente o protagonismo à Economia.

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Albufeira

Rotunda dos Relógios

24 maio 2021

 

Não podendo haver recuos, se necessário alargando-se os limites dos parâmetros Covid-19 (subalternizando-se obviamente a Saúde), fazendo-se o balanço deste percurso (não exista nenhum despiste, levando à sua suspensão ou anulação/da prova), lá para o fim do Verão. Por sinal tendo-se de seguida dois momentos que poderão ser cruciais, o regresso às aulas e as eleições Autárquicas. Mais uma vez e “não caindo nada a ninguém” tendo-se ainda a opção (sendo português e tratando-se da instituição dirigida pelo Francisco) ─ e nem sequer tendo os extraterrestres a interessarem-se por nós (sendo eles Deuses e/ou Astronautas) ─ de rezar a Nossa Senhora de Fátima.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:20

Pensamento Político Covid-19 ─ Quem Não Arrisca Não Petisca

Sábado, 29.05.21

No dia de mais uma reunião no Infarmed (tendo a Pandemia Covid-19 como tema),

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Evolução de Infetados/dia, Internados, UCI e R(t) em Portugal

(15/28 maio 2021)

 

─ Com a existência de alguns interessados (como não poderia deixar de ser, os apoiantes de “produzir até morrer”) em mudar a “matriz de risco” (certamente “alargando-a”, não vá o seu concelho recuar no Desconfinamento)

E em que notícias vindas do Reino Unido nos informam (nós, os portugueses) de uma subida no R(T) dos britânicos (apesar de em grande %, já estarem vacinados),

─ Agora que eles começaram a chegar em maior nº a Portugal (e ao Algarve), reforçados nestes últimos dias pela final europeia de futebol a decorrer no Porto (envolvendo duas equipas inglesas)

Torna-se cada vez mais preocupante face a esta nova via adicional de comunicação/transporte agora reaberta (abrindo as portas do nosso país ao exterior), a situação que já se vive por cá e que ainda poderá vir (com esta nova via/porta escancarada aos britânicos) a agravar-se:

Com o nosso Governo para já a demonstrar (talvez para nos tranquilizar, afinal de contas vindo aí o Verão e pelos vistos o coronavírus dando-se “mal com o calor”) alguma despreocupação, apesar da evolução Infetados/dia e R(T) não os (nos) ajudar nada (nesse sentido).

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OMS: Procura pelas origens do vírus

"está a ser envenenada pela política"

(MacroMedia/LUSA/24.sapo.pt)

 

E então pensando-se nos jovens (dentro de pouco semanas de férias) e no expetável grande fluxo de turistas ainda por chegarem (britânicos, alemães, holandeses, franceses, etc.),

Podendo-se de um momento para o outro formar-se “um cocktail de massas”, não se sabendo muito bem com que tipo de consequências.

“Os mesmos que negaram o papel dos mais jovens na transmissão do coronavírus (sendo essa uma evidência), os mesmos que colocaram os diabéticos fora dos grupos de riscos (sabendo ser o maior grupo de doentes, superando mesmo os doentes oncológicos, logo dando mais despesa), são ainda os mesmos que apesar de toda a sua incompetência e irresponsabilidade e pendurando-se/orientando-se em seu próprio benefício (profissional/pessoal) nos profissionais da saúde (explorando-os), declaram agora querer salvar os “centros urbanos” colocando os trabalhadores a trabalhar (testados/ou não, vacinados/ou não) mesmo que sucumbindo (como “heróis”, deles) ao fazê-lo (ideia base da nossa Ministra da Saúde, subalternizando a sua Saúde à da Economia). Para tal não sendo necessário o Ministério da Saúde, devendo ser agregado e estar na dependência do Ministério da Economia.”

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Evolução do índice R(t) na região de Lisboa e Vale do Tejo

(08/2020 a 05/2021)

 

Esta sexta-feira (28 maio) saído o relatório diário da nossa situação epidemiológica E sendo acompanhado pelo relatório (semanal) elaborado/publicado pelo INSA, persistindo a instabilidade no nº de Infetados/dia (parecendo em subida lenta) e o índice de transmissibilidade em subida, de momento em R(T)=1,07.

Numa análise comparativa da evolução da Pandemia entre as sete regiões do país (conforme divisão da DGS), com a pior situação a registar-se (até pela sua densidade populacional/concentração de empregos) na região de Lisboa e Vale do Tejo (mais de 40% das infeções) seguido da região Norte (em redor dos 30%).

Com o índice R(T) na região do Algarve a ser o menor do país em torno de R(T)=0,92 e com o do Alentejo (tal como Lisboa) a ser igualmente elevado nos R(T)=1,16 ─ e mais preocupante o sendo se não se soubesse a sua origem, a escravidão agrícola estabelecida a sul de Portugal (proliferação de estufas) no Alentejo e no Algarve.

Pela negativa e na região do Algarve destacando-se no presente dois concelhos. Tavira (139) e sobretudo Vila do Bispo (272), ambos superando os 120 Infetados/100.000 habitantes:

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Situação epidemiológica em Portugal é de intensidade moderada,

mas com tendência ligeiramente crescente

(jornaleconomico.sapo.pt)

 

Arriscando-se a manterem-se ou recuarem no seu nível de desconfinamento.

Pela positiva tendo-se obviamente de mencionar Albufeira, antes rodeando os 120 casos/100.000 habitantes (a 14 dias, maior/menor) e hoje já nos 43, uma prova da eficácia das testagens e das vacinas desde que lavadas a sério e a cabo.

Mas nunca esquecendo que um problema num concelho poderá ter uma grave repercussão nacional, havendo problemas numa região e ela sendo (por exemplo) Lisboa, dando certamente cabo e num instante do importante e fulcral (para Portugal), setor do Turismo.

Tendo um Governo que a ter um lema esse seria, “quem não arrisca não petisca”, esperando-se que a soberba britânica não nos saia ao contrário:

Podendo ser os britânicos “se não a nossa morte, o nosso maior pesadelo”.

(imagens: MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt ─ Produções Anormais ─ José Sena Goulão/Lusa/jornaleconomico.sapo.pt ─ INSA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:34

Estrutura Submarina

Sábado, 22.05.21

Numa imagem pelo aspeto apresentado certamente obtido pelo GOOGLE EARTH (ou algo de parecido) e reportando-se às coordenadas geográficas (latitude a longitude) de 63°59'56.79"S e de 118°43'44.48"E, a apresentação de uma grande “ESTRUTRA SUBMARINA” observada a 180 Km de distância da costa da ANTÁRTIDA (descoberta da autoria de Frederick Johnson). Uma construção enorme, de paredes elevadas e estendendo-se (em três setores) por mais de 90Km. Confirmando-se de facto, o aqui dado como real ao usufruto público.

Sendo a Evolução na execução do seu percurso uma associada paralela da Transformação, tudo o que vemos hoje à nossa volta e que nos dá uma pequena ideia do que tudo isto é, já poderá ter sido observado por alguém e voltar a sê-lo, ainda por muitos mais ─ definidos outros tempos, outros espaços e certamente outros parâmetros e dimensões (outros mundos paralelos) e podendo ou não o nosso molde ter sido já alterado, ou seja, adaptado (assim persistindo).

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Estrutura submersa ao largo da costa da Antártida

Sendo real, com esta ESTRUTURA a apenas confirmar a existência ao longo da História (comum) da Terra e do Homem, de diferentes Civilizações em diferentes coordenadas ─ de latitude, longitude e altitude terrestre: estrutura hoje abandonada/submersa tal como o continente ao lado, abandonado/gelado/desabitado, mas porque não, um dia lá se podendo REGRESSAR.

 

Mesmo apresentando-se a sugestão de que tal estrutura seria o vestígio da existência de uma ANTIGA CIVILIZAÇÃO aí tendo existido antes da mesma ficar completamente SUBMERSA desaparecendo, essa explicação não poderia causar qualquer tipo de espanto ou de dúvida (desde que, sendo uma possibilidade válida), sabendo-se de como as diversas placas tectónicas (em presença) se deslocam (nas falhas sobrepondo-se), “erguendo TERRAS ou em alternativa afundando-as”. E daí (entre o abaixo e o acima do nível da água dos oceanos), entrando e saindo Novas Civilizações (ou replicação de outras anteriores).

Tal como acontece com o nosso Astro-Rei e estrela de referência ─ de todo este enorme no entanto pequeno Sistema Planetário ─ sujeitando-se a Ciclos na concretização do seu percurso de Vida, hoje estando connosco (tendo condições para nos ter), amanhã aconselhando-nos à partida (tal como acontece, com todas as migrações, em busca de novas oportunidades). Inseridos como estamos num subconjunto (podendo ele próprio definir um conjunto) integrando um Multiverso.

(imagem: 21.05.2021/Behind the Scenes/Youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:02

Ossos

Segunda-feira, 10.05.21

“Nós Ossos Que Aqui Estamos, Pelos Vossos Esperamos.”

(à entrada da Capela dos Ossos/Évora)

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Convento de São Francisco de Évora ─ Capela dos Ossos

(século XVII)

 

Um dos melhores exemplares preservados de cerca de meia dúzia de “Capela de Ossos” existentes pelo Alentejo e Algarve (como em Faro e Lagos), uma delas localizada aqui próxima na freguesia de Alcantarilha (concelho de Silves): esta última revestida por mais de 1500 ossadas/caveiras humanas segundo dizem de jesuítas tendo morrido na região.

Confrontando-nos com a morte tal como ela é ─ uma transição, um período de espera ─ tendo a sua cronologia no Tempo (influenciando a história), no entanto não se sabendo em que Espaço nem em que circunstâncias: sabendo-se o Universo Infinito, circulando em espiral e tendo de contactar coordenadas (nalgum ponto) ─ podendo ser concretizadas em planos paralelos ou concorrentes, e aí tocando-se, integrando a mesma projeção (um dos pontos do percurso original) ─ tendo o Elemento que nos une e diferencia de se basear numa sequência evolutiva nunca se perdendo (mas transformando-se por Saltos e episódios exteriores de indução), como tal e inserindo-se num Sistema de equações muito mais vasto (para já para nós incompreensível por inacessível), por óbvio, natural e sequencial jamais podendo ser interrompido.

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Num Sistema como aquele onde vivemos tendo início e fim como num filme, onde tudo começa num ponto e acaba no outro e em que nem entendendo o nosso decretado início nem percebemos o fim e a sua continuação, prosseguimos por cá por sucessivas e sucessivas gerações caindo como moscas ou gafanhotos e tal como eles os insetos, sem nos questionarmos (porque será esse traço comum?) do como e do porquê,  tal como no dia em que tomamos conhecimento e nos deparamos com a nossa primeira morte (presencial, direta) ficando a olhar sem saber bem o que fazer: significando que chegando-se a uma encruzilhada e mesmo a um precipício, tendo-se conhecimento e equipamento tudo é possível ─ mesmo algo para já fora do nosso entendimento ou explicação, tal como tem sido quase tudo (no seu início) durante toda a nossa (por vezes acelerada) Evolução. A morte devendo ser apenas mais uma fronteira da nossa Imaginação, mas para já não o sendo, sendo pelo contrário bem real (física e psiquicamente) e a consequência natural do modelo pretensamente e desde sempre por nós adotado (como se para nós, réplicas sem vontade, fosse o adequado).

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O Dia do Julgamento Final

 

Indo a carne, ficando tudo reduzido a ossos, transformando-se de seguida em pó e poeiras, distribuindo-se sucessivamente de novo (as cartas) e num dos naipes entre milhões e milhões de saídas saindo a nossa carta de novo, não por sorteio ocasional ou aleatório e mesmo que o sendo (e pela estrutura do nosso Universo, curiosamente sempre à procura de um centro), replicativo. Havendo um Deus e mesmo que não sendo de entre nós, tendo de uma forma ou de outra a obrigação (até no seu próprio interesse) de preservar a sua espécie e estando numa fase muito mais avançada do que a nossa já podendo ter alcançado esse desígnio andando já aí Deuses passeando pelo Cosmos não à nossa procura, mas de outros Deuses, os seguintes. Daí uma conclusão (do desinteresse dos exteriores) de estarmos ainda numa fase muito atrasada da nossa Evolução, ainda tendo muito com que lidar com esse nosso problema existencial (que é a morte, nem tendo sentido o nascimento e por pouco tempo a vida) sempre adiado até não o poder ser mais: o melhor para nos confrontarmos mais fresquinhos, ingénuos e abertos, caindo-se no buraco iniciando-se outra aventura.

(imagens: andarilho.pt ─ wisefamousquotes.com ─ wikipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:34

Covid-19 PT/22.04

Quinta-feira, 22.04.21

Evolução do nº de Infetados e do nº de Óbitos por 8 períodos de 14 dias/cada ─ desde 1 de janeiro de 2021 (incluindo 22.04.2021, 112 dias).

 

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Ao contrário do Mundo e por períodos de 7 dias (comparando o penúltimo, c/ o último), c/ o nº de Infetados e o nº de Óbitos a crescerem (+11% e +6% respetivamente), pela Europa com estes números a descerem (-10% e -10% respetivamente). Por cá (Portugal) só sendo preocupante a evolução do nº de Infetados/dia.

 

Com a generalidade dos parâmetros Covid-19 em tendência decrescente (incluindo o R(t)), mas com o nº de Infetados em subida (em 3 dias consecutivos).

 

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:01

Covid-19 ─ Ah! Mas então, o que fazer?

Sábado, 10.04.21

Continuando a ver o nº de Infetados a subir/descer (mais de 2,5X o nº registado há 26 dias) e o índice de transmissibilidade em lenta mas constante subida (subindo no mesmo período mais de 20%), tendo conhecimento (limitando-me ao sector da Educação, vanguarda assumida pelo Governo na luta contra a Covid-19) de novos casos de infeção começando a surgir em diversas escolas como é o caso de duas escolas básicas/1ºciclo/jardim de infância do Montenegro (colocando 300 alunos em isolamento), sabendo nunca se ter concretizado a testagem e vacinação maciça e prévia (como prometido) de toda a comunidade escolar (e não só) envolvida e finalmente mantendo-me atualizado sobre o que se passa sobre este assunto por toda a Europa (de este a oeste)

 

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Evolução Covid-19 em Portugal

15 de março a 9 de abril

(2021)

 

Com o vírus a manter-se e a ressurgir (como se vê pelo nº de óbitos/dia registados) traduzido pelo nº de infetados/índice R(t) e pela manutenção de um elevado nº de mortes (hoje Polónia/768 mortes, Itália/718 e Ucrânia/419) ─ para qualquer pessoa leiga mas no mínimo com “dois dedos na testa” e tendo noção da incapacidade de iniciativa (quanto mais de inovação ou mesmo improvisação) do nosso Governo ─ só sendo capaz de criar “Task Force’s” demorando semanas para se constituírem/reunirem e entrando em ação, concluindo não terem os recursos materiais/testes e vacinas e humanos/profissionais de saúde necessários para tal ─ tendo esta e claramente de se preocupar (ter receio) sendo no seu quotidiano obrigada a entrar/sair (de casa) e a entrar várias vezes em contacto (com objetos/pessoas, mais ou menos próximas).

 

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Evolução Covid-19 na Europa

8 e 9 de abril

(2021)

 

E para agravar isto tudo e já tendo lançado na rua mais de 1 milhão, dentro de 10 dias com o Ministro da Educação ─ um dos Ministros do Governo mais permeável à pressão, como o é do poderoso lóbi da Educação ─ a atirar para o meio desta grande confusão mais 400.000 alunos (que poderão ser o dobro aderindo o Superior), podendo totalizar a 19 de abril quase 2 milhões (em circulação com os seus habituais apêndices): questionando-nos se continuando estes parâmetros Covid-19 a subir (Infetados e R(t)) e nada de relevante (de prevenção, da nossa parte) se tenha passado entretanto, se a situação se agravar e ao lançarmos mais jovens para a rua (alargando a via de transmissão Família/Escola e cruzando-a com a via Família/Trabalho),  o que sucederá? No próximo dia 19 de abril Marcelo e Costa poderão pôr em causa o nosso destino: podendo-nos sair um “cheque-em-branco” sem cobertura.

 

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:34