Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

10
Abr 21

Continuando a ver o nº de Infetados a subir/descer (mais de 2,5X o nº registado há 26 dias) e o índice de transmissibilidade em lenta mas constante subida (subindo no mesmo período mais de 20%), tendo conhecimento (limitando-me ao sector da Educação, vanguarda assumida pelo Governo na luta contra a Covid-19) de novos casos de infeção começando a surgir em diversas escolas como é o caso de duas escolas básicas/1ºciclo/jardim de infância do Montenegro (colocando 300 alunos em isolamento), sabendo nunca se ter concretizado a testagem e vacinação maciça e prévia (como prometido) de toda a comunidade escolar (e não só) envolvida e finalmente mantendo-me atualizado sobre o que se passa sobre este assunto por toda a Europa (de este a oeste)

 

Imagem1.jpg

Evolução Covid-19 em Portugal

15 de março a 9 de abril

(2021)

 

Com o vírus a manter-se e a ressurgir (como se vê pelo nº de óbitos/dia registados) traduzido pelo nº de infetados/índice R(t) e pela manutenção de um elevado nº de mortes (hoje Polónia/768 mortes, Itália/718 e Ucrânia/419) ─ para qualquer pessoa leiga mas no mínimo com “dois dedos na testa” e tendo noção da incapacidade de iniciativa (quanto mais de inovação ou mesmo improvisação) do nosso Governo ─ só sendo capaz de criar “Task Force’s” demorando semanas para se constituírem/reunirem e entrando em ação, concluindo não terem os recursos materiais/testes e vacinas e humanos/profissionais de saúde necessários para tal ─ tendo esta e claramente de se preocupar (ter receio) sendo no seu quotidiano obrigada a entrar/sair (de casa) e a entrar várias vezes em contacto (com objetos/pessoas, mais ou menos próximas).

 

Imagem1X.jpg

Evolução Covid-19 na Europa

8 e 9 de abril

(2021)

 

E para agravar isto tudo e já tendo lançado na rua mais de 1 milhão, dentro de 10 dias com o Ministro da Educação ─ um dos Ministros do Governo mais permeável à pressão, como o é do poderoso lóbi da Educação ─ a atirar para o meio desta grande confusão mais 400.000 alunos (que poderão ser o dobro aderindo o Superior), podendo totalizar a 19 de abril quase 2 milhões (em circulação com os seus habituais apêndices): questionando-nos se continuando estes parâmetros Covid-19 a subir (Infetados e R(t)) e nada de relevante (de prevenção, da nossa parte) se tenha passado entretanto, se a situação se agravar e ao lançarmos mais jovens para a rua (alargando a via de transmissão Família/Escola e cruzando-a com a via Família/Trabalho),  o que sucederá? No próximo dia 19 de abril Marcelo e Costa poderão pôr em causa o nosso destino: podendo-nos sair um “cheque-em-branco” sem cobertura.

 

(imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:34

04
Abr 21

Olhando para o gráfico (1) apresentando-nos a curva epidemiológica de infeção por SARS CoV-2 na Região do Algarve (do início da Pandemia a 29 de março deste ano), verificando-se desde aproximadamente o início de março (01.03) uma manutenção seguida em meados do mês de uma subida (15.03) ─ ligeira, mas contínua ─ do nº de Infetados.

 

Screenshot_2021-04-04 Report_covid19_02_04_2021 pd

(1)

Evolução da incidência do vírus desde o início da Pandemia

(com o máximo a ser atingido em finais de janeiro de 2021)

 

Um parâmetro indicando através do nº de Infetados (dia/100.000 pessoas) qual o grau de incidência do coronavírus numa determinada população (menos de 120 sendo aceitável, mais de 240 já não o sendo), crescendo só podendo ter um significado: não tendo sido esta vaga completamente ultrapassada podendo regressar de novo (e até com mais força), aliás como o tem feito desde o início (sendo uma só vaga com várias fases, conhecendo-se o seu início, mas não o seu fim). Sendo o Covid-19 uma doença infeciosa crónica (provocada por um vírus respiratório), sendo importante conhecer a sua periodicidade (até pelas vacinas e necessidade ─ de modo a manterem-se eficazes ─ da sua atualização).

 

Screenshot_2021-04-04 Report_covid19_02_04_2021 pd

(2)

Evolução do nível R(t) de agosto/2020 a março/2021

(ultrapassando o índice 1 há cerca de três semanas)

 

No gráfico (2) visualizando-se outro parâmetro bem importante nesta fase de evolução desta Vaga Covid-19 (seja só uma ou sejam várias vagas/fases), para além da evolução do nº de Infetados/dia, tendo-se que ter simultaneamente em consideração o índice de transmissibilidade do vírus (responsável pelo aparecimento da doença): sendo o valor desse índice R(t) aceitável se igual ou inferior a 1 (1 unidade), caso contrário (sendo superior a 1) indicando existir um potencial foco de contaminação (podendo contaminar conforme o índice, 1,2,3 etc. pessoas). Na região do Algarve e segundo dados do INSA já sendo superior a 1 (um) desde medos de março (15.03), subindo durante a 3ª semana (até mais de 1,25) e estando agora (pelo menos até 29.03, já lá vão seis dias) em descida (veremos) mas ainda acima de 1 (por volta de 1,1).

 

Screenshot_2021-04-04 Report_covid19_02_04_2021 pd

(3)

Algarve

Em 5º (casos/dia, últimos 5 dias), em 2º (incidência cumulativa

a 14 dias/100 mil habitantes) e em 2º (R(t) média de 5 dias)

 

Mesmo assim (adicionando a talela 3) e juntando-se a todas as outras (como se estivessem todas no mesmo nível, de possível contágio) com as escolas do 2º/3º Ciclo dos concelhos de Portimão (mais de 240 casos/100.000 pessoas), Lagoa, Albufeira e Vila do Bispo (entre 120/240 casos) ─ certamente com todas a apresentarem R(t) > 1 ─ a abrirem “com todos os cuidados” (não se sabendo, quais mais, nada tendo sido feito entretanto) sem exceção pelo menos durante 15 dias (duas semanas, a 19 de março veremos): à altura da abertura (amanhã) sem reorganização das escolas, sem testes e sem vacinas. “Perfeito”, certamente que dirá o vírus.

 

(dados/imagens: insa.min-saude.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:36

20
Fev 21

Encerrado o 51ª dia do ano de 2021 (20 de fevereiro) e ainda inseridos num ambiente (asfixiante e sem fim definido) de Pandemia Covid-19 ─ com um total nacional acumulado de 15.897 óbitos ─ continua (apesar de algumas pequenas oscilações) a tendência de descida dos parâmetros associados à doença: como se verifica no nº de óbitos (máximo +303, hoje +76) e de internados em UCI (máximo+ 904, hoje +656) indicados na fig. 1 (num período de 27 dias). Pela evolução da Pandemia (de SARS CoV-2) podendo-se prever no dia de hoje (se não existir qualquer percalço/inversão) um possível início de desconfinamento (parcial/progressivo/cauteloso) por meados de março: no caso das escolas podendo-se retomar algumas aulas presenciais (mais novos), em pleno (todo o cuidado é pouco, até pela periocidade e pelas mutações do vírus) talvez só depois da Páscoa.

 

Imagem2.jpg

Fig. 1

 

Imagem1.jpg

Fig. 2

 

Na região do Algarve (como indicado na fig. 2) e referindo-se a um período de 51 dias (desde 1 de janeiro de 2021) ─ com o Algarve neste dia (sábado, 20) a registar +84 infetados e +3 +óbitos (total acumulado de 325) e mais de 6.000 pessoas vacinadas (completa) e mais de 12.000 só com a 1ª dose ─ no que diz respeito ao concelho de Albufeira (dados de sexta-feira, 19) registando-se a existência de 134 infetados e um total (acumulado) de 40 óbitos. Exceção feita às ilhas (Açores c/ 28 mortos e Madeira c/ 59 mortos) com o Algarve (325 mortes) a ser a 1ª zona de Portugal continental a registar menos mortes (acumuladas) depois do Alentejo (921 mortes) ─ nesta nova vaga e nesta fase destacando-se (a zona do Alentejo), como aquela tendo menos novos casos de Covid-19 (hoje com +31 casos de infeção, Albufeira +84). Continuando tubo bem encaminhado para reabertura do Turismo do Algarve.

 

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:58

27
Fev 20

[Vivendo num Universo Vivo e tendo Alma, Eletromagnético.]

 

Estando presentes na Terra (e considerando-a como um descendente próximo do hipopótamo) desde há uns 30/40 milhões de anos − a BALEIA, uma das maiores criaturas do Mundo, capaz de viajar mais de 16.000Km – e sendo assim sujeita a todos os fenómenos que possam condicionar a evolução do ecossistema (terrestre) onde vivem – internos como os fenómenos sismológicos e de vulcanismo, externos como as tempestades solares e o geomagnetismo terrestre – estes mamíferos marinhos percorrendo todos os oceanos do planeta, também poderão por vezes ser afetados e verem o seu quotidiano perturbado (muitas vezes, significativa e perigosamente alterado).

 

225114_web.jpg

Baleias!

(sob efeito de tempestades solares)

 

Resultando para esta velha e resistente espécie danos que poderão ser mais ou menos extensos (potencialmente graves) sejam eles físicos e/ou psíquicos (partindo do princípio que estes animais têm psique): como por exemplo confusão e desorientação “ao nível mental da baleia”.

 

mystery-craft-ufos-space.jpg

UFO-Moon.jpg

v-shaped-ufo-nasa-iss-live-stream.jpg

Alienígenas?

(sob efeito de tempestades solares)

 

E se estes experientes (e inteligentes) animais acompanhando a evolução da Terra há algumas dezenas de milhões de anos (3 a 4 com o Homem andando por cá, há apenas uns 0,3 milhões de anos) nas suas habituais viagens anuais e interoceânicas (e intercontinentais) por vezes se deparam com obstáculos imprevisíveis (ou não o sendo, manifestando-se aleatoriamente) tendo que os ultrapassar, caso contrário deixando-se levar por eles (com tudo o de negativo que tal reação possa acarretar) e tendo que se sujeitar (adaptar ou extinguir),

 

Porque não pensar que as baleias tendo de se habituar (sujeitar, confundir, por vezes perecer) aos efeitos provocados na Terra (no Interior do seu ecossistema) pelas Tempestades Solares e pelas alterações no Magnetismo Terrestre − aqui confundindo-as na sua navegação

 

Eschrichtius_robustus_01-cropped-580x368.jpglitd-solar-prominence.jpg

Qual será a relação entre o comportamento das baleias

e as alterações no campo magnético terrestre originadas pelo Sol

 

O mesmo tipo de fenómeno não se poderá replicar no ambiente exterior (o Espaço) ao nosso planeta, afetando quem por lá anda (seja de origem natural ou artificial, terrestre ou hipoteticamente extraterrestre) da mesma forma: ficando confusos (nós ou eles?) como “baratas tontas”.

 

[Com a Terra a viver no presente − fim do mês de fevereiro de 2020  − sob um Mínimo de Atividade Solar, coincidindo com a mudança de ciclo do 24º para o 25º: com menor incidência dos raios solares (quantidade/intensidade), sendo substituídos por estas alturas e por outros, os raios cósmicos (muito mais energéticos e penetrantes, logo mais perigosos). E afetando (o Sol) o comportamento do campo magnético terrestre.]

 

(imagens: universetoday.com − ufosightingshotspot.blogspot.com

− Merrill Gosho/NOAA − NASA/SDO/J. Major.)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:14

04
Set 19

Observando-se 33 cães,

concluindo-se que a sua Evolução não se restringiu apenas ao visível

– “body size or head shape” –

mas igualmente ao invisível, neste caso a uma

wide variation in brain structure”.

 

190902135309_1_900x600.jpg

Puppies

of various dog breeds

 

Estampada num artigo científico publicado pela “Sociedade de Neurociência (Society for Neuroscience) − uma instituição com sede em Washington DC e dedicando-se “ao estudo e investigação do Cérebro e do Sistema Nervoso” – a constatação e a confirmação de mais uma evidência, originada no conhecimento adquirido por leigos (não certificados oficialmente) ao longo de anos e anos de experimentação (prática, aplicada, bem sucedida e como faz todo o Ser Vivo, replicada) e (sobretudo) dedicação: tal como estes Investigadores com a sua pesquisa chegando à conclusão de queStudying the neuroanatomical variation in dogs offers a unique opportunity to study the evolutionary relationship between brain structure and behavior” (sciencedaily.com/releases/2019/09/190902135309.htm),

 

Is Human Life on Earth

Related to Extraterrestrials?

Whether you believe in creationism or evolution, humanity's inception is the ultimate perennial question. If you dig deep enough, you may even wonder if humans are native to earth. Dig even deeper and you may wonder if humans are a product of an alien progenitor race.

(Raenae Wann/Are Humans Actually Aliens on Earth?)

Algo que como vemos o Homem também faz (ou tenta fazer, reproduzir, replicar) com as restantes espécies (de seres-vivos), estando entre esses exemplares os animais referidos como domésticos (e irracionais) e mais próximos de nós, entre eles estando (um “animal de companhia”) o cão (talvez o 1º animal a ser “domesticado” pelo Homem).

 

190902135309_1_900x600 1.jpg

Sendo o nosso amigo da esquerda

o mais parecido com o que tenho em casa

 

Com os primeiros (indivíduos/coletivos) a assumirem esta “Nova Condição Canina” até pela sua prática, experimentação e obtenção de resultados (como seus “produtores e investidores iniciais”), a serem os seus Criadores (autodidatas), por qualquer tipo de incentivo (por dinheiro) ou de motivo (humanista, existencial, etc.), adaptando-os a novas condições mais de acordo, com as dos seus donos e com o meio ambiente aos mesmos (como usufruto) proporcionado. E desse modo “selectively breeding for certain behaviors” chegando-se à conclusão (científica não apenas empírica) de que “humans have shaped the brains of their best friends”.

 

Talvez mais interessante do que a constatação (e confirmação da existência, com estas características) destas novas raças de cão, sendo a investigação da razão pela qual o Homem invariavelmente pretende sempre (e por Sistema) refletir no Outro (seja Sujeito ou mesmo Objeto), o que ele na Realidade ele nunca foi e nunca será, mas tentará sempre (infrutiferamente e à procura da Perfeição) alcançar: nem que para tal tenha que sacrificar (à sua Imagem) o companheiro (de Viagem) o Outro.

 

(imagem/legenda em inglês: Rawpixel.com/Adobe Stock/sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:31

22
Ago 19

“Alien life-forms could glow

in spectacular reds, blues and greens

to shield themselves

from stellar bursts of ultraviolet (UV) radiation.

And that glowing light

could be how we find them.”

(Yasemin Saplakoglu/livescience.com)

 

Deixando para trás os leigos

Neighbors-green-aliens.jpg

Autodidatas com conhecimentos, quanto muito empíricos,

mas esmagadoramente marginais e ignorantes.

 

E não é que depois de séculos e séculos a falar-se de “UFO’S” (OVNI’S) e dos seus possíveis tripulantes os “ALIENS FROM SPACE” (Alienígenas do Espaço) – isto para não se confundirem com os outros ALIENS (agora na moda e invadindo os Média) os “ALIENS FROM MEXICO” – sendo muitos dos divulgadores dessas informações (apenas baseados em factos registados e merecendo ser estudados, aprofundados) oficialmente gozados, desacreditados e finalmente marginalizados (presos ou não, sendo esquecidos), eis que nesta segunda metade do ano de 2019 (já no século XXI mais precisamente a 13.08) um ESTUDO CIENTÍFICO da responsabilidade de um investigador do INSTITUTO UNIVERSITÁRIO (de CORNELL) CARL SAGAN, vêm-nos agora sugerir (sendo credível, propor, de modo a ser aceite de seguida) − indiretamente e por associação − até pela “palete−de-cores” apresentada (no seu estudo), a possível existência dos muito falados mas nunca vistos (por esse motivo já Lendários) HOMENZINHOS VERMELHOS, AZUIS e VERDES (pelo menos dessas três cores, apesar de também se falar dos mais para o Branco e dos mais para o Preto/como os HOMENZINHOS CINZENTOS, os extremos da palete).

m_stz1842fig1.jpeg

Coral Fluorescence

Coral fluorescent proteins absorb near-UV and blue light

And re-emit it at longer wavelengths

(O'Malley, Lisa/academic.oup.com)

 

E dadas as características dos mesmos – os EXTRATERRESTRES – podendo literalmente “BRILHAR-NO-ESCURO”, propondo que a partir dessa (sua particular) propriedade a mesma fosse utilizada (como se fosse para detetar Estrelas no Céu), para mais facilmente se detetar VIDA e até (porque não) a poucos ou a muitos anos-luz, “Outra Terra, Outro Refúgio (p/ o HOMEM)” – de preferência habitável (pelo menos por alienígenas aí residentes), mesmo que lá bem longe no Espaço e entre outros Sistemas e Galáxias. E para fúria dos outros (entre eles os Teóricos da Conspiração, atirados para o seu gueto) com a entrada dos eruditos em ação (antes postos-de-lado e agora esmagados, os leigos) – da equipa liderada por JACK T O’ MALLEY-JAMES e por LISA KALTENEGGER (do Instituto CARL SAGAN) − coincidindo com o pré-aparecimento (oficial) dos HUMANOIDES-VERDES, inconscientemente (e sem intenção, mas podendo ser punidos) pelos mesmos promovida. Extraterrestres provavelmente oriundos de Sistemas Planetários rodeando uma estrela Anã-Vermelha (onde numa determinada zona desse Sistema, se situarão a maioria, dos “Mundos Habitáveis”) − de tipo espectral K ou M, o maior contingente de estrelas no nosso Universo, com uma massa metade da do Sol, menor temperatura e menor energia gerada (e cor-de-laranja, sendo o Sol do tipo espectral GV2, de cor convencional amarela, com maior massa, tamanho e luminosidade) – como poderá ser o caso das Anãs-Vermelhas localizadas nas proximidades de PROXIMA CEUTAURI e do sistema recentemente descoberto de TRAPPIST-1.

 

E introduzindo os eruditos

KeQWgd3RDufQPJsQWCiSs8-650-80.jpg

Oficializados por integrados e como tal, por conhecimentos adquiridos,

sendo cientificamente certificados

 

Segundo o estudo com os eventuais seres vivos podendo ou não habitar estes Sistemas, a terem obrigatoriamente de ter resolvido um problema − básico e fundamental − envolvendo a sua sobrevivência e a sua resistência aos efeitos dos nossos conhecidos (na Terra, mas aqui com a mesma estando equipada com vários filtros protetores) RAIOS ULTRAVIOLETAS (radioativos, penetrantes e por extremamente “tóxicos e incisivos” sendo mortais): protegendo-se dos mesmos nesses locais (carregados de radiações UV), podendo a partir daí usufruir livremente deles (sem condicionamentos de saúde), para por exemplo (e como EVOLUÇÃO) e com o seu Corpo progressivamente adaptando-se (aos raios UV), ficando Verde, neutralizando e absorvendo (algumas doses), refletindo (outras doses) e mantendo na sua plenitude o seu equilíbrio Funcional. E aí existindo aí sendo considerados, Únicos. Nós estando protegidos sendo a Preto & Branco (terrestres), eles estando desprotegidos sendo a CORES (extraterrestres) − e podendo ser vistos ao longe (com telescópios apropriados de última geração) dado serem florescentes, brilhantes. Na Terra como alguns Corais (e muita outra Fauna & Flora terrestre).

 

(imagens: Neighbors-Green Aliens/rafu.com − Creative Commons/academic.oup.com − Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:39

23
Jul 19

Com a TERRA integrada no Sistema Planetário tendo como referência o SOL (a estrela central) − o SISTEMA SOLAR – por sua vez fazendo parte de um sistema ainda maior ligando entre si (por ação das forças gravitacionais) estrelas e um meio ambiente (estelar) de gás e poeiras, conhecido como galáxia – no nosso caso (os Humanos habitando o planeta Terra) a galáxia VIA LÁCTEA –

 

prensa1595_3883.jpg

 

Sendo interessante para o conhecimento da nossa Evolução conhecer todo o trajeto percorrido pela nossa galáxia desde a sua formação (se possível até hoje), assim como e evidentemente (para uma melhor compreensão e absorção de mais este Fenómeno Extraordinário confirmando LAVOISIER) e antecipando (se possível) o Ano Zero, como e porquê a mesma (VIA LÁCTEA) se terá formado: há 10.000 milhões de anos (atrás) acompanhando uma “grande onda” de formação de estrelas, dando origem a diversos sistemas estelares, muitos deles acabando por fundir-se formando galáxias (num processo iniciado cerca de 3000 milhões de anos antes da formação da Via Láctea), com duas galáxias a encontrarem-se colidindo – uma galáxia menor denominada GAIA-ENCELADUS e outra maior (mais maciço sistema estelar) e considerada a “progenitora da Via Láctea” – dando origem a esse pequeno disco em espiral a galáxia VIA LÁCTEA (talvez há uns 6.000 milhões de anos).

 

Early-Days-of-the-Milky-Way-Revealed.jpg

 

Onde para além da presença do Mundo Mineral (a Espinha Dorsal desta Superestrutura que é o UNIVERSO) se testemunhou pela primeira vez (para nós ÚNICA) a presença do Mundo Orgânico: percorrendo uma das suas etapas evolutivas e dando origem ao aparecimento de Vida organizada e inteligente, neste pequeno “Ponto Azul” deveras relevante (Impressionante) mas perdido na escuridão e profundidade da imensidão (Infinita) do Espaço. Com o Eletromagnetismo a ser a sua e nossa ALMA.

 

Num trabalho da responsabilidade do INSTITUTO de ASTROFÍSICA das CANÁRIAS (IAC) debruçando-se sobre “THE EARLY DAYS OF THE MILKY WAY” e levado a cabo por um grupo de investigadores (espanhóis) tentando colocar em sequência a formação da nossa Galáxia a Via Láctea:

 

190722132446_1_900x600.jpg

 

Recuando 13.000 milhões de anos (momento em que tudo seria muito diferente), passando por há 10.000 milhões de anos atrás (quando as duas galáxias – a maior e Gaia-Enceladus colidiram) e revendo o Universo até cerca de 6000 milhões de anos no passado (do mesmo): quando “o pó começou a assentar” e se começou a visualizar e a definir o pequeno disco em espiral representando a Via Láctea (com o aspeto que tem hoje). Quando a mesma Via Láctea caminha agora para outra colisão entre Galáxias, agora (talvez num futuro de ouras dezenas de milhares de milhões de anos) com a galáxia de Andrómeda: aprendendo para prever e talvez (se ainda existirmos) para prevenir.

 

[Publication: Carme Gallart, Edouard J. Bernard, Chris B. Brook, Tomás Ruiz-Lara, Santi Cassisi, Vanessa Hill and Matteo Monelli. Uncovering the birth of the Milky Way through accurate stellar ages with Gaia. Nature Astronomy (22 July 2019). DOI: 10.1038/s41550-019-0829-5]

 

(imagens: iac.es e sciencedaily.com/stock image)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:33

14
Mai 19

“Com o Homem e o Camarão,

há já 74 anos,

partilhando a mesma Luta.

A Favor da Vida e Contra o Nuclear!”

 

 

Priscilla-test.jpg

 

Com toda esta história a começar e a estender-se (intensa e inicialmente) durante um período de 18 anos (1945/1963), com o registo de cerca de 500 testes envolvendo a detonação de Bombas Nucleares (testes maioritariamente norte-americanos e russos, mas contando ainda com a participação inglesa e francesa) – com mais de 75% dessas explosões a decorrerem na Atmosfera – sujeitando todo um Ecossistema local a uma Brutal Agressão (com uma coordenada de espaço e de impacto, mas propagando no tempo e ao longo deste, os seus efeitos como uma onda) e levantando então a questão das consequências para os aí tendo nascido e residido −ou seja (vivendo aí ou nos arredores, mais ou menos distantes) para a Vida e Sobrevivência do Homem: por alguma razão ou pretexto passados 56 anos (desde o seu fim) e já no interior de outro século (XXI), mantendo-se a questão e o problema “Suspenso e ainda no Limbo”, falando-se antes num crustáceo pela aparência “primo” do CAMARÃO (outro animal/local que não o Homem, por acaso sem voz, irracional) e ignorando-se (pelos vistos sendo apontada como vítima colateral) quem que lhe está acima na Cadeia Alimentar, aquele que o Come, o HOMEM.

 

'Bomb Carbon' from Cold War Nuclear Tests Found in the Ocean's Deepest Trenches

(Mindy Weisberger/Live Science/May 13, 2019)

 

1557746524_Bomb-Carbon-from-Cold-War-Nuclear-Tests

 

Como a Natureza nos demonstra mais uma vez e tal como sucede com o Homem

 

E como não poderia deixar de ser, acolhendo-o e protegendo-o como uma das partes de um todo e sendo uma das réplicas do molde original,

 

Ser um Organismo Vivo e organizado, capaz de processar (percecionar/sentir) e de arquivar (memorizar)

 

– E desse modo Evoluir, transformando-se e adaptando-se ou seja sobrevivendo (algo de natural de modo a não só nos proteger dos perigos interiores/exteriores, como e igualmente extremamente relevantes para manter o equilíbrio entre as várias espécies) e dessa forma mantenho de todas as formas possíveis e imagináveis (complementadas pelas impossíveis/utópicas mas por algum motivo sendo resilientes) intacto, este único (só conhecemos este) e Maravilhoso Ecossistema (permitindo-nos nele viver e dele usufruir)

 

− Ou não fosse ele o nosso Berço (talvez e completando um Ciclo, num Salto Evolutivo, introduzindo-nos/reintroduzindo-nos), posteriormente o nosso Lar (a nossa Cápsula Protetora) e dado finalmente o Sinal (da necessidade de abandonarmos obrigatoriamente, como nómadas e sobreviventes que somos, a nossa Zona de Conforto), o nosso Novo Desígnio e Ponto de Partida (Evolutivo e se não nos quisermos tornar extintos), depois da Aventura da Descoberta dos Oceanos (Aventura Interior) virando-nos agora para a Extraordinária Aventura no Espaço (Aventura Exterior) −“abrindo-nos ainda mais os olhos, os sentidos, a nossa mente” − e daí originando um novo  e revolucionária composto, incorporando e conjugando nele toda a experiência e conhecimento (de um, do todo) − adquirido, aplicado e sucessivamente replicado (por aceite/não rejeitado) – assente (tendo como Base de Sustentação)

 

aHR0cDovL3d3dy5saXZlc2NpZW5jZS5jb20vaW1hZ2VzL2kvMD

 

No Mundo Mineral (a nossa Base ou Coluna Vertebral);

No Mundo Orgânico (o que deu Conteúdo/Objetivo a essa Base);

No Mundo Material (assente na Energia, na Matéria e no Movimento);

No Mundo Espiritual (segundo o ponto de vista, mais religioso ou mais científico) incorporando de um lado, forças pela esmagadora maioria nunca vistas (comprovadas) como o Espírito ou a Alma e do outro forças igualmente para muitos invisíveis (não sendo diretamente sentidas) como o será Magnetismo.

 

[Mas para tal suceder

Só mesmo largando Thomas Edison

Adotando NIKOLA TESLA]

 

E com esta história bio nuclear prosseguindo por meados de 2019 (Maio, com o artigo publicado) − e como sempre e estrategicamente concluindo-se “De Momento” – com uma notícia envolvendo cientistas e investigadores trabalhando na Fossa das Marianas, tendo detetado níveis elevados de carbono radiativo numa determinada espécie marinha (de crustáceos), as Hirondellea gigas (um Amphipoda) um “parente” do Camarão: entre umas 7.000 espécies conhecidas tendo de 5/17cm (dimensão), vivendo a uns 10.000 metros da superfície (do nível médio do mar) e alimentando-se de plantas marinhas (de elementos delas obtido como o “sunken”).

 

Crustaceans that live in the deepest part of the ocean carry radioactive carbon in their bodies, a legacy of nuclear tests performed during the Cold War.

(Mindy Weisberger/Live Science)

 

636222544228988684-Hirondellea-gigas-1.jpg

 

No caso das Hirondellas (gigas pelo seu tamanho), com estas criaturas marinhas vivendo no oceano Pacífico (no seu lado Ocidental) para lá dos 10.000 metros pelas bandas da Fossa das Marianas (região chegando a atingir mais de 11.000 metros de profundidade), a apresentarem níveis elevados e anormais de radiocarbono (no seu corpo), claramente como consequência – e “LEGADO” − dos testes nucleares aí realizados durante o período da Guerra Fria (de 1945 fim da II Guerra Mundial a 1991 fim da URSS): através da transmissão entre sucessivas gerações destas criaturas “sem concha e semelhantes a um camarão”, devido à ingestão de alimentos provenientes da superfície e carregados do isótopo carbono 14 – “Bomba-de-Carbono” – com estes animais marinhos a levarem consigo a assinatura da presença de Radioatividade no seu Corpo (e tal como no presente com os Plásticos, invadindo/poluindo ainda mais os Oceanos). Como se tal fosse necessário (o estudo, a investigação, a conclusão) postos frente-a-frente a Hiroshima e Nagasaki (mais de 250.000 mortos de imediato/curto-prazo, fora os incontáveis/indefiníveis de médio/longo prazo que se lhe seguiram) aqui envolvendo a Espécie Dominante – na Terra e na atualidade o Homem − e ainda hoje vitimando esta (por acaso a nossa espécie). Coisas de cientistas talvez mesmo preocupados, num presente (antecedendo um futuro provavelmente idêntico, com primeiras e segundas linhas − hierárquicas/de prioridade − e com o Homem ocupando a segunda) onde para além da recordação de milhares e milhares de pessoas “Instantaneamente” mortas (entre civis, mulheres, velhos, crianças e restantes inocentes e como tal, apanhados completamente de surpresa, num Genocídio “mais que criminoso por inútil” e levado a cabo sem Punição) ainda no presente (2019, a fazer 74 anos sobre o lançamento das bombas atómicas, Little Boy/Hiroshima e Fatman/Nagasaki) trazendo grande sofrimento aos que sobreviveram (alguns deles ainda vivos) e às gerações (filhos, netos e por aí fora) que até hoje se lhes seguiram:

 

As consequências das bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki foram desastrosas. O poder consumidor das bombas foi além da destruição de lugares e pessoas, atingindo a área da genética. Os efeitos causados fizeram com que os seus sobreviventes transmitissem as lesões para as próximas gerações. Até hoje, crianças nascem com problemas genéticos causados pela radiação das bombas.

(Recortes/Rejane Borges/obviousmag.org)

 

(imagens que n/pela ordem: Daiju Azuma U.S. Department of Energy/Talkuku Blog/talkutalku.com.ng − Los Alamos Daily Post/ladailypost.com − USA TODAY/usatoday.com − general-fmv/Andrei Marincas/Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:40

25
Set 18

[Evolução = Sobrevivência]

 

Como se ainda fosse necessário demonstrar que a Evolução de todas as Espécies habitando este Ecossistema Terrestre (incluindo a espécie dita dominante a Humana) depende basicamente da capacidade destas (espécies) se adaptarem (ao longo do Tempo) e de se movimentarem (ao longo do Espaço)

 

– Ao longo da sua travessia utilizando uma estrutura de sustentação alicerçada no Eletromagnetismo (associando e dando vida aos elementos da Tabela Periódica) e simultaneamente atribuindo-lhe Movimento devido ao desencadear em cadeia dos efeitos ação/reação

 

Mais um grupo de animais agora pertencente à classe dos Insetos e à família Formicidae

 

– A FORMIGA-LAVA-PÉS (também conhecida como FORMIGA-DE-FOGO)

 

Vêm-nos mais uma vez confirmar como (sejam animais, sejam plantas) somos todos tão iguais.

 

Screenshot_2018-09-25 This is the biggest fire ant

Jangada de Formigas-de-Fogo

(imagem: accuweather.com)

 

Com estas formigas de tom avermelhado, não muito grandes mas agressivas (apresentando-se em grandes grupos e sendo omnívoras) e geralmente construindo grandes estruturas de terra e de restos de árvores (em locais abertos) como sua habitação

 

– Os chamados FORMIGUEIROS

 

Em casos meteorológicos extremos (como por exemplo inundações) podendo colocar em causa a sobrevivência do seu grupo (e da sua Rainha),

 

Sendo capazes (nestas situações de emergência) de se agruparem ainda com mais força e consistência, construindo em conjunto uma superfície (debaixo dos seus pés) tendo como propriedade fundamental flutuar (espetacularmente) sobre um lençol de água:

 

Na imagem anterior com uma colónia formada por milhares de Formigas-Lava-Pés flutuando sobre águas-de-cheia originadas pela passagem (muito recente) do furacão FLORENCE (pelos estados norte-americanos da Carolina),

 

Tentando com a sua técnica salvar o Formigueiro e desse modo a sua Rainha.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:14

23
Fev 18

Com a Verdade (Realidade + Imaginário) a andar por aí (The Truth Is Out There) e com o Homem (a raça dita dominante e inteligente) ‒ apesar da sua grande Proximidade (até com o planeta Marte) ‒ ainda a não a ter Compreendido.

 

Terra

 

PIA22219.jpg

1

Planeta Terra ‒ Havai ‒ registo de 1999

(PIA 22219)

 

Este cenário (1) poderia muito bem ser atribuído a um antigo leito provavelmente oceânico (ou fluvial) anteriormente encontrando-se submerso, e que nos dias de hoje passado um bom intervalo de tempo (muitos e muitos anos) por desaparecimento do material aí existente no seu estado líquido (o oceano ou o rio) e pela emersão do seu antigo leito no estado sólido, se apresenta como um terreno árido, desértico e seco (e aparentemente sem qualquer tipo visível de sinais de Vida) típico de uma superfície terrestre como por exemplo a do deserto do Sahara, de um curso de rio entretanto descontinuado, seco e abandonado ou de uma zona do nosso litoral (por exemplo sedimentar como o algarvio e com alguns vestígios antigos de material de origem metamórfica/vulcânica) entretanto e progressivamente tendo sido abandonada pelo mar. Num retrato facilmente obtido à superfície do nosso planeta mas (por acaso, por coincidência ou até como algo de muito Natural ‒ ou não fosse o Espaço uma sucessão infinita de réplicas) podendo não o ter sido: sendo registado na Terra (no Havai) como o poderia ter sido em Marte.

 

PIA16103.jpg

2

Planeta Marte ‒  Cratera Gale ‒ registo de 2012

(PIA 16103)

 

Marte

 

E sendo-o no nosso planeta como o poderia ser no outro (Marte), no caso do cenário seguinte (2) podendo representar o anterior (como fazendo parte da Terra), paralelos (em sequência) no tempo mas não noutras evoluções do Espaço, replicando situações vagueando (por aí) e por vezes sobrepondo-se (por camadas/por aqui): originando imagens de ambientes idênticos em sistemas com acelerações (e exposições) bem diferenciadas e colocando-nos perante realidades idênticas e/ou deslocadas. Num retrato obviamente podendo ser de Marte, um planeta formado na mesma altura que a Terra (e que todo o Sistema Solar), atualmente (e desde que há notícias) circulando nas nossas proximidades (sendo Marte o último Planeta Interior) não muito mais distante do Sol (a estrela de referência) e que no entanto ao contrário deste Ponto Azul e único (do Sistema Solar) suportando um complexo Ecossistema cheio de Vida e de Transformações ‒ dando prosseguimento à sua Evolução e persistência/resiliência ‒ aparentemente não o acompanhou (num trajeto cronológico paralelo e coincidente) apresentando-se no presente como um Mundo Morto (aparentemente) face ao seu simétrico a Terra vista como um Mundo Vivo (eventualmente):

 

Red_Giant_Earth_warm.jpg

3

A Terra daqui a 8 biliões de anos/carbonizada com o Sol já transformado numa Gigante Vermelha

E à medida que o Sol for envelhecendo (desde há 4/5 biliões de anos queimando hidrogénio, transformando-o em hélio e saturando o seu núcleo, encolhendo-o e acelerando as reações de fusão) e o seu brilho, calor e dimensão (exterior e como consequência) for aumentando (transformando-se numa estrela Gigante Vermelha), a tendência evolutiva (inevitável) será a de as condições (ambientais) da Terra se aproximarem das de Vénus (como já poderá ter ocorrido em Vénus relativamente a Mercúrio) e de o próximo Ecossistema (terrestre) se transferir para Marte.

 

O primeiro assente num Mundo (dito) estritamente Mineral (por interferências internas e externas relevantes só aplicados ao mesmo/Marte apesar da sua suposta proximidade/à Terra e ao seu ponto de referência e gerador/o Sol ‒ talvez devido a algum tipo de Evento marcante ocorrido ou à possibilidade de Marte ter tido origem e formação num local mais distante do atual) e onde a Vida (Mundo Orgânico) não se manifestou ou o seu Ciclo foi inesperadamente interrompido (talvez temporariamente ou definitivamente), o segundo numa etapa diferenciada da sua transformação e desenvolvimento (evolução) e apesar de ter a mesma origem e se desenvolver no mesmo meio (familiar) ‒ com organismos (organizados, inteligentes e dinâmicos) rodeando a estrutura central e mineral (ordenada a partir do caos/e vice-versa e apesar de replicativa, de base evolutiva estática) ‒ expondo um fator particular, diferenciado e único (para o Homem e na sua Zona de Proteção para já exclusivo) apresentando-se quase como um oposto do outro, utilizando (por associação) o Espelho (Mágico ‒ a Magia do Espaço/Tempo) da Bruxa Má no conto de fadas de A Bela Adormecida (“Espelho, espelho meu, Existe outra mulher mais bela do que eu?”).

 

(imagens: nasa.gov e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:00

Abril 2021
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9


18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO