Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

02
Jul 18

[E talvez tendo partido no tempo do Homem do Neandertal (uns dizendo da região da distante estrela Veja), antes mesmo da chegada do aí denominado Homem-Sábio (Homo Sapiens) ao mundo que hoje nós conhecemos (pelo menos no interior do nosso Sistema) como o único existente com Vida ‒ a Terra.]

 

Tendo sido descoberto há pouco mais de oito meses (19 Outubro 2017) utilizando o telescópio PAN-STARRS 1 (instalado no Havaí),

 

‒ Já no interior do Sistema Solar, depois de ter ultrapassado o seu ponto de maior aproximação ao Sol (40 dias antes) e quando o mesmo se encontrava a mais de 30 milhões de Km da Terra ‒

 

PIA22357_modest.jpg

O cometa Oumuamua

(ilustração)

 

O cometa OUMUAMUA o primeiro objeto Extrassolar (conhecido) a visitar o nosso Sistema Planetário (integrando o Sol e oito planetas), continua no cumprimento da sua trajetória (de excentricidade orbital elevada semelhante à de uma sonda ou de um cometa) o seu caminho de regresso ao Espaço Exterior (entrando e saindo do Sistema sem qualquer tipo de incidentes):

 

Com o seu novo destino a estar localizado para lá dos Limites da nossa Última Fronteira (tendo o Sol como referência central),

 

‒ Suponhamos que na NUVEM de OORT (podendo-se estender das 2 000 UA até as 100 000 UA ou mais)

 

Talvez num outro Sistema como o de VEGA a uns 600 000 anos de viagem para o nosso protagonista misterioso (deslocando-se a uma V = 26Km/s).

 

PIA22357_JPL-20180620-ASTRDSf-0007-Interstellar As

Trajetória do objeto extrassolar Oumuamua

(entrando/saindo do Sistema Solar)

 

Um objeto de forma cilíndrica (irregular) ‒ de um cigarro ‒ com mais de 200 metros de comprimento, uns 30/40 metros de largura e com um período de rotação de 7/8 horas, anteriormente definido como um asteroide (e até com uma possível origem artificial),

 

‒ Não se encontrando (entre outros aspetos) uma cauda definida (caraterística de um cometa aqui em falta)

 

Mas por outro lado aparentando ser autopropulsionado (uma caraterística já referida não dos asteroides mas dos cometas/naturais ou sondas/artificiais):

 

De qualquer modo um visitante (estrangeiro) acidentalmente passando por estas paragens perdidas na infinidade incomensurável do nosso Universo,

 

(para nós Humanos e relacionando Tempo e Espaço, passando mesmo ao lado de um Mundo habitado por uma espécie nem durando/em média uns míseros 100 anos)

 

Tendo partido da sua origem há umas centenas de milhares de anos (talvez quando na Terra predominava o Homem do Neandertal) sem causa ou destino conhecido e no presente invadido o Sistema Solar, passando perto de nós (1/5 da distância Sol/Terra) e deixando-os parados a olhar para este grande Calhau do Outro Mundo (com o tamanho de um petroleiro):

 

Knock_Nevis-o_maior_petroleiro_do_mundo.jpg

Um cometa com uma dimensão de um petroleiro

(dos dois o mais pequeno)

 

Sendo certamente de origem Natural (mesmo que como tudo consequência de um outro de origem natural ou artificial),

 

‒ Apesar da dúvida suscitada entre asteroide e cometa (com este último a ser o cientificamente escolhido)

 

Chegando-se no entanto a levantar a questão,

 

‒ Dada a sua origem e a sua propulsão (não se movimentando apenas à interação de forças e de campos geomagnéticas mas a elementos libertados pelo mesmo)

 

Se o mesmo se tratava de um Calhau (que mesmo vindo de longe poderia passar por um de cá) ou se não seria uma Máquina (uma sonda tripulada e com vida ou apenas comandada ou então perdida).

 

Levando entre outros o SETI (depois de testes levados a cabo, sem resposta, nem sinais) a afirmar perentoriamente que não.

 

[“If Oumuamua had been on a collision course with Earth, we would have had no warning. It had already passed us when it was discovered on 19 Oct. The impact would have been a week earlier on 14 Oct, unleashing an explosive yield equivalent to about 30 megatons of TNT.” (theanalysis.net/25.12.2017)]

 

(imagens: nasa.gov e gigantesdomundo.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:48

13
Ago 17

“No dia em que controlarmos a Matéria e a Energia convertendo uma na noutra, teremos atingido o estatuto (de Deuses) estando prontos para tomar conta dele (do Universo).”

 

Alpha,_Beta_and_Proxima_Centauri_(1).jpg

Sistema Alpha Centauri

À esquerda Alpha Centauri A à direita Alpha Centauri B

E mais abaixo (círculo vermelho) Proxima Centauri (e um planeta extrassolar)

Sistema localizado a 41.739.060.000.000Km da Terra

(cerca de 42 biliões de Km)

 

Para quem ainda procura uma solução para a futura viabilidade da espécie Humana, uma das opções mais credíveis e viáveis para resolver o problema com que o Homem se debaterá um dia ‒ resultado de um Evento Apocalíptico que tornará impossível a nossa permanência na Terra ‒ será o de iniciarmos de imediato a nossa deslocação para um outro corpo celeste de preferência próximo e que nos possa proporcionar natural ou artificialmente as condições mínimas e temporárias de sobrevivência: no fundo partindo da Estação Terra e chegando no nosso caminho de Aventura e Descoberta a um Apeadeiro (base intermédia) onde possamos passar com segurança um tempo determinado antes de partirmos a caminho de uma nova Estação. Nesse sentido não se compreendendo a suspensão dos voos tripulados no Espaço já lá vão quase 50 anos, quando todos sabemos que se nunca partirmos da Terra (nós e não as máquinas) aqui morreremos e desapareceremos (sem ninguém ou nada saber da nossa curta existência como espécie por estes lados do Universo): e logo com a Lua ali tão perto (como um Apeadeiro a menos de 400.000Km), já tendo sido visitada anteriormente (visitas iniciadas em Julho de 1969/Apollo 11 e suspensas em Dezembro de 1972/Apollo 17), com a forte possibilidade da existência de água (subterrânea e nas calotes polares) e com o Homem dispondo de tecnologia já bastante avançada capaz de o fazer viajar, colonizar e aí sobreviver. Mas limitando-se atualmente a enviar sondas automáticas e a fazer pequenas excursões entre a Terra e a ISS.

 

Distância (anos luz)

Sistema

Estrela

Classe

Temperatura (⁰K)

Cor

0

 

Sistema Solar

Sol

G2V

5200-6000

Amarela

4,4

Alpha Centauri
(Rigil Kentaurus)

α Centauri A (HD 128620)

G2V

3700-5000

Laranja

4,4

Alpha Centauri
(Rigil Kentaurus)

α Centauri B (HD 128621)

K1V

7500-10000

Branca

10,5

Epsilon Eridani

(BD−09°697)

-

K2V

7500-10000

Branca

 

11,4

Procyon

(α Canis Minoris

Procyon A

F5V-IV

6000-7500

Amarela/Branca

11,4

61 Cygni

 

61 Cygni A (BD+38°4343)

K5.0V

7500-10000

Branca

11,4

61 Cygni

 

61 Cygni B (BD+38°4344)

K7.0V

7500-10000

Branca

11,8

Epsilon Indi
(CPD−57°10015)

Epsilon Indi A

K5Ve

7500-10000

Branca

15,8

Groombridge 1618

(Gliese 380)

-

K7.0V

7500-10000

Branca

Distância a que se encontra do Sol a Nuvem de Oort ‒ 50.000 UA = 0,8 anos-luz

Com esta região a demarcar o limite da influência gravitacional do Sol

Ou seja a última fronteira do Sistema Solar

(1 Ano-Luz = 63.241 x distância Sol/Terra = 1265 x distância Sol/Cinturão de Kuiper)

 

No catálogo anterior apresentando-se os 8 Sistemas ou Estrelas mais próximos da nossa estrela (o Sol) e do nosso sistema planetário (o Sistema Solar), com as mais próximas a serem as estrelas α Centauri A e α Centauri B, a primeira da classe do Sol (G2V com temperaturas inferiores) e a segunda da classe K1V (com temperaturas superiores). Como tal e dada a enormidade das distâncias (face à esperança média de vida do Homem, nem chegando sequer aos cem anos) ‒ e ainda com as galáxias mais próximas a mais de 4 anos-luz ‒ cingindo-nos ao Sistema Alpha Centauri já por si inalcançável (pelo menos para já): numa nave viajando à velocidade de 20Km/s (a maior velocidade registada pela sonda Voyager 1 sendo ligeiramente menor) demorando certamente mais de 70.000 anos (numa média de 1000 vidas). E já agora optando por α Centauri A por ser da mesma classe e possuir temperaturas menores (talvez vindo daí a sua cor alaranjada). Talvez dobrando o Espaço e fazendo-o coincidir, sendo necessário apenas um salto para aí chegar num instante. De qualquer forma com o Sistema Alpha Centauri a estar ao nosso alcance, no dia em que atingirmos com as nossas naves espaciais a velocidade atingida pela luz (300.000Km/s) ‒ acelerando 15.000 X apenas uns 4 a 5 anos. E com o mesmo sistema a ser completado por uma terceira estrela ainda mais próxima (do Sol) ‒ a anã-vermelha Proxima Centauri (a 4,2 anos-luz de distância) ‒ integrando ainda um planeta circulando na sua zona habitável (da estrela) e denominado Proxima Centauri b (o mais próximo planeta extrassolar descoberto até hoje): com formas de vida?

               

(imagem: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:59

Junho 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13

19
20
21
22

24
25
27
28
29

30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO