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O Momento Eleicron

Sábado, 15.01.22

“António Costa vs. Rui Rio: Quem faltou mais à verdade no frente-a-frente?”

(poligrafo.sapo.pt)

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Infetados e Óbitos

Assumindo definitivamente o protagonismo a partir do mês de janeiro de 2022 (substituindo a variante Delta), pela evolução dos números e associando-se ao sucedido na vaga de 2020/21 (dezembro/2020 e janeiro/2021), podendo estar agora esta nova vaga (de Ómicron) a caminho do seu pico máximo de atividade (e de transformar esta Pandemia numa Endemia), 

Dentro de poucos dias e seguindo o ritmo da evolução deste coronavírus durante o ano de 2021 (repetindo sensivelmente a evolução demonstrada em 2020, ano de declaração da Epidemia de SARS CoV-2, dando origem à doença Covid-19) ─ nada se tendo feito, até como prevenção (um reforço nos planos, existindo estes) desde que o Governo desapareceu (de vez)

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Internados e UCI

Podendo-se chegar a um ponto de colisão, mais ou menos impactante dependendo da maior ou menor proximidade (entre as partes) ─ tal como um cometa passando perto da Terra, podendo fazer-lhe uma secante, uma tangente ou até passar um pouco distanciado, tendo sempre consequências ─ pelo acumular de tensões (socioeconómicas/sanitárias e de poder/eleitorais),

Correndo-se o grave risco de atingirmos simultaneamente um pico, mas sendo duplo e de consequências imprevisíveis (esperando-se que Ómicron permaneça o mesmo, tal como este Governo não agindo, nem mesmo reagindo, ficando tudo na mesma na “paz-podre-do-Senhor”), o momento ELEICRON.

Momento previsto para 30 de janeiro de 2022 (um domingo), talvez num resto de esperança apanhando-se o vírus, sendo este fraco e estando já muito cansado, a dormir e distraído ─ e o problema sendo então, livrar-se dos outros “Pega-Monstros”, que tal como o coronavírus, “agarrando-se não nos largam mais”.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:02

Um Saltinho ao Nosso Passado

Sexta-feira, 07.01.22

Como todos os finais de ano o fazemos, tentando efetuar a contabilidade entre “o ter e o dever” ─ recordando o sucedido no ano anterior

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Antepassados do Homem

Um momento de convívio c/ uma fogueira junto a uma gruta

(gorodenkoff/Getty Images)

Encontrando num artigo recentemente publicado por Laura Geggel (livescience.com), referindo-se às 10 descobertas mais fascinantes do ano 2021 (segundo ela) ─ tendo todos nós, como tema ─ algumas curiosidades interessantes, podendo ser (satisfeita a curiosidade e chamando a nós, ainda mais curiosos) fascinantes, relacionadas com os nossos antepassados: tentando esclarecer alguns aspetos e características que nos acompanham, desde os símios primitivos (há uns 10 milhões de anos), até ao Homo Sapiens (há uns 300.00 anos) e ao Homem Moderno (há uns 200.000 em África, há uns 100.000 anos na Europa). Sendo elas:

  1. No início, o “nosso” cérebro era parecido ao de um macaco
  2. O “Homem-Dragão” (descoberto na China) poderá estar mais perto de nós (o Homem Moderno) que o Neandertal

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Caveiras do Homem Erectus com cerca de 1,8 milhões de anos

Reconstrução Virtual

(M. Ponce de León/Ch. Zollikofer/University of Zurich)

  1. A caveira do jovem “Child of Darkness” (estimada em cerca de 240.000 anos) de nome Leti e descoberta na África do Sul, não foi feita como seria de esperar numa qualquer exploração arqueológica, mas na cave de uma habitação
  2. A descoberta numa nova apreciação a uma caveira africana (estimada em 600.00 anos), de um possível antepassado do Homo Sapiens, o Homo Bodoensis
  3. A descoberta na Indonésia de um local de enterro, onde para além de se terem encontrado corpos lá colocados há cerca de 7.200 anos, se conseguiu confirmar estar-se em presença de descendentes de linhagens diferentes, normalmente sem contactos por afastados no espaço (um sendo indonésio, o outro australiano)

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Um nosso antepassado o Homem Bodoensis

Vivendo em África no Pleistoceno Médio

(Ettore Mazza)

  1. A mais antiga cerimónia fúnebre e enterro de um corpo (um jovem), até agora e após diferentes estudos realizados, podendo-se confirmar (esse facto) e a respetiva data (em anos) ─ um record a bater e outros restos descobertos noutra cave ─ tendo ocorrido no Quénia há 78.000 anos
  2. A descoberta da importância do genoma da Península da Arábia (das pessoas, obviamente) na migração humana para o exterior do continente africano, considerando-se a importância desta deslocação de povos na contribuição genética (confirmada no estudo) na Ásia, na Europa e até na América do Sul
  3. Que os genes dos primeiros americanos (não confundir com norte-americanos, esses aparecendo depois) coincidem com os dos australianos (alguns brasileiros, mais abrangentes, dizendo à Oceânia

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Pegadas fossilizadas com mais de 20.000 anos

Parque Nacional de White Sands no Novo México EUA

(National Park Service, USGS and Bournemouth University)

  1. Que a mais antiga pegada, fossilizada, era de origem americana, sendo estimada a sua idade entre 23.000 e 21.000 anos no passado
  2. E ainda (para concluir) que o fóssil mais velho até agora descoberto ─ o Hominídeo de Denisova (igualmente numa cave, mas na Sibéria) ─ a ter cerca de 200.000 anos

Logo me pondo a pensar, sendo já alguns os casos, se não teria por acaso alguma cave disponível. E então desligando (mas apenas da rede) havendo mais para fazer (como dormir e de preferência sonhar) e no dia seguinte voltar.

(dados/consulta/imagens: Laura Geggel/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:36

Covid-19 ─ Comparando 2020 com 2021 (dezembro)

Quarta-feira, 22.12.21

“No ano anterior (Natal de 2020) a pior vaga de Covid-19 que tivemos ─ transportando-a agora para este ano (2021) ─ começou na semana que aí vem (27.12 a 02.01), pré-alimentada por esta (20.12 a 26.12). E maluquinhos como sempre andamos por estas alturas, tudo sendo possível.”

Observando os dois gráficos referindo-se aos anos de 2020 e de 2021 em Portugal ─ comparando-se a evolução do nº de Infetados/dia em 2020 e 2021 e a de nº de Óbitos/dia no mesmo período, devido à Covid-19 ─ chegando-se à conclusão (analisando esse período de 22 dias) que se o nº total de Infetados subiu cerca de 1,2X (80.595 para 95.296) por outro lado o nº total de óbitos diminuiu cerca de 4,6X (1.749 para 382): o mais importante a tirar desta conclusão, diminuindo o nº total de Óbitos quase para 1/5 (de 2020 para 2021), a ser o da efetividade das vacinas e da respetiva campanha de vacinação.

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Evolução comparativa Covid-19

(dezembro 2020/dezembro 2021

Neste mês de dezembro de 2021, 2ª quadra natalícia consecutiva contando com a presença do coronavírus, no presente com duas variantes ativas uma parecendo começar a entrar no palco de combate (OMICRON) rendendo na sua função a variante-protagonista anterior (DELTA), com o nº de Infetados/dia em Portugal a regressar a números do início de fevereiro deste ano (de 2021) atingindo quase 9 mil Infetados, talvez começando já a confirmar a maior infecciosidade de OMICRON (sendo mais rápido no contágio) aos poucos tornando-se a variante maioritária. E estando este, OMICRON, ainda na “fase de chegar” (apesar de já poder ter metade da “cota de mercado”, face a Delta), tudo o que envolve esta quadra podendo ser negativo.

No Mundo e no último registo liderando o Reino Unido no nº de Infeções/dia (106.122/dia), regressando de novo a Rússia à liderança no nº total de Óbitos/dia (1.020/dia), com os EUA (1º/1º) ─ mais de 52 milhões de Infetados e mais de 830 mil Óbitos ─ o Brasil (3º/2º) e a Índia (2º/3º) a continuarem a ocupar (no total de Infetados/Óbitos) o TOP3. Com a Pandemia de momento e no Mundo apesar de registar um ligeiro incremento no nº de Infetados (+11% nos últimos 7 dias), mantendo a evolução do nº de óbitos em descida (-5%).

(dados: dgs.pt imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:56

A Culpa agora é de OMICRON, um dos descendentes do SARS CoV-2

Domingo, 19.12.21

Aproximando-nos rapidamente do ponto de referência indicativo do início da “Vaga de Inverno” do fim do ano passado de 2020 (1º ano de Pandemia Covid-19) ─ a pior vaga ao nível do nº de Infetados/dia e do nº de Óbitos/dia ─ atingindo o seu pico máximo de atividade pelos finais de janeiro de 2021 (mais de 18 mil infetados/dia em 28 de janeiro e mais de 300 óbitos/dia em 28 e 31 de janeiro),

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Vaga de Inverno (a pior)

de janeiro 2021

 

Sabendo-se esse período coincidir temporalmente com o Dia de Natal e os dias seguintes (até ao fim deste ano de 2021), perspetivando-se que ainda com a variante Delta, tendo vindo a ser progressivamente substituída pela sua sucessora variante Omicron (dentro de uma semana, já podendo ter uma predominância de 80% sobre a sua antecessora),

─ Na África do Sul demonstrando ser altamente contagiosa, no entanto tal fator não se refletindo no nº de óbitos, facto já comprovado (estando numa fase mais avançada) no Reino Unido ─

Motivado por uma menor eficácia da vacina (produzida para um coronavírus anterior que não este, logo sendo menos eficaz), pela ainda não introdução da vacina do ano seguinte (não reforçando, mas atualizando a anterior), por alguma apatia e indiferença levando-nos ao descuido (nestes dois anos de desespero, isolamento forçado, limitando contactos), por uma maior circulação e concentração de pessoas devido às famílias e comércio natalício,

Durante estes próximos dias indo de 19 de dezembro a 24 de dezembro, podendo-se estar a desenhar o nosso futuro a curto-prazo no que diz respeito a esta Pandemia de SARS CoV-2 (e à vaga de Covid-19, que agora atravessamos), a partir de 27 de dezembro (segunda-feira após o dia de Natal) tudo correndo bem podendo-se manter o rumo e talvez festejar mesmo que muito parcialmente a Passagem do Ano (com fogo-de-artifício), iniciando-se então 2022 (com os estudantes mais uns dias extra em casa),

Tudo correndo mal e tendo sido excessiva a circulação e os contactos perante este ainda mais omnipresente, rápido e ultra contagioso descendente do coronavírus original, agora em versão OMICRON, mesmo que não se registando um aumento preocupante na evolução do nº de Óbitos (nunca se atingindo números de Óbitos/dia nem sequer de Infetados/dia como os do ano passado), dado o óbvio crescimento do nº de internados até mesmo num menor espaço de tempo (tal poderá ser esse crescimento), certamente se indo inevitavelmente deparar com cenários de grande congestionamento, podendo por ultrapassagem de todos os limites levar ao colapso dos hospitais e restante SNS:

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Omicron um descendente (recente)

do coronavírus original

 

Originando tudo o que já se conhece (por experiência direta), tudo aquilo que as autoridades responsáveis prometeram não mais acontecer (agora estando prevenidos, antes remediados), no fim (se por acaso isto alguma vez tiver um), indo-se já entrar no 3º ano sem “fumo branco” à vista, apontando nem que seja para (dando-nos alguma segurança, identificando algo de importante, de decisivo para a Vida de todos nós) Pandemia ou Endemia e jamais se sabendo “sem qualquer tipo de dúvida, nem que seja um mínimo de certeza, mantendo-nos nem que seja ao nível da sobrevivência”, como nos manteremos vivos colocados perante a ameaça da doença e da morte (Saúde), do desemprego e da fome (Economia).

Os Grandes perante os pequenos podendo sempre optar pela Marginalização destes (não interessando) ou pela Guerra (dando lucro), no processo aumentando ainda mais a produção e podendo simultaneamente reduzir drasticamente o pessoal ─ começando-se logo aí a resolver a questão de quem detém verdadeiramente o poder e o crescente, incontrolável e indesejável problema do excesso populacional.

Sendo este um dos possíveis Futuros da Humanidade e da nossa atual Civilização, aqui a todos nós revelado pela já tantas vezes referida, comentada e comercializada, Bola-de-Cristal Virtual Covid-19 (para muitos, até pela presença e pela experiência com consequências, bem real). Ao fundo com os nossos Governantes PT, aguardando solenemente (não existindo oficialmente Rei, como seu representante/substituto, tendo-se o 1º Ministro e o Presidente) Novas do Rei de Espanha, oriundas da distante (cada vez para mais gente entre os seus 750 milhões, nem 10% da população mundial ) Europa: agora com a chegada do Inverno e do frio (das temperaturas negativas, do gelo e da neve) e com o agravamento da crise no fornecimento de energia (com todos os preços a subirem incluindo o do gás, neles estando o de garrafa), estando completa a instalação e faltando apenas abrir as torneiras (o problema sendo, o gás ter origem russa), com os EUA via Alemanha (sabendo os alemães haver alternativa, utilizando outros pipelines) recusando a abri-la e deixando os seus consumidores (alemães e não só, afetando outros países) com os canos secos (e gás mais barato). Só se podendo dizer mesmo, até por ser incompreensível (querendo a Europa sobreviver, tendo que ter obrigatoriamente e para defesa exclusiva do seu território e soberania, uma estratégia própria), “formidável” ─ e só sendo possível tal ocorrência com estas mentes brilhantes: aparentemente brilhando com muito brilho (como que cintilando), socorrendo-se e ainda não o sabendo ─ estando eles próprios já descontinuados ─ a lâmpadas incandescentes (sendo apenas um sintoma de lâmpada fundida brevemente).

(imagens: Rui Duarte Silva/expresso.pt/01.02.2021 ─ Getty Images/bbc.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:57

Aqui a luta é pela sobrevivência do Homem

Segunda-feira, 13.12.21

“Boris Johnson refuses to rule out more restrictions before Christmas, as Omicron spreads at rate 'never seen before'.” (13.12.2021/sky.com)

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Portugal

Internados, UCI, taxa de Incidência e índice de Transmissibilidade.

Por esta altura exatamente há um ano (13 de dezembro de 2020) e aproveitando-se para comparar o sucedido neste ano de 2021,

Em 2020, +4.044 infetados (+66 no Algarve), +98 óbitos (+1 no Algarve), 3.157 internados e 513 doentes em UCI,

Em 2021, +2.314 infetados (+215 no Algarve), +15 óbitos (+3 no Algarve), 994 internados e 144 doentes em UCI,

(na evolução do nº de Infetados/dia e de Óbitos/dia de 2020 para 2021, concluindo-se por uma diminuição em Portugal e em sentido inverso, para um aumento no Algarve desses valores)

Vivendo-se por essa altura (dezembro de 2020) o decrescimento da vaga que daria origem à “Vaga de Inverno”, iniciada no período entre o dia de Natal (25 de dezembro) e o dia da Passagem de Ano (de 31 de dezembro para 1 de janeiro),

Conduzindo-nos à 3ª vaga com o seu pico máximo de atividade a ser atingido pelo fim do mês de janeiro de 2021, alcançando-se aí o record do nº de infetados/dia com 16.432 infetados (a 28 de janeiro) e do nº de óbitos/dia com 303 óbitos (a 28 e 31 de janeiro).

Neste final de ano de 2021 e estando-se já a viver o 2º ano consecutivo de Pandemia Covid-19, parecendo para já estarmos a seguir um caminho algo semelhante ao seguido durante o ano de 2020 (o nosso 1º ano, experimental, entregues apenas a nós próprios) ─ com esta vaga ainda em curso ─ confirmando-se a sequência (podendo o coronavírus ser cíclico, endémico), estando aí por perto uma réplica em 2021 da vaga de 2020: a mais intensa de todas, antes “entregues apenas a nós próprios”, depois e “já se estando vacinado” (com Portugal acima dos 85%), bem protegidos (e mais apetrechados, por prevenidos) contra esse inimigo invisível e mortal.

Na tômbola diária Covid-19 indicando valores atuais, podendo ser projetados e assim revelar-nos antecipadamente o nosso futuro e o deste coronavírus (e sua descendência) ─ ficando-se a saber quem vai em vantagem, tendo mais hipóteses de vencer ─ mantendo-se a instabilidade na generalidade dos parâmetros da doença Covid-19 (provocada pelo SARS CoV-2 e suas mutações/estirpes/variantes),

Com os doentes internados (e em UCI) a crescerem, tal como a taxa de incidência e com o sinal positivo a vir do índice de transmissibilidade, continuando em descida, hoje em R(t)=1,09 (mas ainda maior que 1). Veremos, pois o que acontece nesta última semana de aulas (13 a 17 de dezembro) e no período restante (18 a 24, tempo de compras, de viagens, de múltiplos contactos, mesmo entre diferentes níveis etários) até ao dia de Natal.

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Combate ao coronavírus

Vacinas e campanhas de vacinação, a serem decisivas.

Talvez estando neste curto espaço de tempo (podendo ser demasiado concentrado em determinados momentos, tendo picos) ─ onde argumentaremos validamente como nossa defesa o nosso comportamento e a eficácia das vacinas ─ a resposta sanitária para os tempos que aí vêm, se para nosso mal ou se para nosso bem.

Á medida que nos aproximamos dos festejos do Natal com a evolução Global dos números Covid-19 a manterem uma tendência de descida, nas duas últimas semanas com o nº de infetados a descer de 5% e o nº de óbitos de 3%, na Europa sendo algo semelhante (-6% e -1%). Podendo-se pressagiar algo de positivo para todos nós (quase 8 biliões), mas (no planeta) ainda faltando vacinar (proteger) muita gente, certamente muito mais de metade.

Tendo que fazer qualquer responsável ou autoridade (os que agora nos conduzem como marionetas) ou até mesmo nós (nem tendo voto na matéria para nada, apenas obedecendo e votando), no mínimo corar e pensar como tal vergonha, é ainda possível (mesmo sendo neste mundo) com tanta gente (esperando-se que não lobotomizada, física ou subliminarmente) presente e como testemunha.

“Nations that have adequate resources like vaccines are opening up, while others are locking down in a bid to slow the virus' transmission. This is not just a moral outrage, it’s also epidemiologically and economically self-defeating. The pandemic is a test, and the world is failing. The pandemic will end when the world chooses to end it. It’s in our hands ... We have all the tools we need: we can prevent this disease, we can test for it, and we can treat it.” (Tedros Adhanom Ghebreyesus/Diretor-Geral da WHO/julho 2021)

[E o que é que sucederia se um outro vírus em vez de infetar uns 400.000 indivíduos/dia e vitimar mortalmente uns 8.000 indivíduos/dia ─ caso deste coronavírus SARS CoV-2 e dos seus descendentes, talvez podendo ser e ao que muitos ainda pensam, “uma coisa pouca” , ainda não tendo chegado os “grandes-tubarões” ─ aqui chegasse de rompante e infetasse e matasse muito mais: talvez assistíssemos antes da diminuição brutal da população do planeta, à implosão da nossa sociedade, ao regresso ao início.]

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais ─ James Melaugh/theguardian.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:13

Covid-19 PT/09.12

Quinta-feira, 09.12.21

Nos últimos 39 dias (iniciados em 1 de novembro de 2021) com o nº total de Infetados/dia e de Óbitos/dia a registar 90.643 Infetados (2.324/dia) e 453 Óbitos (12/dia). Mantendo-se como se vê um ligeiro crescimento nos quatro parâmetros (Covid-19).

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E se no nº de internados e de doentes em UCI (estado grave/crítico) ainda hoje se verificou um aumento de doentes (nestas condições) ─ +69 Internados e +5 em UCI ─ mantendo-se estabilizado (com tendência decrescente) o índice R(t)=1,11 (mas ainda acima de 1).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:57

Covid-19 ─ Parece, mas não é (bem assim)

Quarta-feira, 08.12.21

Confirmando mais uma vez que “o que parece, por vezes não é” (nunca mais aprendemos), ao contrário do meu 1º espanto face à evolução dos números COVID-19 no ALGARVE (Infetados/dia),

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Hoje com +5.286 Infetados (Algarve +338) e +15 óbitos (Algarve +3, 20% do total).

 

─ Estando a crescer em 2021 relativamente a 2020,

quando deveria (pela média nacional) estar a diminuir

Deixando para trás as médias e as interpretações oficiais e reconhecendo o erro parcial transportado pela minha dúvida “o que é que se passa no Algarve” (a nível da evolução dos parâmetros Covid-19, incluindo neles os infetados),

Constatando que pelo menos nestes últimos 38 dias (desde 1 de novembro a 8 de dezembro) a linha do nº de Infetados/dia em Portugal, acompanhar a mesma, mas referindo-se agora ao Algarve, senão coincidindo sendo ambas muito semelhantes.

Um erro importante, no entanto, não deixando de ser parcial, pois se por um lado estas duas linhas se acompanham (referindo-se apenas a 2021) ─ num duelo Portugal Vs. Algarve ─ por outro com os valores registados em 2021 (já com vacina), a serem bem superiores aos de 2020 ─ num duelo 2021 Vs. 2020. Pelo menos no Algarve.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:26

Covid-19 ─ Novembro/Dezembro 2020/2021 ─ Algarve

Terça-feira, 07.12.21

Ao 7º dia do mês de dezembro e faltando 17 dias para o Natal (25 de dezembro, quando o Pai Natal desce pela chaminé), mantendo-se a inversão não prevista do nº de Infetados/dia e do nº de Óbitos/dia (na região do Algarve) ─ neste período de 37 dias iniciado a 1 de novembro ─ com os números de Infetados/Óbitos/dia em vez de descerem (como indica a média nacional comparando o ano de 2020 com o de 2021) aumentando:

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Confusão gráfica

Covid-19 Algarve ─ Últimos 37 dias

Aguardando-se explicação para esta evolução

 

No ano de 2020 e para o mesmo período (de 1 de novembro a 7 de dezembro) registando-se um total de 2.772 Infetados e de 27 Óbitos, enquanto no ano seguinte ─ neste ano de 2021 ─ apesar das vacinas e da expetativa de os números diminuírem (como consequência da sua administração, atingindo mais de 85% da população), se verificarem 6.357 Infetados (2,3X mais) e 56 Óbitos (2,1X mais). Quando deveria suceder o oposto.

“Após saída de cinco cirurgiões, escalas de urgência no Hospital de Faro podem ficar comprometidas.”

(sol.sapo.pt/1 dezembro)

“A situação pandémica no Algarve é "preocupante", com mais de três dezenas de surtos de Covid-19, a maioria em escolas, mas os hospitais "têm uma margem grande" para absorção de doentes, garantem as autoridades regionais de saúde.”

(jn.pt/6 dezembro)

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:41

Efeito IOIÔ

Terça-feira, 07.12.21

Contrariando o panorama geral nacional (Covid-19),

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Com as tendências de 2020 e de 2021 quando comparadas a apresentarem um saldo nitidamente positivo em favor deste último ─ menos infetados e muitos menos óbitos ─ na região do Algarve e comparando idêntico período do ano de 2020 e de 2021 (35 dias de novembro/dezembro), com a evolução do nº de óbitos/dia a estar em completa oposição ao esperado, aumentando em vez de diminuir: para além de nos últimos cinco dias terem-se registado +22 óbitos no Algarve (quase 24% do total de mortes nacionais no mesmo período, 93), com o nº total de óbitos registados nesse mesmo período (de 35 dias) a ser de 27 em 2020 e de 52  em 2021 (um crescimento de mais de 90%).

Levando-nos a perguntar, “o que se passa no Algarve"? E as urgências, as consultas, as listas de espera e as intervenções cirúrgicas? Então e os doentes?

(dados: dgs.pt ─imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:28

Algarve & Coronavírus (2021)

Sábado, 04.12.21

Contrariando os números médios nacionais ─ Infeções/dia e Óbitos/dia ─ no que diz respeito à Pandemia de COVID-19, no Algarve comparando idêntico período de 2020 e de 2021 (1 de novembro a 4 de dezembro, 34 dias), verificando-se um maior nº de Infetados e de nº de óbitos este ano (de 2021) relativamente ao ano anterior (de 2020): neste período de 34 dias em 2020 registando-se 2.587 infeções contra os 5.602 de 2021 (+3.015, mais de 2X), enquanto que a nível de óbitos o nº em 2020 indicasse 26 e o nº de 2021 referisse 42 (+16, mais de 1,5X).

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Mantendo-se nesta nova “vaga de outono” um caminho muito semelhante ao percorrido no ano anterior ─ neste mesmo período ─ e confirmando-se esse rumo, talvez com algum atraso (de uns 15 dias) surgindo de seguida a “vaga de Inverno”, o ano passado arrancando por finais de dezembro (final do ano) este ano talvez pela 1ª quinzena de janeiro. Esperemos que algo mude e que se possa evitar uma nova vaga (uma recaída).

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A nível global com as maiores preocupações a estarem centradas na Rússia e nos EUA, nos últimos 7 dias tendo-se registado na Rússia mais de 233 mil Infetados e mais de 8.500 Óbitos (mais de 1.200/dia) e nos EUA mais de 746 mil casos e mais de 7.600 óbitos (mais de 900/dia). No continente africano (e nos últimos 7 dias) apesar do nº de Infetados crescer significativamente (+137%), tal não se tem refletido no nº de óbitos tendo mesmo descido (-18%) ─ com o país a registar mais vítimas mortais por Covid-19 a ser o Egito, na última semana registando 406 óbitos.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:23