Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

05
Abr 19

[E a nossa Crise Existencial]

 

“Aliens from Earth & Aliens from Space”

(reconhecendo a diferença)

 

Olhando para dois registos de uma sequência de vídeo (contínua e 24h/dia) obtida pelas WEBCAMS DE MEXICO no passado dia 27 de Março − tendo o vulcão POPOCATEPETL (atualmente em atividade ininterrupta) como protagonista – observando-se deslocando-se da esquerda para a direita um Objeto Voador Não Identificado (na gravação passando por trás da cratera do vulcão) faltando-se saber se um objeto, mais Matéria ou mais Energia e circulando a que velocidade (E=MC²) − podendo sugerir pela estranheza do evento (o aparecimento de tal bizarro objeto) e pela coincidência verificada ( o Popocatepetl estar em erupção), a presença dos tão falados (e maltratados) ALIENS, neste caso não os mexicanos mas os (será mesmo verdade?) SPACE ALIENS (pelos vistos pouco interessados no que se passa na fronteira México/EUA com os seus colegas do Muro os WALL ALIENS).

 

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Com o objeto voador não identificado (no fundo um OVNI) a ser observado a passar a baixa altitude (topo do vulcão 5426 metros acima do nível médio da água do mar) nas proximidades do vulcão mexicano Popocateptl (localizado nem a 100Km da Cidade do México capital do país), brilhando sobre o tom escuro do céu noturno e apresentando a forma nada comum (para um veículo deslocando-se na nossa atmosfera) de um charuto-voador: e face ao que se diz sobre estes objetos (OVNI/UFO) tendo-se necessariamente que concordar tratar-se de um caso semelhante (este de 27 de Março no Popocatepetl) a muitos outros avistamentos, esmagadoramente associados a alta-tecnologia (por nós não produzida) e à presença (se não formos nós ou outra forma de nós) de extraterrestres (entre nós e/ou de visita). Pela velocidade (e sendo um ET) só mesmo em visita (de estudo) ou então em turismo – e estando de passagem pelo Golfo da Califórnia e dando um salto a Yellowstone.

 

E do seu brilho e da sua forma ficando-nos na memória (e cultura) este episódio fugaz desta série misteriosa e fantástica (aparentemente de ficção, mas já com muitas temporadas), real e para nossa fruição destinado à nossa reflexão e ao estender (ilimitado/sem fronteiras) da nossa Imaginação: podendo-se estar perante um simples avião (pilotado por terrestres) atravessando o espaço aéreo rodeando o vulcão (de origem terrestre), como estar-se em presença de algo de detetável/visível (pelos nossos órgãos dos sentidos) mas estranho ao nosso Mundo, capaz de se corporizar em forma de Matéria ou então de Energia (de origem extraterrestre).

 

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Na questão (agora e aqui implantada) subadjacente a mais esta especulação/conspiração (típica de sectores marginais, muitas vezes inovadores, muitas vezes revolucionários) e envolvendo o nosso Universo (no qual se insere como detalhe menor o nosso Sistema e a nossa Galáxia), se o nosso (universo) não for apenas um entre muitos integrando um infinito e em contínua expansão Multiverso, isso dever-se-á a uma nossa conceção errada de Espaço e de Tempo baseado na nossa própria experiência única e limitada (respeitando as proporções, podendo ser equiparado na sua forma e no conteúdo ao de uma mosca) e subordinada à necessidade da existência de limites palpáveis (como o nosso nascimento e a nossa morte) como alicerces fundamentais do nosso curto percurso em Vida, não interiorizando que o que nós somos e o que o nosso Corpo Vivo representa, não é senão uma parte de um Universo Vivo que se estende do infinitamente grande ao infinitamente pequeno: e olhando-nos ao espelho vendo-nos replicados sem princípio nem fim.

 

E como diria Stephen Hawking (físico britânico/1942-2018) referindo-se aos seus maiores receios (para o futuro da Humanidade), não falando dos ET como ameaça para o Homem (contactando-o ou contactando-nos), mas do que a manipulação genética poderá brevemente provocar (com o aparecimento do Super-Homem terrestre): "Once such superhumans appear, there will be significant political problems with unimproved humans, who won't be able to compete. Presumably, they will die out, or become unimportant." (Stephen Hawking)

 

(imagens: webcamsdemexico.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:27

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